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	<title>Alzheimer | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Em carta, médicos defendem Dieta Meditarrânea para combater diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2013 13:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Simon Poole]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grupo de respeitados médicos diz que remédios não são o melhor caminho para combater o diabetes e apostam na boa alimentação para tratar diversas doenças. Quem cuida da saúde de diabéticos são os médicos, enfermeiros e demais profissionais da saúde, porém quem faz as leis que impõe regras tanto aos médicos quanto aos diabéticos são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Grupo de respeitados médicos diz que remédios não são o melhor caminho para combater o diabetes e apostam na boa alimentação para tratar diversas doenças.</em><span id="more-6144"></span></p>
<p>Quem cuida da saúde de diabéticos são os médicos, enfermeiros e demais profissionais da saúde, porém quem faz as <strong>leis</strong> que impõe regras tanto aos médicos quanto aos diabéticos são os políticos. E entre estes dois mundos há um enorme abismo. Muitas leis relacionadas à saúde da população são aprovadas sem o debate com a comunidade médica, por motivos eleitoreiros e populistas. Sem este debate, as leis geram gastos enormes aos cofres públicos e não beneficiam quem paga por elas, ou seja, a população.</p>
<p>Por isso, é importante prestar atenção quando um grupo de médicos se reúne e explicita sua insatisfação com a maneira como os políticos lidam com a saúde do povo. Aqui no Brasil, não faz muito tempo que houve um grande bate-boca entre profissionais da saúde e políticos sobre a &#8220;importação&#8221; dos médicos cubanos, por exemplo. Agora, lá na Europa, o debate tem tudo a ver com diabéticos.</p>
<p>Na Inglaterra, médicos gabaritados e respeitados em sua profissão enviaram uma carta aberta aos principais políticos do país, incluindo o primeiro-ministro, David Cameron. Na carta, eles afirmam que é fundamental mudar a mentalidade de quem faz as políticas de saúde pública, <strong>focando menos em remédios de eficiência duvidosa e mais na prevenção através de uma boa alimentação</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BOA COMIDA EM PRIMEIRO LUGAR</strong></p>
<p>A mensagem principal da carta é que doenças sérias e muito presentes na população, como <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, Alzheimer e câncer, deveriam ser combatidas não com remédios, mas com boa comida.</p>
<p>&#8220;[Atualmente, as políticas de saúde] só olham para o que a indústria farmacêutica pode oferecer, o que na verdade não é muita coisa. A indústria propagandeia seus remédios e, depois, é comum eles resultarem em uma grande decepção&#8221;, escreveram os médicos.</p>
<p>Se tomar remédios não é sempre a melhor resposta aos problemas de saúde, a solução seria alimentar-se bem, o que previne um número enorme de doenças e melhora em vários aspectos a saúde &#8211; os autores da carta comparam esta melhora sistêmica à cura pontual que um remédio traz.</p>
<p>Mais especificamente, os médicos apontam a <strong>dieta Mediterrânea</strong> como a melhor maneira de se alimentar. Apesar de se basear em alimentos mais caros, como <a title="O segredo para uma vida muito mais saudável" href="http://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/">azeite de oliva</a> e peixes, o investimento, de acordo com os autores da carta, vale a pena ao longo prazo.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ SAIBA MAIS SOBRE A DIETA MEDITERRÂNEA</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/dieta-mediterranea-faz-bem-tambem-para-a-cabeca/">Dieta Mediterrânea faz bem também para a cabeça</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RELEMBANDO…</strong></p>
<p>A dieta mediterrânea é baseada, em termos gerais, nos seguintes princípios:</p>
<ul>
<li>Alto consumo de frutas, vegetais, legumes, azeite de oliva, sementes e cereais;</li>
<li>Consumo moderado de vinho, produtos lácteos e aves;</li>
<li>Baixo consumo de carne vermelha, bebidas doces, cremes e massas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DETALHE</strong></p>
<p>Assinam a carta, dentre outros, a dra. Clare Gerada, ex-presidente do Royal College of General Practitioners e o dr. David Hassam, atual presidente do Fórum Nacional de Obesidade. Interessante notar que o escritor da missiva é o dr. Simon Poole, que além de médico é dono de uma empresa que comercializa &#8211; surpresa? &#8211; azeite de oliva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2013 11:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernanda de Felice]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
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		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros descobriram que a insulina, usada para controlar o diabetes, pode ser boa para a formação de novas memórias do cérebro. Pesquisadores brasileiros descobriram que um remédio já usado no tratamento do diabetes poderá, no futuro, evitar o Mal de Alzheimer. O estudo foi publicado por uma revista científica americana. Os professores Sérgio Ferreira &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores brasileiros descobriram que a insulina, usada para controlar o diabetes, pode ser boa para a formação de novas memórias do cérebro.</em><span id="more-6031"></span></p>
