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	<title>retinopatia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Pesquisa revela os efeitos colaterais mais comuns em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 18:14:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Descobriu-se que há grandes diferenças entre os efeitos que o diabetes tipo 1 e o tipo 2 causam no corpo. Acompanhe na matéria. Um levantamento feito no maior fórum para diabéticos da internet jogou luz sobre um lado sombrio da doença: os efeitos secundários que a doença causa no organismo. Segundo o estudo, 20% dos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descobriu-se que há grandes diferenças entre os efeitos que o diabetes tipo 1 e o tipo 2 causam no corpo. Acompanhe na matéria.</em><span id="more-5614"></span></p>
<p>Um levantamento feito no maior fórum para diabéticos da internet jogou luz sobre um lado sombrio da doença: os <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">efeitos secundários</a> que a doença causa no organismo.</p>
<p>Segundo o estudo, 20% dos diabéticos sofrem de <a title="Antidepressivos podem dar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/antidepressivos-podem-dar-diabetes/">depressão</a>, mesma porcentagem daqueles que disseram ter artrite. A retinopatia diabética foi apontada por 13% dos participantes. 1 a cada 10 diabéticos tem problemas de ansiedade, de acordo com o levantamento.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/dieta-mediterranea-faz-bem-tambem-para-a-cabeca/">Dieta Mediterrânea faz bem também para a cabeça</a>: Estudo mostra que a popular dieta pode prevenir doenças cognitivas, inclusive em quem está com diabetes&#8221;</strong></p>
 A artrite foi um dos efeitos colaterais mais lembrados na pesquisa.
<p>Dentre os sintomas mencionados acima, a depressão chama a atenção, tanto pelo porcentual alto de prevalência quanto pelo fato de que quem tem diabetes e também depressão costuma cuidar muito mal da saúde. A <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">glicemia</a> destas pessoas normalmente não é bem controlada, o que pode agravar tanto o diabetes quanto seus efeitos colaterais.</p>
<p>A grande maioria das pessoas que responderam ao questionário (67%) disse estar com diabetes tipo 2. Dentre este grupo, os efeitos colaterais que mais foram mencionados são: artrite, doenças cardíacas e pressão sangüínea elevada (em 26%, 14% e 54% dos entrevistados, respectivamente).</p>
<p>Os <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a> salientaram neuropatia, <a title="Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlada-aumenta-o-risco-de-problemas-nos-olhos-e-pes/">retinopatia</a> e artrite como os efeitos secundários mais presentes. Interessante notar que o grupo mostrou taxas de depressão ligeiramente superiores em relação aos diabéticos tipo 2, porém os índices de pressão sangüínea alta foram 20% menores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diabetes aumenta risco de doenças nos olhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2013 16:25:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Flutuação da refração, catarata, glaucoma e retinopatia são as principais alterações. Risco é maior entre mulheres. OBS: a reportagem abaixo, do site &#8220;Diário do Litoral&#8221;, apesar de bastante interessante, peca na hora de explicar o que causa o diabetes e o que acontece no corpo de uma pessoa que está com a doença. Para a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Flutuação da refração, catarata, glaucoma e retinopatia são as principais alterações. Risco é maior entre mulheres.</em> <span id="more-5550"></span></p>
<p><strong>OBS: a reportagem abaixo, do site &#8220;Diário do Litoral&#8221;, apesar de bastante interessante, peca na hora de explicar o que causa o diabetes e o que acontece no corpo de uma pessoa que está com a doença. Para a explicação correta, consulte <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-causa-diabetes/">ESTA PÁGINA</a> do <em>Diabeticool</em>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o mês de novembro a Federação Internacional de Diabetes (IDF) promove campanha internacional visando alertar a população sobre os riscos do diabetes. Quarta maior causa de morte no mundo, a doença atinge 13,4 milhões de brasileiros. A estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que no Brasil 50% dos portadores ignoram ser diabéticos.</p>
