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	<title>doença cardiovascular | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Cancelado promissor novo remédio contra o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 14:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roche suspende linha de pesquisas de medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em diabéticos tipo 2. Na maioria das vezes que o Diabeticool publica matérias sobre resultados de testes de novos medicamentos para o diabetes, elas trazem boas novidades. Isto é, geralmente as notícias tratam de resultados positivos de testes clínicos, ou então mencionam possíveis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Roche suspende linha de pesquisas de medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em diabéticos tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-4935"></span></p>
<p>Na maioria das vezes que o <strong>Diabeticool</strong> <a href="http://www.diabeticool.com/fasiglifam-novo-remedio-japones-para-tratamento-do-diabetes/">publica matérias sobre resultados de testes de novos medicamentos para o diabetes</a>, elas trazem boas novidades. Isto é, geralmente as notícias tratam de resultados positivos de testes clínicos, ou então mencionam possíveis datas de lançamento de remédios. Porém, infelizmente, nem sempre é possível publicar novidades boas.</p>
<p>Devido à extrema dificuldade de se produzir remédios para o combate de uma doença complexa como o diabetes, é comum a indústria farmacêutica acabar investindo centenas de milhões de dólares no desenvolvimento de um medicamento que, descobre-se depois, não funciona.</p>
<p>Foi o que aconteceu com a gigante farmacêutica <a title="Glicosímetros Accu-Chek podem sumir do mercado" href="http://www.diabeticool.com/glicosimetros-accu-chek-podem-sumir-do-mercado/">Roche</a>. A empresa anunciou na quarta-feira que suspendeu a linha de pesquisas de um novo medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em quem está com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE O MEDICAMENTO FOI CANCELADO?</strong></p>
<p>O remédio que a Roche estava desenvolvendo era baseado no princípio ativo chamado de <strong>aleglitazar</strong>. As pesquisas já haviam chegado em estágio bastante avançado &#8211; o de testes clínicos de nível 3 &#8211; quando a empresa cancelou a operação.</p>
<p>De acordo com representantes da Roche, os mais recentes testes mostraram que o aleglitazar não foi capaz de prevenir efetivamente as doenças cardiovasculares em pacientes diabéticos tipo 2 e com alto risco de ter tais doenças.</p>
<p>Mais do que isto: o medicamento aumentou os riscos de fraturas, problemas renais e falhas no funcionamento do coração, além de não ter efeitos positivos na diminuição das chances de problemas cardíacos e <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">derrames</a>.</p>
<p>O dr. Hal Barron, coordenador global de desenvolvimento de novos produtos da Roche, disse em declaração à imprensa que &#8220;todos estamos frustrados com este resultado, uma vez que esperávamos que o aleglitazar traria benefícios significativos a pacientes com diabetes tipo 2&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MALDIÇÃO DOS PPARs</strong></p>
<p>A ação positiva do remédio baseado no aleglitazar se daria através de dois receptores protéicos chamados de PPARs, um deles relacionado ao controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicose no sangue </a>e o outro aos lipídios no sangue. Em tese, a molécula seria capaz de ativar vias de sinalização dos PPARs, porém os últimos testes clínicos mostraram que as coisas não são assim tão simples.</p>
<p>Não é a primeira vez que drogas baseadas nos receptores PPAR falham em obter bons resultados. Outras grandes empresas farmacêuticas, como a <a href="http://www.diabeticool.com/resultados-encorajadores-em-remedios-experimentais/">Merck</a>, Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca, também já tentaram desenvolver medicamentos que atuam nos PPARs. Todos falharam, especialmente devido a efeitos secundários perigosos.</p>
<p>Apesar deste cancelamento, ainda há diversos novos medicamentos em fases avançadas de estudos e que podem trazer alívio a quem está com diabetes já nos próximos anos. Acompanhe as novidades aqui no <strong>Diabeticool</strong>, que sempre traz as notícias mais atualizadas para que você viva de bem com o diabetes!</p>
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		<title>Gorduras e o Risco de Doenças do Coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2013 03:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe a importância de ingerir a quantidade e o tipo corretos de gorduras na sua alimentação? O Diabetes Sem Medo explica! O papel da dieta é crucial no desenvolvimento e na prevenção de doenças cardiovasculares. A dieta é uma das principais coisas que você pode mudar e que irá impactar em todos os outros &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabe a importância de ingerir a quantidade e o tipo corretos de gorduras na sua alimentação? O Diabetes Sem Medo explica!</em></p>
<p><span id="more-4658"></span></p>
<p>O papel da dieta é crucial no desenvolvimento e na prevenção de doenças cardiovasculares. A dieta é uma das principais coisas que você pode mudar e que irá impactar em todos os outros fatores de risco cardiovascular.</p>
<p>Pesquisas demonstram o papel de níveis anormais de lipídios (gorduras) no sangue tem uma forte relação com o risco de doenças coronarianas como o infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco). Por sua vez, os níveis anormais de lipídios no sangue estão relacionados com o que você come. Uma dieta rica em gorduras saturadas e gorduras trans (usadas em bolos, biscoitos e “<em>fast food</em>” = lanches) leva ao aumento dos níveis de colesterol no sangue.</p>
<p>Na maioria dos casos, reduzir o consumo de gordura na sua alimentação pode reduzir o risco de doenças no coração. Você poderá reduzir o seu risco principalmente se você reduzir o consumo de gorduras saturadas e trans. As gorduras são divididas em 3 grupos:</p>
<p>1. Gordura Saturada: aumenta o colesterol no sangue e o risco de doenças do coração. Este tipo de gordura geralmente é sólido em temperatura ambiente e são encontrados em gorduras de origem animal (carne vermelha, manteiga, banha de porco, bacon, queijo), óleos de palmeiras (óleo de coco, óleo de dendê) e em gorduras vegetais hidrogenadas (gordura vegetal e margarina).</p>
<p>2. Gordura Monoinsaturada: diminui os níveis de colesterol total do sangue mas não afeta dos níveis do HDL colesterol (colesterol bom), pode diminuir os níveis de triglicerídeos. Alimentos que são fontes deste tipo de gordura: azeite de oliva, óleo de amendoim, óleo de canola, azeitona, abacate e castanhas (castanha de cajú, amendoas, castanha do Pará)</p>
<p>3. Gordura Poliinsaturada: diminui os níveis de colesterol total e de HDL colesterol. Alimentos que são fontes deste tipo de gordura: óleo de milho, óleo de cártamo, óleo de soja, óleo de girassol, semente de algodão e nozes.</p>
