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	<title>artrite | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Remédio para artrite melhora saúde de diabéticos tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2014 20:05:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utilizado para diminuir inflamação nas articulações de quem tem artrite mostra-se efetivo no controle também do diabetes. Um curioso estudo mostrou que um remédio para tratar a artrite pode ajudar a cuidar também de quem tem diabetes tipo 1. O trabalho foi feito por pesquisadores do famoso Centro Joslin de Diabetes, em Boston, Estados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento utilizado para diminuir inflamação nas articulações de quem tem artrite mostra-se efetivo no controle também do diabetes.</em><span id="more-7594"></span></p>
<p>Um curioso estudo mostrou que um remédio para tratar a artrite pode ajudar a cuidar também de quem tem diabetes tipo 1.</p>
<p>O trabalho foi feito por pesquisadores do famoso Centro Joslin de Diabetes, em Boston, Estados Unidos, com cerca de 100 voluntários recém-diagnosticados com o diabetes tipo 1.</p>
<p>Os voluntários foram divididos em dois grupos. Um deles recebeu tratamento à base de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a>, o habitual para quem é diagnosticado com diabetes tipo 1. Já o outro grupo, além da insulina, tomou também o medicamento <strong>Orencia</strong>. O Orencia, cujo princípio ativo é a molécula <strong>abatacepte</strong>, é utilizado no controle da progressão da <strong>artrite reumatoide</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE MOTIVO OS CIENTISTAS DERAM ORENCIA PARA DIABÉTICOS?</strong></p>
<p>A idéia dos pesquisadores de administrar um remédio contra a artrite para cuidar dos diabéticos tem fundamento (e é fácil de entender!), apesar de aparentemente não haver relação nenhuma entre as duas doenças!</p>
<p>Uma das conseqüências da artrite é a <a title="Proteína de tecido adiposo ativa inflamação que causa diabetes" href="http://www.diabeticool.com/proteina-de-tecido-adiposo-ativa-inflamacao-que-causa-diabetes/">inflamação</a> na região das juntas. Esta inflamação é mediada por um grupo de células do nosso corpo chamadas de “<strong>células T</strong>”.</p>
<p>São justamente as células T que, no caso dos diabéticos tipo 1, atacam as células que produzem insulina do pâncreas.</p>
<p>Sendo que o Orencia funciona através da inibição das células T, os pesquisadores tinham esperanças de que o remédio anti-artrite poderia ajudar, também, a diminuir os danos causados no pâncreas de quem está com diabetes tipo 1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E FUNCIONOU?</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-7596" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/orencia-diabetes.jpg" alt="orencia diabetes" width="245" height="131" />Aparentemente, funcionou, sim. Apesar dos níveis de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> nos dois grupos, após um ano de acompanhamento da saúde, ficarem praticamente iguais (só um pouquinho menores do grupo medicado), foi notado que <strong>quem tomou o Orencia manteve uma produção de insulina bem maior ao longo do tempo</strong>, especialmente após as refeições.</p>
<p>Ou seja, parece que o remédio contra artrite tem a capacidade de “segurar” a progressão do diabetes tipo 1.</p>
<p>O grupo de pesquisas informou que continuará a estudar o papel do Orencia no controle do diabetes, desta vez mais a fundo e com mais voluntários.</p>
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		<title>Pesquisa revela os efeitos colaterais mais comuns em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 18:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descobriu-se que há grandes diferenças entre os efeitos que o diabetes tipo 1 e o tipo 2 causam no corpo. Acompanhe na matéria. Um levantamento feito no maior fórum para diabéticos da internet jogou luz sobre um lado sombrio da doença: os efeitos secundários que a doença causa no organismo. Segundo o estudo, 20% dos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descobriu-se que há grandes diferenças entre os efeitos que o diabetes tipo 1 e o tipo 2 causam no corpo. Acompanhe na matéria.</em><span id="more-5614"></span></p>
<p>Um levantamento feito no maior fórum para diabéticos da internet jogou luz sobre um lado sombrio da doença: os <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">efeitos secundários</a> que a doença causa no organismo.</p>
<p>Segundo o estudo, 20% dos diabéticos sofrem de <a title="Antidepressivos podem dar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/antidepressivos-podem-dar-diabetes/">depressão</a>, mesma porcentagem daqueles que disseram ter artrite. A retinopatia diabética foi apontada por 13% dos participantes. 1 a cada 10 diabéticos tem problemas de ansiedade, de acordo com o levantamento.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/dieta-mediterranea-faz-bem-tambem-para-a-cabeca/">Dieta Mediterrânea faz bem também para a cabeça</a>: Estudo mostra que a popular dieta pode prevenir doenças cognitivas, inclusive em quem está com diabetes&#8221;</strong></p>
 A artrite foi um dos efeitos colaterais mais lembrados na pesquisa.