<p>Pesquisadores brasileiros descobriram que um remédio já usado no tratamento do diabetes poderá, no futuro, evitar o <a title="Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Mal de Alzheimer</a>. O estudo foi publicado por uma revista científica americana.</p>
<p>Os professores Sérgio Ferreira e Fernanda de Felice identificaram uma estreita relação entre duas doenças que afetam milhões de pessoas: diabetes e Alzheimer. Nos dois casos, as células do corpo e do cérebro se tornam <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">resistentes à insulina</a>, um hormônio produzido no pâncreas.</p>
<p>A insulina é essencial para controlar a quantidade de glicose, de açúcar no sangue. E, segundo os pesquisadores, também para o bom funcionamento do cérebro, incluindo o hipocampo, que é a porta de entrada para a formação de novas memórias.</p>
<p>Hoje, alguns diabéticos usam um medicamento chamado liraglutida para estimular a produção de insulina e normalizar o funcionamento das células. Mas ainda não tinha sido testado para o tratamento do alzheimer.</p>
<p>Os pesquisadores se perguntaram se o medicamento que já vem sendo usado para combater o diabetes, que afeta o pâncreas, o fígado e os músculos, poderia também ser usado nas células do cérebro, os neurônios.</p>
<p>Os testes realizados nos laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro tiveram resultados extremamente positivos. Dezenas de camundongos com os sintomas de Alzheimer recuperaram a memória e a capacidade de aprender.</p>
<p>Mychael, um dos pesquisadores, conta que os camundongos doentes, com a memória afetada, sempre examinam os objetos colocados na caixa como se fosse a primeira vez. Já os que recebem a droga percebem a novidade.</p>
<p>“Ele tende a explorar mais esse objeto novo. Porque o animal é curioso, ele já lembra também e já conhece o objeto antigo. Ao todo, 80%, 90% dos casos nos observamos uma reversão da perda de memória nos animais que tinham sintoma da doença de Alzheimer”, explica Mychael Lourenço, neurocientista da UFRJ.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a liraglutida pode devolver a capacidade de ação da insulina no cérebro, prejudicada pela presença de substâncias tóxicas que impedem as conexões entre células nervosas.</p>
<p>“Embora a insulina ainda esteja presente, o neurônio é incapaz de ouvir aquele sinal. É como se a campainha estivesse ali, mas não tocasse. O que nos vimos é que esses medicamentos permitem que os neurônios fiquem imunes a ação dessa toxina e continuem se comunicando apropriadamente entre eles”, explica Sergio Ferreira, coordenador da pesquisa &#8211; UFRJ.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/12/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer.html" target="_blank" rel="nofolllow">G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/">Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 19:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa feita aqui no Brasil descobre que o popular remédio antidiabético pode ajudar a tratar também quem sofre do Mal de Alzheimer. Veja vídeo sobre a novidade! Um estudo feito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que um famoso medicamento para tratar o diabetes poderá servir como terapia para quem sofre do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa feita aqui no Brasil descobre que o popular remédio antidiabético pode ajudar a tratar também quem sofre do Mal de Alzheimer. Veja vídeo sobre a novidade!</em><span id="more-6063"></span></p>
<p>Um estudo feito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que um famoso medicamento para tratar o diabetes poderá servir como terapia para quem sofre do Mal de Alzheimer.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ LEIA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2</a> </strong><span style="color: #000000;"><em>&#8211; O Mal de Alzheimer pode não ser nada mais do que uma fase tardia do diabetes tipo 2</em></span><strong>&#8220;</strong></p>
<p>O Alzheimer é a forma mais comum de demência em todo o mundo. A doença causa problemas cognitivos como perda de memória, dificuldade de raciocínio e mudanças de comportamento &#8211; sintomas que só pioram com o passar do tempo, levando eventualmente ao falecimento. No geral, costuma aparecer em idosos. Ainda não há cura para a doença. Estima-se que, só no Brasil, cerca de um milhão de pessoas tenham Alzheimer.</p>
<p>Os cientistas Sérgio Ferreira e Fernanda de Felice, da UFRJ, perceberam que as células cerebrais de pessoas com Alzheimer eram <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">resistentes à insulina</a> &#8211; uma característica comum às células de quem está com diabetes. Eles, então, tiveram a idéia de administrar nestes pacientes um medicamento antidiabético que melhora a eficiência da insulina. O medicamento escolhido foi a <strong>liraglutida</strong>, princípio ativo do <strong>Victoza</strong> (Novo Nordisk).</p>
