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	<title>genética | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:05:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A curiosa relação entre peso, bactérias &#8220;boas&#8221; e nossos genes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 16:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[Christensenellaceae]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo. Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo.</em><span id="more-8051"></span></p>
 O sistema digestório é composto por bilhões de microorganismos, que nos ajudam a aproveitar melhor os nutrientes dos alimentos. Imagem:BBC
<p>Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. A influência da genética na balança é enorme. Muitas pessoas não conseguem de jeito nenhum perder peso, por mais que sigam as dietas mais tradicionais ou exóticas – grande parte da culpa nestes casos pode estar, sim, no nosso DNA.</p>
<div style="background-color: #ffb84d; border: 2px solid #FF9900; padding: 10px;">A descoberta que esta matéria apresenta é importantíssima, também, para quem se interessa por diabetes. Controlar o peso e a alimentação é parte fundamental do tratamento da doença. O sobrepeso e a obesidade são as fatores de risco número 1 para o diabetes tipo 2. <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">Saiba mais aqui</a>!</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da Ciência já saber, há tempos, sobre a influência dos genes em nosso peso, a maneira como isto ocorre ainda é nebulosa. Uma nova pesquisa, publicada no periódico <em>Cell</em>, revela uma nova faceta desta interação e ajuda a explicar a questão. Segundo o trabalho científico, a composição genética altera os <strong>tipos de bactérias</strong> que vivem no nosso sistema digestório. E isso tem tudo a ver com a maneira pela qual o corpo lida com os nutrientes da alimentação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bacterias en el Intestino" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/RokBhI0YpdY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MUNDO MICROSCÓPICO DE PESO</strong></p>
<p>A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade Cornell e do King’s College London, comparou a “fauna” intestinal de gêmeos idênticos (ou seja, pessoas com o DNA 100% igual) e gêmeos não-idênticos (que tem cerca de 50% do DNA igual). Por “fauna intestinal” entende-se a quantidade e os tipos de <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">bactérias</a> que vivem em nosso corpo, ajudando a processar os alimentos que comemos.</p>
<p>Os cientistas descobriram que gêmeos idênticos possuem a composição bacteriana muito mais parecida do que em gêmeos não-idênticos. Além disso, uma espécie de bactérias – as <em>Christensenellaceae</em> – foram muito mais comuns em pessoas magras do que nos gêmeos mais gordinhos.</p>
<p>Estes resultados demonstram uma forte influência dos <a title="Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/">genes</a> na maneira como o corpo lida com os alimentos, afirmam os cientistas. Além disso, abrem a possibilidade de tratar problemas como obesidade e sobrepeso através da administração de <em>Christensenellaceae</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, a maneira mais recomendada de evitar os problemas de saúde decorrentes do excesso de peso é a reeducação alimentar, equilibrando os nutrientes ingeridos no dia-a-dia. <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">Praticar atividades físicas</a> também é essencial à manutenção da boa saúde. Já pensou se no futuro, além destas atividades, ingerir bactérias possa, também, ajudar a manter o peso sob controle?</p>
 Carnaval colorido: representação artística da variedade de bactérias presentes em nosso organismo.
<p>“Setenta por cento das diferenças de peso entre as pessoas são causados pelos genes – isto já é conhecido pela Ciência há cerca de 10 anos”, afirmou Tim Spector, professor do King’s College e um dos autores do estudo.</p>
<p>“Possivelmente há algum importante fator que ainda não descobrimos no controle do peso. Determinar se os micróbios em nossos intestinos são ou não são influenciados pelos genes do hospedeiro é importante. É uma parte do nosso corpo que havíamos, até então, ignorado”, explica.</p>
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		<title>Um gene que aumenta em 10 vezes as chances de diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2014 21:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[Groenlândia]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[TBC1D4]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É isto que uma pesquisa científica recém publicada descobriu na maior parte da comunidade diabética de um país. Descubra o poder da genética na matéria! Tudo mundo que está lendo este texto faz parte da mesma espécie, porém é um ser único e diferente de todos os demais. Cada um de nós possui um conjunto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É isto que uma pesquisa científica recém publicada descobriu na maior parte da comunidade diabética de um país. Descubra o poder da genética na matéria!</em><span id="more-7663"></span></p>
 A população da Groenlândia tem uma das maiores taxas de diabetes do mundo, e a causa parece ter sido encontrada nos seus genes.
