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	<title>carboidratos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Alimentação é fator-chave para cuidar e prevenir o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 11:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nutricionista fala sobre medidas e reeducação alimentar para tratar e prevenir a doença. Dados do Ministério da Saúde indicam que hoje há 13,5 milhões de brasileiros portadores de diabetes. Os sintomas do diabetes podem &#8211; e costumam &#8211; demorar para ser notados, e por isso, quanto maior a conscientização sobre a doença, mais fáceis serão &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nutricionista fala sobre medidas e reeducação alimentar para tratar e prevenir a doença.</em><span id="more-5974"></span></p>
<p>Dados do Ministério da Saúde indicam que hoje há 13,5 milhões de brasileiros portadores de diabetes. Os sintomas do diabetes podem &#8211; e costumam &#8211; demorar para ser notados, e por isso, quanto maior a conscientização sobre a doença, mais fáceis serão o diagnóstico, tratamento e prevenção.</p>
<p>Segundo a nutricionista consultora da farmácia online Netfarma, Karin Honorato, a <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentação</a> é um dos fatores-chave para o tratamento &#8211; e em alguns casos, prevenção &#8211; do diabetes.</p>
<p>&#8220;Cuidar da alimentação é fundamental para manter os níveis de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> equilibrados. O diabético deve passar, ainda que involuntariamente, por uma reeducação alimentar&#8221;, ela explica.</p>
<p>A primeira mudança a ser feita na alimentação, de acordo com a especialista, é fracionar as refeições em cinco a seis ao dia, e evitar excessos de gordura, em especial a saturada, presente na carne animal e em alguns alimentos industrializados.</p>
<p>&#8220;É recomendável que doces e açúcares refinados sejam dosados na dieta, pois elevam a absorção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> e a glicemia tende a aumentar até gerar um quadro de hiperglicemia&#8221;.</p>
<p>Também é importante não abusar dos carboidratos, como massas, batata e arroz, uma vez que após a digestão eles se transformam em açúcar.</p>
<p>&#8220;Vale escolher a versão integral e colocar apenas um deles, e completar o prato com proteínas, como uma carne grelhada, por exemplo, grãos e bastante folhas e <a title="Dicas para Cozinhar de Forma Saudável" href="http://www.diabeticool.com/dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel/">vegetais</a>&#8220;, ensina a nutricionista.</p>
<p>O diabético nunca deve se esquecer de consumir as verduras verde-escuras em quantidade caprichada, pois ajudam no controle do açúcar, são ricas em diversos nutrientes antioxidantes e antiinflamatórios.</p>
<p>Vale ainda ter cuidado com o excesso de frutas, pois também liberam açúcar. &#8220;É recomendável sempre que possível consumi-las acompanhadas de fibras como o amaranto, linhaça, chia ou gergelim para ajudar ainda mais neste controle glicêmico&#8221;, ensina Dra. Karin Honorato.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.odebate.com.br/bem-viver/alimentacao-e-fator-chave-para-cuidar-e-prevenir-o-diabetes-02-12-2013.html">ODebate</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alimentacao-e-fator-chave-para-cuidar-e-prevenir-o-diabetes/">Alimentação é fator-chave para cuidar e prevenir o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabéticos podem &#8211; e devem! &#8211; comer maçãs!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 19:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais: sabia que existe uma maneira mais inteligente de cortar a fruta e que permite aproveitá-la muito melhor? A maçã é uma das frutas mais conhecidas no mundo inteiro, além de ser uma campeã de vendas. Facilmente encontrada o ano inteiro aqui no Brasil e de sabor agradável, a maçã é também protagonista de receitas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais: sabia que existe uma maneira mais inteligente de cortar a fruta e que permite aproveitá-la muito melhor?</em> <span id="more-5748"></span></p>
<p>A maçã é uma das frutas mais conhecidas no mundo inteiro, além de ser uma campeã de vendas. Facilmente encontrada o ano inteiro aqui no Brasil e de sabor agradável, a maçã é também protagonista de receitas deliciosas (confira algumas nos links abaixo).</p>
<p><strong>RECEITAS COM MAÇÃ:</strong></p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/comida-gostosa-e-saudavel-lombinho-com-macas-e-erva-doce/">Lombinho com maçãs e erva-doce</a></strong><br />
<strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/bolinhos-de-maca-e-queijo-para-diabeticos/">Bolinhos de maçã e queijo</a></strong><br />
<strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/moranga-com-macas-para-diabeticos/">Moranga com maçãs</a></strong></p>
<p>Por ser uma fruta bem docinha, muitos diabéticos se perguntam se podem comer maçã tranqüilamente. E a resposta é um grande &#8220;SIM&#8221;!</p>
<p>Uma maçã possui, de fato, uma quantidade considerável de carboidratos (= açúcares). Por exemplo, uma maçã grande pode conter mais de 35g de carboidratos.</p>
<p>Isto significa que quem tem que controlar a quantidade de açúcar no sangue não pode comer maçã? É claro que não. Mesmo quem tem diabetes precisa ingerir uma quantidade mínima de açúcares todos os dias &#8211; e obter estes açúcares comendo maçã é uma maneira muito saudável de se alimentar. Porém, vale ressaltar, é importante considerar esta quantidade de açúcares no plano alimentar, evitando, assim, episódios de <a title="Estamos controlando a glicemia da maneira errada?" href="http://www.diabeticool.com/estamos-controlando-a-glicemia-da-maneira-errada/">hiperglicemia</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE É BOM COMER MAÇÃ?</strong></p>