<figure id="attachment_6064" aria-describedby="caption-attachment-6064" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-6064" alt="liraglutida alzheimer diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg" width="600" height="337" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes-415x233.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6064" class="wp-caption-text">A liraglutida, princípio ativo do Victoza, melhorou o funcionamento do cérebro de camundongos com Alzheimer.</figcaption></figure>
<p>A liraglutida é utilizada para tratar o diabetes pois auxilia no controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>, atuando através de três mecanismos: ela retarda o esvaziamento gástrico, aumenta a secreção de insulina e inibe a secreção, após as refeições, de um hormônio (glucagon) que aumenta a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>Em testes com camundongos, os resultados foram animadores. Animais com Alzheimer que ingeriram o Victoza mostraram melhora significativa em suas habilidades cognitivas (<em>ver vídeo abaixo</em>).</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a liraglutida pode devolver a capacidade de ação da insulina no cérebro, prejudicada pela presença de substâncias tóxicas que impedem as conexões entre células nervosas.</p>
<p>“Embora a insulina ainda esteja presente,  o neurônio é incapaz de ouvir aquele sinal.  É como se a campainha estivesse ali, mas não tocasse. O que nos vimos é que esses medicamentos permitem que os neurônios fiquem imunes a ação dessa toxina e continuem se comunicando apropriadamente entre eles”, disse o cientista Sérgio Ferreira, em entrevista ao G1.</p>
<p>A pesquisa foi destaque na edição de 4/12/2013 do Jornal Nacional, da Rede Globo. Clique na imagem a seguir para assistir ao vídeo da reportagem.</p>
<figure id="attachment_6065" aria-describedby="caption-attachment-6065" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/12/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer.html"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6065" alt="vídeo liraglutida diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes.jpg" width="400" height="295" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes-325x240.jpg 325w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-6065" class="wp-caption-text">Clique na imagem para assistir a reportagem!</figcaption></figure>
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		<title>Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2013 11:08:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Mal de Alzheimer pode não ser nada mais do que uma fase tardia do diabetes tipo 2. A revelação surpreendente vem de uma série de estudos que inicialmente não chamaram muito a atenção por desafiar as teorias mais aceitas pelos cientistas sobre a doença. Contudo, conforme o número de indícios sobre a conexão entre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Glicemia alta pode encolher o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Mal de Alzheimer</a> pode não ser nada mais do que uma fase tardia do diabetes tipo 2.</p>
<p>A revelação surpreendente vem de uma série de estudos que inicialmente não chamaram muito a atenção por desafiar as teorias mais aceitas pelos cientistas sobre a doença.</p>
<p>Contudo, conforme o número de indícios sobre a conexão entre Alzheimer e diabetes tipo 2 se acumula, as suspeitas &#8220;vazaram&#8221; por entre os muros da comunidade acadêmica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Teorias falhas</strong></p>
<p>Não é uma surpresa total, porque as teorias vigentes sobre Alzheimer não conseguiram avanços em termos de tratamentos ou cura.</p>
<p>O que se sabe é que os remédios aprovados Alzheimer não funcionam a contento. Até mesmo <a title="Comer muito açúcar causa diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/comer-muito-acucar-causa-diabetes-2/">exercícios físicos</a> superam os medicamentos na prevenção do Alzheimer.</p>
<p>Há cerca de três anos, um pesquisador lançou um manifesto à comunidade científica, clamando por uma nova teoria sobre a Doença de Alzheimer.</p>
<p>As drogas atualmente prescritas visam reduzir os depósitos de placas das proteínas beta-amiloides que se acumulam no cérebro.</p>
<p>Estas placas são uma marca visual da doença, mas alguns estudos mostram que as placas de beta-amiloides podem ser uma defesa do cérebro contra a demência, e não sua causa. Além disso, já havia indícios de que o Alzheimer não seria uma doença só do cérebro.</p>
<p>A novidade agora é que os estudos têm indicado uma correlação muito forte entre o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, que também causa deterioração cognitiva, e Alzheimer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alzheimer e diabetes avançado</strong></p>
<p>Os cientistas afirmam que já há um &#8220;corpo de evidências&#8221; significativo de que a doença de Alzheimer seja realmente uma fase tardia do diabetes tipo 2.</p>
<p>A notícia pode encarada de duas formas: um caminho seguro para a prevenção da demência, o que é uma ótima notícia, e uma previsão de um número explosivo de novos casos nos próximos anos, o que é uma péssima notícia.</p>
<p>Isso porque estima-se que existam hoje 35 milhões de pessoas com Alzheimer. O problema é que estimativas semelhantes contam 270 milhões de pessoas com diabetes tipo 2.</p>
<p>Mas há uma diferença significativa entre os dois aspectos: apesar de décadas de pesquisas, não sabemos praticamente nada sobre o Alzheimer, mas sabemos exatamente como evitar o diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como evitar o Alzheimer</strong></p>
