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	<title>resistência à insulina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:06:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Os surpreendentes benefícios das frutas vermelhas para a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 17:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[antocianinas]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[frutas vermelhas]]></category>
		<category><![CDATA[morango]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da melhora no controle da glicemia à saúde do coração, nova pesquisa revela o poder das frutas vermelhas – como morangos e melancia – na nossa saúde. Se você gosta de frutas vermelhas – em especial morangos, uvas escuras, cerejas, amoras, framboesas, mirtilo e maçãs – e está com diabetes tipo 2, a notícia a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da melhora no controle da glicemia à saúde do coração, nova pesquisa revela o poder das frutas vermelhas – como morangos e melancia – na nossa saúde.</em><br />
<span id="more-8474"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap bdaia-shory-dropcap1" >S</span>e você gosta de <strong>frutas vermelhas</strong> – em especial morangos, uvas escuras, cerejas, amoras, framboesas, mirtilo e maçãs – e está com diabetes tipo 2, a notícia a seguir ira animá-lo. Se não gosta, certamente passará a ver estas frutinhas com outros olhos a partir de agora!</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">RECEITA</span>: Batida de Verão com melancia, melão e laranja! [<a href="http://www.diabeticool.com/batida-de-verao-para-diabeticos/">Clique aqui</a>]</strong></p>
<p>Uma pesquisa científica que será publicada na edição de abril do <em>Journal of Nutrition</em> mostra que o consumo regular destes alimentos, ricos em substâncias chamadas <strong>antocianinas</strong>, traz grandes benefícios a uma série de parâmetros de saúde, os quais podem ajudar a cuidar mais fácil do diabetes tipo 2.</p>
<p><em><strong>Veja também:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="f2gaaFqWy8"><p><a href="https://www.diabeticool.com/cerejas-e-seu-papel-no-combate-a-diabetes/">Cerejas e seu papel no combate a Diabetes</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Cerejas e seu papel no combate a Diabetes&#8221; &#8212; DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" style="position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);" src="https://www.diabeticool.com/cerejas-e-seu-papel-no-combate-a-diabetes/embed/#?secret=f2gaaFqWy8" data-secret="f2gaaFqWy8" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Outras pesquisas já haviam demonstrado o poder das antocianinas na saúde, mas utilizavam animais de laboratório (saiba mais no link acima!). Esta é a primeira que determinou a influência dessas moléculas diretamente na saúde humana, em especial de quem está com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>MELHORA NO COLESTEROL, RESISTÊNCIA À INSULINA E MUITO MAIS</strong></h2>
<p>A pesquisa acompanhou a saúde de dois grupos de diabéticos tipo 2. Um deles ingeriu o equivalente a 100g de frutas vermelhas uma vez por dia, durante 24 semanas. O outro grupo recebeu um placebo.</p>
<p>Após este período, a melhora na saúde do grupo que ingeriu antocianinas foi gritante, em especial os parâmetros relacionados ao diabetes. Acompanhe a seguir o que aconteceu com os voluntários:</p>
<ul>
<li>Houve uma redução de quase 8% nos níveis de LDL, o “<a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">colesterol ruim</a>”&#8230;</li>
<li>&#8230;assim como um aumento de quase 20% nas taxas do HDL, o “colesterol bom”.</li>
<li>Observou-se 23% de redução nos níveis de triglicérides no sangue;</li>
<li>Houve redução de 8,5% na glicemia de jejum;</li>
<li>Notou-se redução de 13% nos níveis de <a title="Extrato de orégano pode ajudar a controlar a diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/extrato-de-oregano-pode-ajudar-a-controlar-a-diabetes-tipo-2/">resistência à insulina</a>;</li>
<li>Aumento de 23.4% nos níveis de adiponectina, um hormônio produzido pelas células de gordura e que determina a sensibilidade à insulina;</li>
<li>Redução de 42.4% no ácido beta-hidroxibutirato. Pessoas que sofrem de <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/">cetoacidose diabética</a> possuem taxas maiores deste ácido no corpo.</li>
</ul>
 Frutas vermelhas: deliciosas, fazem bem e protegem o corpo contra uma série de doenças perigosas.
