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	<title>HbA1c | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 Oct 2021 17:26:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Remissão do diabetes tipo 2 é uma realidade cada vez mais frequente, afirmam entidades médicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 17:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[Endocrine Society]]></category>
		<category><![CDATA[European Association for the Study of Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[remissão]]></category>
		<category><![CDATA[remissão do diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos termos mais procurados junto com &#8220;diabetes&#8221; é &#8220;cura&#8220;. Afinal, apesar dos inúmeros avanços médicos e tecnológicos no tratamento do diabetes tipo 1 e tipo 2, a doença ainda é considerada &#8220;crônica&#8221;, isto é, persistente e sem uma cura definida. Mas isso não significa que uma pessoa não possa estar &#8220;livre&#8221; do diabetes, uma &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/remissao-do-diabetes-tipo-2-e-uma-realidade-cada-vez-mais-frequente-afirmam-entidades-medicas/">Remissão do diabetes tipo 2 é uma realidade cada vez mais frequente, afirmam entidades médicas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<span class="bdaia-shory-dropcap bdaia-shory-dropcap1" >U</span>m dos termos mais procurados junto com &#8220;<strong>diabetes</strong>&#8221; é &#8220;<strong>cura</strong>&#8220;. Afinal, apesar dos inúmeros avanços médicos e tecnológicos no tratamento do diabetes tipo 1 e tipo 2, a doença ainda é considerada &#8220;crônica&#8221;, isto é, persistente e sem uma cura definida. <strong>Mas isso não significa que uma pessoa não possa estar &#8220;livre&#8221; do diabetes, uma vez diagnosticada.</strong></p>
<p>O fenômeno da <strong>remissão do diabetes tipo 2</strong> já é documentado há bastante tempo na literatura médica. O que seria esta &#8220;remissão&#8221;? Trata-se de um retorno à glicemia normal após o diagnóstico do diabetes tipo 2. Isto é: a pessoa estava com a glicemia alta e, devido a algum fator (<em>que já discutiremos em detalhes adiante</em>), eventualmente essa glicemia alta baixou para patamares mais saudáveis, patamares que são mantidos ao longo do tempo sem necessidade de uso de medicamentos, fazendo com que o status de &#8220;diabético&#8221; possa ser anulado.</p>
<p>No último mês, quatro importantes grupos médicos de estudo e promoção de políticas públicas sobre diabetes publicaram um <strong>consenso</strong> no qual padronizam a terminologia, a definição e a avaliação da remissão do diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>REMISSÃO: A IMPORTÂNCIA DO NOME CORRETO</strong></h2>
<p>Os grupos envolvidos no documento são a <em>American Diabetes Association</em>, a <em>Endocrine Society</em>, a <em>European Association for the Study of Diabetes</em> e a <em>Diabetes UK</em>. São alguns dos mais importantes e relevantes grupos médicos do mundo quando o assunto é diabetes.</p>
<blockquote class="bdaia-blockquotes bdaia-bqpo-right">Segundo os autores, a maior razão para o aumento no número de casos de remissão é que <strong>os medicamentos atuais são muito bons e eficientes</strong>.</blockquote>
<p>O documento publicado, de certa forma, é mera formalidade médica, mas que abre espaço para discussões interessantes. Há muitos termos e expressões diferentes sendo utilizadas para se referir a um mesmo evento: o &#8216;retorno&#8217; à glicemia normal em pessoa anteriormente diagnosticadas com diabetes tipo 2. Às vezes isso é chamado de &#8220;remissão&#8221;, outras de &#8220;cura&#8221; ou &#8220;reversão&#8221;. Alguns médicos preferem usar a palavra &#8220;resolução&#8221;, ou termos compostos e ambíguos como &#8220;remissão parcial&#8221;, &#8220;remissão prolongada&#8221; e similares. Como na Ciência nunca é interessante chamar uma coisa por vários nomes, o consenso busca padronizar o uso do termo &#8220;remissão do diabetes&#8221; para esses casos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O QUE PROVOCA A REMISSÃO DO DIABETES TIPO 2?</strong></h2>
<p>De acordo com os autores do documento (médicos com vasta experiência no tratamento de pessoas com diabetes), existem três maneiras principais de se alcançar a remissão do diabetes tipo 2:</p>
<ul>
<li>mudanças no <a href="https://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/"><strong>estilo de vida</strong></a></li>
<li><a href="https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-e-a-solucao-para-perder-peso-e-curar-o-diabetes/"><strong>cirurgia bariátrica</strong></a></li>
<li>uso correto de <strong>medicamentos hipoglicemiantes</strong>, isto é, que ajudam a reduzir a quantidade de açúcar no sangue.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda segundo os autores, possivelmente a maior razão para o aumento no número de casos de remissão é que <strong>os medicamentos atuais são muito bons e eficientes</strong>. Usados da maneira correta, eles podem gerar um controle de longo prazo na glicemia, que independe de novas doses desses medicamentos. Ou seja, a &#8220;remissão&#8221; é alcançada e a pessoa pode parar de tomar remédios (obviamente, após ampla análise e avaliação médica) e, ainda assim, manter a glicemia em níveis adequados.</p>
<div style="padding: 5%; margin: 5% 0; background: #f6f6f6; width: 90%; border: 2px dotted #e1e1e1; border-radius: 20px; box-shadow: 6px 5px 17px rgb(0 0 0 / 31%);">
<h3><em style="background-color: #f6f6f6;"><strong>DEFINIÇÃO DA REMISSÃO DO DIABETES TIPO 2</strong></em></h3>
<p>O consenso define a remissão do diabetes como <strong>exame de <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> resultando em &lt;6,5%</strong>, realizado pelo menos <strong>03 meses após a suspensão</strong> da terapia hipoglicemiante.</p>