<p>Tudo mundo que está lendo este texto faz parte da mesma espécie, porém é um ser único e diferente de todos os demais. Cada um de nós possui um conjunto exclusivo de informações genéticas que vão, em grande parte, determinar como o nosso corpo funcionará ao longo da vida. Metade destas informações genéticas que nos formam vem da nossa mãe, a outra metade do nosso pai. Na maior parte dos casos, esta mistura de genes dá certo; mas, às vezes, ocorrem certas combinações que podem influenciar negativamente a saúde. É o que revela uma nova pesquisa científica que tem tudo a ver com o diabetes.</p>
<p>Cientistas dinamarqueses e groenlandeses, alarmados com os <a title="Óleo de peixe ajuda a prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/oleo-de-peixe-ajuda-a-prevenir-diabetes-tipo-2/">índices crescentes de diabetes tipo 2</a> na Groenlândia (<em>veja onde fica no mapa a seguir</em>), resolveram buscar <strong>nos genes</strong> uma possível resposta para o &#8220;aumento dramático&#8221; no número de casos da doença.</p>
<figure id="attachment_7665" aria-describedby="caption-attachment-7665" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7665" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/mapa-groenlandia.jpg" alt="mapa groenlandia" width="600" height="217" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/mapa-groenlandia.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/mapa-groenlandia-415x150.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7665" class="wp-caption-text">A Groenlândia é esta enorme ilha que fica bem ao Norte, entre a América e a Europa. Nos mapas planos, ela aparece gigantesca ao lado leste dos EUA, mas a posição correta pode ser vista nesta representação 3D.</figcaption></figure>
<p>Para isto, eles analisaram as informações genéticas de mais de 2500 moradores da ilha &#8211; um número muito considerável, sendo que o território tem apenas 57 mil habitantes no total.</p>
<p><strong>Os pesquisadores descobriram que uma variante de apenas um gene respondia por mais de 15% dos casos de diabetes tipo 2 no local.</strong><br />
<strong>UM GENE PODEROSO POR TRÁS DO DIABETES TIPO 2</strong></p>
<p>A análise genética da população revelou que uma variante do gene TBC1D4 dificultava sobremaneira a absorção da glicose no sangue pelas células musculares. Com isto, a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> das pessoas que possuem esta variante mantém-se sempre alta, elevando os riscos de diabetes.</p>
<p>A pesquisa mostrou que se uma pessoa tiver recebido uma cópia desta variante da mãe e uma cópia do pai, as chances de desenvolver diabetes tipo 2 são 10 vezes maiores do que o normal.</p>
<p>Quando esta pessoa estiver com 40 anos de idade, <strong>as chances de ser diabética tipo 2 são de 40%</strong>. Quando tiver 60 anos, <strong>o risco chega a incríveis 60%</strong>.</p>
<p>Os resultados serão publicados na próxima edição da revista <em>Nature</em>, a mais famosa publicação científica do mundo.</p>
<p><strong>GENÉTICA NÃO É DESTINO</strong></p>
<p>Ter nascido com duas cópias da variante não significa que uma pessoa necessariamente desenvolverá diabetes tipo 2. Significa, apenas, que as chances são maiores. É importante que elas saibam que correm riscos elevados, assim poderão tomar cuidados extra durante a vida para evitar a doença &#8211; como por exemplo praticar mais atividades físicas e <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">se alimentar de maneira correta</a>.</p>
<p>Vale notar que a tal variante do gene TBC1D4, apesar de não ser exclusiva da população da Groenlândia, é muito pouco comum no resto do mundo. Dificilmente um brasileiro a terá em suas células. As causas genéticas do diabetes na nossa população ainda precisam ser averiguadas.</p>
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		<title>Diabetes há mais de 50 anos &#8211; qual o segredo da longevidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2014 00:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Perkins]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[complicações do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa pretende descobrir o segredo das pessoas que convivem numa boa com o diabetes há 50 anos ou mais, com muita saúde e aproveitando a vida ao máximo ! Uma das maiores provas de que os tratamentos atuais contra o diabetes (especialmente o diabetes tipo 1, que é mais complicado de cuidar) são super eficientes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa pretende descobrir o segredo das pessoas que convivem numa boa com o diabetes há 50 anos ou mais, com muita saúde e aproveitando a vida ao máximo !</em><span id="more-7529"></span></p>
 Muitas pessoas que foram diagnosticadas cedo com o diabetes passaram a cuidar muito melhor da saúde, e hoje são mais saudáveis do que não-diabéticos!
<p>Uma das maiores provas de que os tratamentos atuais contra o diabetes (especialmente o diabetes tipo 1, que é mais complicado de cuidar) são <strong>super eficientes</strong> é notar que a expectativa de vida de quem está com a doença cresce a cada ano que passa.</p>
<p>Dá para imaginar que, antes da invenção da insulina, esperava-se que uma criança de 10 anos diagnosticada com diabetes tipo 1 vivesse no máximo mais 3 anos apenas?</p>
