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	<title>adolescentes | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:05 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Recado para pais e mães: diabetes exige independência!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 21:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[acampamentos de diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[teste de glicemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tão importante quanto auxiliar os filhos a cuidar bem da saúde é ensiná-los a tratar o diabetes por conta própria, explica Ronaldo Wieselberg.   Recentemente li um texto do Dr. Walter Minicucci, no qual ele contava a história de um de seus pacientes. Naquele texto, ele contava da resistência do então menino às aplicações de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tão importante quanto auxiliar os filhos a cuidar bem da saúde é ensiná-los a tratar o diabetes por conta própria, explica Ronaldo Wieselberg.</em></p>
<p><span id="more-9238"></span></p>
<p><strong><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9245" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças.jpg" alt="diabetes exige independencia das crianças" width="800" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças-349x240.jpg 349w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças-768x528.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /> </strong></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>ecentemente li um texto do Dr. Walter Minicucci, no qual ele contava a história de um de seus pacientes. Naquele texto, ele contava da resistência do então menino às aplicações de insulina e aos testes de glicemia. Com a dedicação da mãe, o menino cresceu, agora tem uma <strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada de 7,1%</a></strong>, adequado provavelmente à sua faixa etária, mas continua <em>dependendo dos pais para as aplicações de insulina</em>. O Dr. Minicucci, então, conclui que é necessária a dedicação de uma figura familiar, assim como a mãe de seu paciente o fez.</p>
<p>Permito-me discordar do Dr. Minicucci.</p>
<p>Algo que percebo entre os profissionais de saúde que tratam pessoas com diabetes tipo 1 é a <strong>dificuldade de lidar com a família</strong>. Isso faz bastante sentido, já que essa “realidade” de pessoas com diabetes tipo 1 chegando à idade adulta de maneira saudável, sem complicações, sem depender de ninguém, é algo relativamente novo. A prova disso é que “ainda” – percebam as aspas – admiramos pessoas que chegam aos cinquenta, sessenta, setenta anos com diabetes&#8230; e sem nenhuma complicação!</p>
<p>Oras, se esse fosse o padrão, não precisaríamos admirar ninguém, concordam? <strong>A inspiração vem daquilo que é diferente, daquilo que almejamos</strong>. Quando todos chegamos ao mesmo objetivo, ele deixa de ser objeto de desejo. E é isso que esperamos que aconteça com o diabetes! Todos, curados ou muito bem tratados, com oitenta, noventa, cem anos de diabetes, e sem nenhuma complicação!</p>
<p>Para que todas as pessoas que convivem com o diabetes cheguem a idades avançadas bem de saúde, uma coisa é essencial: que elas próprias saibam se cuidar. E não tem jeito: a única maneira de aprender é começar desde cedo, empenhando-se no controle da saúde.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>QUEM É RESPONSÁVEL POR CUIDAR DO DIABETES?</strong></span><strong> </strong></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> que acontecia antigamente era a pessoa com diabetes, devido às limitações do tratamento da época, frequentemente desenvolver alguma complicação. Então, ela passava a depender de um cuidador – frequentemente, a mãe. Esse cuidador, então, perfazia todos os cuidados, tomava todas as decisões&#8230; em resumo, <strong>a vida da pessoa dependia desse cuidador</strong>.</p>
<p>Até agora, o que muitos dos profissionais de saúde fazem é exatamente isso. <strong>Inconscientemente</strong>, passam para os pais da criança recém-diagnosticada que ela deve fazer tudo pelo cuidado do filho&#8230; para sempre.</p>
<p>Laços de paternidade são, possivelmente, a coisa mais forte criada pela natureza para garantir que qualquer espécie sobreviva. Mães que viram carros para salvar filhos; pais que lutam com animais selvagens para resgatar uma criança&#8230; são vários os relatos. Nossos cérebros entendem que os filhos são a coisa mais valiosa da vida desde o começo. Até que eles atinjam a idade adulta e possam caminhar por si só.</p>
<p>E finalmente, chegamos ao diabetes. Uma doença crônica, que em breve <strong><a href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">afetará uma em cada onze pessoas no mundo</a></strong>. Não tem cura e, se não for tratada corretamente, pode levar à cegueira, amputações&#8230; um mundo de tragédias que ninguém deseja. Vamos, agora, somar todos os fatores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>O QUE ACONTECE COM OS FILHOS QUANDO TÊM DE SE VIRAR POR CONTA PRÓPRIA?</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >P</span>ais que naturalmente fariam tudo por seus filhos. Profissionais que inconscientemente transmitem a mensagem de que o cuidado da pessoa com diabetes depende do cuidador. Uma constelação de horrores caso o cuidado seja deixado de lado. Uma criança que não sabe como se cuidar. Resultado&#8230;? Você já pode imaginar.</p>
<p>Muitos pais trocam tudo pelo bem estar dos filhos. E não é no sentido figurado da palavra, muito menos só no Brasil. Almejando o “controle ótimo” dos filhos, muitos pais nos Estados Unidos deixam os empregos sob a ameaça de que lhes tirem os filhos por maus tratos. No Brasil, muitas mães trocam suas carreiras e empregos por alguma alternativa que <strong><a href="http://www.diabeticool.com/mae-abandona-emprego-para-cuidar-de-filha-pequena-com-diabetes/">permita que elas apliquem insulina</a></strong> e façam todos os testes de glicemia – e muitas vezes, não apenas na primeira infância dos rebentos.</p>
<figure id="attachment_9243" aria-describedby="caption-attachment-9243" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9243" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia.jpg" alt="ensinar a criança a medir a própria glicemia" width="650" height="434" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia-359x240.jpg 359w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-9243" class="wp-caption-text">Um dos focos dos acampamentos de diabetes (saiba mais abaixo) é ensinar as crianças a medir e corrigir a própria glicemia.</figcaption></figure>
<p>Quando os filhos vão crescendo e tendo mais independência, não há problemas. O problema é que alguns se acomodam, outros se incomodam com a situação. Alguns filhos deixam os cuidados com a saúde inteiramente nas mãos dos pais. Outros querem independência, porém encontram dificuldades na hora de corrigir a glicemia, pois não tinham experiência prévia de como fazer isso.</p>
<p>Histórias desse tipo são muito comuns. Vamos pensar em alguns casos&#8230;</p>
<ul>
