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	<title>ONG | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Quando o governo escuta a comunidade diabética&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2013 18:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Caroline Moore]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Europa, a pressão de grupos em prol dos diabéticos gera lei que dará auxílio a milhões de crianças com diabetes tipo 1.  Após meses de intensa campanha, associações de diabéticos e ONGs na Inglaterra conseguiram uma imensa vitória para milhões de crianças diabéticas no país &#8211; e que trará muito mais tranqüilidade também para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na Europa, a pressão de grupos em prol dos diabéticos gera lei que dará auxílio a milhões de crianças com diabetes tipo 1.</em> <span id="more-5506"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Após meses de intensa campanha, associações de diabéticos e ONGs na Inglaterra conseguiram uma imensa vitória para milhões de <a title="Quer ajudar crianças que estão com diabetes? Saiba como!" href="http://www.diabeticool.com/quer-ajudar-criancas-que-estao-com-diabetes-saiba-como/">crianças diabéticas</a> no país &#8211; e que trará muito mais tranqüilidade também para os pais delas.</p>
<p>No início desta semana, o governo inglês afirmou que promulgará a &#8216;Lei da Criança e da Familía&#8217;, um projeto que requer que as escolas inglesas tomem as providências adequadas para que sejam capazes de fornecer auxílio de qualidade a todos os alunos que possuírem doenças crônicas. O que significa que<strong> todas as crianças que estão com diabetes terão o direito a ajuda qualificada para tratar da doença enquanto estiverem na escola</strong>.</p>
<p>&#8220;O anúncio do governo de que ratificará a Lei da Criança e da Família, para que as escolas tenham a obrigação legal de dar suporte às crianças com necessidades de saúde, tem o potencial de fazer uma enorme diferença nas vidas de cerca de um milhão de crianças&#8221;, afirmou Caroline Morre, uma das diretoras da ONG <a title="Chef-celebridade entra na luta pelos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/chef-celebridade-entra-na-luta-pelos-diabeticos/">Diabetes UK</a>, uma das mais atuantes em prol do projeto de lei.</p>
<p>&#8220;[Esta] decisão trará esperança verdadeira para muitas famílias que estão lutando para receber o auxílio de que necessitam&#8221;, disse Moore.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA PREOCUPAÇÃO: QUALIDADE ACIMA DE TUDO</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-5511" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/material-escolar-insulina.jpg" alt="material escolar insulina" width="200" height="200" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/material-escolar-insulina.jpg 200w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/material-escolar-insulina-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />Uma das grandes preocupações das ONG e associações inglesas em prol dos diabéticos é garantir a qualidade deste novo serviço. Uma coisa é o governo promulgar uma lei, outra bem diferente é que seus efeitos sejam efetivamente sentidos &#8211; e que o auxílio que as crianças receberão das escola seja, de fato, especializado e de qualidade.</p>
<p>De acordo com Moore, a não ser que o governo crie um robusto guia de orientações e treinamento a ser passado aos profissionais das escolas, há uma grande chance de que a aparente boa notícia transforme-se em uma enorme decepção para as crianças com problemas de saúde.</p>
<p>Tentando minimizar estas preocupações, o governo inglês anunciou que está trabalhando em conjunto com a ONG Diabetes UK na montagem de guias de conduta, treinamento e suporte, a serem oferecidos aos funcionários de todas as escolas do país. <strong>A meta é que os profissionais ganhem confiança e aprendam corretamente a ajudar os alunos</strong>.</p>
<p>&#8220;Enche-nos de prazer saber que o governo escutou nossas preocupações e reconhece que há crianças demais com problemas de saúde como o <a title="No final das contas, diabéticos tipo 1 produzem, sim, insulina!" href="http://www.diabeticool.com/no-final-das-contas-diabeticos-tipo-1-produzem-sim-insulina/">diabetes tipo 1</a> que estão atualmente sendo excluídas da vida escolar normal, só porque suas escolas não entendem a condição delas e não são capazes de ajudá-las&#8221;, disse Caroline.</p>
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		<title>Será que o Byetta será usado para tratar Parkinson?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 15:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antidiabético]]></category>
		<category><![CDATA[Byetta]]></category>
		<category><![CDATA[Claire Bale]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Clinical Investigation]]></category>
		<category><![CDATA[mal de Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Foltynie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inglês revela que famosos medicamento antidiabético é capaz de melhorar funções cognitivas em pacientes com o mal de Parkinson. Médicos do Hospital de Neurologia e Neurocirurgia de Londres fizeram uma descoberta impressionante e agora estão ansiosos para determinar suas implicações. Em pesquisa publicada na revista científica Journal of Clinical Investigation, o doutor Thomas Foltynie &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo inglês revela que famosos medicamento antidiabético é capaz de melhorar funções cognitivas em pacientes com o mal de Parkinson.</em></p>
<p><span id="more-4797"></span></p>
<p style="text-align: left;">Médicos do Hospital de Neurologia e Neurocirurgia de Londres fizeram uma descoberta impressionante e agora estão ansiosos para determinar suas implicações. Em pesquisa publicada na revista científica <em>Journal of Clinical Investigation</em>, o doutor Thomas Foltynie e colegas revelam que o <a title="Novo medicamento prestes a ser lançado" href="http://www.diabeticool.com/novo-medicamento-prestes-a-ser-lancado/"><strong>Byetta</strong></a>, super popular medicamento utilizado no mundo todo para controlar o diabetes, <strong>pode ser também utilizado como terapêutica para o mal de Parkinson</strong>.</p>
<p>A pesquisa durou um ano e acompanhou um grupo de 42 voluntários, todos com o mal de Parkinson. Vinte deles receberam injeções de Byetta, enquanto os demais serviram como controle. Após 12 meses, todos foram testados quanto às suas habilidades cognitivas e motoras, através de um protocolo-padrão para determinar o grau de desenvolvimento do Parkinson.</p>
