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	<title>sistema imune | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>A relação entre as bactérias do seu corpo e o diabetes tipo 1 e tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2017 00:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[anticorpos]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes e bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[transplante de fezes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferentes tipos de bactérias podem aumentar os riscos de aparecimento do diabetes. Saiba quais são eles e como evitá-los. Por Ronaldo Wieselberg* Antes de começar a ler esse texto, sugiro que os leitores mais puristas em relação à higiene tomem uma água, respirem fundo e só então comecem a ler! &#160; MEU CORPO ESTÁ TOMADO &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diferentes tipos de bactérias podem aumentar os riscos de aparecimento do diabetes. Saiba quais são eles e como evitá-los.</em><span id="more-9632"></span><br />
<img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9634" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo.jpg" alt="DIABETES e as bacterias do corpo" width="880" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo.jpg 880w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo-768x480.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo-384x240.jpg 384w" sizes="(max-width: 880px) 100vw, 880px" /></p>
<h5><span style="color: #333333;"><em><strong>Por Ronaldo Wieselberg*</strong></em></span></h5>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span>ntes de começar a ler esse texto, sugiro que os leitores mais puristas em relação à higiene tomem uma água, respirem fundo e só então comecem a ler!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #007cc5;"><strong><em>MEU CORPO ESTÁ TOMADO POR BACTÉRIAS!</em></strong><strong><em> </em></strong></span></h2>
<p>O nosso corpo tem mais bactérias do que células ‘nossas’. São bactérias na pele, na boca, nas narinas, no ânus&#8230; e o mais importante: <strong>elas são benéficas para nós</strong>! Ou seja, pode deixar o seu álcool gel de lado por enquanto. Vamos falar um pouquinho dessas <strong>bactérias boazinhas e da relação delas com o diabetes</strong>?</p>
<p>As bactérias vivem em muitos lugares do nosso corpo, como já falamos. A simples presença delas é importante, pois elas evitam que outras espécies de bactérias, causadoras de doenças, nos ataquem (principalmente na pele e no sistema digestório). Além disso, elas possuem diversos outros &#8216;benefícios&#8217; para o corpo, acompanhe:</p>
<ul>
<li>elsa produzem compostos antimicrobianos – sim, bactérias boas também <em>matam</em> bactérias malvadas!</li>
<li>produzem vitaminas que utilizamos para sobreviver</li>
<li>auxiliam o sistema de defesa do corpo a produzir anticorpos que matarão bactérias nocivas – a chamada “<strong>reatividade cruzada</strong>”.</li>
</ul>
 Bactérias: algumas fazem mal à saúde, mas outras são essenciais para o corpo.
<p>Mas como que ‘pegamos’ estas bactérias que vivem conosco? Bem, elas aparecem no nosso corpo por meio de muitas fontes. A maioria delas vêm da nossa exploração do mundo: ou seja, pela boca – pelo que comemos – e pelo tato – pelas coisas nas quais tocamos. Isso tem início nos momentos mais primitivos da nossa vida – ou seja, desde que estamos na barriga das nossas mães, há a passagem de algumas bactérias até nós. Depois que nascemos, isso se intensifica, uma vez que mamamos e o seio materno não é estéril (ainda bem!), sem contar que o próprio trabalho de parto contribui para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #007cc5;"><strong>QUAIS SÃO AS BACTÉRIAS DO NOSSO CORPO?</strong></span></h2>
<p>Existem duas classificações de bactérias que moram no nosso intestino alegremente: os <strong><em>Bacterioides</em> </strong>e os <strong><em>Firmicutes</em></strong>. De acordo com alguns estudos recentes – que datam entre 2014 e 2016 –, os <em>Bacterioides</em> estariam relacionados à não-obesidade e os <em>Firmicutes</em> estariam relacionados com <a href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-diabetes-uma-relacao-de-amor-e-odio/">maior risco de obesidade</a>.</p>
<p>Portanto, a presença dos <em>Firmicutes </em>aumentaria o risco de desenvolver diabetes – tanto o tipo 2 quanto o tipo 1! – e a presença dos <em>Bacterioides </em>diminuiria esse risco! O mecanismo pelo qual isso acontece ainda é incerto, porém, existem algumas teorias interessantes&#8230;</p>
<blockquote><p><span style="color: #007cc5;"><strong><em>Ter um determinado tipo de bactérias no meu organismo poderia aumentar minhas chances de ganhar peso?</em></strong></span></p></blockquote>
<p>A primeira dela diz que uma quantidade aumentada de <em>Firmicutes</em> diminuiria a produção de substâncias que protegem a mucosa intestinal. Isso aumentaria a inflamação do local e alteraria a permeabilidade da mucosa. Sendo assim, basicamente, tudo o que chegar no intestino ‘passaria’ para a corrente sanguínea! Isso faria com que substâncias que causam uma inflamação geral passassem também para o sangue, causando então um aumento da <a href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/">resistência à ação da insulina</a>. Já os <em>Bacterioides</em> produzem bastante dessa substância, protegendo a mucosa do intestino e diminuindo a inflamação geral.</p>
 Se sujar faz bem &#8211; eis uma verdade que vai além do slogan publicitário! Afinal, é nessas brincadeiras que entramos em contato com diversos tipos de bactérias, o que pode ser benéfico à saúde.