<p>A maçã é uma fruta repleta de pectina, uma fibra solúvel que ajuda no combate à pressão alta, reduz o colesterol e diminui o risco de câncer de mama e do cólon. Além disso, a fruta é riquíssima em diversos nutrientes, como minerais, vitaminas, fibras e antioxidantes. Os açúcares contidos nela são liberados lentamente na corrente sangüínea, o que ajuda a evitar &#8216;picos&#8217; de glicemia.</p>
<p>A Ciência também recomenda a ingestão de maçãs. Várias pesquisas já foram feitas e comprovam as vantagens da maçã para a saúde &#8211; inclusive de quem está com diabetes. Além de ajudar a curar o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabetes</a>, maçãs também parece proteger o organismo contra o diabetes tipo 2, de acordo com um estudo publicado no início deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA</strong></p>
<p>Na hora de comer uma maçã, que tal aprender um truque super simples e que permitirá aproveitar ainda mais a fruta?</p>
<p>99% das pessoas cortam as maçãs de cima para baixo. Depois, retiram o &#8220;miolo&#8221;, uma porção um pouco mais fibrosa e onde ficam as sementes. Mas já tem gente defendendo que, no fundo, o &#8220;miolo&#8221; da maçã é uma invencionice &#8211; um mito! &#8211; que só existe porque cortamos a fruta da maneira errada. Caso a maçã seja cortada lateralmente, como mostra a figura abaixo, a tal porção fibrosa simplesmente desaparece, tanto visualmente quanto ao relação ao gosto. Assim, pode-se aproveitar muito mais de cada fruta. Vamos experimentar?</p>
 Cortar maçã horizontalmente &#8211; de lado a lado &#8211; praticamente elimina o &#8220;miolo&#8221;, tornando-a comestível por completo. (Rachel Swaffer / TheBlaze)
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabeticos-podem-e-devem-comer-macas/">Diabéticos podem – e devem! – comer maçãs!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 19:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar da alimentação, praticar atividade física ou parar de fumar ainda não são fatores reconhecidos pela população como medidas para prevenir o diabetes do tipo 2, mostra pesquisa divulgada hoje (22) pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). A maioria dos entrevistados (87%) acredita que apenas evitar o consumo de açúcar é suficiente para evitar a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignright" alt="" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/29/gallery_assist664948/prev/14112010-14112010FRP0668.jpg" width="300" height="225" />Cuidar da alimentação, praticar atividade física ou parar de fumar ainda não são fatores reconhecidos pela população como medidas para prevenir o <a title="Diabete: praticar exercícios e fazer dieta não faz diferença?" href="http://www.diabeticool.com/diabete-praticar-exercicios-e-fazer-dieta-nao-faz-diferenca/">diabetes do tipo 2</a>, mostra pesquisa divulgada hoje (22) pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). A maioria dos entrevistados (87%) acredita que apenas evitar o consumo de açúcar é suficiente para evitar a doença. Essa percepção, segundo a entidade, é um antigo mito que dificulta o tratamento.</p>
<p>A pesquisa ouviu 1.106 pessoas, de 18 a 60 anos, em seis capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife). Apenas 28% dos entrevistados relacionaram atividades esportivas ao controle da doença e 72% não associaram o tabagismo como fator de risco. O estudo inaugura a campanha “Diabetes: mude seus valores” e tem como objetivo avaliar o quanto a população entende a doença.</p>
<p>&#8220;Não existem alimentos que causem diabetes. O fator causal mais relevante é a obesidade. Uma alimentação inadequada predispõe o desenvolvimento da doença&#8221;, explicou o vice-presidente da SBD, Luiz Turatti. Ele esclarece, no entanto, que, para pessoas que já têm o diagnóstico, é fundamental uma dieta controlada de carboidratos. &#8220;Essa é a fonte principal de energia, mas há os bons e os ruins. O açúcar refinado é considerado de absorção rápida e não é recomendado. Uma fatia de pão integral, por outro lado, não eleva a <a title="Receita de Pêras aos Dois Vinhos para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/receita-de-peras-aos-dois-vinhos-para-diabeticos/">glicemia</a> de maneira tão brusca&#8221;, exemplificou.</p>
<p>Embora desconheçam as medidas de prevenção, os entrevistados reconhecem a gravidade da doença. A maioria (93%) declarou saber que o diabetes pode levar à morte e 70% disseram que a doença não tem cura. As formas de tratamento mais citadas foram dieta alimentar (65%), uso de medicamentos (53%) e de <a title="Efeito dos ácidos graxos sobre o requerimento de insulina no diabetes melito tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/efeito-dos-acidos-graxos-sobre-o-requerimento-de-insulina-no-diabetes-melito-tipo-1/">insulina</a> (45%). A prática de atividades físicas, no entanto, foi apontada por apenas 28% dos entrevistados.</p>
<p>&#8220;Pesquisas mostram que a mudança de estilo de vida para pessoas com tendência ou com pré-diabetes é o que mais contribui para que não haja progressão da doença&#8221;, destaca o presidente da SBD, Balduino Tschiedel. Segundo ele, o estudo comparou pacientes com a taxa glicêmica fora da normalidade que receberam a medicação metformina, placebo, e os que apenas mudaram a alimentação e iniciaram a prática de atividades físicas.</p>
<p>Entre as consequências mais comuns da doença, a amputação foi relatada por 91% dos entrevistados. Em seguida, aparecem a cegueira (89%) e problemas de circulação (79%). &#8220;Essa é a principal causa de novos casos de cegueira em pessoas com 20 a 74 anos. E pelo menos 50% das amputações de membros inferiores são resultado da doença&#8221;, informou Tschiedel. O diabetes, por sua vez, aumenta de duas a quatro vezes o risco de um <a title="Estresse permanente pode causar diabetes tipo 2 em homens" href="http://www.diabeticool.com/estresse-permanente-pode-causar-diabetes-tipo-2-em-homens/">acidente vascular cerebral</a> (AVC).</p>