<p>Dentre os voluntários que não tomaram o remédio antidiabético, este um ano representou uma piora de 2.2% na escala do teste. <strong>Os pacientes que tomara o Byetta, por outro lado, mostraram uma melhora de 2.7 pontos no teste</strong>.</p>
<p>De acordo com Foltynie, os resultados sugerem fortemente que o princípio ativo do Byetta pode melhorar a função motora em pacientes com o mal de Parkinson. Ele afirmou que as bases foram dadas para que um estudo maior e mais cientificamente rigoroso seja realizado, buscando estudar a eficácia do Byetta no tratamento desta segunda doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AINDA HÁ DÚVIDAS</strong></p>
<p>Se, por um lado, a equipe que descobriu este efeito secundário do Byetta mostra confiança, por outro sempre há céticos. Claire Bale, representando uma ONG inglesa em prol de quem tem Parkinson, disse que, apesar dos resultados serem animadores, &#8220;ainda é muito cedo para se dizer se esta droga é uma rua sem saída ou uma grande descoberta para pessoas com Parkinson.&#8221; Ela ainda afirmou que o estudo foi conduzido com um número muito pequeno de pessoas e que não foi utilizado placebo, o que não permite que conclusões muito firmes sejam feitas a partir de seus resultados.</p>
<p>De qualquer maneira, é sempre interessante notar que crescem as evidências de que medicamentos utilizados para controlar o diabetes também possuem implicações positivas no tratamentos de outras doenças diversas &#8211; como é o caso do <a href="http://www.diabeticool.com/popular-medicamento-antidiabetico-tambem-combate-o-cancer-de-ovario/"><strong>câncer nos ovários</strong></a> e da <a href="http://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/"><strong>depressão</strong></a>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/sera-que-o-byetta-sera-usado-para-tratar-parkinson/">Será que o Byetta será usado para tratar Parkinson?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Chef-celebridade entra na luta pelos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 00:45:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[abadejo]]></category>
		<category><![CDATA[Antony Worrall Thompson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das grandes estrelas da culinária inglesa utiliza seus talentos na cozinha para ajudar famosa ONG pró-diabéticos. &#160; Apesar de muita gente ainda achar o contrário, o Reino Unido é um dos locais com tradição culinária mais forte na Europa. Recentemente, uma leva de chefs de altíssimo gabarito têm saído de países como Inglaterra e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma das grandes estrelas da culinária inglesa utiliza seus talentos na cozinha para ajudar famosa ONG pró-diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-4788"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de muita gente ainda achar o contrário, o Reino Unido é um dos locais com tradição culinária mais forte na Europa. Recentemente, uma leva de <em>chefs</em> de altíssimo gabarito têm saído de países como Inglaterra e Escócia e conquistado o paladar dos mais seletos júris gastronômicos do continente. Um dos cozinheiros mais famosos da Inglaterra, <strong>Antony Worrall Thompson</strong>, utilizará agora seus dons para a cozinha a fim de ajudar a comunidade diabética local.</p>
<p>Eis aí uma boa idéia que muitos famosos brasileiros bem que poderiam imitar!</p>
<p>Durante toda a semana que foi dos dias 9 a 15 de junho, Antony reverteu 100% da renda obtida com a venda de um prato em especial de seus restaurantes à caridade &#8211; no caso, à ONG <a title="Com 1000 novos casos por ano, cidade foca na prevenção" href="http://www.diabeticool.com/com-1000-novos-casos-por-ano-cidade-foca-na-prevencao/">Diabetes UK</a>, que há décadas ajuda a melhorar a vida dos diabéticos bretões.</p>
<p>O prato especialmente selecionado é um delicioso abadejo frito em frigideira, servido com salada verde e molho agridoce. A receita é uma das especialidades do chef e faz parte de um famoso livro de receitas para diabéticos escrito pelo próprio cozinheiro.</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">Veja mais receitas para diabéticos aqui</a>!</strong></p>
<p>Antony, que já apareceu em diversos programas de culinária na televisão inglesa, apresenta programas de rádio e é dono de diversos famosos restaurantes, tomou contato com o diabetes pela primeira vez em 2003. Neste ano, descobriu-se com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/"><strong>pré-diabetes</strong></a> &#8211; uma condição que, quando não cuidada, é prenúncio de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Assim como muita gente, ele não se abateu por conta do diagnóstico. Pelo contrário, ganhou novas forças para mudar seu jeito de ser.</p>
<p>&#8220;Descobrir que eu tinha riscos elevados de desenvolver diabetes me deu a motivação para levar uma vida mais saudável. Por ser a comida a minha vida, eu desenvolvi receitas para todos que gostam de se alimentar bem&#8221;, revela o chef.</p>
<p>&#8220;Portanto, sinto grande prazer em ajudar nosso grupo voluntário local da Diabetes UK durante a Semana do Diabetes. É a oportunidade perfeita não apenas para doar fundos à ONG, mas também para mostrar que pessoas convivendo com a condição podem comer refeições que são atraentes e deliciosas.&#8221;</p>
<p>A idéia da organização do evento é coletar fundos para continuar a difundir a importante mensagem de que <strong>se alimentar bem é um dos passos fundamentais para levar uma vida melhor e mais saudável </strong>&#8211; resultando, inclusive, no melhor controle do diabetes.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/chef-celebridade-entra-na-luta-pelos-diabeticos/">Chef-celebridade entra na luta pelos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo usa remédio contra câncer para tratar diabetes tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 15:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[aldesleucina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inédito vai determinar se remédio presente na quimioterapia anti-câncer poderá ser também utilizado no tratamento do diabetes tipo 1. Uma das maiores ONGs pró-diabéticos do mundo financiará um estudo inédito a fim de determinar se um medicamento utilizado no tratamento de câncer pode ajudar também pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com diabetes tipo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo inédito vai determinar se remédio presente na quimioterapia anti-câncer poderá ser também utilizado no tratamento do diabetes tipo 1.</em></p>
<p><span id="more-4482"></span></p>
 Muitas esperanças estão depositadas aqui, no hospital Addenbrooke, na Inglaterra, onde ocorrerão os testes inéditos do novo tratamento.
