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	<title>alimentação | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ovo e diabetes: estudo encontra relação positiva entre os dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 19:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise de saúde de homens de meia idade mostra que o consumo de ovos gera um efeito protetor contra o diabetes tipo 2. O ovo é um alimento cheio de mistérios. Talvez o maior deles – mais enigmático do que adivinhar quem veio primeiro, ele ou a galinha! – seja sua influência na saúde. Afinal &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Análise de saúde de homens de meia idade mostra que o consumo de ovos gera um efeito protetor contra o diabetes tipo 2.</em><span id="more-10217"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> <strong>ovo</strong> é um alimento cheio de mistérios. Talvez o maior deles – mais enigmático do que adivinhar quem veio primeiro, ele ou a galinha! – seja sua <strong>influência na saúde</strong>.</p>
<p>Afinal de contas, não é de hoje que o ovo é assunto em jornais, revistas e programas de televisão sobre alimentação saudável. E é difícil decidir se os profissionais orientam a sua ingestão ou não.</p>
<p style="text-align: right; text-transform: uppercase; margin-left: 10%; margin-right: 4%; font-size: 1.2em; color: #0075c0; font-weight: bold;">Comer ovo faz bem para a saúde ou ele é um alimento nocivo, que deve ser evitado? E, tão importante quanto, qual a sua influência para o diabetes?</p>
<p>Uma nova pesquisa traz dados interessantes sobre essa discussão.</p>
<blockquote>
<h3><span style="color: #00a8f7;"><strong>PARA ENTENDER: COMO FUNCIONAM AS PESQUISAS SOBRE ALIMENTOS?</strong></span></h3>
<p>É importante entender <strong>como as pesquisas científicas sobre alimentação são feitas</strong> para saber por que há tantos alimentos que às vezes são indicados, outras vezes são contraindicados para nossa alimentação.</p>
<p>Em poucas palavras: é extremamente difícil descobrir o real efeito de um alimento no organismo.</p>
<p>Imagine o caso dos ovos, por exemplo. Ninguém se alimenta <em>somente</em> de ovo – as pessoas comem centenas de outras coisas, fumam, bebem, praticam ou não esportes&#8230;como determinar qual a influência <em>apenas</em> do ovo na saúde?</p>
<p>Para chegar a respostas, os cientistas se baseiam em estudos com <em>milhares</em> de pessoas, e que acompanham a saúde delas ao longo de muitos anos. Este é o caso do novo estudo que vamos explicar logo a seguir. Nesses trabalhos, os cientistas coletam informações sobre a alimentação de um número grande de pessoas em um período de tempo que varia de meses a vários anos, estudando sua saúde e coletando dados como peso, amostras de sangue e informações sobre doenças.</p>
<p>Depois, entra uma parte complica de <strong>estatística</strong> e de<strong> refinamento dos dados</strong>. Por meio de cálculos matemáticos, os pesquisadores tentam descobrir quais foram as diferenças na saúde de pessoas que comeram mais ovos do que as outras, por exemplo, tentando eliminar a influência de <em>todos</em> os demais parâmetros.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-10228" src="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2019/01/analises-de-dados-estatisticos.jpg?lossy=1&strip=1&webp=1" alt="analises de dados estatisticos" width="800" height="175" srcset="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2019/01/analises-de-dados-estatisticos.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 800w, https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2019/01/analises-de-dados-estatisticos-415x91.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 415w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Não é um trabalho fácil, e não é possível ter 100% de certeza sobre os resultados, mas se o número de participantes for grande o suficiente e os dados tiverem um longo histórico, as conclusões ficam cada vez mais próximas da realidade e podem nos ajudar a entender melhor como funciona o corpo humano.</p></blockquote>
[button link=&#8221;https://www.diabeticool.com/omelete-provencal-para-diabeticos/&#8221; size=&#8221;small&#8221; target=&#8221;new&#8221; text_color=&#8221;#ffffff&#8221; color=&#8221;#3399FF&#8221;]Sentindo-se inspirado(a) pela matéria? Dê uma olhada em nossa receita de Omelete Provençal para quem está com diabetes![/button]
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>OS BENEFÍCIOS DO CONSUMO REGULAR DE OVOS</strong></h2>
<h4><span style="color: #00a8f7;">Proteção frente ao diabetes tipo 2 em homens de meia idade</span></h4>
<p>A nova pesquisa sobre ovos e diabetes foi publicada este mês no periódico científico <em>Molecular Nutrition and Food Research </em>(encontre a referência ao final do texto), a partir de dados de pesquisadores da <em>University of Eastern Finland</em>, na Finlândia. Os cientistas queriam entender os resultados de uma pesquisa anterior, que mostrou uma <strong>forte correlação entre o consumo de ovos e menor risco de desenvolver diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>Esse estudo anterior se baseou em dados do <em>Kuopio Ischaemic Heart Disease Risk Factor Study</em>, uma análise de cerca de 2 mil homens de meia idade, moradores da cidade finlandesa de Kuopio, e que teve início em 1984.</p>
<p>O estudo atual analisou dados de voluntários divididos em dois grupos: aqueles que comiam uma média de 01 ovo por dia e aqueles que comiam menos do que isso.</p>
[pullquote]“Apesar de ainda ser muito cedo para tirar conclusões causais, nós agora temos algumas dicas sobre como compostos relacionados aos ovos podem ter relação com o desenvolvimento do diabetes tipo 2”, afirmou a dra. Stefania Norman, principal autora do estudo.[/pullquote]
<p>Por meio de técnicas modernas de análise dos componentes do sangue dos voluntários, os pesquisadores descobriram que a ingestão recorrente de ovos ao longo da vida é correlacionada a um aumento na quantidade de diversos lipídios no sangue – e <strong>eles podem ser o segredo para a proteção contra o diabetes tipo 2</strong>.</p>
<p>Semelhantemente, diversas moléculas que já se sabe estar relacionadas ao diabetes tipo 2 apareceram em menor quantidade no sangue daqueles voluntários que comiam mais ovos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>CONCLUSÕES</strong></h2>
