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	<title>Universidade da Pensilvânia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Mais um alimento antidiabético poderoso: grãos de café verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 14:32:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela alta eficiência de extrato do café verde na diminuição da glicemia e do peso. Esta semana acontece o Encontro Nacional da Sociedade Química dos EUA, na cidade de Nova Orleans. Muitos trabalhos e novidades estão sendo apresentados, e um deles chamou a atenção para o diabetes. De acordo com uma novíssima pesquisa, realizada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela alta eficiência de extrato do café verde na diminuição da glicemia e do peso.</em></p>
<p><span id="more-4388"></span></p>
<p>Esta semana acontece o Encontro Nacional da Sociedade Química dos EUA, na cidade de Nova Orleans. Muitos trabalhos e novidades estão sendo apresentados, e um deles chamou a atenção para o diabetes. De acordo com uma novíssima pesquisa, realizada por uma equipe de cientistas da Universidade da Pensilvânia, o extrato de café verde é capaz de efetivamente diminuir a glicemia, além de ajudar a <a title="Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">reduzir o peso</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAFÉ VERDE: UM NOVO TIPO DE CAFÉ?</strong></p>
<p>O &#8220;<strong>café verde</strong>&#8221; nada mais é do que a maneira como é chamado o café que não passou pelo processo de torrefação. Ou seja, trata-se do café normal, porém não torrado.</p>
<p>Apesar do café torrado possuir uma alta concentração de substância boas para a nossa saúde (veja abaixo mais informações sobre o café), alguns componentes químicos importantes se perdem durante a torrefação. O café verde mantém estes componentes nutritivos. Ele possui quantidades altas de <a title="Estudo conclui: dieta rica em cacau pode ajudar a controlar o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/estudo-conclui-dieta-rica-em-cacau-pode-ajudar-a-controlar-o-diabetes/">antioxidantes</a> e de substâncias conhecidas como ácidos clorogênicos, que protegem contra o envelhecimento e as radiações ultravioleta.</p>
<p><strong>+ Leia mais sobre o delicioso café no Diabeticool: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/quantas-xicara-de-cafe-por-dia-te-protegem-do-diabetes/">Quantas xícara de café por dia te protegem do diabetes?</a>&#8220;</strong></p>
<p>Por não ser torrado, não dá para fazer café do jeito que conhecemos com os grãos de café verde. Porém, pode-se comprar um extrato deles e ingeri-los em pílulas. Foi assim que os cientistas dos EUA conduziram os testes para a nova pesquisa.</p>
<p>É possível encontrar em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil, extrato de café verde à venda. A principal propaganda associada ao seu consumo é que ele ajuda a diminuir o peso. Deve-se tomar cuidado na hora da compra, contudo, pois existem marcas &#8220;alternativas&#8221; que vendem <strong>efedrina</strong> como se fosse café verde, além de produtos vindos da China que possuem procedência questionável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS ANTIDIABÉTICAS</strong></p>
<p>Neste estudo, homens e mulheres de peso normal e que poderiam ou não ter <a title="Qual o foco dos cientistas quando estudam o diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-o-foco-dos-cientistas-quando-estudam-o-diabetes/">diabetes</a> tomaram diariamente uma pílula com extrato de café verde, em diferentes concentrações.</p>
<p>Após 22 semanas de estudos, os pesquisadores mostraram que <strong>a glicemia de todos os participantes diminuiu</strong>. As maiores quedas nas taxas de açúcar no sangue se deram naqueles participantes que ingeriram as pílulas com maior concentração do extrato. Além disso, houve um <strong>perda média de 10% do peso corporal</strong> por parte dos voluntários. Todos os dados indicam que, de fato, o café verde é capaz de diminuir a glicemia e ajudar no controle do peso.</p>
<p>Joe Vinson, um dos líderes do estudo, disse: &#8220;Uma simples cápsula natural que, ao mesmo tempo, ajudasse a controlar o açúcar no sangue e a diminuir o peso seria um avanço enorme no tratamento do <a title="Curitiba: Pesquisa para tratamento de diabetes do tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/curitiba-pesquisa-para-tratamento-de-diabetes-do-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. (&#8230;) Nossa própria pesquisa e estudos publicados por outros cientistas indicam que tal tratamento pode, realmente, existir.&#8221;</p>
