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	<title>hiperglicemia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Como as infecções alteram nossas glicemias?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 13:23:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hiperglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda por que a glicemia dispara quando estamos doentes – e o que fazer para se tratar! Muita gente tem dúvidas a respeito de infecções como gripes, otites, amigdalites e como tratá-las, principalmente quando temos diabetes. Esse texto vai responder algumas das dúvidas mais frequentes sobre o assunto. [pullquote]&#8221;Muita gente fica assustada quando, por estar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aprenda por que a glicemia dispara quando estamos doentes – e o que fazer para se tratar!</em><br />
<span id="more-8393"></span></p>
<p>Muita gente tem dúvidas a respeito de infecções como gripes, otites, amigdalites e como tratá-las, principalmente quando temos diabetes. Esse texto vai responder algumas das dúvidas mais frequentes sobre o assunto.</p>
[pullquote]&#8221;Muita gente fica assustada quando, por estar gripado, se depara com glicemias acima de 250mg/dl!&#8221;[/pullquote]
<p>Para começar, precisamos saber, exatamente, o que é uma <a title="Diabetes e Infecções Bacterianas" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-infeccoes-bacterianas/">infecção</a>. Quando um micorganismo – seja ele um vírus, uma bactéria, um fungo, um protozoário&#8230; – invade o nosso corpo, ele pode causar doenças relacionadas à sua multiplicação e às substâncias que ele produz. Essa invasão é a chamada <strong>infecção</strong>, e <strong>doença infecciosa</strong> é o nome que damos ao quadro clínico causado pela infecção. Assim, gripe e pneumonia são exemplos de infecções que o ser humano pode ter.</p>
<p>Muita gente fica assustada quando, por estar gripado, se depara com <strong>glicemias acima de 250mg/dl</strong>. Eis que, então, acha que o tratamento inteiro do diabetes está errado, desabafa dizendo que não aguenta mais não entender a doença&#8230; calma!</p>
<p>Uma das principais necessidades de quem tem diabetes é saber lidar com um <em>sick day</em>, ou seja, um dia em que, porventura, estejamos doentes e com flutuações da glicemia. Para que isso aconteça, você não precisa ser um profundo conhecedor de todos os processos fisiológicos do corpo, mas precisa conhecer bem o seu tratamento – coisa que pode e deve ser feita em conjunto com o seu médico.</p>
 Esse é um tipo de bactéria, chamado de “bacilo”, que pode causar infecções.
<p>Bem, sem mais delongas, vamos ao ponto principal! O que acontece no nosso corpo durante uma infecção?</p>
<p>Quando um <strong>agente patológico</strong> – outro nome complicado para falar desses microrganismos que causam as infecções! – invade o nosso corpo, acaba por ativar as defesas do corpo, o chamado <strong>sistema imunológico</strong>. Ele é composto por dois tipos de respostas, uma chamada de <em>resposta inata</em> ou <em>inespecífica</em> e a outra chamada de <em>resposta adaptativa</em> ou <em>específica</em>.</p>
[pullquote]É a resposta do sistema imune contra os microorganismos nocivos ao corpo que faz a glicemia disparar.[/pullquote]
<p>A resposta inata é aquela que inclui, dentre outras coisas, a ação das células chamadas <em>fagócitos</em>, que são a primeira linha de defesa do corpo. Elas, por assim dizer, “comem” os microrganismos, a partir do mecanismo que chamamos de <em>fagocitose</em>. Dentre estes fagócitos, podemos destacar os <em>neutrófilos, monócitos </em>– ou <em>macrófagos</em> – e os <em>eosinófilos</em>. Nomes relativamente familiares para quem faz acompanhamento médico e tem a curiosidade de olhar os exames antes da consulta&#8230;</p>
<p>Depois que os microrganismos são fagocitados, eles também são digeridos dentro das células. Em seguida, várias substâncias são liberadas – que nós chamamos de <em>citocinas</em> – para sinalizar para todo o organismo que houve uma invasão.</p>
<p>Basicamente, os fagócitos são os seguranças do corpo, que pegam os invasores, trancam em uma sala fechada e apertam o botão de alerta de intrusos, que faz com que soe uma “sirene química” pelo corpo todo. E essa sirene é que causa a <a title="Sabia que o magnésio ajuda a controlar a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/sabia-que-o-magnesio-ajuda-a-controlar-a-glicemia/">hiperglicemia</a>.</p>
<p>Dentre as citocinas – que são muitas, mesmo! – podemos destacar a <em>interleucina 1 – </em>ou “IL-1” – e o <em>fator de necrose tumoral</em> – ou “TNF” – que são os principais causadores de vários efeitos no corpo.</p>
 Infecções podem ser o prenúncio de glicemia nas alturas &#8211; saiba como combatê-las!
