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	<title>neuropatia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Gastroparesia &#8211; um problema no estômago comum em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2014 20:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar neste termo médico, a &#8220;gastroparesia&#8221;? Descubra o que é isto e como o diabetes pode influenciar o funcionamento do seu estômago! Quem está com diabetes já há algum tempo bem sabe que a doença, quando não cuidada da maneira correta, pode causar diversos efeitos negativos no corpo. Uma das complicações mais prevalentes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já ouviu falar neste termo médico, a &#8220;gastroparesia&#8221;? Descubra o que é isto e como o diabetes pode influenciar o funcionamento do seu estômago!</em><span id="more-7562"></span></p>
<p>Quem está com diabetes já há algum tempo bem sabe que a doença, quando não cuidada da maneira correta, pode causar <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">diversos efeitos</a> negativos no corpo. Uma das complicações mais prevalentes é o dano aos nervos, que geralmente leva o diabético a ter menor sensibilidade nos membros ou sentir formigamentos nas mãos e pés. Porém, há outra conseqüência menos conhecida dos danos aos nervos e que impacta muito a vida de quem convive com a doença: <strong>trata-se das alterações no funcionamento correto do estômago</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE O EXCESSO DE AÇÚCAR NO SANGUE TEM A VER COM A BARRIGA?</strong></p>
<p>A idéia é simples: o excesso de glicose no sangue (decorrente do diabetes) gera, ao longo do tempo, avarias nos vasos sangüíneos que alimentam os nervos. Com isto, o funcionamento deles fica comprometido. Como os nervos não trabalham direito, os órgãos que são controlados por eles passam, também, a apresentar falhas.</p>
<p>É o que acontece no caso da <strong>gastroparesia</strong>, um nome complicado para explicar que o estômago demora demais para se esvaziar, isto é, para liberar o alimento digerido para o intestino. Quem controla este esvaziamento é o <strong>nervo vago</strong>, e se ele está com problemas causados pelo excesso de açúcar no sangue, certamente o estômago será prejudicado.</p>
<p>Quando o estômago retém o alimento digerido por muito tempo, vários sintomas bastante desagradáveis são sentidos pela pessoa. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Náusea e vômitos</li>
<li><a title="O que é gastroparesia?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-gastroparesia/">Inchaço abdominal</a>, mesmo após comer só um pouquinho</li>
<li>Azia</li>
<li>Espasmos na região do estômago</li>
<li>Falta de apetite</li>
<li>Perda de peso</li>
<li>Refluxo gastroesofágico</li>
</ul>
 Na gastroparesia, os alimentos acumulam-se no estômago e passam com dificuldade para o intestino, gerando diversos efeitos desagradáveis no corpo.
<p>Além disto tudo, a gastroparesia ainda dificulta o controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>, já que torna os níveis de açúcar no sangue bem erráticos. Pouco após as refeições, as leituras da glicemia deveriam ser altas, porém como o alimento fica retido no estômago, elas aparecem baixas na hora da medição. Quando finalmente o alimento é &#8220;liberado&#8221; para o intestino, um pico enorme de glicemia aparece.</p>
<p>Caso você tenha algum dos sintomas descritos, procure rapidamente orientação médica. Existem vários exames não invasivos que confirmam o diagnóstico da gastroparesia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É POSSÍVEL TRATAR ESTA GASTROPARESIA?</strong></p>
<p>Outra boa notícia é que é possível tratar &#8211; e, muitas vezes, curar &#8211; este problema estomacal. <strong>A maneira mais fácil de controlar a gastroparesia é equilibrar a glicemia</strong>, seja por meio de medicamentos, seja através da reeducação do paciente.</p>
<p>Além disso, mudanças na dieta são muito bem-vindas. Aconselha-se comer menos alimentos ricos em gordura e fibras. Tanto uma quanto a outra dificulta a digestão e, naturalmente, faz com que a comida fique retida por mais tempo no estômago. Evitar alimentos gordurosos e cheios de fibras é um bom passo para acelerar a passagem da comida do estômago ao intestino e ajudar a melhorar os sintomas da gastroparesia diabética.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gastroparesia-um-problema-no-estomago-comum-em-diabeticos/">Gastroparesia – um problema no estômago comum em diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa revela os efeitos colaterais mais comuns em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 18:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descobriu-se que há grandes diferenças entre os efeitos que o diabetes tipo 1 e o tipo 2 causam no corpo. Acompanhe na matéria. Um levantamento feito no maior fórum para diabéticos da internet jogou luz sobre um lado sombrio da doença: os efeitos secundários que a doença causa no organismo. Segundo o estudo, 20% dos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descobriu-se que há grandes diferenças entre os efeitos que o diabetes tipo 1 e o tipo 2 causam no corpo. Acompanhe na matéria.</em><span id="more-5614"></span></p>
<p>Um levantamento feito no maior fórum para diabéticos da internet jogou luz sobre um lado sombrio da doença: os <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">efeitos secundários</a> que a doença causa no organismo.</p>
<p>Segundo o estudo, 20% dos diabéticos sofrem de <a title="Antidepressivos podem dar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/antidepressivos-podem-dar-diabetes/">depressão</a>, mesma porcentagem daqueles que disseram ter artrite. A retinopatia diabética foi apontada por 13% dos participantes. 1 a cada 10 diabéticos tem problemas de ansiedade, de acordo com o levantamento.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/dieta-mediterranea-faz-bem-tambem-para-a-cabeca/">Dieta Mediterrânea faz bem também para a cabeça</a>: Estudo mostra que a popular dieta pode prevenir doenças cognitivas, inclusive em quem está com diabetes&#8221;</strong></p>
 A artrite foi um dos efeitos colaterais mais lembrados na pesquisa.