<li>Imagine uma criança que nunca precisou se preocupar com <strong><a href="http://www.diabeticool.com/hipoglicemia-noturna-voce-avisa-seu-medico-quando-ela-acontece/">correção para hipoglicemia</a></strong>, já que a mãe sempre tinha biscoitos na bolsa. Nunca precisou se importar com aplicações de insulina, pois a mãe preparava todas as doses e as aplicava. Nunca se preocupou em carregar o monitor de glicemia, já que estava sempre com a mãe. Como essa criança, ao crescer, se conscientizaria de que agora <em>ela</em>, como jovem adulto, precisa carregar sempre consigo monitor de glicemia, correção para hipoglicemias e insulina? Deixar que ela aprenda com seus erros, apenas na hora em que a mãe não estiver mais ali, fazendo ainda mais traumático esse rompimento?</li>
</ul>
<ul>
<li>Um jovem adolescente, cuja mãe sempre fez tudo, agora quer sair com uma menina, com quem está se envolvendo romanticamente. Faz sentido ele levar a mãe junto para o encontro? Imagino a situação&#8230;</li>
</ul>
<ul>
<li>O mesmo jovem do exemplo anterior sente-se excluído do grupo de colegas da escola, uma vez que em todos os intervalos e refeições precisa sair de suas atividades para que a mãe aplique a insulina. Para um jovem em formação, a validação do grupo é algo absurdamente necessário. O controle do diabetes, desse jeito, passa a ser um estigma, e muitos acabam descuidando da saúde em busca de ‘aceitação’.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>FAMÍLIAS ESCLARECIDAS = FILHOS SAUDÁVEIS</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >P</span>articularmente, acredito que nós, como profissionais de saúde, deixamos muito a desejar no suporte à família. Uma família esclarecida entende que não estará ali para sempre – afinal, imortalidade me parece muito chato! – e que a criança, hora ou outra, alçará voo com suas próprias asas. Faculdade em outra cidade, dormir na casa da namorada, viajar para congressos&#8230; em algum momento, as vidas serão&#8230; delas!</p>
<blockquote><p>“Será que o controle ótimo do diabetes vale essa “bolha” na qual muitas crianças são colocadas, com a melhor das intenções?”</p></blockquote>
<p>As crianças têm um potencial de aprendizado imenso. Tanto que aprendem várias línguas rapidamente, podem se tornar prodígios quando estimuladas da maneira correta – que o diga o professor Laszlo Polgár, que transformou as três filhas em formidáveis jogadoras de xadrez para provar sua teoria! – e esta é uma característica normalmente menosprezada. Da mesma forma que muitos profissionais de saúde não comentam sobre as doenças que seus pacientes têm, com a ideia de que “não entenderiam”, muitos pais tomam para si, indefinidamente, as responsabilidades do diabetes.</p>
<p>Será que o controle ótimo do diabetes vale essa “bolha” na qual muitas crianças são colocadas, com a melhor das intenções? O que seria esse “controle ótimo”, afinal? Uma hemoglobina glicada dentro das metas recomendadas pelas sociedades científicas? A ausência de complicações? Será que uma criança com resultados “péssimos”, apesar de todos os esforços, não vai acabar mais desestimulada a se interessar pelo tratamento?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #01abe6;"><strong>ACAMPAMENTOS DE DIABETES: UMA IDÉIA POSITIVA PARA LIDAR COM OS DESAFIOS DO DIA A DIA</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >T</span>er um filho é um desafio à parte, e não existe uma resposta certa, absoluta, para essa situação. Nunca sabemos como vamos reagir às situações até que aconteçam, mas os <strong><a href="http://www.diabeticool.com/uma-nova-forca-lutando-pelo-diabetes-por-ronaldo-wieselberg/">acampamentos de diabetes</a></strong> nos oferecem valiosas informações sobre esse tema em especial&#8230; Muitas das crianças chegam lá desconhecendo o diabetes. E ali, existem pessoas capacitadas para cuidar delas: médicos, enfermeiros, e, sobretudo, monitores.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="NR1 26/01/16" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/hMB4OZc6YNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>Nos acampamentos, jovens que já passaram pelas mesmas dificuldades das crianças cuidam delas e transmitem informação e confiança de um jeito amigável e descontraído, na linguagem certa – são os monitores.</p></blockquote>
<p>Os monitores cumprem um papel curioso. Às vezes, agem como os “pais” das crianças, quando os mandam para o banho, quando os acordam, quando os mandam arrumar o quarto. Em outros momentos, são amigos, quando estão em alguma atividade, jogando futebol ou agitando uma festa. Mas sempre, <em>sempre</em>, são exemplos. São exemplos de compreensão, exemplos de confiança e, mesmo que não saibam tudo sobre diabetes – aliás, quem sabe?! – estimulam a curiosidade das crianças.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9241" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1.jpg" alt="acampamento de diabetes nas férias escolares 1" width="650" height="437" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1-357x240.jpg 357w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Se por um lado os médicos, enfermeiros, educadores físicos, nutricionistas e psicólogos estão ali para adaptar o tratamento, garantir cuidados corretos, prover um gasto energético e uma ingesta alimentar saudáveis e compreender a criança com diabetes como um todo, criando um universo no qual haja segurança, por outro o monitor está ali estimulando a <em>exploração</em> desse universo.</p>
<p>Na hora de fazer o teste de glicemia, o monitor estimula a criança a fazê-lo sozinha, corrigindo se necessário – <strong>mas não realizando o teste por ela</strong>. Diante dos resultados, ele não os classifica como “ótimos” ou “péssimos”, mas como números que devem orientar uma decisão. Se estiver em hiperglicemia, <strong>pensam juntos no que pode ter ocasionado aquele resultado, para que a criança entenda a relação de causa e consequência do evento</strong>. Com a ajuda da equipe de nutrição, pensam no que vão comer e calculam, junto à equipe médica, a quantidade de insulina para aplicar. Com a ajuda da equipe de enfermagem, aprendem como preparar a dose na seringa ou caneta e como aplicar a insulina da maneira correta, virtualmente indolor. E o tempo todo, o monitor está junto, transmitindo a confiança de que fará tudo <em>com</em> a criança, mas não fará <em>pela</em> criança.</p>
<figure id="attachment_9242" aria-describedby="caption-attachment-9242" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9242" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2.jpg" alt="acampamento de diabetes nas férias escolares 2" width="650" height="434" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2-359x240.jpg 359w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-9242" class="wp-caption-text">A importância de comer bem é sempre destaque na hora das refeições.</figcaption></figure>
<p>Não é à toa que muitas crianças sentem muitas saudades dos monitores. Algumas delas são tão tocadas pelos exemplos que decidem, inclusive, se tornar também monitores.<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>PAIS E MÉDICOS UNIDOS PELA SAÚDE DAS CRIANÇAS</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >S</span>e, por um lado, os pais precisam de fato tomar a responsabilidade dos cuidados quando a criança é muito pequena, de outro devem <strong>fornecer o ambiente para que a criança se desenvolva</strong>. Esse ambiente não é criado artificialmente, em acampamentos. <strong>Ele nasce do relacionamento sadio com os profissionais de saúde, que orientam os pais para que estes saibam como agir diante do crescimento da criança</strong>. O profissional deve orientar a família, e não apenas conduzi-la.</p>
