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	<title>glicose | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Obesos e hipertensos devem vigiar glicose mesmo antes do pré-diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2014 00:36:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas de Israel sugerem que pessoas com mais chances de se tornarem diabéticas verifiquem regularmente se estão chegando ao limiar da desordem metabólica. O acompanhamento é feito por um exame de sangue simples. Se fosse possível prever condições de saúde crônicas em um estágio em que ainda pudessem ser revertidas ou mesmo prevenidas, essa seria, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas de Israel sugerem que pessoas com mais chances de se tornarem diabéticas verifiquem regularmente se estão chegando ao limiar da desordem metabólica. O acompanhamento é feito por um exame de sangue simples.</em><span id="more-7215"></span></p>
<p>Se fosse possível prever condições de saúde crônicas em um estágio em que ainda pudessem ser revertidas ou mesmo prevenidas, essa seria, definitivamente, a opção de muitos pacientes. É o caso do <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">pré-diabetes</a>, um estado preocupante que já apresenta sintomas em decorrência da desordem metabólica. A proposta de pesquisadores da Faculdade de Medicina Sackler, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, é ainda mais ousada: descobrir o risco de ter o pré-diabetes. E a estratégia está baseada em um simples exame de sangue que não necessita nem mesmo de jejum prévio para a realização. As descobertas podem ajudar os médicos a fornecer tratamento e diagnóstico mais precoces na tentativa de frear a epidemia que, com a obesidade, adoece milhões de pessoas por ano no mundo.</p>
<p>Em indivíduos saudáveis, a glicose jogada no sangue pela absorção de alimentos tem a entrada nas células garantida por um hormônio produzido no pâncreas, a <a title="Insulina é essencial para diabéticos?" href="http://www.diabeticool.com/insulina-e-essencial-para-diabeticos/">insulina</a>. A glicose será usada em inúmeros tecidos e órgãos para, principalmente, a produção de energia. Ao desenvolver o diabetes tipo 2, a pessoa se torna resistente à ação desse hormônio, e o açúcar passa a se acumular no sangue. Essa condição é irreversível e, muitas vezes, além do controle da alimentação, da prática de exercícios e de medicação, é preciso doses extras injetáveis de insulina para manter o organismo sob equilíbrio. Antes disso, no entanto, a grande maioria dos diabéticos desenvolveu o pré-diabetes, que anuncia a doença crônica e pode ser revertido sem medicação para a condição normal anterior.</p>
<p>Os resultados do estudo israelense conduzido por Lerner Nataly foram publicados no European Journal of General Practice. “Nosso estudo apoia a ideia de que o teste de A1c — usado hoje para diagnosticar o diabetes tipo 2 — também pode ser usado em um estágio muito cedo para rastrear a doença na população de alto risco, como pacientes com excesso de peso”, discorre o autor principal do trabalho. O teste de níveis de <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> (A1c) surgiu da necessidade de obter uma imagem dos níveis de glicose no sangue ao longo do tempo. Quando os níveis são altos, mais A1c é formado. Assim, o A1c serve como um biomarcador, indicando níveis médios de glicose no sangue ao longo de um período de dois a três meses, e tem sido muito utilizado para controlar o diabetes 2.</p>
<p>Para avaliar a capacidade do teste de A1c para triagem de diabetes em pacientes de alto risco, os pesquisadores analisaram o histórico médico de 10.201 pessoas que fizeram o exame na universidade entre 2002 e 2005. Eles descobriram que, em geral, 22,5% dos pacientes desenvolveram diabetes de cinco a oito anos. Pacientes com níveis de A1c próximos a 5,5% — abaixo do limite oficial para o diagnóstico de diabetes — foram significativamente mais propensos a desenvolver o diabetes do que aqueles com níveis abaixo de 5,5%. Cada 0,5% de aumento nos níveis de A1c duplica o risco de desenvolvimento da doença metabólica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Chance de reversão</strong></p>
<p>Ainda existe uma dificuldade em caracterizar quando o diabetes começa ou qual nível de glicose no sangue é capaz de provocar problemas ao organismo. Nos estágios iniciais, a doença não causa sintomas e são necessários alguns anos para surgirem complicações. Até 50% desses pacientes vai evoluir da condição de pré-diabetes para a doença em si. Por esse motivo, a preocupação em criar o maior número possível de ferramentas capazes de identificar quem está em risco. O estágio de pré-diabetes é especialmente importante por ser a única etapa da doença que ainda pode ser revertida ou mesmo retardar a evolução para a doença crônica e suas complicações.</p>
<p>Hoje, o diagnóstico do diabetes é dado se o indivíduo apresenta dois testes de glicemia em jejum iguais ou acima de 126 mg/dl ou, se duas horas após a ingestão de um concentrado de glicose, o nível glicêmico estiver superior a 200 mg/dl. Já o pré-diabetes é caracterizado se a glicemia em jejum fica entre 100 e 126 mg/dl ou se, no teste de duas horas, ficar entre 140 e 200 mg/dl. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios são vistos como de alto risco.</p>
<p>Segundo a endocrinologista Rosane Kupfer, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a pesquisa não traz uma novidade, mas é mais uma evidência científica do caminho a ser seguido “Ter uma hemoglobina glicada no nível entre 5,5% e 6,4% comparado a quem tem menor que 4,5% traz uma chance de 2,5 a 7,5 vezes de evoluir para diabetes.” Ela explica que a hemoglobina glicada é um exame que traduz a média da glicemia dos últimos 2 ou 3 meses. Seu uso é comum para avaliar o controle glicêmico durante o tratamento, mas, há cerca de três anos, passou a ser usado também para o diagnóstico.</p>
<p>Kupfer avalia que a proposta dos pesquisadores israelenses de dosar a hemoglobina glicada em quem tem fatores de risco para desenvolver diabetes é viável, mas ainda distante da realidade brasileira. “Apesar de não ser um exame caro, nem todos os laboratórios têm a metodologia correta e são confiáveis para dosar a hemoglobina glicada, pois realizam apenas o exame de glicemia”, explica. Segundo ela, laboratórios teriam que ser reequipados. “O que não se divulga é que, para dosar a glicemia, também se requer certa estrutura. Apesar de o frasco onde é colhido a glicose conter uma substância conservante, não se pode demorar a dosá-la para o resultado ser confiável”, complementa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sem jejum</strong></p>