<p>Dentre os sintomas mencionados acima, a depressão chama a atenção, tanto pelo porcentual alto de prevalência quanto pelo fato de que quem tem diabetes e também depressão costuma cuidar muito mal da saúde. A <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">glicemia</a> destas pessoas normalmente não é bem controlada, o que pode agravar tanto o diabetes quanto seus efeitos colaterais.</p>
<p>A grande maioria das pessoas que responderam ao questionário (67%) disse estar com diabetes tipo 2. Dentre este grupo, os efeitos colaterais que mais foram mencionados são: artrite, doenças cardíacas e pressão sangüínea elevada (em 26%, 14% e 54% dos entrevistados, respectivamente).</p>
<p>Os <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a> salientaram neuropatia, <a title="Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlada-aumenta-o-risco-de-problemas-nos-olhos-e-pes/">retinopatia</a> e artrite como os efeitos secundários mais presentes. Interessante notar que o grupo mostrou taxas de depressão ligeiramente superiores em relação aos diabéticos tipo 2, porém os índices de pressão sangüínea alta foram 20% menores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Neuropatia Diabética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 00:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabetes Sem Medo explica de uma maneira bem simples o que é a neuropatia diabética e o que fazer para preveni-la. Neuropatia diabética é um tipo de dano causado nos nervos (sensitivos, motor, autonômico ou misto) que pode ocorrer em pessoas com diabetes. Altas taxas de glicose no sangue pode danificar as fibras nervosas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Diabetes Sem Medo explica de uma maneira bem simples o que é a neuropatia diabética e o que fazer para preveni-la.</em></p>
<p><span id="more-4861"></span></p>
<p><a title="Vitaminas podem melhorar sintomas do diabetes, revela estudo" href="http://www.diabeticool.com/vitaminas-podem-melhorar-sintomas-do-diabetes-revela-estudo/">Neuropatia diabética</a> é um tipo de dano causado nos nervos (sensitivos, motor, autonômico ou misto) que pode ocorrer em pessoas com diabetes. Altas taxas de glicose no sangue pode danificar as fibras nervosas do seu corpo, mas a neuropatia diabética causa danos mais freqüentes nos nervos das pernas e dos pés.</p>
<p>Dependendo do nervo afetado, os sintomas da neuropatia diabética podem variar de dor e dormência nos pés e mãos, problemas no sistema digestivo (<a title="O que é gastroparesia?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-gastroparesia/">gastroparesia</a>), no trato urinário (disfunção erétil), vasos sanguíneos e coração. Para algumas pessoas esses sintomas são leves mas para outras a neuropatia diabética pode ser dolorosa, incapacitante e até fatal.</p>
<p>A neuropatia diabética é a complicação mais comum entre as pessoas com diabetes. Aproximadamente metade de todas as pessoas com diabetes possui alguma forma de dano nos nervos. É mais comum nas pessoas com muitos anos de doença e pode levar a vários tipos de problemas de saúde.</p>
<p>Com o passar do tempo o excesso de glicose no sangue pode danificar minúsculos <a title="Novo tratamento para feridas em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/novo-tratamento-para-feridas-em-diabeticos/">vasos sanguíneos</a> que nutrem os nervos, principalmente nas pernas. Os nervos enviam mensagens sobre dor, temperatura e tato para o cérebro. São responsáveis pelo controle dos movimentos dos músculos e dos sistemas do nosso corpo que digerem as comidas e passam para a urina.</p>
<p>Se você manter os níveis de glicose no sangue no seu alvo, você pode prevenir ou retardar os danos nos nervos. Se você já possui algum dano nos nervos isso irá ajudar a prevenir ou retardar danos maiores.</p>
<figure id="attachment_4862" aria-describedby="caption-attachment-4862" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica.jpg"><img class="size-full wp-image-4862" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4862" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Vitaminas podem melhorar sintomas do diabetes, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2013 21:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Medicine]]></category>
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		<category><![CDATA[Metanx]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[PalmLab]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Tulane]]></category>
		<category><![CDATA[vitmaina B]]></category>
