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	<title>hormônio | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2013 11:08:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sérgio Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros descobriram que a insulina, usada para controlar o diabetes, pode ser boa para a formação de novas memórias do cérebro. Pesquisadores brasileiros descobriram que um remédio já usado no tratamento do diabetes poderá, no futuro, evitar o Mal de Alzheimer. O estudo foi publicado por uma revista científica americana. Os professores Sérgio Ferreira &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores brasileiros descobriram que a insulina, usada para controlar o diabetes, pode ser boa para a formação de novas memórias do cérebro.</em><span id="more-6031"></span></p>
<p>Pesquisadores brasileiros descobriram que um remédio já usado no tratamento do diabetes poderá, no futuro, evitar o <a title="Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Mal de Alzheimer</a>. O estudo foi publicado por uma revista científica americana.</p>
<p>Os professores Sérgio Ferreira e Fernanda de Felice identificaram uma estreita relação entre duas doenças que afetam milhões de pessoas: diabetes e Alzheimer. Nos dois casos, as células do corpo e do cérebro se tornam <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">resistentes à insulina</a>, um hormônio produzido no pâncreas.</p>
<p>A insulina é essencial para controlar a quantidade de glicose, de açúcar no sangue. E, segundo os pesquisadores, também para o bom funcionamento do cérebro, incluindo o hipocampo, que é a porta de entrada para a formação de novas memórias.</p>
<p>Hoje, alguns diabéticos usam um medicamento chamado liraglutida para estimular a produção de insulina e normalizar o funcionamento das células. Mas ainda não tinha sido testado para o tratamento do alzheimer.</p>
<p>Os pesquisadores se perguntaram se o medicamento que já vem sendo usado para combater o diabetes, que afeta o pâncreas, o fígado e os músculos, poderia também ser usado nas células do cérebro, os neurônios.</p>
<p>Os testes realizados nos laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro tiveram resultados extremamente positivos. Dezenas de camundongos com os sintomas de Alzheimer recuperaram a memória e a capacidade de aprender.</p>
<p>Mychael, um dos pesquisadores, conta que os camundongos doentes, com a memória afetada, sempre examinam os objetos colocados na caixa como se fosse a primeira vez. Já os que recebem a droga percebem a novidade.</p>
<p>“Ele tende a explorar mais esse objeto novo. Porque o animal é curioso, ele já lembra também e já conhece o objeto antigo. Ao todo, 80%, 90% dos casos nos observamos uma reversão da perda de memória nos animais que tinham sintoma da doença de Alzheimer”, explica Mychael Lourenço, neurocientista da UFRJ.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a liraglutida pode devolver a capacidade de ação da insulina no cérebro, prejudicada pela presença de substâncias tóxicas que impedem as conexões entre células nervosas.</p>
<p>“Embora a insulina ainda esteja presente, o neurônio é incapaz de ouvir aquele sinal. É como se a campainha estivesse ali, mas não tocasse. O que nos vimos é que esses medicamentos permitem que os neurônios fiquem imunes a ação dessa toxina e continuem se comunicando apropriadamente entre eles”, explica Sergio Ferreira, coordenador da pesquisa &#8211; UFRJ.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/12/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer.html" target="_blank" rel="nofolllow">G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/">Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 18:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Boehringer Ingelheim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente cuida da glicemia hoje em dia através da linagliptina, que ajuda a controlar a quantidade de açúcar no sangue de maneira &#8220;inteligente&#8221;. O Trayenta já foi considerado &#8220;a evolução no tratamento do diabetes&#8221; e causou frenesi na época de lançamento no Brasil, há dois anos. Isto porque, em 2011, era a primeira vez &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muita gente cuida da glicemia hoje em dia através da linagliptina, que ajuda a controlar a quantidade de açúcar no sangue de maneira &#8220;inteligente&#8221;.</em><span id="more-5922"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-5924" alt="remédio trayenta para diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg" width="317" height="422" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg 660w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes-180x240.jpg 180w" sizes="(max-width: 317px) 100vw, 317px" />O <strong>Trayenta</strong> já foi considerado &#8220;a evolução no tratamento do diabetes&#8221; e causou frenesi na época de lançamento no Brasil, há dois anos. Isto porque, em 2011, era a primeira vez que um remédio &#8220;inteligente&#8221; chegava às nossas prateleiras. Hoje em dia ele é facilmente encontrado em farmácias por todo o país e &#8211; apesar do <strong>preço salgado</strong> em diversas regiões &#8211; já se tornou o tratamento padrão para milhões de diabéticos tipo 2.</p>