<p>Outra vantagem da hemoglobina glicada apontada pela endocrinologista é não ser necessário o jejum, podendo ser colhida a qualquer horário. Uma desvantagem estaria na coexistência de outras doenças, como a anemia falciforme, que podem alterar o resultado. Esse distúrbio tem alta prevalência principalmente no Nordeste do Brasil. “Não há dúvidas de que estamos vivendo uma epidemia de obesidade e diabetes.”</p>
<p>De acordo com a International Diabetes Federation, entidade ligada à ONU, existem no mundo mais de 380 milhões de diabéticos, a maioria deles com a doença associada a condições como obesidade e sedentarismo. “Essa pesquisa israelense mostra que, depois da hemoglobina glicada, o peso foi o maior preditor de diabetes.” Kupfer reforça que, mesmo sem a dosagem da hemoglobina glicada, deveriam haver mais políticas públicas voltadas para reverter esse quadro. “Não estamos no estágio dos Estados Unidos, mas a obesidade infantil e de adolescentes já é um problema em nosso meio.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Critérios internacionais</strong></p>
<p>Nos últimos anos, a Associação Americana de Diabetes (ADA, em inglês) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) adicionaram o teste às suas diretrizes como um critério para o diagnóstico do diabetes tipo 2. De acordo com a ADA, ter um nível de A1c de 6,5% ou mais é um indicador da doença e, entre 5,7 e 6,4%, é um indicador de pré-diabetes.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://sites.correioweb.com.br/app/50,114/2014/03/25/noticia_saudeplena,147993/obesos-e-hipertensos-devem-vigiar-glicose-mesma-antes-do-pre-diabetes.shtml" target="_blank" rel="nofollow">Saúde Plena</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/obesos-e-hipertensos-devem-vigiar-glicose-mesmo-antes-do-pre-diabetes/">Obesos e hipertensos devem vigiar glicose mesmo antes do pré-diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Leia aqui a matéria de capa da IstoÉ sobre o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2014 19:15:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas. Um robusto conjunto de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas.</em><span id="more-7125"></span></p>
<p>Um robusto conjunto de novidades que começam a chegar ao Brasil irá mudar para muito melhor a vida dos 12 milhões de diabéticos do País. Entre elas estão remédios que controlam a doença, <a title="Games ‘ativos’ ajudam a controlar diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/games-ativos-ajudam-a-controlar-diabetes-diz-estudo/">ajudam a perder peso</a> e ainda contribuem para baixar a pressão arterial, a primeira insulina com ação de até 40 horas e aparelhos que permitem acompanhar a evolução da enfermidade com maior precisão. Somados aos outros avanços que estão por vir, esses recursos representam a maior virada até agora na luta contra a doença. “Estamos vivendo uma era de ouro em relação ao tratamento da diabetes”, afirma o endocrinologista Walter Minicucci, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes. “E o panorama do futuro também é bastante promissor”, acredita.</p>
<p>A diabetes é uma doença crônica que se tornou um dos maiores problemas de saúde pública mundial. Caracterizada pelo excesso de glicose na corrente sanguínea, a enfermidade traz prejuízos terríveis quando não controlada. Está, por exemplo, diretamente associada ao aumento do risco de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral, e figura como uma das principais causas de cegueira no mundo. Por isso, a urgência em se encontrar maneiras mais eficazes de combatê-la, antes que seja tarde demais.</p>
<p>Felizmente, algumas dessas estratégias começaram a desembarcar no País nas últimas semanas. Na segunda-feira 17, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou para comercialização no Brasil a primeira insulina com efeito de até 40 horas. Trata-se da Tresiba (degludeca), fabricada pelo laboratório Novo Nordisk. A insulina é o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose que está circulando no sangue. Quando há algum problema na sua fabricação ou no seu funcionamento, há o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea que tanto estraga o organismo. Os portadores do tipo 1 da doença não conseguem fabricar insulina, já que as células que a produzem são destruídas pelo próprio corpo. Por essa razão, são obrigados a recorrer a uma solução externa: injeções diárias de insulina – às vezes mais de uma – para conseguir manter o nível adequado de glicose.</p>
<p>Até hoje, o tempo mais longo de efeito de uma insulina injetável era de 24 horas. Ou seja, o paciente não podia ficar mais de um dia sem reaplicar o remédio, sob risco de sofrer novamente com o excesso de açúcar no sangue. Com a Tresiba, ganha um tempo extra de janela, caso seja necessário. “Recomendamos que os pacientes tomem uma dose por dia, mas os benefícios da insulina se mantêm por até 40 horas”, explica a endocrinologista Mariana Narbot, gerente médica do Novo Nordisk no Brasil. Isso significa que o diabético terá maior flexibilidade para os intervalos entre as aplicações. Se tomou uma dose às dez da manhã de um dia, não precisará injetar a próxima dose impreterivelmente às dez da manhã do dia seguinte. “Ele ficará com uma melhor qualidade de vida”, diz Mariana.</p>
<p>Espera-se também para os próximos meses a entrada no mercado das duas primeiras medicações que atuam nos rins – o Forxiga, do Laboratório AstraZeneca, e o Invokana, da Janssen. Os órgãos têm papel importante para o equilíbrio das taxas de glicose no sangue, ao permitirem a reabsorção de parte do açúcar por eles filtrada. A nova classe de drogas – de uso oral – impede justamente esse processo. O resultado é que o açúcar é eliminado pela urina, assim como o sódio. “Há uma queda importante na concentração de glicose”, explica o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente eleito da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade.</p>
<p>Na conta final, o paciente acaba com a <a title="Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg" href="http://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">glicemia controlada</a> e ainda pode sofrer perda de peso e queda na pressão arterial. Em estudos realizados com o Forxiga, por exemplo, a média de perda de peso, após um ano de uso, foi de três a quatro quilos. E houve diminuição de cinco milímetros de mercúrio na pressão arterial sistólica (máxima). Por exemplo, um indivíduo cuja pressão era de 150 mmHg x 80 mmHg pode ter experimentado uma diminuição para 145 mmHg x 80 mmHg. “São vantagens importantíssimas em se tratando de diabéticos, já que a combinação da doença com obesidade e hipertensão arterial é algo perigoso, elevando brutalmente o risco para doenças cardiovasculares”, diz o endocrinologista João Eduardo Nunes Salles, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O efeito colateral mais importante observado foi infecção genital causada por fungos (a eliminação de muito açúcar pela urina muda a flora bacteriana da região, deixando a área mais propensa à ­proliferação desses micro-organismos). O Laboratório Pfizer também está desenvolvendo uma droga do gênero (ertugliflozin), sob análise em estudo clínico.</p>
