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	<title>sobrepeso | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Está com diabetes e quer economizar dinheiro? Mantenha o peso sob controle!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 14:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economizar]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[peso]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta que ganhar peso (e não controlar a hemoglobina glicada) são grandes inimigos do bolso de quem está com diabetes. Quem convive com o diabetes diariamente sabe que os custos para manter a saúde podem ser bem altos – para muitas pessoas, quase proibitivos. No final do mês, deve-se equilibrar o orçamento doméstico com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo aponta que ganhar peso (e não controlar a hemoglobina glicada) são grandes inimigos do bolso de quem está com diabetes.</em><span id="more-9386"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >Q</span>uem convive com o diabetes diariamente sabe que os custos para manter a saúde podem ser bem altos – para muitas pessoas, quase proibitivos. No final do mês, deve-se equilibrar o orçamento doméstico com contas de médicos, visitas à farmácia para adquirir insumos (como tiras medidoras de glicose) e compras de medicamentos.</p>
<p>Para complicar, a cada ano que passa, conforme a idade avança, novos cuidados com a saúde são necessários, e muitos deles aumentam ainda mais o peso do diabetes no bolso.</p>
<p>Nesta situação, <strong>soluções capazes de ajudar a economizar</strong> são sempre bem vindas. Ainda mais quando, além de <strong>diminuir os gastos</strong>, elas ainda trazem <strong>mais saúde</strong> para o corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="padding: 20px; background: #fcfcfc; border: 2px solid #008dc8; border-radius: 15px;">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #333333;">Apesar da promessa de tratamento gratuito pelo sistema público de saúde, no Brasil são poucas as cidades que oferecem atendimento sem custos e de alta qualidade para quem está com diabetes. Cuidar da saúde e aprender a controlar a glicemia pode custar caro em muitas partes do Brasil.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #333333;">De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, <strong>em</strong> <strong>média</strong> um brasileiro investe, todos os anos, <strong>mais de R$5.300</strong> para tratar o diabetes. São mais de 440 reais por mês.</span></p>
</div>
 Manter o peso sob controle envolve escolhas alimentares corretas &#8211; no começo, pode ser difícil trocar alimentos calóricos por opções mais saudáveis, porém os benefícios (inclusive financeiros!) compensam todo o esforço.
<p>&nbsp;</p>
<p>Um novo estudo científico, publicado na última semana na versão online do periódico <em>Diabetes Care</em>, mostra que <strong>manter o peso</strong> sob controle pode ser um ótimo aliado da saúde &#8211; tanto <strong>financeira</strong> quanto a do <strong>corpo</strong>!</p>
<p>O trabalho, liderado por pesquisadores do Centro de Pesquisas Kaiser Permanente, em Portland, nos Estados Unidos, acompanhou o <strong>impacto do diabetes tipo 2 no orçamento</strong> de mais de 8.000 adultos. Os dados utilizados no estudo abrangem um período de quatro anos, de 2010 a 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>COMO O PESO INFLUENCIA NA CONTA BANCÁRIA</strong></span></h2>
<p>O estudo correlacionou dados de saúde e de gastos de dinheiro das 8.000 pessoas (todas com diabetes tipo 2) ao tanto de peso que haviam ganhado ou perdido ao longo desses quatro anos.</p>
<p>As pessoas que <strong>ganharam 5% ou mais de peso no período</strong> (<em>por exemplo, uma pessoa que em 2010 pesava 60 quilos e que chegou a 64 quilos em 2013</em>) tiveram um <strong>acréscimo de 1.473 dólares em suas despesas</strong> com a saúde nesses quatro anos. Isso indica que, no geral, o ganho de peso não ajuda o corpo a ficar mais saudável – pelo contrário (por isso houve aumento nos gastos com a saúde).</p>
 Diversos estudam apontam que cozinhar em casa é uma boa maneira de cuidar melhor da alimentação.
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale notar que os mais de mil dólares de gastos adicionais são das pessoas que ganharam peso e que, ao mesmo tempo, mantiveram as<strong> taxas de hemoglobina glicada acima de 7%</strong>, o que é um valor não recomendado. Para quem conseguiu manter os níveis de HbA1c <em>abaixo</em> de 7 e ganhou peso, houve acréscimo nos gastos, porém ele foi menor: de 387 dólares.</p>
[button link=&#8221;http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/&#8221; size=&#8221;large&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;orange&#8221;]Entenda o que é a hemoglobina glicada e descubra quais são os valores ideais![/button]
<p>&nbsp;</p>
[pullquote]&#8221;Evitar ganhar peso pode reduzir os custos (com a saúde) no longo prazo&#8221;, concluem os pesquisadores.[/pullquote]
<p>Em comparação, <strong>quem manteve ou perdeu peso</strong> ao longo dos quatro anos sentiu no bolso a diferença. &#8220;Os pacientes que mantiveram o peso (&#8230;) tiveram custos cerca de 5% menores do que no início do estudo&#8221;, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>Em termos financeiros, manter o peso resultou em uma <strong>economia de 400 dólares</strong> (hoje cerca de R$1.280) em cuidados com a saúde no período 2010-2013.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>EVITAR ENGORDAR AJUDA A MANTER O DIABETES TIPO 2 SOB CONTROLE</strong></span></h2>
[pullquote]Perder peso facilita a obtenção das metas glicêmicas e, ao longo de 12 meses, diminui os custos na farmácia.[/pullquote]
<p>Não é a primeira vez que um estudo científico aponta os benefícios de se manter o peso – ou ainda melhor, <strong><em>perder peso</em></strong> – para quem está com diabetes tipo 2.</p>
<p>No geral, os trabalhos demonstram que perder peso é um forte auxílio na hora de manter as taxas de glicemia e de hemoglobina glicada equilibradas, uma vez que facilita o controle do açúcar no sangue.</p>
<p>Um estudo publicado em maio deste ano no <em>Journal of Managed Care &amp; Specialty Pharmacy</em> apontou que, em pessoas que estão com diabetes tipo 2, perder peso <strong>facilita a obtenção das <a href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/">metas glicêmicas</a></strong> e, ao longo de 12 meses, <strong>diminui os custos na farmácia</strong>. Para quem <a href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-diabetes-uma-relacao-de-amor-e-odio/">está com DM2 e é obeso</a>, os benefícios são ainda maiores, já que emagrecer promove uma melhora geral na saúde, com consequente economia na hora de comprar medicamentos.</p>
