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	<title>derrame | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes tipo 1 aumenta entre os jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2014 21:21:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda: conheça um pouquinho da história do Cedeba, centro de excelência baiano no tratamento do diabetes. O diabetes é a doença que mais mata no Brasil, e uma das principais responsáveis por complicações cardiovasculares que normalmente terminam em infarto e derrame. Quando não controlada adequadamente, também pode levar à cegueira e amputações de membros. Dados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ainda: conheça um pouquinho da história do Cedeba, centro de excelência baiano no tratamento do diabetes.</em><span id="more-7195"></span></p>
<p>O diabetes é a doença que mais mata no Brasil, e uma das principais responsáveis por <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">complicações cardiovasculares</a> que normalmente terminam em infarto e derrame. Quando não controlada adequadamente, também pode levar à cegueira e amputações de membros. Dados do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), de 2000 a 2010, o diabetes matou mais de 470 mil pessoas, fazendo com que o Brasil atingisse a quarta posição em número de casos no mundo. Atualmente são mais de 13,4 milhões de pessoas com diabetes do tipo 2, especialmente as obesas e abaixo dos 40 anos.</p>
<p>Antigamente o diabetes tipo 2 era associada ao envelhecimento e as pessoas que mais sofriam eram os idosos. Hoje, o Ministério da Saúde faz um alerta devido ao crescimento da doença em pessoas com idade abaixo de 40 anos. O alerta é geral: o perfil mudou, mas os riscos ainda são os mesmos que têm feito os brasileiros se tornarem vítimas precoces de doenças como infarto ou derrame. Conforme a coordenadora de planejamento do Cedeba, Odelisa Matos, a doença tem atingido pessoas jovens devido à obesidade atrelada a problemas com alimentação e histórico familiar.</p>
<p>Odelisa ainda reforçou que alimentação inadequada e hipercalórica, aumento da obesidade, sedentarismo e estresse são os primeiros fatores para adquirir a doença. Para chamar atenção dos riscos da diabetes, no próximo dia 24 (segunda-feira), o Cedeba, unidade de média complexidade da rede estadual de saúde, completa 20 anos e faz uma programação para discutir a doença.</p>
<p>As peças-chave para a prevenção do diabetes tipo 2 são simples. Por mais que os médicos repitam isso, no entanto, a <a title="Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg" href="http://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">mudança no estilo de vida</a> é fundamental para a prevenção e sucesso no tratamento. “O diabetes é uma doença que não tem cura e prevenir é a melhor opção para evitar a doença. É preciso que pessoas que tenham histórico de parentes que têm a doença se previnam com uma alimentação equilibrada, evitando o abuso de doces e gorduras, aliada a prática de exercícios físicos regularmente”, disse a coordenadora do Cedeba.</p>
<p>Uma dieta rica em fibras e com menor quantidade de gorduras como óleos, creme de leite e manteiga é a recomendação principal dos especialistas. No Cedeba são atendidos mil pacientes adultos com DM1 por dia, procedentes da capital e interior. O acompanhamento, voltado para o autocuidado, segundo Odelisa, é muito importante para evitar as complicações do diabetes, que reduzem a qualidade de vida e podem incapacitar o cidadão. “Quando uma pessoa é diagnosticada com o diabetes, os médicos da rede pública já encaminham essas pessoas para tratamento no Cedeba”.</p>
<p>O diabetes tipo 1, que ocorre com a destruição das células do pâncreas que produzem insulina, é menos frequente que o tipo 2, mas os riscos de complicações são idênticos, caso o paciente não mantenha a doença sob controle.</p>
<p>Segundo levantamento feito na década de 80, o diabetes estava presente em 7,6% da população brasileira: o tipo 2 representava 90% desse percentual, enquanto o DM1, de 5 a 10%. Atualmente, a coordenadora disse que 8% das pessoas sofrem com a doença, por conta do aumento da obesidade e do sedentarismo, o tipo 2 vem <a title="Portugal: mortes por diabetes bateram o recorde em 2012" href="http://www.diabeticool.com/portugal-mortes-por-diabetes-bateram-o-recorde-em-2012/">crescendo na população jovem</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>20 anos de combate à doença</strong></p>
<p>Para discutir mais sobre o assunto, o Cedeba fará uma celebração com uma programação no auditório do Centro de Atenção à Saúde Professor José Maria de Magalhães Netto, que começa a partir das 12 horas, nos dias 24, 26 e 27. A diretora e fundadora do Cedeba, a endocrinologista, Reine Chaves, faz a palestra de abertura enfocando o tema “Cedeba: Vinte anos de avanços e conquistas”. No dia 25, a assistente social da Sesab Erica Bowes enfoca “Ética no Ambiente de Trabalho”; e no dia 27, o tema será “Humanização da Saúde” pela psicóloga Jeane Braidy.</p>
<p>O Cedeba nasceu pela vontade de um grupo de profissionais que acreditou na proposta de um novo modelo de assistência para o paciente diabético. O sonho transformou-se em realidade, permitindo ao Cedeba tornar-se Centro de Referência em diabetes e outras endocrinopatias, não só na Bahia, mas em âmbito nacional e internacional.</p>
<p>A unidade que “vem fazendo a diferença na saúde pública na Bahia”, como destaca a diretora, tem ampliado e aprimorado os serviços, focando na assistência, disseminação de conhecimentos e capacitação dos profissionais da atenção básica da capital e interior.</p>