<blockquote><p>“(Os pais) devem fornecer o ambiente para que a criança se desenvolva”</p></blockquote>
<p>Meu saudoso professor de Anatomia, Dr. João Carillo, dizia que “o médico era o conselheiro da família”. Está na hora de repensarmos essa frase e entender o núcleo familiar inteiro, não apenas focando no valor da glicada e se há um “cuidador dedicado”. Como diria outro dos meus professores, desta vez, de Clínica Médica, Dr. Valdir Golin, “bons profissionais já fazem isso há tempos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
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		<title>Animais de Estimação: uma ajuda a mais no controle da glicemia</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/animais-de-estimacao-uma-ajuda-a-mais-no-controle-da-glicemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 19:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[animais de estimação]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[pets]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que adolescentes com diabetes controlam melhor a glicemia (e têm até valores menores de hemoglobina glicada!) quando cuidam de animais de estimação. A adolescência é um dos períodos mais complicados da vida. Hormônios, desejos, experiências e responsabilidades competem na mente do jovem pela formação do novo adulto. Este caminho é repleto de percalços e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Pesquisa mostra que adolescentes com diabetes controlam melhor a glicemia (e têm até valores menores de hemoglobina glicada!) quando cuidam de animais de estimação.</em><br />
<span id="more-8799"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span> adolescência é um dos períodos mais complicados da vida. Hormônios, desejos, experiências e responsabilidades competem na mente do jovem pela formação do novo adulto. Este caminho é repleto de percalços e chateações &#8211; tanto para o adolescente quanto para seus pais, que enfrentam crises terríveis de humor e têm de aprender a lidar com a &#8220;nova versão&#8221; dos filhos!</p>
[pullquote]“Meu filho nem percebia que estava conversando mais sobre seu diabetes e estava medindo a glicemia com maior freqüência”[/pullquote]
<p>Se os adolescentes já são notoriamente conhecidos pela rebeldia, o que dizer de <a href="http://www.diabeticool.com/devo-deixar-meu-filho-adolescente-ir-ao-medico-sozinho/">jovens que passam pela adolescência juntamente com o diabetes</a>? Isto é, como fica a rebeldia natural da idade em vista de uma condição de saúde que exige cuidados diários e muito autocontrole?</p>
<p><strong>No geral, jovens costumam cuidar mal do diabetes</strong>. Não medem a glicemia tantas vezes quanto deveriam, prestam menos atenção ao que comem e chegam até a esquecer de aplicar insulina nos momentos certos. Isto está relacionado à vontade de ser independente, livre, inclusive em relação à doença.</p>
<p>Porém, não dá para escapar: é preciso tratar, gostando ou não, do diabetes diariamente. Como convencer os jovens a fazer isto? Como fazê-los entender a importância de cuidar bem da saúde? Uma resposta pode estar dentro de um aquário&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e0eff5; padding: 10px;">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #003366;"><em>Uma rara visão do ponto de vista de adolescentes com diabetes tipo 1 pode ser vista <strong><a style="color: #003366;" href="http://www.diabeticool.com/incriveis-fotos-mostram-como-e-para-um-jovem-viver-com-o-diabetes-tipo-1/">nesta reportagem especial</a></strong>, sobre uma série de fotografias tiradas por jovens e que mostram como é conviver, todos os dias, com o diabetes.</em></span></p>
</div>
<p>Pesquisa realizada por cientistas do Centro Médico da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que <strong>cuidar de um bichinho de estimação</strong> &#8211; no caso do experimento, um peixe beta &#8211; ajuda os jovens a diminuir a glicemia, aumentar o número de medições e até mesmo a conseguir valores melhores de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>UMA BOA ESTRATÉGIA PARA MELHORAR OS CUIDADOS DOS JOVENS COM A SAÚDE</strong></h3>
<p>“Adolescentes são um dos grupos de pacientes mais difíceis de tratar, principalmente por causa dos vários fatores psicossociais associados a esta fase da vida”, contou a doutora Olga Gupta, co-autora do estudo e professora de Medicina e Pediatria na UT Southwestern.</p>
<p>“Nós aprendemos que instruir as famílias a associar cuidados com um peixinho aos cuidados com a saúde do diabético pode melhorar significativamente os níveis de hemoglobina glicada”, disse Olga. O estudo foi publicado no periódico científico <em>Diabetes Educator</em>.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">O que motivou os cientistas a dar um peixinho aos jovens?</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">O que motivou os cientistas a dar um peixinho aos jovens?</span></h4><div class="toggle-content"><p>A idéia da pesquisa foi simples: será que induzir um jovem a cuidar de um animal o &#8220;desperta&#8221; para o fato de que todos nós precisamos de cuidados?</p>
<p>Isto é, será que o adolescente &#8220;se toca&#8221; de que não fazer as medições de glicemia e não tomar remédio na hora certa é a mesma coisa que deixar de cuidar do animal?</p>
<p>O peixinho foi escolhido por ser fácil de cuidar, não exigir grandes investimentos de tempo e dinheiro mas, de qualquer maneira, poder se tornar uma companhia prazerosa.</p>
</p></div></div>
 Os peixes beta são muito populares no Brasil, devido à beleza e facilidade para cuidar.
[pullquote]&#8221;(Meu filho) alimentava o peixe, lia para ele, até mesmo assitia TV com ele!&#8221;[/pullquote]
<p>O estudo acompanhou 28 jovens com diabetes tipo 1, de idades entre 10 e 17 anos, durante 03 meses. Todos receberam um peixinho beta e um pequeno aquário. A indicação era manter o aquário, de preferência, no quarto do jovem (para estimular o contato). O adolescente tinha de alimentar o animal de manhã e à tarde; toda vez que desse comida, deveria, também, medir a própria glicemia. Uma vez por semana, era hora de trocar a água do aquário e de acompanhar, com um profissional da saúde, os resultados das medições.</p>
<p>Famílias de jovens com diabetes tipo 1 logo toparam a idéia de participar do experimento. “Ele nunca teve a oportunidade de ter um bichinho de estimação, e se isso significasse uma melhora na glicemia, então eu estava a fim de participar”, disse Jeanette Claxton, mãe de um dos participantes.</p>
<p>“Ao longo de toda a experiência, nós cuidamos de dois peixes, que acabaram fazendo parte da família. O primeiro peixe era o Bob, e meu filho o alimentava, lia para ele, até mesmo assistia TV com ele”.</p>
<p>“Meu filho nem percebia que estava conversando mais sobre seu diabetes e estava medindo a glicemia com maior freqüência”.</p>
<p>O caso de Jeanette não foi o único: no geral, o simples fato de cuidar de um animal tornou o convívio com o diabetes algo muito mais fácil e prazeroso para os adolescentes.</p>
 Pesquisas comprovam: ser amigo de um pet ajuda a melhorar a saúde em vários aspectos &#8211; inclusive no controle do diabetes.