[pullquote]Existem bactérias que podem diminuir a vontade de comer; outras, aumentar. Será que o equilíbrio entre elas é a chave para o controle do peso? E será que alguma delas poderia ajudar a evitar o surgimento do diabetes? [/pullquote]
<p>Outra teoria diz que os <em>Firmicutes</em> produzem substâncias que diminuem a saciedade ao comer. Portanto, fariam a pessoa comer mais e mais, aumentando o peso, a resistência insulínica e favorecendo o diabetes tipo 2. Já os <em>Bacterioides</em> aumentariam a saciedade pela produção aumentada de uma substância chamada <a href="http://www.diabeticool.com/celulas-intestinais-e-insulina-qual-a-relacao/"><strong>serotonina</strong></a> – relacionada ao prazer de comer! – e dessa forma a pessoa comeria menos, teria um controle do peso mais fácil e favoreceria o controle da glicemia.</p>
<p>Todos esses fatores de ganho de peso e inflamação são bem relacionados ao diabetes tipo 2. Porém, quando falamos de diabetes tipo 1, precisamos voltar ao que falei lá no começo do texto: <strong>reatividade cruzada</strong>.</p>
<p>Como os <em>Firmicutes</em> aumentam a inflamação da mucosa, sua ação faria passar pelo intestino pedacinhos de bactérias que aumentam a atividade imunológica. Assim, <a href="http://www.diabeticool.com/existe-vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-conversa-sobre-anticorpos-e-diabetes/">há a produção de anticorpos por parte do sistema de defesa</a>, que por algum capricho do destino também ataca as células beta do pâncreas. Essa é uma teoria, inclusive, sobre como surgiriam os anticorpos do diabetes tipo 1 – anticorpos anti-GAD, anti-ilhota, anti-insulina&#8230;</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #007cc5;"><strong>COMO MUDAR AS BACTÉRIAS DO SEU CORPO?</strong><strong> </strong></span></h2>
<p>Existem alguns métodos para trocar as bactérias do corpo e conseguir a riqueza de <em>Bacterioides</em> que todos queremos. Um deles – o mais seguro e mais difícil – é pela <strong>alimentação</strong>.</p>
<p>O consumo de <strong>frutas</strong>, <strong>verduras</strong> e <strong>fibras</strong> está relacionado a uma maior quantidade de <em>Bacterioides</em>, enquanto o consumo de alimentos industrializados e embutidos está relacionado a uma maior quantidade de <em>Firmicutes</em>. Pense em como isso é importante, considerando que as bactérias passam de mãe para filho&#8230; então não adianta querer que <em>só o seu filho</em> coma bem. Se <em>você não comer bem</em>, não adianta reclamar depois: os <em>Firmicutes</em> ainda estarão por aí e poderão ser transmitidos à prole!</p>
 Bactérias intestinais: além de ajudarem na digestão, ainda afetam o peso e a glicemia. Microscopia: Martin Oeggerli
<p>Essa alimentação saudável – chamada por muitos de “<strong>alimentação viva</strong>” – não tem resultado de uma hora para a outra ou de um dia para o outro. Para mudar de verdade as bactérias do sistema digestório, é necessário que essa dieta seja mantida por alguns <strong>meses</strong>, no mínimo. Então, nada de comer bem por pouco tempo e acreditar que isso basta: o bom hábito deve ser constante!</p>
<p>O uso de antibióticos também altera as bactérias do corpo. Alguns antibióticos, especialmente <em>Ciprofloxacino</em> e <em>Clindamicina</em>, modificam a fauna de bactérias do corpo, e sabemos que quanto mais cedo na vida for feito esse uso, maior a chance de desenvolver obesidade, diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2 pelo aumento dos <em>Firmicutes</em>. Não usamos antibióticos para “evitar” o diabetes, mesmo porque o uso indiscriminado de antibióticos traz consequências desastrosas – como por exemplo a resistência bacteriana a essa classe de medicamentos. Assim, os antibióticos devem ser usados com cuidado, apenas com a recomendação médica.</p>
[pullquote]Sim, existe o termo &#8216;transplante de fezes&#8217;! A técnica já foi testada em ratos, com resultados surpreendentes.[/pullquote]
<p>Por fim, o método mais “radical” de troca de bactérias é o <em>transplante de fezes</em>. Sim, pode voltar lá e ler de novo, você viu certo. Em alguns ratinhos de laboratório, o transplante de fezes foi realizado entre ratinhos com obesidade e ratinhos de peso normal. Os ratinhos que receberam as fezes dos ratinhos com obesidade&#8230; também engordaram!!! Em contrapartida, os transplantes de fezes ricas em <em>Bacterioides</em> diminuiu a incidência do diabetes e diminuiu a resistência insulínica! Tomara que nenhum ser humano precise passar por este teste!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bem, bactérias são apenas <em>uma </em>das várias partes do diabetes. Curiosamente, é uma das partes que conseguimos mudar com bons hábitos alimentares, e portanto, podemos fazer em casa! Colabore com o seu corpo!</p>
<p>Até a próxima!</p>
<div style="border: 2px solid #1b478e; padding: 10px; background-color: #55acee;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #ffffff;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</span></div>
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		<title>Militar afirma ter pegado diabetes no Exército</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2014 18:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tentativa de entrar para reforma remunerada através do diabetes não acaba bem para militar brasileiro. Um militar brasileiro tentou &#8220;se aposentar&#8221; usando como argumento o diabetes tipo 1. O apelo foi julgado na última semana pelo TRF da 1a. região. O militar afirma ter sido incorporado ao Exército nacional em janeiro de 1993. Oito anos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tentativa de entrar para reforma remunerada através do diabetes não acaba bem para militar brasileiro.</em><span id="more-7413"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7415" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/exercito-brasileiro-diabetes.jpg" alt="exercito brasileiro diabetes" width="600" height="298" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/exercito-brasileiro-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/exercito-brasileiro-diabetes-415x206.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um militar brasileiro tentou &#8220;se aposentar&#8221; usando como argumento o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>.</p>
