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	<title>remédio | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>&#8220;Combo&#8221; de metformina aprovado na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2014 14:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[canagliflozina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo medicamento combina a ação da metformina com outro princípio ativo, sendo uma opção para quem não consegue atingir o controle da glicemia. Ultimamente, os lançamentos de medicamentos no mundo do diabetes estão focados em um tipo especial de remédio: as combinações. No final do ano passado, por exemplo, foi aprovado pelos órgãos regulatórios o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo medicamento combina a ação da metformina com outro princípio ativo, sendo uma opção para quem não consegue atingir o controle da glicemia.<span id="more-7428"></span></em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7430" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/vokanamet-diabetes.jpg" alt="vokanamet diabetes" width="600" height="374" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/vokanamet-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/vokanamet-diabetes-385x240.jpg 385w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Ultimamente, os lançamentos de medicamentos no mundo do diabetes estão focados em um tipo especial de remédio: as combinações. No final do ano passado, por exemplo, foi aprovado pelos órgãos regulatórios o <strong><a href="http://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/">Xigduo</a></strong>, uma versão da metformina &#8220;aditivada&#8221; com outro princípio ativo (a dapagliflozina), que a torna mais eficiente no controle da glicemia. Uma novidade neste mercado pode chegar em breve às prateleiras das farmácias.</p>
<p>A União Européia aprovou a venda do <strong>Vokanamet</strong>, uma nova combinação de <strong>metformina</strong> com a <strong>canagliflozina</strong>. Os nomes são complicados, mas a maneira como funcionam é fácil de entender.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É FÁCIL ENTENDER COMO FUNCIONA!</strong></p>
<p>A <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/"><strong>metformina</strong></a> é um dos medicamentos mais clássicos no controle do diabetes. Ela age desestimulando a produção de açúcar pelo fígado e, também, aumentando a sensibilidade do corpo à insulina. O resultado destes efeitos somados é uma diminuição considerável da glicemia.</p>
<p>Já a <a title="Update nos remédios para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/"><strong>canagliflozina</strong> </a>é um medicamento mais recente (vendido sob o nome comercial de <strong>Invokana).</strong> Ela faz com que os rins, na hora de filtrar nosso sangue, eliminem o excesso de açúcar através da urina. Assim, menos açúcar é reabsorvido e a glicemia também diminui.</p>
<figure style="width: 207px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="    " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer.jpg" alt="metformina diabetes tipo 2" width="207" height="194" /><figcaption class="wp-caption-text">A metformina ganhará em breve mais uma versão &#8220;aditivada&#8221;.</figcaption></figure>
<p>A combinação dos dois medicamentos (Vokanamet) é voltada a quem já está tomando a dose máxima de metformina, mas sem conseguir controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Além disso, é indicada a quem tem que comprar metformina mais algum outro hipoglicemiante. Por ser uma combinação, a Vokanamet poderá, em muitos casos, permitir que o diabético tome apenas um tipo de remédio por dia.</p>
<p>Para quem tem dificuldades em controlar a quantidade de açúcar no sangue e precisa tomar vários remédios por dia, esta nova fase do mercado de medicamentos antidiabéticos é uma ótima notícia. O Vokanamet ainda precisa ser liberado nos EUA e ainda não tem previsão de vendas no Brasil.</p>
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		<title>Remédio usado para diabetes pode aliviar convulsões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2014 10:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[convulsões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, um efeito benéfico inesperado para uma doença pode surgir de tratamentos comprovados para outra doença. É o caso da história contada aqui. Inesperadas, as convulsões recorrentes fazem da epilepsia uma preocupação constante para médicos e pacientes. A busca por estratégias eficazes de prevenção é um desafio antigo e que acaba de ganhar uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Às vezes, um efeito benéfico inesperado para uma doença pode surgir de tratamentos comprovados para outra doença. É o caso da história contada aqui.</em><span id="more-7009"></span></p>
<p>Inesperadas, as <a title="O que é a SHHC?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-a-shhc/">convulsões</a> recorrentes fazem da epilepsia uma preocupação constante para médicos e pacientes. A busca por estratégias eficazes de prevenção é um desafio antigo e que acaba de ganhar uma novidade promissora. Cientistas dos Estados Unidos realizaram um experimento que resultou em melhoras nas crises por meio de um medicamento usado contra o diabetes. Os testes foram feitos com moscas de fruta, que têm o metabolismo muito diferente do dos humanos. Ainda assim, os pesquisadores acreditam que o método proposto inova na prevenção e no controle do distúrbio.</p>
