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	<title>pâncreas artificial | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Hackers podem invadir um pâncreas artificial?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 12:13:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou ter suas informações de saúde roubadas ou adulteradas por um invasor virtual? A preocupação é real e é destaque em periódico científico sobre diabetes. Opâncreas artificial é o sonho de consumo tecnológico de muitos que convivem com o diabetes tipo 1. Através de sistemas automatizados, o equipamento é capaz de medir continuamente as &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já pensou ter suas informações de saúde roubadas ou adulteradas por um invasor virtual? A preocupação é real e é destaque em periódico científico sobre diabetes.</em><br />
<span id="more-8696"></span></p>
<p><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span>pâncreas artificial</strong> é o sonho de consumo tecnológico de muitos que convivem com o diabetes tipo 1. Através de sistemas automatizados, o equipamento é capaz de medir continuamente as taxas de açúcar no sangue e liberar insulina na medida exata para corrigir a glicemia. Diversos estudos mostram que o tratamento do diabetes com o pâncreas artificial é melhor e mais fácil do que com os métodos tradicionais.</p>
[pullquote]Tanta tecnologia não está livre de vulnerabilidades &#8211; e quando um aparelho controla diretamente nossa saúde, todo cuidado é pouco.[/pullquote]
<p>Uma outra vantagem dos &#8220;pâncreas biônicos&#8221; é que eles são capazes de enviar dados precisos de glicemia para celulares ou computadores, facilitando as leituras e a impressão dos informações para levar ao médico.</p>
<p>Porém, tanto tecnologia assim tem seu lado ruim. O maior deles é o <strong>preço</strong>. Apesar de modelos já existirem há algum tempo no mercado internacional, ainda é muito raro ver brasileiros com o pâncreas artificial. E um outro problema, menos reconhecido, ganhou destaque na literatura científica nas últimas semanas: a <strong>segurança</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERIGO NO AR</strong></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >S</span>e, hoje em dia, <em>hackers</em> conseguem invadir computadores, tablets, telefones &#8211; qualquer coisa conectada à internet -, será que não há perigo de alguém sabotar pâncreas artificiais?</p>
<p>Esta é uma preocupação séria que acaba de render um artigo científico. Cientistas da Mayo Clinic &#8211; um centro de referência em pesquisas médicas nos EUA &#8211; publicaram um estudo no periódico <em>Diabetes Technology &amp; Therapeutics</em> afirmando que a segurança dos pâncreas artificiais atuais é precária, e que medidas devem ser adotadas o mais rápido possível para garantir a segurança dos diabéticos.</p>
<figure id="attachment_7355" aria-describedby="caption-attachment-7355" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-7355" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/pancreas-artificial-esquema.jpg" alt="pancreas artificial esquema" width="300" height="227" /><figcaption id="caption-attachment-7355" class="wp-caption-text">Esquema mostra o funcionamento de um pâncreas artificial.</figcaption></figure>
<p>Os pesquisadores explicam que dois tipos de problemas graves de segurança podem ocorrer em pâncreas artificiais: erros de programação nos aplicativos que controlam o equipamento e falhas de segurança online, durante a comunicação de dados.</p>
<p>Eles <strong>explicam a situação com um exemplo</strong>: imagine que um usuário de pâncreas artificial tenha uma leitura de glicemia “adulterada”, seja por erro de programação ou por alguma invasão <em>hacker</em>. Se a glicemia da pessoa estiver normal, mas esta leitura adulterada apontar níveis muito altos de açúcar no sangue, o aparelho pode interpretar isto como hiperglicemia e liberar uma quantidade alta de insulina para baixar os valores. As conseqüências disto para quem já estava com a glicemia normal podem ser perigosíssimas.</p>
[button link=&#8221;http://www.diabeticool.com/novo-pancreas-artificial-faz-sucesso-em-feira-e-ganha-premio/&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;#008ec8&#8243;]CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE O PÂNCREAS ARTIFICIAL![/button]
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEGURANÇA REFORÇADA</strong></p>
<figure id="attachment_7330" aria-describedby="caption-attachment-7330" style="width: 244px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7330" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-gadget-show-2014-diabetes.jpg" alt="novo pancreas artificial gadget show 2014 diabetes" width="244" height="247" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-gadget-show-2014-diabetes.jpg 244w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-gadget-show-2014-diabetes-237x240.jpg 237w" sizes="(max-width: 244px) 100vw, 244px" /><figcaption id="caption-attachment-7330" class="wp-caption-text">Imagem: Wired.com</figcaption></figure>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> estudo sugere que os fabricantes de pâncreas artificiais tornem os aplicativos que os controlam mais “robustos”. Um exemplo é programar para que haja checagens extra caso algum valor de glicemia muito discrepante apareça.</p>
<p>Além disso, todos os fabricantes devem relatar publicamente quais protocolos de segurança online utilizam nos aparelhos que transmitem dados. Esta seria uma garantia de que há camadas de proteção contra adulteração e roubo de dados pessoais nestes equipamentos.</p>
<p>Os cientistas da Mayo Clinic não são os únicos preocupados com a segurança eletrônica de equipamentos médicos. No ano passado, a FDA, agência regulatória de medicamentos dos EUA, lançou um guia de <em>cyber</em>segurança para equipamentos médicos, visando justamente o emergente mercado de pâncreas artificiais.</p>
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		<title>OPINIÃO: Ué, mas já não existe o &#8216;pâncreas artificial&#8217;?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/opiniao-ue-mas-ja-nao-existe-o-pancreas-artificial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2015 16:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Xavier Hames]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carlos Monteiro explica o marketing por trás da história do garotinho que recebeu o “primeiro pâncreas artificial”, muito comentada nas redes sociais.  Por Carlão Monteiro Diabético, colunista do Diabeticool Semana passada, vi muita gente nas redes sociais compartilhando a foto acima. A imagem era acompanhada por legendas que afirmavam que o garotinho havido sido o primeiro &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Carlos Monteiro explica o marketing por trás da história do garotinho que recebeu o “primeiro pâncreas artificial”, muito comentada nas redes sociais.</em> <span id="more-8362"></span></p>
<h4><span style="color: #008080;"><strong>Por Carlão Monteiro Diabético, colunista do Diabeticool</strong></span></h4>
<p>Semana passada, vi muita gente nas redes sociais compartilhando a foto acima. A imagem era acompanhada por legendas que afirmavam que o garotinho havido sido <strong>o primeiro no mundo a receber um pâncreas artificial</strong>.</p>
<p><em>Ué &#8211; </em>eu me perguntei<em> -, estamos em 2015 mesmo ou estou delirando? Eu já não tinha visto dezenas de pessoas receberem pâncreas artificiais nos últimos anos? Será que o pessoal estava compartilhando notícia antiga?</em></p>
<p>Pesquisando sobre o assunto, descobri que a história do &#8220;primeiro pâncreas artificial do mundo&#8221; nada mais é do que um exemplo do que de pior há quando o assunto é divulgação de informações sobre diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>PARA QUEM NÃO VIU&#8230;</strong></h4>
<p>Xavier Hames, diabético tipo 1 de 4 anos de idade, morador da Austrália, recebeu um dispositivo eletrônico e automático de injeções de insulina. O aparelho, do tamanho de um MP3 player, trabalha com um sensor e tubinhos plásticos inseridos sob a pele. A partir deles, um computador presente no aparelho monitora os níveis de açúcar no sangue e envia insulina ao corpo conforme necessário. Evita-se, assim, as injeções cotidianas de insulina. O equipamento funciona com bateria e dura 4 anos; depois disso, precisa ser reinstalado no corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>UMA “PRIMEIRA VEZ” QUE JÁ ACONTECEU</strong></h4>
<p>Ora, é claro que já existem sistemas como esse em uso. O Diabeticool noticiou <a href="http://www.diabeticool.com/este-homem-e-um-testador-de-pancreas-artificiais/">aqui</a>, <a href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-feito-com-iphone-e-testado-com-sucesso-em-diabeticos/">aqui </a>e <a href="http://www.diabeticool.com/novo-pancreas-artificial-faz-sucesso-em-feira-e-ganha-premio/">aqui</a>. <strong>Pâncreas artificiais não são novidade, de jeito nenhum</strong>. Apesar de ser ótimo saber que o menino Xavier agora poderá ter um controle muito mais fácil da glicemia, é importante também ressaltar que não há grandes novidades nisso &#8211; tais sistemas eletrônicos já existem.</p>
