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	<title>gordura | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Novidade da Ciência: tratar o diabetes&#8230;com gordura!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2014 17:59:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Salk]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre tipo inédito de gordura “do bem” que controla as taxas de açúcar no sangue e pode ajudar a controlar o diabetes. As gorduras (também chamadas de lipídeos) são normalmente associadas a dietas não saudáveis, ao ganho de peso e entupimento de artérias. Mas nem todas as gorduras são assim. Uma recente pesquisa descobriu novos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre tipo inédito de gordura “do bem” que controla as taxas de açúcar no sangue e pode ajudar a controlar o diabetes.</em><br />
<span id="more-8011"></span></p>
 Pesquisadores do Instituto Salk, nos EUA, descobriram o novo tipo de &#8220;gordura boa&#8221; para a saúde.
<p>As gorduras (também chamadas de lipídeos) são normalmente associadas a dietas não saudáveis, ao ganho de peso e entupimento de artérias. Mas nem todas as gorduras são assim. Uma recente pesquisa descobriu <strong>novos tipos de lipídeos que parecem ser benéficos para o organismo</strong>. Eles podem, até mesmo, levar a novos métodos de <strong>prevenção e de tratamento do diabetes</strong>.</p>
<p>O estudo, realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, investigou uma descoberta feita ainda na década de 90. Pesquisadores haviam notado que pessoas obesas ou com diabetes tipo 2 tinham quantidades muito baixas de uma proteína chamada <strong>Glut4</strong>. Essa proteína é um transportador presente em células de gordura e músculos e que ajuda na absorção do açúcar &#8211; ou seja, ajuda a <a title="“Esponja inteligente” controla a glicemia automaticamente" href="http://www.diabeticool.com/esponja-inteligente-controla-a-glicemia-automaticamente/">diminuir a glicemia</a>. Para estudar melhor a Glut4, os cientistas alteraram ratinhos de laboratório, geneticamente, para que eles produzissem mais dessa importante proteína.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANDO A OBESIDADE É SINÔNIMO DE SAÚDE</strong></p>
<p>Esses animais intrigaram os cientistas. <strong>Eles eram obesos, mas tinham níveis de glicemia e insulina de roedores saudáveis</strong>. A Glut4 tinha, aparentemente, feito com que novos lipídeos fossem produzidos. Para os pesquisadores, esses lipídeos seriam benéficos e explicariam toda a saúde dos ratinhos. Mas como provar isso? Era preciso achar essas moléculas misteriosas para realmente entendê-las.</p>
<p>Para isso, a equipe de Harvard se uniu com o biólogo Alan Saghatelian, do Instituto Salk para Estudos Biológicos de San Diego, na Califórnia. Usando uma técnica que consegue identificar moléculas pelo seu peso, eles viram que os ratinhos que produziam mais Glut4 tinham também maior quantidade de 4 tipos de lipídeos. <strong>Esses lipídeos, porém, eram diferentes de todos os que a ciência conhecia até então</strong>.</p>
<p>No total, foram descobertos 16 novos tipos de gorduras, que os cientistas chamaram de <strong>FAHFAs</strong> (da sigla em inglês <em>fatty acid-hydroxy fatty acids</em>).</p>
<p>Para testar os efeitos das novas moléculas, os cientistas deram os FAHFAs para ratos que tinham uma dieta rica em gorduras e eram resistentes à insulina. O resultado foi que o nível de glicemia desses animais diminuiu e suas habilidades de absorver açúcar aumentaram. Segundo Saghatelian, dar FAHFAs para os ratinhos “<strong>tratou o diabetes deles</strong>”.</p>
<p>Mais importante ainda, <strong>os efeitos dos FAHFAs parecem ser válidos também em humanos.</strong> Ao comparar amostras de sangue e de gordura de pacientes que são <a title="O que os ursos podem nos ensinar sobre diabetes e obesidade" href="http://www.diabeticool.com/o-que-os-ursos-podem-nos-ensinar-sobre-diabetes-e-obesidade/">resistentes à insulina</a> com pacientes saudáveis, os pesquisadores verificaram que um dos tipos de FAHFA era 40% menor naqueles com resistência. Ou seja, uma quantidade maior de FAHFAs parece ajudar o corpo a modular o uso correto da insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
 Alimentos como maçãs, carne de frango e ovos contêm as gorduras boas, mas ainda é cedo para saber se incluí-los na dieta pode ajudar a prevenir o diabetes.