<p>Uma das maiores ONGs pró-diabéticos do mundo financiará um estudo inédito a fim de determinar se um medicamento utilizado no tratamento de câncer pode ajudar também pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com diabetes tipo 1. A pesquisa será realizada nos próximos meses na cidade de Cambridge, na Inglaterra, e envolverá cientistas da famosa Universidade local.</p>
<p>Quarenta <a title="EPAC2 causa reviravolta nas pesquisas sobre diabetes" href="http://www.diabeticool.com/epac2-causa-reviravolta-nas-pesquisas-sobre-diabetes/">diabéticos tipo 1</a> já foram selecionados como voluntários para o estudo. Eles foram diagnosticados recentemente com a condição. Nos próximos meses, estas pessoas receberão doses bem pequenas de um medicamento utilizado na quimioterapia de pacientes com câncer.</p>
<p>O medicamento, chamado de <strong>aldesleucina</strong>, é uma modificação feita por cientistas da proteína interleucina-2, naturalmente presente no nosso organismo. Este remédio é utilizado com sucesso para tratar alguns tipos específicos de câncer de pele e dos rins.</p>
<p>A esperança dos cientistas, no caso dos pacientes com diabetes, é que a aldesleucina seja capaz de &#8220;reeducar&#8221; o <a title="“Mini-órgão” é a grande esperança para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">sistema imune</a> para que ele pare de atacar o próprio corpo. No diabetes tipo 1, células de defesa do organismo chamadas de <strong>células T</strong>, as quais normalmente atacam apenas os elementos nocivos à saúde, passam a destruir as células do pâncreas que produzem <a title="O que são as bombas de infusão de insulina?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-as-bombas-de-infusao-de-insulina/">insulina</a>, o que leva ao diabetes. É possível que a aldesleucina impeça este auto-ataque por parte das células T.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4484" alt="JDRF logo diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes.png" width="500" height="173" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes.png 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes-415x144.png 415w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Todo o estudo é patrocinado pela ONG <strong>JDRF</strong>, uma entidade cujo foco é &#8220;encontrar uma cura para o diabetes e suas complicações através de ajuda para pesquisas&#8221;. Desde 1970, quando foi fundada, a JDRF já destinou <strong>mais de US$ 1 bilhão para pesquisas</strong> sobre a doença em todo o mundo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-usa-remedio-contra-cancer-para-tratar-diabetes-tipo-1/">Estudo usa remédio contra câncer para tratar diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Filme sobre a convivência com diabetes tipo 1 é um sucesso</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/filme-sobre-a-convivencia-com-diabetes-tipo-1-e-um-sucesso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 20:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Broken]]></category>
		<category><![CDATA[Cillian Murphy]]></category>
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		<category><![CDATA[Eloise Laurence]]></category>
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		<category><![CDATA[Libby Dowling]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[O Sol é para Todos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tim Roth]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Filme retrata de maneira realista o convívio diário com o diabetes tipo 1 sob a ótica de uma menina de 11 anos. Um filme independente tem arrebatado as platéias européias. &#8220;Broken&#8220;, uma produção inglesa e que conta com grandes nomes como Tim Roth e Cillian Murphy no elenco, conta uma impactante história de sobrevivência em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Filme retrata de maneira realista o convívio diário com o diabetes tipo 1 sob a ótica de uma menina de 11 anos.</em></p>
<p><span id="more-4075"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4076" alt="broken poster diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/broken-poster-diabetes.jpg" width="531" height="398" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/broken-poster-diabetes.jpg 531w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/broken-poster-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 531px) 100vw, 531px" /></p>
<p>Um filme independente tem arrebatado as platéias européias. &#8220;<strong>Broken</strong>&#8220;, uma produção inglesa e que conta com grandes nomes como Tim Roth e Cillian Murphy no elenco, conta uma impactante história de sobrevivência em meio à violência e pobreza. O roteiro é uma versão moderna e mais sombria do clássico livro &#8220;To Kill a Mockingbird&#8221; (&#8220;O Sol é para Todos&#8221;, no Brasil), da autora Harper Lee. De especial interesse para nós é que, em diversas partes do filme, podemos acompanhar as dificuldades e aprendizados de uma garotinha de 11 anos (interpretada pela estreante Eloise Laurence) que tem de conviver com seu <a title="Mãe anda sobre fogo pela filha tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/mae-anda-sobre-fogo-pela-filha-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>.</p>
<p>Na última semana, a ONG inglesa <a title="Bisavó recebe prêmio por combate ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bisavo-recebe-premio-por-combate-ao-diabetes/">Diabetes UK</a> promoveu uma sessão de cinema exclusiva para diabéticos, na qual &#8220;Broken&#8221; foi mostrado. A resposta da platéia foi pra lá de positiva! Após a exibição, uma sessão de perguntas e respostas discutiu a acurácia do filme em mostrar o cotidiano de alguém que lida constantemente com o diabetes. Os presentes na sessão ficaram admirados com a maneira realista com que o filme mostra este aspecto da vida da protagonista.</p>
<p>&#8220;Nós estamos realmente felizes de poder dar esta oportunidade de assistir a &#8220;Broken&#8221; para alguns de nossos membros antes que o filme seja oficialmente lançado&#8221;, disse Libby Dowling, da Diabetes Uk.</p>
 A estreante Eloise Laurence interpreta uma jovem diabética em &#8220;Broken&#8221;.