<p>Então por que a novidade foi propagandeada como o &#8220;primeiro pâncreas artificial&#8221;?</p>
[pullquote]O hospital queria vender o novo produto, inventou a frase &#8220;o 1º pâncreas artificial&#8221; para chamar a atenção, e muito jornalista desinformado acreditou&#8230;[/pullquote]
<p>A resposta é simples: <strong>preguiça jornalística</strong>. O hospital australiano que realizou a instalação do pâncreas artificial no menino vendeu a idéia de que era &#8220;o primeiro&#8221; do mundo apenas para gerar oba-oba sobre o novo produto. O que faltou falar foi o seguinte: foi a primeira vez que uma pessoa no mundo recebeu <strong><em>aquele modelo específico</em></strong> de pâncreas artificial.</p>
<p>De novidade, o pâncreas eletrônico do hospital australiano consegue acusar episódios de hipoglicemia antes que eles ocorram. Assim, o aparelho deixa de fornecer insulina por um tempo, até que o organismo se estabilize. Isto promete trazer mais tranqüilidade aos pais de diabéticos tipo 1, que muitas vezes acordam no meio da noite para checar se seus filhos estão bem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>JORNALISMO PREGUIÇOSO EXPLICA</strong></h4>
<p><strong>Você compartilharia uma notícia cuja chamada era: &#8220;Garoto de 4 anos é o primeiro a receber novo modelo de pâncreas artificial de hospital australiano&#8221;?</strong> Provavelmente não, não é mesmo? Pois esta é a verdade. Pâncreas artificiais já existem faz tempo. O novo modelo traz, de fato, uma novidade importante, mas isto não justifica chamá-lo de &#8220;primeiro no mundo&#8221;.</p>
<p>O tino comercial do hospital, ampliando o marketing sobre seu novo produto (<strong>que deve custar dez mil dólares </strong>aos consumidores!), aliado a jornalistas sensacionalistas que apenas papagueiam comunicados de imprensa e não pesquisam sobre o que falam, acaba criando confusão e desinformação. Reitero: foi super legal que o menininho recebeu um pâncreas eletrônico – mas não precisava mentir sobre o assunto, né? Para saber realmente o que está acontecendo no mundo do diabetes, confie em portais de respeito e renome, como o Diabeticool, formado por quem realmente entende da doença e que pesquisa profundamente os assuntos antes de publicá-los (é o que eu tento fazer&#8230;!!).</p>
<p>Um abraço, pessoal (e feliz 2015!)!!</p>
<div style="background-color: #efefec; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong><img loading="lazy" class="alignright wp-image-5802" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png" alt="carlao monteiro" width="133" height="133" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 133px) 100vw, 133px" />Carlão Monteiro Diabético</strong> ganhou este último &#8220;sobrenome&#8221; carinhoso há mais de 20 anos, quando descobriu que teria de conviver com o diabetes. Passou a estudar muito sobre a doença, devorando todos os livros e artigos científicos que passavam pela sua frente. Neste tempo, já testou milhares de tratamentos diferentes e ouviu as mais exóticas histórias sobre curas do diabetes. Ele compartilha seu vasto conhecimento com os leitores do Diabeticool nesta coluna especial.</div>
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		<title>Cientistas criam &#8216;pâncreas artificial&#8217; para controlar diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/cientistas-criam-pancreas-artificial-para-controlar-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 21:29:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas biônico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dispositivo inclui sensor que mede taxa de açúcar no sangue em tempo real e smartphone que calcula quantidade de insulina a ser bombeada. Um dispositivo portátil que funciona como um pâncreas artificial se mostrou eficaz em controlar o diabetes tipo 1 em adultos e jovens com a doença. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a tecnologia, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="subtitle t-medium-darkgray heavy"><em><strong>Dispositivo inclui sensor que mede taxa de açúcar no sangue em tempo real e smartphone que calcula quantidade de insulina a ser bombeada.</strong></em></h2>
<p><span id="more-7696"></span></p>
<p style="color: #4a4a4a;">Um dispositivo portátil que funciona como um pâncreas artificial se mostrou eficaz em controlar o diabetes tipo 1 em adultos e jovens com a doença. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a tecnologia, a técnica é mais prática e segura do que as disponíveis atualmente para tratar o problema.</p>
<p style="color: #4a4a4a;">Pessoas com <a title="Cientistas investigam efeitos do diabetes tipo 1 na gestação" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-investigam-efeitos-do-diabetes-tipo-1-na-gestacao/">diabetes tipo 1</a> não produzem quantidades suficientes de insulina, hormônio secretado pelo pâncreas responsável por tirar a glicose da corrente sanguínea. Atualmente, o controle da doença pode ser feito com injeções diárias de insulina ou bombas que liberam o hormônio conforme sua programação. No entanto, ambas as técnicas exigem que o paciente monitore os seus níveis de açúcar várias vezes ao dia para que não sofra uma hipoglicemia (pouco açúcar no sangue).</p>
<p>O novo dispositivo, criado por pesquisadores da Universidade de Boston e do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, é diferente de outras tecnologias que tentam copiar a ação do pâncreas.</p>
<p>Segundo os especialistas, o aparelho controla a taxa de açúcar no sangue do paciente em tempo real. Além disso, secreta, afora a insulina, outro hormônio: o glucagon, que neutraliza a ação da insulina e que pode ser liberado caso a taxa de açúcar no sangue do paciente diminua demais. Essas duas ações ajudam a prevenir a hipoglicemia.</p>
<p>“Esse ‘pâncreas biônico’ assume completamente o controle da taxa de açúcar no sangue. É uma solução autônoma”, disse Edward Damiano, professor de engenharia biomédica da Universidade de Boston e um dos autores do estudo, à rede americana <em>CBS</em>.</p>
<p style="color: #4a4a4a;"><strong>Tecnologia — </strong>O ‘<a title="Pâncreas artificial feito com iPhone é testado com sucesso em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-feito-com-iphone-e-testado-com-sucesso-em-diabeticos/">pâncreas biônico</a>’ é formado por um pequeno sensor inserido sob a pele de um lado do abdome do paciente. Esse sensor mede os níveis de glicose no sangue e envia essa informação a um smartphone adaptado.</p>
<p style="color: #4a4a4a;">O aparelho, a partir desses dados, calcula a quantidade de insulina ou glucagon que deve ser secretada. Os hormônios são administrados por duas pequenas bombas ligadas a tubos finos que são inseridos sob a pele do outro lado do abdome do paciente.</p>
<p style="color: #4a4a4a;"><strong>Teste — </strong>Os testes do dispositivo foram feitos em 20 adultos e 32 adolescentes com diabetes tipo 1. Todos usaram a tecnologia durante cinco dias seguidos. Os resultados foram publicados neste domingo na revista <em>The New England Journal of Medicine</em>.</p>
<p style="color: #4a4a4a;">Os pesquisadores concluíram que a tecnologia monitora a taxa de açúcar no sangue de forma mais eficaz do que se os pacientes controlassem esses níveis por conta própria. O uso da tecnologia reduziu em 37% a necessidade de intervenções para combater a <a title="Mulher com hipoglicemia é agredida por policiais (VÍDEO)" href="http://www.diabeticool.com/mulher-com-hipoglicemia-e-agredida-por-policiais-video/">hipoglicemia </a>e cortou pela metade o tempo de duração de um episódio do problema em adultos. De maneira geral, os pacientes demonstraram melhora nos níveis de glicose no sangue com o uso do dispositivo.</p>
<p style="color: #4a4a4a;">Embora vejam os resultados como muito positivos, os pesquisadores dizem que precisam testar o dispositivo em um número maior de pacientes. Se os efeitos forem comprovados, eles poderão pedir aprovação para o órgão regulatório americano, o Food and Drug Administration (FDA).</p>
<p style="color: #4a4a4a;"><strong>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cientistas-criam-pancreas-artificial-para-controlar-diabetes-tipo-1" target="_blank" rel="nofollow">Veja.com</a></strong></p>