<p>Dentre os sintomas mencionados acima, a depressão chama a atenção, tanto pelo porcentual alto de prevalência quanto pelo fato de que quem tem diabetes e também depressão costuma cuidar muito mal da saúde. A <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">glicemia</a> destas pessoas normalmente não é bem controlada, o que pode agravar tanto o diabetes quanto seus efeitos colaterais.</p>
<p>A grande maioria das pessoas que responderam ao questionário (67%) disse estar com diabetes tipo 2. Dentre este grupo, os efeitos colaterais que mais foram mencionados são: artrite, doenças cardíacas e pressão sangüínea elevada (em 26%, 14% e 54% dos entrevistados, respectivamente).</p>
<p>Os <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a> salientaram neuropatia, <a title="Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlada-aumenta-o-risco-de-problemas-nos-olhos-e-pes/">retinopatia</a> e artrite como os efeitos secundários mais presentes. Interessante notar que o grupo mostrou taxas de depressão ligeiramente superiores em relação aos diabéticos tipo 2, porém os índices de pressão sangüínea alta foram 20% menores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cogumelos: o método natural para obter mais vitamina D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 22:08:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo comprova que ingerir cogumelos aumenta os níveis de vitamina D tão bem quanto tomar suplementos alimentares; nutriente pode prevenir o diabetes. Nos últimos tempos, os diversos benefícios à saúde que a vitamina D proporciona têm sido alvo de inúmeras reportagens em toda a mídia. Aqui no Diabeticool, já mencionamos que crianças com baixas taxas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo comprova que ingerir cogumelos aumenta os níveis de vitamina D tão bem quanto tomar suplementos alimentares; nutriente pode prevenir o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4499"></span></p>
<p>Nos últimos tempos, os diversos benefícios à saúde que a vitamina D proporciona têm sido alvo de inúmeras reportagens em toda a mídia. Aqui no <strong>Diabeticool</strong>, já mencionamos que <a href="http://www.diabeticool.com/baixas-taxas-de-vitamina-d-em-criancas-sao-relacionadas-a-diabetes-tipo-2/">crianças com baixas taxas desta vitamina têm mais chances de desenvolver o diabetes tipo 2</a>, e também que <a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">a vitamina D pode ser uma grande parceira dos diabéticos</a>, ajudando a controlar a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>Quando vemos este tipo de matéria, muitas vezes pensamos que será necessário tomar suplementos alimentares repletos de <strong>vitamina D</strong> para que tenhamos os mesmos efeitos positivos na saúde, não é mesmo? Uma pesquisa anunciada <strong>hoje</strong> mostra que as coisas não precisam ser assim. Há um alimento natural &#8211; e delicioso! &#8211; que garante a curto e longo prazo tanta vitamina D quanto os suplementos vendidos no mercado: o <strong>cogumelo</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DESCOBERTA CIENTÍFICA</strong></p>
<p>A descoberta foi feita por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos EUA, durante o encontro anual da Sociedade Americana de Bioquímica e Microbiologia. Eles comprovaram que ingerir cogumelos capazes de produzir um tipo de vitamina D chamado de D2 (todas as espécies comestíveis produzem a vitamina D2) equivale a tomar pílulas de suplemento alimentar contendo vitamina D concentrada. &#8220;Estes resultados confirmam outros estudos que demonstraram que ingerir vitamina D2, seja na forma de suco de laranja fortificado, suplemento alimentar ou formulação farmacêutica, é capaz de aumentar a concentração total de vitamina D na circulação por pelo menos 3 meses, e até por 6 anos&#8221;, contou Michael Holick, principal autor do estudo.</p>
<p>De acordo com Holick e demais coautores do trabalho, ingerir cogumelos é uma estratégia eficiente para melhorar as taxas de vitamina D no organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS BENEFÍCIOS À SAÚDE QUE A VITAMINA D TRAZ</strong></p>
