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	<title>diagnóstico | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diagnóstico precoce: como descobrir o diabetes o quanto antes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 20:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja por que os exames de hemoglobina glicada podem ser a solução para o diagnóstico precoce de diabetes, o que ajudará as pessoas a tratar melhor da saúde. &#8220;É melhor prevenir do que remediar&#8221; &#8211; quantas vezes já não ouvimos essa máxima ao longo da vida, não é mesmo? Por mais &#8216;batida&#8217; que possa parecer, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja por que os exames de hemoglobina glicada podem ser a solução para o diagnóstico precoce de diabetes, o que ajudará as pessoas a tratar melhor da saúde.</em><span id="more-9279"></span></p>
<p><span style="color: #008dc8;"><strong>&#8220;É melhor prevenir do que remediar&#8221;</strong></span> &#8211; quantas vezes já não ouvimos essa máxima ao longo da vida, não é mesmo? Por mais &#8216;batida&#8217; que possa parecer, a mensagem que ela traz continua sendo um alerta importante e verdadeiro. Inclusive no mundo do <strong>diabetes</strong>. O quanto antes uma pessoa for diagnosticada com quantidades altas de açúcar no sangue, mais cedo ela poderá iniciar os devidos tratamentos. E quanto mais cedo começar a ser tratada, melhores serão suas chances de obter um controle ótimo da saúde.</p>
<blockquote><p>Estima-se que 50% das pessoas que estão com diabetes ainda não foram diagnosticadas.</p></blockquote>
<p>O problema, aqui, é que <strong>há milhões de brasileiros que já convivem com o diabetes, porém ainda não sabem</strong>. A Federação Internacional de Diabetes (IDF) e outras entidades estimam que cerca de 50% das pessoas que estão com diabetes <strong>ainda não foram diagnosticadas</strong>.</p>
<p>Isso acontece porque os <a href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-4-sintomas-do-diabetes-tipo-1/"><strong>sintomas</strong></a> podem demorar anos – às vezes décadas – para aparecer, especialmente no caso do diabetes tipo 2. Ocorre muitas vezes de a pessoa ir constantemente ao médico, porém nunca <a href="http://www.diabeticool.com/medir-a-glicemia-atraves-do-suor-e-a-promessa-para-2016/">medir a glicemia</a>. Com isso, <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">os problemas internos causados pelo excesso de açúcar no sangue</a> vão se acumulando, e quando for a hora do diagnóstico, a equipe médica terá muito mais trabalho pela frente do que se a descoberta tivesse sido feita mais cedo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01abee;"><strong>COMO IDENTIFICAR QUEM ESTÁ COM DIABETES, MAS AINDA NÃO SABE?</strong></span></h2>
[pullquote]Pesquisas médicas mostraram que, quanto mais cedo uma pessoa começar os tratamentos para o diabetes, menos visitas precisará fazer ao hospital no futuro para corrigir problemas com a saúde.[/pullquote]
<span class="bdaia-shory-dropcap" >B</span>aseados nessas ideias, um grupo de pesquisadores resolveu estudar a incidência de <a href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/"><strong>hiperglicemia</strong></a> – a quantidade alta de açúcar no sangue – em pacientes de um hospital dos Estados Unidos. Nenhum dos pacientes havia sido diagnosticado com diabetes antes, e eles estavam no centro de saúde por outros motivos.</p>
<p>Durante as visitas ao hospital, esses pacientes fizeram um teste de <strong>hemoglobina glicada</strong>. Através dele, a hiperglicemia foi detectada. Porém, na época, ninguém relacionou esse excesso de açúcar no sangue ao diabetes – isso porque a hiperglicemia pode ser causada por outras razões, como doenças diversas, usos de medicamentos (por exemplo, esteroides) e estresse.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt"><strong>O QUE É O EXAME DA HEMOGLOBINA GLICADA?</strong></span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt"><strong>O QUE É O EXAME DA HEMOGLOBINA GLICADA?</strong></span></h4><div class="toggle-content"><p>O teste da hemoglobina glicada (também chamada de &#8216;HbA1c&#8217;) é uma maneira de identificar uma &#8216;média&#8217; dos valores de glicemia de uma pessoa nos últimos meses. Ou seja, ao invés de saber <em>naquele momento</em> como está a glicemia, através da hemoglobina glicada é possível ver um &#8216;histórico&#8217; das medidas de glicemia em um período de 8 a 12 semanas. <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/"><strong>Saiba tudo sobre a hemoglobina glicada clicando aqui!</strong></a></p></div></div>
<blockquote><p>Investigando melhor os dados de saúde desses pacientes, os pesquisadores descobriram que <strong>55% deles estavam, de fato, com diabetes</strong>. O número é muito próximo àquele da estimativa da IDF.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01abee;"><strong>O SEGREDO ESTÁ NA HEMOGLOBINA</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span> partir desses dados, os pesquisadores dão um alerta. Já que exames de hemoglobina glicada são feitos para avaliar outros tipos de problemas de saúde, seus resultados <strong>devem</strong> ser avaliados pelos médicos tendo em vista a possibilidade de indicar um <strong>diabetes ainda não diagnosticado</strong>. Afinal, quanto antes a pessoa souber que está com diabetes, mais chances terá de obter qualidade de vida superior no futuro.</p>
[pullquote]<em>“Este estudo descobriu que pacientes sem nenhum histórico de diabetes e cujas hemoglobinas glicadas foram medidas tinham 5x mais chances de sair do hospital com o diagnóstico de diabetes [&#8230;] (Nós) estamos perdendo oportunidades de detectar o diabetes e iniciar o tratamento [o quanto antes]”.</em>[/pullquote]
<p>“No hospital, é comum identificarmos a hiperglicemia enquanto estamos tratando outras doenças, como septicemia ou um ataque cardíaco”, escreveu o dr. Jay Shubrook, da <em>Touro University California</em> e um dos autores do trabalho. “Este estudo descobriu que pacientes sem nenhum histórico de diabetes e cujas hemoglobinas glicadas foram medidas tinham 5x mais chances de sair do hospital com o diagnóstico de diabetes”.</p>
<p>“Isso prova para nós que estamos perdendo oportunidades de detectar o diabetes e iniciar o tratamento desses pacientes para ajudar a controlar a doença, o que pode reduzir os custos de saúde no longo prazo e os problemas que [o diabetes] traz”, explicou o cientista.</p>
