Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!

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O óbvio finalmente ulula nas páginas científicas: quando médicos investem um tantinho a mais de tempo em seus pacientes, o tratamento do diabetes melhora um tantão


O que pode ser feito a fim de melhorar a qualidade de vida do diabético e minimizar os ônus de se viver com a condição? Uma alternativa que parece bem óbvia é caprichar no acompanhamento do diabetes e fornecer total apoio, seja na forma de maior contacto com pessoas na mesma situação, seja informando o paciente o melhor possível. Felizmente, o óbvio tornou-se Ciência: um estudo publicado no respeitado periódico BMC Complementary and Alternativa Medicine descobriu que diabéticos que recebiam um acompanhamento complementar nota 10 possuíam indicadores de saúde muito melhores que o padrão.

E o que seria um “acompanhamento nota 10”? Além das drogas normalmente receitadas e do aconselhamento básico, os médicos envolvidos no estudo passaram a simplesmente cuidar dos níveis de stress dos seus pacientes (diabéticos tipo 2) e a atentar para sua alimentação, fornecendo dicas de nutrição e suplementos alimentares.

Essas medidas, aparentemente bobinhas e óbvias – mas que raramente são praticadas, nós sabemos… -, resultaram no seguinte: após seis meses, os diabéticos no estudo mostraram estar muito mais motivados a cuidar de si próprios, melhoraram o humor e estavam mais consistentemente monitorando sua glicemia, apresentando níveis de hemoglobina A1c 1% menores do que antes da pesquisa.

“A novidade é encorajadora para aqueles lutando contra o diabetes. Pacientes envolvidos no estudo citaram os benefícios de se tentar abordagens diferenciadas a fim de encontrarmos a melhor maneira de minimizar os efeitos do diabetes tipo 2.”, disse o dr. Ryan Bradley, diretor da Clínica de Diabetes e Bem-estar Cardiovascular do Bastyr Center for Natural Health e incluído deste estudo “alternativo” e muito bem-vindo!

Imagem: Ambro / FreeDigitalPhotos.net

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