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	<title>Carlos Eduardo Barra Couri | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Por que meu pâncreas não produz insulina?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2014 19:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imunológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boa parte de quem está com diabetes tipo 1 ainda não sabe o que causa a doença. O dr. Carlos Eduardo Couri dá algumas respostas neste ótimo texto! Freqüentemente no consultório recebo pacientes com diabetes tipo 1 de longa duração. O fato interessante é que a grande maioria dos pacientes não sabe ao certo como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Boa parte de quem está com diabetes tipo 1 ainda não sabe o que causa a doença. O dr. Carlos Eduardo Couri dá algumas respostas neste ótimo texto!</em><span id="more-7488"></span></p>
<figure id="attachment_7492" aria-describedby="caption-attachment-7492" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-7492 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/sistema-imune-diabetes-tipo-1.jpg" alt="sistema imune diabetes tipo 1" width="600" height="399" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/sistema-imune-diabetes-tipo-1.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/sistema-imune-diabetes-tipo-1-361x240.jpg 361w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7492" class="wp-caption-text">Nosso sistema de defesa nos protege de muitos inimigos da saúde&#8230;mas quando resolve atacar o próprio corpo, as conseqüências podem ser drásticas.</figcaption></figure>
<p>Freqüentemente no consultório recebo pacientes com <a title="Descoberta ligação entre a gripe e o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> de longa duração. O fato interessante é que a grande maioria dos pacientes não sabe ao certo como o diabetes se desenvolve, mesmo sendo portadores há muitos anos.</p>
<p>Para começar a explicar devemos relembrar do sistema imunológico. Este sistema imunológico é responsável pelas defesas naturais de nosso organismo contra vírus, bactérias, vermes, etc. Com ele nós entramos em contato com inúmeros agentes infecciosos a cada minuto sem desenvolver qualquer tipo de sintoma. Apenas para dar um exemplo, o sistema imunológico funciona como se fosse um policial que protege nosso organismo.</p>
<p>No caso do diabetes tipo 1, o <a title="Terapia genética personalizada pode ser opção de tratamento para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/terapia-genetica-personalizada-pode-ser-opcao-de-tratamento-para-diabetes-tipo-1/">sistema imunológico</a> ficou louco. É isto mesmo! Em vez de ele somente proteger o nosso organismo ele resolve também atacar as células produtoras de insulina localizadas no pâncreas chamadas células β. Este fato é denominado autoimunidade. Com isto, as células β são destruídas e não produzem a insulina tão necessária para a nossa sobrevivência.</p>
<p>Ninguém sabe ao certo o motivo pelo qual o sistema imunológico resolve atacar o próprio organismo, as células β. O que se sabe é que a culpa é 30% da genética e 70% dos fatores ambientais.</p>
<p><strong>Atualmente a teoria mais aceita para o desenvolvimento do diabetes tipo 1 é a seguinte</strong>: Há tempos atrás (meses ou anos) o paciente entra em contato com um determinado vírus que tem semelhanças com as células β produtoras de insulina. O sistema imunológico então começa a destruir os vírus; porém, devido à grande semelhança entre o vírus e as células β, o sistema imunológico começa equivocadamente a agredir também as células β.</p>
<p>Fato interessante é que, conforme frisado acima, este processo de auto-destruição se inicia meses a anos antes da eclosão dos sintomas. A massa de células β é gradualmente destruída até que o percentual destruído é tão grande que a capacidade secretora de insulina se reduz muito e se iniciam os <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sinais-de-que-tenho-diabetes/">sintomas</a>, como beber muita água, urinar muito e perder peso.</p>
<p>O que não sabemos até hoje é quais são os genes exatamente relacionados ao diabetes tipo 1 e por que alguns pacientes desenvolvem o diabetes e por que outros pacientes não desenvolvem. Não sabemos também quais vírus ou outros agentes que desencadeiam este processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #f0fff9; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><strong>Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri">www.twitter.com/cecouri</a></strong></p>
</div>
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		<title>Carnaval e diabetes: uma combinação perfeita!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dicas do doutor Carlos Eduardo Couri para diabéticos curtirem o Carnaval com muita saúde e alegria! O Carnaval é uma época especial do ano para muitas pessoas. Uns aproveitam para descansar, meditar&#8230; mas a maioria entra na folia e aproveita a festa. Obviamente que diabéticos deitam e rolam tanto quanto quaisquer outras pessoas, quer sejam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dicas do doutor Carlos Eduardo Couri para diabéticos curtirem o Carnaval com muita saúde e alegria!</em></p>
<p><span id="more-3327"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7036" alt="carnaval e o diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/carnaval-e-o-diabetes.jpg" width="490" height="200" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/carnaval-e-o-diabetes.jpg 490w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/carnaval-e-o-diabetes-415x169.jpg 415w" sizes="(max-width: 490px) 100vw, 490px" /></p>
<p>O Carnaval é uma época especial do ano para muitas pessoas. Uns aproveitam para descansar, meditar&#8230; mas a maioria entra na folia e aproveita a festa.</p>
<p>Obviamente que diabéticos deitam e rolam tanto quanto quaisquer outras pessoas, quer sejam adultos, jovens ou crianças.</p>
