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	<title>Europa | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes e Direção: leis aumentam perigo no trânsito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 18:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[dirigir]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Ulrik Pedersen-Bjergaard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tiro pela culatra: novas leis aprovadas na Europa para prevenir acidentes de trânsito com diabéticos geram muito mais riscos nas estradas. Entenda.  Diabetes e direção é um assunto controverso. Apesar de quem convive com a doença não encontrar grandes barreiras à aquisição da carteira de motorista aqui no Brasil, é importante lembrar que episódios de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tiro pela culatra: novas leis aprovadas na Europa para prevenir acidentes de trânsito com diabéticos geram muito mais riscos nas estradas. Entenda.</em> <span id="more-8021"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8022" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/direcao-diabetes-hipoglicemia.jpg" alt="direcao diabetes hipoglicemia" width="600" height="178" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/direcao-diabetes-hipoglicemia.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/direcao-diabetes-hipoglicemia-415x123.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Diabetes e direção é um assunto controverso. Apesar de quem convive com a doença não encontrar grandes barreiras à aquisição da carteira de motorista aqui no Brasil, é importante lembrar que episódios de hipoglicemia, quando ocorrem dentro de um carro, podem ter <a title="Mulher com hipoglicemia é agredida por policiais (VÍDEO)" href="http://www.diabeticool.com/mulher-com-hipoglicemia-e-agredida-por-policiais-video/">conseqüências catastróficas</a>. Por isso, é comum diabéticos receberam orientações especiais quanto ao controle das taxas de açúcar no sangue caso queiram dirigir. Com elas bem controladas, o único stress dentro do veículo será o próprio trânsito.</p>
<div style="background-color: #99c5ad; border: 2px solid #767676; padding: 10px;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong>Para entender: </strong>episódios de baixa quantidade de açúcar na corrente sangüínea – as hipoglicemias – são mais comuns em quem controla o diabetes com insulina. As hipos prejudicam a coordenação motora, percepção sensorial e capacidade de resposta a estímulos. Todos estes fatores podem se mostrar fatais quando o diabético estiver dirigindo. Por isso, é recomendada a medição da glicemia antes de entrar no veículo. Caso esteja relativamente baixa, a dica é corrigi-la antes para poder navegar tranqüilo pelas estradas.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No resto do mundo, porém, nem sempre é fácil um diabético ganhar e conseguir manter a carteira de habilitação. Na Europa, onde o acompanhamento médico é muito diferente daqui, as regras de quem pode ou não pode dirigir afetam diretamente a vida dos diabéticos. Para a pior, nos últimos anos.</p>
<p>Um estudo publicado este mês na revista <a title="Qual a relação entre efeito sanfona e diabetes tipo 2?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-relacao-entre-efeito-sanfona-e-diabetes-tipo-2/"><em>Diabetes Care</em></a> revelou que as leis de trânsito adotadas na União Européia têm feito o número de casos relatados de hipoglicemia <strong>cair drasticamente</strong>. Com isso, o tratamento de milhões de diabéticos pode ser prejudicado, pois os médicos deixarão de saber como anda o controle glicêmico dos pacientes e não serão capazes de ajuda-los a tratar adequadamente a doença.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>BUROCRACIA MUDA LEI QUE ERA BOA&#8230;</strong></p>
<p>O estudo, conduzido por pesquisadores de um hospital dinamarquês, analisou se os números de hipoglicemias relatados pelos diabéticos aos seus médicos havia aumentado ou diminuído logo após a introdução de novas leis de trânsito européias.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-8023" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/direcao-diabetes-hipoglicemia-2.jpg" alt="direcao diabetes hipoglicemia 2" width="348" height="239" />Até então, funcionava da seguinte maneira: paciente e médico entravam em um &#8220;acordo&#8221; quanto às habilidades do diabético de dirigir. Se o médico achasse que o número de episódios de hipoglicemia era baixo, então o diabético estava liberado para pilotar. Se os casos aumentassem, então o profissional da saúde poderia ajudar a corrigir o controle glicêmico.</p>