<p>O diabetes tipo 2 é uma doença em grande parte ligada ao estilo de vida, causada pela obesidade, má alimentação e falta de exercícios físicos.</p>
<p>Ou seja, ela pode ser prevenida, aliviada e mesmo curada com a adoção de um estilo de vida saudável.</p>
<p>Isso traz a esperança de que seja possível começar a prevenir de forma eficaz a doença de Alzheimer.</p>
<p>Se a ligação entre o diabetes tipo 2 e o Mal de Alzheimer realmente se confirmar, as razões serão ainda mais fortes para que as pessoas se cuidem, o que poderá ajudar a reverter a onda crescente de obesidade.</p>
<p>De fato, boas notícias podem vir de muitas formas &#8211; a possibilidade de que a doença de Alzheimer seja &#8220;apenas &#8221; o diabetes tipo 2 é uma delas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=alzheimer-estagio-final-diabetes-tipo-2&amp;id=9364" target="_blank" rel="nofollow">Diário da Saúde</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>O Diabetes e o Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2013 12:04:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Yifat Miller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao relacionar as doenças, estudo mostra que é possível a criação de uma droga para reduzir as chances de pacientes de diabetes tipo 2 desenvolverem Alzheimer. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Pesquisas recentes sugerem que pessoas com diabetes tipo 2 têm uma probabilidade duas vezes maior de desenvolver a Doença de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Ao relacionar as doenças, estudo mostra que é possível a criação de uma droga para reduzir as chances de pacientes de diabetes tipo 2 desenvolverem Alzheimer. </i></p>
<p><span id="more-3288"></span></p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>Pesquisas recentes sugerem que pessoas com <a title="Médicos emitem recomendações especiais para o tratamento de  diabetes tipo 2 em crianças" href="http://www.diabeticool.com/medicos-emitem-recomendacoes-especiais-para-o-tratamento-de-diabetes-tipo-2-em-criancas/">diabetes tipo 2</a> têm uma probabilidade duas vezes maior de desenvolver a <strong>Doença de Alzheimer</strong> quando comparadas a pessoas não diabéticas. Um novo estudo, porém, demonstrou, através de uma abordagem inovadora, que seria possível o desenvolvimento de uma droga para diminuir esse risco elevado.</p>
<p><strong>+ Leia mais: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Glicemia alta pode encolher o cérebro &#8211; </a></strong><a href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/"><em>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer</em></a><strong>&#8220;. </strong></p>
<p>A relação entre o diabetes e o <a title="Quantas xícara de café por dia te protegem do diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/quantas-xicara-de-cafe-por-dia-te-protegem-do-diabetes/">Alzheimer</a> está no fato de que ambos estão associados à formação de agregados de peptídeos que se depositam em regiões onde não deveriam, resultando em problemas para o organismo. <strong>Peptídeos</strong> são cadeias de aminoácidos; longas cadeias de peptídeos formam as proteínas. No caso da Doença de Alzheimer, um peptídeo chamado <strong>beta amilóide</strong> é encontrado acumulado em forma de placas no cérebro, causando falhas na comunicação entre neurônios e levando aos sintomas característicos da doença. Já no caso do diabetes, a <strong>amilina</strong>, produzida no pâncreas juntamente com a <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">insulina</a>, é o peptídeo que pode se acumular, causando uma falha no reconhecimento da glicose pelo organismo. Em ambos os casos, a presença e acúmulo dos peptídeos estão diretamente ligados à progressão das doenças.</p>
<p>Há dois anos, pesquisadores notaram a presença tanto da beta amilóide quanto da amilina no pâncreas de pessoas com diabetes tipo 2. Para descobrir se a interação entre as moléculas exercia um papel na agregação inapropriada de peptídeos e contribuía para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer, Yifat Miller, da Universidade de Negev, <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/">Israel</a>, liderou um estudo para caracterizar o modo como essas duas moléculas interagem uma com a outra. Para isso, ele analisou as estruturas dos peptídeos, experimento nunca antes realizado. O resultado foi a descoberta de bases moleculares que podem permitir, no futuro, a criação de um medicamento para se prevenir o desenvolvimento do Alzheimer em pacientes de diabetes tipo 2.</p>
<p>“Ao identificar regiões específicas desses peptídeos que os fazem interagir fortemente entre si, nosso estudo pode fornecer uma nova perspectiva na relação entre o diabetes tipo 2 e a Doença de Alzheimer”, afirma Miller. “Nós acreditamos que ao prevenir essas interações, através do desenvolvimento de uma nova droga, poderemos reduzir o risco de pessoas com diabetes tipo 2 de desenvolver a Doença de Alzheimer mais tarde em suas vidas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3;border: 2px solid black;padding: 10px">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Quantas xícara de café por dia te protegem do diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2012 11:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto de Informações Científicas sobre o Café]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Informações Científicas sobre o Café tem a resposta. E ela pode te surpreender! O café é o tônico preferido dos brasileiros. Tomamos, em média, 83 litros da bebida por ano &#8211; um das taxas de consumo mais elevadas do mundo. Além de ser uma delícia para o paladar, o café também possui &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Instituto de Informações Científicas sobre o Café tem a resposta. E ela pode te surpreender!</em></p>
