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	<title>obesidade | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Refrigerantes causam ou não causam diabetes? Depende de quem paga pelo estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2016 16:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ABA]]></category>
		<category><![CDATA[Annals of Internal Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[Dean Schillinger]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[refrigerantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polêmica: resultados de estudos científicos sobre refris, obesidade e diabetes são bem diferentes dependendo de quem os financia. RESUMO: estudo mostra que, quando a indústria alimentícia financia pesquisas científicas, nenhuma relação é encontrada entre consumir refrigerantes e o aumento no número de casos de obesidade ou diabetes tipo 2. Quando as pesquisas não recebem financiamento &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/refrigerantes-causam-ou-nao-causam-diabetes-depende-de-quem-paga-pelo-estudo/">Refrigerantes causam ou não causam diabetes? Depende de quem paga pelo estudo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Polêmica: resultados de estudos científicos sobre refris, obesidade e diabetes são bem diferentes dependendo de quem os financia.</em><span id="more-9444"></span></p>
<blockquote><p><span style="color: #077cc5;"><strong>RESUMO</strong></span><em>: estudo mostra que, quando a indústria alimentícia financia pesquisas científicas, nenhuma relação é encontrada entre consumir refrigerantes e o aumento no número de casos de obesidade ou diabetes tipo 2. Quando as pesquisas não recebem financiamento da indústria, abundam evidências de que beber refrigerante traz malefícios à saúde.</em></p></blockquote>
<p><em> </em></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >À</span>s vezes, lemos notícias dizendo que “cientistas provaram que comer &#8216;X&#8217; faz mal”. Depois, sai uma nova notícia, de outro grupo de pesquisas, mostrando que comer &#8216;X&#8217;, na verdade, faz bem para a saúde. Em quem acreditar?</p>
[pullquote]&#8221;Parece que a indústria [alimentícia] está usando o método científico para plantar dúvidas com relação à verdade sobre seus produtos&#8221; &#8212; Dean Schillinger[/pullquote]
<p>A Ciência tem dessas &#8216;incoerências&#8217;, mesmo. Trata-se de algo natural. Afinal, a Ciência não lida com certezas férreas, imutáveis. Tudo está à mercê da análise correta dos dados. Dependendo de quais dados os cientistas analisam, de como eles foram obtidos e do que concluem a partir dessas informações, as recomendações podem ser bastante diferentes, de fato. <strong>Precisamos nos ater à qualidade dos experimentos e sermos tão críticos na hora de receber estas informações quanto os cientistas deveriam ser na hora de gerar suas conclusões.</strong></p>
<p>Mas parece que há um tipo de pesquisa científica mais &#8216;maleável&#8217;, com resultados que <strong>variam radicalmente de acordo com quem está <em>pagando</em> pelo estudo</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>AFINAL, BEBER REFRIGERANTES FAZ MAL À SAÚDE?</strong></span></h2>
<p><strong> </strong>Publicado na última edição do respeitado periódico científico <em>Annals of Internal Medicine</em>, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos, comparou os resultados de 60 trabalhos científicos anteriores sobre a correlação entre o <a href="http://www.diabeticool.com/estamos-falecendo-por-doencas-causadas-pela-faca-e-o-garfo/">consumo de refrigerantes</a> e a incidência de obesidade e de diabetes.</p>
<p>De maneira interessante, os pesquisadores checaram <strong>quem pagou</strong> pelas pesquisas: se foram feitas com fundos públicos, privados ou &#8211; mais especificamente &#8211; se os pesquisadores foram pagos pela indústria de bebidas açucaradas.</p>
 Pesquisas sobre influência dos alimentos na saúde tiveram resultados bem diferentes dependendo de quem as patrocinou.