<p>Estamos acompanhando a repercussão do anúncio de Vinson sobre o café verde. Assim que houver novidades, publicaremos aqui no <strong>Diabeticool</strong>.</p>
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		<title>Como criar novos soldados na luta contra o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 15:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revolucionária reprograma células do pâncreas, alterando suas funções mais básicas para aumentar a produção de insulina. A Ciência é uma atividade que exige concentração, muitos estudos, disciplina, rigor &#8230; e também uma boa dose de criatividade! Quando existem milhares de pesquisadores ao redor do mundo estudando um mesmo assunto &#8211; no caso, como curar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revolucionária reprograma células do pâncreas, alterando suas funções mais básicas para aumentar a produção de insulina.</em></p>
<p><span id="more-3672"></span></p>
<p>A Ciência é uma atividade que exige concentração, muitos estudos, disciplina, rigor &#8230; e também uma boa dose de criatividade! Quando existem milhares de pesquisadores ao redor do mundo estudando um mesmo assunto &#8211; no caso, como curar o diabetes -, sempre surgirão maneiras inusitadas e inteligentes de resolver o problema. Uma nova possibilidade de tratamento para o diabetes, tanto o tipo 1 quanto o tipo 2, vem chamando a atenção nos últimos dias devido à uma técnica inovadora e à tecnologia de ponta utilizada.</p>
<p>Caso dê certo, esta nova terapia poderá, no futuro, resolver de maneira original o grande problema de quem está com diabetes: a falta de <a title="Tipos de Insulina" href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/"><strong>insulina</strong></a> no sangue.</p>
<figure id="attachment_3674" aria-describedby="caption-attachment-3674" style="width: 782px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-3674    " alt="Imagem do revolucionário trabalho, mostrando ilhotas do pâncreas: os espaços em vermelho indicam células alfa e o branco significa que há expressão de elementos de células beta. Quando uma mesma ilhota possui tanto o vermelho quanto o branco, a reprogramação foi feita com sucesso!" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes.jpg" width="782" height="781" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes.jpg 782w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes-768x767.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /><figcaption id="caption-attachment-3674" class="wp-caption-text">Imagem do revolucionário trabalho, mostrando ilhotas do pâncreas: os espaços em vermelho indicam células alfa e o branco significa que há expressão de elementos de células beta. Quando uma mesma ilhota possui tanto o vermelho quanto o branco, a reprogramação foi feita com sucesso! (Explicamos abaixo com mais detalhes!) <br />Fonte: Nuria Bramswig, Perelman School of Medicine, University of Pennsylvania</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo o &#8220;alfa e beta&#8221; do pâncreas</strong></p>
<p>A insulina, hormônio que retira o açúcar da corrente sangüínea e o &#8220;entrega&#8221; às células do corpo, é produzida no <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a>. Mais especificamente, quem produz a insulina são células especiais do pâncreas, chamadas de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/"><strong>células beta</strong></a>. Além das células beta, existem diversas outras células com funções especializadas no pâncreas. Uma delas são as <strong>células alfa</strong>.</p>
<p>O trabalho das células alfa é aumentar a quantidade de açúcar no sangue, o que é bastante ruim para quem já tem estes níveis elevados, como os diabéticos. Elas fazem isso produzindo um hormônio chamado de <a title="Seu pâncreas não funciona direito? Use um de mentirinha!" href="http://www.diabeticool.com/seu-pancreas-nao-funciona-direito-use-um-de-mentirinha/"><strong>glucagon</strong></a>. O glucagon estimula a liberação, no sangue, de açúcar acumulado em reservas do corpo.</p>
<p>Diabéticos, no geral, possuem atividade menor das células beta e maior das células alfa. Isto significa que, no final das contas, tudo conspira para que a sua <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/"><strong>glicemia</strong></a> atinja taxas altíssimas! <strong>Já pensou se fosse possível aumentar a quantidade de células beta no pâncreas, para que mais insulina seja produzida, e ao mesmo tempo diminuir a quantidade de células alfa, fazendo com que menos açúcar fosse liberado no sangue?</strong></p>
<p>Foi isto que uma equipe de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, conseguiu fazer.</p>
