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	<title>medicamentos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Posso tomar remédios que contêm açúcar? E meu diabetes, como fica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 13:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra o impacto que medicamentos açucarados podem ter na glicemia e a importância de cuidar bem de doenças e infecções. Em seu último texto, Ronaldo Wieselberg explicou o que são infecções e por que é comum a glicemia aumentar quando estamos doentes. A pergunta agora é: nestas horas, vale a pena tomar remédios, mesmo aqueles &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra o impacto que medicamentos açucarados podem ter na glicemia e a importância de cuidar bem de doenças e infecções.</em><span id="more-8455"></span></p>
<p><strong><a title="Como as infecções alteram nossas glicemias?" href="http://www.diabeticool.com/como-infeccoes-alteram-nossas-glicemias/"><span class="bdaia-shory-dropcap" >E</span>m seu último texto</a>, Ronaldo Wieselberg explicou o que são infecções e por que é comum a glicemia aumentar quando estamos doentes. A pergunta agora é: nestas horas, vale a pena tomar remédios, mesmo aqueles que contêm açúcar na composição? Isto não vai piorar ainda mais a glicemia? Acompanhe a resposta&#8230;</strong></p>
<p>Bem, quanto aos medicamentos que contém açúcar, não precisa se preocupar. Se pensarmos no tamanho da dose – contando um comprimido grande (cerca de 2 gramas) ou uma dose inteira de xarope (5ml) – e que ela seja inteira de açúcar, seria algo entre 2 a 5 gramas a mais de carboidrato na dieta. Isso alteraria, em média, entre 10 e 20mg/dl a glicemia, o que é tranquilamente controlável.</p>
<p>Pensando, então, que não vamos tomar o remédio a todo momento, o impacto na glicemia será bem pequeno.</p>
[pullquote]<em>Para relembrar: o cortisol é um dos hormônios hiperglicemiantes do corpo (junto com o hormônio de crescimento (GH), adrenalina e glucagon) e é o principal responsável, durante o período de infecção, por desregular a glicemia, uma vez que também aumenta a resistência das células à ação da insulina.</em> [/pullquote]
<p>Quanto aos medicamentos que influenciam a glicemia, estão os corticoides, como por exemplo a prednisona e a dexametasona. Eles são os anti-inflamatórios mais poderosos que conhecemos, e têm uma indicação bem específica como remédios. O porém é que eles agem igualzinho ao cortisol que produzimos – e que eu expliquei anteriormente – aumentando a glicemia e a resistência à insulina!</p>
<p>Portanto, os corticoides só são prescritos para quem tem diabetes mediante necessidade específica. O médico pensa nos prós e nos contras de cada prescrição antes de fazê-la, então, pode perguntar a ele quando receber esse tipo de receita.</p>
<p>Ah, e, para finalizar: qualquer medicamento deve ser prescrito APENAS pelo MÉDICO.</p>
<p>Forte abraço, e até a próxima!</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #dbe9f0;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/posso-tomar-remedios-que-contem-acucar-e-meu-diabetes-como-fica/">Posso tomar remédios que contêm açúcar? E meu diabetes, como fica?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Remédios para diabetes têm venda suspensa pela ANVISA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 00:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Wosulin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamentos da série Wosulin sofrem restrição de importação pela Agência Regulatória nacional. Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, suspende a distribuição, comercialização e o uso do lote 312785 (com validade até dezembro de 2015) do medicamento antidepressivo Cloridrato de Nortriptilina, 25mg, cápsulas, fabricado pela &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamentos da série Wosulin sofrem restrição de importação pela Agência Regulatória nacional.</em><span id="more-8383"></span></p>
<p>Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, suspende a distribuição, comercialização e o uso do lote 312785 (com validade até dezembro de 2015) do medicamento antidepressivo Cloridrato de Nortriptilina, 25mg, cápsulas, fabricado pela Eurofarma.</p>
<p>De acordo com o laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Profº Gonçalo Muniz, o resultado no ensaio de aspecto foi insatisfatório, em razão de ter sido encontrado &#8220;corpo estranho em blíster inviolado&#8221;.</p>
<p>A Anvisa determinou, ainda, que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado.</p>
<p>Outra resolução da agência determina a interdição cautelar, pelo prazo de 90 dias, do lote B13L0640 (com validade até novembro de 2016) do medicamento vermicida Mebendazol, 100 mg/5mL, suspensão oral, cuja detentora do registro é a empresa Brainfarma.</p>
<p>No laudo, novamente emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Prof° Gonçalo Moniz, o resultado mostrou que a medicação não estaria igual, com a formação de grumos e sedimentos de difícil separação após agitação dos frascos.</p>
<p>A Anvisa determinou, ainda, a suspensão da importação dos <a title="180 novos medicamentos para diabetes estão sendo testados" href="http://www.diabeticool.com/180-novos-medicamentos-para-diabetes-estao-sendo-testados/">medicamentos para diabetes</a> Wosulin N (insulina isofana), Wosulin R(insulina humana) e Wosulin 70/30 (insulina bifásica), 100 UI/ml, em todas as apresentações comerciais, fabricados a partir de 17/11/2014, pela empresa Wockhardt.</p>
<p>A normativa da Anvisa indica que foram detectadas irregularidades durante inspeção realizada entre os dias 17/11/2014 e 21/11/2014, para verificação de boas práticas de fabricação na empresa dos fármacos de diabetes.</p>
<p>O resultado foi considerado insatisfatório.</p>
[button link=&#8221;http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Anvisa_suspende_venda_antidepressivo_e_remedio_para_diabetes&amp;edt=22&amp;id=388083&#8243; size=&#8221;small&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Fonte: Olhar Direto[/button]The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-tem-venda-suspensa-pela-anvisa/">Remédios para diabetes têm venda suspensa pela ANVISA</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo garante: quem toma metformina vive mais</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/estudo-garante-quem-toma-metformina-vive-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2014 03:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Currie]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[sulfonilureias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pesquisadores da Universidade de Cardiff, na Inglaterra, resolveram estudar se havia diferenças entre as taxas de mortalidade de diabéticos usuários de metformina e de sulfonilureias, eles nunca imaginaram descobrir que um dos mais populares antidiabéticos parece ser uma espécie de “elixir da vida longa” – inclusive para quem não está com a doença. O &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer.jpg" alt="" width="261" height="245" /><span class="bdaia-shory-dropcap bdaia-shory-dropcap1" >Q</span>uando pesquisadores da Universidade de Cardiff, na Inglaterra, resolveram estudar se havia diferenças entre as taxas de mortalidade de diabéticos usuários de <strong>metformina</strong> e de <b>sulfonilureias</b>, eles nunca imaginaram descobrir que um dos mais populares antidiabéticos parece ser uma espécie de “elixir da vida longa” – inclusive para quem não está com a doença.</p>
<p>O estudo, publicado na última edição da revista científica <em>Diabetes, Obesity &amp; Metabolism</em>, analisou dados de saúde de mais de 180 mil britânicos, adquiridos de bancos de dados médicos no país. Destes, 90 mil eram diabéticos que utilizam ou metformina ou sulfonilureias para controlar a glicemia. Os outros 90 mil eram pessoas não-diabéticas, porém com aspectos físicos e de saúde (como sexo, idade, ser ou não fumante etc) muito similares ao do grupo dos diabéticos.</p>