<h4><span style="color: #00a8f7;">Que conclusões podemos tirar desse novo estudo?</span></h4>
<p>É interessante perceber como a análise de dados vindos de pesquisas com milhares de pessoas pode nos ajudar a entender o sempre misterioso funcionamento do corpo humano.</p>
<p>É bem possível que, quando o estudo foi iniciado, ninguém imaginava que <em>consumir ovos</em> poderia ter um efeito positivo na proteção contra o diabetes tipo 2 na meia idade. Mas os dados mostraram justamente isso.</p>
<p>A missão da Ciência, agora, é tentar descobrir o porquê desse efeito. Quanto mais estudamos, mais descobrimos segredos do corpo humano e dos alimentos. Com sorte, poderemos em breve montar uma <a href="https://www.diabeticool.com/o-segredo-para-uma-vida-muito-mais-saudavel/"><strong>dieta ideal</strong></a> para cada pessoa.</p>
<p>Mas uma conclusão nós já podemos tirar: se você gosta de <strong><a href="https://www.diabeticool.com/cafe-da-manha-rico-em-proteinas-ajuda-a-manter-a-glicemia-controlada/">comer ovos</a></strong> (sem exageros!), saiba que isso pode ter um efeito bastante positivo na saúde. E talvez ajuda a manter o diabetes mais longe, por mais tempo.</p>
[button link=&#8221;https://www.diabeticool.com/receita-de-omelete-mexicano-para-diabeticos/&#8221; size=&#8221;small&#8221; target=&#8221;new&#8221; text_color=&#8221;#ffffff&#8221; color=&#8221;#3399FF&#8221;]DICA!: Receita de Omelete Mexicano! Clique Aqui[/button]
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>O PRINCIPAL MOTIVO DA CONTRAINDICAÇÃO DOS OVOS</strong></h2>
<h4><span style="color: #00a8f7;">Todos apontam o dedo para o colesterol</span></h4>
<p>Se há um motivo que quase sempre é associado à contraindicação de ovos na alimentação, esse motivo é o <strong>colesterol</strong>.</p>
<p>A quantidade de colesterol em 01 ovo é razoavelmente alta – cerca de 190mg, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Geralmente, o consumo diário recomendado de colesterol varia entre 100 e 300mg.</p>
[pullquote]Praticamente todo o colesterol dos ovos está na gema.[/pullquote]
<p>Estudos apontam que uma pessoa saudável pode consumir sete ovos por semana tranquilamente, sem ter aumento nos riscos de problemas de saúde. Todavia, alguns estudos mostraram que, para pessoas com diabetes, esse limite possivelmente é menor.</p>
<p>O excesso de colesterol ruim no sangue pode causar entupimento de vasos sanguíneos, o que aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e derrames, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>REFERÊNCIAS CIENTÍFICAS</strong></h2>
<ul>
<li>Stefania Noerman et al. Metabolic Profiling of High Egg Consumption and the Associated Lower Risk of Type 2 Diabetes in Middle‐Aged Finnish Men, <em>Molecular Nutrition &amp; Food Research</em> (2018). <span class="removed_link" title="http://dx.doi.org/10.1002/mnfr.201800605">DOI: 10.1002/mnfr.201800605</span></li>
<li>Link para o artigo em: <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30548819">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30548819</a></li>
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		<item>
		<title>Food Revolution Day &#8211; um dia dedicado à boa alimentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2015 14:22:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Food Revolution Day]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Oliver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você acha que comer bem todos os dias é difícil, caro, demorado, sem sabor ou completamente inviável? Então venha conhecer o Food Revolution Day, um evento que vai te surpreender! Esta sexta-feira é um dia especial para quem mora em Campinas e região. O segundo Food Revolution Day acontece na cidade, na Estação Cis-Guanabara. A &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você acha que comer bem todos os dias é difícil, caro, demorado, sem sabor ou completamente inviável? Então venha conhecer o Food Revolution Day, um evento que vai te surpreender!</em><span id="more-8665"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8666" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/05/food-revolution-day-campinas-2015.jpg" alt="food revolution day campinas 2015" width="800" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/05/food-revolution-day-campinas-2015.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/05/food-revolution-day-campinas-2015-768x528.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/05/food-revolution-day-campinas-2015-349x240.jpg 349w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >E</span>sta sexta-feira é um dia especial para quem mora em Campinas e região. O segundo <a title="Quer se alimentar melhor, mas não sabe como?" href="http://www.diabeticool.com/quer-se-alimentar-melhor-mas-nao-sabe-como/">Food Revolution Day</a> acontece na cidade, na Estação Cis-Guanabara. A programação completa você confere logo abaixo.</p>
<p>O <strong>Food Revolution Day</strong> é uma iniciativa do chef-celebridade <strong>Jamie Oliver</strong> (<em>foto abaixo</em>), popular no Brasil pelos programas de culinária e documentários sobre alimentação saudável transmitidos pelo canal à cabo GNT, além dos diversos <em>best-sellers</em> nas livrarias.</p>
<p>Jamie é um grande defensor dos benefícios à saúde de uma alimentação natural. Ele criou o Food Revolution Day há quatro anos com o intuito de mostrar às pessoas, de perto e na prática, como é fácil seguir hábitos saudáveis de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ffffcc; padding: 10px;">
<span class="bdaia-shory-dropcap" >J</span>amie Oliver criou também uma campanha no site de abaixo-assinados CHANGE.org para que os governos de todo o mundo adotem medidas que garantam alimentação saudável para crianças nas escolas. Você pode colaborar através deste link:   [button link=&#8221;https://www.change.org/p/jamie-oliver-precisa-da-sua-ajuda-para-lutar-pela-educa%C3%A7%C3%A3o-alimentar-nas-escolas-foodrevolutionday?just_created=true&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;orange&#8221;]Assine a petição![/button]
<p>Já são mais de 800 mil assinaturas e a meta é atingir um milhão.</p>
 O chef Jamie Oliver &#8211; um fã incondicional da alimentação saudável.