<p><strong>COLOCANDO FAHFA NA DIETA</strong></p>
<p>Os pesquisadores descobriram que FAHFAs também estão presentes em alguns tipos de comida, como maçãs, gemas de ovo, carne bovina e de frango. Porém, para Barbara Kahn, pesquisadora que liderou o estudo, ainda é cedo para recomendar que pessoas mudem suas dietas para consumir mais esses alimentos.</p>
<p>Mais estudos precisarão ser feitos, mas a descoberta do grupo de Kahn abre portas para que novos tipos de drogas sejam desenvolvidos, assim como novos métodos de prevenção e de tratamentos para obesidade e diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-6719" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ricardo-schinaider-de-aguiar-perfil-diabeticool.jpg" alt="ricardo schinaider de aguiar perfil diabeticool" width="114" height="138" /></strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Ricardo Aguiar é biólogo (UNICAMP), especialista em divulgação científica (LABJOR/</strong><strong>UNICAMP), já trabalhou em editorias científicas de destaque como Folha de São Paulo e colabora com o <em>Diabeticool</em> trazendo para a gente as últimas e mais empolgantes novidades da Ciência relacionadas ao diabetes, à saúde e a um estilo de vida mais saudável.</strong></span></p>
</div>
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		<title>11 pessoas têm o diabetes revertido pelo &#8220;Método da Fome&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 14:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[800 kcal]]></category>
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		<category><![CDATA[Roy Taylor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma novidade empolgante de começo de ano, método &#8220;radical&#8221; de tratar o diabetes mostra-se extremamente eficaz e &#8220;cura&#8221; 11 pessoas. Descubra como isto foi possível! Em agosto do ano passado, o Diabeticool noticiou que o britânico Richard Doughty havia conseguido reverter seu diabetes tipo 2. Como se isto não bastasse, outro detalhe chamou a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em uma novidade empolgante de começo de ano, método &#8220;radical&#8221; de tratar o diabetes mostra-se extremamente eficaz e &#8220;cura&#8221; 11 pessoas. Descubra como isto foi possível!</em><span id="more-6412"></span></p>
<p>Em agosto do ano passado, o <strong>Diabeticool</strong> noticiou que o britânico Richard Doughty havia conseguido reverter seu diabetes tipo 2. Como se isto não bastasse, outro detalhe chamou a atenção para a notícia: o inglês garante que realizou a proeza em apenas 11 dias. O segredo para este pequeno &#8216;milagre&#8217; foi seguir uma &#8216;dieta de fome&#8217;, baseada em <strong>apenas 800 kcal por dia</strong> (no geral, indica-se ingerir o <em>triplo</em> de calorias todos os dias).</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/reversao-do-diabetes-uma-historia-real/">Reversão do Diabetes: uma História Real</a>&#8220;</strong> <em>&#8211; a história de Richard Doughty</em></p>
<p>A idéia para a dieta brusca de Richard veio das pesquisas do cientista Roy Taylor, professor de medicina e metabolismo na Universidade de Newcastle, na Inglaterra. Taylor argumenta que o diabetes tipo 2 é causado, em boa parte dos casos, pelo acúmulo de gordura no fígado e no pâncreas, o que danifica o funcionamento deste órgãos essencias à produção de insulina e ao metabolismo. A hipótese explicaria, por exemplo, o porquê da obesidade e do acúmulo de gordura na região abdominal serem fatores de risco perigosos para o desenvolvimento do diabetes.</p>
<p>Após a divulgação da notícia de que Richard conseguira reverter o diabetes, o autor da hipótese original, Roy Taylor, começou a pesquisar a dieta de 800 kcal por conta própria. Após conseguir financiamento, o professor recrutou 11 voluntários obesos e testou neles a dieta brusca durante algumas semanas. A idéia foi deixar, literalmente, que o corpo dos voluntários &#8216;passasse fome&#8217;, processo que estimula a queima das gorduras extras acumuladas no organismo (e, desta maneira, permitindo a &#8216;desobstrução&#8217; de órgãos como o pâncreas).</p>
<p>Neste final de semana, o professor Taylor e sua equipe divulgaram, entusiasmados, os resultados desta pesquisa. Segundo eles, <strong>o diabetes tipo 2 de todos os 11 pacientes desapareceu</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FALAM OS CIENTISTAS</strong></p>
<figure id="attachment_6413" aria-describedby="caption-attachment-6413" style="width: 318px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6413" alt="roy taylor diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/roy-taylor-diabetes.jpg" width="318" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-6413" class="wp-caption-text">O pesquisador britânico Roy Taylor, principal divulgador do processo de reversão do diabetes.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Nós demonstramos que, ao modificar a ingestão de calorias, fomos capazes de mudar as taxas de gordura no fígado e no pâncreas, fazendo a produção de insulina voltar ao normal&#8221;, disse Taylor. &#8220;A boa notícia é que, se você conseguir cortar a gordura da alimentação, então o nível de gordura no fígado cai muito rápido e isto significa que o pâncreas pode voltar a funcionar&#8221;.</p>
<p>Agora, um estudo com custos estimados em R$9,5 milhões está sendo posto em ação por Taylor e seus colegas. A meta é ampliar o número de obesos estudados de 11 para 280, todos com diabetes tipo 2. Além disso, eles terão a saúde acompanhada durante vários anos. Isto porque ninguém sabe ainda se os resultados obtidos através da dieta drástica são &#8216;sustentáveis&#8217;, isto é, <strong>ninguém sabe se o diabetes vai retornar quando a pessoa voltar a se alimentar normalmente</strong> (uma vez que se manter por muito tempo em dieta de 800kcal gera efeitos adversos perigosos no organismo, inclusive a subnutrição).</p>
<p>&#8220;Nós estamos confiantes de que algumas pessoas com diabetes tipo 2 conseguirão atingir a remissão&#8221;, disse Mike Lean, professor da Universidade de Glasgow e colaborar no estudo. &#8220;O que realmente queremos saber é quantas pessoas conseguirão fazê-lo. Se nossas análises mostrarem que esta estratégia tem um bom custo-benefício, nossa meta então será desenvolver um programa que possa ser implementado no sistema público de saúde o mais rápido possível&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POSSO TENTAR EU MESMO FAZER ESTA DIETA DRÁSTICA <strong>EM CASA</strong>?</strong></p>
 Será que comer pouco (muito pouco mesmo!) se tornará um tratamento-padrão para o diabetes tipo 2?