<p>&#8220;Crescer com o diabetes tipo 1 pode ser difícil às vezes, e o filme mostra os efeitos que o dia-a-dia e o <a title="A importância de manter a calma" href="http://www.diabeticool.com/a-importancia-de-manter-a-calma/">stress</a> podem ter no tratamento do diabetes. É realmente importante alertar as pessoas sobre isto.&#8221;</p>
<p>De acordo com Libby, este foi um dos motivos pelos quais a ONG lançou há pouco tempo o seu já famoso guia listando os cuidados essenciais a toda criança com diabetes tipo 1.</p>
<p><strong>+ Veja o guia na nossa matéria: <a title="10 coisas essenciais para crianças com diabetes" href="http://www.diabeticool.com/10-coisas-essenciais-para-criancas-com-diabetes/">Dez coisas essenciais para crianças com diabetes</a></strong></p>
<p>Desde que foi apresentado ao público pela primeira vez, no Festival de Cannes de 2012, &#8220;Broken&#8221; já ganhou dois importantes prêmios cinematográficos: o Golden Eye Award de melhor filme internacional no Festival de Zurique e o prêmio de Melhor Filme Indepentente Britânico, no The British Independent Film Awards 2012.</p>
<p>Veja o trailer abaixo e acompanhe novidades da película através da página oficial no Facebook, em <span class="removed_link" title="facebook.com/Broken.official.uk">facebook.com/Broken.official.uk</span> .</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/_ypL5Wc_5rY" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/filme-sobre-a-convivencia-com-diabetes-tipo-1-e-um-sucesso/">Filme sobre a convivência com diabetes tipo 1 é um sucesso</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>10 coisas essenciais para crianças com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 22:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[apoio emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[orientação]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas em saúde dizem quais são as 10 práticas mais importantes para cuidar bem dos pequenos diabéticos! A ONG britânica Diabetes UK é uma das organizações em prol dos diabéticos mais atuantes do mundo. Seus relatórios são usados há décadas como referência na adoção de políticas pública no Reino Unido. Preocupados com dados recentes acerca &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas em saúde dizem quais são as 10 práticas mais importantes para cuidar bem dos pequenos diabéticos!</em></p>
<p><span id="more-3940"></span></p>
<p>A ONG britânica <a title="O menininho que não podia ir à escola" href="http://www.diabeticool.com/o-menininho-que-nao-podia-ir-a-escola/"><strong>Diabetes UK</strong></a> é uma das organizações em prol dos diabéticos mais atuantes do mundo. Seus relatórios são usados há décadas como referência na adoção de políticas pública no Reino Unido. Preocupados com dados recentes acerca da saúde dos jovens ingleses com <a title="Os cachorrinhos curados" href="http://www.diabeticool.com/os-cachorrinhos-curados/">diabetes tipo 1</a>, a ONG lançou um guia com dez orientações essenciais para que os pequenos tenham uma vida saudável e longa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS NÚMEROS QUE GERARAM O GUIA</strong></p>
<p>O que levou a organização a criar o pequeno guia foram os resultados de diversos estudos publicados nos últimos meses sobre a saúde da população da Inglaterra. Alguns números relacionados ao diabetes assustam. Por exemplo, descobriu-se que, devido à falta de tratamento adequado, jovens adultos com diabetes tipo 1 têm de <strong>quatro a nove vezes mais chances</strong> de falecer do que jovens não-diabéticos (caso forem homens ou mulheres, respectivamente).</p>
<p>Além disso, <strong>85%</strong> das crianças com diabetes tipo 1 mantém um péssimo controle sobre a quantidade de açúcar ingerido e a <a title="Estudo conclui: dieta rica em cacau pode ajudar a controlar o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/estudo-conclui-dieta-rica-em-cacau-pode-ajudar-a-controlar-o-diabetes/">glicemia</a>, deixando-as com maiores chances de desenvolver complicações sérias no futuro.</p>
<p>Outro dado estarrecedor: somente 15% das crianças do país possuem a taxa de <a title="1% menos HbA1c, 50% a mais de vida" href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">hemoglobina glicada</a> (HbA1C) menor que 7,5% &#8211; em demais países europeus, como a Alemanha, este número chega a mais de 30% dos infantes.</p>
<p>Em vista destes dados, os quais pré-definem um futuro inquietante para os jovens ingleses e para a saúde do país, a ONG lançou um guia com orientações para pais, jovens e profissionais da saúde tratarem o diabetes da melhor maneira possível. O texto completo <a href="http://www.diabetes.org.uk/Get_involved/Campaigning/Type-1-essentials/">pode ser lido aqui</a> (em inglês).</p>
<p>O <strong>Diabeticool</strong> traduziu e resumiu as principais orientações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10 COISAS ESSENCIAIS PARA CRIANÇAS COM DIABETES:</strong></p>
<ol>
<li>Receber tratamento através de uma equipe de especialistas &#8211; incluindo um consultor, uma enfermeira e um nutricionista com experiência em diabetes infantil.</li>
<li>Passar por checagens de saúde regulares, como exames de sangue, dos pés e de pressão.</li>
<li>Adotar o tratamento correto, dentre os vários possíveis para diabéticos, de acordo com suas peculiaridades.</li>
<li>Ter ajuda para aprender a se cuidar sozinha, através do acesso constante a informações de boa qualidade e orientação especializada.</li>
<li>Obter auxílio emocional, uma vez que cuidar do diabetes pode trazer angústia e preocupações aos pequenos.</li>
<li>Receber tratamento hospitalar correto.</li>
<li>Passar por uma transição tranqüila aos serviços de saúde para adultos diabéticos.</li>