 O pesquisador Klaus Kästner, líder do projeto de reprogramação celular para tratar o diabetes.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A técnica de recrutamento do professor Klaus</strong></p>
<p>Uma estratégia clássica de grupos de pesquisa em diabetes espalhados pelo planeta é tentar aumentar o número de células beta no pâncreas dos pacientes. O resultado, com alguma sorte, seria o de bloquear o avanço da doença. Para isto, já foram testadas técnicas com <a title="Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco" href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">células-tronco</a> e reprogramação de células adultas. O problema, porém, é que é muito difícil gerar, em laboratório, um número grande de células beta eficientes.</p>
<p>Em vista disto, a equipe liderada por Klaus Kãstner &#8211; professor de genética e membro do Instituto de Diabetes, Obesidade e Metabolismo da Escola Perelman de Medicina da Universidade da Pensilvânia &#8211; resolveu adotar uma estratégia diferente.</p>
<p>As &#8220;instruções&#8221; para que uma célula beta seja uma célula beta, e uma célula alfa aja como uma célula alfa, estão contidas no DNA da pessoa. <strong>Exatamente o mesmo DNA</strong> &#8211; as mesmas informações &#8211; está presente nos dois tipos celulares. O que acontece é que apenas uma parte destas instruções é &#8220;lida&#8221; por cada uma das células. Por exemplo, para funcionarem, as células beta &#8220;lêem&#8221; as informações do DNA sobre &#8220;como ser uma célula beta&#8221;; se uma célula alfa quiser &#8220;ler&#8221; estas mesmas informações, encontrará dificuldades, uma vez que este trecho do DNA se encontrará bloqueado para elas.</p>
<p><strong>O que os cientistas fizeram foi remover este bloqueio ao DNA, permitindo que as instruções de células beta pudessem &#8220;funcionar&#8221; em células alfa</strong>. Após certos tratamentos químicos nas células alfa, uma considerável parte delas mudou suas atividades e se transformou, efetivamente, em células beta!</p>
<p>&#8220;Esta seria uma situação duplamente benéfica aos diabéticos &#8211; eles teriam mais células beta, produtoras de insulina, e menos células alfa, produtoras de glucagon&#8221;, disse o professor Kästner. Sobre a idéia de como fazer a pesquisa, ele afirmou que &#8220;De certa maneira, parece que as células alfa humanas estão em um estado (epigenético) &#8220;plástico&#8221;. Nós pensamos que poderíamos utilizar este fato para reprogramar as células alfa para o fenótipo de células beta, para que houvesse a produção da tão necessitada insulina&#8221;.</p>
<p>De fato, sua idéia deu certo. Os resultados são preliminares, mas enchem de esperanças a criativa equipe de cientistas, além de milhões de diabéticos mundo afora. O estudo foi publicado online na mais recente edição do periódico <em>Journal of Clinical Investigation</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/">Como criar novos soldados na luta contra o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A explosão do diabetes infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 11:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora que coleta dados de diabéticos há 30 anos revela uma alarmante tendência: o número de crianças diagnosticadas tem aumentado assustadoramente. Terri Lipman é uma profissional da saúde multifacetada: é enfermeira, professora da Escola de Enfermagem da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, e ainda trabalha no Hospital Infantil da cidade. Apesar das várias atividades, ela &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadora que coleta dados de diabéticos há 30 anos revela uma alarmante tendência: o número de crianças diagnosticadas tem aumentado assustadoramente.</em></p>
<p><span id="more-2875"></span></p>
<p>Terri Lipman é uma profissional da saúde multifacetada: é enfermeira, professora da Escola de Enfermagem da <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">Universidade da Pensilvânia</a>, nos EUA, e ainda trabalha no Hospital Infantil da cidade. Apesar das várias atividades, ela possui uma ligação especial e intensa com uma doença em particular: o diabetes. Além de já ter organizado diversos eventos públicos para a conscientização sobre a condição, Terri também cuida de pacientes diabéticos &#8211; em especial das crianças &#8211; e realiza pesquisas científicas. Um de seus trabalhos é manter um registro detalhado de crianças com diabetes em sua cidade, a Filadélfia. Foi analisando os dados dos últimos vinte anos deste relatório que a enfermeira chegou a uma alarmante conclusão: as taxas de diabetes nos pequenos crescem em ritmo acelerado, principalmente nos últimos anos.</p>