<p>Manter o peso sob controle é uma daquelas ‘dicas de saúde’ que são sempre repetidas. Centenas de estudos nas últimas décadas comprovam os benefícios em evitar o sobrepeso, em especial para quem está com diabetes tipo 2. Agora, o novo trabalho mostra que, além de melhorar a saúde, <strong>emagrecer pode ainda ajudar a economizar no final do mês</strong>. É um estímulo a mais para começar a adotar <a href="http://www.diabeticool.com/maioria-dos-casos-de-diabetes-poderia-ser-evitado-com-habitos-saudaveis/">hábitos mais saudáveis de vida</a>, como uma <a href="http://www.diabeticool.com/nutricionista-da-dicas-de-alimentacao-balanceada-para-diabeticos/">alimentação balanceada</a> e a <a href="http://www.diabeticool.com/6-segundos-de-atividades-fisicas-ja-melhoram-a-saude/">prática rotineira de atividades físicas</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008dc8;"><strong>PARA MAIS DETALHES</strong></span></h3>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">Referências Científicas</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">Referências Científicas</span></h4><div class="toggle-content"><p>
<ul>
<li>Gregory A. Nichols, Kelly Bell, Teresa M. Kimes, Maureen O’Keeffe-Rosetti. <strong><a href="http://care.diabetesjournals.org/content/early/2016/08/23/dc16-0933">Medical Care Costs Associated With Long-Term Weight Maintenance Versus Weight Gain Among Patients With Type 2 Diabetes</a></strong>. <em>Diabetes Care</em> 2016 Aug; dc160933.</li>
<li>Mukherjee J et al. <strong><a href="http://www.jmcp.org/doi/full/10.18553/jmcp.2016.22.5.449">Association Between Weight Change, Clinical Outcomes, and Health Care Costs in Patients with Type 2 Diabetes</a></strong>. <em>J Manag Care Spec Pharm</em>, 2016 May;22(5):449-466.</li>
</ul>
</p></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Obesidade e Diabetes &#8211; uma Relação de Amor e Ódio!</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/obesidade-e-diabetes-uma-relacao-de-amor-e-odio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 14:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[IMC]]></category>
		<category><![CDATA[índice de massa corporal]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que a obesidade pode ser tanto a causa do diabetes tipo 2 quanto surgir por causa do diabetes? Entenda a relação entre peso, a obesidade e diabetes. Por Ronaldo Wieselberg, Jovem Líder em Diabetes pela International Diabetes Federation   No dia 11 de outubro &#8211; ou seja, daqui dois dias! &#8211; é o Dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sabia que a obesidade pode ser tanto a causa do diabetes tipo 2 quanto surgir por causa do diabetes? Entenda a relação entre peso, a obesidade e diabetes.</em><br />
<span id="more-9047"></span></p>
 Controle do peso: um desafio enfrentado por bilhões de pessoas em todo o mundo.
<p><span style="color: #008ec8;"><strong>Por Ronaldo Wieselberg, Jovem Líder em Diabetes pela International Diabetes Federation</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >N</span>o dia 11 de outubro &#8211; ou seja, daqui dois dias! &#8211; é o <strong>Dia de Combate à Obesidade</strong> ao redor do mundo. Na América Latina, a data existe desde 1998, mas em 2015 será a primeira vez que ela se torna mundial. Você pode encontrar mais informações sobre isso em <a href="http://www.worldobesity.org">worldobesity.org</a> (em inglês).</p>
<p>Mas o que obesidade tem a ver com diabetes?</p>
<p>Para início de conversa, vamos estabelecer o conceito de obesidade na nossa mente. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), obesidade é o acúmulo de gordura corporal. Para determinar se a pessoa tem ou não obesidade, usamos o critério do <strong>Índice de Massa Corporal</strong> (IMC), encontrado ao dividir o peso &#8211; em quilogramas &#8211; pela altura multiplicada por ela mesma &#8211; em metros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>DESCOBRINDO SEU PESO IDEAL</strong></span></h3>
[pullquote]DICA PARA CALCULAR FÁCIL O IMC: pegue uma calculadora e digite seu peso. Divida pela altura (um metro e setenta fica “1.70” na calculadora!) e aperte duas vezes o botão de igual. Pronto! O resultado é seu IMC.[/pullquote]
<span class="bdaia-shory-dropcap" >D</span>ando um exemplo prático, e calculando o meu IMC&#8230; Tenho 62kg e 1,69m. Então, o meu IMC é igual a 62 dividido por 1,69&#215;1,69, portanto, meu IMC é de 21,7kg/m².</p>
<p>O IMC considerado normal é aquele que varia entre 18,5 e 24,9. Entre 25 e 29,9, consideramos que a pessoa tem sobrepeso. E, a partir de 30, consideramos que a pessoa tem obesidade.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+</span> <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Saiba mais sobre o IMC</a>,<span style="color: #ff6600;"> como calcular e quais são as faixas saudáveis aqui</span>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Importante dizer que obesidade não é &#8220;falta de vergonha na cara&#8221;. Existe um <strong>componente genético</strong> bastante grande, associado aos hábitos cotidianos &#8211; de <strong>alimentação pouco saudável</strong> e <strong>sedentarismo</strong>. Obesidade é uma doença que, somada ao sobrepeso, afeta mais de setenta milhões de pessoas no Brasil &#8211; ou seja, uma em cada três!</p>
<p>Como se não bastasse, a obesidade em geral vem acompanhada de outros problemas, como a hipertensão e problemas de colesterol e triglicérides &#8211; que somados à glicemia alterada (seja diabetes ou pré-diabetes) e ao tamanho aumentado da circunferência abdominal (medida na altura do umbigo; aproximadamente 80cm para mulheres e 94cm para homens) causam a chamada &#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/sindrome-metabolica/">síndrome metabólica</a></strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>OBESIDADE COMO CAUSA E CONSEQUÊNCIA DO DIABETES TIPO 2</strong></span></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >V</span>oltando à relação entre obesidade e diabetes, vamos observar que ela pode tanto ser uma <em>causa</em> do diabetes &#8211; no caso do tipo 2 &#8211; ou até mesmo uma <em>consequência</em> &#8211; nos casos de diabetes em que a pessoa usa insulina, veremos isso em detalhes.</p>
<p>Vamos começar olhando a obesidade como <strong>causa</strong>. Normalmente, a gordura se acumula em dois lugares do nosso corpo: no tecido subcutâneo, abaixo da pele, e ao redor das vísceras abdominais (fígado e intestinos). Essa gordura produz substâncias que aumentam a resistência das células à ação da insulina, e com o passar do tempo, o pâncreas acaba diminuindo a quantidade de insulina que produz, levando ao <a href="http://www.diabeticool.com/qual-a-relacao-entre-efeito-sanfona-e-diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>Como <strong>consequência</strong>, precisamos lembrar que a insulina é um hormônio que favorece o ganho de peso. Portanto, o excesso de insulina pode levar à obesidade &#8211; especialmente em indivíduos que fazem contagem de carboidratos e que, ao considerarem que têm uma dieta &#8220;liberada&#8221;, comem muito &#8211; e de maneira pouco saudável &#8211; e não gastam essas calorias &#8220;extras&#8221; com atividade física. Isso pode acontecer com pessoas que têm diabetes tipo 1, diabetes tipo 2, <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mody/">diabetes MODY</a>&#8230; independe do tipo de diabetes: depende do uso da insulina, da alimentação e da prática de atividade física.</p>
 Pode parecer clichê, mas é verdade: alimentação saudável e exercício são a melhor maneira de evitar a obesidade.