<p>A ideia é alertar as equipes de saúde a aprimorar a identificação precoce de problemas crônicos, como o diabetes. Cada exame feito por uma pessoa pode dar dicas importantes sobre sua saúde, portanto é fundamental analisar todos os resultados com muita atenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Os dados discutidos neste artigo podem ser encontrados no trabalho científico “<em>Glycated Hemoglobin Testing to Identify Undiagnosed Diabetes Mellitus in the Inpatient Setting</em>”, publicado na última edição do periódico médico “<em>The Journal of the American Osteopathic Association</em>”. Clique no botão abaixo para ler o artigo, no original em inglês. O acesso ao trabalho é gratuito até agosto de 2016.</p>
[button link=&#8221;http://jaoa.org/article.aspx?articleid=2525747&#8243; size=&#8221;medium&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;default&#8221;]Acessar artigo[/button]
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		<title>7,5% da população de Fortaleza sofre de diabetes, diz Ministério da Saúde</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/75-da-populacao-de-fortaleza-sofre-de-diabetes-diz-ministerio-da-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2014 22:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em todo o Brasil, diagnóstico da doença cresceu em 8 anos, mostra estudo. 21,3% dos fortalezenses sofrem de hipertensão arterial. Pesquisa revela que 7,5% da população de Fortaleza sofre de diabetes. Em todo o Brasil, o diagnóstico de diabetes, no entanto, cresceu desde a primeira edição da Pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em todo o Brasil, diagnóstico da doença cresceu em 8 anos, mostra estudo. 21,3% dos fortalezenses sofrem de hipertensão arterial.</em><span id="more-7435"></span></p>
<p>Pesquisa revela que 7,5% da população de Fortaleza sofre de diabetes. Em todo o Brasil, o <a title="Critérios de Diagnóstico de Diabetes" href="http://www.diabeticool.com/criterios-de-diagnostico-de-diabetes/">diagnóstico de diabetes</a>, no entanto, cresceu desde a primeira edição da Pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), em 2006, o percentual de pessoas que declararam terem recebido diagnostico de diabetes passou de 5,5% para 6,9% de 2006 para 2013. O diabetes também é mais comum entre as mulheres (7,2%) do que em homens (6,5%). A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira (1º), pelo Ministério da Saúde, em Brasília.</p>
<p>O Vigitel 2013, mostra também que 21,3% dos fortalezenses são <a title="Obesos e hipertensos devem vigiar glicose mesmo antes do pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/obesos-e-hipertensos-devem-vigiar-glicose-mesmo-antes-do-pre-diabetes/">hipertensos</a>. Desses, 23,7% são do sexo feminino e 18,5%, do sexo masculino. Dados do Brasil, mostram que a hipertensão arterial permanece estável na população, atingindo 24,1% da população adulta brasileira (26,3% das mulheres e 21,5% dos homens). De acordo com o estudo, como o diabetes e a hipertensão arterial têm forte relação com o excesso de peso, a falta de exercícios físicos, a <a title="Alimentação saudável: quanto mais colorida melhor!" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-saudavel-quanto-mais-colorida-melhor/">má alimentação</a> e o envelhecimento da população, elas se tornam mais frequentes com o avanço da idade. . Entre 18 e 24 anos, as proporções de hipertensos é de 3,0 % e de diabéticos é de 0,8 %. Aos 65, a prevalência sobe para 60,4% e 22,1%, respectivamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mamografia</strong></p>
<p>A pesquisa revela crescimento de 9,7% no acesso ao exame de mamografia nas capitais e no Distrito Federal. Em 2006, 71,1% das mulheres com idade entre 50 e 69 anos afirmaram ter se submetido ao exame. Em 2013, o percentual subiu para 78%. Na capital cearense, a pesquisa mostra que 71,5% das mulheres nesta faixa etária afirmaram ter se submetido ao exame nos últimos dois anos.</p>
<p>O levantamento traz dados ainda sobre a prevenção ao câncer de colo de útero: 73% das mulheres entre 25 e 64 anos, pesquisadas em Fortaleza, realizaram o exame de citologia oncótica, mais conhecido como &#8220;papanicolau&#8221;, nos últimos três anos. No Brasil, o percentual foi de 82,9% das mulheres nesta faixa etária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, o Vigitel retrata os hábitos da população brasileira e é uma importante fonte para o desenvolvimento de políticas públicas de saúde preventiva. Nesta edição, foram entrevistados aproximadamente 53 mil adultos em todas as capitais e também no Distrito Federal. O estudo foi desenvolvido em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ceara/noticia/2014/05/75-da-populacao-de-fortaleza-sofre-de-diabetes-diz-ministerio-da-saude.html" target="_blank" rel="nofollow">G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/75-da-populacao-de-fortaleza-sofre-de-diabetes-diz-ministerio-da-saude/">7,5% da população de Fortaleza sofre de diabetes, diz Ministério da Saúde</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>A diabetes diagnosticada na infância pode afetar os olhos?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-diabetes-diagnosticada-na-infancia-pode-afetar-os-olhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2014 21:38:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[olhos]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia diabética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diabetes tipo 1 atinge crianças e adultos de qualquer idade. A doença surge de repente, gera a dependência de insulina injetada ou bombeada para a vida toda, e carrega a ameaça constante de complicações devastadoras. Apesar dos pais saberem que uma criança com diabetes precisa de insulina para controlar as taxas de açúcar no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O diabetes tipo 1 atinge crianças e adultos de qualquer idade. A doença surge de repente, gera a dependência de insulina injetada ou bombeada para a vida toda, e carrega a ameaça constante de complicações devastadoras.</em><span id="more-7398"></span></p>
<p>Apesar dos pais saberem que uma criança com diabetes precisa de insulina para controlar as taxas de açúcar no sangue, muitos não compreendem completamente todos os riscos associados à doença e, principalmente, os riscos associados aos problemas de visão.</p>