		<category><![CDATA[Vivian Fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com nova pesquisa, suplementos de vitaminas são um poderoso aliado na luta contra os sintomas da neuropatia diabética. A neuropatia é um dos males que mais afligem os diabéticos. Em termos simples, &#8220;neuropatia&#8221; significa dano nos nervos. Mais da metade das pessoas que estão com diabetes sentem algum dos sintomas característicos da neuropatia, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>De acordo com nova pesquisa, suplementos de vitaminas são um poderoso aliado na luta contra os sintomas da neuropatia diabética.</em></p>
<p><span id="more-4652"></span></p>
<p>A <strong><a title="Novo tratamento para feridas em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/novo-tratamento-para-feridas-em-diabeticos/">neuropatia</a></strong> é um dos males que mais afligem os diabéticos. Em termos simples, &#8220;neuropatia&#8221; significa dano nos nervos. Mais da metade das pessoas que estão com diabetes sentem algum dos sintomas característicos da neuropatia, especialmente nas mãos e nos pés. Se não tratarem com cuidado da glicemia, é quase certeza de que os sintomas aparecerão. O que fazer para aplacar este perigoso efeito do diabetes? <strong>Uma nova pesquisa sugere que vitaminas podem ser a solução</strong>.</p>
 O médico Vivian Fonseca, da Universidade Tulane, e sua equipe comprovaram uma técnica &#8220;vitaminada&#8221; para tratar a neuropatia diabética. Créditos: Paula Burch-Celentano
<p><strong>+ Entenda <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">AQUI</a> o que é neuropatia diabética e como ela pode afetar a sua saúde.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O médico Vivian Fonseca (apesar do nome, é homem), ex-presidente de Ciência e Medicina da <a title="Testes da Siemens apresentam solução simplificada no diagnóstico da diabetes" href="http://www.diabeticool.com/testes-da-siemens-apresentam-solucao-simplificada-no-diagnostico-da-diabetes/">Associação Americana de Diabetes</a> e atual membro da Universidade Tulane, nos EUA, deparou-se há alguns anos com estudos científicos que mostravam que altas doses de vitaminas eram capazes de minimizar os sintomas da neuropatia. &#8220;Eu encontrei também relatos na literatura de que um popular suplemento vitamínico, o qual contém altas doses de vitaminas B, ajuda as pessoas com neuropatia&#8221;, conta o doutor. Todavia, não havia há época estudos clínicos que verificavam estes relatos. Com estas informações em mente, Vivian resolveu ligar os pontos e comprovar, rigorosamente, que o suplemento poderia, de fato, melhorar a qualidade de vida dos diabéticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS DO DR. VIVIAN</strong></p>
<p>A pesquisa durou seis meses e contou com a participação de 200 <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabéticos tipo 2</a>. Ela foi publicada no respeitado <em>American Journal of Medicine</em> há pouco tempo. No estudo, metade dos pacientes recebeu o suplemento vitamínico, enquanto que a outra metade ingeriu apenas um placebo.</p>
<figure id="attachment_4654" aria-describedby="caption-attachment-4654" style="width: 165px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4654" alt="metanx diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metanx-diabetes.jpg" width="165" height="306" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metanx-diabetes.jpg 165w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metanx-diabetes-129x240.jpg 129w" sizes="(max-width: 165px) 100vw, 165px" /><figcaption id="caption-attachment-4654" class="wp-caption-text">O suplemento vitamínico Metanx, utilizado no estudo.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Dentro de dois a três meses, os pacientes que tomaram o suplemento começaram a apresentar resultados melhores do que aqueles que ganharam o placebo&#8221;, conta Vivian. &#8220;Nós analisamos os dados do estudo e descobrimos que alguns pacientes melhoraram [<em>a saúde</em>] em alguns parâmetros, e aqueles que tinham deficiência vitamínicas melhoraram ainda mais. Isto significa que a deficiência de vitaminas pode ser um fator que piorava a neuropatia daquele paciente, e nós corrigimos isto&#8221;.</p>
<p>O doutor Vivian conta que, antigamente, as principais causas de neuropatia eram condições como lepra, algumas infecções e (justamente!) a deficiência de vitaminas. Hoje em dia, é o diabetes. O estudo científico que ele ajudou a completar pode abrir novos caminhos terapêuticos a fim de aliviar parte dos sintomas desta dolorosa condição.</p>
