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	<title>GLP-1 | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>O açúcar que diminui a glicemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2014 20:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[agave]]></category>
		<category><![CDATA[agavin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que açúcar naturalmente presente na planta da tequila não aumenta a glicemia e ainda estimula a produção de insulina. Um açúcar que não aumenta a glicemia – seria possível? Uma pesquisa mexicana, da Universidade de Guanajuato, diz que a resposta é sim! Seu nome é agavin, um açúcar encontrado naturalmente no Agave – &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que açúcar naturalmente presente na planta da tequila não aumenta a glicemia e ainda estimula a produção de insulina.</em><span id="more-7184"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7185" alt="tequila agavin diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/tequila-agavin-diabetes.jpg" width="600" height="384" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/tequila-agavin-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/tequila-agavin-diabetes-375x240.jpg 375w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um açúcar que não aumenta a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> – seria possível?</p>
<p>Uma pesquisa mexicana, da Universidade de Guanajuato, diz que a resposta é sim! Seu nome é agavin, um açúcar encontrado naturalmente no <a title="Conversas com Amigos – Karl Reinhard" href="http://www.diabeticool.com/conversas-com-amigos-karl-reinhard/">Agave</a> – mesma planta usada para a produção da Tequila. Como ele não é absorvido pelo nosso organismo, não afeta os níveis de glicose no sangue e pode agir como uma fibra, efeito ideal para quem tem diabetes.</p>
<p>“Nossa pesquisa é a primeira que testou o agavin como adoçante”, diz Mercedes López, autora do estudo.“Nós descobrimos que, além de não aumentar a glicemia, ele aumenta a secreção de GLP-1”. O GLP-1 (glucagon-like peptide-1) é um hormônio que estimula a produção de insulina, portanto está relacionado à redução da glicemia.</p>
 As pinhas do agave &#8211; parte utilizada para fazer a tequila &#8211; têm o tamanho de uma bola de basquete e podem chegar a pesar mais de 20kg!
<p>Em sua pesquisa, López adicionou agavin na água de ratos de laboratório, que foram alimentados com uma dieta normal, e acompanhou o peso e a glicemia dos animais ao longo de semanas. Quando comparados com ratos que beberam água com outros açúcares &#8211; como glicose, sacarose, frutose e aspartame &#8211; os ratos que ingeriram agavin comeram menos, perderam peso e tiveram menores níveis de glicemia.</p>
<p>Para evitar confusões, é importante lembrar que o agavin não é igual ao néctar, xarope, extrato ou à calda de agave. Esses produtos, que já são comercializados e muitas vezes usados como adoçantes, contêm <a title="Má absorção de frutose pode ser causa de dores de barriga" href="http://www.diabeticool.com/ma-absorcao-de-frutose-pode-ser-causa-de-dores-de-barriga/">frutose</a>, que é absorvida pelo organismo e aumenta a glicemia. O agavin também tem frutose, mas de uma forma diferente: elas estão ligadas entre si e formam cadeias tão longas que nosso organismo não consegue absorvê-las. Essas cadeias são chamadas de frutanos. Elas são benéficas para a flora intestinal e, por não serem absorvidas, podem fazer um papel parecido com o das fibras alimentares.</p>
<p>“O agavin é melhor que adoçantes artificiais, que são absorvidos pelo corpo e podem causar efeitos colaterais, como dor de cabeça”, diz López. “O agavin não é caro e não possui efeitos colaterais conhecidos, exceto em pessoas que são intolerantes a ele. Sua única desvantagem é que não é tão doce como os adoçantes artificiais”.</p>
<p>Como o estudo foi feito em animais, ainda são necessários testes em humanos antes que o agavin possa ser vendido. Seu potencial para quem tem diabetes é indiscutível, mas infelizmente talvez ainda demore até que seja possível encontrá-lo nas prateleiras de supermercados.</p>
<div style="background-color: #f8f8f8; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><strong>Curiosidade – Como a Tequila é feita? A bebida contém agavin?</strong></p>
<p>A tequila é feita a partir das pinhas da planta do Agave. Primeiramente, elas são assadas para que seja feita a extração do açúcar, com o qual se faz xaropes e outros produtos de agave. Depois de cozidas e resfriadas, elas são trituradas e é feito um acréscimo de água. Nesse caldo, são adicionadas leveduras para o processo de fermentação, que transforma o açúcar em álcool. O líquido é então destilado duas vezes para se obter a tequila.</p>
<p>O agavin é o único carboidrato usado para a produção da tequila. Porém, como ele é transformado em álcool, a tequila não contém agavin.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Discovery Channel - Fábrica: Acesso Total - Tequila" width="850" height="638" src="https://www.youtube.com/embed/gF1KoH6D9Io?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>*A pesquisa, “Agavins as Potential Novel Sweeteners for Obese and Diabetic People”, foi apresentada no 247o Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química (ACS).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-6719" alt="ricardo schinaider de aguiar perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ricardo-schinaider-de-aguiar-perfil-diabeticool.jpg" width="114" height="138" /></strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Ricardo Aguiar é biólogo (UNICAMP), especialista em divulgação científica (LABJOR/</strong><strong>UNICAMP) e colabora com o Diabeticool trazendo para a gente as últimas e mais empolgantes novidades da Ciência relacionadas ao diabetes, à saúde e a um estilo de vida mais saudável.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Tire suas dúvidas sobre atividade física e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 13:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que se tem alguma restrição alimentar, é normal ficar em dúvida do que comer antes e depois da atividade física. Com os diabéticos não é diferente. Até porque existe uma infinidade de suplementos alimentares. A seguir, confira a entrevista com o médico Gustavo Otto. Sou diabético. Posso fazer exercícios sem medo? Recomenda-se que pessoas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sempre que se tem alguma restrição alimentar, é normal ficar em dúvida do que comer antes e depois da atividade física. Com os diabéticos não é diferente. Até porque existe uma infinidade de suplementos alimentares. A seguir, confira a entrevista com o médico Gustavo Otto.</em><span id="more-7102"></span></p>
