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	<title>Federação Internacional de Diabetes | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Você usaria insulina de porco ao invés das sintéticas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2014 17:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Internacional de Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas que precisam de insulina afirmam, com convicção, que as extraídas de pâncreas de outros animais (como bois ou porcos) é melhor que as de laboratório. Não muito tempo atrás, antes da década de 80, todo diabético que precisava de insulina não tinha outra opção: se quisesse manter a glicemia em dia, teria de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muitas pessoas que precisam de insulina afirmam, com convicção, que as extraídas de pâncreas de outros animais (como bois ou porcos) é melhor que as de laboratório.</em><span id="more-7726"></span></p>
<p>Não muito tempo atrás, antes da década de 80, todo diabético que precisava de insulina não tinha outra opção: se quisesse manter a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>em dia, teria de utilizar <strong>insulina animal</strong>. Isto é, o hormônio era extraído diretamente do pâncreas de outras espécies, geralmente vacas ou porcos, e era utilizado como substituto da “nossa” insulina, em falta nos diabéticos. Hoje em dia, esta pode parecer uma opção pouco aceitável, tendo-se em vista a ampla gama de opções de <strong>insulinas sintéticas</strong> (produzidas em laboratório) existentes no mercado.</p>
<p>Em tese, as insulina sintéticas que utilizamos se parecem mais com a insulina produzida naturalmente pelo nosso corpo, portanto funcionariam melhor do que as insulinas de outros animais.</p>
<p>Mas nem sempre a Natureza funciona conforme os livros esperam! Muitas pessoas que estão com diabetes tipo 1 continuam usando, <strong>ainda hoje</strong>, insulinas animais, e garantem que elas têm efeito bem superior às sintéticas. Será que isto pode ser verdade? Será que insulinas extraídas de pâncreas vivos podem funcionar melhor que as de laboratório?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INSULINAS ANIMAIS x SINTÉTICAS: O GOVERNO CANADENSE INVESTIGA</strong></p>
<p>O governo do Canadá possui um órgão chamado <em>Health Canada</em>, composto por especialistas na área médica e que ajuda a monitorar as condições de saúde da população inteira. O órgão notou que, ao longo da última década, muitos diabéticos em insulinoterapia reclamaram que os tratamentos com insulinas sintéticas resultavam em muitos episódios de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia </a>– um dos efeitos adversos mais comuns e mais perigosos do uso do hormônio.</p>
<p>Além disso, diversas pessoas revelaram que tanto o controle da glicemia quanto o número de casos de hipoglicemia era muito melhores quando tomavam as insulinas animais, seja de bois, seja de porcos.</p>
<p>O <em>Health Canada</em> reuniu um painel de especialistas em diabetes para estudar a questão: será que insulinas animais podem ser, mesmo, melhores que as sintéticas?</p>
<p>De acordo com o órgão federal, ainda não há estudos que demonstrem claramente haver diferenças significativas de eficácia entre as insulinas animais e as produzidas em laboratório. Além disso, ambos os tipos aparentemente são iguais também no número e intensidade de efeitos colaterais.</p>
<p>Em vista da similaridade entre os tipos diferentes de insulina, a sugestão do governo canadense é sensata: <strong>oferecer a maior opção possível de insulina à população</strong>. Isto está de acordo com a recomendação da <a title="Mudança de hábitos e perda de peso podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/mudanca-de-habitos-e-perda-de-peso-podem-prevenir-o-diabetes/">Federação Internacional de Diabetes</a>, que afirma que cada pessoa tem um diabetes “diferente”, e que as terapias utilizadas em um diabético não necessariamente funcionarão em outro. Portanto, quanto mais opção houver, melhor.</p>
<p>“Apesar da transição para a insulina biosintética no tratamento do diabetes tipo 1, a necessidade de insulinas de origem animal ainda existe. Há algumas evidências sugerindo que alguns pacientes têm melhor controle metabólico e sintomático quando recebem insulinas vindas de animais, sendo capazes, portanto, de controlar o diabetes mais eficientemente”, escreveu em comunicado público o <em>Health Canada</em>. A entidade afirma, ainda, que continuará a distribuir e indicar insulina animal para os diabéticos do país.</p>
<p>É bom saber que pelo menos os diabéticos canadenses podem testar diferentes tipos de insulina – sejam elas “naturais” ou “artificiais” – e daí determinar quais delas têm melhor efeito em seu corpo. Se ainda existe algum “preconceito” em relação ao uso de insulinas vindas de outros animais, eles podem se evaporar frente a um possível controle mais adequado da glicemia.</p>
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		<title>Diabetes em Catástrofes &#8211; a luta pela saúde em meio ao caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2014 13:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[catástrofes]]></category>