<p>Não. Esta é a orientação unânime de diversos profissionais da saúde ouvidos pelo <strong>Diabeticool</strong>. Todos eles alertaram que os voluntários do estudo só estão vivos hoje porque a dieta de 800 kcal foi cuidadosamente planejada por nutricionistas, o que permitiu que eles mantivessem a saúde mesmo comendo tão pouco. Este tipo de cálculo de calorias diárias na alimentação é extremamente complexo, envolvendo diversos fatores como quantidades de vitaminas e proteínas ingeridas, e deve ser feito apenas por profissionais.</p>
<p>Além disso, vale lembrar: o método funciona (em tese) apenas em um caso específico de diabetes: o de pessoas obesas e que estão com diabetes tipo 2. Alimentar-se menos não traria efeitos para quem está com diabetes tipo 1, disseram os médicos.</p>
<p><strong>+ ENTENDA AQUI A DIFERENÇA ENTRE <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">DIABETES TIPO 1</a> E <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">TIPO 2</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>VOCÊ DISCUTE</strong></span></p>
[poll id=&#8221;33&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/11-pessoas-tem-o-diabetes-revertido-pelo-metodo-da-fome/">11 pessoas têm o diabetes revertido pelo “Método da Fome”</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Café da manhã &#8220;gordo&#8221; e farto melhora saúde de diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2013 20:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[café da manhã]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Jakubowick]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[proteína]]></category>
		<category><![CDATA[saciedade]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Tel Aviv]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Hebraica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa surpreendente revelou que um café da manhã &#8220;reforçado&#8221; é muito melhor para diabéticos tipo 2 do que um mais &#8220;levinho&#8221;. POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL É comum ouvirmos que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. Mas qual sua importância para pessoas que tem diabetes? &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/cafe-da-manha-gordo-e-farto-melhora-saude-de-diabeticos/">Café da manhã “gordo” e farto melhora saúde de diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma pesquisa surpreendente revelou que um café da manhã &#8220;reforçado&#8221; é muito melhor para diabéticos tipo 2 do que um mais &#8220;levinho&#8221;.</em><span id="more-5929"></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL</strong></span></p>
<p>É comum ouvirmos que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. Mas qual sua importância para pessoas que tem diabetes? Pesquisas já haviam demonstrado que quem come café da manhã regularmente tende a ter um menor <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Índice de Massa Corporal (IMC)</a> do que aqueles que pulam essa refeição. Um novo estudo, realizado pelos pesquisadores Hadas Rabinovitz, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e Daniela Jakubowicz, da Universidade de Tel Aviv, avaliou os efeitos da composição do café da manhã sobre o controle da glicemia. <strong>Os resultados foram surpreendentes: um café da manhã rico em proteína e gordura aparentemente oferece mais benefícios para pessoas com diabetes tipo 2 do que um café da manhã com poucas calorias</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FAZ SENTIDO UMA COISA DESSAS?</strong></p>
<p>A pesquisa acompanhou 47 voluntários com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> durante um período de 13 semanas. Os participantes foram divididos em dois grupos: um deles comeria um café da manhã “pequeno”, que conteria apenas 12,5% do total de calorias consumidas no dia inteiro; já o segundo grupo comeria um café da manhã “grande”, responsável por 33% do total de calorias do dia e rico em proteínas e gorduras.</p>
 Estará na hora de trocar os cereais e frutas por bacon e ovos no café?
<p>As vantagens de comer o café da manhã “grande” foram observadas em diversos aspectos. Os voluntários desse grupo apresentaram <strong>redução na pressão arterial e vários deles diminuíram a dose das suas medicações para diabetes</strong>, enquanto no grupo do café da manhã “pequeno” alguns dos participantes tiveram que aumentar suas doses. Além disso, aqueles que comeram bem no café da manhã sentiram menos fome ao longo do dia e tiveram um melhor controle da glicemia quando estavam em jejum. Os pesquisadores acreditam que os resultados estejam relacionados a um hormônio chamado <a title="O que é mais importante: o que você come ou quando você come?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-mais-importante-o-que-voce-come-ou-quando-voce-come/">grelina</a>, também conhecido como o “hormônio da fome”.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>+ LEIA TAMBÉM</strong></span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/exercicios-antes-do-cafe-da-manha-sao-os-mais-eficientes/"><strong>Exercícios antes do café da manhã são os mais eficientes</strong></a> &#8211; <em>Contrariando o ditado de que “saco vazio não para em pé”, praticar atividades físicas em jejum ajuda a perder mais peso e diminuir o risco de doenças cardíacas</em>&#8221;</p>
<p>“Ao longo do nosso estudo, pudemos observar que as pessoas no grupo do café da manhã pequeno sentiram mais fome durante o dia, enquanto aquelas que comeram o café da manhã grande sentiram-se saciadas”, diz Rabinovitz. “É possível que um café da manhã rico em proteínas e gordura diminua a secreção da grelina, resultando em uma maior sensação de saciedade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA DICA PARA O SEU CAFÉ DA MANHÃ</strong></p>
<p>O pesquisador ressalta que ainda são necessários mais estudos para confirmar e esclarecer os mecanismos que levam a dieta do café da manhã “grande” a um melhor controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> pelo organismo, mas o resultado da pesquisa parece claro. “Uma simples mudança na dieta, tornando o café da manhã rico em gorduras e proteína, parece trazer mais benefícios para pessoas com diabetes tipo 2 do que um café da manhã pouco calórico”, afirma Jakubowicz.</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid black; padding: 10px;"><span style="color: #333333;"><strong>Ricardo Aguiar é biólogo e especialista em divulgação científica (ambos pela UNICAMP) e colabora com o Diabeticool trazendo para a gente as últimas e mais empolgantes novidades da Ciência!</strong></span></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cafe-da-manha-gordo-e-farto-melhora-saude-de-diabeticos/">Café da manhã “gordo” e farto melhora saúde de diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Comer muito açúcar causa diabetes? &#8211; por Diabetes Sem Medo</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/comer-muito-acucar-causa-diabetes-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2013 04:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[mitos do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[plano alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabetes Sem Medo responde a esta dúvida em mais um capítulo da série Mitos do Diabetes! As pessoas pensam que comer açúcar causa diabetes, mas NÃO é verdade! O diabetes tipo 1 é causado por fatores genéticos e por fatores desconhecidos que provocam o início da doença. O diabetes tipo 2 é causado por &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Diabetes Sem Medo responde a esta dúvida em mais um capítulo da série Mitos do Diabetes!</em></p>