<p><strong>Sou diabético. Posso fazer exercícios sem medo?</strong></p>
<p>Recomenda-se que pessoas acometidas pelo diabetes realizem atividade física. A prática deve ser de, ao menos, 210 minutos de atividade intensa a moderada por semana. Ou 125 minutos de atividade vigorosa – combinando exercício aeróbico e de resistência, em dias alternados. Isso porque ocorre sinergia entre os dois tipos de exercício, enquanto o aeróbico melhora a sensibilidade a insulina, o treinamento de resistência está associado a melhor absorção de glicose sanguínea, maior ganho de massa muscular e maior expressão de GLUT-4 (proteína transportadora de glicose).</p>
<p>Para os diabéticos, é prudente realizar a aferição da glicemia capilar cerca de 30 minutos antes da atividade física. Se o valor da glicemia for superior a 250mg/dl, não é recomendada a prática da atividade física. Caso esteja menor do que 110mg/dl, é aconselhável consumir carboidratos de baixo índice glicêmico antes da prática de atividade física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há relação entre a atividade física e a melhora do diabetes?</strong></p>
<p>Um estudo recente revelou que houve melhora de aproximadamente 60% na capacidade do pâncreas em secretar insulina e de 20% na resistência insulínica com a aplicação de exercícios de intensidade moderada (neste estudo, usaram caminhada lenta por 60 minutos, 3 vezes por semana durante 8 meses de acompanhamento).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vi um colega na academia tomando maltodextrina antes do treino, ele me disse que melhora o rendimento. Posso tomar?</strong></p>
<p>Diabéticos não devem tomar maltodextrina, já que se trata de um carboidrato de alto índice glicêmico. Os diabéticos devem optar sempre por carboidratos complexos, de baixo ou médio índice glicêmico.</p>
<p>O consumo de carboidratos de alto índice glicêmico é desaconselhado antes do treino, uma vez que a atividade física levará a uma maior captação de glicose. E os níveis de glicose podem baixar rapidamente levando a um quadro de <a title="Mulher com hipoglicemia é agredida por policiais (VÍDEO)" href="http://www.diabeticool.com/mulher-com-hipoglicemia-e-agredida-por-policiais-video/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Posso consumir carboidrato durante o treino?</strong></p>
<p>É uma opção válida. Alguns estudos sugerem consumir cerca de 20g de carbo a cada 30 minutos de treino em caso de exercícios prolongados. Outra opção é consumir 2 a 3mg/kg/min para atividades leves e 5 a 6mg/kg/min para atividades extenuantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E o pós-treino?</strong></p>
<p>Parte fundamental da suplementação do diabético é referente ao pós-treino, quando se deve repor os estoques de glicogênio muscular e hepático e prepará-lo para o dia seguinte de treinamentos.</p>
<p>Nossos músculos continuam a repor seus estoques de glicogênio horas após a atividade física, então o risco de hipoglicemia neste período, em particular em pessoas diabéticas, é muito grande. Deve-se optar por carboidratos complexos (de digestão/absorção mais lenta) na dose de 1,5g/kg de peso corporal até 30 minutos após o treino treino, seguido de 1,5g/kg de peso corporal no prazo de 2 horas pós treino”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabéticos podem tomar whey protein?</strong></p>
<p>Sim. A proteína do soro do leite ou <a title="O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">whey protein</a> é capaz de melhorar o aproveitamento da glicose como fonte energética. Os aminoácidos leucina, isoleucina, valina, lisina e treonina melhoram a secreção e o efeito da insulina. Além disso, aumentam o tempo de ação do GLP-1, que é responsável por estimular a secreção insulínica e retardar o esvaziamento gástrico durante as refeições. Isso tudo melhora a sensibilidade hormonal a insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais outros nutrientes os diabéticos devem repor?</strong></p>
<p>A reposição deve ser individualizada. Hoje, há de exames de sangue, urina e mineralogramas em que é possível avaliar com mais precisão quais nutrientes estão defasados.</p>
<p>Em diabéticos, deve-se dar atenção especial também aos minerais, em particular o zinco e o cromo. O zinco melhora a estocagem da insulina nas células pancreáticas. Além de facilitar a ligação deste hormônio aos seus receptores, diminuindo a <a title="Alimentos ricos em flavonóides podem reduzir riscos de ter diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/alimentos-ricos-em-flavonoides-podem-reduzir-riscos-de-ter-diabetes-tipo-2/">resistência insulínica</a>. O cromo forma um complexo molecular que melhora a captação de glicose sanguínea.</p>
<p>A prática regular e contínua de atividade física melhora a saúde e a qualidade de vida. No diabético não é diferente porém, deve-se ter alguns cuidados específicos para evitar problemas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://wp.clicrbs.com.br/barradecereal/2014/03/07/tire-suas-duvidas-sobre-atividade-fisica-x-diabetes/?topo=13,2,18,,,77" target="_blank" rel="nofollow">Blog Barra de Cereal</a></strong></p>
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		<title>Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2013 00:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[GLP-1]]></category>
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		<category><![CDATA[metabolismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento desenvolvido por grupo internacional de pesquisa consegue aumentar a produção de insulina e reduzir o peso de pacientes com diabetes tipo 2. Unir duas armas para aumentar o poder de fogo contra o inimigo. Assim pode ser descrita a estratégia de um grupo internacional de pesquisadores que resultou em um novo e promissor tratamento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento desenvolvido por grupo internacional de pesquisa consegue aumentar a produção de insulina e reduzir o peso de pacientes com diabetes tipo 2.<span id="more-5582"></span></em></p>