<p>Em outras palavras: se, após orientação médica, a pessoa que estava com DM2 deixar de tomar os medicamentos para baixar a glicemia e mesmo assim, três meses depois dessa parada, a glicemia estiver em níveis bons, pode-se considerar que <strong>houve remissão do diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>Para casos em que o exame de HbA1c (hemoglobina glicada) não for confiável, pode-se considerar os seguintes parâmetros como condizentes com a remissão:</p>
<ul>
<li>Glicemia de jejum &lt;126mg/dL;</li>
<li>Hemoglobina glicada estimada &lt;6,5%, baseada em cálculos a partir do monitoramento contínuo da glicemia.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>POR QUE NÃO FALAR EM &#8220;CURA&#8221;?</strong></h2>
<p>Médicos e cientistas são cautelosos com as palavras que usam &#8211; e por bons motivos. Os termos devem ser precisos e informativos, sem abrir margens a interpretações. A escolha pelo termo &#8220;<strong>remissão</strong>&#8221; e não por algo mais impactante, como &#8220;<strong>cura</strong>&#8220;, segue esta tendência.</p>
<p>Pode-se pensar que, afinal de contas, se a glicemia &#8220;voltou ao normal&#8221; nos casos descritos acima, então consequentemente o diabetes foi &#8220;curado&#8221;. <strong><span style="text-decoration: underline;">Mas isso não é verdade</span>.</strong> Os autores do artigo reforçam uma mensagem importante: <strong>por enquanto</strong>, diabetes não tem cura. Mesmo nos casos em que a glicemia ficou estabilizada em valores normais após a suspensão do uso de medicamentos, ainda pode haver <strong>problemas internos indicadores do diabetes</strong>. Por exemplo, mesmo nos casos de remissão, pode haver considerável <a href="https://www.diabeticool.com/relacao-entre-as-bacterias-do-seu-corpo-e-o-diabetes-tipo-1-e-tipo-2/"><strong>resistência à insulina</strong></a>, ou então as <a href="https://www.diabeticool.com/transplante-de-celulas-saudaveis-e-realizado-com-sucesso/"><strong>células beta do pâncreas</strong></a> podem não estar funcionando em total normalidade. Isso exige cuidado e acompanhamento constante.</p>
<p>Conforme o documento sugere, dados os avanços da Medicina e dos medicamentos, cada vez mais veremos casos de pessoas que tiveram o diabetes tipo 2 controlado e que não necessitam mais de medicamentos para acertar a glicemia. Esses casos, contudo, precisam claramente ser classificados como &#8220;remissão&#8221;, evitando, assim, o uso de termos que podem abrir margens a interpretações errôneas (como &#8220;cura&#8221;).</p>
<span class="bdaia-shory-highlight" style="background:#eeee22;color:#000000;"><strong>Os casos de remissão de diabetes são exclusivos para <span style="text-decoration: underline;">diabetes tipo 2</span>. Entenda o porquê lendo nosso <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">resumo sobre diabetes tipo 1 aqui</a>.</strong></span>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>A REMISSÃO SE MANTÉM?</strong></h2>
<p>Uma das dúvidas que os médicos pretendem resolver é se os casos de remissão &#8220;duram bastante tempo&#8221;. Ainda há poucas informações na literatura médica para se tirar conclusões.</p>
<p>Por isso, a partir das novas definições do que é remissão do diabetes tipo 2, os autores do consenso sugerem pesquisas e acompanhamento dos pacientes, a fim de se compreender melhor como funciona o fenômeno da remissão no médio e longo prazo.</p>
<p>Acompanhamento anual de hemoglobina glicada e de fatores de risco relacionados ao diabetes &#8211; como exames de retina, de função renal, de complicações cardiovasculares e do pé diabético &#8211; deve ser realizado, sem falta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">CONCLUSÃO</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">CONCLUSÃO</span></h4><div class="toggle-content"><p>Será que é possível &#8220;vencer&#8221; o diabetes tipo 2 via medicamentos e orientações médicas e manter a glicemia equilibrada por vários anos? Ou será que o efeito da remissão é passageiro para algumas pessoas, e a glicemia volta subir depois de algum tempo? Tendo, agora, os parâmetros definidos sobre o que exatamente é a remissão do diabetes tipo 2, estudos em busca de respostas a estas importantes perguntas poderão começar a ser feitos.</p></div></div>
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		<title>Diagnóstico precoce: como descobrir o diabetes o quanto antes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diagnostico-precoce-como-descobrir-o-diabetes-o-quanto-antes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 20:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja por que os exames de hemoglobina glicada podem ser a solução para o diagnóstico precoce de diabetes, o que ajudará as pessoas a tratar melhor da saúde. &#8220;É melhor prevenir do que remediar&#8221; &#8211; quantas vezes já não ouvimos essa máxima ao longo da vida, não é mesmo? Por mais &#8216;batida&#8217; que possa parecer, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja por que os exames de hemoglobina glicada podem ser a solução para o diagnóstico precoce de diabetes, o que ajudará as pessoas a tratar melhor da saúde.</em><span id="more-9279"></span></p>
<p><span style="color: #008dc8;"><strong>&#8220;É melhor prevenir do que remediar&#8221;</strong></span> &#8211; quantas vezes já não ouvimos essa máxima ao longo da vida, não é mesmo? Por mais &#8216;batida&#8217; que possa parecer, a mensagem que ela traz continua sendo um alerta importante e verdadeiro. Inclusive no mundo do <strong>diabetes</strong>. O quanto antes uma pessoa for diagnosticada com quantidades altas de açúcar no sangue, mais cedo ela poderá iniciar os devidos tratamentos. E quanto mais cedo começar a ser tratada, melhores serão suas chances de obter um controle ótimo da saúde.</p>
<blockquote><p>Estima-se que 50% das pessoas que estão com diabetes ainda não foram diagnosticadas.</p></blockquote>
<p>O problema, aqui, é que <strong>há milhões de brasileiros que já convivem com o diabetes, porém ainda não sabem</strong>. A Federação Internacional de Diabetes (IDF) e outras entidades estimam que cerca de 50% das pessoas que estão com diabetes <strong>ainda não foram diagnosticadas</strong>.</p>