<p><span id="more-2266"></span></p>
<p>O <strong>café </strong>é o tônico preferido dos brasileiros. Tomamos, em média, 83 litros da bebida por ano &#8211; um das taxas de consumo mais elevadas do mundo. Além de ser uma delícia para o paladar, o café também possui conhecidas propriedades benéficas à saúde. Por exemplo, ajuda no combate ao <a title="Drogas para Diabetes Podem Aumentar o Risco de Câncer?" href="http://www.diabeticool.com/drogas-para-diabetes-podem-aumentar-o-risco-de-cancer-na-bexiga/">câncer </a>e na prevenção do <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Alzheimer </a>e da <a title="Glicemia alta pode encolher o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">demência</a>. E quanto ao diabetes? Tomar café todos os dias diminui as chances de desenvolver a condição?</p>
<p>O Instituto de Informações Científicas sobre o Café, um entidade sem fins lucrativos inglesa, fundada em 1990 com o intuito de divulgar novidades da Ciência acerca da bebida, tem a resposta para esta questão. <strong>Um novo estudo anunciado pelo Instituto revelou que tomar de três a quatro xícaras de café todos os dias diminui em 25% os riscos de diabetes tipo 2.</strong> E, mais do que isto, os efeitos antidiabéticos do café parecem ir além: <strong>cada xícara extra de café tomada todos os dias corresponde a uma redução adicional de até 8% nas chances de desenvolver o diabetes</strong>.</p>
<p>De acordo com o relatório divulgado pelo grupo, &#8220;estas descobertas sugerem uma conexão entre o consumo moderado de café e redução nos riscos de diabetes, mas não permitem inferir um &#8216;efeito causal&#8217;.&#8221; Ou seja, ninguém sabe ainda o <em>motivo</em> do efeito protetor do café.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual o segredo do café?</strong></p>
<p>Por que o café faz tão bem à saúde? E, em especial, qual o motivo de ele combater o diabetes com tanta eficácia?</p>
<p>Os cientistas têm várias teorias para explicar o fenômeno. Algumas delas correlacionam a cafeína à melhora na habilidade do corpo em utilizar a insulina, o que ocorreria através da modulação de vias metabólicas relacionadas à <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">inflamação</a>, ao stress oxidativo das células e ao <a title="Ferro fere as células beta e pode levar ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/ferro-fere-as-celulas-beta-e-pode-levar-ao-diabetes/">acúmulo de ferro</a>. Porém, as hipóteses mais discutidas têm nome: &#8220;Teoria do Gasto Energético&#8221; e &#8220;Hipótese Metabólica de Carboidratos&#8221;. Vamos ver do que elas se tratam.</p>
<p>A hipótese do &#8220;gasto energético&#8221; defende que a cafeína possui o efeito de acelerar o metabolismo do corpo &#8211; ou seja, as reações químicas ocorrem mais rápido e o organismo gasta mais energia durante um determinado período de tempo. Para funcionar neste ritmo acelerado, as células consomem mais glicose do sangue, o que, em tese, poderia ajudar a diminuir a glicemia e, assim, evitar o diabetes. A outra hipótese argumenta que os componentes que compõe o café modificam substancialmente a maneira como o corpo armazena e utiliza carboidratos &#8211; como o açúcar &#8211; e que isto ajudaria na prevenção diabética.</p>
<p><strong>Seja como for, o fato é que tomar uma xícara quentinha de café ficou ainda mais gostoso!</strong> Vale notar uma informação interessante: o café espresso, muito apreciado em especial nas regiões sul e sudeste, possui a maior quantidade de cafeína dentre todas as opções da bebida. Em segundo lugar vem o café coado, clássico em todo o Brasil.</p>
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		<title>Para nossa alegria: remédio para diabetes diminui também a depressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 20:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Wahlqvist]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Taiwan]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Monash]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento mais utilizado no Brasil para tratar o diabetes possui outro efeito positivo: corta pela metade a incidência de depressão em diabéticos tipo 2. &#160; A metformina é o princípio ativo dos medicamentos antidiabéticos mais vendidos e receitados tanto no Brasil quanto nos EUA. Ela funciona ao inibir a liberação de glicose pelo fígado, o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento mais utilizado no Brasil para tratar o diabetes possui outro efeito positivo: corta pela metade a incidência de depressão em diabéticos tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-2186"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A metformina é o princípio ativo dos medicamentos antidiabéticos mais vendidos e receitados tanto no Brasil quanto nos EUA. Ela funciona ao inibir a liberação de glicose pelo fígado, o que ajuda a diminuir as taxas de açúcar no sangue, além de melhorar a sensibilidade das células do corpo à insulina. Mais do que ser uma excelente medida contra o diabetes, pesquisas já haviam demonstrado que <strong>a metformina estimula o crescimento dos neurônios </strong>(veja na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/">A Inteligência Diabética</a>&#8220;), as células cerebrais. Agora, mais um benefício do uso do medicamento foi encontrado: <strong>ele também combate a depressão</strong>.</p>