<p>O Cedeba é hoje um centro de referência no Brasil credenciado pela World Diabetes Foundation. É modelo para o Brasil e para os países de língua portuguesa. O Programa de Capacitação e Educação em Diabetes (Proced) expandiu a experiência do Cedeba para países de língua portuguesa, em colaboração com a World Diabetes Foundation.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.tribunadabahia.com.br/2014/03/22/diabetes-tipo-1-aumenta-entre-os-jovens">Tribuna da Bahia</span></strong></p>
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		<title>Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 13:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores monitoraram jovens por 24 horas durante sete dias para medir padrões de atividade física e sono. &#160; Um estudo publicado pelo The Journal of Pediatrics mostra que a falta de sono pode estar aumentando o risco de desenvolver diabetes, doenças cardíacas e derrame em adolescentes obesos. A falta de sono e a obesidade têm &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores monitoraram jovens por 24 horas durante sete dias para medir padrões de atividade física e sono.</em><span id="more-7094"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um estudo publicado pelo The Journal of Pediatrics mostra que a falta de sono pode estar aumentando o risco de desenvolver diabetes, doenças cardíacas e derrame em adolescentes obesos.</p>
<p>A falta de sono e a obesidade têm sido associadas com um risco aumentado de <a title="Ácido úrico favorece doenças cardiovasculares e diabetes" href="http://www.diabeticool.com/acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> e metabólicas em adultos e crianças. Entretanto, a relação ainda não era tão clara em adolescentes, uma faixa etária conhecida por dormir mal e com uma prevalência de sobrepeso 30% nos Estados Unidos.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Michigan acompanharam 37 adolescentes obesos com idades entre 11 e 17 anos. Seus fatores de risco para diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, como os níveis de colesterol e açúcar no sangue, a circunferência abdominal, o índice de massa corporal (IMC) e a pressão arterial, foram medidos com o intuito de criar escore para o risco cardiometabólico.</p>
<p>Os participantes foram equipados com monitores, usados 24 horas durante sete dias, para medir padrões de atividade física e sono.</p>
<p>Um terço dos participantes atendeu à recomendação mínima de ser fisicamente ativo — ou seja, exercitar-se por, pelo menos, 60 minutos ao dia. A maioria dos adolescentes dormia cerca de sete horas por noite, geralmente acordando pelo menos uma vez durante a madrugada. Apenas cinco participantes reuniram os índices mínimos de sono recomendados (oito horas e meia de sono por noite).</p>
<p>Mesmo após o controle dos fatores que podem agir sob o risco cardiometabólico, como o IMC e atividade física, os baixos níveis de sono permaneceram como a influência mais significativa para o aumento do risco cardiometabólico em adolescentes obesos.</p>
<p>Isso mostra que, mesmo entre aqueles já considerados propensos a desenvolver doenças cardiometabólicas, neste caso, a diminuição da duração do <a title="Dormir pouco muda muito o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-muda-muito-o-nosso-corpo/">sono em adolescentes</a> obesos foi o principal fator risco para a patologia. A pesquisa não pode determinar se a falta de sono causa as doenças cardiometabólicas ou se a obesidade ou outros fatores causam distúrbios do sono.</p>
<p>— No entanto, a forte associação entre a duração do sono e o escore de risco cardiometabólico, independente dos efeitos da composição corporal e da atividade física, sugere uma possível influência da quantidade de sono na saúde cardiometabólica em adolescentes obesos— diz a pesquisadora e coordenadora do estudo, Heidi IglayReger.</p>
<p>Os dados fornecem evidências de que a avaliação objetiva do sono pode ser uma ferramenta de triagem útil para identificar adolescentes em risco. Estudos posteriores ainda são necessários para determinar se a melhora na <a title="Diabetes: cuidados que o portador deve ter antes e durante o exercício" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-cuidados-que-o-portador-deve-ter-antes-e-durante-o-exercicio/">duração do sono</a> poderia diminuir o risco de desenvolver doenças cardiometabólicas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2014/03/falta-de-sono-pode-aumentar-risco-de-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-adolescentes-obesos-4439666.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora </a></strong></p>
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		<title>Nem todo mundo é igual na hora de calcular o peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 18:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão europeu defende que cálculo do IMC deve variar de acordo com a etnia da pessoa, o que ajudaria a prevenir novos casos de diabetes tipo 2. O diabetes não diferencia gênero (tanto homens quanto mulheres podem desenvolver a doença com a mesma probabilidade), idade, orientação sexual ou tamanho da conta bancária. Porém, a doença &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Órgão europeu defende que cálculo do IMC deve variar de acordo com a etnia da pessoa, o que ajudaria a prevenir novos casos de diabetes tipo 2.</em><span id="more-6665"></span></p>
 Você está em risco de desenvolver o diabetes? A resposta pode estar na sua descendência.