<p>Isso acontece porque os <a href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-4-sintomas-do-diabetes-tipo-1/"><strong>sintomas</strong></a> podem demorar anos – às vezes décadas – para aparecer, especialmente no caso do diabetes tipo 2. Ocorre muitas vezes de a pessoa ir constantemente ao médico, porém nunca <a href="http://www.diabeticool.com/medir-a-glicemia-atraves-do-suor-e-a-promessa-para-2016/">medir a glicemia</a>. Com isso, <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">os problemas internos causados pelo excesso de açúcar no sangue</a> vão se acumulando, e quando for a hora do diagnóstico, a equipe médica terá muito mais trabalho pela frente do que se a descoberta tivesse sido feita mais cedo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01abee;"><strong>COMO IDENTIFICAR QUEM ESTÁ COM DIABETES, MAS AINDA NÃO SABE?</strong></span></h2>
[pullquote]Pesquisas médicas mostraram que, quanto mais cedo uma pessoa começar os tratamentos para o diabetes, menos visitas precisará fazer ao hospital no futuro para corrigir problemas com a saúde.[/pullquote]
<span class="bdaia-shory-dropcap" >B</span>aseados nessas ideias, um grupo de pesquisadores resolveu estudar a incidência de <a href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/"><strong>hiperglicemia</strong></a> – a quantidade alta de açúcar no sangue – em pacientes de um hospital dos Estados Unidos. Nenhum dos pacientes havia sido diagnosticado com diabetes antes, e eles estavam no centro de saúde por outros motivos.</p>
<p>Durante as visitas ao hospital, esses pacientes fizeram um teste de <strong>hemoglobina glicada</strong>. Através dele, a hiperglicemia foi detectada. Porém, na época, ninguém relacionou esse excesso de açúcar no sangue ao diabetes – isso porque a hiperglicemia pode ser causada por outras razões, como doenças diversas, usos de medicamentos (por exemplo, esteroides) e estresse.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt"><strong>O QUE É O EXAME DA HEMOGLOBINA GLICADA?</strong></span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt"><strong>O QUE É O EXAME DA HEMOGLOBINA GLICADA?</strong></span></h4><div class="toggle-content"><p>O teste da hemoglobina glicada (também chamada de &#8216;HbA1c&#8217;) é uma maneira de identificar uma &#8216;média&#8217; dos valores de glicemia de uma pessoa nos últimos meses. Ou seja, ao invés de saber <em>naquele momento</em> como está a glicemia, através da hemoglobina glicada é possível ver um &#8216;histórico&#8217; das medidas de glicemia em um período de 8 a 12 semanas. <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/"><strong>Saiba tudo sobre a hemoglobina glicada clicando aqui!</strong></a></p></div></div>
<blockquote><p>Investigando melhor os dados de saúde desses pacientes, os pesquisadores descobriram que <strong>55% deles estavam, de fato, com diabetes</strong>. O número é muito próximo àquele da estimativa da IDF.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #01abee;"><strong>O SEGREDO ESTÁ NA HEMOGLOBINA</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span> partir desses dados, os pesquisadores dão um alerta. Já que exames de hemoglobina glicada são feitos para avaliar outros tipos de problemas de saúde, seus resultados <strong>devem</strong> ser avaliados pelos médicos tendo em vista a possibilidade de indicar um <strong>diabetes ainda não diagnosticado</strong>. Afinal, quanto antes a pessoa souber que está com diabetes, mais chances terá de obter qualidade de vida superior no futuro.</p>
[pullquote]<em>“Este estudo descobriu que pacientes sem nenhum histórico de diabetes e cujas hemoglobinas glicadas foram medidas tinham 5x mais chances de sair do hospital com o diagnóstico de diabetes [&#8230;] (Nós) estamos perdendo oportunidades de detectar o diabetes e iniciar o tratamento [o quanto antes]”.</em>[/pullquote]
<p>“No hospital, é comum identificarmos a hiperglicemia enquanto estamos tratando outras doenças, como septicemia ou um ataque cardíaco”, escreveu o dr. Jay Shubrook, da <em>Touro University California</em> e um dos autores do trabalho. “Este estudo descobriu que pacientes sem nenhum histórico de diabetes e cujas hemoglobinas glicadas foram medidas tinham 5x mais chances de sair do hospital com o diagnóstico de diabetes”.</p>
<p>“Isso prova para nós que estamos perdendo oportunidades de detectar o diabetes e iniciar o tratamento desses pacientes para ajudar a controlar a doença, o que pode reduzir os custos de saúde no longo prazo e os problemas que [o diabetes] traz”, explicou o cientista.</p>
<p>A ideia é alertar as equipes de saúde a aprimorar a identificação precoce de problemas crônicos, como o diabetes. Cada exame feito por uma pessoa pode dar dicas importantes sobre sua saúde, portanto é fundamental analisar todos os resultados com muita atenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Os dados discutidos neste artigo podem ser encontrados no trabalho científico “<em>Glycated Hemoglobin Testing to Identify Undiagnosed Diabetes Mellitus in the Inpatient Setting</em>”, publicado na última edição do periódico médico “<em>The Journal of the American Osteopathic Association</em>”. Clique no botão abaixo para ler o artigo, no original em inglês. O acesso ao trabalho é gratuito até agosto de 2016.</p>
[button link=&#8221;http://jaoa.org/article.aspx?articleid=2525747&#8243; size=&#8221;medium&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;default&#8221;]Acessar artigo[/button]
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diagnostico-precoce-como-descobrir-o-diabetes-o-quanto-antes/">Diagnóstico precoce: como descobrir o diabetes o quanto antes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Chega de injeções! Insulina inalável é aprovada nos EUA</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/chega-de-injecoes-insulina-inalavel-e-aprovada-nos-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2014 18:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Afrezza]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[insulina inalável]]></category>