<figure id="attachment_4660" aria-describedby="caption-attachment-4660" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gorduras-problemas-coracao.jpg"><img class="size-full wp-image-4660" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gorduras-problemas-coracao.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gorduras-problemas-coracao.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gorduras-problemas-coracao-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gorduras-problemas-coracao-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4660" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Cogumelos: o método natural para obter mais vitamina D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 22:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo comprova que ingerir cogumelos aumenta os níveis de vitamina D tão bem quanto tomar suplementos alimentares; nutriente pode prevenir o diabetes. Nos últimos tempos, os diversos benefícios à saúde que a vitamina D proporciona têm sido alvo de inúmeras reportagens em toda a mídia. Aqui no Diabeticool, já mencionamos que crianças com baixas taxas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo comprova que ingerir cogumelos aumenta os níveis de vitamina D tão bem quanto tomar suplementos alimentares; nutriente pode prevenir o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4499"></span></p>
<p>Nos últimos tempos, os diversos benefícios à saúde que a vitamina D proporciona têm sido alvo de inúmeras reportagens em toda a mídia. Aqui no <strong>Diabeticool</strong>, já mencionamos que <a href="http://www.diabeticool.com/baixas-taxas-de-vitamina-d-em-criancas-sao-relacionadas-a-diabetes-tipo-2/">crianças com baixas taxas desta vitamina têm mais chances de desenvolver o diabetes tipo 2</a>, e também que <a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">a vitamina D pode ser uma grande parceira dos diabéticos</a>, ajudando a controlar a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>Quando vemos este tipo de matéria, muitas vezes pensamos que será necessário tomar suplementos alimentares repletos de <strong>vitamina D</strong> para que tenhamos os mesmos efeitos positivos na saúde, não é mesmo? Uma pesquisa anunciada <strong>hoje</strong> mostra que as coisas não precisam ser assim. Há um alimento natural &#8211; e delicioso! &#8211; que garante a curto e longo prazo tanta vitamina D quanto os suplementos vendidos no mercado: o <strong>cogumelo</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DESCOBERTA CIENTÍFICA</strong></p>
<p>A descoberta foi feita por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, durante o encontro anual da Sociedade Americana de Bioquímica e Microbiologia. Eles comprovaram que ingerir cogumelos capazes de produzir um tipo de vitamina D chamado de D2 (todas as espécies comestíveis produzem a vitamina D2) equivale a tomar pílulas de suplemento alimentar contendo vitamina D concentrada. &#8220;Estes resultados confirmam outros estudos que demonstraram que ingerir vitamina D2, seja na forma de suco de laranja fortificado, suplemento alimentar ou formulação farmacêutica, é capaz de aumentar a concentração total de vitamina D na circulação por pelo menos 3 meses, e até por 6 anos&#8221;, contou Michael Holick, principal autor do estudo.</p>
<p>De acordo com Holick e demais coautores do trabalho, ingerir cogumelos é uma estratégia eficiente para melhorar as taxas de vitamina D no organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS BENEFÍCIOS À SAÚDE QUE A VITAMINA D TRAZ</strong></p>
<p>A vitamina D é crucial para a saúde dos ossos e força muscular; quantidades adequadas do nutriente ajudam o corpo a manter a densidade óssea, reduzindo assim os riscos de fraturas, osteomalacia, artrite e osteoporose. Esta vitamina também possui um papel importante na modulação do sistema imune, auxiliando-o a combater infecções, como a gripe, e diminuindo os riscos de surgir doenças mais sérias, como o câncer, doenças cardiovasculares, depressão e o diabetes.</p>
<p>Que tal aproveitar esta ótima notícia e preparar algumas receitas deliciosas com cogumelos? Acompanhe as nossas dicas abaixo!</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li><a href="http://www.diabeticool.com/frango-ao-estilo-frances-com-molho-de-cogumelos/"><strong>Frango ao Estilo Francês com Molho de Cogumelos</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/omelete-provencal-para-diabeticos/"><strong>Omelete Provençal</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/hamburguer-de-carne-moida-recheado-para-diabeticos/"><strong>Hambúrguer de Carne Moída Recheado</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/fritada-com-alcachofras-para-diabeticos/"><strong>Fritada com Alcachofras</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/sanduiche-quente-de-presunto-queijo-e-cogumelos-para-diabeticos/"><strong>Sanduíche Quente de Presunto, Queijo e Cogumelos</strong></a></li>
</ul>
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		<title>A incrível experiência cubana com o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 17:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas estudam os efeitos de crises econômicas no diabetes e na saúde geral da ilha, chegando a conclusões impressionantes. Um grupo de cientistas espanhóis, cubanos e norte-americanos publicou um novo estudo na revista British Medical Journal no qual conclui que, se a população de uma país perder apenas alguns poucos quilos, os ganhos na saúde &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas estudam os efeitos de crises econômicas no diabetes e na saúde geral da ilha, chegando a conclusões impressionantes.</em></p>
<p><span id="more-4364"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4365" alt="rua de cuba diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/rua-de-cuba-diabetes.jpg" width="819" height="371" /></p>
<p>Um grupo de cientistas espanhóis, cubanos e norte-americanos publicou um novo estudo na revista <em>British Medical Journal</em> no qual conclui que, se a população de uma país perder apenas alguns poucos quilos, os ganhos na saúde de toda a nação podem ser <strong>imensos</strong>. De acordo com o estudo, é possível reduzir o número de mortes decorrentes de complicações do diabetes<strong> pela metade</strong> e diminuir em um terço a morte por problemas cardiovasculares registrados em um país caso haja uma perda média de 5kg por pessoa, ao longo de um período de cinco anos.</p>
<p>As conclusões vieram de uma análise inédita e bastante curiosa, cuja história merece ser contada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A RELAÇÃO ENTRE A ECONOMIA DE CUBA E O DIABETES</strong></p>