<p><span id="more-5668"></span></p>
<p>As pessoas pensam que comer açúcar causa diabetes, <strong>mas NÃO é verdade</strong>!</p>
<p>O <a title="Por que alguns bebês nascem sem o pâncreas?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-alguns-bebes-nascem-sem-o-pancreas/">diabetes tipo 1</a> é causado por fatores genéticos e por fatores desconhecidos que provocam o início da doença.</p>
<p>O <a title="O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">diabetes tipo 2</a> é causado por fatores genéticos e pelo estilo de vida. Estar com sobrepeso aumenta o risco de desenvolver o diabetes tipo 2, e uma dieta rica em calorias, seja do açúcar ou da gordura, pode contribuir para o ganho de peso.</p>
<p>Se algum membro da sua família possui diabetes tipo 2, fazer um plano alimentar saudável e exercícios físicos regulares são recomendados para manejar o seu peso e <a title="Um homem que todos nós deveríamos agradecer" href="http://www.diabeticool.com/um-homem-que-todos-nos-deveriamos-agradecer/">prevenir</a> o diabetes tipo 2.</p>
<p>Dica: se você exagerou na comida hoje, faça mais exercícios para gastar a energia extra!</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-5670" title="diabetes sem medo mitos do diabetes comer muito açucar" alt="diabetes sem medo mitos do diabetes comer muito açucar" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/diabetes-sem-medo-mitos-do-diabetes-comer-muito-acucar.jpg" width="553" height="414" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/diabetes-sem-medo-mitos-do-diabetes-comer-muito-acucar.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/diabetes-sem-medo-mitos-do-diabetes-comer-muito-acucar-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/diabetes-sem-medo-mitos-do-diabetes-comer-muito-acucar-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/comer-muito-acucar-causa-diabetes-2/">Comer muito açúcar causa diabetes? – por Diabetes Sem Medo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Gordura gera &#8220;caos&#8221; no corpo humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2013 16:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[corrente sangüínea]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[Guy Rutter]]></category>
		<category><![CDATA[IMC]]></category>
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		<category><![CDATA[incretina]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma possível explicação do porquê pessoas obesas tendem a desenvolver diabetes foi descoberta. Quando acabamos de ingerir uma refeição &#8211; e portanto o sangue começa a ficar repleto de açúcares -, o corpo humano ativa diversos mecanismos para controlar a glicemia. Um deles envolve pequenas moléculas chamadas de incretinas. As incretinas ajudam a aumentar os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma possível explicação do porquê pessoas obesas tendem a desenvolver diabetes foi descoberta.</em></p>
<p><span id="more-5236"></span></p>
 O pâncreas (em vermelho) teve mais alguns de seus segredos revelados em recente pesquisa.
<p>Quando acabamos de ingerir uma refeição &#8211; e portanto o sangue começa a ficar repleto de açúcares -, o corpo humano ativa diversos mecanismos para controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Um deles envolve pequenas moléculas chamadas de <strong>incretinas</strong>. As incretinas ajudam a aumentar os níveis de insulina, o que, por sua vez, reduz a quantidade de açúcar na corrente sangüínea. Este processo de controle glicêmico acontece automaticamente e de maneira super efetiva. Porém, ele pode ser facilmente destruído quando um outro fator entra em jogo: <strong>o excesso de gordura</strong>.</p>
<p>Pesquisadores do Imperial College de Londres, na Inglaterra, anunciaram que conseguiram detalhar, pela primeira vez, a maneira como a gordura gera &#8220;caos&#8221; neste processo natural de controle da quantidade de glicose no sangue. De acordo com os cientistas, a descoberta pode gerar <strong>maneiras inéditas de se tratar não só o diabetes como também a obesidade</strong>. Isto porque, conforme é conhecido há décadas, pessoas obesas são altamente propensas a desenvolver <a title="Aumento de casos de diabetes na China faz soar alerta sanitário no país" href="http://www.diabeticool.com/aumento-de-casos-de-diabetes-na-china-faz-soar-alerta-sanitario-no-pais/">diabetes tipo 2</a> ao longo da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA ORQUESTRA AÇUCARADA</strong></p>
<p>&#8220;Nós fomos capazes de mostrar que a &#8216;cooperatividade&#8217; entre as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células-beta</a> [<em>as células que produzem insulina</em>] é um pouco como aquela que existe entre <strong>músicos em uma orquestra</strong>: neste caso, a incretina age como um maestro, melhorando a secreção de insulina ao prevenir que os participantes estejam fora de ritmo entre si&#8221;, contou Guy Rutter (<em>foto</em>), professor do Departamento de Medicina do Imperial College e um dos principais autores do estudo.</p>
<figure id="attachment_5238" aria-describedby="caption-attachment-5238" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5238 " alt="O pesquisador Guy Rutter, do Imperial College." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes.jpg" width="180" height="180" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes.jpg 180w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/guy-rutter-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /><figcaption id="caption-attachment-5238" class="wp-caption-text">O cientista Guy Rutter, do Imperial College.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Ao mostrar aqui que altos níveis de gordura minam esta dinâmica, resultando em caos, nós esperamos poder melhorar terapias existentes para o diabetes e, eventualmente, <strong>diminuir o peso da doença</strong>&#8220;, disse Guy. O trabalho em questão foi publicado na edição deste mês da respeitadíssima revista científica <em><a href="http://www.jci.org/articles/view/68459">The Journal of Clinical Investigation</a></em>.</p>