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>COMO EVITAR A OBESIDADE?</strong></span></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >S</span>imples: <strong>alimentação saudável</strong> e <strong>prática de atividade física</strong>.</p>
<p>Uma dieta com cerca de 2.000kcal e 150 minutos de atividade física semanal &#8211; 20 minutos diários, em média &#8211; é o suficiente para evitar a obesidade.</p>
<p>Acompanhamento de uma nutricionista e de um educador físico é indispensável para adequar estes bons hábitos à sua rotina de maneira saudável.</p>
<p>Evitar a obesidade melhora o controle do diabetes, diminui as necessidades de insulina &#8211; em pessoas que já têm diabetes &#8211; e diminui o risco de problemas cardiovasculares &#8211; ainda hoje a principal causa de mortalidade no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos nos exercitar, então?</p>
<p>Forte abraço e até a próxima!</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
[button link=&#8221;http://www.diabeticool.com/?p=7247&#8243; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Quer ler todos os textos do Ronaldo Wieselberg? Clique aqui![/button]
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			</item>
		<item>
		<title>Como a empresa onde você trabalha pode te ajudar a perder peso</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/como-a-empresa-onde-voce-trabalha-pode-te-ajudar-a-perder-peso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que a participação de funcionários em programas de bem-estar no trabalho ajudam a reduzir em até 10% o número de pessoas acima do peso nas empresas. Um dos motivos principais por trás da recente epidemia mundial de diabetes é o sobrepeso. Nas últimas décadas, o número de pessoas acima do peso ou obesas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela que a participação de funcionários em programas de bem-estar no trabalho ajudam a reduzir em até 10% o número de pessoas acima do peso nas empresas.</em><br />
<span id="more-8576"></span></p>
 Exercitar-se (nem que seja um leve alongamento) pode ser uma tarefa feita durante o horário comercial &#8211; basta que a empresa estimule hábitos saudáveis de vida.
<span class="bdaia-shory-dropcap" >U</span>m dos motivos principais por trás da recente <a title="Novo Nordisk quer curar a epidemia de diabetes nas cidades" href="http://www.diabeticool.com/novo-nordisk-quer-curar-a-epidemia-de-diabetes-nas-cidades/">epidemia mundial de diabetes</a> é o <strong>sobrepeso</strong>. Nas últimas décadas, o número de pessoas acima do peso ou obesas disparou – em alguns países, como os Estados Unidos, 70% da população já se encontra acima do peso. O excesso de quilos aumenta em muito as chances de desenvolvimento do diabetes, especialmente do tipo 2.</p>
<p>Neste cenário, tudo o que ajuda a perder peso é bem visto. E talvez uma das maneiras mais eficientes de controlar melhor a balança seja estimular hábitos saudáveis de vida em todos os momentos do dia – inclusive durante o<strong> trabalho</strong>.</p>
<p>Para quem passa o dia em escritórios, a rotina cotidiana costuma ser sedentária. Ficar várias horas do dia sentado, sem praticar atividades físicas e ainda tendo que conviver com as guloseimas hipercalóricas e nada saudáveis das cantinas são um perigo à saúde.</p>
<p>Por isso, cada vez mais as empresas adotam programas educativos e preventivos para melhorar a saúde dos funcionários, como oferecer refeições saudáveis ou em menores porções e estimular a prática de exercícios. A idéia é aumentar a produtividade, diminuir o número de dias de doença e reduzir os custos com planos de saúde. A questão é: será que ficar saudável no escritório dá certo?</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=rXi-K_f1flQ</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>UM POUQUINHO DE ATIVIDADE, MUITA SAÚDE A MAIS</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >U</span>ma pesquisa publicada no <em>American Journal of Public Health</em> mostra o impacto positivo deste tipo de programa na saúde das pessoas. De acordo com o estudo, empresas que promovem atividades físicas e oferecem opções saudáveis de alimentos conseguem <strong>diminuir em até 10%</strong> o número de funcionários acima do peso.</p>
<p>O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Rochester, nos EUA, e acompanhou a saúde de 4 mil pessoas ao longo de dois anos. Os cientistas compararam parâmetros de saúde de funcionários de empresas que não promoviam nenhum tipo de programa em prol da saúde e daquelas que os auxiliavam a melhorar a qualidade de vida.</p>
<p>Em dois anos, nas empresas sem nenhum programa saudável, o número de trabalhadores acima do peso subiu 5%. Naquelas em que havia programas alimentares e de exercícios físicos, este número caiu 4%. Ou seja, além de <a title="Mudança de hábitos e perda de peso podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/mudanca-de-habitos-e-perda-de-peso-podem-prevenir-o-diabetes/">prevenir o sobrepeso</a>, ainda ajudaram as pessoas a emagrecerem de fato.</p>
<p>&nbsp;</p>
 Não precisa fazer contorcionismos: às vezes o simples ato de levantar-se da cadeira e caminhar um pouco ajuda a melhorar a postura e o funcionamento do corpo.