<p>A diabetes mellitus é uma doença do grupo das doenças metabólicas caracterizada por níveis elevados de açúcar no sangue. Existem dois tipos principais de diabetes: o tipo 1 e o tipo 2. A forma mais comum em crianças é a <a title="Diabetes juvenil nas escolas: orientar e prevenir" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-juvenil-nas-escolas-orientar-e-prevenir/">diabetes mellitus tipo 1</a> , que também pode ser chamada de diabetes juvenil ou diabetes insulino-dependente. Este tipo da doença é originário de um problema no sistema imunológico da criança e requer um monitoramento contínuo dos seus níveis de glicose.</p>
<p>“Geralmente, o diabetes insulino-dependente apresenta sintomas como o excesso de peso, muita sede e micção frequente. Se não for tratada, a condição pode causar perda de consciência e outras doenças graves. Pacientes pediátricos com diabetes também podem desenvolver catarata. A catarata é a opacificação do cristalino, que prejudica a visão, e pode exigir uma cirurgia para restaurá-la”, alerta o oftalmologista Virgílio Centurion (CRM-SP 13.454), diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.</p>
<p>Crianças com diabetes tipo 1 precisam ter seus níveis de açúcar no sangue constantemente monitorados. A gestão da doença também abrange mudanças dietéticas, exercícios físicos e medicação, como as injeções de insulina para se manterem saudáveis. “Sem controle, tanto taxas extremamente baixas de açúcar no sangue (hipoglicemia), quanto a elevação das taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) podem ser uma ameaça à vida, podendo até requerer hospitalização”, informa o oftalmopediatra Fabio Pimenta de Moraes (CRM-SP 124.321), que também integra o corpo clínico do IMO.</p>
<p>Segundo Fabio Moraes, o diabetes tipo 1 pode afetar a <a title="A visão central e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-visao-central-e-o-diabetes/">visão</a> e alguns pacientes podem chegar à cegueira. “A complicação mais significativa neste grupo de pacientes é a retinopatia diabética. A retinopatia envolve danos aos vasos sanguíneos da retina. Esses vasos, devido ao diabetes descompensado, vão se tornando obstruídos e/ou vão crescendo de forma anormal. A retinopatia é rara antes dos 10 anos de idade, porém o risco aumenta conforme o tempo de diagnóstico da doença. Os tratamentos para evitar a progressão da <a title="Pesquisa: Diabetes Provoca 80% das Doenças da Retina" href="http://www.diabeticool.com/pesquisa-diabetes-provoca-80-das-doencas-da-retina/">retinopatia diabética</a>, tais como o laser e/ou a cirurgia, podem ser úteis para evitar a perda visual ou restaurar a visão”, avisa o oftalmopediatra.</p>
<p>“Quando uma criança é diagnosticada com diabetes tipo 1, um exame oftalmológico é frequentemente recomendado. Dependendo dos resultados do exame, o oftalmologista irá recomendar a periodicidade do retorno, pois o monitoramento da saúde ocular deve ser tão frequente quanto o da saúde geral do paciente para que o os problemas oculares associados ao diabetes possam ser diagnosticados e tratados em tempo hábil”, recomenda Fabio Moraes.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.segs.com.br/so-saude-segs/153695-a-diabetes-diagnosticada-na-infancia-pode-afetar-os-olhos.html" target="_blank" rel="nofollow">Segs.com.br</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-diabetes-diagnosticada-na-infancia-pode-afetar-os-olhos/">A diabetes diagnosticada na infância pode afetar os olhos?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2014 19:25:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[excesso de peso]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Karla Lidyane Rocha da Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Karla se revoltou com o diagnóstico e não seguiu orientações médicas. Depois de passar mal e ir ao hospital, ela percebeu que teria que mudar. NOTA DA REDAÇÃO: Clique no link ao final do texto para ver as fotos do &#8220;antes &#38; depois&#8221; da Karla! Aos 28 anos de idade, a natalense Karla Lidyane Rocha &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Karla se revoltou com o diagnóstico e não seguiu orientações médicas. Depois de passar mal e ir ao hospital, ela percebeu que teria que mudar.</em><span id="more-6807"></span></p>
<p><em><strong>NOTA DA REDAÇÃO</strong>: Clique no link ao final do texto para ver as fotos do &#8220;antes &amp; depois&#8221; da Karla!</em></p>
<p>Aos 28 anos de idade, a natalense Karla Lidyane Rocha da Silva descobriu que tinha diabetes após passar mal em uma viagem de Natal a Guamaré, cidade onde mora, no Rio Grande do Norte. “Quando desci do ônibus, desmaiei. Fui para a enfermaria e minha <a title="Dica para baixar a glicemia: coma abacate durante as refeições" href="http://www.diabeticool.com/dica-para-baixar-a-glicemia-coma-abacate-durante-as-refeicoes/">glicemia</a> estava alta, então a médica pediu que eu fizesse exames para ver se tinha algo errado”, lembra a bibliotecária, hoje com 30 anos.</p>
<p>Assustada, ela procurou um endocrinologista e, depois de fazer vários exames, acabou recebendo o diagnóstico da doença. “Meu pai e avô são diabéticos, mas eu não nasci assim. Desenvolvi por causa dos maus hábitos que levava”, conta. O médico orientou Karla a se cuidar e a melhorar a alimentação, mas o alerta não pareceu funcionar no começo. “Quando soube que estava doente, eu não quis fazer o que ele me pediu e me revoltei. Comecei a comer tudo o que via pela frente”, diz.</p>
<p>Não demorou para a revolta de Karla logo trazer consequências – ela voltou a passar mal e foi parar no hospital. “Depois do diagnóstico, engordei ainda mais. Tenho 1,65 m e estava com 79 kg na época”, lembra. A iniciativa de mudar e seguir as orientações médicas veio só depois de um apelo de sua mãe, bastante preocupada com a situação da filha. “Eu sou filha única, então ela disse que só tinha a mim no mundo e que precisava de mim para viver. Então, ou eu me salvava ou seria ruim para todo mundo”, conta a natalense.</p>
<p>Por causa do <a title="Seis em dez paulistanos que comem fora têm sobrepeso, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/seis-em-dez-paulistanos-que-comem-fora-tem-sobrepeso-diz-estudo/">excesso de peso</a>, Karla chegou também a perder o namorado – o rapaz, que era esportista, terminou o relacionamento e enfatizou que estava fazendo aquilo “porque ela estava gorda e saía feia nas fotos”. “Ele disse que não conseguiria se relacionar com uma pessoa que não se cuidasse. Não acho que ele estava com razão, mas não fiquei tão mal na época porque o fato de eu estar acima do peso era normal na minha cabeça”, lembra.</p>