<p>O diabetes não diferencia gênero (tanto homens quanto mulheres podem desenvolver a doença com a mesma probabilidade), idade, orientação sexual ou tamanho da conta bancária. Porém, a doença exibe significativas diferenças entre <strong>etnias</strong> <strong>diversas</strong>. Pessoas de descendência <strong>asiática</strong>, <strong>africana</strong>, <strong>caribenha</strong> ou do <strong>Oriente Médio</strong> apresentam chances até <strong>6 vezes maiores de desenvolver diabetes tipo 2 </strong>e demais complicações decorrentes do sobrepeso. Para elas, novos e diferenciados critérios devem ser criados a fim de que estejam alertas sobre os perigos de estar acima do peso normal.</p>
<p>Esta é a conclusão de um estudo do <em>National Institute for Health and Care Excellence</em> (NICE), órgão do sistema de saúde inglês que emite análises sobre a saúde da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FUGINDO DOS PADRÕES DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL</strong></p>
<p>De acordo com os especialistas do NICE, os valores de Índice de Massa Corporal (IMC) &#8211; medida tradicionalmente utilizada para definir quem está acima ou abaixo do peso &#8211; considerados &#8220;normais&#8221; não devem ser os mesmos entre pessoas de descendência européia e de outras etnias.</p>
<p>No modelo tradicional, qualquer pessoa é considerada &#8220;acima do peso&#8221; se tiver um IMC entre 25 e 29.9. Valores acima disto indicam obesidade. A faixa de peso &#8220;normal&#8221; é de 18.5 a 24.9.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Aprenda aqui a calcular o seu IMC</a></strong></p>
<p>A sugestão do NICE é que, para os grupos étnicos citados no primeiro parágrafo, o valor do IMC relacionado ao sobrepeso deve ser 23 (ao invés do tradicional 25). O valor para &#8220;obesidade&#8221; também deve ficar mais estrito: dos atuais 30 passaria para 27.5.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE AS ETNIAS DEVEM SEGUIR VALORES DE IMC DIFERENTES?</strong></p>
<p>O professor Mike Kelly, diretor do NICE, explicou: &#8220;O diabetes tipo 2, doenças cardíacas e derrames são condições que colocam a vida em risco, as quais as pessoas de descendência africana, caribenha e asiática têm probabilidades maiores de contrair do que a população no geral. As pessoas de tais descendências não apenas têm 6 vezes mais chances de desenvolver diabetes tipo 2, elas também possuem chances 50% maiores de morrer vítimas de doenças cardiovasculares e sofrem destas condições em idades mais jovens&#8221;.</p>
<p>Sabendo que diabetes tipo 2, <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">doenças cardiovasculares</a> e derrames estão intimamente ligadas ao sobrepeso e à obesidade, o NICE refez os cálculos do IMC considerados &#8220;de risco&#8221; para estas populações e, por isto, aconselha agora que estes grupos étnicos sejam considerados &#8220;acima do peso&#8221; a partir de um valor de IMC menor que o tradicional.</p>
<p>O relatório do NICE afirma que, caso a mudança nos valores de IMC sugeridas sejam aceitas, o sistema de saúde do Reino Unido economizará até R$52 bilhões anuais ao prevenir o desenvolvimento do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
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		<title>Aumentar 1,5 km no deslocamento diário ajuda a proteger o coração</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/aumentar-15-km-no-deslocamento-diario-ajuda-a-proteger-o-coracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jan 2014 19:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[infarto]]></category>
		<category><![CDATA[obesos]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Yates]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo estudo britânico, adicionar essa distância no dia a dia reduz em 10% o risco de derrame e infarto. O benefício é mais evidente em obesos e diabéticos. Estacionar um pouco mais longe do trabalho, ir a pé até a padaria ou optar pelas escadas em vez do elevador. Pequenas mudanças no dia a dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo estudo britânico, adicionar essa distância no dia a dia reduz em 10% o risco de derrame e infarto. O benefício é mais evidente em obesos e diabéticos.<span id="more-6468"></span></em></p>
<p>Estacionar um pouco mais longe do trabalho, <a title="História inspiradora: mulher perde 40kg em 18 meses e reverte o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/historia-inspiradora-mulher-perde-40kg-em-18-meses-e-reverte-o-diabetes/">ir a pé</a> até a padaria ou optar pelas escadas em vez do elevador. Pequenas mudanças no dia a dia são dicas conhecidas para afinar a silhueta sem ter que passar horas na academia. Agora, elas também podem ser poderosas na redução de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC). Isso se forem capazes de garantir um acréscimo de pelo menos 2 mil passos diários. A conclusão é de um grande estudo internacional publicado na última edição de dezembro da revista The Lancet e liderado por Thomas Yates, do Hospital Geral Leicester, no Reino Unido. O aumento de em média 1,5km na mobilidade diária pode diminuir em 10% a ocorrência de doenças cardíacas, especialmente em pacientes com fatores de risco graves, como o diabetes.</p>
<p>“Até onde nós sabemos, esse é o primeiro estudo a investigar a associação entre a mobilidade diária e a ocorrência de eventos cardiovasculares em adultos com risco”, diz Yates. A equipe liderada pelo pesquisador acompanhou 9.306 indivíduos de 40 países entre janeiro de 2002 e janeiro de 2004. Eles tinham <a title="Crise em Cuba pode ter diminuído diabetes e doenças do coração" href="http://www.diabeticool.com/crise-em-cuba-pode-ter-diminuido-diabetes-e-doencas-do-coracao/">doença cardiovascular</a> com 50 anos de idade ou menos ou um fator de risco adicional no caso dos que ultrapassaram os 55 anos. Em comum, todos apresentavam tolerância à glicose diminuída, uma condição pré-diabética de hiperglicemia associada à resistência à insulina e ao aumento do risco de uma patologia cardiovascular. O estado também pode preceder o diabetes mellitus tipo 2.</p>