<p>A conclusão é categórica. Dos 60 estudos analisados, 26 foram pagos pela indústria alimentícia (ou os cientistas envolvidos tinham relações financeiras com ela). <span style="color: #077cc5;"><strong>Nenhum desses estudos encontrou correlação entre o consumo de refris e o diabetes ou a obesidade</strong></span>.</p>
<p>Dos 60, 34 <strong>não</strong> foram pagos pela indústria de refrigerantes. Desses, <span style="color: #077cc5;"><strong>33 encontraram associação entre beber refrigerantes e aumentar os riscos de obesidade e diabetes</strong></span>. A mensagem não poderia ser mais clara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>CIENTISTA APONTA FRAUDE NAS PESQUISAS PATROCINADAS</strong></span></h2>
<figure id="attachment_9455" aria-describedby="caption-attachment-9455" style="width: 350px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class=" wp-image-9455" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/Cientista-Dean-Schillinger.jpg" alt="cientista-dean-schillinger" width="350" height="284" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/Cientista-Dean-Schillinger.jpg 410w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/Cientista-Dean-Schillinger-295x240.jpg 295w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/Cientista-Dean-Schillinger-168x137.jpg 168w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-9455" class="wp-caption-text">O médico e pesquisador Dean Schillinger, autor do estudo. Imagem: USF</figcaption></figure>
<p>&#8220;Parece que a indústria [alimentícia] está usando o método científico para plantar dúvidas com relação à verdade sobre seus produtos&#8221;, afirmou Dean Schillinger, médico, professor de Medicina e principal autor do estudo.</p>
<p>Em entrevistas à imprensa, Dean explicou que a análise que sua equipe realizou comparou apenas os resultados de estudos similares uns aos outros, por isso as conclusões são impactantes. Todos os 60 estudos foram realizados apenas com seres humanos (nada de resultados com animais de laboratório) nos últimos 15 anos e comparou diretamente a saúde de quem costumava beber refrigerantes com frequência e quem não tinha esse hábito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>A INDÚSTRIA DOS REFRIGERANTES REBATE O ESTUDO – E QUESTIONA O CARÁTER DO CIENTISTA</strong></span></h2>
<p>A indústria de bebidas açucaradas &#8211; representada pela ABA, a <em>American Beverage Association</em> &#8211; não deixou barato e rapidamente <strong>questionou a confiabilidade</strong> tanto do <strong>estudo</strong> quanto do <strong>pesquisador</strong> que o realizou.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-9456" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/logo-american-beverage-association.jpg" alt="logo-american-beverage-association" width="400" height="118" />Em nota divulgada à imprensa (<em>leia versão completa abaixo</em>), a ABA afirma ser &#8216;irônico&#8217; que o médico Dean Schillinger esteja falando de &#8216;manipulação&#8217;.</p>
<p>&#8220;É irônico que ele [Dean] escreva sobre viés em pesquisas científicas <strong>se ele mesmo não é, claramente, um pesquisador imparcial</strong>&#8220;, afirmou a associação.</p>
<p>A ABA se refere ao fato de que Dean foi <strong>pago</strong> para servir como &#8216;expert&#8217; em uma ação judicial da cidade de São Francisco sobre a colocação de advertências em outdoors com propagandas de refris. Isso mostraria que o médico tem uma visão &#8220;anti-refrigerantes&#8221;, e que foi pago para defendê-la. Exatamente o mesmo que está acusando a ABA de fazer, só que jogando ‘para o outro time’.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>BURBURINHO COM CONSEQUÊNCIAS SÉRIAS PARA A SAÚDE</strong></span></h2>
<p>Enquanto o bate-boca continua nos Estados Unidos, o importante é <strong>saber o que isso tem de importância para nossa saúde</strong>.</p>
<p>A história mostra o quanto precisamos tomar cuidado com o que é divulgado na mídia. E que dados científicos sobre a saúde humana &#8211; os quais são muitas vezes utilizados para <strong>definir políticas públicas de saúde</strong> &#8211; precisam ser analisados com todo o cuidado.</p>
<p>“<strong>Beber cinco refrigerantes por dia causa diabetes?</strong> Se você fizer uma pesquisa com a população geral dos EUA e perguntar o que o povo sabe ou acredita sobre esse assunto, verá que existe uma tremenda variação de opiniões&#8221;, explicou Dean. Tomar cinco refrigerantes diariamente pode parecer um exagero, mas Dean argumenta que esta é a média entre adolescentes no estado norte-americano de West Virginia.</p>
<p>Ou seja, o cientista defende que a população está mal informada – por isso mesmo os índices de obesidade e diabetes só aumentam (<em>veja no quadro a seguir</em>).</p>
<p>Mesmo que exista manipulação nos resultados de algumas pesquisas, isso não invalida o trabalho geral dos cientistas. Afinal, os avanços nas áreas da Medicina e da Nutrição são óbvios para qualquer um. Quando o assunto é polêmico, todavia – como é o caso do ‘efeito’ dos refrigerantes no organismo –, vale a pena manter o espírito crítico ligado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e6f6fe; padding: 20px; border: 2px solid #d5f0fd; border-radius: 20px;">