<li>Ter voz em seu tratamento, trabalhando junto à equipe médica e aos pais a fim de melhorar sua saúde.</li>
<li>Possuir suporte na escola: os professores devem saber da condição da criança e deve-se decidir com antecedência quem cuidará dela em momentos de necessidade.</li>
<li>Ter oportunidades iguais: isto é, uma criança que está com diabetes deve ter as mesmas oportunidades (de educação, esportes, cultura etc) que uma que não tem a condição.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OPINIÃO</strong></p>
<p>A executiva-chefe da ONG Diabetes UK, Barbara Young, comentou o projeto:</p>
<p>&#8220;Nosso guia de coisas essenciais para o diabetes tipo 1 em crianças e jovens define os cuidados que toda criança com diabetes tipo 1 deveria receber, (apesar de que) muitas não recebem estes tratamentos.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ao publicar nosso guia, que mostra como é um bom atendimento, nós esperamos que o serviço de saúde garanta que toda criança com diabetes tipo 1 receba os cuidados que merece e nós queremos que os pais e profissionais de saúde entendam o que é um bom atendimento, parar que possam fazer o seu papel a fim de garantir que ele seja posto em prática.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nossas crianças com diabetes tipo 1 têm sido negligenciadas por tratamentos de saúde ruins por muito tempo. Ao garantir que toda criança receba as 10 diretrizes [da lista], nós poderemos dar a elas a melhor chance possível a uma vida longa e saudável&#8221;.</p>
<p><strong>Seria um sonho se todas as crianças, de qualquer lugar do mundo, pudessem receber todo este carinho e atenção</strong>. Certamente os números do início deste texto tornar-se-iam bem mais positivos. Porém, a própria Diabetes UK reconhece que, mesmo no Reino Unido, será um grande desafio implantar todas estas medidas &#8211; imagine então no Brasil, que possui um sistema público de saúde incomparável ao inglês! Todavia, começar a planejar e divulgar estas idéias é o primeiro passo para que um futuro melhor para nossas crianças se torne, eventualmente, uma feliz realidade.</p>
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		<title>Diabetes e a Aventura Gelada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 14:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Antarctica]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[cegueira]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[congelamento]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[expedição]]></category>
		<category><![CDATA[explorador]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[Polo Sul]]></category>
		<category><![CDATA[pré-diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Ranulph Fiennes]]></category>
		<category><![CDATA[Seeing is Believing]]></category>
		<category><![CDATA[Sir Ranulph Fiennes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expedição inédita ao Polo Sul esbarra em um inesperado problema: o diabetes tipo 2 do líder da aventura. O dia 31 de março marca o início do tenebroso inverno no Polo Sul, um período de frio intenso e clima imprevisível. A data indica ainda o primeiro dia de uma expedição que pretende, pela primeira vez &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Expedição inédita ao Polo Sul esbarra em um inesperado problema: o diabetes tipo 2 do líder da aventura.</em></p>
<p><span id="more-3776"></span></p>
<figure id="attachment_3777" aria-describedby="caption-attachment-3777" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-3777" alt="expedicao antartica diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/expedicao-antartica-diabetes.jpg" width="600" height="351" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/expedicao-antartica-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/expedicao-antartica-diabetes-410x240.jpg 410w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-3777" class="wp-caption-text">A equipe da expedição antártica posa com o príncipe Charles. Sir Fiennes é o homem de vermelho ao lado do herdeiro do trono bretão.</figcaption></figure>
<p>O dia 31 de março marca o início do tenebroso inverno no Polo Sul, um período de frio intenso e clima imprevisível. A data indica ainda o primeiro dia de uma expedição que pretende, pela primeira vez na história, atravessar os 3.000km do continente antártico durante uma época tão perigosa do ano. Um dos mais célebres participantes da jornada não poderá desbravar o continente gelado a pé e terá que dar apoio à equipe a partir do conforto e calor do seu lar. Tudo indica que o motivo desta situação não de todo ruim é o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>O <strong>Sir Ranulph Fiennes</strong>, um veterano explorador britânico de 68 anos, é uma das estrelas da expedição antártica. O objetivo da aventura é arrecadar cerca de 30 milhões de reais (£10m) para a ONG <strong><em>Seeing is Believing</em></strong>, que ajuda a prevenir e tratar problemas oculares, em especial a cegueira.</p>
<p>Ranulph estava na Antártida na última semana, treinando a travessia em seus esquis. Tudo corria bem até o aventureiro se deparar com um pedaço do terreno coberto por neve amolecida, o que dificulta a caminhada. Para piorar a situação, uma forte nevasca cobriu de branco o horizonte&#8230;e o equipamento que prendia os esquis aos seus pés ficou frouxo. Em uma situação destas, só há uma coisa a fazer: tentar prender novamente os esquis e sair do lugar o mais rápido possível.</p>
<p>Foi assim que o veterano explorador agiu. Como possui mãos bastante grandes, Ranulph encontrou dificuldades em apertar os equipamentos enquanto usava luvas. Então, retirou-as. <strong>A temperatura ao seu redor chegava a -33 graus</strong>.</p>
 O nobre e aventureiro Sir Fiennes.