<p>De acordo com a <a title="Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu" href="http://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/">Sociedade Brasileira de Diabetes</a>, entre 2000 e 2010, o transtorno matou mais de 470 mil pessoas, fazendo com que o Brasil atingisse a quarta posição em número de casos no mundo. Atualmente, são mais de 13,4 milhões de pessoas com diabetes do tipo 2, especialmente pessoas obesas acima de 40 anos. Nesse tipo de diabetes, que corresponde a 90% dos casos, há insulina, porém a ação é dificultada pela obesidade.</p>
<p>Pessoas com histórico familiar de diabetes, que tenham uma vida sedentária, que já apresentem sobrepeso ou obesidade e mulheres que tenham tido diabetes na gestação fazem parte do grupo de risco. A doença costumar apresentar poucos sintomas, por isso muitos portadores desconhecem essa condição. Entre os sintomas mais comuns estão urinar excessivamente, muita sede, aumento do apetite, perda de peso, cansaço, vista embaçada e infecções frequentes.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-22/atualizada-brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa" target="_blank" rel="nofollow">Portal EBC / Agência Brasil</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa/">Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Efeito dos ácidos graxos sobre o requerimento de insulina no diabetes melito tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2013 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ácidos graxos]]></category>
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		<category><![CDATA[Jana Grenteski]]></category>
		<category><![CDATA[Joslin Diabetes Center]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A contagem de carboidratos tem sido muito utilizada para determinar a carga de insulina a ser administrada antes de cada refeição em pacientes com DM1. A despeito disto, a literatura vem mostrando que os ácidos graxos livres têm a capacidade de afetar a sensibilidade à insulina. Pesquisadores do Joslin Diabetes Center colocaram como hipótese que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A contagem de carboidratos tem sido muito utilizada para determinar a carga de insulina a ser administrada antes de cada refeição em pacientes com DM1. A despeito disto, a literatura vem mostrando que os ácidos graxos livres têm a capacidade de afetar a sensibilidade à insulina.</p>
<p>Pesquisadores do Joslin Diabetes Center colocaram como hipótese que pacientes com DM1 necessitam de mais insulina para cobrir uma dieta rica em gordura do que para uma dieta pobre em gordura dietética.</p>
<p>Sugerindo que o teor de gordura da alimentação possa interferir nas concentrações de glicose e de insulina plasmática. Foram acompanhados 7 pacientes com diagnóstico de DM1 por mais de 5 anos. A faixa etária dos pacientes era de 21 a 70 anos, IMC 21,5 a 30,6kg/m², <a title="Fasiglifam, novo remédio japonês para tratamento do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/fasiglifam-novo-remedio-japones-para-tratamento-do-diabetes/">hemoglobina glicada</a> de 9% e estavam em bomba de infusão de insulina por mais de 6 meses.</p>
<p>Foram fornecidas dietas semelhantes em teor de carboidratos e proteínas, mas com quantidades diferentes de <a title="Conhece o termo “Diabulimia”??" href="http://www.diabeticool.com/conhece-o-termo-diabulimia/">ácidos graxos</a> (HF-jantar com alto teor de gordura-60g e LF- jantar com baixo teor de gordura- 10g). Os pacientes foram acompanhados por 48 horas em circuito fechado sendo coletada glicemia plasmática a cada 20-30 minutos.</p>
<p>O jantar HF necessitou de mais insulina e provocou mais <a title="O que é a SHHC?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-a-shhc/">hiperglicemia</a> quando comparado ao grupo LF. A evidência de que a gordura aumenta as concentrações de insulina mostra a limitação da contagem de carboidratos em estabelecer a dose em bolus de insulina considerando-se somente o carboidrato da refeição quando a dieta é rica em gordura.</p>
<p>Esse evidência tem implicações importantes na orientação e educação do paciente.</p>
<p>Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23193216</p>
<p>Por: Jana Grenteski- Informativo Ganep.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://wp.clicrbs.com.br/viverbem/2013/10/02/efeito-dos-acidos-graxos-sobre-o-requerimento-de-insulina-no-diabetes-melito-tipo-1/?topo=98,2,18,,,77">Clic RBS</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/efeito-dos-acidos-graxos-sobre-o-requerimento-de-insulina-no-diabetes-melito-tipo-1/">Efeito dos ácidos graxos sobre o requerimento de insulina no diabetes melito tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Qual a melhor dieta e o melhor exercício para evitar diabetes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/qual-a-melhor-dieta-e-o-melhor-exercicio-para-evitar-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2013 20:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Copenhagen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo gigantesco &#8211; o maior já feito sobre o assunto &#8211; vai descobrir qual é a maneira mais efetiva de prevenir o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Quem acompanha o noticiário sobre diabetes bem sabe o tanto de &#8220;dicas&#8221; que recebemos de especialistas quanto à maneira correta de nos alimentarmos ou praticarmos exercícios físicos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um estudo gigantesco &#8211; o maior já feito sobre o assunto &#8211; vai descobrir qual é a maneira mais efetiva de prevenir o desenvolvimento do diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-5393"></span></p>
 Será que caminhar previne o diabetes tão bem quanto correr?