<p>Em 1985, a Organização Mundial da Saúde criou um projeto de escopo global para o monitoramento do diabetes. A idéia era estudar a distribuição da doença entre diferentes populações, de distintas condições sociais e econômicas. Mais de 150 centros foram criados em 70 países. Nos EUA, um destes centros foi organizado pela doutora Lipman. Ela começou a coletar dados de crianças diabéticas na Filadélfia, dividindo-as entre brancas, negras e hispânicas. Hoje, 28 anos depois, o centro de Terri é o único ainda ativo nos EUA. Com tantos anos de dados coletados à disposição, Terri Lipman pôs-se ao trabalho de estudá-los, observando as mudanças no surgimento do diabetes de trinta anos atrás até os dias de hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crescimento explosivo</strong></p>
<figure id="attachment_2876" aria-describedby="caption-attachment-2876" style="width: 140px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2876 " alt="A doutora Terri Lipman." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/terri-lipman-diabetes.jpg" width="140" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-2876" class="wp-caption-text">A doutora Terri Lipman.</figcaption></figure>
<p>A análise das informações do centro de monitoramento da doutora Lipman foi publicada na edição atual do periódico científico <em>Diabetes Care</em>. As principais &#8211; e preocupantes &#8211; conclusões são as de que a incidência de diabetes infantil (ou seja, diabetes tipo 1) cresceu 30% na cidade durante o período de 1985-2004 e que os índices de diabetes em crianças menores de cinco anos subiram 70%.</p>
<p>Os dados dão ainda mais peso às diversas pesquisas realizadas ao redor do planeta que demonstram que, a cada ano que passa, mais e mais crianças são diagnosticadas com o diabetes. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, há um crescimento anual de 3% no número de pessoas com menos de 14 anos que descobrem que têm a doença. Pode-se pensar que isto é um bom sinal, indício de que os serviços de saúde têm dado o diagnóstico mais cedo. Mas, de acordo com especialistas, o real motivo do crescimento é a <a title="Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe" href="http://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/">má alimentação das gestantes</a> e das crianças, somada à falta de exercícios físicos.</p>
<p>&#8220;A incidência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> nas crianças da Filadélfia aumentou, em média, 1.5 porcento por ano&#8221;, revelou Terri. &#8220;É importante notar, todavia, que a incidência manteve-se relativamente estável durante os quinze primeiros anos de medição e subiu de maneira marcante a partir dos anos 2000. Esta tendência de crescimento é mais uma evidência do aumento da incidência do diabetes nos EUA e ao redor do mundo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A questão étnica e a preocupação médica</strong></p>
<p>&#8220;Este crescimento mais rápido do diabetes tipo 1 em crianças menores de cinco anos requer atenção imediata&#8221;, disse Terri. &#8220;As crianças pequenas correm maiores riscos de morte por conta de diagnósticos mal feitos ou realizados tardiamente. O aumento rápido nos riscos de diabetes em crianças negras de 0 a 4 anos é particularmente preocupante, dadas as disparidades econômicas marcantes que foram identificadas nos tratamentos e nos resultados do diabetes nesta população.&#8221;</p>
<p>O relatório de Terri também traça um panorama interessante sobre a doença e as diferenças socio-genéticas das crianças. De acordo com a pesquisa, a incidência do diabetes tipo 1 em crianças hispânicas e brancas manteve-se historicamente estável, em torno de 14 diagnósticos por cada 100 mil crianças. Nos anos de 2000 a 2004, todavia, houve um aumento considerável de casos em ambos os grupos étnicos. <strong>O crescimento no número de crianças brancas com diabetes foi de 48%; dentre as hispânicas, o aumento chegou a 27%</strong>.</p>
<p><em>Nota: nos EUA, considera-se &#8220;branco&#8221; alguém de descendência européia ou de países americanos não-hispânicos; por isso, muitas crianças &#8220;hispânicas&#8221; seriam consideradas &#8220;brancas&#8221; pelo padrão brasileiro.</em></p>
<p>Os dados epidemiológicos de Terri também permitem aferir a prevalência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a> em jovens. A pesquisa mostrou que, pelo menos na Filadélfia, a incidência do diabetes tipo 2 é maior em mulheres e em jovens negros, e menor em jovens brancos não-hispânicos.</p>
