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	<title>Canadá | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes há mais de 50 anos &#8211; qual o segredo da longevidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2014 00:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Perkins]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[complicações do diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa pretende descobrir o segredo das pessoas que convivem numa boa com o diabetes há 50 anos ou mais, com muita saúde e aproveitando a vida ao máximo ! Uma das maiores provas de que os tratamentos atuais contra o diabetes (especialmente o diabetes tipo 1, que é mais complicado de cuidar) são super eficientes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa pretende descobrir o segredo das pessoas que convivem numa boa com o diabetes há 50 anos ou mais, com muita saúde e aproveitando a vida ao máximo !</em><span id="more-7529"></span></p>
 Muitas pessoas que foram diagnosticadas cedo com o diabetes passaram a cuidar muito melhor da saúde, e hoje são mais saudáveis do que não-diabéticos!
<p>Uma das maiores provas de que os tratamentos atuais contra o diabetes (especialmente o diabetes tipo 1, que é mais complicado de cuidar) são <strong>super eficientes</strong> é notar que a expectativa de vida de quem está com a doença cresce a cada ano que passa.</p>
<p>Dá para imaginar que, antes da invenção da insulina, esperava-se que uma criança de 10 anos diagnosticada com diabetes tipo 1 vivesse no máximo mais 3 anos apenas?</p>
<p>Este tipo de situação absurda já virou história antiga há muito tempo, felizmente. A partir de 1922, <a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">após a invenção da insulina por Banting</a>, a expectativa de vida de quem tem diabetes só tem crescido. Tanto que, atualmente, o consenso médico é de que, se a glicemia for bem controlada durante toda a vida, <strong>as expectativas de vida de um diabético e de um não-diabético são praticamente iguais</strong>. E, sim, é possível cuidar bem da glicemia durante várias décadas, através dos mais variados tratamentos disponíveis e da força de vontade da pessoa.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">CURIOSIDADE</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/bisavo-recebe-premio-por-combate-ao-diabetes/">Bisavó recebe prêmio por 50 anos de vitórias sobre o diabetes!</a>&#8220;</strong></p>
<p>Ainda assim, nem sempre é fácil encontrar gente que convive com o diabetes tipo 1 há mais de 50 anos. Uma nova pesquisa médica, que começou ano passado a ser conduzida no Canadá, está correndo atrás destes vencedores. Os pesquisadores querem descobri qual é o segredo da longevidade dos diabéticos de longa data. Será que é o bom controle glicêmico? Será que é a alimentação? Ou serão os genes?</p>
<div style="background-color: #e0ebeb; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><strong>POR QUE ANTIGAMENTE MORRIA-SE TÃO CEDO DE DIABETES?</strong></p>
<p>Até poucas décadas atrás, a expectativa de vida de um diabético ainda era consideravelmente menor do que o restante da população. E isto por dois motivos básicos: o primeiro é que era muito mais complicado controlar as taxas de açúcar no sangue, e o segundo é que cuidar das <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">complicações do diabetes</a> também era mais difícil.</p>
<p>Hoje em dia, existem dezenas de tipos diferentes de insulinas, muitas específicas para tratar casos &#8220;diferentes&#8221; e complicados de controle glicêmico. Além disso, o conhecimento médico aumentou bastante nos últimos tempos. Sabe-se, hoje, muito mais sobre cada uma das complicações possíveis do diabetes, e as equipes médicas são mais bem preparadas para tratá-las.</p>
<p>Outro fator importante de lembrar é que, nos dias de hoje, dá-se muita atenção à prevenção. Nós sabemos o que faz bem e o que faz mal a um diabético, assim como sabemos quais são os fatores de risco para a doença.</p>
</div>
<p>A pesquisa é conduzida por cientistas do Hospital Mount Sinai, de Toronto, junto ao Centro Joslin de Diabetes, nos EUA. Através de questionários, os pesquisadores pretendem descobrir detalhes da vida de diabéticos há mais de 50 anos, como uso de insulina (usam seringas, bombas de infusão? etc), a freqüência com que vão ao médico, se alguém da família os ajuda a controlar o diabetes, dentre outros fatores.</p>
<figure id="attachment_7532" aria-describedby="caption-attachment-7532" style="width: 278px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-7532" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/nick-jonas-glicosimetro-diabetes.jpg" alt="nick jonas glicosimetro diabetes" width="278" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/nick-jonas-glicosimetro-diabetes.jpg 278w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/nick-jonas-glicosimetro-diabetes-167x240.jpg 167w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" /><figcaption id="caption-attachment-7532" class="wp-caption-text">A juventude de hoje pode vestir com orgulho a camisa do diabetes, sabendo que tem tudo para controlar bem a glicemia!</figcaption></figure>