<p>Essas medicações reforçam um arsenal já encorpado depois da chegada de remédios que atuam sobre as <a title="Gordura gera “caos” no corpo humano" href="http://www.diabeticool.com/gordura-gera-caos-no-corpo-humano/">incretinas</a>, hormônios produzidos pelo intestino e que desempenham papel importante para o equilíbrio dos níveis glicêmicos. “Eles são muito eficientes”, assegura a endocrinologista Maria Fernanda Barca, de São Paulo. A médica Sophia Caldas, 27 anos, faz uso do remédio e está conseguindo controlar a doença. “Também parei de comer pão, macarrão e doce. E meço a glicose todos os dias”, conta.</p>
<p>O monitoramento da doença será outro aspecto ainda mais facilitado. Deve chegar nos próximos meses ao Brasil uma nova geração de monitores de glicemia. Fabricado pela Sanofi Diabetes em parceria com a Agamatrix, o IBGStar &#x2122; é capaz, por exemplo, de medir as taxas de açúcar, enviar as informações para iPhone ou iPod Touch e compartilhar os dados com médicos e familiares. O paciente pode criar uma espécie de diário digital da evolução do tratamento, armazenando informações sobre as oscilações nos níveis glicêmicos, entre outras.</p>
<p>Para aqueles que usam <a title="Nova bomba de insulina da Cellnovo: um show de tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/nova-bomba-de-insulina-da-cellnovo-um-show-de-tecnologia/">bombas de insulina</a> (infundem o hormônio), a novidade é a chegada do sistema de infusão Paradigm VEO, da Medtronic. É o mais moderno do gênero. Seu diferencial é sua capacidade de interromper o fornecimento de insulina caso os níveis de açúcar no sangue atinjam patamares perigosamente baixos. Trata-se de uma medida de segurança, para evitar que o indivíduo continue a receber insulina mesmo quando não for necessário, correndo o risco de sofrer uma crise de hipoglicemia (falta de glicose na corrente sanguínea). O aparelho acabou de receber autorização da Anvisa para ser vendido no Brasil.</p>
<p>Na Universidade de São Paulo, prossegue uma experiência usando células-tronco para tratar o tipo 1 da enfermidade. O raciocínio é simples. Como esse gênero da doença é causado pelo ataque do sistema de defesa do corpo às células fabricantes de insulina, a ideia é criar um novo sistema imunológico, desta vez sem o defeito que o leva a atacar o próprio organismo. Para isso, primeiro células-tronco são extraídas da medula óssea dos pacientes – é na medula óssea que são fabricadas as células do sistema imunológico. Essas células-tronco, com potencial para dar origem a novas células de defesa, são preservadas. Em seguida, o paciente é submetido a uma quimioterapia intensa, destinada a destruir toda a medula ­defeituosa. Depois, as células-tronco que haviam sido guardadas são reinjetadas, formando uma nova medula óssea. Até agora, 25 diabéticos foram submetidos ao procedimento. Três estão livres da dependência de insulina.</p>
<p>O estudante de medicina Renato Fernandes Silveira, 25 anos, de São Paulo, não toma mais o remédio há nove anos. “Levo uma vida normal”, conta. “Controlo a ingestão de carboidratos e me exercito. Nunca mais usei insulina.” Neste momento, os pesquisadores se dedicam a entender por que participantes que também haviam interrompido o uso do hormônio foram obrigados a voltar a injetá-lo. “Quatro pacientes já integram essa nova pesquisa. O estudo será realizado em colaboração com cientistas americanos e franceses”, informa o endocrinologista Carlos ­Eduardo Couri, coordenador da Equipe de Transplante de Células-Tronco do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto (SP).</p>
<p>Uma ajuda extra está disponível para diabéticos que necessitem da colocação de stent (dispositivo que desobstrui as artérias coronarianas, que irrigam o coração). Um desses stents, fabricado pela Medtronic, recebeu indicação para ser usado por portadores da doença. Normalmente, eles apresentam vasos sanguíneos com calibre reduzido, tortuosos, calcificados. E esse stent é mais fácil de ser colocado nessas condições. Dessa maneira, a artéria é menos agredida durante a colocação do dispositivo. Isso reduz a possibilidade de ocorrer hiperproliferação das células que revestem o vaso, processo que pode levar a uma reobstrução do local. “Avaliações bem documentadas fundamentaram a liberação e a indicação para que esses stents sejam usados em diabéticos”, afirma o médico Décio Salvadori, chefe de equipe do Hospital Beneficência Portuguesa, de São Paulo. O advogado paulistano Nicola Abisati teve um desses stents implantados. Está recuperado e já voltou à rotina de trabalho.</p>
<p>O futuro também promete boas estratégias. Nos laboratórios ao redor do mundo estão sendo desenvolvidos diversos recursos promissores. Um deles é o chamado <a title="Já conhece o pâncreas artificial?" href="http://www.diabeticool.com/ja-conhece-o-pancreas-artificial/">pâncreas artificial</a>. Em linhas gerais, é um sistema bem parecido com os aparelhos de infusão de insulina disponíveis atualmente. Mas o pâncreas artificial seria implantado no abdome, ao contrário das bombas de insulina. Ele também é dotado de um esquema inteligente de medição de glicemia e interrompimento do fornecimento de insulina quando necessário. Na Inglaterra, o grupo de Joan Taylor, da De Montfort University, está testando um equipamento do gênero. “Ele poderá ajudar principalmente os pacientes com o tipo 1 da doença”, disse a pesquisadora à ISTOÉ.</p>
<p>Uma estratégia igualmente interessante em estudo são as vacinas contra o tipo 1 da enfermidade. Há duas linhas de trabalho. A primeira é a adotada pelos cientistas da Universidade de Standford, nos Estados Unidos. Eles já testaram em 80 pacientes um imunizante que impediu o ataque de um tipo de célula do sistema de defesa às células fabricantes de insulina. “Agora vamos expandir os testes, desta vez com 200 indivíduos”, disse à ISTOÉ Lawrence Steinman, coordenador do trabalho. A segunda aposta vem sendo pesquisada na Universidade de Tampere, na Finlândia. Lá, os pesquisadores querem criar uma vacina contra vírus (enterovírus) associados ao desencadeamento da enfermidade, de acordo com estudos. Um protótipo de imunizante já foi testado em cobaias. “Sabemos que foi efetivo em ratos”, disse o pesquisador Heikki Hyöty, líder da experiência.</p>