<h4><strong>ESTÍMULO À PARTICIPAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS É FUNDAMENTAL</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span>s empresas que tiveram maior sucesso no controle do peso dos funcionários foram aquelas que ativamente incentivaram a participação dos trabalhadores na <strong>organização</strong> das atividades saudáveis. Nestes locais, os funcionários puderam opinar, por exemplo, sobre a qualidade e o sabor dos alimentos saudáveis oferecidos e sobre quais esportes teriam torneios dentro da empresa.</p>
<p>Outra estratégia de sucesso foi oferecer refeições gratuitas àqueles que evitaram comidas repletas de gorduras e açúcares durante a semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>PRIMEIROS PASSOS PARA LOCAIS DE TRABALHO MAIS SAUDÁVEIS</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >D</span>iana Fernandez, médica e professora no Departamento de Ciências da Saúde Pública em Rochester e principal autora do trabalho, comentou: “Este estudo mostra que, quando os funcionários são incentivados a contribuir com os programas de bem-estar, eles resultam em melhoras significativas à saúde”.</p>
<p>“Tais observações podem ajudar a moldar programas de <a title="Whey protein pode combater a obesidade e diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/whey-protein-pode-combater-a-obesidade-e-diabetes-tipo-2/">combate à prevalência de obesidade</a> e sobrepeso em larga escala”, disse a cientista.</p>
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		<title>Quantos anos de vida a menos uma pessoa obesa tem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 13:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa indica, em números, o impacto negativo do excesso de peso em nosso corpo. Número de anos perdidos por causa da obesidade pode chegar a oito. Não é segredo que estar acima do peso faz muito mal à saúde. O excesso de gordura no organismo gera, com o passar do tempo, uma série de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa indica, em números, o impacto negativo do excesso de peso em nosso corpo. Número de anos perdidos por causa da obesidade pode chegar a oito.</em><br />
<span id="more-8133"></span></p>
<p>Não é segredo que estar acima do peso faz muito mal à saúde. O excesso de gordura no organismo gera, com o passar do tempo, uma série de doenças em todos os sistemas, como por exemplo o diabetes tipo 2 (o sobrepeso e a obesidade são os <a title="Os riscos do sedentarismo" href="http://www.diabeticool.com/os-riscos-do-sedentarismo/">fatores de risco</a> número 1 para este tipo de diabetes) e problemas cardíacos.</p>
<p>Um novo estudo revela, em números, o impacto devastador da obesidade na expectativa de vida de uma pessoa. De acordo com o trabalho, publicado na última edição da revista científica <em>The Lancet Diabetes &amp; Endocrinology</em>, quem está obeso pode viver até 8 anos a menos por causa dos quilinhos a mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>PESO A MAIS, VIDA A MENOS</strong></p>
<p>A pesquisa analisou dados de saúde de cerca de 4 mil pessoas nos EUA. Além de comprovar, conforme esperado, que o excesso de peso está intimamente correlacionado a <a title="Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens" href="http://www.diabeticool.com/falta-de-sono-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-jovens/">doenças cardiovasculares</a> e ao diabetes tipo 2, o estudo descobriu que, quanto mais cedo uma pessoa se torna obesa, maior é o número de anos que a obesidade tira de sua expectativa de vida.</p>
<p><strong>De acordo com os resultados, homens obesos na faixa dos 20 aos 39 anos vivem cerca de 8.4 anos a menos do que homens com o peso adequado. No caso das mulheres, a redução é de 6 anos.</strong></p>
<p><strong>Homens que desenvolvem obesidade na faixa dos 40-50 anos perdem 3.7 anos de vida, enquanto que as mulheres perdem 5.3.</strong></p>
<p>Acima desta faixa etária, a perda de vida equivale a aproximadamente um ano, para ambos os sexos. Porém, associada à redução da expectativa de vida está a perda da qualidade de vida, muito mais impactante em quem tem mais idade.</p>
 Pesquisadores esperam que os números ajudem a dar um empurrãozinho em quem está acima do peso em direção a uma vida mais saudável.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUALIDADE DE VIDA CAI DRASTICAMENTE COM O EXCESSO DE PESO</strong></p>
<p>O estudo analisou também o impacto da obesidade na qualidade de vida. Estar obeso ou com sobrepeso foi associado a uma queda brusca no número de anos que a pessoa viverá sem sofrer as conseqüências de alguma doença relacionada ao excesso de peso. <strong>Pessoas muito obesas na faixa dos 20 aos 29 anos, por exemplo, perdem incríveis 19 anos de vida saudável (isto é, sem doenças).</strong></p>
<p>&#8220;O padrão é claro. Quanto mais um indivíduo pesa e quanto mais jovem for, maior será o efeito [do excesso de peso] em sua saúde, uma vez que ele tem muitos anos pela frente durante os quais os riscos à saúde associados à obesidade poderão impactar negativamente sua vida&#8221;, explicou o professor Steven Grover, da Universidade McGill, no Canadá, um dos autores do trabalho.</p>
<p>&#8220;[Nossos resultados] serão úteis para indivíduos obesos e profissionais da saúde melhor compreenderem a escala do problema e os benefícios substanciais de um estilo de vida mais saudável, que inclua mudanças na dieta e <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">atividades físicas regulares</a>&#8220;, completou o professor.</p>
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		<title>A curiosa relação entre peso, bactérias &#8220;boas&#8221; e nossos genes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 16:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[Christensenellaceae]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo. Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo.</em><span id="more-8051"></span></p>
 O sistema digestório é composto por bilhões de microorganismos, que nos ajudam a aproveitar melhor os nutrientes dos alimentos. Imagem:BBC
<p>Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. A influência da genética na balança é enorme. Muitas pessoas não conseguem de jeito nenhum perder peso, por mais que sigam as dietas mais tradicionais ou exóticas – grande parte da culpa nestes casos pode estar, sim, no nosso DNA.</p>