<div style="background-color: #f9f9f9; border: 2px solid #cecece; padding: 30px;">
<p><span style="color: #00a7e1;"><em><strong>GLOSSÁRIO RÁPIDO</strong></em></span></p>
<p><strong><span style="color: #1cb0e3;">Metformina </span>– medicamento que ajuda a baixar a glicemia ao <span style="color: #373737;">diminuir a produção de glicose no fígado e aumentar a sensibilidade das células à ação da insulina.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #00a7e1;">Sulfoniluréias </span>– medicamentos que estimulam a produção de insulina pelas células-beta do pâncreas.</strong></p>
<p><strong>Saiba mais em: <a href="https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">Como Funcionam os Medicamentos para Diabetes</a>?</strong></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>OS RESULTADOS SURPREENDENTES DO ESTUDO COM A METFORMINA</strong></h2>
<p>Os autores do trabalho acreditavam que quem estava com diabetes teria uma sobrevida um pouco menor do que o grupo controle, conforme apontam diversas estudos em todo o mundo. Não foi isso que as análises estatísticas mostraram. <strong>Em média, usuários da metformina viveram cerca de 3 anos a mais do que o grupo controle, o que equivale a uma sobrevida de 15%.</strong></p>
<p>Entre os usuários de sulfonilureias, por outro lado, a expectativa de vida diminuiu.</p>
<p>“Os resultados apontam, de maneira surpreendente, que este medicamento barato e amplamente receitado [a metformina] tem efeitos benéficos não apenas para pacientes com diabetes, mas também para quem não está com a doença e, interessantemente, também para <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a>”, afirmou o dr. Craig Currie, autor do artigo e professor na Escola de Medicina da Universidade de Cardiff.</p>
<p>Segundo ele, o trabalho é um forte argumento para que a metformina se mantenha popular entre médicos na hora de receitar tratamentos para controle da glicemia a seus pacientes.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">Leia também</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">Os Segredos Revelados da Metformina</a> e <a href="http://www.diabeticool.com/combo-de-metformina-aprovado-na-europa/">&#8220;Combo&#8221; de Metformina Aprovado na Europa</a></strong></p>
<p><em><strong>Dica de leitura:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="9MBj31AZ9P"><p><a href="https://www.diabeticool.com/metformina-poderosa-tambem-contra-o-cancer-de-pancreas/">Metformina: poderosa também contra o câncer de pâncreas?</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Metformina: poderosa também contra o câncer de pâncreas?&#8221; &#8212; DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" style="position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);" src="https://www.diabeticool.com/metformina-poderosa-tambem-contra-o-cancer-de-pancreas/embed/#?secret=9MBj31AZ9P" data-secret="9MBj31AZ9P" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-garante-quem-toma-metformina-vive-mais/">Estudo garante: quem toma metformina vive mais</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Forxiga e Invokana – Evolução no tratamento do diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/forxiga-e-invokana-evolucao-no-tratamento-do-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2014 21:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Forxiga]]></category>
		<category><![CDATA[glicosúria]]></category>
		<category><![CDATA[Invokana]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[SGLT2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novidades nas prateleiras das farmácias, Invokana e Forxiga (este já à venda no Brasil) são inovações poderosas na luta pelo controle da glicemia. Dois novos medicamentos para combater o diabetes estão chegando no mercado. Desde o início de 2014, o Forxiga já está à venda no Brasil; ainda esperamos a liberação do outro medicamento, o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novidades nas prateleiras das farmácias, Invokana e Forxiga (este já à venda no Brasil) são inovações poderosas na luta pelo controle da glicemia.</em><span id="more-7778"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7780" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/forxiga-invokana-diabetes.jpg" alt="forxiga invokana diabetes" width="600" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/forxiga-invokana-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/forxiga-invokana-diabetes-415x208.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Dois novos medicamentos para combater o diabetes estão chegando no mercado. Desde o início de 2014, o <strong>Forxiga</strong> já está à venda no Brasil; ainda esperamos a liberação do outro medicamento, o <strong>Invokana</strong>. Ambos são os pioneiros de uma nova série de antidiabéticos com grandes promessas de melhorar a qualidade de vida dos usuários, devido ao poucos efeitos colaterais, à alta efetividade no controle da glicemia e aos efeitos secundários <em>benéficos</em> – como a perda de peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #f2f2f2; padding: 10px;">
<p><span style="color: #333333;"><strong>EM DETALHES<br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">O Invokana é um medicamento à base do princípio ativo “canagliflozina”, produzido pela Janssen e comercializado pela Johnson &amp; Johnson. O Forxiga (cujo princípio ativo é a dapagliflozina), é produzido e distribuído pela farmacêutica AstraZeneca.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">O Forxiga é vendido na Europa desde o final de 2012 e nos EUA desde 2013. O Invokana passou a ser vendido na metade do ano passado nos EUA e Europa. Há poucos dias, a FDA (espécie de &#8220;ANVISA&#8221; dos EUA) aprovou a criação de versões genéricas do Invokana para comercialização nos EUA, confirmando que confia na eficácia do medicamento.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Aqui no Brasil, uma caixinha de Forxiga com 30 comprimidos (para um mês de tratamento) pode ser encontrada por cerca de R$120.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A maneira como os novos medicamentos surgiram é muito interessante e vale uma pequena digressão.</p>
<p>Existe uma doença chamada <strong>glicosúria</strong>, muito comum de aparecer em vários indivíduos de uma mesma família. A glicosúria nada mais é que a eliminação de açúcares pela urina (que normalmente não contém açúcar nenhum). Quem tem glicosúria em geral é magro e tem menos chances de desenvolver <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, já que qualquer excesso de açúcar no sangue é eliminado junto com o xixi. Sabendo disto, desde os anos 1980 médicos e cientistas têm tentando “imitar”, através de medicamentos, a glicosúria. Se o problema de quem está com diabetes é ter açúcar demais no sangue, por que não mandá-lo embora junto com o xixi?</p>
<p>Após décadas de testes e experimentos, hoje a Ciência encontrou duas drogas (a “canagliflozina” e a “dapagliflozina”) com capacidade de imitar, de maneira segura e controlada, a glicosúria. Elas inibem a ação da molécula SGLT2, responsável pela reabsorção do açúcar nos rins. Desta forma, quem toma algum destes remédios consegue controlar melhor a quantidade de açúcar no sangue ao eliminar o excesso através da urina.</p>
<p>Mas como o Forxiga e o Invokana funcionam? Quais as grandes diferenças entre eles? É verdade que eles ajudam a perder peso? O <strong>Diabeticool</strong> conversou com o dr. <strong>Luciano Giacaglia</strong>, médico endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, sobre as maiores dúvidas que intrigam a comunidade diabética quanto a estes novos medicamentos. Acompanhe a seguir.</p>
 O Forxiga e o Invokana foram criados para aumentar a eliminação de açúcar através da urina.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO FUNCIONAM O INVOKANA E O FORXIGA?</strong></p>
<p>Ambos os novos medicamentos ajudam a diminuir a glicemia ao eliminar, através da urina, o excesso de açúcar no sangue (se quiser saber em maiores detalhes os mecanismos de ação do medicamento, <a href="http://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/">clique aqui</a>).</p>