		<category><![CDATA[MannKind Corp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afrezza, a tão aguardada insulina feita para ser “respirada”, ganha finalmente a aprovação da agência regulatória norte-americana. Afrezza – este é o nome de um medicamento novo para o tratamento do diabetes que muita gente tem esperado ansiosamente há tempos. O Afrezza é uma insulina de ação rápida, utilizada na hora das refeições, assim como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="subtitle t-medium-darkgray heavy"><em>Afrezza, a tão aguardada insulina feita para ser “respirada”, ganha finalmente a aprovação da agência regulatória norte-americana.</em></h2>
<p><span id="more-7701"></span></p>
<p><strong>Afrezza</strong> – este é o nome de um medicamento novo para o tratamento do diabetes que muita gente tem esperado ansiosamente há tempos. O Afrezza é uma insulina de ação rápida, utilizada na hora das refeições, assim como outras já existentes. Porém, existe um diferencial neste remédio que faz toda a diferença: o Afrezza é uma <strong>insulina inalável</strong>.</p>
<p>Ou seja, <strong>nada de injeções para aplicação de insulina</strong>. Agora, basta “respirar” (pela boca, vale notar) o Afrezza que a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>se manterá em valores adequados!</p>
<figure id="attachment_7702" aria-describedby="caption-attachment-7702" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-7702" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/afrezza-insulina-inalavel-diabetes.jpg" alt="afrezza insulina inalavel diabetes" width="600" height="371" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/afrezza-insulina-inalavel-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/afrezza-insulina-inalavel-diabetes-388x240.jpg 388w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7702" class="wp-caption-text">A insulina Afrezza é administrada através de uma pequena bombinha, de funcionamento similar àquelas de asma e do tamanho de um polegar.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DESTA VEZ ELA FOI APROVADA!</strong></p>
<p>O<strong> Diabeticool </strong><a href="http://www.diabeticool.com/insulina-inalavel-afinal-foi-ou-nao-aprovada/">noticiou há um ano</a> que o Afrezza havia sido posto sob dúvidas pela FDA, a Agência de Vigilância Sanitária dos Estados Unidos. Na época, o órgão federal, que coordena a venda de novos medicamentos em todo o país, negou a liberação da insulina, afirmando que não havia testes clínicos suficientes que provassem que ela era eficiente e segura.</p>
<p>Estes testes foram feitos. 1026 diabéticos tipo 1 e 1991 tipo 2 participaram de uma nova rodada de estudos, concluída há poucos meses.</p>
<p>Os resultados foram bastante positivos. O Afrezza mostrou-se capaz de controlar a glicemia dos voluntários e, além disso, ajudou a baixar o índice de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> (HbA1c).</p>
 Utilizar a insulina inalável será um processo simples, discreto, rápido e indolor.
<p>O único porém é que, em pessoas com diabetes tipo 1, esta redução de HbA1c não foi tão boa quanto a observada através de outros medicamentos, como por exemplo a insulina injetável de ação rápida <strong>NovoRapid</strong>. Ainda assim, os resultados foram bons o suficiente para que a FDA, finalmente, aprovasse a venda do Afrezza.</p>
<p>Apesar de aprovar a venda, a agência regulatória ainda exige que a fabricante da nova insulina, MannKind Corp, forneça novos estudos sobre a eficácia e segurança do produto em crianças. O valor das ações da empresa subiu 10% desde ontem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TODO MUNDO PODE USAR A INSULINA INALÁVEL?</strong></p>
<p>Infelizmente, a resposta é <strong>não</strong>, nem todo mundo poderá cuidar da glicemia através da insulina inalável. O problema é que a Afrezza depende, para seu bom funcionamento, do trabalho do nosso sistema respiratório. Afinal de contas, a insulina “respirada” precisa passar dos pulmões para a corrente sanguínea eventualmente para que faça efeito.</p>
<p>Sendo assim, diabéticos com problemas respiratórios, como asma e obstrução pulmonar crônica, ou que fumem não poderão aproveitar os benefícios da nova insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANDO CHEGARÁ AQUI?</strong></p>
<p>O mercado de medicamentos dos EUA é o maior do mundo, e geralmente novidades são lançadas primeiro por lá. Depois, partem para a Europa, aterrissando em terras sul-americanas algum tempo depois.</p>
<p>Ainda não há data oficial para o lançamento do Afrezza aqui no Brasil (avisaremos assim que for anunciado!), mas a aprovação da venda nos EUA é um ótimo sinal de que, em breve, esta nova forma de receber insulina poderá ser encontrada também em meio às prateleiras das nossas farmácias.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/chega-de-injecoes-insulina-inalavel-e-aprovada-nos-eua/">Chega de injeções! Insulina inalável é aprovada nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que podemos esperar da nova leva de glicosímetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2014 18:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Européia para o Estudo do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[MyStar Extra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo medidor de glicemia &#8220;MyStar Extra&#8221; oferece uma prévia do que podemos esperar destes aparelhos no futuro próximo. Sempre divulgamos aqui no Diabeticool notícias sobre futuros lançamentos de glicosímetros e demais aparelhos que ajudam a vida de quem está com diabetes. Muitas vezes, estes anúncios se referem a equipamentos médicos que chegarão aos mercados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O novo medidor de glicemia &#8220;MyStar Extra&#8221; oferece uma prévia do que podemos esperar destes aparelhos no futuro próximo.</em><span id="more-7226"></span></p>
 O avançado aparelho &#8220;MyStar Extra&#8221; chegou este mês às lojas na Europa.