<div style="background-color: #ffb84d; border: 2px solid #FF9900; padding: 10px;">A descoberta que esta matéria apresenta é importantíssima, também, para quem se interessa por diabetes. Controlar o peso e a alimentação é parte fundamental do tratamento da doença. O sobrepeso e a obesidade são as fatores de risco número 1 para o diabetes tipo 2. <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">Saiba mais aqui</a>!</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da Ciência já saber, há tempos, sobre a influência dos genes em nosso peso, a maneira como isto ocorre ainda é nebulosa. Uma nova pesquisa, publicada no periódico <em>Cell</em>, revela uma nova faceta desta interação e ajuda a explicar a questão. Segundo o trabalho científico, a composição genética altera os <strong>tipos de bactérias</strong> que vivem no nosso sistema digestório. E isso tem tudo a ver com a maneira pela qual o corpo lida com os nutrientes da alimentação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bacterias en el Intestino" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/RokBhI0YpdY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MUNDO MICROSCÓPICO DE PESO</strong></p>
<p>A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade Cornell e do King’s College London, comparou a “fauna” intestinal de gêmeos idênticos (ou seja, pessoas com o DNA 100% igual) e gêmeos não-idênticos (que tem cerca de 50% do DNA igual). Por “fauna intestinal” entende-se a quantidade e os tipos de <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">bactérias</a> que vivem em nosso corpo, ajudando a processar os alimentos que comemos.</p>
<p>Os cientistas descobriram que gêmeos idênticos possuem a composição bacteriana muito mais parecida do que em gêmeos não-idênticos. Além disso, uma espécie de bactérias – as <em>Christensenellaceae</em> – foram muito mais comuns em pessoas magras do que nos gêmeos mais gordinhos.</p>
<p>Estes resultados demonstram uma forte influência dos <a title="Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/">genes</a> na maneira como o corpo lida com os alimentos, afirmam os cientistas. Além disso, abrem a possibilidade de tratar problemas como obesidade e sobrepeso através da administração de <em>Christensenellaceae</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, a maneira mais recomendada de evitar os problemas de saúde decorrentes do excesso de peso é a reeducação alimentar, equilibrando os nutrientes ingeridos no dia-a-dia. <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">Praticar atividades físicas</a> também é essencial à manutenção da boa saúde. Já pensou se no futuro, além destas atividades, ingerir bactérias possa, também, ajudar a manter o peso sob controle?</p>
 Carnaval colorido: representação artística da variedade de bactérias presentes em nosso organismo.
<p>“Setenta por cento das diferenças de peso entre as pessoas são causados pelos genes – isto já é conhecido pela Ciência há cerca de 10 anos”, afirmou Tim Spector, professor do King’s College e um dos autores do estudo.</p>
<p>“Possivelmente há algum importante fator que ainda não descobrimos no controle do peso. Determinar se os micróbios em nossos intestinos são ou não são influenciados pelos genes do hospedeiro é importante. É uma parte do nosso corpo que havíamos, até então, ignorado”, explica.</p>
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		<title>Como a rotina do sono influencia o peso e a glicemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 12:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[ritmo biológico]]></category>
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		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa israelense descobre que “trocar o dia pela noite” pode afetar os microrganismos que vivem dentro de nós, o que aumenta riscos de obesidade e diabetes. Dormir bem e na hora certa influencia muito em nossa saúde. A qualidade do sono está relacionada com nossos níveis de atenção, memória e muito mais. Agora, um novo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa israelense descobre que “trocar o dia pela noite” pode afetar os microrganismos que vivem dentro de nós, o que aumenta riscos de obesidade e diabetes.</em><span id="more-8040"></span></p>
 Quebras no ritmo sono-vigília são muito comuns em quem faz longos vôos &#8211; não é à toa que estas pessoas costumam estar acima do peso, segundo a pesquisa.
<p>Dormir bem e na hora certa influencia muito em nossa saúde. A qualidade do sono está relacionada com nossos níveis de atenção, memória e muito mais. Agora, um novo estudo revelou que manter o <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">ritmo biológico</a> &#8211; ou seja, dormir em horários adequados &#8211; pode ser importante também para evitar <strong>obesidade</strong> e <strong>diabetes</strong>. Isso acontece porque &#8211; acredite se quiser! &#8211; as bactérias que vivem em nosso intestino e nos ajudam com a digestão também precisam desse ritmo biológico para trabalhar apropriadamente.</p>
<p>A pesquisa, realizada pelo Instituto Weizmann de Ciência, em Israel, começou pelo estudo das bactérias que vivem no intestino de ratos de laboratório. Os cientistas descobriram primeiro que, apesar de viverem na escuridão, elas variavam tanto em composição como em função de acordo com o ritmo biológico dos animais. Então o que acontece quando esse ritmo está desequilibrado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RITMO DIA-NOITE NOS MANTÉM “NOS EIXOS”</strong></p>
<p>Para responderem essa pergunta, alguns ratinhos tiveram seus ritmos quebrados &#8211; eles eram expostos à luz durante a noite, e ao escuro durante o dia, por exemplo. Consequentemente, eles pararam de se alimentar nos horários em que estavam habituados, e isso fez com que os ciclos das bactérias também fossem quebrados. O resultado foi que esses animais ganharam peso e tiveram seus níveis de glicemia aumentados. Apenas para verificar essa conclusão, as bactérias desses ratinhos foram transferidas para outros ratinhos, que não tinham nenhuma bactéria em seus intestinos. Esse segundo grupo de animais, que não tiveram seus ritmos biológicos alterados, também apresentou ganho de peso e maiores níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>Mas será que isso também acontece em seres humanos?</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: “<a href="http://www.diabeticool.com/trocar-o-dia-pela-noite-eleva-o-risco-de-diabetes/">Trocar o dia pela noite eleva o risco de diabetes</a>”</strong></p>
<p>O grupo de pesquisadores fez um experimento com pessoas que viajaram dos Estados Unidos para Israel. Esses países tem uma diferença de fuso horário de 8 horas, o que pode quebrar o ritmo biológico dos viajantes. Amostras de bactérias intestinais foram coletadas antes e após a viagem e foram transferidas para o intestino de ratos que não tinham nenhuma bactéria. Aqueles que receberam as bactérias depois da viagem ganharam peso e tiveram <a title="Sabia que o magnésio ajuda a controlar a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/sabia-que-o-magnesio-ajuda-a-controlar-a-glicemia/">alta glicemia</a>, enquanto os que receberam as bactérias antes da viagem continuaram saudáveis.</p>
