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	<title>Unicamp | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Unicamp busca voluntários com diabetes tipo 2 para pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 17:47:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Nova]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
		<category><![CDATA[voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova rodada de estudos sobre o diabetes precisa de voluntários, que receberão acompanhamento médico detalhado. A Universidade Estadual de Campinas &#8211; Unicamp é um dos polos de pesquisas mais respeitados tanto no Brasil quanto no restante do mundo, especialmente na área de estudos biomédicos. O diabetes é estudado a fundo pelos pesquisadores da Universidade há &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova rodada de estudos sobre o diabetes precisa de voluntários, que receberão acompanhamento médico detalhado.</em><span id="more-9779"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span> Universidade Estadual de Campinas &#8211; Unicamp é um dos polos de pesquisas mais respeitados tanto no Brasil quanto no restante do mundo, especialmente na área de estudos biomédicos. O diabetes é estudado a fundo pelos pesquisadores da Universidade há décadas &#8211; alguns dos docentes da Unicamp, como o pesquisador <span class="removed_link" title="http://www.ocrc.org.br/institucional/equipe/pesquisadores-principais/antonio-c-boschero/">Antônio Boschero</span>, são reconhecidos internacionalmente pelos avanços que trouxeram na compreensão dos complexos mecanismos por trás da doença.</p>
<p>Aqui no <strong>Diabeticool</strong>, já mencionamos diversas descobertas provenientes de estudos da Universidade (<em>relembre alguns exemplos abaixo!</em>), assim como divulgamos oportunidades de tratamentos e pesquisas voltados à população com diabetes &#8211; as inscrições para <a href="http://www.diabeticool.com/campinas-e-regiao-chance-de-cirurgia-bariatrica-na-unicamp/">cirurgias bariátricas</a>, por exemplo, são sempre bastante concorridas. Agora no início de 2018, a oportunidade é para participar de uma nova rodada de estudos sobre o diabetes tipo 2. Ao se voluntariar, a pessoa receberá suporte médico da equipe do Centro de Pesquisa Clínica da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e terá a saúde acompanhada pelos pesquisadores.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="7LckKgKzVD"><p><a href="https://www.diabeticool.com/cha-verde-pesquisa-da-unicamp-mostra-efeitos-positivos-da-bebida-no-combate-ao-diabetes/">Chá verde: pesquisa da UNICAMP mostra efeitos positivos da bebida no combate ao diabetes</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Chá verde: pesquisa da UNICAMP mostra efeitos positivos da bebida no combate ao diabetes&#8221; &#8212; DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" style="position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);" src="https://www.diabeticool.com/cha-verde-pesquisa-da-unicamp-mostra-efeitos-positivos-da-bebida-no-combate-ao-diabetes/embed/#?secret=7LckKgKzVD" data-secret="7LckKgKzVD" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="4tjWNUSXVs"><p><a href="https://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP&#8221; &#8212; DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" style="position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);" src="https://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/embed/#?secret=4tjWNUSXVs" data-secret="4tjWNUSXVs" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Os interessados precisam&#8230;</p>
<ul>
<li><strong>ter entre 40 e 70 anos</strong></li>
<li><strong>estarem com diabetes tipo 2</strong></li>
<li><strong>não utilizar insulina</strong></li>
</ul>
<p>Os interessados podem entrar em contato com <strong>Eliene</strong> pelos telefones</p>
<ul>
<li><strong>(19) 3521-9580,</strong></li>
<li><strong>(19) 9 9722-8774 (WhatsApp)</strong></li>
</ul>
<p>Ou pelo e-mail <strong><a href="mailto:cpc@fcm.unicamp.com.br">cpc@fcm.unicamp.com.br</a></strong>.</p>
<p>Para quem mora em Campinas e região, trata-se de uma excelente oportunidade de entrar em contato com pesquisas de ponta sobre o diabetes e ainda ajudar no avanço do conhecimento acerca da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>com informações do <a href="http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2018/02/20/pesquisa-busca-voluntarios-com-diabetes-tipo-2-para-estudo">Portal Unicamp</a></em></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/unicamp-busca-voluntarios-com-diabetes-tipo-2-para-pesquisa/">Unicamp busca voluntários com diabetes tipo 2 para pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>UNICAMP lança portal online sobre dietas e controle do peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 00:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[OCRC]]></category>
		<category><![CDATA[portal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes. Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes.</em><br />
<span id="more-7928"></span></p>
<figure id="attachment_7931" aria-describedby="caption-attachment-7931" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.sobrepeso.com.br" target="_blank"><img class="wp-image-7931 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg" alt="logo sobrepeso site" width="600" height="250" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site-415x173.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7931" class="wp-caption-text">Clique na imagem para acessar o novo portal informativo.</figcaption></figure>
<p>Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, como pressão alta e o <a title="Diabetes tipo 2: melhores resultados com bomba de insulina do que com múltiplas injeções diárias" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-melhores-resultados-com-bomba-de-insulina-do-que-com-multiplas-injecoes-diarias/">diabetes tipo 2</a>. Na busca por soluções, muitas pessoas acabam confiando em dietas milagrosas (e falsas) divulgadas na internet – o que, na maioria das vezes, só gera ainda mais dores de cabeça e malefícios ao corpo.</p>
<p>Tentando mudar esta realidade, esta semana foi inaugurado o site “<strong>SobrePeso</strong>”, uma iniciativa do Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades (<a href="http://www.ocrc.com.br">OCRC</a>), da Universidade Estadual de Campinas. O site traz diariamente informações de qualidade e de fácil entendimento sobre temas de saúde relacionados ao bom controle do peso.</p>
<p>A iniciativa nasceu dos próprios cientistas do OCRC. Eles buscam, através do “SobrePeso”, repassar à população todo o conhecimento adquirido nos laboratórios da Universidade, mas de maneira clara e acessível.</p>
<p>“O site trará notícias diversas sobre todas as doenças relacionadas à obesidade, fórum de discussões, calendário de atividades. Será um site muito dinâmico e que esperamos que tenha número de visitantes bastante alto”, disse em entrevista ao jornal Correio Popular o coordenador de divulgação científica do OCRC, Ronaldo Pilli.</p>
<figure id="attachment_7929" aria-describedby="caption-attachment-7929" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7929" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg" alt="sobrepeso site unicamp" width="600" height="436" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp-330x240.jpg 330w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7929" class="wp-caption-text">O diabetes também é tema de destaque no portal.</figcaption></figure>