<p>Este tipo de situação absurda já virou história antiga há muito tempo, felizmente. A partir de 1922, <a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">após a invenção da insulina por Banting</a>, a expectativa de vida de quem tem diabetes só tem crescido. Tanto que, atualmente, o consenso médico é de que, se a glicemia for bem controlada durante toda a vida, <strong>as expectativas de vida de um diabético e de um não-diabético são praticamente iguais</strong>. E, sim, é possível cuidar bem da glicemia durante várias décadas, através dos mais variados tratamentos disponíveis e da força de vontade da pessoa.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">CURIOSIDADE</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/bisavo-recebe-premio-por-combate-ao-diabetes/">Bisavó recebe prêmio por 50 anos de vitórias sobre o diabetes!</a>&#8220;</strong></p>
<p>Ainda assim, nem sempre é fácil encontrar gente que convive com o diabetes tipo 1 há mais de 50 anos. Uma nova pesquisa médica, que começou ano passado a ser conduzida no Canadá, está correndo atrás destes vencedores. Os pesquisadores querem descobri qual é o segredo da longevidade dos diabéticos de longa data. Será que é o bom controle glicêmico? Será que é a alimentação? Ou serão os genes?</p>
<div style="background-color: #e0ebeb; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><strong>POR QUE ANTIGAMENTE MORRIA-SE TÃO CEDO DE DIABETES?</strong></p>
<p>Até poucas décadas atrás, a expectativa de vida de um diabético ainda era consideravelmente menor do que o restante da população. E isto por dois motivos básicos: o primeiro é que era muito mais complicado controlar as taxas de açúcar no sangue, e o segundo é que cuidar das <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">complicações do diabetes</a> também era mais difícil.</p>
<p>Hoje em dia, existem dezenas de tipos diferentes de insulinas, muitas específicas para tratar casos &#8220;diferentes&#8221; e complicados de controle glicêmico. Além disso, o conhecimento médico aumentou bastante nos últimos tempos. Sabe-se, hoje, muito mais sobre cada uma das complicações possíveis do diabetes, e as equipes médicas são mais bem preparadas para tratá-las.</p>
<p>Outro fator importante de lembrar é que, nos dias de hoje, dá-se muita atenção à prevenção. Nós sabemos o que faz bem e o que faz mal a um diabético, assim como sabemos quais são os fatores de risco para a doença.</p>
</div>
<p>A pesquisa é conduzida por cientistas do Hospital Mount Sinai, de Toronto, junto ao Centro Joslin de Diabetes, nos EUA. Através de questionários, os pesquisadores pretendem descobrir detalhes da vida de diabéticos há mais de 50 anos, como uso de insulina (usam seringas, bombas de infusão? etc), a freqüência com que vão ao médico, se alguém da família os ajuda a controlar o diabetes, dentre outros fatores.</p>
<figure id="attachment_7532" aria-describedby="caption-attachment-7532" style="width: 278px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7532" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/nick-jonas-glicosimetro-diabetes.jpg" alt="nick jonas glicosimetro diabetes" width="278" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/nick-jonas-glicosimetro-diabetes.jpg 278w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/nick-jonas-glicosimetro-diabetes-167x240.jpg 167w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" /><figcaption id="caption-attachment-7532" class="wp-caption-text">A juventude de hoje pode vestir com orgulho a camisa do diabetes, sabendo que tem tudo para controlar bem a glicemia!</figcaption></figure>
<p>Além disso, haverá um estudo sistemático da <a title="Terapia genética personalizada pode ser opção de tratamento para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/terapia-genetica-personalizada-pode-ser-opcao-de-tratamento-para-diabetes-tipo-1/">genética</a> e da fisiologia de cada um dos participantes.</p>
<p>O objetivo é encontrar motivos pelos quais estas pessoas conseguem conviver tão bem com a doença, evitando boa parte das complicações comuns.</p>
<p>&#8220;Isto poderá nos ajudar a entender os motivos pelos quais há gente que controla com sucesso o diabetes há 50 anos, daí poderemos implementá-los como potenciais tratamentos ou estratégias para ajudar os jovens de hoje em dia que estão sendo diagnosticados&#8221;, contou a um jornal canadense o líder do estudo, o médico Bruce Perkins.</p>
<p>&#8220;[Cuidar bem do diabetes] demanda trabalho. Requer uma vigilância incansável no monitoramento das taxas de açúcar no sangue, na hora de pensar sobre as doses de insulina, de cuidar da própria doença. Mas, definitivamente, é possível fazer isto, e nós temos exemplos maravilhosos de diabéticos que vivem sua vida ao máximo&#8221;, disse Bruce.</p>
<p>Assim que saírem os primeiros resultados deste novo e interessante estudo, publicaremos aqui aos leitores do <strong>Diabeticool</strong>!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mutação em um gene reduz em 65% riscos de diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/mutacao-em-um-gene-reduz-em-65-riscos-de-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 14:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[genes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[SLC30A8]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Modificação em apenas 1 dos 20 mil genes humanos tem a capacidade de proteger o organismo do diabetes tipo 2. Será que dá para imitar este efeito com remédios? É bem conhecido pela população que o sedentarismo, a obesidade e o sobrepeso são fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Mas uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Modificação em apenas 1 dos 20 mil genes humanos tem a capacidade de proteger o organismo do diabetes tipo 2. Será que dá para imitar este efeito com remédios?</em></p>
<p><em></em><span id="more-7055"></span></p>
 O DNA humano é repleto de segredos e mistérios que os cientistas vão, aos poucos, desvendando.