<p>Uma criança com diabetes é muito mais provável de possuir o tipo 1 da doença (<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-e-diabetes/">veja as diferenças entre os dois tipos aqui</a>), fato corroborado pelas informações do projeto. As crianças negras mostram incidência quase duas vezes maior do diabetes tipo 1 do que do 2. Já entre crianças brancas, <strong>o tipo 1 é 18 vezes mais comum do que o tipo 2</strong>. Isto indica, segundo Lipman, que as crianças negras têm uma predisposição maior ao diabetes tipo 2 &#8211; todavia, afirma a doutora, isto não se trata de uma conclusão categórica, mas de uma hipótese baseada apenas em observações específicas daquela cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que fazer para diminuir o crescimento</strong></p>
<p>&#8220;Apesar de haver várias hipóteses relacionadas às causas do aumento no número de casos de diabetes tipo 1, nenhum fator de risco foi até agora confirmado&#8221;, garante a dra. Lipman. &#8220;É crítico que se mantenham as investigações sobre os fatores de risco que possam estar relacionados ao crescimento na incidência do diabetes tipo 1 no geral, e, principalmente, nas crianças pequenas.&#8221;</p>
<p>&#8220;O diabetes tipo 1 continua sendo o maior risco para as crianças da Filadélfia, um risco três vezes maior que o diabetes tipo 2&#8221;, enfatizou Terri. &#8220;Melhorar e manter a coleta de informações e as pesquisas científicas ajudarão a tornar mais claras as origens e a epidemiologia destas preocupantes tendências mundiais em diabetes pediátrico&#8221;, concluiu a doutora.</p>
<p>Ela está fazendo a sua parte no combate ao problema. Há dois anos, Terri lançou o programa &#8220;<em>Dance for Health</em>&#8220;, o qual incentiva os pequenos a praticarem <a title="Astros da NBA se unem a diabéticos em campanha" href="http://www.diabeticool.com/astros-da-nba-se-unem-a-diabeticos-em-campanha/">atividades físicas</a> através da <strong>dança</strong>. Espera-se que o esforço diminua os riscos de <a title="Calcule as chances de um bebê ser uma criança obesa" href="http://www.diabeticool.com/calcule-as-chances-de-um-bebe-ser-uma-crianca-obesa/">obesidade infantil</a> &#8211; um dos principais fatores de risco para o diabetes. Além disto, ela estimula os alunos de enfermagem da Universidade a realizar ações educativas nas comunidades locais, ensinando bons hábitos alimentares, falando sobre a importância de praticar exercícios e explicando como identificar os sintomas iniciais do diabetes.</p>
<p>Apesar das taxas alarmantes de diabetes, as crianças da Filadélfia podem dormir mais sossegadas, sabendo que terão boas chances de crescer saudáveis: elas estão muito bem amparadas pelos esforços da doutora Terri Lipman.</p>
 A dança é uma ótima e divertida maneira de livrar as crianças dos riscos do sendentarismo e da obesidade.The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">A explosão do diabetes infantil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Os segredos revelados da metformina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 17:38:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[adenilato ciclase]]></category>
		<category><![CDATA[AMPK]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Dimefor]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Glifage]]></category>
		<category><![CDATA[Glucoformin]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[Morris J. Birnbaum]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Pensilvânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mecanismo de ação de um dos mais conhecidos tratamentos para o diabetes é elucidado em nova pesquisa, o que abre as portas para remédios mais efetivos e sem efeitos colaterais. Diabéticos tipo 2 que tomam remédios para controlar a glicemia provavelmente utilizam a metformina como princípio ativo. A molécula é a base de medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O mecanismo de ação de um dos mais conhecidos tratamentos para o diabetes é elucidado em nova pesquisa, o que abre as portas para remédios mais efetivos e sem efeitos colaterais.</em></p>
<p><span id="more-2610"></span></p>
<p><a title="Cientistas encontram ligação entre psoríase e diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-encontram-ligacao-entre-psoriase-e-diabetes-tipo-2/">Diabéticos tipo 2</a> que tomam remédios para controlar a glicemia provavelmente utilizam a <strong>metformina</strong> como princípio ativo. A molécula é a base de medicamentos antidiabéticos populares, como Glifage, Glucophage, Dimefor e Glucoformin. Apesar das inúmeras vantagens da metformina, seus desagradáveis efeitos colaterais ainda preocupa boa parte de quem a utiliza. Por isto, uma recente pesquisa, publicada na aclamada revista científica Nature, traz boas esperanças aos diabéticos. Neste trabalho, cientistas do Instituto de Diabetes, Obesidade e Metabolismo da Universidade da Pensilvânia conseguiram compreender em detalhes os segredos do funcionamento da metformina. Com estas informações, os pesquisadores pretendem desenvolver novos medicamentos que imitem os efeitos positivos da molécula e não apresentem nenhum efeito colateral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As vantagens dos medicamentos com metformina</strong></p>