<p>“Essa técnica nos permitiu identificar uma série de metabolismos quando os alteramos com drogas que afetam as convulsões. Abrimos uma nova linha de investigação, que foca no efeito de modificações dietéticas quanto à suscetibilidade dos ataques”, destaca Daniel Kuebler, autor principal da pesquisa, publicada nesta semana no Journal of Experiments Visualized, e professor de biologia da Universidade Franciscana de Steubenville, nos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo Kuebler, os cientistas já sabem que algumas dietas têm efeito sobre as convulsões. A cetogênica — baseada na proibição de carboidratos e na liberação de proteínas —, por exemplo, é usada com esse intuito desde a década de 1920. Há, no entanto, pouco consenso sobre os mecanismos subjacentes a ela. “A técnica que desenvolvemos nos permitirá entender melhor essa questão”, explica.</p>
<p>A droga utilizada provoca um efeito parecido com o da dieta cetogênica. Ao inibir a produção de glicose, a metformina leva o organismo a produzir <a title="Análise do hálito pode medir a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/analise-do-halito-pode-medir-a-glicemia/">corpos cetônicos</a>, que, por um motivo ainda não totalmente esclarecido, evitam as crises convulsivas. “A restrição calórica gera a cetogênese nas moscas, estado que alivia as convulsões em alguns casos de epilepsia juvenil em seres humanos”, explica Kuebler.</p>
<p>No experimento, as cobaias foram induzidas a crises de convulsão e tiveram o comportamento gravado por uma webcam. Com o registro, os cientistas conseguiram analisar as melhoras e as pioras apresentadas pelas moscas da fruta de acordo com o medicamento recebido. “Os sistemas de rastreamento de vídeo têm sido amplamente utilizados para analisar o movimento e detectar várias anormalidades no comportamento locomotivo desse animais. Desse modo, abrimos uma nova linha de investigação, olhando para o efeito que as modificações dietéticas têm na apreensão de sensibilidade”, destaca o cientista.</p>
<p>Por conta desse novo indício, os cientistas pretendem aprofundar a busca analisando os efeitos de outras dietas. “Agora, focamos em modificações dietéticas e como elas afetam as apreensões nas moscas. Temos analisado todas as dietas de açúcar, bem como a alimentação rica em proteínas, para observar o efeito que elas têm sobre as apreensões”, diz Kuebler.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falta aprofundar</p>
<p>As opções disponíveis para evitar ataques convulsivos incluem medicamentos, melhora na qualidade de vida (para manter sob controle o estado emocional) e, em alguns casos, intervenção cirúrgica. Segundo Ronaldo Maciel Dias, neurologista do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a estratégia de mudanças na dieta de epilépticos também é recorrente, mas os resultados apresentados pelos cientistas da Universidade Franciscana poderão ajudar na prescrição de ferramentas mais específicas.</p>
<p>“Há algum tempo, sabemos que alimentos específicos são úteis ao funcionamento cerebral, como os que fazem parte da dieta citogênica. Quando a pessoa adota uma alimentação que reduz a glicose, ela cria uma situação de jejum induzido. Isso faz com que o organismo produza os corpos cetônicos, o que também explica o resultado positivo da metformina nesse trabalho”, explica. O especialista pondera que os estudos sobre o uso do medicamento contra o diabetes para controlar a epilepsia precisam ser mais aprofundados, assim como o acompanhamento do efeito da droga. “Mas podemos ter, sim, expectativas de que pesquisas nessa linha tragam novas alternativas terapêuticas à epilepsia”, aposta.</p>
<p>Tarso Adoni, neurologista do Hospital Sírio-Libanês, também avalia que a pesquisa americana precisa de continuidade, já que as semelhanças entre as moscas e o metabolismo humano são pequenas. “É um passo inicial, mas, ainda sim, muito importante, pois pode abrir caminho na criação de drogas para um problema que acomete pelo menos 3% da população”, destaca.</p>
<p>O neurologista frisa ainda que o remédio usado no experimento tem sido menos prescrito para o tratamento do diabetes devido aos fortes efeitos colaterais, como cólicas abdominais, náuseas e agravamento de sintomas relacionados à <a title="A cidade deixa o paulistano doente" href="http://www.diabeticool.com/a-cidade-deixa-o-paulistano-doente/">gastrite</a>. “Ele pode ter auxiliado a cetogênese nas moscas e, por isso, as melhoras quanto aos ataques, mas esse efeito precisa ser testado em humanos para, quem sabe, consigamos elaborar um novo medicamento com base nesses resultados”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Busca por menos efeitos colaterais</p>
<p>A busca por novos medicamentos que ajudam na prevenção da epilepsia tem sido extensa. Segundo Tarso Adoni, neurologista do Hospital Sírio-Libanês, nos últimos cinco anos, o desenvolvimento de substâncias para tratar as convulsões tem se focado bastante em alternativas que surtam menos efeitos colaterais, como menor alteração no raciocínio do pacientes e menos agressão ao fígado. “Atualmente, muitas drogas mais modernas estão surgindo, como esse resultado divulgado agora pelos americanos, com o objetivo de reduzir impactos tanto do ponto de vista farmacológico quanto das intervenções cirúrgicas. Há, inclusive, estudos que pretendem a cura de muitos indivíduos”, completa.</p>
<p>Daniel Kuebler, líder do estudo que mostra o efeito da dieta cetogênica no controle da epilepsia, acredita que a técnica poderá render muitos frutos na área de pesquisa, principalmente pelo fato de poder ser adaptada em qualquer laboratório de pesquisa. “Esse sistema de baixo custo pode ser configurado facilmente em um laboratório de ensino de graduação simples e permitir aos alunos fazer ensaios de aprendizagem com base em um orçamento relativamente bem econômico”, diz. Há ainda a possibilidade de o procedimento ser utilizado no combate a outros distúrbios. “Muitas doenças afetam a locomoção, e essa técnica pode identificar defeitos sutis em relação a movimentos locomotores em moscas ou em outros insetos por sua grande aplicabilidade”, avalia Kuebler.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/02/25/interna_vidaurbana,491276/remedio-usado-para-diabetes-pode-aliviar-convulsoes.shtml">Diário de Pernambuco</span></strong></p>