<p>Sempre divulgamos aqui no <strong>Diabeticool</strong> notícias sobre futuros lançamentos de <strong>glicosímetros</strong> e demais aparelhos que ajudam a vida de quem está com diabetes. Muitas vezes, estes anúncios se referem a equipamentos médicos que chegarão aos mercados dentro de muitos anos &#8211; como é o caso dos <a title="É possível produzir um pâncreas a partir de células-tronco?" href="http://www.diabeticool.com/e-possivel-produzir-um-pancreas-a-partir-de-celulas-tronco/">pâncreas artificiais</a> -, ou então dentro de um ou dois anos &#8211; como o <a title="Um bafômetro que detecta diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/um-bafometro-que-detecta-diabetes/">novo bafômetro da Toshiba</a> sobre o qual escrevemos esta semana.</p>
<p><strong>Mas e os lançamentos mais recentes, aqueles que poderão chegar aqui ao Brasil nos próximos meses? O que podemos esperar da nova leva de glicosímetros?</strong></p>
<p>Uma novidade recém-lançada na Europa ajuda a responder esta questão. A farmacêutica Sanofi começou a vender por lá o medidor de glicemia <strong>MyStar Extra</strong>, apresentado ao mundo pela primeira vez em Outubro do ano passado em uma reunião da Associação Européia para o Estudo do Diabetes.</p>
<p>A grande novidade do aparelho é uma tecnologia inovadora capaz de prever os valores de <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a>. Outros glicosímetros à venda já fazem esta predição, porém o MyStar Extra trabalha de uma maneira diferenciada e, segundo o fabricante, muito mais precisa.</p>
<p>A forma tradicional que os glicosímetros usam para calcular as taxas de HbA1c é através de uma média simples dos valores de glicemia registrados. Porém, se a pessoa fizer medições com números de glicemia muito altos ou muito baixos dentro de um curto espaço de tempo, o cálculo fica comprometido. O MyStar leva em consideração o tempo entre uma medicação e outra para evitar este erro, além de considerar que tipo de refeição a pessoa ingeriu (se foi café da manhã, almoço, lanche ou jantar).</p>
<p>Além disso, o aparelho calcula uma média da <strong>glicemia de jejum</strong> dos últimos 3 dias e indica visualmente, através de setinhas no visor, se a tendência desta glicemia é subir ou descer. Com isto, fica fácil para o diabético acompanhar como modificações na dieta alimentar ou no estilo de vida estão afetando as taxas de açúcar do seu sangue.</p>
<p>O MyStar Extra está à venda, por enquanto, apenas na Europa e deve chegar em breve aos EUA. Se seguir a tendência observada nos últimos anos, só depois de ser aprovado na América do Norte é que podemos torcer para que chegue aqui no Brasil.</p>
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		<title>Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2013 18:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Boehringer Ingelheim]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente cuida da glicemia hoje em dia através da linagliptina, que ajuda a controlar a quantidade de açúcar no sangue de maneira &#8220;inteligente&#8221;. O Trayenta já foi considerado &#8220;a evolução no tratamento do diabetes&#8221; e causou frenesi na época de lançamento no Brasil, há dois anos. Isto porque, em 2011, era a primeira vez &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muita gente cuida da glicemia hoje em dia através da linagliptina, que ajuda a controlar a quantidade de açúcar no sangue de maneira &#8220;inteligente&#8221;.</em><span id="more-5922"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-5924" alt="remédio trayenta para diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg" width="317" height="422" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg 660w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes-180x240.jpg 180w" sizes="(max-width: 317px) 100vw, 317px" />O <strong>Trayenta</strong> já foi considerado &#8220;a evolução no tratamento do diabetes&#8221; e causou frenesi na época de lançamento no Brasil, há dois anos. Isto porque, em 2011, era a primeira vez que um remédio &#8220;inteligente&#8221; chegava às nossas prateleiras. Hoje em dia ele é facilmente encontrado em farmácias por todo o país e &#8211; apesar do <strong>preço salgado</strong> em diversas regiões &#8211; já se tornou o tratamento padrão para milhões de diabéticos tipo 2.</p>
<p>Lançado em parceria entre as farmacêuticas Boehringer Ingelheim e a <a title="Tudo sobre o novo remédio antidiabético da Eli Lilly" href="http://www.diabeticool.com/tudo-sobre-o-novo-remedio-antidiabetico-da-eli-lilly/">Eli Lilly</a>, o Trayenta (cujo princípio ativo é a <strong>linagliptina</strong>) atua no organismo estimulando a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> e diminuindo a de glucagon. O glucagon é um hormônio que ajuda a aumentar a quantidade de açúcar no sangue, portanto o efeito do remédio é duplamente benéfico para quem tem a <a title="Cura na Natureza: Maracujá também baixa a glicemia!" href="http://www.diabeticool.com/cura-na-natureza-maracuja-tambem-baixa-a-glicemia/">glicemia</a> alta.</p>
<p>Outra vantagem do medicamento &#8211; esta mais de longo prazo &#8211; é que ele é bastante eficiente na redução das quantidades de hemoglobina glicada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DE ONDE VEM A &#8220;INTELIGÊNCIA&#8221; DO TRAYENTA</strong></p>
<p>Associou-se o termo &#8220;remédio inteligente&#8221; ao Trayenta por ele agir de acordo com a variação de glicemia de quem o toma, o que ajuda a evitar episódios de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>. Além disso, esta característica faz com que o medicamento possa ser ingerido apenas uma vez ao dia, sem correções de dosagem &#8211; uma facilidade e tanto para quem estava acostumado com os tratamentos tradicionais de diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVIDADES</strong></p>