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #077cc5;"><strong>QUAL A LIGAÇÃO EXATA ENTRE REFRIGERANTES, OBESIDADE E DIABETES?</strong></span></h3>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9458" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/copo-suado-refrigerante.jpg" alt="copo suado refrigerante" width="750" height="267" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/copo-suado-refrigerante.jpg 750w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/copo-suado-refrigerante-415x148.jpg 415w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Toda o bafafá com relação aos resultados do estudo do Dr. Dean tem motivo. O mundo vive uma <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-esta-acontecendo-com-as-criancas/"><strong>terrível epidemia de obesidade e de excesso de peso</strong></a>. A cada ano que passa, mais e mais pessoas se encontram acima do peso, o que comprovadamente aumenta os riscos para uma série de doenças perigosíssimas. O diabetes tipo 2 é uma delas. <a href="http://www.diabeticool.com/acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes/">Doenças cardiovasculares</a> são outra consequência trágica, provocando milhões de mortes todos os anos.</p>
<p>Diversos estudos tentam entender <strong>quais são as causas</strong> por trás desse aumento de peso global. Sedentarismo e maus hábitos alimentares são, é claro, os principais motivos. Porém, as bebidas açucaradas (chás industrializados, sucos e especialmente refrigerantes) são vistas como as grandes vilãs do peso. Elas costumam ser <strong>gostosas</strong>, recebem investimentos pesadíssimos de <strong>marketing</strong> e &#8230; contêm <strong><a href="http://www.diabeticool.com/a-quantidade-assustadora-de-acucar-nas-bebidas/">quantidades assustadoras de açúcar</a>.</strong> O povo as toma sem pudor, todos os dias, aumentando muito a quantidade de açúcar no sangue. Nenhum organismo aguenta esse excesso de calorias por muito tempo.</p>
<figure id="attachment_9450" aria-describedby="caption-attachment-9450" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9450" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/indice-de-obesidade-global-em-2015.jpg" alt="indice-de-obesidade-global-em-2015" width="750" height="505" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/indice-de-obesidade-global-em-2015.jpg 750w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/indice-de-obesidade-global-em-2015-356x240.jpg 356w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-9450" class="wp-caption-text">Índice global de obesidade em 2015 &#8211; veja que o Brasil aparece com cerca de 15% da população obesa (os últimos dados no Ministério da Saúde já falam em 18%)</figcaption></figure>
<p>Por isso, há diversas estratégias sendo estudadas. <strong>Vale a pena aumentar os impostos sobre as bebidas açucaradas</strong>? <strong>Proibir a venda de tamanhos grandes de refrigerantes</strong>? Ou precisamos, isso sim, <strong>ampliar as campanhas de conscientização</strong>? O assunto é polêmico e mexe com o interesse de muita gente. Por isso, estudos como o discutido nesta matéria tem o potencial de inflamar ânimos e causar grandes debates públicos.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h3><span style="color: #077cc5;"><strong>LEIA A RESPOSTA COMPLETA DA ASSOCIAÇÃO DE FABRICANTES DE BEBIDAS (ABA) DOS EUA:</strong></span></h3>
<p><em>&#8216;As empresas fabricantes de bebidas dos EUA estão engajadas em questões de saúde pública pois nós, também, queremos uma América mais forte e saudável. Nós temos uma longa tradição de auxiliar organizações comunitárias em todo o país. Como esse estudo mostra, algumas destas organizações focam em fortalecer a saúde pública, o que nós temos orgulho de apoiar.</em><em> </em></p>
<p><em>Nós estamos fazemos a diferença voluntariamente, por meio de ações que reduzem as calorias e o açúcar nas bebidas[&#8230;]. Por meio destes esforços, trabalhamos junto a grupos proeminentes de saúde pública na questão de como ajudar as pessoas a moderar [a ingestão] de calorias, no que é o maior esforço voluntário dentre todas as indústrias a fim de discutir [o problema da] obesidade.</em><em> </em></p>
<p><em>Sim, nós podemos discordar com algumas pessoas na comunidade de saúde pública em assuntos como impostos e legislações discriminatórias e regressivas impostas aos nossos produtos. Porém, nós acreditamos que nossas ações em comunidades e nos mercados estão contribuindo para resolver este problema complexo que é a obesidade. Nós temos o direito e a necessidade de nos associarmos a organizações que fortaleçam nossas comunidades&#8217;.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
[accordions]
[accordion title=&#8221;PARA MAIS INFORMAÇÕES:&#8221; load=&#8221;hide&#8221;]ARTIGO CIENTÍFICO – <a href="http://annals.org/aim/article/2578450/do-sugar-sweetened-beverages-cause-obesity-diabetes-industry-manufacture-scientific">Do Sugar-Sweetened Beverages Cause Obesity and Diabetes? Industry and the Manufacture of Scientific Controversy. Ann Intern Med. 2016</a>.<br />
[/accordion]
[/accordions]
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/refrigerantes-causam-ou-nao-causam-diabetes-depende-de-quem-paga-pelo-estudo/">Refrigerantes causam ou não causam diabetes? Depende de quem paga pelo estudo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Obesidade e Diabetes &#8211; uma Relação de Amor e Ódio!</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/obesidade-e-diabetes-uma-relacao-de-amor-e-odio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 14:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[IMC]]></category>
		<category><![CDATA[índice de massa corporal]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que a obesidade pode ser tanto a causa do diabetes tipo 2 quanto surgir por causa do diabetes? Entenda a relação entre peso, a obesidade e diabetes. Por Ronaldo Wieselberg, Jovem Líder em Diabetes pela International Diabetes Federation   No dia 11 de outubro &#8211; ou seja, daqui dois dias! &#8211; é o Dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sabia que a obesidade pode ser tanto a causa do diabetes tipo 2 quanto surgir por causa do diabetes? Entenda a relação entre peso, a obesidade e diabetes.</em><br />
<span id="more-9047"></span></p>
 Controle do peso: um desafio enfrentado por bilhões de pessoas em todo o mundo.