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		<title>Gene da diabete pode ter origem em Neandertal, diz estudo americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2013 16:49:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um gene que parece aumentar o risco da diabete em populações da América Latina pode ter sido herdado dos Neandertais. Sabe-se hoje que humanos modernos se miscigenaram com populações de Neandertais logo após deixarem a África, em um período entre 60.000 e 70.000 anos atrás. Isso significa que genes do Neandertal estão agora dispersos pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um gene que parece aumentar o risco da diabete em populações da América Latina pode ter sido herdado dos Neandertais.</em><span id="more-6284"></span></p>
<figure style="width: 326px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" " alt="" src="http://p2.trrsf.com/image/fget/cf/407/305/images.terra.com/2013/12/26/gene-diabetes-neandertal-bbc.jpg" width="326" height="244" /><figcaption class="wp-caption-text">Gene encontrado em populações da América Latina herdado de Neandertais eleva risco de diabetes Foto: BBCBrasil.com</figcaption></figure>
<p>Sabe-se hoje que humanos modernos se miscigenaram com populações de Neandertais logo após deixarem a África, em um período entre 60.000 e 70.000 anos atrás. Isso significa que genes do Neandertal estão agora dispersos pelo genoma de todos os não-africanos.</p>
<p>Os detalhes do estudo foram publicados na revista Nature. A variação do gene foi detectada em um vasto estudo de associação sobre o genoma de mais de oito mil mexicanos e outros latino-americanos. O estudo analisa genes de indivíduos diferentes para tentar descobrir se eles estão ligados por alguma particularidade.</p>
<p>As pessoas que carregam a versão de maior risco do gene têm 25% mais chances de desenvolver diabetes do que aqueles que não a tem. Além disso, aqueles que herdam esses genes de pai e mãe têm 50% mais de chances de ter diabetes.</p>
<p>A forma mais perigosa do gene – chamada SLC16A11 – foi encontrada em mais da metade das pessoas que possuem ancestrais nativos da América, incluindo a América Latina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Remédio</strong></p>
<p>Essa variação do gene é encontrada em cerca de 20% das populações do Leste da Ásia e muito rara em habitantes da Europa e da África. Uma frequência elevada dessa variação na América Latina pode ser a responsável por até 20% do aumento da <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">prevalência da diabete tipo 2</a> nessas populações – cujas origens são complexas e pouco entendidas.</p>
<p>&#8220;Até agora, estudos genéticos usaram amplamente amostras de pessoas com ancestrais europeus ou asiáticos, o que torna possível a perda de genes que são alterados em frequências diferentes em outras populações&#8221;, disse um dos coautores da pesquisa, José Florez, professor associado de medicina na Harvard Medical School, de Massachusetts.</p>
<p>&#8220;Ao expandir nossa pesquisa para incluir amostras do México e da América Latina, nós descobrimos um dos mais fortes riscos genéticos já achados até agora, o que pode iluminar novos caminhos para atingir a doença com remédios e melhor entendimento dela&#8221;, explicou.</p>
<p>A equipe que descobriu a variante realizou análises adicionais, em colaboração com Svante Paabo, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva. Eles descobriram que a sequência do SLC16A11 associada com o risco de diabetes tipo 2 é encontrada em uma sequência de genoma de Neandertal recentemente descoberta na caverna Denisova, na Sibéria.</p>
<p>Análises indicam que a versão SLC16A11 foi introduzida em humanos modernos por meio de miscigenação entre os primeiros humanos modernos e Neandertais.</p>
<p>Achar genes de Neandertal não é algo incomum. Cerca de 2% dos genomas da atualidade de não-africanos foram herdadas deste grupo humano, que viveu pela Europa e Ásia ocidental entre 400.000-300.000 anos e 30.000 anos atrás.</p>
<p>Mas os cientistas só estão começando a entender as implicações funcionais dessa herança Neandertal. &#8220;Um dos aspectos mais excitantes desse trabalho é que revelamos uma nova pista sobre a biologia do diabetes&#8221;, disse outro coautor da pesquisa, David Altshuler, baseado no Broad Institute de Massachusetts.</p>
<p>O SLC16A11 é parte de uma <a title="Por que alguns bebês nascem sem o pâncreas?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-alguns-bebes-nascem-sem-o-pancreas/">família de genes</a> que codificam proteínas responsáveis por várias reações químicas no corpo. Alterar os níveis de proteína SLC16A11 pode mudar a quantidade de um tipo de gordura que está relacionada ao risco de diabetes.</p>