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>ESTÁ NA HORA DE COMER FRUTAS VERMELHAS</strong></h2>
<p>Estes resultados significam muito para a manutenção da boa saúde, proteção do corpo contra doenças cardiovasculares e melhora no controle da glicemia e do diabetes tipo 2. Estimativas apontam que doenças do coração e derrames são a causa número 1 de falecimento em diabéticos, por isso tudo o que ajuda a diminuir os riscos destes problemas de saúde é bem-vindo.</p>
<blockquote><p>Dica: vegetais como o repolho roxo, pimenta vermelha, berinjela, beterraba, tomate e rabanete também possuem antocianinas, porém em quantidades menores do que nas frutas.</p></blockquote>
<p>Só para se ter uma ideia, tanto a redução em 1% do colesterol ruim quanto o aumento em 1% do colesterol bom são associados a 1% menos riscos de desenvolver doenças cardíacas. Ou seja, após este estudo, apenas através do consumo de antocianinas, os voluntários agora têm quase 30% menos chances de adoecer por problemas cardiovasculares.</p>
<p>“Estas descobertas demonstram que ingerir antocianinas exerce efeitos metabólicos benéficos em pessoas com diabetes tipo 2, ao melhorar a dislipidemia [quantidade exagerada de gordura no sangue], aumentar a capacidade antioxidante do corpo e prevenir a resistência à insulina”, escreveram os autores.</p>
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		<title>Chances de desenvolver diabetes podem ser definidas já no útero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 01:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetologia]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui! Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui!</em><span id="more-7678"></span></p>
<p>Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a <strong>alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês</strong>. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas diabéticas ou obesas têm chances muito maiores de desenvolver diabetes no futuro.</p>
<p>Ninguém sabe ainda o motivo pelo qual estas crianças correm riscos maiores de ter diabetes. Será que filhos de mães obesas – e que portanto se alimentam de maneira inadequada – serão mal alimentados, ficarão acima do peso recomendável e, por isto, desenvolverão <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>? Será que a obesidade e/ou diabetes da mãe são genéticos – e serão passados “de herança” para as crianças? Todas estas são hipóteses que os cientistas atualmente investigam. A equipe alemã, porém, tem uma idéia diferente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA NOVA HIPÓTESE</strong></p>
<p>O novo trabalho científico, publicado no periódico especializado <em>Diabetologia</em>, afirma que doenças como o diabetes, a obesidade e a <a title="Dormir mal pode levar à hipertensão e ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dormir-mal-pode-levar-a-hipertensao-e-ao-diabetes/">hipertensão</a> podem ser causadas pela <strong>maneira errada com que o cérebro utiliza a insulina</strong>. Se existe uma <strong>resistência à insulina</strong> no órgão, as chances destas doenças ocorrerem é maior.</p>
<p>Assim, os cientistas resolveram medir a atividade cerebral de bebês ainda no útero (através de sons e um moderno encefalograma), de acordo com a dieta da mãe.</p>
<p>As gestantes que participaram do trabalho fizeram uma espécie de teste de tolerância à glicose, tomando uma solução cheia de açúcares. A <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>delas foi medida logo após tomarem a bebida e também uma e duas horas depois. Ao mesmo tempo, a atividade do cérebro de seus filhos foi medida.</p>
<p>A conclusão das medições foi clara: os bebês de mães que eram mais propensas ao diabetes (tinham maior resistência à insulina) tiveram tempo de resposta cerebral consideravelmente menor do que o padrão.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, esta é a primeira vez que uma correlação direta entre o funcionamento do cérebro dos bebês e a alimentação materna é feita.</p>
<p><strong>Eles explicam que aí pode estar uma possível nova explicação do porquê filhos de mães diabéticas têm maiores chances de desenvolver a doença</strong>: talvez o metabolismo da mãe “molde” de maneira errada a resposta do cérebro dos filhos à ação da insulina. Isto, por sua vez, aumentaria as chances de condições como o sobrepeso e o diabetes surgirem mais para a frente na vida.</p>
<p>“Esta descoberta é evidência de um efeito direto do metabolismo da mãe na atividade cerebral dos fetos e sugere que a resistência à insulina no sistema nervoso central pode ser programada durante o desenvolvimento fetal”, escreveram os autores.</p>
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		<title>Proteína de tecido adiposo ativa inflamação que causa diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2014 15:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[gordura viscera]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
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		<category><![CDATA[RBP4]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acreditava-se até a década de 1990 que a única função da proteína RBP4 no organismo era transportar vitamina A. Já está bem estabelecida na literatura científica a relação entre obesidade – principalmente gordura visceral –, inflamação sistêmica crônica e o desenvolvimento de distúrbios metabólicos como diabetes. Em artigo publicado em março na revista Cell Metabolism, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Acreditava-se até a década de 1990 que a única função da proteína RBP4 no organismo era transportar vitamina A.</em><span id="more-7182"></span></p>
<p>Já está bem estabelecida na literatura científica a relação entre <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">obesidade</a> – principalmente gordura visceral –, inflamação sistêmica crônica e o desenvolvimento de distúrbios metabólicos como diabetes.</p>
<p>Em artigo publicado em março na revista Cell Metabolism, pesquisadores da Harvard University, nos Estados Unidos, descreveram o papel de uma proteína secretada pelo tecido adiposo e pelo fígado – a RBP4 – na ativação das células de defesa produtoras de substâncias inflamatórias e na consequente indução da <a title="Como funcionam os medicamentos para o diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">resistência à insulina</a>.</p>