<p>Quem acompanha o noticiário sobre diabetes bem sabe o tanto de &#8220;dicas&#8221; que recebemos de especialistas quanto à maneira correta de nos alimentarmos ou praticarmos exercícios físicos. É comum que estas indicações sejam contraditórias: às vezes dizem-nos que o bom é fazer X, outras vezes garantem que Y, na verdade, é o melhor. Então ficam as perguntas: qual a melhor dieta a seguir se quisermos controlar o diabetes? Quais exercícios físicos praticar?</p>
<p>Estas questões estão a ponto de começar a ser respondidas. Uma pesquisa gigantesca, tanto em número de pessoas envolvidas quanto no tempo de estudo, será iniciada no final do ano com o objetivo de determinar qual a mais efetiva dieta e qual é a melhor rotina de exercícios para &#8220;blindar&#8221; a população contra o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A MELHOR DIETA E O MELHOR EXERCÍCIO PARA EVITAR O DIABETES?</strong></p>
<p>Oito países europeus (além do Canadá, da Nova Zelândia e Austrália) e mais de dois mil e quinhentos voluntários estarão envolvidos com a pesquisa, que durará três anos. Nenhuma destas pessoas está com diabetes hoje. Elas serão divididas em grupos, cada um deles seguindo uma de duas possíveis dietas e um de dois regimes de exercícios físicos.</p>
<p>As dietas que serão testadas são:</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li>Alto consumo de fibras, com consumo moderado de proteínas e carboidratos; ou</li>
<li>Alto consumo de proteínas e consumo moderado de carboidratos lentamente absorvidos pelo organismo.</li>
</ul>
<p>Já no caso dos exercícios físicos, os participantes farão um dos seguintes planos:</p>
<ul style="list-style-type: circle;">
<li>Exercícios moderados, como 150 minutos de <a href="http://www.diabeticool.com/como-se-tornar-ativo/">caminhada</a> rápida por semana (cerca de 20 minutos por dia); ou</li>
<li>Exercícios de alta intensidade, como 75 minutos de corrida por semana (cerca de 11 minutos por dia).</li>
</ul>
<p>Mas a pesquisa não termina aí. A cientistas Anne Raben, professora na Universidade de Copenhagen, na Suíça, e principal coordenadora do estudo, conta que os <a href="http://www.diabeticool.com/falta-ou-excesso-de-sono-sao-relacionados-ao-diabetes/">padrões de sono</a> e os níveis de stress dos participantes também serão monitorados.</p>
<p>&#8220;Nós queremos descobrir se as recomendações atuais de dietas e exercícios são ótimas ou se outros estilos de vida e de regime são mais efetivos&#8221;, disse a pesquisadora.</p>
<p>&#8220;Nós já sabemos que uma dieta que siga as orientações atuais é capaz de <a href="http://www.diabeticool.com/como-o-botox-pode-ajudar-a-prevenir-o-diabetes/">prevenir o diabetes</a>. O que é único neste projeto é que estamos comparando duas dietas uma com a outra para descobrir se pode haver uma alternativa mais efetiva&#8221;, explicou Anne.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ECONOMIA DE TEMPO (E DE DINHEIRO)</strong></p>
 A pesquisadora Anne Raben, líder do estudo.
<p>Estudos como este são cada vez mais comuns na Europa. O continente, que passa por uma gravíssima <a href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-enfrentam-a-grande-crise-economica/">crise econômica</a>, busca maneiras de controlar os gastos públicos, e diminuir o montante investido em tratamentos de saúde é uma das prioridades dos governos da região.</p>
<p>&#8220;Poderíamos economizar bilhões [de euros] da população em despesas de saúde se conseguirmos encontrar uma fórmula de como prevenir o diabetes tipo 2&#8221;, revelou Anne Raben.</p>
<p>A Comissão Européia investirá 12 milhões de dólares na pesquisa.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/qual-a-melhor-dieta-e-o-melhor-exercicio-para-evitar-diabetes/">Qual a melhor dieta e o melhor exercício para evitar diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Qual é a quantidade de carboidrato que eu devo comer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2013 00:27:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda a manter os carboidratos ingeridos na medida certa com o Diabetes Sem Medo! Comece com cerca de 45 a 60 gramas de carboidrato em cada uma das principais refeições (café da manhã, almoço e jantar). Dependendo de como você controla o diabetes, você pode precisar de mais ou menos carboidratos. Discuta com sua equipe &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aprenda a manter os carboidratos ingeridos na medida certa com o Diabetes Sem Medo!</em></p>
<p><span id="more-4325"></span></p>
<p>Comece com cerca de 45 a 60 gramas de carboidrato em cada uma das principais refeições (café da manhã, almoço e jantar).</p>
<p>Dependendo de como você controla o diabetes, você pode precisar de mais ou menos carboidratos. Discuta com sua equipe de saúde para descobrir qual é a quantidade que precisa. Uma vez que você sabe qual é a quantidade certa que pode comer, escolha seus alimentos de forma correta.</p>
<p>Abaixo você pode conhecer quais alimentos contêm carboidrato:</p>
<p>• Alimentos com amido: pão, cereal matinal, aveia, trigo, bolacha, macarrão, feijão, produtos derivados da soja (hamburguer vegetariano)</p>
<p>• Frutas e sucos</p>
<p>• Leite e iogurte</p>
<p>• Vegetais com amigo: batata, cenoura, beterraba, milho</p>
<p>• Doces e refrescos: refrigerante normal, bolo, chocolates, doces, salgadinhos</p>
<p>Legumes (brócolis, couve-flor) possuem pouco carboidrato, mas se ingerir grande quantidade você deve contar.</p>
<p>A melhor forma de saber a quantidade de carboidrato em um alimento é ler os rótulos das embalagens.</p>
<figure id="attachment_4326" aria-describedby="caption-attachment-4326" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/qual-e-a-quantidade-de-carboidrato-que-eu-devo-comer/diabetes-sem-medo-quantidade-de-carboidrato/" rel="attachment wp-att-4326"><img loading="lazy" class=" wp-image-4326 " title="Qual a quantidade de carboidrato que eu deve comer?" alt="Qual a quantidade de carboidrato que eu deve comer?" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-quantidade-de-carboidrato.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-quantidade-de-carboidrato.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-quantidade-de-carboidrato-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-quantidade-de-carboidrato-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4326" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
<p><strong>+ Veja mais conteúdo do Diabetes Sem Medo sobre carboidratos! : &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/?p=4160">O que é contagem de carboidratos?</a>&#8220;</strong></p>