<p style="color: #4a4a4a;">The post <a href="https://www.diabeticool.com/cientistas-criam-pancreas-artificial-para-controlar-diabetes-tipo-1/">Cientistas criam ‘pâncreas artificial’ para controlar diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pâncreas artificial feito com iPhone é testado com sucesso em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2014 18:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[glucagon]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial portátil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A matéria a seguir, do jornal O Globo, não representa novidade para os leitores do Diabeticool. Ainda assim, vale a pena checar mais esta novidade! BOSTON &#8211; Um pâncreas artificial portátil, construído a partir de um iPhone modificado, regulou com sucesso os níveis de açúcar no sangue em pessoas que têm diabetes tipo 1, segundo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A matéria a seguir, do jornal O Globo, não representa novidade para os leitores do Diabeticool. Ainda assim, vale a pena checar mais esta novidade!</em><br />
<span id="more-7649"></span></p>
<p>BOSTON &#8211; Um <a title="Novo pâncreas artificial faz sucesso em feira e ganha prêmio" href="http://www.diabeticool.com/novo-pancreas-artificial-faz-sucesso-em-feira-e-ganha-premio/">pâncreas artificial</a> portátil, construído a partir de um iPhone modificado, regulou com sucesso os níveis de açúcar no sangue em pessoas que têm diabetes tipo 1, segundo uma pesquisa publicada no “The New England Journal of Medicine” no domingo.</p>
<p>O pâncreas artificial é a última versão de um dispositivo que vem sendo redesenhado por muitos anos. O sistema consiste em um iPhone 4S acoplado a um monitor de glicose, duas bombas, e reservatórios de insulina e glucagon. Um sensor embaixo da pele de um dos lados do abdômen mede a glicose no fluido entre as células, o que corresponde de perto aos níveis de glicose no sangue. O sensor libera uma leitura para o smartphone e o software do smartphone calcula a dose de insulina a cada cinco minutos. O medicamento é, então, bombeado através de tubos finos de dois pontos de infusão minúsculos incorporados sob a pele do outro lado do abdômen do paciente.</p>
<p>O telefone também tem um aplicativo no qual um paciente pode inserir informações imediatamente antes de comer, indicando se a refeição é o café da manhã, almoço ou jantar, e se o conteúdo de carboidratos será pequeno, grande ou típico. Em seguida, ele calcula e distribui as doses adequadas. O dispositivo ainda requer uma picada no dedo duas vezes por dia para obter uma leitura precisa de sangue, o que o paciente entra no telefone.</p>
<p>— Fiquei impressionado como o dispositivo funcionou bem — disse Ed Damiano, da Universidade de Boston University, que trabalhou no projeto.</p>
<p><strong>Testes durante cinco dias</strong></p>
<p>Os desenvolvedores testaram o dispositivo durante cinco dias em dois grupos de pacientes, 20 adultos e 32 adolescentes, comparando os resultados com as leituras obtidas com bombas de insulina convencional que os participantes estavam usando. Os adultos testados tinham, cada um, a constante atenção de uma enfermeira, e eles ficaram hospedados em um hotel para o estudo de cinco dias. Na maioria das vezes eles eram livres para viajar e exercer atividades normais. Os adolescentes, sendo 16 meninos e 16 meninas, viveram sob supervisão em um acampamento de verão para jovens com diabetes.</p>
<p>Christopher Herndon, de 13 anos, testou o aparelho em agosto durante um acampamento para crianças com diabetes. E odiou ter que deixar de usar o dispositivo.</p>
<p>— É como um sonho para os diabéticos, exime da responsabilidade; evita riscos ao organismo e faz com que você se sinta bem o tempo todo — explicou Herndon à rede de TV NBC.</p>
<p>Diabetes tipo 1, que geralmente começa na infância ou na idade adulta jovem, é uma condição crônica em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina, o hormônio que reduz os níveis de açúcar no sangue. A insulina funciona em conjunto com <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">glucagon</a>, um hormônio que aumenta o açúcar no sangue. Juntos, eles mantêm o açúcar no sangue em uma faixa saudável.</p>
<p>Cerca de um terço das pessoas com <a title="Nova caneta de insulina reutilizável para pessoas com diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/nova-caneta-de-insulina-reutilizavel-para-pessoas-com-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> dependem de bombas de insulina para regular o açúcar no sangue, o que elimina a necessidade para injecções e pode ser programado para imitar a libertação natural de insulina. O problema é que essas bombas não se ajustam automaticamente às necessidades de insulina variáveis ​​do paciente, e eles não liberam glucagon. Este novo dispositivo libera ambos os hormônios, e faz isso com pouca intervenção do paciente, a cada cinco minutos.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/pancreas-artificial-feito-com-iphone-testado-com-sucesso-em-diabeticos-12877812" target="_blank" rel="nofollow">O Globo</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-feito-com-iphone-e-testado-com-sucesso-em-diabeticos/">Pâncreas artificial feito com iPhone é testado com sucesso em diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Este homem é um &#8220;testador&#8221; de pâncreas artificiais!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2014 21:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de insulina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas Brobson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhe as aventuras de Thomas Brobson, diabético tipo 1 que testa há mais de 5 anos pâncreas artificiais. Será que a tecnologia pode mesmo melhorar a vida? Com notícias recentes sobre o desenvolvimento de pâncreas artificiais, uma dúvida talvez passe pela cabeça de quem tem diabetes: como seria usar um pâncreas artificial? Para tentar responder &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Acompanhe as aventuras de Thomas Brobson, diabético tipo 1 que testa há mais de 5 anos pâncreas artificiais. Será que a tecnologia pode mesmo melhorar a vida?</em><span id="more-7350"></span></p>
<figure id="attachment_7356" aria-describedby="caption-attachment-7356" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7356" alt="thomas brobson pancreas artificial diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/thomas-brobson-pancreas-artificial-diabetes.jpg" width="600" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/thomas-brobson-pancreas-artificial-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/thomas-brobson-pancreas-artificial-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7356" class="wp-caption-text">Brobson testa pâncreas artificiais desde 2007!</figcaption></figure>
<p>Com notícias recentes sobre o desenvolvimento de pâncreas artificiais, uma dúvida talvez passe pela cabeça de quem tem diabetes: como seria usar um pâncreas artificial? Para tentar responder essa pergunta, vamos conhecer <strong>Thomas Brobson</strong>. Hoje com 54 anos, Thomas é o Diretor Nacional de Pesquisas da JDRF (<em>Juvenile Diabetes Research Foundation</em>, ou Fundação de Pesquisa para Diabetes em Jovens), uma instituição de caridade dedicada a financiar pesquisas sobre diabetes. Mais do que isso, Thomas tem <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> e <strong>participou de testes clínicos de pâncreas artificiais em 2007 e 2012</strong>. Agora, através de depoimentos seus, vamos trazer a história dele até vocês. Além de contar suas experiências, Thomas também revela a grande evolução da tecnologia nos últimos anos e fala sobre o atual estágio de desenvolvimento do pâncreas artificial.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">NOVIDADE QUENTE</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/novo-pancreas-artificial-faz-sucesso-em-feira-e-ganha-premio/">Novo pâncreas artificial faz sucesso em feira e ganha prêmio</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_7355" aria-describedby="caption-attachment-7355" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7355 " alt="pancreas artificial esquema" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/pancreas-artificial-esquema.jpg" width="300" height="227" /><figcaption id="caption-attachment-7355" class="wp-caption-text">Esquema mostra o funcionamento de um pâncreas artificial.</figcaption></figure>
<p><strong>COMO TUDO COMEÇOU</strong></p>
<p>Thomas se juntou à equipe da JDRF em 2005, um ano depois de ser diagnosticado com diabetes. Em 2006, a instituição decidiu financiar pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de pâncreas artificiais e Thomas se voluntariou para ser uma “cobaia”. Em 2007 ele participou, pela primeira vez, de testes clínicos na Universidade de Virginia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA</strong></p>
<p>Depois de ser conectado ao pâncreas artificial, Thomas lembra de um engenheiro lhe dizer que “o sistema está controlando sua <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> agora” e de ele pensar “como assim?”. Em sua cabeça, não paravam de passar as perguntas tão frequentes a ele: “preciso comer mais agora?”, “como está minha glicemia?”.</p>