<p>Quando o sangue é filtrado pelos rins, praticamente todo o açúcar volta à corrente sanguínea, sendo reabsorvido por moléculas como a SGLT2 (responsável por 90% da reabsorção). É fácil de entender que, quando voltam à circulação, os açúcares mantém a glicemia alta. Os novos medicamentos ajudam a bloquear a ação da SGLT2, consequentemente diminuindo a glicemia.</p>
<p>Tanto o Invokana quanto o Forxiga são tomados apenas 1 vez ao dia, normalmente sendo administrados em conjunto com outros antidiabéticos, como metformina ou a insulina. Médicos podem prescrevê-los para serem tomados sozinhos também, em casos menos severos da doença. Por enquanto, são comprovadamente seguros para uso apenas por diabéticos do tipo 2.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>EXISTEM DIFERENÇAS ENTRE ELES?</strong></p>
<p>Basicamente, o Forxiga e o Invokana são medicamentos iguais. As semelhanças entre os dois superam, em muito, as diferenças.</p>
<p>Todavia, o dr. Giacaglia explica que o Forxiga é um inibidor altamente específico de SGLT2, enquanto que o Invokana inibe também parte das moléculas SGLT1. Com isto, pode ser que haja alguns efeitos colaterais adicionais no caso do Invokana. Até agora, porém, nada foi definitivamente comprovado.<strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ebf5ff; padding: 10px;">
<p><span style="color: #000000;"><strong>MUITA GENTE TEM INVOCADO COM O INVOKANA</strong></span></p>
<p>Desde os primeiros testes clínicos, alguns dos efeitos colaterais do Invokana haviam se mostrado preocupantes. No início do ano passado, a FDA apontou indícios de que o medicamento poderia induzir problemas cardíacos, piora nos níveis do colesterol ruim e disfunções renais.</p>
<p>Uma ampla série de testes clínicos foram realizados e, hoje, <strong>a maior parte destes medos já foi descartada</strong>. Atualmente, sabe-se que, de fato, existem alguns efeitos colaterais pouco comuns do uso do Invokana, mas eles estão restritos a infecções urinárias e bucais.</p>
<p>Apesar das desconfianças iniciais, os novos estudos clínicos positivos resultaram num aumento do número de países que tem aprovado o uso do Invokana para pacientes diabéticos. A Inglaterra, Escócia e País de Gales entraram na lista no final do mês passado. Segundo um funcionário do governo escocês, o novo medicamento ajudará a controlar &#8220;esta epidemia mortal que é o diabetes, um dos maiores desafios que o nosso país enfrenta na área da saúde&#8221;.</p>
</div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>OS EFEITOS COLATERAIS CONHECIDOS</strong></p>
<p>Assim como o Invokana trouxe uma parcela de medo em relação a possíveis problemas cardíacos, o Forxiga também foi exaustivamente testado até que seu uso fosse considerado seguro. Quanto a estes riscos ao coração, o dr. Giacaglia explica que os novos medicamentos antidiabéticos ainda não apresentam dados sólidos que confirmem um benefício em relação à saúde do órgão. Se não há nenhum benefício comprovado, também não há malefícios óbvios apontados nos estudos.</p>
<p>Alguns dos usuários dos novos medicamentos tiveram <a title="Só para maiores! Masturbação pode prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/so-para-maiores-masturbacao-pode-prevenir-diabetes-tipo-2/">infecções urinárias</a>, causadas usualmente por fungos, que se proliferam devido ao excesso de açúcares eliminados no xixi. Giacaglia lembra que, em geral, estas infecções são “de leve intensidade, facilmente tratadas e na maioria das vezes não é necessária a suspensão da droga”. O endocrinologista ainda ressalta que quem está com diabetes (e com a glicemia alta) já tem chances maiores de adquirir infecções urinárias, e que a melhora na glicemia gerada pelos medicamentos pode, com o tempo, combater as infecções.</p>
<p>E quanto à saúde dos rins? Se o uso tanto do Forxiga quanto do Invokana resulta em “mais trabalho” para os rins, será que os órgãos não ficam comprometidos? Esta é uma pergunta válida e muito analisada na literatura médica. Nenhum dos dois medicamentos é indicado para pessoas que já tenham a função renal debilitada. Mas, para quem tem os rins saudáveis, eles não apresentam grandes riscos. O dr. Luciano explica que, se lembrarmos dos casos “naturais” de glicosúria, estas pessoas não costumam ter problemas renais graves por pausa da eliminação de açúcar na urina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É VERDADE QUE ELES AJUDAM A PERDER PESO?</strong></p>
<p>Além de baixar a glicemia, o Invokana e o Forxiga também têm a fama de ajudar a perder peso. A glicose eliminada pela urina significa, além de menos açúcar na corrente sangüínea, que há também menos calorias a serem acumuladas no organismo. Será que, então, eles são emagrecedores?</p>
<figure id="attachment_7782" aria-describedby="caption-attachment-7782" style="width: 284px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="wp-image-7782 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/dr-luciano-giacaglia-diabetes.jpg" alt="dr luciano giacaglia diabetes" width="284" height="197" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/dr-luciano-giacaglia-diabetes.jpg 392w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/dr-luciano-giacaglia-diabetes-346x240.jpg 346w" sizes="(max-width: 284px) 100vw, 284px" /><figcaption id="caption-attachment-7782" class="wp-caption-text">O endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, respondeu às maiores questões sobre os novos antidiabéticos.</figcaption></figure>
<p>Giacaglia explica que, de fato, a eliminação de açúcar pelos rins ajuda a perder peso, mas que este efeito é transitório. “Estas drogas promovem a liberação de 40-100g de glicose ao dia, e sabendo que cada grama de glicose contem 4Kcal, isto promoveria uma perda diária de 160 a 400Kcal. A perda de peso acaba sendo maior quanto maior a glicemia do indivíduo”, conta.</p>
<p>“No entanto, quando fazemos a conta a longo de vários meses de tratamento, observamos que a perda de peso é menor do que a esperada.” O motivo, segundo o médico, é que muitas pessoas acabam compensando a perda de peso com a ingestão de mais comida. “Então se pensarmos em utilizar esta medicação com o intuito de redução do peso teremos que abordar conjuntamente o controle do apetite”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM FUTURO PROMISSOR</strong></p>
<p>Vivemos em uma época repleta de evoluções e novidades positivas no tratamento do diabetes. O Invokana e o Forxiga chegam para aumentar ainda mais a qualidade de vida de quem está com a doença e são opções seguras e práticas de controle da glicemia. Os novos medicamentos são a prova de que o futuro está, felizmente, chegando bem rápido para quem acompanha o desenvolvimento médico. Controlar o diabetes nunca foi tão fácil &#8211; e a promessa é que fica <a title="Google revoluciona com lente de contato que mede a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/google-revoluciona-com-lente-de-contato-que-mede-a-glicemia/">ainda mais tranqüilo nos próximos anos</a>!<strong> </strong></p>
<p><em>Com colaboração de Ricardo Schinaider de Aguiar</em></p>
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		<title>Como funcionam os medicamentos para o diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 20:22:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer saber tudo sobre os mecanismos de ação dos principais medicamentos antidiabéticos? Então acompanhe este guia completíssimo compilado por Ronaldo Wieselberg! POR RONALDO WIESELBERG Com a aprovação da alogliptina (Nesina) para o mercado brasileiro, pela Anvisa, uma velha questão volta a despertar o interesse de quem tem diabetes: como funcionam os remédios que usamos para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quer saber tudo sobre os mecanismos de ação dos principais medicamentos antidiabéticos? Então acompanhe este guia completíssimo compilado por Ronaldo Wieselberg!</em><span id="more-7165"></span></p>
<p align="left">