<p><span style="color: #008ec8;"><strong>Por Ronaldo Wieselberg, Jovem Líder em Diabetes pela International Diabetes Federation</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >N</span>o dia 11 de outubro &#8211; ou seja, daqui dois dias! &#8211; é o <strong>Dia de Combate à Obesidade</strong> ao redor do mundo. Na América Latina, a data existe desde 1998, mas em 2015 será a primeira vez que ela se torna mundial. Você pode encontrar mais informações sobre isso em <a href="http://www.worldobesity.org">worldobesity.org</a> (em inglês).</p>
<p>Mas o que obesidade tem a ver com diabetes?</p>
<p>Para início de conversa, vamos estabelecer o conceito de obesidade na nossa mente. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), obesidade é o acúmulo de gordura corporal. Para determinar se a pessoa tem ou não obesidade, usamos o critério do <strong>Índice de Massa Corporal</strong> (IMC), encontrado ao dividir o peso &#8211; em quilogramas &#8211; pela altura multiplicada por ela mesma &#8211; em metros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>DESCOBRINDO SEU PESO IDEAL</strong></span></h3>
[pullquote]DICA PARA CALCULAR FÁCIL O IMC: pegue uma calculadora e digite seu peso. Divida pela altura (um metro e setenta fica “1.70” na calculadora!) e aperte duas vezes o botão de igual. Pronto! O resultado é seu IMC.[/pullquote]
<span class="bdaia-shory-dropcap" >D</span>ando um exemplo prático, e calculando o meu IMC&#8230; Tenho 62kg e 1,69m. Então, o meu IMC é igual a 62 dividido por 1,69&#215;1,69, portanto, meu IMC é de 21,7kg/m².</p>
<p>O IMC considerado normal é aquele que varia entre 18,5 e 24,9. Entre 25 e 29,9, consideramos que a pessoa tem sobrepeso. E, a partir de 30, consideramos que a pessoa tem obesidade.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+</span> <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Saiba mais sobre o IMC</a>,<span style="color: #ff6600;"> como calcular e quais são as faixas saudáveis aqui</span>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Importante dizer que obesidade não é &#8220;falta de vergonha na cara&#8221;. Existe um <strong>componente genético</strong> bastante grande, associado aos hábitos cotidianos &#8211; de <strong>alimentação pouco saudável</strong> e <strong>sedentarismo</strong>. Obesidade é uma doença que, somada ao sobrepeso, afeta mais de setenta milhões de pessoas no Brasil &#8211; ou seja, uma em cada três!</p>
<p>Como se não bastasse, a obesidade em geral vem acompanhada de outros problemas, como a hipertensão e problemas de colesterol e triglicérides &#8211; que somados à glicemia alterada (seja diabetes ou pré-diabetes) e ao tamanho aumentado da circunferência abdominal (medida na altura do umbigo; aproximadamente 80cm para mulheres e 94cm para homens) causam a chamada &#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/sindrome-metabolica/">síndrome metabólica</a></strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>OBESIDADE COMO CAUSA E CONSEQUÊNCIA DO DIABETES TIPO 2</strong></span></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >V</span>oltando à relação entre obesidade e diabetes, vamos observar que ela pode tanto ser uma <em>causa</em> do diabetes &#8211; no caso do tipo 2 &#8211; ou até mesmo uma <em>consequência</em> &#8211; nos casos de diabetes em que a pessoa usa insulina, veremos isso em detalhes.</p>
<p>Vamos começar olhando a obesidade como <strong>causa</strong>. Normalmente, a gordura se acumula em dois lugares do nosso corpo: no tecido subcutâneo, abaixo da pele, e ao redor das vísceras abdominais (fígado e intestinos). Essa gordura produz substâncias que aumentam a resistência das células à ação da insulina, e com o passar do tempo, o pâncreas acaba diminuindo a quantidade de insulina que produz, levando ao <a href="http://www.diabeticool.com/qual-a-relacao-entre-efeito-sanfona-e-diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>Como <strong>consequência</strong>, precisamos lembrar que a insulina é um hormônio que favorece o ganho de peso. Portanto, o excesso de insulina pode levar à obesidade &#8211; especialmente em indivíduos que fazem contagem de carboidratos e que, ao considerarem que têm uma dieta &#8220;liberada&#8221;, comem muito &#8211; e de maneira pouco saudável &#8211; e não gastam essas calorias &#8220;extras&#8221; com atividade física. Isso pode acontecer com pessoas que têm diabetes tipo 1, diabetes tipo 2, <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-mody/">diabetes MODY</a>&#8230; independe do tipo de diabetes: depende do uso da insulina, da alimentação e da prática de atividade física.</p>
 Pode parecer clichê, mas é verdade: alimentação saudável e exercício são a melhor maneira de evitar a obesidade.
