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	<title>complicações | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Gastroparesia &#8211; um problema no estômago comum em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2014 20:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[estômago]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar neste termo médico, a &#8220;gastroparesia&#8221;? Descubra o que é isto e como o diabetes pode influenciar o funcionamento do seu estômago! Quem está com diabetes já há algum tempo bem sabe que a doença, quando não cuidada da maneira correta, pode causar diversos efeitos negativos no corpo. Uma das complicações mais prevalentes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já ouviu falar neste termo médico, a &#8220;gastroparesia&#8221;? Descubra o que é isto e como o diabetes pode influenciar o funcionamento do seu estômago!</em><span id="more-7562"></span></p>
<p>Quem está com diabetes já há algum tempo bem sabe que a doença, quando não cuidada da maneira correta, pode causar <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">diversos efeitos</a> negativos no corpo. Uma das complicações mais prevalentes é o dano aos nervos, que geralmente leva o diabético a ter menor sensibilidade nos membros ou sentir formigamentos nas mãos e pés. Porém, há outra conseqüência menos conhecida dos danos aos nervos e que impacta muito a vida de quem convive com a doença: <strong>trata-se das alterações no funcionamento correto do estômago</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE O EXCESSO DE AÇÚCAR NO SANGUE TEM A VER COM A BARRIGA?</strong></p>
<p>A idéia é simples: o excesso de glicose no sangue (decorrente do diabetes) gera, ao longo do tempo, avarias nos vasos sangüíneos que alimentam os nervos. Com isto, o funcionamento deles fica comprometido. Como os nervos não trabalham direito, os órgãos que são controlados por eles passam, também, a apresentar falhas.</p>
<p>É o que acontece no caso da <strong>gastroparesia</strong>, um nome complicado para explicar que o estômago demora demais para se esvaziar, isto é, para liberar o alimento digerido para o intestino. Quem controla este esvaziamento é o <strong>nervo vago</strong>, e se ele está com problemas causados pelo excesso de açúcar no sangue, certamente o estômago será prejudicado.</p>
<p>Quando o estômago retém o alimento digerido por muito tempo, vários sintomas bastante desagradáveis são sentidos pela pessoa. Entre eles estão:</p>
<ul>
<li>Náusea e vômitos</li>
<li><a title="O que é gastroparesia?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-gastroparesia/">Inchaço abdominal</a>, mesmo após comer só um pouquinho</li>
<li>Azia</li>
<li>Espasmos na região do estômago</li>
<li>Falta de apetite</li>
<li>Perda de peso</li>
<li>Refluxo gastroesofágico</li>
</ul>
 Na gastroparesia, os alimentos acumulam-se no estômago e passam com dificuldade para o intestino, gerando diversos efeitos desagradáveis no corpo.
<p>Além disto tudo, a gastroparesia ainda dificulta o controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>, já que torna os níveis de açúcar no sangue bem erráticos. Pouco após as refeições, as leituras da glicemia deveriam ser altas, porém como o alimento fica retido no estômago, elas aparecem baixas na hora da medição. Quando finalmente o alimento é &#8220;liberado&#8221; para o intestino, um pico enorme de glicemia aparece.</p>
<p>Caso você tenha algum dos sintomas descritos, procure rapidamente orientação médica. Existem vários exames não invasivos que confirmam o diagnóstico da gastroparesia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É POSSÍVEL TRATAR ESTA GASTROPARESIA?</strong></p>
<p>Outra boa notícia é que é possível tratar &#8211; e, muitas vezes, curar &#8211; este problema estomacal. <strong>A maneira mais fácil de controlar a gastroparesia é equilibrar a glicemia</strong>, seja por meio de medicamentos, seja através da reeducação do paciente.</p>
<p>Além disso, mudanças na dieta são muito bem-vindas. Aconselha-se comer menos alimentos ricos em gordura e fibras. Tanto uma quanto a outra dificulta a digestão e, naturalmente, faz com que a comida fique retida por mais tempo no estômago. Evitar alimentos gordurosos e cheios de fibras é um bom passo para acelerar a passagem da comida do estômago ao intestino e ajudar a melhorar os sintomas da gastroparesia diabética.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gastroparesia-um-problema-no-estomago-comum-em-diabeticos/">Gastroparesia – um problema no estômago comum em diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Aumentam casos de diabetes entre jovens americanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2014 13:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes do tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Estes jovens chegam à idade adulta com anos de doença nas costas, o que aumenta a dificuldade de tratamento e traz um risco maior de complicações&#8221;, diz estudo. Os casos de diabetes dos tipos 1 e 2 aumentaram significativamente entre os jovens nos Estados Unidos, revela um estudo publicado pela American Medical Association. O diabetes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Estes jovens chegam à idade adulta com anos de doença nas costas, o que aumenta a dificuldade de tratamento e traz um risco maior de complicações&#8221;, diz estudo.</em><span id="more-7524"></span><br />
Os casos de diabetes dos tipos 1 e 2 aumentaram significativamente entre os jovens nos Estados Unidos, revela um estudo publicado pela American Medical Association.</p>