<p>Além disso, haverá um estudo sistemático da <a title="Terapia genética personalizada pode ser opção de tratamento para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/terapia-genetica-personalizada-pode-ser-opcao-de-tratamento-para-diabetes-tipo-1/">genética</a> e da fisiologia de cada um dos participantes.</p>
<p>O objetivo é encontrar motivos pelos quais estas pessoas conseguem conviver tão bem com a doença, evitando boa parte das complicações comuns.</p>
<p>&#8220;Isto poderá nos ajudar a entender os motivos pelos quais há gente que controla com sucesso o diabetes há 50 anos, daí poderemos implementá-los como potenciais tratamentos ou estratégias para ajudar os jovens de hoje em dia que estão sendo diagnosticados&#8221;, contou a um jornal canadense o líder do estudo, o médico Bruce Perkins.</p>
<p>&#8220;[Cuidar bem do diabetes] demanda trabalho. Requer uma vigilância incansável no monitoramento das taxas de açúcar no sangue, na hora de pensar sobre as doses de insulina, de cuidar da própria doença. Mas, definitivamente, é possível fazer isto, e nós temos exemplos maravilhosos de diabéticos que vivem sua vida ao máximo&#8221;, disse Bruce.</p>
<p>Assim que saírem os primeiros resultados deste novo e interessante estudo, publicaremos aqui aos leitores do <strong>Diabeticool</strong>!</p>
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		<title>O segredo para uma vida muito mais saudável</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 22:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Anil Nigam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais uma maneira cientificamente comprovada de combater os sintomas do diabetes &#8211; e, de quebra, do pré-diabetes também &#8211; acaba de ser revelada. Médicos e especialistas em diabetes já sabiam que tanto a dieta mediterrânea quanto exercícios de alta intensidade, separadamente, ajudam a melhorar a qualidade de vida de quem está com a doença. Agora, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais uma maneira cientificamente comprovada de combater os sintomas do diabetes &#8211; e, de quebra, do pré-diabetes também &#8211; acaba de ser revelada.</em></p>
<p><span id="more-5489"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Médicos e especialistas em diabetes já sabiam que tanto a <strong><a title="Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea" href="http://www.diabeticool.com/conheca-os-novos-beneficios-da-dieta-mediterranea/">dieta mediterrânea</a></strong> quanto <strong>exercícios de alta intensidade</strong>, separadamente, ajudam a melhorar a qualidade de vida de quem está com a doença. Agora, um novo estudo determinou os benefícios de se fazer as duas coisas, ou seja, seguir a dieta <strong>E</strong> praticar exercícios físicos de alta intensidade. Os resultados são animadores, surpreendentes e trazem muitas esperanças para quem luta contra o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE É A DIETA MEDITERRÂNEA</strong></p>
<p>Em termos simples, seguir uma dieta mediterrânea significa comer grandes quantidades de vegetais, grãos e peixes, pequenas porções de carne e muito azeite de oliva.</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">ENCONTRE AQUI RECEITAS</a> SAUDÁVEIS E ESPECIAIS PARA QUEM ESTÁ COM DIABETES!</strong></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE SÃO EXERCÍCIOS FÍSICOS DE ALTA INTENSIDADE?</strong></p>
<p>São padrões de exercícios cardiovasculares baseados em atividades de altíssima intensidade, realizadas em um pequeno espaço de tempo, intermeadas por &#8220;pausas&#8221; de atividade mais leves. A duração total do treino é de 20-30 minutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS RESULTADOS DA MISTURA DOS DOIS</strong></p>
<p>Quando a dieta mediterrânea e os <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">exercícios de alta intensidade</a> foram realizados em conjunto, uma melhora espantosa na qualidade de vida foi observada. Cientistas do Instituto do Coração de Montreal, no Canadá, acompanharam durante anos um grupo de voluntários que seguiu as duas orientações. Os resultados foram anunciados no último Congresso Cardiovascular Canadense, que ocorreu na semana passada.</p>
<p>Todos os voluntários do estudo possuíam <strong>obesidade abdominal</strong>, que é o excesso de gordura na região do estômago e abdômen. A <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">obesidade abdominal</a> é perigosíssima, já que aumenta bastante os riscos de doenças cardíacas, derrames, diabetes, colesterol alto e pressão alta, além de piorar a maneira como o corpo utiliza a insulina (condição conhecida como <strong>resistência à insulina</strong>).</p>