<p>Após todos esses sinais de que precisava tomar uma atitude, Karla começou aos poucos a fazer pequenas mudanças em seu dia a dia. “Tem uma nutricionista no meu trabalho que sentou comigo, me orientou e colocou a mudança na minha cabeça, aí comecei a fazer uma dieta”, lembra.</p>
<p>A bibliotecária, que estava acostumada a comer bolos, salgados, massas e a tomar muito refrigerante, teve que se conscientizar de que sua alimentação era ruim, principalmente por causa da diabetes. “Eu tinha uma conta em um restaurante perto de casa, que eu pagava no fim do mês. Não me dava ao trabalho de sair para comer, então pedia sempre panqueca, pizza ou algo desse tipo”, diz.</p>
<p>Uma das principais mudanças que Karla fez foi cortar o <a title="Refrigerante diet pode causar ganho de peso e envelhecimento precoce" href="http://www.diabeticool.com/refrigerante-diet-pode-causar-ganho-de-peso-e-envelhecimento-precoce/">refrigerante</a>. “Fora isso, comecei a substituir pão normal por integral, queijo amarelo por queijo branco e diminuí quase totalmente as massas. Hoje eu convivo muito bem sem açúcar e sou fã de saladas”, conta satisfeita.</p>
<p>Para a tristeza do dono do restaurante, Karla fechou a conta que tinha e passou a fazer sua própria comida. “Não como mais do jeito que eu comia antigamente. Faço minhas refeições a cada três horas e me alimento sempre bem”, diz.</p>
<p>Junto com a alimentação, a natalense resolveu se arriscar também na atividade física e começou fazendo pequenas caminhadas na rua. “Em Guamaré, as pessoas não têm o hábito de fazer esporte, então me viam caminhando na rua e achavam que eu era doida”, lembra, aos risos. Mesmo com os olhares, ela continuou se exercitando e, quando percebeu, já estava correndo. “Hoje corro 6 km por dia e até participo de corridas de rua. Comecei também a fazer natação e agora estou fazendo treinos funcionais”, conta.</p>
<p>Os novos hábitos logo refletiram na balança e Karla saiu dos 79 kg para os 58 kg. “Perdi 21 kg. A meta era que eu chegasse aos 60 kg, peso que me ajudaria a controlar a diabetes, mas eu perdi mais 2 kg para ficar mais à vontade”, diz. Atualmente, com o novo peso e com a doença controlada, ela acredita que é possível criar um novo caminho na vida e ser saudável. “Não precisa ser metódico o tempo todo, mas dá para viver melhor e dá para conviver com a diabetes. Tudo melhorou, é um milagre. Hoje sou muito mais saudável e, para mim, isso tudo é uma vitória”, finaliza.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/VC-no-Bem-Estar/noticia/2014/02/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem-estar</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Você conhece os 4 sintomas do diabetes tipo 1?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-4-sintomas-do-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2014 22:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[cansaço]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[perda de peso]]></category>
		<category><![CDATA[sede]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha buscando orientar pais sobre possível diabetes tipo 1 em crianças revela que apenas 14% sabem a resposta certa à pergunta. Antes de prosseguir com a leitura do artigo, pense na resposta da seguinte pergunta: quais são os quatro sintomas principais do diabetes tipo 1? Uma dica: eles são classicamente associados à doenças, ocorrem em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Campanha buscando orientar pais sobre possível diabetes tipo 1 em crianças revela que apenas 14% sabem a resposta certa à pergunta.</em><span id="more-6323"></span></p>
 O menino dá a dica: a sede exagerada é uma das marcas características do diabetes tipo 1, que afeta principalmente as crianças.
<p>Antes de prosseguir com a leitura do artigo, pense na resposta da seguinte pergunta: <strong>quais são os quatro sintomas principais do diabetes tipo 1</strong>? Uma dica: eles são classicamente associados à doenças, ocorrem em praticamente todas as pessoas que a desenvolvem e são, portanto, critério confiável para o <a title="Critérios para o Diagnóstico do Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-tipo-1/">diagnóstico</a> correto.</p>
<p>A mesma pergunta foi feita em uma pesquisa recente conduzida no Reino Unido. Todos os anos, a ONG <em>Diabetes UK</em>, uma das maiores organizações em prol de diabéticos em todo o mundo, encomenda um questionário a ser respondido por milhares de pais e mães ao redor da Inglaterra. A meta é saber se os adultos estão cientes dos quatro sintomas principais da doença, sendo capazes, portanto, de reconhecer indícios do diabetes em seus filhos. A ONG informou esta semana que 2014 começa com uma boa notícia: houve um aumento de 50% no número de respostas corretas à pergunta em relação ao ano passado.</p>
<p>Apesar do aumento, vale notar que <strong>apenas 14% dos pais acertaram todos os sintomas</strong>. Falhar no reconhecimento de sintomas de risco para o diabetes tipo 1, doença que normalmente aparece logo na infância ou na adolescência, pode levar a um diagnóstico médico tardio e, com isto, a um acúmulo desnecessário de danos ao organismo causado pelo distúrbio metabólico.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA MAIS</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">Clique aqui para ler o especial</a> sobre diabetes tipo 1 do Diabeticool!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS 4 SINTOMAS CLÁSSICOS DO DIABETES TIPO 1</strong></p>
<figure id="attachment_6325" aria-describedby="caption-attachment-6325" style="width: 219px" class="wp-caption alignleft"><img class=" wp-image-6325   " alt="Campanha dos 4Ts diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/campanha-4Ts-diabetes.jpg" width="219" height="292" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/campanha-4Ts-diabetes.jpg 300w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/campanha-4Ts-diabetes-180x240.jpg 180w" sizes="(max-width: 219px) 100vw, 219px" /><figcaption id="caption-attachment-6325" class="wp-caption-text">Garotinha segura cartaz da campanha dos &#8220;4T&#8217;s&#8221;.</figcaption></figure>
<p>A resposta à pergunta inicial é:</p>
<ul>
<li>Vontade constante de <strong>urinar</strong></li>
<li><strong>Sede</strong> excessiva e difícil de saciar</li>
<li><strong>Cansaço</strong></li>