		<category><![CDATA[cetoacidose diabética]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Internacional de Diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[terremoto]]></category>
		<category><![CDATA[Widny Dworce]]></category>
		<category><![CDATA[Zilda Arns]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>História reais de diabéticos em áreas de terremotos, enchentes e guerras civis. Veja o que eles fizeram para sobreviver e continuar cuidando da saúde em meio ao caos. POR RONALDO WIESELBERG Imagine a cena. Você está em um almoço com a sua família. Seus filhos à mesa, assim como o seu esposo ou esposa. De &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>História reais de diabéticos em áreas de terremotos, enchentes e guerras civis. Veja o que eles fizeram para sobreviver e continuar cuidando da saúde em meio ao caos.</em><span id="more-7372"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>Imagine a cena. Você está em um almoço com a sua família. Seus filhos à mesa, assim como o seu esposo ou esposa. De repente, um estrondo. A parede da sala caiu, as estantes balançam, derrubando alguns livros. Uma nuvem de poeira se levanta, enquanto estilhaços da parede são arremessados na direção de todos. Vocês se abaixam, e, por sorte, ninguém é ferido. A terra treme por alguns segundos, sacudindo sob seus pés, e a luz acaba, repentinamente. O terremoto não deixou vítimas, ao menos não na sua família. Porém, muitos lugares foram devastados. Inclusive hospitais e casas de outras pessoas, deixando vítimas, muitas vezes fatais.</p>
<p>E aí, você se lembra: <strong>não aplicou a insulina antes do almoço</strong>.</p>
<p>Pareceu uma cena esquisita? Algo fora de lugar? Ou será que não?</p>
<p>Os acontecimentos recentes ao redor do mundo nos fazem – ou ao menos, deveriam fazer! – pensar sobre a situação de uma pessoa com diabetes em meio às tragédias, sejam elas naturais ou causadas pelo homem. Terremotos, como o acontecido no Haiti em 2010; o furacão Katrina, nos Estados Unidos, em 2005; o Tsunami na Ásia em 2004; ou os recentes conflitos armados na Síria e na Ucrânia, todos são eventos em que a simples falta de energia elétrica, água potável, comida e abrigo são suficientes para causar um caos virtualmente infindável. <strong>O que fazer, então, tendo diabetes nesses casos?</strong></p>
<p>Os sistemas de saúde, em geral já sobrecarregados pela simples procura por parte da população, entram, então, em colapso. Quedas de energia podem ocasionar o fim de condições de armazenamento da medicação. Danos às vias de transporte podem significar que não haverá meios de conseguir outros medicamentos.</p>
<p>Neste artigo, contarei alguns casos sobre o que pessoas com diabetes fizeram nessas situações.</p>
<p><em>Observação: nomes foram trocados de maneira a preservar a identidade das pessoas nos relatos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. REVOLUÇÃO SÍRIA (Síria, 2011-atualidade)</strong></p>
<p>Uma guerra civil, nascida de protestos por causa do desemprego e da crise econômica da Síria, país no Oriente Médio, que se estende até os dias atuais, gerando cerca de 6,5 milhões de desabrigados e mais de 2,3 milhões de refugiados – muitos deles no Brasil! – abre a nossa série de relatos.</p>
<p>Tristemente, uma vez que o Oriente Médio está constantemente nos nossos meios de comunicação, com notícias infelizes de bombardeios e ataques suicidas, nos acostumamos de tal forma com a barbárie diária que ela nos parece comum. Para aqueles que ali estão, porém, a situação é muito grave.</p>
 Destruição em Damasco, após um atentado à bomba, em outubro de 2012.
<p><strong>Mohamad</strong> tem 30 anos e era comerciante na Síria. Ele, sua mulher e seus dois filhos conseguiram escapar para o Brasil numa jornada pela Jordânia, à pé. Um de seus filhos, Bilel, tem <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>. Este relato é sobre a fuga de Mohamad, Bilel e família de Damasco, capital da Síria, até a Jordânia.</p>
<p>Por ter, na época, uma boa condição financeira, Mohamad conseguia comprar as insulinas que Bilel usava – <a title="Agora é Lei: Lantus vai ser fornecida em todo país pelo SUS" href="http://www.diabeticool.com/agora-e-lei-lantus-vai-ser-fornecida-em-todo-pais-pelo-sus/">Lantus</a> e Humalog. Quando os conflitos começaram, Mohamad conseguiu, ainda, comprar alguns frascos de insulina, e considerou que pelo menos por alguns meses, teria condições de esperar o conflito terminar. Porém, o conflito foi se alongando&#8230;e se alongando. Semanas tornaram-se meses e meses tornaram-se anos.</p>
<p>Com o ataque às redes elétricas por parte do exército sírio, cidades inteiras, inclusive a capital, Damasco, sofreram quedas de energia. Com isso, o armazenamento da insulina de Bilel tornou-se um problema muito grande. Em contato com o gelo, ela poderia congelar e tornar-se inútil. Se armazenada na geladeira, além dos problemas de queda de energia, os bombardeios poderiam acertar o local e destruir todo o estoque. Como, então, proteger os preciosos frascos de insulina restantes das variações de temperatura do local, que variava entre trinta e cinco graus Celsius durante o dia para, muitas vezes, cair próximo ao zero durante a noite?</p>
 Criança refugiada dos conflitos da Síria, em abrigo da UNHCR, Comissão de Refugiados da ONU. Não é Bilel, mas poderia ser.