<p>Após meros nove meses do início dos estudos, veja quais foram os ganhos de saúde dos participantes:</p>
<ul>
<li>A circunferência na cintura diminuiu, em média, 8 centímetros;</li>
<li>A pressão sangüínea diminuiu (em 6mmHg);</li>
<li>Houve melhora de condicionamento físico de 15%;</li>
<li>Taxas de açúcar no sangue <strong>despencaram 23% nos voluntários que estavam com diabetes</strong> e 10% nos demais.</li>
</ul>
<p>Todas estas características, somadas, são comprovadamente um estímulo para a melhora da qualidade de vida, do funcionamento físico e até mesmo da cognição.</p>
 Praticar exercícios físicos (sejam eles de alta intensidade ou não) sempre ajudou diabéticos a melhorar a saúde.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PALAVRAS DE ESTÍMULO</strong></p>
<p>O doutor Anil Nigam, um dos autores do trabalho, notou um dado interessante nos voluntários: &#8220;<strong>No geral, quanto mais doente você estiver, maiores serão os benefícios do programa</strong>. Os maiores progressos nos níveis de açúcar no sangue foram alcançados pelos indivíduos que tinham diabetes, justamente aqueles com maior quantidade de açúcar na circulação.&#8221;</p>
<p>Comentando a notícia, a porta-voz de uma ONG canadense voltada à prevenção e estudo de <a title="Diabetes e Infarto: entenda como a doença afeta o coração" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-infarto-entenda-como-a-doenca-afeta-o-coracao/">doenças cardíacas</a> e derrames disse: &#8220;Quando falamos em perda de peso e em redução dos riscos de doenças do coração e derrames, as pessoas logo buscam uma fórmula mágica. Mas não há mágica &#8211; a solução é se ater a dicas básicas e controlar a maneira como vivemos. <strong>Nós temos o poder de prevenir até 80% das doenças cardíacas prematuras e de derrames</strong>&#8220;.</p>
<p>A mágica está em se cuidar. E seguir a dieta mediterrânea, aliada a exercícios físicos intensos, parece ser um ótimo caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Glucagon, o &#8220;irmão mau&#8221; da insulina, pode ajudar diabéticos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[célula alfa]]></category>
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		<category><![CDATA[hipotálamo]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Lam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem! O pâncreas é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem!</em></p>
<p><span id="more-4803"></span></p>
 O pâncreas pode ser um órgão pequenino, porém produz alguns dos hormônios mais importantes do corpo humano, como a insulina e o glucagon.
<p>O <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas </a>é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar no sangue. Estas células que produzem a insulina se chamam <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>. Além delas, o pâncreas é lar também para as <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/">células alfa</a>, de ação diametralmente oposta às beta. As células alfa produzem o <strong>glucagon</strong>, hormônio que atua no fígado e faz a quantidade de açúcar no sangue subir, e que é importantíssimo para dar energia ao corpo quando estamos em jejum. Agora, cientistas descobriram que a ação do glucagon no cérebro é bem maior do que se pensava, o que pode abrir novos caminhos terapêuticos para o tratamento do diabetes. Vamos entender o que está acontecendo!</p>
<p>Cientistas do General Research Institute em Toronto, no Canadá, acreditam que o glucagon é um dos mais importantes fatores na hora de baixar a quantidade de açúcar no sangue. A conclusão está em artigo científico na mais recente edição da revista Nature Medicine. A idéia é a seguinte: enquanto a insulina diminui a glicemia ao transportar o açúcar do sangue para as células, a ação normal do glucagon no cérebro &#8216;avisa&#8217; o corpo quando há uma quantidade alta de açúcar no sangue, impedindo que o fígado libere ainda mais açúcar acumulado.</p>
<p>Em pessoas com diabetes, esta comunicação mediada pelo glucagon e com ação numa região cerebral chamada de hipotálamo possivelmente está comprometida, o que pode ajudar a fazer com que o organismo perca o balanceamento correto das taxas de açúcar no sangue.</p>
<p>Em outras palavras, o hormônio que aumenta a glicemia quando atua no fígado é o mesmo que controla a quantidade de açúcar no sangue quando atua no cérebro. Vê-se o quão complexo é o corpo humano e suas interações bioquímicas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA</strong></p>
<p>Os pesquisadores canadenses descobriram uma via de sinalização molecular, a da proteína quinase A, que pode reverter a ação &#8216;errada&#8217; do glucagon em diabéticos, fazendo-a voltar para o normal. Segundo eles, isto abre portas na busca por uma cura do diabetes.</p>