<li><strong>Perda de peso</strong>, sem motivo aparente</li>
</ul>
<p>Nos países de língua inglesa, diversas organizações de diabéticos utilizam a campanha &#8220;4T&#8217;s&#8221;, ou &#8220;quatro tês&#8221;, como forma de alertar os pais quanto aos sintomas de diabetes tipo 1 em seus filhos. O nome da campanha deriva do fato de que os quatro sintomas acima podem ser resumidos, em inglês, por quatro palavra que começam com a letra &#8220;t&#8221;: &#8220;<em>toilet</em>, <em>thirsty</em>, <em>tired</em>, <em>thinner</em>&#8221; (&#8220;banheiro&#8221;, &#8220;com sede&#8221;, &#8220;cansado&#8221; e &#8220;mais magro&#8221;, em tradução livre).</p>
<p>Dentre os quatro sintomas citados, o mais reconhecido pelos pais foi o cansaço das crianças (63% deles acertaram a resposta). O menos lembrado foi a <a title="Quer ficar saudável, em forma e mais feliz? Jogue videogame!" href="http://www.diabeticool.com/quer-ficar-saudavel-em-forma-e-mais-feliz-jogue-videogame/">perda de peso</a>, relatado por apenas 30% dos entrevistados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>SE: Case promove Dia de Cuidado ao Paciente com Diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2013 11:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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		<category><![CDATA[pressão arterial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os usuários do Centro de Atenção à Saúde de Sergipe (Case) terão uma sexta-feira, 20, diferente. O Dia de Cuidado ao Paciente com Diabetes contará com palestras, aferição de pressão arterial, glicemia e será um momento especial para tirar dúvidas sobre a doença com os &#8220;Farmacêuticos da Alegria&#8221; e toda a equipe do Case. O &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os usuários do Centro de Atenção à Saúde de Sergipe (Case) terão uma sexta-feira, 20, diferente. O Dia de Cuidado ao Paciente com Diabetes contará com palestras, aferição de <a title="Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">pressão arterial</a>, <a title="Farejando o diabetes – cães salvam a vida de donos com hipoglicemia!" href="http://www.diabeticool.com/farejando-o-diabetes-caes-salvam-a-vida-de-donos-com-hipoglicemia/">glicemia</a> e será um momento especial para tirar dúvidas sobre a doença com os &#8220;Farmacêuticos da Alegria&#8221; e toda a equipe do Case. O evento tem como objetivo focar a prevenção e o controle do diabetes, inserindo temas de educação em saúde junto aos sistemas de cuidados e à comunidade.</p>
<p>Dentro da programação será apresentada aos usuários do Case o Serviço de Atenção Farmacêutica. &#8220;Esta é uma novidade no Case, desenvolvido por estudantes do curso de Farmácia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), sob a supervisão do professor Genival Araújo dos Santos Júnior. Nele, o usuário contará com o atendimento de um profissional da área para avaliar os parâmetros clínicos do paciente e orientá-lo sobre o uso correto do medicamento&#8221;, explicou a coordenadora interina do Case, Luciana Alves.</p>
<p>O evento se destina a todos os usuários e funcionários do Case e, principalmente, aqueles que possuem <a title="Diabetes afeta 382 milhões de pessoas em todo o mundo" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-afeta-382-milhoes-de-pessoas-em-todo-o-mundo/">diagnóstico de Diabetes Mellitus</a>. De acordo com Luciana Alves, este é o primeiro evento de uma série de outros já programados a serem realizados ao longo do ano 2014.</p>
<p>Entre as palestras do evento estão: Fisiopatologia da Diabetes, Uso Racional de Medicamentos voltados para Diabetes, Insulinoterapia e Dietoterapia. As palestras serão ministradas pelo farmacêutico do Serviço de Atenção Farmacêutica do Case, Genival Araújo dos Santos Júnior, pelos estagiários de Farmácia da Universidade Federal de Sergipe e pela Nutricionista do Case, Gildenae Jaguar.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://aquiacontece.com.br/noticia/2013/12/20/case-promove-dia-de-cuidado-ao-paciente-com-diabetes">Aqui Acontece</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/se-case-promove-dia-de-cuidado-ao-paciente-com-diabetes/">SE: Case promove Dia de Cuidado ao Paciente com Diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>“Nada deve ser proibido, nem mesmo o açúcar”, alertam médicos sobre diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/nada-deve-ser-proibido-nem-mesmo-o-acucar-alertam-medicos-sobre-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2013 11:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[contar carboidratos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Krakauer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na segunda reportagem da série especial sobre a doença, saiba o que mudou no tratamento. “Controlar a glicemia”, respondem os médicos ao serem questionados sobre o segredo de conviver bem com o diabetes. Mais do que o remédio, alcançar este objetivo exige força de vontade e determinação para mudar hábitos de vida. Na teoria parece &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na segunda reportagem da série especial sobre a doença, saiba o que mudou no tratamento.</em><span id="more-5818"></span></p>
<figure style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="mulher comendo chocolate diabetes" src="http://img.r7.com/images/2013/08/29/19_49_15_427_file?dimensions=460x305" width="460" height="305" /><figcaption class="wp-caption-text">O segredo é comer pouco, de tudo e várias vezes ao dia Thinkstock</figcaption></figure>
<p>“Controlar a <a title="Pesquisa revela os efeitos colaterais mais comuns em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/pesquisa-revela-os-efeitos-colaterais-mais-comuns-em-diabeticos/">glicemia</a>”, respondem os médicos ao serem questionados sobre o segredo de conviver bem com o diabetes. Mais do que o remédio, alcançar este objetivo exige força de vontade e determinação para mudar hábitos de vida. Na teoria parece simples, mas executar a tarefa é um dos principais desafios do tratamento.</p>
<p>Após a confirmação do diagnóstico de diabetes, é comum as pessoas acreditarem que basta tomar um remedinho para a doença parar de incomodar. Além disso, a maioria entra em desespero ao pensar que o pão francês do café da manhã, a macarronada de domingo e a sobremesa após a refeição serão substituídos por uma dieta restrita, insossa e sem nenhuma pitada de açúcar.</p>