<p>Os pesquisadores chegaram a estas conclusões após analisar amostras de pâncreas de pessoas com índices de massa corporal (IMC) diferentes. Estas amostras foram expostas a doses de incretina e, depois, os efeitos sobre a produção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> foram analisados.</p>
<p>Normalmente, a presença das incretinas acarretava em um <strong>enorme aumento</strong> na quantidade de insulina gerada pelo pâncreas. A grande descoberta do trabalho foi que, quanto maior o IMC da pessoa (ou seja, quanto mais gordura ela possuía no corpo), menor o efeito positivo das incretinas no aumento da produção de insulina.</p>
<p>Dependendo do quão &#8220;gorda&#8221; era a amostra examinada, o efeito das incretinas sobre a insulina <strong>poderia cessar por completo</strong>.</p>
<p>Este mecanismo ajuda a explicar o porquê de pessoas obesas desenvolverem diabetes: as altas quantidades de gordura &#8220;rompem&#8221; a ação benéfica das incretinas, debilitando o funcionamento da insulina.</p>
<p>Mais do que nunca, portanto, manter o peso em dia e <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentar-se com prudência</a> é essencial para quem deseja levar uma vida mais saudável.</p>
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		<title>Análise do hálito pode medir a glicemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 17:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[acetoacetato]]></category>
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		<category><![CDATA[Alexander Star]]></category>
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		<category><![CDATA[hálito]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[nanotubos]]></category>
		<category><![CDATA[Universisdade de Pittsburgh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo método pode chegar em breve às prateleiras das farmácias! Entenda como partículas presentes no hálito podem ajudar a monitorar o diabetes. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool O monitoramento do diabetes é geralmente feito através de exames de sangue, método invasivo e que pode ser desagradável para os pacientes que precisam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Novo método pode chegar em breve às prateleiras das farmácias! Entenda como partículas presentes no hálito podem ajudar a monitorar o diabetes.</p>
<p><span id="more-4912"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>O monitoramento do diabetes é geralmente feito através de exames de sangue, método invasivo e que pode ser desagradável para os pacientes que precisam fazê-los diariamente. Cientistas da Universidade de Pittsburgh, porém, estão no caminho para desenvolver um novo método tanto de monitoramento quanto de diagnóstico do diabetes. Ele é baseado em uma condição chamada de cetoacidose e consiste apenas em analisar o hálito do paciente.</p>
<figure id="attachment_4913" aria-describedby="caption-attachment-4913" style="width: 182px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-4913 " alt="O professor Alexander Star, do Departamento de Química da Universidade de Pittsburgh, nos EUA. " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/06/alexander-star-diabetes.gif" width="182" height="234" /><figcaption id="caption-attachment-4913" class="wp-caption-text">O professor Alexander Star, do Departamento de Química da Universidade de Pittsburgh, nos EUA.</figcaption></figure>
<p>A <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/"><strong>cetoacidose</strong> </a>é uma condição na qual o hálito fica com um característico “cheiro de frutas”. Esse odor se deve à presença de uma substância química chamada <strong>acetona</strong>. Nosso organismo geralmente utiliza <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose </a>como fonte de energia, porém em pessoas com diabetes é possível que ela não seja usada do modo como deveria. Quando isso acontece, as gorduras são utilizadas para produção de energia. Esse processo gera <a title="Conhece o termo “Diabulimia”??" href="http://www.diabeticool.com/conhece-o-termo-diabulimia/"><strong>corpos cetônicos</strong></a>, substâncias que deixam o sangue ácido. A acetona é um de três tipos de corpos cetônicos (além do acetoacetato e do beta-hidroxibutirato) e pode ser detectada no hálito. Para quem não tem diabetes, a cetoacidose pode ser sintoma da doença. Para aqueles que têm diabetes, a cetoacidose pode estar relacionada a uma dose menor de insulina do que a necessária.</p>
<p>“Uma vez que o paciente é diagnosticado com <a title="Novo jogo ensina a cuidar do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/novo-jogo-ensina-a-cuidar-do-diabetes/">diabetes</a>, ele precisa monitorar sua condição para o resto de sua vida”, diz Alexander Star, professor associado de química da Universidade de Pittsburgh e principal pesquisador do estudo. “O monitoramento atualmente é baseado na análise do sangue dos pacientes, portanto o desenvolvimento de um aparelho não invasivo, barato e simples de se usar, como um analisador de hálito, poderia mudar completamente o paradigma do automonitoramento do diabetes”.</p>
<figure id="attachment_4914" aria-describedby="caption-attachment-4914" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4914 " alt="Os nanotubos de carbono são estruturas finíssimas e prometem revolucionar várias áreas, inclusive a de diagnósticos médicos." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/06/nanotubos-de-carbono.jpg" width="300" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-4914" class="wp-caption-text">Os nanotubos de carbono são estruturas finíssimas e prometem revolucionar várias áreas, inclusive a de diagnósticos médicos.</figcaption></figure>
<p>Os pesquisadores utilizaram nanotubos de carbono e dióxido de titânio para construir o equipamento capaz de detectar as partículas do <a title="De mau hálito a câncer: veja 17 alimentos que combatem doenças" href="http://www.diabeticool.com/de-mau-halito-a-cancer-veja-17-alimentos-que-combatem-doencas/">hálito</a>. Após obterem resultados promissores, o sensor já está em desenvolvimento e será testado em humanos em breve.</p>
<p>“Nossos dados indicam uma excelente capacidade de detecção”, afirma Star. “Se esse sensor for comercializado, poderia transformar a maneira como os pacientes de diabetes monitoram seus níveis de glicose”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Dicas para Cozinhar de Forma Saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 14:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer aproveitar o melhor dos nutrientes que seus alimentos podem oferecer? Então acompanhe as dicas valiosas do Diabetes Sem Medo! Como o alimento é preparado pode ser tão importante para controlar o diabetes quanto a comida que você ingere. Aqui estão algumas dicas de como cozinhar de forma saudável e que podem ser úteis: 1. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quer aproveitar o melhor dos nutrientes que seus alimentos podem oferecer? Então acompanhe as dicas valiosas do Diabetes Sem Medo!</em></p>