<p>&#8220;Remédios que buscam aumentar a ação do glucagon no cérebro e/ou bloquear a ação do glucagon no fígado podem regular os níveis de açúcar em diabéticos&#8221;, disse Tony Lam, cientistas especialista em obesidade e diabetes e líder do novo estudo.</p>
<p>&#8220;Eu acredito que, mais para a frente, tratar o diabetes com terapia baseada no glucagon vai ser tão efetivo quanto a insulinoterapia&#8221;, revelou.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Metformina: o remédio que combate o diabetes e o câncer</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/metformina-o-remedio-que-combate-o-diabetes-e-o-cancer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2013 21:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[British Journal of Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[pulmão]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Theodoros Tsakiridis]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade McMaster]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo científico mostra que o famoso remédio para combater o diabetes também pode ter efeito terapêutico no tratamento do câncer nos pulmões. A metformina é um dos remédios mais receitados para o tratamento do diabetes tipo 2 em todo o mundo. É possível que em breve ela seja recomendada &#8211; quem diria! &#8211; também para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo científico mostra que o famoso remédio para combater o diabetes também pode ter efeito terapêutico no tratamento do câncer nos pulmões.</em></p>
<p><span id="more-4645"></span></p>
<p>A <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/"><strong>metformina</strong> </a>é um dos remédios mais receitados para o tratamento do <a title="Nova tecnologia pode tornar a insulina mais duradoura" href="http://www.diabeticool.com/nova-tecnologia-pode-tornar-a-insulina-mais-duradoura/">diabetes tipo 2</a> em todo o mundo. É possível que em breve ela seja recomendada &#8211; quem diria! &#8211; também para <strong>pacientes com câncer nos pulmões</strong>. A novidade vem de estudo recém publicado na revista especializada <em>British Journal of Cancer</em>, feito por cientistas da Universidade McMaster, no Canadá.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4647" alt="metformina diabetes cancer" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer.jpg" width="497" height="467" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer.jpg 497w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer-255x240.jpg 255w" sizes="(max-width: 497px) 100vw, 497px" /></p>
<p>Em estágios mais avançados, o câncer nos pulmões geralmente é tratado com <strong>radioterapia</strong>, uma técnica terapêutica poderosa (e repleta de efeitos colaterais bem desagradáveis). Em muitos casos, infelizmente, nem mesmo ela é capaz de eliminar a doença. Isto porque algumas células cancerígenas são capazes de ativar mecanismos de defesa contra a radioterapia, o que as torna mais resistentes ao tratamento e fazem com que cresçam mais rapidamente.</p>
<p>Os cientistas canadenses perceberam que a metformina é capaz de reverter este mecanismo de defesa das células do <a title="Diabetes ou câncer: qual tratar primeiro?" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ou-cancer-qual-tratar-primeiro/">câncer</a>. A ação do popular remédio antidiabético resulta na incapacidade das células cancerígenas de produzirem as proteínas necessárias para que cresçam mais rápido. Além disso, a metformina impede o surgimento de novas células do câncer e pode até mesmo causar a morte delas.</p>
<p>Ou seja, em linhas gerais, a equipe canadense demonstrou que a metformina aumenta a sensibilidade das células de câncer à ação da radioterapia, tornando-a um tratamento muito mais potente e efetivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O PODER DA METFORMINA</strong></p>
<p>&#8220;Nosso estudo mostra que a droga antidiabética metformina é capaz de impedir o crescimento das células cancerígenas e as tornam mais sensíveis ao tratamento por radioterapia&#8221;, disse Theodoros Tsakiridis, um dos autores do estudo. Ele completou: &#8220;Nós estamos agora trabalhando com outras instituições a fim de desenvolver um teste clínico que investigará o uso da metformina em pacientes com câncer no pulmão e tratados com radioterapia. Se pudermos provar que isto funciona em pacientes, teremos em mãos uma arma potencialmente poderosa na luta contra a doença&#8221;.</p>