<p>A IL-1 e o TNF são as substâncias que causam a febre, aumentam a atividade do sistema imunológico – principalmente por ativar aquela outra resposta imunológica, chamada resposta <em>adaptativa</em>, lembram? – e, em especial, ativam a medula das glândulas suprarrenais – também chamadas de adrenais – aumentando a produção de cortisol.</p>
<p>O cortisol, por sua vez, é um dos hormônios hiperglicemiantes do corpo (junto com o hormônio de crescimento [GH], adrenalina e <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">glucagon</a>) e é o principal responsável, durante o período de infecção, por desregular a glicemia, uma vez que também aumenta a resistência das células à ação da insulina. Conforme a infecção é eliminada do corpo por meio do sistema imunológico, diminui a produção de IL-1 e TNF, e os níveis de cortisol também baixam, por consequência, diminuindo a glicemia.</p>
<p>Evidentemente, essas hiperglicemias precisam ser tratadas, de acordo com a conduta passada pelo seu médico – e esta conduta é única, <strong>para cada pessoa</strong>. Para isso, se faz necessário monitorar a glicemia com <em>muito mais cuidado</em> do que já fazemos diariamente. Tomar bastante líquido ajuda duplamente: inicialmente, ajuda a evitar problemas decorrentes da hiperglicemia, como por exemplo, a desidratação por conta do grande volume de urina produzido, e também auxilia na regulação da temperatura do corpo.</p>
<p>E, claro, o mais importante é tratar a infecção, que é a causa de tudo isso! Portanto<em>, recorrer a um serviço de saúde </em>também é importante para descobrir o que teria causado essa infecção e tratá-la da maneira correta – por exemplo, com antibióticos no caso de uma infecção por bactérias.</p>
<p>E, o que deve ser reforçado: <strong><em>não deixe de tomar as medicações para o diabetes</em></strong>.<strong> </strong></p>
<p><strong>Portanto, não fique em pânico quando perceber que sua glicemia está aumentando ao surgirem os primeiros sintomas de uma gripe</strong>. É o normal que aconteça, e, sabendo disso, podemos tratar todo o quadro da maneira certa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No próximo texto desta coluna, explicaremos como utilizar, de maneira correta e segura, medicamentos que contêm açúcar na hora de combater infecções e doenças!</p>
<p>Forte abraço, e até a próxima!</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #dbe9f0;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
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		<title>Whey protein pode combater a obesidade e diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/whey-protein-pode-combater-a-obesidade-e-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 23:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um bom motivo pelo qual a whey protein ajuda a diminuir o peso &#8211; e também a melhorar a utilização da insulina pelo corpo. Aprenda aqui. A obesidade está associada com diversas desordens metabólicas e alimentares, como &#8220;pular&#8221; o café da manhã e compensar comendo mais à noite, resultando em uma baixa aderência às &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Há um bom motivo pelo qual a whey protein ajuda a diminuir o peso &#8211; e também a melhorar a utilização da insulina pelo corpo. Aprenda aqui.</em><span id="more-7034"></span></p>
<p>A <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">obesidade</a> está associada com diversas desordens metabólicas e alimentares, como &#8220;pular&#8221; o café da manhã e compensar comendo mais à noite, resultando em uma baixa aderência às dietas de perda de peso. A perda de peso torna-se mais eficaz com a ajuda de algumas estratégias que reduzam a fome e/ou aumentem a saciedade como por exemplo o <a title="O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">whey protein</a>.</p>
<p>A proteína dietética é considerada um excelente estimulante de gasto energético e tem um potencial termogênico no período pós brandial maior do que carboidratos e gorduras. O aumento na síntese protéica tem sido proposto como um dos possíveis mecanismos desse aumento na termogênese.</p>
<p>As proteínas variam na sua habilidade em diminuir a hiperglicemia pós brandial. As proteínas do leite tem demonstrado estimular a insulina, entretanto, o whey protein é mais insulinotrópico de modo dose-dependente.</p>
<p>O whey protein contém <a title="Sobrepeso pode contribuir para aumento da inflamação durante a gravidez" href="http://www.diabeticool.com/sobrepeso-pode-contribuir-para-aumento-da-inflamacao-durante-a-gravidez/">leucina</a> e estudos mostram que uma elevação desse aminoácido no cérebro suprime a ingestão calórica via mecanismos envolvendo o mTOR, AMPK, e/ou o metabolismo de BCAA. Além disso aumenta os hormônios de saciedade como a colecistoquinina, PYY, GIP, GLP-1.</p>
<p>Esses mecanismos promovem uma maior saciedade e modulam a insulina atuando assim como preventivos da obesidade e da diabetes tipo 2. Referências:JAKUBOWICZ, D.; FROY, O. Biochemical and metabolic mechanisms by which dietary whey protein may combat obesity and Type 2 diabetes, Journal of Nutritional Biochemistry, V.24, p.1-5, 2013.Por Joyce Rouvier</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/02/whey-protein-no-combate-a-obesidade-e-diabetes-tipo-2.shtml" target="_blank" rel="nofollow">Info</a></strong></p>