<p>Se houvesse muitos casos de <a title="Hipoglicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>, mesmo após tentativas de correção, então o médico poderia indicar, por escrito, que o paciente não dirigisse. Cumprir ou não a norma médica era decisão do próprio diabético. Esta norma era apenas uma espécie de &#8220;comprovante&#8221; do médico no caso de algum acidente acontecer. Com ela, o profissional poderia comprovar às autoridades que o acidente não foi sua responsabilidade e que o paciente estava ciente dos riscos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8230;PARA UMA VERDADEIRA TRAPALHADA</strong></p>
<p>De dois anos para cá, porém, novas leis entraram em vigor na Europa. Agora, <strong>é o próprio médico quem tem a responsabilidade legal de permitir ou não que o diabético dirija</strong>. E, segundo as leis, se o diabético informar ao médico de que teve 2 ou mais episódios de hipoglicemia ao longo de um ano, <strong>automaticamente o médico deve suspender a habilitação do paciente</strong>.</p>
<p>O resultado da nova lei? <strong>Uma queda brusca no número de casos de hipoglicemias relatados</strong>.</p>
<p>Segundo o estudo, após as novas leis entrarem em vigor, o número de relatos de 1 episódio de hipoglicemia se manteve estável. Porém, a quantidade de relatos de dois ou mais picos hipoglicêmicos (os que levam à perda de carteira) <strong>caiu 73%</strong>.</p>
 Teste de glicemia: uma obrigação antes de viagens longas e atividades que requerem grande concentração e atenção.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERIGO NAS ESTRADAS E NOS AMBULATÓRIOS</strong></p>
<p>O doutor Ulrik Pedersen-Bjergaard, autor do trabalho científico, comentou:</p>
<p>&#8220;Quando um médico é posto na posição de ser a pessoa que determina se o paciente pode manter sua carteira de motorista, isto gera um grave perigo na relação paciente-médico que pode resultar em tratamentos piores e número maior de acidentes nas estradas&#8221;.</p>
<p>&#8220;O problema é que a hipoglicemia severa não é, em si, uma doença, mas um sintoma dos tratamentos necessários ao manejo do diabetes tipo 1&#8221;, explicou o médico.</p>
<p>Com menos gente avisando os médicos de que a glicemia está caindo com frequência, é de se esperar que, nos próximos anos, aumente o número de acidentes nas estradas envolvendo diabéticos. É um triste panorama, gerado artificialmente por uma lei mal escrita que, ao invés de estimular o bom controle da própria saúde, gera medo e apreensão em quem convive com o diabetes. A estratégia, neste caso, parece ser burlar a lei, com consequência graves à saúde própria (e à dos outros!). Mais um tiro burocrático saiu pela culatra.</p>
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		<item>
		<title>Qual a melhor dieta e o melhor exercício para evitar diabetes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/qual-a-melhor-dieta-e-o-melhor-exercicio-para-evitar-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2013 20:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Raben]]></category>
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		<category><![CDATA[Suíça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo gigantesco &#8211; o maior já feito sobre o assunto &#8211; vai descobrir qual é a maneira mais efetiva de prevenir o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Quem acompanha o noticiário sobre diabetes bem sabe o tanto de &#8220;dicas&#8221; que recebemos de especialistas quanto à maneira correta de nos alimentarmos ou praticarmos exercícios físicos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um estudo gigantesco &#8211; o maior já feito sobre o assunto &#8211; vai descobrir qual é a maneira mais efetiva de prevenir o desenvolvimento do diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-5393"></span></p>
 Será que caminhar previne o diabetes tão bem quanto correr?