<p>Cientistas de Taiwan realizaram um amplo estudo de 12 anos e concluíram que diabéticos que tomavam a metformina eram menos propensos a desenvolver alterações patológicas de comportamento, além de doenças como <a title="As picadas no dedo estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">Parkinson </a>e <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Alzheimer</a>. Quanto à <a title="O quão difícil é receber a notícia do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-quao-dificil-e-receber-a-noticia-do-diabetes/">depressão</a>, o uso do medicamento diminuía em até 50% os casos do distúrbio neurológico. O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade Monash e do Centro Nacional de Pesquisas de Saúde e aparece online no site do periódico <a title="Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!" href="http://www.diabeticool.com/como-melhorar-o-humor-a-glicemia-e-a-qualidade-de-vida-da-maneira-mais-simples-possivel/">BMC Medicine</a>.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/?p=353">Já era sabido que diabéticos</a> eram mais propensos a ter problemas de humor e depressão. Após esta pesquisa, novas idéias surgiram acerca da ligação entre as condições. Diz o professor Mark Wahlqvist, do Departamento de Epidemiologia e Medicina Preventiva da Universidade Monash: &#8220;Em pesquisas anteriores, nós descobrimos que a demência e o mal de Parkinson &#8211; as formas mais comuns de doenças neurodegenerativas &#8211; são muito mais comuns após o início do diabetes. O mesmo parece ser verdade para distúrbios de humor, incluindo todas as formas de depressão. Nós descobrimos que depressão e diabetes têm maiores chances de ocorrer juntas do que seria esperado a partir de suas respectivas prevalências individuais.&#8221; O professor complementa: &#8220;É possível que processos neurodegenerativos estejam influindo na depressão associada ao diabetes e que o uso da metformina minimize este risco.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 19:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Avandia]]></category>
		<category><![CDATA[camundongo]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Neuroscience]]></category>
		<category><![CDATA[Larry Denner]]></category>
		<category><![CDATA[neurônio]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[rosiglitazona]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utilizado para curar a resistência à insulina em diabéticos aumentou as habilidades cognitivas de pessoas com Alzheimer, de acordo com novo estudo. Quando pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, começaram a tratar camundongos que tinham Alzheimer com um medicamento para diabéticos, mal sabiam eles que a experiência daria tão certo. Surpreendendo os cientistas, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento utilizado para curar a resistência à insulina em diabéticos aumentou as habilidades cognitivas de pessoas com Alzheimer, de acordo com novo estudo.</em></p>
<p><span id="more-1998"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1999" title="cerebro musculacao diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes.jpg" alt="" width="413" height="350" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes.jpg 413w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 413px) 100vw, 413px" /></p>
<p>Quando pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, começaram a tratar camundongos que tinham <a title="Glicemia alta pode encolher o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Alzheimer </a>com um medicamento para diabéticos, mal sabiam eles que a experiência daria tão certo. Surpreendendo os cientistas, os animais mostraram uma enorme melhora em processos <a title="A inteligência diabética" href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/">cerebrais </a>e cognitivos &#8211; e ainda, como bônus, a resistência à insulina foi devidamente controlada! A descoberta abre portas para novos tratamentos para quem sofre de Alzheimer.</p>
<p><strong>A relação entre Alzheimer e diabetes</strong></p>