<p>Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a cegueira é uma das consequências da doença por falta de controle da glicemia e de acompanhamento médico. Prova disso é que a OMS aponta a <a title="Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlada-aumenta-o-risco-de-problemas-nos-olhos-e-pes/">retinopatia diabética</a> como a maior causa de cegueira definitiva entre pessoas economicamente ativas, entre 20 e 60 anos. “Mais da metade dos casos de perda da visão causados pelo diabetes poderiam ser evitados com exame oftalmológico anual e maior controle do índice glicêmico”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O diabetes</strong></p>
<p>O médico explica que o diabetes é uma desordem no metabolismo da glicose (açúcar) que fica acumulada na corrente sanguínea. Em portadores de diabetes do tipo 1 que respondem por 10% dos casos da doença, este processo falha porque o <a title="No final das contas, diabéticos tipo 1 produzem, sim, insulina!" href="http://www.diabeticool.com/no-final-das-contas-diabeticos-tipo-1-produzem-sim-insulina/">pâncreas</a> diminui a produção da insulina, hormônio que transforma em energia a glicose obtida através da alimentação. Os sintomas são: grande volume de urina, sede excessiva, cansaço e perda de peso. O tratamento é feito com reposição de insulina.</p>
<p>Nos outros 90% que têm diabetes do tipo 2, ele explica que as células musculares e de gordura se tornam resistentes à insulina, ou seja, precisam de uma quantidade maior do hormônio para quebrar a glicose. O tratamento é feito com medicação que estimula a produção de insulina para equilibrar o metabolismo da glicose. O diabetes do tipo 2 pode estar relacionado à hereditariedade, sedentarismo, obesidade e estresse. “O maior perigo é a falta de sintomas que facilita a falta de controle do índice glicêmico” ressalta Queiroz Neto. É por isso, comenta, que o diabetes provoca doenças oculares, cardiovasculares, renais, e amputações.</p>
 A diabetes aumenta o risco de doenças nos olhos (Foto: Divulgação)
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Flutuação da refração</strong></p>
<p>Queiroz Neto diz que um dos efeitos do excesso de glicose é a miopia causada pela maior absorção de água pelo cristalino. “Isso acontece com mais frequência depois das refeições quando o nível de glicose sobe”, explica. Entre mulheres, ressalta, as oscilações dos hormônios sexuais podem provocar maior absorção de água pelo cristalino e um grau mais alto de miopia. Períodos prolongados de jejum fazem o cristalino desidratar e a miopia desaparece. Por isso, comenta, antes de prescrever óculos a diabéticos, o oftalmologista deve verificar se o paciente está descompensado, ou seja, sem controle do índice glicêmico. Uma dica do médico para manter a refração e a glicemia mais estável é se alimentar a cada 3 horas, dando preferência aos grãos integrais, verduras e frutas em pequena quantidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Catarata</strong></p>
<p>O especialista esclarece que a repetida hidratação e desidratação do cristalino alteram suas fibras, antecipando a formação da catarata, opacificação do cristalino que responde por 47% dos casos de cegueira tratável no Brasil. O único tratamento é a cirurgia em que o cristalino opaco é substituído por uma lente intraocular. “No caso de diabéticos quanto antes o procedimento é feito, melhor para o controle da glicemia”, afirma. Isso porque, a catarata diminui a quantidade de luz azul que chega à retina e com isso a produção de melatonina, hormônio que regula nosso estado de alerta e sono. Resultado – Diabéticos que convivem muito tempo com a catarata ficam estressados pelas noites mal dormidas, ganham peso e maior <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">resistência à insulina</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Retinopatia e glaucoma</strong></p>
<p>O diabetes altera a viscosidade do sangue e por isso provoca problemas nos microvasos dos olhos de 74% dos portadores, segundo pesquisa do IDF. Das doenças oculares causadas pelo diabetes, Queiroz Neto ressalta que as mais graves são a retinopatia e o <a title="Diabetes mal controlado e cegueira" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlado-e-cegueira/">glaucoma</a>.</p>
<p>A retinopatia diabética são alterações nos vasos da retina, membrana de fibras nervosas que fica no fundo do olho, recebe as imagens e as envia para o cérebro. O diagnóstico é feito através de exame de fundo de olho e o tratamento pode incluir aplicação de laser, injeções antiangiogênicas ou cirurgia em casos de hemorragia ou descolamento da retina.</p>
