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	<title>Diabetes Care | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Neuropatia diabética atinge também o cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 13:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[Dinesh Selvarajah]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Sheffield]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descoberta mostra que danos aos nervos causados pelo diabetes modificam também nosso cérebro. Estudo abre portas para diagnóstico mais cedo e novos tratamentos. &#8220;Imagine que você saiu de casa numa noite agradável usando um par de sapatos apertadíssimos, e no dia seguinte seus pés estão te matando. É assim que se sente quem tem que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descoberta mostra que danos aos nervos causados pelo diabetes modificam também nosso cérebro. Estudo abre portas para diagnóstico mais cedo e novos tratamentos.<span id="more-7405"></span></em></p>
<p>&#8220;Imagine que você saiu de casa numa noite agradável usando um par de sapatos apertadíssimos, e no dia seguinte seus pés estão te matando. É assim que se sente quem tem que conviver com os danos ao nervos causados pelo diabetes&#8221;.</p>
<p>O relato acima é de uma mãe de família, 45 anos e diabética tipo 2 há 5. Ela sofre de <a title="É diabética e sente dores? Conheça os benefícios da vitamina D" href="http://www.diabeticool.com/e-diabetica-e-sente-dores-conheca-os-beneficios-da-vitamina-d/"><strong>neuropatia diabética</strong></a>, uma das conseqüências mais comuns do diabetes, seja o tipo 1 ou o tipo 2 (estima-se que 1/3 de quem está com diabetes tenha neuropatia). A mãe conta que há dias em que ela mal consegue se mexer &#8211; levar os cachorrinhos para passear é impossível, e até mesmo assar um bolo requer a ajuda do marido na hora de mexer a massa.</p>
<p>Para sorte dela e de milhões de pessoas em todo mundo que sofrem com a neuropatia, uma descoberta traz esperanças de que, em breve, o diagnóstico da doença poderá ser feito bem mais cedo, ajudando a evitar seu desenvolvimento.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">O QUE É A NEUROPATIA DIABÉTICA</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Aprenda aqui</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO A NEUROPATIA ATINGE O CÉREBRO?</strong></p>
<p>A descoberta em questão foi feita por cientistas da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, e publicada na revista <em>Diabetes Care</em>. Os pesquisadores descobriram que <strong>pacientes com neuropatia diabética apresentavam volume menor de uma região do cérebro</strong> responsável por processar sensações e dores.</p>
<p>É a primeira vez que a neuropatia é relacionada a danos no cérebro. Até então, acreditava-se que os danos ao órgão causados pela doença seriam bem limitados e pouco influiriam na saúde da pessoa.</p>
<p>Através de técnicas modernas de ressonância magnética, os cientistas estudaram os cérebros de diabéticos tipo 1 e tipo 2 com neuropatia e, quando compararam com os cérebros de não-diabéticos, perceberam o tamanho menor da região das &#8220;células cinzentas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO A DESCOBERTA AJUDARÁ A TRATAR A NEUROPATIA</strong></p>
<figure id="attachment_7407" aria-describedby="caption-attachment-7407" style="width: 315px" class="wp-caption alignleft"><img class=" wp-image-7407  " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/dinesh-selvarajah-diabetes-cerebro.jpg" alt="dinesh selvarajah diabetes cerebro" width="315" height="202" /><figcaption id="caption-attachment-7407" class="wp-caption-text">O dr. Dinesh explica os resultados de seu estudo inovador.</figcaption></figure>
<p>O dr. Dinesh Selvarajah, um dos autores do trabalho, explica: &#8220;Nosso estudo revela pela primeira vez o quanto a neuropatia diabética está envolvida com o cérebro, causando encolhimento e redução da principal região do <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">cérebro</a> associada às sensações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta é uma nova descoberta que ajudará, e muito, a entender, tratar e prevenir a doença, que até então nós achávamos que era bastante inócua em termos de efeitos no cérebro&#8221;, disse o pesquisador.</p>
<p>Os próximos passos das pesquisas são determinar exatamente quando o cérebro começa a ser influenciado pela neuropatia e buscar maneiras de impedir que isto ocorra. As esperanças são de que, em pouco tempo, dores como a da mãe de família do início do texto possam ser completamente evitadas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/neuropatia-diabetica-atinge-tambem-o-cerebro/">Neuropatia diabética atinge também o cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Mediterrâneo: mais vantagens para diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 20:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dieta do mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[dieta mediterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Endocrine]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Katherine Esposito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudos científicos recém-publicados mostram inúmeras vantagens da dieta mediterrânea para quem está com diabetes tipo 2, incluindo até a remissão da doença. Dietas existem várias. Há jeitos e mais jeitos diferentes de se comer, uns priorizando um certo nutriente, outros abolindo da alimentação algum composto diferente. Em comum, todas as dietas prometem muito mais saúde, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudos científicos recém-publicados mostram inúmeras vantagens da dieta mediterrânea para quem está com diabetes tipo 2, incluindo até a remissão da doença. <span id="more-7384"></span></em></p>
 O azeite de oliva é um dos segredinhos de sucesso da dieta do Mediterrâneo!