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os eventos ocorrem em todo o mundo, em mais de 70 países. Aqui no Brasil, o Food Revolution Day acontece há 3 anos em São Paulo e em Campinas esta é a segunda edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>VANTAGENS PARA QUEM ESTÁ COM DIABETES</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >Q</span>uem convive com o diabetes sabe a importância enorme de comer bem. A alimentação equilibrada, natural, é fundamental no controle da glicemia e na prevenção de diversas <a title="Diabetes e Complicações na Pele" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-complicacoes-na-pele/">complicações comuns a diabéticos</a>.</p>
<p>Tanto para quem está com a quantidade de açúcar no sangue aumentada quanto para quem tem uma glicemia bem controlada, comer bem é um hábito que deve ser seguido todos os dias. Para quem acredita que uma boa alimentação é necessariamente cara, difícil de fazer, demorada e sem sabor, veja a seguir as dicas de palestras do Food Revolution Day Campinas para mudar totalmente de idéia!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA &#8211; FOOD REVOLUTION DAY CAMPINAS &#8211; 15/05/2015</strong></h4>
<ul>
<li>DIA TODO &#8211; <strong>Feira de Agroecologia</strong></li>
<li>DIA TODO &#8211; <strong>&#8220;Gastronomia é arte!&#8221;</strong> &#8211; Exposição de Fotos</li>
<li>DIA TODO &#8211; <strong>Trilha dos Sentidos</strong></li>
<li>10h &#8211; 10h30: Solenidade de Abertura</li>
<li>10h30 &#8211; 11h: Atividade Cultural &#8211; Grupo Literatura e Música &#8220;Brincando com a música&#8221;</li>
<li>11h &#8211; 12h30: <strong>Oficina &#8220;Culinária de Afetos&#8221;</strong> &#8211; Psicóloga Flávia C. Moraes Salles/ &#8220;Memórias com gosto de fruta&#8221; &#8211; Socióloga Silvana Di Blásio</li>
<li>12:30h -14:00h – Pausa para almoço (o evento não oferece refeições)</li>
<li>14h &#8211; 16h: Exibição do Filme “Lucro acima da Vida” (Caso Shell) e Debate sobre Agrotóxicos</li>
<li>14h &#8211; 15h: Oficina Culinária SESI <strong>&#8220;Aproveitamento integral dos alimentos&#8221;</strong> &#8211;  Nutricionista Adriana Dalpoz &#8211; SESI Campinas</li>
<li>15h &#8211; 16h: Oficina Culinária enquanto patrimônio histórico imaterial &#8211; <strong>&#8220;Que saudades do Cuscuz Paulista!&#8221;</strong> &#8211; Culinarista Neide Martins &#8211; UNICAMP</li>
<li>15h &#8211; 16h: <strong>Oficina HortaPet e Petvaso (Horta Doméstica)</strong>&#8211; Nutricionista Sandra Minei e Engenheiro Civil Nelson Massatoni Minei</li>
<li>16h &#8211; 17h: Atividade Cultural: &#8220;Grupo Humaniza&#8221;</li>
<li>16h &#8211; 17h: &#8220;<strong>Em busca de outros sabores&#8221; Oficina de Bolos Veganos</strong> &#8211; Nutricionista Julicristie M. Oliveira, professora de Segurança Alimentar e Nutricional da FCA/UNICAMP</li>
<li>17h &#8211; 18h: <strong>Oficina de sucos</strong> &#8211; Nutricionistas Vanessa Menk e Camilla Bertuzzo Veiga e Chef Átilla Müller</li>
</ul>
<p><strong> Mais informações em <a href="https://facebook.com/foodrevolutiondaycampinas">facebook.com/foodrevolutiondaycampinas</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/food-revolution-day-um-dia-dedicado-a-boa-alimentacao/">Food Revolution Day – um dia dedicado à boa alimentação</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Como a falta de dinheiro dificulta tratar o diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/como-a-falta-de-dinheiro-dificulta-tratar-o-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 00:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa norte-americana mostra que, quando o dinheiro está curto, o controle do diabetes é ruim mesmo na presença de bons médicos. Cuidar do diabetes é uma tarefa enorme: exige dedicação, paciência e muito esforço. E não é só isso: em boa parte dos casos, exige, também, bastante dinheiro. Um novo trabalho científico, realizado por pesquisadores &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa norte-americana mostra que, quando o dinheiro está curto, o controle do diabetes é ruim mesmo na presença de bons médicos.</em><br />
<span id="more-8256"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8257" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/custos-do-diabetes-dinheiro.jpg" alt="custos do diabetes dinheiro" width="600" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/custos-do-diabetes-dinheiro.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/custos-do-diabetes-dinheiro-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Cuidar do diabetes é uma tarefa enorme: exige dedicação, paciência e muito esforço. E não é só isso: em boa parte dos casos, exige, também, bastante <strong>dinheiro</strong>. Um novo trabalho científico, realizado por pesquisadores do Massachusetts General Hospital, em Boston, EUA, mostra que a falta de recursos financeiros por parte do diabético pode se traduzir em problemas graves de saúde mesmo que ele receba cuidados médicos de qualidade.</p>
[pullquote]A falta de dinheiro aumenta as chances de uma pessoa cuidar mal da própria saúde, mesmo quando ela recebe bons cuidados médicos.[/pullquote]
<p>O estudo foi publicado na mais recente edição da revista científica <em>JAMA Internal Medicine</em>.</p>
<p>Mais de 400 diabéticos norte-americanos foram analisados na pesquisa. Todos eles passaram por consultas médicas em centros de saúde dos EUA, inclusive em locais especializados em diabetes. Porém, apesar de receberem tratamento de primeiro mundo, 46% dos pacientes apresentavam controle insatisfatório das metas de <a title="Sabia que o magnésio ajuda a controlar a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/sabia-que-o-magnesio-ajuda-a-controlar-a-glicemia/">glicemia</a>.</p>
<p>Os cientistas buscaram entender o fenômeno em termos econômicos. Se as consultas médicas eram boas, será que problemas de dinheiro estariam influenciando negativamente a saúde das pessoas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANDO RAIZ A PROBLEMA ESTÁ NO BOLSO</strong></p>
<p>Dos cerca de 400 voluntários, 19% afirmaram não ter dinheiro suficiente para se alimentar bem todos os dias, ou seja, comprar comida natural e nutritiva. <a title="Diabetes e o Cérebro: como mantê-lo vivo e ativo por mais tempo" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-cerebro-como-mante-lo-vivo-e-ativo-por-mais-tempo/">Alimentar-se bem</a> é parte essencial da rotina de quem está com diabetes, uma vez que refeições desbalanceadas, repletas de carboidratos e gorduras, geram efeitos negativos no curto e no longo prazo, além de dificultarem o controle da doença.</p>