<figure id="attachment_7353" aria-describedby="caption-attachment-7353" style="width: 297px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7353 " alt="brobson pancreas artificial" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-pancreas-artificial.jpg" width="297" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-7353" class="wp-caption-text">Thomas exibie o modelo mais recente do pâncreas artificial que testou.</figcaption></figure>
<p>“São as primeiras perguntas que eu me faço depois de acordar e as últimas antes de dormir”, contou Thomas, em entrevista para o site <em>Diabetes Mine</em>. “Foi um momento marcante na minha vida, pois eu percebi que não precisava pensar sobre diabetes. Após algumas horas, eu estava comendo e vivendo, e pensando que o sistema realmente estava em controle. Eu tinha permissão para ver os dados de glicemia, mas não precisava fazer nada a respeito. <strong>Foi uma sensação inacreditável e bastante emocionante para mim</strong>”.</p>
<p>Entretanto, apesar de funcionar bem, <strong>o sistema tinha desvantagens</strong>. A falta de praticidade era uma delas – Thomas precisava ficar com agulhas intravenosas em ambos os braços, uma para insulina e uma para glucagon. “Ir ao banheiro envolvia eu e mais três pessoas”, ele lembra. Além disso, Thomas não pôde sair do hospital e vivenciar situações do “mundo real”. Isso mudou em sua segunda experiência, cinco anos depois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA E OS TESTES CLÍNICOS EM 2012</strong></p>
<p>Quando Thomas voltou para novos testes clínicos em dezembro de 2012, a diferença em relação ao procedimento de cinco anos atrás não poderia ter sido maior. “Eles, literalmente, apenas me deram um celular e falaram ‘vá viver sua vida’”, diz ele.</p>
<p style="text-align: left;">A grande evolução da tecnologia e da internet sem fio dos últimos anos ajudou, e muito, no desenvolvimento do pâncreas artificial. Agora, com <a title="Nova bomba de insulina da Cellnovo: um show de tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/nova-bomba-de-insulina-da-cellnovo-um-show-de-tecnologia/">bombas de insulina inteligentes</a> e monitores de glicose contínuos, o novo design do pâncreas artificial era prático e discreto, e não tinha a necessidade das desconfortáveis agulhas intravenosas. Tudo se resumia, basicamente, a um dispositivo parecido com um <em>smartphone</em>, com poucos parâmetros para serem ajustados pelo paciente. Dessa vez, não apenas ele poderia sair do hospital, como foi obrigado a fazer isso. Não foi exatamente um grande sacrifício para Thomas seguir essa recomendação médica.</p>
<figure id="attachment_7352" aria-describedby="caption-attachment-7352" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-7352" alt="brobson no restaurante diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-no-restaurante-diabetes.jpg" width="600" height="349" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-no-restaurante-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-no-restaurante-diabetes-413x240.jpg 413w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7352" class="wp-caption-text">Assim que adquiriu o novo dispositivo, Thomas deleitou-se em um restaurante tipicamente americano.</figcaption></figure>
<p>Logo após sair do hospital, Thomas foi a um restaurante e pediu um <em>cheeseburger</em> e um <em>sundae</em>. O sistema de pâncreas artificial funcionou perfeitamente, mantendo seus níveis de glicemia estáveis automaticamente. Durante o curto período de teste &#8211; de três dias &#8211; Thomas precisava apenas ajustar as bombas de insulina ocasionalmente, através de dois simples botões em seu dispositivo.</p>
<p>“Durante esses três dias vivendo com o pâncreas artificial, eu não precisava pensar no diabetes. Para mim, a cura do diabetes é justamente não ter que pensar sobre diabetes. O pâncreas artificial não é a cura, mas através dele pude vislumbrar como seria a cura – e essa foi a parte mais poderosa de toda a experiência para mim”.</p>
<figure id="attachment_7354" aria-describedby="caption-attachment-7354" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7354" alt="novo pancreas artificial em funcionamento" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-em-funcionamento.jpg" width="600" height="369" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-em-funcionamento.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-em-funcionamento-390x240.jpg 390w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7354" class="wp-caption-text">O novo pâncreas em atividade.</figcaption></figure>
<p>Atualmente, Thomas continua buscando financiamento para novas pesquisas relacionadas ao tratamento do diabetes tipo 1 e ao desenvolvimento de pâncreas artificiais. A próxima etapa, segundo pesquisadores da Universidade de Virginia, é testar o sistema durante um período de 6 meses. Quando os testes clínicos irão acontecer e quando teremos um pâncreas artificial disponível no mercado, ainda não podemos dizer. Mas, se precisarem de voluntários, os cientistas provavelmente saberão onde encontrar um.</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-6719" alt="ricardo schinaider de aguiar perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ricardo-schinaider-de-aguiar-perfil-diabeticool.jpg" width="114" height="138" /></strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Ricardo Aguiar é biólogo (UNICAMP), especialista em divulgação científica (LABJOR/</strong><strong>UNICAMP) e colabora com o Diabeticool trazendo para a gente as últimas e mais empolgantes novidades da Ciência relacionadas ao diabetes, à saúde e a um estilo de vida mais saudável.</strong></span></p>
</div>
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		<title>Novo pâncreas artificial faz sucesso em feira e ganha prêmio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2014 13:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[Joan Taylor]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Protótipo super tecnológico e inovador, que utiliza um gel especial para medir a glicemia, é destaque no Gadget Show Live 2014 e ganha principal prêmio do evento. Começou na semana passada, na cidade inglesa de Birmingham, o Gadget Show Live. Trata-se de um evento tecnológico no qual expositores do mundo todo apresentam novos produtos e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Protótipo super tecnológico e inovador, que utiliza um gel especial para medir a glicemia, é destaque no Gadget Show Live 2014 e ganha principal prêmio do evento.</em><span id="more-7327"></span></p>
<figure id="attachment_7328" aria-describedby="caption-attachment-7328" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-7328 " alt="pancreas aritifical diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/pancreas-aritifical-diabetes.jpg" width="580" height="326" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/pancreas-aritifical-diabetes.jpg 580w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/pancreas-aritifical-diabetes-415x233.jpg 415w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /><figcaption id="caption-attachment-7328" class="wp-caption-text">Este é o novo pâncreas artificial, destaque no evento de tecnologia. A promessa é facilitar bastante a vida de quem está com diabetes. Imagem: Joe Giddens/PA Wire/Press Association Images.</figcaption></figure>
<p>Começou na semana passada, na cidade inglesa de Birmingham, o <strong>Gadget Show Live</strong>. Trata-se de um evento tecnológico no qual expositores do mundo todo apresentam novos produtos e aparelhos eletrônicos.</p>
<p>A audiência vibra com as novidades, que parecem saídas de um filme de ficção científica. Este ano, os destaques vão para uma bicicleta dobrável, uma barreira prática e de montagem rápida para se colocar na frente de portas e janelas em caso de enchentes, um skate que lembra aquele do filme &#8220;De Volta para o Futuro&#8221; e &#8211; de especial interesse para nós &#8211; um <strong>novo <a title="Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona" href="http://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/">pâncreas artificial</a></strong>.</p>
<p>Este novo pâncreas artificial, aliás, pode ser considerado &#8220;<strong>o</strong>&#8221; destaque da Gadget Show Live de 2014. O produto ganhou o prêmio &#8220;Inventor Britânico do Ano&#8217;, oferecido pela primeira vez pelos organizadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE ESTE PÂNCREAS TEM DE NOVIDADES?</strong></p>
<p>Antes de mais nada, vale lembrar: &#8220;pâncreas artificial&#8221; é qualquer aparelho eletrônico que simula o funcionamento do pâncreas humano. Este órgão normalmente produz <strong>insulina</strong>, o hormônio que ajuda a baixar a glicemia. Pessoas que estão com diabetes &#8211; em especial o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> &#8211; não produzem insulina na quantidade adequada e têm que injetar o hormônio todos os dias (e <em>várias vezes </em>por dia, para alguns), por isso uma alternativa &#8220;artificial&#8221; é muito bem-vinda.</p>
 A profa. Joan Taylor, idealizadora do aparelho.