<p>Vale notar que o suplemento utilizado no trabalho chama-se <strong>Metanx </strong>(ver foto ao lado), produzido pela empresa PalmLab, a qual financiou a pesquisa.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/vitaminas-podem-melhorar-sintomas-do-diabetes-revela-estudo/">Vitaminas podem melhorar sintomas do diabetes, revela estudo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Carros, motos e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2013 02:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Couri]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[endocrinologista]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[moto]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um texto excepcional do dr. Couri dando dicas para diabéticos pilotarem veículos com toda a segurança! Muitas pessoas têm como &#8220;hobby&#8221; o encontro com amigos e familiares para um passeio de carro ou de moto. Muitos curtem um motor mais potente na sua moto ou um &#8220;design&#8221; mais arrojado na motocicleta e até mesmo mais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um texto excepcional do dr. Couri dando dicas para diabéticos pilotarem veículos com toda a segurança!</em></p>
<p><span id="more-4401"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-4404" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/moto-carro-diabetes.jpg" alt="moto carro diabetes" width="576" height="432" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/moto-carro-diabetes.jpg 720w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/moto-carro-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p>Muitas pessoas têm como &#8220;hobby&#8221; o encontro com amigos e familiares para um passeio de carro ou de moto. Muitos curtem um motor mais potente na sua moto ou um &#8220;design&#8221; mais arrojado na motocicleta e até mesmo mais velocidade nas arrancadas. Hoje em dia existe um grande mercado deste tipo de entretenimento inclusive com importante venda de acessórios como capacetes, jaquetas, botas, etc.</p>
<p>É sabido que temos no Brasil cerca de 12 milhões de portadores de diabetes, sendo que cerca de 12% dos adultos são acometidos por esta condição.</p>
<p>É natural pensar que em meio aos que curtem carros e motos, muitos são portadores de diabetes inclusive em uso de insulina.</p>
<p>Como sempre advogo, o portador de diabetes pode e deve fazer tudo que puder ter acesso. Nadar, escalar montanhas, fazer mergulhos submarinos, etc. A diferença é que o portador de diabetes deve tomar uns cuidados a mais.</p>
<p>Imagine uma pessoa que tem diabetes sofrer hipoglicemia pilotando uma moto a 110 km/h&#8230;</p>
<p>Imagine um portador de diabetes viajando para praia com sua família e sente-me mal ao volante numa curva da estrada Rio-Santos&#8230;</p>
<p>Algumas condições devem ser levadas em conta ao utilizar veículos motorizados e são consideradas fatores de maior risco como:</p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li>deficiência visual geralmente por graus avançados de retinopatia diabética, catarata ou glaucoma.</li>
<li>neuropatia diabética &#8211; doença dos nervos em que o paciente pode ter diminuição de sensibilidade nos pés e pode não dominar completamente os pedais da moto ou do carro.</li>
<li>grandes oscilações de glicemia.</li>
<li>hipoglicemias frequentes.</li>
</ul>
<p>Por isso, portadores de diabetes e especialmente os usuários de insulina devem fazer uma lista de tarefas:</p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li>acondicionar as insulinas adequadamente evitando expô-las ao sol e ao calor excessivo. O porta-luvas às vezes fica muito quente.</li>
<li>ter sempre consigo a carteira de identificação de portador de diabetes.</li>
<li>ter sempre consigo uma fonte de açúcar de liberação rápida para casos de hipoglicemia como por exemplo sachês de açúcar líquido. Lembre-se que em muitas estradas não há pontos de parada e uma hipoglicemia pode acontecer em qualquer lugar.</li>
<li>É sempre bom medir a glicemia periodicamente. Não há regras para isto, mas é sempre bom o motociclista medir as glicemias com mais frequência, por exemplo antes da jornada e a cada 2 horas.</li>
</ul>
<p>Lembre-se sempre de discutir com seu endocrinologista o que deve ser feito especificamente em seu caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERSPECTIVAS FUTURAS</strong></p>
<figure id="attachment_4402" aria-describedby="caption-attachment-4402" style="width: 468px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4402 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/guardian-diabetes.jpg" alt="Aparelho acoplado à pele do paciente que emite sinal para o pager (da foto acima) ou para o monitor do carro. O sinal de glicemia é enviado a cada 5 minutos" width="468" height="276" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/guardian-diabetes.jpg 468w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/guardian-diabetes-407x240.jpg 407w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /><figcaption id="caption-attachment-4402" class="wp-caption-text">Aparelho acoplado à pele do paciente que emite sinal para o pager<br />(da foto acima) ou para o monitor do carro. O sinal de glicemia é enviado a cada 5 minutos.</figcaption></figure>