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>COMO EVITAR A OBESIDADE?</strong></span></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >S</span>imples: <strong>alimentação saudável</strong> e <strong>prática de atividade física</strong>.</p>
<p>Uma dieta com cerca de 2.000kcal e 150 minutos de atividade física semanal &#8211; 20 minutos diários, em média &#8211; é o suficiente para evitar a obesidade.</p>
<p>Acompanhamento de uma nutricionista e de um educador físico é indispensável para adequar estes bons hábitos à sua rotina de maneira saudável.</p>
<p>Evitar a obesidade melhora o controle do diabetes, diminui as necessidades de insulina &#8211; em pessoas que já têm diabetes &#8211; e diminui o risco de problemas cardiovasculares &#8211; ainda hoje a principal causa de mortalidade no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos nos exercitar, então?</p>
<p>Forte abraço e até a próxima!</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
[button link=&#8221;http://www.diabeticool.com/?p=7247&#8243; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Quer ler todos os textos do Ronaldo Wieselberg? Clique aqui![/button]
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		<title>Cirurgia bariátrica é a solução para perder peso e curar o diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 19:32:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[André Marques]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[reversão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica que fazer a cirurgia bariátrica não é garantia de perda de peso nem de reversão do diabetes tipo 2. Gordura pode voltar com o tempo. Entenda as vantagens e desvantagens da técnica. Aobesidade é um principais fatores de risco para o diabetes tipo 2. Uma porcentagem alta de pessoas acima do peso acaba &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa indica que fazer a cirurgia bariátrica não é garantia de perda de peso nem de reversão do diabetes tipo 2. Gordura pode voltar com o tempo. Entenda as vantagens e desvantagens da técnica.</em><br />
<span id="more-8897"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8898" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/cirurgia-bariatrica-e-diabetes-tipo-2.jpg" alt="cirurgia bariatrica e diabetes tipo 2" width="1005" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/cirurgia-bariatrica-e-diabetes-tipo-2.jpg 1005w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/cirurgia-bariatrica-e-diabetes-tipo-2-768x420.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/cirurgia-bariatrica-e-diabetes-tipo-2-415x227.jpg 415w" sizes="(max-width: 1005px) 100vw, 1005px" /></p>
<p><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span>obesidade</strong> é um principais fatores de risco para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Uma porcentagem alta de pessoas acima do peso acaba adquirindo a condição metabólica – alguns estudos apontam que a obesidade aumenta em mais de 7 vezes os riscos de diabetes tipo 2. Por outro lado, perder peso é indicado como um dos “remédios” naturais mais eficazes no combate ao diabetes e no controle da glicemia.</p>
[pullquote]<span style="color: #008ec8;"><strong>Estima-se que 90% das pessoas com obesidade estão, também, com diabetes tipo 2.</strong></span>[/pullquote]
<p>Por isso, a <strong>cirurgia bariátrica</strong> é muito desejada. Para grande parte dos candidatos ao procedimento, realizar a cirurgia significa perder peso rapidamente – muito mais rápido do que através de qualquer dieta – e melhorar a saúde de um dia para o outro.</p>
<p>Este mito é mantido por diversas reportagens que mostram artistas famosos que passaram pela cirurgia e, como num passe de mágica, perderam dezenas de quilos em poucas semanas. Os apresentadores Fausto Silva, André Marques (<em>foto</em>) e o humorista Leandro Hassum são exemplos.</p>
<figure id="attachment_8899" aria-describedby="caption-attachment-8899" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-8899 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/andre-marques-diabetes-tipo-2.jpg" alt="andre marques diabetes tipo 2" width="800" height="413" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/andre-marques-diabetes-tipo-2.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/andre-marques-diabetes-tipo-2-415x214.jpg 415w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8899" class="wp-caption-text">André Marques antes e depois da cirurgia: diabetes causado pelo excesso de peso motivou-o a procurar o procedimento de redução de estômago.</figcaption></figure>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >M</span>as médicos sempre alertaram que <strong>cirurgia bariátrica não é milagre</strong>. Se o paciente não adaptar seu estilo de vida a novos hábitos, mais saudáveis, aliados à prática de atividades físicas e uma <strong>reeducação alimentar</strong> severa, o peso vai voltar. Isto é, a pessoa até pode perder muitos quilos nas primeiras semanas após a cirurgia, mas se continuar comendo de maneira errada, de nada adiantará ter um estômago menor.</p>
<p>Agora, um novo estudo científico, realizado em Israel, prova que o procedimento cirúrgico precisa ser acompanhado de reeducação. Pela primeira vez, cientistas acompanharam durante vários anos o progresso de pessoas submetidas à cirurgia bariátrica. E as conclusões são “pé no chão”: nada de milagres – cirurgia só faz efeito se o pós-cirúrgico for bem administrado.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Sleeve Gastrectomy at Duke Center for Metabolic and Weight Loss Surgery" width="850" height="638" src="https://www.youtube.com/embed/IjxFjI69bEI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><em>Vídeo, em inglês, mostra através de animações 3D como funciona o método de cirurgia de redução de estômago analisado no estudo.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #008ec8;"><strong>GORDURA VOLTA A APARECER AO LONGO DOS ANOS</strong></span></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> estudo acompanhou a saúde de 450 pessoas que se submeteram à cirurgia, entre 2006 e 2013. Medições de peso, exames de sangue e da saúde geral foram coletados ao longo dos anos.</p>