<p>O apelo foi julgado na última semana pelo TRF da 1a. região. O militar afirma ter sido incorporado ao Exército nacional em janeiro de 1993. Oito anos depois, foi dispensado devido a <a title="Tipo 1: 20% dos jovens têm complicações sérias antes do diagnóstico" href="http://www.diabeticool.com/tipo-1-20-dos-jovens-tem-complicacoes-serias-antes-do-diagnostico/">complicações do diabetes tipo 1</a>. Segundo o militar, o diabetes surgiu em 1997 (quando ele, supostamente, tinha perto dos 22 anos), durante seu ativo na corporação; além disso, a doença o incapacitaria a realizar outras atividades, o que dá direito à <strong>reforma remunerada</strong>.</p>
<p>Existe uma lei brasileira que estabelece que militares que adquiriram certas doenças ou complicações de saúde durante o serviço ativo têm o direito à reforma. Dentre estas doenças estão várias claramente relacionadas ao trabalho perigoso ao qual os homens e mulheres de farda estão sujeitos, como a cegueira, paralisias, problemas mentais e nefropatia. Diabetes não está incluído na lista.</p>
<p>Talvez por isto mesmo, a Justiça brasileira negou o pedido à &#8220;aposentadoria&#8221; do militar, atualmente considerado &#8220;temporário&#8221; (isto é, ele é tratado como um militar de carreira e pode se manter agregado à sua unidade).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8220;EXÉRCITO NÃO CAUSA DIABETES&#8221;</strong></p>
<p><strong>Segundo o relator do processo, não existe evidência alguma de que trabalhar no Exército fez com que o homem desenvolvesse diabetes tipo 1</strong>. Além disso, o fato de estar com a doença não o impede de realizar outra atividade fora do âmbito militar, desde que não seja fisicamente extenuante. Sendo assim, a reforma remunerada não é válida ao sujeito.</p>
<p>O diabetes tipo 1 é uma doença que, na grande maioria dos casos, começa a se desenvolver bem cedo na vida. O <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema imune</a> da pessoa comete &#8220;um erro&#8221; e passa a atacar as células do próprio corpo que produzem insulina. Aos poucos, a quantidade produzida do hormônio diminui, com isto a glicemia vai aumentando e, assim, tem-se o diabetes.</p>
<p>É curiosos que o militar desta história tenha sido diagnosticado com diabetes tipo 1 apenas aos 22 anos (geralmente é bem mais cedo). O fato de ser um militar &#8211; e, portanto, acostumado a refeições mais estritas e a atividades físicas freqüentes &#8211; pode ter &#8220;escondido&#8221; a doença por mais tempo. Se for assim, então o Exército, ao invés de ter &#8220;gerado&#8221; o diabetes no sujeito, na verdade ajudou-o a ser manter saudável por mais tempo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/militar-afirma-ter-pegado-diabetes-no-exercito/">Militar afirma ter pegado diabetes no Exército</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Descoberta ligação entre a gripe e o diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2014 21:43:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[anti-viral type I interferon]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Cambridge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa fortalece a tese de que infecções do sistema respiratório que pegamos na infância podem ser a causa por trás do desenvolvimento do diabetes tipo 1. Uma novidade científica de grande impacto foi anunciada ontem (21/2) e pode ajudar a responder a uma das questões mais misteriosas quando o assunto é diabetes: afinal, o que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa fortalece a tese de que infecções do sistema respiratório que pegamos na infância podem ser a causa por trás do desenvolvimento do diabetes tipo 1.</em><span id="more-6958"></span></p>
 Será que uma infecção simples, como um resfriado, pode desencadear processos que levam ao diabetes tipo 1? Cada vez mais há evidências que suportam a teoria.
<p>Uma novidade científica de grande impacto foi anunciada ontem (21/2) e pode ajudar a responder a uma das questões mais misteriosas quando o assunto é diabetes: <strong>afinal, o que causa o diabetes tipo 1</strong>?</p>
<p>O <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> se desenvolve quando o sistema imune &#8211; que normalmente destrói apenas elementos nocivos ao nosso corpo, como vírus e bactérias &#8211; passa a atacar o próprio organismo. No caso, o nosso sistema de defesa passa a dizimar as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>, produtoras de insulina. Com isso, cada vez menos insulina é gerada, as taxas de açúcar no sangue aumentam e o diabetes aparece.</p>
<p>Até hoje, ninguém sabe com certeza o que promove este comportamento &#8220;auto-destrutivo&#8221; do sistema imune. Algumas teorias defendem que infecções adquiridas pouco após o nascimento são capazes induzir o sistema imune a se comportar da maneira errada.</p>
<p>Mas é muito difícil estudar se infecções no início da vida são, realmente, a causa do diabetes tipo 1. Por isso, os cientistas buscam outras maneiras de detectar a causa da doença. Uma delas é estudar o funcionamento dos genes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM GENE DE DUAS CARAS</strong></p>
<p>Quando pegamos uma infecção causada por vírus, como por exemplo uma gripe, genes relacionados ao sistema imune entram em ação. Eles passam a ser mais expressos no nosso corpo, isto é, eles &#8220;funcionam mais&#8221; quando estamos doentes.</p>
<p>Um destes genes, chamado de <strong>IFN</strong> (<em>anti-viral type I interferon</em>), é muito importante para a defesa do organismo contra os vírus. Ele ajuda a coordenar o <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema imune </a>para destruir os invasores e a impedir que eles se reproduzam dentro do corpo.</p>
<p>Porém, apesar de realizar estas ações benéficas, o gene IFN parece estar também relacionado ao diabetes tipo 1. Algumas pesquisas científicas anteriores perceberam que crianças com diabetes tipo 1 tinham expressão maior do IFN. Será que a ação do IFN, que normalmente ajuda o corpo a se livrar de vírus, pode também induzir o sistema de defesa do corpo a destruir as próprias células beta?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS DA NOVA PESQUISA</strong></p>
<p>Agora, cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, o da ONG pró-diabéticos JDRF encontraram evidências que fortalecem a correlação entre infecções virais e o diabetes tipo 1. O elo ente elas é, justamente, o IFN.</p>
<p>A pesquisa acompanhou 283 crianças, divididas em três grupos: as saudáveis, as com alta suscetibilidade ao diabetes tipo 1 e as com diabetes tipo 1. A saúde de cada uma delas foi acompanhada ao longo de vários anos.</p>