<p>É bem conhecido pela população que o sedentarismo, a obesidade e o sobrepeso são <a title="Os riscos do sedentarismo" href="http://www.diabeticool.com/os-riscos-do-sedentarismo/">fatores de risco</a> para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Mas uma das causas mais comuns do diabetes &#8211; a genética &#8211; ainda é esquecida por muita gente. Nossos genes possuem um papel essencial tanto na manutenção da saúde quanto no aparecimento de doenças. Uma nova pesquisa científica veio confirmar este fato. De acordo com os resultados do recente estudo, uma pequena alteração em apenas um gene pode responder por chances 65% menores de se ter diabetes tipo 2.</p>
<p>O trabalho envolveu a análise de amostras do material genético de mais de 150 mil pessoas, de todo o mundo.</p>
<p>O projeto foi iniciado há cinco anos, quando cientistas dos EUA e Europa, com a colaboração da farmacêutica Pfizer, se uniram em um esforço pioneiro. Eles coletaram amostras de DNA de pessoas que tinham tudo para estarem com diabetes tipo 2 &#8211; ou seja, tinham idade avançada e eram obesas -, porém conseguiam manter a <a title="Dica para baixar a glicemia: coma abacate durante as refeições" href="http://www.diabeticool.com/dica-para-baixar-a-glicemia-coma-abacate-durante-as-refeicoes/">glicemia</a> sob controle. Qual era o segredo dessa gente?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PEQUENAS MUDANÇAS, GRANDES EFEITOS</strong></p>
<p>A idéia dos cientistas era descobrir a resposta nos genes. Como estudar todos os mais de 20 mil genes humanos é uma tarefa quase impossível, os pesquisadores focaram em um gene específico (chamado de SLC30A8), que já se sabia que estava relacionado ao diabetes tipo 2.</p>
<p>Os primeiro resultados do estudo mostraram que, em indivíduos do norte da Europa, uma pequena mutação no gene SLC30A8 podia ser correlacionada a chances bem menores de <a title="Café reduz o risco de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cafe-reduz-o-risco-de-diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Contentes com a descoberta, a equipe pesquisou se em populações diferentes esta mutação também existia. Além disso, eles procuraram por novas modificações que pudessem proteger do diabetes.</p>
<p>Ao longo dos cinco anos do estudo, o projeto identificou doze mutações no gene SLC30A8, algumas específicas de uma população, outras mais generalizadas dentre todos os humanos. Todas, porém, são bem raras. A descoberta mais interessante foi a seguinte: se uma pessoa tiver uma destas doze mutações no gene, <strong>as chances de ela vir a desenvolver diabetes tipo 2 caem 65%</strong>!</p>
<p>A próxima fase do projeto já está em andamento. Já que estas mutações protegem o organismo contra o diabetes, falta agora entender em detalhes o que cada uma delas modifica na atuação do gene para tentar, a partir daí, imitar o efeito através de <strong>novos medicamentos</strong>.</p>
<p>A pesquisa foi anunciada na última edição do respeitado periódico científico <em>Nature Genetics</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/mutacao-em-um-gene-reduz-em-65-riscos-de-diabetes-tipo-2/">Mutação em um gene reduz em 65% riscos de diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Obesidade e sua relação com a genética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 19:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[genes]]></category>
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		<category><![CDATA[hipertrigliceridemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe a importância dos seus genes na sua saúde, nos riscos de obesidade e no desenvolvimento do diabetes? Aprenda um pouco mais com este texto! A obesidade é um dos principais problemas de saúde mundial, cuja prevalência aumentou drasticamente ao longo das últimas décadas. A obesidade resulta da interação entre baixa atividade física e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabe a importância dos seus genes na sua saúde, nos riscos de obesidade e no desenvolvimento do diabetes? Aprenda um pouco mais com este texto!</em><span id="more-6982"></span></p>
<p>A <a title="Uso excessivo de eletrônicos aumenta o risco de obesidade e diabetes" href="http://www.diabeticool.com/uso-excessivo-de-eletronicos-aumenta-o-risco-de-obesidade-e-diabetes/">obesidade</a> é um dos principais problemas de saúde mundial, cuja prevalência aumentou drasticamente ao longo das últimas décadas. A obesidade resulta da interação entre baixa atividade física e excessivo consumo alimentar, associado a predisposições genéticas e a fatores psicossociais, sono, distúrbios endócrinos, entre outros, os quais devem ser levados em consideração para se estabelecer a origem da doença.</p>
<p>O reconhecimento de uma base genética para a obesidade humana tem identificado genes causais para entender os caminhos que controlam a massa corporal e deposição de gordura em seres humanos, bem como para fornecer tratamentos personalizados e estratégias de prevenção. Mais de 120 genes candidatos têm sido associados com a obesidade.</p>
<p>Obesidade, <a title="O que são triglicerídeos?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-triglicerideos/">hipertrigliceridemia</a>, diabetes melito e perda de peso são modulados por interações entre determinados genes e a dieta.</p>
<p>Entre os genes associados a obesidade destaca-se mais especificadamente o gene FTO, o qual está relacionado com massa gorda e aumento do índice de massa corporal. Esse gene também está relacionado com a regulação do apetite, portanto dietas ricas em gorduras e baixos níveis de atividade física podem acentuar a suscetibilidade à obesidade através do gene FTO.</p>