<p>Em entrevista ao R7 para a série especial, o endocrinologista Márcio Krakauer, presidente da Adiabc (Associação de Diabetes do ABC) e coordenador da campanha do Dia Mundial do Diabetes da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), garante que esta realidade não faz mais parte do universo de quem tem diabetes.</p>
<p>— Com o avanço do tratamento, a técnica de contar carboidratos e o conhecimento da doença, nada mais é proibido, nem mesmo o açúcar. Para conviver bem com a doença e prevenir as temidas complicações, é fundamental adotar hábitos de vida saudáveis.</p>
<p>O excesso de açúcar no sangue — sinônimo do mau controle da doença — pode desencadear uma série de complicações em todo o corpo, como retinopatia diabética (lesão da retina do olho), nefropatia (alteração da função renal), problemas cardiovasculares, falta de sensibilidade nos membros inferiores (neuropatia) e até impotência sexual.</p>
<p>O primeiro passo para manter uma boa relação entre rotina diária e controle glicêmico é buscar informação, entender a doença e aceitá-la. A endócrino-pediatra Denise Ludovico, da ADJ Brasil (Associação de Diabetes Juvenil), avisa que o nome deste “relacionamento” é educação em diabetes e tende a facilitar a adesão ao tratamento de forma natural.</p>
<p>— Costumo dizer que o diabetes precisa ser adaptado à vida do paciente e não ele se adaptar ao diabetes. A alimentação deve priorizar o paladar de quem vai comer, assim como o exercício físico deve ser escolhido de acordo com a aptidão e o prazer de quem vai praticar. Nada precisa ser imposto, mas negociado de acordo com o estilo de vida de cada paciente.</p>
<p>Para Krakauer, o segredo é comer pouco, de tudo e várias vezes ao dia. Ele acrescenta que manutenção do peso ideal, controle do estresse, da pressão arterial e do colesterol, assim como abandono do cigarro e consumo moderado de bebida alcóolica também entram em cena para tratar o diabetes tipo 2.</p>
<p>— O remédio, a metformina em geral é a mais usada, não faz milagre. Para não deixar que as taxas de glicemia se assemelhem a uma montanha-russa, ou seja, fiquem muito altas [hiperglicemia] ou muito baixas [hipoglicemia], é fundamental incorporar a vida saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As temidas picadas de insulina</strong></p>
<p>Nem todo diabético precisa de <a title="Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">insulina</a>. Ela é fundamental para a sobrevivência das pessoas com diabetes tipo 1, que não a produz. Este hormônio, originalmente produzido no pâncreas, ajuda a glicose a sair da corrente sanguínea e entrar nas células, fornecendo energia para o organismo.</p>
<p>“Fiquei livre das injeções diárias de insulina”, diz jovem escritor com diabetes</p>
<p>No entanto, o pavor se instala quando o paciente descobre que a administração do medicamento é feito por meio de injeções diárias. Você leu certo, no plural, já que geralmente são no mínimo quatro, explica a endócrino-pediatra da ADJ Brasil.</p>
<p>— A quantidade depende da idade e do estilo de vida da pessoa. No entanto, a maioria associa o uso da insulina à gravidade da doença, o que é um mito. Há pessoas mais saudáveis com diabetes do que sem nenhum problema de saúde.</p>
<p>O SUS fornece as chamadas insulinas humanas (NPH e regular), mas o endocrinologista Balduíno Tschiedel, presidente da SBD, diz que o mercado já disponibiliza drogas mais modernas.</p>
<p>— Dá para tratar o diabetes com o que o governo fornece, mas em algumas situações é imprescindível usar outras terapias. Muitas vezes, seria até mais vantajoso e barato para os cofres públicos. Isso evitaria a judicialização excessiva, ou seja, diminuiria os gastos com as ações de pedidos destes medicamentos à Justiça.</p>
<p>O especialista defende uma parceira entre governo e sociedades médicas para analisar quais pacientes realmente precisam “deste ou daquele tipo de tratamento”.</p>
<p>— Assim, conseguiríamos atender mais gente sem onerar demais as contas públicas. Se o paciente usa pouca insulina, por exemplo, é mais barato fornecer a caneta para aplicação do que a seringa, porque a quantidade do refil é menor e não haveria desperdício.</p>
<p>Além do uso diário de insulina para tratar o diabetes tipo 1, os especialistas reforçam que alimentação balanceada e prática regular de atividade física não podem ser esquecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A cura</strong></p>
<p>Segundo os especialistas, <a title="O quiabo do Luciano Huck e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-quiabo-do-luciano-huck-e-o-diabetes/">a cura do diabetes</a> está muito distante. Tschiedel lembra que “quando a insulina foi descoberta em 1921 e o primeiro ser humano usou, ela foi vista como a cura da doença”.</p>
<p>— Regenerar um órgão que está absolutamente destruído pode ser possível com o uso de células-tronco. Um sonho. Então, como ainda não temos a cura, o ideal é se tratar muito bem com insulina. Até porque se surgir alguma coisa nova, a pessoa precisa estar com a saúde boa para poder se beneficiar.</p>
<p>Sobre a cirurgia bariátrica ser a solução do diabetes tipo 2, Krakauer enfatiza que os estudos mostram remissão da doença durante dois ou três anos”.</p>
<p>— Falar em cura é totalmente errado. A cirurgia pode controlar a doença. De qualquer forma, a prevenção é o melhor caminho para driblar o diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/saude/nada-deve-ser-proibido-nem-mesmo-o-acucar-alertam-medicos-sobre-diabetes-13112013" target="_blank" rel="nofollow">R7</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/nada-deve-ser-proibido-nem-mesmo-o-acucar-alertam-medicos-sobre-diabetes/">“Nada deve ser proibido, nem mesmo o açúcar”, alertam médicos sobre diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Ganho de gordura abdominal pode aumentar o risco de diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/ganho-de-gordura-abdominal-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2013 13:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alfredo Halpern]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[pré-diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Botticini Peres]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bem Estar desta segunda (25) alertou para riscos de desenvolver a doença. Além do tamanho da barriga, a genética também pode aumentar chances. A diabetes atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. No entanto, como não dá sintomas no início, metade das pessoas que têm a doença não &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bem Estar desta segunda (25) alertou para riscos de desenvolver a doença.</em><br />