<p>Queiroz Neto afirma que o glaucoma em diabéticos é uma reação secundária da retinopatia que se distingue pela formação de neovasos e menor irrigação sanguínea. Também é caracterizado por inflamações oculares que dificuldade de escoamento do humor aquoso que causa aumento da pressão intraocular e morte de células do nervo óptico.</p>
<p>O especialista ressalta que o glaucoma neovascular tem evolução rápida e o campo visual perdido é irrecuperável. Por isso, é importante que toda pessoa diabética faça exames oftalmológicos anualmente. As alterações oculares que podem cegar geralmente aparecem após 10 anos de convivência com o diabetes e a prevenção ainda é o melhor remédio.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/21084-diabetes-aumenta-risco-de-doencas-nos-olhos">Diário do Litoral</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-aumenta-risco-de-doencas-nos-olhos/">Diabetes aumenta risco de doenças nos olhos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 13:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas criam programa de computador capaz de acelerar e melhorar o diagnóstico do problema de visão mais comum em diabéticos. Não é segredo que boa parte das pessoas que estão com diabetes há muitos anos poderá ter problemas de visão. Isto acontece porque o excesso de açúcar no sangue causa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas criam programa de computador capaz de acelerar e melhorar o diagnóstico do problema de visão mais comum em diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-5120"></span></p>
<figure id="attachment_5125" aria-describedby="caption-attachment-5125" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-5125" alt=" professor Anderson Rocha (direita) e o doutorando José Ramon Trindade Pires - evolução no diagnóstico da retinopatia. FONTE: Jornal da Unicamp" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/rocha-anderson-jose-ramon-trindade-pires-diabetes-retinopatia.jpg" width="600" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/rocha-anderson-jose-ramon-trindade-pires-diabetes-retinopatia.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/rocha-anderson-jose-ramon-trindade-pires-diabetes-retinopatia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-5125" class="wp-caption-text">professor Anderson Rocha (direita) e o doutorando José Ramon Trindade Pires &#8211; evolução no diagnóstico da retinopatia. FONTE: Jornal da Unicamp</figcaption></figure>
<p>Não é segredo que boa parte das pessoas que estão com diabetes há muitos anos poderá ter <a href="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/">problemas de visão</a>. Isto acontece porque o excesso de açúcar no sangue causa danos aos nervos e delicados vasos sangüíneos que nutrem os olhos. O problema é sério e, quando não tratado, pode levar à cegueira. Atualmente, oftalmologistas realizam um exame chamado de <strong>mapeamento de retina</strong> a fim de determinar a saúde dos olhos dos diabéticos. No futuro, porém, este tipo de exame médico poderá ser realizado com a ajuda de um computador, o que aumentará a velocidade e a acuidade do diagnóstico. E tudo isto com a ajuda de cientistas brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ VOCÊ JÁ CONHECE A &#8220;RETINOPATIA DIABÉTICA&#8221;? <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">CLIQUE AQUI PARA APRENDER TUDO SOBRE ELA</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores do Instituto de Computação (IC) da UNICAMP estão desenvolvendo um programa de computador de grande valia para diabéticos e profissionais da saúde. Ele será capaz de analisar uma fotografia digital tirada dos olhos do paciente, determinar se ela está com boa qualidade e, se estiver, passará a estudar a estrutura dos olhos em busca de indícios de retinopatia. Tudo isto automaticamente &#8211; <strong>o que pode representar uma economia de tempo de 85% para a determinação do diagnóstico médico</strong>.</p>
<p>“O grande trabalho a ser feito pelo médico, de forma geral, é analisar periodicamente pacientes que tenham diabetes para verificar se a retina dele está evoluindo para um quadro de retinopatia diabética. Se estiver, deve tomar medidas apropriadas para que essas pessoas não percam a visão”, explica o pesquisador e professor Anderson Rocha, do IC. “O que fizemos foi desenvolver algoritmos que capturam as propriedades que os médicos analisam para fazer com que o computador consiga dizer se a imagem é normal ou se o paciente precisa procurar um especialista.”</p>
<p>De acordo com os cientistas, a qualidade do programa de computador desenvolvido por eles é altíssima. “Temos uma precisão, hoje, de 92,4% e que será aprimorada”, disse José Ramon Trindade Pires, doutorando do IC e desenvolvedor do algoritmo. A pesquisa acontece desde 2009 e já recebeu fundos de parceiros de peso, como o Instituto Microsoft.</p>