<p>Unir duas armas para aumentar o poder de fogo contra o inimigo. Assim pode ser descrita a estratégia de um grupo internacional de pesquisadores que resultou em um novo e promissor tratamento contra o diabetes. O novo remédio criado pelos especialistas, apresentado na edição de hoje da revista especializada Science Translational Medicine, já foi testado em humanos e não só conseguiu aumentar a produção de insulina em pacientes com o tipo 2 da doença como promoveu também a <a title="Nutricionista dá dicas de alimentação balanceada para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/nutricionista-da-dicas-de-alimentacao-balanceada-para-diabeticos/">perda de peso</a>.</p>
<p>Para alcançar esse resultado, os cientistas uniram propriedades de dois <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">hormônios</a> produzidos naturalmente pelo organismo humano, o GLP-1 e o GIP, de grande importância para a regulação do metabolismo. “A ação combinatória integrada desses dois hormônios fisiológicos oferece uma abordagem única e benéfica para o tratamento da síndrome metabólica”, declarou Brian Finan, um dos autores do estudo e membro do Instituto de Diabetes e Obesidade da Alemanha. “Ela representa um passo importante em nossa busca de opções terapêuticas mais eficazes”, complementou em um comunicado à imprensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pesquisadores justificam a escolha do GLP-1 e do GIP pela capacidade que eles têm de estimular a secreção de insulina e suprimir a liberação de glucagon, um contrarregulador que dificulta a produção da substância que falta aos diabéticos. Além dessas tarefas auxiliares, os dois hormônios usados na nova droga desaceleram o esvaziamento do estômago, fazendo com que o indivíduo se sinta saciado por mais tempo e ingira menos alimentos, o que contribui para a diminuição de peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os resultados demonstram que o GLP-1 e o GIP, quando incorporados numa única molécula, proporcionam uma atividade sinérgica para o controle da glicose e menor peso corporal”, declarou Richard DiMarch, do laboratório da Universidade de Indiana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com os resultados positivos obtidos no experimento, DiMarch acredita que o remédio poderá auxiliar tratamentos de diabetes, substituindo os medicamentos que não conseguem atender todas as necessidades no combate a doença. “As drogas atualmente aprovadas são bastante eficazes, mas não são suficientes para normalizar a glicose e certamente não provocam diminuição de peso corporal”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cautela</p>
<p>Especialistas que não participaram do estudo consideram a droga promissora, mas lembram que os autores do artigo ainda têm um caminho a percorrer para provar que a novidade é mesmo eficaz e segura. “Essa molécula mostrou resultados bastantes positivos, porém outros testes precisam ser feitos. Os voluntários foram testados por apenas seis semanas, mas o controle de glicose precisa ser monitorado por meses, já que o tratamento do diabetes é algo constante. Precisamos ter certeza do sucesso de um medicamento antes de colocá-lo no mercado”, diz Daniel Benchimol, endocrinologista do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>O endocrinologista Mauro Schars indica outra questão importante: o número de pessoas que já experimentou o remédio. O teste com humanos, realizado depois do sucesso com animais, envolveu apenas seis pessoas.</p>
<p>“A busca por novos medicamentos é constante. Esse é um exemplo. No entanto, esses trabalhos precisam usar um número maior de pacientes para que possamos observar se sua eficácia é realmente comprovada. Esse é um caminho normal, que todos os medicamentos seguem. A estratégia de utilizar uma molécula com duas funções importantes, vindos desses hormônios, é algo interessante, mas que precisa de mais comprovações”, frisa.</p>
<p>Benchimol explica que <a title="O segredo para uma vida muito mais saudável" href="http://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/">o combate à obesidade</a> caminha ao lado do tratamento do diabetes, já que a maioria dos pacientes acaba tendo problemas com aumento de peso. Isso tem feito com que muitos grupos de pesquisa busquem desenvolver drogas com duplo efeito, como a apresentada pelo grupo internacional. “Cerca de 80% de diabéticos adultos são obesos. É claro que existem estratégias para que eles consigam escapar desse problemas, como dietas saudáveis e a prática de exercícios, mas ainda assim é difícil para esses pacientes se manter em forma”, destaca.</p>
<p>Um cuidado que Mauro Schars acha fundamental é evitar que drogas desse tipo sejam usadas por quem deseja emagrecer, mas não sofre de diabetes. “O uso indiscriminado desse produto por quem não tem resistência a insulina poderia gerar outras complicações. É preciso tomar cuidado para evitar que outros problemas sejam provocados e prejudiquem a saúde”, alerta.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/10/31/noticia_saudeplena,146218/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer.shtml">UAI</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>LX4211 &#8211; novidade no mercado de medicamentos para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 14:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[absorção]]></category>
		<category><![CDATA[apetite]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo remédio, de atuação inédita dentre os concorrentes, passa com sucesso em testes clínicos. Todos os dias, o Diabeticool traz notícias de descobertas científicas sobre o diabetes. Tanta informação nova tem um alto valor não apenas para a comunidade científica, mas também para todos os diabéticos. Eventualmente, este conhecimento é utilizado em pesquisas e no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo remédio, de atuação inédita dentre os concorrentes, passa com sucesso em testes clínicos.</em></p>
<p><span id="more-5354"></span></p>
<p>Todos os dias, o <strong>Diabeticool</strong> traz notícias de descobertas científicas sobre o diabetes. Tanta informação nova tem um alto valor não apenas para a comunidade científica, mas também para todos os diabéticos. Eventualmente, este conhecimento é utilizado em pesquisas e no desenvolvimento de inéditos tratamentos para a doença. Uma prova disto é que promissores remédios antidiabéticos não param de ser testados. E um deles, de ação completamente diferente dos demais, mostrou resultados animadores recentemente.</p>