<p>Os cientistas perceberam um padrão curioso. Algumas das crianças com altas chances de ter diabetes tipo 1 desenvolveram, de fato, a doença. Nestes casos, houve um aumento temporário da ação do gene IFN pouco antes do corpo começar a atacar as próprias células beta. Analisando diários escritos pelas crianças, os pesquisadores descobriram que o aumento na atuação do IFN era correlacionada a infecções do sistema respiratório, como gripes e resfriados, que as crianças haviam pegado. Interessante notar que o gene IFN não se mostrou mais ativo no grupo das crianças saudáveis nem daquelas que já estavam com diabetes tipo 1.</p>
<p><strong>Ou seja, os cientistas descobriram sólidas evidências de que infecções virais levam a um aumento na ação do gene IFN, e que isto é fortemente relacionado ao início da destruição das células beta pelo sistema imune.</strong></p>
<p>&#8220;Esta é uma descoberta excitante, porque nós sabemos que colegas na Finlândia fizeram descobertas semelhantes, então os resultados são verdadeiros&#8221;, disse o professor John Todd, co-diretor do projeto de pesquisa.</p>
<p>Este novo estudo científico, além de fornecer pistas valiosas para entender melhor a &#8216;mecânica&#8217; por trás do diabetes tipo 1, também poderá ajudar pais e médicos a monitorar a saúde das crianças. O gene IFN é um possível candidato a <a title="Descoberto novo biomarcador para a nefropatia diabética" href="http://www.diabeticool.com/descoberto-novo-biomarcador-para-a-nefropatia-diabetica/">biomarcador</a> para o monitoramento do diabetes tipo 1 em crianças predispostas à doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referência científica: <em>Ferreira RC et al. &#8220;A type I interferon transcriptional signature precedes autoimmunity in children genetically at-risk of type 1 diabetes&#8221;. Diabetes 63, 03/2014</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/">Descoberta ligação entre a gripe e o diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Qual a influência dos genes do pai no diabetes do bebê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2013 18:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[Jessica Tyrrell]]></category>
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		<category><![CDATA[Tim Frayling]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mega-projeto de saúde &#8220;UK Biobank&#8221; revela as ligações entre a genética dos pais e as chances do bebê ter diabetes no futuro. O corpo humano é uma máquina tão complexa, mas tão complexa que torna o estudo de doenças uma tarefa das mais complicadas. Como determinar quais causas geram quais conseqüências se há tantos fatores &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mega-projeto de saúde &#8220;UK Biobank&#8221; revela as ligações entre a genética dos pais e as chances do bebê ter diabetes no futuro.</em><span id="more-6163"></span></p>
<p>O corpo humano é uma máquina tão complexa, mas tão complexa que torna o estudo de doenças uma tarefa das mais complicadas. Como determinar quais causas geram quais conseqüências se há tantos fatores em jogo? O diabetes é um caso clássico de complexidade do corpo humano: influenciam na doença genes, células defeituosas, hormônios, tecidos, <a title="Só para maiores! Masturbação pode prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/so-para-maiores-masturbacao-pode-prevenir-diabetes-tipo-2/">sistema imune</a> e uma infinidade de outros fatores. Correlacioná-los é uma tarefa hercúlea.</p>
<p>Quando a complicação é muita, às vezes vale a pena ter uma visão mais abrangente do problema e tentar, a partir daí, tirar algumas conclusões. Esta é a idéia básica por trás do projeto <strong>UK Biobank</strong>. Desde 2006, o UK Biobank já recrutou mais de meio milhão de pessoas no Reino Unido, que se voluntariaram a doar amostras de sangue, urina e saliva, além de realizar exames detalhadíssimos e concordar em ter a saúde acompanhada ao longo dos anos. O grande número de participantes garante que os dados encontrados representam uma parcela significativa da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MEGA-PROJETO, MEGA-RESULTADOS</strong></p>
<p>Uma das primeiras análises saídas do UK Biobank acaba de ser divulgada, e tem tudo a ver com o diabetes. De acordo com cientistas da Escola de Medicina da <a title="Por que alguns bebês nascem sem o pâncreas?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-alguns-bebes-nascem-sem-o-pancreas/">Universidade de Exeter</a>, os dados do UK Biobank permitiram mostrar que <strong>a grande maioria dos bebês que nascem abaixo do peso tem pais (homens) com diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>A importância desta descoberta é óbvia para quem pesquisa o diabetes. É sabido há tempos que bebês que nascem abaixo do peso correm riscos muito maiores de desenvolver uma série de doenças ao longo da vida, como pressão alta, diabetes tipo 2 e <a title="A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração" href="http://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">doenças cardiovasculares</a>.</p>
<p>&#8220;Usar uma quantidade tão vasta de dados permitiu-nos estar muito confiantes com as nossas conclusões&#8221;, disse a dra. Jessica Tyrrell, co-autora do estudo. &#8220;A descoberta de que o diabetes dos pais e dos filhos podem estar geneticamente relacionados tem implicações importantes nos tratamentos atuais, que tentam aumentar o peso ao nascer e evitar o desenvolvimento da doença, sugerindo que eles podem ser ineficazes&#8221;.</p>
<p>Porém, estudar a fisiologia humana é sempre um desafio. Outro dado do UK Biobank parece mostrar que mães diabéticas têm maiores chances de gerar bebês acima do peso &#8211; o que é o contrário dos dados relacionados aos pais. Agora, o desafio dos cientistas é conciliar estas duas informações e tentar chegar ao cerne do mistério do diabetes em recém-nascidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FUTURO PROMISSOR</strong></p>
<p>Outro co-autor do trabalho, o professor Tim Frayling, explicou a importância do UK Biobank para a pesquisa médica no futuro. &#8220;Este estudo mostra de verdade o poder do UK Biobank. É realmente importante que cientistas estejam aptos a analisar números muito grandes de pessoas para conseguirem chegar às causas verdadeiras de doenças. É possível perder uma quantidade enorme de tempo seguindo pistas falsas, mas o tamanho do UK Biobank significa que nós podemos estar muito mais confiantes que nossos resultados são reais. O UK Biobank será um recurso altamente valioso para o Reino Unido e para os cientistas ao redor do mundo.&#8221;</p>