<p>A vitamina D é crucial para a saúde dos ossos e força muscular; quantidades adequadas do nutriente ajudam o corpo a manter a densidade óssea, reduzindo assim os riscos de fraturas, osteomalacia, artrite e osteoporose. Esta vitamina também possui um papel importante na modulação do sistema imune, auxiliando-o a combater infecções, como a gripe, e diminuindo os riscos de surgir doenças mais sérias, como o câncer, doenças cardiovasculares, depressão e o diabetes.</p>
<p>Que tal aproveitar esta ótima notícia e preparar algumas receitas deliciosas com cogumelos? Acompanhe as nossas dicas abaixo!</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li><a href="http://www.diabeticool.com/frango-ao-estilo-frances-com-molho-de-cogumelos/"><strong>Frango ao Estilo Francês com Molho de Cogumelos</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/omelete-provencal-para-diabeticos/"><strong>Omelete Provençal</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/hamburguer-de-carne-moida-recheado-para-diabeticos/"><strong>Hambúrguer de Carne Moída Recheado</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/fritada-com-alcachofras-para-diabeticos/"><strong>Fritada com Alcachofras</strong></a></li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/sanduiche-quente-de-presunto-queijo-e-cogumelos-para-diabeticos/"><strong>Sanduíche Quente de Presunto, Queijo e Cogumelos</strong></a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia bariátrica controla diabetes em paciente com sobrepeso</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-controla-diabetes-em-paciente-com-sobrepeso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2013 17:36:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos diabéticos não se adequa aos critérios para fazer cirurgias bariátricas. O que acontece quando ela é feita mesmo assim?   A cirurgia bariátrica &#8211; popularmente conhecida como &#8220;cirurgia de redução do estômago&#8221; &#8211; é uma técnica reconhecida para o tratamento do diabetes tipo 2 em pessoas acima do peso. Alguns estudos apontam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A maioria dos diabéticos não se adequa aos critérios para fazer cirurgias bariátricas. O que acontece quando ela é feita mesmo assim?</em></p>
<p><span id="more-3349"></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/"><strong>cirurgia bariátrica</strong></a> &#8211; popularmente conhecida como &#8220;cirurgia de redução do estômago&#8221; &#8211; é uma técnica reconhecida para o tratamento do diabetes tipo 2 em pessoas acima do peso. Alguns estudos apontam que os índices de <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">remissão</a> do diabetes após as cirurgias podem chegar a 80% dos casos. Apesar de ser uma alternativa terapêutica viável para o diabetes, há uma grande contradição que envolve a doença e a técnica cirúrgica: <strong>a grande maioria de quem tem diabetes não pode fazer a operação</strong>.</p>
<p>Isto acontece porque os médicos seguem alguns princípios antes de realizar uma cirurgia complexa como a bariátrica. O Conselho Federal de Medicina autoriza, hoje, a cirurgia apenas para pacientes que tenham IMC acima de 40, ou então que possuam IMC entre 35 e 40, mas que apresentem comorbidades comprovadas, como diabetes tipo 2, <a title="Diabetes, pressão alta e doenças cardíacas da geração boomers" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pressao-alta-e-doencas-cardiacas-da-geracao-boomers/">hipertensão arterial</a>, doença coronariana e artrites. Além disso, o paciente deve ter passado dois anos tentando, sem sucesso, diminuir o peso através de outras técnicas.</p>
<p>Vale lembrar: o <a title="O pneuzinho diabético" href="http://www.diabeticool.com/o-pneuzinho-diabetico/"><strong>IMC</strong></a>, ou índice de massa corporal, é um número calculado dividindo-se o peso, em quilogramas, pelo quadrado da altura, em metros. [<a href="http://www.calculoimc.com.br/">Clique aqui para calcular seu IMC online</a>]. Um IMC de 35 equivale, portanto, a uma pessoa de 1,60m e que tenha 90kg.</p>
<p>O problema é que, tanto no Brasil quanto no restante do mundo, a grande maioria das pessoas que têm diabetes possuem IMC menor que 35. Elas são consideradas, normalmente, &#8220;acima do peso&#8221; ou com &#8220;obesidade leve&#8221;. Assim, estas pessoas não estão habilitadas a fazer a cirurgia bariátrica, e pouco se sabia sobre os efeitos do procedimento cirúrgico neste grande grupo de diabéticos.</p>