<p>Quem acompanha o noticiário sobre diabetes bem sabe o tanto de &#8220;dicas&#8221; que recebemos de especialistas quanto à maneira correta de nos alimentarmos ou praticarmos exercícios físicos. É comum que estas indicações sejam contraditórias: às vezes dizem-nos que o bom é fazer X, outras vezes garantem que Y, na verdade, é o melhor. Então ficam as perguntas: qual a melhor dieta a seguir se quisermos controlar o diabetes? Quais exercícios físicos praticar?</p>
<p>Estas questões estão a ponto de começar a ser respondidas. Uma pesquisa gigantesca, tanto em número de pessoas envolvidas quanto no tempo de estudo, será iniciada no final do ano com o objetivo de determinar qual a mais efetiva dieta e qual é a melhor rotina de exercícios para &#8220;blindar&#8221; a população contra o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A MELHOR DIETA E O MELHOR EXERCÍCIO PARA EVITAR O DIABETES?</strong></p>
<p>Oito países europeus (além do Canadá, da Nova Zelândia e Austrália) e mais de dois mil e quinhentos voluntários estarão envolvidos com a pesquisa, que durará três anos. Nenhuma destas pessoas está com diabetes hoje. Elas serão divididas em grupos, cada um deles seguindo uma de duas possíveis dietas e um de dois regimes de exercícios físicos.</p>
<p>As dietas que serão testadas são:</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li>Alto consumo de fibras, com consumo moderado de proteínas e carboidratos; ou</li>
<li>Alto consumo de proteínas e consumo moderado de carboidratos lentamente absorvidos pelo organismo.</li>
</ul>
<p>Já no caso dos exercícios físicos, os participantes farão um dos seguintes planos:</p>
<ul style="list-style-type: circle;">
<li>Exercícios moderados, como 150 minutos de <a href="http://www.diabeticool.com/como-se-tornar-ativo/">caminhada</a> rápida por semana (cerca de 20 minutos por dia); ou</li>
<li>Exercícios de alta intensidade, como 75 minutos de corrida por semana (cerca de 11 minutos por dia).</li>
</ul>
<p>Mas a pesquisa não termina aí. A cientistas Anne Raben, professora na Universidade de Copenhagen, na Suíça, e principal coordenadora do estudo, conta que os <a href="http://www.diabeticool.com/falta-ou-excesso-de-sono-sao-relacionados-ao-diabetes/">padrões de sono</a> e os níveis de stress dos participantes também serão monitorados.</p>
<p>&#8220;Nós queremos descobrir se as recomendações atuais de dietas e exercícios são ótimas ou se outros estilos de vida e de regime são mais efetivos&#8221;, disse a pesquisadora.</p>
<p>&#8220;Nós já sabemos que uma dieta que siga as orientações atuais é capaz de <a href="http://www.diabeticool.com/como-o-botox-pode-ajudar-a-prevenir-o-diabetes/">prevenir o diabetes</a>. O que é único neste projeto é que estamos comparando duas dietas uma com a outra para descobrir se pode haver uma alternativa mais efetiva&#8221;, explicou Anne.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ECONOMIA DE TEMPO (E DE DINHEIRO)</strong></p>
 A pesquisadora Anne Raben, líder do estudo.
<p>Estudos como este são cada vez mais comuns na Europa. O continente, que passa por uma gravíssima <a href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-enfrentam-a-grande-crise-economica/">crise econômica</a>, busca maneiras de controlar os gastos públicos, e diminuir o montante investido em tratamentos de saúde é uma das prioridades dos governos da região.</p>
<p>&#8220;Poderíamos economizar bilhões [de euros] da população em despesas de saúde se conseguirmos encontrar uma fórmula de como prevenir o diabetes tipo 2&#8221;, revelou Anne Raben.</p>
<p>A Comissão Européia investirá 12 milhões de dólares na pesquisa.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/qual-a-melhor-dieta-e-o-melhor-exercicio-para-evitar-diabetes/">Qual a melhor dieta e o melhor exercício para evitar diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>O que a Finlândia fez para parar o diabetes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-que-a-finlandia-fez-para-parar-o-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 17:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[enterovírus]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar de Helsinque]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Valma Harjutsalo]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo indica que o número de casos de diabetes infantil parou de crescer no país. Será que alguém já descobriu o motivo? Há várias décadas o diabetes tipo 1 é uma das doenças crônicas mais presentes em crianças da Finlândia, país no norte da Europa. Registros médicos nacionais mostram que a incidência da doença cresceu &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo indica que o número de casos de diabetes infantil parou de crescer no país. Será que alguém já descobriu o motivo?</em></p>