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		<title>Nova maneira de fazer dieta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 22:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[adiponectina]]></category>
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		<category><![CDATA[Ramadan]]></category>
		<category><![CDATA[Sigal Sofer]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Hebraica]]></category>
		<category><![CDATA[Zecharia Madar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa. Muçulmanos de todo o mundo costumam fazer jejum durante o Ramadã, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-1935"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/comendo-massa-diabetes/"></span>Muçulmanos de todo o mundo costumam <a title="O perigoso jejum do Ramadan" href="http://www.diabeticool.com/o-perigoso-jejum-do-ramadan/">fazer jejum durante o Ramadã</a>, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia e ingerir alimentos ricos em carboidratos à noite. Cientistas israelenses resolveram estudar o que acontecia com o corpo humano durante este jejum prolongado e descobriram algo intrigante: o comportamento do hormônio <strong>leptina</strong> se alterava profundamente. Sabendo que a leptina é considerada o hormônio da saciedade, os pesquisadores decidiram testar uma nova maneira de se fazer dieta. Os resultados podem mudar a maneira como pensamos sobre perder peso.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Sigal Sofer e Zecharia Madar, da Universidade Hebraica, em Jerusalém. Zecharia, professor emérito da Universidade e atual cientista-chefe do Ministério da Educação israelense,disse que &#8220;<strong>as descobertas lançam as bases para uma dieta mais apropriada àquelas pessoas que têm dificuldade em manter um regime durante muito tempo</strong>&#8220;. &#8220;O próximo passo é entender os mecanismos que levaram aos resultados obtidos&#8221;, afirmou.</p>
<p>E que resultados foram estes? A pesquisa acompanhou durante 6 meses mais de 60 policiais. Metade deles foi orientada a comer uma dieta-padrão para perder peso (na qual o consumo de carboidratos era constante ao longo do dia), enquanto a outra metade recebeu a dieta experimental (na qual só havia <a title="Pequeno Guia de Comidas Enganosas" href="http://www.diabeticool.com/pequeno-guia-de-comidas-enganosas/">carboidratos </a>na janta). Após os seis meses,<strong> o grupo na dieta experimental apresentou menores índices de fome, melhores medições de peso, circunferência abdominal e gordura corporal, melhores leituras bioquímicas (açúcar e lipídios no sangue) e, também, respostas melhores à <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">inflamação</a>.</strong></p>
<p>Se estes resultados já parecem ótimos, <strong>as melhores notícias vêm agora</strong>. Sofer e Madar estudaram com atenção as mudanças que ocorreram nas taxas de secreção de três hormônios ao longo dos seis meses. Resumimos os resultados abaixo:</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Leptina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da saciedade&#8221; &#8211; isto é, quando se encontra em altas taxas no sangue, a pessoa sente menos fome. Normalmente, suas taxas são baixas ao longo do dia (= fome!) e altas durante a noite (= saciedade). Os policiais na dieta experimental mostraram taxas progressivamente mais altas de leptina ao longo do dia, com picos no final da tarde (ou seja, sentiram-se com menos fome ao longo de todo o dia).</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Grelina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da fome&#8221; &#8211; isto é, quanto mais grelina, mais fome se sente. Normalmente, como dá para imaginar, suas taxas são altas durante o dia e baixas à noite. Os voluntários da pesquisa tiveram secreção de grelina baixa durante todo o dia, mostrando picos apenas à noite &#8211; justamente quando poderiam se alimentar com carboidratos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Adiponectina</strong></span>: é considerada a ligação entre diabetes, <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">obesidade </a>e a<a title="Fomos feitos para dormir bem" href="http://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/"> síndrome metabólica</a>. Em pessoas obesas, a secreção deste hormônio é baixa durante todo o dia. Nos participantes do estudo, a adiponectina for secretada em taxas elevadas ao longo do dia inteiro.</p>
<p>Ou seja, além ser ótima para a saúde no geral, a dieta rica em carboidratos à noite ainda modulou de maneira positiva a secreção de hormônios que, quando desregulados, podem levar à obesidade, diabetes e <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a>. Comer pães e massas na janta nunca pareceu tão saboroso!</p>
<p><em>Aproveite e veja a nossa receita especial de <a href="http://www.diabeticool.com/receita-leve-para-diabeticos-club-sandwich-de-peru/">Club Sandwich de Peru</a>, uma ótima pedida na hora do jantar!</em></p>
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		<title>Conversas com Amigos &#8211; Karl Reinhard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 03:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diabeticool conversa com o professor Karl Reinhard, líder da pesquisa sobre as origens genéticas e históricas do diabetes. &#160; &#160; Quando publicamos notícias na seção &#8220;Ciência&#8221; aqui do site, em 99% dos casos vamos contar a história de alguma pesquisa recente na qual cientistas de jaleco branco, dentro de seus laboratórios com ar-condicionado e ambiente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; border: 4px solid black; padding: 10px;">
<p><em>Diabeticool conversa com o professor Karl Reinhard, líder da pesquisa sobre as origens genéticas e históricas do diabetes.</em></p>