<p>Conforme discutimos em posts anteriores, o paciente diabético deve ter uma vida normal, porém com alguns cuidados necessários.</p>
<p>Algumas dicas são importantes para o carnaval e podem ser utilizadas para outras épocas do ano:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1</strong>&#8211; Beba de 2 a 3 litros de líquidos ao longo do dia, preferivelmente água. Caso ingerir sucos, lembre-se de dilui-los em água e lembre-se de contabilizar as frutas na sua cota diária conforme orientação da nutricionista.</p>
<p><strong>2</strong>&#8211; Não exagere no álcool. Cheque com seu médico se seu controle atual do diabetes permite a ingesta alcoólica. Não ingira mais do que 2 latas de cerveja ou 1 dose de destilado ou 2 taças de vinho. A hidratação é fundamental.</p>
<p><strong>3</strong>&#8211; Antes de sair para a folia, alimente-se. Lembre-se de fazer alimentação leve a cada 3 horas. Na minha opinião a barrinha de cereal é uma ótima pedida para ter no bolso. Evite ingerir frituras e gorduras que normalmente são vendidos em lanchonetes, barraquinhas, etc.</p>
<p><strong>4</strong>&#8211; Tenha sempre em mãos sua carteirinha de identificação de paciente diabético com nome e telefone de contato dos parentes, residência, etc. <strong>[<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">caso não a possua, adquiri-a aqui neste link, ao final do texto!</a>]</strong></p>
<p><strong>5</strong>&#8211; É fundamental ter no bolso o açúcar líquido ou para ser usado em casos de hipoglicemia mais grave. Ele é absorvido mais rapidamente.</p>
<p><strong>6</strong>&#8211; Meça sua glicemia capilar antes de sair e, se possível, leve seu glicosímetro para caso de se sentir mal durante a festa. Isto quebra o maior galho.</p>
<p><strong>7</strong>&#8211; Se for viajar e curtir o Carnaval em outra cidade, leve consigo suas receitas e insumos necessários. Lembre-se de levar quantidade suficiente para o dobro de dias, caso haja algum imprevisto.</p>
<p><strong>8</strong>&#8211; Use calçados confortáveis. Lesões de pé são freqüentes no Carnaval e é sempre bom prevenir. Evite chinelos e sandálias abertas. Estes deixam os pés expostos a machucados.</p>
<p><strong>9</strong>&#8211; Se estiver em grupo, certifique de que todos saibam que você é diabético. Muitas vezes pessoas menos avisadas podem achar erradamente que um estado hipoglicêmico é sinal de embriaguez.</p>
<p><strong>10</strong>&#8211; <strong>APROVEITE O CARNAVAL!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #000000;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong></span><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #000000;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto &#8211; USP Pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco &#8211; USP &#8211; Ribeirão Preto. Possui pesquisas, prêmios e publicações internacionais sobre diabetes tipo 1 e terapia com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Acompanhe suas postagens em: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #000000;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a>  e <span class="removed_link" title="www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #000000;">www.twitter.com/cecouri</span></span></span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/carnaval-e-diabetes-uma-combinacao-perfeita/">Carnaval e diabetes: uma combinação perfeita!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A História do Diabetes – Parte 5 – E o futuro&#8230;?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-5-e-o-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 17:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[Blue Buff for Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[BluePower Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Claudia Labate]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Rowley]]></category>
		<category><![CDATA[hisória do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[IDF]]></category>
		<category><![CDATA[Katarina Braune]]></category>
		<category><![CDATA[League of Legends]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são as promessas de tratamento do diabetes para o futuro e o que podemos fazer para ajudar a vencer a doença? Ronaldo Wieselberg conta para nós na parte final da História do Diabetes! POR RONALDO WIESELBERG Como vimos no artigo anterior, o tratamento do diabetes evoluiu no século XX tudo o que não evoluiu &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quais são as promessas de tratamento do diabetes para o futuro e o que podemos fazer para ajudar a vencer a doença? Ronaldo Wieselberg conta para nós na parte final da História do Diabetes!</em><span id="more-6927"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>Como vimos no artigo anterior, o tratamento do diabetes evoluiu no século XX tudo o que não evoluiu em quase três mil e quinhentos anos de conhecimento da doença. Nessa época, foram descobertos os <strong>medicamentos orais</strong>, os <strong>análogos de insulina</strong>, e a terapia de <strong>contagem de carboidratos</strong>. As principais marcas de <strong>bombas de insulina</strong> surgiram no mercado.</p>
<p>Puxa, mas parecia que estávamos indo tão bem&#8230; E no século XXI? As pesquisas pararam?</p>
<p>Pelo contrário. As pesquisas continuaram ao longo do século XXI, assim como estão a todo vapor, atualmente! Porém, um outro ponto muito importante surgiu no fim do século XX, e continuou como prioridade no século XXI: a <strong>educação em diabetes</strong>.</p>
<p>A ideia, em si, é muito simples, e tem ramificações muito interessantes. Se o objetivo é a cura do diabetes, precisamos nos certificar de que as pessoas com diabetes tenham condições de aproveitá-la quando ela surgir. E aí, começam as muitas ramificações.</p>