<p>O Trayenta comemora seu segundo aniversário no Brasil trazendo uma novidade. No início de mês, durante a Conferência Internacional de Diabetes e Metabolismo 2013, as farmacêuticas responsáveis pelo remédio anunciaram novos dados que corroboram sua eficácia e segurança. Em testes clínicos realizados com pacientes diabéticos tipo 2 e que também possuem problemas no fígado, o Trayenta não mostrou nenhum aumento na incidência de efeitos colaterais e ajudou a baixar a hemoglobina glicada. Em outro teste, desta vez em pessoas acima dos 65 anos, o remédio também não gerou efeitos colaterais graves e ajudou a controlar os níveis de HbA1c.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>VOCÊ COMENTA!</strong></span></p>
<p>Seu médico já lhe receitou o Trayenta (linagliptina) ou algum medicamento similar? Como foi o resultado do tratamento? Deixe sua opinião nos comentários logo abaixo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Homens ou mulheres: quem controla melhor a glicemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 19:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Européia para o Estudo do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Wild]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Edimburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem será que cuida melhor da saúde quando o assunto é quantidade de açúcar no sangue? Pesquisa investigou. Esta semana acontece em Barcelona, na Espanha, a reunião anual da Associação Européia para o Estudo do Diabetes. Grandes trabalhos científicos são expostos no evento, que marca o encontro de centenas de pesquisadores gabaritados de todo o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem será que cuida melhor da saúde quando o assunto é quantidade de açúcar no sangue? Pesquisa investigou.</em> <span id="more-5266"></span></p>
<p>Esta semana acontece em Barcelona, na Espanha, a reunião anual da Associação Européia para o Estudo do Diabetes. Grandes trabalhos científicos são expostos no evento, que marca o encontro de centenas de pesquisadores gabaritados de todo o continente. Dentre estes estudos, alguns chamam a atenção pelas promessas de <a href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">cura do diabetes</a> que eles trazem, outros por suas características bastante curiosas. Este é o caso da pesquisa de Sarah Wild, professora na Universidade de Edimburgo. Na reunião, Sarah apresentará as conclusões de um estudo que responde a seguinte pergunta: <strong>afinal de contas, quem controla melhor a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>: homens ou mulheres</strong>?</p>
<p>A pesquisa foi uma análise de dados de mais de 140 mil crianças e adultos com diabetes tipo 1, espalhadas por 12 países. Para descobrir que gênero tinha melhor controle da quantidade de açúcar no sangue, Sarah e seus colegas estudaram a proporção de meninos/homens e meninas/mulheres que apresentaram níveis de <strong>hemoglobina glicada</strong> maiores ou iguais a 7,5% &#8211; taxa considerada bastante elevada e indício forte de diabetes.</p>
<p><strong>+ ENTENDA TUDO SOBRE A HEMOGLOBINA GLICADA <a href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">NESTE LINK</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS RESULTADOS</strong></p>
<p>Nesta guerra de mentirinha pelo controle glicêmico, os homens levaram a melhor. A análise de dados concluiu que mulheres entre 15 e 29 anos são 8% mais propensas a ter níveis altos de hemoglobina glicada do que homens na mesma faixa etária.</p>
<p>A tendência se manteve em diabéticas com 30 anos de idade ou mais, as quais apresentaram probabilidade 6% maior de ter o nível de HbA1c acima dos 7,5% do que os homens.</p>
<p>&#8220;Nesta análise de dados sobre o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> de diversos países, os homens tiveram uma probabilidade maior de controlar melhor o perfil glicêmico do que as mulheres&#8221;, concluiu Sarah.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DESVANTAGEM FEMININA</strong></p>
<p>A pesquisa em questão simplesmente atestou um fato &#8211; explicações para o porquê dos homens mostrarem um melhor controle da glicemia são outros quinhentos e fogem do escopo do estudo. Sarah Wild, porém, especula que &#8220;um possível motivo é que as mulheres tendem a possuir níveis de hemoglobina menores do que os masculinos, o que poderia explicar as taxas maiores de hemoglobina glicada, porém mais pesquisas são necessárias a fim de se comprovar isto&#8221;.</p>
<p><strong>E você, como controla a sua glicemia?</strong> Responda à pesquisa abaixo e descubra se os visitantes do <strong>Diabeticool</strong> corroboram esta pesquisa ou se as nossas amigas que estão com diabetes darão a volta por cima e vencerão os homens!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PARA OS <span style="color: #3366ff;">HOMENS</span> QUE ESTÃO COM DIABETES:</strong></p>
[poll id=&#8221;24&#8243;]
<p><strong>PARA AS <span style="color: #ff99cc;">MULHERES</span> QUE ESTÃO COM DIABETES:</strong></p>
[poll id=&#8221;25&#8243;]
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/homens-ou-mulheres-quem-controla-melhor-a-glicemia/">Homens ou mulheres: quem controla melhor a glicemia?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Fasiglifam, novo remédio japonês para tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 17:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[antidiabético]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Medicina de Kawasaki]]></category>
		<category><![CDATA[Fasiglifam]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Kohei Kaku]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[novo remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Takeda Pharmaceutical Co Ltd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utiliza estratégia terapêutica inédita e pode chegar em pouco tempo ao mercado. O laboratório japonês Takeda Pharmaceutical Co Ltd anunciou com grande alegria que seu novo remédio para o diabetes passou por estágios avançados de testes em pacientes humanos, mostrando resultados animadores. A droga, chamada de Fasiglifam, atua diminuindo a glicemia em diabéticos. Diferentemente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento utiliza estratégia terapêutica inédita e pode chegar em pouco tempo ao mercado.</em></p>
<p><span id="more-4800"></span></p>
 Sede da farmacêutica japonesa Takeda, inventora do novo medicamento antidiabético Fasiglifam.