[pullquote]<span style="color: #008ec8;"><strong>No longo prazo, a cirurgia bariátrica não é um milagre para perder peso.</strong></span>[/pullquote]
<p>Os resultados, publicados no início do mês no periódico médico <em><a href="http://archsurg.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=2422341">JAMA Surgery</a></em>, mostram que, apesar de no começo a cirurgia produzir perdas dramáticas de peso e <a href="http://www.diabeticool.com/reversao-do-diabetes-uma-historia-real/">reversão do diabetes tipo 2</a>, ao longo dos anos tais efeitos tendem a <strong>desaparecer</strong>.</p>
<ul>
<li>No primeiro ano após a cirurgia, os pacientes perderam 77% do peso extra. Porém, após cinco anos, voltaram a ganhar quilinhos, e a perda de peso extra caiu para 56%.</li>
<li>Além disso, durante o primeiro ano, o diabetes tipo 2 sumiu na metade dos que passaram pela cirurgia bariátrica. Mas, cinco anos depois, apenas 20% ainda estavam livres do diabetes.</li>
</ul>
<figure id="attachment_8900" aria-describedby="caption-attachment-8900" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-8900 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/habitos-saudaveis-praticar-esportes-com-os-amigos.jpg" alt="habitos saudaveis praticar esportes com os amigos" width="800" height="477" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/habitos-saudaveis-praticar-esportes-com-os-amigos.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/habitos-saudaveis-praticar-esportes-com-os-amigos-403x240.jpg 403w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8900" class="wp-caption-text">Chamar amigos para prática de atividades físicas é uma boa maneira de se ater a hábitos saudáveis de vida.</figcaption></figure>
<p>“No longo prazo, a cirurgia bariátrica não é um milagre para perder peso” ”, disse o cientista Andrei Keidar, um dos autores do trabalho.</p>
[pullquote]<span style="color: #008ec8;"><strong>Se você não mudar seus hábitos, irá ganhar peso novamente</strong></span>.[/pullquote]
<p>“<strong>O principal motivo para o ganho de peso é que o estômago dilata</strong>, o que quer dizer que você poderá comer mais. O apetite volta, então os pacientes comem mais e querem comer mais”, explicou o pesquisador. Com a volta do peso, aumentam as chances do diabetes também retornar.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, retirar uma parte do estômago causa grandes modificações no organismo. Por um lado, caberá menos comida no estômago e a pessoa se sentirá saciada mais rapidamente, o que ajuda a perder peso. Porém, por outro lado, a cirurgia afeta a produção e liberação de hormônios que controlam o apetite e as taxas de açúcar no sangue. Se o paciente não começar a se alimentar de maneira saudável, irá sentir muita fome e voltará a engordar.</p>
<p>“Se você não mudar seus hábitos, irá ganhar peso novamente”, disse Andrei.</p>
<figure id="attachment_8905" aria-describedby="caption-attachment-8905" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8905" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/leandro-hassum-cirurgia-bariatrica.jpg" alt="leandro hassum cirurgia bariatrica" width="600" height="396" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/leandro-hassum-cirurgia-bariatrica.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/leandro-hassum-cirurgia-bariatrica-364x240.jpg 364w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/leandro-hassum-cirurgia-bariatrica-214x140.jpg 214w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8905" class="wp-caption-text">O humorista Leandro Hassum é outro adepto da cirurgia &#8211; perda de mais de 30 quilos em algumas semanas.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #008ec8;"><strong>O SEGREDO PARA A CIRURGIA BARIÁTRICA DAR CERTO</strong></span></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span>pesar dos resultados do estudo, os pesquisadores não excluem a <a href="http://www.diabeticool.com/governo-britanico-quer-ampliar-oferta-de-cirurgia-bariatrica-a-diabeticos/">cirurgia bariátrica</a> como uma boa opção para quem está acima do peso. Segundo eles “os resultados ainda são melhores com a cirurgia do que com programas de dietas e demais tratamentos”.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é importante deixar claro é que realizar a cirurgia exige um amplo trabalho pós-cirúrgico</strong>, e isto depende muito da <strong>boa vontade</strong> do operado. É imprescindível seguir algumas orientações (que fazem muito bem para qualquer pessoa, aliás!): <strong><a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">comer bem</a></strong> e <strong>praticar atividades físicas com regularidade</strong>.</p>
<p>Não é à toa que os famosos mencionados acima sempre aparecem em fotos fazendo exercícios e comendo alimentos naturais! Está aí o segredo do “milagre” para a cirurgia bariátrica dar certo de verdade.</p>
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		<title>Como a empresa onde você trabalha pode te ajudar a perder peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:12:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que a participação de funcionários em programas de bem-estar no trabalho ajudam a reduzir em até 10% o número de pessoas acima do peso nas empresas. Um dos motivos principais por trás da recente epidemia mundial de diabetes é o sobrepeso. Nas últimas décadas, o número de pessoas acima do peso ou obesas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela que a participação de funcionários em programas de bem-estar no trabalho ajudam a reduzir em até 10% o número de pessoas acima do peso nas empresas.</em><br />
<span id="more-8576"></span></p>
 Exercitar-se (nem que seja um leve alongamento) pode ser uma tarefa feita durante o horário comercial &#8211; basta que a empresa estimule hábitos saudáveis de vida.