<p>Essas descobertas sugerem que ela poderia estar envolvida no transporte de um metabólito desconhecido que afeta os níveis de gordura nas células aumentando assim o <a title="Alzheimer e diabetes são a mesma doença?" href="http://www.diabeticool.com/alzheimer-e-diabetes-sao-a-mesma-doenca/">risco para a diabetes tipo 2</a>.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/gene-da-diabete-pode-ter-origem-em-neandertal-diz-estudo-americano,2c1d0f21c6e23410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html" target="_blank" rel="nofollow">Terra</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gene-da-diabete-pode-ter-origem-em-neandertal-diz-estudo-americano/">Gene da diabete pode ter origem em Neandertal, diz estudo americano</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 18:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente cuida da glicemia hoje em dia através da linagliptina, que ajuda a controlar a quantidade de açúcar no sangue de maneira &#8220;inteligente&#8221;. O Trayenta já foi considerado &#8220;a evolução no tratamento do diabetes&#8221; e causou frenesi na época de lançamento no Brasil, há dois anos. Isto porque, em 2011, era a primeira vez &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muita gente cuida da glicemia hoje em dia através da linagliptina, que ajuda a controlar a quantidade de açúcar no sangue de maneira &#8220;inteligente&#8221;.</em><span id="more-5922"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-5924" alt="remédio trayenta para diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg" width="317" height="422" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg 660w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes-180x240.jpg 180w" sizes="(max-width: 317px) 100vw, 317px" />O <strong>Trayenta</strong> já foi considerado &#8220;a evolução no tratamento do diabetes&#8221; e causou frenesi na época de lançamento no Brasil, há dois anos. Isto porque, em 2011, era a primeira vez que um remédio &#8220;inteligente&#8221; chegava às nossas prateleiras. Hoje em dia ele é facilmente encontrado em farmácias por todo o país e &#8211; apesar do <strong>preço salgado</strong> em diversas regiões &#8211; já se tornou o tratamento padrão para milhões de diabéticos tipo 2.</p>
<p>Lançado em parceria entre as farmacêuticas Boehringer Ingelheim e a <a title="Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly" href="http://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/">Eli Lilly</a>, o Trayenta (cujo princípio ativo é a <strong>linagliptina</strong>) atua no organismo estimulando a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> e diminuindo a de glucagon. O glucagon é um hormônio que ajuda a aumentar a quantidade de açúcar no sangue, portanto o efeito do remédio é duplamente benéfico para quem tem a <a title="Cura na Natureza: Maracujá também baixa a glicemia!" href="http://www.diabeticool.com/cura-na-natureza-maracuja-tambem-baixa-a-glicemia/">glicemia</a> alta.</p>
<p>Outra vantagem do medicamento &#8211; esta mais de longo prazo &#8211; é que ele é bastante eficiente na redução das quantidades de hemoglobina glicada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DE ONDE VEM A &#8220;INTELIGÊNCIA&#8221; DO TRAYENTA</strong></p>
<p>Associou-se o termo &#8220;remédio inteligente&#8221; ao Trayenta por ele agir de acordo com a variação de glicemia de quem o toma, o que ajuda a evitar episódios de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>. Além disso, esta característica faz com que o medicamento possa ser ingerido apenas uma vez ao dia, sem correções de dosagem &#8211; uma facilidade e tanto para quem estava acostumado com os tratamentos tradicionais de diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVIDADES</strong></p>
<p>O Trayenta comemora seu segundo aniversário no Brasil trazendo uma novidade. No início de mês, durante a Conferência Internacional de Diabetes e Metabolismo 2013, as farmacêuticas responsáveis pelo remédio anunciaram novos dados que corroboram sua eficácia e segurança. Em testes clínicos realizados com pacientes diabéticos tipo 2 e que também possuem problemas no fígado, o Trayenta não mostrou nenhum aumento na incidência de efeitos colaterais e ajudou a baixar a hemoglobina glicada. Em outro teste, desta vez em pessoas acima dos 65 anos, o remédio também não gerou efeitos colaterais graves e ajudou a controlar os níveis de HbA1c.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>VOCÊ COMENTA!</strong></span></p>
<p>Seu médico já lhe receitou o Trayenta (linagliptina) ou algum medicamento similar? Como foi o resultado do tratamento? Deixe sua opinião nos comentários logo abaixo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>FDA suspende restrições ao remédio Avandia para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2013 11:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Avandia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[FDA]]></category>
		<category><![CDATA[GlaxoSmithKline]]></category>
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		<category><![CDATA[riscos cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A FDA, agência americana que regula o setor de alimentos e remédios nos Estados Unidos, suspendeu nesta segunda-feira (25) as restrições sobre o Avandia, para tratamento do diabetes, após as conclusões de um amplo teste clínico. De acordo com a análise, o polêmico medicamento contra o diabetes aumenta tanto quanto os outros os riscos cardiovasculares. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img loading="lazy" class="aligncenter" alt="" src="http://info.abril.com.br/images/materias/2013/11/thumbs/thumb-65664091130-remedio-resized.jpg" width="532" height="357" /></p>
<p>A FDA, agência americana que regula o setor de alimentos e remédios nos Estados Unidos, suspendeu nesta segunda-feira (25) as restrições sobre o <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Avandia</a>, para tratamento do diabetes, após as conclusões de um amplo teste clínico.</p>
<p>De acordo com a análise, o polêmico medicamento contra o diabetes aumenta tanto quanto os outros os <a title="“Falta alcançarmos resultados definitivos”, diz Carlos Couri" href="http://www.diabeticool.com/falta-alcancarmos-resultados-definitivos-diz-carlos-couri/">riscos cardiovasculares</a>.</p>