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>RESULTADOS: CUIDAR DE PEIXINHO MELHOROU A SAÚDE!</strong></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span>s resultados do experimento mostram que os jovens diabéticos tipo 1 que cuidaram do animal de estimação, em comparação a um grupo controle da mesma idade, tiveram:</p>
<ul>
<li><strong>redução de 0.5% nas taxas de hemoglobina glicada</strong></li>
<li><strong>valores menores de glicemia</strong></li>
</ul>
<p>Os benefícios à saúde foram vistos principalmente em adolescentes mais novos. Segundo os pesquisadores, os mais jovens desejam ganhar independência em relação aos pais, e cuidar do peixinho é visto como um sinal de maior responsabilidade.</p>
<p>“Eu recomendaria esta estratégia a outras famílias porque ela permite que você domine não apenas o peixinho, mas também domine o seu diabetes. Quando você está no domínio, o diabetes não é seu chefe”, afirmou Jeanette.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=iBpspQfstG0</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/animais-de-estimacao-uma-ajuda-a-mais-no-controle-da-glicemia/">Animais de Estimação: uma ajuda a mais no controle da glicemia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 20:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[frituras]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[vegetais folhosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo australiano compara aptidões cerebrais de jovens e constata a importância da boa alimentação desde cedo. A adolescência é um período repleto de mudanças, tanto físicas quanto mentais. O corpo trabalha em ritmo acelerado a fim de preparar o terreno para a chegada da idade adulta – e isto inclui adaptações no funcionamento do nosso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo australiano compara aptidões cerebrais de jovens e constata a importância da boa alimentação desde cedo.</em><span id="more-7920"></span></p>
<p>A adolescência é um período repleto de mudanças, tanto físicas quanto mentais. O corpo trabalha em ritmo acelerado a fim de preparar o terreno para a chegada da idade adulta – e isto inclui adaptações no funcionamento do nosso <strong>cérebro</strong>. As diversas modificações que acontecem na puberdade necessitam de energia e matéria prima para acontecer, e o combustível para isto vem dos alimentos que ingerimos. Será que, então, pessoas que se <strong>alimentam mal</strong> durante a adolescência podem apresentar aspectos psicológicos não muito favoráveis no futuro?</p>
<p>Uma nova pesquisa ajuda a responder a esta questão. Cientistas australianos acompanharam o desenvolvimento cognitivo de mais de 600 crianças. Elas responderam a um questionário quando tinham 14 anos sobre seus hábitos alimentares. Três anos depois, aos 17, os pesquisadores testaram várias aptidões de cada um deles para tentar encontrar um elo entre dieta e funcionamento cerebral.</p>
<p>Os resultados parecem claros: <strong>alimentar-se mal durante a adolescência leva a uma menor performance cerebral</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE COMER (E O QUE EVITAR!) QUANDO SE ESTÁ CRESCENDO</strong></p>
<p>A pesquisa, publicada na última edição do <em>Journal of Child Psychology and Psychiatry</em>, mostra que os jovens que tinham uma dieta baseada em <em>fast-food</em>, comidas industrializadas, muita carne vermelha e processada, frituras e refrigerantes, tiraram as menores notas nos testes cognitivos.</p>
<p>Particularmente, aqueles que mais comiam frituras tiveram as menores notas.</p>
<p>Os testes mediram aspectos cerebrais como tempo de reação, função psicomotora, atenção visual, capacidade de aprendizado e memorização.</p>
<p>&#8220;A adolescência representa um período crítico para o desenvolvimento cerebral. É possível que a má alimentação seja um fator de risco significativo durante esta fase (…), uma suposição que nossas descobertas corroboram&#8221;, afirmou a dra. Anett Nyaradi, principal autora do estudo.</p>
<p>Em contrapartida aos jovens que comeram mal, aqueles que se alimentavam mais habitualmente com <a title="Gelatina com frutas vermelhas" href="http://www.sobrepeso.com.br/gelatina-com-frutas-vermelhas/"><strong>frutas</strong></a> e <strong>vegetais folhosos</strong> tiveram as <strong>maiores notas</strong>.</p>
<p>Porque comer vegetais folhosos (como por exemplo couve, acelga, brócolis, espinafre, rúcula etc) faz bem à cabeça? Segundo os pesquisadores, estes alimentos possuem grandes quantidades de <strong>folato</strong>, uma molécula importantíssima para o bom desenvolvimento cerebral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM ESTUDO PIONEIRO</strong></p>
<p>Não é a primeira vez que trabalhos científicos associam má alimentação durante a puberdade com problemas na cognição. Porém, o estudo da dra. Nyaradi é o primeiro a analisar a dieta de maneira completa e não focar em apenas um nutriente.</p>
<p>“Estas descobertas têm implicações importantes para políticas de saúde e programas de incentivo à qualidade de vida”, afirmou a pesquisadora.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sobrepeso.com.br/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">SobrePeso</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que está acontecendo com as crianças?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2014 19:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dana Dabelea]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[incidência]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inúmeras pesquisas mostram que a taxa de incidência do diabetes em jovens e crianças cresceu muito nas últimas décadas. A questão é: por quê? Dê sua opinião! A Escola de Saúde Pública do Colorado, nos Estados Unidos, divulgou na semana passada os preocupantes resultados de um novo estudo sobre a incidência do diabetes nos jovens. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Inúmeras pesquisas mostram que a taxa de incidência do diabetes em jovens e crianças cresceu muito nas últimas décadas. A questão é: por quê? Dê sua opinião!</em><span id="more-7472"></span></p>
<figure id="attachment_7475" aria-describedby="caption-attachment-7475" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7475" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes.jpg" alt="criancas brincando nas ruas diabetes" width="600" height="368" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes-391x240.jpg 391w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7475" class="wp-caption-text">Um cena comum antigamente torna-se cada vez mais rara: crianças brincando nas ruas. Será este um dos motivos por trás do aumento nos casos de diabetes infantil?</figcaption></figure>
<p>A Escola de Saúde Pública do Colorado, nos Estados Unidos, divulgou na semana passada os preocupantes resultados de um novo estudo sobre a incidência do diabetes nos jovens.</p>
<p>Já é bem conhecido o fato de que o número de pessoas que desenvolvem diabetes tem crescido muito nas últimas décadas, incluindo adolescentes e crianças pequenas. <a href="http://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">Vários estudos apontam</a> que apenas 20 anos atrás havia muito menos crianças diabéticas do que hoje em dia.</p>
<p>O novo trabalho focou no período entre 2001 e 2009, e analisou a incidência do diabetes tipo 1 e tipo 2 entre jovens nos EUA. Dados de saúde de mais de 3 milhões de pessoas foram comparados.</p>