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>Com a <a title="Alogliptina, novidade no controle da glicemia, chega à Europa" href="http://www.diabeticool.com/alogliptina-novidade-no-controle-da-glicemia-chega-a-europa/">aprovação da alogliptina</a> (Nesina) para o mercado brasileiro, pela Anvisa, uma velha questão volta a despertar o interesse de quem tem diabetes: <strong>como funcionam os remédios que usamos para controlar o diabetes</strong>? Será que eles são seguros mesmo?</p>
<p>Este artigo, então, vai explicar a você, caro leitor ou cara leitora, um pouquinho sobre eles.</p>
<p>Atualmente, podemos dividir os medicamentos, de maneira geral, em dois grandes grupos: o <span style="color: #003366;"><strong>grupo das insulinas</strong></span> e o <span style="color: #800000;"><strong>grupo das medicações orais</strong></span>. Os medicamentos orais são usados, quase em sua totalidade, por pessoas com diabetes tipo 2 &#8211; em alguns casos raros e específicos, sendo usados por quem tem diabetes tipo 1, como veremos adiante -, enquanto as insulinas são usadas por pessoas tanto com diabetes tipo 1 quanto diabetes tipo 2, e são a terapia indicada para as mulheres que têm diabetes gestacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>INSULINAS</strong></span></p>
<p style="text-align: center;" align="left">
<p>As insulinas são aquelas substâncias injetáveis que diminuem a glicemia. As insulinas que usamos hoje são feitas usando alta tecnologia e engenharia genética, para que seja a mais parecida possível com a insulina humana &#8211; e, em alguns casos, têm alterações estruturais da molécula para que tenham uma ação um pouco diferente.</p>
<p>Antigamente, quando a insulina foi descoberta, a insulina disponível era de boi ou de porco, o que causava reações alérgicas e resistência à ação da insulina. Você pode ver mais sobre a história da insulina clicando <strong><a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-2-de-uma-decepcao-amorosa/">aqui</a></strong> e <strong><a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">aqui</a></strong>!</p>
<p>Elas funcionam de uma maneira muito interessante. Sendo uma &#8220;cópia&#8221; quase perfeita da insulina endógena, o hormônio natural fabricado pelo pâncreas, ela vai atuar da mesma forma, basicamente sendo a &#8220;chave&#8221; para abrir a porta das células para que a glicose entre na célula.</p>
<p>A grosso modo, a insulina está na circulação sanguínea e se liga a um receptor nas células do corpo. Quando acontece essa ligação, uma molécula especial, que os cientistas chamaram de &#8220;transportador GLUT&#8221;, migra para a superfície da célula, e aí, a glicose entra por meio desse transportador.</p>
<p>O mais importante a se dizer sobre as insulinas é que <strong>elas não são as responsáveis pelas complicações</strong> e, se usadas da maneira certa, não têm efeitos colaterais.</p>
<p>Atualmente, temos cinco tipos de insulina disponíveis no mercado, e quatro deles no Brasil:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><em><strong>1. INSULINA NPH</strong></em></span></p>
 Este é um exemplo da insulina NPH disponibilizada pelo SUS.
<p>A insulina NPH é a insulina sintética à qual foi adicionada uma outra proteína e zinco para aumentar a duração durante o armazenamento e também aumentar o efeito dela no corpo. A sigla &#8220;NPH&#8221; significa &#8220;<i>Neutral Protamide Hagedorn</i>&#8220;, indicando essas adições. A insulina NPH tem início de sua ação em cerca de uma hora a uma hora e meia depois da aplicação, o pico de ação (ou seja , quando a ação dela é mais efetiva) em cerca de quatro horas, e tem duração máxima de cerca de 12 a 14 horas.</p>
<p>A insulina NPH é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, e é uma das insulinas usadas como o tratamento inicial do diabetes insulinizado &#8211; seja tipo 1 ou tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><em><strong>2. INSULINA REGULAR</strong></em></span></p>
<p>A insulina Regular é a insulina sintética que é a &#8220;cópia&#8221; da insulina endógena, por assim dizer. Ela é que tem a ação mais parecida com a insulina fabricada pelo nosso corpo dentre todos os tipos de insulinas sintéticas. Tem início de sua ação em cerca de 30 minutos após a aplicação, pico de ação em cerca de duas horas, e duração máxima de três a quatro horas.</p>
<p>A insulina regular também é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, e, juntamente com a NPH, é o tratamento inicial para quem tem diabetes e precisa de insulina. É possível, inclusive, realizar a contagem de carboidratos com a insulina regular, combinada à NPH.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><span style="color: #003366;">3. INSULINAS ULTRALENTAS</span></em></strong></p>
<p>As insulinas ultralentas são análogos de insulina &#8211; ou seja, substâncias que cumprem a mesma função da insulina &#8211; com modificações estruturais nas moléculas para que tenham uma duração aumentada. Por esse motivo, as insulinas glargina (Lantus) e detemir (Levemir) têm duração de mais de 18 horas, chegando a até 24 horas de duração. O início da ação acontece de três a quatro horas depois da aplicação e, curiosamente, por conta dessas modificações moleculares, elas praticamente não têm pico de ação &#8211; a ação delas é praticamente constante.</p>
<p>De acordo com o metabolismo de cada pessoa, a duração pode ser menor, o que faz com que algumas pessoas precisem aplicar a insulina ultralenta duas vezes ao dia. Muitas pessoas fazem uso de insulina NPH duas vezes por dia pelo mesmo motivo: a insulina é degradada &#8211; &#8220;destruída&#8221;, por assim dizer &#8211; no fígado, e aí, precisamos aplicá-la novamente.<br />
As insulinas ultralentas são usadas juntamente com as insulinas regulares e ultrarrápidas para as terapias com contagem de carboidratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><em><strong>4. INSULINAS ULTRARÁPIDAS</strong></em></span></p>
<p>Estas são as insulinas mais rápidas disponíveis no mercado. Também são análogos de insulina, porém, a molécula foi alterada de maneira a reduzir o tempo de ação, tornando a insulina mais efetiva a curto prazo. Por esse motivo, as insulinas lispro (Humalog), asparte (NovoRapid) e glulisina (Apidra) têm início de ação em 15 minutos após a aplicação, pico de ação em cerca de uma hora a uma hora e meia, e duração máxima de duas a três horas.</p>
<p>Pela ação extremamente rápida, elas são usadas para &#8220;queimar&#8221; os carboidratos ingeridos nas refeições, a glicose excessiva no sangue &#8211; principalmente em conjunto com as insulinas ultralentas e NPH para a terapia de contagem de carboidratos &#8211; e, inclusive, tratar a <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/"><b>cetoacidose diabética</b></a>, uma emergência clínica decorrente do diabetes descontrolado. Além disso, é o tipo de insulina usada nas bombas de insulina, aparelhos que administram microdoses de insulina continuamente.</p>
<figure id="attachment_7170" aria-describedby="caption-attachment-7170" style="width: 541px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7170" alt="grafico picos acao insulina diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/grafico-picos-acao-insulina-diabetes.jpg" width="541" height="264" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/grafico-picos-acao-insulina-diabetes.jpg 541w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/grafico-picos-acao-insulina-diabetes-415x203.jpg 415w" sizes="(max-width: 541px) 100vw, 541px" /><figcaption id="caption-attachment-7170" class="wp-caption-text">Gráfico ilustrando a ação dos tipos de insulina ao longo do tempo.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><span style="color: #003366;">5. INSULINA DEGLUDEC</span></em></strong></p>
<p>A insulina degludec (Tresiba) foi um lançamento da Novo Nordisk no último Congresso Mundial de Diabetes, no fim de 2013. Também é um análogo de insulina, cuja estrutura foi modificada para aumentar o tempo de duração e ainda teve zinco adicionado. Ela tem um funcionamento muito parecido com as insulinas ultralentas, porém, a grande diferença é o seu tempo de duração máxima, que pode chegar a quarenta horas, sem pico de ação.</p>