<p><strong>Dietas existem várias</strong>. Há jeitos e mais jeitos diferentes de se comer, uns priorizando um certo nutriente, outros abolindo da alimentação algum composto diferente. Em comum, todas as dietas prometem muito mais saúde, disposição e &#8211; em muitos casos &#8211; o <a title="Como funcionam os medicamentos para o diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">controle do diabetes tipo 2</a>. Mas será que todas elas são igualmente eficientes e boas à saúde? Ou será que existe uma dieta muito melhor que as outras e que deva ser seguida por quem está com diabetes?</p>
<p>Há algum tempo, tem-se falado muito na <a href="https://www.google.com/url?q=http://www.diabeticool.com/dieta-mediterranea-faz-bem-tambem-para-a-cabeca/&amp;sa=U&amp;ei=4yVYU-ikDufU8AHsyIHIAg&amp;ved=0CAkQFjAC&amp;client=internal-uds-cse&amp;usg=AFQjCNHa_Vq-wC9HygctS7b37x3gG6mANw"><strong>dieta mediterrânea</strong></a>. Em termos de alimentos, ela se baseia em comidas integrais, peixes, legumes o mais frescos possíveis e muito azeite de oliva. Em termos fisiológicos, a dieta mediterrânea contém poucos açúcares e uma quantidade relativamente alta de gorduras &#8220;saudáveis&#8221; (especialmente na forma de azeite de oliva).</p>
<p>Novos estudos científicos, realizados na Universidade de Nápoles e publicados nas últimas edições dos periódicos <em>Diabetes Care</em> e <em>Endocrine</em>, vêm colocar lenha na fogueira do Mediterrâneo. Os trabalhos mostram que a dieta é uma das mais eficientes no combate ao diabetes tipo 2, ajudando até a regredir a doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EMBATE: DIETA MEDITERRÂNEA X DIETAS COM POUCAS GORDURAS</strong></p>
<figure id="attachment_7387" aria-describedby="caption-attachment-7387" style="width: 220px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-7387  " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/katherine-esposito-diabetes.jpg" alt="katherine esposito diabetes" width="220" height="249" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/katherine-esposito-diabetes.jpg 349w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/katherine-esposito-diabetes-212x240.jpg 212w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /><figcaption id="caption-attachment-7387" class="wp-caption-text">A cientista Katherine Esposito, da Universidade de Nápoles, na Itália, é uma das autoras dos estudos.</figcaption></figure>
<p>Os trabalhos acompanharam, ao longo de 8 anos, grupos de diabéticos tipo 2 recém-diagnosticados. Parte deles passou a seguir a dieta do Mediterrâneo (rica em &#8220;gorduras boas&#8221;), enquanto a outra parte seguiu uma dieta que restringia a quantidade de gorduras ingeridas (deveria ser menos de 30% das calorias diárias).</p>
<p>Ao longo dos anos, um resultado foi consistente: <strong>aqueles que seguiram a dieta mediterrânea controlaram muito melhor a glicemia</strong>, apresentando níveis de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> menores do que o outro grupo.</p>
<p>Além disso, quem passou a se alimentar com poucas gorduras demorou cerca de 6 anos até ter de começar a tomar medicações antidiabéticas. Este tempo foi de 8 anos para quem adotou a dieta mediterrânea.</p>
<p><strong> + <span style="color: #ff6600;">VEJA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/conheca-os-novos-beneficios-da-dieta-mediterranea/">Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REMISSÃO DO DIABETES TIPO 2</strong></p>
<p>Outro dado que chamou a atenção: depois de seguir a dieta mediterrânea por um curto espaço de tempo (1 ano), 15% dos voluntários conseguiu controlar tão bem a glicemia que o diabetes tipo 2 &#8220;sumiu&#8221;. O número da remissão no outro grupo, o que comeu menos gorduras, foi de apenas 5%. A vantagem se manteve ao longo dos 8 anos de estudo.</p>
 Altas quantidades de azeite, fibras e vegetais: esta é a Dieta Mediterrânea &#8211; e ela faz um bem danado ao organismo!
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEGREDOS DO MEDITERRÂNEO</strong></p>
<p>&#8220;Apesar de nós não sabermos exatamente qual é o segredo da dieta mediterrânea para controlar a quantidade de açúcar no sangue, é provável que esteja relacionado a <strong>altos teores de fibras</strong>, <strong>pouca carne vermelha</strong> e <strong>muito azeite de oliva e peixes</strong>, uma boa fonte de proteínas e gorduras insaturadas&#8221;, disse Katherine Esposito, principal autora do trabalho.</p>
<p>&#8220;A dieta do Mediterrâneo é uma maneira fácil de combinar alimentos saudáveis a muitos gostos e sabores. A maioria dos nossos pacientes continuou seguindo a dieta, até mesmo após o término do estudo&#8221;, contou Katherine.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dieta-do-mediterraneo-mais-vantagens-para-diabeticos/">Dieta do Mediterrâneo: mais vantagens para diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Mais uma prova de que diabético que se cuida vive mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2014 17:54:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[auto-monitoramento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo mostra que riscos de falecimento são 40% menores em diabéticos tipo 2 que cuidam bem da própria saúde. Veja lista com dicas de auto-monitoramento. Um estudo realizado na Alemanha e publicado na revista científica Diabetes Care mostra a enorme importância do próprio paciente diabético cuidar bem do seu corpo. O estudo acompanhou a saúde &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo mostra que riscos de falecimento são 40% menores em diabéticos tipo 2 que cuidam bem da própria saúde. Veja lista com dicas de auto-monitoramento.</em><span id="more-7258"></span></p>
 Uma das dicas mais valiosas para controlar bem o diabetes: praticar atividades físicas! Uma simples caminhada já ajuda bastante a melhorar o corpo, a mente e a saúde como um todo.