<p>O novo pâncreas eletrônico foi criado pela professora <strong>Joan Taylor</strong> (em foto à esq.), da Universidade De Montfort, junto à empresa Renfrew Group. A grande novidade do aparelho que o diferencia dos demais pâncreas artificiais (e das <a title="O que são as bombas de infusão de insulina?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-as-bombas-de-infusao-de-insulina/">bombas de insulina </a>tradicionais) é que, através dele, a insulina é injetada no corpo pelo peritôneo e não mais pelo tecido adiposo. Isto garante que a insulina trabalhe muito mais rápido. A glicemia, assim, diminui em tempo bem menor.</p>
<p>Outra novidade é que o aparelho detecta as variações da quantidade de glicose no sangue através de um <strong>gel especial</strong> (que é o que dá a coloração azulada que podemos ver nas imagens). O gel é capaz de perceber a glicemia e lançar no corpo quantidades maiores ou menores de insulina, de acordo com o necessário. Ele terá uma autonomia de até seis semanas até precisar ser &#8220;reabastecido&#8221; com o hormônio.</p>
<p>&#8220;Este incrível aparelho não apenas irá acabar com a necessidade de manualmente injetar insulina, mas também vai garantir que doses perfeitas serão administradas todas as vezes&#8221;, afirmou Joan, a inventora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANDO PODEREMOS COMPRAR O PÂNCREAS ARTIFICIAL PREMIADO?</strong></p>
<figure id="attachment_7330" aria-describedby="caption-attachment-7330" style="width: 244px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7330" alt="novo pancreas artificial gadget show 2014 diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-gadget-show-2014-diabetes.jpg" width="244" height="247" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-gadget-show-2014-diabetes.jpg 244w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-gadget-show-2014-diabetes-237x240.jpg 237w" sizes="(max-width: 244px) 100vw, 244px" /><figcaption id="caption-attachment-7330" class="wp-caption-text">Imagem: Wired.com</figcaption></figure>
<p>Até agora, o aparelho já foi testado, com enorme sucesso, em ratos e porcos. Falta saber se funcionará em humanos.</p>
<p>Testes clínicos preliminares já começaram a ser feitos. O grupo de criadores do novo pâncreas espera que os primeiros transplantes (o aparelho deve ser instalado cirurgicamente nas pessoas) ocorram em 2016. <strong>Estima-se que dentro de uma década ele estará à venda</strong>.</p>
<p>&#8220;Nós estamos próximos de embarcar nos testes clínicos. O diabetes custa à sociedade mais de 3 milhões de reais por hora em tratamentos [no Reino Unido], e muito desse dinheiro é gasto no tratamento de complicações&#8221;, disse Joan.</p>
<p>&#8220;Ao controlar a glicemia tão efetivamente, nós seremos capaz de reduzir os problemas de saúde associados [ao diabetes]&#8221;, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novo-pancreas-artificial-faz-sucesso-em-feira-e-ganha-premio/">Novo pâncreas artificial faz sucesso em feira e ganha prêmio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Leia aqui a matéria de capa da IstoÉ sobre o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2014 19:15:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[bombas de insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas. Um robusto conjunto de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas.</em><span id="more-7125"></span></p>
<p>Um robusto conjunto de novidades que começam a chegar ao Brasil irá mudar para muito melhor a vida dos 12 milhões de diabéticos do País. Entre elas estão remédios que controlam a doença, <a title="Games ‘ativos’ ajudam a controlar diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/games-ativos-ajudam-a-controlar-diabetes-diz-estudo/">ajudam a perder peso</a> e ainda contribuem para baixar a pressão arterial, a primeira insulina com ação de até 40 horas e aparelhos que permitem acompanhar a evolução da enfermidade com maior precisão. Somados aos outros avanços que estão por vir, esses recursos representam a maior virada até agora na luta contra a doença. “Estamos vivendo uma era de ouro em relação ao tratamento da diabetes”, afirma o endocrinologista Walter Minicucci, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes. “E o panorama do futuro também é bastante promissor”, acredita.</p>
<p>A diabetes é uma doença crônica que se tornou um dos maiores problemas de saúde pública mundial. Caracterizada pelo excesso de glicose na corrente sanguínea, a enfermidade traz prejuízos terríveis quando não controlada. Está, por exemplo, diretamente associada ao aumento do risco de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral, e figura como uma das principais causas de cegueira no mundo. Por isso, a urgência em se encontrar maneiras mais eficazes de combatê-la, antes que seja tarde demais.</p>
<p>Felizmente, algumas dessas estratégias começaram a desembarcar no País nas últimas semanas. Na segunda-feira 17, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou para comercialização no Brasil a primeira insulina com efeito de até 40 horas. Trata-se da Tresiba (degludeca), fabricada pelo laboratório Novo Nordisk. A insulina é o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose que está circulando no sangue. Quando há algum problema na sua fabricação ou no seu funcionamento, há o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea que tanto estraga o organismo. Os portadores do tipo 1 da doença não conseguem fabricar insulina, já que as células que a produzem são destruídas pelo próprio corpo. Por essa razão, são obrigados a recorrer a uma solução externa: injeções diárias de insulina – às vezes mais de uma – para conseguir manter o nível adequado de glicose.</p>
<p>Até hoje, o tempo mais longo de efeito de uma insulina injetável era de 24 horas. Ou seja, o paciente não podia ficar mais de um dia sem reaplicar o remédio, sob risco de sofrer novamente com o excesso de açúcar no sangue. Com a Tresiba, ganha um tempo extra de janela, caso seja necessário. “Recomendamos que os pacientes tomem uma dose por dia, mas os benefícios da insulina se mantêm por até 40 horas”, explica a endocrinologista Mariana Narbot, gerente médica do Novo Nordisk no Brasil. Isso significa que o diabético terá maior flexibilidade para os intervalos entre as aplicações. Se tomou uma dose às dez da manhã de um dia, não precisará injetar a próxima dose impreterivelmente às dez da manhã do dia seguinte. “Ele ficará com uma melhor qualidade de vida”, diz Mariana.</p>
<p>Espera-se também para os próximos meses a entrada no mercado das duas primeiras medicações que atuam nos rins – o Forxiga, do Laboratório AstraZeneca, e o Invokana, da Janssen. Os órgãos têm papel importante para o equilíbrio das taxas de glicose no sangue, ao permitirem a reabsorção de parte do açúcar por eles filtrada. A nova classe de drogas – de uso oral – impede justamente esse processo. O resultado é que o açúcar é eliminado pela urina, assim como o sódio. “Há uma queda importante na concentração de glicose”, explica o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente eleito da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade.</p>
<p>Na conta final, o paciente acaba com a <a title="Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg" href="http://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">glicemia controlada</a> e ainda pode sofrer perda de peso e queda na pressão arterial. Em estudos realizados com o Forxiga, por exemplo, a média de perda de peso, após um ano de uso, foi de três a quatro quilos. E houve diminuição de cinco milímetros de mercúrio na pressão arterial sistólica (máxima). Por exemplo, um indivíduo cuja pressão era de 150 mmHg x 80 mmHg pode ter experimentado uma diminuição para 145 mmHg x 80 mmHg. “São vantagens importantíssimas em se tratando de diabéticos, já que a combinação da doença com obesidade e hipertensão arterial é algo perigoso, elevando brutalmente o risco para doenças cardiovasculares”, diz o endocrinologista João Eduardo Nunes Salles, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O efeito colateral mais importante observado foi infecção genital causada por fungos (a eliminação de muito açúcar pela urina muda a flora bacteriana da região, deixando a área mais propensa à ­proliferação desses micro-organismos). O Laboratório Pfizer também está desenvolvendo uma droga do gênero (ertugliflozin), sob análise em estudo clínico.</p>