<p>A idéia dos cientistas brasileiros é criar um aparelho para exames dos olhos dos pacientes que una todas as funcionalidades que o programa de computador atualmente em desenvolvimento oferece. “O grande objetivo é integrar tudo num retinógrafo de uma empresa, colocar todos os algoritmos em um único aparelho para que todas as etapas sejam automáticas. Temos alguns parceiros em potencial. A pesquisa passará a contar, também, com o apoio da Samsung”, contou o professor Rocha.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">CÉLULAS-TRONCO PARA SALVAR A VISÃO DOS DIABÉTICOS</a>&#8220;</strong>&#8211; <em>estudo multinacional pretende utilizar células-tronco adultas a fim de reverter os danos causados pela retinopatia diabética, o que pode beneficiar milhões de pacientes</em>.</p>
<p><em>Com informações do <a href="http://www.unicamp.br/unicamp/ju/571/programa-faz-computador-entender-imagens-digitais-em-exame-de-retina" target="_blank" rel="nofollow">Jornal da Unicamp</a></em>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/visao-melhor-para-diabeticos-com-a-ajuda-da-unicamp/">Visão melhor para diabéticos, com a ajuda da UNICAMP</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Carros, motos e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2013 02:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Couri]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[endocrinologista]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[moto]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um texto excepcional do dr. Couri dando dicas para diabéticos pilotarem veículos com toda a segurança! Muitas pessoas têm como &#8220;hobby&#8221; o encontro com amigos e familiares para um passeio de carro ou de moto. Muitos curtem um motor mais potente na sua moto ou um &#8220;design&#8221; mais arrojado na motocicleta e até mesmo mais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um texto excepcional do dr. Couri dando dicas para diabéticos pilotarem veículos com toda a segurança!</em></p>
<p><span id="more-4401"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-4404" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/moto-carro-diabetes.jpg" alt="moto carro diabetes" width="576" height="432" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/moto-carro-diabetes.jpg 720w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/moto-carro-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></p>
<p>Muitas pessoas têm como &#8220;hobby&#8221; o encontro com amigos e familiares para um passeio de carro ou de moto. Muitos curtem um motor mais potente na sua moto ou um &#8220;design&#8221; mais arrojado na motocicleta e até mesmo mais velocidade nas arrancadas. Hoje em dia existe um grande mercado deste tipo de entretenimento inclusive com importante venda de acessórios como capacetes, jaquetas, botas, etc.</p>
<p>É sabido que temos no Brasil cerca de 12 milhões de portadores de diabetes, sendo que cerca de 12% dos adultos são acometidos por esta condição.</p>
<p>É natural pensar que em meio aos que curtem carros e motos, muitos são portadores de diabetes inclusive em uso de insulina.</p>
<p>Como sempre advogo, o portador de diabetes pode e deve fazer tudo que puder ter acesso. Nadar, escalar montanhas, fazer mergulhos submarinos, etc. A diferença é que o portador de diabetes deve tomar uns cuidados a mais.</p>
<p>Imagine uma pessoa que tem diabetes sofrer hipoglicemia pilotando uma moto a 110 km/h&#8230;</p>
<p>Imagine um portador de diabetes viajando para praia com sua família e sente-me mal ao volante numa curva da estrada Rio-Santos&#8230;</p>
<p>Algumas condições devem ser levadas em conta ao utilizar veículos motorizados e são consideradas fatores de maior risco como:</p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li>deficiência visual geralmente por graus avançados de retinopatia diabética, catarata ou glaucoma.</li>
<li>neuropatia diabética &#8211; doença dos nervos em que o paciente pode ter diminuição de sensibilidade nos pés e pode não dominar completamente os pedais da moto ou do carro.</li>
<li>grandes oscilações de glicemia.</li>
<li>hipoglicemias frequentes.</li>
</ul>
<p>Por isso, portadores de diabetes e especialmente os usuários de insulina devem fazer uma lista de tarefas:</p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li>acondicionar as insulinas adequadamente evitando expô-las ao sol e ao calor excessivo. O porta-luvas às vezes fica muito quente.</li>
<li>ter sempre consigo a carteira de identificação de portador de diabetes.</li>