<p>Um estudo realizado na Alemanha e publicado na revista científica <em>Diabetes Care</em> mostra a enorme importância do <strong>próprio</strong> <strong>paciente</strong> diabético cuidar bem do seu corpo.</p>
<p>O estudo acompanhou a saúde de 340 diabéticos tipo 2 ao longo de 12 anos e correlacionou parâmetros como valores de hemoglobina glicada (<a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">o que é isto?</a>), pressão sangüínea e colesterol às maneiras como o diabético controlava a própria saúde.</p>
<p>A conclusão é, de certa forma, mais do que esperada, porém reforça a noção de que o comprometimento do diabético no controle da doença é fundamental para uma boa qualidade de vida. Segundo os dados do trabalho,<strong> os voluntários que mais e melhor cuidaram do diabetes tiveram risco de morte 39% menor no geral do que aqueles pacientes que administravam com desleixo o diabetes</strong>. Além disso, os riscos de morte por <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">complicações cardiovasculares</a> foi 35% menor no grupo do melhor controle.</p>
<p>Nenhuma diferença significativa foi encontrada em termos de hemoglobina glicada, colesterol, pressão, neuropatia e demais fatores estudados entre os dois grupos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO CUIDAR DO DIABETES COM SUCESSO?</strong></p>
<p>Segundo o estudo alemão, existem <strong>seis maneiras bem simples de cuidar da própria saúde</strong> que uma pessoa que está com diabetes pode seguir. Realizar pelo menos quatro destas seis tarefas contribui para uma qualidade de vida (e sobrevida) muito maior e mais feliz.</p>
 Escolher bem o tipo de alimento que se come é outro ponto positivo dos diabéticos que vivem mais.
<p>As seis dicas de auto-controle do diabetes são:</p>
<ul>
<li>Praticar <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">exercício físicos</a> regularmente</li>
<li>Prestar atenção à <a title="Viu alguma alteração nos seus pés? Corra para o médico!" href="http://www.diabeticool.com/viu-alguma-alteracao-nos-seus-pes-corra-para-o-medico/">saúde dos pés</a></li>
<li>Controle diário da glicemia</li>
<li>Controle do peso</li>
<li>Ter um plano alimentar definido</li>
<li>Manter um diário do diabetes (anotando os valores de glicemia, também a maneira como um alimento diferente modificou o padrão glicêmico etc.)</li>
</ul>
<p>É como todo diabético bem sabe: cuidar da saúde vai muito além de simplesmente tomar remédio. Prestar atenção aos <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sinais-de-que-tenho-diabetes/">sinais que o corpo dá</a> quando alguma coisa está errada e cuidar muito bem da nossa saúde são ações fundamentais para tratar a doença e viver de bem com o diabetes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>DICA</strong></span>: O <strong>Diabeticool</strong> fornece, gratuitamente, um material essencial ao bom controle do diabetes. <strong><a href="http://www.diabeticool.com/downloads/">Clique aqui</a> </strong>para acessar nossa página de downloads, baixar e imprimir a tabela semanal de controle da glicemia!</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/mais-uma-prova-de-que-diabetico-que-se-cuida-vive-mais/">Mais uma prova de que diabético que se cuida vive mais</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Beba café todos os dias para reduzir os riscos de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 19:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[ácido clorogênico]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[café descafeinado]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo fortalece a idéia de que o café (até mesmo o descafeinado!) é um agente poderoso na prevenção do diabetes tipo 2. O café é uma das bebidas mais apreciadas em todos os cantos do planeta. Só no ano passado, mais de 145 milhões de sacas foram comercializadas, um recorde histórico. Tanto amor pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo fortalece a idéia de que o café (até mesmo o descafeinado!) é um agente poderoso na prevenção do diabetes tipo 2.<span id="more-6947"></span></em></p>
 Café: um remédio natural e saboroso para prevenir o diabetes tipo 2.