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		<title>Só para maiores! Masturbação pode prevenir diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2013 19:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Santella]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[infecções urinárias]]></category>
		<category><![CDATA[masturbação]]></category>
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		<category><![CDATA[Spring Chenoa Cooper]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas dizem que brincar consigo mesmo gera efeitos benéficos incríveis no corpo humano, ajudando até a prevenir o diabetes. Deixemos o pudor de lado por um instante: a masturbação é, sem dúvida alguma, uma das atividades físicas humanas mais universalmente praticadas! De acordo com um recente levantamento feito nos EUA, por exemplo, 94% dos homens &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas dizem que brincar consigo mesmo gera efeitos benéficos incríveis no corpo humano, ajudando até a prevenir o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-6093"></span></p>
<p>Deixemos o pudor de lado por um instante: a <strong>masturbação</strong> é, sem dúvida alguma, uma das atividades físicas humanas mais universalmente praticadas! De acordo com um recente levantamento feito nos EUA, por exemplo, 94% dos homens e 85% das mulheres disseram que se entregam com freqüência aos &#8220;prazeres solitários&#8221;. E talvez os benefícios da masturbação vão além do êxtase sexual. <strong>De acordo com cientistas da Austrália, masturbar-se pode <a title="Um homem que todos nós deveríamos agradecer" href="http://www.diabeticool.com/um-homem-que-todos-nos-deveriamos-agradecer/">prevenir o diabetes tipo 2</a>, o câncer de próstata, infecções urinárias e, também, é capaz de melhorar o sistema imune.</strong></p>
<p>A novidade foi publicada em um site chamado <em>The Conversation</em>, no qual cientistas debatem de maneira rigorosa diversos tópicos de seu interesse. Os pesquisadores Anthony Santella e Spring Chenoa Cooper, ambos da Universidade de Sidney, escreveram um artigo para o site no qual explicam as várias vantagens que a masturbação traz para a saúde de quem a pratica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS BENEFÍCIOS DO ONANISMO PARA ELAS E PARA ELES</strong></p>
<p>De acordo com o artigo, as mulheres podem se beneficiar da auto-estimulação sexual pois ela as <strong>protege de <a title="Diabetes e Complicações na Pele" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-complicacoes-na-pele/">infecções</a> no cérvice uterino e no trato urinário</strong>. O efeito é conseguido quando a mulher se excita. &#8220;A excitação faz o cérvice se esticar, assim como o muco da região. Isto dá vazão à circulação dos fluidos, permitindo que fluidos cheios de bactérias sejam eliminados&#8221;, explicaram os cientistas.</p>
<p>Os homens também receberam boas notícias de mão cheia dos pesquisadores. O artigo cita a <strong>proteção contra o câncer de próstata</strong> como uma das grandes vantagens da masturbação. Segundo os autores, pesquisas mostraram que homens sexualmente ativos &#8211; e aqui inclui-se a masturbação &#8211; são menos propensos a desenvolver o câncer, possivelmente porque a atividade sexual ejete toxinas causadoras de câncer da glândula prostática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MÃOS À OBRA!</strong></p>
<p>Além das vantagens específicas para cada sexo, os pesquisadores afirmaram que existem benefícios comuns a ambos. A sensação de intenso prazer sexual que define a masturbação vem acompanhada da liberação de diversos hormônios no organismo, e boa parte deles tem atividade positiva na nossa saúde. Dentre elas, os autores citam a <strong>prevenção do diabetes tipo 2</strong>, redução nos níveis de insônia, menores stress e tensão, riscos reduzidos de depressão e, além disso, melhora no estado geral do <a title="O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">sistema imune</a> (principalmente através da ação do hormônio cortisol).</p>
<p>Para finalizar, Santella e Cooper ainda mencionaram que orgasmos regulares ajudam a melhorar a auto-estima, reduzir o stress do dia-a-dia, a <a title="Pesquisa revela os efeitos colaterais mais comuns em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/pesquisa-revela-os-efeitos-colaterais-mais-comuns-em-diabeticos/">pressão sangüínea</a> e a sensação de dor.</p>
<p>&#8220;(&#8230;) existem muitos mitos sobre a masturbação, mitos tão ridículos que é incrível que alguém ainda acredite neles. Inclui-se aí: masturbação causa cegueira e loucura; masturbação pode fazer o órgão sexual cair; e masturbação causa infertilidade. Na verdade, o fato é que a masturbação gera muitos benefícios à saúde&#8221;, escreveram os cientistas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/so-para-maiores-masturbacao-pode-prevenir-diabetes-tipo-2/">Só para maiores! Masturbação pode prevenir diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como diminuir os riscos de diabetes tipo 1 em bebês?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2013 20:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O momento no qual as mamães começam a dar alimentos sólidos aos filhos é determinante nas chances de diabetes tipo 1 das crianças. Qual a idade certa para começar a dar comida sólida para bebês? Muitos médicos e pediatras responderiam que é a partir dos seis meses de idade. Uma nova pesquisa, porém, indica que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O momento no qual as mamães começam a dar alimentos sólidos aos filhos é determinante nas chances de diabetes tipo 1 das crianças.</em><span id="more-5895"></span></p>
<p>Qual a idade certa para começar a dar comida sólida para bebês? Muitos médicos e pediatras responderiam que é a partir dos seis meses de idade. Uma nova pesquisa, porém, indica que esta não é a melhor resposta &#8211; e, mais do que isto, o estudo revela que errar a época certa de introduzir alimentos sólidos na dieta pode até <strong>triplicar as chances da criança desenvolver <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a></strong>.</p>
<p>A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Denver, nos EUA. Eles acompanharam mais de 1800 bebês com alta probabilidade de desenvolver diabetes tipo 1 &#8211; isto é, estes bebês tinham parentes próximos que eram diabéticos tipo 1 e/ou possuíam alterações genéticas que os predispunham à doença.</p>