<span class="bdaia-shory-dropcap" >U</span>m dos motivos principais por trás da recente <a title="Novo Nordisk quer curar a epidemia de diabetes nas cidades" href="http://www.diabeticool.com/novo-nordisk-quer-curar-a-epidemia-de-diabetes-nas-cidades/">epidemia mundial de diabetes</a> é o <strong>sobrepeso</strong>. Nas últimas décadas, o número de pessoas acima do peso ou obesas disparou – em alguns países, como os Estados Unidos, 70% da população já se encontra acima do peso. O excesso de quilos aumenta em muito as chances de desenvolvimento do diabetes, especialmente do tipo 2.</p>
<p>Neste cenário, tudo o que ajuda a perder peso é bem visto. E talvez uma das maneiras mais eficientes de controlar melhor a balança seja estimular hábitos saudáveis de vida em todos os momentos do dia – inclusive durante o<strong> trabalho</strong>.</p>
<p>Para quem passa o dia em escritórios, a rotina cotidiana costuma ser sedentária. Ficar várias horas do dia sentado, sem praticar atividades físicas e ainda tendo que conviver com as guloseimas hipercalóricas e nada saudáveis das cantinas são um perigo à saúde.</p>
<p>Por isso, cada vez mais as empresas adotam programas educativos e preventivos para melhorar a saúde dos funcionários, como oferecer refeições saudáveis ou em menores porções e estimular a prática de exercícios. A idéia é aumentar a produtividade, diminuir o número de dias de doença e reduzir os custos com planos de saúde. A questão é: será que ficar saudável no escritório dá certo?</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=rXi-K_f1flQ</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>UM POUQUINHO DE ATIVIDADE, MUITA SAÚDE A MAIS</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >U</span>ma pesquisa publicada no <em>American Journal of Public Health</em> mostra o impacto positivo deste tipo de programa na saúde das pessoas. De acordo com o estudo, empresas que promovem atividades físicas e oferecem opções saudáveis de alimentos conseguem <strong>diminuir em até 10%</strong> o número de funcionários acima do peso.</p>
<p>O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Rochester, nos EUA, e acompanhou a saúde de 4 mil pessoas ao longo de dois anos. Os cientistas compararam parâmetros de saúde de funcionários de empresas que não promoviam nenhum tipo de programa em prol da saúde e daquelas que os auxiliavam a melhorar a qualidade de vida.</p>
<p>Em dois anos, nas empresas sem nenhum programa saudável, o número de trabalhadores acima do peso subiu 5%. Naquelas em que havia programas alimentares e de exercícios físicos, este número caiu 4%. Ou seja, além de <a title="Mudança de hábitos e perda de peso podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/mudanca-de-habitos-e-perda-de-peso-podem-prevenir-o-diabetes/">prevenir o sobrepeso</a>, ainda ajudaram as pessoas a emagrecerem de fato.</p>
<p>&nbsp;</p>
 Não precisa fazer contorcionismos: às vezes o simples ato de levantar-se da cadeira e caminhar um pouco ajuda a melhorar a postura e o funcionamento do corpo.
<h4><strong>ESTÍMULO À PARTICIPAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS É FUNDAMENTAL</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span>s empresas que tiveram maior sucesso no controle do peso dos funcionários foram aquelas que ativamente incentivaram a participação dos trabalhadores na <strong>organização</strong> das atividades saudáveis. Nestes locais, os funcionários puderam opinar, por exemplo, sobre a qualidade e o sabor dos alimentos saudáveis oferecidos e sobre quais esportes teriam torneios dentro da empresa.</p>
<p>Outra estratégia de sucesso foi oferecer refeições gratuitas àqueles que evitaram comidas repletas de gorduras e açúcares durante a semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>PRIMEIROS PASSOS PARA LOCAIS DE TRABALHO MAIS SAUDÁVEIS</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >D</span>iana Fernandez, médica e professora no Departamento de Ciências da Saúde Pública em Rochester e principal autora do trabalho, comentou: “Este estudo mostra que, quando os funcionários são incentivados a contribuir com os programas de bem-estar, eles resultam em melhoras significativas à saúde”.</p>
<p>“Tais observações podem ajudar a moldar programas de <a title="Whey protein pode combater a obesidade e diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/whey-protein-pode-combater-a-obesidade-e-diabetes-tipo-2/">combate à prevalência de obesidade</a> e sobrepeso em larga escala”, disse a cientista.</p>
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		<title>Versão &#8220;antiobesidade&#8221; do Victoza é aprovada nos EUA</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 17:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saxenda]]></category>
		<category><![CDATA[Victoza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovada a venda do Saxenda, uma versão mais &#8220;potente&#8221; do Victoza, indicada para combater o sobrepeso e a obesidade. O princípio ativo utilizado no Victoza, medicamento antidiabético que chegou há poucos anos aqui no Brasil, foi aprovado nos EUA como novo tratamento contra a obesidade. O princípio ativo é uma molécula chamada &#8220;liraglutida&#8221;. No caso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aprovada a venda do Saxenda, uma versão mais &#8220;potente&#8221; do Victoza, indicada para combater o sobrepeso e a obesidade.</em><span id="more-8234"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8237" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/obesidade-saxenda.jpg" alt="obesidade saxenda" width="600" height="347" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/obesidade-saxenda.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/obesidade-saxenda-415x240.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>O princípio ativo utilizado no <a title="Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/">Victoza</a>, medicamento antidiabético que chegou há poucos anos aqui no Brasil, foi aprovado nos EUA como novo tratamento contra a obesidade.</p>