<p>O café é uma das bebidas mais apreciadas em todos os cantos do planeta. Só no ano passado, mais de 145 milhões de sacas foram comercializadas, um recorde histórico. Tanto amor pelo café faz muito bem para a saúde: a Ciência já demonstrou diversos aspectos positivos da ingestão rotineira de uma deliciosa xícara de café, como por exemplo a prevenção do Alzheimer, da demência e o combate ao câncer. Outro benefício muito conhecido do café é <strong>prevenir o diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS EM</span>:&#8221;<a href="http://www.diabeticool.com/quantas-xicara-de-cafe-por-dia-te-protegem-do-diabetes/">Quantas xícara de café por dia te protegem do diabetes?</a></strong>&#8221;</p>
<p>Cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, publicaram na edição deste mês da revista <em>Diabetes Care</em> uma análise atualizada das últimas descobertas científicas sobre os efeitos do café no diabetes. Além de coletarem novos dados, os pesquisadores estudaram também se o <strong>café descafeinado</strong> possui propriedade antidiabéticas.</p>
<p>No total, foram analisadas informações sobre a saúde de mais de um milhão de pessoas, 45 mil delas tendo diabetes tipo 2.</p>
<p>Os resultados do estudo foram inequívocos: beber café diariamente reduz drasticamente os riscos de diabetes tipo 2. Mais do que isto, os riscos decrescem de acordo com a quantidade de xícaras bebidas. Tomar seis xícaras por dia equivale a <strong>chances 33% menores</strong> de desenvolver diabetes do tipo 2.</p>
<p>Além disto, a pesquisa também descobriu que, de fato, tanto o café descafeinado quanto o café normal previnem o diabetes tipo 2.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">QUE TAL UMA RECEITA REFRESCANTE COM CAFÉ?</span> &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/cafe-mocha-gelado-para-diabeticos/">Café Mocha Gelado para diabéticos</a>&#8220;</strong></p>
<p>Os autores do artigo sugerem alguns motivos pelos quais o café pode ajudar a proteger o corpo contra o diabetes. O café contém <strong>ácido clorogênico</strong>, uma molécula que se mostrou eficaz na redução da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> em modelos animais, uma vez que diminui a absorção de glicose pelo intestino. Ademais, outros componentes do café parecem ajudar a aumentar a sensibilidade à insulina e a controlar as taxas de açúcar no sangue, como o <strong>magnésio</strong> e compostos fenólicos.</p>
<p>É interessante notar que os efeitos benéficos do café não estão relacionados, necessariamente, à cafeína. É por isto que o café descafeinado demonstrou ter tantas propriedades antidiabéticas quanto o café normal.</p>
<p>Depois de saber destas ótimas novidades, quem aceita agora uma xícara de café bem quentinho?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referência</strong><em>: Ming Dind et al. Caffeinated and Decaffeinated Coffee Consumption and Risk of Type 2 Diabetes: A Systematic Review and a Dose-Response Meta-analysis. Diabetes Care 37, 02.2014.</em></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/beba-cafe-todos-os-dias-para-reduzir-os-riscos-de-diabetes/">Beba café todos os dias para reduzir os riscos de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Antidepressivos podem dar diabetes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/antidepressivos-podem-dar-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 19:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
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		<category><![CDATA[Richard Holt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica que sim. Porém esta é uma ligação bem indireta, mediada por um dos efeitos colaterais do medicamento. Entenda. A revista científica Diabetes Care traz, na última edição, uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrando que pessoas tratadas com antidepressivos correm riscos maiores do que o normal de contrair &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa indica que sim. Porém esta é uma ligação bem indireta, mediada por um dos efeitos colaterais do medicamento. Entenda.</em> <span id="more-5281"></span></p>
<p>A revista científica <a href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-exercicio-fisico-para-diabeticos-tipo-1/"><em>Diabetes Care</em></a> traz, na última edição, uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrando que pessoas tratadas com antidepressivos correm <strong>riscos maiores do que o normal</strong> de contrair diabetes tipo 2.</p>
<p>Apesar de não conseguirem comprovar que antidepressivos necessariamente aumentam as chances de diabetes (a pesquisa simplesmente mostrou uma correlação entre ingerir os medicamentos e ter a doença), os pesquisadores levantaram diversas hipóteses quanto aos motivos que poderiam explicar tal fato.</p>
<p>Segundo eles, é muito possível que a <strong><a href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">obesidade</a></strong> seja o elemento que une os antidepressivos ao diabetes. Os pesquisadores alertaram que um dos efeitos colaterais mais comuns de certos antidepressivos é facilitar o <strong>ganho de peso</strong>, e este é um enorme fator de risco para o surgimento do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO TOMAR ANTIDEPRESSIVOS E PREVENIR O DIABETES?</strong></p>
<p>Richard Holt, professor de diabetes e endocrinologia na Universidade onde a pesquisa foi feita, afirmou: &#8220;Sendo que a <a href="http://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/"><strong>depressão</strong> </a>é um importante problema clínico e antidepressivos são tratamentos efetivos contra esta condição debilitante, médicos devem estar atentos para os riscos potenciais de diabetes, particularmente quando prescreverem doses altas ou de longa duração dos medicamentos.&#8221;</p>
