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	<title>tratamento | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:05:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Aprovado medicamento injetável semanal para diabetes tipo 2 </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 20:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dulaglutide]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trulicity]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por enquanto disponível nos EUA, o Dulaglutide é uma esperança enorme de tratamento mais fácil para o diabetes tipo 2. O dr. Carlos Couri conta tudo aqui! Acaba de ser aprovado pelo americano FDA o mais novo medicamento que pode ser utilizado no tratamento do diabetes tipo 2: o dulaglutide (nome comercial TRULICITY). O TRULICITY &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por enquanto disponível nos EUA, o Dulaglutide é uma esperança enorme de tratamento mais fácil para o diabetes tipo 2. O dr. Carlos Couri conta tudo aqui!</em><span id="more-7956"></span></p>
<p>Acaba de ser aprovado pelo americano FDA o mais novo medicamento que pode ser utilizado no <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">tratamento do diabetes tipo 2</a>: o <strong>dulaglutide</strong> (nome comercial <strong>TRULICITY</strong>).</p>
<p>O TRULICITY é considerado &#8220;primo&#8221; do <a title="Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/">VICTOZA</a> e do remédio há mais tempo no mercado, chamado BYETTA. A substância contida nele é o Dulaglutide. Dulaglutide é uma substância semelhante àquela liberada pelo nosso intestino quando ingerimos o alimento. Esta substância é chamada GLP-1.</p>
<p>Esta classe de remédios que têm ação semelhante ao GLP-1 humano promove redução da glicemia pelo fato de esta substância estimular a secreção de insulina pelo pâncreas e redução do hormônio glucagon (também produzido pelo pâncreas). Para quem não sabe, o glucagon eleva a glicose no sangue, ou seja, e é contrário à ação da insulina.</p>
<p>Além disso, o GLP-1 atua no centro da fome localizado no cérebro, induzindo a uma redução da vontade de comer. O GLP-1 também atua no estômago, fazendo com que ele fique mais lento para se esvaziar quando nos alimentamos. Com isso, o paciente refere que, quando come pequenas quantidade de alimentos, já sente o estômago mais cheio, não tolerando, portanto, ingerir grandes quantidades de comida.</p>
<p>Por isso, esta classe tem como um dos efeitos paralelos atraentes promover redução de peso. Mas é bom deixar claro: <strong>NÃO SÃO REMÉDIOS PARA EMAGRECER, E SIM PARA TRATAR DIABETES TIPO 2. ELES SÓ SÃO INDICADOS PARA PACIENTES COM DIABETES TIPO 2 E NÃO SE RECOMENDA O SEU USO PARA OBESOS NÃO-DIABÉTICOS. </strong></p>
<p>É bom deixar claro outra coisa: apesar de ser injetável por via subcutânea, <strong>NÃO É INSULINA</strong>. Sua aplicação deverá ser semanal.</p>
<p>É possível que tenhamos mais esta opção disponível no mercado brasileiro em alguns meses. Porém, para isto, deveremos aguardar aprovação de nosso departamento regulamentador, a ANVISA.</p>
<p>Como se trata de um novo medicamento, devemos ficar atentos para efeitos adversos inadvertidos e seu uso deve sempre ser iniciado após indicação médica.</p>
<div style="background-color: #f0fff9; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><strong>Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri">www.twitter.com/cecouri</a></strong></p>
</div>
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		<title>A tecnologia vai mudar a cara do tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 22:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Google Glass]]></category>
		<category><![CDATA[smartwatch]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novidades como relógios inteligentes e óculos recheados de tecnologias inovadoras chegam em breve nos mercados e prometem ajudar quem lida com o diabetes. Depois das revoluções que foram as telas sensíveis ao toque &#8211; raras há uma década mas presentes hoje desde telefones celulares até geladeiras! &#8211; e os tablets, uma nova tecnologia está chegando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novidades como relógios inteligentes e óculos recheados de tecnologias inovadoras chegam em breve nos mercados e prometem ajudar quem lida com o diabetes.</em><br />
<span id="more-7688"></span></p>
<p>Depois das revoluções que foram as telas sensíveis ao toque &#8211; raras há uma década mas presentes hoje desde telefones celulares até geladeiras! &#8211; e os <em>tablets</em>, uma nova tecnologia está chegando em breve e promete mudar completamente os hábitos e costumes da população. Trata-se dos <strong>aparelhos eletrônicos &#8220;vestíveis&#8221;</strong>, como por exemplo os <em>smartwatches</em> (relógios de pulso futuristas). A idéia é embutir em um aparelho pequeno, prático e elegante funcionalidades que só a era digital permite. Por exemplo, além de mostrar as horas, os relógios do futuro serão capazes de fazer ligações, tirar fotos, acessar a internet e, também, ajudar a vida de quem está com diabetes.</p>
<p>Segundo a agência de notícias <em>Reuters</em>, as três gigantes da tecnologia &#8211; Apple, Samsung e Google &#8211; estão estudando maneiras de utilizar seus futuros aparelhos vestíveis supertecnológicos como leitores de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUE HORAS SÃO? HORA DE BAIXAR A GLICEMIA!</strong></p>
 Relógios repletos de tecnologia são a aposta de empresas como a Apple e a Samsung para conquistar o público diabético.
<p>Ninguém sabe ainda como as empresas transformarão os relógios inteligentes em glicosímetros. Isto porque para se saber a quantidade de açúcar no sangue o método mais eficiente continua sendo através da picada no dedo e coleta de uma gotinha de sangue. Outras maneiras menos dolorosas &#8211; <a title="O mais barato teste de glicemia já inventado troca gotinha de sangue por xixi" href="http://www.diabeticool.com/o-mais-barato-teste-de-glicemia-ja-inventado-troca-gotinha-de-sangue-por-xixi/">como medir a glicemia pela urina</a> ou lágrimas &#8211; ainda não mostram resultados suficientemente confiáveis.</p>
<div style="background-color: #ffb894; border: 2px solid black; padding: 10px;">Há alguns anos, cientistas tentaram medir a glicemia através de um pequeno sensor colocado <strong>sobre</strong> a pele, portanto sem a necessidade de perfurações ou cirurgias. Se a tecnologia de fato funcionasse, os novos relógios poderiam contar com um destes sensores na parte de trás do visor. Os sensores mediriam, então, a quantidade de açúcar no sangue. Até agora, porém, não há notícia de prosseguimento deste estudo.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, é de se esperar que, num primeiro momento, estes relógios sejam capazes de &#8220;conversar&#8221; com medidores de glicemia mais tradicionais, que analisariam a quantidade de açúcar a partir de uma gota de sangue e enviariam os dados para o relógio. Este, por sua vez, guardaria as medições e teria aplicativos que permitem acompanhar os valores gravados de modo fácil e prático, sempre à mão (ou pulso!) do usuário.</p>
<p>Falando em aplicativos, como seria bom saber a quantidade de açúcar nos alimentos sempre que quiséssemos, não é mesmo? Com os novos relógios isto poderá ser bem fácil. Aplicativos instalados neles poderão mostrar tabelas de contagem de carboidratos para os alimentos que você deseja comer e compará-las às taxas guardadas de glicemia. Coisa que um celular já faz, porém é sempre interessante saber que seu relógio também será capaz de ajudá-lo a manter o diabetes sob controle.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS PLANOS DO GOOGLE PARA O DIABETES</strong></p>
 Os óculos supertecnológicos do Google te deixam parecido com um ciborgue? Sim. Mas será que não valeria a pena usá-los caso facilitassem o controle do diabetes?