<p>Lançado em parceria entre as farmacêuticas Boehringer Ingelheim e a <a title="Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly" href="http://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/">Eli Lilly</a>, o Trayenta (cujo princípio ativo é a <strong>linagliptina</strong>) atua no organismo estimulando a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> e diminuindo a de glucagon. O glucagon é um hormônio que ajuda a aumentar a quantidade de açúcar no sangue, portanto o efeito do remédio é duplamente benéfico para quem tem a <a title="Cura na Natureza: Maracujá também baixa a glicemia!" href="http://www.diabeticool.com/cura-na-natureza-maracuja-tambem-baixa-a-glicemia/">glicemia</a> alta.</p>
<p>Outra vantagem do medicamento &#8211; esta mais de longo prazo &#8211; é que ele é bastante eficiente na redução das quantidades de hemoglobina glicada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DE ONDE VEM A &#8220;INTELIGÊNCIA&#8221; DO TRAYENTA</strong></p>
<p>Associou-se o termo &#8220;remédio inteligente&#8221; ao Trayenta por ele agir de acordo com a variação de glicemia de quem o toma, o que ajuda a evitar episódios de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>. Além disso, esta característica faz com que o medicamento possa ser ingerido apenas uma vez ao dia, sem correções de dosagem &#8211; uma facilidade e tanto para quem estava acostumado com os tratamentos tradicionais de diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVIDADES</strong></p>
<p>O Trayenta comemora seu segundo aniversário no Brasil trazendo uma novidade. No início de mês, durante a Conferência Internacional de Diabetes e Metabolismo 2013, as farmacêuticas responsáveis pelo remédio anunciaram novos dados que corroboram sua eficácia e segurança. Em testes clínicos realizados com pacientes diabéticos tipo 2 e que também possuem problemas no fígado, o Trayenta não mostrou nenhum aumento na incidência de efeitos colaterais e ajudou a baixar a hemoglobina glicada. Em outro teste, desta vez em pessoas acima dos 65 anos, o remédio também não gerou efeitos colaterais graves e ajudou a controlar os níveis de HbA1c.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>VOCÊ COMENTA!</strong></span></p>
<p>Seu médico já lhe receitou o Trayenta (linagliptina) ou algum medicamento similar? Como foi o resultado do tratamento? Deixe sua opinião nos comentários logo abaixo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>AdipoRon, a esperança de novo tratamento oral para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2013 21:35:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho! POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL &#160; O tratamento e controle do diabetes tipo II consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho!</em></p>
<p><span id="more-5638"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento e controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a> consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos para regular a glicemia. Na busca por novos remédios para o diabetes, cientistas japoneses desenvolveram e testaram uma nova substância, chamada <strong>AdipoRon</strong>. O estudo, realizado pela Universidade de Tóquio e publicado na revista <i>Nature</i>, mostrou que o AdipoRon é capaz de melhorar o controle glicêmico, principalmente em casos de obesidade, e pode ser administrado oralmente.</p>
<p>Um dos fatores que podem levar ao diabetes tipo II é a <a title="A cabeça do brasileiro quando o assunto é diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-cabeca-do-brasileiro-quando-o-assunto-e-diabetes/">obesidade</a>. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que pessoas obesas têm níveis menores de adiponectina, um hormônio regulador de glicose e que aumenta a eficácia da insulina. <strong>O AdipoRon imita os efeitos da adiponectina, mas possui uma grande vantagem</strong>: ao contrário do hormônio natural, ele consegue atravessar o estômago e o intestino e chegar à corrente sanguínea com sua função intacta. O composto, portanto, poderia ser utilizado para desenvolver mais uma forma de tratamento oral para o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PESQUISA<br />
</strong></p>
<p>Para testar a eficácia do AdipoRon, os pesquisadores alimentaram ratos com uma dieta rica em gorduras, tornando os animais obesos e diabéticos. Eles foram divididos em dois grupos: um que tomaria o remédio e outro que não. Depois de quatro meses, <strong>a taxa de sobrevivência dos ratos que não tomaram AdipoRon foi de 30%, enquanto a dos que tomaram a substância foi de 70%</strong>. Para comparação, ratos com uma dieta balanceada normalmente possuem uma taxa de sobrevivência de 95% para esse mesmo período.</p>
<p>“Nossos resultados mostraram que os ratos que tomaram AdipoRon sobreviveram por mais tempo, apesar de continuarem obesos e não terem perdido peso”, diz Toshimasa Yamauchi, membro da equipe que realizou o estudo. “Pretendemos iniciar testes clínicos em humanos nos próximos anos”.</p>
<figure id="attachment_5639" aria-describedby="caption-attachment-5639" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5639 " alt="Yuji Matsuzawa diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg" width="200" height="200" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg 200w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-5639" class="wp-caption-text">Yuji Matsuzawa, o cientista que descobriu a adiponectina, elogiou a descoberta.</figcaption></figure>
<p>Além disso, segundo os pesquisadores, muitos diabéticos do tipo II não conseguem seguir os conselhos médicos que recomendam <a title="História inspiradora: mulher perde 40kg em 18 meses e reverte o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/historia-inspiradora-mulher-perde-40kg-em-18-meses-e-reverte-o-diabetes/">exercícios físicos</a> regulares e uma dieta saudável. “As oportunidades para realizar atividades físicas foram drasticamente reduzidas em nossa sociedade atual”, disseram eles. “<strong>Seguir uma dieta não é fácil nem para pessoas saudáveis, obesas ou não, diabéticas ou não</strong>”. O novo remédio, ainda de acordo com eles, poderia ser uma boa solução para essas pessoas.</p>