<p>Durante este ano de 2012, diversas pesquisas médicas foram publicadas que sugerem uma forte ligação entre Alzheimer e diabetes. O elo entre as duas condições estaria na <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>resistência à insulina</strong></a>, ou seja, na menor capacidade das células cerebrais de utilizar a insulina da corrente sangüínea como mediadora de sua &#8220;alimentação&#8221; (com glicose). Evidências apontam que a resistência à insulina pode ser um indicador precoce de Alzheimer. <em>Assim, é fundamental que diabéticos tratem corretamente e com carinho a sua condição, evitando maiores problemas no futuro</em>.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>A pesquisa texana administrou aos camundongos a droga <strong>rosiglitazona</strong>, uma substância bastante polêmica. Vendida durante vários anos como remédio de controle de diabetes (sob o nome comercial de <strong><em>Avandia</em></strong>), foi proibida aqui no Brasil em 2010, devido a riscos cardiovasculares em humanos. O medicamento combate a resistência à insulina ao tornar as células mais sensíveis à atividade da molécula. Portanto, o primeiro intuito do estudo americano foi controlar a resistência à insulina em camundongos com Alzheimer. Os ótimos resultados cognitivos apresentados foram um fortuito acaso.</p>
<figure id="attachment_2001" aria-describedby="caption-attachment-2001" style="width: 392px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2001" title="cerebro musculacao diabetes 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2.jpg" alt="" width="392" height="306" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2.jpg 392w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2-307x240.jpg 307w" sizes="(max-width: 392px) 100vw, 392px" /><figcaption id="caption-attachment-2001" class="wp-caption-text">Fortalecendo o cérebro com a rosiglitazona.</figcaption></figure>
<p>Os cientistas acreditam que a rosiglitazona teve uma influência benéfica na atividade de uma proteína chamada ERK. Em pessoas e camundongos com Alzheimer, a ERK se torna superativa, e esta atividade aumentada compromete a comunicação entre as células do cérebro. Isto resulta em danos à memória e ao aprendizado.</p>
<p>&#8220;O uso deste medicamento aparentemente restaura a sinalização neuronal necessária a um funcionamento cognitivo adequado&#8221;, disse o principal autor do estudo, professor Larry Denner. &#8220;Isto nos dá a oportunidade de testar várias drogas já aprovadas a fim de normalizar a resistência à insulina em pacientes com Alzheimer e, possivelmente, também melhorar a memória. Além disso, a descoberta pode ser uma ferramenta notável a ser usada em modelos animais para entender os mecanismos moleculares subjacentes aos problemas cognitivos do Alzheimer&#8221;, completou o pesquisador.</p>
<p>O trabalho foi publicado no periódico <em><strong>Journal of Neuroscience</strong></em> deste mês.</p>
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		<title>Glicemia alta pode encolher o cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 21:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[amídala]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
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		<category><![CDATA[pré-diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou glicemia &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. </em></p>
<p><span id="more-1910"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/encolhimento-cerebral-diabetes/"></span></p>
<p>Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou <strong>glicemia</strong> &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana encontrou é <em>surpreendente</em>. Em artigo publicado na última edição de um dos mais prestigiados periódico científicos, o <em>Neurology</em>, cientistas da Australian National University em Canberra demonstraram que até mesmo valores de glicemia considerados um pouco acima do normal são um gravíssimo perigo para a saúde do nosso <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">cérebro</a>.</p>
<p>A pesquisa acompanhou o que acontecia no cérebro de um grupo de 266 idosos, de idades entre 60 e 64 anos, durante um período de quatro anos. Todos eles mantiveram a glicemia de jejum abaixo de 110 mg/dL &#8211; vale lembrar: uma glicemia de jejum igual ou acima de 180 mg/dL significa que a pessoa tem diabetes; se o valor for de 110 mg/dL, considera-se que ela tem pré-diabetes.</p>
<p>O que os cientistas puderam perceber é que, ao longo destes quatro anos de estudos, <strong>os idosos que tinham os valores de glicemia mais altos &#8211; ou seja, bem próximos de 110 mg/dL &#8211; apresentaram maior perda de volume cerebral &#8211;</strong> <strong>uma diminuição de 6 a 10%</strong>! Estas perdas se concentraram no hipocampo e na amídala, duas regiões importantíssimas por estarem envolvidas com a memória e habilidades cognitivas, como o controle emocional. A perda de funções cerebrais está associada a doenças como demência e <a title="Conversas com Amigos – Tim Fisher" href="http://www.diabeticool.com/conversas-com-amigos-tim-fisher/">Alzheimer.</a></p>
<p>Em um comunicado à imprensa, o autor do estudo, Dr. Nicolas Cherbuin, disse que &#8220;numerosos estudos têm identificado uma ligação entre o diabetes tipo 2 e encolhimento cerebral e demência, mas nós não sabíamos se pessoas com taxas de açúcar no sangue no limite da normalidade apresentavam estes mesmos efeitos&#8221;. E completou: &#8220;Estas descobertas sugerem que até mesmo em pessoas que não têm diabetes as taxas de açúcar do sangue podem ter um impacto em sua saúde cerebral. Mais pesquisas são necessárias, mas as descobertas podem nos levar a reavaliar o conceito de &#8220;glicemia normal&#8221; e a definição de diabetes.&#8221;</p>