<p>&#8211; Mostramos que a RBP4, uma proteína encontrada em concentrações duas ou três vezes mais altas em obesos e diabéticos, funciona como gatilho para a inflamação no tecido adiposo. Essa molécula é, portanto, um alvo para novos medicamentos &#8211; disse o brasileiro Pedro Moraes-Vieira, autor principal do artigo, atualmente em pós-doutorado em Harvard sob a supervisão de Barbara Kahn, professora da Divisão de Endocrinologia.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, acreditava-se até a década de 1990 que a única função da proteína RBP4 no organismo era transportar vitamina A. No entanto, estudos epidemiológicos recentes com humanos indicaram haver correlação entre resistência à insulina, inflamação sistêmica e concentrações elevadas de RBP4.</p>
<p>Em 2005, uma pesquisa coordenada por Kahn e feita com camundongos mostrou que a expressão da proteína RBP4 aumentava à medida que animais sadios se tornavam resistentes à insulina.</p>
<p>&#8211; Até esse momento, não estava claro o mecanismo pelo qual a elevação da RBP4 induzia o distúrbio metabólico. Nosso estudo tinha o objetivo de entender como essa proteína poderia modular a inflamação, principalmente no tecido adiposo &#8211; explicou Moraes-Vieira.</p>
<p>Para fazer a investigação, o grupo usou um modelo de camundongos transgênicos capazes de expressar a proteína RBP4 nas células musculares.</p>
<p>&#8211; Nossos animais apresentavam o mesmo grau de elevação na concentração sanguínea de RBP4 observado em humanos obesos ou diabéticos, ou seja, cerca de três vezes maior que o normal. Os camundongos transgênicos tornavam-se diabéticos por volta da sexta semana de vida, embora permanecessem magros &#8211; contou Moraes-Vieira.</p>
<p>Enquanto nos ratos a elevação da RBP4 era resultante da transgenia, no caso dos humanos acredita-se que possa ser causada pelo aumento do tecido adiposo visceral ou pelo estresse metabólico provocado pelo acúmulo de gordura no fígado, explicou o pesquisador.</p>
<p>Quando os animais transgênicos completaram de oito a dez semanas de vida, os pesquisadores mediram o índice de massa corpórea (IMC), a porcentagem de gordura e de massa magra, as concentrações de ácidos graxos e colesterol no sangue e fizeram testes de tolerância à glicose e à insulina.</p>
<p>Ao comparar os resultados com os do grupo controle, formado por camundongos com concentrações normais de RBP4, o grupo transgênico apresentou diferença apenas nos testes de tolerância à glicose e à insulina, que confirmaram o diabetes.</p>
<p>Após o sacrifício dos roedores, os pesquisadores avaliaram a presença de substâncias inflamatórias no tecido adiposo visceral e subcutâneo, no baço, nos linfonodos e no fígado.</p>
<p>&#8211; Observamos uma grande inflamação no tecido adiposo visceral, com ativação tanto de células do sistema imune inato quanto do sistema imune adaptativo. Vimos também uma inflamação moderada no fígado, com ativação apenas do sistema imune inato. Isso porque a RBP4 tende a se acumular mais no tecido adiposo &#8211; contou Moraes-Vieira.</p>
<p>Por meio de uma técnica conhecida como citometria de fluxo – usada para contar, fenotipar, examinar e classificar células –, os pesquisadores analisaram os leucócitos presentes nos tecidos inflamados.</p>
<p>&#8211; A literatura científica relata a existência de dois tipos de macrófagos no tecido adiposo visceral, um pró-inflamatório e outro anti-inflamatório. Observamos que a proteína RBP4 faz com que macrófagos anti-inflamatórios também comecem a produzir citocinas pró-inflamatórias. Esse macrófago transformado ativa o sistema imune adaptativo e induz a produção de linfócitos T CD4 do tipo TH1 &#8211; contou Moraes-Vieira.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, as células do tipo TH1 são especializadas em secretar uma substância inflamatória chamada interferon-gamma (IFN-γ). Em excesso, essa citocina interfere na sinalização dos adipócitos, ativa ainda mais os macrófagos e impede a ação eficiente da insulina.</p>
<p>Para testar a hipótese de que eram os macrófagos – considerada uma das células apresentadoras de antígenos (APCs, na sigla em inglês) – os responsáveis pela ativação do sistema imune adaptativo e a consequente indução da inflamação, o grupo realizou outro experimento.</p>
<p>&#8211; Isolamos células dendríticas de camundongos, que são um outro tipo de APC, as ativamos com RBP4 e as infundimos em camundongos sadios. Após seis semanas de infusões semanais, os animais ficaram diabéticos e desenvolveram inflamação no tecido adiposo visceral, com grande concentração de linfócitos do tipo TH1 &#8211; contou Moraes-Vieira.</p>
<p>Um terceiro experimento feito também com animais transgênicos revelou que uma via de sinalização celular mediada pela proteína JNK é fundamental para que o efeito inflamatório desencadeado pela RBP4 aconteça.</p>
<p>Segundo o pesquisador, o papel-chave da RBP4 no desenvolvimento de diabetes tipo 2 em obesos já despertou o interesse da <a title="180 novos medicamentos para diabetes estão sendo testados" href="http://www.diabeticool.com/180-novos-medicamentos-para-diabetes-estao-sendo-testados/">indústria farmacêutica</a>.</p>
<p>&#8211; Há uma empresa investigando imunobiológicos potencialmente capazes de diminuir a concentração de RBP4 na circulação. Isso ajudaria a diminuir a inflamação no tecido adiposo e, teoricamente, melhoraria a resistência à insulina &#8211; afirmou.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/planeta-ciencia/noticia/2014/03/proteina-de-tecido-adiposo-ativa-inflamacao-que-causa-diabetes-4451616.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>
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		<title>O que os ursos podem nos ensinar sobre diabetes e obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Feb 2014 23:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Corbit]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[urso]]></category>