<p>Na última semana, a empresa farmacêutica<em> Lexicon Pharmaceutical</em> anunciou que testes clínicos de seu mais novo medicamento contra o diabetes, chamado provisoriamente de <strong>LX4211</strong>, foi um sucesso.</p>
 Lx4211 &#8211; uma maneira inédita de manter a glicemia sob controle pode estar em breve no mercado.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SUI GENERIS</strong></p>
<p>A grande novidade deste medicamento é a maneira única como ele ajuda os diabéticos a manter a <a title="Homens ou mulheres: quem controla melhor a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/homens-ou-mulheres-quem-controla-melhor-a-glicemia/">glicemia</a> sob controle. O LX4211 impede que boa parte do açúcar presente nos alimentos que ingerimos seja absorvido pelo intestino. Desta forma, menos açúcar passa para a corrente sangüínea após as refeições, ajudando a manter a quantidade de açúcar no sangue em um limite saudável.</p>
<p>Nos testes clínicos (ou seja, com pacientes humanos), o remédio mostrou ser efetivo no controle da glicemia, atingindo os patamares pré-determinados pelo estudo. Além disso, o LX4211 também ajudou a aumentar as quantidades do hormônio <a title="Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?" href="http://www.diabeticool.com/qual-destes-acucares-diminui-a-fome-e-ajuda-e-emagrecer/">GLP-1</a>, importante no controle da glicose e do apetite (isto é, ele diminui a fome). Nenhum efeito colateral sério foi observado.</p>
<p>O novo remédio está sendo desenvolvido para servir de tratamento antidiabético especialmente para quem está com <a title="Combater a diabetes tipo 2 com tratamentos não farmacológicos em debate" href="http://www.diabeticool.com/combater-a-diabetes-tipo-2-com-tratamentos-nao-farmacologicos-em-debate/">diabetes tipo 2</a> e possui <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">nefropatia diabética </a>crônica (ou seja, problemas nos rins decorrentes do diabetes), uma condição séria que afeta cerca de 30% dos diabéticos.</p>
<p>A empresa <em>Lexicon Pharmaceuticals</em> prometeu apresentar os resultados completos destes estudos em congressos científicos no ano que vem. Até lá, o desenvolvimento do novo remédio continua com força total.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/lx4211-novidade-no-mercado-de-medicamentos-para-diabetes/">LX4211 – novidade no mercado de medicamentos para diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Alimentação correta é tão eficiente quanto tomar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2013 20:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[aminoácido]]></category>
		<category><![CDATA[Christoffer Clemmensen]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
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		<category><![CDATA[Teste de Tolerância à Glicose]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Copenhagen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que a arginina, componente natural de diversos alimentos saudáveis, atua tão bem quanto medicamentos no controle do diabetes tipo 2. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool A alimentação é um fator fundamental para o controle do diabetes tipo II. Em alguns casos, pode ser tão eficaz quanto o uso de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que a arginina, componente natural de diversos alimentos saudáveis, atua tão bem quanto medicamentos no controle do diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-5177"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>A alimentação é um fator fundamental para o controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a>. Em alguns casos, <strong>pode ser tão eficaz quanto o uso de medicamentos</strong>. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Copenhagen, em colaboração com a Universidade de Cincinnati, demonstrou que a arginina, aminoácido encontrado em diversos alimentos (<i>veja na tabela abaixo</i>), pode beneficiar o tratamento do diabetes tanto em casos de sensibilidade à insulina como em casos de resistência.</p>
<p>“<strong>O aminoácido é tão eficiente quanto muitos remédios bem estabelecidos contra o diabetes tipo II</strong>”, diz Christoffer Clemmensen, pós-doutorando da Universidade de Copenhagen envolvido no estudo.</p>
<p>Para chegar a esse resultado, os cientistas realizaram <a href="http://www.diabeticool.com/criterios-de-diagnostico-de-diabetes/">testes de tolerância à glicose</a> em ratos com problemas de sensibilidade e de <a href="http://www.diabeticool.com/tudo-causa-diabetes-ate-a-poluicao-do-ar/">resistência à insulina</a>. Esses testes verificam a capacidade do corpo de remover a glicose da corrente sanguínea. Apenas um grupo de ratos, porém, recebia uma dose de arginina 15 minutos antes de serem alimentados com açúcar.</p>
<p>“Nós demonstramos que tanto ratos que tinham sensibilidade como ratos que tinham resistência à insulina obtiveram resultados melhores quando recebiam a dose de arginina. Em ambos esses grupos, os resultados foram aproximadamente 40% melhores em relação aos dos grupos controle”, afirma Clemmensen.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENTÃO DEVEMOS INCLUIR A ARGININA NA DIETA?</strong></p>
<p>Os cientistas também revelaram <strong>como </strong>o aminoácido age: na verdade, o processo é indireto. A arginina estimula a produção de um <a href="http://www.diabeticool.com/novo-hormonio-pode-gerar-novos-tratamentos-para-diabetes-tipo-2/">hormônio</a> produzido no intestino, chamado <i>glucagon-like peptide</i> <i>1</i>, ou <a href="http://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">GLP-1</a>. Esse hormônio, por sua vez, aumenta a produção de insulina do organismo. Em ratos geneticamente modificados, que não conseguiam reconhecer o GLP-1, o tratamento com arginina não surtiu efeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ecece8; border: 2px solid black; border-color: #xxxxxx; padding: 10px;">
<p><strong>ONDE ENCONTRAR A ARGININA?</strong></p>
<p>A arginina pode ser encontra em diversos alimentos, entre os quais se destacam:</p>
<ul style="list-style-type: circle;">
<li>Nozes, castanhas, amêndoas e avelãs;</li>
<li>Laticínios: leite, iogurte e queijos;</li>