<p><span id="more-4968"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Há várias décadas o <a title="Cientistas desenvolvem pesquisa sobre diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-desenvolvem-pesquisa-sobre-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> é uma das doenças crônicas mais presentes em crianças da Finlândia, país no norte da Europa. Registros médicos nacionais mostram que a incidência da doença cresceu aceleradamente a partir dos anos 1980, atingindo um pico em 2006. Uma nova pesquisa analisou o que aconteceu com esta incidência de 2006 para cá. O resultado espantou os pesquisadores: <strong>o número de casos de diabetes tipo 1 em crianças parou de crescer nos últimos anos</strong>.</p>
<p>O estudo, publicado na última edição da revista científica <em>Journal of the American Medical Association</em>, analisou dados de diversos bancos de dados de saúde finlandeses, coletando informações a partir de 1980 até 2011. Com isto, descobriu que 14.069 novos casos de diabetes tipo 1 foram diagnosticados neste período em crianças no país, sendo que 3.332 casos foram descobertos entre 2006 e 2011 &#8211; pode parecer pouco, mas devemos lembrar que a Finlândia possui uma população bem pequena, de cerca de 5,5 milhões de pessoas.</p>
<p>Além disso, ao organizarem os dados de acordo com <a href="http://www.diabeticool.com/achados-genes-ligados-ao-peso-de-bebes-e-ao-diabetes-o-que-isto-significa/">a faixa etária das crianças diagnosticadas</a>, os autores puderam construir um gráfico (abaixo) que mostra que a incidência de diabetes no país passou por um intervalo de rápido crescimento entre o final da década de 1980 e o início deste século, tendência revertida nos últimos anos.</p>
<figure id="attachment_4969" aria-describedby="caption-attachment-4969" style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4969" alt="Gráfico retirado do mais recente estudo sobre diabetes tipo 1 em crianças finlandesas mostra que, após décadas de aumento no número de casos, tal tendência cessou nos últimos anos." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia.png" width="520" height="357" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia.png 520w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia-350x240.png 350w" sizes="(max-width: 520px) 100vw, 520px" /><figcaption id="caption-attachment-4969" class="wp-caption-text">Gráfico retirado do mais recente estudo sobre diabetes tipo 1 em crianças finlandesas mostra que, após décadas de aumento no número de casos, tal tendência cessou nos últimos anos.</figcaption></figure>
<p>Isto não significa que menos crianças finlandesas estão sendo diagnosticadas com o diabetes tipo 1, mas mostra que a taxa de crescimento no número de novos casos parou de crescer (o que é, por si só, uma ótima notícia!).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE ACONTECEU NA FINLÂNDIA PARA O DIABETES PARAR DE CRESCER?</strong></p>
<p>A grande questão que o novo estudo levanta é a seguinte: o que aconteceu na Finlândia para que, ao contrário do que anda ocorrendo ao redor do mundo, o crescimento do diabetes infantil tenha parado?</p>
<p>Valma Harjutsalo, do Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar de Helsinque, e seus colegas argumentam que alguns fatores comumente associados a maiores riscos de diabetes tipo 1 parecem não explicar o ocorrido. Por exemplo, é sabido que a <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">obesidade em crianças</a> aumenta as chances de diabetes tipo 1. Nos últimos 20 anos, os números de crianças obesas e acima do peso na Finlândia cresceu anualmente (e não houve diminuição desde 2005). Mesmo assim, como vimos, as taxas de diabetes pararam de subir.</p>
 A Finlândia é um país de beleza natural exuberante (apesar do frio intenso!) e que oferece alta qualidade de vida para sua população.