<p>A IDF – Federação Internacional de Diabetes – preconizou alguns objetivos, visando esse alvo final. Aumentar a prioridade para a prevenção do diabetes – no caso do tipo 2 –, fortalecer as lideranças nacionais para aumentar a resposta e controle às complicações do diabetes, reduzir as taxas de mortalidade devido ao diabetes e complicações, fortalecer os sistemas de saúde para permitir o tratamento focado na pessoa com diabetes e oferecer cobertura de saúde a todos, promover condições para pesquisas em diabetes são alguns destes pontos. O objetivo final, quando todos forem cumpridos, será a melhor qualidade de vida possível para quem tem diabetes.</p>
<p>De maneira a diminuir o preconceito por parte de quem não tem diabetes, a IDF, em 2003, recomendou que os termos “diabetes insulino-dependente”, “diabetes juvenil” – ambos para o tipo 1 –, “diabetes não-insulino-dependente” – para o tipo 2 – e “diabético” deixassem de ser utilizados. Muitas pessoas com diabetes acabam não vendo problema em usar os termos, porém, a recomendação persiste.</p>
<p>Eis que, então, surgem os projetos, tanto nacionais, por parte das associações de diabetes de cada país, quanto da própria IDF.</p>
<p>Em 2007, a IDF lançou a campanha “<em>Bring Diabetes to Light</em>”, em tradução livre, “Traga o Diabetes à Luz”, que, no Dia Mundial do Diabetes, ilumina monumentos ao redor do mundo para alertar o mundo sobre a doença. O Cristo Redentor, o Maracanã, a Estátua da Liberdade (EUA) e a Torre Eiffel (França) já foram iluminados durante essa campanha.</p>
<figure id="attachment_6929" aria-describedby="caption-attachment-6929" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6929" alt="Cristo redentor dia mundial do diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/Cristo-redentor-dia-mundial-do-diabetes.jpg" width="600" height="343" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/Cristo-redentor-dia-mundial-do-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/Cristo-redentor-dia-mundial-do-diabetes-415x237.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6929" class="wp-caption-text">O Cristo Redentor, iluminado durante o Dia Mundial do Diabetes 2013.</figcaption></figure>
<p>No Brasil, a Jovem Líder da IDF Claudia Labate criou o grupo <a href="https://www.facebook.com/BluePowerDiabetes?ref=ts&amp;fref=ts"><em>BluePower Diabetes</em></a>, que trabalha fazendo campanhas e divulgando o diabetes. Ao redor do mundo, também, a Jovem Líder da Alemanha, Katarina Braune, conseguiu organizar recentemente uma campanha em um dos maiores jogos <em>online</em> do mundo, o <a href="https://www.facebook.com/BlueBuffForDiabetes?fref=ts"><em>Blue Buff for Diabetes</em></a>, no jogo <em>League of Legends</em>.</p>
<p>Falando nos Jovens Líderes, o programa da IDF foi mais uma maneira de trazer um novo gás para a causa do diabetes. Você pode ler mais sobre o programa <a href="http://youngleaders.idf.org/about/experiences-of-the-young-leaders">clicando aqui</a>!</p>
<p>Outro programa da IDF, criado pensando nos objetivos citados lá em cima, foi o “<a href="http://www.idf.org/lifeforachild"><em>Life for a Child</em></a>”, ou seja, “A Vida por uma Criança”. É um programa que fornece insulina, seringas e material de monitorização de glicemia, de graça, para crianças em países como Índia, Equador e Congo. Além disso, o programa também provê cuidados médicos e educação em diabetes nesses países.</p>
<p>Os Jovens Líderes da IDF não ficaram para trás, e também estão a todo vapor com projetos de assistência. A Jovem Líder da Inglaterra, Elizabeth Rowley, deu início à campanha “<a href="http://www.100campaign.org/"><em>100 campaign</em></a>”, ou seja, a “Campanha dos 100”. O objetivo é que até 2022, quando comemoraremos os 100 anos da descoberta da insulina, tenhamos 100% das pessoas com diabetes ao redor do mundo com acesso à insulina.</p>
<figure id="attachment_6930" aria-describedby="caption-attachment-6930" style="width: 544px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6930" alt="ronaldo wieselberg elizabeth rowley diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ronaldo-wieselberg-elizabeth-rowley-diabetes.jpg" width="544" height="384" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ronaldo-wieselberg-elizabeth-rowley-diabetes.jpg 544w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ronaldo-wieselberg-elizabeth-rowley-diabetes-104x74.jpg 104w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ronaldo-wieselberg-elizabeth-rowley-diabetes-340x240.jpg 340w" sizes="(max-width: 544px) 100vw, 544px" /><figcaption id="caption-attachment-6930" class="wp-caption-text">Eu (à esquerda) e a Elizabeth, durante o Congresso Mundial de Diabetes, em 2013.</figcaption></figure>
<p>Ufa! Quanta coisa, só para divulgar o diabetes e educar quanto à doença!</p>
<p>Além de toda essa divulgação, as pesquisas científicas estão a todo vapor.</p>
<p>Pesquisas atuais desenvolveram outros tipos de administração de insulina, dentre elas, a insulina inalável. Esse tipo de insulina foi descontinuado devido às perdas por ingestão – basicamente, era um aparelho que funcionava como uma bombinha para asma, a maior parte da insulina ficava na boca ou garganta&#8230; – e por complicações para administrar as doses em quem tinha algum problema respiratório – desde um simples resfriado até câncer de pulmão.</p>
<p>A tecnologia de monitorização de glicemia também foi alvo das pesquisas. Monitores de glicemia não-invasivos, como o GlucoWatch, surgiram a partir de 2001. Até o Google entrou na briga, recentemente, com pesquisas sobre lentes de contato para monitorar a glicemia. Uma tinta especial para tatuagem, que muda de cor conforme a glicemia, está em fase de testes nos EUA, e acaba sendo uma maneira curiosa de manter o controle glicêmico.</p>
<p>Com a chegada dos <em>smartphones</em>, os aplicativos para o controle do diabetes surgiram rapidamente. Aplicativos com tabelas nutricionais, para anotar os valores de glicemia, e até o iBGStar, um periférico para iPhone, para medir a glicemia, surgiram. Muitos deles, hoje, têm até conexão com os carros, de maneira que o motorista saiba quanto está sua glicemia durante o trajeto – e possa parar caso perceba uma hipoglicemia chegando.</p>