<p>O estudo aponta que, apenas na última década,<strong> houve um aumento de 21% nos casos de diabetes tipo 1 e de 30% nos de diabetes tipo 2 entre os jovens</strong>. O aumento no número de casos de diabetes tipo 2 chamou a atenção, uma vez que este tipo da doença é considerada mais comum entre adultos e não entre crianças.</p>
<figure id="attachment_7473" aria-describedby="caption-attachment-7473" style="width: 320px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7473" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes.jpg" alt="dana dabelea diabetes" width="320" height="480" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes.jpg 320w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes-160x240.jpg 160w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /><figcaption id="caption-attachment-7473" class="wp-caption-text">A pesquisadora Dana Dabelea, autora do novo trabalho.</figcaption></figure>
<p>Uma das autoras da pesquisa, a cientista<strong> Dana Dabelea</strong>, luta para explicar os motivos por trás dos resultados. &#8220;Apesar de não compreendermos ainda as razões para esse aumento [<em>no número de casos</em>], uma vez que as <a title="Causa do diabetes é o contrário do que pensamos, diz Nobel" href="http://www.diabeticool.com/causa-do-diabetes-e-o-contrario-do-que-pensamos-diz-nobel/">causas do diabetes tipo 1</a> ainda são um mistério, elas provavelmente estão relacionadas a mudanças no nosso ambiente, seja nos EUA ou em outros lugares do mundo, que fazem com que mais jovens desenvolvam a doença, talvez cada vez mais cedo&#8221;, disse Dana.</p>
<p>Quando pressionada sobre o principal suspeito por trás do aumento do diabetes, ela revelou: &#8220;Provavelmente é a <a title="Novo Nordisk quer curar a epidemia de diabetes nas cidades" href="http://www.diabeticool.com/novo-nordisk-quer-curar-a-epidemia-de-diabetes-nas-cidades/"><strong>epidemia de obesidade</strong></a>, mas também os efeitos de longo prazo do diabetes e a obesidade durante a gravidez, as quais também cresceram ao longo do tempo&#8221;.</p>
<p>Atualmente, estima-se que haja 167 mil jovens diabéticos tipo 1 nos EUA e cerca de 20 mil com diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENQUETE DIABETICOOL</strong></p>
[poll=&#8221;38&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-esta-acontecendo-com-as-criancas/">O que está acontecendo com as crianças?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Jovens &#8220;fortinhos&#8221; são os mais saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 13:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[força]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Peterson]]></category>
		<category><![CDATA[massa muscular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo mostra como é importante manter uma boa forma desde a infância &#8211; vantagens à saúde incluem riscos muito menores de diabetes tipo 2. Esta é ótima dica para mães e pais que não conseguem tirar a molecada do sofá e da frente do computador, estimulando-os a serem mais ativos! Crianças e pré-adolescentes &#8220;fortinhos&#8221; &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo mostra como é importante manter uma boa forma desde a infância &#8211; vantagens à saúde incluem riscos muito menores de diabetes tipo 2.</em><span id="more-7271"></span></p>
<p>Esta é ótima dica para mães e pais que não conseguem tirar a molecada do sofá e da frente do computador, estimulando-os a serem mais ativos!</p>
<p>Crianças e pré-adolescentes &#8220;fortinhos&#8221; vivem mais, melhor e correr riscos pequenos de ter diabetes tipo 2 no futuro &#8211; e quando escrevemos &#8220;fortinhos&#8221; queremos dizer literalmente &#8220;fortes&#8221;! Uma pesquisa científica mostrou como jovens que têm <strong>mais massa muscular</strong> se tornam adultos mais saudáveis.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">Saiba mais</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/como-convencer-seu-filho-a-praticar-exercicios/">Como convencer seu filho a praticar exercícios</a>&#8220;</strong></p>
<p>O trabalho, publicado na última edição da revista <em>Pediatrics</em>, estudou mais de 1400 jovens norte-americanos, de idades entre 10 e 12 anos. O objetivo era correlacionar parâmetros de saúde (como porcentagem de gordura corporal, glicemia, pressão sangüínea, níveis de colesterol e de triglicérides) com a capacidade muscular de cada um. Esta foi analisada através de um teste clássico de preensão manual e, também, do estudo da capacidade dos músculos de utilizar eficientemente o oxigênio do sangue durante períodos de esforço físico.</p>
<p>Os resultados mostraram que os jovens com maior força muscular podem dormir mais tranqüilos, sabendo que as chances de desenvolverem uma ampla gama de doenças, incluindo o diabetes tipo 2, é muito menor do que a dos adolescentes menos exercitados. Isto porque os mais &#8220;fortinhos&#8221; apresentaram menor IMC, menor porcentagem de gordura corporal, menor circunferência abdominal e maior desempenho físico &#8211; todos indicadores positivos de uma ótima saúde no futuro.</p>
<p>O principal autor da pesquisa, professor Mark D. Peterson, explicou que esta foi a primeira vez em que uma correlação entre força muscular e menor predisposição a doenças metabólicas em adolescentes foi observada.</p>
<p>Segundo o cientista, <a title="Arquitetos defendem planejamento urbano anti-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/arquitetos-defendem-planejamento-urbano-anti-diabetes/">campanhas anti-sedentarismo</a> e de perda de peso focadas em jovens devem incluir exercícios físicos para ganho de massa e força muscular, o que ajudará a manter a saúde por mais tempo e a prevenir um número grande de complicações no futuro.</p>
<p>Diversos trabalhos científicos demonstram claramente que jovens fisicamente ativos crescem melhor e possuem indicadores de saúde excelentes, o que garante a eles um futuro pra lá de promissor &#8211; pelo menos quando se trata da saúde, eles são os campeões!</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">Veja também</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes-na-adolescencia/">Dormir pouco pode aumentar o risco de diabetes na adolescência</a>&#8220;</strong></p>
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		<title>Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/falta-de-sono-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-jovens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 13:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[falta de sono]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[problemas cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores monitoraram jovens por 24 horas durante sete dias para medir padrões de atividade física e sono. &#160; Um estudo publicado pelo The Journal of Pediatrics mostra que a falta de sono pode estar aumentando o risco de desenvolver diabetes, doenças cardíacas e derrame em adolescentes obesos. A falta de sono e a obesidade têm &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores monitoraram jovens por 24 horas durante sete dias para medir padrões de atividade física e sono.</em><span id="more-7094"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo publicado pelo The Journal of Pediatrics mostra que a falta de sono pode estar aumentando o risco de desenvolver diabetes, doenças cardíacas e derrame em adolescentes obesos.</p>