<p>Yuji Matsuzawa, um dos pesquisadores responsáveis pelo descobrimento da adiponectina em seres humanos em 1995, comentou que os resultados da equipe de Yamauchi representaram um grande progresso no estudo do hormônio. Segundo ele, ainda há outras formas de se pensar em tratamentos para diabéticos envolvendo a substância. “Mais pesquisas precisam ser feitas com a adiponectina”, diz Matsuzawa. “Uma possibilidade é tentar aumentar a produção desse hormônio pelo próprio organismo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2013 00:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento desenvolvido por grupo internacional de pesquisa consegue aumentar a produção de insulina e reduzir o peso de pacientes com diabetes tipo 2. Unir duas armas para aumentar o poder de fogo contra o inimigo. Assim pode ser descrita a estratégia de um grupo internacional de pesquisadores que resultou em um novo e promissor tratamento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento desenvolvido por grupo internacional de pesquisa consegue aumentar a produção de insulina e reduzir o peso de pacientes com diabetes tipo 2.<span id="more-5582"></span></em></p>
<p>Unir duas armas para aumentar o poder de fogo contra o inimigo. Assim pode ser descrita a estratégia de um grupo internacional de pesquisadores que resultou em um novo e promissor tratamento contra o diabetes. O novo remédio criado pelos especialistas, apresentado na edição de hoje da revista especializada Science Translational Medicine, já foi testado em humanos e não só conseguiu aumentar a produção de insulina em pacientes com o tipo 2 da doença como promoveu também a <a title="Nutricionista dá dicas de alimentação balanceada para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/nutricionista-da-dicas-de-alimentacao-balanceada-para-diabeticos/">perda de peso</a>.</p>
<p>Para alcançar esse resultado, os cientistas uniram propriedades de dois <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">hormônios</a> produzidos naturalmente pelo organismo humano, o GLP-1 e o GIP, de grande importância para a regulação do metabolismo. “A ação combinatória integrada desses dois hormônios fisiológicos oferece uma abordagem única e benéfica para o tratamento da síndrome metabólica”, declarou Brian Finan, um dos autores do estudo e membro do Instituto de Diabetes e Obesidade da Alemanha. “Ela representa um passo importante em nossa busca de opções terapêuticas mais eficazes”, complementou em um comunicado à imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pesquisadores justificam a escolha do GLP-1 e do GIP pela capacidade que eles têm de estimular a secreção de insulina e suprimir a liberação de glucagon, um contrarregulador que dificulta a produção da substância que falta aos diabéticos. Além dessas tarefas auxiliares, os dois hormônios usados na nova droga desaceleram o esvaziamento do estômago, fazendo com que o indivíduo se sinta saciado por mais tempo e ingira menos alimentos, o que contribui para a diminuição de peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os resultados demonstram que o GLP-1 e o GIP, quando incorporados numa única molécula, proporcionam uma atividade sinérgica para o controle da glicose e menor peso corporal”, declarou Richard DiMarch, do laboratório da Universidade de Indiana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com os resultados positivos obtidos no experimento, DiMarch acredita que o remédio poderá auxiliar tratamentos de diabetes, substituindo os medicamentos que não conseguem atender todas as necessidades no combate a doença. “As drogas atualmente aprovadas são bastante eficazes, mas não são suficientes para normalizar a glicose e certamente não provocam diminuição de peso corporal”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cautela</p>
<p>Especialistas que não participaram do estudo consideram a droga promissora, mas lembram que os autores do artigo ainda têm um caminho a percorrer para provar que a novidade é mesmo eficaz e segura. “Essa molécula mostrou resultados bastantes positivos, porém outros testes precisam ser feitos. Os voluntários foram testados por apenas seis semanas, mas o controle de glicose precisa ser monitorado por meses, já que o tratamento do diabetes é algo constante. Precisamos ter certeza do sucesso de um medicamento antes de colocá-lo no mercado”, diz Daniel Benchimol, endocrinologista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>O endocrinologista Mauro Schars indica outra questão importante: o número de pessoas que já experimentou o remédio. O teste com humanos, realizado depois do sucesso com animais, envolveu apenas seis pessoas.</p>
<p>“A busca por novos medicamentos é constante. Esse é um exemplo. No entanto, esses trabalhos precisam usar um número maior de pacientes para que possamos observar se sua eficácia é realmente comprovada. Esse é um caminho normal, que todos os medicamentos seguem. A estratégia de utilizar uma molécula com duas funções importantes, vindos desses hormônios, é algo interessante, mas que precisa de mais comprovações”, frisa.</p>