<p>O estudo foi capaz de fornecer nova evidência para o papel cardioprotetor da atividade física diária independentemente do peso corporal do paciente. Segundo o líder do trabalho, essa conclusão é reforçada por vários mecanismos biológicos constantemente associados ao aumento da atividade física. Entre eles, melhora no metabolismo lipídico, isto é, a digestão e a absorção das gorduras, além da diminuição do cálcio na artéria coronária. A alta concentração dessa substância no sangue pode levar a uma doença relativamente comum, a hipercalcemia. “Andar a pé é conhecida como a escolha preferida e mais comum de atividade física e de mudança de comportamento”, diz o cientista.</p>
<p>A quantidade de passos dados pelos participantes foi medida por meio de um pedômetro (leia Para saber mais). Segundo Yates, o uso de equipamentos do tipo melhora os resultados em iniciativas para que as pessoas passem a se movimentar mais. Esse benefício é percebido principalmente em pacientes com intolerância à glicose. Yale estima que o aumento de passos proposto seria equivalente a 20 minutos por dia de caminhada moderada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estímulo</strong></p>
<p>Segundo Leandro Echenique, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein, um outro trabalho de pesquisa também com o uso de pedômetro mostrou que quem usa o aparelho tem uma aderência maior à atividade física. Isso porque o acompanhamento gera um incentivo que, geralmente, leva a uma perda maior de peso. “A pessoa acaba vendo o número de passos e se sente estimulada a continuar a atividade física.”</p>
<p>Echenique lembra que o recomendado atualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é 10 mil passos por dia para a população comum. Idosos podem se restringir a 8.500 passos. “O que esse estudo traz a mais é conseguir quantificar esse benefício de uma maneira objetiva com uma população de alto risco tanto para diabetes quanto para problemas cardíacos”, avalia.</p>
<p>Chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, João Carlos Guaragna também acredita que a questão central do estudo é confirmar a existência de um benefício vascular da atividade física para um grupo específico. Guaragna conta que um estudo anterior mostrou que pessoas com diabetes tipo 1 que praticam 150 minutos de atividade física por semana conseguem reduzir pela metade a dose de insulina indicada para manter sob controle o nível de glicose no sangue.</p>
<p>“O diabetes não é importante por si só, mas porque também causa doença cardíaca. Pela primeira vez, provaram a redução no desfecho cardíaco, nos eventos graves e na morte por essas doenças em pacientes sob esse risco”, avalia. Ele considera a descoberta muito importante do ponto de vista prático, até mesmo para os próprios médicos. Constantemente, quando pacientes são questionados sobre sedentarismo, o médico tende a não considerar a atividade feita naturalmente, isto é, casos em que a pessoa, apesar de não fazer uma <a title="10 Benefícios da Atividade Física" href="http://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/">atividade física</a> específica, está sempre em movimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cuidados redobrados</strong></p>
<p>Entre as principais causas para doenças cardiovasculares, estão a vida sedentária, o consumo excessivo de alimentos ricos em gordura e sal, a ingestão de álcool e o tabagismo. Elas levam aos fatores de risco principais, como a obesidade e o diabetes. Por consequência, proteger o coração envolve atividades contrárias: fazer exercícios físicos, ter uma alimentação rica em frutas e legumes e não fumar.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/01/12/noticia_saudeplena,147079/aumentar-1-5-km-no-deslocamento-diario-ajuda-a-proteger-o-coracao.shtml">Saúde Plena</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumentar-15-km-no-deslocamento-diario-ajuda-a-proteger-o-coracao/">Aumentar 1,5 km no deslocamento diário ajuda a proteger o coração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O segredo para uma vida muito mais saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 22:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Anil Nigam]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[exercícios físicos de alta intensidade]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto do Coração]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Montreal]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais uma maneira cientificamente comprovada de combater os sintomas do diabetes &#8211; e, de quebra, do pré-diabetes também &#8211; acaba de ser revelada. Médicos e especialistas em diabetes já sabiam que tanto a dieta mediterrânea quanto exercícios de alta intensidade, separadamente, ajudam a melhorar a qualidade de vida de quem está com a doença. Agora, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais uma maneira cientificamente comprovada de combater os sintomas do diabetes &#8211; e, de quebra, do pré-diabetes também &#8211; acaba de ser revelada.</em></p>
<p><span id="more-5489"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Médicos e especialistas em diabetes já sabiam que tanto a <strong><a title="Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea" href="http://www.diabeticool.com/conheca-os-novos-beneficios-da-dieta-mediterranea/">dieta mediterrânea</a></strong> quanto <strong>exercícios de alta intensidade</strong>, separadamente, ajudam a melhorar a qualidade de vida de quem está com a doença. Agora, um novo estudo determinou os benefícios de se fazer as duas coisas, ou seja, seguir a dieta <strong>E</strong> praticar exercícios físicos de alta intensidade. Os resultados são animadores, surpreendentes e trazem muitas esperanças para quem luta contra o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE É A DIETA MEDITERRÂNEA</strong></p>
<p>Em termos simples, seguir uma dieta mediterrânea significa comer grandes quantidades de vegetais, grãos e peixes, pequenas porções de carne e muito azeite de oliva.</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">ENCONTRE AQUI RECEITAS</a> SAUDÁVEIS E ESPECIAIS PARA QUEM ESTÁ COM DIABETES!</strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE SÃO EXERCÍCIOS FÍSICOS DE ALTA INTENSIDADE?</strong></p>
<p>São padrões de exercícios cardiovasculares baseados em atividades de altíssima intensidade, realizadas em um pequeno espaço de tempo, intermeadas por &#8220;pausas&#8221; de atividade mais leves. A duração total do treino é de 20-30 minutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS RESULTADOS DA MISTURA DOS DOIS</strong></p>