<p>Quem acha estranho retirar as luvas em uma temperatura destas não conhece Sir Fiennes. O velhinho já havia feito a mesma coisa em situações bem mais complicadas &#8211; como em uma expedição ao Everest, na qual deixou os dedos à mostra em uma temperatura de -50 graus. Segundo ele, nenhuma conseqüência grave havia ocorrido desde então.</p>
<p>Porém, nos últimos dias, na Antártida, a situação foi diferente. Conta Ranulph: &#8220;Eu não fiquei nem mesmo vinte minutos [sem as luvas], então percebi que uma mão, e não as duas, estava completamente branca, e neste ponto é tarde demais para se fazer qualquer coisa. (&#8230;) Alguma coisa na circulação daquela mão começou a dar errado no passado bem recente.&#8221;</p>
<p>Retirar as luvas em uma temperatura tão baixa causou o <strong>congelamento</strong> dos dedos de Sir Ranulph &#8211; uma situação médica severa que geralmente resulta em amputação. O aventureiro visitou recentemente um cirurgião vascular para tentar entender o porquê deste fato inédito em sua vida ter acontecido.</p>
<p>De acordo com o médico, exames de sangue recentes indicaram que Ranulph estava <a title="Pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabético</a> &#8211; e é bem possível que os problemas de <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">circulação</a> decorrentes do diabetes tipo 2 tenham prejudicado o fluxo de sangue normal de suas mãos, favorecendo o congelamento. O britânico fará novos testes de saúde assim que chegar em casa, a fim de provar a teoria.</p>
<p><strong>+ Saiba mais!: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?</a>&#8220;</strong></p>
<p>&#8220;Eu comecei a trabalhar nesta expedição há cinco anos. Eu estive trabalhando em tempo integral e sem receber por cinco anos. [A situação] é frustrante, mas incontornável. Eu farei o melhor possível neste caso colocando minhas energias inteiramente no time da expedição.&#8221;, afirmou o abatido explorador.</p>
 Atravessar o Polo Sul é uma tarefa difícil até mesmo para quem está acostumado com a aventura!
<p>O excesso de açúcar no sangue, característica do diabetes, pode causar problemas de circulação ao diminuir o diâmetro dos vasos sangüíneos, impedindo uma passagem eficaz do sangue. Placas de complexos baseados em açúcar podem, também, se formar nos vasos, diminuindo ainda mais o fluxo. Além disso, o diabetes aumenta os riscos de infecção nos vasos, o que também piora a circulação.</p>
<p>Por tudo isto, nunca é demais lembrar: <strong>manter a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> em níveis adequados é fundamental!</strong> Ter sob controle a quantidade do açúcar no sangue é uma ajuda e tanto para a saúde e previne as conseqüências desagradáveis do diabetes. E também evita congelamento de dedos &#8211; vai que você decida fazer uma exploração pelo Polo Sul durante o inverno, não é mesmo?!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-e-a-aventura-gelada/">Diabetes e a Aventura Gelada</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Millie, a heroína que salvou uma vida com as próprias patas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 20:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[adestrado]]></category>
		<category><![CDATA[adestramento]]></category>
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		<category><![CDATA[cão]]></category>
		<category><![CDATA[coma diabético]]></category>
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		<category><![CDATA[nervo]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[Paul McKenzie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cachorrinha especialmente treinada salva, de maneira surpreendente, a vida de dono que havia entrado em coma diabético. A vida de Paul McKenzie não é fácil. O senhor de 47 anos, divorciado, sofre de neuropatia &#8211; ou danos nos nervos, uma complicação comum do diabetes &#8211; e tem de se locomover em uma cadeira de rodas. &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/millie-a-heroina-que-salvou-uma-vida-com-as-proprias-patas/">Millie, a heroína que salvou uma vida com as próprias patas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cachorrinha especialmente treinada salva, de maneira surpreendente, a vida de dono que havia entrado em coma diabético.</em></p>
<p><span id="more-2495"></span></p>
 Paul McKenzie e sua grande amiga &#8211; e heroína &#8211; Millie.
<p>A vida de <span>Paul McKenzie</span> não é fácil. O senhor de 47 anos, divorciado, sofre de <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; ou danos nos nervos, uma complicação comum do diabetes &#8211; e tem de se locomover em uma cadeira de rodas. Toda vez que algo caía no chão, a dificuldade em recuperar o objeto era imensa e tombos dolorosos eram comuns de ocorrer. Em vista disto, Paul decidiu adotar um cachorro para lhe fazer companhia e ajudar em pequenas tarefas domésticas. Foi assim que a cadela Millie, uma esperta labradora, entrou em sua vida &#8211; e a salvou, como veremos!</p>
<p>Millie foi treinada como ajudante para pessoas com deficiências pela ONG britânica <span>Canine Partners</span>, especializada neste tipo de adestramento. Uma das características dos cães da associação é que eles aprendem desde cedo a utilizar um aparelho chamado de &#8220;botão do pânico&#8221;. Toda vez que seu dono se encontrar em dificuldades, basta que ele grite &#8220;alarme!&#8221; e o cachorro corre para pressionar o botão. Com isto, um número de telefone é discado e equipes de plantão tentarão entrar em contato com a pessoa em apuros através de alto-falantes instalados em sua casa. Caso não haja resposta, o serviço de emergência é ativado e os vizinhos são postos em alerta. Paul já utilizou este moderno serviço de ajuda cerca de dez vezes nos últimos dois anos e meio. <strong>Porém, no último mês, mesmo que quisesse, não conseguiria usá-lo</strong>.</p>
<p>&#8220;Eu havia saído pela manhã com a Millie para fazer umas comprar e tudo estava bem, apenas minha glicemia se mantinha baixa&#8221;, relembra o sr. McKenzie. &#8220;Eu almocei, mas depois passei mal e fiquei um pouco ruim à tarde. Lá pelas 18:30, Millie e eu brincamos de cabo-de-guerra, o que foi minha última recordação por um tempo&#8221;. As taxas de açúcar no sangue de Paul estavam atingindo um limite perigosamente baixo. &#8220;O botão do pânico foi pressionado às 19:45. A equipe estava gritando para mim através do alto-falante &#8211; normalmente podemos nos comunicar através dele não importa onde eu esteja no apartamento -, mas quando eles não ouviram respostas, perceberam que foi a Millie quem apertou o botão e pediu ajuda.&#8221;</p>
 Alto falante através do qual Paul pode se comunicar com as equipes de emergência.