<p>Com isso, a FDA ratifica as recomendações de um comitê de 26 especialistas de 6 de junho passado, que havia se pronunciado sobre o medicamento fabricado pelo laboratório britânico <a title="Update nos remédios para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/">GlaxoSmithKline</a>.</p>
<p>&#8220;Nossa decisão reflete os conhecimentos científicos mais recentes em relação aos riscos e benefícios desse medicamento&#8221;, declarou em um comunicado a diretora do Centro de Pesquisa e Avaliação de Fármacos da FDA, doutora Janet Woodcock.</p>
<p>&#8220;Diante desses novos resultados (do teste clínico), nossa preocupação diminuiu consideravelmente, o que nos leva a pedir a suspensão de algumas restrições para prescrever esse medicamento&#8221;, acrescentou.</p>
<p>As restrições sobre o Avandia, lançado no mercado em 1999, haviam sido aplicadas pela FDA em 2010, o que reduziu fortemente suas vendas.</p>
<p>Durante anos, o grupo defendeu a alta confiabilidade de seu medicamento, que chegou a ser o mais vendido no mundo, com receita de mais de US$ 3 bilhões anuais.</p>
<p>As vendas do Avandia começaram a cair em 2007, depois que os pesquisadores estabeleceram um possível vínculo entre esse remédio e um maior risco de problemas cardiovasculares, de acordo com testes clínicos.</p>
<p>Passados três anos de debates, a FDA resolveu limitar seu uso em 2010, mesmo ano em que a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) decidiu retirar o Avandia do mercado europeu.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2013/11/fda-suspende-restricoes-ao-remedio-avandia-para-diabetes.shtml" target="_blank" rel="nofollow">Info Exame</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/fda-suspende-restricoes-ao-remedio-avandia-para-diabetes/">FDA suspende restrições ao remédio Avandia para diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>AdipoRon, a esperança de novo tratamento oral para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2013 21:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[adiponectina]]></category>
		<category><![CDATA[AdipoRon]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Tóquio]]></category>
		<category><![CDATA[Yuji Matsuzawa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho! POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL &#160; O tratamento e controle do diabetes tipo II consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho!</em></p>
<p><span id="more-5638"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento e controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a> consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos para regular a glicemia. Na busca por novos remédios para o diabetes, cientistas japoneses desenvolveram e testaram uma nova substância, chamada <strong>AdipoRon</strong>. O estudo, realizado pela Universidade de Tóquio e publicado na revista <i>Nature</i>, mostrou que o AdipoRon é capaz de melhorar o controle glicêmico, principalmente em casos de obesidade, e pode ser administrado oralmente.</p>
<p>Um dos fatores que podem levar ao diabetes tipo II é a <a title="A cabeça do brasileiro quando o assunto é diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-cabeca-do-brasileiro-quando-o-assunto-e-diabetes/">obesidade</a>. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que pessoas obesas têm níveis menores de adiponectina, um hormônio regulador de glicose e que aumenta a eficácia da insulina. <strong>O AdipoRon imita os efeitos da adiponectina, mas possui uma grande vantagem</strong>: ao contrário do hormônio natural, ele consegue atravessar o estômago e o intestino e chegar à corrente sanguínea com sua função intacta. O composto, portanto, poderia ser utilizado para desenvolver mais uma forma de tratamento oral para o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PESQUISA<br />
</strong></p>
<p>Para testar a eficácia do AdipoRon, os pesquisadores alimentaram ratos com uma dieta rica em gorduras, tornando os animais obesos e diabéticos. Eles foram divididos em dois grupos: um que tomaria o remédio e outro que não. Depois de quatro meses, <strong>a taxa de sobrevivência dos ratos que não tomaram AdipoRon foi de 30%, enquanto a dos que tomaram a substância foi de 70%</strong>. Para comparação, ratos com uma dieta balanceada normalmente possuem uma taxa de sobrevivência de 95% para esse mesmo período.</p>
<p>“Nossos resultados mostraram que os ratos que tomaram AdipoRon sobreviveram por mais tempo, apesar de continuarem obesos e não terem perdido peso”, diz Toshimasa Yamauchi, membro da equipe que realizou o estudo. “Pretendemos iniciar testes clínicos em humanos nos próximos anos”.</p>
<figure id="attachment_5639" aria-describedby="caption-attachment-5639" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5639 " alt="Yuji Matsuzawa diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg" width="200" height="200" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg 200w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-5639" class="wp-caption-text">Yuji Matsuzawa, o cientista que descobriu a adiponectina, elogiou a descoberta.</figcaption></figure>
<p>Além disso, segundo os pesquisadores, muitos diabéticos do tipo II não conseguem seguir os conselhos médicos que recomendam <a title="História inspiradora: mulher perde 40kg em 18 meses e reverte o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/historia-inspiradora-mulher-perde-40kg-em-18-meses-e-reverte-o-diabetes/">exercícios físicos</a> regulares e uma dieta saudável. “As oportunidades para realizar atividades físicas foram drasticamente reduzidas em nossa sociedade atual”, disseram eles. “<strong>Seguir uma dieta não é fácil nem para pessoas saudáveis, obesas ou não, diabéticas ou não</strong>”. O novo remédio, ainda de acordo com eles, poderia ser uma boa solução para essas pessoas.</p>