<p>Além disso, quase 30% dos voluntários disseram não ter dinheiro suficiente para comprar os medicamentos necessários todos os meses. Outros problemas de instabilidade financeira foram observados em pelo menos 15% dos participantes do trabalho.</p>
[pullquote]O problema mais comum encontrado pelos pesquisadores é não haver dinheiro suficiente para se alimentar de maneira saudável todos os dias.[/pullquote]
<p>De acordo com as análises dos pesquisadores, estes problemas financeiros estão correlacionados a uma pior qualidade de vida e a um controle do diabetes deficiente nos pacientes. Quem relatou dificuldades em se alimentar bem, por exemplo, apresentou controle glicêmico pior; aqueles que acusaram não ter dinheiro para comprar medicamentos eram muito mais propensos a visitar os serviços de emergência hospitalar, devido a complicações do diabetes descontrolado.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, o estudo mostra que os serviços públicos de saúde não devem apenas focar em oferecer mais médicos à população; eles devem, também, ajudar a suprir necessidades do paciente que estão além do consultório médico. &#8220;Em particular, a insegurança alimentar e uso insatisfatório de medicamentos devido ao custo são alvos promissores no combate ao diabetes no mundo real&#8221;, afirmam os cientistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CUIDAR DO DIABETES CUSTA CARO, TANTO AQUI QUANTO LÁ FORA</strong></p>
<p>Apesar de muitos países oferecerem serviços públicos de saúde, como é o caso do SUS brasileiro, na maioria das vezes a ajuda governamental não é suficiente para garantir o bom controle da doença, obrigando o diabético a investir grandes somas todos os meses em medicamentos, <a title="“O governo trocou meu monitor de glicemia”! Dá para confiar no novo?" href="http://www.diabeticool.com/o-governo-trocou-meu-monitor-de-glicemia-da-para-confiar-no-novo/">tiras de medição</a> e acessórios que ajudem a garantir mais saúde.</p>
<p>Um estudo da Sociedade Brasileira de Diabetes divulgado em 2012 apontou que, em média, um diabético que utiliza o SUS para atendimentos básicos ainda assim desembolsa mais de R$5 mil por ano no controle da doença. Caso opte por atendimento privado, os custos saltam para mais de 12 mil reais anuais.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-a-falta-de-dinheiro-dificulta-tratar-o-diabetes/">Como a falta de dinheiro dificulta tratar o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A curiosa relação entre peso, bactérias &#8220;boas&#8221; e nossos genes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 16:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[Christensenellaceae]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo. Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo.</em><span id="more-8051"></span></p>
 O sistema digestório é composto por bilhões de microorganismos, que nos ajudam a aproveitar melhor os nutrientes dos alimentos. Imagem:BBC
<p>Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. A influência da genética na balança é enorme. Muitas pessoas não conseguem de jeito nenhum perder peso, por mais que sigam as dietas mais tradicionais ou exóticas – grande parte da culpa nestes casos pode estar, sim, no nosso DNA.</p>
<div style="background-color: #ffb84d; border: 2px solid #FF9900; padding: 10px;">A descoberta que esta matéria apresenta é importantíssima, também, para quem se interessa por diabetes. Controlar o peso e a alimentação é parte fundamental do tratamento da doença. O sobrepeso e a obesidade são as fatores de risco número 1 para o diabetes tipo 2. <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">Saiba mais aqui</a>!</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da Ciência já saber, há tempos, sobre a influência dos genes em nosso peso, a maneira como isto ocorre ainda é nebulosa. Uma nova pesquisa, publicada no periódico <em>Cell</em>, revela uma nova faceta desta interação e ajuda a explicar a questão. Segundo o trabalho científico, a composição genética altera os <strong>tipos de bactérias</strong> que vivem no nosso sistema digestório. E isso tem tudo a ver com a maneira pela qual o corpo lida com os nutrientes da alimentação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bacterias en el Intestino" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/RokBhI0YpdY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MUNDO MICROSCÓPICO DE PESO</strong></p>
<p>A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade Cornell e do King’s College London, comparou a “fauna” intestinal de gêmeos idênticos (ou seja, pessoas com o DNA 100% igual) e gêmeos não-idênticos (que tem cerca de 50% do DNA igual). Por “fauna intestinal” entende-se a quantidade e os tipos de <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">bactérias</a> que vivem em nosso corpo, ajudando a processar os alimentos que comemos.</p>
<p>Os cientistas descobriram que gêmeos idênticos possuem a composição bacteriana muito mais parecida do que em gêmeos não-idênticos. Além disso, uma espécie de bactérias – as <em>Christensenellaceae</em> – foram muito mais comuns em pessoas magras do que nos gêmeos mais gordinhos.</p>
<p>Estes resultados demonstram uma forte influência dos <a title="Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/">genes</a> na maneira como o corpo lida com os alimentos, afirmam os cientistas. Além disso, abrem a possibilidade de tratar problemas como obesidade e sobrepeso através da administração de <em>Christensenellaceae</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, a maneira mais recomendada de evitar os problemas de saúde decorrentes do excesso de peso é a reeducação alimentar, equilibrando os nutrientes ingeridos no dia-a-dia. <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">Praticar atividades físicas</a> também é essencial à manutenção da boa saúde. Já pensou se no futuro, além destas atividades, ingerir bactérias possa, também, ajudar a manter o peso sob controle?</p>
 Carnaval colorido: representação artística da variedade de bactérias presentes em nosso organismo.