<figure id="attachment_6931" aria-describedby="caption-attachment-6931" style="width: 468px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6931" alt="sensor de hipoglicemia carro diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/sensor-de-hipoglicemia-carro-diabetes.jpg" width="468" height="312" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/sensor-de-hipoglicemia-carro-diabetes.jpg 468w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/sensor-de-hipoglicemia-carro-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /><figcaption id="caption-attachment-6931" class="wp-caption-text">Hipoglicemia chegando? Hora de parar no acostamento e corrigir a glicemia!</figcaption></figure>
<p>A melhora dos métodos diagnósticos – e também uma atualização dos níveis de glicemia aceitáveis – permitiu que muitos dos casos de diabetes que antes não eram diagnosticados fossem descobertos. Assim, os dados epidemiológicos do diabetes sofreram alterações que deixaram os médicos de cabelos em pé: na África, por exemplo, 76% das mortes relacionadas ao diabetes são de pessoas com menos de 60 anos, e estatísticas mostram que na América do Sul, o número de pessoas com diabetes vai crescer pelo menos 60% até 2035.</p>
<p>O Brasil também está despontando nas pesquisas científicas. O Dr. Carlos Eduardo Barra Couri – que também <a href="http://www.diabeticool.com/e-possivel-produzir-um-pancreas-a-partir-de-celulas-tronco/">escreve</a> para o <strong>Diabeticool</strong>! – é um dos grandes pesquisadores da terapia com células-tronco para o tratamento do diabetes, e já foi premiado internacionalmente por isso! Outras pesquisas, com insulinomas – um tipo de câncer que produz insulina – também se mostram promissoras, mas ainda estão sob pesquisa. Como já vimos na <strong>parte 4 </strong><em>(veja no link abaixo!)</em>, às vezes demora mais de vinte anos para que tenhamos resultados que não coloquem em risco a saúde do paciente.</p>
<p>E o futuro? Oras, até 2035, a previsão é que 592 milhões de pessoas tenham diabetes ao redor do mundo, e que os gastos em saúde relacionados ao diabetes passem de 627 bilhões de dólares. Os últimos dados do Atlas da IDF mostram que uma pessoa com diabetes morre no mundo a cada seis segundos, seja por falta de recursos, por desconhecer a doença, ou simplesmente por negligência. Diariamente, tentamos fazer desse futuro um futuro um pouquinho mais brilhante.</p>
<p>Este é o nosso futuro. Estamos construindo o futuro do diabetes diariamente, ao cuidar de nós mesmos. Alguns dos maiores cérebros do Brasil e do mundo estão trabalhando em prol do diabetes, e precisamos ter ciência da doença. O Dr. Elliott Joslin já dizia, lá, no começo do século XX: “<em>Educação não é parte do tratamento; educação É o tratamento em si</em>”.</p>
<p>Ao recusarmos os tratamentos – sejam com insulina, metformina ou até as tentativas de reeducação alimentar e exercício físico – é como se virássemos as costas para Hesy-Rá, Galeno, Paracelso, Frederick Banting, Charles Best, Elliott Joslin, e todos que estudaram o diabetes ao longo desses três mil e quinhentos anos.</p>
<p><strong>Nós podemos mudar esse futuro.</strong></p>
<p><strong>E você, como quer contribuir para a história do diabetes?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Leia mais textos de Ronaldo Wieselberg</span>:</strong><br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-4-o-seculo-xx-veio-com-tudo/">A História do Diabetes &#8211; Parte IV</a>&#8221; &#8211; 04.02.2014<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">A História do Diabetes &#8211; Parte III</a>&#8221; &#8211; 27.01.2014<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-2-de-uma-decepcao-amorosa/">A História do Diabetes &#8211; Parte II</a>&#8221; &#8211; 20.01.2014<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-1-da-antiguidade-ao-seculo-xix/">A História do Diabetes &#8211; Parte I</a>&#8221; &#8211; 11.01.2014<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/exageros-no-fim-do-ano/">Exageros no Fim do Ano &#8211; como aproveitar as Festas com saúde</a>&#8221; &#8211; 31.12.2013<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/revelado-o-segredo-da-agua-de-quiabo/">Revelado o segredo da água de quiabo</a>&#8221; &#8211; 18.12.2013<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/uma-nova-forca-lutando-pelo-diabetes-por-ronaldo-wieselberg/">Uma nova força lutando pelo diabetes</a>&#8221; &#8211; 16.12.2013</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-5-e-o-futuro/">A História do Diabetes – Parte 5 – E o futuro…?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Você realmente sabe comprar remédio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2013 16:32:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[genéricos]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[posologia]]></category>
		<category><![CDATA[remédios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que medicamentos genéricos são sempre os mais baratos na hora de cuidar do diabetes? E será que eles funcionam mesmo? O dr. Carlos Couri traz as respostas!Após consulta com seu médico de confiança, é muito comum sair do consultório com uma receita em mãos. No caso específico de doenças crônicas frequentemente os remédios serão &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Será que medicamentos genéricos são sempre os mais baratos na hora de cuidar do diabetes? E será que eles funcionam mesmo? O dr. Carlos Couri traz as respostas!</em><span id="more-6278"></span>Após consulta com seu médico de confiança, é muito comum sair do consultório com uma receita em mãos. No caso específico de <a title="‘É preciso cuidar de doença de rico e de pobre’" href="http://www.diabeticool.com/e-preciso-cuidar-de-doenca-de-rico-e-de-pobre/">doenças crônicas</a> frequentemente os remédios serão usados praticamente a vida toda.</p>