<p><span id="more-4825"></span></p>
<p>Como o alimento é preparado pode ser tão importante para controlar o diabetes quanto a comida que você ingere. Aqui estão algumas dicas de como cozinhar de forma saudável e que podem ser úteis:</p>
<p>1. Retire a gordura que fica na parte superior das sopas e caldos. A gordura flutua no topo das sopas e gizados frios. Retire a gordura, reaqueça e sirva.</p>
<p>2. Prepare os alimentos utilizando óleo em spray ou invés de óleo, gordura ou manteiga. Pequenas quantidades de óleo de canola ou azeite de oliva são mais saudáveis que os outros óleos.</p>
<p>3. Limite a quantidade de sal. Não adicionar sal na comida ou cozinhar com sal. Tempere os alimentos com ervas, especiarias, vinagre, vinho ou limão.</p>
<p>4. Prepare frango ou peru sem pele. Tire a gordura da carne antes de cozinhar.</p>
<p>5. Use leite, iogurte, queijos e carnes com baixo teor ou livre de gordura nas suas receitas.</p>
<p>6. Cozinhe os legumes no vapor ou em caldos com pouco sal e baixo teor de gorduras.</p>
<p>7. Cozinhe alimentos integrais ou invés dos produtos refinados (arroz, macarrão, aveia, farelo de trigo).</p>
<p>8. Beba ou cozinhe com leite desnatado, e não com leites integral ou semi-desnatado.</p>
<p>9. Prepare apenas carnes com baixo teor de gordura quando for grelhar, assar ou fritar a carne.</p>
<p>10. Use limão para temperar peixes e vegetais ao invés de molhos ou manteiga.</p>
<p>11. Adicione vegetais na sua salada.</p>
<p>As dicas para cozinhar de forma saudável são as mesmas para pessoas com ou sem diabetes. Converse com seu educador em diabetes, nutricionista ou com seu médico para obter mais informações!</p>
<figure id="attachment_4826" aria-describedby="caption-attachment-4826" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4826" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4826" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel/">Dicas para Cozinhar de Forma Saudável</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que são triglicerídeos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2013 00:22:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Americana de Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[carboidrato]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
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		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[lipídio]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[Tamoxifeno]]></category>
		<category><![CDATA[triglicerídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabetes Sem Medo explica tudo o que você sempre teve a curiosidade de saber sobre estes componentes essenciais do corpo humano! Triglicerídeos é um tipo de gordura (lipídio) encontrado no seu sangue. Quando você come o seu corpo transforma toda a energia que não irá utilizar em triglicerídeos. Outros alimentos que você ingere, incluindo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Diabetes Sem Medo explica tudo o que você sempre teve a curiosidade de saber sobre estes componentes essenciais do corpo humano!</em></p>
<p><span id="more-4672"></span></p>
<p>Triglicerídeos é um tipo de gordura (lipídio) encontrado no seu sangue. Quando você come o seu corpo transforma toda a energia que não irá utilizar em triglicerídeos. Outros alimentos que você ingere, incluindo a energia dos carboidratos (açúcar), são convertidos em triglicerídeos. O triglicerídeo que não é utilizado como energia é armazenado nas células de gordura do abdômen principalmente, onde alguns hormônios irão regular a liberação dos triglicerídeos quando necessário, por exemplo ente as refeições. Se você ingere mais calorias do que precisa, é grande a sua chance de ter altos níveis de triglicerídeos no sangue.</p>
<p>De acordo com a Associação Americana de Cardiologia, altas taxas de triglicerídeos ou hipertrigliceridemia são resultados de:</p>
<p>• Estar com sobrepeso</p>
<p>• Falta de atividade física</p>
<p>• Fumar</p>
<p>• Ter uma dieta rica em carboidratos</p>
<p>• Ingerir excesso de álcool</p>
<p>Alguns medicamentos como os esteróides, diuréticos, anticoncepcional, e medicamento para tratar câncer de mama (Tamoxifeno) também podem aumentar os níveis de triglicerídeos no sangue. Altos níveis de triglicerídeos também é um indicador de problemas de saúde, como síndrome metabólica, diabetes e doença arterial coronariana, que aumenta o risco de infarto do coração e derrame cerebral. Quando os níveis de triglicerídeos estão acima de 1000 mg/dL, o risco de desenvolver pancreatite também está aumentado.</p>
<p>A hipertrigliceridemia é um fator de risco para doenças do coração. Algumas comidas aumentam mais os níveis de triglicerídeos do que outras, e conhecer estes alimentos ajudará você evitar o consumo deles e a manter os seus níveis normais (veja exemplos na figura).</p>
<p>Os níveis de triglicerídeos podem ser diminuídos com a mudança de estilo de vida e com medicamentos. A Associação Americana de Cardiologia recomenda fazer exercícios de média intensidade, mais que 120 minutos de atividade física por semana, para diminuir os níveis de triglicerídeos.</p>
<p>O segredo para reduzir os triglicerídeos é queimar mais energia e gordura do que você consome, quanto mais você usa menos você armazena!</p>
<figure id="attachment_4673" aria-describedby="caption-attachment-4673" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-o-que-sao-triglicerideos.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4673" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-o-que-sao-triglicerideos.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-o-que-sao-triglicerideos.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-o-que-sao-triglicerideos-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-o-que-sao-triglicerideos-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4673" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Pesticidas, gordura corporal e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2013 19:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Pedro Arrebola]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pesticida]]></category>
		<category><![CDATA[Poluente Orgânico Persistente]]></category>
		<category><![CDATA[POP]]></category>
		<category><![CDATA[tecido adiposo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Granada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inédito relaciona o acúmulo de pesticidas no tecido adiposo ao desenvolvimento do diabetes tipo 2. Para que serve a gordura do corpo? Se peguntado a um médico, ele poderá explicar que o nosso tecido adiposo (ou a &#8220;gordura&#8221;) é importantíssimo como reserva de energia, que ele realiza funções metabólicas essenciais e, além disso, ainda &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo inédito relaciona o acúmulo de pesticidas no tecido adiposo ao desenvolvimento do diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-3471"></span></p>