<p>Essas medicações reforçam um arsenal já encorpado depois da chegada de remédios que atuam sobre as <a title="Gordura gera “caos” no corpo humano" href="http://www.diabeticool.com/gordura-gera-caos-no-corpo-humano/">incretinas</a>, hormônios produzidos pelo intestino e que desempenham papel importante para o equilíbrio dos níveis glicêmicos. “Eles são muito eficientes”, assegura a endocrinologista Maria Fernanda Barca, de São Paulo. A médica Sophia Caldas, 27 anos, faz uso do remédio e está conseguindo controlar a doença. “Também parei de comer pão, macarrão e doce. E meço a glicose todos os dias”, conta.</p>
<p>O monitoramento da doença será outro aspecto ainda mais facilitado. Deve chegar nos próximos meses ao Brasil uma nova geração de monitores de glicemia. Fabricado pela Sanofi Diabetes em parceria com a Agamatrix, o IBGStar &#x2122; é capaz, por exemplo, de medir as taxas de açúcar, enviar as informações para iPhone ou iPod Touch e compartilhar os dados com médicos e familiares. O paciente pode criar uma espécie de diário digital da evolução do tratamento, armazenando informações sobre as oscilações nos níveis glicêmicos, entre outras.</p>
<p>Para aqueles que usam <a title="Nova bomba de insulina da Cellnovo: um show de tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/nova-bomba-de-insulina-da-cellnovo-um-show-de-tecnologia/">bombas de insulina</a> (infundem o hormônio), a novidade é a chegada do sistema de infusão Paradigm VEO, da Medtronic. É o mais moderno do gênero. Seu diferencial é sua capacidade de interromper o fornecimento de insulina caso os níveis de açúcar no sangue atinjam patamares perigosamente baixos. Trata-se de uma medida de segurança, para evitar que o indivíduo continue a receber insulina mesmo quando não for necessário, correndo o risco de sofrer uma crise de hipoglicemia (falta de glicose na corrente sanguínea). O aparelho acabou de receber autorização da Anvisa para ser vendido no Brasil.</p>
<p>Na Universidade de São Paulo, prossegue uma experiência usando células-tronco para tratar o tipo 1 da enfermidade. O raciocínio é simples. Como esse gênero da doença é causado pelo ataque do sistema de defesa do corpo às células fabricantes de insulina, a ideia é criar um novo sistema imunológico, desta vez sem o defeito que o leva a atacar o próprio organismo. Para isso, primeiro células-tronco são extraídas da medula óssea dos pacientes – é na medula óssea que são fabricadas as células do sistema imunológico. Essas células-tronco, com potencial para dar origem a novas células de defesa, são preservadas. Em seguida, o paciente é submetido a uma quimioterapia intensa, destinada a destruir toda a medula ­defeituosa. Depois, as células-tronco que haviam sido guardadas são reinjetadas, formando uma nova medula óssea. Até agora, 25 diabéticos foram submetidos ao procedimento. Três estão livres da dependência de insulina.</p>
<p>O estudante de medicina Renato Fernandes Silveira, 25 anos, de São Paulo, não toma mais o remédio há nove anos. “Levo uma vida normal”, conta. “Controlo a ingestão de carboidratos e me exercito. Nunca mais usei insulina.” Neste momento, os pesquisadores se dedicam a entender por que participantes que também haviam interrompido o uso do hormônio foram obrigados a voltar a injetá-lo. “Quatro pacientes já integram essa nova pesquisa. O estudo será realizado em colaboração com cientistas americanos e franceses”, informa o endocrinologista Carlos ­Eduardo Couri, coordenador da Equipe de Transplante de Células-Tronco do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto (SP).</p>
<p>Uma ajuda extra está disponível para diabéticos que necessitem da colocação de stent (dispositivo que desobstrui as artérias coronarianas, que irrigam o coração). Um desses stents, fabricado pela Medtronic, recebeu indicação para ser usado por portadores da doença. Normalmente, eles apresentam vasos sanguíneos com calibre reduzido, tortuosos, calcificados. E esse stent é mais fácil de ser colocado nessas condições. Dessa maneira, a artéria é menos agredida durante a colocação do dispositivo. Isso reduz a possibilidade de ocorrer hiperproliferação das células que revestem o vaso, processo que pode levar a uma reobstrução do local. “Avaliações bem documentadas fundamentaram a liberação e a indicação para que esses stents sejam usados em diabéticos”, afirma o médico Décio Salvadori, chefe de equipe do Hospital Beneficência Portuguesa, de São Paulo. O advogado paulistano Nicola Abisati teve um desses stents implantados. Está recuperado e já voltou à rotina de trabalho.</p>
<p>O futuro também promete boas estratégias. Nos laboratórios ao redor do mundo estão sendo desenvolvidos diversos recursos promissores. Um deles é o chamado <a title="Já conhece o pâncreas artificial?" href="http://www.diabeticool.com/ja-conhece-o-pancreas-artificial/">pâncreas artificial</a>. Em linhas gerais, é um sistema bem parecido com os aparelhos de infusão de insulina disponíveis atualmente. Mas o pâncreas artificial seria implantado no abdome, ao contrário das bombas de insulina. Ele também é dotado de um esquema inteligente de medição de glicemia e interrompimento do fornecimento de insulina quando necessário. Na Inglaterra, o grupo de Joan Taylor, da De Montfort University, está testando um equipamento do gênero. “Ele poderá ajudar principalmente os pacientes com o tipo 1 da doença”, disse a pesquisadora à ISTOÉ.</p>
<p>Uma estratégia igualmente interessante em estudo são as vacinas contra o tipo 1 da enfermidade. Há duas linhas de trabalho. A primeira é a adotada pelos cientistas da Universidade de Standford, nos Estados Unidos. Eles já testaram em 80 pacientes um imunizante que impediu o ataque de um tipo de célula do sistema de defesa às células fabricantes de insulina. “Agora vamos expandir os testes, desta vez com 200 indivíduos”, disse à ISTOÉ Lawrence Steinman, coordenador do trabalho. A segunda aposta vem sendo pesquisada na Universidade de Tampere, na Finlândia. Lá, os pesquisadores querem criar uma vacina contra vírus (enterovírus) associados ao desencadeamento da enfermidade, de acordo com estudos. Um protótipo de imunizante já foi testado em cobaias. “Sabemos que foi efetivo em ratos”, disse o pesquisador Heikki Hyöty, líder da experiência.</p>
<p>Em outra linha de frente estão os pesquisadores que procuram maneiras mais eficazes de prevenir a doença, especialmente o tipo 2. Estudos recentes apontaram, por exemplo, indivíduos com mais risco para a enfermidade. O trabalho executado na Universidade de Groningen, na Noruega, identificou que pessoas com depressão e distúrbios de compulsão alimentar estão nesse grupo. “Os médicos devem ficar atentos a isso”, disse à ISTOÉ Peter de Jonge, coordenador do trabalho. Já os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins (Eua) concluíram que também estão sob maior ameaça bebês prematuros. Isso acontece porque, na infância, eles tendem a produzir muita insulina. Depois, na idade adulta, as células podem desenvolver resistência à atuação do hormônio, desencadeando a diabetes tipo 2.</p>
<p>Cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel, estão dando uma contribuição igualmente importante nessa seara. Eles verificaram que um teste já disponível, o HbA1c, também serve para indicar a chance de uma pessoa desenvolver o tipo 2 da enfermidade entre os cinco e oito anos seguintes. Hoje, o exame é usado para dar uma medida das oscilações de glicemia em períodos prolongados. Por isso, é considerado um dos melhores indicadores de como a doença está sendo manejada. “Mas descobrimos que ele também aponta o risco futuro de ter o problema”, informou à ISTOÉ Nataly Lerner, responsável pela pesquisa. “Ele é indicado principalmente para pessoas com sobrepeso, sedentárias ou com pressão arterial elevada.”</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.istoe.com.br/reportagens/349185_UMA+VIDA+MELHOR+PARA+OS+DIABETICOS?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage">Revista IstoÉ</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/leia-aqui-a-materia-de-capa-da-istoe-sobre-o-diabetes/">Leia aqui a matéria de capa da IstoÉ sobre o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Novidades no tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2014 09:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O arsenal terapêutico contra o diabetes ganhou mais instrumentos para monitoramento e controle da doença. A edição desta semana da revista IstoÉ publicou novidades no tratamento do diabetes trazendo como “a maior virada até agora na luta contra a doença”, um novo tipo de insulina com ação de até 40 horas. Há quem diga que, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O arsenal terapêutico contra o diabetes ganhou mais instrumentos para monitoramento e controle da doença.</em><span id="more-7007"></span></p>