<li>Carnes: bovina, suína, de frango e de peixes.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Você não irá curar o diabetes apenas comendo grandes quantidades de alimentos que possuem arginina”, ressalta Clemmensen. “Entretanto, nossos resultados indicam que uma dieta que contém alimentos com arginina pode ter um impacto positivo no modo como nosso corpo processa o que comemos”.</p>
<p>O próximo passo é realizar estudos também em humanos. Se os resultados forem positivos, talvez seja possível o desenvolvimento de novos e melhores remédios contra o diabetes tipo II.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 12:17:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[apetite]]></category>
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		<category><![CDATA[Imperial College]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa descobre uma combinação de hormônios que reduz o apetite e que é promissora para ser usada como tratamento do diabetes. Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool &#160; Um novo estudo, que se baseou na combinação de dois hormônios já conhecidos, é promissor para o desenvolvimento de tratamentos não apenas de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa descobre uma combinação de hormônios que reduz o apetite e que é promissora para ser usada como tratamento do diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4145"></span></p>
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um novo estudo, que se baseou na combinação de dois hormônios já conhecidos, é promissor para o desenvolvimento de tratamentos não apenas de <a title="Comer muito açúcar causa diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/comer-muito-acucar-causa-diabetes/">obesidade</a>, mas também do diabetes. O método consiste na redução do apetite, efeito que os pesquisadores do <a title="Os seis genes do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/os-seis-genes-do-diabetes-tipo-2/">Imperial College</a>, de Londres, obtiveram através da combinação dos hormônios <strong>glucagon</strong> e glucagon-like peptide 1 (<strong>GLP-1</strong>).</p>
<p>Ambos os hormônios utilizados na pesquisa desempenham papéis fundamentais na regulação da <a title="Como tratar a hipoglicemia?" href="http://www.diabeticool.com/como-tratar-a-hipoglicemia/">glicemia</a>. O glucagon tem o efeito contrário ao da insulina, ou seja, aumenta os níveis de glicose no sangue. Já o GLP-1 estimula a liberação de insulina, reduzindo a glicemia, e atua também no cérebro, gerando uma sensação de saciedade que reduz o apetite. Nesse estudo, voluntários receberam a aplicação de uma combinação dos dois hormônios e, após 90 minutos, receberam uma refeição. Durante todo o processo, os níveis de glicose e hormônios no sangue, e até mesmo a quantidade de oxigênio consumida, foram medidos e comparados aos de voluntários que receberam a aplicação dos hormônios separadamente e de voluntários que receberam apenas uma solução salina, como controle.</p>
<p><strong>Os resultados da pesquisa revelaram que os voluntários que receberam a combinação dos hormônios ingeriram, em média, 13% menos calorias do que todos os outros grupos</strong>. Além disso, o estudo demonstrou que a aplicação dessa combinação é segura e não causou efeitos colaterais. O próximo passo para os pesquisadores será a realização de um estudo em maior escala e durante um período maior de tempo, para analisar se os efeitos podem ser mantidos a longo prazo.</p>
<p>“Nós verificamos que os voluntários tratados com a combinação de glucagon e GLP-1 consumiram uma quantidade significativamente menor de comida. Esses resultados corroboram os dados obtidos com experimentos em animais, sugerindo que a combinação desses <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">hormônios</a> pode ser promissora no desenvolvimento de novos tratamentos para obesidade e diabetes”, diz Stephen Bloom, pesquisador que coordenou o estudo. “A redução de 13% em ingestão de calorias é grande para qualquer padrão, mas nosso estudo é apenas um aperitivo. Um tratamento futuro, para ser efetivo, precisará reduzir o apetite a longo prazo. Nosso meta, então, é estabelecer se os resultados podem ser mantidos e se levam, de fato, a uma perda de peso”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Remédios para diabetes duplicam riscos de pancreatite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 11:42:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra quais são os populares medicamentos para controle de diabetes associados a casos de inflamação grave do pâncreas. Dois medicamentos populares para o controle do diabetes, o Byetta e o Januvia, foram indicados como responsáveis por duplicar as chances de pancreatite. O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Johns Hopkins e envolveu dados de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra quais são os populares medicamentos para controle de diabetes associados a casos de inflamação grave do pâncreas.</em></p>
<p><span id="more-3701"></span></p>
<p>Dois medicamentos populares para o controle do diabetes, o <a title="Update nos remédios para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/"><strong>Byetta</strong> </a>e o <a title="Resultados encorajadores em remédios experimentais" href="http://www.diabeticool.com/resultados-encorajadores-em-remedios-experimentais/"><strong>Januvia</strong></a>, foram indicados como responsáveis por duplicar as chances de <strong>pancreatite</strong>. O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Johns Hopkins e envolveu dados de mais de 1.000 pacientes nos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a pancreatite</strong></p>
<p>A pancreatite é uma dolorosa inflamação do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a> &#8211; órgão importantíssimo do nosso corpo por produzir hormônios como a <a href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/"><strong>insulina</strong></a> e o <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/"><strong>glucagon</strong></a>. No Brasil, a incidência é de cerca de 20 casos a cada 100.000 pessoas, de acordo com dados do DATASUS e IBGE. As principais causas e fatores de risco da doença são colelitíase (pedras na vesícula) e obesidade. No Brasil, a maior causa da doença é o alcoolismo.</p>
<p>Quem tem pancreatite costume sentir dores fortes na região superior do abdômen, principalmente após as refeições. A sensação desagradável pode se espalhar também para as costas e demais áreas. A causa de tanta dor é a auto-digestão do órgão.</p>