<p>Mohamad pensou em uma solução inusitada. Os esquimós construíam abrigos de gelo para se isolar do frio externo, mantendo a temperatura dentro dos iglus constante, e maior do que a temperatura de fora. Então, ele decidiu usar o solo para abrigar as insulinas. Colocou os suprimentos em uma caixa de isopor e cavou um buraco no quintal, à sombra. Escondeu ali as insulinas, e, sempre que Bilel precisava de mais, ele desenterrava a caixa e tirava apenas o necessário.</p>
<p>A casa de um dos vizinhos da família foi bombardeada, e a energia elétrica faltou por vários dias. Durante semanas o exército sírio trocou tiros com os manifestantes praticamente na rua de Mohamed e Bilel, mas ninguém ameaçou o local seguro das insulinas. Quando a situação permitiu uma fuga, Mohamad desenterrou a caixa uma última vez e fugiu para a Jordânia, levando consigo a família e as insulinas restantes. De lá, Mohamad se refugiou com a família no Brasil, e Bilel atualmente consegue as insulinas pelo SUS, como refugiado de guerra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. SISMO DO HAITI (Haiti, 2010)</strong></p>
<p>Essa história tem um personagem muito especial, o <em>Young Leader</em> haitiano Widny Dworce. Ele é, atualmente, o Conselheiro Eleito dos Young Leaders região NAC, que compreende a América do Norte e o Caribe, e trabalha ativamente pelas pessoas com diabetes no Haiti.</p>
<p>Este terremoto, ocorrido em 12 de janeiro de 2010, deixa suas marcas ainda hoje, quatro anos depois do ocorrido. Além dos 316 mil mortos, entre eles a médica pediatra e sanitarista brasileira Zilda Arns, indicada ao Nobel da Paz, o incidente deixou mais de 350 mil feridos e mais de 1,5 milhão de flagelados. O país, um dos mais pobres do mundo, ainda não se recuperou.</p>
 Jovem haitiano em meio aos escombros de Port-au-Prince, 2010. Não é Widny, mas poderia ser.
<p>Widny, ao contrário de Mohamad e Bilel, não teve tempo para pensar num local seguro para suas insulinas. Usando <a title="Quais são os tipos de insulina que existem?" href="http://www.diabeticool.com/quais-sao-os-tipos-de-insulina-que-existem/">insulinas NPH</a> e regular, seu estoque estava em casa na hora do tremor. Com a queda da parede em cima da geladeira, os frascos se quebraram. As farmácias estavam destruídas, assim como todo o estoque de medicamentos estava perdido. A pouca insulina que ele tinha não iria durar muito.</p>
<p>O programa<em> Insulin for Life</em>, da IDF, se encarregou de entregar insulina no Haiti, porém, conseguia chegar apenas até Port-au-Prince, capital do país. Além disso, o risco de desmoronamentos devido às estruturas abaladas era muito grande para entregar as insulinas para quem precisava armazenar em seus abrigos improvisados.</p>
<p>Para sobreviver, então, Widny teria que caminhar cerca de 20km diários, em meio aos escombros, até a FHADIMAC (Federação Haitiana de Diabetes e Doenças Cardiovasculares, em tradução livre, a associação de diabetes à qual Widny pertence) para tomar uma dose diária de insulina. O único tipo de exercício que ele teria seriam as caminhadas diárias. A alimentação seria aquela que existisse, podendo ser, até, biscoitos de barro, preparados misturando água, terra e um pouco de manteiga.</p>
 Acampamento de desabrigados na base do Exército Brasileiro da MINUSTAH, Haiti, 2010.
<p>Widny sobreviveu assim por alguns meses. Lentamente, o Haiti foi se recuperando do desastre, mas ainda há muito para se fazer. Encontrá-lo em Melbourne foi uma das coisas mais emocionantes pela qual já passei, e hoje ele luta arduamente em prol das pessoas com diabetes no Haiti, sabendo das péssimas condições que enfrentam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. ENCHENTES EM SANTA CATARINA (Brasil, 2008)</strong></p>
<p>Em 2008, a região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, foi castigada por chuvas muito além do esperado. O resultado foram enchentes que mataram 135 pessoas, desalojando cerca de 13 mil e prejudicando o abastecimento de 150 mil pessoas. O Brasil se manifestou em doações e equipes de profissionais voluntários para auxiliar no local, assim como os governos dos Estados Unidos e da Alemanha.</p>
<p>Roberto estava em casa quando a chuva começou. Ele não se lembrava de ter visto uma daquelas antes, apesar de o pai sempre contar da enchente de 1979, alguns anos antes de ele nascer. Porém, pensou ele, não havia de ser nada. Tomou o comprimido de metformina pós jantar e foi assistir televisão.</p>
 Rua inundada em Itajaí (SC), 2008.