<p>“Setenta por cento das diferenças de peso entre as pessoas são causados pelos genes – isto já é conhecido pela Ciência há cerca de 10 anos”, afirmou Tim Spector, professor do King’s College e um dos autores do estudo.</p>
<p>“Possivelmente há algum importante fator que ainda não descobrimos no controle do peso. Determinar se os micróbios em nossos intestinos são ou não são influenciados pelos genes do hospedeiro é importante. É uma parte do nosso corpo que havíamos, até então, ignorado”, explica.</p>
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		<title>Sabia que o magnésio ajuda a controlar a glicemia?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/sabia-que-o-magnesio-ajuda-a-controlar-a-glicemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2014 17:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[magnésio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que ingerir alimentos ricos em magnésio pode ser uma deliciosa maneira de prevenir o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Ingerir a quantidade recomendada de magnésio nas refeições ajuda a diminuir os riscos de diabetes, revelou um novo estudo. O resultado é especialmente válido para pessoas com alta susceptibilidade de desenvolver o tipo 2 &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela que ingerir alimentos ricos em magnésio pode ser uma deliciosa maneira de prevenir o desenvolvimento do diabetes tipo 2.</em><span id="more-8030"></span></p>
<p>Ingerir a quantidade recomendada de <a title="Alimentação saudável: quanto mais colorida melhor!" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-saudavel-quanto-mais-colorida-melhor/"><strong>magnésio</strong></a> nas refeições ajuda a diminuir os riscos de diabetes, revelou um novo estudo. O resultado é especialmente válido para pessoas com alta susceptibilidade de desenvolver o tipo 2 da doença.</p>
<p>Uma pesquisa científica realizada na Universidade Tufts, nos EUA, descobriu que pessoas saudáveis que mantinham consumo elevado de magnésio tiveram chances 37% menores de desenvolver hiperglicemias ou apresentar insulina em excesso no sangue. Ambos estes fatores são precursores comuns do diabetes tipo 2.</p>
 Sementes &#8211; especialmente as de abóbora e de girassol &#8211; são ricas no mineral.
<p>Quando os pesquisadores estudaram a dieta de pessoas que tinham excesso de insulina e hiperglicemias frequentes, viram que aqueles que ingeriam mais magnésio também apresentaram riscos menores de diabetes (32% a menos) em relação a quem comia menos do mineral.</p>
<p>Estas associações mostraram-se verdadeiras mesmo levando em consideração fatores como ingestão de fibras, que normalmente ocorre concomitante ao consumo de magnésio.</p>
<p>Ou seja, mesmo correndo riscos de ter diabetes, parece que uma dieta rica em magnésio “protegeu” estas pessoas da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para chegar a estas conclusões, o estudo, publicado no periódico científico <em>Diabetes Care</em>, acompanhou a saúde de mais de 2.500 pessoas, durante 7 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE É O MAGNÉSIO E O QUE ELE FAZ NO CORPO?</strong></p>
<p>O magnésio é um mineral essencial à boa função do corpo humano. Ele está envolvido em mais de <strong>300 reações químicas</strong> que acontecem dentro de nós. Além de ajudar a manter a <a title="Glicemia sob controle sempre, com uma mãozinha da tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-sob-controle-sempre-com-uma-maozinha-da-tecnologia/">glicemia sob controle</a>, o magnésio ainda é poderoso na manutenção do bom funcionamento do sistema nervoso, mantém a integridade dos nossos ossos e, também, permite a utilização eficiente de energia pelo organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAIS ALIMENTOS SÃO RICOS EM MAGNÉSIO?</strong></p>
<p>O magnésio pode ser encontrado em boas quantidades em grãos integrais, vegetais, peixes, sementes (o alimento com maior quantidade de magnésio por peso é a semente de abóbora, facilmente encontrada na forma torrada e salgada) e no <a title="Diabetes e Chocolate" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-chocolate/">chocolate amargo</a>. Em outras palavras, tente incluir arroz integral, espinafre, amêndoas e bananas em sua dieta  – seu paladar (e sua saúde!) agradecem.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA MAIS</span>: quer dicas de receitas com quantidades controladas de carboidratos? <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">Clique aqui</a>!</strong></p>
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		<title>Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 20:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[frituras]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[vegetais folhosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo australiano compara aptidões cerebrais de jovens e constata a importância da boa alimentação desde cedo. A adolescência é um período repleto de mudanças, tanto físicas quanto mentais. O corpo trabalha em ritmo acelerado a fim de preparar o terreno para a chegada da idade adulta – e isto inclui adaptações no funcionamento do nosso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo australiano compara aptidões cerebrais de jovens e constata a importância da boa alimentação desde cedo.</em><span id="more-7920"></span></p>
<p>A adolescência é um período repleto de mudanças, tanto físicas quanto mentais. O corpo trabalha em ritmo acelerado a fim de preparar o terreno para a chegada da idade adulta – e isto inclui adaptações no funcionamento do nosso <strong>cérebro</strong>. As diversas modificações que acontecem na puberdade necessitam de energia e matéria prima para acontecer, e o combustível para isto vem dos alimentos que ingerimos. Será que, então, pessoas que se <strong>alimentam mal</strong> durante a adolescência podem apresentar aspectos psicológicos não muito favoráveis no futuro?</p>
<p>Uma nova pesquisa ajuda a responder a esta questão. Cientistas australianos acompanharam o desenvolvimento cognitivo de mais de 600 crianças. Elas responderam a um questionário quando tinham 14 anos sobre seus hábitos alimentares. Três anos depois, aos 17, os pesquisadores testaram várias aptidões de cada um deles para tentar encontrar um elo entre dieta e funcionamento cerebral.</p>
<p>Os resultados parecem claros: <strong>alimentar-se mal durante a adolescência leva a uma menor performance cerebral</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE COMER (E O QUE EVITAR!) QUANDO SE ESTÁ CRESCENDO</strong></p>
<p>A pesquisa, publicada na última edição do <em>Journal of Child Psychology and Psychiatry</em>, mostra que os jovens que tinham uma dieta baseada em <em>fast-food</em>, comidas industrializadas, muita carne vermelha e processada, frituras e refrigerantes, tiraram as menores notas nos testes cognitivos.</p>