<p>Recentemente foram lançados no mercado aparelhos que têm um pequeno fio de silicone acoplado no tecido subcutâneo de pacientes portadores de diabetes. Este aparelho em seguida emite sinal via bluetooth para a tela de LCD do carro que mostra praticamente em tempo real a evolução das glicemias (veja figura abaixo).</p>
<p>O aparelho que mede glicose em tempo real já é vendido no Brasil, mas os carros com este dispositivos ainda não chegaram em nosso mercado. A Lincoln e a Ford já dispõe de carros com estes dispositivos.</p>
<figure id="attachment_4403" aria-describedby="caption-attachment-4403" style="width: 468px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4403" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/lincoln-mkz-diabetes.jpg" alt="Carro Lincoln MKZ com monitor que recebe via bluetooth sinal de glicemia do monitor de glicose." width="468" height="312" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/lincoln-mkz-diabetes.jpg 468w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/lincoln-mkz-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /><figcaption id="caption-attachment-4403" class="wp-caption-text">Carro Lincoln MKZ com monitor que recebe via bluetooth sinal de glicemia do monitor de glicose.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
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		<title>Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 10:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Foot and Ankle Research]]></category>
		<category><![CDATA[machucado]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[palmilha ortopédica]]></category>
		<category><![CDATA[pé]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa. Uma análise clínica publicada no Journal of Foot and Ankle Research comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-2756"></span></p>
<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-2758 " alt="Palmilhas feitas para diabéticos são um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png" width="600" height="305" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-415x211.png 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-474x240.png 474w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-164x82.png 164w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Utilizar palmilhas ortopédicas nos calçados é um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores.</figcaption></figure>
<p>Uma análise clínica publicada no<em> Journal of Foot and Ankle Research</em> comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. As palmilhas ajudam a proteger os pés dos problemas relacionados à má circulação do sangue, os quais podem levar a sérias lesões em quem tem diabetes. No início das pesquisas, os cientistas pensavam que as palmilhas feitas sob medida, mais caras e de desenho mais complexo, teriam um desempenho melhor do que as pré-fabricadas. Os resultados do estudo surpreenderam a todos e indicam novas maneiras para tratar os <a title="Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/">pés diabéticos</a> com eficácia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alerta: a neuropatia é um problema maior do que muitos supõe</strong></p>
<p>Quase metade dos diabéticos sofre de uma condição médica chamada de <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; isto é, danos aos nervos, decorrentes das altas taxas de açúcar no sangue [aprenda mais sobre a neuropatia <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neste link do <strong>Diabeticool</strong></a>]. Apesar de poderem afetar todo o corpo, como mãos e pele, estes danos costumam aparecer com maior freqüência nos membros inferiores. E é justamente aí que mora o perigo. Pés e pernas são algumas das partes mais suceptíveis a machucados em uma pessoa &#8211; quantas vezes não batemos o dedinho na quina de um móvel ou acertamos o joelho, sem querer, na mesa?! Acrescente a isto o fato de que a neuropatia diminui a sensibilidade nas regiões afetadas. Desta forma, pessoas com neuropatias nos membros inferiores podem facilmente se machucar e não sentir nada. Além disso, como sabemos, quem está com diabetes geralmente tem problemas de cicatrização. Um pequeno machucado nos pés, não detectado, pode se transformar, em pouco tempo, em uma ferida incurável.</p>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2759" alt="Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/exame-nos-pes-diabetes.gif" width="440" height="295" /><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso.</figcaption></figure>