<p>“A população em geral poderá ter informações sobre como calcular o <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">IMC</a>, acesso a receitas, notícias relacionadas. Só não terá dietas mágicas porque não acreditamos nisso, mas sim em orientações para desenvolver bons hábitos alimentares”, disse Pilli.</p>
<p>O site está em fase inicial de atividades. Já é possível encontrar cerca de uma centena de textos sobre doenças relacionadas ao excesso de peso, como diabetes tipo 2, aterosclerose e hipertensão. Além disso, há dicas de exercícios físicos e de alimentação.</p>
<p>Uma outra seção de alto interesse é o “Livro de Receitas Saudáveis”, atualizado continuamente com alimentos que fazem bem à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PORTAL REFERÊNCIA NO PAÍS</strong></p>
<p>A meta dos pesquisadores responsáveis pelo “SobrePeso” é que, em pouco tempo, o site torne-se uma referência para a população brasileira em geral aprender mais sobre os assuntos abordados.</p>
<p>Pesquisadores do OCRC terão colunas fixas no portal nas quais discutirão temas relacionadas às suas especialidades acadêmicas. Além disso, uma área de material didático está sendo criada como suporte aos textos publicados.</p>
<p>Para quem gosta de conversas e discussões, o portal está estreando a seção de fóruns, abertos e qualquer pessoa que tenha uma conta no Facebook.</p>
<p>O &#8220;SobrePeso&#8221; pode ser visitado em <a href="http://www.sobrepeso.com.br">www.sobrepeso.com.br</a>. Para facilitar o acompanhamento das atualizações, o portal também está presente nas redes sociais, como o <a href="http://www.facebook.com/sobrepesobrasil">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/sobrepesobrasil">Twitter</a>, <a href="https://plus.google.com/111846202854593138546">Google+</a> e <a href="http://sobrepesobrasil.tumblr.com/">Tumblr</a>.</p>
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		<item>
		<title>Campinas e região: chance de cirurgia bariátrica na UNICAMP</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/campinas-e-regiao-chance-de-cirurgia-bariatrica-na-unicamp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2014 17:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Universidade abre inscrições para grupo pré-operatório no dia 12 de março. Conheça os critérios para a seleção. A cirurgia bariátrica, também conhecida como cirurgia de redução do estômago, é uma das técnicas médicas mais eficazes no combate à obesidade e, também, ao diabetes tipo 2. Existem estimativas que afirmam que 80% dos diabéticos operados chegam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Universidade abre inscrições para grupo pré-operatório no dia 12 de março. Conheça os critérios para a seleção.</em><span id="more-7018"></span><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7023" alt="hospital das clinicas unicamp diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/hospital-das-clinicas-unicamp-diabetes.jpg" width="600" height="274" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/hospital-das-clinicas-unicamp-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/hospital-das-clinicas-unicamp-diabetes-415x190.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>A <strong>cirurgia bariátrica</strong>, também conhecida como <strong>cirurgia de redução do estômago</strong>, é uma das técnicas médicas mais eficazes no combate à obesidade e, também, ao <strong>diabetes tipo 2</strong>. Existem estimativas que afirmam que 80% dos diabéticos operados chegam a &#8220;reverter&#8221; a doença &#8211; ou seja, o organismo volta a controlar, naturalmente, a glicemia da maneira correta. Apesar das vantagens, este procedimento é ainda caro, e opções gratuitas são muito procuradas. A boa notícia é que a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está abrindo vagas para seleção de candidatos a cirurgias bariátricas. O evento ocorre no próximo dia 12, às 8h da manhã, no Ginásio Multidisciplinar do campus de Campinas.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">Redução do estômago ajuda, mas não cura diabetes</a>&#8220;</strong></p>
<p>Os critérios básicos exigidos para a inscrição são:</p>
<ul>
<li>Ter ao menos 16 anos de idade;</li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/"><strong>Índice de Massa Corporal</strong></a> (IMC) mínimo de 40;</li>
<li>ou então IMC mínimo de 35, caso a pessoa tenha alguma doenças grave associada (como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, síndrome metabólica, apneia do sono).</li>
</ul>
<p>Estes critérios são os mesmos determinados pelo Conselho Federal de Medicina para a realização da cirurgia nas redes públicas do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE A CIRURGIA NÃO É A CURA</strong></p>
<p>Vale lembrar que a cirurgia bariátrica não é simplesmente um procedimento passivo, no qual o médico retira uma parte do estômago e, como num passe de mágica, todos os problemas de saúde desaparecem. É preciso <strong>comprometimento total</strong> por parte do operado em querer melhorar o estilo de vida. Os médicos pedem para que, antes da operação, a pessoa perca pelo menos 10% do seu peso e que, no pós-operatório, controle com extremo rigor o plano alimentar.</p>
<p>No caso dos diabéticos, a exigência de comprometimento é igual. Os casos de reversão da doença só ocorreram em pacientes que passaram a se alimentar melhor &#8211; ingerindo menos açúcares e gorduras e mais vitaminas, proteínas e fibras &#8211; após a cirurgia. Além disso, é recomendada a prática rotineira de exercícios físicos. O procedimento médico auxilia na redução de peso e na manutenção da boa forma, mas não é o segredo para melhorar a glicemia. O segredo é, sem dúvida, uma dieta mais equilibrada.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-vale-mais-a-pena-cirurgia-bariatrica-ou-fazer-dieta/">O que vale mais a pena: cirurgia bariátrica ou fazer dieta?</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS DETALHES</strong></p>
<p>As informações a seguir são do <strong>Portal Unicamp</strong>:</p>
<p><em>A Unicamp efetua inscrição para o grupo pré-operatório de cirurgia bariátrica (de redução do estômago) no dia 12 de março, às 8 horas, no seu Ginásio Multidisciplinar (GMU). No ano passado, a seleção ocorreu durante a Caminhada de Prevenção à Obesidade, no Parque Portugal, em Campinas. Na ocasião, foram cadastrados aproximadamente 2 mil candidatos à cirurgia. A expectativa agora é atingir mil cadastros. Os interessados devem vir ao Ginásio com algum documento que o identifique. Segundo o gastrocirurgião Elinton Adami Chaim, serão selecionados pacientes cujo Índice de Massa Corporal (IMC) é igual ou maior que 40 ou, maior que 35, quando se tratar de pacientes com doenças graves associadas, como por exemplo hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, síndrome metabólica, apneia do sono. Chaim e a equipe da Universidade envolvida na iniciativa se mostram animados com a possibilidade de oferecer à população de Campinas e região uma chance mais pontual de combater a obesidade mórbida. Em entrevista para o Portal Unicamp, ele aborda os critérios dessa seleção e fala sobre as vantagens de fazer a cirurgia nos casos recomendados.<br />