<p>Yuji Matsuzawa, um dos pesquisadores responsáveis pelo descobrimento da adiponectina em seres humanos em 1995, comentou que os resultados da equipe de Yamauchi representaram um grande progresso no estudo do hormônio. Segundo ele, ainda há outras formas de se pensar em tratamentos para diabéticos envolvendo a substância. “Mais pesquisas precisam ser feitas com a adiponectina”, diz Matsuzawa. “Uma possibilidade é tentar aumentar a produção desse hormônio pelo próprio organismo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/adiporon-a-esperanca-de-novo-tratamento-oral-para-diabetes/">AdipoRon, a esperança de novo tratamento oral para diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Antidepressivos podem dar diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 19:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Richard Holt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica que sim. Porém esta é uma ligação bem indireta, mediada por um dos efeitos colaterais do medicamento. Entenda. A revista científica Diabetes Care traz, na última edição, uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrando que pessoas tratadas com antidepressivos correm riscos maiores do que o normal de contrair &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa indica que sim. Porém esta é uma ligação bem indireta, mediada por um dos efeitos colaterais do medicamento. Entenda.</em> <span id="more-5281"></span></p>
<p>A revista científica <a href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-exercicio-fisico-para-diabeticos-tipo-1/"><em>Diabetes Care</em></a> traz, na última edição, uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, mostrando que pessoas tratadas com antidepressivos correm <strong>riscos maiores do que o normal</strong> de contrair diabetes tipo 2.</p>
<p>Apesar de não conseguirem comprovar que antidepressivos necessariamente aumentam as chances de diabetes (a pesquisa simplesmente mostrou uma correlação entre ingerir os medicamentos e ter a doença), os pesquisadores levantaram diversas hipóteses quanto aos motivos que poderiam explicar tal fato.</p>
<p>Segundo eles, é muito possível que a <strong><a href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">obesidade</a></strong> seja o elemento que une os antidepressivos ao diabetes. Os pesquisadores alertaram que um dos efeitos colaterais mais comuns de certos antidepressivos é facilitar o <strong>ganho de peso</strong>, e este é um enorme fator de risco para o surgimento do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO TOMAR ANTIDEPRESSIVOS E PREVENIR O DIABETES?</strong></p>
<p>Richard Holt, professor de diabetes e endocrinologia na Universidade onde a pesquisa foi feita, afirmou: &#8220;Sendo que a <a href="http://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/"><strong>depressão</strong> </a>é um importante problema clínico e antidepressivos são tratamentos efetivos contra esta condição debilitante, médicos devem estar atentos para os riscos potenciais de diabetes, particularmente quando prescreverem doses altas ou de longa duração dos medicamentos.&#8221;</p>
<p>Caso precisem mesmo prescrever doses altas de antidepressivos, os médicos deveriam orientar seus pacientes quanto ao monitoramento dos <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sinais-de-que-tenho-diabetes/">sinais de diabetes</a> e orientá-los sobre mudanças saudáveis nos hábitos de vida, buscando, desta forma, evitar a doença metabólica.</p>
<p>A notícia de que antidepressivos podem desenvolver o diabetes vem em boa hora. Só na Inglaterra, onde a pesquisa ocorreu, cerca de 50 milhões de embalagens destes remédios são prescritas pelo sistema público de saúde todos os anos. E este número tem aumentado bastante nos últimos tempos. Assim, é fundamental que os médicos estejam preparados para os efeitos colaterais dos remédios, ajudando a prevenir &#8211; mesmo que indiretamente! &#8211; a atual <strong>epidemia</strong> de diabetes.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/antidepressivos-podem-dar-diabetes/">Antidepressivos podem dar diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentação correta é tão eficiente quanto tomar remédio</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-tao-eficiente-quanto-tomar-remedio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 20:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aminoácido]]></category>
		<category><![CDATA[Christoffer Clemmensen]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[GLP-1]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
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		<category><![CDATA[Teste de Tolerância à Glicose]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Copenhagen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que a arginina, componente natural de diversos alimentos saudáveis, atua tão bem quanto medicamentos no controle do diabetes tipo 2. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool A alimentação é um fator fundamental para o controle do diabetes tipo II. Em alguns casos, pode ser tão eficaz quanto o uso de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que a arginina, componente natural de diversos alimentos saudáveis, atua tão bem quanto medicamentos no controle do diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-5177"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>A alimentação é um fator fundamental para o controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a>. Em alguns casos, <strong>pode ser tão eficaz quanto o uso de medicamentos</strong>. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Copenhagen, em colaboração com a Universidade de Cincinnati, demonstrou que a arginina, aminoácido encontrado em diversos alimentos (<i>veja na tabela abaixo</i>), pode beneficiar o tratamento do diabetes tanto em casos de sensibilidade à insulina como em casos de resistência.</p>