<p><strong>Vale lembrar</strong>: o diabetes tipo 1 acontece quando o <a title="O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">sistema imune</a> passa a atacar, erroneamente, as células produtoras de insulina do próprio organismo. Com isto, menos insulina é gerada e a quantidade de glicose no sangue aumenta, causando o diabetes. Este &#8220;auto-ataque&#8221; do sistema imune costuma acontecer já na infância, por isso o diabetes tipo 1 era até pouco tempo atrás conhecido como &#8220;diabetes juvenil&#8221;.</p>
<p>O trabalho científico concluiu que dar comidas sólidas aos filhos antes dos quatro meses duplicam as chances da criança desenvolver diabetes tipo 1. Outra conclusão foi que, se os alimentos sólidos forem dados após os seis meses, as chances de diabetes triplicam.</p>
<p>Considerou-se, na pesquisa, &#8220;alimento sólido&#8221; qualquer comida que não seja o leite materno (ou leite artificial), como por exemplo papinhas, purês e cereais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A LIÇÃO A SER TOMADA</strong></p>
<p>A doutora Jill Norris, uma das cientistas envolvidas no trabalho, disse em entrevista que, em termos básicos, sua pesquisa sugere que mães &#8220;não dêem comidas sólidas antes dos quatro meses de idade e, quando o bebê estiver pronto, [elas] devem introduzir os alimentos sólidos preferencialmente antes dos seis meses e enquanto ainda estiverem amamentando&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EXPLICAÇÕES</strong></p>
<p>Segundo Jill, um possível motivo pelo qual dar comidas sólidas antes dos quatro meses pode levar ao diabetes é que o sistema imune da criança ainda está muito imaturo nesta fase, e &#8220;erros&#8221; &#8211; como atacar as <a title="Gordura gera “caos” no corpo humano" href="http://www.diabeticool.com/gordura-gera-caos-no-corpo-humano/">células-beta</a>, produtoras de insulina &#8211; se tornariam mais comuns. Quanto às chances de diabetes triplicarem após os seis meses, a pesquisadora acredita que a falta de leite materno (além dos alimentos sólidos) na dieta do bebê pode ser uma das causas de problemas no sistema imune.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA NOTA DE CAUTELA</strong></p>
<p>A pesquisa, como mencionado acima, foi realizada apenas com bebês que possuíam chances mais altas que o comum de desenvolver diabetes tipo 1. Por isso, as conclusões não necessariamente se aplicam à população no geral. Ainda assim, os resultados corroboram os dados de diversos outros estudos que concluíram que a janela de 4-6 meses é o período ideal para começar a alimentar bebês com alimentos sólidos.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-diminuir-os-riscos-de-diabetes-tipo-1-em-bebes/">Como diminuir os riscos de diabetes tipo 1 em bebês?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>O que você precisa saber sobre a &#8216;whey protein&#8217; e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2013 13:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Facudade de Engenharia de Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glicogênio]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[pressão sangüínea]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
		<category><![CDATA[whey protein]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria em jornal da Rede Globo chama a atenção para suplemento alimentar famoso entre esportistas. Entenda como ele poderá ser utilizado também por diabéticos. Você já ouviu falar de whey protein? Mais conhecida entre esportistas e pessoas que querem manter o corpo sarado, a whey protein é um suplemento alimentar composto de proteínas de soro &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria em jornal da Rede Globo chama a atenção para suplemento alimentar famoso entre esportistas. Entenda como ele poderá ser utilizado também por diabéticos.</em><span id="more-5626"></span></p>
<p>Você já ouviu falar de <strong>whey protein</strong>? Mais conhecida entre esportistas e pessoas que querem manter o corpo sarado, a <em>whey protein</em> é um suplemento alimentar composto de proteínas de soro de leite. Seu efeito mais famoso no corpo é ajudar a aumentar a musculatura. Porém, agora, um novo benefício da <em>whey protein</em> foi descoberto por pesquisadores da <a title="Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP" href="http://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">UNICAMP</a> &#8211; e ele pode tornar o alimento famoso também entre os diabéticos.</p>
<p>Cientistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade descobriram que a <em>whey protein</em> ajuda a diminuir a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">quantidade de açúcar no sangue</a>. Já se sabia que o suplemento alimentar possuía ação benéfica em relação à proteção contra úlceras, melhora do sistema imune e diminuição da pressão sangüínea (além de aumentar a musculatura), porém as vantagens quanto ao controle da glicemia são ainda pouco estudadas. Além do grupo de pesquisas da UNICAMP, cientistas australianos divulgaram, em setembro, que o uso do suplemento aumenta a liberação de insulina pelo <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a> e que, portanto, ele poderia ser utilizado no tratamento do diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO FUNCIONA A WHEY PROTEIN</strong></p>
<figure id="attachment_5628" aria-describedby="caption-attachment-5628" style="width: 349px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5628 " alt="tipos de whey protein e diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/tipos-de-whey-protein-diabetes.jpg" width="349" height="217" /><figcaption id="caption-attachment-5628" class="wp-caption-text">A whey protein pode ser encontrada em diversos tipos e marcadas.</figcaption></figure>
<p>Para quem gosta de detalhes bioquímicos, a pesquisa da UNICAMP revela informações interessantes. A <em>whey protein</em> ajuda a diminuir a glicemia através de dois mecanismos. O primeiro é através do estímulo à geração de <strong>glicogênio</strong> &#8211; que é uma espécie de &#8220;reserva de açúcar&#8221; do organismo. O glicogênio nada mais é do que várias moléculas de açúcar &#8220;empacotadas&#8221; e armazenadas no corpo. Assim, se mais glicogênio é criado, isso significa que mais açúcar está sendo retirado do sangue para ser &#8220;empacotado&#8221; como glicogênio, o que ajuda a diminuir a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>O segundo mecanismo através do qual a <em>whey protein</em> ajuda a combater a <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">hiperglicemia</a> é a ativação de um receptor alternativo de glicose pelas células musculares. Isto permite que os músculos do nosso corpo consigam captar açúcar da corrente sangüínea com maior facilidade, independentemente da insulina, o que também ajuda a abaixar a quantidade de açúcar na corrente sangüínea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <em>whey protein</em> ficou em evidência entre a comunidade diabética quando um dos noticiários regionais da Rede Globo fez uma reportagem sobre o tema esta semana. Acompanhe a matéria no vídeo a seguir:</p>