<p>Particularmente, aqueles que mais comiam frituras tiveram as menores notas.</p>
<p>Os testes mediram aspectos cerebrais como tempo de reação, função psicomotora, atenção visual, capacidade de aprendizado e memorização.</p>
<p>&#8220;A adolescência representa um período crítico para o desenvolvimento cerebral. É possível que a má alimentação seja um fator de risco significativo durante esta fase (…), uma suposição que nossas descobertas corroboram&#8221;, afirmou a dra. Anett Nyaradi, principal autora do estudo.</p>
<p>Em contrapartida aos jovens que comeram mal, aqueles que se alimentavam mais habitualmente com <a title="Gelatina com frutas vermelhas" href="http://www.sobrepeso.com.br/gelatina-com-frutas-vermelhas/"><strong>frutas</strong></a> e <strong>vegetais folhosos</strong> tiveram as <strong>maiores notas</strong>.</p>
<p>Porque comer vegetais folhosos (como por exemplo couve, acelga, brócolis, espinafre, rúcula etc) faz bem à cabeça? Segundo os pesquisadores, estes alimentos possuem grandes quantidades de <strong>folato</strong>, uma molécula importantíssima para o bom desenvolvimento cerebral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM ESTUDO PIONEIRO</strong></p>
<p>Não é a primeira vez que trabalhos científicos associam má alimentação durante a puberdade com problemas na cognição. Porém, o estudo da dra. Nyaradi é o primeiro a analisar a dieta de maneira completa e não focar em apenas um nutriente.</p>
<p>“Estas descobertas têm implicações importantes para políticas de saúde e programas de incentivo à qualidade de vida”, afirmou a pesquisadora.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sobrepeso.com.br/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">SobrePeso</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Um nutriente poderoso (e em falta!): a Vitamina E</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/um-nutriente-poderoso-e-em-falta-a-vitamina-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 20:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina E]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa revela os poderes extraordinários da vitamina E no corpo humano e alerta: a maioria das pessoas ingere menos desta vitamina do que o recomendado. Nosso corpo precisa de nutrientes para crescer e se manter saudável. Dentre eles está a vitamina E. Apesar desta vitamina estar presente em alimentos bastante comuns, como leguminosas, carnes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa revela os poderes extraordinários da vitamina E no corpo humano e alerta: a maioria das pessoas ingere menos desta vitamina do que o recomendado.</em><span id="more-7878"></span></p>
<figure id="attachment_7879" aria-describedby="caption-attachment-7879" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7879" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/vitamina-E-diabetes.jpg" alt="vitamina E diabetes" width="600" height="339" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/vitamina-E-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/vitamina-E-diabetes-415x234.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7879" class="wp-caption-text">O óleo de girassol é um exemplo de alimento rico em vitamina E, mas que nem sempre é utilizado durante as refeições.</figcaption></figure>
<p>Nosso corpo precisa de nutrientes para crescer e se manter saudável. Dentre eles está a <a title="Vitaminas podem melhorar sintomas do diabetes, revela estudo" href="http://www.diabeticool.com/vitaminas-podem-melhorar-sintomas-do-diabetes-revela-estudo/"><strong>vitamina E</strong></a>. Apesar desta vitamina estar presente em alimentos bastante comuns, como leguminosas, carnes e sementes, no geral ingerimos menos vitamina E do que o nosso corpo necessita para funcionar bem. Estima-se que 90% dos norte-americanos, por exemplo, não ingerem as quantidades ideais do nutriente. E isto pode levar a sérios problemas de saúde, como mostra uma nova pesquisa.</p>
<p>Uma análise sistemática da literatura científica sobre o poder da vitamina E na saúde humana foi conduzida pela pesquisadora Maret Traber, do Instituto Linus Pauling, nos EUA, e publicada na última edição do periódico <em>Advances in Nutrition</em>.</p>
<p>O estudo mostra que a falta de vitamina E pode acarretar diversas doenças, especialmente na infância, gravidez e velhice. Além disso, boas quantidades dela no corpo podem significar uma melhora substancial na qualidade de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS PODEROSOS EFEITOS DA VITAMINA E NO CORPO</strong></p>
<p>Segundo o artigo de Maret, pesquisas científicas já mostraram que a falta de vitamina E pode causar:</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>anemia</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>infecções mais freqüentes</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>problemas na gravidez, tanto para a mãe quanto para o bebê</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>crescimento menor</strong></span></li>
</ul>
<p>Em crianças, a falta de vitamina E já foi associada a riscos maiores de doenças neurológicas, deterioração dos músculos e até mesmo <a title="Diabetes, pressão alta e doenças cardíacas da geração boomers" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pressao-alta-e-doencas-cardiacas-da-geracao-boomers/">doenças cardíacas</a> (que costumam aparecer só em idades mais avançadas).</p>
<p>Ao contrário, uma pesquisa mostrou que, se houver concentrações altas da vitamina na dieta de crianças de 2 anos, as habilidades mentais delas são maiores que a média.</p>
<p>Estes benefícios ao cérebro extendem-se também para os mais velhos. Idosos que seguiram uma dieta rica em vitamina E ao longo da vida mostraram, de acordo com outro trabalho científico, um tamanho cerebral maior e funções mentais mais bem conservadas durante a terceira idade.</p>
<p>&#8220;A vitamina E é importante ao longo de toda a vida, mas as maiores evidência que temos focam no período dos primeiros 1.000 dias de vida, a partir da fecundação&#8221;, disse a pesquisadora Maret Trauber. &#8220;A vitamina E é essencial para o desenvolvimento neurológico e cerebral que ocorre apenas durante este período. Não é uma coisa que possa ser suprida depois&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>COMO INGERIR MAIS VITAMINA E NAS REFEIÇÕES?</strong></p>