<p>A falta de sono e a obesidade têm sido associadas com um risco aumentado de <a title="Ácido úrico favorece doenças cardiovasculares e diabetes" href="http://www.diabeticool.com/acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> e metabólicas em adultos e crianças. Entretanto, a relação ainda não era tão clara em adolescentes, uma faixa etária conhecida por dormir mal e com uma prevalência de sobrepeso 30% nos Estados Unidos.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Michigan acompanharam 37 adolescentes obesos com idades entre 11 e 17 anos. Seus fatores de risco para diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, como os níveis de colesterol e açúcar no sangue, a circunferência abdominal, o índice de massa corporal (IMC) e a pressão arterial, foram medidos com o intuito de criar escore para o risco cardiometabólico.</p>
<p>Os participantes foram equipados com monitores, usados 24 horas durante sete dias, para medir padrões de atividade física e sono.</p>
<p>Um terço dos participantes atendeu à recomendação mínima de ser fisicamente ativo — ou seja, exercitar-se por, pelo menos, 60 minutos ao dia. A maioria dos adolescentes dormia cerca de sete horas por noite, geralmente acordando pelo menos uma vez durante a madrugada. Apenas cinco participantes reuniram os índices mínimos de sono recomendados (oito horas e meia de sono por noite).</p>
<p>Mesmo após o controle dos fatores que podem agir sob o risco cardiometabólico, como o IMC e atividade física, os baixos níveis de sono permaneceram como a influência mais significativa para o aumento do risco cardiometabólico em adolescentes obesos.</p>
<p>Isso mostra que, mesmo entre aqueles já considerados propensos a desenvolver doenças cardiometabólicas, neste caso, a diminuição da duração do <a title="Dormir pouco muda muito o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-muda-muito-o-nosso-corpo/">sono em adolescentes</a> obesos foi o principal fator risco para a patologia. A pesquisa não pode determinar se a falta de sono causa as doenças cardiometabólicas ou se a obesidade ou outros fatores causam distúrbios do sono.</p>
<p>— No entanto, a forte associação entre a duração do sono e o escore de risco cardiometabólico, independente dos efeitos da composição corporal e da atividade física, sugere uma possível influência da quantidade de sono na saúde cardiometabólica em adolescentes obesos— diz a pesquisadora e coordenadora do estudo, Heidi IglayReger.</p>
<p>Os dados fornecem evidências de que a avaliação objetiva do sono pode ser uma ferramenta de triagem útil para identificar adolescentes em risco. Estudos posteriores ainda são necessários para determinar se a melhora na <a title="Diabetes: cuidados que o portador deve ter antes e durante o exercício" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-cuidados-que-o-portador-deve-ter-antes-e-durante-o-exercicio/">duração do sono</a> poderia diminuir o risco de desenvolver doenças cardiometabólicas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2014/03/falta-de-sono-pode-aumentar-risco-de-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-adolescentes-obesos-4439666.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora </a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/falta-de-sono-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-jovens/">Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Devo deixar meu filho adolescente ir ao médico sozinho?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/devo-deixar-meu-filho-adolescente-ir-ao-medico-sozinho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2014 18:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Adolescent Health]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[The Royal Children's Hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais de crianças com diabetes tipo 1 sofrem quando chega a adolescência e surge o desejo por autonomia para cuidar da saúde. O que fazer numa hora dessas? Um dilema que preocupa boa parte dos pais de crianças com diabetes tipo 1 é saber quando é hora de deixá-las cuidar com mais autonomia da própria &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pais de crianças com diabetes tipo 1 sofrem quando chega a adolescência e surge o desejo por autonomia para cuidar da saúde. O que fazer numa hora dessas?</em><span id="more-6868"></span></p>
<p>Um dilema que preocupa boa parte dos pais de crianças com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> é saber quando é hora de deixá-las cuidar com mais autonomia da própria saúde. Como o diabetes tipo 1 é uma condição que costuma surgir cedo na vida, as crianças ficam acostumadas desde pequenas a receber atenção maior por parte dos pais, que se preocupam em manter a boa saúde dos filhos. Porém, conforme crescem e chegam à adolescência, é muito comum os jovens diabéticos tipo 1 se rebelarem contra a interferência dos pais em suas vidas. <strong>Como aliar a maior autonomia dos filhos com a preocupação dos pais de que eles saibam como controlar bem a própria <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a></strong>?</p>
<p>Sociedades médicas internacionais focadas na saúde de jovens diabéticos, como a <em>International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes</em>, sugerem uma saída para este dilema: <strong>reconhecer que os filhos cresceram ao permitir que vão sozinhos às consultas com profissionais da saúde</strong>. Países como o Reino Unido e a Austrália adotam tal premissa no sistema público de saúde.</p>
<p>Mas será que deixar os adolescentes conversarem sozinhos com o médico é uma boa idéia? O que os pais acham disso? Uma pesquisa publicada no <em>Journal of Adolescent Health</em> buscou as respostas.</p>
<p>Cientistas do <em>The Royal Children&#8217;s Hospital</em>, na Austrália, prepararam um questionário sobre o assunto e o distribuíram aos pais de jovens diabéticos que se consultam em uma clínica local.</p>
<p>De acordo com os dados obtidos, os pesquisadores constataram que apenas 13% dos pais disseram que seus filhos já haviam se consultado sozinhos. O número é baixo e pode mostrar que os filhos não se importam em ter os pais ao lado deles durante a consulta, ou que os pais forçam sua presença na sala do doutor.</p>
 No começo, cuidar até que é fácil. Mas quando os filhos crescem a história é outra&#8230;
<p><strong>MEDOS</strong></p>
<p>Quando perguntados sobre quais seriam as desvantagens de deixar os filhos se consultarem sozinhos, 62% dos pais disseram que temem não serem informados de detalhes importantes da saúde dos jovens. 41% acham que não saber de primeira mão o plano de tratamento do filho é a maior desvantagem, e 34% acreditam que os jovens não se lembrarão, sozinhos, das orientações médicas.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados sugerem que jovens com diabetes tipo 1 não estão se consultando privativamente com freqüência. Isto pode ser devido a: pais ou adolescentes negando consultas privativas; médicos com pouco tempo e/ou sem as habilidades necessárias; ou a uma cultura de incerteza quanto ao valor da consulta privada&#8221;, afirmam os autores do trabalho.</p>
<p>Pesquisas científicas já mostraram que o envolvimento dos pais no tratamento do diabetes é fortemente associado a melhores índices de <a title="Glicemia sob controle sempre, com uma mãozinha da tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-sob-controle-sempre-com-uma-maozinha-da-tecnologia/">controle glicêmico</a> nos filhos. Porém, outras pesquisas comprovam que um <strong>envolvimento exagerado</strong> dos pais na saúde de adolescentes gera crises familiares, e estas são o estopim para uma má administração do diabetes.</p>
