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	<title>Espanha | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>O perigo da soneca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 20:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Ciência e Tecnologia Huazhong]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que tirar uma soneca após o almoço aumenta ou diminui os riscos de diabetes tipo 2? Cientistas chineses investigaram (e as conclusões são impressionantes!). Diferente do que é costume aqui no Brasil, diversas culturas e povos acham normal e rotineiro dormir um pouco à tarde ou logo após o almoço, como é o caso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Será que tirar uma soneca após o almoço aumenta ou diminui os riscos de diabetes tipo 2? Cientistas chineses investigaram (e as conclusões são impressionantes!).</em></p>
<p><span id="more-5297"></span></p>
<p>Diferente do que é costume aqui no Brasil, diversas culturas e povos acham normal e rotineiro <a href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-muda-muito-o-nosso-corpo/">dormir</a> um pouco à tarde ou logo após o almoço, como é o caso clássico dos espanhóis e sua <em>siesta</em>. Menos conhecido é que na <strong>China</strong> o costume também é culturalmente aceito (a &#8220;<em>siesta</em>&#8221; é chamada de <strong><em>wujiao</em> </strong>por lá). A maior parte das empresas e escolas chinesas, inclusive, dá pelo menos duas horas de almoço aos seus funcionários, justamente para que eles durmam um pouco. Esta soneca vespertina já foi alvo de diversos estudos, os quais concluíram, no geral, que ela <strong>faz muito bem à saúde</strong>, ajudando a melhorar a saúde mental e dando um grande acréscimo de energia para as atividades noturnas. Outras vantagens descritas pela literatura científica incluem riscos reduzidos de <a title="De olho no cálcio do coração dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/de-olho-no-calcio-do-coracao-dos-diabeticos/">ataques cardíacos</a> e derrames.</p>
<p>Mas os cientistas que estudam <strong>diabetes</strong> nunca conseguiram encontrar correlações entre dormir à tarde e melhoras no controle da doença ou chances reduzidas de desenvolvê-la. <strong>Pelo contrário</strong>. Evidências vêm se acumulando nos últimos anos que indicam que a <em>siesta</em> pode <strong>aumentar</strong> os riscos de desenvolver diabetes. E uma nova pesquisa realizada na terra do <em>wujiao</em> parece corroborar esta noção.</p>
<p>De acordo com cientistas da Universidade de Ciência e Tecnologia Huazhong, na China, <strong>tirar uma soneca à tarde aumenta os riscos de desenvolvimento do <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</strong> O lado bom da notícia é que esse risco existe apenas para uma determinada faixa etária e depende fortemente da quantidade de tempo dormida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS DORMINHOCOS QUE ESTÃO EM RISCO</strong></p>
 Dormir depois do almoço pode ser uma má idéia&#8230;
<p>Após analisar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de mais de 27 mil pessoas com média de idade de 63 anos e confrontar os dados com o estilo de vida de cada um, os pesquisadores perceberam que quem dormia 30 minutos ou mais durante a tarde mostrava medições de glicemia de jejum muito mais altas que o normal, indicativas de um quadro de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabetes</a>.</p>
<p>Além disso, quem costumava dormir logo após as refeições também mostrou níveis de colesterol e pressão sangüínea mais altos que o recomendado.</p>
<p>Ou seja, de acordo com a pesquisa, se você passou dos 60 anos, evite <a href="http://www.diabeticool.com/pouca-melatonina-aumenta-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/">dormir</a> após as refeições e por mais de meia hora durante a tarde.</p>
<p>&#8220;Tirar uma soneca pode ser benéfico para o funcionamento ao longo do dia em pessoas mais velhas&#8221;, afirmaram os autores do trabalho, publicado na revista científica <a href="http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1389945713001901"><em>Sleep Medicine</em></a>, &#8220;mas há evidências de que isto pode também ser um fator de risco para morbidade e mortalidade&#8221;.</p>
<p>Os autores do estudo supõe que a soneca durante a tarde desregula o &#8220;relógio interno&#8221; do nosso corpo, o que pode fazer com que os órgãos fiquem mais expostos ao <strong>cortisol</strong>, também conhecido como hormônio do stress, o que causaria danos estruturais que resultam em doenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E OS MAIS JOVENS?</strong></p>
<p>Pelo menos quatro outras pesquisas científicas associaram a soneca durante a tarde com maiores riscos de diabetes tipo 2 em pessoas mais velhas. <strong>Para os jovens, porém, a situação é bem diferente</strong>. Diversos estudos já publicados indicam que dormir é <strong>fundamental</strong> para que jovens se desenvolvam com saúde e evitem uma série de problemas no futuro &#8211; dentre os quais está, inclusive, o diabetes (acompanhe na matéria abaixo).</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS SOBRE SONO E DIABETES EM: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/um-bom-motivo-para-colocar-a-molecada-na-cama/">Um bom motivo para colocar a molecada na cama</a> &#8211; <em>Adolescentes que dormem pouco têm chances bem maiores de serem diabéticos tipo 2 no futuro</em>.&#8221;</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-perigo-da-soneca/">O perigo da soneca</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Homens ou mulheres: quem controla melhor a glicemia?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/homens-ou-mulheres-quem-controla-melhor-a-glicemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 19:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Européia para o Estudo do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