<p>Quando a dieta mediterrânea e os <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">exercícios de alta intensidade</a> foram realizados em conjunto, uma melhora espantosa na qualidade de vida foi observada. Cientistas do Instituto do Coração de Montreal, no Canadá, acompanharam durante anos um grupo de voluntários que seguiu as duas orientações. Os resultados foram anunciados no último Congresso Cardiovascular Canadense, que ocorreu na semana passada.</p>
<p>Todos os voluntários do estudo possuíam <strong>obesidade abdominal</strong>, que é o excesso de gordura na região do estômago e abdômen. A <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">obesidade abdominal</a> é perigosíssima, já que aumenta bastante os riscos de doenças cardíacas, derrames, diabetes, colesterol alto e pressão alta, além de piorar a maneira como o corpo utiliza a insulina (condição conhecida como <strong>resistência à insulina</strong>).</p>
<p>Após meros nove meses do início dos estudos, veja quais foram os ganhos de saúde dos participantes:</p>
<ul>
<li>A circunferência na cintura diminuiu, em média, 8 centímetros;</li>
<li>A pressão sangüínea diminuiu (em 6mmHg);</li>
<li>Houve melhora de condicionamento físico de 15%;</li>
<li>Taxas de açúcar no sangue <strong>despencaram 23% nos voluntários que estavam com diabetes</strong> e 10% nos demais.</li>
</ul>
<p>Todas estas características, somadas, são comprovadamente um estímulo para a melhora da qualidade de vida, do funcionamento físico e até mesmo da cognição.</p>
 Praticar exercícios físicos (sejam eles de alta intensidade ou não) sempre ajudou diabéticos a melhorar a saúde.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PALAVRAS DE ESTÍMULO</strong></p>
<p>O doutor Anil Nigam, um dos autores do trabalho, notou um dado interessante nos voluntários: &#8220;<strong>No geral, quanto mais doente você estiver, maiores serão os benefícios do programa</strong>. Os maiores progressos nos níveis de açúcar no sangue foram alcançados pelos indivíduos que tinham diabetes, justamente aqueles com maior quantidade de açúcar na circulação.&#8221;</p>
<p>Comentando a notícia, a porta-voz de uma ONG canadense voltada à prevenção e estudo de <a title="Diabetes e Infarto: entenda como a doença afeta o coração" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-infarto-entenda-como-a-doenca-afeta-o-coracao/">doenças cardíacas</a> e derrames disse: &#8220;Quando falamos em perda de peso e em redução dos riscos de doenças do coração e derrames, as pessoas logo buscam uma fórmula mágica. Mas não há mágica &#8211; a solução é se ater a dicas básicas e controlar a maneira como vivemos. <strong>Nós temos o poder de prevenir até 80% das doenças cardíacas prematuras e de derrames</strong>&#8220;.</p>
<p>A mágica está em se cuidar. E seguir a dieta mediterrânea, aliada a exercícios físicos intensos, parece ser um ótimo caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cancelado promissor novo remédio contra o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2013 14:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[aleglitazar]]></category>
		<category><![CDATA[AstraZeneca]]></category>
		<category><![CDATA[Bristol-Myers Squibb]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Merck]]></category>
		<category><![CDATA[PPAR]]></category>
		<category><![CDATA[problemas renais]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Roche]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roche suspende linha de pesquisas de medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em diabéticos tipo 2. Na maioria das vezes que o Diabeticool publica matérias sobre resultados de testes de novos medicamentos para o diabetes, elas trazem boas novidades. Isto é, geralmente as notícias tratam de resultados positivos de testes clínicos, ou então mencionam possíveis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Roche suspende linha de pesquisas de medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em diabéticos tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-4935"></span></p>
<p>Na maioria das vezes que o <strong>Diabeticool</strong> <a href="http://www.diabeticool.com/fasiglifam-novo-remedio-japones-para-tratamento-do-diabetes/">publica matérias sobre resultados de testes de novos medicamentos para o diabetes</a>, elas trazem boas novidades. Isto é, geralmente as notícias tratam de resultados positivos de testes clínicos, ou então mencionam possíveis datas de lançamento de remédios. Porém, infelizmente, nem sempre é possível publicar novidades boas.</p>
<p>Devido à extrema dificuldade de se produzir remédios para o combate de uma doença complexa como o diabetes, é comum a indústria farmacêutica acabar investindo centenas de milhões de dólares no desenvolvimento de um medicamento que, descobre-se depois, não funciona.</p>
<p>Foi o que aconteceu com a gigante farmacêutica <a title="Glicosímetros Accu-Chek podem sumir do mercado" href="http://www.diabeticool.com/glicosimetros-accu-chek-podem-sumir-do-mercado/">Roche</a>. A empresa anunciou na quarta-feira que suspendeu a linha de pesquisas de um novo medicamento que prometia prevenir doenças cardiovasculares em quem está com diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE O MEDICAMENTO FOI CANCELADO?</strong></p>
<p>O remédio que a Roche estava desenvolvendo era baseado no princípio ativo chamado de <strong>aleglitazar</strong>. As pesquisas já haviam chegado em estágio bastante avançado &#8211; o de testes clínicos de nível 3 &#8211; quando a empresa cancelou a operação.</p>
<p>De acordo com representantes da Roche, os mais recentes testes mostraram que o aleglitazar não foi capaz de prevenir efetivamente as doenças cardiovasculares em pacientes diabéticos tipo 2 e com alto risco de ter tais doenças.</p>
<p>Mais do que isto: o medicamento aumentou os riscos de fraturas, problemas renais e falhas no funcionamento do coração, além de não ter efeitos positivos na diminuição das chances de problemas cardíacos e <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">derrames</a>.</p>
<p>O dr. Hal Barron, coordenador global de desenvolvimento de novos produtos da Roche, disse em declaração à imprensa que &#8220;todos estamos frustrados com este resultado, uma vez que esperávamos que o aleglitazar traria benefícios significativos a pacientes com diabetes tipo 2&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A MALDIÇÃO DOS PPARs</strong></p>