<p>“<strong>O aminoácido é tão eficiente quanto muitos remédios bem estabelecidos contra o diabetes tipo II</strong>”, diz Christoffer Clemmensen, pós-doutorando da Universidade de Copenhagen envolvido no estudo.</p>
<p>Para chegar a esse resultado, os cientistas realizaram <a href="http://www.diabeticool.com/criterios-de-diagnostico-de-diabetes/">testes de tolerância à glicose</a> em ratos com problemas de sensibilidade e de <a href="http://www.diabeticool.com/tudo-causa-diabetes-ate-a-poluicao-do-ar/">resistência à insulina</a>. Esses testes verificam a capacidade do corpo de remover a glicose da corrente sanguínea. Apenas um grupo de ratos, porém, recebia uma dose de arginina 15 minutos antes de serem alimentados com açúcar.</p>
<p>“Nós demonstramos que tanto ratos que tinham sensibilidade como ratos que tinham resistência à insulina obtiveram resultados melhores quando recebiam a dose de arginina. Em ambos esses grupos, os resultados foram aproximadamente 40% melhores em relação aos dos grupos controle”, afirma Clemmensen.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENTÃO DEVEMOS INCLUIR A ARGININA NA DIETA?</strong></p>
<p>Os cientistas também revelaram <strong>como </strong>o aminoácido age: na verdade, o processo é indireto. A arginina estimula a produção de um <a href="http://www.diabeticool.com/novo-hormonio-pode-gerar-novos-tratamentos-para-diabetes-tipo-2/">hormônio</a> produzido no intestino, chamado <i>glucagon-like peptide</i> <i>1</i>, ou <a href="http://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">GLP-1</a>. Esse hormônio, por sua vez, aumenta a produção de insulina do organismo. Em ratos geneticamente modificados, que não conseguiam reconhecer o GLP-1, o tratamento com arginina não surtiu efeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ecece8; border: 2px solid black; border-color: #xxxxxx; padding: 10px;">
<p><strong>ONDE ENCONTRAR A ARGININA?</strong></p>
<p>A arginina pode ser encontra em diversos alimentos, entre os quais se destacam:</p>
<ul style="list-style-type: circle;">
<li>Nozes, castanhas, amêndoas e avelãs;</li>
<li>Laticínios: leite, iogurte e queijos;</li>
<li>Carnes: bovina, suína, de frango e de peixes.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Você não irá curar o diabetes apenas comendo grandes quantidades de alimentos que possuem arginina”, ressalta Clemmensen. “Entretanto, nossos resultados indicam que uma dieta que contém alimentos com arginina pode ter um impacto positivo no modo como nosso corpo processa o que comemos”.</p>
<p>O próximo passo é realizar estudos também em humanos. Se os resultados forem positivos, talvez seja possível o desenvolvimento de novos e melhores remédios contra o diabetes tipo II.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-tao-eficiente-quanto-tomar-remedio/">Alimentação correta é tão eficiente quanto tomar remédio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2013 14:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Cell Metabolism]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamento mostra resultados animadores em recentes testes clínicos, como diminuição do peso, controle do colesterol e do açúcar no sangue. A empresa farmacêutica Eli Lilly Co. está desenvolvendo um novo medicamento para o combate ao diabetes. A grande vantagem desta inédita droga é que ela seria capaz de melhorar a saúde também do coração, além &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tratamento mostra resultados animadores em recentes testes clínicos, como diminuição do peso, controle do colesterol e do açúcar no sangue.</em></p>
<p><span id="more-5158"></span></p>
<p>A empresa farmacêutica Eli Lilly Co. está desenvolvendo um novo medicamento para o combate ao diabetes. A grande vantagem desta inédita droga é que ela seria capaz de melhorar a saúde também do coração, além de ajudar na diminuição do peso e no combate ao colesterol ruim. Isto é bastante significativo, posto que, recentemente, alguns <a href="http://www.diabeticool.com/cancelado-promissor-novo-remedio-contra-o-diabetes/">remédios antidiabéticos deixaram de ser produzidos por gerarem efeitos negativos no coração dos pacientes</a>.</p>
<p>O remédio da Eli Lilly, provisoriamente chamado de <strong>LY2405319</strong>, nada mais é do que um hormônio humano, o FGF21, só que produzido em laboratório e em larga escala. Este hormônio possui funções bastante importantes no corpo, como melhorar a absorção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> pelas células adiposas. Desta forma, menos açúcar circularia no sangue do paciente, diminuindo seu diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS ÓTIMOS RESULTADOS DOS ÚLTIMOS TESTES</strong></p>
<p>Em artigo científico publicado na edição de setembro do periódico <em>Cell Metabolism</em>, cientistas da farmacêutica anunciaram que 46 pessoas, todas com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, passaram por um teste clínico com o LY2405319.</p>
<p>Os resultados mostraram que a nova droga foi capaz de reduzir o peso, a glicose no sangue e os níveis de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> circulante nestas pessoas. Além disso, o medicamento mostrou-se efetivo na diminuição de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-triglicerideos/">triglicerídeos</a> e LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), ao mesmo tempo em que aumentou os níveis do colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>