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		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Wild]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Edimburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem será que cuida melhor da saúde quando o assunto é quantidade de açúcar no sangue? Pesquisa investigou. Esta semana acontece em Barcelona, na Espanha, a reunião anual da Associação Européia para o Estudo do Diabetes. Grandes trabalhos científicos são expostos no evento, que marca o encontro de centenas de pesquisadores gabaritados de todo o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem será que cuida melhor da saúde quando o assunto é quantidade de açúcar no sangue? Pesquisa investigou.</em> <span id="more-5266"></span></p>
<p>Esta semana acontece em Barcelona, na Espanha, a reunião anual da Associação Européia para o Estudo do Diabetes. Grandes trabalhos científicos são expostos no evento, que marca o encontro de centenas de pesquisadores gabaritados de todo o continente. Dentre estes estudos, alguns chamam a atenção pelas promessas de <a href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">cura do diabetes</a> que eles trazem, outros por suas características bastante curiosas. Este é o caso da pesquisa de Sarah Wild, professora na Universidade de Edimburgo. Na reunião, Sarah apresentará as conclusões de um estudo que responde a seguinte pergunta: <strong>afinal de contas, quem controla melhor a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>: homens ou mulheres</strong>?</p>
<p>A pesquisa foi uma análise de dados de mais de 140 mil crianças e adultos com diabetes tipo 1, espalhadas por 12 países. Para descobrir que gênero tinha melhor controle da quantidade de açúcar no sangue, Sarah e seus colegas estudaram a proporção de meninos/homens e meninas/mulheres que apresentaram níveis de <strong>hemoglobina glicada</strong> maiores ou iguais a 7,5% &#8211; taxa considerada bastante elevada e indício forte de diabetes.</p>
<p><strong>+ ENTENDA TUDO SOBRE A HEMOGLOBINA GLICADA <a href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">NESTE LINK</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS RESULTADOS</strong></p>
<p>Nesta guerra de mentirinha pelo controle glicêmico, os homens levaram a melhor. A análise de dados concluiu que mulheres entre 15 e 29 anos são 8% mais propensas a ter níveis altos de hemoglobina glicada do que homens na mesma faixa etária.</p>
<p>A tendência se manteve em diabéticas com 30 anos de idade ou mais, as quais apresentaram probabilidade 6% maior de ter o nível de HbA1c acima dos 7,5% do que os homens.</p>
<p>&#8220;Nesta análise de dados sobre o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> de diversos países, os homens tiveram uma probabilidade maior de controlar melhor o perfil glicêmico do que as mulheres&#8221;, concluiu Sarah.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DESVANTAGEM FEMININA</strong></p>
<p>A pesquisa em questão simplesmente atestou um fato &#8211; explicações para o porquê dos homens mostrarem um melhor controle da glicemia são outros quinhentos e fogem do escopo do estudo. Sarah Wild, porém, especula que &#8220;um possível motivo é que as mulheres tendem a possuir níveis de hemoglobina menores do que os masculinos, o que poderia explicar as taxas maiores de hemoglobina glicada, porém mais pesquisas são necessárias a fim de se comprovar isto&#8221;.</p>
<p><strong>E você, como controla a sua glicemia?</strong> Responda à pesquisa abaixo e descubra se os visitantes do <strong>Diabeticool</strong> corroboram esta pesquisa ou se as nossas amigas que estão com diabetes darão a volta por cima e vencerão os homens!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PARA OS <span style="color: #3366ff;">HOMENS</span> QUE ESTÃO COM DIABETES:</strong></p>
[poll id=&#8221;24&#8243;]
<p><strong>PARA AS <span style="color: #ff99cc;">MULHERES</span> QUE ESTÃO COM DIABETES:</strong></p>
[poll id=&#8221;25&#8243;]
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 19:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dieta mediterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[hiperuricemia]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and Medical Sciences]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Guasch-Ferré]]></category>
		<category><![CDATA[Universitat Rovira i Virgili]]></category>
		<category><![CDATA[uréia]]></category>
		<category><![CDATA[urina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa espanhola revela novo papel da popular dieta para a saúde de quem está com diabetes. Um estudo conduzido pela cientista Marta Guasch-Ferré, da Universitat Rovira i Virgili, na Espanha, e demais colegas identificou novas propriedades benéficas à saúde na dieta mediterrânea. A dieta mediterrânea é um guia de alimentação saudável baseado na culinária tradicional &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa espanhola revela novo papel da popular dieta para a saúde de quem está com diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4467"></span></p>
<p>Um estudo conduzido pela cientista Marta Guasch-Ferré, da <a title="Vitamina K1 corta ao meio chances de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/vitamina-k1-corta-ao-meio-chances-de-diabetes-tipo-2/"><em>Universitat Rovira i Virgili</em></a>, na Espanha, e demais colegas identificou novas propriedades benéficas à saúde na <a title="Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe" href="http://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/"><strong>dieta mediterrânea</strong></a>. A dieta mediterrânea é um guia de alimentação saudável baseado na culinária tradicional de países como a Itália, Grécia e Espanha. O trabalho foi realizado ao longo dos últimos cinco anos e acompanhou a saúde de quase 7500 voluntários, os quais ou tinham <a title="Com 1000 novos casos por ano, cidade foca na prevenção" href="http://www.diabeticool.com/com-1000-novos-casos-por-ano-cidade-foca-na-prevencao/">diabetes tipo 2</a> ou corriam riscos de desenvolver doenças coronárias.</p>