<p>A história mudou este mês, devido a uma pesquisa brasileira. Conforme noticia o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>,</p>
<p><span style="color: #808080;">&#8220;Uma técnica experimental de cirurgia bariátrica, que consiste na inserção de um tubo flexível e impermeável no interior do intestino do paciente, foi capaz de promover o controle da diabete tipo 2 em voluntários com obesidade leve ou sobrepeso. A conclusão é de um estudo do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, publicado neste mês na revista científica <em>The Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism</em>.&#8221;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como funciona a técnica</strong></p>
<p>A estratégia utilizada pelos médicos do Hospital Oswaldo Cruz consistiu em inserir um tubo de 60cm de comprimento, impermeável, logo no início do intestino. Esta inserção é feita por via endoscópica, ou seja, pela boca, o que significa que não são feitos cortes no paciente. A região inicial do intestino é um dos locais que mais absorvem nutrientes no nosso trato digestivo. Quando o tubo é inserido ali, por ser impermeável, ele bloqueia boa parte desta absorção, favorecendo o emagrecimento. De acordo com o Estadão, &#8220;<span style="color: #808080;">O cirurgião Ricardo Cohen, um dos autores da pesquisa, explica que o dispositivo é feito para ficar no corpo do paciente por um ano. No caso dos participantes do estudo, 40% mantiveram a medicação reduzida mesmo depois da retirada do aparelho.</span>&#8221;</p>
<p>Os resultados foram animadores. Em 75% dos pacientes (12 pessoas), o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> foi controlado após um ano da inserção do tubo.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #808080;">Ao final do experimento, o IMC médio dos pacientes havia caído 3,6 pontos. O nível médio de glicemia de jejum caiu de 207 para 155 mg/dL. Outros indicadores, como triglicérides e colesterol, também apresentaram melhora. Depois de 12 meses &#8211; período no qual foi reduzida a quantidade de remédios para controle da diabete -, o dispositivo foi retirado dos pacientes.</span>&#8220;, afirma a matéria.</p>
<p>Os autores do estudo entendem estes resultados como indício de que o desvio da comida do contato com a porção inicial do intestino gera efeitos benéficos no controle metabólico. Isto pode servir de argumento para que a técnica seja indicada para pacientes diabéticos com IMC menor do que 35 e que não conseguem diminuir as medidas através de outros procedimentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-3360" alt="cirurgia bariatrica diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cirurgia-bariatrica-diabetes.jpg" width="560" height="424" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cirurgia-bariatrica-diabetes.jpg 1000w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cirurgia-bariatrica-diabetes-317x240.jpg 317w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><strong>Histórias de quem passou pela técnica experimental</strong></p>
<p>Pacientes foram entrevistados pela reportagem do Estadão. Eis suas opiniões sobre a nova técnica:</p>
<p><span style="color: #808080;">O médico Luiz Carlos Barbirato, de 56 anos, foi um dos voluntários do estudo. &#8220;Tive uma evolução boa. Era hipertenso e diabético. Em três meses, o remédio para hipertensão diminuiu pela metade. Em seis meses, o remédio para a diabete também foi reduzido para a metade. Em um ano, a glicemia quase tinha voltado ao normal&#8221;, diz.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Com o dispositivo, Barbirato, que pesava 112 quilos, perdeu 18. &#8220;Depois que tirei o aparelho, aumentei um pouco o peso. Estou com 4 quilos a mais, mas isso está se mantendo.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Outro voluntário, o eletricista Manoel Messias, de 46 anos, conta que os efeitos positivos do procedimento persistiram por um ano após a retirada do dispositivo. &#8220;Perdi a vontade de comer doces e frituras. Então, como me adaptei a uma outra alimentação, ficou melhor para mim e a diabete caiu bastante.