<p>O <a title="Você conhece os 4 sintomas do diabetes tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-4-sintomas-do-diabetes-tipo-1/">diabetes do tipo 1</a>, que costuma ser detectado na adolescência e no qual o pâncreas não produz insulina, necessária para regular a taxa de açúcar no sangue, aumentou 21% entre crianças e jovens entre 2001 e 2009, aponta o estudo, publicado neste sábado, que analisou 3 milhões de crianças e adolescentes.</p>
<p>O diabetes do tipo 2, mais comum, em que o corpo não produz insulina suficiente e que costuma ser controlado com dieta, exercícios e remédios, aumentou 30% no mesmo período, segundo a pesquisa.</p>
<p>Segundo os autores, são necessários mais estudos para determinar os motivos deste aumento.</p>
<p>A população avaliada reside em Califórnia (oeste), Colorado (oeste), Ohio (norte), Carolina do Sul (sudeste) e Washington (noroeste), e inclui reservas indígenas no Arizona e Novo México (sudoeste).</p>
<p>O diabetes do tipo 1 foi estudado em indivíduos de 0 a 19 anos, e o do tipo 2, em pessoas de 10 a 19 anos.</p>
<p>&#8220;O aumento da predominância entre as minorias nos Estados Unidos é preocupante, uma vez que estes jovens estão mais propensos a controlar menos o nível de glicose no sangue, que pode estar associado a <a title="Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mal-controlada-aumenta-o-risco-de-problemas-nos-olhos-e-pes/">complicações graves</a> do diabetes do tipo 1&#8243;, alertaram os pesquisadores.</p>
<p>&#8220;Estes jovens chegam à idade adulta com anos de doença nas costas, o que aumenta a dificuldade de tratamento e traz um risco maior de complicações&#8221;, assinalaram.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/aumentam-casos-de-diabetes-entre-jovens-americanos" target="_blank" rel="nofollow">Exame</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumentam-casos-de-diabetes-entre-jovens-americanos/">Aumentam casos de diabetes entre jovens americanos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Militar afirma ter pegado diabetes no Exército</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/militar-afirma-ter-pegado-diabetes-no-exercito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2014 18:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tentativa de entrar para reforma remunerada através do diabetes não acaba bem para militar brasileiro. Um militar brasileiro tentou &#8220;se aposentar&#8221; usando como argumento o diabetes tipo 1. O apelo foi julgado na última semana pelo TRF da 1a. região. O militar afirma ter sido incorporado ao Exército nacional em janeiro de 1993. Oito anos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tentativa de entrar para reforma remunerada através do diabetes não acaba bem para militar brasileiro.</em><span id="more-7413"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7415" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/exercito-brasileiro-diabetes.jpg" alt="exercito brasileiro diabetes" width="600" height="298" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/exercito-brasileiro-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/exercito-brasileiro-diabetes-415x206.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um militar brasileiro tentou &#8220;se aposentar&#8221; usando como argumento o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>.</p>
<p>O apelo foi julgado na última semana pelo TRF da 1a. região. O militar afirma ter sido incorporado ao Exército nacional em janeiro de 1993. Oito anos depois, foi dispensado devido a <a title="Tipo 1: 20% dos jovens têm complicações sérias antes do diagnóstico" href="http://www.diabeticool.com/tipo-1-20-dos-jovens-tem-complicacoes-serias-antes-do-diagnostico/">complicações do diabetes tipo 1</a>. Segundo o militar, o diabetes surgiu em 1997 (quando ele, supostamente, tinha perto dos 22 anos), durante seu ativo na corporação; além disso, a doença o incapacitaria a realizar outras atividades, o que dá direito à <strong>reforma remunerada</strong>.</p>
<p>Existe uma lei brasileira que estabelece que militares que adquiriram certas doenças ou complicações de saúde durante o serviço ativo têm o direito à reforma. Dentre estas doenças estão várias claramente relacionadas ao trabalho perigoso ao qual os homens e mulheres de farda estão sujeitos, como a cegueira, paralisias, problemas mentais e nefropatia. Diabetes não está incluído na lista.</p>
<p>Talvez por isto mesmo, a Justiça brasileira negou o pedido à &#8220;aposentadoria&#8221; do militar, atualmente considerado &#8220;temporário&#8221; (isto é, ele é tratado como um militar de carreira e pode se manter agregado à sua unidade).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8220;EXÉRCITO NÃO CAUSA DIABETES&#8221;</strong></p>
<p><strong>Segundo o relator do processo, não existe evidência alguma de que trabalhar no Exército fez com que o homem desenvolvesse diabetes tipo 1</strong>. Além disso, o fato de estar com a doença não o impede de realizar outra atividade fora do âmbito militar, desde que não seja fisicamente extenuante. Sendo assim, a reforma remunerada não é válida ao sujeito.</p>
<p>O diabetes tipo 1 é uma doença que, na grande maioria dos casos, começa a se desenvolver bem cedo na vida. O <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema imune</a> da pessoa comete &#8220;um erro&#8221; e passa a atacar as células do próprio corpo que produzem insulina. Aos poucos, a quantidade produzida do hormônio diminui, com isto a glicemia vai aumentando e, assim, tem-se o diabetes.</p>