<p>Após as revoluções políticas dos anos 1950, a ilha de <strong>Cuba</strong>, no Caribe, nunca apresentou uma economia pujante, sempre dependendo de auxílio externo a fim de fechar as contas em dia. Antigamente, a grande fornecedora de dinheiro e bens de consumo para Cuba era a sua parceira União Soviética. Porém, com o fim do estado soviético no início dos anos de 1990, esta ajuda internacional cessou. Cuba, então, passou por uma das maiores <a title="Diabéticos enfrentam a grande crise econômica" href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-enfrentam-a-grande-crise-economica/">crises econômicas</a> de sua história.</p>
<p>Esta crise econômica atingiu o pico entre os anos de 1991 e 1995. A ilha comandada pelos irmãos Castro passou por tantas penúrias sem a ajuda externa que <strong>a falta de comida e de combustível</strong> era regra. Por isso, boa parte da população perdeu muito peso durante estes anos.</p>
<p style="text-align: left;">O grupo multinacional de cientistas aproveitou os dados deste período histórico para conduzir um experimento natural. Eles analisaram os índices de mortalidade por diabetes, doenças cardíacas e câncer, além de estudarem as taxas de <a title="Benefícios da Vitamina D para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">diabetes tipo 2 </a>na população, durante os anos de 1980 a 2010.</p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>CRISE ECONÔMICA = FOME = MENOS DIABETES</strong></p>
<p>As conclusões do estudo mostram um padrão facilmente correlacionável com a economia de Cuba. Durante os piores anos da crise econômica &#8211; isto é, a primeira parte da década de 1990 -, <strong>a incidência de diabetes caiu</strong>, assim como o peso médio da população, que ficou 5.5kg mais magra.</p>
<p>Em 1996, cinco anos depois do início do período &#8220;magro&#8221; de Cuba, o número de mortes decorrentes do diabetes diminuiu drasticamente, da mesma maneira que aconteceu com a quantidade de mortes por <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> (as quais possuem uma relação bem compreendida com o diabetes).</p>
<p>Em outras palavras, os pesquisadores conseguiram correlacionar a perda de peso da população no geral com melhoras em vários indicadores de saúde, incluindo o número de diabéticos no país. O que aconteceu, então, com estes índices quando a economia voltou a melhorar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEM CRISE = COMILANÇA = MAIS DIABETES?</strong></p>
<p>Quando a economia voltou a melhorar, no final dos anos 90, todas as boas notícias na área da saúde acabaram. A tendência de queda no número de mortes por diabetes e doenças cardiovasculares parou. De fato, a taxa de mortalidade por diabetes voltou rapidamente ao patamar pré-crise econômica, e subiu mais 49% durante os anos de 2002 a 2010. Uma explicação apresentada é que, com maior disponibilidade de comida e de combustível, as pessoas passaram a ingerir mais calorias e a praticar menos atividades físicas, o que levou a mais casos de diabetes, doenças no coração e derrames.</p>
<p>A conclusão final tirada pelos cientistas é que o &#8220;experimento cubano&#8221;, como eles denominaram este estudo, mostra os potenciais benefícios de se reverter a tendência global de aumento no número de pessoas obesas e acima do peso. Se todos ficassem um pouquinho mais magros, os custos de saúde no mundo inteiro poderiam cair drasticamente, ao mesmo tempo em que a qualidade de vida da população aumentaria sobremaneira.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-incrivel-experiencia-cubana-com-o-diabetes/">A incrível experiência cubana com o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Bebês primogênitos e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2013 19:31:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Wayne Cutfield]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curiosa pesquisa mostra que primogênitos têm menor sensibilidade à insulina que seus irmãos mais novos, o que pode levar a maiores chances de diabetes. O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Eles analisaram os níveis de lipídeos e de hormônios no jejum, o peso, a altura e a composição &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Curiosa pesquisa mostra que primogênitos têm menor sensibilidade à insulina que seus irmãos mais novos, o que pode levar a maiores chances de diabetes.</em></p>
<p><span id="more-3455"></span></p>
<p>O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Eles analisaram os níveis de lipídeos e de hormônios no jejum, o peso, a altura e a composição corpórea de 85 crianças saudáveis, dentre uma faixa etária de 4 a 11 anos. Os pequenos foram estudados, segundo os cientistas, porque já se sabe que hábitos na <a title="Expectativa de vida de jovens com diabetes é 80% maior do que há 40 anos" href="http://www.diabeticool.com/expectativa-de-vida-de-jovens-com-diabetes-e-80-maior-do-que-ha-40-anos/">adolescência</a> e na vida adulta podem levar ao diabetes; mas e quando se é criança?</p>
<p>Os dados recolhidos das crianças apontaram um indício curioso. Das 85, trinta e duas eram o primeiro filho de um casal. Neste grupo de primogênitos, <strong>a sensibilidade à insulina mostrou-se 21% menor do que o normal</strong>. Ademais, a pressão sangüínea estava maior (4 mmHg) do que o padrão.</p>
<p>A sensibilidade reduzida à insulina (também conhecida como &#8220;<a title="Dormir pouco pode aumentar o risco de diabetes na adolescência" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes-na-adolescencia/"><strong>resistência à insulina</strong></a>&#8220;), como foi observada no estudo, é um dos fatores de risco para o <a title="Como a insulina interage com o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/como-a-insulina-interage-com-o-nosso-corpo/">diabetes tipo 2</a>. Ela significa que o corpo não está utilizando a insulina da melhor maneira possível a fim de diminuir as taxas de açúcar no sangue. Sabe-se que uma sensibilidade baixa pode favorecer o aparecimento de problemas cardíacos e de pressão (hipertensão), além de obesidade.</p>
<p>Um dos autores do trabalho, Wayne Cutfield, disse que &#8220;Apesar da ordem do nascimento, sozinha, não ser um indicador de doenças metabólicas ou <a title="O Impacto Positivo do Chá Preto no Diabetes Tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/o-impacto-positivo-do-cha-preto-no-diabetes-tipo-2/">cardiovasculares</a> no futuro, ser o primogênito de uma família pode contribuir para o aumento dos riscos gerais de uma pessoa.&#8221; Ele afirmou ainda que mais estudos devem ser feitos para determinar como os fatores de risco observados podem se traduzir em problemas de saúde, como por exemplo o diabetes, nos adultos.</p>
<p>Esta é a primeira vez na história da Ciência que verifica-se uma piora na sensibilidade à insulina em primogênitos. O trabalho será publicado no mês que vem no periódico científico <a title="Baixas taxas de vitamina D em crianças são relacionadas a diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/baixas-taxas-de-vitamina-d-em-criancas-sao-relacionadas-a-diabetes-tipo-2/"><em>Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A complicação mais grave do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2013 11:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[doença renal]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Society of Nephrology]]></category>