<p>A ideia é que isso flexibilizaria os horários para a aplicação de insulina durante a terapia de contagem de carboidratos, em combinação com as insulinas ultrarrápidas ou regulares. Ainda não está disponível no mercado brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>MEDICAÇÕES ORAIS</strong></span></p>
<p>As medicações orais são usadas em sua maioria por quem tem diabetes tipo 2 ou tipo MODY, que é um tipo raro de diabetes associado a causas genéticas. Em alguns casos de diabetes tipo 1 com resistência à insulina, também são associados alguns medicamentos orais, porém, os casos são bem raros, uma vez que o aumento da dose de insulina já resolveria o problema da resistência &#8211; assim, em vez de uma aplicação e um comprimido, a pessoa só tem a aplicação.<br />
Os medicamentos orais podem ser divididos nas seguintes classes: biguanidas, sulfonilureias, inibidores da dipeptil-peptidase-4 , análogos das incretinas e tiazolidinedionas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><em>1. BIGUANIDAS</em></span></strong></p>
<p>As biguanidas são os medicamentos orais mais utilizados para o controle do diabetes. O maior representante dessa classe é a metformina, <a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-4-o-seculo-xx-veio-com-tudo/">que foi descoberta no século XX</a> e hoje tem seu mecanismo de ação bem conhecido.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer.jpg" width="217" height="204" />A metformina auxilia no controle da glicemia ao diminuir a produção de glicose no fígado &#8211; um órgão que aumenta a glicemia sob a ação de diversos hormônios do corpo -, aumentar a sensibilidade das células à ação da insulina &#8211; e aqui é que ele pode ser usado em alguns casos específicos de diabetes tipo 1, que são a exceção dentre as exceções -, fazendo com que a insulina aja de maneira mais eficaz, e diminuindo a absorção de glicose no trato gastrointestinal &#8211; e esse é o motivo principal de ser tomado no horário das refeições.</p>
<p>Essa diminuição da absorção da glicose no trato digestório é o que pode causar um dos principais efeitos adversos da metformina, a diarreia. O excesso de glicose não absorvida nos intestinos faz com que aumente a quantidade de água nas fezes, que também não é absorvida, causando a diarreia &#8211; e, pela ação da flora intestinal nesse excesso de glicose, também surgem os gases, desconforto abdominal, e a imensa maioria dos efeitos adversos. Uma alimentação rica em fibras &#8211; ou seja, frutas e hortaliças &#8211; ajuda a diminuir os efeitos adversos.</p>
<p>Curiosamente, pelo mecanismo de ação da metformina, as chances de hipoglicemia são bem menores do que com qualquer outra medicação &#8211; tanto que ela é chamada de &#8220;euglicemiante&#8221;, e não de &#8220;hipoglicemiante&#8221; por algumas fontes de consulta.</p>
<p>A metformina é a primeira escolha de medicação para pacientes com diabetes tipo 2, e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>2. SULFONILUREIAS</strong></em></span></p>
<p>As sulfonilureias são medicamentos que, a grosso modo, estimulam a produção de insulina por parte das células beta do pâncreas. Como as pessoas que têm diabetes tipo 1 não conseguem produzir insulina, o efeito desses medicamentos é praticamente zero.</p>
<p>O mecanismo de ação é, primariamente, o estimulo à secreção de insulina e, secundariamente, a sensibilização dos receptores de insulina das células e diminuição da produção de glicose por parte do fígado.</p>
<p>Normalmente, eles são usados como a segunda escolha de medicação para pacientes com diabetes tipo 2. O grande problema é o uso indiscriminado, ou pior, a automedicação com as sulfonilureias &#8211; já que o paciente com diabetes tipo 2 já tem uma pré-disposição ao esgotamento das células beta, ou seja, com o passar do tempo, quem tem diabetes tipo 2 acaba deixando de produzir insulina, e vai precisar das aplicações de insulina &#8211; porque eles acabam acelerando o esgotamento da produção de insulina, de acordo com alguns estudos recentes.</p>
<p>Os medicamentos mais utilizados dentro dessa classe são a glibenclamida, glimepirida, tolbutamida e clopropamida, e podem, inclusive, ser combinados com a metformina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><em>3. INIBIDORES DA DIPEPTIL-PEPTIDASE-4 (DPP-4)</em></span></strong></p>
<p>Os inibidores da dipeptil-peptidase-4 (DPP-4) são substâncias que lidam com um conceito muito comum no corpo humano. Em geral, os hormônios do corpo são autorregulados, ou seja, a mesma célula que os secreta percebe a concentração elevada deles no sangue e para de lançar a substância no sangue, ou são regulados por outros hormônios, ou seja, uma substância faz com que a célula que secreta uma outra substância pare de lançar essa outra substância na corrente sanguínea.</p>
<p>Parece confuso, mas é algo bem fácil.</p>
<p>No caso, para explicar o mecanismo de ação desse medicamento, precisamos explicar parte da função hormonal que ocorre durante a digestão.</p>
<p>Quando temos o alimento no intestino, alguns hormônios chamados <i>incretinas</i> são lançados na corrente sanguínea. Esses hormônios vão estimular a síntese e secreção de insulina por parte das células beta do pâncreas, além de inibir a secreção de glucagon por parte das células alfa do pâncreas &#8211; bem parecido com a função das sulfonilureias, percebeu?</p>
<p>As incretinas são reguladas por uma substância chamada <i>dipeptil-peptidase-4 (DPP-4)</i>, que faz com que não haja estímulo ou inibição da insulina ou do glucagon, respectivamente &#8211; explicando de maneira simples, aperta o botão &#8220;liga-desliga&#8221; das incretinas.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg" width="222" height="296" />Bem, e aqui, entram os inibidores da DPP-4. Por inibirem a ação dessa substância, eles favorecem a ação das incretinas, que por sua vez, aumentam a secreção da insulina. Dessa forma, essa classe de medicamentos estimula a secreção de insulina de maneira indireta.</p>
<p>Por funcionarem baseados na secreção de insulina, fica claro que esses medicamentos pertencem a uma classe que não pode ser usada por pessoas com diabetes tipo 1. Os inibidores da DPP-4 disponíveis no mercado são a alogliptina (Nesina), a sitagliptina (Januvia), saxagliptina (Onglyza) e linagliptina (<strong>Trayenta</strong>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>4. ANÁLOGOS DAS INCRETINAS &#8211; OU &#8220;AGONISTAS DO GLUCAGON-LIKE PEPTÍDEO-1&#8221;</strong></em></span></p>
<p>Os nomes ficam cada vez mais estranhos, e precisamos ir cada vez mais fundo na fisiologia humana para entender esses medicamentos.</p>
<p>Como explicado anteriormente, as incretinas estimulam a síntese e secreção de insulina, além de diminuírem a secreção de glucagon. Uma das principais incretinas é chamada de <i>Glucagon-like peptídeo-1</i>, ou GLP-1. Essa incretina, além de cumprir a função de estimular a secreção da insulina, também atua diminuindo a velocidade do esvaziamento do estômago &#8211; causando uma maior sensação de saciedade, e por um tempo mais longo.</p>
<p>Assim sendo, essa classe de medicamentos atua ao &#8220;imitar&#8221; a ação do GLP-1. Alguns dos efeitos colaterais dos medicamentos são a náusea e vômitos, decorrentes do fato de o esvaziamento do estômago demorar mais.</p>
<p>Outro efeito que também pode acontecer é a perda de peso, uma vez que a pessoa sentirá menos fome pelo estômago ficar cheio por mais tempo. Isso faz com que pessoas que não precisem dos medicamentos para o controle do diabetes o utilizem para emagrecer. Essa é a chamada <i>prescrição off-label</i>, que é de inteira responsabilidade do médico que a fez.</p>
<p>Os agonistas da GLP-1 disponíveis no mercado brasileiro, atualmente, são a liraglutida (Victoza) e a exenatida (Byetta).</p>
 O Byetta é um exemplo de análogo de incretina encontrado no Brasil.