</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Qual a idade mínima para essa cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; A partir de 16 anos.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Qual a expectativa desse evento no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Esperamos um público maior que mil pessoas obesas.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Quais as técnicas mais utilizadas na Unicamp?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; São duas, que também são as mais consagradas: Bypass Gástrico e Scopinaro. A técnica Scopinaro é mais indicada para pacientes portadores de diabetes grave.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Em termos percentuais, quantos pacientes voltam a ganhar peso depois de terem se submetido à cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Ocorre 10% de reganho de peso no geral. Consideramos este percentual baixo. Mas há ainda aqueles pacientes que voltam a ter obesidade mórbida. Este percentual então permeia a casa dos 2%. A causa disso é que lhes falta preparo psicológico e eles não conseguem fazer a introdução de atividade física como um hábito de vida, como recomendamos.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Como deve ser feita a manutenção no pós-cirúrgico?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Esses pacientes deverão passar por um acompanhamento médico pelo resto de suas vidas. Eles não têm alta. Isso porque precisam fazer reposição de vitaminas e carecem ainda de um acompanhamento psicológico e nutricional.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; No pós-cirúrgico, é possível a desnutrição?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Pode acontecer quando o paciente acaba fazendo uma alimentação desequilibrada, mas isso não é comum.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; O que acontece no pós-cirúrgico imediato?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Nesse momento é introduzida a dieta fracionada, e em pequena quantidade, e é indicada atividade física leve, bem como acompanhamento multidisciplinar.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; O paciente com sobrepeso é candidato a essa seleção?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Não. A cirurgia é indicada estritamente para obesos mórbidos. O motivo é que a literatura demonstrou que, em longo prazo, pode ocorrer uma redução na expectativa de vida do indivíduo, de aproximadamente 15 anos. Além do mais, observou-se que, para o paciente com sobrepeso, não existe benefício que justifique a cirurgia. Pelo contrário, ele vai enfrentar riscos, sendo que, com uma dieta aliada à atividade física, ele poderá perder peso tranquilamente. O tratamento cirúrgico, então, é a última opção, sobretudo por conta do risco que existe de morbimortalidade.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Como controlar a ansiedade no pós-operatório?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Aqui na Unicamp fazemos acompanhamento psicológico para controle das compulsões, que certamente aparecem, além, é claro, do seguimento médico.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Quais são os riscos decorrentes da cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Em curto prazo, podem ocorrer sangramentos, tromboembolismo pulmonar e infecções. Já, em longo prazo, pode haver desnutrição, anemia e o aparecimento de novas compulsões. É o caso de pacientes que passam a ingerir uma grande quantidade de leite condensado, achocolatados, refrigerantes e bebidas alcoólicas.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; A cirurgia pode ser feita mais de uma vez?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Para as técnicas empregadas na Unicamp, a cirurgia é única. E a perda de peso, que é gradativa, deve acontecer ao longo de um ano.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Por que é preciso emagrecer antes da cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; É que se o paciente perder 10% do seu peso, ele diminui complicações como hérnias incisionais e tromboembolismo pulmonar, que podem inclusive levar à morte.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Quais suas recomendações aos pacientes que virão à Unicamp para participar dessa seleção?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Quem já está cadastrado, não precisa se cadastrar novamente. Os pacientes têm que fazer um pré-agendamento pelo Departamento Regional de Saúde (DRS) de Campinas, o DRS VII. A nossa equipe estará no Ginásio no dia 12 para passar orientações iniciais e esclarecer dúvidas. O paciente deve entender que precisa perder peso e precisa ver vantagem no emagrecimento, principalmente para a sua saúde. Eles precisam ter vontade e também acatar as orientações para atingir a meta de perda de peso. Aqueles que vierem no dia do agendamento vão passar por pesagem e aqueles que já conseguiram perder 10% do peso serão inseridos automaticamente no Programa Multidisciplinar de Cirurgia Bariátrica.</em></p>
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		<title>A origem do &#8220;quiabo cura o diabetes&#8221; na tv</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2014 22:00:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[água de quiabo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlão Monteiro retorna ao Diabeticool contando um pouco da origem, em 2012, da famosa história do quiabo &#8216;curar&#8217; o diabetes. POR CARLÃO MONTEIRO, COLUNISTA DO DIABETICOOL Já se vão mais de dois meses desde que escrevi pela primeira vez sobre o quiabo &#8220;curando&#8221; o diabetes (aliás, modéstia à parte, meu texto aqui no Diabeticool foi &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Carlão Monteiro retorna ao Diabeticool contando um pouco da origem, em 2012, da famosa história do quiabo &#8216;curar&#8217; o diabetes.<span id="more-6678"></span></em></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR CARLÃO MONTEIRO, COLUNISTA DO DIABETICOOL</strong> </span></p>
<p>Já se vão mais de dois meses desde que escrevi pela primeira vez sobre o quiabo &#8220;curando&#8221; o diabetes (aliás, modéstia à parte, meu texto aqui no <strong>Diabeticool</strong> foi o <strong>primeiro publicado na internet</strong> explicando a controversa matéria do &#8220;Caldeirão do Huck&#8221; sobre os jovens mineiros e seu quiabo mágico!).</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">RELEMBRE </span>o primeiro texto de Carlão: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-quiabo-do-luciano-huck-e-o-diabetes/">O quiabo do Luciano Huck e o diabetes</a>&#8220;</strong></p>
<p>Desde então, milhares de pessoas já deram sua opinião e veredito aqui no site e no Facebook. O jovem líder em diabetes <a title="Revelado o segredo da água de quiabo" href="http://www.diabeticool.com/revelado-o-segredo-da-agua-de-quiabo/">Ronaldo Wieselberg</a> escreveu um texto polêmico e de altíssimo nível que explica, tim-tim por tim-tim, os motivos do quiabo diminuir, de fato, as taxas de açúcar no sangue (além de explicar o porquê disto não ser muito bom!). A Sociedade Brasileira de Diabetes, devido ao tamanho que assunto ganhou, até ela, deu seu parecer (negativo!) sobre o uso da água de quiabo. Todo mundo deu seu palpite.</p>
<figure id="attachment_6679" aria-describedby="caption-attachment-6679" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-reporter/v/quiabo-e-o-melhor-alimento-para-controlar-o-nivel-de-acucar-no-sangue/2029661/"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6679" alt="quiabo no globo reporter e diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/quiabo-no-globo-reporter-e-diabetes.jpg" width="600" height="398" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/quiabo-no-globo-reporter-e-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/quiabo-no-globo-reporter-e-diabetes-362x240.jpg 362w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-6679" class="wp-caption-text">O quiabo estreou na televisão como &#8220;remédio&#8221; para diabetes nesta edição do Globo Repórter, de 2012. Clique na imagem para assistir ao vídeo.</figcaption></figure>