		<category><![CDATA[Maryam Afkarian]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Pyridorin]]></category>
		<category><![CDATA[rim]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Washington]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina B6]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe qual é a complicação do diabetes que mais riscos traz à vida? Cientistas se surpreendem ao descobrir a resposta. A importância de cuidar da glicemia com enorme atenção e carinho ganhou um argumento favorável a mais esta semana. Cientistas da Universidade de Washington publicaram um trabalho que pode mudar radicalmente a maneira como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabe qual é a complicação do diabetes que mais riscos traz à vida? Cientistas se surpreendem ao descobrir a resposta.</em></p>
<p><span id="more-3057"></span></p>
<p>A importância de cuidar da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/"><strong>glicemia</strong> </a>com enorme atenção e carinho ganhou um argumento favorável a mais esta semana. Cientistas da Universidade de Washington publicaram um trabalho que pode mudar radicalmente a maneira como o tratamento a longo prazo do diabetes é feito. Os pesquisadores estimaram a influência direta de problemas renais, comuns a quem tem diabetes, na mortalidade dos pacientes. <strong>Os números impressionam</strong> &#8211; e os cientistas querem persuadir a comunidade médica de que é fundamental rever a maneira como a prevenção de doenças nos rins é conduzida.</p>
<p>A pesquisa, publicada no periódico <i>Journal of the American Society of Nephrology</i>, estuda os índices de mortalidade de mais de 15 mil adultos dos EUA, ao longo dos últimos dez anos. Os pesquisadores, liderados pela doutora <strong>Maryam Afkarian</strong>, cruzaram os dados de prevalência de diabetes e<a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/"> problemas renais</a> neste grupo. A idéia era responder a uma questão: <strong>o quanto as doenças nos rins influenciam o falecimento dos pacientes</strong>?</p>
<p>Já se sabia, devido a evidências do dia-a-dia de profissionais da saúde de todo o mundo, que, no geral, quem tem diabetes possui uma expectativa de vida um pouquinho menor do que a população não-diabética, e que a tendência a desenvolver problemas renais é maior. Haveria algum <em>link</em> entre os dois fatores?</p>
<p>Os cientistas descobriram que sim. Os resultados finais da pesquisa indicam que, ao longo deste período estudado de 10 anos,</p>
<ul>
<li>a taxa de mortalidade em pacientes <strong>não</strong>-diabéticos e <strong>sem</strong> doenças renais foi de 7.7%;</li>
<li>a taxa entre pessoas <strong>com</strong> diabetes, mas <strong>sem</strong> doenças renais foi de 11.5%;</li>
<li>e a mortalidade de diabéticos <strong>com</strong> problemas renais chegou a 31.1%.</li>
</ul>
<p>Notícias alarmantes? Nem tanto. Vale lembrar que, infelizmente, boa parte de quem tem diabetes não cuida adequadamente da saúde. Nestes casos, todos os <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sintomas-de-diabetes/">perigosos efeitos nocivos</a> da doença aparecem com força total. É bem possível que boa parte dos pacientes que foram listados no terceiro dos grupos acima se adequasse a esta descrição. Todavia, a doutora Afkarian pede cautela.</p>
<figure id="attachment_3059" aria-describedby="caption-attachment-3059" style="width: 120px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-3059" alt="Maryam Afkarian diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Maryam-Afkarian-diabetes.jpg" width="120" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-3059" class="wp-caption-text">A drta. Maryam Afkarian.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Pessoas com diabetes tipo 2 têm vários outros fatores de risco para <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> e mortalidade, então nós esperávamos que as doenças renais explicassem apenas parte, e não a maioria, das taxas elevadas de mortalidade associadas ao diabetes tipo 2. Para a nossa surpresa, nós descobrimos que mesmo nos pacientes medicamente complexos com diabetes tipo 2, doenças renais são indicadores muito fortes de morte prematura&#8221;, afirmou a cientista.</p>
<p>Já que os problemas nos rins parecem ser o principal motivo da morte prematura de quem tem diabetes, o que fazer para evitar as altas taxas de mortalidade, prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida dos diabéticos?</p>
<p>Explica Maryam: &#8220;&#8221;Em primeiro lugar, dentre as pessoas com<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"> diabetes tipo 2</a>, o subgrupo que possui também doenças renais apresentam os maiores riscos de mortalidade; portanto, focar modificações intensivas nos fatores de risco neste subgrupo provavelmente resultará no maior impacto na mortalidade geral de pessoas com diabetes. Em segundo lugar, prevenir doenças renais pode ser uma maneira poderosa de reduzir a mortalidade entre os diabéticos&#8221;.</p>
<p>Como boa notícia, a própria revista <i>Journal of the American Society of Nephrology</i> publicou, ano retrasado, um artigo no qual relatava que  o remédio <strong>Pyridorin</strong>, um derivado da vitamina B6, pode ser utilizado na prevenção de doenças renais em estágios iniciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diabetes pelo mundo: China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 05:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Barry Popkin]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[má alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pré-diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Carolina do Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que faz um país com mais de 1 bilhão de habitantes quando os índices de diabetes e obesidade nas crianças dispara? O gigante econômico asiático corre o risco de ver sua economia sofrer para cuidar de uma população cada vez maior &#8211; tanto em número de habitantes quanto em tamanho da cintura. Segundo ampla &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O que faz um país com mais de 1 bilhão de habitantes quando os índices de diabetes e <em>obesidade </em>nas crianças dispara?</em></p>
<p><span id="more-3007"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-3008" alt="bandeira china diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/bandeira-china-diabetes.jpg" width="512" height="397" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/bandeira-china-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/bandeira-china-diabetes-310x240.jpg 310w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p>O gigante econômico asiático corre o risco de ver sua economia sofrer para cuidar de uma população cada vez maior &#8211; tanto em número de habitantes quanto em tamanho da cintura. Segundo ampla pesquisa realizada na <strong>China</strong>, as taxas de obesidade, diabetes e <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">problemas cardiovasculares</a> em crianças e adolescentes é altíssima, o que pode significar problemas inéditos para o serviço público de saúde.</p>