<p>Em outra linha de frente estão os pesquisadores que procuram maneiras mais eficazes de prevenir a doença, especialmente o tipo 2. Estudos recentes apontaram, por exemplo, indivíduos com mais risco para a enfermidade. O trabalho executado na Universidade de Groningen, na Noruega, identificou que pessoas com depressão e distúrbios de compulsão alimentar estão nesse grupo. “Os médicos devem ficar atentos a isso”, disse à ISTOÉ Peter de Jonge, coordenador do trabalho. Já os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins (Eua) concluíram que também estão sob maior ameaça bebês prematuros. Isso acontece porque, na infância, eles tendem a produzir muita insulina. Depois, na idade adulta, as células podem desenvolver resistência à atuação do hormônio, desencadeando a diabetes tipo 2.</p>
<p>Cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel, estão dando uma contribuição igualmente importante nessa seara. Eles verificaram que um teste já disponível, o HbA1c, também serve para indicar a chance de uma pessoa desenvolver o tipo 2 da enfermidade entre os cinco e oito anos seguintes. Hoje, o exame é usado para dar uma medida das oscilações de glicemia em períodos prolongados. Por isso, é considerado um dos melhores indicadores de como a doença está sendo manejada. “Mas descobrimos que ele também aponta o risco futuro de ter o problema”, informou à ISTOÉ Nataly Lerner, responsável pela pesquisa. “Ele é indicado principalmente para pessoas com sobrepeso, sedentárias ou com pressão arterial elevada.”</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.istoe.com.br/reportagens/349185_UMA+VIDA+MELHOR+PARA+OS+DIABETICOS?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage">Revista IstoÉ</span></strong></p>
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		<title>Tire suas dúvidas sobre atividade física e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 13:07:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que se tem alguma restrição alimentar, é normal ficar em dúvida do que comer antes e depois da atividade física. Com os diabéticos não é diferente. Até porque existe uma infinidade de suplementos alimentares. A seguir, confira a entrevista com o médico Gustavo Otto. Sou diabético. Posso fazer exercícios sem medo? Recomenda-se que pessoas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sempre que se tem alguma restrição alimentar, é normal ficar em dúvida do que comer antes e depois da atividade física. Com os diabéticos não é diferente. Até porque existe uma infinidade de suplementos alimentares. A seguir, confira a entrevista com o médico Gustavo Otto.</em><span id="more-7102"></span></p>
<p><strong>Sou diabético. Posso fazer exercícios sem medo?</strong></p>
<p>Recomenda-se que pessoas acometidas pelo diabetes realizem atividade física. A prática deve ser de, ao menos, 210 minutos de atividade intensa a moderada por semana. Ou 125 minutos de atividade vigorosa – combinando exercício aeróbico e de resistência, em dias alternados. Isso porque ocorre sinergia entre os dois tipos de exercício, enquanto o aeróbico melhora a sensibilidade a insulina, o treinamento de resistência está associado a melhor absorção de glicose sanguínea, maior ganho de massa muscular e maior expressão de GLUT-4 (proteína transportadora de glicose).</p>
<p>Para os diabéticos, é prudente realizar a aferição da glicemia capilar cerca de 30 minutos antes da atividade física. Se o valor da glicemia for superior a 250mg/dl, não é recomendada a prática da atividade física. Caso esteja menor do que 110mg/dl, é aconselhável consumir carboidratos de baixo índice glicêmico antes da prática de atividade física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há relação entre a atividade física e a melhora do diabetes?</strong></p>
<p>Um estudo recente revelou que houve melhora de aproximadamente 60% na capacidade do pâncreas em secretar insulina e de 20% na resistência insulínica com a aplicação de exercícios de intensidade moderada (neste estudo, usaram caminhada lenta por 60 minutos, 3 vezes por semana durante 8 meses de acompanhamento).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vi um colega na academia tomando maltodextrina antes do treino, ele me disse que melhora o rendimento. Posso tomar?</strong></p>
<p>Diabéticos não devem tomar maltodextrina, já que se trata de um carboidrato de alto índice glicêmico. Os diabéticos devem optar sempre por carboidratos complexos, de baixo ou médio índice glicêmico.</p>
<p>O consumo de carboidratos de alto índice glicêmico é desaconselhado antes do treino, uma vez que a atividade física levará a uma maior captação de glicose. E os níveis de glicose podem baixar rapidamente levando a um quadro de <a title="Mulher com hipoglicemia é agredida por policiais (VÍDEO)" href="http://www.diabeticool.com/mulher-com-hipoglicemia-e-agredida-por-policiais-video/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Posso consumir carboidrato durante o treino?</strong></p>
<p>É uma opção válida. Alguns estudos sugerem consumir cerca de 20g de carbo a cada 30 minutos de treino em caso de exercícios prolongados. Outra opção é consumir 2 a 3mg/kg/min para atividades leves e 5 a 6mg/kg/min para atividades extenuantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E o pós-treino?</strong></p>
<p>Parte fundamental da suplementação do diabético é referente ao pós-treino, quando se deve repor os estoques de glicogênio muscular e hepático e prepará-lo para o dia seguinte de treinamentos.</p>
<p>Nossos músculos continuam a repor seus estoques de glicogênio horas após a atividade física, então o risco de hipoglicemia neste período, em particular em pessoas diabéticas, é muito grande. Deve-se optar por carboidratos complexos (de digestão/absorção mais lenta) na dose de 1,5g/kg de peso corporal até 30 minutos após o treino treino, seguido de 1,5g/kg de peso corporal no prazo de 2 horas pós treino”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabéticos podem tomar whey protein?</strong></p>
<p>Sim. A proteína do soro do leite ou <a title="O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">whey protein</a> é capaz de melhorar o aproveitamento da glicose como fonte energética. Os aminoácidos leucina, isoleucina, valina, lisina e treonina melhoram a secreção e o efeito da insulina. Além disso, aumentam o tempo de ação do GLP-1, que é responsável por estimular a secreção insulínica e retardar o esvaziamento gástrico durante as refeições. Isso tudo melhora a sensibilidade hormonal a insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais outros nutrientes os diabéticos devem repor?</strong></p>
<p>A reposição deve ser individualizada. Hoje, há de exames de sangue, urina e mineralogramas em que é possível avaliar com mais precisão quais nutrientes estão defasados.</p>