<p><span class="removed_link" title="http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-da-eptv/videos/t/edicoes/v/pesquisa-da-unicamp-mostra-que-proteina-do-soro-do-leite-ajuda-no-controle-do-diabetes/2937503/">http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-da-eptv/videos/t/edicoes/v/pesquisa-da-unicamp-mostra-que-proteina-do-soro-do-leite-ajuda-no-controle-do-diabetes/2937503/</span></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Bebês vão ajudar a descobrir o que causa diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/bebes-vao-ajudar-a-descobrir-o-que-causa-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2013 20:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[The Royal Melbourne]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ninguém ainda sabe o que desencadeia o diabetes tipo 1. Agora, com a ajuda de milhares de bebês, a resposta pode finalmente surgir. O que causa diabetes tipo 1 &#8211; a versão &#8220;juvenil&#8221; do doença e que surge bem cedo na vida das pessoas? A resposta ainda ninguém sabe. Alguns especialistas apostam em problemas no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ninguém ainda sabe o que desencadeia o diabetes tipo 1. Agora, com a ajuda de milhares de bebês, a resposta pode finalmente surgir.</em><span id="more-5415"></span></p>
<p>O que causa <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-e-diabetes/">diabetes tipo 1</a> &#8211; a versão &#8220;juvenil&#8221; do doença e que surge bem cedo na vida das pessoas? <strong>A resposta ainda ninguém sabe</strong>. Alguns especialistas apostam em problemas no metabolismo da mãe, outros chegam a dizer que infecções por vírus podem desencadear a doença. Há diversas hipóteses. O fato é que alguma coisa faz com que o <a href="http://www.diabeticool.com/cogumelos-o-metodo-natural-para-obter-mais-vitamina-d/">sistema imune</a> de algumas pessoas fique &#8220;maluco&#8221; e passe a atacar as células boas do pâncreas, o qual lentamente cessa de produzir insulina, gerando o diabetes tipo 1.</p>
<p>Uma grande pesquisa a ser realizada na Austrália pretende descobrir o que, de fato, gera o diabetes tipo 1. <strong>E para isso vai contar com a ajuda de mais de 1600 bebês recém-nascidos</strong>.</p>
 O bebê Zach, de 10 meses, é um dos participantes do estudo. Ele está ao lado do irmão Jordan, 13 anos, e de sua mamãe Kim
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO VAI FUNCIONAR</strong></p>
<p>Pesquisadores do hospital The Royal Melbourne acompanharão detalhadamente a saúde destes bebês durante três anos. Caso percebam sinais de que o organismo deles está começando a atacar as células produtoras de insulina no <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a>, sintoma que começa bem antes do diabetes tipo 1 aparecer, os especialistas tentarão determinar se o que causou isto foi a dieta da mãe, a dieta do próprio bebê ou então algum micróbio, dentro demais fatores. Correlacionando os dados de milhares de pequenos voluntários, um quadro bastante acurado sobre o início do diabetes tipo 1 poderá ser criado.</p>
<p>Zachary Bush, o bebê da foto acima, foi um dos 1600 voluntários escolhidos para a pesquisa. Sua mãe, Kim, foi diagnosticada com diabetes tipo 1 aos 14 anos de idade, e desde então, infelizmente perdeu três bebês devido a complicações do diabetes na gravidez. Chegou a hora de ajudar outras mães e se livrar deste peso, segundo ela.</p>
<p>&#8220;Esta pesquisa é importantíssima, pois poderá resultar em prevenção ou em uma cura [à doença]&#8221;, disse Kim. &#8220;<strong>Eu indicaria fortemente a todos que participem dos testes porque são vitais não apenas aos seus filhos, mas também aos seus netos e bisnetos</strong>&#8220;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/bebes-vao-ajudar-a-descobrir-o-que-causa-diabetes-tipo-1/">Bebês vão ajudar a descobrir o que causa diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cogumelos: o método natural para obter mais vitamina D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 22:08:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cogumelo]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Holick]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Americana de Bioquímica e Microbiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Boston]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo comprova que ingerir cogumelos aumenta os níveis de vitamina D tão bem quanto tomar suplementos alimentares; nutriente pode prevenir o diabetes. Nos últimos tempos, os diversos benefícios à saúde que a vitamina D proporciona têm sido alvo de inúmeras reportagens em toda a mídia. Aqui no Diabeticool, já mencionamos que crianças com baixas taxas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo comprova que ingerir cogumelos aumenta os níveis de vitamina D tão bem quanto tomar suplementos alimentares; nutriente pode prevenir o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4499"></span></p>
<p>Nos últimos tempos, os diversos benefícios à saúde que a vitamina D proporciona têm sido alvo de inúmeras reportagens em toda a mídia. Aqui no <strong>Diabeticool</strong>, já mencionamos que <a href="http://www.diabeticool.com/baixas-taxas-de-vitamina-d-em-criancas-sao-relacionadas-a-diabetes-tipo-2/">crianças com baixas taxas desta vitamina têm mais chances de desenvolver o diabetes tipo 2</a>, e também que <a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">a vitamina D pode ser uma grande parceira dos diabéticos</a>, ajudando a controlar a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>Quando vemos este tipo de matéria, muitas vezes pensamos que será necessário tomar suplementos alimentares repletos de <strong>vitamina D</strong> para que tenhamos os mesmos efeitos positivos na saúde, não é mesmo? Uma pesquisa anunciada <strong>hoje</strong> mostra que as coisas não precisam ser assim. Há um alimento natural &#8211; e delicioso! &#8211; que garante a curto e longo prazo tanta vitamina D quanto os suplementos vendidos no mercado: o <strong>cogumelo</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DESCOBERTA CIENTÍFICA</strong></p>