<p><span id="more-1406"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png"><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-1413" title="conversa com amigos3" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png" width="585" height="60" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3-415x43.png 415w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando publicamos notícias na seção &#8220;Ciência&#8221; aqui do site, em 99% dos casos vamos contar a história de alguma pesquisa recente na qual cientistas de jaleco branco, dentro de seus laboratórios com ar-condicionado e ambiente controlado, lançam luz sobre os mistérios do diabetes. Eventualmente, porém, podemos dar a sorte de nos deparar com os exóticos pesquisadores que compõe o 1% restante. São cientistas que, de maneiras inimagináveis e inesperadas, também auxiliam a Ciência a progredir, deixando-nos mais próximos de um novíssimo tratamento ou cura para a doença. E fazem isso sem jalecos brancos ou aparelhos de ar-condicionado. É, indubitavelmente, neste grupo de cientistas raros que encontramos <strong>Karl</strong> <strong>Reinhard</strong>, professor da Universidade de Nebraska-Lincoln. Passeie por uma quente e abafada floresta tropical, ou então um sítio arqueológico antiquíssimo, e você poderá se deparar com um simpático senhor de barba engraçada e bermuda curta, concentrado em seus pensamentos. Quem diria que ele está ali buscando entender como é que o diabetes surgiu&#8230;</p>
<figure id="attachment_1416" aria-describedby="caption-attachment-1416" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1416" title="Karl Reihard diabetes" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes.jpg" width="210" height="280" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes.jpg 210w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes-180x240.jpg 180w" sizes="(max-width: 210px) 100vw, 210px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1416" class="wp-caption-text">O professor Karl Reihard, da School of Natural Resources, University of Nebraska-Lincoln, que conversou com exclusividade com o <strong><span style="color: #3366ff;">Diabeticool</span></strong>!</figcaption></figure>
<h5><strong>Bem pertinho de nós</strong></h5>
<p>O início da carreira do professor Reinhard o trouxe para bem perto de nós, brasileiros. Trabalhando como arqueólogo, Karl estudou, durante as décadas de 1980 e 1990, múmias no Chile e no Peru. Mais especificamente, estudou o <em>conteúdo estomacal destas múmias</em>, a fim de entender o que era comum os povos antigos comerem. Foram centenas de múmias analisadas por ele e seus alunos. As pesquisas resultaram em novos métodos de datação de corpos, de identificação de restos de alimentos e revelaram novas informações sobre o início da agricultura na América do Sul.</p>
<figure id="attachment_1417" aria-describedby="caption-attachment-1417" style="width: 549px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-1417 " title="Reihard diabetes em campo" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo-1024x768.jpg" width="549" height="411" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo-1024x768.jpg 1024w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo-320x240.jpg 320w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo.jpg 1280w" sizes="(max-width: 549px) 100vw, 549px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1417" class="wp-caption-text">Karl e aluno trabalhando em seu local preferido: o campo. A foto foi tirada durante pesquisa no Chile.</figcaption></figure>
<p>A partir de 1985, o escopo de pesquisa de Karl Reihard aumentou. Conta o pesquisador: &#8220;O foco principal da minha carreira entre 1985 e 2005 foi encontrar explicações para padrões modernos de doenças nos registros arqueológicos e históricos. Eu desenvolvi uma nova área de especialização, chamada de arqueoparasitologia. Esta é uma maneira de entender a evolução de doenças parasitárias&#8221;. A arqueoparasitologia está intimamente ligada aos climas tropicais, onde este tipo de doença é mais comum. Com isso, não demorou para que Karl colocasse os pés no Brasil. Desde 2001, o professor norte-americano ministra aulas e cursos para a Fiocruz, no Rio de Janeiro, sobre sua área de especialização.</p>
<p>Todos estes trabalhos com múmias, parasitas e doenças aguçaram a curiosidade do pesquisador e fizeram-no ganhar experiência o suficiente para atacar uma questão bem maior: sabendo o que os povos antigos comiam, será possível entender o porquê da prevalência de certas doenças nas populações de hoje?</p>
<h5><strong>O diabetes entre em cena</strong></h5>
<p>Sendo arqueólogo de formação, e pesquisador multidisciplinar por vocação, Reihard travou desde cedo contato direto com populações indígenas &#8211; tanto as atuais quanto as de 10 mil anos atrás! Uma coisa sempre o intrigou: porque será que dentre os índios dos Estados Unidos certas doenças possuem tão grande prevalência? Por exemplo, índios americanos têm <strong>o dobro de chances</strong> de desenvolver diabetes do que os brancos. Se a origem do problema estiver nos modos de vida dos antecessores destes índios, Karl, com seus dons de cavocar o passado, poderia ser capaz de achar a chave do mistério&#8230;</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/homem-das-cavernas-diabetes.jpg"></span> Para se entender o diabetes de hoje, é fundamental compreender os modos de vida dos nossos ancestrais de milhares de anos atrás.
<p>Foi com esta idéia na cabeça que o pesquisador deu início às pesquisas sobre a origem do diabetes. Desde que começou os trabalhos, Karl já coletou informações sobre a dieta de povos antigos que cobrem um período de mais de 10 mil anos. Quando analisados junto com novos dados sobre a nutrição dos povos antigos, os trabalhos do professor ajudam a entender como é que a ingestão de certas plantas e animais contribuíram para a evolução do metabolismo humano.</p>
<h5><strong>A incrível história genética do diabetes americano</strong></h5>
<p>A mais recente pesquisa de Karl Reinhard é revolucionária. <a href="http://www.diabeticool.com/a-incrivel-historia-genetica-do-diabetes-americano/">Comentado aqui no site na semana passada</a>, o estudo joga uma pá de terra sobre teorias até então acreditadas que explicariam porque os índios sofrem mais de diabetes, além de sugerir novas soluções para o problema. Através da análise de coprólitos (cocô fossilizado), Karl e sua equipe acreditam que a dieta dos índios antigos (mas antigos <em>mesmo</em>, que viveram há milhares de anos!) era praticamente toda composta por milho e sementes de plantas. Comidas contendo altas taxas de carboidratos e gorduras eram a exceção para estes povos. Assim, os cientistas argumentam, genes que auxiliavam o corpo a &#8220;guardar&#8221; estas raras fontes de energia evoluíram juntamente com os índios. O problema é que hoje em dia, diferente de antigamente, é muito fácil conseguir alimentos ricos em açúcares e gorduras. Os genes do passado continuam fazendo o seu trabalho, que é o de &#8220;guardar&#8221; essa energia. O resultado? Sobrepeso, obesidade&#8230;e diabetes.</p>
<a href="http://www.diabeticool.com/a-incrivel-historia-genetica-do-diabetes-americano/"></a> Clique na figura para ler a nossa matéria sobre a mais recente pesquisa do professor Karl!