<p>O foco principal da pesquisa foi descobrir como a dieta mediterrânea influencia na melhora ou piora da <strong>hiperuricemia</strong> &#8211; que é a excreção, na urina, de ácido úrico em excesso. A hiperuricemia é uma condição associada a doenças como a <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">síndrome metabólica</a>, hipertensão e problemas cardiovasculares, além de ser também muito prevalente em quem está com diabetes tipo 2. Quem tem hiperuricemia por muito tempo pode acabar desenvolvendo doenças sérias nos rins e inflamações crônicas, por isso ela precisa ser combatida com rigor.</p>
<p>As descobertas dos pesquisadores espanhóis são positivas para a dieta mediterrânea. Entre as novidades, a boa notícia é que as taxas de reversão da hiperuricemia foram maiores naqueles voluntários que adotaram a dieta. Quanto mais aferrados à ela, maiores as chances de reversão.</p>
<p>A dieta mediterrânea é baseada, em termos gerais, nos seguintes princípios:</p>
<ul>
<li>Alto consumo de frutas, vegetais, legumes, azeite de oliva, sementes e cereais;</li>
<li>Consumo moderado de vinho, produtos lácteos e aves;</li>
<li>Baixo consumo de carne vermelha, bebidas doces, cremes e massas.</li>
</ul>
<figure id="attachment_4468" aria-describedby="caption-attachment-4468" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-4468" alt="A pesquisadora Marta Guasch-Ferré, uma das autoras do estudo." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/marta-guasch-ferre-diabetes.jpg" width="180" height="180" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/marta-guasch-ferre-diabetes.jpg 180w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/marta-guasch-ferre-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /><figcaption id="caption-attachment-4468" class="wp-caption-text">A pesquisadora Marta Guasch-Ferré, uma das autoras do estudo.</figcaption></figure>
<p>Os voluntários que seguiram estes preceitos tiveram uma melhora substancial na saúde. Em particular, os cientistas puderam mostrar que consumir menos de uma porção de <a title="Ferro fere as células beta e pode levar ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/ferro-fere-as-celulas-beta-e-pode-levar-ao-diabetes/">carne vermelha</a> por dia reduz em 23% os riscos de hiperuricemia. Além disso, o consumo exagerado de vinho mostrou-se danoso à saúde, sendo responsável por um aumento nos riscos de hiperuricemia.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na última edição da revista <em>Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and Medical Sciences</em>. Ela representa mais uma prova de que a dieta mediterrânea pode ser uma ótima e válida opção para um estilo de vida mais saudável, tanto para quem precisa melhorar a saúde quanto para quem deseja viver mais e melhor.</p>
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		<title>Pesticidas, gordura corporal e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 19:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Pedro Arrebola]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pesticida]]></category>
		<category><![CDATA[Poluente Orgânico Persistente]]></category>
		<category><![CDATA[POP]]></category>
		<category><![CDATA[tecido adiposo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Granada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inédito relaciona o acúmulo de pesticidas no tecido adiposo ao desenvolvimento do diabetes tipo 2. Para que serve a gordura do corpo? Se peguntado a um médico, ele poderá explicar que o nosso tecido adiposo (ou a &#8220;gordura&#8221;) é importantíssimo como reserva de energia, que ele realiza funções metabólicas essenciais e, além disso, ainda &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo inédito relaciona o acúmulo de pesticidas no tecido adiposo ao desenvolvimento do diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-3471"></span></p>
<p>Para que serve a gordura do corpo?</p>
<p>Se peguntado a um médico, ele poderá explicar que o nosso tecido adiposo (ou a &#8220;gordura&#8221;) é importantíssimo como reserva de energia, que ele realiza funções metabólicas essenciais e, além disso, ainda ajuda a &#8220;dar forma&#8221; ao corpo. Talvez o que ele não mencione é que o tecido adiposo é um ótimo acumulador de substância perigosas à saúde, como por exemplo pesticidas utilizados nas lavouras. E este acúmulo, agora se sabe, pode ser uma das causas do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> em boa parte da população.</p>
<p>Pesquisadores da <a title="Todas as vantagens do exercício físico na gravidez" href="http://www.diabeticool.com/todas-as-vantagens-do-exercicio-fisico-na-gravidez/">Universidade de Granada</a>, na Espanha, estudaram a concentração de alguns destes pesticidas em 386 adultos. No caso, foram estudados os <strong>POP</strong>s, ou &#8220;Poluentes Orgânicos Persistentes&#8221;. Estes produtos químicos recebem a alcunha de &#8220;persistentes&#8221; porque se mantêm ativos na natureza durante um longo período de tempo, sendo dificilmente degradados. Além disso, possuem a característica de se acumularem nos organismos e de serem facilmente carregados pelo vento ou pela água &#8211; ou seja, podem se transformar um grave transtorno à saúde. Estes pesticidas ainda são muito utilizados em plantações ao redor de todo o mundo. Algumas pesquisas já haviam apontado que o acúmulo de POPs no organismo aumenta os riscos de desenvolvimento de <a title="Desvendado o link diabetes-câncer" href="http://www.diabeticool.com/desvendado-o-link-diabetes-cancer/">câncer</a>.</p>
<p><strong>Temos até aqui dois fatos</strong>: o tecido adiposo acumula substâncias tóxicas, como os POPs, e altas concentrações destes produtos químicos no organismo podem levar a doenças sérias. Qual seria a relação destas observações com o diabetes?</p>