<p>Apesar de possuir a segunda maior economia do mundo, gerando mais de 8 trilhões de dólares anuais, a China sempre foi um país majoritariamente pobre. Dados de 2008 mostram que 30% da população sobrevivia com menos de <strong>um quinto de um salário mínimo brasileiro por mês</strong>. Nas últimas décadas, porém, o rápido crescimento econômico &#8211; de cerca de 10% do PIB por ano &#8211; fez com que muitos chineses pudessem desfrutar de um estilo de vida melhor. Milhões de pessoas saíram da linha de pobreza e passaram a consumir mais alimentos e adotar hábitos de vida comuns no Ocidente. As mudanças nos padrões sociais no país trouxeram consigo condições preocupantes bastante comuns a nós: a obesidade e o <a title="Como era gostoso babar na poltrona, na frente da TV, comendo batata frita…" href="http://www.diabeticool.com/como-era-gostoso-babar-na-poltrona-na-frente-da-tv-comendo-batata-frita/">sedentarismo</a>.</p>
<p>E, junto com eles, é claro, toda a gama de doenças correlacionadas, entre elas o <strong>diabetes</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma enorme pesquisa &#8211; sob todos os aspectos</strong></p>
<p>Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, dão as dimensões exatas do problema chinês. Eles acompanham há vinte anos os dados de saúde de 29 mil pessoas, espalhadas por 300 comunidades chinesas. A cada dois anos, os cientistas atualizam os dados sobre mudanças de peso, hábitos alimentares e níveis de atividade física dos pacientes.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-3009" alt="crianca gordinha china diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/crianca-gordinha-china-diabetes.jpg" width="304" height="171" />As últimas conclusões do grupo, publicadas no mais importante e aclamado periódico científico sobre a obesidade, chamado <em>Obesity Reviews</em>, mostram um aumento acelerado no número de crianças e jovens em risco de problemas cardiovasculares. Segundo o levantamento, <strong>a China possui 1,7 milhão de crianças entre 7 e 18 anos com diabetes e mais 28 milhões <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabéticas</a></strong> &#8211; para se ter uma idéia comparativa, este é um número equivalente a toda a população da região sul do Brasil.</p>
<p>&#8220;Além disso, mais de 35% das crianças menores de 18 anos têm níveis elevados de, pelo menos, um fator de risco cardiometabólico&#8221;, afirma o professor Barry Popkin, responsável pelo estudo.</p>
<p>Estes dados indicam que as taxas de diabetes e de problemas cardiovasculares são <strong>quatro vezes maiores na China do que nos EUA</strong> &#8211; um país visto, há muito tempo, como sendo um mau exemplo de hábitos alimentares.</p>
<p>Os pesquisadores norte-americanos relatam que os motivos desta piora na saúde chinesa são, justamente, o aumento do sobrepeso e da <a title="A explosão do diabetes infantil" href="http://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">obesidade</a>, aliados à falta de atividades físicas e demais hábitos saudáveis. Segundo eles, caso nada seja feito para alterar este quadro, estes jovens logo representarão um enorme fardo à saúde do país, uma vez que as chances de se tornarem adultos doentes é grande.</p>
<p>Um fator interessante do estudo é o de que os cientistas perceberam que os maus índices de saúde apareceram tanto nas comunidades rurais quanto nas urbanas. Ou seja, alimentar-se de maneira errada e não praticar exercícios físicos são hábitos universais para boa parte da população da China. O que o gigante totalitário irá fazer para controlar o problema é algo a ser observado de perto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: white; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/sul-asiaticos-se-empanturram-e-quem-explode-e-o-diabetes/">Sul asiáticos se empanturram e quem explode é o diabetes</a> &#8211; 13.07.2012<br />
<em>Refeições à la EUA alimentam crescimento das taxas de diabetes no sudeste asiático.</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Moscas diabéticas ajudam os humanos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/moscas-diabeticas-ajudam-os-humanos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2013 18:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[arritmia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[Drosophila melanogaster]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Medicina Mount Sinai]]></category>
		<category><![CDATA[fibrose]]></category>
		<category><![CDATA[frutose]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[hexosamina]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisas Médicas Sanford-Burnham]]></category>
		<category><![CDATA[mosca-da-fruta]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Rolf Bodmer]]></category>
		<category><![CDATA[Ross Cagan]]></category>
		<category><![CDATA[sacarose]]></category>
		<category><![CDATA[Sanford-Burnham]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moscas-da-fruta com diabetes ajudam cientistas a descobrir a ligação entre glicemia alta e problemas no coração. A novidade pode gerar novos tratamentos para doenças cardíacas humanas. Moscas-da-fruta podem ter fornecido uma valiosa contribuição à saúde humana, em especial à dos diabéticos. É o que acreditam cientistas do Instituto de Pesquisas Médicas Sanford-Burnham e da Escola &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Moscas-da-fruta com diabetes ajudam cientistas a descobrir a ligação entre glicemia alta e problemas no coração. A novidade pode gerar novos tratamentos para doenças cardíacas humanas.</em></p>
<p><span id="more-2808"></span></p>
<p>Moscas-da-fruta podem ter fornecido uma valiosa contribuição à saúde humana, em especial à dos diabéticos. É o que acreditam cientistas do Instituto de Pesquisas Médicas Sanford-Burnham e da Escola de Medicina Mount Sinai, nos EUA. Em um experimento sem precedentes, eles utilizaram moscas diabéticas a fim de entender como as altas taxas de açúcar no sangue aumentam os riscos de doenças cardíacas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Moscas diabéticas? Como isto é possível?</strong></p>
<p>As moscas-da-fruta, cujo nome científico é <i>Drosophila melanogaster</i>, são velhas companheiras dos geneticistas. Estes insetos são utilizados há décadas como modelos de estudo de doenças humanas, uma vez que boa parte do seu funcionamento bioquímico é bastante similar ao nosso. Além disso, elas apresentam ciclo de vida rápido, são fáceis de cuidar e possuem características celulares que facilitam os estudos de seus genes. Para quem não identificou os animaizinhos pelo nome, as moscas-da-fruta são aquelas moscas bem pequenas (mesmo!) que costumam rodear frutas maduras &#8211; e parecem ter uma predileção especial pelas bananas!</p>