<p><a href="http://www.diabeticool.com/google-revoluciona-com-lente-de-contato-que-mede-a-glicemia/">O Google anunciou no começo do ano</a> que está desenvolvendo uma lente de contato que mede a glicemia através das lágrimas. Ou seja, de maneira completamente indolor, constante e não-invasiva. Após o anúncio inicial, nada mais de substancial foi dito sobre o aparelho.</p>
<p>A companhia não parece estar investindo no lançamento de um relógio tecnológico, mas aposta suas fichas no <strong>Google Glass</strong>, os estranhos óculos inteligentes da imagem acima. Será que Google Glass será a maneira pela qual veremos o resultado das leitura de glicemia das lentes de contato?</p>
<p>O futuro promete grandes novidades e auxílios tecnológicos para quem está com diabetes &#8211; mesmo que venham na forma de aparelinhos ligados no nosso próprio pulso! No início, estas novidades podem até ser caras, mas, como toda tecnologia, eventualmente se tornarão tão acessíveis que a maior parte da população terá acesso a elas.</p>
<p>O melhor é saber que tanta tecnologia de ponta não vai demorar muito para chegar. O mercado potencial ppara aparelhos voltados a quem está com diabetes é imenso, por isso o grande interesse das empresas em conquistá-lo o mais rápido possível. A Ciência, assim como as motivações econômicas, avança rápido &#8211; e, junto com ela, a melhora da qualidade de vida de diabéticos no mundo inteiro.</p>
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		<title>Cirurgia bariátrica é tratamento eficaz e duradouro contra diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-e-tratamento-eficaz-e-duradouro-contra-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2014 19:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bypass gástrico]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[gastrectomia vertical]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo demonstrou que, após o procedimento, muitos pacientes foram capazes de controlar o açúcar no sangue sem a necessidade de medicamentos. Um novo estudo concluiu que a cirurgia bariátrica é um tratamento altamente eficaz e duradouro contra o diabetes tipo 2 em pessoas obesas — e melhor que a terapia baseada apenas em medicamentos. A &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo demonstrou que, após o procedimento, muitos pacientes foram capazes de controlar o açúcar no sangue sem a necessidade de medicamentos.</em><span id="more-7325"></span></p>
<p>Um novo estudo concluiu que a <a title="Cirurgia bariátrica é arma mais eficaz contra diabetes em obesos" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-e-arma-mais-eficaz-contra-diabetes-em-obesos/">cirurgia bariátrica</a> é um tratamento altamente eficaz e duradouro contra o diabetes tipo 2 em pessoas obesas — e melhor que a terapia baseada apenas em medicamentos. A pesquisa, feita na Clínica Cleveland, nos Estados Unidos, demonstrou que o procedimento permite que a maioria dos pacientes viva sem doses de <a title="Insulina inalável: afinal, foi ou não aprovada?" href="http://www.diabeticool.com/insulina-inalavel-afinal-foi-ou-nao-aprovada/">insulina </a>e outras drogas usadas para controlar o diabetes pelo menos três anos após a operação.</p>
<p>O trabalho foi publicado na revista The New England Journal of Medicine nesta segunda-feira, mesmo dia em que os resultados foram descritos durante o encontro anual do Colégio Americano de Cardiologia, em Washington.</p>
<p>Cirurgia benéfica — Essa não é a primeira vez que uma pesquisa associa a cirurgia bariátrica a efeitos positivos sobre o diabetes tipo 2. Um estudo brasileiro divulgado em 2012, por exemplo, demonstrou que o procedimento foi capaz de controlar o diabetes em 99% dos 66 pacientes obesos operados durante um ano.</p>
<p>A nova pesquisa, porém, além de ter demonstrado o efeito da cirurgia durante um maior intervalo de tempo, foi feita com mais pacientes: 150 pessoas obesas com dificuldades para controlar o diabetes tipo 2. Trata-se do maior e um dos mais longos estudos já realizados sobre o assunto.</p>
<p>No trabalho, parte dos participantes foi submetida a um tratamento contra o diabetes baseado somente em medicamentos; o restante passou por um entre dois tipos de cirurgia bariátrica: a cirurgia de derivação gástrica, também conhecida como bypass gástrico, ou a gastrectomia vertical.</p>
<p>Todos os participantes foram acompanhados ao longo de três anos. Ao final desse período, 90% dos pacientes submetidos à cirurgia bariátrica conseguiram perder 25% de seu peso corporal e controlar o diabetes sem uso de insulina ou outros medicamentos contra a doença.</p>
<p>&#8220;Os dados confirmam que a cirurgia bariátrica mantém sua superioridade sobre os medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 2 em pacientes com obesidade severa e também moderada&#8221;, diz Philip Schauer, diretor do Instituto Bariátrico e Metabólico da Clínica Cleveland e coordenador do estudo. Segundo os autores, mais pesquisas são necessárias para que a cirurgia bariátrica passe a ser usada na prática clínica como opção de <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">tratamento contra o diabetes tipo 2</a>.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cirurgia-bariatrica-e-tratamento-eficaz-e-duradouro-contra-diabetes-tipo-2" target="_blank" rel="nofollow">Veja</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-e-tratamento-eficaz-e-duradouro-contra-diabetes-tipo-2/">Cirurgia bariátrica é tratamento eficaz e duradouro contra diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Novidade duplica capacidade do corpo de curar feridas nos pés</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/novidade-duplica-capacidade-do-corpo-de-curar-feridas-nos-pes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2014 18:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tratamento do Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[ferida]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[pés]]></category>
		<category><![CDATA[polideoxiribonucleotídeo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos italianos testam, com sucesso, medicamento eficaz na cicatrização de feridas nos pés de quem está com diabetes. Quem está com diabetes já há bastante tempo provavelmente escutou este conselho do médico: &#8220;cuide com muita atenção de seus pés&#8220;. A dica é importantíssima &#8211; e com boas razões. Problemas nos pés de quem tem diabetes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Médicos italianos testam, com sucesso, medicamento eficaz na cicatrização de feridas nos pés de quem está com diabetes.</em><span id="more-7127"></span></p>