<p>Outro fator que poderia desencadear o diabetes tipo 1 são vírus que atacam o trato digestivo, mucosas e o aparelho respiratório. Como garantem os cientistas, &#8220;o número de infecções severas de enterovírus na Finlândia cresceu dez vezes de 2006 a 2010, e é provável que infecções menos severas tenham crescido também; todavia, a incidência de diabetes tipo 1 não aumentou neste mesmo período&#8221;.</p>
<p>A única explicação que os pesquisadores conseguiram encontrar é a de que o consumo de <a href="http://www.diabeticool.com/cogumelos-o-metodo-natural-para-obter-mais-vitamina-d/"><strong>vitamina D</strong></a> aumentou justamente durante o período em que os números do diabetes infantil pararam de subir.</p>
<p>&#8220;A quantidade de vitamina D recomendada para suplementação [alimentar] em crianças foi reduzida a um décimo desde 1950, tempo durante o qual a incidência de diabetes tipo 1 aumentou cinco vezes. A fortificação de produtos lácteos com vitamina D após 2003 pode ter contribuído para o nivelamento da incidência do diabetes tipo 1&#8221;, explicam os autores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">LEIA MAIS SOBRE A VITAMINA D</a> E SUA IMPORTÂNCIA PARA O DIABETES NESTA MATÉRIA ESPECIAL DO DIABETICOOL!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-a-finlandia-fez-para-parar-o-diabetes/">O que a Finlândia fez para parar o diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabéticos enfrentam a grande crise econômica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 04:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
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		<category><![CDATA[NHS]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com pouco dinheiro em caixa, governos da Europa cortam drasticamente gastos com a saúde. Diabéticos vão ter que suar a camisa se quiserem se manter saudáveis. A crise econômica européia começa a atingir os diabéticos do continente. Após países menores, como a Hungria, anunciarem cortes seletivos nos tratamentos da doença, agora a poderosa Inglaterra, dona &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com pouco dinheiro em caixa, governos da Europa cortam drasticamente gastos com a saúde. Diabéticos vão ter que suar a camisa se quiserem se manter saudáveis.</em></p>
<p><span id="more-2641"></span></p>
 O NHS, sistema de saúde público inglês, passa por uma drástica operação de corte de gastos.
<p>A crise econômica européia começa a atingir os diabéticos do continente. Após países menores, como a Hungria, anunciarem cortes seletivos nos tratamentos da doença, agora a poderosa Inglaterra, dona de um dos sistemas de saúde mais inclusivos do mundo, também irá enxugar os gastos com a saúde. As primeiras pessoas a sentirem os efeitos azedos da parcimônia serão os obesos com diabetes tipo 2. A população acima do peso se revoltou com os novos planos do governo.</p>
<p>Na Inglaterra, <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/">obesos </a>diabéticos do tipo 2 estavam acostumados a receber uma série de regalias às custas do erário público. <strong>Eles tinham direito a descontos na compra de medicamentos, a redução de impostos sobre a moradia e a mensalidades menores em academias e clubes</strong>. Quem pagava por isto era o <a title="Uma simples medida para excelentes resultados" href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/"><strong>NHS</strong></a>, o serviço público de saúde. Devido à crise econômica que assola a Europa e à enorme dívida do governo bretão, a partir de abril deste ano boa parte dos serviços que antes eram oferecidos pelo NHS serão cortados. Quem deverá arcar com os custos da saúde da população serão as administrações locais &#8211; as quais possuem muito menos dinheiro em caixa do que o NHS. Assim, a única solução para manter um pouco da qualidade no atendimento público será realizar cortes gigantescos de gastos.</p>
<p><strong>O diabetes e suas complicações custam aos cofres ingleses mais de 13 bilhões de reais por ano</strong>. Por isso, a doença é uma das primeiras para a qual reduções de financiamento foram anunciadas.</p>
 Um em cada quatro ingleses é obeso, um índice alarmante.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Controlando a glicemia e o paciente</strong></p>
<p>A partir deste ano, os obesos ingleses com diabetes que quiserem receber benefícios do governo deverão provar que estão se cuidando adequadamente e seguindo as orientações médicas. Para isto, cartões eletrônicos de acesso a academias serão distribuídos a eles. <strong>Com estes cartões, o governo poderá saber quando e por quanto tempo um paciente ficou em determinado estabelecimento de saúde</strong>. Se o obeso não freqüentar a academia de acordo com as regras impostas pelo médico, suas benesses &#8211; a começar pelos impostos reduzidos &#8211; serão eliminadas.</p>
<p>Uma grande parte da população ficou enfurecida com o anúncio das novas medidas. As estimativas mais recentes indicam que 1 de cada 4 ingleses é obeso. Além disso, 58 porcento das mulheres e 65% dos homens ou é obeso ou está acima do peso &#8211; números que correspondem a mais de 32 milhões de pessoas. O contingente de dessatisfeitos é, portanto, enorme &#8211; e parece dividir a comunidade diabética.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A doce voz do povo</strong></p>
<p>De uma lado, as vozes mais ferinas contra o governo são, obviamente, aquelas dos obesos diabéticos tipo 2. Pat Varnam, de Nottinghamshire, disse, irritado: &#8220;Por que eles [os políticos] não tentam cortar os próprios salários também? Eles não passam de idiotas que não servem para nada e que passam o dia em Westminster debatendo o que mais eles podem fazer para punir as pessoas que os elegeram.&#8221; &#8220;Estas pessoas não entendem que não pedimos para ser diabéticos&#8221;, lamentou Mark Mcfc Lee. Outras pessoas argumentaram que não era culpa delas que se encontram acima do peso. A londrina Irene Morley, por exemplo, afirmou: &#8220;Eu acho isto [as medidas do governo] horrível. Estou engordando por causa da insulina.&#8221;</p>
 Gordinhos diabéticos terão que suar a camisa para conseguir seus benefícios.