 Bactérias intestinais: além de ajudarem na digestão, ainda afetam o peso e a glicemia. Microscopia: Martin Oeggerli
<p>“A habilidade das nossas bactérias intestinais de coordenar sua função com nosso ritmo biológico demonstra, mais uma vez, o vínculo que temos com as bactérias que vivem em nós”, disse Eran Segal, um dos pesquisadores envolvidos no estudo. “Perturbações nesse vínculo podem ter consequências para nossa saúde”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVOS TRATAMENTOS?</strong></p>
<p>Os resultados desse estudo mostraram que <strong>a quebra de nosso ritmo biológico pode aumentar o risco de obesidade e desequilibrar os níveis de glicemia</strong>, o que pode levar ao diabetes. A pesquisa serve de alerta para quem não segue o seu relógio biológico, mas também pode levar a novos métodos de tratamento para a obesidade e para o diabetes.</p>
<p>“O ritmo de nossas bactérias representa um novo alvo para tratamentos”, afirmou Eran Elinav, também envolvido na pesquisa. “Novos estudos podem explorar como regularizar a flora intestinal de pessoas cujo estilo de vida envolve alterações frequentes nas horas de sono, com a esperança de reduzir e prevenir os riscos de desenvolverem obesidade e as complicações a ela relacionadas”.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-a-rotina-do-sono-influencia-o-peso-e-a-glicemia/">Como a rotina do sono influencia o peso e a glicemia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>UNICAMP lança portal online sobre dietas e controle do peso</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/unicamp-lanca-portal-online-sobre-dietas-e-controle-do-peso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 00:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[OCRC]]></category>
		<category><![CDATA[portal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes. Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes.</em><br />
<span id="more-7928"></span></p>
<figure id="attachment_7931" aria-describedby="caption-attachment-7931" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.sobrepeso.com.br" target="_blank"><img loading="lazy" class="wp-image-7931 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg" alt="logo sobrepeso site" width="600" height="250" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site-415x173.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7931" class="wp-caption-text">Clique na imagem para acessar o novo portal informativo.</figcaption></figure>
<p>Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, como pressão alta e o <a title="Diabetes tipo 2: melhores resultados com bomba de insulina do que com múltiplas injeções diárias" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-melhores-resultados-com-bomba-de-insulina-do-que-com-multiplas-injecoes-diarias/">diabetes tipo 2</a>. Na busca por soluções, muitas pessoas acabam confiando em dietas milagrosas (e falsas) divulgadas na internet – o que, na maioria das vezes, só gera ainda mais dores de cabeça e malefícios ao corpo.</p>
<p>Tentando mudar esta realidade, esta semana foi inaugurado o site “<strong>SobrePeso</strong>”, uma iniciativa do Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades (<a href="http://www.ocrc.com.br">OCRC</a>), da Universidade Estadual de Campinas. O site traz diariamente informações de qualidade e de fácil entendimento sobre temas de saúde relacionados ao bom controle do peso.</p>
<p>A iniciativa nasceu dos próprios cientistas do OCRC. Eles buscam, através do “SobrePeso”, repassar à população todo o conhecimento adquirido nos laboratórios da Universidade, mas de maneira clara e acessível.</p>
<p>“O site trará notícias diversas sobre todas as doenças relacionadas à obesidade, fórum de discussões, calendário de atividades. Será um site muito dinâmico e que esperamos que tenha número de visitantes bastante alto”, disse em entrevista ao jornal Correio Popular o coordenador de divulgação científica do OCRC, Ronaldo Pilli.</p>
<figure id="attachment_7929" aria-describedby="caption-attachment-7929" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7929" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg" alt="sobrepeso site unicamp" width="600" height="436" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp-330x240.jpg 330w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7929" class="wp-caption-text">O diabetes também é tema de destaque no portal.</figcaption></figure>
<p>“A população em geral poderá ter informações sobre como calcular o <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">IMC</a>, acesso a receitas, notícias relacionadas. Só não terá dietas mágicas porque não acreditamos nisso, mas sim em orientações para desenvolver bons hábitos alimentares”, disse Pilli.</p>
<p>O site está em fase inicial de atividades. Já é possível encontrar cerca de uma centena de textos sobre doenças relacionadas ao excesso de peso, como diabetes tipo 2, aterosclerose e hipertensão. Além disso, há dicas de exercícios físicos e de alimentação.</p>
<p>Uma outra seção de alto interesse é o “Livro de Receitas Saudáveis”, atualizado continuamente com alimentos que fazem bem à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PORTAL REFERÊNCIA NO PAÍS</strong></p>
<p>A meta dos pesquisadores responsáveis pelo “SobrePeso” é que, em pouco tempo, o site torne-se uma referência para a população brasileira em geral aprender mais sobre os assuntos abordados.</p>
<p>Pesquisadores do OCRC terão colunas fixas no portal nas quais discutirão temas relacionadas às suas especialidades acadêmicas. Além disso, uma área de material didático está sendo criada como suporte aos textos publicados.</p>
<p>Para quem gosta de conversas e discussões, o portal está estreando a seção de fóruns, abertos e qualquer pessoa que tenha uma conta no Facebook.</p>
<p>O &#8220;SobrePeso&#8221; pode ser visitado em <a href="http://www.sobrepeso.com.br">www.sobrepeso.com.br</a>. Para facilitar o acompanhamento das atualizações, o portal também está presente nas redes sociais, como o <a href="http://www.facebook.com/sobrepesobrasil">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/sobrepesobrasil">Twitter</a>, <a href="https://plus.google.com/111846202854593138546">Google+</a> e <a href="http://sobrepesobrasil.tumblr.com/">Tumblr</a>.</p>
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		<item>