<p>A pesquisa espanhola, que estudou amostras de tecido adiposo dos voluntários, revelou que, dos quase 400 adultos analisados, <strong>aqueles que apresentavam as maiores concentrações de POPs no organismo eram pessoas acima do peso, com maiores camadas de gordura no corpo e que possuíam diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>A hipótese que os cientistas formularam &#8211; após eliminarem as influências de gênero, peso e idade de suas equações &#8211; é a de que ter uma farta camada de tecido adiposo (ou seja, ser &#8220;<a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/">gordinho</a>&#8220;) aumenta as concentrações de POPs no organismo, e isso pode levar ao diabetes tipo 2.</p>
<p>&#8220;O mecanismo de ação através do qual os POP aumentam os riscos de diabetes é ainda desconhecido. Todavia, alguns pesquisadores sugeriram que os POPs podem gerar uma resposta imunológica quando penetram nos receptores de estrógeno de tecidos associados ao metabolismo de açúcares.&#8221;, afirmou o professor e pesquisador Juan Pedro Arrebola.</p>
<figure id="attachment_3473" aria-describedby="caption-attachment-3473" style="width: 549px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-3473" alt="pesquisadores granada diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/pesquisadores-granada-diabetes.jpg" width="549" height="411" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/pesquisadores-granada-diabetes.jpg 549w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/pesquisadores-granada-diabetes-321x240.jpg 321w" sizes="(max-width: 549px) 100vw, 549px" /><figcaption id="caption-attachment-3473" class="wp-caption-text">Os cientistas da Universidade de Granada que conduziram a pesquisa. Da esquerda para a direita: Juan Pedro Arrebola, Francisco Artacho e María Fernández.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;14&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/pesticidas-gordura-corporal-e-o-diabetes/">Pesticidas, gordura corporal e o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Desvendado o link diabetes-câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 15:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Goding]]></category>
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		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que diabéticos são mais predispostos a certos tipos de câncer? Pesquisadores espanhóis parecem ter encontrado a resposta. Ligar duas doenças, explicando como a presença de uma favorece o aparecimento da outra, é sempre um trabalho complicado para os cientistas. Muitas vezes, é muito fácil perceber no cotidiano que quem tem uma certa doença possui &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por que diabéticos são mais predispostos a certos tipos de câncer? Pesquisadores espanhóis parecem ter encontrado a resposta.</em></p>
<p><span id="more-3206"></span></p>
<p>Ligar duas doenças, explicando como a presença de uma favorece o aparecimento da outra, é sempre um trabalho complicado para os cientistas. Muitas vezes, é muito fácil perceber no cotidiano que quem tem uma certa doença possui mais chances de desenvolver uma segunda &#8211; é o caso, por exemplo, do diabetes, que infelizmente favorece o surgimento de alguns tipos de <a title="Diabetes ou câncer: qual tratar primeiro?" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ou-cancer-qual-tratar-primeiro/">câncer </a>(como o do pâncreas e o de cólon). Mas revelar os caminhos bioquímicos que ligam as duas é sempre mais complexo. Uma equipe de pesquisadores espanhóis parece ter, finalmente, desvendado o que une o diabetes ao câncer, uma ligação que desafia os cientistas há décadas.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/numeros-da-prevalencia-de-cancer-em-diabeticos/"><strong>+ Reveja aqui a matéria &#8220;Números da prevalência de câncer em diabéticos&#8221;, publicada no dia 02.02.2013.</strong></a></p>
<p>A equipe de pesquisadores, liderada pela doutora Custodia Garcia-Jimenez, estudava na Universidade Rey Juan Carlos, em Madrid, como as células do intestino respondiam à quantidade de açúcar no sangue. Em meio às pesquisas, fizeram uma descoberta que promete ser revolucionária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>GIP, glicose e ß-catenina &#8211; um casamento molecular</strong></p>
<p>Os cientistas sabiam que, quando havia excesso de açúcar na corrente sangüínea, as células intestinais secretavam um hormônio chamado <strong>GIP</strong>. O GIP &#8220;informa&#8221; ao <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">pâncreas</a> que mais insulina deve ser liberada no sangue, para que este excesso de açúcar possa ser absorvido.</p>
<p>Querendo entender a fundo este mecanismo, Custodia e seus colegas estudaram como a produção de GIP era feita pelas células intestinais. Desde 2009 eles conduziam pesquisas acreditando que o GIP poderia ser utilizado como uma terapia viável para o <a title="Médicos emitem recomendações especiais para o tratamento de  diabetes tipo 2 em crianças" href="http://www.diabeticool.com/medicos-emitem-recomendacoes-especiais-para-o-tratamento-de-diabetes-tipo-2-em-criancas/">diabetes tipo 2</a>. Foi aí que a grande descoberta foi feita. Os espanhóis observaram que uma proteína, chamada de <strong>ß-catenina</strong>, era a responsável pela produção do GIP. E isto deixou os cientistas perplexos.</p>
<p>A <strong>ß-catenina</strong> é uma proteína famosa na área da oncologia. Ela é, quando apresenta atividade aumentada, reconhecidamente um fator de forte impacto no desenvolvimento de vários tipos de câncer. Quando se acumula nas células, a ß-catenina ativa mecanismos que as tornam imortais e favorecem sua proliferação, passos iniciais importantes na progressão do câncer.</p>
 Campus da Universidade Rey Juan Carlos, em Madrid, capital espanhola.