<p>Naquela noite, a casa de Roberto foi inundada, e a metformina que ele tinha se perdeu junto com as roupas, comida e mobília. Ele teve a sorte de ser removido com vida para um abrigo em uma das igrejas da região de Jaraguá do Sul. Porém, o acesso deficiente à alimentação, exercício e a falta da medicação contribuíam para o péssimo cuidado do diabetes.</p>
<p>As doações supriam as necessidades de alimentos, porém, o número de alimentos ricos em carboidratos e o acesso a bebidas açucaradas não contribuíam em nada com a alimentação recomendada. Os medicamentos doados não incluíam medicamentos que tratassem diabetes. Como se não bastasse, o estresse pelo qual Roberto estava passando fazia sua glicemia subir ainda mais. A glicemia de Roberto ficou alterada durante cerca de três semanas, o suficiente para que ele, mesmo tendo diabetes tipo 2, tivesse um caso de <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/">cetoacidose diabética</a>.</p>
<p>O tratamento da equipe médica o salvou, mas os danos em seu organismo foram grandes. Com o passar do tempo e falta de cuidados adequados, no final daquele ano, os rins de Roberto demonstraram perda parcial da função. Roberto desenvolveu uma <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">nefropatia diabética</a>. Hoje, por sorte, Roberto conseguiu um transplante renal e vive sem problemas, mas ainda se lembra do ocorrido. E cuida muito bem de seu diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes três casos reais mostram os principais problemas enfrentados por quem tem diabetes em meio às catástrofes. Acesso e armazenamento da medicação, alimentação, exercício. O tripé do bem-estar de quem tem diabetes é drasticamente alterado, e torna-se muito difícil cuidar da maneira correta da doença.</p>
<p>Desde 2001, a Federação Internacional de Diabetes (IDF) sentiu necessidade de um programa voltado para esse aspecto do diabetes. O programa TIDES (“Ondas”, em tradução livre, é sigla para “<em>Towards Improvement In Diabetes Emergency Settings</em>”, “Em Direção às Melhorias no Diabetes em Situações Emergenciais”, em tradução livre) trabalha junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) de maneira a prover suporte para pessoas com diabetes e outras doenças crônicas ao redor do mundo. O programa <em>Insulin for Life</em> também auxilia, provendo insulina; e recentemente, a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho reconheceram que, após o tratamento de feridos graves – que precisem de tratamento cirúrgico –, o tratamento de doenças crônicas, como diabetes e asma, é tão importante quanto o acesso à água potável e comida.</p>
<p>O importante a lembrar é que diabetes é uma doença que precisa de cuidados constantes. Após os cuidados imediatos para preservar a vida, o tratamento da doença merece o máximo de importância, e que não devemos medir esforços para isso.</p>
<p><strong>Forte abraço, e até a próxima!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
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		<title>Imagens chocantes revelam o que diabetes pode fazer com uma ferida em apenas 10 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Internacional de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[ferida]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia periférica]]></category>
		<category><![CDATA[pés]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No final do ano passado, a Federação Internacional de Diabetes publicou a quinta edição de seu atlas que mostra o quadro atual da doença em escala global. Dos dados levantados pela instituição, vários são alarmantes. Atualmente, há no mundo 371 milhões de pessoas portadoras de diabetes com idades entre 20 e 79 anos – e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img loading="lazy" class="aligncenter" alt="" src="http://hypescience.com/wp-content/uploads/2013/12/article-2518628-19DCBFEA00000578-91_634x529.jpg" width="507" height="423" /></p>
<p>No final do ano passado, a <a title="Uma nova força lutando pelo diabetes – por Ronaldo Wieselberg" href="http://www.diabeticool.com/uma-nova-forca-lutando-pelo-diabetes-por-ronaldo-wieselberg/">Federação Internacional de Diabetes</a> publicou a quinta edição de seu atlas que mostra o quadro atual da doença em escala global. Dos dados levantados pela instituição, vários são alarmantes. Atualmente, há no mundo 371 milhões de pessoas portadoras de diabetes com idades entre 20 e 79 anos – e este número é crescente em todos os países. Além disso, metade das pessoas portadoras deste mal desconhece a sua condição. Por último, o Brasil ocupa a quarta posição entre os países com maior prevalência de diabetes: 13.4 milhões de pessoas, o que corresponde a aproximadamente 6.5% da população entre 20 e 79 anos de idade.</p>
<p>Levando tudo isso em conta, não parece um exagero continuar alertando a população para os riscos que a doença oferece e os cuidados que ela requer. As imagens que ilustram esta matéria mostram os terríveis danos que diabetes pode causar ao corpo em apenas uma questão de dias.</p>
<p>Elas foram tiradas por um homem de 50 anos que havia desenvolvido lesões em seus pés depois que seus sapatos novos o machucaram. O homem, que era obeso, não tinha ideia de que estava sofrendo de diabetes.</p>
<p>As pequenas lesões rapidamente se transformaram em uma infecção plenamente desenvolvida. Dentro de alguns dias, o seu pé direito estava preto, soltando pus e precisando urgentemente de procedimento cirúrgico. Sua história, relatada na revista “New England Journal of Medicine”, destaca o impacto devastador que a diabetes pode ter em todas as partes do corpo – especialmente nos pés.</p>
<p>Segundo a organização não governamental britânica Diabetes UK, a cada 30 segundos alguém no mundo com a doença tem um membro inferior amputado. Pessoas com diabetes têm maior probabilidade de serem internadas com uma úlcera no pé do que com qualquer outra complicação.</p>