<p>Quem está com diabetes já há bastante tempo provavelmente escutou este conselho do médico: &#8220;<strong>cuide com muita atenção de seus pés</strong>&#8220;. A dica é importantíssima &#8211; e com boas razões. Problemas nos pés de quem tem diabetes são extremamente comuns e, além disso, quando não tratados corretamente, causam danos muitas vezes irreversíveis, que podem incluir a amputação do membro. O problema é que o diabetes dificulta tanto a percepção de um machucado nos pés quanto o processo natural de cura da ferida. Agora, porém, um grupo de cientistas italianos afirma que uma maneira nova e eficaz para tratar os machucados nos pés diabéticos está a caminho.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/viu-alguma-alteracao-nos-seus-pes-corra-para-o-medico/">Viu algum problema nos seus pés? Corra para o médico!</a>&#8220;</strong></p>
<p>O grupo de pesquisas testou, ao longo de oito semanas, um medicamento chamado de <strong>polideoxiribonucleotídeo</strong> em 216 pacientes com diabetes e que tinham feridas nos pés. De acordo com os resultados do trabalho, <strong>a droga aumentou em duas vezes a capacidade do corpo de sarar o machucado</strong>, cicatrizando-o por completo.</p>
<p>&#8220;Machucados nos pés são complicações perigosas para pessoas com diabetes, e os tratamentos atuais (como a terapia com oxigênio em câmaras hiperbáricas) são caras e podem levar a efeitos colaterais&#8221;, afirmou o dr. Francesco Squadrito, da Universidade de Messinan, na Itália, e um dos autores do estudo.</p>
<p>&#8220;Nossa pesquisa mostrou pela primeira vez que uma abordagem farmacológica é capaz de melhorar o processo de cura de machucados em diabéticos&#8221;, completou o cientista.</p>
<p>&#8220;Esta abordagem pode revolucionar o tratamento de úlceras do <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a> &#8211; uma das principais causas de hospitalização no mundo desenvolvido&#8221;.</p>
<p>Novos testes serão feitos para comprovar a eficiência do tratamento. Caso deem certo, podem ajudar a diminuir os altos números de amputações dos membros inferiores que continuam a preocupar a comunidade diabética mundial.</p>
<p>O trabalho será publicado na próxima edição da revista científica <em>Endocrine Society&#8217;s Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em> (JCEM).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novidade-duplica-capacidade-do-corpo-de-curar-feridas-nos-pes/">Novidade duplica capacidade do corpo de curar feridas nos pés</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pacientes enfrentam falta de remédios para diabetes em Tupã (SP)</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pacientes-enfrentam-falta-de-remedios-para-diabetes-em-tupa-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 13:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[falta de insulina]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tupã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Farmácia municipal está sem receber insulina e seringas para tratamento. Prefeitura admitiu problema, mas afirma que situação será normalizada. Moradores de Tupã (SP) que dependem da farmácia municipal estão com o tratamento comprometido por causa da falta de insulina, fita para medir a glicemia e seringas para a aplicação de medicamentos. A prefeitura de Tupã &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/pacientes-enfrentam-falta-de-remedios-para-diabetes-em-tupa-sp/">Pacientes enfrentam falta de remédios para diabetes em Tupã (SP)</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Farmácia municipal está sem receber insulina e seringas para tratamento. Prefeitura admitiu problema, mas afirma que situação será normalizada.</em><span id="more-6833"></span></p>
<p>Moradores de Tupã (SP) que dependem da farmácia municipal estão com o tratamento comprometido por causa da <a title="Falta insulina no primeiro mundo" href="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/">falta de insulina</a>, fita para medir a glicemia e seringas para a aplicação de medicamentos.</p>
<p>A prefeitura de Tupã admitiu a falta de medicamentos desde o ano passado, principalmente, para controle da diabetes. No entanto, segundo a secretária de Saúde do município, alguns remédios são fornecidos pelo governo do estado, que teve problemas na distribuição dos medicamentos nos últimos meses. “Por conta de final de ano, final de processo licitatório, questão de orçamento, às vezes acaba acontecendo isso por parte do estado. Temos cobrado, mas por enquanto ainda não recebemos. Falta de insulina é uma competência do estado e ele está em atraso com as insulinas”, informou Rosângela de Souza Urel.</p>
<p>Segundo ainda a secretária, além do problema no fornecimento de insulina por parte do governo do estado, as fitinhas que fazem a medição da diabetes e as seringas são de responsabilidade do município e também continuam em falta. “Tivemos dois processos licitatórios impugnados pelo Tribunal de Contas. Específicos para medicamentos e materiais como a seringa, a tirinha para o teste de <a title="Saiba sua glicemia o tempo inteiro, sem picar o dedo" href="http://www.diabeticool.com/saiba-sua-glicemia-o-tempo-inteiro-sem-picar-o-dedo/">glicemia</a>. A questão dos medicamentos foi um problema administrativo e que está sendo solucionado e no máximo até o final desta semana os medicamentos estarão nas farmácias”, completou Rosângela.</p>
<p>Há dois meses, uma mulher passa por um drama. Ela toma 40 unidades de insulina por dia para controlar a diabetes. Mas precisou diminuir as doses porque o medicamento que é fornecido de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS) está em falta na farmácia municipal. A paciente precisou reduzir a quantidade de insulina para não ficar sem remédio e também não consegue retirar as fitinhas que fazem a medição da diabetes. Ela teme ficar debilitada por falta dos medicamentos. “Senti que fui prejudicada nesse sentido e alteração na minha visão. Minha glicemia sobe a 600 e de uma hora para outra posso ter um enfarto e parar na UTI”, disse a paciente.</p>
<p>Além da paciente, o irmão e o pai dela também têm diabetes. Até as seringas de aplicação da insulina estão em falta. Nesse caso, os dois improvisam a aplicação. “Meu irmão está usando a mesma seringa que seria descartável por quatro vezes. Ele ferve a seringa, reutilizar”, afirmou a mulher.</p>
<p>A aposentada Elair Calegarti enfrenta o mesmo problema. Ela, que tem 70 anos e recebe um salário mínimo, toma onze tipos de medicamentos, entre eles, também está um remédio para controle da diabetes. No último mês gastou mais de R$ 100 em remédios que estavam em falta na farmácia municipal. “Me sinto lesada porque você tem que sustentar a casa, pagar água, luz, cuidar de criança e tem que comprar medicação”, informou.</p>
<p>Alguns pacientes procuraram o Conselho Municipal de Saúde. O secretário Executivo do conselho questiona os mais de R$ 32 milhões que a prefeitura de Tupã destinou de orçamento para a saúde do município em 2013. “Prefeito, explique pra gente por que gasta tanto e não se tem nada? Você vai, o médico passa a prescrição do medicamento e, simplesmente a saúde não fornece para o município e o município diz que não tem dinheiro. Gostaria de saber no que que gastaram R$ 32 milhões?”, enfatizou Carlos de Assis.</p>