<p>É curiosos que o militar desta história tenha sido diagnosticado com diabetes tipo 1 apenas aos 22 anos (geralmente é bem mais cedo). O fato de ser um militar &#8211; e, portanto, acostumado a refeições mais estritas e a atividades físicas freqüentes &#8211; pode ter &#8220;escondido&#8221; a doença por mais tempo. Se for assim, então o Exército, ao invés de ter &#8220;gerado&#8221; o diabetes no sujeito, na verdade ajudou-o a ser manter saudável por mais tempo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/militar-afirma-ter-pegado-diabetes-no-exercito/">Militar afirma ter pegado diabetes no Exército</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Doença arterial coronariana e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2014 19:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabetes Sem Medo explica o que é, como tratar e como prevenir uma das complicações mais comuns do diabetes. Acompanhe! A doença arterial coronariana (DAC) ocorre quando uma substância chamada placa se acumula nas artérias que fornecem sangue ao coração (chamadas de artérias coronárias). A placa é feita de depósitos de colesterol e pode &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Diabetes Sem Medo explica o que é, como tratar e como prevenir uma das complicações mais comuns do diabetes. Acompanhe!</em><span id="more-7342"></span></p>
<p>A doença arterial coronariana (DAC) ocorre quando uma substância chamada placa se acumula nas artérias que fornecem sangue ao coração (chamadas de artérias coronárias). A placa é feita de depósitos de <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">colesterol</a> e pode se acumular nas artérias. Quando isso acontece, o diâmetro do vaso diminui ao longo do tempo e este processo é chamado de aterosclerose.</p>
<p>O acúmulo de placa nas artérias pode causar angina, que é o sintoma mais comum de DAC. A angina é caracterizada como dor no peito e ocorre porque o coração não recebe sangue suficiente. Ao longo do tempo o DAC enfraquece o músculo cardíaco e pode levar a insuficiência cardíaca, uma condição séria que o coração não consegue bombear o sangue da maneira que deveria. Também pode levar a um batimento cardíaco irregular (arritmia).</p>
<p>Para algumas pessoas o primeiro sintoma de DAC é o ataque cardíaco. Isso acontece quando uma placa bloqueia totalmente uma artéria que transporta sangue ao coração ou quando um depósito de placa quebra e coagula em uma artéria do coração.</p>
<p>O seu risco de DAC pode ser determinado pelo médico de acordo com sua pressão arterial, níveis de colesterol e de <a title="Obesos e hipertensos devem vigiar glicose mesmo antes do pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/obesos-e-hipertensos-devem-vigiar-glicose-mesmo-antes-do-pre-diabetes/">glicose no sangue</a>, e histórico familiar de doenças no coração. Se você possui alto risco ou apresenta algum sintoma de DAC o seu médico irá confirmar o diagnóstico através dos seguintes exames: eletrocardiograma, ecocardiograma, teste de esforço físico, raio-X do tórax, cintilografia e cateterismo.</p>
<p>Existem alguns passos que você pode realizar se você possui DAC para reduzir o seu risco de ataque cardíaco ou <a title="Gorduras e o Risco de Doenças do Coração" href="http://www.diabeticool.com/gorduras-e-o-risco-de-doencas-do-coracao/">doenças do coração</a>. O seu médico pode recomendar mudanças no seu estilo de vida como fazer uma dieta saudável, atividade física e parar de fumar. Algumas medicações podem ser necessárias para tratar o risco de DAC, como colesterol elevado, hipertensão descontrolada, batimento cardíaco irregular e fluxo sanguíneo diminuído. Em alguns casos é necessário a realização de cirurgia cardíaca ou de angioplastia para restaurar o fluxo sanguíneo no coração.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7348" alt="doenca arterial coronariana diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/doenca-arterial-coronariana-diabetes.jpg" width="600" height="450" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/doenca-arterial-coronariana-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/doenca-arterial-coronariana-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/doenca-arterial-coronariana-e-diabetes/">Doença arterial coronariana e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Descoberto novo biomarcador para a nefropatia diabética</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/descoberto-novo-biomarcador-para-a-nefropatia-diabetica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2014 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[angiotensinogênio]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência renal]]></category>
		<category><![CDATA[nefropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[Ovidiu Constantin Baltatu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de agora poderá ser mais fácil identificar e tratar a nefropatia, uma das mais comuns conseqüências do diabetes. Uma nova pesquisa revelou que a análise dos níveis de uma proteína conhecida como angiotensinogênio, produzida nos rins e detectada na urina, pode ser uma forma de diagnosticar mais precocemente a nefropatia diabética – uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A partir de agora poderá ser mais fácil identificar e tratar a nefropatia, uma das mais comuns conseqüências do diabetes.</em><span id="more-6726"></span></p>
<p>Uma nova pesquisa revelou que a análise dos níveis de uma proteína conhecida como angiotensinogênio, produzida nos rins e detectada na urina, pode ser uma forma de diagnosticar mais precocemente a <a title="Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes/">nefropatia diabética</a> – uma das complicações mais graves do diabetes. Resultante de alterações nos vasos sanguíneos renais, a doença faz com que o órgão perca a capacidade de filtrar adequadamente o sangue e deixe escapar na urina proteínas importantes para o organismo. Caso não seja tratada, pode progredir até se converter em insuficiência renal crônica.</p>
<p>Atualmente, o diagnóstico é feito pela análise de albumina na urina. No entanto, quando essa proteína é detectada nos testes, é sinal de que já existe lesão no tecido renal.</p>