<p>A seguir, uma lista de alimentos ricos em vitamina E. Quanto mais frescos e naturais eles forem preparados, maiores as concentrações da vitamina ingeridas.</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>acelga</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>amêndoas</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>avelãs</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>espinafre</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>gérmen de trigo</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>nabo</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>óleos vegetais &#8211; especialmente óleo de girassol</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>sementes, no geral</strong></span></li>
</ul>
<p><em><strong><a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">QUER DICAS DE RECEITAS SAUDÁVEIS PARA DIABÉTICOS? CLIQUE AQUI!</a></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A VANTAGEM PARA DIABÉTICOS?</strong></p>
<p>A notícia de que estamos ingerindo menos vitamina E do que o recomendado é um alerta especialmente válido para quem está com diabetes. Uma porcentagem alta de quem está com a doença sofre de problemas cardiovasculares. Já há evidências de que suplementos alimentares contendo a vitamina E ajudam a proteger o coração e os vasos sangüíneos, diminuindo as incidências de derrames e ataques cardíacos.</p>
<p>Além disto, um estudo de 2011 mostrou que suplementos de vitamina E ajudaram a diminuir as taxas de <a title="Hemoglobina Glicada (glicosilada)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> em diabéticos.</p>
<p>Assim, sendo diabético ou não, a dica é incluir alimentos ricos em vitamina E durante várias refeições ao longo da semana. As vantagens para nossa saúde são enormes e compensam esta variação no cardápio!</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/um-nutriente-poderoso-e-em-falta-a-vitamina-e/">Um nutriente poderoso (e em falta!): a Vitamina E</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Diabetes gestacional: 10% das mulheres desenvolve a doença</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-10-das-mulheres-desenvolve-a-doenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2014 17:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[grávida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional do Diabetes, confira quatro dicas para evitar o problema durante a gestação. O Dia Nacional do Diabetes, comemorado nesta quinta (26), tem como objetivo alertar a população para a doença que é capaz de aumentar excessivamente as taxas de açúcar no sangue. Se você está grávida, deve ficar ainda mais atenta: o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No Dia Nacional do Diabetes, confira quatro dicas para evitar o problema durante a gestação.</em><span id="more-7684"></span></p>
<p>O Dia Nacional do Diabetes, comemorado nesta quinta (26), tem como objetivo alertar a população para a doença que é capaz de aumentar excessivamente as taxas de açúcar no sangue. Se você está <a title="Grávidas: como cortar pela metade as chances de ter diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gravidas-como-cortar-pela-metade-as-chances-de-ter-diabetes/">grávida</a>, deve ficar ainda mais atenta: o diabetes pode aparecer durante a gestação, mesmo sem você ter desenvolvido a doença anteriormente. Por isso é chamada diabetes gestacional.</p>
<p>De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC &#8211; Centers for Disease Control and Prevention), 1 em cada 10 mulheres norte-americanas desenvolvem o problema durante a gravidez. A manifestação da doença acontece, principalmente, no último trimestre, quando o <a title="Por que meu pâncreas não produz insulina?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-meu-pancreas-nao-produz-insulina/">pâncreas</a> fica sobrecarregado e já não consegue produzir insulina, aumentando o nível de açúcar no sangue da futura mãe.</p>
<p>Após o nascimento do bebê, a sobrecarga no pâncreas e os hormônios placentários que bloqueiam a ação da insulina no corpo da gestante desaparecem. Com isso, as taxas de açúcar no sangue tendem a normalizar. Porém, se o diabetes gestacional é diagnosticado muito tarde, a mulher corre o risco de desenvolver os tipos 1 ou 2 da doença [<em>sic, o correto é apenas o tipo 2</em>]. Isso sem contar o risco para o bebê, que pode nascer muito grande, pela alta taxa de açúcar que recebeu da mãe durante a gravidez, o que aumenta a chance de internação para a regulagem do açúcar e insulina em seu metabolismo.</p>
<p>Em entrevista à CRESCER, o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, do Hospital Sírio Libanês (SP), reforça que a maioria dos casos de diabetes gestacional pode ser facilmente controlada por meio de <a title="Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg" href="http://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">mudanças na alimentação</a>. Além disso, a incidência da doença em mulheres fora do grupo de risco &#8211; formado por aquelas que possuem diabetes gestacional ou tipo 1 e 2 no histórico familiar ou que estão acima do peso no início da gestação &#8211; é baixa. “Grávidas com mais de 35 anos ou com alguma doença crônica, como pressão alta, também devem ficar atentas”, alerta Pupo.</p>
<p>O diagnóstico é feito por meio da glicemia de jejum, exame de sangue comum durante os check-ups com o seu ginecologista. Caso ele esteja alto, o médico vai pedir que você realize, entre a 24a e 28a semana de gestação, o teste oral de tolerância à glicose (curva glicêmica) para confirmar a doença.</p>
<p>Mas você pode, sim, evitar o surgimento da doença enquanto espera o bebê. Confira 4 dicas:</p>
<ul>
<li>Acompanhe o seu ganho de peso e não engorde além do recomendado pelo obstetra.</li>
<li>Se antes de engravidar você estiver com sobrepeso, emagreça antes da concepção e mantenha seu Índice de Massa Corpórea (IMC), resultado da divisão entre o peso e a altura ao quadrado, entre 20 e 25.</li>
<li>Se puder, faça um acompanhamento nutricional. Além de garantir uma alimentação saudável, o profissional vai controlar os quilos extras e as taxas de açúcar em seu sangue.</li>
<li>Pratique atividade física, como caminhada ou ioga, diariamente durante toda a gestação. Exercícios físicos controlam a taxa de açúcar no sangue, mas só devem ser realizados após a autorização do seu obstetra.</li>
</ul>
<p><strong>Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2014/06/diabetes-gestacional-1-em-cada-10-mulheres-desenvolve-doenca.html" target="_blank" rel="nofollow">Revista Crescer</a></strong></p>
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		<title>Fazer só duas refeições por dia pode ajudar no tratamento de diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2014 20:27:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[café da manhã]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes perderam mais peso e tiveram maior redução do nível de açúcar no sangue ao fazer duas refeições por dia. Comer apenas o café da manhã e o almoço pode ser uma forma mais efetiva de tratar a diabete tipo 2 do que fazer pequenas refeições ao longo do dia, dizem cientistas. Pesquisadores do Instituto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pacientes perderam mais peso e tiveram maior redução do nível de açúcar no sangue ao fazer duas refeições por dia.</em><span id="more-7588"></span></p>