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		<title>Portugal: Cientistas usam células-tronco para controlar diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/portugal-cientistas-usam-celulas-tronco-para-controlar-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2014 17:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOTA DA REDAÇÃO: O texto a seguir está em português de Portugal. Vale ressaltar que, dentre outras diferenças menos significativas, o termo &#8220;células estaminais&#8221; equivale às nossas &#8220;células-tronco&#8221;. Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e do Instituto de Biologia Celular e Molecular da U. Porto (IBMC) conseguiu reduzir, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>NOTA DA REDAÇÃO: </strong>O texto a seguir está em português de Portugal. Vale ressaltar que, dentre outras diferenças menos significativas, o termo &#8220;células estaminais&#8221; equivale às nossas &#8220;células-tronco&#8221;<strong>.</strong></em></p>
<p>Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e do Instituto de Biologia Celular e Molecular da U. Porto (IBMC) conseguiu reduzir, de forma estável e sustentável, o <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">excesso de glicose no sangue</a> (fenómeno designado por hiperglicemia e associado à diabetes) através do uso de células estaminais.</p>
<p>O estudo foi realizado num modelo animal, em ratos com diabetes de tipo I, aos quais foram administradas, por via endovenosa, um tipo específico de células estaminais (células estaminais estromais), recolhidos da <a title="Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes/">medula óssea</a> de dadores adultos.</p>
<p>Os cientistas responsáveis consideram os resultados «promissores», aguardando pelos ensaios em humanos, que estão previstos decorrer num centro médico dinamarquês.</p>
<p>Estes resultados são o fruto de um ano de trabalho da equipa portuguesa que integra o <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">REDDSTAR </a>(Repair of Diabetic Damage by Stromal Cell Administration) – um projecto financiado pelo Sétimo Programa Quadro da Comissão Europeia, que tem a duração de três anos e recebeu 6 milhões de euros distribuídos por um consórcio multidisciplinar de especialistas na investigação e tratamento de complicações de diabetes.</p>
<p>«Na União Europeia, milhões de pacientes com diabetes mellitus usam diariamente fármacos prescritos pelo seu médico para controlar os seus níveis sanguíneos de glicose. O controlo ineficaz dos níveis plasmáticos de glicose conduz a um vasto leque de complicações da diabetes, nomeadamente: nefropatia, retinopatia, cardiomiopatia, neuropatia, comprometimento da reparação óssea e ulceração», refere Isaura Tavares, professora da FMUP e coordenadora do REDDSTAR em Portugal.</p>
<p>Actualmente existem poucas opções terapêuticas disponíveis para controlo do início e progressão das complicações da diabetes. Por isso, as complicações da diabetes permanecem como um dos principais desafios na gestão da doença para os clínicos de diversas especialidades.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=683004" target="_blank" rel="nofollow">Diário Digital</a></strong></p>
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		<title>Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2013 11:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[corticóides]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[níveis de açúcar no sangue]]></category>
		<category><![CDATA[pressão arterial]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas mais comuns do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[visão embaçada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Independente do tipo, além do controle alimentar, fazer atividade física é importante para manter os níveis de glicose e peso mais adequados. O dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes (ou Diabetes Mellitus). É uma doença crônica que é representada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, a hiperglicemia. O tipo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Independente do tipo, além do controle alimentar, fazer atividade física é importante para manter os níveis de glicose e peso mais adequados.</em><span id="more-5736"></span></p>
<p>O dia 14 de novembro é o <a title="O que significa o Dia Mundial do Diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-significa-o-dia-mundial-do-diabetes/">Dia Mundial do Diabetes</a> (ou Diabetes Mellitus). É uma doença crônica que é representada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, a hiperglicemia. O tipo 2 é o mais comum nas pessoas com mais de 40 anos, e sua causa não está bem definida, pois o que se sabe é que pessoas com maiores riscos de desenvolverem o diabetes têm familiares próximos com essa doença. Pelo menos duas das seguintes condições estão presentes: obesidade ou sobrepeso, principalmente aumento abdominal (“a famosa barriga”), falta de atividade física, usuários de medicações que aumentam os níveis de glicose no sangue (como os corticoides).</p>