<p>Benchimol explica que <a title="O segredo para uma vida muito mais saudável" href="http://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/">o combate à obesidade</a> caminha ao lado do tratamento do diabetes, já que a maioria dos pacientes acaba tendo problemas com aumento de peso. Isso tem feito com que muitos grupos de pesquisa busquem desenvolver drogas com duplo efeito, como a apresentada pelo grupo internacional. “Cerca de 80% de diabéticos adultos são obesos. É claro que existem estratégias para que eles consigam escapar desse problemas, como dietas saudáveis e a prática de exercícios, mas ainda assim é difícil para esses pacientes se manter em forma”, destaca.</p>
<p>Um cuidado que Mauro Schars acha fundamental é evitar que drogas desse tipo sejam usadas por quem deseja emagrecer, mas não sofre de diabetes. “O uso indiscriminado desse produto por quem não tem resistência a insulina poderia gerar outras complicações. É preciso tomar cuidado para evitar que outros problemas sejam provocados e prejudiquem a saúde”, alerta.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/10/31/noticia_saudeplena,146218/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer.shtml">UAI</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 11:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Substância poderia ser um &#8216;composto líder&#8217; em um possível tratamento oral. Pesquisadores ainda vão realizar testes clínicos. Cientistas do Japão anunciaram nesta quinta-feira (31) que estão mais próximos de encontrar um tratamento via oral para a diabetes. Pesquisadores da Universidade de Tóquio informaram que criaram um composto que ajuda o organismo a controlar a glicose &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Substância poderia ser um &#8216;composto líder&#8217; em um possível tratamento oral. Pesquisadores ainda vão realizar testes clínicos.</em></p>
<p><span id="more-5558"></span></p>
<p>Cientistas do Japão anunciaram nesta quinta-feira (31) que estão mais próximos de encontrar um tratamento via oral para a diabetes. Pesquisadores da Universidade de Tóquio informaram que criaram um composto que ajuda o organismo a controlar a <a title="Alimentação correta é tão eficiente quanto tomar remédio" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-tao-eficiente-quanto-tomar-remedio/">glicose na corrente sanguínea</a>.</p>
<p>A glicose é um combustível vital para o funcionamento de todos os órgãos do corpo, mas uma quantidade excessiva é nociva. Em algumas pessoas, esse excesso desenvolve a diabetes tipo 2, um mal que pode causar enfermidades, derrames cerebrais e <a title="Quanto custa ser diabético?" href="http://www.diabeticool.com/quanto-custa-ser-diabetico/">problemas renais</a>.</p>
<p>Os médicos afirmam que os casos de diabetes tipo 2 têm crescido consideravelmente nas últimas décadas, fato atribuído, principalmente, ao aumento de pessoas obesas.</p>
<p>O estudo, publicado na revista &#8220;Nature&#8221;, mostra que as pessoas obesas têm níveis mais baixos de <a title="A polêmica do óleo de peixe" href="http://www.diabeticool.com/a-polemica-do-oleo-de-peixe/">adiponectina</a>, um hormônio que regula a glicose e incrementa a eficácia da insulina. Os cientistas japoneses desenvolveram um componente chamado AdipoRon, que imita os efeitos desse hormônio e sobrevive sem modificações durante o processo digestivo.</p>
<p>De acordo com Toshimasa Yamauchi, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Tóquio, AdipoRon poderia ser um “composto líder” em um possível tratamento oral para a diabetes. “Nosso objetivo é realizar ensaios clínicos dentro de alguns anos”, disse ele à agência de notícias France Presse.</p>
<p>A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/10/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem Estar / G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Insulina é essencial para diabéticos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 21:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro Médico Southwestern]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa recém-publicada indica que a insulina talvez não seja tão importante assim para quem está com diabetes. Por enquanto a resposta à pergunta que dá título a esta matéria é um sonoro &#8220;sim&#8220;. Mas uma descoberta científica põe em cheque o papel central da insulina no tratamento de quem está com diabetes. Já faz &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa recém-publicada indica que a insulina talvez não seja tão importante assim para quem está com diabetes.</em></p>
<p><span id="more-5202"></span></p>
<p>Por enquanto a resposta à pergunta que dá título a esta matéria é um sonoro &#8220;<strong>sim</strong>&#8220;. Mas uma descoberta científica põe em cheque o papel central da insulina no tratamento de quem está com diabetes.</p>
<p>Já faz décadas que a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina </a>é a companheira diária de milhões de diabéticos no mundo todo, tenham eles o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">tipo 1</a> ou o tipo 2 da condição. A insulina é o hormônio que ajuda a retirar o excesso de açúcar no sangue de quem está com diabetes e é considerada o tratamento-padrão para boa parte dos pacientes. <strong>Mas este reinado terapêutico pode estar com os dias contados</strong>.</p>
<p>Uma pesquisa realizada por cientistas do Centro Médico Southwestern da Universidade do Texas, nos EUA, mostrou que um outro hormônio naturalmente presente no corpo humano, a <strong>leptina</strong>, pode muito bem fazer o papel da insulina no controle da glicemia. Melhor ainda, a leptina seria capaz de fazer isto evitando um dos efeitos colaterais mais perigosos do uso da insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAMUNDONGOS SOBREVIVERAM SEM NENHUMA INSULINA</strong></p>