<li>ter sempre consigo uma fonte de açúcar de liberação rápida para casos de hipoglicemia como por exemplo sachês de açúcar líquido. Lembre-se que em muitas estradas não há pontos de parada e uma hipoglicemia pode acontecer em qualquer lugar.</li>
<li>É sempre bom medir a glicemia periodicamente. Não há regras para isto, mas é sempre bom o motociclista medir as glicemias com mais frequência, por exemplo antes da jornada e a cada 2 horas.</li>
</ul>
<p>Lembre-se sempre de discutir com seu endocrinologista o que deve ser feito especificamente em seu caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERSPECTIVAS FUTURAS</strong></p>
<figure id="attachment_4402" aria-describedby="caption-attachment-4402" style="width: 468px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4402 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/guardian-diabetes.jpg" alt="Aparelho acoplado à pele do paciente que emite sinal para o pager (da foto acima) ou para o monitor do carro. O sinal de glicemia é enviado a cada 5 minutos" width="468" height="276" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/guardian-diabetes.jpg 468w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/guardian-diabetes-407x240.jpg 407w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /><figcaption id="caption-attachment-4402" class="wp-caption-text">Aparelho acoplado à pele do paciente que emite sinal para o pager<br />(da foto acima) ou para o monitor do carro. O sinal de glicemia é enviado a cada 5 minutos.</figcaption></figure>
<p>Recentemente foram lançados no mercado aparelhos que têm um pequeno fio de silicone acoplado no tecido subcutâneo de pacientes portadores de diabetes. Este aparelho em seguida emite sinal via bluetooth para a tela de LCD do carro que mostra praticamente em tempo real a evolução das glicemias (veja figura abaixo).</p>
<p>O aparelho que mede glicose em tempo real já é vendido no Brasil, mas os carros com este dispositivos ainda não chegaram em nosso mercado. A Lincoln e a Ford já dispõe de carros com estes dispositivos.</p>
<figure id="attachment_4403" aria-describedby="caption-attachment-4403" style="width: 468px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4403" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/lincoln-mkz-diabetes.jpg" alt="Carro Lincoln MKZ com monitor que recebe via bluetooth sinal de glicemia do monitor de glicose." width="468" height="312" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/lincoln-mkz-diabetes.jpg 468w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/lincoln-mkz-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /><figcaption id="caption-attachment-4403" class="wp-caption-text">Carro Lincoln MKZ com monitor que recebe via bluetooth sinal de glicemia do monitor de glicose.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
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		<title>Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2013 11:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Stitt]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Queen's University Belfast]]></category>
		<category><![CDATA[REDDSTAR]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[União Européia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo multinacional pretende utilizar células-tronco adultas a fim de reverter os danos causados pela retinopatia diabética, o que pode beneficiar milhões de pacientes. Uma mega equipe de cientistas &#8211; envolvendo profissionais da Irlanda do Norte, Irlanda, Alemanha, Holanda, Dinamarca, de Portugal e dos Estados Unidos &#8211; já está pronta para aplicar os mais de 15,5 &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo multinacional pretende utilizar células-tronco adultas a fim de reverter os danos causados pela retinopatia diabética, o que pode beneficiar milhões de pacientes.</em></p>
<p><span id="more-3503"></span></p>
<p>Uma mega equipe de cientistas &#8211; envolvendo profissionais da Irlanda do Norte, Irlanda, Alemanha, Holanda, Dinamarca, de Portugal e dos Estados Unidos &#8211; já está pronta para aplicar os mais de <strong>15,5 milhões de reais</strong> que recebeu de fundos da União Européia no desenvolvimento de uma nova técnica terapêutica. <strong>A meta dos pesquisadores é utilizar células-tronco na cura da retinopatia diabética</strong>, que é a complicação nos olhos mais comum entre diabéticos e pode levar à cegueira.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-3504" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/projeto-reddstar-diabetes.png" alt="projeto reddstar diabetes" width="738" height="239" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/projeto-reddstar-diabetes.png 738w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/projeto-reddstar-diabetes-415x134.png 415w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></p>