<p>Em geral, independente do tipo, além do óbvio controle alimentar, a prática de atividades físicas, são fundamentais para manter os níveis de glicose e o peso adequados e evitar possíveis complicações da doença. Para que seja efetiva a prática física deve ser aeróbica (caminhar, nadar, andar de bicicleta&#8230;) em 60% e 40% de fortalecimento muscular, em dias alternados e sempre alternando, em cada dia, os músculos exigidos no treino, para dar chance de recuperação muscular entre um dia e outro de exercícios físicos.</p>
<p>Os sintomas mais comuns do diabetes são: muita sede, rápida perda de peso, muita fome, cansaço inexplicável, grande vontade de urinar, dificuldade para cicatrização, infecções frequentes, visão embaçada, tonturas e falta de concentração. Não é necessário ter todos os sintomas para se desconfiar da doença. Em muitos casos está associada a níveis elevados de <a title="Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver certas doenças oculares" href="http://www.diabeticool.com/pessoas-com-diabetes-apresentam-maior-risco-de-desenvolver-certas-doencas-oculares/">pressão arterial</a> e do LDL ( o colesterol ruim).</p>
<p>O diabetes tipo 1 aparece quando o organismo produz pouco ou não produz o hormônio insulina, responsável pela regulação dos níveis de açúcar no sangue. Apesar de a doença aparecer em qualquer idade, o tipo 1 é mais comum em crianças e adolescentes até os 14 anos. Nos últimos anos, o número de crianças portadoras de diabetes tipo 1 vem crescendo, mas o tipo 2, que era comum em adultos obesos, também aumentou entre as crianças devido à alimentação inadequada e á falta de atividade física, que levam ao aumento de peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prevenção e cuidados gerais</strong></p>
<p>Para se prevenir do diabetes, tendo risco familiar e pessoal aumentado para isso, a prática de atividades físicas moderadas reduz em até 70% o risco de desenvolver a doença, pois aumenta a sensibilidade do organismo à insulina produzida, que eleva sua eficiência diminuindo o nível da glicemia.</p>
<p>A hidratação é básica, pois em geral a função renal do diabético é mais sensível ao estado de desidratação mesmo leve. a prática regular de atividade física é eficaz para controle. Uso de medicamentos (antidiabéticos orais e <a title="Escócia rejeita nova insulina degludec" href="http://www.diabeticool.com/escocia-rejeita-nova-insulina-degludec/">insulinas</a>) só deve ser prescrito e orientado pelo médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cuidados com dietéticos</strong></p>
<p>Incrivelmente, estudos científicos alertam para o consumo de refrigerantes dietéticos, pois indivíduos que ingeriram mais de um refrigerante dietético por dia apresentaram um risco 44% maior de desenvolver doenças metabólicas como diabete, hipertensão e elevação das gorduras no sangue (triglicérides) em comparação com aqueles que ingeriram menos de um refrigerante dietético por dia. Outro alerta é sobre alguns adoçantes que tem o radical sódio na fórmula, o que aumenta o risco de desenvolver hipertensão arterial (sacarina sódica, ciclamato sódico). Existem outros de bons resultados como a sucralose e o aspartame.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2013/11/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados.html" target="_blank" rel="nofollow">GloboEsporte</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabéticos podem &#8211; e devem! &#8211; comer maçãs!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 19:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais: sabia que existe uma maneira mais inteligente de cortar a fruta e que permite aproveitá-la muito melhor? A maçã é uma das frutas mais conhecidas no mundo inteiro, além de ser uma campeã de vendas. Facilmente encontrada o ano inteiro aqui no Brasil e de sabor agradável, a maçã é também protagonista de receitas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais: sabia que existe uma maneira mais inteligente de cortar a fruta e que permite aproveitá-la muito melhor?</em> <span id="more-5748"></span></p>
<p>A maçã é uma das frutas mais conhecidas no mundo inteiro, além de ser uma campeã de vendas. Facilmente encontrada o ano inteiro aqui no Brasil e de sabor agradável, a maçã é também protagonista de receitas deliciosas (confira algumas nos links abaixo).</p>
<p><strong>RECEITAS COM MAÇÃ:</strong></p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/comida-gostosa-e-saudavel-lombinho-com-macas-e-erva-doce/">Lombinho com maçãs e erva-doce</a></strong><br />
<strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/bolinhos-de-maca-e-queijo-para-diabeticos/">Bolinhos de maçã e queijo</a></strong><br />
<strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/moranga-com-macas-para-diabeticos/">Moranga com maçãs</a></strong></p>
<p>Por ser uma fruta bem docinha, muitos diabéticos se perguntam se podem comer maçã tranqüilamente. E a resposta é um grande &#8220;SIM&#8221;!</p>
<p>Uma maçã possui, de fato, uma quantidade considerável de carboidratos (= açúcares). Por exemplo, uma maçã grande pode conter mais de 35g de carboidratos.</p>