&#8221;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cirurgia-bariatrica-em-teste-controla-diabete-em-paciente-com-sobrepeso-,994899,0.htm">Leia aqui a matéria do Estadão, de 09.02.2013.</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-controla-diabetes-em-paciente-com-sobrepeso/">Cirurgia bariátrica controla diabetes em paciente com sobrepeso</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Prevenindo o diabetes&#8230;com vermes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 18:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova frente de pesquisa utiliza parasitas de porcos no combate ao diabetes tipo 1 humano. Entenda a Ciência por trás da impressionante e polêmica idéia! Imagine que seu médico lhe receite, como tratamento para o diabetes, beber um copo de um líquido transparente, sem cheiros estranhos ou gosto diferente. À primeira vista, é um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma nova frente de pesquisa utiliza parasitas de porcos no combate ao diabetes tipo 1 humano. Entenda a Ciência por trás da impressionante e polêmica idéia!</em></p>
<p><span id="more-2520"></span></p>
<p>Imagine que seu médico lhe receite, como tratamento para o diabetes, beber um copo de um líquido transparente, sem cheiros estranhos ou gosto diferente. À primeira vista, é um copo de água comum. Todavia, o doutor avisa que, misturado ao líquido, há <strong>centenas de ovos de um verme intestinal</strong>. Uma vez ingeridos, eles se desenvolverão dentro do seu intestino, dando origem a centenas de parasitas como os da foto abaixo. E isto, ele garante, ajudará a aplacar os efeitos do diabetes no corpo. Você encararia o desafio?</p>
<p>É exatamente este tipo de tratamento que um laboratório norte-americano começará a testar no início de 2013. De acordo com os pesquisadores, há fortes evidências de que os bichinhos podem realmente ajudar a combater o diabetes.</p>
 Placa com centenas de parasitas retirados de um porco – são seres iguaizinhos a estes que serão utilizados no experimento.
<p><strong>A Ciência por trás da idéia</strong></p>
<p>Qual seria a maluca relação entre ingerir ovos de vermes e curar o diabetes? A idéia tem tudo a ver com a chamada &#8220;<strong>hipótese da higiene</strong>&#8220;. Vamos ver do que ela se trata.</p>
<p>Há bastante tempo se percebeu uma tendência curiosa no mundo da medicina ao se analisar dados históricos de prevalência de certas doenças. De um lado, cada vez mais somos capazes de curar enfermidades, como <a title="Pode a gripe causar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gripe-causa-diabetes/">infecções </a>e viroses, e como conseqüência as pessoas vivem mais e melhor. Por outro lado, as taxas de incidência de <a title="Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/"><strong>doenças autoimunes</strong></a> &#8211; aquelas causadas pelo próprio sistema imune &#8220;em pane&#8221;, que ataca células do próprio corpo &#8211; só aumentam. Como explicar esta maior tendência do sistema de defesa do corpo de entrar em colapso sendo que podemos cuidar melhor dele, desde a nossa infância? Alguns cientistas acreditam que é justamente esse cuidado obsessivo em curar rapidamente qualquer doença ou infecção que acaba gerando problemas no futuro. Segundo eles, vivemos em um mundo &#8220;higiênico&#8221; demais. Com isso, desde que nascemos, evitamos entrar em contato com muitos patógenos não-perigosos que naturalmente ajudam a estimular o sistema imune. Conforme crescemos com este sistema de defesa &#8220;mal treinado&#8221;, as chances de ele entrar em colapso &#8211; causando assim as doenças autoimunes &#8211; tendem a aumentar.</p>
<p>Em vista da &#8220;hipótese da higiene&#8221;, há cientistas que acreditam que boa parte das doenças autoimunes pode ser prevenida &#8211; ou até mesmo combatida &#8211; se &#8220;reensinarmos&#8221; o sistema de defesa do corpo a atacar os elementos verdadeiramente nocivos à saúde. A questão, então, é: como reeducar o sistema imune? Como ensiná-lo a proteger o organismo, sem colocar a saúde do paciente em risco durante o processo? É aí que entram os ovinhos de parasitas.</p>
 O nematódeo Trichuris suis ao microscópio.