<p>O laboratório japonês Takeda Pharmaceutical Co Ltd anunciou com grande alegria que seu<strong> novo remédio para o diabetes</strong> passou por estágios avançados de testes em pacientes humanos, mostrando resultados animadores.</p>
<p>A droga, chamada de <strong>Fasiglifam</strong>, atua diminuindo a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> em diabéticos. Diferentemente dos demais medicamentos do gênero, a Fasiglifam estimula a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> de acordo com a quantidade de açúcar na corrente sangüínea, enquanto os remédios hoje existentes não possuem tal dependência do açúcar sangüíneo.</p>
<p>Os resultados positivos dos últimos testes foram anunciados no último encontro da Sociedade Japonesa de Diabetes. 54.8% dos pacientes que tomaram 50mg do remédio e 30.2% daqueles que ingeriram 25g da Fasiglifam, ao longo de período de 12 semanas, mantiveram as taxas de <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> abaixo dos 6.9%, um número excelente para os padrões de saúde do diabetes. Além disso, não houve um número significativo de casos de hipoglicemia entre os voluntários do teste.</p>
<p>De acordo com Kohei Kaku, professor da Escola de Medicina de Kawasaki que apresentou os dados na conferência, a Fasiglifam é um tipo inédito de tratamento para o diabetes e que pode, muito em breve, se tornar um nova opção para melhor controlar a condição. Ficaremos de olho no desenvolvimento deste medicamento.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/fasiglifam-novo-remedio-japones-para-tratamento-do-diabetes/">Fasiglifam, novo remédio japonês para tratamento do diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Novo jeito de medir a hemoglobina glicada</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/novo-jeito-de-medir-a-hemoglobina-glicada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2013 19:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[COBAS INTEGRA 800 Tina-quant HbA1cDx]]></category>
		<category><![CDATA[FDA]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Roche]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<category><![CDATA[Tina-quant HbA1cDx]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, método diagnóstico de diabetes é aprovado por agência regulatória dos EUA e pode levar a importante padronização dos resultados. Os exames de hemoglobina glicada poderão ficar mais acurados de agora em diante. Na última sexta-feira (24.6), a agência de vigilância sanitária dos EUA (FDA) liberou, pela primeira vez, a comercialização de um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, método diagnóstico de diabetes é aprovado por agência regulatória dos EUA e pode levar a importante padronização dos resultados.</em></p>
<p><span id="more-4775"></span></p>
<p>Os exames de <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> poderão ficar mais acurados de agora em diante. Na última sexta-feira (24.6), a agência de vigilância sanitária dos EUA (FDA) liberou, pela primeira vez, a comercialização de um teste padronizado para a HbA1c. Até então, não havia uma maneira universalmente aceita de realizar este teste, o que significa que os resultados poderiam variar bastante de acordo com quem o realizasse. É a primeira que a FDA aprova tal tipo de procedimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ Leia também: &#8220;<span class="removed_link" title="www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</span>&#8221; &#8211; <em>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude</em>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O aval positivo da agência regulatória norte-americana vem após a análise de 141 amostras de sangue de pacientes. Os resultados obtidos pelo novo método diagnóstico, chamado de &#8220;COBAS INTEGRA 800 Tina-quant HbA1cDx&#8221;, mostraram apenas 6% de diferença em relação ao teste-padrão adotado internacionalmente para análise das hemoglobinas.</p>
<p>&#8220;Até ontem, os testes de A1c não eram especificamente produzidos ou tinham permissão da FDA para serem comercializados para diagnóstico de diabetes, o que tornava difícil saber qual teste de A1c era suficientemente acurado para este propósito&#8221;, afirma a FDA em comunicado à imprensa. &#8220;O método Tina-quant HbA1cDx, um teste baseado em laboratórios, pode ser utilizado tanto para diagnosticar acuradamente o diabetes quanto para monitorar o controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> sangüínea&#8221;, continua.</p>
<p>O teste Tina-quant HbA1cDx de hemoglobina glicada foi produzido para ser utilizado em laboratórios clínicos, supervisionados por profissionais de saúde, e não pela população em geral. Mesmo assim, é interessante que as vantagens diretas para a população com diabetes podem ser grandes, uma vez que o método foi desenvolvido para ser utilizado em larga escala, o que pode vir a diminuir os custos e o tempo do procedimento.</p>
<p>Além disso, o exame &#8220;Tina-quant HbA1cDx&#8221; será comercializado pela farmacêutica Roche &#8211; o que não deixa de ser um bom sinal, <a href="http://www.diabeticool.com/glicosimetros-accu-chek-podem-sumir-do-mercado/">tendo em vista as recentes notícias</a> de que a empresa passa por dificuldades em algumas de suas divisões para diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novo-jeito-de-medir-a-hemoglobina-glicada/">Novo jeito de medir a hemoglobina glicada</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Gravidez e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2013 22:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deseja engravidar e está com diabetes tipo 1 ou tipo 2? Acompanhe as dicas do Diabetes Sem Medo para cuidar bem do seu futuro bebê! Se você possui diabetes tipo 1 ou tipo 2 e está grávida ou planejando engravidar, você poderá aprender o que poderá fazer para ter um bebê saudável. Você também pode &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deseja engravidar e está com diabetes tipo 1 ou tipo 2? Acompanhe as dicas do Diabetes Sem Medo para cuidar bem do seu futuro bebê!</em></p>
<p><span id="more-4748"></span></p>
<p>Se você possui diabetes tipo 1 ou tipo 2 e está grávida ou planejando engravidar, você poderá aprender o que poderá fazer para ter um bebê saudável. Você também pode aprender como cuidar de você mesmo e do seu diabetes antes, durante e depois da sua gravidez.</p>
<p>Comece a discutir sobre isso com sua equipe de saúde antes de engravidar e faça uma revisão nos seus exames de hemoglobina glicada (HbA1c), coração, rins, nervos, olhos e pressão arterial. Marque uma consulta com sua nutricionista para revisar seu plano alimentar. Discuta com sua equipe de saúde como a gravidez afetará sua saúde a longo prazo.</p>
<p>Gravidez e maternidade são momentos de grande emoção, preocupação e mudança para qualquer mulher. Se você tem diabetes e está grávida, a gravidez é automaticamente considerada de alto risco, mas não significa que você terá problemas. Em vez disso, o alto risco significa que você precisa prestar atenção especial na sua saúde e fazer o seu acompanhamento com médicos especialistas com esta situação. Milhões de bebês com saúde perfeita nascem de gravidez de alto risco, sem afetar o bebê ou a mãe. A chave para o sucesso é uma atenção e cuidado especial.</p>
<p>A gravidez com o diabetes traz risco para você e para seu bebê. Bebês nascidos de mães com diabetes possuem maiores chances de nascerem com deficiência ou de ter morte fetal. Eles também podem nascer muito grandes, complicando o parto. Você pode evitar a maioria destes problemas alcançando níveis normais de glicose no sangue (glicemia) antes e durante a sua gravidez.</p>