<p>Caso precisem mesmo prescrever doses altas de antidepressivos, os médicos deveriam orientar seus pacientes quanto ao monitoramento dos <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sinais-de-que-tenho-diabetes/">sinais de diabetes</a> e orientá-los sobre mudanças saudáveis nos hábitos de vida, buscando, desta forma, evitar a doença metabólica.</p>
<p>A notícia de que antidepressivos podem desenvolver o diabetes vem em boa hora. Só na Inglaterra, onde a pesquisa ocorreu, cerca de 50 milhões de embalagens destes remédios são prescritas pelo sistema público de saúde todos os anos. E este número tem aumentado bastante nos últimos tempos. Assim, é fundamental que os médicos estejam preparados para os efeitos colaterais dos remédios, ajudando a prevenir &#8211; mesmo que indiretamente! &#8211; a atual <strong>epidemia</strong> de diabetes.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/antidepressivos-podem-dar-diabetes/">Antidepressivos podem dar diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Adolescentes e diabetes: como fazê-los cuidar melhor da saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 22:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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		<category><![CDATA[TeenCope]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas descobrem que há uma maneira bem eficiente de fazer com que adolescentes diabéticos cuidem direitinho da saúde. Uma das épocas mais difíceis da vida de qualquer pessoa é a transição da infância para a adolescência e, posteriormente, à vida adulta. Modificações físicas e psicológicas tornam o período traumático para muita gente &#8211; e bem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas descobrem que há uma maneira bem eficiente de fazer com que adolescentes diabéticos cuidem direitinho da saúde.</em></p>
<p><span id="more-4513"></span></p>
<p>Uma das épocas mais difíceis da vida de qualquer pessoa é a transição da infância para a <a title="Dormir pouco pode aumentar o risco de diabetes na adolescência" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes-na-adolescencia/">adolescência</a> e, posteriormente, à vida adulta. Modificações físicas e psicológicas tornam o período traumático para muita gente &#8211; e bem complicado para todo mundo! Imagine, então, como é a entrada na adolescência de crianças que convivem com o diabetes. Muitas vezes, a rebeldia inerente à idade extravasa para o controle da condição. <strong>No mundo inteiro, nota-se uma piora considerável nos indicadores de saúde de jovens diabéticos quando passam por esta fase</strong>. O que fazer para modificar tal tendência e garantir que a juventude diabética cuide bem da sua saúde?</p>
<p>Uma possível estratégia é contar com a ajuda da tecnologia. Nos EUA, por exemplo, existem alguns programas de computador acessados via Internet que, pelo menos na teoria, auxiliam os jovens a compreender e a controlar melhor o diabetes. Será que eles funcionam mesmo? Esta foi a pergunta que uma nova pesquisa científica buscou responder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ESTUDANDO OS EFEITOS DA TECNOLOGIA NOS JOVENS DOCINHOS</strong></p>
<p>Publicado online na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>, o estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Yale acompanhou diversos indicadores de saúde de 320 jovens diabéticos (todos tinham <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>), de idades entre 11 e 14 anos. Todos passaram por um treinamento em um de dois programas via internet focados em jovens diabéticos, o <strong><em>TeenCope</em> </strong>e o <em><strong>Managing</strong> <strong>Diabetes</strong></em>. Alguns deste jovens, porém, fizeram ambos os treinamentos virtuais. Estes treinamentos, que duraram pelo menos um ano, além de fornecerem informações gerais sobre a doença, também prestavam auxílio psicológico e educacional aos usuários.</p>
<figure id="attachment_4515" aria-describedby="caption-attachment-4515" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4515" alt="O programa para computador TeenScope, para jovens com diabetes, foi um dos testados no estudo." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/teencope-tela-diabetes.png" width="600" height="398" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/teencope-tela-diabetes.png 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/teencope-tela-diabetes-362x240.png 362w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-4515" class="wp-caption-text">O programa para computador TeenScope, para jovens com diabetes, foi um dos testados no estudo.</figcaption></figure>
<p>Os resultados mostraram que os jovens que fizeram tanto o treinamento <em>TeenCope</em> quanto aqueles que concluíram o <em>Managing Diabetes</em> mantiveram qualidade de vida estável e mostraram aumentos irrisórios nos níveis de <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> ao longo do período de treinamento. Os resultados espantosos surgiram quanto estes adolescentes foram comparados àqueles que utilizaram ambos os programas de computador.</p>
<p>Os adolescentes que fizeram os dois treinamentos online, ao final do estudo, tiveram menores índices de hemoglobina glicada, stress e conflitos familiares relacionados ao diabetes. Ao mesmo tempo, mostraram melhor qualidade de vida, aceitação social e habilidade em administrar a doença. Todos estes fatores provam que, de fato, os programas online parecem ser bastante eficientes em educar os jovens com diabetes e a estimulá-los a cuidar melhor de si próprios.</p>
<p>Os cientistas concluíram também que a internet é um meio eficiente para utilizar tais tipos de programas de educação. Será que um dia veremos programas online como os dois testados ficarem populares também no Brasil?</p>