<p><strong>Conheça os pequenos vermes <em>Trichuris suis</em></strong></p>
<p>Só há um jeito de fazer o nosso sistema de defesa aprender a defender o organismo: <strong>colocando-o numa briga e fazendo-o ganhar experiência</strong>. Se isto não acontece naturalmente &#8211; como defende a &#8220;hipótese da higiene&#8221; -, então é possível &#8220;simular&#8221; um ataque ao corpo.</p>
<p>Quando o paciente ingerir o líquido com os ovos, em pouco tempo terá dentro de si centenas de seres estranhos ao organismo. Os vermes, da espécie <em>Trichuris suis</em>, serão rapidamente reconhecidos pelo sistema imune, que passará a combatê-los. A grande idéia dos cientistas é que, com isso, ele deixará de atacar tecidos do próprio corpo &#8211; que é o que acontece nas doenças autoimunes &#8211; e se concentrará em eliminar os invasores. <strong>Desta forma, a doença autoimune deixará de progredir, dando chance, inclusive, para que o corpo se regenere</strong>. Conforme afirmou Karin Hehenberger, uma das líderes desta inovadora frente de pesquisa, a idéia &#8220;é resetar o sistema imune &#8211; ao invés dele atacar a si próprio, ele atacará bactérias, vírus, seres vivos &#8211; enfim, os verdadeiros patógenos.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Outra excelente sacada dos pesquisadores é utilizar no projeto os vermes <em>Trichuris suis</em>. Eles são parasitas altamente específicos de porcos. Isto significa que estes vermes só conseguem chegar à fase adulta, se reproduzir e gerar mais ovos se estiverem dentro de suínos. No homem, os ovos ingeridos vão eclodir e pequenos parasitas habitarão o intestino. Mas eles nunca crescerão o suficiente para se reproduzir. Além disso, por serem específicos dos porcos, os <em>Trichuris suis</em> não causam doenças no homem. Outra vantagem: eles são naturalmente eliminados do organismo em cerca de duas semanas. Karin afirmou que o tratamento é &#8220;o remédio perfeito&#8221;, pois faz efeito durante estas 2 semanas e depois some completamente. Um último ponto positivo: estes vermes não são transmissíveis por contato, então é bem difícil alguém que estiver em tratamento contaminar o resto da casa.</p>
 Karin Hehenberger, uma das líderes do inovador projeto de pesquisa com parasitas.
<p><strong>Fechando o link entre os vermes e o diabetes</strong></p>
<p>Utilizar <em>Trichuris suis</em> no tratamento de doenças autoimunes não é exatamente uma novidade. Pesquisas assim já existem há pelo menos um ano. O primeiro alvo dos estudos foi a doença de Crohn, um mal intestinal. Os resultados foram bastante positivos, e com isso abriu-se espaço para o estudo de novas doenças. O laboratório <strong>Coronado Biosciences</strong>, onde Karin é vice-presidente executiva e chefe médica, mantém linhas de pesquisa sobre o uso de <em>Trichuris suis</em> no tratamento de <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">esclerose múltipla</a>, artrite, doença de Crohn e, agora, diabetes.</p>
<p>É importante lembrar que o diabetes tipo 1 é uma doença autoimune. Ela ocorre quando o sistema de defesa ataca o próprio corpo &#8211; mais especificamente, quando ele ataca as célula do pâncreas que produzem a insulina. Com isto, a produção do hormônio diminui, o organismo não consegue utilizar adequadamente o açúcar na corrente sangüínea e tem-se, então, o diabetes.</p>
<p>A empresa aposta alto no tratamento de diabéticos. No início de 2013 começam três frentes de pesquisa, duas delas focadas na prevenção da doença. Uma delas utilizará a técnica com os parasitas em crianças e jovens. A idéia é que, por serem mais novos, estes pacientes terão um sistema imune mais &#8220;plástico&#8221; e será mais fácil reeducá-lo. A outra frente trabalhará com jovens adultos e adultos que acabaram de ser diagnosticados com a condição. A hipótese, neste caso, é que o tratamento poderá impedir uma maior destruição do pâncreas pelo sistema imune, diminuindo a necessidade do uso de insulina no futuro.</p>
<p>Se esta inovadora e polêmica idéia dará resultados positivos ainda é um mistério. Muita gente gabaritada aposta alto que sim. Karin Hehenberger é uma delas. Além da trabalhar para a Coronado Biosciences, ela própria é diabética tipo 1 e já sofreu bastante com a doença (o que inclui o transplante de um rim e de pâncreas). Segundo Karin, testes prévios realizados em camundongos conseguiram, de fato, prevenir o diabetes através dos <em>Trichuris</em>. Talvez não seja a sensação mais agradável do mundo saber que centenas de vermes estão habitando o seu intestino. Mas, se eles ajudarem a combater o diabetes, com certeza serão bem-vindos!</p>
 Quem diria que eles poderiam ajudar &#8211; mesmo indiretamente! &#8211; na cura do diabetes?