<p>Não é a primeira vez que a metformina é vista como potencial ajuda no tratamento do câncer. Em dezembro do ano passado, o <strong>Diabeticool</strong> noticiou que o remédio havia sido identificado como efetivo auxílio no combate ao câncer nos ovários &#8211; fique sabendo mais relembrando a matéria &#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/popular-medicamento-antidiabetico-tambem-combate-o-cancer-de-ovario/">Popular medicamento antidiabético também combate o câncer de ovário</a></strong>&#8220;!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/metformina-o-remedio-que-combate-o-diabetes-e-o-cancer/">Metformina: o remédio que combate o diabetes e o câncer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Qual é o melhor exercício físico para diabéticos tipo 1?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 10:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Ottawa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo indica que há um tipo de exercício físico que reduz a glicemia por mais tempo. Veja aqui qual é. Nunca houve dúvida de que exercitar-se é parte essencial da rotina saudável de todo diabético. Porém, sempre houve uma disputa entre profissionais da saúde e das academias de ginástica sobre qual é o melhor &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo indica que há um tipo de exercício físico que reduz a glicemia por mais tempo. Veja aqui qual é.</em></p>
<p><span id="more-2286"></span></p>
<p>Nunca houve dúvida de que <a title="Pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">exercitar-se</a> é parte essencial da rotina saudável de todo diabético. Porém, sempre houve uma disputa entre profissionais da saúde e das academias de ginástica sobre qual é o <strong>melhor</strong> e mais efetivo <a title="Exercícios antes do café da manhã são os mais eficientes" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-antes-do-cafe-da-manha-sao-os-mais-eficientes/">exercício físico</a> para diabéticos. Seriam aqueles mais intensos, como a musculação, ou os mais leves e práticos, como os aeróbicos? Pesquisadores da Universidade de Ottawa, no Canadá, agora possuem a resposta.</p>
<p>Em artigo publicado na última edição do <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/"><em>Diabetes Care</em></a>, os cientistas estudaram a variação da glicemia em voluntários diabéticos tipo 1 tanto durante quanto 24 horas após a prática dos dois tipos de exercício físico.</p>
<p>Os resultados mostram que os diabéticos tipo 1 que praticaram treinamento de resistência (isto é, musculação)<strong> diminuíram mais lentamente a glicemia</strong> durante os exercícios do que o grupo que praticou exercícios aeróbicos. Todavia, durante o período de recuperação após as atividades físicas, <strong>a glicemia subiu no grupo aeróbico e não se modificou nos diabéticos da musculação</strong>. Ou seja, a conclusão é a de que a musculação pode ser considerada uma opção melhor de exercício para diabéticos tipo 1, já que reduz a glicemia e a mantém sob controle por mais tempo.</p>
<p>&#8220;Exercícios de resistência causam menor declínio inicial na glicemia durante a atividade física, mas são associados a reduções mais prolongadas na glicemia pós-exercício do que atividades aeróbicas&#8221;, escrevem os autores. &#8220;Isto pode explicar as reduções nas taxas de <a title="1% menos HbA1c, 50% a mais de vida" href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">hemoglobina glicada</a> encontradas em estudos comparativos entre os efeitos da musculação e de exercícios aeróbicos no diabetes tipo 1&#8243;, complementam.</p>
<p>Esta não é a primeira vez que a musculação aparece com destaque aqui no Diabeticool. Em agosto, anunciamos a novidade de que praticar esta atividade física ajudava a diminuir consideravelmente as chances de desenvolver diabetes tipo 2 em homens, na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/musculacao-e-tambem-prevencao/">Musculação é também prevenção</a>&#8220;.</p>
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		<title>Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/licoes-sobre-o-descobrimento-da-insulina-e-do-hospital-geral-de-toronto-canada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 17:33:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Banting]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, em viagem de trabalho, tive a honra e o prazer de conhecer o Hospital Geral de Toronto &#8211; Canadá. Este Hospital é simplesmente o Local em que o cirurgião Banting e o estudante Best desenvolveram as pesquisas com animais que culminaram na descoberta (ou isolamento) da molécula de Insulina em 1922 e a sua primeira aplicação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; border: 4px solid black; padding: 10px;">
<p>Na semana passada, em viagem de trabalho, tive a honra e o prazer de conhecer o <strong>Hospital Geral de Toronto &#8211; Canadá</strong>. Este Hospital é simplesmente o Local em que o cirurgião <strong>Banting</strong> e o estudante <strong>Best </strong>desenvolveram as pesquisas com animais que culminaram na descoberta (ou isolamento) da molécula de Insulina em 1922 e a sua primeira aplicação em um ser humano.</p>