<p>Isso ocorre porque a doença pode levar à má circulação e sensação reduzida nos pés – ou seja, pacientes, como este homem, não sentem quando seus pés estão doloridos ou entrando em atrito com alguma coisa. Eles podem desenvolver uma bolha ou uma queimadura pequena sem perceber, aumentando a probabilidade do desenvolvimento de ferida e, em seguida, de serem infectadas. A <a title="Masturbação ajuda a prevenir diabetes, cistite e até câncer, dizem cientistas" href="http://www.diabeticool.com/masturbacao-ajuda-a-prevenir-diabetes-cistite-e-ate-cancer-dizem-cientistas/">má circulação</a> também significa que as feridas não se curam tão bem.</p>
<p>Relatando o caso, os médicos do Hospital da Universidade de Genebra, na Suíça, disseram que o paciente chegou no hospital 10 dias após o início da infecção. Só então foi descoberto que ele sofria de diabetes e neuropatia periférica – que causa danos nos nervos das extremidades (como os braços, mãos, pernas e pés). A condição é normalmente vista em pacientes com níveis de açúcar mal controlados, como ele teria tido já que não tinha sido diagnosticado até então.</p>
<p>A neuropatia periférica afeta 70% das pessoas com diabetes e é uma das muitas razões pelas quais a doença deve ser levada a sério. Um bom exemplo do motivo para isto é a rapidez com que as infeções do pé se desenvolvem nestas pessoas.</p>
<p>O homem tinha fotografado a lesão duas vezes por dia e inicialmente esperava que o ferimento fosse curar por si só. As fotografias documentam a velocidade na qual a infecção se instalou. No primeiro dia, a pele ficou vermelha, devido à infecção. No terceiro dia, bolhas apareceram e, quando chegou ao sexto, tornou-se um abcesso e o tecido já estava morrendo. Por volta do dia 10, era uma ferida infecciosa de aparência horrível e necessitando de cirurgia.</p>
<p>Após a cirurgia para remover a pele morta do ferimento e um tratamento com antibióticos por três semanas, a <a title="O que é a SHHC?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-a-shhc/">infecção</a> foi curada. O homem também perdeu uma quantidade considerável de peso para ajudar a manter seu diabetes sob controle, conforme os médicos relataram.</p>
<p>Fique atento! Os sinais clássicos de uma infecção incluem a pele tornando-se rosa ou vermelho brilhante e ficando inchada, além de uma sensação de calor ao toque e a liberação de pus amarelo/verde, que consiste de células mortas e micro-organismos.</p>
<p>Para mais informações, visite o portal ADJ Diabetes, mantido por uma associação brasileira que fornece informações, cursos e luta pelos diabéticos. A Sociedade Brasileira de Diabetes também possui um site com notícias, artigos, publicações e até mesmo uma loja virtual voltada aos que sofrem com a doença.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://hypescience.com/imagens-chocantes-revelam-o-que-diabetes-pode-fazer-com-uma-ferida-em-apenas-10-dias/" target="_blank" rel="nofollow">HypeScience</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/imagens-chocantes-revelam-o-que-diabetes-pode-fazer-com-uma-ferida-em-apenas-10-dias/">Imagens chocantes revelam o que diabetes pode fazer com uma ferida em apenas 10 dias</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes aumenta risco de doenças nos olhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2013 16:25:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Flutuação da refração, catarata, glaucoma e retinopatia são as principais alterações. Risco é maior entre mulheres. OBS: a reportagem abaixo, do site &#8220;Diário do Litoral&#8221;, apesar de bastante interessante, peca na hora de explicar o que causa o diabetes e o que acontece no corpo de uma pessoa que está com a doença. Para a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Flutuação da refração, catarata, glaucoma e retinopatia são as principais alterações. Risco é maior entre mulheres.</em> <span id="more-5550"></span></p>
<p><strong>OBS: a reportagem abaixo, do site &#8220;Diário do Litoral&#8221;, apesar de bastante interessante, peca na hora de explicar o que causa o diabetes e o que acontece no corpo de uma pessoa que está com a doença. Para a explicação correta, consulte <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-causa-diabetes/">ESTA PÁGINA</a> do <em>Diabeticool</em>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o mês de novembro a Federação Internacional de Diabetes (IDF) promove campanha internacional visando alertar a população sobre os riscos do diabetes. Quarta maior causa de morte no mundo, a doença atinge 13,4 milhões de brasileiros. A estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) é de que no Brasil 50% dos portadores ignoram ser diabéticos.</p>
<p>Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a cegueira é uma das consequências da doença por falta de controle da glicemia e de acompanhamento médico. Prova disso é que a OMS aponta a <a title="Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlada-aumenta-o-risco-de-problemas-nos-olhos-e-pes/">retinopatia diabética</a> como a maior causa de cegueira definitiva entre pessoas economicamente ativas, entre 20 e 60 anos. “Mais da metade dos casos de perda da visão causados pelo diabetes poderiam ser evitados com exame oftalmológico anual e maior controle do índice glicêmico”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O diabetes</strong></p>
<p>O médico explica que o diabetes é uma desordem no metabolismo da glicose (açúcar) que fica acumulada na corrente sanguínea. Em portadores de diabetes do tipo 1 que respondem por 10% dos casos da doença, este processo falha porque o <a title="No final das contas, diabéticos tipo 1 produzem, sim, insulina!" href="http://www.diabeticool.com/no-final-das-contas-diabeticos-tipo-1-produzem-sim-insulina/">pâncreas</a> diminui a produção da insulina, hormônio que transforma em energia a glicose obtida através da alimentação. Os sintomas são: grande volume de urina, sede excessiva, cansaço e perda de peso. O tratamento é feito com reposição de insulina.</p>