<p>Por outro lado, boa parte dos diabéticos tipo 1 do país apoia a medida. Segundo as opiniões coletadas via internet, os tipo 1 acreditam que muitos obesos recebem benefícios da sociedade, que paga por seus tratamentos, porém não se esforçam o suficiente para manterem-se saudáveis. A opinião da inglesa Vicky Beecham-Gray representa bem este segmento da sociedade: &#8220;Eu tenho diabetes tipo 1 e concordo plenamente [com as medidas econômicas]. Se eu tivesse sido diagnosticada com diabetes tipo 2, isto teria sido um sinal de alerta suficiente para eu começar a me cuidar. (&#8230;) Se eu tivesse a oportunidade de eliminar esta doença, eu o faria.&#8221; Outro ponto interessante levantado por quem defende as medidas de austeridade é que os cortes de benefícios serão feitos de acordo com cada caso dos pacientes, baseados nas análises de seus médicos. Portanto, obesos que não conseguem praticar exercícios físicos por motivos de saúde, por exemplo, não seriam isentos dos benefícios. As únicas pessoas atingidas seriam aquelas que não se tratam adequadamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Inglaterra não está sozinha</strong></p>
<p>O debate na sociedade britânica ainda vai longe e deve esquentar muito mais quando os planos forem postos em prática em abril. Em 2012, o <strong>Diabeticool</strong> noticiou outras histórias de percalços na saúde dos diabéticos europeus. Na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/">Falta insulina no primeiro mundo</a>&#8220;, veja como a crise econômica atingiu até mesmo as farmácias espanholas. Já o texto comicamente intitulado &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/na-hungria-diabetico-que-nao-se-trata-nao-mama/">Na Hungria, diabético que não se trata não mama</a>&#8221; apresenta as criativas medidas de austeridade promovidas pelo governo húngaro para os diabéticos. Naquele país, só recebe insulina de melhor qualidade quem provar, através de exames de sangue, que está controlando direitinho a glicemia. Este é, infelizmente, o preço de se depender do governo para arcar com os gastos de saúde: quando a economia vai mal, os cidadãos ficam invariavelmente à mercê das canetadas oficiais.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabeticos-enfrentam-a-grande-crise-economica/">Diabéticos enfrentam a grande crise econômica</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Diabetes pelo Mundo: Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 18:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia! A OCDE, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou Portugal, que tem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia!</em></p>
<p><span id="more-2025"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2026" title="bandeira portugal diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg" alt="" width="451" height="299" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg 451w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes-362x240.jpg 362w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></p>
<p>A <strong>OCDE</strong>, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou <a title="Receita: Bacalhau de Natal" href="http://www.diabeticool.com/bacalhau-de-natal/">Portugal</a>, que tem quase 10% da população com algum tipo de diabetes. A média de prevalência da condição nos países da União Européia foi de 6.4% da população.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>Chipre e Polônia completam o top 3 de países com mais diabéticos. Do lado de baixo do ranking, Suécia, Luxemburgo e Bélgica possuem menos de 5% de diabéticos dentre seus habitantes.</p>
<p>De acordo com a OCDE, no geral, os índices de diabetes vêm crescendo ao longo de todo o continente, seguindo a mesma tendência das taxas de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">obesidade</a> (um dos grandes fatores de risco para o diabetes tipo 2). Em alguns países, o número de diabéticos dobrou em relação aos dados de 1990. A Organização afirma que mais de 100.000 mortes ano passado foram devidas à doença.</p>
<p>A boa notícia para os portugueses é que o número de <a title="A doce baforada alheia" href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">fumantes</a> e o consumo de álcool per capita caíram na última década. É sabido que o tabagismo aumenta as chances de uma pessoas contrair o diabetes (veja em nosso texto &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">A Doce Baforada Alheia</a>&#8220;), além de outras doenças cardiovasculares, e que o álcool favorece episódios de hipoglicemia em diabéticos. Em vista destes bons índices de saúde da população, talvez o crescente número de diabéticos no país seja culpa, portanto, dos famosos e deliciosos pasteizinhos de Belém, ou de outras calóricas iguarias da culinária lusitana&#8230;!</p>