<p>Acompanhei por completo todas as discussões decorrentes do assunto. No final das contas, o pessoal se dividiu basicamente em dois grupos: de um lado, há as pessoas que entendem que água de quiabo baixa, sim, a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>, mas que faz isto devido ao aumento da quantidade de urina expelida e da ingestão das fibras, e que isto não é tratamento adequado para a saúde dos diabéticos. Do outro lado, há quem defenda com unhas e dentes a utilidade do quiabo como &#8220;cura&#8221; (usam esta palavra mesmo!) do diabetes, e qualquer tentativa de argumentação é vista como &#8220;complô da indústria farmacêutica&#8221; ou como algum tipo de elitismo que eu não compreendo (do tipo &#8220;<em>você é médico, lógico que vai falar que quiabo não faz bem!!</em>&#8220;, como se a única preocupação de quem estudou Medicina é vender remédio e sempre falar mal de tratamentos naturais).</p>
<p>De qualquer maneira, quero trazer hoje uma parte importante das <strong>origens da polêmica</strong> toda. A molecada de Minas que &#8220;descobriu&#8221; a água de quiabo se baseou nas pesquisas feitas pela cientista Vera Sônia Nunes da Silva, da UNICAMP/ITAL.</p>
<figure id="attachment_6680" aria-describedby="caption-attachment-6680" style="width: 572px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-6680  " alt="vera sonia nunes da silva quiabo diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/vera-sonia-nunes-da-silva-quiabo-diabetes.jpg" width="572" height="419" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/vera-sonia-nunes-da-silva-quiabo-diabetes.jpg 707w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/vera-sonia-nunes-da-silva-quiabo-diabetes-328x240.jpg 328w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /><figcaption id="caption-attachment-6680" class="wp-caption-text">Vera Sônia Nunes da Silva, a cientista que descobriu as propriedades benéficas do quiabo em relação à glicemia.</figcaption></figure>
<p>Em julho de 2012, o Globo Repórter fez uma extensa reportagem sobre <strong>alimentos naturais poderosos na cura de problemas de saúde</strong>. Após mencionar frutinhas do cerrado com propriedades anti-câncer, a reportagem exibe as pesquisas de Vera. Ela havia dado uma espécie de &#8220;farinha&#8221; de quiabo a camundongos diabéticos, e percebeu que a glicemia deles melhorou bastante, assim como os níveis de colesterol. A explicação para o fenômeno, dada pela própria Vera, eu deixo para vocês assistirem no vídeo [<em>basta clicar na primeira imagem para acessar</em>]!</p>
<p><strong>Foi esta pesquisa que serviu de base para a &#8220;descoberta&#8221; da água de quiabo pelos meninos de Patos de Minas</strong>. A cientista Vera Nunes SEMPRE foi extremamente cautelosa ao dar entrevistas sobre os poderes antidiabéticos do quiabo, uma vez que conhece bem todo o extenso procedimento científico necessário à validação das descobertas, e certamente está chocada com essa loucura que virou a divulgação da &#8220;água milagrosa&#8221;.</p>
<p>Deixo com vocês o link para o vídeo que deu origem a uma das maiores polêmicas na comunidade diabética nacional dos últimos tempos. É interessante pensar a repercussão e as conseqüências que nossos atos têm hoje em dia, quando nada é perdido, tudo pode ser encontrado e a informação se tornou algo indelével e eterno.</p>
<p><strong>Muita Saúde e Alegria a todos, sempre!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #efefec; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-5802" alt="carlao monteiro" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png" width="133" height="133" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 133px) 100vw, 133px" />Carlão Monteiro Diabético</strong> ganhou este último &#8220;sobrenome&#8221; carinhoso há mais de 20 anos, quando descobriu que teria de conviver com o diabetes. Passou a estudar muito sobre a doença, devorando todos os livros e artigos científicos que passavam pela sua frente. Neste tempo, já testou milhares de tratamentos diferentes e ouviu as mais exóticas histórias sobre curas do diabetes. Ele compartilha seu vasto conhecimento com os leitores do Diabeticool nesta coluna especial.</div>
<div style="background-color: #efefec; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong>Siga no Facebook em <a href="http://www.facebook.com/diabeticool">facebook.com/diabeticool </a></strong></div>
<div style="background-color: #efefec; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong>+ Mais textos de Carlão:</strong><strong> &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/quanto-tempo-vale-uma-vida-uma-reflexao-de-carlao-monteiro/">Quanto tempo vale uma vida? Uma reflexão</a>&#8220;, de 15.12.2013</strong></div>
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		<title>O quiabo do Luciano Huck e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2013 21:04:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente ficou entusiasmada com a história da água de quiabo diminuir a glicemia, apresentada no &#8220;Caldeirão&#8221; deste sábado. Nosso colunista Carlão Diabético tem algo a dizer sobre isso. Um texto especial por Carlão Monteiro Diabético, colunista do Diabeticool. &#160; E mais uma cura para o diabetes foi descoberta, minha gente!! Vamos todos jogar fora nossas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muita gente ficou entusiasmada com a história da água de quiabo diminuir a glicemia, apresentada no &#8220;Caldeirão&#8221; deste sábado. Nosso colunista Carlão Diabético tem algo a dizer sobre isso.</em><span id="more-5791"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><em><strong>Um texto especial por <em><strong>Carlão Monteiro Diabético</strong></em>, colunista do Diabeticool.</strong></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E mais uma cura para o diabetes foi descoberta, minha gente!! Vamos todos jogar fora nossas insulinas e outros remédios e beber água de quiabo que tudo vai ficar bem!</strong></p>
<p><strong>Claro que estou brincando</strong>. Eu seria o homem mais feliz do mundo se pudesse trocar o monte de remédios que eu tomo por um copo de água de quiabo. Imagina a economia no final do mês? Meu bom Deus, além de feliz eu seria um homem rico! Mas, por mais que eu queira acreditar que o quiabo pode curar o diabetes, eu tenho alguns motivos para ter dúvidas quanto a esses tratamentos muito alternativos. Vou explicá-las. <strong>Elas se baseiam na minha experiência de mais de 20 anos como diabético. Vejam se concordam com o que eu tenho a dizer.</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-5792" alt="Caldeirão do Huck água de quiabo diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/caldeirao-do-huck-quiabo-diabetes.jpg" width="600" height="370" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/caldeirao-do-huck-quiabo-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/caldeirao-do-huck-quiabo-diabetes-389x240.jpg 389w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>A história do quiabo curar o diabetes é antiga, mas ganhou novo fôlego quando o Luciano Huck apresentou a idéia no Caldeirão de ontem (23/11/13). <a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/caldeirao-do-huck/t/programa/v/inventores-revela-novos-talentos-criativos/2974979/"><strong>Aqui está o link para o vídeo do programa</strong></a>.</p>