<p>A edição desta semana da revista IstoÉ publicou novidades no tratamento do diabetes trazendo como “a maior virada até agora na luta contra a doença”, um novo tipo de insulina com ação de até 40 horas. Há quem diga que, aqui mesmo em Goiás, houve um avanço maior neste campo da Medicina. Neste começo de ano, o cirurgião gastroenterologista Áureo Ludovico ganhou judicialmente o direito de realizar um tipo de cirurgia desenvolvido por ele mesmo que tem eficácia comprovada para pacientes de diabetes. Coincidência ou não, a Veja publicou sobre o caso na Coluna Data, da sessão Panorama, também esta semana. De acordo com o médico, o prazo de recurso termina na próxima semana, quando teremos novas notícias sobre o caso.</p>
<p>As novidades tecnológicas no tratamento do diabetes são várias. Desde bombas de insulina dotadas de sistema de inteligência até pâncreas artificiais, todo tipo de tecnologia tem sido empenhada nos esforços científicos contra o diabetes. A grande novidade agora é a Tresiba (degludeca), fabricada pelo Laboratório Novo Nordisk, um tipo de insulina que tem ação de até 40 horas e acabou de ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>Segundo o médico endocrinologista Nelson Rassi (foto), estas ferramentas são interessantes no controle da doença e aumentam a qualidade de vida do paciente, o que não exclui a necessidade de atividades físicas e uma alimentação saudável e equilibrada. Ele cita outro tipo de medicamento também citado na reportagem da IstoÉ, que tem mecanismo de ação distinta, atuando nos rins e impedindo a reabsorção de açúcares que acabam sendo eliminados pela urina.</p>
<p>De acordo com Rassi, esta linha de produtos farmacológicos, que serão lançados nos próximos meses no Brasil com o nome de Forxiga pelo Laboratório AstraZeneca e Invokana, pela Jannsen, traz uma solução interessante, mas o médico que optar por este tratamento deve estar atento aos efeitos colaterais. Segundo o especialista, o aumento do açúcar na urina favorece o desenvolvimento de infecções do trato urinário e candidíase, entretanto a droga melhora o controle e traz redução de peso e de pressão arterial. “Estes medicamentos prometem. São realmente interessantes. Mas os médicos que optarem por estes tratamentos devem ter cuidado com isto”, alerta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contradições</strong></p>
<p>A indicação cirúrgica nestes casos gera certa contradição no meio médico. Por se tratar de uma intervenção, segundo Nelson Rassi, a cirurgia deveria ser indicada para pacientes obesos ou que não respondem mais à medicação. “É um procedimento bastante eficaz, talvez o mais eficaz, mas é agressivo e tem efeitos colaterais. Nem todos respondem bem à operação”, comenta.</p>
<p>Por ser uma cirurgia com altos índices de resolução do diabetes, de 95% a 100%, segundo entrevista concedida por Áureo Ludovico ao Diário da Manhã sobre o procedimento, poderia se estender perfeitamente para pacientes diabéticos de peso normal.</p>
<p>O ex-senador Demóstenes Torres foi submetido à cirurgia pelas mãos de Áureo Ludovico e conta que ganhou uma nova vida. “Hoje, não posso fazer extravagâncias, mas nem preciso tomar remédio porque meus índices são normais. É importante ter uma vida regrada, mas esta foi uma oportunidade de ter uma segunda vida. É ter juízo e administrar”, diz.</p>
<p>A intervenção cirúrgica de Áureo Ludovico é uma operação que interpõe parte do íleo entre o duodeno e o jejuno, partes do intestino delgado. Chamada de gastrectomia vertical associada a interposição de íleo, a operação, realizada há 15 anos, consegue regular a ação dos hormônios envolvidos no controle das taxas de açúcar no sangue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Investigações</strong></p>
<p>Em fase embrionária, avança também a bioengenharia no tratamento do diabetes. Segundo Nelson Rassi, no campo das células tronco, apesar do anunciado pela revista, não haverá novidades aplicáveis nos próximos cinco anos e mesmo quando houverem, obviamente terão eficácia para pacientes do tipo 1 da doença, os que desenvolvem sua versão autoimune. Neste tipo, a doença é deflagrada pelo próprio sistema imunológico do paciente. O tipo 2 do diabetes é desenvolvido pelo estilo de vida sedentário e está associada à sobrepeso, sem que isto, entretanto, seja uma regra.</p>
<p>A Universidade de São Paulo está realizando pesquisa usando células tronco para tratar o tipo 1 da enfermidade. Como este gênero da doença é caracterizado pelo ataque do sistema imunológico às células beta, produtoras de insulina, a ideia é criar um novo sistema imunológico livre da falha. Até agora, de 25 diabéticos submetidos à experiência, três estão curados da doença. A nova fase da pesquisa avaliará porque alguns das cobaias tiveram que voltar para as aplicações de insulina após algum tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba mais</strong></p>
<p><strong>Observe o que a medicina e a ciência têm feito à respeito:</strong></p>
<p>Insulina de ação ultraprolongada:</p>
<p>O Laboratório Novo Nordisk criou a primeira insulina com efeito de até 40 horas. Por causa desta característica, dá mais flexibilidade nos horários de aplicação pelo paciente. Foi liberada pela Anvisa no último dia 17.</p>
<p>Remédios que atuam nos rins:</p>
<p>O Forxiga e o Invokana são os primeiros medicamentos de uma nova classe de drogas que agem diretamente sobre os rins, impedindo a reabsorção de glicose pelos órgãos. Além de controlar a glicemia, promovem perda de peso e ajudam no controle da pressão arterial. O primeiro está liberado pela Anvisa e o segundo está em fase final de aprovação.</p>
<p>Insulina Oral: Há algumas em estudo. A desenvolvida pela empresa israelense Oramed encontra-se em estudo clínico aprovado pelo Food and Drug Administration, órgão do governo americano responsável pela liberação de drogas nos EUA.</p>
<p><a title="Portugal: Cientistas usam células-tronco para controlar diabetes" href="http://www.diabeticool.com/portugal-cientistas-usam-celulas-tronco-para-controlar-diabetes/">Células Tronco</a>: Trabalho conduzido pela Universidade de São Paulo usa células tronco extraídas da medula óssea para impedir que o sistema de defesa do corpo ataque células produtoras de insulina. Dos 25 pacientes que participaram do estudo, três estão livres das injeções de insulina. Um deles há nove anos.</p>
<p>Vacinas: Uma equipe da Universidade de Stanford (EUA) se prepara para testar em mais de 200 pessoas uma vacina que impede a destruição das células fabricantes de insulina. Em estudo anterior, com 80 pacientes, os resultados foram positivos. Na Finlândia, cientistas querem criar um imunizante contra vírus associados ao tipo 1 da doença.</p>
<p>Infusão Inteligente de Insulina: Chega nos próximos meses ao Brasil, um sistema inteligente de infusão de insulina. Desenvolvido pela Medtronic, ele monitora os índices de glicemia, avisa se a concentração está caindo mais do que deveria e interrompe o fornecimento do hormônio se a glicose desabar. Tudo isso para evitar crises de hipoglicemia (falta de açúcar no sangue).</p>
<p><a title="Monitores de Glicose no Sangue" href="http://www.diabeticool.com/monitores-de-glicose-no-sangue/">Monitores de Glicemia</a>: Estão cada vez mais sofisticados. A Sanofi Diabetes, em parceria com a empresa Agamatrix, por exemplo, criou o IBGStar. Ele mede a taxa de açúcar e pode ser conectado a i-Phone ou a i-Pad Touch. A ideia é transferir as informações aos aparelhos e ajudar o paciente a criar um diário digital das variações de suas concentrações glicêmicas. Os dados podem ser enviados para o médico e familiares.</p>