<p>A fim de tornar uma mosca-da-fruta diabética, não foi preciso engenharia genética avançada. Elas simplesmente foram criadas sendo alimentadas com alimentos ricos em açúcares. Em pouco tempo, os pesquisadores observaram que as moscas apresentavam sintomas muito similares ao do <a title="Update nos remédios para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/">diabetes tipo 2</a> humano, como glicemia alta e defeitos no funcionamento da <a title="Como a insulina interage com o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/como-a-insulina-interage-com-o-nosso-corpo/">insulina</a>. O coração das moscas, do mesmo modo, passou a funcionar de maneira anômala e não mais batia como antigamente: a função cardíaca deteriorou com o tempo e surgiram fibrose e arritmias, sintomas também relacionados ao diabetes.</p>
 <em>Drosophila melanogaster</em>, mais conhecida como mosca-da-fruta.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Descobrindo a relação entre diabetes e problemas no coração das moscas</strong></p>
<p>Nesta altura das pesquisas, os cientistas já tinham uma coleção de moscas com diabetes e que apresentavam sintomas de doenças cardíacas iguais aos dos humanos. Faltava elucidar a principal questão: qual a relação entre muito açúcar no sangue e a função cardíaca?</p>
<p>A alimentação das moscas foi feita com um açúcar chamado de <strong>sacarose</strong>, muito comum também na dieta humana. Ele é composto por uma molécula de <a title="Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?" href="http://www.diabeticool.com/qual-destes-acucares-diminui-a-fome-e-ajuda-e-emagrecer/">frutose </a>e uma da famosa <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a>. Por isto, os pesquisadores estudaram as vias de sinalização molecular nas quais a sacarose está envolvida. Isto é, se o diabetes afeta o coração, e foi a sacarose que provocou o diabetes, qual o &#8220;caminho&#8221; interno que relaciona a sacarose aos problemas cardíacos?</p>
<p>A resposta parece estar em uma via bioquímica chamada de <strong>via da hexosamina</strong>. Ela normalmente possui relevância pequena no processamento de açúcares dentro das células, mas parece ser muito importante quando as taxas de açúcar encontram-se altas.</p>
<p>A fim de validar esta idéia, os cientistas aumentaram artificialmente &#8211; ou seja, sem utilizar as moscas diabéticas &#8211; o processamento de açúcar através da via da hexosamina, e os resultados foram, de novo, danos ao coração. A boa notícia é que, ao <strong>bloquearem</strong> esta via molecular, os pesquisadores <strong>preveniram</strong>, de fato, boa parte dos problemas cardíacos, como as arritmias.</p>
<figure id="attachment_2810" aria-describedby="caption-attachment-2810" style="width: 564px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-2810 " alt="Imagem da pesquisa. À esquerda, vasos cardíacos de moscas normais, com pouca fibrose (em rosa). Já na direita, a fibrose domina o vaso de uma mosca alimentada com dieta rica em sacarose. Crédito: Sanford-Burnham Medical Research Institute." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/pesquisa-drosophila-diabetes.jpg" width="564" height="226" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/pesquisa-drosophila-diabetes.jpg 564w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/pesquisa-drosophila-diabetes-415x166.jpg 415w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /><figcaption id="caption-attachment-2810" class="wp-caption-text">Imagem da pesquisa. À esquerda, vasos cardíacos de moscas normais, mostrando pouca fibrose (em rosa). Já na direita, a fibrose domina o vaso de uma mosca alimentada com dieta rica em sacarose. Crédito: Sanford-Burnham Medical Research Institute.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como esta pesquisa pode ajudar os humanos?</strong></p>
<p>Com a palavra, os pesquisadores: &#8220;É notável que nós podemos, agora, utilizar moscas-da-fruta como uma ferramenta de descoberta, auxiliando-nos na elucidação de mecanismos moleculares básicos. E as descobertas não se restringem apenas a diversos tipos de doenças cardíacas. Podemos agora estudar as influências destes mecanismos moleculares na dieta, o que nos ajuda a entender o que acontece nos corações humanos&#8221;, disse Rolf Bodmer, Ph.D e principal autor do estudo.</p>
<p>Ross Cagan, outro Ph.D e autor do trabalho, complementa: &#8220;Danos ao coração induzidos pela dieta são um dos problemas de saúde mais sérios da nossa sociedade. Nossas moscas agora nos dão as ferramentas para explorar a influência da alimentação com muito açúcar, além de novas maneiras para identificar tratamentos no contexto do corpo inteiro.&#8221;</p>
<p>Em outras palavras, o estudo do funcionamento interno das moscas permitiu aos cientistas encontrar moléculas altamente relacionadas ao diabetes e aos <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">problemas cardíacos</a>, moléculas estas que podem, agora, servir de alvo para novos tratamentos e terapias para os seres humanos. Vistas desta forma, pensaremos duas vezes antes de ficarmos bravos com as mosquinhas rodeando as bananas na fruteira!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/moscas-diabeticas-ajudam-os-humanos/">Moscas diabéticas ajudam os humanos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O estímulo que faltava para mudar de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 09:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mulher de mais de 100kg recebe a notícia de que tem diabetes. O diagnóstico a faz revolucionar seu dia a dia, com resultados muito melhores do que o esperado. &#8220;Eu nunca acreditei que chegaria um dia em que eu sentisse amor por mim mesma, de verdade, sentisse amor pelo meu corpo, sentisse amor pela &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma mulher de mais de 100kg recebe a notícia de que tem diabetes. O diagnóstico a faz revolucionar seu dia a dia, com resultados muito melhores do que o esperado.</em></p>
<p><span id="more-2783"></span></p>
<p>&#8220;Eu nunca acreditei que chegaria um dia em que eu sentisse amor por mim mesma, de verdade, sentisse amor pelo meu corpo, sentisse amor pela minha vida do jeito que ela está&#8221;. Este dia, felizmente, chegou à <span>Lori Yates, a autora da frase. Tamanha alegria em sua vida tem tudo a ver, por mais estranho que possa parecer, com o diagnóstico de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> que recebeu em 2009. A história desta mulher é um exemplo de determinação, coragem e resiliência para todos que lutam com a doença &#8211; e também com a balança.</span></p>