<p>A prefeitura alega que no caso da insulina, o atraso é responsabilidade do estado. Já para a falta de outros itens, a resposta é que houve problema nas licitações.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2014/02/pacientes-enfrentam-falta-de-remedios-para-diabetes-em-tupa.html" target="_blank" rel="nofollow">G1</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pacientes-enfrentam-falta-de-remedios-para-diabetes-em-tupa-sp/">Pacientes enfrentam falta de remédios para diabetes em Tupã (SP)</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A História do Diabetes – Parte 1 – da Antiguidade ao Século XIX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2014 18:56:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[história do diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que o diabetes já era conhecido lá no Egito Antigo? Você consegue imaginar como os médicos da época de Cristo tratavam a doença? Descubra mil curiosidades nesta série especial! POR RONALDO WIESELBERG A maioria das pessoas acredita que o diabetes é uma doença recente, devido à enorme quantidade de casos que surgem ano após &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sabia que o diabetes já era conhecido lá no Egito Antigo? Você consegue imaginar como os médicos da época de Cristo tratavam a doença? Descubra mil curiosidades nesta série especial!</em><span id="more-6428"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>A maioria das pessoas acredita que o diabetes é uma doença recente, devido à enorme quantidade de casos que surgem ano após ano – de acordo com os dados mais recentes da IDF (<em>Federação Internacional de Diabetes)</em>, já somos 382 milhões, sendo que 46% não sabem que têm diabetes.</p>
<p>A verdade é que o diabetes é uma doença muito antiga. Para falar a verdade, ela sempre existiu, mas como os pacientes morriam muito rápido – já que pouco se sabia de medicina e de qualquer eventual tratamento – não tivemos relatos até cerca de 1500 antes de Cristo.</p>
<p>O primeiro relato que se tem do diabetes é de um papiro da Terceira Dinastia Egípcia, que data de 1552 a.C., no qual o médico Hesy-Rá, no Papiro de Ebers, menciona uma doença que causava poliúria – muito xixi –, polidípsia – muita sede –, e polifagia – muita fome –, além de ter uma perda de peso rápida. Os curandeiros da época também notaram que a urina dessas pessoas atraía formigas, mas não sabiam dizer o porquê.</p>
<p>O tratamento recomendado pelos médicos daquela época era completamente natural: óleo de rosas, geleia da carne de cobra, coral vermelho em pedaços, amêndoas doces e até mesmo esterco de cabra cozido em leite. É necessário dizer que NÃO FUNCIONA! Os médicos da época classificaram a doença como uma das mais difíceis de se viver.</p>
<figure id="attachment_6429" aria-describedby="caption-attachment-6429" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6429" alt="diabetes no egito antigo" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/diabetes-no-egito-antigo.jpg" width="600" height="508" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/diabetes-no-egito-antigo.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/diabetes-no-egito-antigo-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6429" class="wp-caption-text">Imagem do papiro de Ebers, indicando o paciente que toma muita água (polidípsia).</figcaption></figure>
<p>O pai da Medicina árabe, Buqrat, também relatou alguns casos de uma misteriosa doença, que era resumida em “grande quantidade de urina e definhamento da pessoa”. A expectativa de vida, naquela época de 460 a.C., para uma pessoa com esse quadro, raramente passava de um mês. Buqrat foi um médico comparado a Hipócrates, o pai da Medicina ocidental, que também inspirou Areteu e Galeno, nossas próximas figuras históricas.</p>
<p>Areteu foi um médico nascido na Capadócia – região da atual Turquia – que pode ser considerado o “pai” do diabetes. Ele foi o primeiro, no primeiro século depois de Cristo, a descrever com perfeição os sintomas da doença, e também credita-se a ele o “batizado” da doença, chamando-a de diabetes, a partir da palavra grega que significa “sifão”, indicando a principal característica diagnóstica: o grande fluxo de xixi. A descrição dada por ele foi de que o diabetes era “<em>uma doença terrível, não muito frequente nos homens, caracterizada pelo derretimento da carne e dos membros e sua expulsão pela urina</em>”.</p>
<p>Depois dele, Galeno, um dos maiores médicos da Antiguidade, discutiu o diabetes em muitas de suas obras. Mesmo tendo visto apenas dois casos da doença, ele a caracterizou como <em>diarrhoea urinosa</em>, ou seja, “diarreia de urina” e <em>dipsakos</em>, ou seja, “a doença da urina”. Baseando-se nos sintomas, ele diagnosticou o diabetes erroneamente como uma doença dos rins. As obras de Galeno influenciaram a medicina até a Idade Média.</p>
<figure id="attachment_6430" aria-describedby="caption-attachment-6430" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6430" alt="galeno tratando diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/galeno-tratando-diabetes.jpg" width="600" height="508" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/galeno-tratando-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/galeno-tratando-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6430" class="wp-caption-text">Galeno, que também foi médico dos Gladiadores, em Roma, tratando de um paciente ferido.</figcaption></figure>
<p>No Ocidente, esse foi o máximo de informações que conseguimos até o século XI, até que o pensamento científico foi retomado lentamente. Porém, os estudos a respeito do diabetes continuaram no Oriente, mais precisamente, na Índia.</p>
<p>Susruta, um dos maiores médicos indianos da antiguidade, durante o período entre os séculos V e VI notou o mesmo quadro de urina em grande quantidade, em geral, adocicada, grudenta ao toque, e tremendamente atrativa às formigas. O nome dado para essa doença, na Índia, foi de “<em>madhumeha</em>”, que significa “urina melada”. Outros médicos, na China e no Japão também perceberam esse quadro à mesma época, e também perceberam que os pacientes que tinham esse quadro eram mais propensos a desenvolver outras doenças, como algo que se assemelha à tuberculose.</p>
<p>Na Índia, ainda, os médicos conseguiram descrever dois tipos diferentes de diabetes. Um deles afetava pessoas mais jovens, que emagreciam rapidamente e morriam em questão de semanas. Outro tipo era mais comum em indivíduos mais velhos, em geral mais gordos, que não emagreciam tanto, demoravam mais para morrer, e eram propensos às outras doenças da época. Hoje, conhecemos, respectivamente, esses dois tipos de diabetes como “tipo 1” e “tipo 2”.</p>