<p>Isto significa que quem tem que controlar a quantidade de açúcar no sangue não pode comer maçã? É claro que não. Mesmo quem tem diabetes precisa ingerir uma quantidade mínima de açúcares todos os dias &#8211; e obter estes açúcares comendo maçã é uma maneira muito saudável de se alimentar. Porém, vale ressaltar, é importante considerar esta quantidade de açúcares no plano alimentar, evitando, assim, episódios de <a title="Estamos controlando a glicemia da maneira errada?" href="http://www.diabeticool.com/estamos-controlando-a-glicemia-da-maneira-errada/">hiperglicemia</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE É BOM COMER MAÇÃ?</strong></p>
<p>A maçã é uma fruta repleta de pectina, uma fibra solúvel que ajuda no combate à pressão alta, reduz o colesterol e diminui o risco de câncer de mama e do cólon. Além disso, a fruta é riquíssima em diversos nutrientes, como minerais, vitaminas, fibras e antioxidantes. Os açúcares contidos nela são liberados lentamente na corrente sangüínea, o que ajuda a evitar &#8216;picos&#8217; de glicemia.</p>
<p>A Ciência também recomenda a ingestão de maçãs. Várias pesquisas já foram feitas e comprovam as vantagens da maçã para a saúde &#8211; inclusive de quem está com diabetes. Além de ajudar a curar o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabetes</a>, maçãs também parece proteger o organismo contra o diabetes tipo 2, de acordo com um estudo publicado no início deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICA</strong></p>
<p>Na hora de comer uma maçã, que tal aprender um truque super simples e que permitirá aproveitar ainda mais a fruta?</p>
<p>99% das pessoas cortam as maçãs de cima para baixo. Depois, retiram o &#8220;miolo&#8221;, uma porção um pouco mais fibrosa e onde ficam as sementes. Mas já tem gente defendendo que, no fundo, o &#8220;miolo&#8221; da maçã é uma invencionice &#8211; um mito! &#8211; que só existe porque cortamos a fruta da maneira errada. Caso a maçã seja cortada lateralmente, como mostra a figura abaixo, a tal porção fibrosa simplesmente desaparece, tanto visualmente quanto ao relação ao gosto. Assim, pode-se aproveitar muito mais de cada fruta. Vamos experimentar?</p>
 Cortar maçã horizontalmente &#8211; de lado a lado &#8211; praticamente elimina o &#8220;miolo&#8221;, tornando-a comestível por completo. (Rachel Swaffer / TheBlaze)
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		<title>Mais uma vantagem do &#8220;colesterol bom&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2013 17:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de ajudar a proteger nosso corpo de doenças cardiovasculares, o &#8220;colesterol bom&#8221; também auxilia a controlar a glicemia, descobriram cientistas. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool O HDL (sigla, em inglês, que significa lipoproteína de alta densidade), também conhecido como o “colesterol bom”, tem outra importante e benéfica função em nosso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Além de ajudar a proteger nosso corpo de doenças cardiovasculares, o &#8220;colesterol bom&#8221; também auxilia a controlar a glicemia, descobriram cientistas.</em><span id="more-5586"></span></p>
 Uma dieta rica em fibras e sementes é uma deliciosa opção para aumentar os níveis do &#8220;colesterol bom&#8221;!
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>O <strong>HDL</strong> (sigla, em inglês, que significa lipoproteína de alta densidade), também conhecido como o “<strong>colesterol bom</strong>”, tem outra importante e benéfica função em nosso organismo além da proteção contra <a title="Medicamentos contra colesterol ‘podem aumentar diabetes’" href="http://www.diabeticool.com/medicamentos-contra-colesterol-podem-aumentar-diabetes/">doenças cardiovasculares</a>. Uma equipe internacional de cientistas demonstrou que o HDL está relacionado também com o controle da glicemia, pois faz com que células musculares usem glicose de modo mais eficiente. <strong>A descoberta oferece potencial para que novos tipos de medicamentos para o diabetes tipo II sejam desenvolvidos</strong>.</p>
<p>“Nossos resultados relacionam, pela primeira vez, níveis baixos de HDL com uso debilitado de glicose e queima de calorias”, diz Susanna Hofmann, uma das coordenadoras do estudo, do instituto de pesquisa alemão Helmholtz Zentrum München. “Baseado nessa descoberta, substâncias já clinicamente testadas para a prevenção e regressão de aterosclerose poderão oferecer um novo meio de tratamento também para o diabetes”.</p>
<p>Na pesquisa, realizada em modelos animais, os cientistas observaram a relação entre os níveis de HDL e de ApoA-I (apolipoproteína A-I), principal proteína do HDL, e células do músculo esquelético. Os músculos esqueléticos são aqueles que estão geralmente juntos ao esqueleto e que conseguimos controlar, como os músculos dos braços e das pernas. Sem a proteína ApoA-I, as células desses músculos queimam menos calorias. Como a glicose é usada para queimar calorias, menos queima significa mais <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> no sangue. Ao terem seus níveis de HDL e ApoA-I aumentados, os animais deixaram de ter <a title="“Esponja inteligente” controla a glicemia automaticamente" href="http://www.diabeticool.com/esponja-inteligente-controla-a-glicemia-automaticamente/">hiperglicemia</a>. Além disso, a performance de seus músculos melhorou e eles tiveram menos ganho de gordura.</p>
 Praticar exercícios é também fundamental para aumentar os níveis de HDL e diminuir as taxas do &#8220;colesterol ruim&#8221;.