<p>Pensando em prevenção desde a infância, fatores como, estilo de vida, sedentarismo e atividade física podem modular os efeitos de <a title="EUA: parcerias combatem Alzheimer, diabetes e lúpus" href="http://www.diabeticool.com/eua-parcerias-combatem-alzheimer-diabetes-e-lupus/">marcadores genéticos</a> relacionados ao risco de obesidade infantil. Se incentivado um comportamento menos sedentário e níveis maiores de atividade física, pode-se atenuar os efeitos dos alelos de risco na predisposição genética para obesidade infantil, podendo servir como estratégia de prevenção de obesidade.</p>
<p>Esse dado é relevante quando observados estudos como o de Ruchat et al. no qual, os pesquisadores perceberam que a pratica de exercícios regulares pode reduzir o risco de diabetes, independente de mudança na adiposidade.</p>
<p>Os efeitos da combinação de polimorfismos de determinados genes, são preditivos de obesidade e diabetes tipo 2 e podem ser influenciados por interações com os níveis de atividade física e gênero respectivamente.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://wp.clicrbs.com.br/viverbem/2014/02/21/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/?topo=98,2,18,,,77">Blog Viver Bem</span></strong></p>
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		<title>O que os ursos podem nos ensinar sobre diabetes e obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Feb 2014 23:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas estudam como os ursos conseguem manter a saúde impecável mesmo estando super obesos e com o funcionamento da insulina comprometido.Um artigo publicado esta semana no jornal norte-americano The New York Times tem chamado a atenção de quem lida com o diabetes. O cientista Kevin Corbit, da Universidade Estadual de Washington, conta em seu texto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas estudam como os ursos conseguem manter a saúde impecável mesmo estando super obesos e com o funcionamento da insulina comprometido.</em><span id="more-6855"></span>Um artigo publicado esta semana no jornal norte-americano <em>The New York Times</em> tem chamado a atenção de quem lida com o diabetes. O cientista Kevin Corbit, da Universidade Estadual de Washington, conta em seu texto que está trabalhando com <strong>ursos-cinzentos</strong> &#8211; animais com mais de 300kg e força gigantesca &#8211; na busca de <strong>tratamentos para o diabetes e a obesidade humanas</strong>.</p>
<p>Segundo Kevin, os ursos possuem características metabólicas únicas, muito diferentes do que é normalmente visto na Natureza, totalmente adaptadas para que os animais sobrevivam a longos períodos de <strong>hibernação</strong>. As mudanças internas que acontecem nestes animais durante esta fase podem conter a chave para a cura de doenças em seres humanos.</p>
<p>Durante o verão, os ursos aproveitam o calor e a fartura de comida para encher a barriga &#8211; eles chegam a ingerir até <strong>50 mil calorias por dia</strong> (para se ter uma idéia, um ser humano normalmente precisa de 2 mil calorias diárias). Isto significa um aumento de peso de 7kg, todos os dias. A comilança tem um bom motivo: guardar energia para sobreviver aos rigorosos invernos do hemisfério norte.</p>
<p>Quando o inverno chega, os ursos hibernam. Neste período do ano, eles não comem, não bebem, não urinam e não defecam. O organismo deve se adaptar a esta mudança brusca no jeito como funciona, administrando os recursos energéticos disponíveis de maneira diferenciada. E o organismo dos ursos é um administrador e tanto destes recursos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>URSOS SÃO OBESOS, MAS COMPLETAMENTE SAUDÁVEIS</strong></p>
<p>O cientista conta no artigo alguns exemplos da sabedoria da Natureza. No verão, os ursos comem tanto que ficam obesos. Porém, esta obesidade é muito mais &#8220;saudável&#8221; do que a humana. No nosso caso, pessoas obesas costumam ter um <a title="11 pessoas têm o diabetes revertido pelo “Método da Fome”" href="http://www.diabeticool.com/11-pessoas-tem-o-diabetes-revertido-pelo-metodo-da-fome/">acúmulo de gordura no fígado</a> ou nos músculos, o que causa graves problemas de saúde. Já os ursos, por outro lado, armazenam o excesso de energia apenas no tecido adiposo, o que não causa mal ao resto do organismo.</p>
<p>Outro exemplo dado pelo cientista &#8211; e que interessa especialmente a quem está com diabetes &#8211; é a maneira como os ursos lidam com a insulina.</p>
<p><strong>OS URSOS, A INSULINA E O DIABETES</strong></p>
<p>Em nós humanos, a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> é o hormônio que retira o açúcar do sangue e o entrega às células do corpo que precisam de energia. Pessoas que estão com <strong>diabetes tipo 2</strong>, principalmente as obesas, têm um problema de saúde conhecido como &#8220;<strong>resistência à insulina</strong>&#8220;, no qual o hormônio não funciona de maneira adequada e as taxas de açúcar no sangue mantêm-se altas.</p>
<p>Em ursos, a relação obesidade-insulina-glicemia é completamente diferente. No outono, pouco antes de hibernaram, os ursos encontram-se no pico da obesidade. Se fossem humanos, é quase certo que teriam resistência à insulina. Porém, no mundo animal, é nesta fase que <strong>a insulina funciona de maneira mais eficiente</strong>.</p>
<p>Ao longo da hibernação, os ursos ficam completamente resistentes à insulina &#8211; de fato, <strong>tornam-se diabéticos</strong>. Ainda assim, seus níveis de açúcar no sangue <strong>continuam normais</strong>. Quando acordam, na primavera, os gigantes cinzentos voltam a responder à insulina da maneira habitual. Este tipo de mecanismo cíclico de resposta à insulina não existe no ser humano. De acordo com o texto do <em>New York Times</em>, &#8220;ursos modulam a sensibilidade à insulina não para manter os níveis de açúcar no sangue normais, mas para controlar quando a gordura é acumulada e quando ela é quebrada&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O SEGREDO DOS URSOS</strong></p>