<p>O projeto recebeu o codinome de <strong>REDDSTAR</strong> (quase &#8220;<em>red star</em>&#8220;, ou &#8220;estrela vermelha&#8221; em inglês; o símbolo do projeto é uma estrela vermelha dentro do círculo azul do diabetes). Em inglês, é uma sigla que significa &#8220;Reparo de Danos Diabéticos através da Administração de Células do Estroma&#8221;. Os pesquisadores planejam coletar células-tronco adultas da medula óssea dos pacientes, cultivá-las em laboratório para que se multipliquem e, então, reimplantá-las no diabético, para que elas possam curar os danos provocados pela retinopatia.</p>
<p>O projeto ganhou site oficial (<a href="http://www.reddstar.eu">clique aqui</a>) e até mesmo uma página própria no Facebook (<a href="https://www.facebook.com/REDDSTAR.EU?fref=ts">clique aqui</a>), nas quais pode-se acompanhar a evolução do projeto e as façanhas dos pesquisadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para lembrar o que é a retinopatia</strong></p>
<p>As altas concentrações de açúcar no sangue, sintoma característico do diabetes, podem danificar os delicados vasos sangüíneos que chegam aos olhos. Os danos podem se dar por conta do bloqueio dos vasos ou extravasamento de sangue. Neste processo, a retina sofre danos, levando à progressiva perda de visão.</p>
<p>Um lembrete importante: apesar de comum, uma <a title="Moscas diabéticas ajudam os humanos" href="http://www.diabeticool.com/moscas-diabeticas-ajudam-os-humanos/"><strong>glicemia</strong></a> bem controlada diminui, em muito, as chances de um diabético desenvolver a retinopatia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O uso de células-tronco nas pesquisas sobre o diabetes</strong></p>
<p>Desde que foram descobertas, as células-tronco são uma das grandes promessas da Ciência para o desenvolvimento de novas terapias. Devido à capacidade de se transformarem em diversos tipos celulares específicos, elas poderiam ser utilizadas na regeneração de tecidos ou em <a title="Australianos empolgados com heparan sulfato" href="http://www.diabeticool.com/australianos-empolgados-com-heparan-sulfato/">doenças autoimunes</a>, por exemplo, como é o caso do diabetes tipo 1. Lembramos aos leitores o artigo “<strong><a href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco</a></strong>“, publicado no último mês, no qual descrevemos a pesquisa pioneira do brasileiro <strong>Carlos Couri</strong> no uso destas células para o tratamento do diabetes. Apesar da “matéria-prima” do tratamento ser a mesma, a estratégia utilizada pelo dr. Couri é bem diferente daquele descrita acima.</p>
 Células-tronco adultas, retiradas da medula óssea de um humano, envoltas por matriz extracelular (em vermelho).
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fala o especialista</strong></p>
<p>O professor Alan Stitt, diretor do Centro da Visão e Ciência Vascular da <em>Queen&#8217;s University Belfast</em> e líder do projeto, conta mais sobre seu trabalho.</p>
<p>&#8220;(Nós iremos) investigar o potencial de uma população única de células-tronco de promover reparos em vasos sangüíneos da retina danificados pelo diabetes. <strong>O impacto poderá ser profundo para pacientes</strong>, pois a regeneração de uma retina danificada poderá prevenir a evolução da <a title="A descoberta do diabetes através dos olhos" href="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/">retinopatia diabética</a> e reduzir o risco de perda da visão.&#8221;</p>
<p>&#8220;Os tratamentos atualmente disponíveis para a retinopatia diabética nem sempre são satisfatórios. Eles focam nos estágios finas da doença, possuem muitos efeitos colaterais e não são capazes de resolver as causas da condição. Uma abordagem terapêutica nova e alternativa é instigar células-tronco adultas a promover a regeneração dos vasos sangüíneos danificados da retina e, assim, prevenir e/ou reverter a retinopatia&#8221;, completou.</p>