<p>“Achamos que a análise do angiotensinogênio renal na urina poderia ajudar a identificar o problema em um estágio mais inicial, quando há tempo de o dano ser revertido”, disse Ovidiu Constantin Baltatu, professor na Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo) e coordenador da pesquisa apoiada pela FAPESP.</p>
<p>Os ensaios pré-clínicos realizados com ratos contaram com a parceria de pesquisadores do Centro de Medicina Molecular Max-Delbrück, na Alemanha, e do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, o grupo busca novos parceiros para a realização dos ensaios clínicos necessários para a caracterização e validação do novo biomarcador.</p>
<p>De acordo com Baltatu, o objetivo inicial do projeto era investigar se o diabetes afetava diferentemente homens e mulheres. “Os estudos de gênero são algo recente, surgiram nos últimos 10 ou 15 anos e têm como foco encontrar tratamentos personalizados”, comentou o pesquisador nascido na Romênia.</p>
<p>A linha de pesquisa começou quando Baltatu morava em Berlim, na Alemanha, e investigava no centro Max-Delbrück as diferenças de gênero relacionadas à <a title="Os custos da obesidade e do diabetes no Brasil" href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">cardiopatia</a> e à nefropatia hipertensivas.</p>
<p>“Demonstramos que os hormônios masculinos ou andrógenos estimulam a atividade do sistema renina-angiotensina (conjunto de peptídeos, enzimas e receptores envolvidos no controle da pressão arterial), contribuindo para o desenvolvimento da hipertensão e, consequentemente, da cardiopatia e da nefropatia hipertensiva”, contou Baltatu.</p>
<p>Os resultados – divulgados em artigos publicados na revista Hypertension e no Journal of The American Society of Nephrology – suscitaram a hipótese de que o mesmo poderia ocorrer no caso da nefropatia causada pelo diabetes.</p>
<p>Para confirmar a suspeita, em experimentos realizados no Brasil, os cientistas induziram em ratos um quadro similar ao do <a title="Você conhece os 4 sintomas do diabetes tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-4-sintomas-do-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> (insulino-dependente) por meio de uma injeção do antibiótico estreptozotocina.</p>
<p>A estreptozotocina causa a destruição das células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina e, poucos dias depois, os animais apresentam aumento sustentado nos níveis de glicose no sangue. Doze semanas após a injeção, já era possível detectar a presença de albumina na urina dos roedores.</p>
<p>Os animais foram divididos em seis grupos: machos controle (que não receberam injeção para induzir o diabetes); machos diabéticos; machos diabéticos tratados com flutamida (droga antiandrogênica); fêmeas controle; fêmeas diabéticas e fêmeas diabéticas tratadas com flutamida.</p>
<p>“Uma das primeiras diferenças que observamos foi que os níveis de albuminúria eram muito maiores nos machos do que nas fêmeas, sinal de que a doença estava progredindo mais rapidamente nos machos”, disse Baltatu.</p>
<p>Diferentemente do que havia sido observado na pesquisa sobre nefropatia hipertensiva, porém, a flutamida foi capaz de proteger apenas os machos contra a progressão da doença, mas não as fêmeas. “Isso mostra que são mecanismos diferentes por trás do desenvolvimento da nefropatia hipertensiva e da nefropatia diabética”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Expressão gênica</strong></p>
<p>O passo seguinte foi analisar a pressão arterial e os níveis circulantes das enzimas do sistema renina-angiotensina e de sua proteína precursora: o angiotensinogênio.</p>
<p>“O angiotensinogênio é convertido em angiotensina-I por meio da ação da enzima renina. A angiotensina-I sofre então a ação da enzima conversora de angiotensina e vira angiotensina-II – uma das substâncias vasoconstritoras mais potentes já descritas”, explicou Baltatu.</p>
<p>Na pesquisa sobre hipertensão, o grupo havia observado que os andrógenos elevavam os níveis de renina circulantes. No caso do diabetes, porém, é comum haver um nível baixo de renina plasmática. E isso foi confirmado nos grupos de ratos diabéticos.</p>
<p>“Mas, além desse sistema renina-angiotensina circulante ou endócrino, existem também sistemas locais em cada órgão. Extraímos então o tecido renal dos ratos para fazer uma análise de expressão gênica e ver como estava a produção local das enzimas. Observamos que, nos machos, a síntese de angiotensinogênio renal estava significativamente aumentada”, explicou Baltatu.</p>
<p>Ao comparar os níveis de angiotensinogênio renal dos ratos com os níveis de albuminúria, os pesquisadores verificaram a existência de uma forte correlação.</p>
<p>“Nossa hipótese é que a maior produção de angiotensinogênio no rim leva a um nível maior de angiotensina-II local e isso induz a nefropatia e explica o aumento da albuminúria. Acreditamos que o angiotensinogênio renal, portanto, pode revelar a nefropatia diabética antes que os níveis altos de albumina apareçam nos exames”, disse o pesquisador da Unicastelo.</p>
<p>Embora a correlação entre os níveis de angiotensinogênio e de albumina só tenha sido verificada nos ratos machos, Baltatu estima que o biomarcador possa ser eficaz para diagnosticar tanto homens como mulheres.</p>