<p>A pesquisa espanhola, publicada na revista científica <em>Molecular Cell</em>, provou que quantidade elevadas &#8211; e apenas as elevadas &#8211; de açúcar no sangue levavam à superprodução de GIP e ao acúmulo de ß-catenina nas células intestinais. Desta forma, Custodia e seus colegas encontraram um <em>link</em> entre <a title="Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">hiperglicemia </a>(característica fundamental do diabetes) e câncer.</p>
<p>&#8220;Nós ficamos surpresos ao perceber que mudanças no nosso metabolismo causadas pelo açúcar que ingerimos têm impacto nos riscos de câncer. Estamos investigando agora quais outros componentes da dieta podem influenciar neste risco.&#8221;, disse a doutora Custodia. &#8220;Mudanças na dieta são algumas das estratégias de prevenção mais fáceis de serem feitas, podendo evitar muito sofrimento e perda de dinheiro.&#8221;, completou.</p>
<p>Comentando a notícia, o professor de oncologia da Universidade de Oxford, Colin Goding, disse que &#8220;Antes, nós não tínhamos certeza de como o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes e da obesidade poderiam aumentar os riscos de câncer. Este estudo identifica um mecanismo molecular-chave através do qual a glicemia alta pode causar predisposição ao câncer. Ele abre caminho para potenciais novas terapias voltadas à redução do risco de câncer em pessoas obesas e diabéticas&#8221;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/desvendado-o-link-diabetes-cancer/">Desvendado o link diabetes-câncer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que é mais importante: o que você come ou quando você come?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 12:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O horário em que grandes refeições são feitas é o segredo para se perder peso, garantem pesquisadores. Fazer dieta é um pesadelo inescapável para muita gente. Na busca por reduzir o peso e as dimensões corporais vale de tudo. Inclusive seguir algumas das incontáveis dietas milagrosas que surgem a cada ano (como a &#8220;dieta da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O horário em que grandes refeições são feitas é o segredo para se perder peso, garantem pesquisadores.</em></p>
<p><span id="more-3109"></span></p>
<p>Fazer <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/dietas/">dieta </a>é um pesadelo inescapável para muita gente. Na busca por reduzir o peso e as dimensões corporais vale de tudo. Inclusive seguir algumas das incontáveis dietas milagrosas que surgem a cada ano (como a &#8220;dieta da alcachofra&#8221;, a &#8220;dieta do mamão&#8221; etc &#8230;). A maior parte dos programas de emagrecimento que prometem resultados rápidos e sem esforços costuma ser ótima em marketing, porém peca em um detalhe: dificilmente funcionam. Nestas horas, vale a pena voltar as atenções para o que a Ciência tem descoberto sobre o metabolismo humano e sobre as melhores e mais saudáveis maneiras de se perder peso.</p>
<p>Uma grande equipe de pesquisadores, espalhados por dois continentes, estudou a influência do <strong>horário das refeições</strong> na perda de peso. Isto é, a maior parte dos programas de dieta são centrados no balanceamento entre a quantidade de calorias ingeridas e aquelas queimadas pelo corpo. Mas ninguém havia estudado a fundo, até então, a influência da hora em que as refeições são feitas na perda de peso.</p>
<p>O trabalho foi publicado na edição do dia 29 de janeiro de 2013 do periódico científico <em>International Journal of Obesity</em> e conta com a participação de cientistas da Universidade Tufts, nos EUA, e da Universidade de Murcia, na Espanha, além da equipe médica do hopital <a title="Produtos de beleza podem causar diabetes. Será mesmo?" href="http://www.diabeticool.com/produtos-de-beleza-podem-causar-diabetes-sera-mesmo/">Brigham and Women</a>, em Boston.</p>
<p>A pesquisa acompanhou dois grupos de adultos acima do peso na Espanha, durante 20 semanas. No total, participaram do estudo 420 pessoas. Neste período, todas elas foram matriculadas em um mesmo programa de perda de peso.</p>
<p>Os 420 voluntários foram separados em um grupo que almoçava cedo (antes das 3 horas da tarde) e outro que almoçava tarde (após as 15h). Foram os próprios voluntários que escolheram os horários, nos quais normalmente comiam. Na Espanha, assim como no Brasil, o almoço costuma ser a maior refeição do dia, respondendo por pelo menos 40% das calorias diárias ingeridas.</p>
 As delícias da culinária espanhola são um convite à gula.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O melhor horário para uma farta refeição</strong></p>
<p>O resultado da pesquisa indica que quem comeu mais tarde &#8211; ou seja, almoçou após as 15h &#8211; <strong>emagreceu menos</strong> do que quem almoçou cedo. Além disso, a <strong><a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">sensibilidade à insulina</a></strong> mostrou-se menor em quem almoçou tarde, o que é um fator de risco grave para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a>.</p>
<p>&#8220;Este é o primeiro estudo prospectivo em larga escala a demonstrar que é possível predizer a eficiência de dietas através do horário das refeições&#8221;, disse Frank Scheer, diretor do Programa Médico de Cronobiologia e neurocientista do hospital Brigham and Women, professor de medicina na Escola Médica de Harvard e principal autor do trabalho. &#8220;Nossos resultados indicam que quem comeu tarde teve uma taxa de perda de peso menor e perdeu menos peso do que quem comeu cedo. Isto sugere que o horário das grandes refeições pode ser um fator importante em programas de perda de peso.&#8221;</p>
<p>Para terem certeza de que era apenas o horário do almoço que influenciava na perda de peso, os cientistas estudaram a relevância de outros fatores, como os horários das demais refeições do dia, os efeitos dos &#8220;hormônios da fome&#8221; (leptina e <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">grelina</a>) e duração do sono. Nenhuma correlação entre estes elementos e a dieta foi encontrada.</p>
<p>Marta Garaulet, PhD, professora de fisiologia na Universidade de Murcia e participante dos estudos, acredita que sua descoberta deve ser incorporada imediatamente nos programas de dietas. Ela explica: &#8220;Este estudo reforça a idéia de que o horário de ingestão de alimentos pode ter um papel significante na regulação do peso. Novas estratégias terapêuticas devem abranger não apenas a ingestão de calorias e a distribuição dos macronutrientes, como é classicamente feito, mas também o horário das refeições&#8221;.</p>