<p>A ação positiva do remédio baseado no aleglitazar se daria através de dois receptores protéicos chamados de PPARs, um deles relacionado ao controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicose no sangue </a>e o outro aos lipídios no sangue. Em tese, a molécula seria capaz de ativar vias de sinalização dos PPARs, porém os últimos testes clínicos mostraram que as coisas não são assim tão simples.</p>
<p>Não é a primeira vez que drogas baseadas nos receptores PPAR falham em obter bons resultados. Outras grandes empresas farmacêuticas, como a <a href="http://www.diabeticool.com/resultados-encorajadores-em-remedios-experimentais/">Merck</a>, Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca, também já tentaram desenvolver medicamentos que atuam nos PPARs. Todos falharam, especialmente devido a efeitos secundários perigosos.</p>
<p>Apesar deste cancelamento, ainda há diversos novos medicamentos em fases avançadas de estudos e que podem trazer alívio a quem está com diabetes já nos próximos anos. Acompanhe as novidades aqui no <strong>Diabeticool</strong>, que sempre traz as notícias mais atualizadas para que você viva de bem com o diabetes!</p>
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		<title>Os riscos de derrames em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 17:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[beber]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati]]></category>
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		<category><![CDATA[Stroke]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Efeitos do diabetes aumentam os riscos de jovens sofrerem derrames. Entenda o porquê disto e aprenda o que fazer para se prevenir! Você acha que pessoas que estão com diabetes têm mais chances de sofrer um derrame do que quem não está com a condição? Se sim, o risco seria maior entre pacientes mais jovens &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Efeitos do diabetes aumentam os riscos de jovens sofrerem derrames. Entenda o porquê disto e aprenda o que fazer para se prevenir!</em></p>
<p><span id="more-4780"></span></p>
<p>Você acha que pessoas que estão com diabetes têm mais chances de sofrer um derrame do que quem não está com a condição? Se sim, o risco seria maior entre pacientes mais jovens ou entre aqueles com mais de 65 anos?</p>
<p>A resposta a estas questões foi encontrada por cientistas norte-americanos. Em recente pesquisa, publicada no periódico médico <em>Stroke</em>, profissionais de saúde do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, nos EUA, descobriram que a relação entre risco de derrame e o diabetes pode ser bastante contra-intuitiva.</p>
<p>Há muito tempo se sabe que diabéticos correm, sim, maiores riscos de sofrer derrames. É sabido, também, que derrames em diabéticos costumam ser mais severos e sua cura, mais complicada. Isto acontece porque a <a title="Óleo de peixe ajuda a prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/oleo-de-peixe-ajuda-a-prevenir-diabetes-tipo-2/">glicemia</a> mal controlada causa danos progressivos aos vasos sangüíneos. E os vasos têm tudo a ver com derrames.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENTENDENDO O QUE É UM DERRAME</strong></p>
<p>Em termos simples, &#8220;derrame&#8221; é o nome da condição médica na qual algum dos diversos vasos sangüíneos que alimentam e levam oxigênio ao cérebro sofrem algum tipo de colapso. Por exemplo, estes vasos podem ficar bloqueados, impedindo a passagem de sangue e nutrientes ao cérebro, os então eles podem se romper, extravasando o sangue (por isso o nome &#8220;derrame&#8221;) para lugares onde ele não deveria estar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUEM TEM MAIS RISCOS DE DERRAME?</strong></p>
<p>A nova pesquisa dos médicos americanos estudou exclusivamente o efeito do diabetes nos riscos de derrame.</p>
<p>Os resultados mostram que diabéticos com mais de 65 anos têm de 2 a 3 vezes mais chances de sofrer um derrame do que pessoas não-diabéticas da mesma idade. <strong>Entre os diabéticos mais jovens, o risco aumenta enormes 12 vezes</strong>.</p>
<p>As conclusões da pesquisa podem parecer contra-intuitivas (<em>como é que os mais jovens têm maiores riscos de derrame do que os mais velhos?!</em>), porém fazem sentido. A médica Jane Khoury, uma das autoras da pesquisa, explica que seu trabalho estudou apenas o efeito do diabetes no aumento das chances de derrame. Pacientes mais jovens possuem menos fatores de risco adicionais para <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">derrames</a>, por isso o efeito do diabetes é maior.</p>
<p>&#8220;Quando os pacientes chegam aos seus 70 anos, maiores são os efeitos de outros fatores de risco, portanto o efeito individual do diabetes não parece tão grande&#8221;, explica a médica.</p>
<p>A dra. Khoury alerta: &#8220;Nossos dados mostram que o diabetes é um fator de risco prevenível muito importante para derrames. Nós precisamos nos certificar que diabéticos sejam bem monitorados, especialmente os mais novos, e que quaisquer outros fatores de risco, como hipertensão, fumo e fibrilação atrial sejam corrigidos nestes pacientes.&#8221;</p>
<p>&#8220;Este é outro motivo para ser vigilante no controle do diabetes&#8221;, avisa a médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICAS PARA DIABÉTICOS EVITAREM DERRAMES</strong></p>
<p>Seguir algumas orientações simples podem diminuir em muito os riscos de derrames em diabéticos. Vamos à elas!</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li>Manter um controle rígido da glicemia</li>
<li>Seguir sempre as orientações médicas com cuidado e atenção</li>
<li>Evitar fumar e beber em demasia</li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">Alimentar-se de maneira correta e balanceada</a>, mantendo o peso dentro de limiares saudáveis</li>
<li>Checar periodicamente os níveis de colesterol</li>
<li>Exercitar-se regularmente</li>
</ul>The post <a href="https://www.diabeticool.com/os-riscos-de-derrames-em-diabeticos/">Os riscos de derrames em diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Comer abacate faz bem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 13:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[abacate]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[Hass Avocado Board]]></category>
		<category><![CDATA[HDL]]></category>