<p>“Possivelmente, a correlação não tenha sido observada em fêmeas porque elas tinham níveis baixos de albuminúria. É necessário realizar um novo estudo – que já pode ser um ensaio clínico – para analisar mulheres com uma escala maior de albuminúria (um estágio mais avançado da patologia). O objetivo será esclarecer se para diagnosticar a nefropatia os valores de corte do angiotensinogênio seriam os mesmos para homens e mulheres”, disse Baltatu.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.planetauniversitario.com/index.php/ciencia-e-tecnologia-mainmenu-75/32178-descoberto-novo-biomarcador-para-a-nefropatia-diabetica" target="_blank" rel="nofollow">Planeta Universitário</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/descoberto-novo-biomarcador-para-a-nefropatia-diabetica/">Descoberto novo biomarcador para a nefropatia diabética</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2013 11:00:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[acidente vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Risco de morte cardiovascular pode ser até 70% menor, aponta estudo. O risco de desenvolver complicações em pessoas com diabetes tipo 2 está diretamente relacionado com a frequência e duração do exercício físico, aponta um amplo estudo divulgado nesta quinta-feira, Dia Mundial do Diabetes. Os resultados indicam que pessoas com baixo nível de atividades físicas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Risco de morte cardiovascular pode ser até 70% menor, aponta estudo.</em><span id="more-5815"></span></p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="Evitar a vida sedentária é fundamental para pessoas com diabetes" src="http://zerohora.rbsdirect.com.br/imagesrc/15858166.jpg?w=620" width="620" height="412" /><figcaption class="wp-caption-text">Evitar a vida sedentária é fundamental para pessoas com diabetes Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS</figcaption></figure>
<p>O risco de desenvolver complicações em pessoas com diabetes tipo 2 está diretamente relacionado com a frequência e duração do <a title="A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração" href="http://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">exercício físico</a>, aponta um amplo estudo divulgado nesta quinta-feira, Dia Mundial do Diabetes. Os resultados indicam que pessoas com baixo nível de atividades físicas apresentam um risco 70% maior de morte cardiovascular que aqueles com níveis mais elevados.</p>
<p>Estudos têm mostrado que, indiscutivelmente, pessoas diagnosticadas com diabetes tipo 2 são têm até cinco vezes mais chances de desenvolver alguma doença cardíaca ou um <a title="Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD" href="http://www.diabeticool.com/nao-controlada-diabetes-pode-causar-complicacoes-diz-sbd/">acidente vascular cerebral</a> que pessoas saudáveis. Os principais fatores que desencadeiam os problemas também já foram claramente identificados: idade, histórico familiar e obesidade. Por isso, manter uma dieta saudável, perder peso e praticar exercícios físicos regularmente são as primeiras medidas a serem tomadas.</p>
<p>Outros estudos também têm apontado que a atividade física está diretamente relacionada com o risco de <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">doença cardiovascular</a> e a mortalidade em todos os grupos populacionais. Por exemplo: uma pesquisa desenvolvida em 2007 pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA descobriu que atividades moderadas (realizadas por pelo menos de 30 minutos na maioria dos dias da semana) ou de atividades mais intensas (realizadas por pelo menos 20 minutos, três vezes por semana) estão relacionadas a uma diminuição de 27 ou 32% no risco global de mortalidade, respectivamente.</p>
<p>Nesta quinta-feira, Dia Mundial do Diabetes, um novo estudo de acompanhamento de um grande grupo sueco que investiga o diabetes tipo 2 mostra que pessoas que praticam atividades físicas em nível baixo apresentam um risco consideravelmente maior de doenças cardiovasculares que aquelas que realizam níveis mais elevados. O estudo foi publicado no Jornal Europeu de Cardiologia Preventiva.</p>
<p>O estudo considerou como baixo nível de atividades física a prática de exercícios por até duas vezes por semana, durante 30 minutos. O nível alto foi definido como três vezes ou mais por semana. O grupo analisado compreendia um total de 15.462 pessoas, sendo 6963 realizando atividades de baixo nível e 8499 de alto nível, com idade média de 60 anos. Elas foram acompanhadas por cinco anos ou até o primeiro evento cardiovascular ou morte.</p>
<p>Os resultados mostraram que aqueles no grupo de atividade de baixo nível tiveram um risco 25% maior de eventos coronários e cardiovascular que aqueles no grupo de maior atividades, e um risco 70% mais elevado de um evento cardiovascular fatal.</p>
<p>— A atividade física regular é uma parte importante do plano de gerenciamento de diabetes e estes resultados reforçam a importância de implementar a atividade física regular como parte das medidas de estilo de vida — dizem os investigadores.</p>
<p>O principal autor do estudo, Björn Zethelius, da Universidade de Uppsala, na Suécia, afirmou:</p>
<p>— A mensagem deste estudo é clara: evite uma vida sedentária. Envolver-se em atividade física, ao lado de dieta , são a pedra angular do tratamento do diabetes tipo 2. Se você está atualmente em um baixo nível de atividade física, faça mais.</p>
<p>Zethelius acrescentou que o aumento da atividade física entre as pessoas com diabetes tipo 2 tem importantes implicações para a saúde pública, simplesmente por causa do aumento da prevalência da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/11/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2-4333418.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 14:40:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo. Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as doenças cardiovasculares são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. A fim de evitá-las, é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo.</em><span id="more-5775"></span></p>
 O coração é um dos órgãos mais afetados pelas complicações do diabetes &#8211; que tal torná-lo mais saudável e forte?