		<category><![CDATA[urso-cinzento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas estudam como os ursos conseguem manter a saúde impecável mesmo estando super obesos e com o funcionamento da insulina comprometido.Um artigo publicado esta semana no jornal norte-americano The New York Times tem chamado a atenção de quem lida com o diabetes. O cientista Kevin Corbit, da Universidade Estadual de Washington, conta em seu texto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas estudam como os ursos conseguem manter a saúde impecável mesmo estando super obesos e com o funcionamento da insulina comprometido.</em><span id="more-6855"></span>Um artigo publicado esta semana no jornal norte-americano <em>The New York Times</em> tem chamado a atenção de quem lida com o diabetes. O cientista Kevin Corbit, da Universidade Estadual de Washington, conta em seu texto que está trabalhando com <strong>ursos-cinzentos</strong> &#8211; animais com mais de 300kg e força gigantesca &#8211; na busca de <strong>tratamentos para o diabetes e a obesidade humanas</strong>.</p>
<p>Segundo Kevin, os ursos possuem características metabólicas únicas, muito diferentes do que é normalmente visto na Natureza, totalmente adaptadas para que os animais sobrevivam a longos períodos de <strong>hibernação</strong>. As mudanças internas que acontecem nestes animais durante esta fase podem conter a chave para a cura de doenças em seres humanos.</p>
<p>Durante o verão, os ursos aproveitam o calor e a fartura de comida para encher a barriga &#8211; eles chegam a ingerir até <strong>50 mil calorias por dia</strong> (para se ter uma idéia, um ser humano normalmente precisa de 2 mil calorias diárias). Isto significa um aumento de peso de 7kg, todos os dias. A comilança tem um bom motivo: guardar energia para sobreviver aos rigorosos invernos do hemisfério norte.</p>
<p>Quando o inverno chega, os ursos hibernam. Neste período do ano, eles não comem, não bebem, não urinam e não defecam. O organismo deve se adaptar a esta mudança brusca no jeito como funciona, administrando os recursos energéticos disponíveis de maneira diferenciada. E o organismo dos ursos é um administrador e tanto destes recursos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>URSOS SÃO OBESOS, MAS COMPLETAMENTE SAUDÁVEIS</strong></p>
<p>O cientista conta no artigo alguns exemplos da sabedoria da Natureza. No verão, os ursos comem tanto que ficam obesos. Porém, esta obesidade é muito mais &#8220;saudável&#8221; do que a humana. No nosso caso, pessoas obesas costumam ter um <a title="11 pessoas têm o diabetes revertido pelo “Método da Fome”" href="http://www.diabeticool.com/11-pessoas-tem-o-diabetes-revertido-pelo-metodo-da-fome/">acúmulo de gordura no fígado</a> ou nos músculos, o que causa graves problemas de saúde. Já os ursos, por outro lado, armazenam o excesso de energia apenas no tecido adiposo, o que não causa mal ao resto do organismo.</p>
<p>Outro exemplo dado pelo cientista &#8211; e que interessa especialmente a quem está com diabetes &#8211; é a maneira como os ursos lidam com a insulina.</p>
<p><strong>OS URSOS, A INSULINA E O DIABETES</strong></p>
<p>Em nós humanos, a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> é o hormônio que retira o açúcar do sangue e o entrega às células do corpo que precisam de energia. Pessoas que estão com <strong>diabetes tipo 2</strong>, principalmente as obesas, têm um problema de saúde conhecido como &#8220;<strong>resistência à insulina</strong>&#8220;, no qual o hormônio não funciona de maneira adequada e as taxas de açúcar no sangue mantêm-se altas.</p>
<p>Em ursos, a relação obesidade-insulina-glicemia é completamente diferente. No outono, pouco antes de hibernaram, os ursos encontram-se no pico da obesidade. Se fossem humanos, é quase certo que teriam resistência à insulina. Porém, no mundo animal, é nesta fase que <strong>a insulina funciona de maneira mais eficiente</strong>.</p>
<p>Ao longo da hibernação, os ursos ficam completamente resistentes à insulina &#8211; de fato, <strong>tornam-se diabéticos</strong>. Ainda assim, seus níveis de açúcar no sangue <strong>continuam normais</strong>. Quando acordam, na primavera, os gigantes cinzentos voltam a responder à insulina da maneira habitual. Este tipo de mecanismo cíclico de resposta à insulina não existe no ser humano. De acordo com o texto do <em>New York Times</em>, &#8220;ursos modulam a sensibilidade à insulina não para manter os níveis de açúcar no sangue normais, mas para controlar quando a gordura é acumulada e quando ela é quebrada&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O SEGREDO DOS URSOS</strong></p>
<p>A palavra-chave para resolver o mistério de como os ursos &#8220;controlam&#8221; quando estão ou não diabéticos é: <strong>genética</strong>. De acordo com Kevin, a regulação da expressão de um gene chamado PTEN (compartilhado com os seres humanos) parece ser o segredo da &#8220;obesidade saudável&#8221; dos ursos e do controle diferenciado da ação da insulina nestes animais. O objetivo atual dos estudos do cientista é entender quando e onde esta ativação diferenciada do gene ocorre, para que possamos compreender melhor a maneira pela qual o nosso próprio corpo lida com a gordura e a insulina.</p>
<p>Quem sabe, um dia, este conhecimento seja utilizado em curas para dois dos maiores problemas de saúde globais: a <a title="Os custos da obesidade e do diabetes no Brasil" href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">obesidade</a> e o diabetes. &#8220;Somente três medicamentos são atualmente aprovados para o tratamento de longo prazo da obesidade; eles geram perda de peso moderada e muitas vezes têm efeitos colaterais significativos&#8221;, explica Kevin. &#8220;Por que não temos melhores opções? Não é como se gente muito inteligente e cheia de recursos não estivesse tentando&#8221;.</p>
<p>&#8220;Milhões de anos de experimentação evolutiva produziram adaptações genéticas que permitiram aos ursos lidar com a obesidade, transformando-a em um estado benigno no qual o ganho de peso gera riscos muito menores à saúde. <strong>Se a Natureza descobriu este tipo de coisa para os ursos-cinzentos, talvez nós possamos descobrir também para os humanos</strong>&#8220;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-os-ursos-podem-nos-ensinar-sobre-diabetes-e-obesidade/">O que os ursos podem nos ensinar sobre diabetes e obesidade</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Sobrepeso e Diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 01:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como o fato de eu estar acima do peso afeta minha capacidade de obter níveis normais de glicose no sangue? O Diabetes sem Medo explica! Estar com sobre peso causa resitência à insulina, que é um dos fatores que leva ao desenvolvimento de diabetes tipo 2. Isso significa que a insulina produzida pelo seu corpo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como o fato de eu estar acima do peso afeta minha capacidade de obter níveis normais de glicose no sangue? O Diabetes sem Medo explica!</em><span id="more-6603"></span></p>