<p>Nos outros 90% que têm diabetes do tipo 2, ele explica que as células musculares e de gordura se tornam resistentes à insulina, ou seja, precisam de uma quantidade maior do hormônio para quebrar a glicose. O tratamento é feito com medicação que estimula a produção de insulina para equilibrar o metabolismo da glicose. O diabetes do tipo 2 pode estar relacionado à hereditariedade, sedentarismo, obesidade e estresse. “O maior perigo é a falta de sintomas que facilita a falta de controle do índice glicêmico” ressalta Queiroz Neto. É por isso, comenta, que o diabetes provoca doenças oculares, cardiovasculares, renais, e amputações.</p>
 A diabetes aumenta o risco de doenças nos olhos (Foto: Divulgação)
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Flutuação da refração</strong></p>
<p>Queiroz Neto diz que um dos efeitos do excesso de glicose é a miopia causada pela maior absorção de água pelo cristalino. “Isso acontece com mais frequência depois das refeições quando o nível de glicose sobe”, explica. Entre mulheres, ressalta, as oscilações dos hormônios sexuais podem provocar maior absorção de água pelo cristalino e um grau mais alto de miopia. Períodos prolongados de jejum fazem o cristalino desidratar e a miopia desaparece. Por isso, comenta, antes de prescrever óculos a diabéticos, o oftalmologista deve verificar se o paciente está descompensado, ou seja, sem controle do índice glicêmico. Uma dica do médico para manter a refração e a glicemia mais estável é se alimentar a cada 3 horas, dando preferência aos grãos integrais, verduras e frutas em pequena quantidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Catarata</strong></p>
<p>O especialista esclarece que a repetida hidratação e desidratação do cristalino alteram suas fibras, antecipando a formação da catarata, opacificação do cristalino que responde por 47% dos casos de cegueira tratável no Brasil. O único tratamento é a cirurgia em que o cristalino opaco é substituído por uma lente intraocular. “No caso de diabéticos quanto antes o procedimento é feito, melhor para o controle da glicemia”, afirma. Isso porque, a catarata diminui a quantidade de luz azul que chega à retina e com isso a produção de melatonina, hormônio que regula nosso estado de alerta e sono. Resultado – Diabéticos que convivem muito tempo com a catarata ficam estressados pelas noites mal dormidas, ganham peso e maior <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">resistência à insulina</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Retinopatia e glaucoma</strong></p>
<p>O diabetes altera a viscosidade do sangue e por isso provoca problemas nos microvasos dos olhos de 74% dos portadores, segundo pesquisa do IDF. Das doenças oculares causadas pelo diabetes, Queiroz Neto ressalta que as mais graves são a retinopatia e o <a title="Diabetes mal controlado e cegueira" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlado-e-cegueira/">glaucoma</a>.</p>
<p>A retinopatia diabética são alterações nos vasos da retina, membrana de fibras nervosas que fica no fundo do olho, recebe as imagens e as envia para o cérebro. O diagnóstico é feito através de exame de fundo de olho e o tratamento pode incluir aplicação de laser, injeções antiangiogênicas ou cirurgia em casos de hemorragia ou descolamento da retina.</p>
<p>Queiroz Neto afirma que o glaucoma em diabéticos é uma reação secundária da retinopatia que se distingue pela formação de neovasos e menor irrigação sanguínea. Também é caracterizado por inflamações oculares que dificuldade de escoamento do humor aquoso que causa aumento da pressão intraocular e morte de células do nervo óptico.</p>
<p>O especialista ressalta que o glaucoma neovascular tem evolução rápida e o campo visual perdido é irrecuperável. Por isso, é importante que toda pessoa diabética faça exames oftalmológicos anualmente. As alterações oculares que podem cegar geralmente aparecem após 10 anos de convivência com o diabetes e a prevenção ainda é o melhor remédio.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.diariodolitoral.com.br/conteudo/21084-diabetes-aumenta-risco-de-doencas-nos-olhos">Diário do Litoral</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-aumenta-risco-de-doencas-nos-olhos/">Diabetes aumenta risco de doenças nos olhos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>SP: Diabetes Mellitus e doença coronariana são temas de encontro da Socesp, em Limeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2013 17:27:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Antonio Carlos Palandri Chagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados da Federação Internacional de Diabetes, mais de 7,6 milhões de brasileiros sofrem de Diabetes. A Regional Araras da SOCESP promove, no dia 19 de outubro, o encontro Diabetes Mellitus e Doença Coronariana. Cardiologistas, clínicos gerais e estudantes de medicina de Limeira, Araras e região já podem se inscrever para o evento que terá &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo dados da Federação Internacional de Diabetes, mais de 7,6 milhões de brasileiros sofrem de Diabetes.</em></p>
<p><span id="more-5430"></span></p>
<p>A Regional Araras da SOCESP promove, no dia 19 de outubro, o encontro Diabetes Mellitus e Doença Coronariana. Cardiologistas, clínicos gerais e estudantes de medicina de Limeira, Araras e região já podem se inscrever para o evento que terá palestra do Dr. Antonio Carlos Palandri Chagas, professor titular e chefe da Disciplina de Cardiologia da Faculdade de Medicina do ABC e Governador do Capítulo Brasileiro do American College of Cardiology.</p>