<p>Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as <a title="Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-da-cintura-pode-indicar-risco-de-desenvolver-diabetes/"><strong>doenças cardiovasculares</strong></a> são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. <strong>A fim de evitá-las, é fundamental a prática rotineira de exercícios físicos &#8211; uma maneira simples, eficaz e de baixo custo de melhorar vários aspectos da saúde</strong>. Mas quanto tempo por semana deve ser investido na prática de exercícios? Uma pesquisa publicada na última semana parece dar uma boa dica quanto a esta dúvida.</p>
<p>O estudo científico foi conduzido na Suécia, país que possui um formidável registro nacional de todas as pessoas que estão com diabetes. Pesquisadores da Universidade de Uppsala acompanharam os dados clínicos de mais de 15 mil suecos com diabetes tipo 2. Eles foram dividios em dois grandes grupos: aqueles que praticavam um &#8220;nível alto&#8221; ou &#8220;baixo&#8221; de atividade física.</p>
<p>Foi determinado como &#8220;nível baixo&#8221; a prática de meia hora de exercícios uma ou duas vezes por semana. No &#8220;nível alto&#8221; foram incluídos os diabéticos que faziam pelo menos 30 minutos de exercícios três ou mais vezes toda semana.</p>
<p>Estas 15 mil pessoas foram acompanhadas ao longo de cinco anos. Ao final do estudo, a conclusão é estarrecedora.</p>
<p>Os diabéticos que praticaram menos <a title="Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">exercício físico</a> (ou nenhum) tiveram:</p>
<ul>
<li>chances 25% maiores de sofrer alguma doença cardiovascular grave, como ataques cardíacos e anginas (dores no peito);</li>
<li><strong>70% maiores chances de falecer devido a problemas cardiovasculares</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEMPRE É TEMPO DE COMEÇAR</strong></p>
<figure id="attachment_5777" aria-describedby="caption-attachment-5777" style="width: 360px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5777 " alt="pessoas caminhando diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/pessoas-caminhando-diabetes.jpg" width="360" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-5777" class="wp-caption-text">Uma simples caminhada pode ajudar bastante a sua saúde.</figcaption></figure>
<p>Entre os diabéticos participantes da pesquisa, alguns passaram a praticar mais exercícios físicos ao longo dos anos. Após os cinco anos do estudo, estas pessoas mostraram ter uma saúde muito melhor do que quem não se exercitava, porém não tão boa quanto a daquelas que já tinham o hábito de se exercitar. Isto prova que nunca é tarde para começar a suar na academia (ou em casa mesmo!) e que os benefícios da atividade física são cumulativos.</p>
<p>&#8220;A atividade física regular é uma parte importante do tratamento do diabetes e estas descobertas ressaltam a importância de implementar tais atividades no dia-a-dia do diabético&#8221;, disseram os autores do trabalho.</p>
<p>De acordo com o principal autor do estudo, dr. Björn Zethelius, &#8220;a mensagem deste trabalho é clara. Evite um estilo de vida sedentário. Faça atividades físicas. Juntamente com o controle da alimentação, estes são os pilares do <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">tratamento do diabetes tipo 2</a>. <strong>Se você está atualmente fazendo pouco exercício, faça mais</strong>&#8220;.</p>
<p>O trabalho foi publicado no <em>European Journal of Preventive Cardiology</em>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2013 11:01:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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		<category><![CDATA[Paula Bortolai]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[teste oral de tolerância à glicose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sintomas da doença nem sempre são percebidos pelas mulheres. A gestação apresenta mudanças significativas no organismo da mulher, sobretudo, no sistema hormonal. E isso pode trazer algumas complicações, como por exemplo, a diabetes gestacional, doença caracterizada pelo alto nível de açúcar no sangue. Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sintomas da doença nem sempre são percebidos pelas mulheres.</em><span id="more-5657"></span></p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://zerohora.rbsdirect.com.br/imagesrc/15834374.jpg?w=620" width="620" height="412" /><figcaption class="wp-caption-text">Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua função Foto: Wong Mei Teng / stock.xchng</figcaption></figure>
<p>A gestação apresenta mudanças significativas no organismo da mulher, sobretudo, no sistema hormonal. E isso pode trazer algumas complicações, como por exemplo, a diabetes gestacional, doença caracterizada pelo alto nível de açúcar no sangue.</p>
<p>Durante a gravidez, os hormônios podem impedir que a insulina cumpra sua função. Quando isso acontece, os <a title="Medindo a glicemia…com luz!" href="http://www.diabeticool.com/medindo-a-glicemia-com-luz/">níveis de glicose</a> podem aumentar no sangue, o que pode ser perigoso tanto para a mãe quanto para o bebê.</p>