<p>Este último ponto, em especial, é uma ótima notícia para a saúde do coração de quem está com diabetes.</p>
<p>De acordo com o principal autor do estudo, o dr. David Moller, a maioria das pessoas diabéticas não possui apenas esta doença, apresentando também uma série de condições associadas, como síndrome metabólica, obesidade abdominal, triglicérides elevados e níveis baixos de colesterol LDL, além de hipertensão. Ele ressalta que, atualmente, nenhum remédio é capaz de combater todos estes sintomas &#8211; porém, com alguma sorte, o LY2405319 será capaz.</p>
<p>Vale lembrar: os testes foram realizados em pequena escala, uma vez que são preliminares. Todavia, como os resultados foram bastante positivos, agora é torcer para que o desenvolvimento desta nova opção de cura continue. O <strong>Diabeticool</strong> estará de olho nas novidades sobre o LY2405319 e trará as notícias mais atuais assim que forem divulgadas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/">Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cancelado promissor novo remédio contra o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 14:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[aleglitazar]]></category>
		<category><![CDATA[AstraZeneca]]></category>
		<category><![CDATA[Bristol-Myers Squibb]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
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		<category><![CDATA[problemas renais]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Roche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roche suspende linha de pesquisas de medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em diabéticos tipo 2. Na maioria das vezes que o Diabeticool publica matérias sobre resultados de testes de novos medicamentos para o diabetes, elas trazem boas novidades. Isto é, geralmente as notícias tratam de resultados positivos de testes clínicos, ou então mencionam possíveis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Roche suspende linha de pesquisas de medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em diabéticos tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-4935"></span></p>
<p>Na maioria das vezes que o <strong>Diabeticool</strong> <a href="http://www.diabeticool.com/fasiglifam-novo-remedio-japones-para-tratamento-do-diabetes/">publica matérias sobre resultados de testes de novos medicamentos para o diabetes</a>, elas trazem boas novidades. Isto é, geralmente as notícias tratam de resultados positivos de testes clínicos, ou então mencionam possíveis datas de lançamento de remédios. Porém, infelizmente, nem sempre é possível publicar novidades boas.</p>
<p>Devido à extrema dificuldade de se produzir remédios para o combate de uma doença complexa como o diabetes, é comum a indústria farmacêutica acabar investindo centenas de milhões de dólares no desenvolvimento de um medicamento que, descobre-se depois, não funciona.</p>
<p>Foi o que aconteceu com a gigante farmacêutica <a title="Glicosímetros Accu-Chek podem sumir do mercado" href="http://www.diabeticool.com/glicosimetros-accu-chek-podem-sumir-do-mercado/">Roche</a>. A empresa anunciou na quarta-feira que suspendeu a linha de pesquisas de um novo medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em quem está com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE O MEDICAMENTO FOI CANCELADO?</strong></p>
<p>O remédio que a Roche estava desenvolvendo era baseado no princípio ativo chamado de <strong>aleglitazar</strong>. As pesquisas já haviam chegado em estágio bastante avançado &#8211; o de testes clínicos de nível 3 &#8211; quando a empresa cancelou a operação.</p>
<p>De acordo com representantes da Roche, os mais recentes testes mostraram que o aleglitazar não foi capaz de prevenir efetivamente as doenças cardiovasculares em pacientes diabéticos tipo 2 e com alto risco de ter tais doenças.</p>
<p>Mais do que isto: o medicamento aumentou os riscos de fraturas, problemas renais e falhas no funcionamento do coração, além de não ter efeitos positivos na diminuição das chances de problemas cardíacos e <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">derrames</a>.</p>
<p>O dr. Hal Barron, coordenador global de desenvolvimento de novos produtos da Roche, disse em declaração à imprensa que &#8220;todos estamos frustrados com este resultado, uma vez que esperávamos que o aleglitazar traria benefícios significativos a pacientes com diabetes tipo 2&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MALDIÇÃO DOS PPARs</strong></p>
<p>A ação positiva do remédio baseado no aleglitazar se daria através de dois receptores protéicos chamados de PPARs, um deles relacionado ao controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicose no sangue </a>e o outro aos lipídios no sangue. Em tese, a molécula seria capaz de ativar vias de sinalização dos PPARs, porém os últimos testes clínicos mostraram que as coisas não são assim tão simples.</p>
<p>Não é a primeira vez que drogas baseadas nos receptores PPAR falham em obter bons resultados. Outras grandes empresas farmacêuticas, como a <a href="http://www.diabeticool.com/resultados-encorajadores-em-remedios-experimentais/">Merck</a>, Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca, também já tentaram desenvolver medicamentos que atuam nos PPARs. Todos falharam, especialmente devido a efeitos secundários perigosos.</p>
<p>Apesar deste cancelamento, ainda há diversos novos medicamentos em fases avançadas de estudos e que podem trazer alívio a quem está com diabetes já nos próximos anos. Acompanhe as novidades aqui no <strong>Diabeticool</strong>, que sempre traz as notícias mais atualizadas para que você viva de bem com o diabetes!</p>
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