<p>A palavra-chave para resolver o mistério de como os ursos &#8220;controlam&#8221; quando estão ou não diabéticos é: <strong>genética</strong>. De acordo com Kevin, a regulação da expressão de um gene chamado PTEN (compartilhado com os seres humanos) parece ser o segredo da &#8220;obesidade saudável&#8221; dos ursos e do controle diferenciado da ação da insulina nestes animais. O objetivo atual dos estudos do cientista é entender quando e onde esta ativação diferenciada do gene ocorre, para que possamos compreender melhor a maneira pela qual o nosso próprio corpo lida com a gordura e a insulina.</p>
<p>Quem sabe, um dia, este conhecimento seja utilizado em curas para dois dos maiores problemas de saúde globais: a <a title="Os custos da obesidade e do diabetes no Brasil" href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">obesidade</a> e o diabetes. &#8220;Somente três medicamentos são atualmente aprovados para o tratamento de longo prazo da obesidade; eles geram perda de peso moderada e muitas vezes têm efeitos colaterais significativos&#8221;, explica Kevin. &#8220;Por que não temos melhores opções? Não é como se gente muito inteligente e cheia de recursos não estivesse tentando&#8221;.</p>
<p>&#8220;Milhões de anos de experimentação evolutiva produziram adaptações genéticas que permitiram aos ursos lidar com a obesidade, transformando-a em um estado benigno no qual o ganho de peso gera riscos muito menores à saúde. <strong>Se a Natureza descobriu este tipo de coisa para os ursos-cinzentos, talvez nós possamos descobrir também para os humanos</strong>&#8220;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Genes dos Neandertais deram pele resistente aos humanos modernos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2014 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[genes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[Neandertais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como a pequena parcela de conteúdo genético dos Neandertais contida no nosso genoma influencia até hoje as nossas vidas. Os modestos 1% a 3% do genoma dos neandertais sobreviventes nos humanos modernos provavelmente ajudaram os primeiros &#8220;Homo sapiens&#8221; a se adaptar a uma Europa fria, dando-lhes dar uma pele mais espessa, anunciaram cientistas em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda como a pequena parcela de conteúdo genético dos Neandertais contida no nosso genoma influencia até hoje as nossas vidas.<span id="more-6728"></span></em></p>
<p>Os modestos 1% a 3% do genoma dos neandertais sobreviventes nos humanos modernos provavelmente ajudaram os primeiros &#8220;<em>Homo sapiens</em>&#8221; a se adaptar a uma Europa fria, dando-lhes dar uma pele mais espessa, anunciaram cientistas em dois estudos publicados na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.</p>
<p>Eles também transferiram um risco geneticamente mais elevado a desenvolver <a title="Medicina tradicional chinesa diminui risco de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/medicina-tradicional-chinesa-diminui-risco-de-diabetes/">diabetes</a> e lúpus.</p>
<p>Os cientistas acreditam que os humanos tenham adquirido o DNA dos neandertais através da miscigenação entre 40.000 e 80.000 mil anos atrás, o que resultou nas populações atuais da Europa e do leste da Ásia.</p>
<p>Nativos africanos têm pouco ou nenhum DNA dos neandertais, pois seus ancestrais não se misturavam com os neandertais, que viviam na Europa e na Ásia.</p>
<p>A mais recente pesquisa mostrou que a influência do DNA dos neandertais nos humanos não se distribuiu de forma uniforme no genoma humano.</p>
<p>Dois estudos em separado publicados esta quarta-feira, um na revista científica britânica Nature e outro, na americana Science, reportaram ter encontrado concentrações de DNA de neandertais nos genes que influenciam a característica de pele e cabelos.</p>
<p>Segundo os autores do artigo da Nature, entre outras coisas, estes genes influenciam a produção de queratina, proteína fibrosa que dá resistência à pele, aos cabelos e às unhas e pode ter fornecido um isolamento maior em um clima mais frio à medida que o &#8220;Homo sapiens&#8221; migrou para o norte, após deixar a África.</p>
<p>&#8220;Sendo assim, os alelos (variações genéticas) dos neandertais que afetam a pele e os cabelos pode ter ajudado os humanos modernos a se adaptar a ambientes não africanos&#8221;, destacou o estudo.</p>
<p>&#8220;É tentador pensar que os neandertais já estavam adaptados ao ambiente não africano e forneceram este benefício genético aos humanos&#8221;, acrescentou o co-autor David Reich, professor de genética da Escola de Medicina de Harvard.</p>
<p>Uma pesquisa recente concluiu que os humanos devem de 2% a 3% de seu genoma aos neandertais, mas estes estudos se intitulam os primeiros a demonstrar o efeito biológico que esta transferência <a title="Uma única mutação genética pode levar ao diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/uma-unica-mutacao-genetica-pode-levar-ao-diabetes-tipo-1/">genética</a> teve no desenvolvimento humano.</p>
<p>Além da influência na pele e nos cabelos, eles descobriram que os neandertais também conferiram um risco para problemas de saúde como o <a title="Café reduz o risco de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cafe-reduz-o-risco-de-diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> e a doença de Crohn.</p>
<p>A equipe encarregada do estudo da Nature incluiu cientistas de Harvard, Instituto Broad em Cambridge e Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva na Alemanha, analisou e comparou os genomas de 846 pessoas de origem não africana, 176 africanos e um neandertal de 50.000 anos.</p>
<p>Os autores do artigo publicado na Science usaram simulações estatísticas com o sequenciamento genético de 379 europeus e 286 asiáticos e um neandertal para chegar à mesma conclusão sobre a influência do nosso primo distante em genes relacionados com a pele e o cabelo humanos.</p>
<p>Mais adiante, eles concluíram que até 20% do genoma neandertal poderia se reconstituído hoje ao acrescentar a totalidade da assinatura do DNA remanescente nos humanos modernos.</p>