<p>A idéia do estudo em questão foi descobrir se seres vivos como nós seriam capazes de sobreviver sem insulina no organismo, somente a leptina.</p>
<p>Para isto, os cientistas utilizaram camundongos (animais que possuem fisiologia bastante similar à nossa) geneticamente modificados para que não produzissem insulina alguma. Destes camundongos, um grupo passou a receber regularmente doses do hormônio leptina, e o outro não. Em pouco tempo, os animais do segundo grupo vieram a falecer, enquanto que os do primeiro grupo <strong>sobreviveram normalmente</strong>.</p>
<p>Ou seja, a leptina parece ser, sim, capaz de controlar a quantidade de açúcar no sangue, mesmo na total ausência de insulina.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS SOBRE A LEPTINA EM &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-mais-importante-o-que-voce-come-ou-quando-voce-come/">O QUE É MAIS IMPORTANTE: O QUE VOCÊ COME OU QUANDO VOCÊ COME?</a>&#8220;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE AINDA NÃO EXISTE UM TRATAMENTO DE LEPTINA PARA NÓS?</strong></p>
<p>A grande novidade desta pesquisa &#8211; e que abre oportunidades terapêuticas inéditas para os seres humanos &#8211; é que ela permitiu a descoberta, pela primeira vez, das vias moleculares ativadas quando há somente leptina (e não insulina) no corpo.</p>
<p>No caso, descobriu-se que o hormônio atua sobre neurônios específicos do hipotálamo, que é uma parte importantíssima do cérebro no controle do nosso organismo.</p>
<p>Até então, os cientistas já sabiam que a leptina tinha uma certa influência positiva no manejo da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>&#8211; e portanto do diabetes -, mas ninguém sabia o porquê disto. <strong>Agora, com as vias moleculares desvendadas, os pesquisadores podem trabalhar em novas frentes de pesquisa para tratamentos antidiabéticos</strong>.</p>
<p>Uma outra boa notícia é que, apesar de ajudar no controle da glicemia assim como a insulina, a leptina é <strong>incapaz</strong> de provocar problemas sérios de saúde como a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>Já pensou tomar um remédio para controlar a quantidade de açúcar no sangue sem se preocupar com efeitos indesejáveis como a hipoglicemia? Torçamos para que, em breve, esta seja uma realidade. O <strong>Diabeticool</strong> ficará de olho no desenvolvimento desta nova e promissora linha de pesquisas!</p>
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		<title>Alimentação correta é tão eficiente quanto tomar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 20:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Teste de Tolerância à Glicose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que a arginina, componente natural de diversos alimentos saudáveis, atua tão bem quanto medicamentos no controle do diabetes tipo 2. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool A alimentação é um fator fundamental para o controle do diabetes tipo II. Em alguns casos, pode ser tão eficaz quanto o uso de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que a arginina, componente natural de diversos alimentos saudáveis, atua tão bem quanto medicamentos no controle do diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-5177"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>A alimentação é um fator fundamental para o controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a>. Em alguns casos, <strong>pode ser tão eficaz quanto o uso de medicamentos</strong>. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Copenhagen, em colaboração com a Universidade de Cincinnati, demonstrou que a arginina, aminoácido encontrado em diversos alimentos (<i>veja na tabela abaixo</i>), pode beneficiar o tratamento do diabetes tanto em casos de sensibilidade à insulina como em casos de resistência.</p>
<p>“<strong>O aminoácido é tão eficiente quanto muitos remédios bem estabelecidos contra o diabetes tipo II</strong>”, diz Christoffer Clemmensen, pós-doutorando da Universidade de Copenhagen envolvido no estudo.</p>
<p>Para chegar a esse resultado, os cientistas realizaram <a href="http://www.diabeticool.com/criterios-de-diagnostico-de-diabetes/">testes de tolerância à glicose</a> em ratos com problemas de sensibilidade e de <a href="http://www.diabeticool.com/tudo-causa-diabetes-ate-a-poluicao-do-ar/">resistência à insulina</a>. Esses testes verificam a capacidade do corpo de remover a glicose da corrente sanguínea. Apenas um grupo de ratos, porém, recebia uma dose de arginina 15 minutos antes de serem alimentados com açúcar.</p>
<p>“Nós demonstramos que tanto ratos que tinham sensibilidade como ratos que tinham resistência à insulina obtiveram resultados melhores quando recebiam a dose de arginina. Em ambos esses grupos, os resultados foram aproximadamente 40% melhores em relação aos dos grupos controle”, afirma Clemmensen.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENTÃO DEVEMOS INCLUIR A ARGININA NA DIETA?</strong></p>
<p>Os cientistas também revelaram <strong>como </strong>o aminoácido age: na verdade, o processo é indireto. A arginina estimula a produção de um <a href="http://www.diabeticool.com/novo-hormonio-pode-gerar-novos-tratamentos-para-diabetes-tipo-2/">hormônio</a> produzido no intestino, chamado <i>glucagon-like peptide</i> <i>1</i>, ou <a href="http://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">GLP-1</a>. Esse hormônio, por sua vez, aumenta a produção de insulina do organismo. Em ratos geneticamente modificados, que não conseguiam reconhecer o GLP-1, o tratamento com arginina não surtiu efeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ecece8; border: 2px solid black; border-color: #xxxxxx; padding: 10px;">