<p><strong>Dedicação canina</strong></p>
<p>O que impressionou tanto a equipe de emergência quanto o próprio sr. McKenzie foi que <strong>Millie nunca havia sido treinada para fazer o que fez</strong>. Todos os cachorros da Canine Partners sabem que devem pressionar o &#8220;botão de pânico&#8221; quando seus donos mandarem, porém nenhum deles é ensinado a apertá-lo quando não há ordem. Paul havia entrado em <a title="Crianças salvam mãe de coma diabético fatal" href="http://www.diabeticool.com/criancas-salvam-mae-de-coma-diabetico-fatal/"><strong>coma diabético</strong></a> &#8211; situação crítica na qual os níveis de glicose atingem níveis tão baixos que a pessoa perde completamente a consciência e pode morrer caso não receba tratamento com urgência &#8211; e, portanto, estava desacordado e não poderia gritar &#8220;alarme!&#8221;, alertando assim Millie. Mesmo assim, a labradora mostrou enorme inteligência e não tardou em chamar a ajuda.</p>
 Millie mostra o botão de emergência.
<p>&#8220;A Millie é minha própria Lassie &#8211; ela salvou minha vida, e <strong>se não fosse por ela, eu não estaria aqui hoje</strong>&#8220;, emociona-se Paul. &#8220;Eu não consigo acreditar o quão esperta ela é. Nós a treinamos para apertar o botão de emergência sob meu comando, e eu muitas vezes o uso para chamar ajuda quando eu caio em casa e não consigo me levantar. Porém nunca, nem em meus sonhos mais malucos, eu pensei que a Millie entendia as conseqüências de ela pressionar o botão &#8211; que a ajuda sempre vinha.&#8221; O dono derrete-se de elogios pela peluda amiga: &#8220;O serviço de emergência ficou maravilhado quando percebeu que havia sido meu cachorro que pediu ajuda.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Ela é uma em um milhão &#8211; minha melhor amiga&#8221;.</strong></p>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;">Relembre outras histórias emocionantes de dedicação de cachorros aos seus donos diabéticos nos links abaixo:<br />
&#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/">Já ouviu falar nos cachorros que farejam a glicemia?</a></strong>&#8221;<br />
&#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-eles-conseguem/">Como é que eles conseguem?</a></strong>&#8220;</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/millie-a-heroina-que-salvou-uma-vida-com-as-proprias-patas/">Millie, a heroína que salvou uma vida com as próprias patas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Bisavó recebe prêmio por combate ao diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 11:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Nabarro]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Pettit]]></category>
		<category><![CDATA[Ann Clegg]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilkley]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[medalha]]></category>
		<category><![CDATA[medalha Alan Nabarro]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou passar meio século controlando a glicemia? Por sua luta contra o diabetes, senhora inglesa recebe honrosa distinção. A ONG inglesa pró-diabéticos Diabetes UK possui uma série de premiações para pessoas que se destacam no combate à doença. Um dos prêmios mais raros de serem entregues a alguém é a Medalha Alan Nabarro, oferecida &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já pensou passar meio século controlando a glicemia? Por sua luta contra o diabetes, senhora inglesa recebe honrosa distinção.</em></p>
<p><span id="more-2485"></span></p>
 Ann Clegg exibe, orgulhosa sua medalha pela longa luta contra o diabetes.
<p>A ONG inglesa pró-diabéticos <a title="O menininho que não podia ir à escola" href="http://www.diabeticool.com/o-menininho-que-nao-podia-ir-a-escola/"><em>Diabetes UK</em></a> possui uma série de premiações para pessoas que se destacam no combate à doença. Um dos prêmios mais raros de serem entregues a alguém é a <strong>Medalha Alan Nabarro</strong>, oferecida a quem conviveu 50 anos com o diabetes. Semana passada, uma senhora da cidade de Ilkley, na Inglaterra, foi a mais recente agraciada com a distinção.</p>
<p>Ann Clegg é uma bisavó de 78 anos. Ela foi diagnosticada com diabetes tipo 1 em 1968, quando tinha vinte e oito. À época, o diabetes era uma condição médica pouco estudada e compreendida, tanto que Ann acredita que começou a sofrer os primeiros sintomas da doença aos 16 anos, porém só foi diagnosticada de fato doze anos mais tarde. <strong>Quando recebeu a notícia de que tinha diabetes, seus médicos deram a ela quatro dias de vida.</strong> Mal sabiam eles que Ann sobreviveria com saúde não apenas quatro dias, mas mais de quatro décadas! Durante este tempo, a diabética teve dois filhos, quatro netos e três bisnetas e trabalhou em diversas funções diferentes, sendo desde secretária a auxiliar em cruzeiros marítimos.</p>
<p><strong>Como era antigamente</strong></p>
<p>&#8220;O diabetes não era nada comum quando fui diagnosticada pela primeira vez; de fato, não havia nem mesmo tratamento especializado, e eu fui internada na ala para <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">problemas cardíacos</a> do hospital&#8221;, relembra a senhora Clegg.</p>
<p>&#8220;Nós costumávamos esterilizar nossas agulhas e seringas de vidro em uma panela com água fervente; agora, eu uso uma agulha que é chamada de &#8220;caneta&#8221;. [No começo] eu definitivamente não contei a ninguém sobre a minha condição, eu estava com muito medo de perder o trabalho, mas hoje em dia existe muito mais informação sobre o diabetes e a maneira que eu controlo meu diabetes me dá muito mais liberdade&#8221;, completa.</p>
 O pacato vilarejo de Ilkley, lar da sra. Clegg.