<p>O quiabo apareceu no quadro &#8220;Jovens Inventores&#8221; do Caldeirão. A equipe do Huck descobriu três adolescentes, a Letícia, o Matheus e o Welles, todos com 17 anos, lá na cidade de Patos de Minas, em Minas Gerais. Certa vez, uma colega deles, que tem diabetes, desmaiou no refeitório da escola. Foi nessa hora que eles perceberam que o diabetes &#8220;estava mais próximo do que eles imaginavam&#8221;. Querendo ajudar a amiga, os três pesquisaram, junto com Andrea, a professora de química da escola, possíveis maneiras de diminuir a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>Descobriram uma pesquisa feita pela <a title="Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP" href="http://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">UNICAMP</a> que mostrava que camundongos alimentados com farinha de quiabo apresentavam valores menores de glicemia. O pessoal do Jornal Hoje falou desse estudo no final do ano passado. <a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/v/quiabo-pode-reduzir-o-colesterol-e-controlar-o-nivel-de-acucar-no-sangue/2275999/"><strong>Vocês podem conferir a matéria neste link aqui</strong></a>.</p>
<p>Daí os quatro &#8211; os três amigos mais a professora &#8211; decidiram estudar a influência do quiabo em seres humanos também. Se a pesquisa da UNICAMP mostrou melhora na saúde de camundongos, por que em humanos seria diferente?</p>
<figure id="attachment_5796" aria-describedby="caption-attachment-5796" style="width: 614px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5796" alt="A garotada por trás da &quot;água de quiabo&quot;: Matheus, Welles e Letícia, todos com 17 anos." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/agua-de-quiabo-diabetes-pesquisadores.jpg" width="614" height="346" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/agua-de-quiabo-diabetes-pesquisadores.jpg 614w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/agua-de-quiabo-diabetes-pesquisadores-415x234.jpg 415w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /><figcaption id="caption-attachment-5796" class="wp-caption-text">A garotada por trás da &#8220;água de quiabo&#8221;: Matheus, Welles e Letícia, todos com 17 anos.</figcaption></figure>
<p>Mas o quiabo é um alimento que muita gente detesta. Foi por isso que eles decidiram, então, fazer &#8220;água de quiabo&#8221; &#8211; que seria uma maneira mais &#8220;aceitável&#8221; de ingerir o quiabo.</p>
<p>E, então, com a água do quiabo em mãos, os três jovens pesquisadores foram às ruas procurar por voluntários. Num primeiro momento, a rejeição foi grande. &#8220;É muito nojento&#8221;, diziam uns. &#8220;(A água) é fácil de fazer, o difícil é digerir!&#8221;, reclamavam outros.</p>
<p>No final das contas, amigos e parentes dos três aceitaram a proposta de tomar a água do quiabo. E este é um ponto muito importante, minha gente.</p>
<p>Os resultados, segundo o Caldeirão, foram, assim, milagrosos! <strong>Uma voluntária disse que a glicemia baixou de 300 (!) para 150</strong>. Outro, que caiu de 195 para 94 &#8211; e ainda disse que a água de quiabo &#8220;fez o papel da insulina, e muito bem feito!&#8221;.</p>
<p>Com tamanha descoberta em mãos, os amigos foram ao palco do Caldeirão mostrar a invenção para um painel de jurados, que incluía um médico, um incentivador do empreendedorismo&#8230; e a Bárbara Paz (?). Todos os três deram nota 10 para a idéia, e os amigos levaram para casa um cheque de R$30 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RECEITA DE ÁGUA DE QUIABO</strong></p>
<figure id="attachment_5794" aria-describedby="caption-attachment-5794" style="width: 607px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-5794 " alt="receita de água de quiabo diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/receita-agua-de-quiabo-diabetes.jpg" width="607" height="339" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/receita-agua-de-quiabo-diabetes.jpg 607w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/receita-agua-de-quiabo-diabetes-415x232.jpg 415w" sizes="(max-width: 607px) 100vw, 607px" /><figcaption id="caption-attachment-5794" class="wp-caption-text">Como prepara a deliciosa água de quiabo &#8211; receita aqui!</figcaption></figure>
<p>Antes de mais nada, aqui vai a receita da água de quiabo, como explicada pelos jovens pesquisadores no vídeo.</p>
<ul>
<li>Lave 2 quiabos.</li>
<li>Corte as pontas inferiores e superiores.</li>
<li>Corte no meio os dois quiabos, para que fiquem quatro pedaços <em>(foto acima)</em>.</li>
<li>Coloque os quatro pedaços num copo, encha de água e deixe por uma noite.</li>
<li>No dia seguinte, retire os quiabos e beba a água.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ISSO VAI CURAR MEU DIABETES, OU PELO MENOS VAI FAZER MINHA GLICEMIA BAIXAR?</strong></p>
<p>Ué, meu filho, tente se quiser (e se tiver coragem!)! E não deixe de nos contar o que aconteceu. Mas não vá beber essa água com muitas esperanças&#8230;e aqui vão os meus motivos para isso (mais pra frente eu dou motivos para ter, sim, esperança!):</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>MOTIVOS PRA DUVIDAR DESSA HISTÓRIA DA ÁGUA DE QUIABO</strong></span></p>
<p>1) Amigos, esse quadro do Caldeirão é <strong>para incentivar a molecada a ter idéias criativas</strong>. Tanto que, quando o Luciano foi entregar o cheque de 30 mil reais, disse que estava premiando &#8220;a iniciativa&#8221; deles, <strong>e não os resultados práticos</strong>. O quadro, todo mundo pode ver, é um grande oba-oba em cima de três jovens com boas idéias na cabeça. Nada de ruim foi dito sobre o pesquisa deles, só coisas ótimas. Olha, gente, eu sou completamente a favor de incentivar os jovens a ter a cabeça no lugar e utilizar bem seu tempo, mas é preciso diferenciar esse tipo de estímulo e o que é um trabalho científico sério.</p>
<p>2) Preciso repetir isso: o quadro &#8220;Jovens Inventores&#8221; é pra estimular a moçada a empreender, não para premiar grandes avanços científicos. O médico que estava no painel de jurados (e que deu nota 10 pra galerinha da água de quiabo, note-se) disse que a <strong>idéia</strong> era ótima, mas que ela NÃO É uma descoberta científica.</p>
<figure id="attachment_5797" aria-describedby="caption-attachment-5797" style="width: 288px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5797" alt="quiabo gostoso diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/quiabo-gostoso-diabetes.jpg" width="288" height="280" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/quiabo-gostoso-diabetes.jpg 288w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/quiabo-gostoso-diabetes-247x240.jpg 247w" sizes="(max-width: 288px) 100vw, 288px" /><figcaption id="caption-attachment-5797" class="wp-caption-text">De repente, o quiabo ficou uma delícia&#8230;</figcaption></figure>