<figure id="attachment_1384" aria-describedby="caption-attachment-1384" style="width: 488px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-1384 " title="Banting e Marjorie diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes-735x1024.jpg" alt="" width="488" height="679" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes-735x1024.jpg 735w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes-172x240.jpg 172w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes.jpg 800w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1384" class="wp-caption-text">Dr Banting e o estudante Best com a cadela Marjorie, que recebeu a primeira injeção do extrato de pâncreas</figcaption></figure>
<p>Vale a pena lembrar que, até aquele momento, pacientes diabéticos tipo 1 tinham sobrevida de poucos meses e, quando muito, alguns anos.<br />
O cirurgião Banting morava em uma cidadezinha no Canadá chamada London e não era ligado ao meio acadêmico. Subitamente teve a idéia de submeter animais a um procedimento cirúrgico que seria capaz de destruir quase todo o <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas </a>mas deixaria sobrar apenas as partes responsáveis pela produção de insulina (as ilhotas).</p>
<figure id="attachment_1383" aria-describedby="caption-attachment-1383" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-ideia-about-insulin.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1383 " title="Banting ideia about insulin" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-ideia-about-insulin.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><figcaption id="caption-attachment-1383" class="wp-caption-text">Manuscrito original do Dr Banting sobre como conseguir isolar a molécula de insulina</figcaption></figure>
<p>Banting pediu ajuda ao professor de Fisiologia da Universidade de Toronto chamado McLeod, que achou a idéia estranha, mas cedeu seu laboratório precário e alguns cães para os experimentos. Recomendou também um aluno chamado Best para lhe ajudar nos experimentos.<br />
Felizmente em cerca de 1,5 ano o hormônio protéico chamado insulina foi isolado e aplicado em animais e pela primeira vez em uma cadelinha chamada Marjorie e depois de um período em um menininho chamado Leonard Thompson.</p>
<figure id="attachment_1387" aria-describedby="caption-attachment-1387" style="width: 275px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Leonard-Thompson-Insulina-diabetes-.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1387" title="Leonard Thompson Insulina diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Leonard-Thompson-Insulina-diabetes-.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><figcaption id="caption-attachment-1387" class="wp-caption-text">Leonard Thompson, o primeiro a receber injeções de insulina. Foto antes e depois do uso do uso da insulina</figcaption></figure>
<p>Logo em 1923 receberam o Prêmio Nobel de Medicina.</p>
<figure id="attachment_1388" aria-describedby="caption-attachment-1388" style="width: 145px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Nobel-1923-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1388 " title="Nobel 1923 diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Nobel-1923-diabetes.jpg" alt="" width="145" height="154" /></a><figcaption id="caption-attachment-1388" class="wp-caption-text">Prêmio Nobel de Medicina concedido a Banting e Mc Leod em 1923 (Best não foi condecorado, pasmem!)</figcaption></figure>
<p>Na ocasião a imprensa noticiou a descoberta como a cura do diabetes. Mal sabiam que não era a cura , mas um grande passo para o controle e a prevenção das complicações desta doença.</p>
<p>Chamou minha atenção a memória do povo canadense. Nem percebi, mas quando um amigo me alertou fiquei estarrecido de ver que na nota de 100 dólares canadenses (a nota de maior valor no país)  havia a imagem de um<strong> frasco de insulina</strong>. Talvez o motivo de eu ter ficado estarrecido foi o fato de ver que naquele país eles têm memória e ver que eles sabem valorizar seus grandes nomes, mesmo que tenham se passado 90 anos.</p>
<figure id="attachment_1385" aria-describedby="caption-attachment-1385" style="width: 488px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-1385 " title="Dolar canadense diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes.jpg" alt="" width="488" height="490" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes.jpg 610w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes-239x240.jpg 239w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1385" class="wp-caption-text">Nota de 100 dólares canadienses com o frasco de insulina</figcaption></figure>
<p>Fato interessante é que após o isolamento da molécula de insulina, o laboratório farmacêutico americano <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">Eli Lilly</a> se juntou ao grupo canadense e começou a produção e distribuição em larga escala da insulina de origem animal pelo mundo, tornando esta descoberta local em um medicamento que salvaria vidas em todo o globo terrestre.</p>