<p><strong>ONDE ENCONTRAR A ARGININA?</strong></p>
<p>A arginina pode ser encontra em diversos alimentos, entre os quais se destacam:</p>
<ul style="list-style-type: circle;">
<li>Nozes, castanhas, amêndoas e avelãs;</li>
<li>Laticínios: leite, iogurte e queijos;</li>
<li>Carnes: bovina, suína, de frango e de peixes.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Você não irá curar o diabetes apenas comendo grandes quantidades de alimentos que possuem arginina”, ressalta Clemmensen. “Entretanto, nossos resultados indicam que uma dieta que contém alimentos com arginina pode ter um impacto positivo no modo como nosso corpo processa o que comemos”.</p>
<p>O próximo passo é realizar estudos também em humanos. Se os resultados forem positivos, talvez seja possível o desenvolvimento de novos e melhores remédios contra o diabetes tipo II.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>&#8220;Esponja inteligente&#8221; controla a glicemia automaticamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2013 12:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou receber a dose correta de insulina automaticamente, sem injeções e de acordo com as variações da glicemia, através de uma &#8220;esponja&#8221; dentro do corpo? Para quem está com diabetes &#8211; em especial o tipo 1 da doença -, controlar a quantidade de açúcar no sangue é um desafio. As taxas de glicemia variam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já pensou receber a dose correta de insulina automaticamente, sem injeções e de acordo com as variações da glicemia, através de uma &#8220;esponja&#8221; dentro do corpo?</em> <span id="more-5014"></span></p>
 Imagem de microscópio da &#8220;esponja&#8221; para controle da glicemia &#8211; promessa de um futuro sem picadas para diabéticos.
<p>Para quem está com diabetes &#8211; em especial o tipo 1 da doença -, controlar a quantidade de açúcar no sangue é um desafio. As taxas de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> variam bastante ao longo do dia, e deve-se controlar picos de hiperglicemia com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a>, o hormônio que ajuda a baixar o açúcar do sangue. Hoje em dia, administra-se insulina por via de injeções ou através de aparelhos como <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-as-bombas-de-infusao-de-insulina/">bombas de insulina</a>. No futuro, porém, uma nova tecnologia promete ser capaz de revolucionar a maneira como diabéticos recebem a insulina.</p>
<figure id="attachment_5017" aria-describedby="caption-attachment-5017" style="width: 190px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="wp-image-5017 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/dr-zhen-gu-diabetes.jpeg" alt="O cientista Zhen Gu, da Universidade da Carolina do Norte, é um dos principais autores do estudo com a &quot;esponja inteligente&quot;." width="190" height="236" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/dr-zhen-gu-diabetes.jpeg 316w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/dr-zhen-gu-diabetes-193x240.jpeg 193w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /><figcaption id="caption-attachment-5017" class="wp-caption-text">O cientista Zhen Gu, da Universidade da Carolina do Norte, é um dos principais autores do estudo com a &#8220;esponja inteligente&#8221;.</figcaption></figure>
<p>E, mais do que isto, esta nova tecnologia poderá ainda ser utilizada no tratamento de outras doenças, como o câncer.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos EUA, inventaram um material muito parecido com uma esponja, a ser colocada no organismo de quem está com diabetes. Dentro desta esponja, inseriram pequeníssimos núcleos de insulina. A composição especial dos materiais permite que a esponja se expanda quando a glicemia estiver alta, liberando estes núcleos de insulina e, assim, diminuindo a glicemia de maneira automática.</p>
<p>&#8220;Nós queríamos imitar o funcionamento de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células-beta</a> saudáveis, as quais produzem insulina e controlam a liberação do hormônio em um corpo saudável&#8221;, contou o dr. Zhen Gu, principal autor do novo trabalho científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DETALHES SOBRE A ESPONJA</strong></p>
<figure id="attachment_5016" aria-describedby="caption-attachment-5016" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5016 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/esponja-insulina-diabetes.gif" alt="Nesta animação, as pequenas esponjas (em preto) foram colocadas em um meio cheio de açúcar; assim, aumentam de tamanho e liberam insulina." width="250" height="198" /><figcaption id="caption-attachment-5016" class="wp-caption-text">Nesta animação, as pequenas esponjas (em preto) foram colocadas em um meio cheio de açúcar; assim, aumentam de tamanho e liberam insulina.</figcaption></figure>
<p>A nova &#8220;esponja&#8221; é composta de um material chamado <strong>quitosano</strong>, presente também nas carapaças de camarões e caranguejos. Por ser um material natural, é facilmente absorvido pelo corpo humano. A estrutura possui cerca de 250 micrômetros de diâmetro &#8211; tão pequena que pode ser injetada no paciente. Dentro da esponja é que fica guardada a insulina.</p>