<p>Na verdade, o controle da glicemia é muito importante nas 12 primeiras semanas da gestação, pois esta é o momento em que todos os principais órgãos do bebê são formados. Para ser seguro, você deve planejar alcançar os níveis de HbA1c dentro de 1% do normal antes de começar a tentar engravidar, menor que 6,1%.</p>
<p>Manter sua glicemia no seu alvo antes de engravidar e até o bebê nascer irá ajudar a manter você e seu bebê saudáveis de forma segura. Também irá reduzir suas chances de ter um bebê prematuro ou maior que o normal (macrossomia). O controle da glicemia nas primeiras semanas de gravidez irá reduzir o risco de defeitos congênitos no bebê.</p>
<p>Hoje, mais mulheres com diabetes são capazes de ter bebês saudáveis. Com planejamento e trabalho duro você também pode ter!</p>
<figure id="attachment_4749" aria-describedby="caption-attachment-4749" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4749" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4749" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>10 coisas essenciais para crianças com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 22:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[apoio emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[orientação]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas em saúde dizem quais são as 10 práticas mais importantes para cuidar bem dos pequenos diabéticos! A ONG britânica Diabetes UK é uma das organizações em prol dos diabéticos mais atuantes do mundo. Seus relatórios são usados há décadas como referência na adoção de políticas pública no Reino Unido. Preocupados com dados recentes acerca &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas em saúde dizem quais são as 10 práticas mais importantes para cuidar bem dos pequenos diabéticos!</em></p>
<p><span id="more-3940"></span></p>
<p>A ONG britânica <a title="O menininho que não podia ir à escola" href="http://www.diabeticool.com/o-menininho-que-nao-podia-ir-a-escola/"><strong>Diabetes UK</strong></a> é uma das organizações em prol dos diabéticos mais atuantes do mundo. Seus relatórios são usados há décadas como referência na adoção de políticas pública no Reino Unido. Preocupados com dados recentes acerca da saúde dos jovens ingleses com <a title="Os cachorrinhos curados" href="http://www.diabeticool.com/os-cachorrinhos-curados/">diabetes tipo 1</a>, a ONG lançou um guia com dez orientações essenciais para que os pequenos tenham uma vida saudável e longa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS NÚMEROS QUE GERARAM O GUIA</strong></p>
<p>O que levou a organização a criar o pequeno guia foram os resultados de diversos estudos publicados nos últimos meses sobre a saúde da população da Inglaterra. Alguns números relacionados ao diabetes assustam. Por exemplo, descobriu-se que, devido à falta de tratamento adequado, jovens adultos com diabetes tipo 1 têm de <strong>quatro a nove vezes mais chances</strong> de falecer do que jovens não-diabéticos (caso forem homens ou mulheres, respectivamente).</p>
<p>Além disso, <strong>85%</strong> das crianças com diabetes tipo 1 mantém um péssimo controle sobre a quantidade de açúcar ingerido e a <a title="Estudo conclui: dieta rica em cacau pode ajudar a controlar o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/estudo-conclui-dieta-rica-em-cacau-pode-ajudar-a-controlar-o-diabetes/">glicemia</a>, deixando-as com maiores chances de desenvolver complicações sérias no futuro.</p>
<p>Outro dado estarrecedor: somente 15% das crianças do país possuem a taxa de <a title="1% menos HbA1c, 50% a mais de vida" href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">hemoglobina glicada</a> (HbA1C) menor que 7,5% &#8211; em demais países europeus, como a Alemanha, este número chega a mais de 30% dos infantes.</p>
<p>Em vista destes dados, os quais pré-definem um futuro inquietante para os jovens ingleses e para a saúde do país, a ONG lançou um guia com orientações para pais, jovens e profissionais da saúde tratarem o diabetes da melhor maneira possível. O texto completo <a href="http://www.diabetes.org.uk/Get_involved/Campaigning/Type-1-essentials/">pode ser lido aqui</a> (em inglês).</p>
<p>O <strong>Diabeticool</strong> traduziu e resumiu as principais orientações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10 COISAS ESSENCIAIS PARA CRIANÇAS COM DIABETES:</strong></p>
<ol>
<li>Receber tratamento através de uma equipe de especialistas &#8211; incluindo um consultor, uma enfermeira e um nutricionista com experiência em diabetes infantil.</li>
<li>Passar por checagens de saúde regulares, como exames de sangue, dos pés e de pressão.</li>
<li>Adotar o tratamento correto, dentre os vários possíveis para diabéticos, de acordo com suas peculiaridades.</li>
<li>Ter ajuda para aprender a se cuidar sozinha, através do acesso constante a informações de boa qualidade e orientação especializada.</li>
<li>Obter auxílio emocional, uma vez que cuidar do diabetes pode trazer angústia e preocupações aos pequenos.</li>
<li>Receber tratamento hospitalar correto.</li>
<li>Passar por uma transição tranqüila aos serviços de saúde para adultos diabéticos.</li>
<li>Ter voz em seu tratamento, trabalhando junto à equipe médica e aos pais a fim de melhorar sua saúde.</li>
<li>Possuir suporte na escola: os professores devem saber da condição da criança e deve-se decidir com antecedência quem cuidará dela em momentos de necessidade.</li>
<li>Ter oportunidades iguais: isto é, uma criança que está com diabetes deve ter as mesmas oportunidades (de educação, esportes, cultura etc) que uma que não tem a condição.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OPINIÃO</strong></p>
<p>A executiva-chefe da ONG Diabetes UK, Barbara Young, comentou o projeto:</p>
<p>&#8220;Nosso guia de coisas essenciais para o diabetes tipo 1 em crianças e jovens define os cuidados que toda criança com diabetes tipo 1 deveria receber, (apesar de que) muitas não recebem estes tratamentos.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ao publicar nosso guia, que mostra como é um bom atendimento, nós esperamos que o serviço de saúde garanta que toda criança com diabetes tipo 1 receba os cuidados que merece e nós queremos que os pais e profissionais de saúde entendam o que é um bom atendimento, parar que possam fazer o seu papel a fim de garantir que ele seja posto em prática.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nossas crianças com diabetes tipo 1 têm sido negligenciadas por tratamentos de saúde ruins por muito tempo. Ao garantir que toda criança receba as 10 diretrizes [da lista], nós poderemos dar a elas a melhor chance possível a uma vida longa e saudável&#8221;.</p>
<p><strong>Seria um sonho se todas as crianças, de qualquer lugar do mundo, pudessem receber todo este carinho e atenção</strong>. Certamente os números do início deste texto tornar-se-iam bem mais positivos. Porém, a própria Diabetes UK reconhece que, mesmo no Reino Unido, será um grande desafio implantar todas estas medidas &#8211; imagine então no Brasil, que possui um sistema público de saúde incomparável ao inglês! Todavia, começar a planejar e divulgar estas idéias é o primeiro passo para que um futuro melhor para nossas crianças se torne, eventualmente, uma feliz realidade.</p>
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