<h5><strong>Como é que o pessoal vivia antigamente?</strong></h5>
<p>O professor Karl contou com exclusividade para o <span style="color: #3366ff;"><strong>Diabeticool</strong></span> como é que os povos da época das cavernas, em especial aqueles do continente americano, viviam. Segundo ele, os povos que habitavam o sul dos EUA e norte do México nunca desenvolveram uma agricultura que eliminasse a necessidade de saírem à mata em busca de alimento. Algumas plantas como o agave e um tipo de milho bastante diferente do que conhecemos hoje eram cultivadas, mas não chegavam a suprir as demandas de energia da população. O estilo de vida &#8220;caçador-coletor&#8221; predominou nas Américas até a chegada dos europeus.</p>
<p>Já que as taxas atuais de diabetes entre os índios e brancos são tão diferentes, e já que a predominância do diabetes tem a ver com a alimentação dos nossos ancestrais, perguntamos para Karl quais eram as semelhanças e diferenças nas dietas dos ancestrais destes dois grupos.</p>
<p>&#8220;Os europeus herdaram o cultivo do trigo (variedades emmer e durum), cevada, milhete, aveia e centeio. Com estes eles fizeram pães, cerveja, massas (com o trigo durum). Tudo isso são fontes mais concentradas de carboidratos do que as comidas dos nativo-americanos dos EUA e do México. Eu tenho analisado múmias e túmulos da Bélgica, Itália e da Holanda. As evidências destes enterros mostram que grãos compunham a maior parte das fontes de calorias da população européia. Todavia, pessoas pobres que viveram há 1000 anos na Europa ainda comiam um monte de fibras, na forma de restos de cereais. Eu acredito que nativo-americanos comiam mais ossos. Ossos eram um componente comum na dieta dos antigos nativo-americanos porque animais pequenos eram intensivamente caçados. Mais de 80% dos coprólitos de caçadores-coletores contêm pequenos ossos de animais&#8221;, diz o professor.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/trigo-diabetes.jpg"></span> Trigo, um dos segredos da dieta &#8220;anti-diabética&#8221; dos europeus do passado.
<h5><strong>Alerta e Futuro</strong></h5>
<p>Especialista no passado do diabetes, Karl faz alertas também sobre o futuro da doença. Segundo o cientista nos contou, a tendência de altas taxas de diabetes entre os índios não é restrita apenas aos EUA. Os nativos brasileiros também devem se cuidar. Karl indica um livro de 2004, &#8220;<em>The Xavante in Transition: Health, Ecology, and Bioanthropology in Central Brazil</em>&#8221; (&#8220;O Xavante em Transição: Saúde, Ecologia e Bioantropologia no Brasil Central&#8221;, em tradução livre; o livro pode ser comprado <span class="removed_link" title="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=1293904&amp;sid=0182201201493992768532">AQUI</span>), que demonstra como o diabetes está preocupantemente se infiltrando nas nossas populações de índios, possivelmente pelos mesmos motivos genéticos e históricos já revelados. &#8220;Eu acho que é muito importante passar a mensagem dos EUA para o Brasil sobre mudanças alimentares antes que o diabetes se torne uma epidemia no país&#8221;, afirma o professor.</p>
<p>Para isso, Karl pretende continuar vindo para o Brasil, tanto para estudar melhor nosso país quanto para continuar a dar aulas e palestras para alunos sedentos de conhecimento. Suas próximas pesquisas serão aqui ao lado, nos Andes, portanto não será difícil vê-lo por nossas terras. Este mês fará uma parada no Rio de Janeiro. Quer preparar o terreno para explicar os problemas dos índios americanos com o diabetes. E, com alguma sorte, incentivar alguns novos jovens cientistas a largar seus jalecos brancos e suas salas com temperatura controlada e botar o pé na estrada, sujando a roupa de lama enquanto desenterram mais mistérios sobre a origem de tão antigo e importante problema de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A incrível história genética do diabetes americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Aug 2012 18:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Antelope Cave]]></category>
		<category><![CDATA[Arizona]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[California State]]></category>
		<category><![CDATA[carboidratos]]></category>
		<category><![CDATA[coprólito]]></category>
		<category><![CDATA[Current Anthropology]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Nacional de Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[fóssil]]></category>
		<category><![CDATA[genes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[índio]]></category>
		<category><![CDATA[Karl Reinhard]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[University of Nebraska-Lincoln's School of Natural Resources]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo do cocô fossilizado de índios antigos muda a cabeça dos cientistas sobre o porquê deste grupo ser tão propenso a ter diabetes. &#160; Já é sabido que boa parte das chances de se desenvolver diabetes no futuro está relacionada à genética. Só como exemplo, caso o pai e a mãe de uma criança tenham &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo do cocô fossilizado de índios antigos muda a cabeça dos cientistas sobre o porquê deste grupo ser tão propenso a ter diabetes.</em></p>
<p><span id="more-1321"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/a-incrivel-historia-genetica-do-diabetes-americano/indios-antigos-diabetes/"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já é sabido que boa parte das chances de se desenvolver diabetes no futuro está relacionada à genética. Só como exemplo, caso o pai e a mãe de uma criança tenham diabetes tipo 2, as chances do filho também ser diabético são de 75%! Portanto, se nosso genes influenciam tanto assim no diabetes, não é de se estranhar que certos grupos sejam mais propensos a desenvolver a condição. Os índios, tanto aqui no Brasil quanto nos Estados Unidos, são especialmente susceptíveis ao diabetes, compondo um dos grupos com maiores taxas de prevalência da doença. Como comparação, índios são duas vezes mais propensos a ter diabetes do que pessoas brancas.</p>
<h6>A grande questão é por que isto acontece. O que teria acontecido na história evolutiva dos nativos americanos para que esta tendência preocupante surgisse?</h6>