<figure id="attachment_2611" aria-describedby="caption-attachment-2611" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2611 " alt="O Glifage é um dos medicamentos antidiabéticos mais receitados no Brasil." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes.jpg" width="300" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes.jpg 300w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-2611" class="wp-caption-text">O Glifage, um dos antidiabéticos mais receitados no Brasil, tem a metformina como princípio ativo.</figcaption></figure>
<p>A popularidade dos medicamentos contendo metformina vem principalmente do fato de que, além de cuidar do diabetes, ela também ajuda a prevenir doenças cardíacas e vasculares. A molécula diminui os níveis do colesterol ruim (chamado de LDL) e de triglicérides no sangue, o que reduz os riscos de enfartos, derrames e demais condições.</p>
<p>No caso do diabetes, a metformina atua de duas maneiras. Ela reduz a liberação, na corrente sangüínea, da glicose acumulada pelo fígado &#8211; ação que é fundamental em diabéticos, que já tem açúcar demais no sangue. Além disso, a sensibilidade das células do organismo à insulina é aumentada, o que pode facilitar a captação da glicose.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As desvantagens e as novas descobertas</strong></p>
<p>Se há alguma coisa de muito errada com a metformina é a maneira como ela atua no <strong>sistema digestivo</strong>. Apesar de serem de gravidade muito baixa, os efeitos colaterais dos medicamentos que contém a molécula podem ser bastante desagradáveis. No geral, os pacientes reclamam de cólicas freqüentes, diarréia, náuseas, vômitos e até mesmo flatulência.</p>
 Os efeitos colaterais da metformina são uma dor de cabeça para muitos pacientes.
<p>O novo estudo em questão, liderado pelo doutor Morris J. Birnbaum, descobriu a maneira &#8220;correta&#8221; através da qual a metformina atua. Até 2010, acreditava-se que ela impedia a liberação da glicose pelo fígado através de vias de ativação de uma determinada proteína, chamada de <strong>AMPK</strong>. Uma pesquisa daquele ano mostrou que a metformina funcionava perfeitamente bem em camundongos que <strong>não tinham</strong> a tal enzima, provando que a hipótese estava errada. Agora, a equipe de Birnbaum propõe uma nova maneira de entender o funcionamento da metformina, envolvendo novas enzimas e proteínas &#8211; o que mostra que podemos saber, na prática, que um medicamento funciona no combate a certas doenças, mas <em>como</em> ele faz isso ainda é um mistério.</p>
<p>O segredo da metformina estaria, de acordo com o doutor Birnbaum, na modulação das atividades da enzima <strong>adenilato ciclase</strong>. Os pesquisadores afirmam que as descobertas abrem caminho para o desenvolvimento de medicamentos que regulam a atividade da adenilato ciclase da mesma maneira que a metformina, porém se restrinjam a esta função, diminuindo, desta forma, os efeitos colaterais. Segundo eles, este futuro novo medicamento poderá, inclusive, ser utilizado por diabéticos resistentes à metformina, os quais ainda não podem se beneficiar das inúmeras vantagens desta misteriosa molécula.</p>
<p><strong>Efeitos positivos quase inacreditáveis</strong></p>
<p>A metformina já apareceu diversas vezes aqui no <strong>Diabeticool</strong>, todas elas relacionadas a ótimas notícias. Veja na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/popular-medicamento-antidiabetico-tambem-combate-o-cancer-de-ovario/">Popular medicamento antidiabético também combate o câncer de ovário</a>&#8221; como a molécula diminui em até três vezes os riscos deste tipo de câncer. No texto &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/">Para nossa alegria: remédio para diabetes diminui também a depressão</a>&#8220;, descubra que a metformina também é um grande auxílio para diabéticos em depressão. E relembre a incrível pesquisa que correlaciona a metformina com a rara multiplicação de células cerebrais em &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/">A inteligência diabética</a>&#8220;.</p>
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