<p>No século XI, o médico persa Avicena, em sua obra “O Cânone da Medicina”, relata o apetite anormal dos pacientes com essa doença, além de ter sido o primeiro a notar algumas coisas relacionadas às complicações, uma vez que os pacientes com a doença chamada de “diabetes” tinham um tipo de gangrena diferente e prejuízo das funções sexuais. Ele recomendava como tratamento uma mistura de sementes, como tremoço e feno-grego. Funcionava tanto quanto o cocô de cabra com leite.</p>
<p>A coisa é que Avicena também encontrou outra doença, muito parecida com a anterior. Também eram pacientes que bebiam muita água e faziam muito xixi, mas a urina destes pacientes não atraía formigas e eles não tinham tanta fome. Hoje, conhecemos esse tipo de diabetes como “diabetes insipidus”, que está relacionado com um hormônio chamado vasopressina, ou hormônio antidiurético.</p>
<p>Até o século XI, o diagnóstico do diabetes era feito por uma classe chamada de “provadores de água”. Essa classe tinha a missão de provar a urina dos pacientes, e, caso fosse adocicada, o paciente era diagnosticado. Muitos dos pacientes, porém, não tinham a urina adocicada, e acabavam não sendo diagnosticados e morrendo por “causas desconhecidas”.</p>
<p>Tivemos pouco progresso em relação ao diabetes até o século XVI, quando Paracelso, um médico suíço, estudou a doença. Ele esquentou a urina de uma pessoa diagnosticada com diabetes até evaporar toda a água. No fundo do recipiente ficou um pozinho branco. Ele, erroneamente, disse que era sal, e concluiu que “o sal do corpo fazia os rins terem sede, retinham a água e aumentavam a quantidade de urina, de maneira a eliminar o sal”. O tratamento que ele recomendava era exercício físico – particularmente andar à cavalo – o que tinha relativo sucesso. Paracelso foi o primeiro na história a considerar o diabetes uma doença generalizada, e não apenas de um órgão.</p>
<figure id="attachment_6431" aria-describedby="caption-attachment-6431" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6431" alt="paracelso diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/paracelso-diabetes.jpg" width="600" height="508" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/paracelso-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/paracelso-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6431" class="wp-caption-text">Paracelso – médico e alquimista brilhante, confundiu glicose com sal.</figcaption></figure>
<p>Depois disso, com o progresso da ciência e estudos da Fisiologia Humana, o diabetes também teve maior entendimento. Em 1674, Thomas Willis chamou o diabetes de “mal da urina”, e postulou que a doença tivesse início no sangue. Ele dizia que o “quilo” era maldigerido, e se acumulava no sangue. Os rins, então, expulsavam aquilo pela urina.</p>
<p>Durante esse mesmo período, alguns estudos chegaram bem perto de descobrir a causa principal do problema. Um dos estudos, que envolvia a remoção parcial do pâncreas de um cachorro, causou um quadro muito parecido com o do diabetes. Mais um estudo mostrou uma análise do pó encontrado por Paracelso, concluindo que era algum tipo de açúcar. Outro, separou os tipos de diabetes reconhecidos à época, que já tinham sido descritos pela primeira vez por Avicena: diabetes <em>mellitus</em>, do grego, “doce como mel”, devido ao sabor adocicado da urina e diabetes <em>insipidus</em>, do grego, “insípido, sem sabor”, devido à falta de sabor da urina, além de relatar algo que se parecia com uma retinopatia e o cheiro de fruta estragada diante de alguns pacientes – que hoje sabemos ser característico da presença de cetonas.</p>
<p>Durante o século XVII, de maneira geral, concluiu-se que o problema com o diabetes era a dieta. Decidiram, então, estudar a dieta com maior atenção. Descobriram, então, que o consumo de carboidratos prejudicava os pacientes com diabetes, e decidiram cortá-los da dieta, trocando os carboidratos, como pão e batatas, por carnes e alimentos gordurosos. A maioria dos pacientes respondeu bem a esse tratamento&#8230; Por algum tempo. Curiosamente, um médico francês tinha uma terapia de “reposição”. Como a pessoa com diabetes perdia muita glicose pela urina, ela devia, então, repor tudo o que perdeu comendo o máximo de açúcar que conseguisse. Não durou muito tempo.</p>
<p>Em 1869, o alemão Paul Langerhans observou ao microscópio algumas células que não tinham as mesmas conexões que as outras células do pâncreas, não ficavam da mesma cor na preparação e pareciam enclausuradas entre as outras. Ele se limitou a descrever o que viu, sem pensar em nenhuma hipótese para o funcionamento delas. Coube, então, ao francês Edouard Laguesse, em 1893, sugerir que as “ilhotas de Langerhans” – hoje chamadas de ilhotas pancreáticas! – eram um tecido que secretava alguma coisa, e que seriam indispensáveis ao funcionamento do organismo.</p>
<figure id="attachment_6432" aria-describedby="caption-attachment-6432" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6432" alt="Apollinaire Bouchardat diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/Apollinaire-Bouchardat-diabetes.jpg" width="600" height="508" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/Apollinaire-Bouchardat-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/Apollinaire-Bouchardat-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6432" class="wp-caption-text">Apollinaire Bouchardat é a prova de que o bom pesquisador encontra algo bom até nas tragédias.</figcaption></figure>
<p>O tratamento mais efetivo até então para o diabetes surgiu em 1871. Durante a Guerra Franco-Prussiana, o racionamento de comida foi inevitável, e muitos franceses morreram de fome. Um médico, porém, chamado Apollinaire Bouchardat, percebeu que os pacientes com diabetes tinham uma vida quase igual à dos outros habitantes: a urina aparentava menos glicose, e eles estavam tão magros quanto o resto da população – nada muito animador, mas, foi um fator de semelhança bem-vindo.</p>
<p>Surgiu, então, o chamado “tratamento de inanição”. A quantidade de alimento seria suficiente apenas para manter a pessoa com diabetes viva, e a pessoa deveria se exercitar, já que a terapia de exercício já havia se mostrado satisfatória. Cada deslize alimentar poderia realmente matar a pessoa. Com esse tratamento, a pessoa emagreceria drasticamente, ficando pele e osso, mas sobreviveria. Por pelo menos um ano após o diagnóstico, um aumento de quase cinco vezes a expectativa anterior.</p>
<p>No final do século XIX, porém, algo aconteceu. No Canadá, em 1891, em uma fazenda ao norte de Toronto, nascia Frederick Banting. Com ele, ocorreria o que foi chamado de “milagre da medicina”&#8230;</p>