<p>Estar com sobre peso causa <a title="Um homem que todos nós deveríamos agradecer" href="http://www.diabeticool.com/um-homem-que-todos-nos-deveriamos-agradecer/">resitência à insulina</a>, que é um dos fatores que leva ao desenvolvimento de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Isso significa que a insulina produzida pelo seu corpo (ou a que você injeta) terá dificuldade de diminuir sua <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> (açúcar no sangue), atrapalhando o seu controle do diabetes. Além disso, o sobre peso pode elevar sua pressão sanguínea, o que torna você mais susceptível a doenças no rim e ao derrame cerebral. O sobre peso também pode estar associado com altos níveis de gordura no sangue, aumentando a possibilidade de ocorrer entupimento das artérias e infarto do coração. Se você reduzir 5% do seu peso, seus níveis de glicose no sangue e sua saúde irão melhorar!</p>
<p>Exemplo: se você pesa 90 quilos e perder 4,5 quilos, você terá um grande benefício no controle do seu diabetes e na diminuição do risco cardiovascular.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-6604" alt="sobrepeso e diabetes diabetes sem medo" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/sobrepeso-e-diabetes-diabetes-sem-medo.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/sobrepeso-e-diabetes-diabetes-sem-medo.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/sobrepeso-e-diabetes-diabetes-sem-medo-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/sobrepeso-e-diabetes-diabetes-sem-medo-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
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		<title>Alzheimer e diabetes são a mesma doença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2013 15:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Mal de Alzheimer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a relação entre diabetes e Alzheimer, mediada por um dos fatores de risco mais típicos do diabetes: a resistência à insulina. Diabetes do cérebro Há alguns meses, o público foi surpreendido com o anúncio de que o Mal de Alzheimer pode ser o estágio final do diabetes tipo 2. Na verdade, embora só agora &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda a relação entre diabetes e Alzheimer, mediada por um dos fatores de risco mais típicos do diabetes: a resistência à insulina.</em><span id="more-6276"></span></p>
<p><strong>Diabetes do cérebro</strong></p>
<p>Há alguns meses, o público foi surpreendido com o anúncio de que o <a title="Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/">Mal de Alzheimer</a> pode ser o estágio final do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>Na verdade, embora só agora a suspeita esteja chegando à imprensa, médicos e cientistas trabalham com essa hipótese há alguns anos.</p>
<p>Ocorre que a <a title="Um homem que todos nós deveríamos agradecer" href="http://www.diabeticool.com/um-homem-que-todos-nos-deveriamos-agradecer/">resistência à insulina</a>, que é a marca registrada do diabetes tipo 2, também pode levar a problemas cognitivos, tais como perda de memória e confusão.</p>
<p>Em 2005, um estudo realizado pelo grupo da Dra. Susanne de la Monte, da Universidade Brown (EUA), identificou uma razão pela qual as pessoas com diabetes tipo 2 apresentam um risco maior de desenvolver a doença de Alzheimer.</p>
<p>Neste tipo de demência, o hipocampo, uma parte do cérebro envolvida na aprendizagem e memória, parece ser insensível à insulina.</p>
<p>Isso mostrou que não apenas o fígado, os músculos e as células de gordura podem ser &#8220;diabéticas&#8221;, mas, pelo menos assim parece, o cérebro também pode ser diabético.</p>
<p>Ao receber uma dieta elaborada para induzir-lhes diabetes tipo 2, animais de laboratório tiveram seus cérebros crivados de placas insolúveis de uma proteína chamada beta-amiloide, uma das marcas registradas da doença de Alzheimer.</p>
<p>Também já se sabe que a insulina desempenha um papel fundamental na memória.</p>
<p>Tomados em conjunto, esses estudos começaram a sugerir que a doença de Alzheimer pode ser causada por uma espécie de &#8220;diabetes do cérebro&#8221;.</p>
<p>Se isso for verdade, os problemas de memória que muitas vezes acompanham o diabetes tipo 2 podem ser de fato um estágio inicial do Alzheimer, e não um mero declínio cognitivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Oligômeros</strong></p>
<p>Embora não se conheçam as causas da doença de Alzheimer, é um fato que o cérebro fica entupido com placas de beta-amiloide.</p>
<p>Uma teoria que está ganhando terreno é que não são as próprias placas que causam os sintomas do Alzheimer, mas seus precursores, pequenos grupos solúveis de beta-amiloide chamados oligômeros.</p>
<p>Assim, as placas insolúveis de beta-amiloide seriam a maneira do cérebro de tentar isolar os oligômeros tóxicos &#8211; elas seriam uma defesa, e não a causa da doença.</p>
<p>Para investigar se as placas de beta-amiloide também podem ser a causa do declínio cognitivo em pacientes com diabetes tipo 2, Danielle Osborne e seus colegas da Universidade Albany (EUA) alimentaram 20 ratos com uma dieta rica em gordura para induzir-lhes diabetes tipo 2.</p>
<p>Estes ratos, e outros 20 com uma dieta saudável, foram treinados para associar uma gaiola escura a um choque elétrico. Sempre que os animais voltavam à gaiola escura, eles &#8220;congelavam&#8221; de medo &#8211; medir quanto tempo eles ficam assim é uma forma padrão de inferir quão boa é sua memória.</p>
<p>Como esperado, os ratos diabéticos tinham memória mais fraca do que os saudáveis &#8211; eles congelaram no escuro por menos da metade do tempo do que seus irmãos saudáveis.</p>
<p>Para descobrir se isso era devido às placas de beta-amiloide ou aos seus precursores solúveis, os oligômeros, Pete Tessier, do Instituto Politécnico Rensselaer (EUA) fabricou fragmentos de anticorpos que interrompem a ação um do outro.</p>