<p>Na minha opinião os remédios genéricos são um avanço no nosso país, com preços mais justos, promovendo a concorrência e, em tese, com processo de fabricação checados por normas rígidas do Governo. Eu nunca tive grandes problemas com genéricos.</p>
<p>Alguns pontos devem ser levados em conta na compra de todos os medicamentos além da posologia:</p>
<ul style="list-style-type: circle;">
<li>local de armazenamento;</li>
<li><a title="Por que tomar tantos remédios?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-tomar-tantos-remedios/">efeitos adversos</a>;</li>
<li>checarem com seu médico quais são os laboratórios mais confiáveis;</li>
<li>local adequado de descarte (informação útil para insulinas, agulhas, etc)</li>
<li>se deve ou não ficar ao abrigo de sol e calor;</li>
<li>como pode ser transportado;</li>
<li>como proceder em viagens;</li>
</ul>
<p>Como os remédios crônicos são usados por longos períodos, o preço dos mesmos pode impactar muito no orçamento doméstico. Por isso, seguem abaixo algumas dicas:</p>
<p>&#8211; nem sempre os remédios genéricos possuem os menores preços. Muitos medicamentos de marca (chamados similares) possuem preços inferiores (muitas vezes não se sabe por quê);</p>
<p>&#8211; existem alguns sites que fazem a comparação de preços da mesma substância, independente de ser genérica ou não. Um dos sites que eu uso é o <span class="removed_link" title="www.consultaremedios.com.br">www.consultaremedios.com.br</span>. Minha sugestão é sempre checar os preços antes de ir à farmácia. Com isso seu poder de barganha aumenta.</p>
<p>&#8211; quando um médico escreve na receita somente o nome da substância, o balconista pode apenas vender remédios genéricos. Por isso, é sempre bom o médico escrever o nome da substância e ao lado indicar pelo menos um nome de remédio similar de confiança. Digo isto porque muitas vezes o remédio genérico é mais caro e alguns vendedores não informam isto ao cliente.</p>
<p>&#8211; caso o paciente descubra algum remédio similar mais barato e de boa qualidade, pode e deve pedir ao seu médico que especifique isto na receita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre me perguntam se eu acredito em genéricos e sempre digo que nunca tive grandes problemas. Também nunca tive problemas com remédios fornecidos na rede pública de Ribeirão Preto (cidade em que trabalho). Quando se tem dúvidas sobre eficácia de medicamentos, a melhor maneira de checar isto é vendo se ele foi capaz de resolver o problema para o qual ele foi prescrito.</p>
<p>Para tratar o diabetes, um dos maiores exemplos de medicamento bom e de graça é a Metformina. Ela é <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">jogador camisa 10</a> no tratamento do diabetes e ainda é gratuito no Brasil, sendo oferecida gratuitamente nos postos de saúde e na Farmácia Popular. Entretanto, ainda temos vários remédios que ainda não possuem nenhuma versão genérica ou similar e por isso os preços são mais elevados e não temos como discutir. Por isso, sempre devemos perguntar ao vendedor da farmácia se o próprio laboratório disponibiliza algum programa de desconto. Muitos deles dão descontos de até 50%.</p>
<p><strong>Espalhe estas informações aos seus amigos e familiares!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #f0fff9; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><strong>Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri">www.twitter.com/cecouri</a></strong></p>
</div>
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		<title>Diabéticos em áreas de enchentes: o que fazer na hora da tragédia?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabeticos-em-areas-de-enchentes-o-que-fazer-na-hora-da-tragedia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 18:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[tragédia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dicas e cuidados para diabéticos cuidarem da saúde e controlarem a glicemia mesmo nas situações mais extremas. Chegou o verão no Brasil, uma época caracterizada no imaginário popular por temperaturas extremas, viagens de férias e chuvas, muitas chuvas. Com elas, a devastação causada por enchentes e desabamentos é uma constante que, ano após ano, aflige &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dicas e cuidados para diabéticos cuidarem da saúde e controlarem a glicemia mesmo nas situações mais extremas.</em><span id="more-6259"></span></p>
 A tragédia das chuvas no Espírito Santo traz à tona a luta dos diabéticos para controlar a saúde mesmo em meio ao caos.
<p>Chegou o verão no Brasil, uma época caracterizada no imaginário popular por temperaturas extremas, viagens de férias e chuvas, muitas chuvas. Com elas, a devastação causada por enchentes e desabamentos é uma constante que, ano após ano, aflige a vida de milhares de brasileiros.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/tufao-nas-filipinas-diabeticos-no-pais-passam-por-apuros/">Tufão nas Filipinas – diabéticos no país passam por apuros</a>&#8220;</strong></p>
<p>Se estar em meio a uma tragédia já é ruim por si só, o sofrimento de quem está com diabetes e se encontra numa situação de perigo é ainda maior. O que fazer se a região onde mora está alagada ou isolada do mundo por causa de deslizamentos de terra e precisa-se de insulina? O assunto é sério e muitos diabéticos precisam de orientações adequadas para sobreviver bem a situações de calamidade.</p>
<p>Por isso, visando a  ajudar os diabéticos que se encontram em áreas de risco, o doutor Carlos Eduardo Barra Couri, amigo do site, deu uma dica importante em sua página do Facebook. Ele menciona um documento redigido pela <a title="Imagens chocantes revelam o que diabetes pode fazer com uma ferida em apenas 10 dias" href="http://www.diabeticool.com/imagens-chocantes-revelam-o-que-diabetes-pode-fazer-com-uma-ferida-em-apenas-10-dias/">Sociedade Brasileira de Diabetes</a> contendo justamente as dicas essenciais para diabéticos que moram em regiões atingidas por enchentes ou outros desastres naturais.</p>