<em>Além do tamanho da barriga, a genética também pode aumentar chances.</em><span id="more-5812"></span></p>
<p>A diabetes atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. No entanto, como não dá <a title="A visão central e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-visao-central-e-o-diabetes/">sintomas</a> no início, metade das pessoas que têm a doença não sabe e, entre as que sabem, muitas não seguem o tratamento ou não fazem o controle do jeito adequado, como alertaram os endocrinologistas Alfredo Halpern e Ricardo Botticini Peres no Bem Estar desta segunda-feira (25).</p>
<p>Entre os <a title="Dieta rica em proteína animal aumenta risco de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dieta-rica-em-proteina-animal-aumenta-risco-de-diabetes/">fatores de risco</a> principais para desenvolver a doença, estão a genética e a obesidade, principalmente o ganho de gordura abdominal, que prejudica o trabalho do pâncreas. Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, um paciente pode nem ser obeso, por exemplo, mas ter a aquela barriguinha, o que já aumenta o risco de ser diabético. Por isso, é preciso tomar cuidado com os hábitos de vida e com o controle do peso, como recomendaram os médicos.</p>
<p>Segundo os especialistas, o diagnóstico de diabetes acontece quando o nível de açúcar no sangue está acima de 126 mg/dl. Se estiver em até 100 mg/dl, está no nível normal; entre 100 mg/dl e 126 mg/dl, significa um quadro de pré-diabetes que ainda pode ser reversível.</p>
<p>Para avaliar esses níveis, o paciente pode fazer alguns exames &#8211; o de <a title="Mãe abandona emprego para cuidar de filha pequena com diabetes" href="http://www.diabeticool.com/mae-abandona-emprego-para-cuidar-de-filha-pequena-com-diabetes/">glicemia</a>, que tira sangue da ponta do dedo e pode ser feito em um laboratório; o de tolerância a glicose, em que ele toma uma grande quantidade de açúcar e avalia o nível no sangue depois; e o de hemoglobina glicada, que mede quantos glóbulos vermelhos estavam com excesso de açúcar no sangue nos últimos 3 meses, como mostrou a reportagem da Natália Ariede (veja no vídeo*).</p>
<p>Apesar de todos os exames avaliarem a quantidade de açúcar no organismo do paciente, essa não é a principal causa da doença. De acordo com uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Diabetes, 87% das pessoas acreditam que a diabetes é causada por uma dieta com muito açúcar.</p>
<p>No entanto, como alertaram os endocrinologistas, a doença pode ser gerada pela obesidade, para a qual não só o excesso de açúcar contribui, como também a predisposição genética.</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa, 28% dos entrevistados disseram que a doença pode ser evitada com a <a title="Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">prática de atividade física</a>, o que faz sentido já que o exercício é um fator importante na prevenção da obesidade.</p>
<p>Porém, além de se exercitar, é importante ainda manter uma alimentação saudável e não só controlar o consumo de açúcar, como também o de carboidrato e gorduras, como explicou o endocrinologista João Salles.</p>
<p>Segundo o médico, o risco de desenvolver diabetes é maior quando as mulheres atingem mais de 80 cm de circunferência abdominal e os homens, mais de 94 cm. Por isso, é importante manter o peso, levando uma vida com hábitos saudáveis, para evitar a doença, como alertou a reportagem do Rafael Castro (veja no vídeo acima).</p>
<p>Mesmo quem já é diabético, no entanto, precisa também se preocupar com a <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentação</a>. Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, o descontrole alimentar é a principal causa da diabetes mal controlada. Para evitar esse problema, é importante montar uma geladeira de acordo em casa, sem alimentos como doces, refrigerantes e pães brancos, por exemplo. A dica do médico é optar sempre por integrais, frutas, verduras, legumes e água.</p>
<p>Manter esse controle da doença é essencial para evitar as consequências dela para a saúde. Muitos pacientes que não controlam o problema acreditam que isso pode não ser grave, mas como alertaram os endocrinologistas, por causa do descontrole da diabetes, o paciente pode ter problemas nos rins, olhos e pernas, por exemplo.</p>
<p>Além disso, como a doença lesa os vasos sanguíneos, o paciente pode perder a sensibilidade nos membros e até ter um quadro de amputação, como lembrou o endocrinologista Ricardo Botticini Peres. Por isso, é importante que as pessoas se preocupem não só com a prevenção, mas também com o tratamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/11/ganho-de-gordura-abdominal-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes.html" target="_blank" rel="nofollow">BemEstar </a>(ver no link vários vídeos relacionados a esta matéria!)</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/ganho-de-gordura-abdominal-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes/">Ganho de gordura abdominal pode aumentar o risco de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Um homem que todos nós deveríamos agradecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 20:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Continental Resources]]></category>
		<category><![CDATA[critérios]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[diabético tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Bennett]]></category>
		<category><![CDATA[Peter H. Bennett]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Internacional Harold Hamm para Pesquisas Biomédicas em Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boa parte do que sabemos hoje sobre diabetes se deve ao trabalho de Peter Bennett, o primeiro ganhador do Prêmio Harold Hamm para Pesquisas em Diabetes. Pesquisar uma cura para o diabetes ganhou um incentivo a mais este ano. O magnata do petróleo Harold Hamm, diabético tipo 2 e presidente da multinacional Continental Resources, uni-se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Boa parte do que sabemos hoje sobre diabetes se deve ao trabalho de Peter Bennett, o primeiro ganhador do Prêmio Harold Hamm para Pesquisas em Diabetes.<br />
</em></p>
<p><span id="more-5571"></span></p>
 O cientista Peter Bennett.