		<category><![CDATA[National Health and Nutrition Examination Survey]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Fulgoni]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela os benefícios da fruta na prevenção do diabetes tipo 2 e para a saúde no geral. Alimentos naturais, como frutas e verduras, são sempre indicados a quem precisa manter uma dieta saudável e equilibrada. Que a maioria deles faz bem não é segredo; a influência destas comidas no desenvolvimento e cura de doenças, &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/comer-abacate-faz-bem/">Comer abacate faz bem?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela os benefícios da fruta na prevenção do diabetes tipo 2 e para a saúde no geral.</em></p>
<p><span id="more-3654"></span></p>
<p>Alimentos naturais, como frutas e verduras, são sempre indicados a quem precisa manter uma dieta saudável e equilibrada. Que a maioria deles faz bem não é segredo; a influência destas comidas no desenvolvimento e cura de doenças, porém, sempre pode nos surpreender. Foi o que aconteceu com o <a title="Vitamina K1 corta ao meio chances de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/vitamina-k1-corta-ao-meio-chances-de-diabetes-tipo-2/"><strong>abacate</strong> </a>na última semana, quando um longo estudo concluiu que a verde fruta pode ajudar a proteger contra o <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">diabetes tipo 2</a> e demais problemas de saúde.</p>
<p>A conclusão foi baseada em um grande projeto realizado nos EUA, chamado de <em>National Health and Nutrition Examination Survey</em> (algo como Pesquisa de Avaliação da Saúde e Nutrição Nacionais), que durou de 2001 a 2008. Nele, mais de 17.500 adultos norte-americanos anotaram absolutamente tudo o que comeram durante um período de 24 horas. Depois, os dados foram comparados visando a determinar a influência da alimentação na saúde dos voluntários.</p>
<p>Destes 17.500 entrevistados, 347 deles &#8211; metade homens e metade mulheres &#8211; comeram abacate durante o período estudado. Ao terem a sua saúde analisada, estas pessoas <strong>apresentaram melhor absorção de nutrientes essenciais e indicadores de saúde mais positivos que a média</strong>.</p>
<p>Em detalhes: os &#8220;comedores de abacate&#8221; tinham menor peso corporal, cinturas mais finas, índices significativamente maiores de <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">HDL</a> (o &#8220;colesterol bom&#8221;) e 50% menos chances de desenvolver a <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">síndrome metabólica</a>, que é um conjunto de sintomas relacionados ao diabetes tipo 2, derrames e doenças cardíacas.</p>
<p>O doutor Victor Fulgoni, principal autor do estudo, revelou: &#8220;Estas descobertas sugerem uma associação interessante entre o consumo de abacates e melhor absorção de nutrientes, além de outros resultados positivos. (&#8230;) Elas fornecem dicas valiosas para uma melhor compreensão da relação entre a dieta e a saúde, e fornecem rumos para futuras empreitadas em pesquisas&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alerta &amp; Nutrição</strong></p>
<p>Vale a pena notar um detalhe importante: o estudo mencionado acima foi patrocinado pela <em>Hass Avocado Board</em>, um grupo dos EUA que promove o consumo de abacates. Isto não significa que a pesquisa é necessariamente falsa ou manipulada, mas é bom que mantenhamos uma postura cética quanto aos resultados.</p>
<p>Independente de quem financiou a pesquisa, fato é que o abacate é um alimento riquíssimo em <a title="Moranga com Maçãs para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/moranga-com-macas-para-diabeticos/">vitaminas C</a> e K e fibras alimentares. Além disso, contém baixos índices de colesterol e sódio. 150g de abacate contém 13g de carboidratos, sendo destes 1g de açúcar e os demais de fibras. Caso goste da fruta, não deixe de acrescentá-la à sua dieta, tornando-a, assim, bem mais saudável!</p>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;17&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/comer-abacate-faz-bem/">Comer abacate faz bem?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>A importância de manter a calma</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-importancia-de-manter-a-calma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Masuma Novak]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[tensão]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Gothenburg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa de mais de 35 anos de duração mostra que stress pode levar ao diabetes tipo 2. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Através de um estudo que durou mais de 35 anos, pesquisadores suecos da Universidade de Gothenburg acreditam ter estabelecido uma relação direta entre o alto nível de stress e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Pesquisa de mais de 35 anos de duração mostra que stress pode levar ao diabetes tipo 2.</i> <span id="more-3579"></span></p>
<p style="text-align: center">
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>Através de um estudo que durou mais de 35 anos, pesquisadores suecos da Universidade de Gothenburg acreditam ter estabelecido uma relação direta entre o alto nível de <strong>stress</strong> e o <a title="O Diabetes e o Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-e-o-alzheimer/">diabetes tipo 2</a>. Desde o final da década de 70, 7494 homens sem histórico de diabetes, doenças cardíacas e derrames, foram acompanhados e testados regularmente para a determinação de seus níveis de stress. Dentre eles, 899 desenvolveram diabetes. Após análise, os resultados da pesquisa indicam que o stress pode levar a um aumento expressivo na probabilidade do desenvolvimento de diabetes tipo 2.</p>
<p>Para se avaliar os níveis de <a title="Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!" href="http://www.diabeticool.com/como-melhorar-o-humor-a-glicemia-e-a-qualidade-de-vida-da-maneira-mais-simples-possivel/">stress</a>, foram utilizados questionários contendo perguntas sobre ansiedade, irritabilidade, tensão e dificuldades para dormir relacionadas a problemas em casa ou no trabalho. Dentre os homens estudados, 15,5% relataram altos níveis de stress. Nesse grupo, a incidência de diabetes tipo 2 foi 37% maior quando comparada àquela de homens que apresentavam pouco ou nenhum stress. Os resultados levaram em consideração fatores como idade, classe socioeconômica, sedentarismo e hipertensão.</p>