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>5. TIAZOLIDINEDIONAS</strong></em></span></p>
<p>Essa classe de medicamentos de nomes ainda mais esquisitos – e vai ficar pior! – atua ao aumentar a sensibilidade das células à ação da insulina. A ação é bem parecida com a da metformina, porém, sem os efeitos colaterais de diarreia, gases, etc.</p>
<p>O ponto negativo é que, em algumas pessoas, pode causar inchaços nos membros, dores de cabeça e ganho de peso. Hoje, temos disponível no mercado a pioglitazona e a rosiglitazona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>6. OUTROS</strong></em></span></p>
<p>Existem outros medicamentos orais para o controle do diabetes, como os amilinomiméticos, substâncias que imitam a ação do polipeptídeo pancreático, que diminui o esvaziamento do estômago, diminui a ação do glucagon e regula o apetite; inibidores da enzima alfa-glucosidade, que impedem a digestão total dos carboidratos – e portanto, a quantidade de glicose disponível nos intestinos para absorção é menor; os derivados das meglitinidas, que também aumentam a secreção de insulina; e os inibidores do SGLT-2, um transportador de glicose nos rins, que faz com que a glicemia abaixa ao desprezar glicose pela urina.</p>
<p>Estes medicamentos, porém, são praticamente inexistentes no mercado brasileiro, seja por não terem sido aprovados pela Anvisa ou por não serem comuns no Brasil. Porém, eles existem, e têm a função de controle glicêmico.<br />
Muitos desses medicamentos surgiram de fontes naturais, e foram exaustivamente estudados até que soubéssemos como agiam e os efeitos colaterais que poderiam trazer. Por exemplo, a metformina foi descoberta na planta chamada lilás francês e o Byetta foi descoberto na saliva de um lagarto.</p>
<p>Assim, quando médico prescreve quaisquer dessas medicações, ele já leva em conta os efeitos colaterais e, principalmente, os efeitos benéficos para quem vai usar. Por esse motivo, usando os remédios conforme a prescrição médica e seguindo as orientações do educador físico e da nutricionista, <strong>o tratamento terá todas as chances de dar certo</strong>.</p>
<p><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">Como funcionam os medicamentos para o diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>180 novos medicamentos para diabetes estão sendo testados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2014 18:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[antidiabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[John Castellani]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pharmaceutical Research and Manufacturers of America]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório das indústrias farmacêuticas norte-americanas revela que o mercado para diabetes está mais quente do que nunca. Um relatório divulgado esta semana pelas empresas farmacêuticas dos Estados Unidos afirma que, no momento, 180 novos medicamentos para o combate ao diabetes estão em estágios avançados de desenvolvimento. O documento, assinado pela Pharmaceutical Research and Manufacturers of &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Relatório das indústrias farmacêuticas norte-americanas revela que o mercado para diabetes está mais quente do que nunca.</em><span id="more-6911"></span></p>
 Se depender das grandes farmacêuticas, opção de tratamento é que não vai faltar&#8230;
<p>Um relatório divulgado esta semana pelas empresas farmacêuticas dos Estados Unidos afirma que, no momento, <strong>180 novos medicamentos para o combate ao diabetes</strong> estão em estágios avançados de desenvolvimento.</p>
<p>O documento, assinado pela<em> Pharmaceutical Research and Manufacturers of America</em> (PhRMA), revela que, destes 180, 100 deles (55.5%) são voltados ao tratamento do diabetes tipo 2 e 30 (16.6%) para o diabetes tipo 1. Os outros 52 medicamentos servem para cuidar de <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">complicações do diabetes</a>.</p>
<p>Entre as novidades divulgadas pelo relatório estão um tratamento que estimula e melhora a regeneração das <strong>células-beta</strong> &#8211; que são as células do pâncreas que produzem insulina -, o que pode vir a se tornar uma opção substancial para cuidar do diabetes tipo 1. Outro destaque é um medicamento para diabéticos tipo 2 que melhora a secreção natural de insulina pelo organismo.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/">Metformina “aditivada” em breve nas farmácias</a>&#8220;</strong></p>
<p>A PhRMA afirma que todos estes 180 novos medicamentos estão ou em fase de testes clínicos ou esperam o aval da <em>Food and Drug Administration</em> (correspondente norte-americana à nossa ANVISA) para comercialização.</p>
<p>Vale lembrar que apenas uma parcela destes 180 medicamentos deve chegar, de fato, às prateleiras das farmácias. Historicamente, a taxa de eficiência de remédios antidiabéticos em testes clínicos não é das mais altas, e boa parte deles são reprovados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SAÚDE CUSTA CARO, ATÉ NOS EUA</strong></p>
<p>De acordo com o documento da PhRMA, de 2007 a 2012 os custos de tratar o diabetes nos EUA <strong>subiram 41%</strong>, passando de R$415 milhões para quase R$585 milhões anuais. Desta cifra, R$165 milhões são perdidos a cada ano pela queda de produtividade de pacientes diabéticos.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">VEJA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/">Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly</a>&#8220;</strong></p>
<p>De acordo com um representante da PhRMA, &#8220;Muitos dos custos associados ao tratamento do diabetes podem ser evitados. <strong>Uma melhor aderência aos medicamentos</strong> é uma grande oportunidade para alcançar melhores resultados para os pacientes e maior valor para o sistema de saúde&#8221;, afirmou o diretor executivo John Castellani.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Medicamento para diabetes afeta homens e mulheres de forma diferente</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/medicamento-para-diabetes-afeta-homens-e-mulheres-de-forma-diferente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jan 2014 18:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos no caso da saúde do coração, a metformina atua de maneira bem distinta nos dois sexos. Entenda a polêmica aqui. Medicamentos amplamente utilizados para o diabetes tipo 2 controlam os níveis de açúcar no sangue de forma equivalente para ambos os sexos. Por outro lado, eles têm efeitos muito diferentes sobre os corações &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pelo menos no caso da saúde do coração, a metformina atua de maneira bem distinta nos dois sexos. Entenda a polêmica aqui.</em><span id="more-6311"></span></p>
<p>Medicamentos amplamente utilizados para o diabetes tipo 2 controlam os níveis de açúcar no sangue de forma equivalente para ambos os sexos.</p>
<p>Por outro lado, eles têm efeitos muito diferentes sobre os corações dos homens e das mulheres &#8211; efeitos que podem ser opostos.</p>
<p>Em particular, o medicamento <a title="Você realmente sabe comprar remédio?" href="http://www.diabeticool.com/voce-realmente-sabe-comprar-remedio/">metformina</a> tem efeitos positivos sobre a função cardíaca das mulheres, mas faz mal para o coração dos homens.</p>
<p>Os homens que tomaram o medicamento durante este estudo inédito experimentaram uma mudança no metabolismo que se acredita ser o causador do aumento no risco de insuficiência cardíaca.</p>
<p>&#8220;Nosso estudo sugere que é preciso definir melhor quais terapias são ideais para mulheres com diabetes e quais são ideais para os homens,&#8221; disse o Dr. Robert Gropler, da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington (EUA).</p>
<p>&#8220;Nós observamos diferenças dramáticas entre os sexos na forma como o coração responde às diferentes terapias,&#8221; acrescentou Gropler.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Medicamentos para diabetes</strong></p>