<p>Para que serve a gordura do corpo?</p>
<p>Se peguntado a um médico, ele poderá explicar que o nosso tecido adiposo (ou a &#8220;gordura&#8221;) é importantíssimo como reserva de energia, que ele realiza funções metabólicas essenciais e, além disso, ainda ajuda a &#8220;dar forma&#8221; ao corpo. Talvez o que ele não mencione é que o tecido adiposo é um ótimo acumulador de substância perigosas à saúde, como por exemplo pesticidas utilizados nas lavouras. E este acúmulo, agora se sabe, pode ser uma das causas do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> em boa parte da população.</p>
<p>Pesquisadores da <a title="Todas as vantagens do exercício físico na gravidez" href="http://www.diabeticool.com/todas-as-vantagens-do-exercicio-fisico-na-gravidez/">Universidade de Granada</a>, na Espanha, estudaram a concentração de alguns destes pesticidas em 386 adultos. No caso, foram estudados os <strong>POP</strong>s, ou &#8220;Poluentes Orgânicos Persistentes&#8221;. Estes produtos químicos recebem a alcunha de &#8220;persistentes&#8221; porque se mantêm ativos na natureza durante um longo período de tempo, sendo dificilmente degradados. Além disso, possuem a característica de se acumularem nos organismos e de serem facilmente carregados pelo vento ou pela água &#8211; ou seja, podem se transformar um grave transtorno à saúde. Estes pesticidas ainda são muito utilizados em plantações ao redor de todo o mundo. Algumas pesquisas já haviam apontado que o acúmulo de POPs no organismo aumenta os riscos de desenvolvimento de <a title="Desvendado o link diabetes-câncer" href="http://www.diabeticool.com/desvendado-o-link-diabetes-cancer/">câncer</a>.</p>
<p><strong>Temos até aqui dois fatos</strong>: o tecido adiposo acumula substâncias tóxicas, como os POPs, e altas concentrações destes produtos químicos no organismo podem levar a doenças sérias. Qual seria a relação destas observações com o diabetes?</p>
<p>A pesquisa espanhola, que estudou amostras de tecido adiposo dos voluntários, revelou que, dos quase 400 adultos analisados, <strong>aqueles que apresentavam as maiores concentrações de POPs no organismo eram pessoas acima do peso, com maiores camadas de gordura no corpo e que possuíam diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>A hipótese que os cientistas formularam &#8211; após eliminarem as influências de gênero, peso e idade de suas equações &#8211; é a de que ter uma farta camada de tecido adiposo (ou seja, ser &#8220;<a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/">gordinho</a>&#8220;) aumenta as concentrações de POPs no organismo, e isso pode levar ao diabetes tipo 2.</p>
<p>&#8220;O mecanismo de ação através do qual os POP aumentam os riscos de diabetes é ainda desconhecido. Todavia, alguns pesquisadores sugeriram que os POPs podem gerar uma resposta imunológica quando penetram nos receptores de estrógeno de tecidos associados ao metabolismo de açúcares.&#8221;, afirmou o professor e pesquisador Juan Pedro Arrebola.</p>
<figure id="attachment_3473" aria-describedby="caption-attachment-3473" style="width: 549px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-3473" alt="pesquisadores granada diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/pesquisadores-granada-diabetes.jpg" width="549" height="411" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/pesquisadores-granada-diabetes.jpg 549w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/pesquisadores-granada-diabetes-321x240.jpg 321w" sizes="(max-width: 549px) 100vw, 549px" /><figcaption id="caption-attachment-3473" class="wp-caption-text">Os cientistas da Universidade de Granada que conduziram a pesquisa. Da esquerda para a direita: Juan Pedro Arrebola, Francisco Artacho e María Fernández.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As mulheres-fruta e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 10:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[abdômen]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[formato do corpo]]></category>
		<category><![CDATA[glúteos]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[HDL]]></category>
		<category><![CDATA[Ishwarlal Jialal]]></category>
		<category><![CDATA[mulher-maçã]]></category>
		<category><![CDATA[mulher-pêra]]></category>
		<category><![CDATA[omentina]]></category>
		<category><![CDATA[quemerina]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism]]></category>
		<category><![CDATA[UC Davis Health System]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você é uma mulher-maçã ou uma mulher-pêra? Entenda como o formato do corpo pode influenciar a saúde e os riscos de ter diabetes, com informações baseadas nas mais recentes pesquisas científicas. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as chamadas &#8220;mulheres-pêra&#8221; seriam mais saudáveis do que as &#8220;mulheres-maçã&#8221;. Um novo trabalho científico, realizado pelo UC Davis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você é uma mulher-maçã ou uma mulher-pêra? Entenda como o formato do corpo pode influenciar a saúde e os riscos de ter diabetes, com informações baseadas nas mais recentes pesquisas científicas.</em></p>
<p><span id="more-2734"></span></p>
<figure id="attachment_2736" aria-describedby="caption-attachment-2736" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2736" alt="Como seu corpo acumula gordura? No estilo &quot;maçã&quot; ou no estilo &quot;pêra&quot;?" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes.jpg" width="600" height="286" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes-415x198.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2736" class="wp-caption-text">Como seu corpo acumula gordura? No estilo &#8220;maçã&#8221; ou no estilo &#8220;pêra&#8221;?</figcaption></figure>
<p>Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as chamadas &#8220;mulheres-pêra&#8221; seriam mais saudáveis do que as &#8220;mulheres-maçã&#8221;. Um novo trabalho científico, realizado pelo UC Davis Health System e que será publicado em março no periódico <em>The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em><em>, </em>põe esta teoria abaixo e mostra que as &#8220;pêras&#8221; correm muito mais riscos de desenvolver a <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/"><strong>síndrome metabólica</strong></a> e doenças como o diabetes. Para entender o quê este salada de frutas e doenças significa, vamos analisar em partes esta grande descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dando nomes ao pomar</strong></p>