<p>O levantamento da OCDE complementa as informações do <strong>PREVADIAB</strong> &#8211; o primeiro e mais completo estudo da prevalência de diabetes em Portugal, realizado em 2010. Nele, estimou-se em 11.7% o número de portugueses que têm diabetes. Um dado interessante deste trabalho é que a taxa era maior entre homens (14.2% dos portugueses teriam diabetes, em contraste a 9.5% das portuguesas). Porém, a grande surpresa foi constatar que quase metade da população (43.6%) têm diabetes, mas não sabe, e que, contando-se os casos de pré-diabetes, o número de diabéticos em Portugal pode chegar a 35% dos cidadãos! É bom nossos bons amigos da terrinha manterem os olhos abertos para este perigo em ascenção!</p>
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		<title>Falta insulina no primeiro mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 11:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Valência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crise européia acaba com os estoques de medicamentos em farmácias de grandes cidades como Valência, na Espanha. Houve um tempo em que a economia européia era forte o suficiente para bancar benefícios surreais a seus moradores, como era o caso dos abundantes programas de saúde coletivos de diversos países do continente. Na Espanha de outrora, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Crise européia acaba com os estoques de medicamentos em farmácias de grandes cidades como Valência, na Espanha.</em></p>
<p><span id="more-1549"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/praia-valencia-espanha-diabetes/"></span> Problemas no Paraíso.
<p style="text-align: left;">Houve um tempo em que a economia <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">européia</a> era forte o suficiente para bancar benefícios surreais a seus moradores, como era o caso dos abundantes programas de saúde coletivos de diversos países do continente. Na Espanha de outrora, todo paciente tinha o direito de receber gratuitamente qualquer medicamento que precisasse. Todavia, quando a economia degringola &#8211; como é o caso atual &#8211; é hora de apertar o cinto nas despesas. E o que antes era pago exclusivamente pelo governo vira item de luxo nas prateleiras das farmácias. Quem paga o pato são os doentes.</p>
<p>A cidade de Valência, na Espanha, é um ótimo exemplo da situação atual da Europa. Terceira maior cidade do país, com cerca de 800 mil habitantes e sede de famosos clubes de futebol e museus, Valência praticamente não tem mais insulina para oferecer aos seus moradores diabéticos. Dependendo do dia, funcionários dos estabelecimentos de saúde têm de sair às ruas mendigando remédios para condições como doenças cardíacas e <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">derrames</a>. Segundo matéria da BBC Brasil,</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #808080;"><span style="color: #000000;">&#8220;</span> &#8220;Uma farmácia traz na parede a seguinte inscrição: &#8220;Um aviso importante: o governo de Valência está devendo a esta farmácia por todos todos os medicamentos que foram fornecidos aos clientes nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril&#8221;.</span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #808080;">A farmacêutica mostra uma gaveta onde são mantidos remédios que só podem ser adquiridos com prescrição médica. Normalmente, ela conta que a gaveta costumava estar cheia, mas agora ela está vazia e, segundo ela, o estoque de insulina da farmácia está quase acabando. &#8221;Não temos dinheiro para comprar mais.&#8221;</span> &#8220;</p>
<p>No momento, o governo espanhol estuda como conseguir dinheiro sem onerar em demasiado a população, já acostumada a não pagar por certos bens e serviços. Enquanto isso, a trabalhosa busca dos diabéticos por insulina na Espanha continua.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120923_valencia_remedios_bg.shtml" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
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		<title>Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 18:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
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		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[parada cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[vaso sangüíneo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que o colesterol alto, um dos grandes inimigos dos diabéticos, é facilmente diagnosticado, mas raramente tratado com empenho. Por que será? Pessoas que têm diabetes tipo 1 e tipo 2 são mais propensas a sofrerem de doenças nos vasos sangüíneos, que podem resultar em quadros como paradas cardíacas e derrames, em especial se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que o colesterol alto, um dos grandes inimigos dos diabéticos, é facilmente diagnosticado, mas raramente tratado com empenho. Por que será?</em></p>
<p><span id="more-1510"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/checkup-medico-diabetes-colesterol.jpg"></span> Informe-se sobre seus níveis de colesterol durante os checkups médicos.