<p>A descoberta foi feita por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, durante o encontro anual da Sociedade Americana de Bioquímica e Microbiologia. Eles comprovaram que ingerir cogumelos capazes de produzir um tipo de vitamina D chamado de D2 (todas as espécies comestíveis produzem a vitamina D2) equivale a tomar pílulas de suplemento alimentar contendo vitamina D concentrada. &#8220;Estes resultados confirmam outros estudos que demonstraram que ingerir vitamina D2, seja na forma de suco de laranja fortificado, suplemento alimentar ou formulação farmacêutica, é capaz de aumentar a concentração total de vitamina D na circulação por pelo menos 3 meses, e até por 6 anos&#8221;, contou Michael Holick, principal autor do estudo.</p>
<p>De acordo com Holick e demais coautores do trabalho, ingerir cogumelos é uma estratégia eficiente para melhorar as taxas de vitamina D no organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS BENEFÍCIOS À SAÚDE QUE A VITAMINA D TRAZ</strong></p>
<p>A vitamina D é crucial para a saúde dos ossos e força muscular; quantidades adequadas do nutriente ajudam o corpo a manter a densidade óssea, reduzindo assim os riscos de fraturas, osteomalacia, artrite e osteoporose. Esta vitamina também possui um papel importante na modulação do sistema imune, auxiliando-o a combater infecções, como a gripe, e diminuindo os riscos de surgir doenças mais sérias, como o câncer, doenças cardiovasculares, depressão e o diabetes.</p>
<p>Que tal aproveitar esta ótima notícia e preparar algumas receitas deliciosas com cogumelos? Acompanhe as nossas dicas abaixo!</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li><a href="http://www.diabeticool.com/frango-ao-estilo-frances-com-molho-de-cogumelos/"><strong>Frango ao Estilo Francês com Molho de Cogumelos</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/omelete-provencal-para-diabeticos/"><strong>Omelete Provençal</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/hamburguer-de-carne-moida-recheado-para-diabeticos/"><strong>Hambúrguer de Carne Moída Recheado</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/fritada-com-alcachofras-para-diabeticos/"><strong>Fritada com Alcachofras</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/sanduiche-quente-de-presunto-queijo-e-cogumelos-para-diabeticos/"><strong>Sanduíche Quente de Presunto, Queijo e Cogumelos</strong></a></li>
</ul>
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		<title>Estudo usa remédio contra câncer para tratar diabetes tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 15:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[aldesleucina]]></category>
		<category><![CDATA[Cambridge]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pele]]></category>
		<category><![CDATA[célula T]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Addenbrooke]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[interleucina-2]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inédito vai determinar se remédio presente na quimioterapia anti-câncer poderá ser também utilizado no tratamento do diabetes tipo 1. Uma das maiores ONGs pró-diabéticos do mundo financiará um estudo inédito a fim de determinar se um medicamento utilizado no tratamento de câncer pode ajudar também pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com diabetes tipo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo inédito vai determinar se remédio presente na quimioterapia anti-câncer poderá ser também utilizado no tratamento do diabetes tipo 1.</em></p>
<p><span id="more-4482"></span></p>
 Muitas esperanças estão depositadas aqui, no hospital Addenbrooke, na Inglaterra, onde ocorrerão os testes inéditos do novo tratamento.
<p>Uma das maiores ONGs pró-diabéticos do mundo financiará um estudo inédito a fim de determinar se um medicamento utilizado no tratamento de câncer pode ajudar também pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com diabetes tipo 1. A pesquisa será realizada nos próximos meses na cidade de Cambridge, na Inglaterra, e envolverá cientistas da famosa Universidade local.</p>
<p>Quarenta <a title="EPAC2 causa reviravolta nas pesquisas sobre diabetes" href="http://www.diabeticool.com/epac2-causa-reviravolta-nas-pesquisas-sobre-diabetes/">diabéticos tipo 1</a> já foram selecionados como voluntários para o estudo. Eles foram diagnosticados recentemente com a condição. Nos próximos meses, estas pessoas receberão doses bem pequenas de um medicamento utilizado na quimioterapia de pacientes com câncer.</p>
<p>O medicamento, chamado de <strong>aldesleucina</strong>, é uma modificação feita por cientistas da proteína interleucina-2, naturalmente presente no nosso organismo. Este remédio é utilizado com sucesso para tratar alguns tipos específicos de câncer de pele e dos rins.</p>
<p>A esperança dos cientistas, no caso dos pacientes com diabetes, é que a aldesleucina seja capaz de &#8220;reeducar&#8221; o <a title="“Mini-órgão” é a grande esperança para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">sistema imune</a> para que ele pare de atacar o próprio corpo. No diabetes tipo 1, células de defesa do organismo chamadas de <strong>células T</strong>, as quais normalmente atacam apenas os elementos nocivos à saúde, passam a destruir as células do pâncreas que produzem <a title="O que são as bombas de infusão de insulina?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-as-bombas-de-infusao-de-insulina/">insulina</a>, o que leva ao diabetes. É possível que a aldesleucina impeça este auto-ataque por parte das células T.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4484" alt="JDRF logo diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes.png" width="500" height="173" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes.png 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes-415x144.png 415w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Todo o estudo é patrocinado pela ONG <strong>JDRF</strong>, uma entidade cujo foco é &#8220;encontrar uma cura para o diabetes e suas complicações através de ajuda para pesquisas&#8221;. Desde 1970, quando foi fundada, a JDRF já destinou <strong>mais de US$ 1 bilhão para pesquisas</strong> sobre a doença em todo o mundo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-usa-remedio-contra-cancer-para-tratar-diabetes-tipo-1/">Estudo usa remédio contra câncer para tratar diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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