<p>A taxa de doenças cardiovasculares em diabéticos do tipo II é maior em relação a não-diabéticos, portanto o aumento dos níveis de HDL pode trazer ainda mais benefícios para essas pessoas, principalmente para as mulheres. “<strong>Nossos resultados são muito relevantes para mulheres portadoras de diabetes tipo II</strong>”, diz Hofmann. “O risco delas desenvolverem doenças cardiovasculares é mais alto do que o risco de homens com diabetes tipo II, pois elas têm concentrações mais baixas de HDL e ApoA-I”.</p>
<p>Para aumentar os níveis de HDL, é recomendada a prática regular de <a title="10 Benefícios da Atividade Física" href="http://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/">exercícios físicos aeróbicos</a>, como caminhar, correr e andar de bicicleta.</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>SP: Diabetes Mellitus e doença coronariana são temas de encontro da Socesp, em Limeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2013 17:27:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Antonio Carlos Palandri Chagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados da Federação Internacional de Diabetes, mais de 7,6 milhões de brasileiros sofrem de Diabetes. A Regional Araras da SOCESP promove, no dia 19 de outubro, o encontro Diabetes Mellitus e Doença Coronariana. Cardiologistas, clínicos gerais e estudantes de medicina de Limeira, Araras e região já podem se inscrever para o evento que terá &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo dados da Federação Internacional de Diabetes, mais de 7,6 milhões de brasileiros sofrem de Diabetes.</em></p>
<p><span id="more-5430"></span></p>
<p>A Regional Araras da SOCESP promove, no dia 19 de outubro, o encontro Diabetes Mellitus e Doença Coronariana. Cardiologistas, clínicos gerais e estudantes de medicina de Limeira, Araras e região já podem se inscrever para o evento que terá palestra do Dr. Antonio Carlos Palandri Chagas, professor titular e chefe da Disciplina de Cardiologia da Faculdade de Medicina do ABC e Governador do Capítulo Brasileiro do American College of Cardiology.</p>
<p>Segundo a Federação Internacional de Diabetes, atualmente mais de 7,6 milhões de brasileiros sofrem de diabetes e dois terços morrem de complicações cardíacas ou cerebrais. Além disso, é uma das doenças com maior prevalência no Ocidente e considerada uma epidemia em centros urbanos.</p>
<p>O diabetes é um sério fator de risco não só pela sua incidência na população, mas também pelo fator de risco que representa para as doenças cardiovasculares, já que aumenta entre duas a quatro vezes a probabilidade de o paciente vir a ter um infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo.</p>
<p>Segundo o presidente da Regional Araras da SOCESP, Dr. Fernando Candido Martins, o Diabetes Mellitus altera a função de vários tipos de células. O conjunto dessas alterações, como a hiperglicemia, a dislipidemia e a resistência à insulina, facilita o desenvolvimento da aterosclerose, especialmente nas coronárias. “É importante destacar que uma das principais causas de mortalidade relacionadas ao Diabetes Mellitus é a doença cardiovascular, especialmente a doença coronariana, responsável por grande parte dos óbitos entre os adultos (60% a 80%)” conta o cardiologista.</p>
<p>“No evento, vamos discutir condutas terapêuticas para os pacientes diabéticos atendidos em nossa especialidade. A maioria já é portadora de alguma doença cardiovascular”, explica o primeiro Candido Martins.</p>
<p>Os interessados podem fazer as inscrições pelo site www.socesp.org.br ou pelos telefones (11) 3179-0049/39.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li>SOCESP Araras | Diabetes Mellitus e Doença Coronariana</li>
<li>Data: 19 de outubro de 2013</li>
<li>Horário: 09h</li>
<li>Local: Auditório do Hospital Medical</li>
<li>Endereço: Avenida Dr. Trajano de Barros Camargo, 1531 – Limeira</li>
<li>Inscrições: (11) 3179-0039 / 0049 ou www.socesp.org.br (SEM CUSTOS)</li>
</ul>
<p>** acadêmicos e residentes em cardiologia podem se filiar à SOCESP com isenção da taxa de anuidade para participação nos eventos da entidade. Basta levar um comprovante desta situação e preencher a proposta de filiação no dia do encontro.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=22911" target="_blank" rel="nofollow">Pautas INCorporativa</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/sp-diabetes-mellitus-e-doenca-coronariana-sao-temas-de-encontro-da-socesp-em-limeira/">SP: Diabetes Mellitus e doença coronariana são temas de encontro da Socesp, em Limeira</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Diabetes e gravidez: controle de glicemia no pré-natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2013 11:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Planejar a gravidez é essencial para a mulher diabética, pois ela precisa ter o melhor controle glicêmico possível para que não haja complicações na gestação. Diabetes é uma doença metabólica que afeta a manutenção da glicose no organismo, caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia). No contexto gestação e gravidez há duas formas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Planejar a gravidez é essencial para a mulher diabética, pois ela precisa ter o melhor controle glicêmico possível para que não haja complicações na gestação.</em></p>
<p><span id="more-5256"></span></p>
<p>Diabetes é uma doença metabólica que afeta a manutenção da glicose no organismo, caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia). No contexto gestação e gravidez há duas formas de abordar a doença: o caso de mulheres que já eram diabéticas antes da gravidez, e naquelas nas quais a doença foi adquirida após a concepção, denominada diabetes gestacional.</p>
<p><strong>A gravidez da mulher diabética</strong></p>
<p>Planejar a gravidez é essencial para a mulher diabética, pois ela precisa ter o melhor controle glicêmico possível para que não haja complicações na gestação, o que pode comprometer a formação do bebê.</p>