<figure id="attachment_3178" aria-describedby="caption-attachment-3178" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-3178 " alt="A cidade de Murcia, na Espanha, onde a pesquisa foi realizada, possui um Cristo semelhante ao do Rio." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes.jpg" width="1024" height="682" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes.jpg 1024w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3178" class="wp-caption-text">Curiosidade: a cidade de Murcia, na Espanha, onde a pesquisa foi realizada, possui um Cristo bastante semelhante ao do Rio.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quem tem diabetes pode tomar cerveja?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2013 11:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Angewandte Chemie International Edition]]></category>
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		<category><![CDATA[cristalografia]]></category>
		<category><![CDATA[cristalografia de raios X]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Carlos III]]></category>
		<category><![CDATA[lúpulo]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que a Ciência tem a dizer sobre o consumo da popular bebida por diabéticos. Os diabéticos apreciadores de uma loira gelada receberam uma ótima notícia no final de 2011, quando uma pesquisa espanhola revelou que a cerveja possui componentes benéficos no combate à doença. Até então, cerveja era um tabu, um assunto proibido &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que a Ciência tem a dizer sobre o consumo da popular bebida por diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-3116"></span></p>
<p>Os diabéticos apreciadores de uma loira gelada receberam uma ótima notícia no final de 2011, quando uma pesquisa espanhola revelou que a cerveja possui componentes benéficos no combate à doença. Até então, <a title="Miseráveis encontros entre motoristas diabéticos e a polícia" href="http://www.diabeticool.com/miseraveis-encontros-entre-motoristas-diabeticos-e-a-policia/"><strong>cerveja</strong> </a>era um tabu, um assunto proibido no mundo do diabetes. Muitos médicos receavam ter que contraindicar um alimento tão bem cotejado; afinal de contas, a maior parte das cervejas é feita com teor relativamente alto de açúcares (e as cervejas com menos açúcares costumam ser mais caras), e portanto seria mais adequado que diabéticos mantivessem distância da bebida. Porém, o estudo espanhol revelou que certos componentes da cerveja podem ajudar no controle da <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">glicemia</a> e na prevenção de <a title="Pode a gripe causar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gripe-causa-diabetes/">inflamações</a> – e que, no fundo, a cerveja era tão boa quanto o vinho para a saúde no geral.</p>
<p>De acordo com uma reportagem de <strong>Veja</strong> da época:</p>
<p><i>A cerveja foi elevada ao status do vinho no que diz respeito aos benefícios à saúde. Um novo estudo espanhol comprovou que tomar uma caneca da bebida por dia combate diabetes, evita ganho de peso e previne contra hipertensão. Além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio &#8211; nutrientes que protegem o sistema cardiovascular.</i></p>
<p><i>“Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca &#8211; o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pela pesquisa feita em parceria entre a Universidade de Barcelona, o Hospital Clínico de Barcelona e o Instituto Carlos III de Madri.</i></p>
<p><i>Os especialistas afirmam também que a cerveja não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal. A culpa, na verdade, seria dos aperitivos gordurosos, como salgadinhos e frituras, que grande parte das pessoas consome junto à bebida.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A matéria ainda informa que as quantidades diárias recomendadas pela pesquisa eram de <strong>dois copos pequenos para mulheres e três para homens</strong>.</p>
<p>Ou seja, levando-se em conta os <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">carboidratos </a>presentes na bebida e tomando-a <strong>com moderação</strong>, a cerveja pode ser uma deliciosa ajuda no tratamento do diabetes. Ainda mais quando consideramos as contribuições que uma <em>nova</em> pesquisa, desta vez realizada nos EUA, forneceu sobre o papel da cerveja no organismo de quem está com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fermentando as boas novas</strong></p>
<p>Um estudo divulgado na edição deste mês da revista científica <i>Angewandte Chemie International Edition</i> (não à toa, uma publicação alemã!), conduzido por Werner Kaminsky, professor de química da <a title="A complicação mais grave do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-complicacao-mais-grave-do-diabetes/">Universidade de Washington</a>, traz boas promessas para os amantes da cerveja. O professor e sua equipe conseguiram decifrar com exatidão as estruturas de moléculas chamadas de <strong>humulonas</strong>. As humulonas são derivados do <strong>lúpulo</strong>, ingrediente básico de todas as cervejas, e conferem à bebida seu sabor amargo característico.</p>
<p>Kaminsky utilizou um processo conhecido como <strong>cristalografia de raios X</strong> para determinar a “forma” das moléculas de humulonas e de seus derivados, gerados durante o processo de fermentação. As estruturas observadas são importantíssimas para pesquisadores que buscam maneiras de incorporar estas substâncias em novos fármacos.</p>
<p>Em outras palavras, até então sabia-se que a cerveja possuía substância benéficas à saúde, inclusive para diabéticos. A pesquisa de Kaminsky permite que, agora, cientistas possam usar estas substâncias benéficas no desenvolvimento de remédios, potencializando, assim, sua ação.</p>
<p>No artigo, os autores escrevem que “o consumo excessivo de cerveja não pode ser recomendado a fim de propagar a boa saúde, [porém] humulonas isoladas e seus derivados podem ser prescritos, com benefícios documentados à saúde.”</p>
<p>É sempre uma boa notícia saber que há chances de novos medicamentos para o diabetes serem criados. Porém, o que será mais agradável ao paladar: uma pílula de humulonas&#8230;ou o “tratamento  natural”, à base de uma boa e gelada cerveja?</p>
 Prost!