<p>&#8220;Se você analisar um número suficiente de indivíduos (que estimamos em cerca de 2.000), seria teoricamente possível identificar todo o genoma dos neandertais que ainda persistem nos humanos modernos&#8221;, explicou por e-mail à AFP Benjamin Vernot, do departamento de Ciências Genéticas da Universidade de Washington, co-autor do artigo da Science.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, é difícil diferenciar o DNA do neandertal do DNA humano, apenas simplesmente porque é muito similar ao nosso. Então, enquanto deve haver 50% de genoma de neandertal ainda flutuando no genoma dos humanos modernos, nós só conseguimos identificar 20%&#8221;, prosseguiu.</p>
<p>Os cientistas identificaram entre 300 e 400 genes por indivíduo que seriam pelo menos parcialmente de neandertais, afirmou, mas isto varia de pessoa a pessoa.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2014/01/31/interna_tecnologia,493687/genes-dos-neandertais-deram-pele-resistente-aos-humanos-modernos.shtml" target="_blank" rel="nofollow">EM</a></strong></p>
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		<title>Estudo identifica DNA que regula atividade no pâncreas humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2014 13:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[genes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como a regulação da atividade gênica no pâncreas é capaz de influenciar no diabetes. Uma equipe internacional de pesquisadores identificou a informação do genoma humano que regula a atividade dos genes do pâncreas e conseguiu demonstrar que seu mau funcionamento está associado ao desenvolvimento de diabetes e outras doenças do metabolismo. O estudo foi &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda como a regulação da atividade gênica no pâncreas é capaz de influenciar no diabetes.</em><span id="more-6498"></span></p>
<p>Uma equipe internacional de pesquisadores identificou a informação do <a title="Por que alguns bebês nascem sem o pâncreas?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-alguns-bebes-nascem-sem-o-pancreas/">genoma humano</a> que regula a atividade dos genes do pâncreas e conseguiu demonstrar que seu mau funcionamento está associado ao desenvolvimento de diabetes e outras doenças do metabolismo.</p>
<p>O estudo foi publicado no último número da revista &#8220;Nature Genetics&#8221;. Segundo explicou um dos autores do trabalho, Lorenzo Pasquali, do Instituto de Pesquisas Biomédicas August Pi i Sunyer, em Barcelona, o trabalho &#8220;ajudará a compreender, em nível molecular, por que algumas pessoas tendem a desenvolver diabetes&#8221;.</p>
<p>No estudo, Pasquali e Jorge Ferrer, do Imperial College, em Londres, conseguiram identificar o conjunto de regiões reguladoras do genoma que opera no <a title="Já conhece o pâncreas artificial?" href="http://www.diabeticool.com/ja-conhece-o-pancreas-artificial/">pâncreas</a> humano ativando todos os genes necessários para formar o órgão.</p>
<p>&#8220;Algo assim como o mapa genômico global de todos os &#8216;interruptores de luz&#8217; que acendem os genes necessários para construir um pâncreas&#8221;, explicou à Agência Efe José Luis Gómez-Skarmeta, pesquisador do Centro Andaluz de Biologia do Desenvolvimento (Espanha).</p>
<p>Todas as células do organismo têm a mesma informação genética, os mesmos genes, mas o que diferencia uma célula do pâncreas de uma do coração, por exemplo, é quais genes estão &#8220;acesos&#8221; em cada tecido, e essa informação procede das regiões reguladoras, disse Gómez Skarmeta.</p>
<p>A segunda parte da pesquisa consistiu em &#8220;associar essas regiões com seus genes alvo&#8221;, com os quais &#8220;respondem suas instruções&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Por último, Ferrer e Pasquali relacionaram estas instruções com doenças humanas e observaram que muitas mutações associadas a doenças do pâncreas ou do <a title="Aumentar 1,5 km no deslocamento diário ajuda a proteger o coração" href="http://www.diabeticool.com/aumentar-15-km-no-deslocamento-diario-ajuda-a-proteger-o-coracao/">metabolismo</a> estão localizadas nas regiões do DNA que contêm a informação reguladora.</p>
<p>&#8220;Essas mutações alteram o mecanismo do &#8216;interruptor de luz&#8217;, que não funciona bem e como consequência o gene também não funciona bem no pâncreas e provoca diabetes ou outros problemas&#8221;, conclui Gómez-Skármeta.</p>
<p>Para entender a importância do estudo é preciso se partir da premissa que só 5% do DNA humano contém genes que servem para produzir proteínas.</p>
<p>É no 95% restante do genoma onde se produzem a imensa maioria das mutações conhecidas que causam doenças.</p>
<p>Este DNA, chamado DNA não codificante, contém sequências que permitem que uns e não outros genes se ativem em determinados órgãos. Tais sequência são chamadas &#8220;regiões reguladoras&#8221;.</p>
<p>No entanto, este DNA não codificante, até pouco tempo denominado &#8220;DNA lixo&#8221;, foi um grande desconhecido durante muitos anos.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://saude.terra.com.br/,d2c30c062a873410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html" target="_blank" rel="nofollow">Terra Saúde</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-identifica-dna-que-regula-atividade-no-pancreas-humano/">Estudo identifica DNA que regula atividade no pâncreas humano</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Quantas pessoas estão com pré-diabetes e não sabem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 17:43:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você não vai acreditar na porcentagem da população que corre sérios riscos de ter diabetes, porém nem faz idéia do perigo. Quando uma pessoa está com as taxas de açúcar no sangue um pouquinho acima do normal, mas não tão altas assim para causar danos sérios à saúde, ela pode estar com pré-diabetes. Apesar de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você não vai acreditar na porcentagem da população que corre sérios riscos de ter diabetes, porém nem faz idéia do perigo.</em></p>