<p>Quando os anticorpos quebradores de placas foram injetados em ratos diabéticos nenhuma alteração foi observada. No entanto, depois de receber os anticorpos específicos para os oligômeros, os ratos diabéticos começaram a congelar de medo tanto quanto os ratos saudáveis.</p>
<p>&#8220;O déficit cognitivo causado por sua diabetes foi totalmente revertido,&#8221; disse Ewan McNay, membro da equipe.</p>
<p>O fato é que um número cada vez maior de pesquisadores está se mostrando receoso de prosseguir nas pesquisas com as placas de beta-amiloide, quando 20 anos de trabalho em busca de um tratamento baseado nesse aspecto particular da doença não chegaram a nada.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=alzheimer-diabetes-mesma-doenca&amp;id=9403" target="_blank" rel="nofollow">Diário da Saúde</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alzheimer-e-diabetes-sao-a-mesma-doenca/">Alzheimer e diabetes são a mesma doença?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta rica em proteínas animais aumentaria riscos de diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2013 11:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetologia]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
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		<category><![CDATA[risco de diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alimentar-se com comidas acidificantes é mais perigoso em termos de diabetes do que os alimentos alcalinizantes. Entenda. Alimentos ricos em proteínas animais e, portanto, acidificantes, aumentariam sensivelmente o risco de diabetes tipo 2, a mais comum, revelou um estudo publicado esta terça-feira por cientistas do Inserm. &#8220;Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alimentar-se com comidas acidificantes é mais perigoso em termos de diabetes do que os alimentos alcalinizantes. Entenda.</em><span id="more-6102"></span></p>
<p>Alimentos ricos em proteínas animais e, portanto, acidificantes, aumentariam sensivelmente o <a title="Diabetes: a prevenção é possível" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-a-prevencao-e-possivel/">risco de diabetes tipo 2</a>, a mais comum, revelou um estudo publicado esta terça-feira por cientistas do Inserm.</p>
<p>&#8220;Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2&#8221;, comentou o doutor Guy Fagherazzi, um dos autores do estudo publicado na revista <a title="Tudo causa diabetes, até a poluição do ar?" href="http://www.diabeticool.com/tudo-causa-diabetes-ate-a-poluicao-do-ar/">Diabetologia</a>, da Associação Europeia de Estudo do Diabetes.</p>
<p>A acidez do nosso organismo depende diretamente daquilo que comemos e alguns alimentos teriam um efeito acidificante, enquanto outros teriam um efeito basificante ou alcalinizante uma vez absorvidos pelo nosso organismo.</p>
<p>Ela é medida pela escala PRAL (sigla em inglês para carga ácida renal potencial), que permite classificar os alimentos em função de sua carga ácida ou básica.</p>
<p>Segundo o doutor Fagherazzi, as carnes, sobretudo aquelas processadas industrialmente, assim como os queijos e os produtos derivados de leite fazem parte dos alimentos mais acidificantes, enquanto as frutas e os legumes, ao contrário, são alcalinizantes.</p>
<p>Os cientistas do Inserm (Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica francês) estudaram a alimentação de umas 66.000 mulheres filiadas ao plano de saúde dos professores franceses MGEN (Mutuelle Générale de l&#8217;Education nationale) durante um período de 14 anos, durante o qual 1.372 das estudadas desenvolveram diabetes tipo 2.</p>
<p>Ao comparar a composição de sua <a title="Alimentação é fator-chave para cuidar e prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-e-fator-chave-para-cuidar-e-prevenir-o-diabetes/">alimentação</a> e ao ajustar os resultados para eliminar outros fatores de risco (especialmente obesidade, sedentarismo e tabagismo), eles descobriram que 25% que seguiam a dieta mais acidificante apresentavam um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 em comparação com as 25% de mulheres que seguiam uma alimentação mais alcalinizante.</p>
<p>O risco aumentou 96% em mulheres de constituição física normal e que ingeriam alimentos com carga ácida maior, enquanto a alta foi claramente menor (28%) nas obesas ou com sobrepeso, o que leva a crer que &#8220;nas mulheres que já apresentam riscos, o efeito da alimentação seria menor&#8221;, revelou o doutor Fagherazzi.</p>
<p>Para explicar o fenômeno, o cientista levantou a hipótese de que uma dieta acidificante &#8220;ocasionaria um aumento do risco de resistência à insulina, ou seja, a incapacidade do corpo de secretar insulina quando precisa para regular a glicemia&#8221;.</p>
<p>Ele admitiu, contudo, que outros trabalhos serão necessários para confirmar os resultados deste primeiro estudo sobre o tema. Uma pesquisa anterior, publicada em 2011, já tinha evocado a existência de um vínculo entre a resistência à insulina e a carga ácida da alimentação.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2013/11/dieta-rica-em-proteinas-animais-aumentaria-risco-de-diabetes.shtml" target="_blank" rel="nofollow">Info</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dieta-rica-em-proteinas-animais-aumentaria-riscos-de-diabetes-tipo-2/">Dieta rica em proteínas animais aumentaria riscos de diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta rica em proteína animal aumenta risco de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2013 11:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É o que diz um novo estudo francês. Pesquisadores acreditam que excesso de carne e queijos pode levar a um quadro de resistência à insulina. Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É o que diz um novo estudo francês. Pesquisadores acreditam que excesso de carne e queijos pode levar a um quadro de resistência à insulina.</em><span id="more-5713"></span></p>
 Pela primeira vez, uma pesquisa associa consumo de proteína animal ao risco de diabetes tipo 2 (Thinkstock)
<p>Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como a obesidade e o sedentarismo, por exemplo. Agora, cientistas franceses descobriram que diminuir o consumo de alimentos ricos em <a title="Lombo de Porco Assado ao Alecrim para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/lombo-de-porco-assado-ao-alecrim-para-diabeticos/">proteína animal</a> também pode ser uma forma de reduzir o risco da condição. Isso porque esses alimentos aumentam a acidez no organismo, o que, segundo os pesquisadores, pode levar ao diabetes.</p>