<p>Duas coisas são claras: a participação dos pais no tratamento de saúde dos filhos é fundamental &#8211; e a pesquisa sugere que, de certa forma, é bem recebida pelos adolescentes. Todavia, é necessário que os pais saibam reconhecer que as crianças estão crescendo, e que, com isto, elas pedem por espaço (e, de fato, <strong>precisam</strong> dele), assim como por maiores responsabilidades. É uma tarefa complicada aliar o afeto paternal à distância que os adolescentes pedem; mas é o tipo de desafio que bons pais estão mais do que acostumados a superar.</p>
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		<title>Metformina: &#8220;camisa 10&#8221; no time do tratamento do diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 12:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Couri]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade abdominal]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[triglicérides]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Carlos Couri explica neste texto por que a metformina continua sendo a melhor opção para se tratar o diabetes tipo 2! O diabetes tipo 2 é uma doença cada vez mais comum. Acomete principalmente adultos maduros e idosos que possuem obesidade abdominal, hipertensão e alterações nos triglicérides e colesterol. Nos anos 2000 estamos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Carlos Couri explica neste texto por que a metformina continua sendo a melhor opção para se tratar o diabetes tipo 2!</em></p>
<p><span id="more-5244"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5245 alignleft" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/carlos-couri-metformina-diabetes-1.jpg" alt="carlos couri metformina diabetes 1" width="320" height="240" /></p>
<p>O <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> é uma doença cada vez mais comum. Acomete principalmente adultos maduros e idosos que possuem <a title="Gordura gera “caos” no corpo humano" href="http://www.diabeticool.com/gordura-gera-caos-no-corpo-humano/">obesidade</a> abdominal, hipertensão e alterações nos triglicérides e colesterol. Nos anos 2000 estamos também testemunhando o aumento na prevalência de diabetes tipo 2 também em crianças e adolescentes.</p>
<p>Não há dúvidas de que fatores genéticos influenciam no surgimento do diabetes tipo 2, porém o fatores mais associado ao aumento de incidência desta doença são os maus hábitos de vida como <a title="Maioria dos casos de amputação acontece por falta de cuidados com o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/maioria-dos-casos-de-amputacao-acontece-por-falta-de-cuidados-com-o-diabetes/">sedentarismo</a> e o excesso de ingesta calórica.</p>
<p>Diversos estudos mostraram que a manutenção de hábitos de vida saudáveis é capaz de prevenir o diabetes tipo 2 e isto é fundamental também para os já portadores da doença.</p>
<p>Entretanto, sabemos que logo após o diagnóstico, cerca de 70% da função <a title="Homem vence diabetes em 11 dias com dieta radical" href="http://www.diabeticool.com/blog-homem-vence-diabetes-em-11-dias-com-dieta-radical/">pancreática</a> já se deteriorou e temos que manter este pâncreas funcionando por mais tempo possível.</p>
<p>Por isso, o conceito mais atual de tratamento do diabetes é o uso de um medicamento ou mesmo mais de um medicamento logo após o diagnóstico clínico da doença.</p>
<p>Ao longo do anos inúmeros remédios foram lançados e nos ajudaram a controlar melhor o diabetes. Vários recém-lançados até com intensa divulgação na mídia leiga e com custos altos.</p>
<p>Entretanto, costumo sempre explicar aos meus pacientes que apesar de a Metformina ser um remédio relativamente antigo e fornecido gratuitamente na rede básica de saúde ou no programa farmácia popular do Governo, trata-se do melhor remédio para o diabetes tipo 2. Todos os lançamentos que chegam no mercado fazem estudos mostrando seus benefícios principalmente quando associados à metformina.</p>
<p>Conforme disse anteriormente, muitas vezes ou na maioria das vezes devemos usar mais de um medicamento para o tratamento do diabetes tipo 2 e certamente o camisa 10 deste time é a <a title="Metformina: o remédio que combate o diabetes e o câncer" href="http://www.diabeticool.com/metformina-o-remedio-que-combate-o-diabetes-e-o-cancer/">Metformina</a>.</p>
<p>Além da sua elevada potência em reduzir a glicose no sangue, ele possui inúmeros efeitos benéficos listados na figura abaixo.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-5246" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/carlos-couri-metformina-diabetes-2.jpg" alt="carlos couri metformina diabetes 2" width="400" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/carlos-couri-metformina-diabetes-2.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/carlos-couri-metformina-diabetes-2-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>Poucos efeitos colaterais são presenciados com este medicamento sendo que os mais comuns diarréia e dor abdominal que acometem cerca de 10% dos pacientes nas primeiras semanas. Este efeito felizmente é transitório e é fundamental o paciente manter o uso até a redução deste inconveniente.</p>
<p>Em alguns pacientes ocorre a evacuação de alguns comprimidos juntamente com as fezes. Isto é desagradável porém não se deve preocupar porque o que é expelido é apenas o gel duro sem a substância ativa. Esta substância já fora absorvida no tubo intestinal previamente.</p>
<p>Portanto, em meio a inúmeros lançamentos para o tratamento do diabetes tipo 2, permanece nosso camisa 10 titular do time:a nossa boa e velha Metformina.</p>
<p>Como sempre, vale ressaltar que o uso de qualquer medicamento, inclusive a metformina deve sempre ser feito conforme prescrição do seu médico de confiança.</p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>+ LEIA MAIS TEXTO DO DR. COURI: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/por-que-tomar-tantos-remedios/">Por que tomar tantos remédios?</a>&#8220;; &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-prefere-viver-mais-viver-melhor-ou-ambos/">O que você prefere: viver mais? Viver melhor? Ou ambos?</a>&#8220;</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">Metformina: “camisa 10” no time do tratamento do diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cuidado! Nova pesquisa NÃO prova que o produto químico DEHP causa diabetes em adolescentes!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2013 19:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[DEHP]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Trasande]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatrics]]></category>
		<category><![CDATA[produto químico]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[sensacionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos veículos de mídia tem propagado a notícia falsa de que uma nova pesquisa associou o DEHP ao diabetes juvenil. O Diabeticool explica direitinho o que está acontecendo! A notícia é recente e já causou estardalhaço na mídia internacional (e logo, logo chega por aqui também). Ela é apresentada sob basicamente os mesmos termos: pesquisa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muitos veículos de mídia tem propagado a notícia falsa de que uma nova pesquisa associou o DEHP ao diabetes juvenil. O <strong>Diabeticool</strong> explica direitinho o que está acontecendo!</em></p>
<p><span id="more-5105"></span></p>
 Embalagens plásticas no supermercado: um perigo oculto à saúde?