<p>Dentre as dicas contidas no documento estão orientações sobre alimentação, cuidados com os pés, dicas de conservação e aplicação da <a title="Refrigerante diet pode causar ganho de peso e envelhecimento precoce" href="http://www.diabeticool.com/refrigerante-diet-pode-causar-ganho-de-peso-e-envelhecimento-precoce/">insulina</a> e cuidados quanto ao reaproveitamento de seringas.</p>
<p>A seguir, a nota do dr. Couri e o link para o documento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TEXTO DO DR. CARLOS EDUARDO COURI:</strong></p>
<p><em>Mais um ano se passou, mais um verão chega e com ele as chuvas e inundações. Talvez os governos que nós escolhemos não sejam tão bons administradores, pois os problemas com as chuvas nunca (repito, nunca) são prevenidos. O que vemos são sempre luto, desculpas, promessas e muito blá blá blá&#8230;</em><br />
<em> Estes desastres infelizmente não poupam pessoas com diabetes. Por isso, a Sociedade Brasileira de Diabetes disponibiliza um documento informativo no seu site sobre como as pessoas diabéticas devem proceder caso morem em localidades atingidas por estas catástrofes.</em></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabetes.org.br/component/content/article/91-noticias-nacionais/1655-documento-informativo-para-as-regioes-atingidas-pelas-enchentes-quanto-ao-uso-de-insulina"><strong>LINK PARA O DOCUMENTO DA SBD</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabeticos-em-areas-de-enchentes-o-que-fazer-na-hora-da-tragedia/">Diabéticos em áreas de enchentes: o que fazer na hora da tragédia?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2013 19:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[Medtronic]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Carlos Couri explica as novidades tecnológicas que diabéticos poderão utilizar dentro de poucos anos! Obviamente que o maior foco de nosso grupo de pesquisa da USP- Ribeirão Preto é a terapia celular, mas aspectos tecnológicos sempre aguçam a curiosidade de médicos e pacientes diabéticos. O pâncreas artificial vem sendo estudado desde a década &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Carlos Couri explica as novidades tecnológicas que diabéticos poderão utilizar dentro de poucos anos!</em></p>
<p><span id="more-5553"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-5556" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/pancreas-artificial-diabetes-dr-carlos-couri.jpg" alt="pancreas artificial diabetes dr carlos couri" width="600" height="582" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/pancreas-artificial-diabetes-dr-carlos-couri.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/pancreas-artificial-diabetes-dr-carlos-couri-247x240.jpg 247w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" />Obviamente que o maior foco de nosso grupo de pesquisa da USP- Ribeirão Preto é a terapia celular, mas aspectos tecnológicos sempre aguçam a curiosidade de médicos e pacientes diabéticos.</p>
<p>O pâncreas artificial vem sendo estudado desde a década de 70/80 e parece ser uma promessa que nunca de cumpre. Há diversos projetos no mundo inteiro realizados por diferentes centros renomados de pesquisas.</p>
<p>Dos dia 22 a 27 de setembro foi realizado em Barcelona o 49 Congresso Europeu de Diabetes. Durante a visita aos stands me encontrei com membros de uma das empresas que mais estudam e desenvolvem tecnologia em Diabetes &#8211; a Medtronic. Ela vende algumas bombas de insulina existentes no Brasil há mais de 1 década.</p>
<p>No stand pude ver o protótipo do que será o <a title="“Mini-órgão” é a grande esperança para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">pâncreas artificial</a> desenvolvido por eles e que estará no mercado em 2-3 anos (conforme me prometeram).</p>
<p>Na foto acima vocês podem ver a <a title="Portadora de diabetes deve receber medicamentos indisponíveis no SUS" href="http://www.diabeticool.com/portadora-de-diabetes-deve-receber-medicamentos-indisponiveis-no-sus/">bomba de insulina</a> acoplada com o dispositivo que mede a glicose (2 dispositivos no topo da figura). Tanto a infusão de insulina pela bomba quanto a medição de glicose se dão pela pele. O pulo do gato é que isto e feito automaticamente sem necessidade de contagem de carboidratos.</p>
<p>Para que seja automático porém, é necessário que a bomba interprete o resultado do sensor de glicose e tome a decisão autonomamente. Pare resolver isto, estes aparelhos se mantêm conectados via bluetooth com um aplicativo do sistema operacional Android (smartphone ou tablet) e um equipamento da Medtronic que traduz os estímulos elétricos gerados pelo sensor de glicose em graus diferentes de infusão de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a>.</p>
<p>Vários estudos já foram realizados e ainda estão em andamento com crianças, jovens , adultos, gestantes, etc.</p>
<p>Enquanto esta nova tecnologia não está nas lojas, o que devemos fazer é manter o diabetes sob controle para podermos usufruir desta e de outras novidades que estão por vir.</p>
<p>Vamos em frente!!</p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/">Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabete: praticar exercícios e fazer dieta não faz diferença?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 11:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[Look AHEAD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo gera polêmica ao concluir que dieta e exercício não reduziriam risco cardiovascular. Foram 5.145 diabéticos acima do peso acompanhados em 16 centros médicos americanos por mais de dez anos &#8211; uma turma fazia regime e atividade física; a outra só participava de encontros sobre a administração do problema. Analisados os dados dos dois lados, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo gera polêmica ao concluir que dieta e exercício não reduziriam risco cardiovascular.</p>