<p>&#8220;Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2&#8221;, diz Guy Fagherazzi, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico Diabetologia. Segundo Fagherazzi, carnes, especialmente as processadas industrialmente, além de queijos e produtos derivados do leite, estão entre os alimentos mais acidificantes. Frutas e legumes, por outro lado, são alcalinizantes.</p>
<p>A pesquisa, feita no Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França (Inserm, sigla em francês), avaliou mais de 66 000 mulheres que foram acompanhadas ao longo de 14 anos. Durante esse período, 1 372 participantes foram diagnosticadas com diabetes tipo 2.</p>
<p>Os autores do estudo relacionaram os hábitos alimentares das mulheres com a chance de elas terem a doença e, depois, ajustaram os resultados de acordo com outros fatores de risco, como obesidade, sedentarismo e <a title="Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa" href="http://www.diabeticool.com/brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa/">tabagismo</a>. As conclusões da pesquisa indicaram que as participantes que mais consumiam alimentos que aumentam a acidez do organismo apresentaram um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que as que menos ingeriam esses alimentos.</p>
<p>A pesquisa ainda sugeriu que o efeito negativo desse tipo de alimentação é maior em mulheres que não apresentam outros fatores de risco para a doença do que entre aquelas que já são obesas ou sedentárias, por exemplo.</p>
<p>Os autores acreditam que uma maior acidez no organismo pode ajudar a aumentar o risco de <a title="Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">resistência à insulina</a>, levando ao diabetes. No entanto, eles admitem que são necessárias pesquisas maiores para que os resultados sejam confirmados.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/dieta-rica-em-proteina-animal-aumenta-risco-de-diabetes-diz-estudo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Veja.com</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dieta-rica-em-proteina-animal-aumenta-risco-de-diabetes/">Dieta rica em proteína animal aumenta risco de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Um homem que todos nós deveríamos agradecer</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/um-homem-que-todos-nos-deveriamos-agradecer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 20:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Prêmio Internacional Harold Hamm para Pesquisas Biomédicas em Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boa parte do que sabemos hoje sobre diabetes se deve ao trabalho de Peter Bennett, o primeiro ganhador do Prêmio Harold Hamm para Pesquisas em Diabetes. Pesquisar uma cura para o diabetes ganhou um incentivo a mais este ano. O magnata do petróleo Harold Hamm, diabético tipo 2 e presidente da multinacional Continental Resources, uni-se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Boa parte do que sabemos hoje sobre diabetes se deve ao trabalho de Peter Bennett, o primeiro ganhador do Prêmio Harold Hamm para Pesquisas em Diabetes.<br />
</em></p>
<p><span id="more-5571"></span></p>
 O cientista Peter Bennett.
<p>Pesquisar uma cura para o diabetes ganhou um incentivo a mais este ano. O magnata do petróleo Harold Hamm, diabético tipo 2 e presidente da multinacional Continental Resources, uni-se à Universidade de Oklahoma, nos EUA, e criou o &#8216;<strong>Prêmio Internacional Harold Hamm para Pesquisas Biomédicas em Diabetes</strong>&#8216;. Não havia, até então, nenhum tipo de premiação voltada especificamente para os cientistas que trabalham com esta linha de pesquisa. Esta semana, foi anunciado o primeiro vencedor do prêmio: o dr. <strong>Peter H. Bennett</strong>, que atualmente trabalha no Instituto Nacional de Saúde, nos EUA.</p>
<p>Bennett recebeu mais de meio milhão de reais pela conquista. À ela se somam os outros 19 grandes prêmios que o cientista recebeu ao longo de uma carreira dedica à compreensão do diabetes.</p>
<p>O painel de jurados da premiação, composto por cinco especialistas em diabetes renomados internacionalmente, afirmou que as pesquisas do dr. Bennett sempre estiveram 50 anos à frente de seu tempo. &#8220;O trabalho do dr. Bennett é uma verdadeira base no mundo das pesquisas com diabetes. Ele deu enormes contribuições à nossa compreensão do que é o diabetes, de como ocorre a gênese das <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">complicações</a> e de como prevenir tanto a doença quanto as complicações&#8221;, afirmaram os jurados.</p>
<p>&#8220;É certo que, um dia, esperamos ter uma <a title="Bebês vão ajudar a descobrir o que causa diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/bebes-vao-ajudar-a-descobrir-o-que-causa-diabetes-tipo-1/">cura</a> real para o diabetes, e esta cura será sem dúvida nenhuma um resultado das pesquisas que o dr. Bennet conduziu&#8221;.</p>
 Medalha agraciada aos vencedores do Prêmio Harold Hamm.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE O DR. BENNETT DESCOBRIU?</strong></p>
<p>Ao longo de sua extensa carreira, Peter Bennet expandiu de diversas maneiras os horizontes da comunidade científica quanto ao diabetes, suas causas e o que podemos fazer para preveni-lo. Ele foi a primeira pessoa, por exemplo, a falar sobre &#8220;<strong>prevenção de diabetes</strong>&#8220;, através de uma <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">dieta adequada</a> e de exercícios físicos.</p>
<p>Além disso, Bennett tem contribuição fundamental na descoberta de que a <a title="O segredo para uma vida muito mais saudável" href="http://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/"><strong>resistência à insulina</strong></a> é um forte fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Foi ele também que determinou as bases do que, hoje, são considerados os critérios internacionalmente aceitos para o <a href="http://www.diabeticool.com/criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-tipo-1/">diagnóstico do diabetes tipo 1</a> e do tipo 2.</p>