<p>Alan ainda explicou em detalhes a técnica a ser utilizada: &#8220;Este novo projeto de pesquisa é uma de várias abordagens da medicina regenerativa que estão em andamento no Centro. A abordagem é bem simples: nós planejamos isolar uma população pequena e bem definida de células-tronco e então levá-las aos locais do corpo que foram danificados pelo diabetes. No caso de alguns dos pacientes com diabetes, eles podem ganhar enormes benefícios através do reparo dos vasos sangüíneos danificados em suas retinas. <strong>Este é o primeiro passo em direção a uma muito necessária e benquista terapia</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por envolver um time multinacional de cientistas, as pesquisas serão realizadas em cinco centros de saúde ao redor da Europa. Nesta primeira fase, os integrantes do <strong>REDDSTAR</strong> testarão a viabilidade de multiplicar as células tronco em laboratório. Os testes com humanos, etapa final do trabalho, ocorrerão na Dinamarca. Ficaremos de olho no desenvolvimento do projeto!</p>
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		<title>Problemas nos vasos estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivo]]></category>
		<category><![CDATA[Arotin]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[Benepax]]></category>
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		<category><![CDATA[Csaba Szabo]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
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		<category><![CDATA[síndrome do pânico]]></category>
		<category><![CDATA[tensão pré-menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obsessivo-compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>
		<category><![CDATA[vaso sangüíneo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários. Cientistas da Universidade do Texas realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários.</em></p>
<p><span id="more-2439"></span></p>
<p>Cientistas da <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Universidade do Texas</a> realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia provoca em diabéticos. Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, foram testados no processo 6.766 remédios. Destes, apenas um se destacou como candidato a possível tratamento diabético. A surpresa é que ele é o princípio ativo de alguns dos mais populares <strong>antidepressivos</strong> à venda no Brasil e no mundo. Poderia um antidepressivo tratar os efeitos do diabetes, em especial os relacionados aos vasos sangüíneos? Após uma extensa bateria de testes, a resposta dos cientistas é um auspicioso &#8220;sim&#8221;!</p>
 Poderia um antidepressivo combater também os efeitos do diabetes? Como isso seria possível?
<p>Os pesquisadores buscavam uma cura para as conseqüências da <a title="Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">hiperglicemia </a>&#8211; ou altas taxas de açúcar no sangue &#8211; nos vasos sangüíneos. O que ocorre é o seguinte: o excesso de açúcar correndo junto com o sangue pelos vasos estimula as células que recobrem os vasos a produzir uma família de moléculas químicas altamente tóxicas, chamadas de <strong>espécies reativas de oxigênio</strong>. Estas moléculas acabam destruindo tanto as células que recobrem os vasos quanto outras ao seu redor, e isto é a causa de diversos problemas comumente associados ao diabetes, como <strong>ataques cardíacos</strong>, <strong>derrames</strong>, <strong>retinopatia</strong>, <strong>nefropatia </strong>e <strong>neuropatia</strong> (para uma lista dos efeitos do diabetes no corpo humano e explicações detalhadas de como eles ocorrem, <strong><a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">leia nossa página especial sobre o assunto</a></strong>).</p>
<p>Após estudar as propriedades fisico-químicas e terapêuticas de quase sete mil compostos, os pesquisadores descobriram que um deles, a <strong>paroxetina</strong>, apresentava resultados incríveis. Em ensaios feitos em tubo de ensaio, a paroxetina reduziu significativamente a concentração das espécies reativas de oxigênio e impediu que elas fossem produzidas pelas células que recobrem os vasos sangüíneos. As boas notícias não pararam por aí: o composto químico ainda protegeu o DNA, RNA e as proteínas das células, alvos preferenciais das moléculas tóxicas, e permitiu que vasos sangüíneos se dilatassem normalmente, mesmo em situações de hiper e hipoglicemia &#8211; algo absolutamente inédito.</p>
<p>&#8220;O potencial futuro deste estudo é que nós poderemos ser capazes de &#8220;modificar&#8221; a ação da paroxetina para ajudar na terapia experimental de tratamento de complicações cardíacas de diabéticos&#8221;, afirmou Csaba Szabo, principal autor do estudo, que foi publicado esta semana na revista científica <em>Diabetes</em>. &#8220;Precisaremos caracterizar cuidadosamente o perfil de segurança da paroxetina em pacientes diabéticos, <strong>mas eu acredito que há definitivamente potencial aqui</strong>.&#8221;</p>