<p>Quando a <a href="http://www.diabeticool.com/glicemia-sob-controle-sempre-com-uma-maozinha-da-tecnologia/">quantidade de açúcar no sangue</a> do paciente aumenta, este açúcar promove reações químicas com enzimas presentes nas paredes da esponja. O resultado disto é que as paredes &#8220;aumentam&#8221;, liberando espaço para que a insulina passe através da esponja para a corrente sangüínea, ajudando a diminuir a glicemia. Uma vez que a quantidade de açúcar no sangue diminuiu, as reações entre o açúcar e a parede da esponja cessam, as paredes voltam a se encolher, e a insulina restante permanece guardada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROMESSAS</strong></p>
<p>A revolucionária tecnologia da &#8220;esponja inteligente&#8221; já foi testada em camundongos, sendo capaz de controlar a glicemia por até 48 horas. Agora, os cientistas pretendem aprimorar as técnicas de fabricação da esponja para, quem sabe, testá-la em humanos no futuro próximo.</p>
<p>&#8220;Nós descobrimos que [a esponja] é também uma maneira promissora de administrar medicamentos de forma inteligente no combate a doenças como o <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ou-cancer-qual-tratar-primeiro/">câncer</a>&#8220;, disse Zhen. &#8220;Nós aprendemos muito com esta promissora pesquisa sobre a &#8220;esponja&#8221; e vamos agora otimizá-la. Enquanto isto, nós já estamos explorando aplicações no combate ao câncer&#8221;, avisou o cientista.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/esponja-inteligente-controla-a-glicemia-automaticamente/">“Esponja inteligente” controla a glicemia automaticamente</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A polêmica do óleo de peixe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2013 18:30:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal de contas, vale ou não vale a pena ingerir ômega-3 para melhorar a saúde e ajudar a controlar o diabetes? Veja aqui o que dizem as últimas novidades da Ciência. OBS: Há muito tempo se acredita que o óleo de peixe &#8211; mais especificamente uma molécula conhecida como ômega-3 &#8211; traz diversos benefícios à &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Afinal de contas, vale ou não vale a pena ingerir ômega-3 para melhorar a saúde e ajudar a controlar o diabetes? Veja aqui o que dizem as últimas novidades da Ciência.</em></p>
<p><span id="more-4834"></span></p>
<p><em>OBS: Há muito tempo se acredita que o óleo de peixe &#8211; mais especificamente uma molécula conhecida como ômega-3 &#8211; traz diversos benefícios à saúde e tem o poder de controlar o diabetes. <a href="http://www.diabeticool.com/olhando-de-perto-o-oleo-de-peixe/">No dia 18.06.2012, o <strong>Diabeticool</strong> publicou uma matéria </a>que relatava que os propagandeados efeitos positivos do ômega-3 no coração não eram lá tão poderosos assim. Todavia, a Ciência também evolui. Novos estudos foram feitos, desta vez focando na atuação direta do ômega-3 no controle da glicemia. <strong>Ricardo Schinaider de Aguiar</strong> nos conta, a seguir, as empolgantes descobertas!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>A ingestão de <strong>ômega-3</strong>, tipo de gordura encontrada principalmente em <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">peixes</a>, pode ser uma boa maneira para se prevenir o diabetes. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores de Harvard, que mostrou a relação do ômega-3 com um importante hormônio associado à regulação da glicemia, chamado de <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/"><strong>adiponectina</strong></a>. A pesquisa foi a primeira que observou essa relação em humanos.</p>
<p>A adiponectina é produzida por nosso próprio corpo e está envolvida com o metabolismo de gorduras e com a regulação dos níveis de glicose no sangue. Esse hormônio está reduzido em pessoas diabéticas e já foi comprovada sua relação não apenas com o diabetes tipo 2, mas também com a obesidade, <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/sindrome-metabolica/">Síndrome Metabólica</a> e aterosclerose (entupimento de veias e artérias). Segundo esse novo estudo, o ômega-3 pode aumentar os níveis de adiponectina, ajudando na prevenção do diabetes e de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Os testes clínicos foram realizados com mais de 1300 pessoas. Dentre elas, 682 foram tratadas com suplementos de ômega-3, enquanto outras 641 receberam apenas placebos. Após 8 semanas, os níveis de adiponectina no sangue daqueles que receberam o ômega-3 aumentaram, em média, 0,37 mg/mL.  “Baseado na associação observada entre adiponectina e <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, um aumento em 0,37 mg/mL de adiponectina poderia corresponder a uma chance 3% menor de desenvolvimento de diabetes”, diz Jason Wu, primeiro autor do estudo. “Nossos resultados indicam, portanto, que a ingestão de ômega-3 pode ser benéfica no controle da glicemia e no metabolismo de gorduras”.</p>
<p>O ômega-3 não é produzido por nosso organismo, o que significa que precisamos ingeri-lo em nossa dieta. As principais fontes naturais são os peixes, especialmente as sardinhas e os salmões, e ele é comercializado também em forma de cápsulas de suplementos alimentares. Antes de comprar suplementos alimentares, porém, é sempre importante a consulta com um médico ou nutricionista.</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Entenda o que é a betatrofina, a &#8220;sucessora da insulina&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2013 14:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[betatrofina]]></category>
		<category><![CDATA[camundongo]]></category>