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		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Peixes contaminados com mercúrio podem causar diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 17:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa correlaciona pela primeira vez o acúmulo de mercúrio no organismo &#8211; geralmente vindo dos peixes que comemos &#8211; a maiores riscos de diabetes. Imagine um grupo de pessoas bem magras, com índice de gordura corporal pequeno e que se alimenta de maneira extremamente saudável, ingerindo grandes quantidades de peixes e frutos do mar todas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa correlaciona pela primeira vez o acúmulo de mercúrio no organismo &#8211; geralmente vindo dos peixes que comemos &#8211; a maiores riscos de diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4299"></span></p>
<p>Imagine um grupo de pessoas bem magras, com índice de gordura corporal pequeno e que se alimenta de maneira extremamente saudável, ingerindo grandes quantidades de peixes e frutos do mar todas as semanas. Seguindo a lógica, estas pessoas correriam baixíssimos riscos de desenvolver diabetes &#8211; uma doença cujos fatores de risco incluem a <a title="Pais devem redobrar cuidados com o exagero de doce" href="http://www.diabeticool.com/pais-devem-redobrar-cuidados-com-o-exagero-de-doce/">má alimentação</a> e a obesidade -, certo? Porém, como de costume, a realidade é sempre mais complicada do que podemos imaginar. Cientistas da Escola de Saúde Pública da Universidade de Indiana, nos EUA, descobriram um motivo pelo qual quem come muito peixe pode ter as chances <strong>aumentadas</strong> de desenvolver diabetes no futuro. O motivo seria o <strong>mercúrio</strong>, uma substância tóxica que pode estar presente nos alimentos que vêm do mar.</p>
<p>A pesquisa, publicada no periódico científico <a title="Remédio para asma pode reverter o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-asma-pode-reverter-o-diabetes/"><em>Diabetes Care</em></a>, afirma que &#8220;(o) mercúrio é um poluente de ampla dispersão com alta toxicidade tanto para formas orgânicas como inorgânicas. As maiores fontes de acúmulo do mercúrio em humanos resultam da exposição (&#8230;) ao consumo de peixes e frutos do mar (&#8230;).&#8221; O trabalho também indica quais os problemas de saúde que este acúmulo de mercúrio no organismo pode provocar: &#8220;(O mercúrio) já foi relacionado a doenças em humanos, incluindo atrasos no desenvolvimento neural, supressão do sistema imune e disfunção cardiovascular&#8221;. Ou seja, o mercúrio é capaz de provocar grandes estragos à nossa saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 224px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" alt="" src="http://www.scientificamerican.com/media/inline/jeremy-piven-mercury-poisoning_1.jpg" width="224" height="224" /><figcaption class="wp-caption-text">O mercúrio é o único metal que é líquido em condições normais de temperatura e pressão.</figcaption></figure>
<p><strong>E QUAL SERIA A RELAÇÃO ENTRE MERCÚRIO E DIABETES?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conforme visto acima, o mercúrio é uma substância que pode desestabilizar nosso sistema imune, aquele de defesa do organismo e que nos protege, por exemplo, de infecções. Acredita-se que uma das causas do diabetes seja justamente a inflamação recorrente do pâncreas, o órgão que produz a insulina. Assim, ingerir muito mercúrio poderia, ao longo do tempo, prejudicar o <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/">pâncreas</a>, resultando, assim, no diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONHECENDO OS COMEDORES DE PEIXES</strong></p>
<p>A fim de medir a influência da ingestão do mercúrio no desenvolvimento do diabetes, os pesquisadores acompanharam um grupo de 3.875 homens e mulheres norte-americanos. Eles tiveram sua saúde acompanhada desde 1987. Nenhum deles tinha diabetes há 26 anos, quando o estudo começou. Bastante interessante é a maneira pela qual a quantidade de mercúrio em seus corpos foi medida: através de testes nas unhas do dedão do pé!</p>
<p>Destas quase quatro mil pessoas, as que adotaram um estilo de vida mais saudável ao longo dos anos &#8211; ou seja, tinham menos gordura corporal e menor <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">circunferência abdominal</a> &#8211; foram aquelas que apresentaram maiores níveis de contaminação por mercúrio. O motivo, acredita-se, é que elas comiam peixe com maior freqüência do que os demais voluntários. Ao mesmo tempo, estas pessoas apresentaram 65% mais chances de desenvolver diabetes ao longo dos anos &#8211; dois fatos que os cientistas foram capazes de correlacionar, após diversos testes para controle.</p>
<p>Ou seja, no final das contas, alimentar-se bem acabou provando uma má idéia para este grupo, já que seguir uma dieta baseada em peixes parece ter favorecido o aparecimento do diabetes. Seria esta a conclusão a ser tirada do trabalho científico?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENTÃO QUER DIZER QUE É PERIGOSO COMER PEIXE?</strong></p>
<p><strong>Não</strong>! Precisamos entender o seguinte: este recente estudo relacionou, pela primeira vez, mercúrio ao diabetes, por isso ele é bastante importante. Porém, mais importante ainda é lembrar que nem todos os peixes contêm quantidades significativas de mercúrio. Além disso, dependendo do local do mundo onde uma pessoa vive, os pescados à venda no mercado podem ser mais ou menos contaminados. Por exemplo, a pesquisa foi realizada nos EUA, país no qual os índices de mercúrio nos frutos marinhos à venda é bem maior do que aqui no Brasil.</p>
<p>Ademais, os autores do estudo revelaram que algumas espécies marinhas, como o <strong>salmão</strong>, o <strong>camarão</strong> e o <strong>bacalhau</strong>, naturalmente não guardam muito mercúrio dentro de si, podendo ser comidos com gosto. Os peixes que mais acumulam mercúrio &#8211; felizmente para nós! -, não fazem parte da dieta normal brasileira, e incluem o peixe-espada e até mesmo o tubarão (<em>!</em>).</p>