 O estilo de vida adequado ajuda a afastar complicações do diabetes Foto: Getty Images
<p>Foram 5.145 diabéticos acima do peso acompanhados em 16 centros médicos americanos por mais de dez anos &#8211; uma turma fazia regime e atividade física; a outra só participava de encontros sobre a administração do problema. Analisados os dados dos dois lados, o estudo <a title="Quando o estudo sai pela culatra" href="http://www.diabeticool.com/quando-o-estudo-sai-pela-culatra/">Look Ahead</a> constatou que a combinação entre dieta e exercícios não diminuiu o número de eventos cardiovasculares. Quer dizer, então, que basta tomar os remédios e se entregar à fritura e ao sofá? &#8220;Não. O trabalho falhou em mostrar os benefícios dessas intervenções porque teve um grupo de controle muito bem tratado, descolado da realidade&#8221;, avalia <a title="Por que o transplante de células-tronco não é a cura para o diabetes tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-o-transplante-de-celulas-tornco-nao-e-a-cura-para-o-diabetes-tipo-1/">Carlos Eduardo Barra Couri</a>, endocrinologista da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto. &#8220;Sabemos que o <a title="Qual a melhor dieta e o melhor exercício para evitar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-melhor-dieta-e-o-melhor-exercicio-para-evitar-diabetes/">estilo de vida</a> ajuda a afastar outras complicações do distúrbio, como problemas renais e oculares&#8221;, frisa. A pesquisa americana confirma, de todo modo, a importância do controle do colesterol e da pressão para o diabético e o quanto a dificuldade de manter o peso a longo prazo interfere nessa história.</p>
<p><strong>BENEFÍCIOS COMPROVADOS</strong></p>
<p><strong>Problemas de ereção</strong></p>
<p>Em outro braço do estudo Look Ahead, observou-se que quem fazia dieta e esportes teve menos disfunção erétil.</p>
<p><strong>Apneia do sono</strong></p>
<p>Os diabéticos que se mexeram e controlaram o cardápio também sofriam menos com essa desordem que prejudica o fluxo de oxigênio à noite.</p>
<p><strong>FONTE: <span class="removed_link" title="http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/diabete-praticar-exercicios-fazer-dieta-nao-importam-756320.shtml">M de Mulher</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabete-praticar-exercicios-e-fazer-dieta-nao-faz-diferenca/">Diabete: praticar exercícios e fazer dieta não faz diferença?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que você prefere: viver mais? Viver melhor? Ou ambos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2013 19:19:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Devemos lembrar que a vida é uma longa maratona e que não podemos gastar toda a nossa saúde de uma só vez nas primeiras décadas de vida&#8221;, diz o dr. Couri neste belo texto. Muitos dizem que antigamente tínhamos uma vida mais saudável e muitos conhecemos pessoas que viveram 90 ou 100 anos. É bom &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Devemos lembrar que a vida é uma longa maratona e que não podemos gastar toda a nossa saúde de uma só vez nas primeiras décadas de vida&#8221;, diz o dr. Couri neste belo texto.</em></p>
<p><span id="more-4995"></span></p>
<p>Muitos dizem que antigamente tínhamos uma vida mais saudável e muitos conhecemos pessoas que viveram 90 ou 100 anos. É bom deixar claro porém que infelizmente isto era exceção e não a regra.</p>
<p>Muitas coisas melhoraram no último século e dentre elas podemos citar como principais as medidas populacionais sanitárias e de higiene, gerando menor mortalidade infantil e menor mortalidade por doenças infecto-parasitárias.</p>
<p>Obviamente que em paralelo a estas medidas de saúde pública houve uma enorme evolução dos recursos médico-hospitalares nas últimas décadas. procedimentos médicos complexos como transplante de órgãos, ventilação mecânica e novos medicamentos passaram a fazer com que vivêssemos mais, mesmo após diagnóstico de doenças outrora consideradas graves.</p>
<p>Segundo o IBGE, na década de 1940 a expectativa de vida dos brasileiros era de 42,7 anos. Devido a melhoras sanitárias e de higiene observamos um aumento exuberante e sempre progressivo desta expectativa de vida. Nós nunca retrocedemos na expectativa média de vida no Brasil. Este número vem sempre aumentando ano após ano.</p>
<p>Só para termos uma idéia, a expectativa média de vida para quem nasceu em 2011 já era 74 anos.</p>
<p>Mas será que viver mais significa viver melhor? Claro que não!</p>
<p>Como estamos vivendo muito mais do que antes, estamos apresentando mais doenças crônicas como diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol e triglicérides alterados, infarto do miocárdio, derrame cerebral, doença de Alzheimer, diversos tipos de câncer, doenças ósteo-articulares, etc.</p>
<p>Pesquisa recentemente publicada da Faculdade de Medicina da USP &#8211; São Paulo mostrou que muitos dos anos a mais que estamos vivendo estão sendo sem uma boa qualidade de vida e isto é fruto de uma mal preparação nossa para a velhice. Muitos inclusive vivem enclausurados em camas de hospital ou em casa.</p>
<p>No dia-a-dia de consultório o que mais presencio são pessoas que trabalharam a vida toda para formar sua família, filhos, produzir riqueza e por fim, quando se aposentam (ou mesmo antes) já vivem de consultório em consultório apagando &#8220;incêndios&#8221; de sua saúde.</p>
<p>Até mesmo do ponto de vista econômico, vale à pena envelhecer com saúde, pois com isto podemos trabalhar mais, produzir mais riqueza e ainda, de quebra, gastar menos dinheiro com remédios. Ter Saúde é ter Riqueza!</p>
<p>Devemos lembrar que a vida é uma longa maratona (e não uma corrida de 100m rasos) e que não devemos e nem podemos gastar toda a nossa saúde de uma só vez nas primeiras décadas de vida.</p>
<p>Por isto, sempre valem à pena as recomendações de sempre: consultas médicas regulares, realização de check-ups periódicos, alimentação saudável e exercícios regulares.</p>