<figure id="attachment_2788" aria-describedby="caption-attachment-2788" style="width: 614px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2788" alt="A transformação que se deu no corpo de Lauri em apenas um ano é notável." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/transformacao-Lori-Yates-diabetes.jpg" width="614" height="448" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/transformacao-Lori-Yates-diabetes.jpg 614w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/transformacao-Lori-Yates-diabetes-329x240.jpg 329w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /><figcaption id="caption-attachment-2788" class="wp-caption-text">A transformação que se deu no corpo de Lauri em apenas um ano é notável.</figcaption></figure>
<p>Em 2009, apenas quatro anos atrás, Lori era uma norte-americana que carregava abusivos 140kg em seu pouco 1,60m de altura. O cardápio <strong>diário </strong>de Lori faz qualquer coração saudável pular em desespero só de lê-lo: pizzas, cookies, batatas fritas e pelo menos dois litros de refrigerante. Todos os dias. Alimentos saudáveis e nutritivos estavam fora de questão e da despensa da srta. Yates.</p>
<p>&#8220;Eu trabalhava em serviços altamente estressantes, em áreas isoladas. Era mais fácil consumir alimentos do que me levantar e praticar exercícios. Eu sabia que estava ficando gorda, mas, de verdade, não tinha idéia do quão fora de controle minha alimentação havia se tornado&#8221;, relembra Lori.</p>
<p>Se em 2009 sua situação &#8211; e silhueta &#8211; era lastimável, em 2012 Lori Yates já havia se transformado em uma nova mulher. O 1,60m se manteve &#8211; mas foi apenas a altura que não mudou. Hoje, Lori pesa cerca de 72kg, se alimenta bem, está muito mais saudável e virou uma maníaca por exercícios físicos. A causa desta mudança toda? <strong>O diabetes</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O diagnóstico de uma doença pode ser uma boa notícia?</strong></p>
<p>Há quatro anos, Lori percebeu que sua vida não rumava um caminho bom e esperançoso. Pensamentos suicidas cruzavam sua cabeça rotineiramente. Ela estava <a title="Para nossa alegria: remédio para diabetes diminui também a depressão" href="http://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/">depressiva </a>e constantemente triste. Tudo era difícil de fazer: andar pelas ruas cansava-a rapidamente, ela sempre perdia o fôlego e tinha dolorosas cãimbras. Até mesmo descer do carro era um tormento, já que era comum ficar &#8220;entalada&#8221; nos veículos. Lori, então, decidiu ir ao médico.</p>
<p>Após exames de rotina, o doutor deu o diagnóstico que iria mudar sua vida para sempre: Lori tinha diabetes tipo 2. Se não se cuidasse logo, o médico advertiu, ela certamente teria problemas vasculares e sofreria enfartos e <a title="Os efeitos sexuais do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-efeitos-sexuais-do-diabetes/">derrames</a>. Diferente de muitas pessoas, que poderiam encarar tais notícias com desespero e auto-comiseração, Lori decidiu dar um basta aos fatores que a tornavam tão infeliz e doente. Ela iria mudar sua história &#8211; e a promessa, é bom dizer, não ficou apenas nas palavras.</p>
<figure id="attachment_2790" aria-describedby="caption-attachment-2790" style="width: 634px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2790" alt="Lori e sua personal trainer, uma ex-obesa que foi fundamental na transformação da americana." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Lori-Yates-personal-trainer-diabetes.jpg" width="634" height="365" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Lori-Yates-personal-trainer-diabetes.jpg 634w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Lori-Yates-personal-trainer-diabetes-415x240.jpg 415w" sizes="(max-width: 634px) 100vw, 634px" /><figcaption id="caption-attachment-2790" class="wp-caption-text">Lori e sua personal trainer, uma ex-obesa que foi fundamental na transformação da americana.</figcaption></figure>
<p>Lori matriculou-se em uma academia perto de sua casa na mesma semana. Logo estava praticando exercícios físicos três vezes por semana, durante horas. A dedicação foi tamanha que ela recebeu um prêmio, dado pela própria academia, por seu esforço incomum. Esforço este que mostrou resultados rápidos: em um ano, Lori já havia perdido mais de 50kg. Segundo ela, foram de enorme importância neste processo o monitoramento contínuo de sua alimentação, as fotos que ela própria tirava de seu corpo (um estímulo para continuar melhorando sempre) e os conselhos da personal trainer, que também já havia sido obesa. Todos estes itens, vale lembrar, concordam com o que está na lista do professor Mark Trenell com as dez melhores dicas para combater o diabetes [<a href="http://www.diabeticool.com/as-10-melhores-dicas-para-tratar-o-diabetes/">relembre quais são estas dicas neste link</a>].</p>
<p>A perda de peso trouxe consigo uma melhora incrível na auto-estima de Lori Yates, relacionada também à melhor saúde e disposição no dia a dia. Ao perceber que seus esforços estavam dando certo, Lori passou a encarar a vida de uma nova e empolgante maneira. &#8220;Agora, eu posso fazer qualquer coisa que eu decida, na minha mente, fazer. Em 2011, eu decidi que iria participar de 12 competições esportivas e atingi este objetivo. Em 2012, eu decidi que iria participar de 14 competições esportivas, e fiz isso. Minha vida é cheia de energia. Eu sou fisicamente forte e saudável&#8221;, conta Lori, orgulhosa.</p>
<p>E haja energia para encarar todos os desafios físicos dos quais Lori participa! A hoje saudável americana compete em eventos de <a title="Aqui só pedalam diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/aqui-so-pedalam-diabeticos/">ciclismo</a>, levantamento de peso olímpico, Crossfit, maratonas e meia-maratonas, corridas em escadas e na lama. E acha tudo isto uma delícia, definido-se como uma &#8220;fanática por fitness&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que fazer quando nem tudo são flores</strong></p>
<p>Lori admite que seu percurso de pessoa doente e pouco atraente para a mulher saudável e cheia de vitalidade de hoje não foi fácil. Ao longo destes quatro anos, ocorreram muitas recaídas. Elas nunca foram motivo, porém, de desistência &#8211; e eis o segredo do sucesso de Lori. Cada vez que sentia vontades incontroláveis de comer ou de deixar os exercícios físicos de lado, a guerreira Yates focava suas atenções no controle alimentar, tirava ainda mais fotos de si mesma e voltava à ativa, com a ajuda da personal. &#8220;Eu inventei um lema pessoal: Não Voltar Atrás. Ele me ajudou a continuar evoluindo&#8221;, revela.</p>
<figure id="attachment_2791" aria-describedby="caption-attachment-2791" style="width: 634px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2791" alt="Hoje, Lori é uma mulher ativa, saudável, amante dos esportes e muito bonita." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Lori-Yates-academia-diabetes.jpg" width="634" height="363" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Lori-Yates-academia-diabetes.jpg 634w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/Lori-Yates-academia-diabetes-415x238.jpg 415w" sizes="(max-width: 634px) 100vw, 634px" /><figcaption id="caption-attachment-2791" class="wp-caption-text">Hoje, Lori é uma mulher ativa, saudável, amante dos esportes e muito bonita.</figcaption></figure>