<p>Em diabéticos, deve-se dar atenção especial também aos minerais, em particular o zinco e o cromo. O zinco melhora a estocagem da insulina nas células pancreáticas. Além de facilitar a ligação deste hormônio aos seus receptores, diminuindo a <a title="Alimentos ricos em flavonóides podem reduzir riscos de ter diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/alimentos-ricos-em-flavonoides-podem-reduzir-riscos-de-ter-diabetes-tipo-2/">resistência insulínica</a>. O cromo forma um complexo molecular que melhora a captação de glicose sanguínea.</p>
<p>A prática regular e contínua de atividade física melhora a saúde e a qualidade de vida. No diabético não é diferente porém, deve-se ter alguns cuidados específicos para evitar problemas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://wp.clicrbs.com.br/barradecereal/2014/03/07/tire-suas-duvidas-sobre-atividade-fisica-x-diabetes/?topo=13,2,18,,,77" target="_blank" rel="nofollow">Blog Barra de Cereal</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tire-suas-duvidas-sobre-atividade-fisica-e-diabetes/">Tire suas dúvidas sobre atividade física e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Portugal: Cientistas usam células-tronco para controlar diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/portugal-cientistas-usam-celulas-tronco-para-controlar-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2014 17:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[hiperglicemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOTA DA REDAÇÃO: O texto a seguir está em português de Portugal. Vale ressaltar que, dentre outras diferenças menos significativas, o termo &#8220;células estaminais&#8221; equivale às nossas &#8220;células-tronco&#8221;. Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e do Instituto de Biologia Celular e Molecular da U. Porto (IBMC) conseguiu reduzir, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>NOTA DA REDAÇÃO: </strong>O texto a seguir está em português de Portugal. Vale ressaltar que, dentre outras diferenças menos significativas, o termo &#8220;células estaminais&#8221; equivale às nossas &#8220;células-tronco&#8221;<strong>.</strong></em></p>
<p>Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e do Instituto de Biologia Celular e Molecular da U. Porto (IBMC) conseguiu reduzir, de forma estável e sustentável, o <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">excesso de glicose no sangue</a> (fenómeno designado por hiperglicemia e associado à diabetes) através do uso de células estaminais.</p>
<p>O estudo foi realizado num modelo animal, em ratos com diabetes de tipo I, aos quais foram administradas, por via endovenosa, um tipo específico de células estaminais (células estaminais estromais), recolhidos da <a title="Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes/">medula óssea</a> de dadores adultos.</p>
<p>Os cientistas responsáveis consideram os resultados «promissores», aguardando pelos ensaios em humanos, que estão previstos decorrer num centro médico dinamarquês.</p>
<p>Estes resultados são o fruto de um ano de trabalho da equipa portuguesa que integra o <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">REDDSTAR </a>(Repair of Diabetic Damage by Stromal Cell Administration) – um projecto financiado pelo Sétimo Programa Quadro da Comissão Europeia, que tem a duração de três anos e recebeu 6 milhões de euros distribuídos por um consórcio multidisciplinar de especialistas na investigação e tratamento de complicações de diabetes.</p>
<p>«Na União Europeia, milhões de pacientes com diabetes mellitus usam diariamente fármacos prescritos pelo seu médico para controlar os seus níveis sanguíneos de glicose. O controlo ineficaz dos níveis plasmáticos de glicose conduz a um vasto leque de complicações da diabetes, nomeadamente: nefropatia, retinopatia, cardiomiopatia, neuropatia, comprometimento da reparação óssea e ulceração», refere Isaura Tavares, professora da FMUP e coordenadora do REDDSTAR em Portugal.</p>
<p>Actualmente existem poucas opções terapêuticas disponíveis para controlo do início e progressão das complicações da diabetes. Por isso, as complicações da diabetes permanecem como um dos principais desafios na gestão da doença para os clínicos de diversas especialidades.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=683004" target="_blank" rel="nofollow">Diário Digital</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/portugal-cientistas-usam-celulas-tronco-para-controlar-diabetes/">Portugal: Cientistas usam células-tronco para controlar diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes e menopausa! Veja fatores de risco que levam mulheres ao infarto</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-e-menopausa-veja-fatores-de-risco-que-levam-mulheres-ao-infarto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2013 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
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		<category><![CDATA[problemas no coração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida estressante e os maus hábitos estão trazendo consequências sérias para a saúde das mulheres. Você sabia que, atualmente, 21 milhões de mulheres brasileiras correm risco de sofrer um infarto? No Mais Você, Ana Maria abordou o tema que preocupa os especialistas. A apresentadora contou histórias de mulheres que sofrem com problemas no coração. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida estressante e os maus hábitos estão trazendo consequências sérias para a saúde das mulheres. Você sabia que, atualmente, 21 milhões de mulheres brasileiras correm risco de sofrer um infarto? No Mais Você, Ana Maria abordou o tema que preocupa os especialistas. A apresentadora contou histórias de mulheres que sofrem com <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">problemas no coração</a>. O programa ainda ressaltou quais são os fatores de risco e os sintomas do infarto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fatores de risco:</strong></p>
<p>&#8211; Segundo pesquisa, as mulheres erram muito ao subestimar fatores de risco perigosos para elas, como o diabetes, por exemplo. Por causa dos vasos mais finos, elas são mais suscetíveis aos danos arteriais causados por <a title="Pais devem redobrar cuidados com o exagero de doce" href="http://www.diabeticool.com/pais-devem-redobrar-cuidados-com-o-exagero-de-doce/">excesso de glicose no sangue</a>. Quatro a cada dez mulheres diabéticas morrem de problemas de coração!</p>
<p>&#8211; Outro fator de risco subestimado pelo gênero feminino é a <a title="Os 6 mil passos da mulher de meia-idade" href="http://www.diabeticool.com/os-6-mil-passos-da-mulher-de-meia-idade/">menopausa</a>: a probabilidade de uma mulher enfartar por volta dos 55 anos é duas vezes maior do que no caso de mulheres mais jovens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alguns sintomas:</strong></p>