		<title>Whey protein: mais que músculos, uma proteção contra o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2014 18:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo reforça a idéia de que a whey protein, famosa entre os aficionados por academia, poderá ser útil também na prevenção do diabetes tipo 2. Se você já conhece a whey protein, as chances são altas de que você faz academia! Esta proteína encontrada naturalmente no leite e derivados virou febre nos últimos anos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo reforça a idéia de que a whey protein, famosa entre os aficionados por academia, poderá ser útil <em>também </em>na prevenção do diabetes tipo 2.<span id="more-7457"></span></em></p>
<p>Se você já conhece a <strong>whey protein</strong>, as chances são altas de que você faz academia! Esta proteína encontrada naturalmente no leite e derivados virou febre nos últimos anos entre os amantes do corpo sarado, por ajudar a queimar gorduras e a formar músculos rapidamente. Pouca gente sabe, porém, dos outros benefícios para a saúde que a whey traz: melhora no controle da glicemia, proteção contra úlceras, ativação do <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema imune</a> e diminuição da pressão sangüínea.</p>
<p>Pesquisas científicas publicadas recentemente têm demonstrado que a whey protein é capaz de ajudar bastante a vida de quem está com diabetes. Ela auxilia o corpo a lidar de maneira mais eficiente com a insulina e a controlar melhor a quantidade de açúcar no sangue, agindo através de diversos mecanismos moleculares diferentes. Se quiser saber mais sobre isto, que tal <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">reler a matéria exclusiva</a> que o <strong>Diabeticool</strong> publicou sobre a whey protein no final do ano passado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BOAS NOTÍCIAS</strong></p>
<p>A mais recente novidade em relação à whey vem de um estudo publicado na revista científica <em>Journal of Proteome Research</em>. No trabalho, pesquisadores europeus mostraram que a whey protein é capaz de proteger do diabetes até mesmo os organismos mais susceptíveis à doença.</p>
<p>O estudo em questão acompanhou as refeições de obesos não-diabéticos. Sabe-se há tempos que o sobrepeso e a obesidade são os <a title="Ganho de gordura abdominal pode aumentar o risco de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/ganho-de-gordura-abdominal-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes/">fatores de risco</a> número um para o diabetes tipo 2, então os voluntários desta pesquisa estavam correndo um risco seríssimo de desenvolver a doença no futuro próximo.</p>
 Whey protein: boa para ficar fortinho, boa para prevenir o diabetes em pessoas acima do peso!
<p>Os voluntários obesos foram divididos em grupos e alimentaram-se com uma mesma dieta básica. O que mudou foi a proteína que eles ingeriram: poderia ser derivada do leite (a whey), podia ser glúten, caseína ou vinda de peixes. A seguir, os cientistas mediram diversos parâmetros de saúde na tentativa de achar diferenças entre as refeições.</p>
<p>O estudo mostrou que os obesos que se alimentaram com a proteína whey apresentaram duas características sensacionais para quem pretende se prevenir do diabetes. Em primeiro lugar, a quantidade de gorduras encontradas no sangue após as refeições foi a menor dentre os grupos. Em segundo, quem se alimentou com whey apresentou quantidades maiores de certas moléculas no sangue que estimulam o bom funcionamento da insulina e aumentam os níveis do hormônio.</p>
<p>Ambos os fatores são muito benéficos à saúde e podem indicar que quem está na corda bamba para desenvolver diabetes tem tudo para se beneficiar da ingestão da proteína whey. Novos estudos devem ser feitos para garantir a eficácia da alimentação com whey, mas a descoberta já amplia os horizontes para futuros novos tratamentos.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/whey-protein-mais-que-musculos-uma-protecao-contra-o-diabetes/">Whey protein: mais que músculos, uma proteção contra o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cirurgia bariátrica é arma mais eficaz contra diabetes em obesos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2014 14:37:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bypass gástrico]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
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		<category><![CDATA[pressão arterial]]></category>
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		<category><![CDATA[Stampede]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa comparou dois tipos de cirurgia bariátrica com uso de remédios. Cirurgias promoveram redução de peso e controle do diabetes. A cirurgia bariátrica, que consiste em restringir a absorção de alimentos, é de longe o método mais eficaz para controlar o diabetes tipo 2 em pessoas obesas ou com sobrepeso &#8211; é o que mostra &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa comparou dois tipos de cirurgia bariátrica com uso de remédios.</em> <em>Cirurgias promoveram redução de peso e controle do diabetes.</em><span id="more-7277"></span></p>
<p>A <a title="O que vale mais a pena: cirurgia bariátrica ou fazer dieta?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-vale-mais-a-pena-cirurgia-bariatrica-ou-fazer-dieta/">cirurgia bariátrica</a>, que consiste em restringir a absorção de alimentos, é de longe o método mais eficaz para controlar o diabetes tipo 2 em pessoas obesas ou com sobrepeso &#8211; é o que mostra um estudo divulgado nesta segunda-feira, que acompanhou pacientes durante três anos.</p>
<p>Cerca de 80% dos 23 milhões de norte-americanos com diabetes também têm sobrepeso ou são obesos, segundo os autores da pesquisa. O estudo clínico foi o mais amplo e de maior duração já realizado, e foi apresentado nesta segunda-feira (31) durante a conferência anual do Colégio Norte-Americano de Cardiologia (ACC), em Washington.</p>
<p>Os 150 participantes, com idades entre 41 e 57 anos no momento do recrutamento, sofriam de diabetes adulta (tipo 2) não controlada. O grupo, composto por 66% de mulheres, foi dividido aleatoriamente em três sub-categorias.</p>
<p>O primeiro foi submetido a um tratamento médico intenso, que combinava exercícios, dieta e medicação. O segundo recebeu tratamento anti-diabetes e foi submetido à cirurgia de de bypass gástrico, que reduz o estômago em 2 a 3% de seu volume original mediante a criação de uma derivação no trato digestivo para reduzir a absorção de nutrientes pelo intestino delgado.</p>
<p>Por último, o terceiro grupo &#8211; além do tratamento com medicamentos &#8211; sofreu uma gastrectomia, que consiste numa incisão no estômago para reduzir seu volume.</p>