<p>3) <strong>E daí que a pesquisa deles &#8220;não é científica&#8221;</strong>? Como QUALQUER PESSOA QUE TEM DIABETES HÁ MUITO TEMPO bem sabe, vira e mexe aparece alguma cura milagrosa para a doença. <strong>E as pessoas costumam acreditar com mais força ainda nessas curas alternativas se elas se basearem em coisas simples, fáceis de encontrar e baratas de comprar &#8211; como é o caso do quiabo</strong>. Lógico, né, quem não gostaria de trocar medicamentos caros por um pé de quiabo no quintal? Acontece que Ciência é importante quando se trata da nossa saúde. <strong>Com saúde não se brinca</strong>. Uma pesquisa ser &#8220;científica&#8221; significa que foi feita com testes controladíssimos, envolvendo pessoas que não sabem se estão tomando ou não um medicamento. Sabe a história do placebo, aquela pílula de açúcar que o médico dá para quem é louco por remédio e que faz a pessoa acreditar que melhorou? Pois é, imagina seu neto chegar com um copo de água de quiabo e pedir pra você tomar, falando que era invenção dele e que podia curar o diabetes? Será que você não iria, mesmo sem pensar muito no assunto, controlar melhor o que comia nos dias seguintes a fim de &#8220;dar uma ajudinha&#8221; pra descoberta do moleque? É por isso que pedi para vocês prestarem atenção na história dos voluntários que beberam a água de quiabo lá em Patos de Minas. Tem um monte de parentes e amigos dos guris envolvidos na história. Será que eles tomaram a água e daí foram viver normalmente, ou será que controlaram a boca, mesmo sem querer, para melhorar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>? Como podemos saber? Só com testes científicos, nos quais esse tipo de coisa é controlada. Uma pesquisa ser científica significa, no fundo, que os resultados encontrados acontecerão com praticamente qualquer pessoa, em qualquer canto do mundo, que usar o medicamento. Podemos confiar nos voluntários de Patos de Minas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>MOTIVOS PARA TER ESPERANÇA NA ÁGUA DE QUIABO</strong></span></p>
<p>1) O quiabo &#8211; apesar de absolutamente horroroso ao paladar, na minha humilde e sincera opinião! &#8211; parece que tem efeitos positivos no controle do diabetes, <strong>sim</strong>. Várias pesquisas científicas já comprovaram o fato. <a href="http://www.diabeticool.com/tratamento-natural-para-diabetes-quiabo/"><strong>Esta excelente matéria aqui do Diabeticool</strong></a> mostra os resultados de um estudo feito na Malásia e menciona outro realizado na Índia; ambos indicam que o quiabo pode ser bom, de fato, para quem tem diabetes.</p>
<p>2) A matéria do Jornal Hoje que mencionei antes, do dia 4 de dezembro do ano passado, talvez explique o porquê do quiabo diminuir a quantidade de açúcar no sangue. A reportagem fala que o quiabo é bom para a saúde porque baixa o <a title="Pesquisa revela os efeitos colaterais mais comuns em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/pesquisa-revela-os-efeitos-colaterais-mais-comuns-em-diabeticos/">colesterol</a>, melhora o funcionamento do intestino e, claro, diminui a glicemia. Quando vão entrevistar a pesquisadora responsável pelo estudo, <strong>ela conta um segredinho</strong>. Segundo ela, o quiabo contém fibras que ficam por mais tempo no estômago. Isto faz com que a pessoa se sinta saciada por mais tempo. <strong>Portanto, quem come quiabo sente menos fome e come menos</strong>. Será que a glicemia diminui justamente por isso? Se uma pessoa ingere menos alimentos, parece óbvio que a quantidade de açúcar no sangue será menor&#8230;</p>
<p>(observação: no final da matéria do Jornal Hoje há dicas de preparo do quiabo para que ele fique menos nojento! Vale a pena assistir.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A mensagem que eu quero transmitir com este texto é a seguinte: pessoal, pelo amor de Deus, não deixem de tomar seus remédios só porque três moleques apareceram no Luciano Huck (e num quadro que tem o propósito de estimular a criatividade, e não de premiar resultados práticos)!</strong> Se quiserem testar a eficácia da água de quiabo, sigam a receita acima e deixem nos comentários aqui em baixo uma mensagem dizendo o que aconteceu com a sua glicemia. Eu adoraria que fosse verdade essa história, mas anos de experiência me ensinaram que tratamentos milagrosos aparecem a cada semana, mas que, no final das contas, os bons e velhos remedinhos da farmácia é que mantêm minha saúde no lugar. E com ela eu não brinco.</p>
<p>Se eu vou tomar a água? Quem sabe&#8230;talvez se colocar um pouco de açúcar ela fique com gosto melhor? :D!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #efefec; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-5802" alt="carlao monteiro" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png" width="133" height="133" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 133px) 100vw, 133px" />Carlão Monteiro Diabético</strong> ganhou este último &#8220;sobrenome&#8221; carinhoso há mais de 20 anos, quando descobriu que teria de conviver com o diabetes. Passou a estudar muito sobre a doença, devorando todos os livros e artigos científicos que passavam pela sua frente. Neste tempo, já testou milhares de tratamentos diferentes e ouviu as mais exóticas histórias sobre curas do diabetes. Ele compartilha seu vasto conhecimento com os leitores do Diabeticool nesta coluna especial.</div>
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		<title>Alimentação correta e exercícios são fundamentais para prevenir a diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 11:02:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bruno Geloneze]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14). Doença ocorre quando há aumento da glicemia no sangue. O Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14) e alerta a população sobre os perigos da doença. Só no país, a diabetes atinge mais de dez milhões de brasileiros. A cada dia, 500 pessoas descobrem que são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14). Doença ocorre quando há aumento da glicemia no sangue.</em><span id="more-5744"></span></p>
<p>O Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14) e alerta a população sobre os perigos da doença. Só no país, a diabetes atinge mais de dez milhões de brasileiros. A cada dia, 500 pessoas descobrem que são diabéticas.</p>
<p>Existem dois tipos de diabetes e um deles surge por uma alteração do sistema imunológico, quando os anticorpos do organismo destroem o pâncreas. Porém, 97% dos casos são do tipo 2, resultado de uma combinação de hereditariedade e obesidade. A carga genética nasce com a pessoa, mas é detonada quando há excesso de peso.</p>
<p>“A gordura do corpo vai fornecer para o sangue aquilo que nós chamamos de ácidos graxos ou gorduras, em especial as gorduras saturadas, que são as piores. Junto com isso surge uma inflamação, alguma coisa que não é sentida como dor, mas que vai alterar a chavinha que atua na célula, fazendo com que ela use a glicose como fonte de energia”, explica o endocrinologista da <a title="Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP" href="http://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">Unicamp</a>, Bruno Geloneze.</p>
<p>A diabetes ocorre quando o <a title="Bebês vão ajudar a descobrir o que causa diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/bebes-vao-ajudar-a-descobrir-o-que-causa-diabetes-tipo-1/">pâncreas</a> não produz o hormônio da insulina em quantidade suficiente ou quando este hormônio não funciona bem. Quando isso acontece, a insulina capta menos glicose pelas células e há um aumento de glicemia no sangue.</p>
<p>Se na família há alguém com diabetes, é fundamental adotar uma alimentação balanceada. Consumir apenas laticínios desnatados, proteína de boa qualidade e alguns alimentos específicos ajudam na prevenção. “Existem alguns estudos que mostram que o consumo de cereais integrais, como arroz, massa integral, a aveia, de duas a três porções diárias reduzem em 30% a chance de desenvolver diabetes”, afirma a nutricionista Ana Carolina Junqueira Vasques.</p>
<p>Por outro lado, há alimentos que aumentam o risco da doença. “Como sucos adoçados, refrigerantes adoçados. Os indivíduos que consomem uma, duas ou mais porções por dia aumentam em 83% as chances de desenvolver diabetes do tipo 2 no futuro”, alerta a nutricionista.</p>