<p>&#8211; Existem os sintomas clássicos: dor no peito e formigamento no braço;</p>
<p>&#8211; Além disso, a dor ou formigamento na mandíbula pode ser um indício de infarto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte<strong>: <a href="http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/O-programa/noticia/2013/12/diabetes-e-menopausa-veja-fatores-de-risco-que-levam-mulheres-ao-infarto.html" target="_blank" rel="nofollow">Mais Você</a></strong></strong></p>
<p><em> (clique no link para ver o vídeo do programa)</em></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-e-menopausa-veja-fatores-de-risco-que-levam-mulheres-ao-infarto/">Diabetes e menopausa! Veja fatores de risco que levam mulheres ao infarto</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa no RS estuda tratamento alternativo para diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2013 11:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Bauer]]></category>
		<category><![CDATA[Daisy Crispim]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospital de Clínicas de Porto Alegre cria opção ao transplante de pâncreas. Tratamento injeta células que produzem insulina no fígado dos pacientes. Um tratamento inédito no país pode reduzir a necessidade de transplantes de pâncreas para pacientes com diabetes tipo 1. A pesquisa está sendo desenvolvida no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e oferece &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hospital de Clínicas de Porto Alegre cria opção ao transplante de pâncreas. Tratamento injeta células que produzem insulina no fígado dos pacientes.</em><span id="more-6099"></span></p>
<p>Um tratamento inédito no país pode reduzir a necessidade de transplantes de pâncreas para pacientes com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>. A pesquisa está sendo desenvolvida no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e oferece uma alternativa mais segura ao procedimento cirúrgico. Somente no Rio Grande do Sul, nove mil crianças e adolescentes sofrem do transtorno, como mostra reportagem do RBS Notícias, da RBS TV (veja no vídeo).</p>
<p>Normalmente, <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sinais-de-que-tenho-diabetes/">os sinais da doença</a> aparecem a partir das mudanças do nível de glicose no sangue. O estudante João Gonçalves Pereira conta já conhecer as variações no próprio corpo. “Quando está muito baixa, eu me sinto fraco. Quando está muito alta, eu sinto forte dor de cabeça, sede”, relata. Embora para o jovem os sintomas sejam claros, nem todos os diabéticos são assim. A maioria deles precisa passar por um transplante de pâncreas, órgão que produz insulina no corpo humano.</p>
<p>O objetivo da técnica estudada na capital do Rio Grande do Sul é oferecer uma alternativa mais segura para o paciente. Em um laboratório, as células do órgão são separadas para diferenciar as que produzem e as que não produzem <a title="Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/">insulina</a>. É um processo demorado, cerca de 8h de trabalho diários para conseguir uma quantidade menor do que o tamanho de uma moeda, mas suficiente para substituir um transplante de pâncreas.</p>
<p>No procedimento, as células saudáveis são injetadas no fígado, conforme explica a bióloga Daisy Crispim. “Elas grudam no fígado e ficam ali a longo prazo, secretando insulina. Funcionam como se fossem no pâncreas normal”, fala.</p>
<p>O processo custará mais caro inicialmente, mas a tendência é que o valor do procedimento diminua, aponta a médica nefrologista Andrea Bauer. “É muito mais vantajoso porque diminui muito o risco de internações, de complicações crônicas que o paciente de diabetes acaba desenvolvendo ao longo da vida”, explica.</p>
<p>De acordo com o hospital, os primeiros pacientes devem receber os transplantes de células em um ano e a ideia é disponibilizar o tratamento também pelo SUS. O Dia Mundial do Combate ao Diabetes será lembrado nesta quinta-feira (14).</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/11/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1.html" target="_blank" rel="nofollow">G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pesquisa-no-rs-estuda-tratamento-alternativo-para-diabetes-tipo-1/">Pesquisa no RS estuda tratamento alternativo para diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Metformina &#8220;aditivada&#8221; em breve nas farmácias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 13:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dapagliflozina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
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		<category><![CDATA[metformina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo medicamento antidiabético &#8211; o Xigduo &#8211; será uma combinação de dois famosos tratamentos e poderá ser vendido já em 2014. Dois conhecidos medicamentos antidiabéticos estão prestes a unir as forças no combate à doença. O Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano, um braço regulatório da União Européia, deu aval positivo a uma combinação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo medicamento antidiabético &#8211; o Xigduo &#8211; será uma combinação de dois famosos tratamentos e poderá ser vendido já em 2014.</em><span id="more-5949"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-5952" alt="xigduo metformina forxiga diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes.png" width="290" height="290" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes.png 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes-150x150.png 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes-240x240.png 240w" sizes="(max-width: 290px) 100vw, 290px" />Dois conhecidos medicamentos antidiabéticos estão prestes a unir as forças no combate à doença.</p>
<p>O Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano, um braço regulatório da União Européia, deu aval positivo a uma combinação dos remédios <strong>Forxiga</strong> e <strong>metformina</strong> em uma única pílula.</p>
<p>A <a title="Lembra da cantora-fenômeno Susan Boyle? Ela também tem diabetes" href="http://www.diabeticool.com/lembra-da-cantora-fenomeno-susan-boyle-ela-tambem-tem-diabetes/">metformina</a> é o princípio ativo mais conhecido no tratamento do diabetes tipo 2, devido à alta eficácia no controle da glicemia, aos poucos efeitos colaterais e ao longo tempo no mercado. Uma das maiores vantagens de seu uso é que não gera <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>Já o Forxiga (cujo princípio ativo é a dapagliflozina) é um remédio mais recente &#8211; ele começou a ser comercializado há poucos meses na Europa e nos Estados Unidos. O Forxiga funciona estimulando a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> na urina, o que diminui a quantidade do açúcar no sangue. O efeito é atingido através da inibição da reabsorção da glicose nos rins. Um outro resultado benéfico do remédio é ajudar na diminuição do peso, uma vez que a excreção extra de glicose consome calorias.</p>