<p>Obviamente que muita coisa evoluiu ao longo destes 90 anos.</p>
<p>Hoje nossos pacientes diabéticos dispõem de insulinas desenvolvidas por engenharia genética, agulhas finíssimas, canetas de aplicação de insulina, discretas e pequenas,  bombas de infusão contínua de insulina, <a title="As picadas no dedo estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">aparelhos medidores de glicemia</a> pequenos e rápidos e contagem de carboidratos para facilitar a dieta.</p>
<figure id="attachment_1389" aria-describedby="caption-attachment-1389" style="width: 404px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1389" title="insulina primeira seringa" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa.jpg" alt="" width="404" height="273" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa.jpg 404w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa-355x240.jpg 355w" sizes="(max-width: 404px) 100vw, 404px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1389" class="wp-caption-text">Seringa de aplicação de insulina do ano de 1926.</figcaption></figure>
<p>Felizmente, o Brasil tomou um papel de destaque nesta história dando o pontapé inicial no uso de células-tronco na tentativa de melhorar ainda mais a qualidade de vida dos portadores de diabetes tipo 1.</p>
<p>Que esta curta história sirva de estímulo para os diabéticos de hoje se cuidarem melhor. Que todos vejam que estamos vivendo num momento de grande explosão do conhecimento. Estamos na era das células-tronco e também na era de diversas outras pesquisas como a insulina inteligente (<em>Smart Insulin</em>), pâncreas artificial, medidores de glicemia com infra-vermelho, etc.</p>
<p>Encorajo a todos que se cuidem, que aceitem o diabetes e façam o tratamento adequadamente para poderem ter a chance de experimentar e utilizar as diversas novidades que estão por chegar até nós em poucos anos (<strong>poucos anos mesmo</strong>). Vamos nos cuidar bem hoje para podermos desfrutar do que vem por aí.</p>
<figure id="attachment_2661" aria-describedby="caption-attachment-2661" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2661" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922.jpg" alt="Laboratório de fisiologia na Universidade de Toronto onde Banting e Best trabalharam." width="650" height="527" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922-296x240.jpg 296w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922-168x137.jpg 168w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-2661" class="wp-caption-text">Laboratório de fisiologia na Universidade de Toronto onde Banting e Best trabalharam.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: red; border: 5px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #ffffff;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" border="2" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto &#8211; USP Pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco &#8211; USP &#8211; Ribeirão Preto. Pesquisas, prêmios e publicações internacionais sobre diabetes tipo 1 e terapia com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #ffffff;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #ffffff;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
</div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/licoes-sobre-o-descobrimento-da-insulina-e-do-hospital-geral-de-toronto-canada/">Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Olhando de perto o óleo de peixe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 14:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há benefícios para o coração de diabéticos que tomam cápsulas de ômega-3? O diabetes tipo 2 traz várias complicações para seus portadores. Uma delas é o risco maior de se ter doenças cardíacas. Sabendo disso, é muito comum pessoas com diabetes comprarem cápsulas de ômega-3 (também conhecidas como pílulas de óleo de peixe). O ômega-3 &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Há benefícios para o coração de diabéticos que tomam cápsulas de ômega-3?</em></p>
<p><span id="more-761"></span>O diabetes tipo 2 traz várias complicações para seus portadores. Uma delas é o risco maior de se ter doenças cardíacas. Sabendo disso, é muito comum pessoas com diabetes comprarem cápsulas de ômega-3 (também conhecidas como pílulas de óleo de peixe). O ômega-3 é um ácido graxo extremamente benéfico ao coração, e seu uso já foi diversas vezes associado à longevidade do órgão. Um novo estudo quis saber quais os reais efeitos do ômega-3 no coração diabético.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/oleo-de-peixe-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-762" title="oleo de peixe diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/oleo-de-peixe-diabetes.jpg" alt="" width="298" height="232" /></a><br />