<p>Segundo a médica Rossana Pulcinelli, professora associada da disciplina de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP), caso a paciente diabética tenha algum problema de saúde relacionado à doença, ele deve ser tratado antes da concepção.</p>
<p>“Complicações como problemas renais e oculares devem ser tratados antes da gravidez para que não sejam agravados”, explica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabetes gestacional</strong></p>
<p>Neste caso, mulheres com excesso de peso são mais predispostas a desenvolver o problema. Também entram neste grupo as com histórico de diabetes tipo 2 na família, hipertensas ou que, em gestações anteriores, tiveram bebês nascidos com mais de 4kg.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diabetes e o bebê</strong></p>
<p>Quando a mãe é diabética, devido às grandes cargas de glicose que são enviadas ao bebê, a criança tende a crescer mais que o normal, o que pode acarretar em parto prematuro.</p>
<p>“Uma criança exposta ao ambiente intrauterino com muita glicose tem grandes chances de ser diabética e obesa na vida adulta”, alerta a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p>A diabetes age de forma silenciosa, entretanto, quando há suspeita da doença, as pacientes são submetidas a um teste de tolerância à glicose. A forma mais popular é por sobrecarga de glicose via oral, exame que avalia a glicemia do organismo após sua ingestão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>Na fase inicial da doença, o tratamento é baseado em dietas, exercícios físicos e controle glicêmico, entretanto, quando essas medidas já não são mais suficientes, o paciente deve partir para o uso da insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p>Manter um peso adequado antes da gestação, praticar atividades físicas e possuir uma vida saudável de um modo geral são pontos essenciais para a prevenção da diabetes durante a gravidez.</p>
<p>“É importante que a paciente diabética gestacional, mesmo após a gestação, continue fazendo avaliações de glicemia para manter-se informada de seu quadro clínico, pois o maior fator de risco pra uma mulher tornar-se diabética é ter tido diabetes na gravidez”, diz Rossana.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/saude/noticias/diabetes-e-gravidez-controle-de-glicemia-no-pre-natal?page=1" target="_blank" rel="nofollow noopener">Exame.com</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-e-gravidez-controle-de-glicemia-no-pre-natal/">Diabetes e gravidez: controle de glicemia no pré-natal</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>&#8220;Esponja inteligente&#8221; controla a glicemia automaticamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2013 12:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar no sangue]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Estadual da Carolina do Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou receber a dose correta de insulina automaticamente, sem injeções e de acordo com as variações da glicemia, através de uma &#8220;esponja&#8221; dentro do corpo? Para quem está com diabetes &#8211; em especial o tipo 1 da doença -, controlar a quantidade de açúcar no sangue é um desafio. As taxas de glicemia variam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já pensou receber a dose correta de insulina automaticamente, sem injeções e de acordo com as variações da glicemia, através de uma &#8220;esponja&#8221; dentro do corpo?</em> <span id="more-5014"></span></p>
 Imagem de microscópio da &#8220;esponja&#8221; para controle da glicemia &#8211; promessa de um futuro sem picadas para diabéticos.
<p>Para quem está com diabetes &#8211; em especial o tipo 1 da doença -, controlar a quantidade de açúcar no sangue é um desafio. As taxas de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> variam bastante ao longo do dia, e deve-se controlar picos de hiperglicemia com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a>, o hormônio que ajuda a baixar o açúcar do sangue. Hoje em dia, administra-se insulina por via de injeções ou através de aparelhos como <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-as-bombas-de-infusao-de-insulina/">bombas de insulina</a>. No futuro, porém, uma nova tecnologia promete ser capaz de revolucionar a maneira como diabéticos recebem a insulina.</p>
<figure id="attachment_5017" aria-describedby="caption-attachment-5017" style="width: 190px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="wp-image-5017 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/dr-zhen-gu-diabetes.jpeg" alt="O cientista Zhen Gu, da Universidade da Carolina do Norte, é um dos principais autores do estudo com a &quot;esponja inteligente&quot;." width="190" height="236" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/dr-zhen-gu-diabetes.jpeg 316w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/dr-zhen-gu-diabetes-193x240.jpeg 193w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" /><figcaption id="caption-attachment-5017" class="wp-caption-text">O cientista Zhen Gu, da Universidade da Carolina do Norte, é um dos principais autores do estudo com a &#8220;esponja inteligente&#8221;.</figcaption></figure>
<p>E, mais do que isto, esta nova tecnologia poderá ainda ser utilizada no tratamento de outras doenças, como o câncer.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos EUA, inventaram um material muito parecido com uma esponja, a ser colocada no organismo de quem está com diabetes. Dentro desta esponja, inseriram pequeníssimos núcleos de insulina. A composição especial dos materiais permite que a esponja se expanda quando a glicemia estiver alta, liberando estes núcleos de insulina e, assim, diminuindo a glicemia de maneira automática.</p>
<p>&#8220;Nós queríamos imitar o funcionamento de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células-beta</a> saudáveis, as quais produzem insulina e controlam a liberação do hormônio em um corpo saudável&#8221;, contou o dr. Zhen Gu, principal autor do novo trabalho científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DETALHES SOBRE A ESPONJA</strong></p>