<p>Não são raros os casos de amputações decorrentes desta triste associação entre diabetes e neuropatia. De fato, o diabetes é a principal causa de <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">amputações </a>no mundo inteiro, respondendo por 50% destes procedimentos cirúrgicos. Estima-se que diabéticos têm quinze vezes mais chances de terem um membro amputado do que o restante da população. Além disso, problemas relacionados aos pés são o motivo número um pelo qual diabéticos costumam ser internados. Apesar das informações acima soarem desagradáveis, há um alento simples e eficiente: boa parte dos problemas decorrentes da neuropatia podem ser prevenidos através de uma rotina fácil de checagem dos pés, em busca de lesões como pequenas feridas e inchaços. Hospitais de alta qualidade no tratamento de diabéticos costumam fazer esta checagem como procedimento rotineiro [<a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">como mostra esta matéria do site</a>].</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual tipo de palmilha é o melhor?</strong></p>
<p>O estudo em questão contou com a colaboração de mais de 100 diabéticos, divididos em dois grupos. Um deles utilizou palmilhas pré-fabricadas, enquanto o outro colocou em seus sapatos aquelas feitas sob medida. O trabalho durou seis meses. Ao longo deste tempo, a pressão exercida sobre os pés conforme os pacientes caminhavam foi medida várias vezes. Os cientistas buscavam apenas confirmar um hipótese que parecia óbvia: as palmilhas feitas sob medida seriam melhores para estes pacientes. Este tipo de palmilha usualmente é anunciado como sendo superior às pré-fabricadas por maximizarem a área de distribuição de pressão ao longo do pé, impedindo que pontos isolados sofram mais pressão que os demais e, com isso, corram maiores riscos de desenvolver lesões.</p>
<p>Todavia, os resultados destes seis meses de observações e medições de pressão foram bem conclusivos: tanto faz calçar sapatos com palminhas pré-fabricadas ou feitas sob medida. A eficiência de ambas na distribuição da pressão é igual. A única diferença encontrada é que as feitas sob medida costumam ser um pouco mais efetivas em diminuir a pressão total exercida na parte da frente dos pés. Fora isto, nenhuma distinção significativa foi encontrada.</p>
<p>Escreveram os autores no estudo: &#8220;As palmilhas feitas sob medida são mais caras que as palmilhas pré-fabricadas avaliadas neste trabalho e não são melhores na redução de picos de pressão. (&#8230;) Nós recomendamos que, caso seja clinicamente apropriado, as palmilhas pré-fabricadas, de melhor custo-benefício, devem ser consideradas para uso em pacientes com diabetes e neuropatia.&#8221;</p>
<p>No Brasil, a dica é válida e bem-vinda. Em relação ao custo-benefício, as palmilhas pré-fabricadas ganham a batalha em relação às demais. Seus preços variam de R$30 a R$90, dependendo do material com o qual são feitas. Já as feitas sob medida costumam ter preços por volta dos R$100.</p>
<p>Uma ressalva: é importante atentar que os dois tipos de palmilhas utilizadas no estudo diferem apenas na maneira como são produzidas, porém são todas <strong>palmilhas ortopédicas</strong>. Diversos estudos comprovaram, sem sombra de dúvida, que as palmilhas ortopédicas são muito melhores na redução de pressão e dos riscos de úlceras e amputações do que as palmilhas convencionais.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Millie, a heroína que salvou uma vida com as próprias patas</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/millie-a-heroina-que-salvou-uma-vida-com-as-proprias-patas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 20:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[adestrado]]></category>
		<category><![CDATA[adestramento]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda animal]]></category>
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		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[Paul McKenzie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cachorrinha especialmente treinada salva, de maneira surpreendente, a vida de dono que havia entrado em coma diabético. A vida de Paul McKenzie não é fácil. O senhor de 47 anos, divorciado, sofre de neuropatia &#8211; ou danos nos nervos, uma complicação comum do diabetes &#8211; e tem de se locomover em uma cadeira de rodas. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cachorrinha especialmente treinada salva, de maneira surpreendente, a vida de dono que havia entrado em coma diabético.</em></p>
<p><span id="more-2495"></span></p>
 Paul McKenzie e sua grande amiga &#8211; e heroína &#8211; Millie.