Publicado na última edição do <em>New England Journal of Medicine</em>, a pesquisa acompanhou mais de doze mil e quinhentos diabéticos. Aleatoriamente, os pacientes foram divididos em dois grupos: um recebeu uma cápsula de óleo de peixe todo dia, enquanto o outro recebeu um placebo. Após seis anos desta rotina, os cientistas compararam as taxas de doenças cardíacas e mortes associadas. O resultado?</p>
<p>&#8220;Estudos prévios sugeriram que suplementos de óleo de peixe podem ter um efeito modesto sobre doenças do coração &#8211; nós não descobrimos nada correlacionado.&#8221;, afirmou o dr. Hertzel Gerstein, professor de medicina na McMaster University em Hamilton, Ontario, Canadá. Ele continua: &#8220;Se você quiser prevenir doenças cardiovasculares, ataques cardíacos e derrames, sair de casa e comprar ômega-3 não vai te ajudar&#8221;.</p>
<p>Ainda segundo o médico, a aposta mais correta é tomar, ao invés das cápsulas de ômega-3, drogas chamadas de estatinas. O corpo de evidências quanto às boas influências delas na diminuição do colesterol &#8211; o que pode ajudar a prevenir problemas cardíacos &#8211; é crescente e seu uso mais que recomendado.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/olhando-de-perto-o-oleo-de-peixe/">Olhando de perto o óleo de peixe</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Absurdos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 13:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Breton-Victoria]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a necessidade de tratar bem uma criança diabética esbarra na insolência e petulância dos pais   Um caso vem chamando a atenção da pequena cidade de Nova Scotia, no Canadá. Keyonna Hart é uma garotinha de 8 anos de idade que foi recentemente diagnosticada com diabetes tipo 1. Ela deve receber diariamente quatro injeções &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quando a necessidade de tratar bem uma criança diabética esbarra na insolência e petulância dos pais  </em></p>
<p><span id="more-207"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/familia-hart.jpg"></span> Keyonna e sua mamãe, Alana &#8211; Cape Breton Post
<p>Um caso vem chamando a atenção da pequena cidade de Nova Scotia, no Canadá. Keyonna Hart é uma garotinha de 8 anos de idade que foi recentemente diagnosticada com diabetes tipo 1. Ela deve receber diariamente quatro injeções de insulina, uma das quais na hora do almoço. Porém, a criança não é capaz de aplicar a injeção em si mesma, segundo sua mãe, e ninguém na escola onde Keyonna estuda está disposto a ajudá-la.</p>
<p>Alana Hart, a mãe da garota, dirige todos os dias ao meio-dia até a escola da filha para aplicar uma das injeções. Ela teme, todavia, que eventualmente não consiga deixar seu emprego em uma casa de repouso para acudir a menina. Por isso, pediu à escola que aplicasse as injeções de insulina em Keyonna. Mas ninguém quer fazer isso. “Nós não vamos injetar coisas nos nossos estudantes”, afirma categoricamente Ambrose White, superintendente do Conselho Escolar Regional de Cape Breton-Victoria. “Nosso pessoal jurídico nos disse que não podemos fazer isso por motivos processuais”. A única opção legal para a escola seria contratar uma enfermeira, profissional capacitada a realizar tal ação, porém isto sairia caro demais. Há algumas décadas, todas as escolas canadenses tinham uma enfermeira residente, mas a necessidade de corte de custos no extremamente abrangente sistema de saúde do país eliminou a posição.</p>
<p>A situação gerou polêmica na cidade. Há quem acuse a escola de descaso e negligência, engrossando o coro da mãe da garotinha. Outros argumentam que crianças ainda mais jovens que Keyonna já aprenderam a aplicar injeções de insulina, e que portanto ela deveria receber melhor aconselhamento em como lidar com sua doença. Há ainda a opção de algum outro familiar ir até a escola e realizar o tratamento, mas Alana Hart garante que ninguém tem esta disponibilidade e que a responsabilidade é, sim, da escola. Uma senhora da comunidade até mesmo se ofereceu a ir todo dia, à hora do almoço, até a escola de Keyonna e aplicar a injeção na garota, porém Alana negou o pedido, dizendo que se sente desconfortável com uma estranha injetando sua filha.</p>
<p>Enquanto a comunidade bate boca, Keyonna, residente de um país socialmente avançado, moradora de uma comunidade amigável, aberta e solícita, aprende da pior maneira como conviver com sua condição.</p>
<p>Pode-se acompanhar o caso <a href="http://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/story/2012/02/07/ns-girl-injection-school.html" target="_blank" rel="noopener">aqui </a>(em inglês).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/absurdos-diabeticos/">Absurdos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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