<p>De acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia,</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000;">Normalmente as enzimas digestivas não se tornam ativas até que elas atingem o intestino delgado, onde começam a digerir os alimentos. Mas se estas enzimas tornarem-se ativas dentro do pâncreas, elas iniciam a &#8220;digestão&#8221; do pâncreas por si próprio (auto-digestão).</span>&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que o Byetta e o Januvia têm a ver com isto?</strong></p>
<p>A pesquisa não analisou um possível motivo pelo qual as drogas para o tratamento do diabetes influenciam no desenvolvimento da pancreatite. Sabe-se, todavia, que ambas, tanto o Byetta quanto o Januvia, funcionam estimulando a liberação de insulina e diminuindo a liberação de glucagon pelo pâncreas, através do hormônio GLP-1.</p>
<p>Deve-se atentar ao fato de que, apesar do estudo focar somente na atuação do Byetta e do Januvia, existem diversos outros medicamentos que atuam de maneira similar, também utilizados para tratar o diabetes, como Galvus, Victoza e Onglyza.</p>
<p>Caso você tome algum destes remédios, de maneira alguma suspenda o tratamento antes de conversar com o seu médico.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-duplicam-riscos-de-pancreatite/">Remédios para diabetes duplicam riscos de pancreatite</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Update nos remédios para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 10:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Albiglutide]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como andam os medicamentos milagrosos anunciados ano passado e quais são as novidades no mercado dos remédios contra o diabetes? Albiglutide, a promessa cumprida Em julho de 2012, o Diabeticool informou que a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) preparava-se para pedir a autorização do governo americano para a comercialização de seu novo remédio de combate ao diabetes, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como andam os medicamentos milagrosos anunciados ano passado e quais são as novidades no mercado dos remédios contra o diabetes?</em></p>
<p><span id="more-2771"></span></p>
<p><strong>Albiglutide, a promessa cumprida</strong></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/albiglutide-novo-remedio-contra-diabetes-a-caminho/">Em julho de 2012</a>, o <strong>Diabeticool</strong> informou que a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) preparava-se para pedir a autorização do governo americano para a comercialização de seu novo remédio de combate ao diabetes, chamado de <a title="Resultados encorajadores em remédios experimentais" href="http://www.diabeticool.com/resultados-encorajadores-em-remedios-experimentais/">albiglutide</a>. De fato, o pedido foi realizado ontem. Espera-se que em pouco tempo a droga esteja nas prateleira das farmácias dos EUA e que chegue ainda este ano nos demais países, incluindo o Brasil.</p>
<p>O albiglutide é a aposta da GSK para entrar no mercado de medicamentos do tipo GLP-1, já saturado com concorrentes de peso como o <strong>Victoza</strong> da Novo Nordisk, o <a title="Novo medicamento prestes a ser lançado" href="http://www.diabeticool.com/novo-medicamento-prestes-a-ser-lancado/"><strong>Byetta</strong> </a>da Eli Lilly e o <a title="Nova droga contra Diabetes tipo 2 é injetada semanalmente" href="http://www.diabeticool.com/nova-droga-contra-diabetes-tipo-2-e-injetada-semanalmente/"><strong>Bydureon</strong></a>, da empresa farmacêutica Bristol-Myers Squibb. Analistas acreditam que o albiglutide terá dificuldades em consolidar as vendas e prevêem retornos modestos pelos próximos 5 anos. Ainda assim, a GSK investe na novidade como parte de um projeto de renovação de seu portfólio de medicamentos. Os diabéticos, é claro, agradecem a sempre bem-vinda concorrência, que costuma diminuir os preços dos remédios em competição.</p>
 E ainda mais remédios estão a caminho!
<p>De acordo com a nossa matéria do ano passado, &#8220;os últimos testes clínicos mostraram maior eficiência do novo remédio [albiglutide] em comparação com as pílulas Januvia, da Merck &amp; Co’s, além de notarem que ele não produziu sinais de riscos cardiovasculares elevados.&#8221; Se, por um lado, a novidade da GSK para os diabéticos não apresenta riscos para o coração, por outro um novo remédio que a Johnson &amp; Johnson também pretende ver aprovado pode não ser assim tão benéfico. As autoridades de saúde do governo americano têm ressalvas quanto aos seus possíveis efeitos colaterais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FDA invoca com o Invokana &#8211; e com razão<br />
</strong></p>
<p>A inovação da Johnson &amp; Johnson para quem está com diabetes é uma droga chamada de <em>canagliflozina</em> e que chegará às farmácias com o nome comercial de <strong>Invokana</strong>. Ela fará parte de um novo grupo de medicamente contra o diabetes, o dos inibidores de SGLT2. Apesar do nome inescrutável, vale a pena saber como eles funcionam. O Invokana será capaz de diminuir a glicemia em diabéticos fazendo com que o açúcar extra no sangue seja eliminado através da urina. Quando o sangue passa pelos rins, 90% da glicose contida nele é reabsorvida. Este mecanismo só é possível devido a uma proteína conhecida como SGLT2. Quando ela é inativada &#8211; como ocorre no caso do Invokana -, a glicose não é reabsorvida e é eliminada do corpo pela urina.</p>
<p>Em teoria, o funcionamento do Invokana é perfeito. Na prática, porém, problemas apareceram logo nos primeiros dias de testes com cobaias humanas. O painel da FDA (a &#8220;ANVISA&#8221; dos EUA) que julgou se o Invokana poderia ou não ser comercializado ficou dividido. Dos quinze juízes, dez votaram a favor da liberação do medicamento. Os outros cinco apresentaram sérias dúvidas quanto a possíveis efeitos colaterais severos nos usuários.</p>
<p>Durante os primeiros 30 dias de testes clínicos do Invokana envolvendo pacientes com alto risco de desenvolverem <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a>, 13 pessoas tiveram, de fato, algum problema cardiovascular de alta gravidade. No grupo controle, apenas uma pessoa teve problemas de saúde. Todavia, nos dias posteriores, a situação se normalizou e nenhuma diferença foi observada entre os pacientes dos dois grupos.</p>
 Os rins são o alvo da ação do novo remédio para diabetes da Johnson &amp; Johnson.