<p><strong>+ GOSTOU DA PRIMEIRA PARTE? ENTÃO NÃO PERCA <a title="de uma amoroso" href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-2-de-uma-decepcao-amorosa/">A CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA</a> DO DIABETES!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ Leia mais textos de Ronaldo Wieselberg:</strong><br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/exageros-no-fim-do-ano/">Exageros no Fim do Ano &#8211; como aproveitar as Festas com saúde</a>&#8221; &#8211; 31.12.2013<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/revelado-o-segredo-da-agua-de-quiabo/">Revelado o segredo da água de quiabo</a>&#8221; &#8211; 18.12.2013<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/uma-nova-forca-lutando-pelo-diabetes-por-ronaldo-wieselberg/">Uma nova força lutando pelo diabetes</a>&#8221; &#8211; 16.12.2013</div>
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		<title>Vídeo: os cãezinhos que salvam a vida dos donos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2014 16:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[cachorros]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fantástico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cachorros treinados para &#8220;farejar&#8221; problemas de saúde ajudam a salvar vidas. Veja como eles podem ajudar no diabetes! Uma reportagem exibida na edição do dia 5/1/2013 do programa de televisão &#8220;Fantástico&#8221;, da Rede Globo, mostrou alguns exemplos de cachorros que ajudam a cuidar da saúde de seus donos. Apesar da idéia de utilizar cachorros e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cachorros treinados para &#8220;farejar&#8221; problemas de saúde ajudam a salvar vidas. Veja como eles podem ajudar no diabetes!</em><span id="more-6420"></span></p>
<figure id="attachment_6421" aria-describedby="caption-attachment-6421" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6421" alt="cachorro farejador de glicemia diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/cachorro-farejador-de-glicemia-diabetes.jpg" width="600" height="265" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/cachorro-farejador-de-glicemia-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/cachorro-farejador-de-glicemia-diabetes-415x183.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6421" class="wp-caption-text">Cachorro fareja a baixa quantidade de sangue do dono e vai pegar kit de controle da glicemia: uma grande ajuda para quem está com diabetes!</figcaption></figure>
<p>Uma reportagem exibida na edição do dia 5/1/2013 do programa de televisão &#8220;Fantástico&#8221;, da Rede Globo, mostrou alguns exemplos de cachorros que ajudam a cuidar da saúde de seus donos.</p>
<p>Apesar da idéia de utilizar cachorros e seu incrível faro na detecção de &#8220;mudanças&#8221; no corpo de uma pessoa não ser nova, o alto custo de treinar os animais impede que este método &#8220;natural&#8221; de prevenção de doenças seja mais utilizado. Isto é uma pena, uma vez que os cães são alguns dos animais mais amados da nossa sociedade e, além disso, quando bem treinados, são capazes de pequenos milagres para ajudar seus donos.</p>
<figure id="attachment_6422" aria-describedby="caption-attachment-6422" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-6422 " alt="cachorrinha JJ mastocitose diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/cachorrinha-JJ-mastocitose-diabetes.jpg" width="300" height="190" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/cachorrinha-JJ-mastocitose-diabetes.jpg 429w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/cachorrinha-JJ-mastocitose-diabetes-379x240.jpg 379w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/cachorrinha-JJ-mastocitose-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-6422" class="wp-caption-text">A cadelinha JJ já salvou diversas vezes a vida da dona, uma menininha com mastocitose.</figcaption></figure>
<p>A reportagem começa apresentando a história de uma cachorrinha treinada para detectar complicações de uma doença rara, a <strong>mastocitose</strong>, em uma garotinha de apenas 7 anos. Durante a entrevista com a mãe da menina, ela começa a passar mal e a cachorrinha prontamente abre um armarinho na cozinha, pega um kit de primeiros socorros e entrega-o à mãe.</p>
<p>Um pouco adiante, o vídeo mostra a ação de uma linda <em>golden retriever</em>, que &#8220;fareja&#8221; quando o dono está com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a> e corre para buscar um kit de controle da glicemia.</p>
<p><strong>Vale a pena assistir! Divirta-se com a reportagem seguindo o link abaixo:</strong></p>
<figure id="attachment_6423" aria-describedby="caption-attachment-6423" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/t/edicoes/v/cachorro-enfermeiro-salva-vida-de-menina-nos-eua/3059023/"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6423 " alt="link video fantastico diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/link-video-fantastico-diabetes.jpg" width="400" height="75" /></a><figcaption id="caption-attachment-6423" class="wp-caption-text">Clique na imagem para acessar o vídeo da reportagem!</figcaption></figure>
<p><strong>+<span style="color: #ff6600;"> LEIA TAMBÉM</span><span style="color: #000000;">, NO DIABETICOOL</span>:</strong></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/farejando-o-diabetes-caes-salvam-a-vida-de-donos-com-hipoglicemia/">Farejando o diabetes – cães salvam a vida de donos com hipoglicemia!</a></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/">Já ouviu falar nos cachorros que farejam a glicemia?</a></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/os-cachorrinhos-curados/">Os cachorrinhos curados</a></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/video-os-caezinhos-que-salvam-a-vida-dos-donos/">Vídeo: os cãezinhos que salvam a vida dos donos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Mulher é presa por levar, de carro, pai diabético ao médico</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/mulher-e-presa-por-levar-de-carro-pai-diabetico-ao-medico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2013 18:18:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Arábia Saudita]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Kuwait]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[presa]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parece brincadeira, mas em alguns lugares no mundo a opressão contra as mulheres é tão forte que coloca a vida de diabéticos em risco. Imagine a cena: seu pai, diabético, precisa ir ao hospital para receber tratamentos, porém ele não pode dirigir temendo crises de hipoglicemia. Você, então, corre para o carro e acelera para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Parece brincadeira, mas em alguns lugares no mundo a opressão contra as mulheres é tão forte que coloca a vida de diabéticos em risco.</em><span id="more-5686"></span></p>
 Mulher atrás do volante: cena rara no Oriente Médio.