<p><span id="more-4039"></span></p>
<p>Quando uma pessoa está com as taxas de açúcar no sangue um pouquinho acima do normal, mas não tão altas assim para causar danos sérios à saúde, ela pode estar com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/"><strong>pré-diabetes</strong></a>. Apesar de ser assintomático, o pré-diabetes é um importante sinal de alerta. Caso não for cuidado com atenção, a pessoa tem grandes chances de desenvolver, de fato, o diabetes tipo 2. <strong>Dados indicam que pelo menos 30% dos pré-diabéticos serão diabéticos dentro de um período de dez anos</strong>.</p>
<p><span style="color: #000000;">Em termos mais específicos, o pré-diabetes é caracterizado por uma <a title="Lyxumia recebe aval para comercialização" href="http://www.diabeticool.com/lyxumia-recebe-aval-para-comercializacao/">glicemia</a> de jejum entre 100-125 mg/dL, enquanto que em diabéticos este número é maior ou igual a 126 mg/dL, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes (2011).</span></p>
<p>Caso alguém seja diagnosticado como pré-diabético, <strong>ainda há tempo</strong> de mudar os hábitos de alimentação e aumentar a quantidade de exercícios físicos a fim de evitar o diabetes. Por isso, é fundamental que este diagnóstico seja feito o mais breve possível.</p>
<p>Um novo dado, publicado hoje, dia 22, no periódico <em>Morbidity and Mortality Weekly Report</em>, aponta uma tendência alarmante. De acordo com dados de saúde do governo norte-americano, <strong>90% das pessoas que estão com pré-diabetes não sabem que têm a doença.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MUITA GENTE CORRENDO RISCOS DESNECESSÁRIOS</strong></p>
<figure id="attachment_4056" aria-describedby="caption-attachment-4056" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4056" alt="ann albright diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/ann-albright-diabetes.jpg" width="300" height="390" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/ann-albright-diabetes.jpg 300w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/ann-albright-diabetes-185x240.jpg 185w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4056" class="wp-caption-text">A dra. Ann Albright, autora do estudo sobre a falta de informação acerca do pré-diabetes.</figcaption></figure>
<p>Estes números complementam uma outra estatística perigosa, observada no mundo inteiro: pelo menos metade das pessoas que estão com diabetes ainda não foram diagnosticadas. Todo e qualquer atraso no tratamento da condição pode levar a danos irreversíveis à saúde do paciente, além de dificuldades médicas maiores no futuro.</p>
<p>&#8220;Precisamos que as pessoas entendam o perigo que correm e que ajam se estiverem em risco de desenvolver diabetes&#8221;, afirmou Ann Albright, diretora da divisão de diabetes do <a title="Novo tratamento para feridas em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/novo-tratamento-para-feridas-em-diabeticos/">CDC</a> norte-americano. &#8220;Nós sabemos como prevenir o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a><strong> &#8211;</strong> ou pelo menos atrasar seu surgimento -, então há coisas que as pessoas podem fazer, mas o primeiro passo é conhecer o seu risco &#8211; saber se você tem pré-diabetes.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nós temos um enorme problema com este número pequeno de pessoas que sabem que tem [o pré-diabetes]. O número subiu um pouquinho em relação à última medição, mas ainda é muitíssimo pequeno&#8221;, completou Ann, que também escreveu o estudo em questão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FATORES DE RISCO E PREVENÇÃO</strong></p>
<p>Segundo Ann, os fatores de risco para o pré-diabetes incluem estar <a title="Trocar o dia pela noite eleva o risco de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/trocar-o-dia-pela-noite-eleva-o-risco-de-diabetes/">acima do peso ou obeso</a>, ser fisicamente inativo (isto é, praticar poucas atividades físicas) e não se alimentar corretamente. Caso alguém se enquadre nestas características, a pessoa deve procurar um médico e checar seus níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>Além disso, há um fator genético que pode aumentar as chances para pré-diabetes. Portanto, ter diabéticos na família é também um fator de risco. &#8220;A genética de uma pessoa carrega a arma, e daí o estilo de vida dela puxa o gatilho [para o desenvolvimento do diabetes]&#8221;, explicou Ann.</p>
 Prevenir o diabetes pode ser fácil e muito divertido!
<p>As maneiras habitualmente indicadas &#8211; e que são super efetivas &#8211; para o controle e eliminação do pré-diabetes são: <strong>perder peso</strong> (cerca de 5 a 7% da massa corporal à época do diagnóstico), <strong>aprender a se alimentar de maneira correta</strong> (isto é, evitando carboidratos e gorduras e ingerindo bastante vitaminas, fibras e sais minerais) e <strong>praticar atividades físicas regularmente</strong> (pelo menos 20 minutos por dia, ou um total de 150 minutos por semana).</p>
<p>Comentando a notícia, o dr. Joel Zonszein, diretor do Centro Clínico de Diabetes no Centro Médico Montefiore, em Nova York, EUA, afirmou que a combinação de uma alimentação saudável com exercícios físicos reduz os riscos de diabetes em 58%. Além disso, &#8220;a droga <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/"><strong>metformina</strong></a> (remédio que a Associação Americana de Diabetes recomenda para tratar o pré-diabetes) pode reduzir este risco em 31%. Mudanças nos hábitos de vida, associados ao tratamento com metformina, são métodos preventivos muito efetivos&#8221;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quantas-pessoas-estao-com-pre-diabetes-e-nao-sabem/">Quantas pessoas estão com pré-diabetes e não sabem?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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