<p>Comer apenas o <a title="Tomar um bom café da manhã é ótima prevenção ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tomar-um-bom-cafe-da-manha-e-otima-prevencao-ao-diabetes/">café da manhã</a> e o almoço pode ser uma forma mais efetiva de tratar a diabete tipo 2 do que fazer pequenas refeições ao longo do dia, dizem cientistas.</p>
<p>Pesquisadores do Instituto de Medicina Clínica e Experimental de Praga testaram os dois métodos com dois grupos de 27 pessoas.</p>
<p>O primeiro grupo fez duas refeições maiores por 12 semanas, comendo pela última vez até às 16 horas.</p>
<p>O segundo se alimentou com seis porções menores ao longo de todo o dia, como é frequentemente recomendado a pacientes com diabetes.</p>
<p>Depois, os grupos inverteram suas dietas. Em ambos os casos, todas as refeições do dia somavam 1.700 calorias.</p>
<p>Quando comeram duas vezes, os voluntários perderam mais peso e tiveram uma maior redução do <a title="Nova estratégia terapêutica: impedir que a insulina “morra”" href="http://www.diabeticool.com/nova-estrategia-terapeutica-impedir-que-a-insulina-morra/">nível de açúcar no sangue</a>.</p>
<p>Segundo os cientistas, estes resultados corroboram com &#8220;evidências anteriores&#8221; de que refeições em menor número e porções maiores traziam mais benefícios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Causa e efeitos</strong></p>
<p>A diabetes tipo 2 é causada quando o corpo não produz uma quantidade suficiente do hormônio insulina, que regula o açúcar no sangue.</p>
<p>Na falta dele, o nível de açúcar fica elevado demais, o que pode causar problemas cardíacos e acidente vascular cerebral, o AVC, <a title="Viu alguma alteração nos seus pés? Corra para o médico!" href="http://www.diabeticool.com/viu-alguma-alteracao-nos-seus-pes-corra-para-o-medico/">danos nos nervos</a>, sensibilidade a luz e problemas renais.</p>
<p>Segundo a Federação Internacional de Diabetes (FID), há 371 milhões de adultos diabéticos no mundo, dos quais 13,4 milhões são brasileiros, a maioria deles do tipo 2.</p>
<p>O número é especialmente alarmante no caso brasileiro, porque ele supera com muita antecedência o número previsto pelo FIS de 12,7 de diabéticos no país em 2030.</p>
<p>Mudar os hábitos alimentares pode ajudar não só estas pessoas, segundo o estudo realizado em Praga, como quem deseja perder peso.</p>
<p>&#8220;Os pacientes com menos refeições tinham medo de passar fome de noite, mas eles sentiram menos fome porque os deixamos comer até ficarem satisfeitos&#8221;, diz a pesquisadora Hana Kahleova.</p>
<p>&#8220;Mas, quando comiam seis vezes ao dia, eles não ficavam satisfeitos. Isso foi surpreendente.&#8221;</p>
<p>O pesquisador Richard Elliot, do instituto Diabetes UK, diz que o estudo reforça resultados de pesquisas anteriores que apontam para um novo tipo de dieta para este tipo de paciente.</p>
<p>&#8220;No entanto, antes será preciso realizar um estudo mais duradouro antes de mudar a indicação nutricional dada a pessoas com diabetes&#8221;, disse Elliott.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/05/140516_diabetes_refeicoes_rb.shtml">BBC Brasil</a></strong></p>
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		<title>Comer 2 vezes ao dia pode ser bom pra tratar diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2014 23:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[glucagon]]></category>
		<category><![CDATA[Hana Kahleova]]></category>
		<category><![CDATA[refeições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atitude pode ser melhor do que comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo. Ingerir café da manhã e almoço substanciosos pode auxiliar as pessoas que sofrem de diabetes tipo 2, que atualmente são encorajadas a comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo. &#8220;Nós comparamos a eficiência do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atitude pode ser melhor do que comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo.</em><span id="more-7554"></span></p>
<p>Ingerir <a title="Tomar um bom café da manhã é ótima prevenção ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tomar-um-bom-cafe-da-manha-e-otima-prevencao-ao-diabetes/">café da manhã</a> e almoço substanciosos pode auxiliar as pessoas que sofrem de diabetes tipo 2, que atualmente são encorajadas a comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo.</p>
<p>&#8220;Nós comparamos a eficiência do modelo clássico de cinco, ou seis refeições por dia, com a de duas grandes refeições, café da manhã e almoço, tendo mais ou menos a mesma contagem diária de calorias&#8221;, declarou nesta terça-feira à AFP a pesquisadora Hana Kahleova, do Instituto IKEM de Praga, República Tcheca.</p>
<p>A pesquisa se concentrou em uma amostra de 54 homens e mulheres com idades entre 30 e 70 anos, que sofrem de <a title="O que os ursos podem nos ensinar sobre diabetes e obesidade" href="http://www.diabeticool.com/o-que-os-ursos-podem-nos-ensinar-sobre-diabetes-e-obesidade/">obesidade</a> e diabetes tipo 2, o qual não depende de insulina.</p>
<p>Durante três meses, aqueles que ingeriram refeições maiores duas vezes por dia perderam 1,4 quilo a mais do que os que seguiram o modelo clássico, afirmou Kahleova.</p>
<p>&#8220;Níveis de açúcar, insulina e <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">glucagon</a> [nr: hormônio que aumenta a concentração de glicose no sangue] em um estômago vazio também caíram mais rapidamente em pacientes que comem de manhã e ao meio-dia, e sua sensibilidade à insulina também melhorou&#8221;, prosseguiu.</p>
<p>Mas a pesquisadora alertou que &#8220;aqueles que tomam insulina não podem começar essa dieta sem consultar um médico&#8221;, afirmando que isto demandaria um ajuste significativo na dosagem de insulina.</p>
<p>Ela acrescentou, ainda, que é necessário fazer pesquisas mais extensivas para confirmar os resultados do estudo.</p>
<p>&#8220;Não podemos dar recomendações gerais com base nesse único estudo&#8221;, disse a pesquisadora à AFP.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/comer-2-vezes-ao-dia-pode-ser-bom-pra-tratar-diabetes-tipo-2" target="_blank" rel="nofollow">Exame</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/comer-2-vezes-ao-dia-pode-ser-bom-pra-tratar-diabetes-tipo-2/">Comer 2 vezes ao dia pode ser bom pra tratar diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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