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para entender a cristalografia</strong></p>
<p>Os cientistas americanos utilizaram uma técnica chamada de “cristalografia de raios X” para visualizar a estrutura das pequeninas moléculas de humulonas. Quando se pretende observar bem de perto elementos tão pequenos quanto moléculas, não há câmera fotográfica ou microscópio capaz de ajudar os pesquisadores. Deve-se adotar outras estratégias de visualização, como a cristalografia.</p>
<p>O nome da técnica lembra “cristal”, e não é à toa. O primeiro passo que os cientistas devem fazer nesta técnica é criar um cristal puríssimo, composto somente pelo elemento que se queira estudar. No caso, os alemães criaram um cristal 100% feito de humulonas.</p>
<p>Este cristal puro é, então, colocado em uma câmara, com paredes especiais. Ali, lançam-se raios X sobre o cristal.</p>
<p>Quando tiramos chapas de raio X por motivos de saúde, percebemos que estes raios são capazes de atravessar algumas partes do organismo (tecidos mole) e outras não (ossos, que é o que surge na foto). Da mesma maneira, os raios X atravessaram o cristal de humulona, porém foram “rebatidos” quando encontram certos elementos das moléculas do cristal (elétrons). As paredes especiais da câmara conseguem captar a exata direção em que os raios X foram desviados.</p>
<figure id="attachment_3120" aria-describedby="caption-attachment-3120" style="width: 763px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-3120 " alt="Imagem de um resultado de cristalografia (utilizando técnicas antigas): os pontos negros representam os &quot;desvios&quot; sofridos pelos raios X ao se chocarem com o cristal analisado." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes.jpg" width="763" height="763" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes.jpg 763w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/cristalografia-raios-x-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /><figcaption id="caption-attachment-3120" class="wp-caption-text">Imagem de um resultado de cristalografia (utilizando técnicas antigas): os pontos negros representam os desvios sofridos pelos raios X ao se chocarem com o cristal analisado.</figcaption></figure>
<p>Através de complexos cálculos matemáticos, para os quais são necessários computadores bastante poderosos, os pesquisadores conseguem determinar a estrutura das moléculas que compõe o cristal a partir das “rebatidas” que os raios X sofrem ao se chocar com ele.</p>
<p>Uma técnica tão complexa, que gera informações tão precisas sobre a Natureza, certamente merece um gostoso &#8211; e saudável! &#8211; brinde!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[cordão umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dieta mediterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco J. Sánchez-Muniz]]></category>
		<category><![CDATA[gestante]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Madri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa espanhola revela o lado dramático de gestantes que se alimentam mal: seus filhos podem nascer com resistência à insulina, pré-diabetes e tamanho menor. Grávidas devem ter muito cuidado com a alimentação e sempre ingerir alimentos nutritivos, em quantidades equilibradas, se quiserem que seus filhos nasçam saudáveis. Isto todo mundo sabe &#8211; mas pouca gente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa espanhola revela o lado dramático de gestantes que se alimentam mal: seus filhos podem nascer com resistência à insulina, pré-diabetes e tamanho menor. </em></p>
<p><span id="more-2259"></span></p>
<p>Grávidas devem ter muito cuidado com a alimentação e sempre ingerir alimentos nutritivos, em quantidades equilibradas, se quiserem que seus filhos nasçam saudáveis. Isto todo mundo sabe &#8211; mas pouca gente segue. Uma nova pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade de Madrid, na <a title="Falta insulina no primeiro mundo" href="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/">Espanha</a>, revelou que <strong>os hábitos alimentares das mulheres gestantes é, no geral, muito ruim</strong>. E que isto favorece o aparecimento de doenças como o diabetes em suas crianças.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, que acompanhou <a title="Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50" href="http://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/">grávidas </a>espanholas, 50% das gestantes se alimentam em excesso de carne vermelha, rica em gorduras saturadas, e comem muitos poucos vegetais e legumes.</p>
<p>Ao analisar o sangue do <a title="Cordão umbilical pode ser o segredo para prevenir diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cordao-umbilical-pode-ser-o-segredo-para-prevenir-diabetes/">cordão umbilical</a> logo após o nascimento dos filhos deste grupo de mães, os pesquisadores encontraram taxas elevadíssimas de <a title="Vídeos" href="http://www.diabeticool.com/videos/">glicose e insulina</a>. De acordo com os cientistas, isto é um forte indício de que os bebês podem desenvolver, desde a mais tenra idade, a <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/"><strong>resistência à insulina</strong></a> &#8211; um prenúncio de diabetes tipo 2.</p>
<p>&#8220;É vital conscientizar as mãe sobre a importância de se alimentar bem durante a gravidez, através de uma <strong>dieta mediterrânea</strong> balançeada&#8221;, afirmou um dos autores do estudo, Francisco J. Sánchez-Muniz. &#8220;Nós também temos que incentivar estudos no mesmo grupo populacional para que possamos entender como estas crianças se desenvolvem ao longo do tempo e, assim, evitar, ou pelo menos diminuir, o desenvolvimento de doenças de alta prevalência em nossa sociedade.&#8221;, completou.</p>
<p>A &#8220;dieta mediterrânea&#8221; à qual o pesquisador se refere, muito indicada para grávidas na Europa, se baseia na ingestão de pouca gordura animal (como carnes) e no vasto consumo de frutas e vegetais.</p>
<p>&#8220;É surpreendente que haja mulheres que não mudam os hábitos alimentares ou qualidade da dieta durante a gravidez&#8221;, disse, preocupado, Francisco.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/">Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Vitamina K1 corta ao meio chances de diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 14:22:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa espanhola garante que ingerir alimentos ricos em vitamina K1 diminui em 50% as chances de diabetes tipo 2. Aprenda aqui quais alimentos são ricos nela! Sabendo que existem muitos poucos estudos publicados relacionando a ingestão das vitaminas K ao diabetes em humanos, pesquisadores da N. Ibarrola-Jurado at Universitat Rovira i Virgili, em Reus, na &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa espanhola garante que ingerir alimentos ricos em vitamina K1 diminui em 50% as chances de diabetes tipo 2. Aprenda aqui quais alimentos são ricos nela!</em></p>