<p>Imagine a cena: seu pai, diabético, precisa ir ao hospital para receber tratamentos, porém ele não pode dirigir temendo crises de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>. Você, então, corre para o carro e acelera para levá-lo ao médico mais próximo. Ainda na estrada, porém, a polícia te para. <strong>E você vai presa. Pelo simples fato de ser mulher e estar dirigindo.</strong></p>
<p>Esta história, infelizmente, é verídica e aconteceu no começo do mês na fronteira entre dois países árabes, a Arábia Saudita e o Kuwait.</p>
<p>A mulher que foi presa vive com o pai no Kuwait, um dos poucos países muçulmanos que garantem direitos às mulheres. Para ela é normal pegar o carro e dirigir por onde quiser.</p>
<p>A história é bem diferente na Arábia Saudita, país vizinho ao Kuwait. Lá, mulheres não podem viajar para fora do país, dirigir, abrir contas bancárias ou trabalhar sem a permissão de um parente homem.</p>
<figure id="attachment_5690" aria-describedby="caption-attachment-5690" style="width: 311px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-5690 " alt="mapa oriente medio diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/mapa-oriente-medio-diabetes.png" width="311" height="311" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/mapa-oriente-medio-diabetes.png 444w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/mapa-oriente-medio-diabetes-150x150.png 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/mapa-oriente-medio-diabetes-240x240.png 240w" sizes="(max-width: 311px) 100vw, 311px" /><figcaption id="caption-attachment-5690" class="wp-caption-text">O Kuwait é o pequeno país marcado dentro do retângulo vermelho.</figcaption></figure>
<p>Segundo o jornal <em>Kuwait Times</em>, a mulher dirigia um Chevrolet Epica com o pai no assento do carona quando foi parada pela polícia da Arábia Saudita bem próximo à fronteira entre os dois países. Como são grudados um no outro, é muito comum que quem mora no Kuwait atravesse a fronteira para a Arábia Saudita, e vice-versa.</p>
<p>Mesmo explicando aos oficiais que estava levando o pai doente ao hospital e deixando bem claro o quanto ele precisava de <a title="Qual a melhor dieta e o melhor exercício para evitar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-melhor-dieta-e-o-melhor-exercicio-para-evitar-diabetes/">tratamentos</a> para o seu diabetes, ela foi levada à cadeia. Ela ficará em detenção até que uma investigação sobre o caso seja concluída.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não há notícias do estado de saúde do pai, nem mesmo se ele conseguiu chegar ao hospital.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/mulher-e-presa-por-levar-de-carro-pai-diabetico-ao-medico/">Mulher é presa por levar, de carro, pai diabético ao médico</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>AdipoRon, a esperança de novo tratamento oral para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2013 21:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[adiponectina]]></category>
		<category><![CDATA[AdipoRon]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo II]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Toshimasa Yamauchi]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Tóquio]]></category>
		<category><![CDATA[Yuji Matsuzawa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho! POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL &#160; O tratamento e controle do diabetes tipo II consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho!</em></p>
<p><span id="more-5638"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento e controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a> consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos para regular a glicemia. Na busca por novos remédios para o diabetes, cientistas japoneses desenvolveram e testaram uma nova substância, chamada <strong>AdipoRon</strong>. O estudo, realizado pela Universidade de Tóquio e publicado na revista <i>Nature</i>, mostrou que o AdipoRon é capaz de melhorar o controle glicêmico, principalmente em casos de obesidade, e pode ser administrado oralmente.</p>
<p>Um dos fatores que podem levar ao diabetes tipo II é a <a title="A cabeça do brasileiro quando o assunto é diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-cabeca-do-brasileiro-quando-o-assunto-e-diabetes/">obesidade</a>. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que pessoas obesas têm níveis menores de adiponectina, um hormônio regulador de glicose e que aumenta a eficácia da insulina. <strong>O AdipoRon imita os efeitos da adiponectina, mas possui uma grande vantagem</strong>: ao contrário do hormônio natural, ele consegue atravessar o estômago e o intestino e chegar à corrente sanguínea com sua função intacta. O composto, portanto, poderia ser utilizado para desenvolver mais uma forma de tratamento oral para o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PESQUISA<br />
</strong></p>
<p>Para testar a eficácia do AdipoRon, os pesquisadores alimentaram ratos com uma dieta rica em gorduras, tornando os animais obesos e diabéticos. Eles foram divididos em dois grupos: um que tomaria o remédio e outro que não. Depois de quatro meses, <strong>a taxa de sobrevivência dos ratos que não tomaram AdipoRon foi de 30%, enquanto a dos que tomaram a substância foi de 70%</strong>. Para comparação, ratos com uma dieta balanceada normalmente possuem uma taxa de sobrevivência de 95% para esse mesmo período.</p>
<p>“Nossos resultados mostraram que os ratos que tomaram AdipoRon sobreviveram por mais tempo, apesar de continuarem obesos e não terem perdido peso”, diz Toshimasa Yamauchi, membro da equipe que realizou o estudo. “Pretendemos iniciar testes clínicos em humanos nos próximos anos”.</p>
<figure id="attachment_5639" aria-describedby="caption-attachment-5639" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5639 " alt="Yuji Matsuzawa diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg" width="200" height="200" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg 200w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-5639" class="wp-caption-text">Yuji Matsuzawa, o cientista que descobriu a adiponectina, elogiou a descoberta.</figcaption></figure>
<p>Além disso, segundo os pesquisadores, muitos diabéticos do tipo II não conseguem seguir os conselhos médicos que recomendam <a title="História inspiradora: mulher perde 40kg em 18 meses e reverte o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/historia-inspiradora-mulher-perde-40kg-em-18-meses-e-reverte-o-diabetes/">exercícios físicos</a> regulares e uma dieta saudável. “As oportunidades para realizar atividades físicas foram drasticamente reduzidas em nossa sociedade atual”, disseram eles. “<strong>Seguir uma dieta não é fácil nem para pessoas saudáveis, obesas ou não, diabéticas ou não</strong>”. O novo remédio, ainda de acordo com eles, poderia ser uma boa solução para essas pessoas.</p>