<p>Segundo a ginecologista Paula Bortolai, a diabetes gestacional geralmente começa na metade da gestação e, na maioria das vezes, desaparece após o parto.</p>
<p>— Por isso, é extremamente importante que todas as grávidas façam o <a title="Cirurgia bariátrica: de anti-obesidade à anti-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-de-anti-obesidade-a-anti-diabetes/">teste oral de tolerância à glicose</a> entre a 24ª e a 28ª semana de gestação para verificar a taxa de glicemia. No entanto, aquelas que possuem fatores de risco para a doença devem fazer o teste antes desse período — explica.</p>
<p>Ainda de acordo com a especialista, a mulher deve estar muito atenta às mudanças e às alterações que ocorrem no decorrer da gravidez, sempre informando seu médico de tudo o que está sentindo, já que, os sintomas da doença podem ser muito leves e nem sempre percebidos pela gestante.</p>
<p>— Dentre os principais sinais estão o ganho de peso excessivo da mulher ou do bebê, inchaço, aumento exagerado do apetite, vômitos incontroláveis, infecções frequentes na bexiga, na vagina ou na pele, vontade de urinar frequente, visão turva, muita sede e fadiga — alerta.</p>
<p>Por isso, se a doença for constatada durante a gravidez, o médico deverá acompanhar de perto a futura mamãe e o bebê, para que possam ser evitadas complicações como aborto espontâneo, pré-eclâmpsia, risco de infecção urinária ou respiratória e necessidade de parto cesárea, devido ao tamanho do bebê. Além disso, alguns cuidados com a alimentação deverão ser tomados para garantir uma gestação e um parto saudável.</p>
<p>— Todo esse controle deve ser acompanhado por um especialista, pois <a title="Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">dietas</a> mal planejadas podem interferir no desenvolvimento do feto —esclarece a médica.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/11/diabetes-gestacional-pode-trazer-riscos-para-a-mae-e-o-bebe-4327444.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-pode-trazer-riscos-para-a-mae-e-o-bebe/">Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Novo jogo ensina a cuidar do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2013 21:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Arnd Prilipp]]></category>
		<category><![CDATA[Boehringer Ingelheim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gigantes farmacêuticas desenvolvem game divertido, educativo e gratuito sobre as dificuldades de se tratar o diabetes. Para a alegria e diversão de muitos diabéticos, parece estar na moda ensinar através de jogos eletrônicos. O Diabeticool já trouxe para os leitores matérias sobre diversos games cujo intuito é ajudar os jogadores a controlar melhor a condição, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gigantes farmacêuticas desenvolvem game divertido, educativo e gratuito sobre as dificuldades de se tratar o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4838"></span></p>
<figure id="attachment_4839" aria-describedby="caption-attachment-4839" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4839" alt="Tela inicial do game Complications Combat." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/complications-control-tela-inicial-diabetes.jpg" width="480" height="360" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/complications-control-tela-inicial-diabetes.jpg 480w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/complications-control-tela-inicial-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption id="caption-attachment-4839" class="wp-caption-text">Tela inicial do game Complications Combat.</figcaption></figure>
<p>Para a alegria e diversão de muitos diabéticos, parece estar na moda ensinar através de jogos eletrônicos. O <strong>Diabeticool</strong> já trouxe para os leitores matérias sobre diversos games cujo intuito é ajudar os jogadores a controlar melhor a condição, como o sueco <strong><a href="http://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">Dependency</a></strong> e o game brasileiro <strong><a href="http://www.diabeticool.com/insuonline-um-game-como-voce-nunca-viu/">InsuOnline</a></strong>. E as novidades não param de sair! Esta semana, mais um joguinho online foi lançado.</p>
<p>Desenvolvido pela gigantes da indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim e <a title="Disney ampliará distribuição de material sobre diabetes" href="http://www.diabeticool.com/disney-ampliara-distribuicao-de-material-sobre-diabetes/">Eli Lilly</a>, o jogo <strong>Complications Combat</strong> (&#8220;combate às complicações&#8221;) busca alertar os jogadores sobre as várias e perigosas complicações decorrentes do diabetes mal cuidado e o que se pode fazer para evitá-las. Além disso, o jogo tenta mostrar como é difícil para pacientes e profissionais da saúde lidar com tantos problemas diariamente.</p>
<p>&#8220;O objetivo e design do jogo são simples. Porém, o cuidado efetivo do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> e de suas complicações não é&#8221;, contou Arnd Prilipp, representante da Boehringer Ingelheim. &#8220;A fim de simular estes cuidados, os jogadores recebem o desafio de, simultaneamente, salvar os itens que levam a uma vida saudável enquanto combatem as muitas complicações &#8211; e isto não é fácil&#8221;, complementa.</p>