<p>A melhor forma de prevenir a diabetes é permanecer magro e fisicamente ativo. Os exercícios, além de ajudar a controlar o peso, melhoram a captação de glicose pelas células do organismo independentemente da ação do hormônio da insulina. Portanto, a atividade física atua não só na prevenção, mas no controle da diabetes, evitando as complicações que surgem com a doença.</p>
<p>A contadora Maria Aparecida de Araújo sentiu os efeitos do sedentarismo repentino. Melhorar a alimentação e voltar a praticar exercícios fizeram um bem danado para a saúde dela. “A diabetes vai detonando aos poucos, então se você não cuidar, quando você vê, já era”, conta.</p>
<p>Segundo o endocrinologista da Unicamp, se a doença for descoberta no início e o paciente se esforçar e perder, pelo menos, 10% do peso, ele pode se <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">curar da diabetes</a> tipo 2.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2013/11/alimentacao-correta-e-exercicios-sao-fundamentais-para-prevenir-diabetes.html">Jornal Hoje &#8211; G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-exercicios-sao-fundamentais-para-prevenir-a-diabetes/">Alimentação correta e exercícios são fundamentais para prevenir a diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que você precisa saber sobre a &#8216;whey protein&#8217; e o diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2013 13:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Facudade de Engenharia de Alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria em jornal da Rede Globo chama a atenção para suplemento alimentar famoso entre esportistas. Entenda como ele poderá ser utilizado também por diabéticos. Você já ouviu falar de whey protein? Mais conhecida entre esportistas e pessoas que querem manter o corpo sarado, a whey protein é um suplemento alimentar composto de proteínas de soro &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria em jornal da Rede Globo chama a atenção para suplemento alimentar famoso entre esportistas. Entenda como ele poderá ser utilizado também por diabéticos.</em><span id="more-5626"></span></p>
<p>Você já ouviu falar de <strong>whey protein</strong>? Mais conhecida entre esportistas e pessoas que querem manter o corpo sarado, a <em>whey protein</em> é um suplemento alimentar composto de proteínas de soro de leite. Seu efeito mais famoso no corpo é ajudar a aumentar a musculatura. Porém, agora, um novo benefício da <em>whey protein</em> foi descoberto por pesquisadores da <a title="Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP" href="http://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">UNICAMP</a> &#8211; e ele pode tornar o alimento famoso também entre os diabéticos.</p>
<p>Cientistas da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade descobriram que a <em>whey protein</em> ajuda a diminuir a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">quantidade de açúcar no sangue</a>. Já se sabia que o suplemento alimentar possuía ação benéfica em relação à proteção contra úlceras, melhora do sistema imune e diminuição da pressão sangüínea (além de aumentar a musculatura), porém as vantagens quanto ao controle da glicemia são ainda pouco estudadas. Além do grupo de pesquisas da UNICAMP, cientistas australianos divulgaram, em setembro, que o uso do suplemento aumenta a liberação de insulina pelo <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a> e que, portanto, ele poderia ser utilizado no tratamento do diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO FUNCIONA A WHEY PROTEIN</strong></p>
<figure id="attachment_5628" aria-describedby="caption-attachment-5628" style="width: 349px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5628 " alt="tipos de whey protein e diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/tipos-de-whey-protein-diabetes.jpg" width="349" height="217" /><figcaption id="caption-attachment-5628" class="wp-caption-text">A whey protein pode ser encontrada em diversos tipos e marcadas.</figcaption></figure>
<p>Para quem gosta de detalhes bioquímicos, a pesquisa da UNICAMP revela informações interessantes. A <em>whey protein</em> ajuda a diminuir a glicemia através de dois mecanismos. O primeiro é através do estímulo à geração de <strong>glicogênio</strong> &#8211; que é uma espécie de &#8220;reserva de açúcar&#8221; do organismo. O glicogênio nada mais é do que várias moléculas de açúcar &#8220;empacotadas&#8221; e armazenadas no corpo. Assim, se mais glicogênio é criado, isso significa que mais açúcar está sendo retirado do sangue para ser &#8220;empacotado&#8221; como glicogênio, o que ajuda a diminuir a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>O segundo mecanismo através do qual a <em>whey protein</em> ajuda a combater a <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">hiperglicemia</a> é a ativação de um receptor alternativo de glicose pelas células musculares. Isto permite que os músculos do nosso corpo consigam captar açúcar da corrente sangüínea com maior facilidade, independentemente da insulina, o que também ajuda a abaixar a quantidade de açúcar na corrente sangüínea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <em>whey protein</em> ficou em evidência entre a comunidade diabética quando um dos noticiários regionais da Rede Globo fez uma reportagem sobre o tema esta semana. Acompanhe a matéria no vídeo a seguir:</p>
<p><span class="removed_link" title="http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-da-eptv/videos/t/edicoes/v/pesquisa-da-unicamp-mostra-que-proteina-do-soro-do-leite-ajuda-no-controle-do-diabetes/2937503/">http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/jornal-da-eptv/videos/t/edicoes/v/pesquisa-da-unicamp-mostra-que-proteina-do-soro-do-leite-ajuda-no-controle-do-diabetes/2937503/</span></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 13:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Rocha]]></category>
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		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas criam programa de computador capaz de acelerar e melhorar o diagnóstico do problema de visão mais comum em diabéticos. Não é segredo que boa parte das pessoas que estão com diabetes há muitos anos poderá ter problemas de visão. Isto acontece porque o excesso de açúcar no sangue causa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas criam programa de computador capaz de acelerar e melhorar o diagnóstico do problema de visão mais comum em diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-5120"></span></p>
<figure id="attachment_5125" aria-describedby="caption-attachment-5125" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5125" alt=" professor Anderson Rocha (direita) e o doutorando José Ramon Trindade Pires - evolução no diagnóstico da retinopatia. FONTE: Jornal da Unicamp" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/rocha-anderson-jose-ramon-trindade-pires-diabetes-retinopatia.jpg" width="600" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/rocha-anderson-jose-ramon-trindade-pires-diabetes-retinopatia.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/rocha-anderson-jose-ramon-trindade-pires-diabetes-retinopatia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-5125" class="wp-caption-text">professor Anderson Rocha (direita) e o doutorando José Ramon Trindade Pires &#8211; evolução no diagnóstico da retinopatia. FONTE: Jornal da Unicamp</figcaption></figure>