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		<title>O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 01:29:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco. Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com células-tronco.Vale lembrar que as células-tronco são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco.</em></p>
<p><span id="more-1665"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/shinya-yamanaka-diabetes/"></span></p>
<p>Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">células-tronco</a>.Vale lembrar que as células-tronco são componentes do nosso corpo com altíssima capacidade de duplicação e que podem se transformar, através dos estímulos corretos, em diferentes tipos celulares. Desde que foram descobertas, estas células são vistas como potenciais curas para diversas doenças, entre elas o diabetes.</p>
<p>Como é de praxe com o Nobel, as pesquisas dos dois cientistas são bastante antigas &#8211; e, como venceram o prêmio, significa que houve tempo suficiente para a comunidade científica julgá-las como adequadas e merecedoras da honraria. O trabalho de Gurdon, realizado na década de 1960, mostrou que o DNA de células já diferenciadas de sapos poderiam ser utilizadas para gerar novos girinos. Já Yamanaka, em 2006, foi capaz de &#8220;reverter&#8221; uma célula diferenciada de volta em uma célula-tronco, com capacidade para se transformar em outros tipos de célula madura.</p>
<p>Ninguém melhor do que estes cientistas, portanto, para dar um conselho sobre células-tronco a pacientes de todo o mundo.</p>
<p><strong>O conselho de Yamanaka</strong></p>
<p>Devido a sua alta capacidade de transformação em diversos tipos celulares, as células-tronco estão sendo pesquisadas há décadas com o intuito de regenerar tecidos lesionados por algumas doenças. Como exemplo, em teoria, cientistas poderiam programar células-tronco para se transformarem em <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/" target="_blank" rel="noopener">células pancreáticas saudáveis</a>, as quais seriam implantadas em diabéticos tipo 1 (que possuem defeitos justamente nestas células). Todavia, os pesquisadores ainda são bastante cautelosos quanto às terapias com estas células, devido à complexidade que é se trabalhar com elas. Isto não impede que diversos &#8220;centros de saúde&#8221; em todo o mundo propagandeiem que já oferecem tratamentos para as mais variadas doenças &#8211; como diabetes, esclerose múltipla, <a title="Como é que é?" href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-e/" target="_blank" rel="noopener">artrite</a>, problemas de vista, <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/" target="_blank" rel="noopener">Alzheimer</a>, Parkinson e lesões na coluna vertebral &#8211; utilizando as células-tronco, e mintam quanto aos supostos resultados milagrosos. Além de não serem comprovados pela ciência, tais tratamentos podem provocar sérios riscos à saúde dos pacientes &#8211; sem contar o vazio na conta de banco, uma vez que costumam ser bem caros. O vencedor do Nobel Shinya Yamanaka alerta:</p>
<p>&#8220;Este tipo de prática é um problema enorme, é uma ameaça. Muitas das chamadas terapias com células-tronco estão sendo conduzidas sem nenhum dado usando animais, com checagens pré-clínicas de segurança&#8221;.(&#8230;) Os pacientes devem entender que se não houver dados pré-clínicos sobre a eficiência e segurança do procedimento que ele ou ela esteja submetido&#8230; pode ser muito perigoso&#8221;.</p>
<p>O cientista complementa: &#8220;Espero que pacientes e pessoas leigas entendam que há dois tipos de terapias com células-tronco. Uma é a que estamos tentando estabelecer. É unicamente baseada em dados científicos. Nós temos conduzido trabalhos pré-clínicos, experimentos com animais, como ratos e macacos&#8221;.</p>
<p>Apesar das precauções, Yamanaka nota que existem, sim, pesquisas sérias em andamento que utilizam células-tronco na cura de doenças. &#8220;Há muitas pesquisas promissoras acontecendo&#8221;, garante, reiterando, porém, que é fundamental ficar atento para o que for corretamente referendado pela ciência, evitando assim cair em falsas e perigosas promessas.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.reuters.com/article/2012/10/09/us-nobel-medicine-yamanaka-idUSBRE8980E920121009"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/">O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como é que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 19:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa garante que alimentos grelhados e assados &#8211; muitas vezes vistos como mais saudáveis &#8211; podem aumentar os riscos de diabetes e de gordura corporal. &#160; Que jogue a primeira pedra quem nunca comeu o famoso franguinho grelhado quando estava de regime! Comidas grelhadas, assim como as assadas, são consideradas boas para a saúde, particularmente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa garante que alimentos grelhados e assados &#8211; muitas vezes vistos como mais saudáveis &#8211; podem aumentar os riscos de diabetes e de gordura corporal.</em></p>
<p><span id="more-1515"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/frango-grelhado-diabetes.jpg"></span> Houve um tempo em que o franguinho acima era sinônimo de saúde.