<figure id="attachment_5016" aria-describedby="caption-attachment-5016" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5016 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/08/esponja-insulina-diabetes.gif" alt="Nesta animação, as pequenas esponjas (em preto) foram colocadas em um meio cheio de açúcar; assim, aumentam de tamanho e liberam insulina." width="250" height="198" /><figcaption id="caption-attachment-5016" class="wp-caption-text">Nesta animação, as pequenas esponjas (em preto) foram colocadas em um meio cheio de açúcar; assim, aumentam de tamanho e liberam insulina.</figcaption></figure>
<p>A nova &#8220;esponja&#8221; é composta de um material chamado <strong>quitosano</strong>, presente também nas carapaças de camarões e caranguejos. Por ser um material natural, é facilmente absorvido pelo corpo humano. A estrutura possui cerca de 250 micrômetros de diâmetro &#8211; tão pequena que pode ser injetada no paciente. Dentro da esponja é que fica guardada a insulina.</p>
<p>Quando a <a href="http://www.diabeticool.com/glicemia-sob-controle-sempre-com-uma-maozinha-da-tecnologia/">quantidade de açúcar no sangue</a> do paciente aumenta, este açúcar promove reações químicas com enzimas presentes nas paredes da esponja. O resultado disto é que as paredes &#8220;aumentam&#8221;, liberando espaço para que a insulina passe através da esponja para a corrente sangüínea, ajudando a diminuir a glicemia. Uma vez que a quantidade de açúcar no sangue diminuiu, as reações entre o açúcar e a parede da esponja cessam, as paredes voltam a se encolher, e a insulina restante permanece guardada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROMESSAS</strong></p>
<p>A revolucionária tecnologia da &#8220;esponja inteligente&#8221; já foi testada em camundongos, sendo capaz de controlar a glicemia por até 48 horas. Agora, os cientistas pretendem aprimorar as técnicas de fabricação da esponja para, quem sabe, testá-la em humanos no futuro próximo.</p>
<p>&#8220;Nós descobrimos que [a esponja] é também uma maneira promissora de administrar medicamentos de forma inteligente no combate a doenças como o <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ou-cancer-qual-tratar-primeiro/">câncer</a>&#8220;, disse Zhen. &#8220;Nós aprendemos muito com esta promissora pesquisa sobre a &#8220;esponja&#8221; e vamos agora otimizá-la. Enquanto isto, nós já estamos explorando aplicações no combate ao câncer&#8221;, avisou o cientista.</p>
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		<title>O que é a SHHC?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 14:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[desidratação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[hiperglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[sede]]></category>
		<category><![CDATA[SHHC]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome da Hiperglicemia Hiperosmolar Não Cetótica]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Hiperglicêmica Hiperosmolar Não Cetótica]]></category>
		<category><![CDATA[urina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba tudo sobre a Síndrome Hiperglicêmica Hiperosmolar Não Cetótica &#8211; uma condição com um nome difícil, porém importantíssima de se conhecer! Síndrome da Hiperglicemia Hiperosmolar Não Cetótica (SHHC) é uma condição séria que ocorre com mais frequência em pessoas mais velhas. A SHHC pode ocorrer em pessoas com diabetes do tipo 1 e do tipo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba tudo sobre a Síndrome Hiperglicêmica Hiperosmolar Não Cetótica &#8211; uma condição com um nome difícil, porém importantíssima de se conhecer!</em></p>
<p><span id="more-4831"></span></p>
<p>Síndrome da Hiperglicemia Hiperosmolar Não Cetótica (SHHC) é uma condição séria que ocorre com mais frequência em pessoas mais velhas. A SHHC pode ocorrer em pessoas com diabetes do tipo 1 e do tipo 2, mas é mais comum em pessoas com diabetes tipo 2. Geralmente a SHHC é provocada devido a outras condições de saúde, como doença ou infecção.</p>
<p>Na SHHC os níveis de glicose no sangue estão muito elevados, o seu corpo tenta se livrar do excesso de glicose eliminando na urina. Num primeiro instante você irá urinar com maior frequência, depois você irá menos vezes ao banheiro mas sua urina estará muito mais escura. Além disso você pode ter mais sede que o normal. Você deve aumentar a ingesta de líquidos mesmo que esteja sem sede, pois a SHHC pode deixar você num estado desidratado.</p>
<p>Se a SHHC continuar, você pode ter um estado de desidratação grave que vai levar a convulsões, estado de coma e até a morte. A SHHC pode levar dias ou até semanas para se desenvolver.</p>
<p>Conheça os sinais de alerta da SHHC na figura. Se você observar algum destes sintomas, ligue imediatamente para o seu médico ou procure um serviço de saúde.</p>
<p>A melhor maneira de evitar a Síndrome da Hiperglicemia Hiperosmolar Não Cetótica é verificar os níveis de sua glicose no sangue (glicemia) regularmente. Muitas pessoas checam a glicemia várias vezes durante o dia, como antes das refeições e duas horas após a refeição. Converse com sua equipe de saúde para saber qual é a frequência que você deve verificar sua glicemia e o que os valores de glicose no sangue significam. Também verifique com sua equipe de saúde quais são os seus alvos de glicemia antes e após as refeições e em qual momento você deve ligar para eles quando sua glicemia estiver muito alta, muito baixa ou fora da sua meta.</p>
<p>Quando você estiver doente você deve checar sua glicemia com mais frequência e beber mais líquido (sem álcool e sem cafeína), um copo a cada hora. Trabalhe com sua equipe de saúde para desenvolver o seu plano de cuidados quando estiver doente.</p>
<figure id="attachment_4832" aria-describedby="caption-attachment-4832" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4832" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4832" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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