<p>No diabetes de tipo 2, o pâncreas continua produzindo insulina, mas o corpo não consegue usá-la de forma eficaz para retirar a glicose do sangue e levá-la aos tecidos.</p>
<p>E, por razões que os cientistas ainda não sabem explicar, os pacientes com diabetes têm maior risco de insuficiência cardíaca.</p>
<p>O que este estudo sugere é que o medicamento pode ser o culpado, já que, segundo o Dr. Gropler, nunca se havia comparado o efeito dos medicamentos para o diabetes tipo 2 separando os pacientes por sexo.</p>
<p>A metformina reduz a produção de glicose pelo fígado e ajuda o organismo a se tornar mais sensível à insulina. A <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">rosiglitazona</a> também melhora a sensibilidade à insulina e é conhecida por retirar os ácidos graxos livres do sangue. A lovaza é prescrita para reduzir os níveis de um outro tipo de gordura no sangue, os triglicérides.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marte e Vênus</strong></p>
<p>Quando Gropler e sua colega Janet McGill compararam os três medicamentos sem separar homens e mulheres, não houve diferenças no metabolismo do coração.</p>
<p>Contudo, quando os pacientes foram separados por sexo, as drogas tiveram efeitos muito diferentes e por vezes opostos sobre o metabolismo do coração, ainda que o açúcar no sangue se mantivesse bem controlado em todos os pacientes.</p>
<p>&#8220;A diferença mais dramática entre homens e mulheres foi com a metformina isolada,&#8221; disse o Dr. Gropler. &#8220;Nossos dados mostram que [esse medicamento] tem um efeito favorável sobre o metabolismo cardíaco das mulheres e muito desfavorável nos homens.&#8221;</p>
<p>A pesquisa sugere que essas respostas divergentes em homens e mulheres podem fornecer pelo menos uma explicação parcial para os dados conflitantes que cercam alguns medicamentos para diabetes.</p>
<p>Assim, a proporção de homens e mulheres que participaram de um ensaio clínico para testar o medicamento pode fazer a diferença na conclusão final sobre se a droga é considerada segura e eficaz.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=medicamento-diabetes-afeta-coracao&amp;id=9399" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Diário da Saúde</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/medicamento-para-diabetes-afeta-homens-e-mulheres-de-forma-diferente/">Medicamento para diabetes afeta homens e mulheres de forma diferente</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Você realmente sabe comprar remédio?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/voce-realmente-sabe-comprar-remedio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2013 16:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[posologia]]></category>
		<category><![CDATA[remédios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que medicamentos genéricos são sempre os mais baratos na hora de cuidar do diabetes? E será que eles funcionam mesmo? O dr. Carlos Couri traz as respostas!Após consulta com seu médico de confiança, é muito comum sair do consultório com uma receita em mãos. No caso específico de doenças crônicas frequentemente os remédios serão &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Será que medicamentos genéricos são sempre os mais baratos na hora de cuidar do diabetes? E será que eles funcionam mesmo? O dr. Carlos Couri traz as respostas!</em><span id="more-6278"></span>Após consulta com seu médico de confiança, é muito comum sair do consultório com uma receita em mãos. No caso específico de <a title="‘É preciso cuidar de doença de rico e de pobre’" href="http://www.diabeticool.com/e-preciso-cuidar-de-doenca-de-rico-e-de-pobre/">doenças crônicas</a> frequentemente os remédios serão usados praticamente a vida toda.</p>
<p>Na minha opinião os remédios genéricos são um avanço no nosso país, com preços mais justos, promovendo a concorrência e, em tese, com processo de fabricação checados por normas rígidas do Governo. Eu nunca tive grandes problemas com genéricos.</p>
<p>Alguns pontos devem ser levados em conta na compra de todos os medicamentos além da posologia:</p>
<ul style="list-style-type: circle;">
<li>local de armazenamento;</li>
<li><a title="Por que tomar tantos remédios?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-tomar-tantos-remedios/">efeitos adversos</a>;</li>
<li>checarem com seu médico quais são os laboratórios mais confiáveis;</li>
<li>local adequado de descarte (informação útil para insulinas, agulhas, etc)</li>
<li>se deve ou não ficar ao abrigo de sol e calor;</li>
<li>como pode ser transportado;</li>
<li>como proceder em viagens;</li>
</ul>
<p>Como os remédios crônicos são usados por longos períodos, o preço dos mesmos pode impactar muito no orçamento doméstico. Por isso, seguem abaixo algumas dicas:</p>
<p>&#8211; nem sempre os remédios genéricos possuem os menores preços. Muitos medicamentos de marca (chamados similares) possuem preços inferiores (muitas vezes não se sabe por quê);</p>
<p>&#8211; existem alguns sites que fazem a comparação de preços da mesma substância, independente de ser genérica ou não. Um dos sites que eu uso é o <span class="removed_link" title="www.consultaremedios.com.br">www.consultaremedios.com.br</span>. Minha sugestão é sempre checar os preços antes de ir à farmácia. Com isso seu poder de barganha aumenta.</p>
<p>&#8211; quando um médico escreve na receita somente o nome da substância, o balconista pode apenas vender remédios genéricos. Por isso, é sempre bom o médico escrever o nome da substância e ao lado indicar pelo menos um nome de remédio similar de confiança. Digo isto porque muitas vezes o remédio genérico é mais caro e alguns vendedores não informam isto ao cliente.</p>
<p>&#8211; caso o paciente descubra algum remédio similar mais barato e de boa qualidade, pode e deve pedir ao seu médico que especifique isto na receita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre me perguntam se eu acredito em genéricos e sempre digo que nunca tive grandes problemas. Também nunca tive problemas com remédios fornecidos na rede pública de Ribeirão Preto (cidade em que trabalho). Quando se tem dúvidas sobre eficácia de medicamentos, a melhor maneira de checar isto é vendo se ele foi capaz de resolver o problema para o qual ele foi prescrito.</p>
<p>Para tratar o diabetes, um dos maiores exemplos de medicamento bom e de graça é a Metformina. Ela é <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">jogador camisa 10</a> no tratamento do diabetes e ainda é gratuito no Brasil, sendo oferecida gratuitamente nos postos de saúde e na Farmácia Popular. Entretanto, ainda temos vários remédios que ainda não possuem nenhuma versão genérica ou similar e por isso os preços são mais elevados e não temos como discutir. Por isso, sempre devemos perguntar ao vendedor da farmácia se o próprio laboratório disponibiliza algum programa de desconto. Muitos deles dão descontos de até 50%.</p>
<p><strong>Espalhe estas informações aos seus amigos e familiares!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #f0fff9; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><strong>Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri">www.twitter.com/cecouri</a></strong></p>
</div>