<p><strong>Vida longa e saudável a todos nós!</strong></p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-voce-prefere-viver-mais-viver-melhor-ou-ambos/">O que você prefere: viver mais? Viver melhor? Ou ambos?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Você acha que seu diabetes está sob controle?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/voce-acha-que-seu-diabetes-esta-sob-controle/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 14:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Couri ensina como administrar melhor sua glicemia em um texto super explicativo! Acompanhe. Como todos sabemos o diabetes é uma doença silenciosa. Em outras palavras, ele tem a capacidade de nos trazer problemas sem entretanto nos dar alarmes. Infelizmente, de maneira geral procuramos ajuda quando temos sintomas como dor, febre, sangramento, extremo mal-estar, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Couri ensina como administrar melhor sua glicemia em um texto super explicativo! Acompanhe.</em></p>
<p><span id="more-4991"></span></p>
<p>Como todos sabemos o diabetes é uma doença silenciosa. Em outras palavras, ele tem a capacidade de nos trazer problemas sem entretanto nos dar alarmes.</p>
<p>Infelizmente, de maneira geral procuramos ajuda quando temos sintomas como dor, febre, sangramento, extremo mal-estar, etc. É neste nosso ponto fraco que o diabetes pode nos surpreender negativamente.</p>
<p>Muitos pacientes dizem a seguinte frase: “Eu conheço meu corpo e percebo que eu estou bem!” Porém, para ter certeza é necessário saber a quantas andam os níveis de glicose no sangue. Muitas vezes estou de frente a um paciente no consultório que está sem sintoma algum e quando meço a glicose o valor é de 450 mg/dl!</p>
<p>Por isso, cada paciente deve discutir com seu médico a forma como deve medir as glicemias. Há pacientes que precisam medir as glicemias 5, 6 7 e às vezes até 8 vezes ao dia! Isto mesmo: 8 vezes ao dia! Há pacientes que precisam medir a glicemia a cada 2 ou 3 meses. Cada caso é um caso e deve ser discutido com seu médico.</p>
<p>Que hora do dia devemos medir a glicose no sangue? Muitos pacientes se acostumam a medir as glicemias de manhã em jejum e quase nunca medem em outros horários. Devemos nos lembrar que o diabetes existe 24h por dia, 365 dias ao ano e por isso é necessário haver rodízio nos horários de medição. Os horários básicos são antes e 2h após o inicio do café da manhã, almoço e jantar e também às 3h da manhã. Obviamente que o número de medições varia de paciente para paciente. Muitos pacientes porém medem todos os dias, mas quase nunca medem após o café da manhã ou após o jantar ou na madrugada. Isto deve ser policiado pelo médico e paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais as metas de tratamento?</strong></p>
<p>As metas são discutidas entre médico e paciente e individualizadas. Em adultos costumamos usar meta de glicemia antes das refeições menor do que 120 mg/dl e meta após as refeições menor do que 140 mg/dl. Estes valores podem ser aumentados em casos particulares como idosos e crianças. É bom deixar claro aumentos esporádicos de glicemia em nada interferem no risco de complicações crônicas do diabetes. Todo o paciente diabético apresenta elevações ocasionais de glicose, mas o que realmente nos preocupa é quando as elevações se tornam frequentes. Caso isto ocorra uma mudança no estilo de vida ou mudança nas doses de insulina devem ser feitos em conjunto com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Hemoglobina glicada</strong></p>
<p>Todos sabemos que é impossível medir-se as glicemias a todo o minuto todos os dias. Haja dedos&#8230; Por isso, temos uma ferramenta que nos mostra a média das glicemias dos últimos 3 meses. Isto se chama hemoglobina glicada. A hemoglobina glicada mostra o percentual de glóbulos vermelhos estão “açucarados”. Normalmente pacientes diabéticos possuem meta abaixo de 7%. Idosos e crianças costumam ter metas abaixo de 8%, mas conforme dito antes, isto deve ser discutido caso a caso com o médico assistente. Quanto mais tempo o paciente estiver com as glicemias e com a hemoglobina glicada acima das metas, maior o risco de sequelas a longo prazo. Alguns pacientes tentam fazer alguma forma de dieta para colher exames ou burlar o resultado dos exames de glicemia capilar, mas com a hemoglobina glicada podemos checar e confrontar os resultados. É com se a hemoglobina glicada fosse uma espécie de “dedo-duro” da vida do paciente diabético nos últimos 3 meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como anotar as glicemias?</strong></p>
<p>As anotações de glicemia são fundamentais. Sem as anotações não há como o endocrinologista saber se as doses atuais de insulina estão adequadas ou não. Muitos pacientes entretanto anotam glicemias exclusivamente para levar para seu médico. É fundamental todos saberem que as anotações são primariamente para o próprio paciente ponderar sobre os resultados de seu tratamento, de sua reeducação alimentar e de seus exercícios.</p>
<p>O método mais conhecido de anotação é o caderninho. Para os pacientes mais afeitos à tecnologia temos:</p>
<ul>
<li>aplicativos para celulares que conectam as glicemias do paciente ao médico em tempo real;</li>
<li>tabelas em EXCEL;</li>
<li>programas que descarregam os dados do aparelho de glicemia diretamente no computador de médico e paciente.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>IMPORTANTE: É MUITO COMUM PACIENTE DIABÉTICOS APRESENTAREM UM PICO ESPORÁDICO E OCASIONAL DE GLICOSE MAIS ALTA. TAMBÉM PODEM APRESENTAR HIPOGLICEMIA EXCEPCIONALMENTE. AS MUDANCAS NAS DOSES DE INSULINA SOMENTE DEVEM SER FEITAS SE ESTAS ALTERAÇÕES SE TORNAREM FREQUENTES.</strong></p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/voce-acha-que-seu-diabetes-esta-sob-controle/">Você acha que seu diabetes está sob controle?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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