<p>A combinação dos dois medicamentos, criada pelas farmacêuticas Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca, será chamada de <strong>Xigduo</strong> e poderá começar a ser vendida já no ano que vem.</p>
<p>De acordo com o relatório do Comitê europeu,</p>
<p>&#8220;O benefício do Xigduo é sua habilidade de melhorar o controle glicêmico através da redução dos níveis de açúcar no sangue em pacientes cujo controle unicamente através da metformina é inadequado. Os efeitos colaterais mais comuns são hipoglicemia, náusea, vômitos, diarréia, dores abdominais, perda de apetite, vulvovaginite, balanite e infecções genitais relacionadas, infecções no trato urinário, disúria <em>[dor ao urinar]</em> e poliúria <em>[urinar em demasia]</em>&#8220;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/">Metformina “aditivada” em breve nas farmácias</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>GP Senai de Inovação premia projeto de pastilha sanitária que detecta diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2013 19:13:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Escola Politécnica de Milão]]></category>
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		<category><![CDATA[Grand Prix Senai de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pastilha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Integrantes da equipe do projeto vão à Itália para conhecer a Politécnica de Milão. O Grand Prix Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de Inovação premiou a equipe BentoKIM pela melhor ideia no torneio: Uma pastilha sanitária que detecta diabetes. Os vencedores ganharão uma viagem à Itália para conhecer a Escola Politécnica de Milão. O &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Integrantes da equipe do projeto vão à Itália para conhecer a Politécnica de Milão.</em><span id="more-5942"></span></p>
<p>O Grand Prix Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de Inovação premiou a equipe BentoKIM pela melhor ideia no torneio: Uma pastilha sanitária que detecta <a title="Café da manhã “gordo” e farto melhora saúde de diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/cafe-da-manha-gordo-e-farto-melhora-saude-de-diabeticos/">diabetes</a>. Os vencedores ganharão uma viagem à Itália para conhecer a Escola Politécnica de Milão.</p>
<p>O melhor projeto irá apontar o <a title="Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona" href="http://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/">grau de glicose</a> no sangue. Além de desodorizar o banheiro, o material ainda terá uma função médica, já que apontará o nível de açúcar na corrente sanguínea da pessoa. Se ela for diabética, não precisaria furar o dedo com a mesma frequência que anteriormente. Caso não seja, serve de alerta para quem é diabético e não sabe ainda.</p>
<p>O torneio tem o objetivo de incentivar a inovação na indústria brasileira. Junto à proposta vencedora, todas as outras formarão um banco de ideias, que será disponibilizado gratuitamente. As empresas interessadas poderão se beneficiar deste material para inovarem.</p>
<p>Nesta edição do evento, o desafio era encontrar soluções inovadoras para três desafios do mundo moderno. Uma é a questão dos desastres ambientais, megaeventos e <a title="Número de pessoas com diabetes aumenta 40%" href="http://www.diabeticool.com/numero-de-pessoas-com-diabetes-aumenta-40/">envelhecimento da população</a>.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/educacao/noticias/gp-senai-de-inovacao-premia-projeto-de-pastilha-sanitaria-que-detecta-diabetes-20131128.html" target="_blank" rel="nofollow">R7</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gp-senai-de-inovacao-premia-projeto-de-pastilha-sanitaria-que-detecta-diabetes/">GP Senai de Inovação premia projeto de pastilha sanitária que detecta diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cura na Natureza: Maracujá também baixa a glicemia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2013 18:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[fibras alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[maracujá]]></category>
		<category><![CDATA[maracujá-do-mato]]></category>
		<category><![CDATA[Passiflora nitida Kunth]]></category>
		<category><![CDATA[quiabo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem muitos outros alimentos naturais &#8211; além do quiabo! &#8211; com poderes comprovados sobre a glicemia. Descubra hoje do que o maracujá é capaz. POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL Após a polêmica relacionada ao tratamento do diabetes com quiabo, citado no programa “Caldeirão do Huck” e repercutido aqui no Diabeticool com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Existem muitos outros alimentos naturais &#8211; além do quiabo! &#8211; com poderes comprovados sobre a glicemia. Descubra hoje do que o maracujá é capaz.<span id="more-5858"></span></i></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL</strong></span></p>
<p>Após a polêmica relacionada ao tratamento do diabetes com quiabo, citado no programa “Caldeirão do Huck” e repercutido aqui no <strong>Diabeticool</strong> com <a title="O quiabo do Luciano Huck e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-quiabo-do-luciano-huck-e-o-diabetes/">o excelente texto do Carlão Diabético</a>, muitos devem ter se perguntado: <strong>quais outros alimentos poderiam ser usados para controlar a glicemia</strong>? Há relatos de muitos frutos e vegetais que poderiam ser usados no tratamento do diabetes pelo fato de ajudarem na redução dos níveis de glicose no sangue, entre os quais se incluem a <strong>carambola</strong>, o <strong>caju</strong>, a <strong>romã,</strong> a <strong>azeitona roxa</strong>, a <strong>cebola</strong> e o <strong>alho.</strong> Mas quais deles já foram testados cientificamente?</p>
<p>Nesse texto, vamos falar sobre uma variedade do <strong>maracujá</strong>, chamada <strong>marucujá-do-mato</strong> (nome científico: <i>Passiflora nitida Kunth</i>).</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Amazonas, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, no ano de 2012, analisou os efeitos do marucujá-do-mato sobre a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. No estudo, os cientistas utilizaram uma farinha desse maracujá, obtida após descascarem, desidratarem e triturarem a fruta.</p>
 Este é o maracujá-do-mato. A farinha da fruta mostrou-se eficaz na redução da glicemia após testes laboratoriais.