<p>Hoje em dia, tratar a doença é muito mais simples. De acordo com o doutor Andrew Pettit, especialista inglês em diabetes, &#8220;o tratamento teve muitos avanços nos últimos 90 anos. Inicialmente os pacientes tinham seringas de vidro reutilizáveis, mas atualmente seringas sofisticadas &#8211; as &#8220;canetas&#8221; &#8211; estão disponíveis, o que facilita demais dar as injeções, e temos também bombas em miniatura para uso da insulina. A insulina também foi adaptada ao longo dos anos para funcionar melhor via injeção, permitindo aos pacientes manter seus <a title="Crianças salvam mãe de coma diabético fatal" href="http://www.diabeticool.com/criancas-salvam-mae-de-coma-diabetico-fatal/">níveis de glicose</a> em taxas normais com muito menos medições.&#8221;</p>
<p>Apesar das enormes dificuldades de tratar a doença há meio século, Ann perseverou e sobreviveu. Com a ajuda da família, ela aprendeu na marra a controlar a glicemia e a se alimentar melhor, o que permitiu que chegasse aos 78 anos com muita saúde. A Medalha Alan Nabarro, que recebeu, é a prova do sucesso de seu tratamento. &#8220;Estas medalhas são dadas a pessoas com diabetes que conviveram com a condição por 50 anos e marcam sua valente luta contra a doença&#8221;, disse uma representante da ONG.</p>
<p>O nome &#8220;Alan Nabarro&#8221; na medalha relembra uma história similar à de Ann. Alan também foi diagnosticado na metade do século XX. Os médicos disseram que ele viveria, no máximo, mais seis meses. Controlando diariamente a glicemia com todo o cuidado, ele viveu por mais 55 anos e tornou-se um grande exemplo para diabéticos do mundo inteiro.</p>
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		<title>Combatendo o diabetes tipo 1 no pedal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 17:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Isabelle Masters]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[Rajasthan Tiger Bike Ride]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Britânica colocará à prova sua habilidade de controle da glicemia em desafio ciclístico de 430km, na Índia, em prol de ONG para diabéticos. Manter as taxas de açúcar do sangue em níveis sempre adequados é um grande desafio, como bem sabe todo diabético. Imagine, então, controlar a glicemia ao mesmo tempo em que participa de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Britânica colocará à prova sua habilidade de controle da glicemia em desafio ciclístico de 430km, na Índia, em prol de ONG para diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-2429"></span></p>
 Isabelle Masters, 24 anos, há 10 com diabetes tipo 1.
<p>Manter as taxas de açúcar do sangue em níveis sempre adequados é um grande desafio, como bem sabe todo diabético. Imagine, então, controlar a glicemia ao mesmo tempo em que participa de uma exaustiva maratona de ciclismo, durante a qual as taxas glicêmicas podem variar enormemente, atingindo picos altos após a ingestão de barrinhas açucaradas e baixos depois de vários minutos de exercício físico intenso. É este desafio que a britânica Isabelle Masters, de 24 anos, vai encarar este mês. Ela será a única diabética a participar da maratona ciclística &#8220;<strong>Rajasthan Tiger Bike Ride</strong>&#8220;, que ocorrerá na Índia.</p>
<p>A inglesa já embarcou para o continente asiático e iniciará em breve o percurso de 430km da prova. Em termos &#8220;nacionais&#8221;, esta distância é aproximadamente equivalente a uma viagem de Belo Horizonte &#8211; MG a São Paulo &#8211; SP. Enfrentará pelo caminho o desafio de pedalar por cidades abandonadas, desertos, montanhas, fortes, vilarejos rurais e grandes metrópoles, agüentando temperaturas superiores a 30 graus pelo caminho (o que é muito pelos padrões britânicos!).</p>
<p>A meta é completar o percurso em apenas seis dias. Isto significa que os participantes terão de pedalar pelo menos oito horas todos os dias. Como Isabelle está encarando este desafio?</p>
 Pedalar pela Índia é sempre uma exótica aventura.
<p>&#8220;Com toda esta atividade física, eu terei que monitorar com cuidado meus níveis de açúcar no sangue e ter certeza de ter à mão vários lanchinhos doces. Assim, caso a <a title="Os incríveis números da hipoglicemia" href="http://www.diabeticool.com/os-incriveis-numeros-da-hipoglicemia/">glicemia fique muito baixa</a>, eu sei que ficarei bem.&#8221; Ela poderá contar, felizmente, com uma ajuda extra se seus planos derem errado: &#8220;<strong>Eu serei a única pessoa pedalando com diabetes</strong>, porém uma das outras ciclistas é uma enfermeira, especializada em diabetes, o que é muito reconfortante.&#8221;</p>
<p>Isabelle resolveu participar da competição a fim de ajudar a ONG <a title="O menininho que não podia ir à escola" href="http://www.diabeticool.com/o-menininho-que-nao-podia-ir-a-escola/">Diabetes UK</a>, que auxilia diabéticos do Reino Unido. Todo o dinheiro que receber, através de doações, será revertido à instituição. Além disso, completar o desafio será a prova de que <strong>o diabetes, quando bem controlado, nunca é impedimento para se realizar atividade qualquer na vida</strong>. &#8220;Estou participando desta maratona ciclística épica para mostrar que o diabetes não me impede de fazer coisas excitantes e cheias de aventura, além de conseguir o máximo de dinheiro para ajudar a Diabetes UK a dar suporte a outras pessoas como eu.&#8221;</p>
<p><strong>Convivendo com o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a></strong></p>
<p>Isabelle Masters foi diagnosticada com diabetes aos 14 anos. No início, aceitar a condição foi difícil. Porém, com o tempo e a ajuda das pessoas ao seu redor, hoje ela é uma campeã. &#8220;Foi desafiador ser diagnosticada aos 14 anos, porque esta é uma idade em que você está passando por um monte de grandes mudanças. Ter diabetes significou não poder comer certas coisas e ter de me injetar todos os dias. Foram muitas coisas às quais tive de me acostumar, mas recebi o apoio da minha família e da equipe médica, o que realmente me ajudou.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/combatendo-o-diabetes-tipo-1-no-pedal/">Combatendo o diabetes tipo 1 no pedal</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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