<p>A comunidade diabética tem, com certeza, muito a agradecer a este iluminado cientista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Centro Harold Hamm de Estudos do Diabetes lançou um vídeo comemorativo do prêmio. Assista-o logo abaixo (em inglês) e conheça mais sobre as pesquisas pioneira do laureado dr. Bennett.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/Xe-NLKFLaU4?wmode=transparent" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/um-homem-que-todos-nos-deveriamos-agradecer/">Um homem que todos nós deveríamos agradecer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O segredo para uma vida muito mais saudável</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 22:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Anil Nigam]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[dieta mediterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos de alta intensidade]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto do Coração]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Montreal]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade abdominal]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de açúcar no sangue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais uma maneira cientificamente comprovada de combater os sintomas do diabetes &#8211; e, de quebra, do pré-diabetes também &#8211; acaba de ser revelada. Médicos e especialistas em diabetes já sabiam que tanto a dieta mediterrânea quanto exercícios de alta intensidade, separadamente, ajudam a melhorar a qualidade de vida de quem está com a doença. Agora, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais uma maneira cientificamente comprovada de combater os sintomas do diabetes &#8211; e, de quebra, do pré-diabetes também &#8211; acaba de ser revelada.</em></p>
<p><span id="more-5489"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Médicos e especialistas em diabetes já sabiam que tanto a <strong><a title="Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea" href="http://www.diabeticool.com/conheca-os-novos-beneficios-da-dieta-mediterranea/">dieta mediterrânea</a></strong> quanto <strong>exercícios de alta intensidade</strong>, separadamente, ajudam a melhorar a qualidade de vida de quem está com a doença. Agora, um novo estudo determinou os benefícios de se fazer as duas coisas, ou seja, seguir a dieta <strong>E</strong> praticar exercícios físicos de alta intensidade. Os resultados são animadores, surpreendentes e trazem muitas esperanças para quem luta contra o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE É A DIETA MEDITERRÂNEA</strong></p>
<p>Em termos simples, seguir uma dieta mediterrânea significa comer grandes quantidades de vegetais, grãos e peixes, pequenas porções de carne e muito azeite de oliva.</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">ENCONTRE AQUI RECEITAS</a> SAUDÁVEIS E ESPECIAIS PARA QUEM ESTÁ COM DIABETES!</strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE SÃO EXERCÍCIOS FÍSICOS DE ALTA INTENSIDADE?</strong></p>
<p>São padrões de exercícios cardiovasculares baseados em atividades de altíssima intensidade, realizadas em um pequeno espaço de tempo, intermeadas por &#8220;pausas&#8221; de atividade mais leves. A duração total do treino é de 20-30 minutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS RESULTADOS DA MISTURA DOS DOIS</strong></p>
<p>Quando a dieta mediterrânea e os <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">exercícios de alta intensidade</a> foram realizados em conjunto, uma melhora espantosa na qualidade de vida foi observada. Cientistas do Instituto do Coração de Montreal, no Canadá, acompanharam durante anos um grupo de voluntários que seguiu as duas orientações. Os resultados foram anunciados no último Congresso Cardiovascular Canadense, que ocorreu na semana passada.</p>
<p>Todos os voluntários do estudo possuíam <strong>obesidade abdominal</strong>, que é o excesso de gordura na região do estômago e abdômen. A <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">obesidade abdominal</a> é perigosíssima, já que aumenta bastante os riscos de doenças cardíacas, derrames, diabetes, colesterol alto e pressão alta, além de piorar a maneira como o corpo utiliza a insulina (condição conhecida como <strong>resistência à insulina</strong>).</p>
<p>Após meros nove meses do início dos estudos, veja quais foram os ganhos de saúde dos participantes:</p>
<ul>
<li>A circunferência na cintura diminuiu, em média, 8 centímetros;</li>
<li>A pressão sangüínea diminuiu (em 6mmHg);</li>
<li>Houve melhora de condicionamento físico de 15%;</li>
<li>Taxas de açúcar no sangue <strong>despencaram 23% nos voluntários que estavam com diabetes</strong> e 10% nos demais.</li>
</ul>
<p>Todas estas características, somadas, são comprovadamente um estímulo para a melhora da qualidade de vida, do funcionamento físico e até mesmo da cognição.</p>
 Praticar exercícios físicos (sejam eles de alta intensidade ou não) sempre ajudou diabéticos a melhorar a saúde.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PALAVRAS DE ESTÍMULO</strong></p>
<p>O doutor Anil Nigam, um dos autores do trabalho, notou um dado interessante nos voluntários: &#8220;<strong>No geral, quanto mais doente você estiver, maiores serão os benefícios do programa</strong>. Os maiores progressos nos níveis de açúcar no sangue foram alcançados pelos indivíduos que tinham diabetes, justamente aqueles com maior quantidade de açúcar na circulação.&#8221;</p>
<p>Comentando a notícia, a porta-voz de uma ONG canadense voltada à prevenção e estudo de <a title="Diabetes e Infarto: entenda como a doença afeta o coração" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-infarto-entenda-como-a-doenca-afeta-o-coracao/">doenças cardíacas</a> e derrames disse: &#8220;Quando falamos em perda de peso e em redução dos riscos de doenças do coração e derrames, as pessoas logo buscam uma fórmula mágica. Mas não há mágica &#8211; a solução é se ater a dicas básicas e controlar a maneira como vivemos. <strong>Nós temos o poder de prevenir até 80% das doenças cardíacas prematuras e de derrames</strong>&#8220;.</p>
<p>A mágica está em se cuidar. E seguir a dieta mediterrânea, aliada a exercícios físicos intensos, parece ser um ótimo caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/">O segredo para uma vida muito mais saudável</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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