<p>&nbsp;</p>
<p>Que jogue a primeira pedra quem nunca comeu o famoso franguinho grelhado quando estava de regime! Comidas grelhadas, assim como as assadas, são consideradas boas para a saúde, particularmente porque não são besuntadas de óleo como as frituras. Mas uma nova pesquisa promete pôr em dúvida nossos conhecimentos alimentares. Segunda cientistas da <a title="A saudabilíssima dieta nojenta" href="http://www.diabeticool.com/a-saudabilissima-dieta-nojenta/">Escola de Medicina do Hospital Mount Sinai</a>, em Nova York, EUA, alimentos preparados em &#8220;calor seco&#8221;, como grelhados e assados, contêm uma substância que, além de promover o acúmulo de gordura no abdômen (pobre dieta&#8230;!), ainda aumenta os riscos de se desenvolver diabetes.</p>
<p>A substância em questão se chama <em><strong>metilglioxal</strong></em>. Cientistas alimentaram camundongos com ela e os resultados foram, inequivocamente, obesidade e diabetes. Os animaizinhos que não ingeriram o metilglioxal se saíram melhor nos testes, mantendo-se saudáveis.</p>
<h6>Explicação</h6>
<p>De acordo com os pesquisadores, substâncias como o metilglioxal diminuem a efetividade dos mecanismos de proteção do corpo humano que controlam as <strong>inflamações</strong>. Como se sabe, <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">inflamações </a>têm íntima relação com a resistência à insulina, diabetes e demais doenças crônicas, como câncer, <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">artrite </a>e doenças cardíacas. Ou seja, ingerir alimentos ricos nestas substâncias aumentaria as chances de se ter diabetes.</p>
<p>A doutora Helen Vlassara, diretora da Divisão de Diabetes Experimental e Envelhecimento no Mount Sinai, explica: &#8220;O estudo demonstra como a ingestão prolongada de substâncias comuns nas comidas humanas e aparentemente inócuas, como o metilglioxal, podem reduzir defesas e comprometer a resistência natural contra doenças metabólicas. [&#8230;] As descobertas com camundongos são também bastante empolgantes porque nos forcem novas ferramentas, não apenas para estudo, mas também para que iniciemos a adoção de medidas preventivas ao diabetes, seja pela supressão de sua formação ou pelo bloqueio a absorção das substâncias com a nossa comida&#8221;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="https://www.prbuzz.com/health-a-fitness/71069-mount-sinai.html"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sabe aquelas pesquisas científicas que ninguém acredita ou dá muita bola? Esta é uma delas. Em relação à comida, parece que cientistas nunca estão contentes em falar o que pode e o que não se pode comer. Ontem o ovo matava instantaneamente, amanhã o omelete será a panacéia humana. Chega uma hora que é difícil engolir asserções contraditórias. As pessoas pensam, e com certa razão: &#8220;Ora, se comer grelhado e assado desse diabetes, todos seríamos diabéticos!&#8221;. Pois é. É claro que a pesquisa acima exagera um pouco os efeitos do metilglioxal, administrado nos camundongos em dosagens impraticáveis na vida real. É bem sabido que algumas substâncias muito comuns, que todos nós comemos, podem resultar em doenças terríveis quando abusadas (quem come 50 pãezinhos franceses todos os dias, por exemplo, certamente terá sérios problemas de saúde devido ao exagero na ingestão de um de seus ingredientes &#8211; e disso ninguém duvida!)</strong>. <strong>No final das contas, vale a velha máxima da vovó: coma de tudo, mas com moderação.</strong></p>
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