<p>O objetivo do estudo, batizado &#8220;Stampede&#8221;, era comparar a eficácia dos três enfoques para o controle do diabetes mantendo uma taxa de açúcar no sangue superior a 6% em média, durante três meses.</p>
<p>Os participantes tinham uma taxa média de glicose de 9,2% antes de começar o estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8216;Diabesidade&#8217;, uma verdadeira epidemia</strong></p>
<p>Três anos após as intervenções, somente 5% dos integrantes do primeiro grupo &#8211; tratado apenas com medicamentos &#8211; foram capazes de controlar o diabetes, contra 37,5% dos que se submeteram à cirurgia de bypass gástrico e 24,5% daqueles que fizeram a diminuição de estômago.</p>
<p>&#8220;Vemos pessoas que tinham a vida devastada pelo diabetes, e três anos mais tarde este estudo mostrou que a cirurgia bariátrica é o tratamento mais eficaz, com maiores efeitos positivos duradouros para pessoas com <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">obesidade</a> de grau II e III&#8221;, disse Sangeeta Kashyap, endocrinologista da Clínica Cleveland (Ohio, norte dos Estados Unidos), um dos principais autores da pesquisa.</p>
<p>&#8220;Mais de 90% dos pacientes submetidos a uma das cirurgias bariátricas conseguiram perder 25% de seu peso e controlar o diabetes sem necessidade de recorrer à insulina ou a múltiplos anti-diabéticos&#8221;, explicou.</p>
<p>Em comparação, os participantes do primeiro grupo, tratados apenas com uma terapia convencional, reduziram somente 4% de seu peso.</p>
<p>O estudo mostra também que a cirurgia permite melhorar a qualidade de vida dos pacientes e diminuir a necessidade de tomar medicamentos para controle da pressão arterial e dos níveis de <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">colesterol</a> se comparados aos tratados com a terapia convencional.</p>
<p>Assim, os participantes submetidos a um procedimento bariátrico tomavam significativamente menos remédios cardiovasculares e contra o diabetes. O estado mental dos voluntários também apresentou uma notável melhora.</p>
<p>Os médicos ressaltam que, apesar dos grandes benefícios, a cirurgia bariátrica não está isenta de riscos, já que pode acarretar em complicações como sangramento, infecção e embolia.</p>
<p>Nenhuma complicação importante foi observada entre as 100 pessoas que foram submetidas a uma intervenção durante o estudo, segundo os autores da pesquisa. Após um ano, os problemas mais frequentes foram sangramentos e desidratação.<br />
A obesidade, que afeta mais de um terço dos adultos nos Estados Unidos, é o principal fator desencadeador do diabetes tipo 2. As autoridades sanitárias falam de uma verdadeira epidemia, à qual deram o nome de &#8220;diabesidade&#8221;.</p>
<p>Segundo a Associação Norte-Americana de Diabetes, caso a tendência atual continue, um em cada três adultos norte-americanos será diabético em 2050. O estudo também foi publicado na versão online da revista &#8220;New England Journal of Medicine&#8221;.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/04/cirurgia-bariatrica-e-arma-mais-eficaz-contra-diabetes-em-obesos-diz-estudo.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem Estar</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-e-arma-mais-eficaz-contra-diabetes-em-obesos/">Cirurgia bariátrica é arma mais eficaz contra diabetes em obesos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Bebês que nascem por cesariana têm mais chance de ter excesso de peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 00:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[parto vaginal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doenças como asma e diabetes tipo-1 também podem ser desenvolvidas mais facilmente por pessoas nascidas através do procedimento. As chances de estar acima do peso ou obeso são 26% maiores para os adultos que nasceram por cesariana do que os nascidos por parto normal, segundo estudo realizado pelo Imperial College de Londres. A descoberta é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Doenças como asma e diabetes tipo-1 também podem ser desenvolvidas mais facilmente por pessoas nascidas através do procedimento.<span id="more-7045"></span></em></p>
<p>As chances de estar acima do peso ou obeso são 26% maiores para os adultos que nasceram por <a title="Todas as vantagens do exercício físico na gravidez" href="http://www.diabeticool.com/todas-as-vantagens-do-exercicio-fisico-na-gravidez/">cesariana</a> do que os nascidos por parto normal, segundo estudo realizado pelo Imperial College de Londres. A descoberta é baseada em dados combinados de mais de 38.000 participantes.</p>
<p>Pesquisadores dizem que as mães que escolhem a cesariana devem estar cientes de que pode haver consequências a longo prazo para seus filhos.</p>
<p>Cerca de um em quatro nascimentos na Inglaterra são por cesariana, em torno de duas vezes mais que em 1990. Em alguns países, a taxa é muito maior, com 60% das mães na China e quase a metade no Brasil realizando o procedimento.</p>
<p>Pesquisas anteriores já sugeriam as chances de desenvolver outras patologias a longo prazo, como asma e <a title="Descoberta ligação entre a gripe e o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo-1</a>, também são maiores em crianças que nascem por cesariana.</p>
<p>O novo estudo, que inclui dados de 10 países, constatou que a média do IMC de adultos nascidos por cesariana é quase o dobro dos que vem ao mundo por parto vaginal.</p>
<p>— As cesarianas pode ocasionalmente salvar vidas. No entanto, precisamos entender os resultados a longo prazo, a fim de proporcionar o melhor conselho para as mulheres que estão considerando o procedimento— diz a autora Neena Modi.</p>
<p>— Há mecanismos plausíveis pelas quais a cesariana pode influenciar o peso corporal futuramente. Os tipos de bactérias saudáveis no intestino diferem em bebês nascidos por cesariana e parto normal. Além disso, a compressão do bebê durante o parto vaginal parece influenciar os <a title="Genes dos Neandertais deram pele resistente aos humanos modernos" href="http://www.diabeticool.com/genes-dos-neandertais-deram-pele-resistente-aos-humanos-modernos/">genes</a> serão ativados, e isso poderia ter um efeito a longo prazo sobre o metabolismo— afirma o colaborador Matthew Hyde.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2014/02/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso-na-idade-adulta-relata-estudo-4432069.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso/">Bebês que nascem por cesariana têm mais chance de ter excesso de peso</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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