<p>Pessoas que têm diabetes tipo 1 e tipo 2 são mais propensas a sofrerem de doenças nos <a title="Os efeitos sexuais do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-efeitos-sexuais-do-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">vasos sangüíneos</a>, que podem resultar em quadros como <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/" target="_blank" rel="noopener">paradas cardíacas</a> e <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/" target="_blank" rel="noopener">derrames</a>, em especial se elas tiverem <a title="Olhando de perto o óleo de peixe" href="http://www.diabeticool.com/olhando-de-perto-o-oleo-de-peixe/" target="_blank" rel="noopener">colesterol alto</a>. Pode soar feio este tipo de informação, mas a boa notícia é que estes quadros são facilmente tratáveis. Ainda assim, é <em>fundamental</em> que diabéticos acompanhem com atenção e periodicamente seus níveis de colesterol. Na Europa, este acompanhamento é feito regularmente. Porém, de maneira misteriosa, mesmo sabendo que estão com colesterol alto, os europeus não têm cuidado adequadamente do problema.</p>
<p>Foi o que descobriu a mais recente análise de dados de diabéticos em toda a Inglaterra, que abrange informações de quase 2 milhões de pessoas. Descobriu-se que nove de cada dez diabéticos checam seus níveis de colesterol pelo menos uma vez ao ano, uma proporção muito maior do que a população em geral &#8211; o que mostra que, ao menos, eles estão bem acessorados pelos médicos sobre os perigos caridovasculares extras que o diabetes acarreta. Dos pacientes que medem o colesterol, 60% apresentam níveis acima do recomendado. Porém, o número de diabéticos que buscam reverter as altas taxas de colesterol fica muito aquém do esperado.</p>
<p>&#8220;Não é claro por que o alto número de pessoas checando anualmente suas taxas de colesterol não se traduz em controle melhor do colesterol, mas este é uma questão que está colocando em risco as saúdes de centenas de milhares de pessoas&#8221;, garante Barbara Young, do ONG inglesa <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">Diabetes UK</a>. Ela complementa: &#8220;Muitas vezes é apropriado receitar medicações como estatinas [contra o colesterol alto], mas isso de nada adianta sem explicar [ao paciente] a importância de tomar regularmente os remédios e as conseqüências potencialmente desastrosas de se não fazer isso&#8221;.</p>
<p><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.bbc.co.uk/news/health-19517219" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conforme diz o subtítulo desta matéria, o colesterol alto &#8211; e suas conseqüências &#8211;  é um dos maiores vilões dos diabéticos. Doenças cardiovasculares são responsáveis, por exemplo, por 44% dos falecimentos de diabéticos tipo 1 e de 52% dos tipo 2. Por isso, não é preciso dizer que lutar contra fatores que promovem estas doenças, como é o caso do colesterol alto, é importantíssimo. </strong></p>
<p><strong>Maneiras existem várias de se diminuir as taxas de colesterol. Pode-se adotar uma dieta com menos gorduras, praticar exercícios diariamente, perder peso, parar de fumar e diminuir a quantidade de álcool ingerida. Ou então utilizar medicamentos como as estatinas. Com tantas opções em mãos, o único motivo que diabéticos teriam de deixar de tratar seu colesterol é falta de informação. Este é um dos motivos pelos quais o <span style="color: #3366ff;">Diabeticool</span> existe!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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