<p>A notícia é recente e já causou estardalhaço na mídia internacional (e logo, logo chega por aqui também). Ela é apresentada sob basicamente os mesmos termos: pesquisa publicada na edição do dia 19 de agosto do periódico científico <em>Pediatrics</em> prova que o <strong>DEHP</strong>, um produto químico muito utilizado em garrafas plásticas e em latinhas de alimentos, causa diabetes em adolescentes. Portanto, seria indicado que pessoas jovens evitem consumir alimentos industrializados, aqueles vendidos neste tipo de embalagem.</p>
<p><strong>Mas será que é isto mesmo?</strong></p>
<p>A resposta é um sonoro &#8220;<strong>não</strong>&#8220;. Repórteres preguiçosos e sem comprometimento com a realidade (porém amantes do sensacionalismo) tem vendido a idéia falsa de que a tal pesquisa provou que o DEHP leva ao <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-e-diabetes/">diabetes</a>. Não é bem assim.</p>
<p>O estudo científico, conduzido pelo dr. Leonardo Trasande, da Escola de Medicina da Universidade de Nova Iorque, e colegas, analisou dados coletados pelo serviço de saúde pública dos EUA de 2003 a 2008. O foco do estudo foram as informações de cerca de 800 <a href="http://www.diabeticool.com/adolescentes-e-o-diabetes/">adolescentes</a>, de idades entre 12 e 19 anos.</p>
<p>Leonardo e seus colegas buscaram uma correlação entre a quantidade de DEHP ingerida &#8211; medida através da quantidade da substância encontrada na urina dos pacientes &#8211; e a <a href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">resistência à insulina</a>, sintoma que é um prenúncio do diabetes.</p>
<p>Segundo os resultados do experimento, os adolescentes que apresentaram as maiores taxas de DEHP tiveram 50% mais chances de desenvolver resistência à insulina, e portanto diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMENTÁRIOS CURIOSOS</strong></p>
<p>Comentando o achado, Trasande disse: &#8220;Há uma preocupação crescente de que produtos químicos presentes no ambiente possam contribuir independentemente para doenças da infância relacionadas à epidemia de <a title="BLOG: Café da manhã reforçado previne diabetes e pressão alta, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/blog-cafe-da-manha-reforcado-previne-diabetes-e-pressao-alta-diz-estudo/">obesidade</a>. Nossa pesquisa intensifica estas preocupações.&#8221;</p>
<p>O cientista foi mais longe e disse que todos devem evitar plásticos que contenham DEHP. E mais: &#8220;Eu recomendo às pessoas que não lavem recipientes plásticos na lavadoura de louças. Quando o plástico estiver rachado ou danificado, é hora de jogá-lo fora&#8221;.</p>
 O BPA, produto químico da mesma família do DEHP, já foi banido de diversas embalagens plásticas lá fora.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A VERDADE NA POLÊMICA</strong></p>
<p>Alguns fatos. Em primeiro lugar, a pesquisa <strong>não prova que o DEHP causa <a href="http://www.diabeticool.com/tudo-causa-diabetes-ate-a-poluicao-do-ar/">resistência à insulina</a> nem diabetes</strong>. A correlação encontrada, apesar de fraca, pode simplesmente indicar que os adolescentes que consumiam mais comida industrializada (e que é vendida em embalagens contendo DEHP) tinham mais chances de ter diabetes &#8211; e isto não é novidade para ninguém! Outra explicação possível é que a resistência à insulina leve a pessoa a expelir mais DEHP do que o normal via urina.</p>
<p>O segundo fato é que, apesar dos pesquisadores afirmarem em entrevistas que seus dados não provam uma relação de causa e efeito entre o DEHP e a resistência à insulina, eles não se cansam de assustar a população avisando do &#8216;enorme&#8217; perigo que as embalagens plásticas apresentam à saúde. Ora, se nenhuma correlação foi provada, de que perigo eles estão falando?</p>
<p>Mais parece que os pesquisadores pretendem causar polêmica, gerando interesse em sua pesquisa. Jornalistas aproveitam a deixa e, acriticamente, inventam manchetes sensacionalistas e mentirosas. No final das contas, melhor é ficar do lado da Ciência: não, o DEHP, até onde se sabe hoje, não causa diabetes nem resistência à insulina, seja em adolescentes, seja em qualquer pessoa.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cuidado-nova-pesquisa-nao-prova-que-o-produto-quimico-dehp-causa-diabetes-em-adolescentes/">Cuidado! Nova pesquisa NÃO prova que o produto químico DEHP causa diabetes em adolescentes!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Adolescentes e o Diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 23:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como fazer com que adolescentes cuidem direitinho de sua saúde? O Diabetes Sem Medo conta algumas estratégias super efetivas! Ser um adolescente é muito difícil, mas ser um adolescente com diabetes pode ser brutal, e ser pai de um adolescente com diabetes pode transformá-lo em um caso perdido. Mesmo que a criança tenha lidado com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como fazer com que adolescentes cuidem direitinho de sua saúde? O Diabetes Sem Medo conta algumas estratégias super efetivas!</em></p>
<p><span id="more-4858"></span></p>
<p>Ser um <a title="Diabetes tipo 2 já é considerada “doença de jovens”" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-ja-e-considerada-doenca-de-jovens/">adolescente</a> é muito difícil, mas ser um adolescente com diabetes pode ser brutal, e ser pai de um adolescente com diabetes pode transformá-lo em um caso perdido.</p>
<p>Mesmo que a criança tenha lidado com o diabetes a anos, ele enfrenta novos desafios e tentações quando chega na fase da adolescência. É fácil sair do seu caminho de controle e começar a se rebelar contra o diabetes e os problemas diários que ela acarreta.</p>
<p>Estudos demonstram que adolescentes com diabetes possuem menor pontuação em programas que avaliam a qualidade de vida e são mais propensos em desenvolver depressão do que adolescentes sem diabetes. Como você pode imaginar, a perspectiva de viver o resto de sua vida com uma doença que requer atenção constante pode ser esmagadora. No entanto, um estudo recente sugere que pessoas que participam de um programa psicológico chamado estratégias de enfrentamento podem aumentar suas pontuações nos programas de qualidade de vida e o seu controle do diabetes.</p>
<p>Esse programa envolve “desaprender” maus hábitos de enfrentamento (como comer em excesso ou negar o problema) que as pessoas usam para lidar com situações estressantes. O adolescente aprende novas habilidades para lidar de forma mais saudável e produtiva com as situações de estress. Essas habilidades são ensinadas por profissionais capacitados em 4 a 8 sessões de 90 minutos durante um mês.</p>
<p>Adolescentes que receberam o treinamento de habilidade de enfrentamento, mostraram melhora nas pontuações que medem sua confiança no manejo do diabetes, na qualidade de vida global e reduziram a tendência de desenvolver <a title="O estímulo que faltava para mudar de vida" href="http://www.diabeticool.com/o-estimulo-que-faltava-para-mudar-de-vida/">depressão</a>. Os adolescentes que receberam o treinamento também tiveram menores taxas de glicose no sangue quando comparados com os que não realizaram o treinamento. Converse com o psicólogo(a) da sua equipe de saúde para saber como o seu filho/filha pode fazer o treinamento de habilidade de enfrentamento.</p>
<figure id="attachment_4859" aria-describedby="caption-attachment-4859" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4859" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4859" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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