<p>A vida de <span>Paul McKenzie</span> não é fácil. O senhor de 47 anos, divorciado, sofre de <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; ou danos nos nervos, uma complicação comum do diabetes &#8211; e tem de se locomover em uma cadeira de rodas. Toda vez que algo caía no chão, a dificuldade em recuperar o objeto era imensa e tombos dolorosos eram comuns de ocorrer. Em vista disto, Paul decidiu adotar um cachorro para lhe fazer companhia e ajudar em pequenas tarefas domésticas. Foi assim que a cadela Millie, uma esperta labradora, entrou em sua vida &#8211; e a salvou, como veremos!</p>
<p>Millie foi treinada como ajudante para pessoas com deficiências pela ONG britânica <span>Canine Partners</span>, especializada neste tipo de adestramento. Uma das características dos cães da associação é que eles aprendem desde cedo a utilizar um aparelho chamado de &#8220;botão do pânico&#8221;. Toda vez que seu dono se encontrar em dificuldades, basta que ele grite &#8220;alarme!&#8221; e o cachorro corre para pressionar o botão. Com isto, um número de telefone é discado e equipes de plantão tentarão entrar em contato com a pessoa em apuros através de alto-falantes instalados em sua casa. Caso não haja resposta, o serviço de emergência é ativado e os vizinhos são postos em alerta. Paul já utilizou este moderno serviço de ajuda cerca de dez vezes nos últimos dois anos e meio. <strong>Porém, no último mês, mesmo que quisesse, não conseguiria usá-lo</strong>.</p>
<p>&#8220;Eu havia saído pela manhã com a Millie para fazer umas comprar e tudo estava bem, apenas minha glicemia se mantinha baixa&#8221;, relembra o sr. McKenzie. &#8220;Eu almocei, mas depois passei mal e fiquei um pouco ruim à tarde. Lá pelas 18:30, Millie e eu brincamos de cabo-de-guerra, o que foi minha última recordação por um tempo&#8221;. As taxas de açúcar no sangue de Paul estavam atingindo um limite perigosamente baixo. &#8220;O botão do pânico foi pressionado às 19:45. A equipe estava gritando para mim através do alto-falante &#8211; normalmente podemos nos comunicar através dele não importa onde eu esteja no apartamento -, mas quando eles não ouviram respostas, perceberam que foi a Millie quem apertou o botão e pediu ajuda.&#8221;</p>
 Alto falante através do qual Paul pode se comunicar com as equipes de emergência.
<p><strong>Dedicação canina</strong></p>
<p>O que impressionou tanto a equipe de emergência quanto o próprio sr. McKenzie foi que <strong>Millie nunca havia sido treinada para fazer o que fez</strong>. Todos os cachorros da Canine Partners sabem que devem pressionar o &#8220;botão de pânico&#8221; quando seus donos mandarem, porém nenhum deles é ensinado a apertá-lo quando não há ordem. Paul havia entrado em <a title="Crianças salvam mãe de coma diabético fatal" href="http://www.diabeticool.com/criancas-salvam-mae-de-coma-diabetico-fatal/"><strong>coma diabético</strong></a> &#8211; situação crítica na qual os níveis de glicose atingem níveis tão baixos que a pessoa perde completamente a consciência e pode morrer caso não receba tratamento com urgência &#8211; e, portanto, estava desacordado e não poderia gritar &#8220;alarme!&#8221;, alertando assim Millie. Mesmo assim, a labradora mostrou enorme inteligência e não tardou em chamar a ajuda.</p>
 Millie mostra o botão de emergência.