<p>É bem provável que esta descoberta seja propagandeada como um motivo para não comer peixe, ou pelo menos para pensar duas vezes antes de se deliciar com aquele gostoso peixinho na praia. Porém, <strong>agora você já sabe que esta é uma conclusão falsa</strong> a partir dos dados do estudo.</p>
<p>Manter uma dieta rica e repleta de <a title="Ômega-3 pode controlar e prevenir diabetes" href="http://www.diabeticool.com/omega-3-pode-controlar-e-prevenir-diabetes/">peixes e frutos do mar</a> continua sendo uma excelente maneira de viver mais e melhor, ajudando a evitar diversas doenças &#8211; inclusive o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;21&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/peixes-contaminados-com-mercurio-podem-causar-diabetes/">Peixes contaminados com mercúrio podem causar diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que vale mais a pena: cirurgia bariátrica ou fazer dieta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 21:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de redução do estômago]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[dieta drástica]]></category>
		<category><![CDATA[Ildiko Lingvay]]></category>
		<category><![CDATA[remissão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa recém-publicada responde de maneira surpreendente a esta questão. Quando um diabético que está acima do peso passa pela cirurgia bariátrica, as chances de que seu diabetes melhore substancialmente são altíssimas. Existem casos que descrevem, inclusive, a reversão do diabetes após este tipo de procedimento cirúrgico. Portanto, muita gente chegou à conclusão de que cirurgia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa recém-publicada responde de maneira surpreendente a esta questão.</em></p>
<p><span id="more-4216"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Quando um diabético que está acima do peso passa pela <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">cirurgia bariátrica</a>, as chances de que seu diabetes melhore substancialmente são altíssimas. Existem casos que descrevem, inclusive, a <a title="Remédio para asma pode reverter o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-asma-pode-reverter-o-diabetes/"><strong>reversão do diabetes</strong></a> após este tipo de procedimento cirúrgico. Portanto, muita gente chegou à conclusão de que cirurgia bariátrica é um ótimo e certeiro caminho para tratar o diabetes. Porém há um probleminha neste raciocínio. As pessoas que fazem a cirurgia de redução de estômago são orientadas a mudar radicalmente a maneira como se alimentam após a cirurgia. É sabido que se alimentar bem e de maneira saudável é um passo importante para prevenir o diabetes. Então fica a dúvida: essa melhora no diabetes vista em pessoas que fizeram a cirurgia acontece por causa da cirurgia ou por causa desta dieta drástica? Cientistas foram atrás da resposta e fizeram uma descoberta impressionante.</p>
<p>De acordo com o trabalho, publicado no periódico médico <a title="Você conhece os efeitos colaterais dos seus remédios?" href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-efeitos-colaterais-dos-seus-remedios/"><em>Diabetes Care</em></a>, <strong>o segredo da melhora do diabetes está na dieta</strong>. &#8220;Durante muitos anos, a questão foi: &#8216;qual destes dois fatores causa uma melhora tão rápida no diabetes após a cirurgia: a cirurgia em si ou a mudança na dieta?&#8217; &#8220;, contou a dra. Ildiko Lingvay, principal autora do estudo. &#8220;Nós descobrimos que é a redução na ingestão de calorias que se segue à cirurgia bariátrica que leva a grandes melhoras no diabetes, e não a cirurgia em si&#8221;, explicou.</p>
 A dra. Ildiko Lingvay, do UT Southwestern Medical Center &#8211; créditos da imagem à Instituição.
<p>O estudo acompanhou 10 pacientes com diabetes em dois períodos diferentes. Num primeiro momento, antes de passarem pela cirurgia de redução do estômago, eles iniciaram a dieta que é recomendada após a cirurgia e tiveram a <a title="Monitores de Glicose no Sangue" href="http://www.diabeticool.com/monitores-de-glicose-no-sangue/">glicose</a> no sangue medida constantemente. Meses depois, a cirurgia foi feita, os pacientes inciaram novamente a dieta e novos testes foram conduzidos.</p>
<p>Esta &#8220;<a title="Dieta drástica reverte diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dieta-drastica-reverte-diabetes/">dieta drástica</a>&#8221; recomendada após o procedimento cirúrgico consiste em ingerir menos de 2000 kcal por dia, por períodos de pelo menos 10 dias.</p>
<p>Os resultados mostraram que a glicemia de jejum caiu 21%, em média, durante o primeiro período de testes e 12% após a cirurgia. Além disso, a glicemia pós-prandial (depois de uma refeição normal) diminuiu 15% no primeiro e 18% no segundo período. De acordo com os cientistas, estes resultados, bastante próximos no geral, indicam que a dieta extremamente restritiva imposta após a cirurgia bariátrica é a responsável pela rápida remissão do diabetes, que ocorre dentro de pouco dias após o procedimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ISTO SIGNIFICA QUE VALE MAIS A PENA FAZER DIETA DO QUE FAZER A CIRURGIA?</strong></p>
<p>A dra. Lingvay explicou que, apesar de sua pesquisa demonstrar que a dieta é muito mais importante do que a cirurgia de redução do estômago na melhora do diabetes, não se pode desmerecer o procedimento médico. &#8220;Infelizmente, é quase impossível manter-se em uma dieta tão restritiva no longo prazo sem ter passado pela cirurgia. Nós descobrimos que o sucesso da cirurgia bariátrica é mediado através da habilidade de controlar a ingestão de comida, o que, por sua vez, tem efeitos beneficiais no diabetes.&#8221;</p>
<p>De qualquer maneira, a pesquisa fornece <strong>mais um bom motivo</strong> para se manter o peso sempre dentro de uma faixa adequada e demonstra, mais uma vez, a enorme influência positiva que uma boa alimentação tem no organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;14&#8243;]