<p><a title="Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona" href="http://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/">Pâncreas Artificial</a>: Em desenvolvimento. Um deles está sendo criado na Inglaterra. Implantado no abdome, contém um reservatório de insulina. Ela é liberada de acordo com a taxa de glicose no sangue.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.dm.com.br/texto/166889-novidades-no-tratamento-do-diabetes">DM.com.br</span></strong></p>
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		<title>&#8220;Haverá a cura do diabetes em 25 anos&#8221;, diz especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2014 20:33:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[cura do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Oliver]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos mais respeitados pesquisadores de diabetes e criador de um sistema de pâncreas artificial afirma que a cura chegará em apenas uma geração. O doutor Nick Oliver, especialista em diabetes e respeitado pesquisador do Imperial College, de Londres, afirmou que espera a cura do diabetes dentro dos próximos 25 anos. A afirmação é altamente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um dos mais respeitados pesquisadores de diabetes e criador de um sistema de pâncreas artificial afirma que a cura chegará em apenas uma geração.</em><span id="more-6706"></span></p>
<figure id="attachment_6707" aria-describedby="caption-attachment-6707" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6707" alt="pancreas artificial diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/pancreas-artificial-diabetes.jpg" width="552" height="394" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/pancreas-artificial-diabetes.jpg 552w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/pancreas-artificial-diabetes-104x74.jpg 104w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/pancreas-artificial-diabetes-336x240.jpg 336w" sizes="(max-width: 552px) 100vw, 552px" /><figcaption id="caption-attachment-6707" class="wp-caption-text">Imagem de divulgação do projeto BiAP de pâncreas artificial [crédito: Imperial College / adaptado]</figcaption></figure>O doutor <strong>Nick Oliver</strong>, especialista em diabetes e respeitado pesquisador do Imperial College, de Londres, afirmou que espera a cura do diabetes dentro dos próximos 25 anos.</p>
<p>A afirmação é altamente relevante uma vez que Oliver está na linha de frente das pesquisas médicas sobre &#8220;<a title="Seu pâncreas não funciona direito? Use um de mentirinha!" href="http://www.diabeticool.com/seu-pancreas-nao-funciona-direito-use-um-de-mentirinha/"><strong>pâncreas artificias</strong></a>&#8220;, equipamentos que misturam as funções de um glicosímetro e de uma bomba de insulina.</p>
<p>O projeto de pâncreas artificial do dr. Oliver chama-se <strong>BiAP</strong> (<em>Bio-Inspired Artificial Pancreas</em>, ou &#8220;pâncreas artificial de inspiração biológica&#8221;, em uma tradução livre). O aparelho funciona sendo acoplado ao abdômen através de um pequeno tubo. Ele é capaz de medir continuamente a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> e liberar, conforme necessário, insulina na corrente sangüínea, ajudando a corrigir a quantidade de açúcar em circulação.</p>
<p>O BiAP não é o único pâncreas artificial atualmente em estudo. Também na Inglaterra, a Universidade De Montfort trabalha em um projeto similar. Além delas, a farmacêutica norte-americana Medtronic já comercializa um tipo mais básico de pâncreas artificial, o qual injeta automatica e periodicamente uma quantidade basal de insulina e cessa a ação caso detecte hipoglicemia.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/">Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona</a>&#8220;, pelo dr. Carlos Eduardo Barra Couri</strong></p>
 Os &#8220;pâncreas artificiais&#8221; da linha Medtronic já são encontrados à venda, mas possuem limitações.
<p>&#8220;Há uma corrida acontecendo, é por isto que o que estamos fazendo é tão emocionante. Há um grande número de caminhos que nos levarão a curas potenciais ao diabetes tipo 1 e tipo 2, e se eu pudesse vê-la [a cura] durante a minha carreira seria incrivelmente empolgante&#8221;, disse o dr. Oliver em entrevista ao jornal britânico <em>Daily Mail</em>.</p>
<p>&#8220;O diabetes não pode ser curado no momento. Há uma corrida para conseguir tratamentos efetivos para as pessoas. A qualidade de vida delas é importante&#8221;, afirmou Oliver.</p>
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		<title>Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2013 19:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[Medtronic]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Carlos Couri explica as novidades tecnológicas que diabéticos poderão utilizar dentro de poucos anos! Obviamente que o maior foco de nosso grupo de pesquisa da USP- Ribeirão Preto é a terapia celular, mas aspectos tecnológicos sempre aguçam a curiosidade de médicos e pacientes diabéticos. O pâncreas artificial vem sendo estudado desde a década &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Carlos Couri explica as novidades tecnológicas que diabéticos poderão utilizar dentro de poucos anos!</em></p>
<p><span id="more-5553"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-5556" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/pancreas-artificial-diabetes-dr-carlos-couri.jpg" alt="pancreas artificial diabetes dr carlos couri" width="600" height="582" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/pancreas-artificial-diabetes-dr-carlos-couri.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/10/pancreas-artificial-diabetes-dr-carlos-couri-247x240.jpg 247w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" />Obviamente que o maior foco de nosso grupo de pesquisa da USP- Ribeirão Preto é a terapia celular, mas aspectos tecnológicos sempre aguçam a curiosidade de médicos e pacientes diabéticos.</p>
<p>O pâncreas artificial vem sendo estudado desde a década de 70/80 e parece ser uma promessa que nunca de cumpre. Há diversos projetos no mundo inteiro realizados por diferentes centros renomados de pesquisas.</p>
<p>Dos dia 22 a 27 de setembro foi realizado em Barcelona o 49 Congresso Europeu de Diabetes. Durante a visita aos stands me encontrei com membros de uma das empresas que mais estudam e desenvolvem tecnologia em Diabetes &#8211; a Medtronic. Ela vende algumas bombas de insulina existentes no Brasil há mais de 1 década.</p>
<p>No stand pude ver o protótipo do que será o <a title="“Mini-órgão” é a grande esperança para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">pâncreas artificial</a> desenvolvido por eles e que estará no mercado em 2-3 anos (conforme me prometeram).</p>
<p>Na foto acima vocês podem ver a <a title="Portadora de diabetes deve receber medicamentos indisponíveis no SUS" href="http://www.diabeticool.com/portadora-de-diabetes-deve-receber-medicamentos-indisponiveis-no-sus/">bomba de insulina</a> acoplada com o dispositivo que mede a glicose (2 dispositivos no topo da figura). Tanto a infusão de insulina pela bomba quanto a medição de glicose se dão pela pele. O pulo do gato é que isto e feito automaticamente sem necessidade de contagem de carboidratos.</p>
<p>Para que seja automático porém, é necessário que a bomba interprete o resultado do sensor de glicose e tome a decisão autonomamente. Pare resolver isto, estes aparelhos se mantêm conectados via bluetooth com um aplicativo do sistema operacional Android (smartphone ou tablet) e um equipamento da Medtronic que traduz os estímulos elétricos gerados pelo sensor de glicose em graus diferentes de infusão de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a>.</p>
<p>Vários estudos já foram realizados e ainda estão em andamento com crianças, jovens , adultos, gestantes, etc.</p>
<p>Enquanto esta nova tecnologia não está nas lojas, o que devemos fazer é manter o diabetes sob controle para podermos usufruir desta e de outras novidades que estão por vir.</p>
<p>Vamos em frente!!</p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
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