<p>Para testar a eficácia da farinha, foram usados 15 ratos diabéticos. Na primeira etapa do experimento, os animais foram divididos em dois grupos: um deles comeu a farinha, enquanto o outro não. Na segunda etapa, os pesquisadores deram aos ratos uma solução de açúcar e acompanharam a glicemia dos animais durante 2 horas. O resultado foi que os ratos alimentados com a farinha antes da ingestão de açúcar apresentaram uma <strong>glicemia menor</strong> durante todo o período de testes quando comparados aos ratos que não receberam a farinha. <strong>Essa redução chegou a ser de até 60%</strong>, quando foi medida 15 minutos depois da ingestão de açúcar.</p>
<p>Os cientistas usaram duas doses diferentes de farinha: uma de 0,5 grama para cada quilo de peso do animal e outra de 1 grama por quilo. <strong>Quanto maior a dose da farinha, maior sua eficácia para reduzir a glicemia</strong>. Os pesquisadores ressaltaram que, apesar da dose ser relativamente alta quando comparada a de outras drogas, não houve nenhum sinal de efeito colateral nos animais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE O MARACUJÁ-DO-MATO PODE AJUDAR NA REDUÇÃO DA GLICEMIA?</strong></p>
<p>Os cientistas acreditam que o efeito do maracujá-do-mato sobre os níveis de glicose no sangue pode estar relacionado ao fato de que ele contém <strong>grandes quantidades de <a title="Comer abacate faz bem?" href="http://www.diabeticool.com/comer-abacate-faz-bem/">fibras alimentares</a></strong>. Outros estudos já haviam demonstrado que essas fibras auxiliam no controle da glicemia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E QUANTO AO MARACUJÁ COMUM?</strong></p>
<p>Um estudo realizado pela Escola Superior de Agricultura &#8220;Luiz de Queiróz&#8221; (ESALQ), da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com Instituto Agronômico de Campinas (IAC), estudou os efeitos da <strong>casca do maracujá</strong> (<i>Passiflora edulis</i>) sobre a glicemia. A pesquisa também foi feita em ratos diabéticos e mostrou que, ao longo de 30 dias, os ratos que comeram uma farinha feita a partir da casca do maracujá tiveram seus <strong>níveis de glicose reduzidos em até 59%</strong>. A casca do maracujá, assim como o maracujá-do-mato, tem grandes quantidades de fibras, que podem ter auxiliado no controle da glicemia dos animais.</p>
 Um pouco de beleza no seu dia: a maravilhosa flor do maracujá.
<p><strong>E O QUE TUDO ISSO SIGNIFICA?</strong></p>
<p>É importante ressaltar que essas pesquisas citadas não foram realizadas em seres humanos e <b>essas </b><strong>frutas não substituem os remédios para controlar a glicemia</strong>. Ainda são necessários mais estudos para que, possivelmente, um tratamento alternativo seja desenvolvido no futuro. Até lá, o que essas pesquisas indicam é que o maracujá e o maracujá-do-mato tem <strong>potencial para ajudar</strong> no controle da glicemia de pacientes com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cura-na-natureza-maracuja-tambem-baixa-a-glicemia/">Cura na Natureza: Maracujá também baixa a glicemia!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Alimentação correta e exercícios são fundamentais para prevenir a diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 11:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação balanceada]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Geloneze]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[endocrinologista]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[gorduras saturadas]]></category>
		<category><![CDATA[laticínios]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14). Doença ocorre quando há aumento da glicemia no sangue. O Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14) e alerta a população sobre os perigos da doença. Só no país, a diabetes atinge mais de dez milhões de brasileiros. A cada dia, 500 pessoas descobrem que são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14). Doença ocorre quando há aumento da glicemia no sangue.</em><span id="more-5744"></span></p>
<p>O Dia Mundial da Diabetes acontece nesta quinta-feira (14) e alerta a população sobre os perigos da doença. Só no país, a diabetes atinge mais de dez milhões de brasileiros. A cada dia, 500 pessoas descobrem que são diabéticas.</p>
<p>Existem dois tipos de diabetes e um deles surge por uma alteração do sistema imunológico, quando os anticorpos do organismo destroem o pâncreas. Porém, 97% dos casos são do tipo 2, resultado de uma combinação de hereditariedade e obesidade. A carga genética nasce com a pessoa, mas é detonada quando há excesso de peso.</p>
<p>“A gordura do corpo vai fornecer para o sangue aquilo que nós chamamos de ácidos graxos ou gorduras, em especial as gorduras saturadas, que são as piores. Junto com isso surge uma inflamação, alguma coisa que não é sentida como dor, mas que vai alterar a chavinha que atua na célula, fazendo com que ela use a glicose como fonte de energia”, explica o endocrinologista da <a title="Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP" href="http://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">Unicamp</a>, Bruno Geloneze.</p>
<p>A diabetes ocorre quando o <a title="Bebês vão ajudar a descobrir o que causa diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/bebes-vao-ajudar-a-descobrir-o-que-causa-diabetes-tipo-1/">pâncreas</a> não produz o hormônio da insulina em quantidade suficiente ou quando este hormônio não funciona bem. Quando isso acontece, a insulina capta menos glicose pelas células e há um aumento de glicemia no sangue.</p>
<p>Se na família há alguém com diabetes, é fundamental adotar uma alimentação balanceada. Consumir apenas laticínios desnatados, proteína de boa qualidade e alguns alimentos específicos ajudam na prevenção. “Existem alguns estudos que mostram que o consumo de cereais integrais, como arroz, massa integral, a aveia, de duas a três porções diárias reduzem em 30% a chance de desenvolver diabetes”, afirma a nutricionista Ana Carolina Junqueira Vasques.</p>
<p>Por outro lado, há alimentos que aumentam o risco da doença. “Como sucos adoçados, refrigerantes adoçados. Os indivíduos que consomem uma, duas ou mais porções por dia aumentam em 83% as chances de desenvolver diabetes do tipo 2 no futuro”, alerta a nutricionista.</p>
<p>A melhor forma de prevenir a diabetes é permanecer magro e fisicamente ativo. Os exercícios, além de ajudar a controlar o peso, melhoram a captação de glicose pelas células do organismo independentemente da ação do hormônio da insulina. Portanto, a atividade física atua não só na prevenção, mas no controle da diabetes, evitando as complicações que surgem com a doença.</p>
<p>A contadora Maria Aparecida de Araújo sentiu os efeitos do sedentarismo repentino. Melhorar a alimentação e voltar a praticar exercícios fizeram um bem danado para a saúde dela. “A diabetes vai detonando aos poucos, então se você não cuidar, quando você vê, já era”, conta.</p>
<p>Segundo o endocrinologista da Unicamp, se a doença for descoberta no início e o paciente se esforçar e perder, pelo menos, 10% do peso, ele pode se <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">curar da diabetes</a> tipo 2.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2013/11/alimentacao-correta-e-exercicios-sao-fundamentais-para-prevenir-diabetes.html">Jornal Hoje &#8211; G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-exercicios-sao-fundamentais-para-prevenir-a-diabetes/">Alimentação correta e exercícios são fundamentais para prevenir a diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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