<p>Pesquisar uma cura para o diabetes ganhou um incentivo a mais este ano. O magnata do petróleo Harold Hamm, diabético tipo 2 e presidente da multinacional Continental Resources, uni-se à Universidade de Oklahoma, nos EUA, e criou o &#8216;<strong>Prêmio Internacional Harold Hamm para Pesquisas Biomédicas em Diabetes</strong>&#8216;. Não havia, até então, nenhum tipo de premiação voltada especificamente para os cientistas que trabalham com esta linha de pesquisa. Esta semana, foi anunciado o primeiro vencedor do prêmio: o dr. <strong>Peter H. Bennett</strong>, que atualmente trabalha no Instituto Nacional de Saúde, nos EUA.</p>
<p>Bennett recebeu mais de meio milhão de reais pela conquista. À ela se somam os outros 19 grandes prêmios que o cientista recebeu ao longo de uma carreira dedica à compreensão do diabetes.</p>
<p>O painel de jurados da premiação, composto por cinco especialistas em diabetes renomados internacionalmente, afirmou que as pesquisas do dr. Bennett sempre estiveram 50 anos à frente de seu tempo. &#8220;O trabalho do dr. Bennett é uma verdadeira base no mundo das pesquisas com diabetes. Ele deu enormes contribuições à nossa compreensão do que é o diabetes, de como ocorre a gênese das <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">complicações</a> e de como prevenir tanto a doença quanto as complicações&#8221;, afirmaram os jurados.</p>
<p>&#8220;É certo que, um dia, esperamos ter uma <a title="Bebês vão ajudar a descobrir o que causa diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/bebes-vao-ajudar-a-descobrir-o-que-causa-diabetes-tipo-1/">cura</a> real para o diabetes, e esta cura será sem dúvida nenhuma um resultado das pesquisas que o dr. Bennet conduziu&#8221;.</p>
 Medalha agraciada aos vencedores do Prêmio Harold Hamm.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE O DR. BENNETT DESCOBRIU?</strong></p>
<p>Ao longo de sua extensa carreira, Peter Bennet expandiu de diversas maneiras os horizontes da comunidade científica quanto ao diabetes, suas causas e o que podemos fazer para preveni-lo. Ele foi a primeira pessoa, por exemplo, a falar sobre &#8220;<strong>prevenção de diabetes</strong>&#8220;, através de uma <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">dieta adequada</a> e de exercícios físicos.</p>
<p>Além disso, Bennett tem contribuição fundamental na descoberta de que a <a title="O segredo para uma vida muito mais saudável" href="http://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/"><strong>resistência à insulina</strong></a> é um forte fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Foi ele também que determinou as bases do que, hoje, são considerados os critérios internacionalmente aceitos para o <a href="http://www.diabeticool.com/criterios-para-o-diagnostico-do-diabetes-tipo-1/">diagnóstico do diabetes tipo 1</a> e do tipo 2.</p>
<p>A comunidade diabética tem, com certeza, muito a agradecer a este iluminado cientista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Centro Harold Hamm de Estudos do Diabetes lançou um vídeo comemorativo do prêmio. Assista-o logo abaixo (em inglês) e conheça mais sobre as pesquisas pioneira do laureado dr. Bennett.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/Xe-NLKFLaU4?wmode=transparent" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/um-homem-que-todos-nos-deveriamos-agradecer/">Um homem que todos nós deveríamos agradecer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes e gravidez: controle de glicemia no pré-natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2013 11:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Planejar a gravidez é essencial para a mulher diabética, pois ela precisa ter o melhor controle glicêmico possível para que não haja complicações na gestação. Diabetes é uma doença metabólica que afeta a manutenção da glicose no organismo, caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia). No contexto gestação e gravidez há duas formas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Planejar a gravidez é essencial para a mulher diabética, pois ela precisa ter o melhor controle glicêmico possível para que não haja complicações na gestação.</em></p>
<p><span id="more-5256"></span></p>
<p>Diabetes é uma doença metabólica que afeta a manutenção da glicose no organismo, caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia). No contexto gestação e gravidez há duas formas de abordar a doença: o caso de mulheres que já eram diabéticas antes da gravidez, e naquelas nas quais a doença foi adquirida após a concepção, denominada diabetes gestacional.</p>
<p><strong>A gravidez da mulher diabética</strong></p>
<p>Planejar a gravidez é essencial para a mulher diabética, pois ela precisa ter o melhor controle glicêmico possível para que não haja complicações na gestação, o que pode comprometer a formação do bebê.</p>
<p>Segundo a médica Rossana Pulcinelli, professora associada da disciplina de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP), caso a paciente diabética tenha algum problema de saúde relacionado à doença, ele deve ser tratado antes da concepção.</p>
<p>“Complicações como problemas renais e oculares devem ser tratados antes da gravidez para que não sejam agravados”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabetes gestacional</strong></p>
<p>Neste caso, mulheres com excesso de peso são mais predispostas a desenvolver o problema. Também entram neste grupo as com histórico de diabetes tipo 2 na família, hipertensas ou que, em gestações anteriores, tiveram bebês nascidos com mais de 4kg.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabetes e o bebê</strong></p>
<p>Quando a mãe é diabética, devido às grandes cargas de glicose que são enviadas ao bebê, a criança tende a crescer mais que o normal, o que pode acarretar em parto prematuro.</p>
<p>“Uma criança exposta ao ambiente intrauterino com muita glicose tem grandes chances de ser diabética e obesa na vida adulta”, alerta a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p>A diabetes age de forma silenciosa, entretanto, quando há suspeita da doença, as pacientes são submetidas a um teste de tolerância à glicose. A forma mais popular é por sobrecarga de glicose via oral, exame que avalia a glicemia do organismo após sua ingestão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>Na fase inicial da doença, o tratamento é baseado em dietas, exercícios físicos e controle glicêmico, entretanto, quando essas medidas já não são mais suficientes, o paciente deve partir para o uso da insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p>Manter um peso adequado antes da gestação, praticar atividades físicas e possuir uma vida saudável de um modo geral são pontos essenciais para a prevenção da diabetes durante a gravidez.</p>
<p>“É importante que a paciente diabética gestacional, mesmo após a gestação, continue fazendo avaliações de glicemia para manter-se informada de seu quadro clínico, pois o maior fator de risco pra uma mulher tornar-se diabética é ter tido diabetes na gravidez”, diz Rossana.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/saude/noticias/diabetes-e-gravidez-controle-de-glicemia-no-pre-natal?page=1" target="_blank" rel="nofollow noopener">Exame.com</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-e-gravidez-controle-de-glicemia-no-pre-natal/">Diabetes e gravidez: controle de glicemia no pré-natal</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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