<p>Não é segredo que boa parte das pessoas que estão com diabetes há muitos anos poderá ter <a href="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/">problemas de visão</a>. Isto acontece porque o excesso de açúcar no sangue causa danos aos nervos e delicados vasos sangüíneos que nutrem os olhos. O problema é sério e, quando não tratado, pode levar à cegueira. Atualmente, oftalmologistas realizam um exame chamado de <strong>mapeamento de retina</strong> a fim de determinar a saúde dos olhos dos diabéticos. No futuro, porém, este tipo de exame médico poderá ser realizado com a ajuda de um computador, o que aumentará a velocidade e a acuidade do diagnóstico. E tudo isto com a ajuda de cientistas brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ VOCÊ JÁ CONHECE A &#8220;RETINOPATIA DIABÉTICA&#8221;? <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">CLIQUE AQUI PARA APRENDER TUDO SOBRE ELA</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores do Instituto de Computação (IC) da UNICAMP estão desenvolvendo um programa de computador de grande valia para diabéticos e profissionais da saúde. Ele será capaz de analisar uma fotografia digital tirada dos olhos do paciente, determinar se ela está com boa qualidade e, se estiver, passará a estudar a estrutura dos olhos em busca de indícios de retinopatia. Tudo isto automaticamente &#8211; <strong>o que pode representar uma economia de tempo de 85% para a determinação do diagnóstico médico</strong>.</p>
<p>“O grande trabalho a ser feito pelo médico, de forma geral, é analisar periodicamente pacientes que tenham diabetes para verificar se a retina dele está evoluindo para um quadro de retinopatia diabética. Se estiver, deve tomar medidas apropriadas para que essas pessoas não percam a visão”, explica o pesquisador e professor Anderson Rocha, do IC. “O que fizemos foi desenvolver algoritmos que capturam as propriedades que os médicos analisam para fazer com que o computador consiga dizer se a imagem é normal ou se o paciente precisa procurar um especialista.”</p>
<p>De acordo com os cientistas, a qualidade do programa de computador desenvolvido por eles é altíssima. “Temos uma precisão, hoje, de 92,4% e que será aprimorada”, disse José Ramon Trindade Pires, doutorando do IC e desenvolvedor do algoritmo. A pesquisa acontece desde 2009 e já recebeu fundos de parceiros de peso, como o Instituto Microsoft.</p>
<p>A idéia dos cientistas brasileiros é criar um aparelho para exames dos olhos dos pacientes que una todas as funcionalidades que o programa de computador atualmente em desenvolvimento oferece. “O grande objetivo é integrar tudo num retinógrafo de uma empresa, colocar todos os algoritmos em um único aparelho para que todas as etapas sejam automáticas. Temos alguns parceiros em potencial. A pesquisa passará a contar, também, com o apoio da Samsung”, contou o professor Rocha.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">CÉLULAS-TRONCO PARA SALVAR A VISÃO DOS DIABÉTICOS</a>&#8220;</strong>&#8211; <em>estudo multinacional pretende utilizar células-tronco adultas a fim de reverter os danos causados pela retinopatia diabética, o que pode beneficiar milhões de pacientes</em>.</p>
<p><em>Com informações do <a href="http://www.unicamp.br/unicamp/ju/571/programa-faz-computador-entender-imagens-digitais-em-exame-de-retina" target="_blank" rel="nofollow">Jornal da Unicamp</a></em>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa brasileira abre novos caminhos terapêuticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 21:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[biomedicina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo realizado na Unicamp correlaciona hormônio produzido no fígado à resistência à insulina, abrindo perspectivas para novos tratamentos de cura para o diabetes. Uma tese de doutorado acalenta esperanças de inéditos tratamentos para o diabetes. O estudo, realizado na Faculdade de Ciências Médicas e no Instituto de Biologia da Unicamp pelo biomédico Tiago Gomes de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo realizado na Unicamp correlaciona hormônio produzido no fígado à resistência à insulina, abrindo perspectivas para novos tratamentos de cura para o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-2344"></span></p>
 fonte: Jornal da Unicamp
<p>Uma tese de doutorado acalenta esperanças de inéditos tratamentos para o diabetes. O estudo, realizado na Faculdade de Ciências Médicas e no Instituto de Biologia da Unicamp pelo biomédico Tiago Gomes de Araújo, sob orientação do famoso endocrinologista especialista em diabetes Mário Saad, analisou o papel do hormônio HGF no desenvolvimento do diabetes. Os resultados podem, futuramente, ser aplicados em terapias contra a doença.</p>
<p>O hormônio HGF é um dos responsáveis pelas altas taxas de regeneração do fígado. Além disso, ele estimula o crescimento de células beta do pâncreas, as responsáveis pela produção de insulina. De acordo com o Jornal da Unicamp, &#8220;a pesquisa de Tiago teve como objetivo mostrar a relação de causa-efeito entre o aumento dos níveis circulantes de HGF, o aumento de células beta do pâncreas, a hiperinsulinemia compensatória e a força dessa associação.&#8221;</p>
 fonte: Jornal da Unicamp
<p>O grande feito da pesquisa, publicada no periódico <em>Endocrinology</em> sob<em> </em>o título de “<em>Hepatocyte growth factor plays a key role in insulin resistance-associated compensatory mechanisms</em>”, foi caracterizar detalhadamente como ocorre a associação entre o hormônio produzido pelo <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">fígado </a>e a glicemia. Agora, sabemos que quando a resistência à insulina se instala no organismo, ela estimula o aumento na secreção do HGF, e este, por sua vez, induz à proliferação de células produtoras de insulina. <strong>Ou seja, quando o corpo percebe que a insulina não está funcionando de maneira efetiva, estimula a produção de mais insulina.</strong></p>
<p>Em entrevista ao Jornal, o pesquisador resumiu os achados: “No modelo animal de obesidade, observamos um aumento do HGF no fígado e no tecido adiposo, que são dois tecidos muito bem caracterizados em situações de resistência à insulina. Assim, podemos sugerir que a resistência à insulina, de alguma forma nestes tecidos, pode induzir um aumento do HGF. Isso passa a ser irônico, pois no sentido de proteger o indivíduo do desenvolvimento do diabetes, o organismo cria uma resposta compensatória aumentando a massa de células beta do pâncreas levando, assim, à produção de mais insulina para compensar o aumento do açúcar no sangue.&#8221;</p>
<p>Ainda de acordo com a reportagem, &#8220;O professor e orientador Mario Saad reforça a importância da descoberta: “O HGF passa a ser um alvo-terapêutico, pois melhora a ação da insulina nos tecidos periféricos. Se conseguirmos medicamentos que possam potencializar a ação do HGF, vamos conseguir drogas para tratar melhor o diabetes tipo 2. Além disso, isso mostra que ele pode ser usado para proliferação das células beta, representando um importante passo para o transplante de ilhotas pancreáticas em pacientes com diabetes tipo 1”, disse Saad.&#8221;</p>
<p>Vale lembrar que a <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/">resistência à insulina</a> é a menor capacidade do organismo de utilizar este hormônio como meio de transferência da glicose do sangue para as células. Além disso, ela é uma das características clássicas de diabetes.</p>
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