<p>&#8220;A Millie é minha própria Lassie &#8211; ela salvou minha vida, e <strong>se não fosse por ela, eu não estaria aqui hoje</strong>&#8220;, emociona-se Paul. &#8220;Eu não consigo acreditar o quão esperta ela é. Nós a treinamos para apertar o botão de emergência sob meu comando, e eu muitas vezes o uso para chamar ajuda quando eu caio em casa e não consigo me levantar. Porém nunca, nem em meus sonhos mais malucos, eu pensei que a Millie entendia as conseqüências de ela pressionar o botão &#8211; que a ajuda sempre vinha.&#8221; O dono derrete-se de elogios pela peluda amiga: &#8220;O serviço de emergência ficou maravilhado quando percebeu que havia sido meu cachorro que pediu ajuda.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Ela é uma em um milhão &#8211; minha melhor amiga&#8221;.</strong></p>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;">Relembre outras histórias emocionantes de dedicação de cachorros aos seus donos diabéticos nos links abaixo:<br />
&#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/">Já ouviu falar nos cachorros que farejam a glicemia?</a></strong>&#8221;<br />
&#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-eles-conseguem/">Como é que eles conseguem?</a></strong>&#8220;</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/millie-a-heroina-que-salvou-uma-vida-com-as-proprias-patas/">Millie, a heroína que salvou uma vida com as próprias patas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Problemas nos vasos estão com os dias contados</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivo]]></category>
		<category><![CDATA[Arotin]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
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		<category><![CDATA[dor de cabeça crônica]]></category>
		<category><![CDATA[espécies reativas de oxigênio]]></category>
		<category><![CDATA[fobia social]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[síndrome do pânico]]></category>
		<category><![CDATA[tensão pré-menstrual]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>
		<category><![CDATA[vaso sangüíneo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários. Cientistas da Universidade do Texas realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários.</em></p>
<p><span id="more-2439"></span></p>
<p>Cientistas da <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Universidade do Texas</a> realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia provoca em diabéticos. Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, foram testados no processo 6.766 remédios. Destes, apenas um se destacou como candidato a possível tratamento diabético. A surpresa é que ele é o princípio ativo de alguns dos mais populares <strong>antidepressivos</strong> à venda no Brasil e no mundo. Poderia um antidepressivo tratar os efeitos do diabetes, em especial os relacionados aos vasos sangüíneos? Após uma extensa bateria de testes, a resposta dos cientistas é um auspicioso &#8220;sim&#8221;!</p>
 Poderia um antidepressivo combater também os efeitos do diabetes? Como isso seria possível?
<p>Os pesquisadores buscavam uma cura para as conseqüências da <a title="Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">hiperglicemia </a>&#8211; ou altas taxas de açúcar no sangue &#8211; nos vasos sangüíneos. O que ocorre é o seguinte: o excesso de açúcar correndo junto com o sangue pelos vasos estimula as células que recobrem os vasos a produzir uma família de moléculas químicas altamente tóxicas, chamadas de <strong>espécies reativas de oxigênio</strong>. Estas moléculas acabam destruindo tanto as células que recobrem os vasos quanto outras ao seu redor, e isto é a causa de diversos problemas comumente associados ao diabetes, como <strong>ataques cardíacos</strong>, <strong>derrames</strong>, <strong>retinopatia</strong>, <strong>nefropatia </strong>e <strong>neuropatia</strong> (para uma lista dos efeitos do diabetes no corpo humano e explicações detalhadas de como eles ocorrem, <strong><a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">leia nossa página especial sobre o assunto</a></strong>).</p>
<p>Após estudar as propriedades fisico-químicas e terapêuticas de quase sete mil compostos, os pesquisadores descobriram que um deles, a <strong>paroxetina</strong>, apresentava resultados incríveis. Em ensaios feitos em tubo de ensaio, a paroxetina reduziu significativamente a concentração das espécies reativas de oxigênio e impediu que elas fossem produzidas pelas células que recobrem os vasos sangüíneos. As boas notícias não pararam por aí: o composto químico ainda protegeu o DNA, RNA e as proteínas das células, alvos preferenciais das moléculas tóxicas, e permitiu que vasos sangüíneos se dilatassem normalmente, mesmo em situações de hiper e hipoglicemia &#8211; algo absolutamente inédito.</p>
<p>&#8220;O potencial futuro deste estudo é que nós poderemos ser capazes de &#8220;modificar&#8221; a ação da paroxetina para ajudar na terapia experimental de tratamento de complicações cardíacas de diabéticos&#8221;, afirmou Csaba Szabo, principal autor do estudo, que foi publicado esta semana na revista científica <em>Diabetes</em>. &#8220;Precisaremos caracterizar cuidadosamente o perfil de segurança da paroxetina em pacientes diabéticos, <strong>mas eu acredito que há definitivamente potencial aqui</strong>.&#8221;</p>
<p><strong>E o quê, afinal de contas, seria a</strong> paroxetina? Seria um medicamento obscuro e pouco utilizado, por isso ninguém ainda havia percebido suas propriedades benéficas aos diabéticos? Muito pelo contrário. A paroxetina é o princípio ativo de uma grande variedade de antidepressivos comumente receitados no Brasil. Além da depressão, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, dor de cabeça crônica, fobia social e tensão pré-menstrual são também tratadas com estes remédios, vendidos no Brasil sob os nomes comerciais de <b>Cebrilin</b>, <b>Arotin</b>, <b>Benepax</b>, <b>Paxan</b>, <b>Paxtrat</b>, <b>Pondera</b> e <b>Roxetin</b>, além das versões genéricas, chamadas apenas de &#8220;Paroxetina&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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