<p>Segundo a Federação Internacional de Diabetes, atualmente mais de 7,6 milhões de brasileiros sofrem de diabetes e dois terços morrem de complicações cardíacas ou cerebrais. Além disso, é uma das doenças com maior prevalência no Ocidente e considerada uma epidemia em centros urbanos.</p>
<p>O diabetes é um sério fator de risco não só pela sua incidência na população, mas também pelo fator de risco que representa para as doenças cardiovasculares, já que aumenta entre duas a quatro vezes a probabilidade de o paciente vir a ter um infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo.</p>
<p>Segundo o presidente da Regional Araras da SOCESP, Dr. Fernando Candido Martins, o Diabetes Mellitus altera a função de vários tipos de células. O conjunto dessas alterações, como a hiperglicemia, a dislipidemia e a resistência à insulina, facilita o desenvolvimento da aterosclerose, especialmente nas coronárias. “É importante destacar que uma das principais causas de mortalidade relacionadas ao Diabetes Mellitus é a doença cardiovascular, especialmente a doença coronariana, responsável por grande parte dos óbitos entre os adultos (60% a 80%)” conta o cardiologista.</p>
<p>“No evento, vamos discutir condutas terapêuticas para os pacientes diabéticos atendidos em nossa especialidade. A maioria já é portadora de alguma doença cardiovascular”, explica o primeiro Candido Martins.</p>
<p>Os interessados podem fazer as inscrições pelo site www.socesp.org.br ou pelos telefones (11) 3179-0049/39.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li>SOCESP Araras | Diabetes Mellitus e Doença Coronariana</li>
<li>Data: 19 de outubro de 2013</li>
<li>Horário: 09h</li>
<li>Local: Auditório do Hospital Medical</li>
<li>Endereço: Avenida Dr. Trajano de Barros Camargo, 1531 – Limeira</li>
<li>Inscrições: (11) 3179-0039 / 0049 ou www.socesp.org.br (SEM CUSTOS)</li>
</ul>
<p>** acadêmicos e residentes em cardiologia podem se filiar à SOCESP com isenção da taxa de anuidade para participação nos eventos da entidade. Basta levar um comprovante desta situação e preencher a proposta de filiação no dia do encontro.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=22911" target="_blank" rel="nofollow">Pautas INCorporativa</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/sp-diabetes-mellitus-e-doenca-coronariana-sao-temas-de-encontro-da-socesp-em-limeira/">SP: Diabetes Mellitus e doença coronariana são temas de encontro da Socesp, em Limeira</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Novo &#8220;campeão&#8221; no ranking mundial de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 19:34:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, um país passou os EUA e está no topo do ranking dos países com maior incidência de diabetes. Descubra qual é! Montar rankings sobre indicadores de saúde é uma maneira interessante de comparar a qualidade de vida de diversas populações ao redor do mundo. No caso do diabetes, todos os anos pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, um país passou os EUA e está no topo do ranking dos países com maior incidência de diabetes. Descubra qual é!</em> <span id="more-5212"></span></p>
 Má alimentação: o fator número 1 para o aumento nos casos de diabetes.
<p>Montar rankings sobre indicadores de saúde é uma maneira interessante de comparar a qualidade de vida de diversas populações ao redor do mundo. No caso do diabetes, todos os anos pelo menos dois rankings são atualizados: um deles mostra o número total de habitantes que estão com diabetes em um determinado país, enquanto que o outro ranking indica a <strong>porcentagem</strong> da população que está com a doença.</p>
<p>Em termos absolutos, há anos a <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-china/"><strong>China</strong></a> é a campeã mundial em número total de diabéticos &#8211; o que é bastante compreensível, tendo-se em vista que é o país mais populoso do planeta. Dados da Federação Internacional de Diabetes de 2012 indicam que, na China, mais de 92 milhões de pessoas estão com a doença. Para se ter uma idéia, neste mesmo ranking do ano passado, o Brasil ocupa a quarta colocação, com cerca de 13,5 milhões de diabéticos.</p>
<p><strong>+ VEJA MAIS NÚMEROS SOBRE O DIABETES <a href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">NA NOSSA PÁGINA ESPECIAL</a>!</strong></p>
<p>Quando falamos em termos relativos, porém, nenhum país jamais &#8216;venceu&#8217; os EUA. A taxa de incidência de diabetes por lá é de 11,3% &#8211; ou seja, 11,3% da população é diabética. No Brasil, este número está próximo dos 7%. Um novo levantamento, todavia, mostra que os norte-americanos foram ultrapassados em termos de incidência da doença pelo gigante chinês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A SITUAÇÃO CATASTRÓFICA DA CHINA</strong></p>
<p>Um imenso estudo sobre o impacto do diabetes realizado na China e divulgado na semana passada resultou um números impressionantes.</p>
<p>De acordo com o trabalho, hoje o número de diabéticos no país asiático já ultrapassa os <strong>114 milhões de pessoas</strong>. É como se mais da metade da população brasileira tivesse a doença.</p>
<p>Além disso, a incidência da condição chegou aos 11,6%, ultrapassando a marca dos norte-americanos.</p>
<p>As estatísticas mais alarmantes mostram que 1 de cada 3 diabéticos no mundo é chinês. Além disso, o estudo descobriu que <strong>metade da população chinesa</strong> tem níveis de glicose no sangue altos o suficiente para serem diagnosticados com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabetes</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA GRANDE DIFERENÇA DE PESO</strong></p>
 Praticar exercícios é uma ótima maneira de prevenir a doença.