<p>Uma das maneiras como o stress pode agir é de forma indireta, pois está frequentemente associado a comportamentos não saudáveis. A má alimentação, por exemplo, pode levar à <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">obesidade</a>, fator de risco para o diabetes tipo 2. Porém, os autores do estudo acreditam que o stress pode agir também de forma direta. Altos níveis de stress podem levar a uma maior produção de cortisol, que por sua vez pode interferir na ação da insulina sobre a glicose.</p>
<p>A descoberta que o stress está relacionado diretamente com o diabetes tipo 2 possui importância também para se pensar em novos meios de prevenção do diabetes. “Hoje, o stress não é reconhecido como uma causa evitável do diabetes”, diz Masuma Novak, pesquisador que liderou o estudo. “O impacto significativo do stress no desenvolvimento do diabetes, demonstrado em nossa pesquisa, enfatiza a necessidade da criação de estratégias preventivas especificamente para esse fator. Tais estratégias poderiam incluir medidas como o reconhecimento do stress como causa potencial do diabetes em combinação com dietas adequadas, prática de exercícios físicos e controle do peso.”</p>
<p>Para saber mais, acesse o artigo científico original <span class="removed_link" title="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/dme.12037/full"><strong>clicando aqui</strong></span><strong>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3;border: 2px solid black;padding: 10px">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Problemas nos vasos estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivo]]></category>
		<category><![CDATA[Arotin]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[Benepax]]></category>
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		<category><![CDATA[Csaba Szabo]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[dor de cabeça crônica]]></category>
		<category><![CDATA[espécies reativas de oxigênio]]></category>
		<category><![CDATA[fobia social]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hiperglicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[nefropatia]]></category>
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		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
		<category><![CDATA[Roxetin]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do pânico]]></category>
		<category><![CDATA[tensão pré-menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obsessivo-compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>
		<category><![CDATA[vaso sangüíneo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários. Cientistas da Universidade do Texas realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários.</em></p>
<p><span id="more-2439"></span></p>
<p>Cientistas da <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Universidade do Texas</a> realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia provoca em diabéticos. Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, foram testados no processo 6.766 remédios. Destes, apenas um se destacou como candidato a possível tratamento diabético. A surpresa é que ele é o princípio ativo de alguns dos mais populares <strong>antidepressivos</strong> à venda no Brasil e no mundo. Poderia um antidepressivo tratar os efeitos do diabetes, em especial os relacionados aos vasos sangüíneos? Após uma extensa bateria de testes, a resposta dos cientistas é um auspicioso &#8220;sim&#8221;!</p>
 Poderia um antidepressivo combater também os efeitos do diabetes? Como isso seria possível?
<p>Os pesquisadores buscavam uma cura para as conseqüências da <a title="Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">hiperglicemia </a>&#8211; ou altas taxas de açúcar no sangue &#8211; nos vasos sangüíneos. O que ocorre é o seguinte: o excesso de açúcar correndo junto com o sangue pelos vasos estimula as células que recobrem os vasos a produzir uma família de moléculas químicas altamente tóxicas, chamadas de <strong>espécies reativas de oxigênio</strong>. Estas moléculas acabam destruindo tanto as células que recobrem os vasos quanto outras ao seu redor, e isto é a causa de diversos problemas comumente associados ao diabetes, como <strong>ataques cardíacos</strong>, <strong>derrames</strong>, <strong>retinopatia</strong>, <strong>nefropatia </strong>e <strong>neuropatia</strong> (para uma lista dos efeitos do diabetes no corpo humano e explicações detalhadas de como eles ocorrem, <strong><a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">leia nossa página especial sobre o assunto</a></strong>).</p>
<p>Após estudar as propriedades fisico-químicas e terapêuticas de quase sete mil compostos, os pesquisadores descobriram que um deles, a <strong>paroxetina</strong>, apresentava resultados incríveis. Em ensaios feitos em tubo de ensaio, a paroxetina reduziu significativamente a concentração das espécies reativas de oxigênio e impediu que elas fossem produzidas pelas células que recobrem os vasos sangüíneos. As boas notícias não pararam por aí: o composto químico ainda protegeu o DNA, RNA e as proteínas das células, alvos preferenciais das moléculas tóxicas, e permitiu que vasos sangüíneos se dilatassem normalmente, mesmo em situações de hiper e hipoglicemia &#8211; algo absolutamente inédito.</p>
<p>&#8220;O potencial futuro deste estudo é que nós poderemos ser capazes de &#8220;modificar&#8221; a ação da paroxetina para ajudar na terapia experimental de tratamento de complicações cardíacas de diabéticos&#8221;, afirmou Csaba Szabo, principal autor do estudo, que foi publicado esta semana na revista científica <em>Diabetes</em>. &#8220;Precisaremos caracterizar cuidadosamente o perfil de segurança da paroxetina em pacientes diabéticos, <strong>mas eu acredito que há definitivamente potencial aqui</strong>.&#8221;</p>
<p><strong>E o quê, afinal de contas, seria a</strong> paroxetina? Seria um medicamento obscuro e pouco utilizado, por isso ninguém ainda havia percebido suas propriedades benéficas aos diabéticos? Muito pelo contrário. A paroxetina é o princípio ativo de uma grande variedade de antidepressivos comumente receitados no Brasil. Além da depressão, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, dor de cabeça crônica, fobia social e tensão pré-menstrual são também tratadas com estes remédios, vendidos no Brasil sob os nomes comerciais de <b>Cebrilin</b>, <b>Arotin</b>, <b>Benepax</b>, <b>Paxan</b>, <b>Paxtrat</b>, <b>Pondera</b> e <b>Roxetin</b>, além das versões genéricas, chamadas apenas de &#8220;Paroxetina&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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