<figure id="attachment_2737" aria-describedby="caption-attachment-2737" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2737 " alt="Celebridades com a silhueta de pêra." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes.jpg" width="450" height="317" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes.jpg 450w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes-341x240.jpg 341w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-2737" class="wp-caption-text">Celebridades com a silhueta de pêra&#8230;</figcaption></figure>
<p>Em primeiro lugar, vamos definir nossas frutas. As &#8220;<strong>mulheres-pêra</strong>&#8221; são aquelas que acumulam gordura predominantemente na região dos glúteos, quadris e coxas. Já as &#8220;<strong>mulheres-maçã</strong>&#8221; carregam mais peso na região abdominal. Algumas pesquisas conduzidas no começo da década apontaram que as mulheres &#8220;barrigudas&#8221; (as &#8220;maçãs&#8221;) seriam mais propensas a desenvolver problemas cardíacos e o diabetes quando comparadas às mulheres-pêra. De maneira misteriosa, as pesquisas ainda indicavam que a gordura acumulada nos quadris &#8220;protegeria&#8221; as mulheres, de alguma forma, de problemas de saúde no futuro. O novo trabalho dos cientistas da UC Davis vem mostrar que as coisas não são bem assim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2738" aria-describedby="caption-attachment-2738" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2738" alt="... e outras famosas com o corpo de &quot;maçã&quot;." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes.jpg" width="500" height="317" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes.jpg 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes-379x240.jpg 379w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-2738" class="wp-caption-text">&#8230; e outras famosas com o corpo de &#8220;maçã&#8221;.</figcaption></figure>
<p>&#8220;A gordura no abdômen foi por muito tempo considerada a mais prejudicial à saúde, e acreditava-se que a gordura nos glúteos protegia do diabetes, de doenças cardíacas e da síndrome metabólica&#8221;, conta Ishwarlal Jialal, principal autor do estudo e professor de patologia e medicina laboratorial no UC Davis. &#8220;Mas a nossa pesquisa ajuda a dispersar o mito de que a gordura nos glúteos é &#8216;inocente&#8217;.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo a perigosa síndrome metabólica</strong></p>
<p>Uma das principais descobertas da pesquisa do professor Jialal é a de que as &#8220;pêras&#8221; correm maiores riscos de desenvolver a síndrome metabólica. E o que seria isto?</p>
<p>A <a title="Os 6 mil passos da mulher de meia-idade" href="http://www.diabeticool.com/os-6-mil-passos-da-mulher-de-meia-idade/">síndrome metabólica</a> é o nome dado a um conjunto de fatores de risco que, quando aparecem juntos, aumentam em muitas vezes as chances do paciente ter doenças cardiovasculares e diabetes. Na verdade, não é exagero dizer que uma pessoa que possua estes fatores de risco terá, de fato, algum destes problemas de saúde. Estatísticas mostram que a síndrome metabólica <strong>dobra os riscos de doenças cardiovasculares</strong> <strong>e</strong> <strong>multiplica por cinco as chances do desenvolvimento do diabetes</strong>. Alguns destes fatores de risco são: ter cintura larga, baixos níveis de lipoproteínas de alta densidade (HDL, ou o &#8220;colesterol bom&#8221;) no sangue, pressão alta, altas taxas de triglicérides e glicemia de jejum elevada (o que caracteriza a <a title="Como convencer seu filho a praticar exercícios" href="http://www.diabeticool.com/como-convencer-seu-filho-a-praticar-exercicios/">resistência à insulina</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os segredos deletérios da gordura das &#8220;pêras&#8221;</strong></p>
<p>A gordura acumulada próxima às nádegas libera quantidades anormais de duas proteínas, chamadas de <strong>quemerina </strong>e <strong>omentina</strong>, de acordo com a nova pesquisa. Este tipo de gordura libera mais quemerina do que o normal, o que está relacionado com pressão alta, taxas elevadas de proteína C-reativa (um sinal de inflamação) e de triglicérides, resistência à insulina e níveis baixos do colesterol bom &#8211; todos estes fatores, como vimos, são extremamente prejudiciais à saúde. Já a omentina é liberada em menor quantidade, o que, por sua vez, está relacionado a altas taxas de triglicérides, glicemia nas alturas e baixo teor de HDL no sangue &#8211; características também nada positivas.</p>
<p>Em suma, os efeitos no corpo humano da gordura das &#8220;mulheres-pêra&#8221; é piorar &#8211; e muito! &#8211; os fatores de risco para a síndrome metabólica. Como conseqüência, estas mulheres correm riscos muito maiores de ter diabetes e doenças cardiovasculares.</p>
<p>Jialal explica: &#8220;Altos níveis de quemerina foram correlacionados com quatro das cinco características da síndrome metabólica e podem ser um biomarcador promissor para esta síndrome. Como [a quemerina] é também uma indicadora de inflamação e de resistência à insulina, ela pode acabar vir a sendo parte de um painel de biomarcadores para definir casos de obesidade de alto risco.&#8221; O cientista explica as implicações médicas de suas descobertas para o futuro: &#8220;Grandes estudos epidemiológicos futuros deverão focar na avaliação do papel da quemerina como biomarcador para o desenvolvimento do diabetes e de doenças cardiovasculares na síndrome metabólica.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tudo está perdido para as mulheres-pêra?</strong></p>
<figure id="attachment_2740" aria-describedby="caption-attachment-2740" style="width: 251px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-2740    " alt="Pouco importa qual seja o seu tipo de fruta - o importante é manter-se saudável sempre!" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulher-rodeada-de-frutas-diabetes.jpg" width="251" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-2740" class="wp-caption-text">Pouco importa qual é o seu tipo de fruta &#8211; o importante é manter-se sempre com a saúde em dia!</figcaption></figure>
<p>Apesar das novidades da pesquisa não trazerem boas notícias para quem acumula gordura na região inferior do corpo, elas são um importante alerta. Assim como em casos de pré-diabetes, nos quais um paciente consciencioso e que cuide bem da glicemia pode se curar sem problemas, as mulheres-pêra devem encarar as descobertas como um incentivo para cuidarem da saúde com todo o carinho e atenção. &#8220;A boa notícia do nosso trabalho é que, através da perda de peso, as pessoas podem reduzir os níveis de quemerina, além de diminuir os riscos de síndrome metabólica severa&#8221;, conta o professor Jialal. Portanto, é hora das frutas colocarem as mangas de fora e amadurecerem seu lado saudável!</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">As mulheres-fruta e o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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