		<category><![CDATA[Cell]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Douglas Melton]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Harvard]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Células-Tronco]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descoberta de novo e poderoso hormônio que multiplica as células produtoras de insulina pode representar um enorme avanço terapêutico para diabéticos. Pesquisadores do Instituto de Células-Tronco da Universidade de Harvard, nos EUA, tiveram uma agradável surpresa recentemente. Enquanto estudavam maneiras de imitar o diabetes tipo 2 em camundongos, os cientistas se depararam com um novo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descoberta de novo e poderoso hormônio que multiplica as células produtoras de insulina pode representar um enorme avanço terapêutico para diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-4760"></span></p>
<p>Pesquisadores do Instituto de Células-Tronco da Universidade de Harvard, nos EUA, tiveram uma agradável surpresa recentemente. Enquanto estudavam maneiras de imitar o diabetes tipo 2 em camundongos, os cientistas se depararam com um <strong>novo <a title="Descoberta de hormônio pode gerar novos tratamentos para diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/novo-hormonio-pode-gerar-novos-tratamentos-para-diabetes-tipo-2/">hormônio</a></strong>, chamado de <strong>betatrofina</strong>. A boa notícia é que a betatrofina parece ser capaz de aumentar em muito o número de células beta no <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a> &#8211; as mesmas células que produzem insulina.</p>
<p>O time de cientistas, liderado por Douglas Melton, co-diretor do Instituto, crê que a betatrofina poderá ser utilizada no tratamento tanto do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> quanto do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> no futuro próximo.</p>
<figure id="attachment_4761" aria-describedby="caption-attachment-4761" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4761" alt="Imagem da pesquisa do dr. Melton mostra células-beta (em verde) no pâncreas se replicando (as novas células aparecem em vermelho), induzidas pela betatrofina. Crédito: Peng Yi." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/betatrofina-diabetes.jpg" width="800" height="600" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/betatrofina-diabetes.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/betatrofina-diabetes-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/betatrofina-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-4761" class="wp-caption-text">Imagem da pesquisa do dr. Melton mostra células-beta (em verde) no pâncreas se replicando (as novas células aparecem em vermelho), induzidas pela betatrofina. Crédito: Peng Yi.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O PAPEL DAS CÉLULAS BETA NO DIABETES</strong></p>
<p>No diabetes tipo 1, as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a> vão sendo progressivamente destruídas pelo próprio sistema imune do paciente, que se &#8220;confunde&#8221; e as reconhece como sendo nocivas. Aos poucos, conforme mais e mais células beta são mortas, a produção de insulina cai drasticamente, levando ao diabetes.</p>
<p>Há mais de 100 anos já se sabe que é possível regenerar parte destas células beta perdidas, porém até hoje não foi possível gerar uma quantidade razoável delas a fim de repôr as destruídas pelo sistema imune. Por isso a notícia da descoberta da betatrofina gera muitas esperanças entre a comunidade diabética.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS BOAS NOVAS DA BETATROFINA</strong></p>
<p>A equipe de Harvard, após descobrir o novo hormônio, criou camundongos modificados geneticamente para produzir mais betatrofina no pâncreas. O resultado foi <strong>um incrível aumento de 30 vezes na produção de células beta</strong> pelo órgão. Com isto, naturalmente, a quantidade de insulina presente no sangue destes animais também subiu. Se este aumento ajuda ou não a controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> dos roedores será a questão abordada na próxima fase da pesquisa.</p>
<p>Caso o resultado seja positivo &#8211; ou seja, se de fato for comprovado que a betatrofina ajuda a aumentar a produção de insulina -, os cientistas acreditam que um tratamento para o diabetes em humanos poderá ser testado em pouquíssimo tempo, dentro de 2 ou 3 anos.</p>
<figure id="attachment_4762" aria-describedby="caption-attachment-4762" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4762" alt="O co-diretor do Instituto de Células-Tronco da Universidade de Harvard, Douglas Melton." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/douglas-melton-diabetes.jpg" width="400" height="359" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/douglas-melton-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/douglas-melton-diabetes-267x240.jpg 267w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-4762" class="wp-caption-text">O co-diretor do Instituto de Células-Tronco da Universidade de Harvard, Douglas Melton.</figcaption></figure>
<p>Diabéticos do mundo inteiro ganham enormes esperanças ao ouvir descobertas científicas como esta &#8211; e eles não estão sozinhos neste sentimento. O próprio líder do projeto, Douglas Melton, é um dos mais interessados em ver o diabetes sendo curado. Ele se tornou diretor do Instituto de Células-Tronco de Harvard após descobrir, em 1993, que seu filho, à época com seis meses de idade, estava com diabetes tipo 1.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na última edição da respeitadíssima revista científica <em>Cell</em>.</p>
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