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		<title>Números da prevalência de câncer em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2013 11:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Centers for Disease Control]]></category>
		<category><![CDATA[Chaoyang Li]]></category>
		<category><![CDATA[Contágio]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[seriado]]></category>
		<category><![CDATA[The Walking Dead]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a relação entre a incidência de câncer e o tempo que uma pessoa possui diabetes? O CDC, ou Centers for Disease Control (Centros de Controle de Doenças), é uma entidade de saúde famosa nos Estados Unidos e no mundo. O órgão é responsável por fornecer informações e realizar pesquisas sobre doenças, especialmente aquelas de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Qual a relação entre a incidência de câncer e o tempo que uma pessoa possui diabetes?</em></p>
<p><span id="more-3080"></span></p>
<p>O <strong>CDC</strong>, ou <a title="Expectativa de vida de jovens com diabetes é 80% maior do que há 40 anos" href="http://www.diabeticool.com/expectativa-de-vida-de-jovens-com-diabetes-e-80-maior-do-que-ha-40-anos/"><em>Centers for Disease Control</em></a> (Centros de Controle de Doenças), é uma entidade de saúde famosa nos Estados Unidos e no mundo. O órgão é responsável por fornecer informações e realizar pesquisas sobre doenças, especialmente aquelas de natureza epidêmica &#8211; as quais podem colocar em risco, rapidamente, um país inteiro. Com mais de 15 mil funcionários e 18 bilhões de reais de verbas anuais, o Centro mantém uma base de dados gigantesca, atualizada constantemente, a fim de manter sob controle a saúde pública norte-americana.</p>
<p>Devido à importância estratégica do Centro e aos ótimos trabalhos científicos publicados por seus cientistas, o CDC é presença constante em filme e seriados. No sucesso dos cinemas <strong>Contágio</strong> (2011), por exemplo, pesquisadores do CDC correm contra o relógio para descobrir como parar um novo e letal vírus, que está matando milhares de americanos. O CDC também é destaque no popular seriado <strong>The Walking Dead</strong>. Na história, os sobreviventes do &#8220;apocalipse zumbi&#8221; tentam entender o que está acontecendo com as pessoas infectadas buscando informações com pesquisadores do Centro.</p>
<figure id="attachment_3081" aria-describedby="caption-attachment-3081" style="width: 1280px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-3081 " alt="Sobreviventes do &quot;apocalipse zumbi&quot; buscam informações no CDC, no seriado &quot;The Walking Dead&quot;." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/walking-dead-cdc-diabetes.jpg" width="1280" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/walking-dead-cdc-diabetes.jpg 1280w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/walking-dead-cdc-diabetes-415x233.jpg 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/walking-dead-cdc-diabetes-1024x576.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-3081" class="wp-caption-text">Sobreviventes do &#8220;apocalipse zumbi&#8221; buscam informações no CDC, no seriado de sucesso &#8220;The Walking Dead&#8221;.</figcaption></figure>
<p>Na vida real, uma das funções mais importantes e de destaque do CDC é analisar dados. <strong>Milhões de dados</strong>. Rotineiramente, os resultados são divulgados à população e servem como confiável base para adoção de mudanças nas políticas de saúde pública.</p>
<p>Estes relatórios do CDC costumam focar em uma doença e tentar encontrar, através do estudo detalhado dos bancos de dados de saúde de todo o país, correlações entre ela e fatores de risco. <strong>A doença da vez para o CDC é o diabetes</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que o CDC tem a falar sobre o diabetes</strong>?</p>
<p>Em seu mais recente trabalho, o CDC analisou a prevalência de <a title="Popular medicamento antidiabético também combate o câncer de ovário" href="http://www.diabeticool.com/popular-medicamento-antidiabetico-tambem-combate-o-cancer-de-ovario/">câncer </a>em pessoas com diabetes. O estudo, publicado na última edição da revista científica <a title="Prevenindo o diabetes com hormônio masculino" href="http://www.diabeticool.com/prevenindo-o-diabetes-com-hormonio-masculino/"><em>Diabetes Care</em></a>, utilizou dados de 26 mil adultos diagnosticados com diabetes.</p>
<p>A equipe de pesquisadores por trás do projeto, liderada pelo doutor Chaoyang Li, descobriu que os índices de incidência de câncer crescem quanto mais tempo uma pessoa tiver diabetes. Em especial, diabéticos diagnosticados há pelo menos 15 anos mostraram taxas mais elevadas que o normal de câncer. Além disso, caso o paciente utilize <a title="Brasil anuncia produção de insulina humana em escala industrial" href="http://www.diabeticool.com/brasil-anuncia-producao-de-insulina-humana-em-escala-industrial/">insulina </a>como tratamento do diabetes, as chances de ter câncer eram ainda maiores.</p>
<p>É importante notar que, apesar das taxas de incidência de câncer terem se mostrado <em>maiores</em> que a média, este aumento foi relativamente pequeno. Porém, estes dados são importantíssimos para se entender melhor a dinâmica do diabetes no corpo humano.</p>
<p>Os autores escrevem no artigo que seus resultados, obtidos apenas através de cruzamento de informações dos bancos de dados, fornecem informações valiosas sobre a associação entre o câncer e o diabetes. Porém, eles defendem que estudos mais específicos sejam feitos, visando a entender e a confirmar <strong>como</strong> uma doença pode levar à outra.</p>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;9&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/numeros-da-prevalencia-de-cancer-em-diabeticos/">Números da prevalência de câncer em diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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