<p>Yuji Matsuzawa, um dos pesquisadores responsáveis pelo descobrimento da adiponectina em seres humanos em 1995, comentou que os resultados da equipe de Yamauchi representaram um grande progresso no estudo do hormônio. Segundo ele, ainda há outras formas de se pensar em tratamentos para diabéticos envolvendo a substância. “Mais pesquisas precisam ser feitas com a adiponectina”, diz Matsuzawa. “Uma possibilidade é tentar aumentar a produção desse hormônio pelo próprio organismo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2013 00:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[GLP-1]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[metabolismo]]></category>
		<category><![CDATA[perda de peso]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento desenvolvido por grupo internacional de pesquisa consegue aumentar a produção de insulina e reduzir o peso de pacientes com diabetes tipo 2. Unir duas armas para aumentar o poder de fogo contra o inimigo. Assim pode ser descrita a estratégia de um grupo internacional de pesquisadores que resultou em um novo e promissor tratamento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento desenvolvido por grupo internacional de pesquisa consegue aumentar a produção de insulina e reduzir o peso de pacientes com diabetes tipo 2.<span id="more-5582"></span></em></p>
<p>Unir duas armas para aumentar o poder de fogo contra o inimigo. Assim pode ser descrita a estratégia de um grupo internacional de pesquisadores que resultou em um novo e promissor tratamento contra o diabetes. O novo remédio criado pelos especialistas, apresentado na edição de hoje da revista especializada Science Translational Medicine, já foi testado em humanos e não só conseguiu aumentar a produção de insulina em pacientes com o tipo 2 da doença como promoveu também a <a title="Nutricionista dá dicas de alimentação balanceada para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/nutricionista-da-dicas-de-alimentacao-balanceada-para-diabeticos/">perda de peso</a>.</p>
<p>Para alcançar esse resultado, os cientistas uniram propriedades de dois <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">hormônios</a> produzidos naturalmente pelo organismo humano, o GLP-1 e o GIP, de grande importância para a regulação do metabolismo. “A ação combinatória integrada desses dois hormônios fisiológicos oferece uma abordagem única e benéfica para o tratamento da síndrome metabólica”, declarou Brian Finan, um dos autores do estudo e membro do Instituto de Diabetes e Obesidade da Alemanha. “Ela representa um passo importante em nossa busca de opções terapêuticas mais eficazes”, complementou em um comunicado à imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pesquisadores justificam a escolha do GLP-1 e do GIP pela capacidade que eles têm de estimular a secreção de insulina e suprimir a liberação de glucagon, um contrarregulador que dificulta a produção da substância que falta aos diabéticos. Além dessas tarefas auxiliares, os dois hormônios usados na nova droga desaceleram o esvaziamento do estômago, fazendo com que o indivíduo se sinta saciado por mais tempo e ingira menos alimentos, o que contribui para a diminuição de peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os resultados demonstram que o GLP-1 e o GIP, quando incorporados numa única molécula, proporcionam uma atividade sinérgica para o controle da glicose e menor peso corporal”, declarou Richard DiMarch, do laboratório da Universidade de Indiana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com os resultados positivos obtidos no experimento, DiMarch acredita que o remédio poderá auxiliar tratamentos de diabetes, substituindo os medicamentos que não conseguem atender todas as necessidades no combate a doença. “As drogas atualmente aprovadas são bastante eficazes, mas não são suficientes para normalizar a glicose e certamente não provocam diminuição de peso corporal”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cautela</p>
<p>Especialistas que não participaram do estudo consideram a droga promissora, mas lembram que os autores do artigo ainda têm um caminho a percorrer para provar que a novidade é mesmo eficaz e segura. “Essa molécula mostrou resultados bastantes positivos, porém outros testes precisam ser feitos. Os voluntários foram testados por apenas seis semanas, mas o controle de glicose precisa ser monitorado por meses, já que o tratamento do diabetes é algo constante. Precisamos ter certeza do sucesso de um medicamento antes de colocá-lo no mercado”, diz Daniel Benchimol, endocrinologista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>O endocrinologista Mauro Schars indica outra questão importante: o número de pessoas que já experimentou o remédio. O teste com humanos, realizado depois do sucesso com animais, envolveu apenas seis pessoas.</p>
<p>“A busca por novos medicamentos é constante. Esse é um exemplo. No entanto, esses trabalhos precisam usar um número maior de pacientes para que possamos observar se sua eficácia é realmente comprovada. Esse é um caminho normal, que todos os medicamentos seguem. A estratégia de utilizar uma molécula com duas funções importantes, vindos desses hormônios, é algo interessante, mas que precisa de mais comprovações”, frisa.</p>
<p>Benchimol explica que <a title="O segredo para uma vida muito mais saudável" href="http://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/">o combate à obesidade</a> caminha ao lado do tratamento do diabetes, já que a maioria dos pacientes acaba tendo problemas com aumento de peso. Isso tem feito com que muitos grupos de pesquisa busquem desenvolver drogas com duplo efeito, como a apresentada pelo grupo internacional. “Cerca de 80% de diabéticos adultos são obesos. É claro que existem estratégias para que eles consigam escapar desse problemas, como dietas saudáveis e a prática de exercícios, mas ainda assim é difícil para esses pacientes se manter em forma”, destaca.</p>
<p>Um cuidado que Mauro Schars acha fundamental é evitar que drogas desse tipo sejam usadas por quem deseja emagrecer, mas não sofre de diabetes. “O uso indiscriminado desse produto por quem não tem resistência a insulina poderia gerar outras complicações. É preciso tomar cuidado para evitar que outros problemas sejam provocados e prejudiquem a saúde”, alerta.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/10/31/noticia_saudeplena,146218/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer.shtml">UAI</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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