<p>Problemas cardiovasculares não foram os únicos a atormentar quem fez os testes clínicos com o Invokana. Foram medidos níveis maiores do &#8220;colesterol ruim&#8221; (LDL) nestes pacientes após o tratamento com o novo remédio. E mais: as evidências científicas indicam que pessoas com problemas renais não devem ingerir a droga, que abusa um pouco da funcionalidade do órgão.</p>
<p>Apesar destes poréns, analistas acreditam que o Invokana será, sim, aprovado pela FDA, o que deve acontecer no final de março deste ano. De acordo com eles, o inovador medicamento para diabetes pode gerar lucros de até dois bilhões de dólares anuais à Johnson &amp; Johnson.</p>
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		<title>Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 20:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Yale]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que o corpo humano responde de maneira bem diferente quando ingerimos açúcar comum e quando comemos alimentos com frutose &#8211; um açúcar popular em adoçantes. Você sabe qual deles é o melhor para se perder peso? Desde que a obesidade tornou-se uma epidemia mundial e uma grande dor de cabeça para quem está &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela que o corpo humano responde de maneira bem diferente quando ingerimos açúcar comum e quando comemos alimentos com frutose &#8211; um açúcar popular em adoçantes. Você sabe qual deles é o melhor para se perder peso?</em></p>
<p><span id="more-2600"></span></p>
<p>Desde que a <a title="Como evitar a “Doença da Cadeira”" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-doenca-da-cadeira/">obesidade </a>tornou-se uma epidemia mundial e uma grande dor de cabeça para quem está acima do peso, aumentou bastante a oferta e o consumo de <a title="Má absorção de frutose pode ser causa de dores de barriga" href="http://www.diabeticool.com/ma-absorcao-de-frutose-pode-ser-causa-de-dores-de-barriga/"><strong>frutose</strong></a>. Esta molécula é um açúcar simples presente na maior parte das plantas e frutas. Quando algo é adoçado com frutose, o gosto é praticamente idêntico ao do açúcar normal. A grande diferença da frutose para a <strong>glicose</strong> &#8211; que é o nosso &#8220;açúcar comum&#8221; &#8211; é que o poder adoçante da frutose é muito maior. Ou seja, é necessário usar menos frutose para adoçar algum alimento do que glicose, o que significa menor consumo de açúcar e, portanto, menos calorias ingeridas. Por isto, atualmente a frutose está presente em boa parte dos adoçantes e produtos com baixo teor de calorias que existem no mercado.</p>
<p>Se, por um lado, a frutose atua da mesma maneira que o açúcar comum ao paladar, como é que o corpo reage internamente a esta molécula? <strong>Será que trocar glicose por frutose altera de alguma maneira o funcionamento do corpo?</strong> Estas foram algumas das questões que cientistas da Universidade de Yale, nos EUA, resolveram estudar. Suas conclusões, publicadas na última edição do <em>Journal of the American Medical Association</em>, mostram que o corpo humano tem uma clara preferência por um dos dois tipos de açúcar.</p>
 Voluntários fizeram exames de ressonância magnética para medir como os diferentes açúcares influenciavam seu cérebro.
<p>O experimento conduzido pelos pesquisadores consistiu em dar bebidas adoçadas com frutose ou com glicose para um grupo de 20 adultos, todos saudáveis. Após ingerirem a bebida, eles respondiam a um questionário sobre seus índices de fome e saciedade, tinham amostras de sangue coletadas e passavam por um exame de ressonância magnética. Através deste exame, os cientistas podiam acompanhar quais regiões do cérebro do paciente estavam mais ou menos ativas, de acordo com a quantidade de sangue que passava por elas. O que eles puderam observar é que houve nítidas diferenças no funcionamento cerebral de quem ingeriu glicose e de quem havia tomado a bebida com frutose.</p>
<p>As ressonâncias magnéticas mostraram que a glicose diminui o fluxo sangüíneo &#8211; isto é, diminui a &#8220;ativação&#8221; &#8211; de diversas regiões do cérebro que regulam o apetite e a sensação de fome, enquanto que a frutose faz <em>aumentar</em> o fluxo em parte destas áreas. Os exames de sangue, por sua vez, indicaram que a frutose estimula fracamente a liberação de insulina, hormônio que pode aumentar a sensação de saciedade, e diminui a liberação do hormônio <a title="Nova droga contra Diabetes tipo 2 é injetada semanalmente" href="http://www.diabeticool.com/nova-droga-contra-diabetes-tipo-2-e-injetada-semanalmente/">GLP-1</a>, o qual também gera a sensação de se estar satisfeito. Estes efeitos foram totalmente contrários aos da glicose, que aumentou a liberação destes dois hormônios da saciedade. A análise dos questionários dados aos pacientes indicou que aqueles que tomaram a bebida adoçada com frutose sentiram mais fome, e muito mais cedo, do que os que ingeriram glicose. <strong>Todos os dados acima parecem indicar fortemente uma única e inequívoca conclusão</strong>.</p>
<p>&#8220;As descobertas dão suporte à teoria de que quando o cérebro humano é exposto à frutose, vias neurobiológicas envolvidas na regulação do apetite são moduladas, desta forma promovendo o maior consumo de alimentos&#8221;, afirmou o editorial da revista. Ou seja, apesar de terem sabores similares ao paladar, internamente o corpo humano distingue a frutose da glicose de várias maneiras. Uma delas é que alimentos adoçados com frutose não geram tanta sensação de saciedade como aqueles que possuem glicose, fazendo com que a pessoa tenha fome mais cedo e ingira mais alimentos até se sentir satisfeita &#8211; <strong>o que anularia os supostos efeitos</strong> dietéticos da frutose.</p>
<p>Os pesquisadores, cautelosos, afirmam que o estudo é preliminar e que os dados não são totalmente conclusivos. Porém, admitem que &#8220;a realidade é que a fome e a sensação de saciedade são grandes determinantes do quanto um ser humano come, assim como a sede determina o quanto os humanos bebem. Estas sensações não podem simplesmente ser esquecidas ou ignoradas.&#8221; Para quem realmente deseja perder peso, a dica dos profissionais é clara: ao invés de tentar utilizar produtos alternativos como a frutose, basta seguir o bom, velho e certeiro conselho &#8211; &#8220;quer emagrecer? Coma menos!&#8221;</p>
<p>Mais fácil falado do que feito&#8230;!</p>
 Diferentes tipos de açúcar: qual o melhor para a sua saúde?