<p><strong>E o quê, afinal de contas, seria a</strong> paroxetina? Seria um medicamento obscuro e pouco utilizado, por isso ninguém ainda havia percebido suas propriedades benéficas aos diabéticos? Muito pelo contrário. A paroxetina é o princípio ativo de uma grande variedade de antidepressivos comumente receitados no Brasil. Além da depressão, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, dor de cabeça crônica, fobia social e tensão pré-menstrual são também tratadas com estes remédios, vendidos no Brasil sob os nomes comerciais de <b>Cebrilin</b>, <b>Arotin</b>, <b>Benepax</b>, <b>Paxan</b>, <b>Paxtrat</b>, <b>Pondera</b> e <b>Roxetin</b>, além das versões genéricas, chamadas apenas de &#8220;Paroxetina&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A descoberta do diabetes através dos olhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2012 00:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
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		<category><![CDATA[retinopatia diabética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Retinopatia diabética da mãe inspira filho oftalmologista a criar centro avançado de cura para problemas de visão causados pelo diabetes. Nos anos 90, o oftalmologista americano James Powers resolveu testar em sua família um novo método diagnóstico de problemas oculares. Para sua surpresa, o exame de sua mãe revelou que ela tinha retinopatia diabética (relembre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Retinopatia diabética da mãe inspira filho oftalmologista a criar centro avançado de cura para problemas de visão causados pelo diabetes.</em></p>
<p><span id="more-1690"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/james-powers-retinopatia-diabetes/"></span> O médico James Powers realiza exame ocular em sua mãe, Teresa Habib.
<p>Nos anos 90, o oftalmologista americano James Powers resolveu testar em sua família um novo método diagnóstico de problemas oculares. Para sua surpresa, o exame de sua mãe revelou que ela tinha retinopatia diabética (<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">relembre aqui o que é a retinopatia e quais são seus sintomas</a>). Além disso, James encontrou um outro sério problema, desta vez metabólico, através dos olhos de sua mãe: o diabetes.</p>
<p>Graças a este diagnóstico precoce, sua mãe, Teresa Habib, hoje vive de maneira saudável, feliz e tem a visão em condições boas. A descoberta de que tinha diabetes veio na hora certa: pouco tempo depois, Teresa sofreu um derrame e teve que passar por cirurgias de ponte de safena, todas conseqüências do seu diabetes, durante muito tempo mal cuidado. Felizmente, ela sobreviveu aos tratamentos e comemorará em breve seu 50o. aniversário de casamento.</p>
<p>Quem conhece a família Powers acha difícil de acreditar que a visão de Teresa esteja razoavelmente boa. Isto porque ela têm, além da retinopatia diabética, catarata, glaucoma e olhos secos. Todas as condições são decorrentes dos muitos e muitos anos em que teve diabetes tipo 2 mas não sabia, e por isso não se cuidou. Em vista disto, após o exame que realizou nos anos 90, James resolveu abrir uma clínica especializada na cura e prevenção de problemas oculares relacionados ao diabetes. Utilizando tecnologia de ponta e muita informação, James é capaz de manter sob controle as doenças oculares da mãe, apesar de tantos problemas, e de sua legião de pacientes, permitindo que eles tenham uma qualidade incrivelmente alta de visão.</p>
<p>A história de sua mãe inspirou James, em adição a abrir a própria clínica, iniciar uma série anual de simpósios e exposições na sede de seu instituto de saúde, em New Port Richey, na Flórida. A última edição ocorreu mês passado. Além de informar a população sobre os sintomas das doenças oculares causadas pelo diabetes e como tratá-las, o intuito das mostras é entender o diabetes de maneira &#8220;holística&#8221;. Isto é, educar as pessoas sobre as melhores maneiras de tratar o diabetes e todas as suas influências no organismo. &#8220;<em>Nosso [maior] objetivo é fazer os diabéticos perderem peso, comerem de maneira mais inteligente, sentirem-se melhor, diminuírem o número de visitas ao médico e diminuírem a dependência a remédios</em>&#8220;, garante uma das organizadoras do evento.</p>
<p>Foco em educação sobre a doença, somado aos tratamentos de ponta oferecidos por James, formam uma maneira certeira de aumentar, em muito, a qualidade de vida de qualquer diabético!</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www2.tbo.com/news/pasco-news/2012/sep/20/panewso2-moms-diabetes-inspires-opthalmologist-ar-506494/"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
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