<p><span id="more-1659"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/vitamina-k1-corta-ao-meio-chances-de-diabetes-tipo-2/vitamina-k1-diabetes/"></span></p>
<p>Sabendo que existem muitos poucos estudos publicados relacionando a ingestão das <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/" target="_blank" rel="noopener">vitaminas</a> K ao diabetes em humanos, pesquisadores da <em>N. Ibarrola-Jurado at Universitat Rovira i Virgili</em>, em Reus, na Espanha, decidiram explorar esta linha de pesquisa e chegaram a resultados animadores. O trabalho foi publicado na última edição do respeitado periódico científico <em>American Journal of Clinical Nutrition</em>.</p>
<p>No total, os cientistas analisaram os dados de mais de 3000 pessoas, acompanhando a alimentação de um terço delas durante um período de 5 anos. As conclusões: 1- Os diabéticos tipo 2, no inicio do estudo, consumiam menos vitamina K1 do que os não-diabéticos; 2- Conforme os testes prosseguiam, revelou-se que a cada 100μg de vitamina K1 ingeridos por dia (uma quantidade <strong>muito</strong> pequena!), diminuíam-se em 17% as chances de se ter diabetes; 3- Os participantes que comeram mais alimentos com vitamina K1 apresentaram chances 51% menores de ter diabetes do que os demais.</p>
<p>Vale notar que em nenhum dos estudos os participantes tomaram suplementos de vitamina K1, apenas se alimentaram de comidas ricas no nutriente. E que comidas seriam essas?</p>
<p>Alimentos ricos em vitamina K1 (<em>quando puderem ser comidos crus, melhor, pois manterão uma maior quantidade (aprox. +20%) da vitamina</em>):</p>
<ul>
<li><a title="Comida gostosa e saudável! Lombinho com maçãs e erva-doce" href="http://www.diabeticool.com/comida-gostosa-e-saudavel-lombinho-com-macas-e-erva-doce/" target="_blank" rel="noopener">Brócolis</a></li>
<li>Couve-flor</li>
<li><a title="Receita para diabéticos: Calzone de frango e espinafre" href="http://www.diabeticool.com/receita-para-diabeticos-calzone-de-frango-e-espinafre/" target="_blank" rel="noopener">Espinafre</a></li>
<li><a title="Cerejas e seu papel no combate a Diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cerejas-e-seu-papel-no-combate-a-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">Repolho</a></li>
<li>Beterraba</li>
<li>Agrião</li>
<li><a title="Receita deliciosa: arroz integral pilaf com aspargos e cogumelos" href="http://www.diabeticool.com/receita-deliciosa-arroz-integral-pilaf-com-aspargos-e-cogumelos/" target="_blank" rel="noopener">Salsinha</a></li>
<li>Sementes de abóbora</li>
<li>Abacate</li>
</ul>
<p>O Diabeticool já possui várias receitas com os ingredientes acima &#8211; cheque os links!</p>
<p>Um dado interessante é que pesquisas japonesas já haviam sugerido que uma dieta repleta de plantas e folhas verdes diminui os riscos de se ter diabetes &#8211; e, agora, a pesquisa espanhola parece mostrar que o motivo pode ser o alto teor de vitamina K1 que estes alimentos possuem!</p>
<p><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.foodconsumer.org/newsite/Nutrition/Vitamins/vitamin_k1_type_2_diabetes_mellitus_1007120921.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/vitamina-k1-corta-ao-meio-chances-de-diabetes-tipo-2/">Vitamina K1 corta ao meio chances de diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Falta insulina no primeiro mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 11:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Valência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crise européia acaba com os estoques de medicamentos em farmácias de grandes cidades como Valência, na Espanha. Houve um tempo em que a economia européia era forte o suficiente para bancar benefícios surreais a seus moradores, como era o caso dos abundantes programas de saúde coletivos de diversos países do continente. Na Espanha de outrora, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Crise européia acaba com os estoques de medicamentos em farmácias de grandes cidades como Valência, na Espanha.</em></p>
<p><span id="more-1549"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/praia-valencia-espanha-diabetes/"></span> Problemas no Paraíso.
<p style="text-align: left;">Houve um tempo em que a economia <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">européia</a> era forte o suficiente para bancar benefícios surreais a seus moradores, como era o caso dos abundantes programas de saúde coletivos de diversos países do continente. Na Espanha de outrora, todo paciente tinha o direito de receber gratuitamente qualquer medicamento que precisasse. Todavia, quando a economia degringola &#8211; como é o caso atual &#8211; é hora de apertar o cinto nas despesas. E o que antes era pago exclusivamente pelo governo vira item de luxo nas prateleiras das farmácias. Quem paga o pato são os doentes.</p>
<p>A cidade de Valência, na Espanha, é um ótimo exemplo da situação atual da Europa. Terceira maior cidade do país, com cerca de 800 mil habitantes e sede de famosos clubes de futebol e museus, Valência praticamente não tem mais insulina para oferecer aos seus moradores diabéticos. Dependendo do dia, funcionários dos estabelecimentos de saúde têm de sair às ruas mendigando remédios para condições como doenças cardíacas e <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">derrames</a>. Segundo matéria da BBC Brasil,</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #808080;"><span style="color: #000000;">&#8220;</span> &#8220;Uma farmácia traz na parede a seguinte inscrição: &#8220;Um aviso importante: o governo de Valência está devendo a esta farmácia por todos todos os medicamentos que foram fornecidos aos clientes nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril&#8221;.</span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #808080;">A farmacêutica mostra uma gaveta onde são mantidos remédios que só podem ser adquiridos com prescrição médica. Normalmente, ela conta que a gaveta costumava estar cheia, mas agora ela está vazia e, segundo ela, o estoque de insulina da farmácia está quase acabando. &#8221;Não temos dinheiro para comprar mais.&#8221;</span> &#8220;</p>
<p>No momento, o governo espanhol estuda como conseguir dinheiro sem onerar em demasiado a população, já acostumada a não pagar por certos bens e serviços. Enquanto isso, a trabalhosa busca dos diabéticos por insulina na Espanha continua.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120923_valencia_remedios_bg.shtml" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/">Falta insulina no primeiro mundo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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