<p>Cientistas e antropólogos formularam teorias. A mais bem aceita até hoje era a seguinte: diferente dos dias de hoje, quando é muito fácil e barato encontrar alimentos riquíssimos em açúcares e gorduras, nas épocas primitivas esse tipo de comida era raríssima. Infelizmente não há supermercado na natureza selvagem, e é preciso caçar e coletar frutos para se alimentar bem. Comidas ricas em nutrientes, açúcares e gorduras são a exceção: é muito mais fácil colher um pequeno fruto, que mal dá para matar a fome, do que caçar um grande, gordo e suculento animal, garantia de barriga cheia por um bom tempo. Desta forma, os cientistas especulam, genes capazes de &#8220;guardar&#8221; por mais tempo estes raros nutrientes teriam se mantido nas linhagens de índios. A gordura, por exemplo, ingerida após uma boa caçada seria estocada no corpo, devido à ação destes genes, por mais tempo, até que uma outra boa caçada acontecesse. Acontece que, hoje em dia, podemos comer comidas ricas em nutrientes todo dia, e esse &#8220;estoque&#8221; de energia promovido pelos genes ancestrais gera situações como a <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">obesidade</a>, uma das principais causas de diabetes.</p>
<h6>Portanto, genes antigos guardadores de energia + comida moderna cheia de energia = obesidade = maiores chances de diabetes. A teoria parece boa, mas será que é verdadeira?</h6>
<p>Foi o que um grupo de pesquisa resolveu descobrir. Formado por pesquisadores da <em>University of Nebraska-Lincoln&#8217;s School of Natural Resources</em>, da <em>California State</em> e da brasileiríssima Escola Nacional de Saúde Pública do Rio de Janeiro, o grupo decidiu estudar o melhor material possível a fim de saber o que os antigos índios comiam.</p>
<p><strong>&#8220;Deve-se analisar os melhores dados de dieta que podem ser encontrados. E eles vêem dos coprólitos (o termo oficial para fezes fossilizadas). Ao olhar para os coprólitos, estamos diante do que exatamente as pessoas comiam&#8221;, garante Karl Reinhard, principal autor do trabalho.</strong></p>
<p>E assim foram os intrépidos cientistas estudar o cocô dos índios que viveram no Arizona, EUA, no local hoje conhecido como Antelope Cave. O que eles descobriram é que a dieta deles basicamente se mantinha igual ao longo do ano. Ou seja, nada de grandes caçadas e banquetes esporádicos. O grosso da alimentação era, invariavelmente,  composto por milho e sementes ricas em fibras de plantas como girassol e amaranto. Cerca de três quartos dos cocôs era composto por fibras insolúveis, e o que compunha o resto eram alimentos muito pouco energéticos.</p>
<p><strong>A partir desses dados, o grupo de pesquisa sugere uma nova explicação para o mistério da alta incidência de diabetes em índios.</strong></p>
<p>O que teria ocorrido, segundo eles, é que  genes que ajudam a estocar gordura e carboidratos de alimentos ricos nestes nutrientes realmente existem nos índios, não porque eles guardavam a energia extra adquirida em grandes refeições esporádicas, mas porque esse tipo de refeição rica em nutrientes nunca existia! Ou seja, os índios antigos estavam tão acostumados a uma dieta pouco energética que toda e qualquer quantidade de gordura e carboidratos era tratada como raridade, e armazenada por estes genes. E isto, assim como a teoria antiga indica, resulta hoje em altas taxas de obesidade e diabetes.</p>
<p>Este interessante estudo foi publicado no periódico científico <em>Current</em> Anthropology, em Julho de 2012.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-incrivel-historia-genetica-do-diabetes-americano/">A incrível história genética do diabetes americano</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A saudabilíssima dieta nojenta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 01:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[camundongos]]></category>
		<category><![CDATA[carboidratos]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Mobbs]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[Mount Sinai School of Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[PLoS One]]></category>
		<category><![CDATA[proteínas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alimentar-se de comidas repletas de gordura não soa saudável, porém pode reverter danos do diabetes Dentre os vários efeitos nocivos à saúde causados pelo diabetes há os danos profundos nos rins, decorrentes da deterioração dos vasos sangüíneos do órgão e que podem resultar em falhas sérias em seu funcionamento. Todavia, um estudo recente, publicado no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alimentar-se de comidas repletas de gordura não soa saudável, porém pode reverter danos do diabetes </em></p>
<p><span id="more-269"></span></p>
<p>Dentre os vários efeitos nocivos à saúde causados pelo diabetes há os danos profundos nos rins, decorrentes da deterioração dos vasos sangüíneos do órgão e que podem resultar em falhas sérias em seu funcionamento. Todavia, um estudo recente, publicado no jornal <em>PLoS One</em> mostrou que tais efeitos podem ser revertidos com base em uma alimentação bem nojenta, riquíssima em gordura.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/ovos-bacon-presunto.jpg"></span></p>
<p>A pesquisa acompanhou o desenvolvimento de camundogos, predispostos a terem diabetes tipo 1 e tipo 2, sob uma dieta composta por 5% de carboidratos, 8% de proteínas e incríveis 87% de gorduras. Pela primeira vez, foi possível demonstrar que tal tratamento, exclusivamente alimentar, evitava os danos aos rins e insuficiência renal causados por grandes quantidades de açúcar no sangue – ou seja, pelo diabetes.</p>
<p>O principal autor do estudo, o neurocientista Charles Mobbs, da <em>Mount Sinai School of Medicine</em>, de Nova York, admite que tal dieta “é provavelmente extrema demais para uso crônico em pacientes adultos” – lembrando que uma dieta semelhante à dos camundogos já foi testada com sucesso em crianças. Ainda assim, explica que “é plausível que uma exposição transiente à dieta efetivamente “zere” os efeitos patológicos (<em>do diabetes nos rins</em>)”. “É possível também que uma intervenção farmacológica que mimetize estes efeitos possa ser suficiente para reverter a patologia.”</p>
<p>Maiores informações podem ser lidas <a href="http://www.latimes.com/health/boostershots/la-heb-ketogenic-diet-diabetes-kidneys-20110421,0,6955837.story" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> (em inglês) e <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,dieta-rica-em-gordura-pode-reverter-insuficiencia-renal-do-diabetes-diz-estudo,710811,0.htm" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2624" target="_blank" rel="noopener">Anusorn P nachol/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-saudabilissima-dieta-nojenta/">A saudabilíssima dieta nojenta</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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