<p><strong>E, afinal de contas, qual seria a razão que leva altos valores de glicemia a encolher o cérebro? A resposta é que ninguém, ainda, faz idéia! Há duas teorias sendo estudadas no momento: a primeira diz que os níveis de açúcar sangüíneo ajudam a controlar o processo inflamatório no nosso corpo, e que a inflamação é uma das causas da diminuição cerebral &#8211; daí a ligação entre os fatores. A outra idéia afirma que muito açúcar no sangue o torna mais &#8220;grosso&#8221; ou &#8220;pegajoso&#8221;, o que facilita a formação de coágulos, os quais impedem a nutrição das células do cérebro, que acabam, assim, morrendo.</strong></p>
<p><strong>Seja o que for, aí esta mais um <span style="text-decoration: underline;">ótimo</span> motivo para manter a glicemia sob controle &#8211; inclusive para quem não é diabético!!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Glicemia alta pode encolher o cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 01:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[John Gurdon]]></category>
		<category><![CDATA[Nobel]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Shinya Yamanaka]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco. Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com células-tronco.Vale lembrar que as células-tronco são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco.</em></p>
<p><span id="more-1665"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/shinya-yamanaka-diabetes/"></span></p>
<p>Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">células-tronco</a>.Vale lembrar que as células-tronco são componentes do nosso corpo com altíssima capacidade de duplicação e que podem se transformar, através dos estímulos corretos, em diferentes tipos celulares. Desde que foram descobertas, estas células são vistas como potenciais curas para diversas doenças, entre elas o diabetes.</p>
<p>Como é de praxe com o Nobel, as pesquisas dos dois cientistas são bastante antigas &#8211; e, como venceram o prêmio, significa que houve tempo suficiente para a comunidade científica julgá-las como adequadas e merecedoras da honraria. O trabalho de Gurdon, realizado na década de 1960, mostrou que o DNA de células já diferenciadas de sapos poderiam ser utilizadas para gerar novos girinos. Já Yamanaka, em 2006, foi capaz de &#8220;reverter&#8221; uma célula diferenciada de volta em uma célula-tronco, com capacidade para se transformar em outros tipos de célula madura.</p>
<p>Ninguém melhor do que estes cientistas, portanto, para dar um conselho sobre células-tronco a pacientes de todo o mundo.</p>
<p><strong>O conselho de Yamanaka</strong></p>
<p>Devido a sua alta capacidade de transformação em diversos tipos celulares, as células-tronco estão sendo pesquisadas há décadas com o intuito de regenerar tecidos lesionados por algumas doenças. Como exemplo, em teoria, cientistas poderiam programar células-tronco para se transformarem em <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/" target="_blank" rel="noopener">células pancreáticas saudáveis</a>, as quais seriam implantadas em diabéticos tipo 1 (que possuem defeitos justamente nestas células). Todavia, os pesquisadores ainda são bastante cautelosos quanto às terapias com estas células, devido à complexidade que é se trabalhar com elas. Isto não impede que diversos &#8220;centros de saúde&#8221; em todo o mundo propagandeiem que já oferecem tratamentos para as mais variadas doenças &#8211; como diabetes, esclerose múltipla, <a title="Como é que é?" href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-e/" target="_blank" rel="noopener">artrite</a>, problemas de vista, <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/" target="_blank" rel="noopener">Alzheimer</a>, Parkinson e lesões na coluna vertebral &#8211; utilizando as células-tronco, e mintam quanto aos supostos resultados milagrosos. Além de não serem comprovados pela ciência, tais tratamentos podem provocar sérios riscos à saúde dos pacientes &#8211; sem contar o vazio na conta de banco, uma vez que costumam ser bem caros. O vencedor do Nobel Shinya Yamanaka alerta:</p>
<p>&#8220;Este tipo de prática é um problema enorme, é uma ameaça. Muitas das chamadas terapias com células-tronco estão sendo conduzidas sem nenhum dado usando animais, com checagens pré-clínicas de segurança&#8221;.(&#8230;) Os pacientes devem entender que se não houver dados pré-clínicos sobre a eficiência e segurança do procedimento que ele ou ela esteja submetido&#8230; pode ser muito perigoso&#8221;.</p>
<p>O cientista complementa: &#8220;Espero que pacientes e pessoas leigas entendam que há dois tipos de terapias com células-tronco. Uma é a que estamos tentando estabelecer. É unicamente baseada em dados científicos. Nós temos conduzido trabalhos pré-clínicos, experimentos com animais, como ratos e macacos&#8221;.</p>
<p>Apesar das precauções, Yamanaka nota que existem, sim, pesquisas sérias em andamento que utilizam células-tronco na cura de doenças. &#8220;Há muitas pesquisas promissoras acontecendo&#8221;, garante, reiterando, porém, que é fundamental ficar atento para o que for corretamente referendado pela ciência, evitando assim cair em falsas e perigosas promessas.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.reuters.com/article/2012/10/09/us-nobel-medicine-yamanaka-idUSBRE8980E920121009"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
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