<figure id="attachment_4840" aria-describedby="caption-attachment-4840" style="width: 557px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4840" alt="complications control tela diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/complications-control-tela-diabetes.png" width="557" height="480" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/complications-control-tela-diabetes.png 557w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/complications-control-tela-diabetes-279x240.png 279w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/complications-control-tela-diabetes-110x96.png 110w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /><figcaption id="caption-attachment-4840" class="wp-caption-text">Os &#8220;inimigos&#8221; do jogo (à esquerda) são as complicações comuns aos diabéticos. Já os &#8220;amigos&#8221; (à direita) são hábitos e atitudes que garantem uma vida mais saudável.</figcaption></figure>
<p>O joguinho pode ser acessado via internet, no site <a href="www.complicationscombat.com">www.complicationscombat.com</a> (por enquanto, apenas em inglês). Há uma versão também disponível para download para iPads. Aliás, quem conhece os jogos para iPad certamente notará semelhanças entre o Complications Combat e o popular game Fruit Ninja!</p>
<p><strong>Complications Combat</strong> é o segundo filho de uma nova parceria entre as duas empresas de saúde. No início do mês, foi lançado um serviço online de conscientização e educação específico para os profissionais da saúde &#8211; o <strong>Diabeticool</strong> trará a matéria sobre o assunto nos próximos dias!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>UPDATE</strong>: Eis o link para baixar gratuitamente o aplicativo para iPhones e iPads: <span class="removed_link" title="https://itunes.apple.com/hk/app/complication-combat-how-long/id640173022?mt=8">https://itunes.apple.com/hk/app/complication-combat-how-long/id640173022?mt=8</span>.É possível que o iTunes peça para mudar suas configurações de loja para Hong Kong. Neste caso, aceite a mudança, baixe o programa e depois retorne à sua loja de preferência.</em></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novo-jogo-ensina-a-cuidar-do-diabetes/">Novo jogo ensina a cuidar do diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes e Complicações na Pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 18:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Acantose Nigricans]]></category>
		<category><![CDATA[bolha diabética]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[dermopatia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
		<category><![CDATA[necrobiose lipoídica diabeticorum]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[xantoma eruptivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são os problemas de pele que um diabético pode ter? Como prevenir? Aprenda tudo isso com o Diabetes Sem Medo! O diabetes pode afetar todas as partes do seu corpo, incluindo a pele. Estudos demonstram que 33 por cento das pessoas com diabetes terão algum tipo de problema de pele causado ou afetado pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quais são os problemas de pele que um diabético pode ter? Como prevenir? Aprenda tudo isso com o Diabetes Sem Medo!</em></p>
<p><span id="more-4433"></span></p>
<p>O diabetes pode afetar todas as partes do seu corpo, incluindo a pele. Estudos demonstram que 33 por cento das pessoas com diabetes terão algum tipo de problema de pele causado ou afetado pelo diabetes em algum momento da vida. As vezes, alguns problemas de pele são os primeiros sinais de que o indivíduo possui diabetes, por exemplo Acantose Nigricans. É possível prevenir e tratar a maioria dos problemas de pele, se o problema for diagnosticado cedo.</p>
<p>Alguns dos problemas de pele são condições que qualquer pessoa pode ter, mas pessoas com diabetes possuem maior facilidade de contrair, como as infecções bacterianas, as infecções fúngicas e o prurido (coceira). Outros problemas de pele ocorrem com maior frequência ou apenas nas pessoas com diabetes, como a dermopatia diabética, a necrobiose lipoídica diabeticorum, as bolhas diabéticas e o xantoma eruptivo.</p>
<p>Quando você observar qualquer mudança na sua pele, o recomendável é fazer uma consulta médica para determinar qual é o tipo de lesão, uma vez que há uma diversidade muito grande de lesões cutâneas, inclusive algumas relacionadas a processos alérgicos.</p>
<figure id="attachment_4434" aria-describedby="caption-attachment-4434" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-complicacoes-na-pele/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele/" rel="attachment wp-att-4434"><img loading="lazy" class=" wp-image-4434 " title="Diabetes e Complicações na Pele" alt="Diabetes e Complicações na Pele" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4434" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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