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova droga contra Diabetes tipo 2 é injetada semanalmente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[alternativa]]></category>
		<category><![CDATA[Amylin Pharmaceuticals]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Bydureon]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel M. Bradbury]]></category>
		<category><![CDATA[David Kliff]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetic Investor]]></category>
		<category><![CDATA[GLP-1]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[injeção]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[ritmo cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[The New York Times]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa Amylin Pharmaceuticals conseguiu, na sexta-feira passada, aprovação federal para sua nova droga, mais eficaz contra diabetes tipo 2, encerrando anos de discussão.  A droga, BYDUREON®, é injetada semanalmente, e espera-se que seja o mais novo concorrente do recém-lançado VICTOZA® (Novo Nordisk), uma droga similar porém injetada diariamente. A FDA (Administração de Drogas e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A empresa <a href="http://www.amylin.com/" target="_blank" rel="noopener"><em>Amylin Pharmaceuticals</em></a> conseguiu, na sexta-feira passada, aprovação federal para sua nova droga, mais eficaz contra <a href="http://www.diabetes.org.br/diabetes-tipo-2" target="_blank" rel="noopener">diabetes tipo 2</a>, encerrando anos de discussão.</em> <span id="more-137"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/bydureon.jpg"></span> Bydureon®, nova droga da Amylin Pharmaceuticals
<p style="text-align: justify;"> A droga, BYDUREON®, é injetada semanalmente, e espera-se que seja o mais novo concorrente do recém-lançado VICTOZA® (<span class="removed_link" title="http://www.novonordisk.com.br/documents/home_page/document/index.asp">Novo Nordisk</span>), uma droga similar porém injetada diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A FDA (<a href="http://www.fda.gov/" target="_Blank" rel="noopener">Administração de Drogas e Alimentos, EUA</a>) rejeitou duas vezes a aprovação do <em>Bydureon</em> em 2010, sob alegação de preocupações com possíveis contribuições da droga a anormalidades de ritmo cardíaco. Um estudo feito pela <em>Amylin</em>, sediada em San Diego, Califórnia, e sob o comando de <em>Daniel M. Bradbury</em>, sugere que não é bem assim. Para maiores informações, <span class="removed_link" title="http://www.reuters.com/article/2011/06/24/us-diabetes-amylin-bydureon-idUSTRE75N6CF20110624">siga este link</span> (em inglês)</p>
<p style="text-align: justify;">Seu princípio ativo é baseado em uma substância sintética que mimetiza a ação do GLP-1, hormônio que promove redução da glicemia através de estímulos à secreção de insulina pelo pâncreas e redução do hormônio glucagon (também produzido pelo pâncreas, apresenta ação antagônica à da insulina).</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o GLP-1 atua no centro de fome localizado no cérebro e induz uma redução do apetite. O GLP-1 também atua no estômago fazendo com ele fique mais lento para se esvaziar quando nos alimentamos. Por esta razão, drogas desta classe têm como um dos efeitos paralelos atraentes promover redução de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">David Kliff, editor do <em>Diabetic Investor</em>, um jornal eletrônico que segue as tendências da indústria de diabetes, alega que uma auto-injeção semanal poderia transformar o Bydureon em uma alternativa para muitos paciêntes que tomam múltiplas injeções de insulina ou muitas pílulas todos os dias. Falhas das pessoas em tomar seus remédios de forma consistente são &#8220;um dos maiores obstáculos para melhores resultados nos pacientes&#8221;, segundo o depoimento de Kliff, portador de diabetes tipo 1. &#8220;Pense por um momento em como a vida seria muito mais fácil podendo tomar apenas um medicamento, uma vez por semana&#8230; Uma droga que oferece o controle da glicose sólida, não requer monitoramento de glicose e vem com o benefício adicional de perda de peso.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">É bom deixar claro que apesar de ser injetável, <strong>não é insulina</strong>, e apesar dos benefícios de perda de peso, <strong>não deve ser utilizada por obesos não-diabéticos</strong> por se tratar de um controlador de vias hormonais. Trata-se de um medicamento para controle de diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora o Bydureon tenha sido aprovado na Europa e, mais recentemente, nos Estados Unidos, é possível que ainda leve alguns meses até que tenhamos mais esta opção disponível no mercado brasileiro, uma vez que devemos aguardar aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, responsável pela regulamentação da indústria farmacêutica no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo informações não-oficiais publicada no <em>The New York Times</em>, há indícios de que 4 doses semanais custariam cerca de 325 dólares (cerca de 560 reais), ou 81 dólares (cerca de 140 reais) a dose. Para maiores informações, <a href="http://www.nytimes.com/2012/01/28/health/bydureon-a-diabetes-drug-from-amylin-wins-fda-approval.html?_r=2" target="_Blank" rel="noopener">siga este link</a> (em inglês).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/nova-droga-contra-diabetes-tipo-2-e-injetada-semanalmente/">Nova droga contra Diabetes tipo 2 é injetada semanalmente</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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