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		<title>Metformina &#8220;aditivada&#8221; em breve nas farmácias</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 13:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dapagliflozina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Forxiga]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[Xigduo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo medicamento antidiabético &#8211; o Xigduo &#8211; será uma combinação de dois famosos tratamentos e poderá ser vendido já em 2014. Dois conhecidos medicamentos antidiabéticos estão prestes a unir as forças no combate à doença. O Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano, um braço regulatório da União Européia, deu aval positivo a uma combinação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo medicamento antidiabético &#8211; o Xigduo &#8211; será uma combinação de dois famosos tratamentos e poderá ser vendido já em 2014.</em><span id="more-5949"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-5952" alt="xigduo metformina forxiga diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes.png" width="290" height="290" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes.png 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes-150x150.png 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes-240x240.png 240w" sizes="(max-width: 290px) 100vw, 290px" />Dois conhecidos medicamentos antidiabéticos estão prestes a unir as forças no combate à doença.</p>
<p>O Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano, um braço regulatório da União Européia, deu aval positivo a uma combinação dos remédios <strong>Forxiga</strong> e <strong>metformina</strong> em uma única pílula.</p>
<p>A <a title="Lembra da cantora-fenômeno Susan Boyle? Ela também tem diabetes" href="http://www.diabeticool.com/lembra-da-cantora-fenomeno-susan-boyle-ela-tambem-tem-diabetes/">metformina</a> é o princípio ativo mais conhecido no tratamento do diabetes tipo 2, devido à alta eficácia no controle da glicemia, aos poucos efeitos colaterais e ao longo tempo no mercado. Uma das maiores vantagens de seu uso é que não gera <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>Já o Forxiga (cujo princípio ativo é a dapagliflozina) é um remédio mais recente &#8211; ele começou a ser comercializado há poucos meses na Europa e nos Estados Unidos. O Forxiga funciona estimulando a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> na urina, o que diminui a quantidade do açúcar no sangue. O efeito é atingido através da inibição da reabsorção da glicose nos rins. Um outro resultado benéfico do remédio é ajudar na diminuição do peso, uma vez que a excreção extra de glicose consome calorias.</p>
<p>A combinação dos dois medicamentos, criada pelas farmacêuticas Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca, será chamada de <strong>Xigduo</strong> e poderá começar a ser vendida já no ano que vem.</p>
<p>De acordo com o relatório do Comitê europeu,</p>
<p>&#8220;O benefício do Xigduo é sua habilidade de melhorar o controle glicêmico através da redução dos níveis de açúcar no sangue em pacientes cujo controle unicamente através da metformina é inadequado. Os efeitos colaterais mais comuns são hipoglicemia, náusea, vômitos, diarréia, dores abdominais, perda de apetite, vulvovaginite, balanite e infecções genitais relacionadas, infecções no trato urinário, disúria <em>[dor ao urinar]</em> e poliúria <em>[urinar em demasia]</em>&#8220;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/">Metformina “aditivada” em breve nas farmácias</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Aumenta a venda de medicamentos para diabetes, mas baixam custos para o paciente</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/aumenta-a-venda-de-medicamentos-para-diabetes-mas-baixam-custos-para-o-paciente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 12:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de medicamentos para a diabetes aumentou em 2012, mas o valor pago pelos pacientes diminuiu pela primeira vez em dez anos, segundo o relatório do Observatório Nacional da Diabetes, divulgado esta terça-feira. No ano passado, a venda de medicamentos para a diabetes teve um acréscimo quer em valor, ultrapassando os 200 milhões de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de medicamentos para a diabetes aumentou em 2012, mas o valor pago pelos pacientes diminuiu pela primeira vez em dez anos, segundo o relatório do Observatório Nacional da Diabetes, divulgado esta terça-feira.</p>
<p>No ano passado, a venda de medicamentos para a diabetes teve um acréscimo quer em valor, ultrapassando os 200 milhões de euros, quer em número de embalagens vendidas, cerca de 9 milhões.</p>
<p>Como lembra o relatório, “o crescimento dos custos dos <a title="FDA suspende restrições ao remédio Avandia para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/fda-suspende-restricoes-ao-remedio-avandia-para-diabetes/">medicamentos da diabetes</a> tem assumido uma especial preponderância e relevância face ao crescimento efectivo do consumo”, quantificado em número de embalagens vendidas: mais 63% nos últimos dez anos.</p>
<p>No entanto, em 2012, verificou-se um controlo dos custos com os medicamentos para a diabetes, tendo sido pela primeira vez verificada uma redução dos custos para os pacientes.</p>
<p>Com efeito, os pacientes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) tiveram encargos directos de 17 milhões de euros com o consumo de anti-diabéticos orais e de <a title="O quiabo do Luciano Huck e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-quiabo-do-luciano-huck-e-o-diabetes/">insulinas</a>, o que representa 8,1% dos custos do mercado de ambulatório com estes medicamentos no último ano.</p>
<p>Ainda assim, assistiu-se pela primeira vez na última década a uma diminuição do valor que os pacientes têm que suportar com estes medicamentos, sendo que em 2011 os encargos directos com estes medicamentos foram contabilizados em 18 milhões de euros.</p>
<p>Contrariamente ao aumento verificado no consumo de medicamentos, o mercado de tira-testes de <a title="Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil" href="http://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">glicemia</a> em 2012 apresentou uma tendência de diminuição, com um valor global de vendas de 46 milhões de euros, bastante menos do que os 54 milhões registados em 2011.</p>
<p>Segundo o relatório anual do observatório, os custos com a diabetes continuam a aumentar, tendo representado em 2012 um custo directo estimado entre 1.250 e 1.500 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 50 milhões face ao ano anterior.</p>
<p>Por outro lado, considerando o custo médio das pessoas diabéticas, de acordo com os valores da Federação Internacional da Diabetes, em 2012 a doença em Portugal representou um custo de 1.977 milhões de euros, valores que representaram 1,2% do PIB português (1% em 2011) e 12% da despesa em saúde (10% em 2011).</p>
<p>Entre os aspectos positivos, o relatório aponta também a melhoria dos registos nos cuidados primários, com um aumento do número de pessoas seguidas por estas unidades.</p>
<p>No ano passado verificou-se que 82% do número de pessoas com diabetes inscritas nos cuidados de saúde primários têm uma consulta registada.</p>
<p>Comparando com 2011, verifica-se um aumento de 9,3% do número de pacientes com diabetes registados na rede de cuidados de saúde primários, sendo que a taxa de prevalência da diabetes registada é superior nas Unidades de Saúde Familiares comparativamente às unidades de cuidados de saúde primários.</p>
<p>A prevalência da diabetes gestacional está a estabilizar, tendo abrangido 4,8% das parturientes que usaram o SNS em 2012, num total de 3.482 casos, valor semelhante ao registado no ano anterior.</p>
<p>O relatório revela ainda a existência de acentuadas assimetrias entre as cinco regiões de saúde em vários indicadores, o que exige “um estudo aprofundado das razões na base destas assimetrias”.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/27-11-13/aumenta-venda-de-medicamentos-para-diabetes-mas-baixam-custos-para-o-uten" target="_blank" rel="nofollow">RCM Pharma</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumenta-a-venda-de-medicamentos-para-diabetes-mas-baixam-custos-para-o-paciente/">Aumenta a venda de medicamentos para diabetes, mas baixam custos para o paciente</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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