<p>As lições que Lori Yates aprendeu durante sua jornada da saúde são importantes para qualquer pessoa. &#8220;Eu aprendi que balanças não significam nada e, fora as vezes que as uso para saber a quantas ando, eu me mantenho longe delas. Para monitorar como estou me saindo, eu uso o caimento de minhas roupas, meus níveis de energia, humor e de sono.&#8221; &#8220;Minha depressão não chega nem perto da intensidade que tinha antes. Minha auto-estima e confiança são fortes e minha vontade de me manter saudável é inquebrável.&#8221; &#8211; uma história certamente bem diferente de poucos anos atrás. E que termina &#8211; para possível espanto de seu médico! &#8211; com um final saudável e feliz: além de todas as vantagens que a perda de peso e do sedentarismo trouxeram à ela,<strong> Lori ainda por cima não é mais diabética</strong>. <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">Os sintomas da doença desapareceram</a> assim que ela começou a perder peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Update nos remédios para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 10:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como andam os medicamentos milagrosos anunciados ano passado e quais são as novidades no mercado dos remédios contra o diabetes? Albiglutide, a promessa cumprida Em julho de 2012, o Diabeticool informou que a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) preparava-se para pedir a autorização do governo americano para a comercialização de seu novo remédio de combate ao diabetes, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como andam os medicamentos milagrosos anunciados ano passado e quais são as novidades no mercado dos remédios contra o diabetes?</em></p>
<p><span id="more-2771"></span></p>
<p><strong>Albiglutide, a promessa cumprida</strong></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/albiglutide-novo-remedio-contra-diabetes-a-caminho/">Em julho de 2012</a>, o <strong>Diabeticool</strong> informou que a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) preparava-se para pedir a autorização do governo americano para a comercialização de seu novo remédio de combate ao diabetes, chamado de <a title="Resultados encorajadores em remédios experimentais" href="http://www.diabeticool.com/resultados-encorajadores-em-remedios-experimentais/">albiglutide</a>. De fato, o pedido foi realizado ontem. Espera-se que em pouco tempo a droga esteja nas prateleira das farmácias dos EUA e que chegue ainda este ano nos demais países, incluindo o Brasil.</p>
<p>O albiglutide é a aposta da GSK para entrar no mercado de medicamentos do tipo GLP-1, já saturado com concorrentes de peso como o <strong>Victoza</strong> da Novo Nordisk, o <a title="Novo medicamento prestes a ser lançado" href="http://www.diabeticool.com/novo-medicamento-prestes-a-ser-lancado/"><strong>Byetta</strong> </a>da Eli Lilly e o <a title="Nova droga contra Diabetes tipo 2 é injetada semanalmente" href="http://www.diabeticool.com/nova-droga-contra-diabetes-tipo-2-e-injetada-semanalmente/"><strong>Bydureon</strong></a>, da empresa farmacêutica Bristol-Myers Squibb. Analistas acreditam que o albiglutide terá dificuldades em consolidar as vendas e prevêem retornos modestos pelos próximos 5 anos. Ainda assim, a GSK investe na novidade como parte de um projeto de renovação de seu portfólio de medicamentos. Os diabéticos, é claro, agradecem a sempre bem-vinda concorrência, que costuma diminuir os preços dos remédios em competição.</p>
 E ainda mais remédios estão a caminho!
<p>De acordo com a nossa matéria do ano passado, &#8220;os últimos testes clínicos mostraram maior eficiência do novo remédio [albiglutide] em comparação com as pílulas Januvia, da Merck &amp; Co’s, além de notarem que ele não produziu sinais de riscos cardiovasculares elevados.&#8221; Se, por um lado, a novidade da GSK para os diabéticos não apresenta riscos para o coração, por outro um novo remédio que a Johnson &amp; Johnson também pretende ver aprovado pode não ser assim tão benéfico. As autoridades de saúde do governo americano têm ressalvas quanto aos seus possíveis efeitos colaterais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FDA invoca com o Invokana &#8211; e com razão<br />
</strong></p>
<p>A inovação da Johnson &amp; Johnson para quem está com diabetes é uma droga chamada de <em>canagliflozina</em> e que chegará às farmácias com o nome comercial de <strong>Invokana</strong>. Ela fará parte de um novo grupo de medicamente contra o diabetes, o dos inibidores de SGLT2. Apesar do nome inescrutável, vale a pena saber como eles funcionam. O Invokana será capaz de diminuir a glicemia em diabéticos fazendo com que o açúcar extra no sangue seja eliminado através da urina. Quando o sangue passa pelos rins, 90% da glicose contida nele é reabsorvida. Este mecanismo só é possível devido a uma proteína conhecida como SGLT2. Quando ela é inativada &#8211; como ocorre no caso do Invokana -, a glicose não é reabsorvida e é eliminada do corpo pela urina.</p>
<p>Em teoria, o funcionamento do Invokana é perfeito. Na prática, porém, problemas apareceram logo nos primeiros dias de testes com cobaias humanas. O painel da FDA (a &#8220;ANVISA&#8221; dos EUA) que julgou se o Invokana poderia ou não ser comercializado ficou dividido. Dos quinze juízes, dez votaram a favor da liberação do medicamento. Os outros cinco apresentaram sérias dúvidas quanto a possíveis efeitos colaterais severos nos usuários.</p>
<p>Durante os primeiros 30 dias de testes clínicos do Invokana envolvendo pacientes com alto risco de desenvolverem <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a>, 13 pessoas tiveram, de fato, algum problema cardiovascular de alta gravidade. No grupo controle, apenas uma pessoa teve problemas de saúde. Todavia, nos dias posteriores, a situação se normalizou e nenhuma diferença foi observada entre os pacientes dos dois grupos.</p>
 Os rins são o alvo da ação do novo remédio para diabetes da Johnson &amp; Johnson.
<p>Problemas cardiovasculares não foram os únicos a atormentar quem fez os testes clínicos com o Invokana. Foram medidos níveis maiores do &#8220;colesterol ruim&#8221; (LDL) nestes pacientes após o tratamento com o novo remédio. E mais: as evidências científicas indicam que pessoas com problemas renais não devem ingerir a droga, que abusa um pouco da funcionalidade do órgão.</p>
<p>Apesar destes poréns, analistas acreditam que o Invokana será, sim, aprovado pela FDA, o que deve acontecer no final de março deste ano. De acordo com eles, o inovador medicamento para diabetes pode gerar lucros de até dois bilhões de dólares anuais à Johnson &amp; Johnson.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/">Update nos remédios para diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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