<p>Um dado que espantou os pesquisadores foi descobrir que o diabetes tem aparecido em chineses com índice de massa corporal considerado &#8216;normal&#8217; nas sociedades ocidentais.</p>
<p>O diabetes, como se sabe, é intimamente relacionado ao sobrepeso e à <a title="Os custos da obesidade e do diabetes no Brasil" href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">obesidade</a>. Por isso, não é de se espantar que o índice de massa corporal médio de um diabético norte-americano, por exemplo, seja 28.7, número considerado como &#8220;sobrepeso&#8221;. No caso chinês, porém, o IMC médio dos diabéticos é de 23.7, número considerado como &#8220;saudável&#8221; ao se seguir a tabela tradicional.</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-controla-diabetes-em-paciente-com-sobrepeso/">CLIQUE AQUI</a> PARA CALCULAR SEU IMC!</strong></p>
<p>Ainda não há explicações para todas as novidades coletadas. Os realizadores do estudo, porém, acreditam que<strong> a grande explicação</strong> para uma prevalência tão grande do diabetes na China é a <strong>má alimentação da população</strong>.</p>
<p>&#8220;Má nutrição no útero e durante os primeiros anos, combinada como uma super-nutrição mais tarde ao longo da vida, podem ter contribuído para a aceleração da epidemia de diabetes na China&#8221;, disseram os cientistas.</p>
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		<title>Ajuda na hora de calcular a dose de insulina das crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2013 17:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[David Repaske]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Internacional de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Nationwide Children´s Hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer acertar a dose de insulina dos seus filhos sem fazer contas? Novo programa de computador feito por hospital americano pode ajudar! Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool O hospital norte-americano Nationwide Children´s Hospital desenvolveu e disponibilizou em seu site uma nova ferramenta para ajudar no acompanhamento e tratamento de crianças que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quer acertar a dose de insulina dos seus filhos sem fazer contas? Novo programa de computador feito por hospital americano pode ajudar!</em></p>
<p><span id="more-4945"></span><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>O hospital norte-americano Nationwide Children´s Hospital desenvolveu e disponibilizou em seu site uma nova ferramenta para ajudar no acompanhamento e tratamento de crianças que têm diabetes. A “<strong>Calculadora de Diabetes para Crianças</strong>”, em tradução livre, permite aos pais ou responsáveis calcularem, de forma personalizada, a dose correta de insulina que devem dar à <a href="http://www.diabeticool.com/eua-publicam-sua-primeira-diretriz-para-tratamento-do-diabetes-infantil/">criança que possui diabetes</a>. A ferramenta é a primeira que realiza essa função e pode ser acessada gratuitamente, em inglês, <strong><a href="http://www.nationwidechildrens.org/diabetes-calculator-for-kids">clicando aqui</a></strong>.</p>
<p>O diabetes está afetando cada vez mais crianças e adolescentes em todo o mundo. Nos Estados Unidos, 1 em cada 400 crianças e adolescentes tem diabetes e, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes, há um crescimento anual de 3% no número de pessoas com menos de 14 anos que descobrem que têm a doença. Manter o diabetes sob controle é ainda mais importante nessas idades para evitar complicações maiores na vida adulta. Para isso, pode se estimular uma <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentação saudável </a>e a prática regular de atividades físicas, mas é fundamental o controle das doses de insulina.</p>
<p>A “Calculadora de Diabetes para Crianças” permite a qualquer paciente que use <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> calcular a dose adequada que deve ser utilizada. A conta é feita após 5 simples etapas, nas quais são feitas perguntas sobre os níveis de glicose e consumo de carboidratos. Após fornecer as respostas, a calculadora gera uma tabela personalizada informando o paciente sobre a dose adequada de insulina que deve ser aplicada. A tabela pode ser impressa ou enviada por e-mail e é uma maneira fácil para pais ou responsáveis descobrirem a dose certa para a criança sem precisarem fazer contas.</p>
<figure id="attachment_4946" aria-describedby="caption-attachment-4946" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4946" alt="Após o usuário adicionar informações sobre a saúde da criança, a calculadora fornece uma tabela com a dosagem correta de insulina." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/calculadora-diabetes-infantil.jpg" width="950" height="814" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/calculadora-diabetes-infantil.jpg 950w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/calculadora-diabetes-infantil-280x240.jpg 280w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption id="caption-attachment-4946" class="wp-caption-text">Após o usuário adicionar informações sobre a saúde da criança, a calculadora fornece uma tabela com a dosagem correta de insulina.</figcaption></figure>
<p>“O objetivo é oferecer uma ferramenta adicional para as famílias cuidarem apropriadamente, e em casa, de suas crianças com diabetes” diz David Repaske, chefe do Departamento de Endocrinologia, Metabolismo e Diabetes do Nationwide Children´s Hospital. “A tabela pode ser impressa e levada à escola ou entregue a uma babá para assegurar que a dose certa de insulina será utilizada sem a necessidade de decorar fórmulas ou fazer contas”.</p>
<p>É importante ressaltar que o Nationwide Children´s Hospital sempre recomenda que os pais ou responsáveis consultem um médico caso tenham dúvidas sobre o diabetes ou sobre o tratamento de uma criança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/ajuda-na-hora-de-calcular-a-dose-de-insulina-das-criancas/">Ajuda na hora de calcular a dose de insulina das crianças</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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