<p>O princípio ativo é uma molécula chamada &#8220;liraglutida&#8221;. No caso do diabetes, ela ajuda o corpo a aumentar a produção e secreção de insulina. Para quem está acima do peso, a vantagem da liraglutida é aumentar o tempo que a comida fica no estômago. Com isto, a sensação de saciedade dura mais e a pessoa, naturalmente, come menos.</p>
<p>A liraglutida será vendida nos EUA sob o nome comercial de &#8220;Saxenda&#8221;. A diferença para o Victoza é a concentração do princípio ativo, cerca de duas vezes maior no caso do medicamento contra a obesidade.</p>
<p>A FDA, agência governamental norte-americana que regula a venda de medicamentos, afirmou em comunicado que o Saxenda é eficaz na redução de peso e que oferece riscos pequenos de efeitos colaterais. A indicação é que seja utilizado em pessoas com <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Índice de Massa Corporal</a> (IMC) maior ou igual a 30 ou então que estejam com sobrepeso (IMC maior que 27) e alguma outra doença associada ao excesso de peso, como o diabetes tipo 2.</p>
<figure style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg" alt="liraglutida diabetes" width="600" height="337" /><figcaption class="wp-caption-text">A liraglutida é a molécula por trás do sucesso do Victoza e do novo Saxenda.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANTO PESO ALGUÉM PERDE?</strong></p>
<p>Em um amplo estudo, envolvendo mais de 5000 pessoas, a empresa farmacêutica Novo Nordisk, fabricante do Victoza e do Saxenda, comprovou que a liraglutida ajuda, de fato, a queimar os quilinhos indesejados &#8211; apesar do número de quilos perdidos estar longe de ser &#8220;milagroso&#8221;.</p>
<p>Após aproximadamente um ano de uso, os participantes do estudo que tomaram o Saxenda perderam uma média de 8% do peso corporal.</p>
<p>Durante os testes, os efeitos colaterais mais comuns foram náuseas, diarreia e vômitos, os quais ocorreram em um número pequeno de participantes.</p>
<p>Episódios de hipoglicemias foram relatados em uma pequena parte dos voluntários (cerca de 15%), que tomaram o Saxenda em conjunto com medicamentos antidiabéticos da classe das <a title="Como funcionam os medicamentos para o diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">sulfoniluréias </a>(como glibenclamida, glimepirida, tolbutamida e clopropamida).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DESCONFIANÇA</strong></p>
<p>Em entrevistas à mídia norte-americana, muitos médicos e profissionais da saúde demonstraram relutância em prescrever a nova droga.</p>
<p>Além da eficiência em ajudar a perder peso ser relativamente baixa, ainda permanece uma forte desconfiança quanto à segurança dos medicamentos para combater a obesidade. Muitos remédios foram retirados do mercado no passado recente por gerarem efeitos colaterais perigosos.</p>
<p>Ainda não há previsão do lançamento do Saxenda no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/">Versão “antiobesidade” do Victoza é aprovada nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Quantos anos de vida a menos uma pessoa obesa tem?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/quantos-anos-de-vida-a-menos-uma-pessoa-obesa-tem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 13:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa indica, em números, o impacto negativo do excesso de peso em nosso corpo. Número de anos perdidos por causa da obesidade pode chegar a oito. Não é segredo que estar acima do peso faz muito mal à saúde. O excesso de gordura no organismo gera, com o passar do tempo, uma série de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa indica, em números, o impacto negativo do excesso de peso em nosso corpo. Número de anos perdidos por causa da obesidade pode chegar a oito.</em><br />
<span id="more-8133"></span></p>
<p>Não é segredo que estar acima do peso faz muito mal à saúde. O excesso de gordura no organismo gera, com o passar do tempo, uma série de doenças em todos os sistemas, como por exemplo o diabetes tipo 2 (o sobrepeso e a obesidade são os <a title="Os riscos do sedentarismo" href="http://www.diabeticool.com/os-riscos-do-sedentarismo/">fatores de risco</a> número 1 para este tipo de diabetes) e problemas cardíacos.</p>
<p>Um novo estudo revela, em números, o impacto devastador da obesidade na expectativa de vida de uma pessoa. De acordo com o trabalho, publicado na última edição da revista científica <em>The Lancet Diabetes &amp; Endocrinology</em>, quem está obeso pode viver até 8 anos a menos por causa dos quilinhos a mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>PESO A MAIS, VIDA A MENOS</strong></p>
<p>A pesquisa analisou dados de saúde de cerca de 4 mil pessoas nos EUA. Além de comprovar, conforme esperado, que o excesso de peso está intimamente correlacionado a <a title="Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens" href="http://www.diabeticool.com/falta-de-sono-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-jovens/">doenças cardiovasculares</a> e ao diabetes tipo 2, o estudo descobriu que, quanto mais cedo uma pessoa se torna obesa, maior é o número de anos que a obesidade tira de sua expectativa de vida.</p>
<p><strong>De acordo com os resultados, homens obesos na faixa dos 20 aos 39 anos vivem cerca de 8.4 anos a menos do que homens com o peso adequado. No caso das mulheres, a redução é de 6 anos.</strong></p>
<p><strong>Homens que desenvolvem obesidade na faixa dos 40-50 anos perdem 3.7 anos de vida, enquanto que as mulheres perdem 5.3.</strong></p>
<p>Acima desta faixa etária, a perda de vida equivale a aproximadamente um ano, para ambos os sexos. Porém, associada à redução da expectativa de vida está a perda da qualidade de vida, muito mais impactante em quem tem mais idade.</p>
 Pesquisadores esperam que os números ajudem a dar um empurrãozinho em quem está acima do peso em direção a uma vida mais saudável.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUALIDADE DE VIDA CAI DRASTICAMENTE COM O EXCESSO DE PESO</strong></p>
<p>O estudo analisou também o impacto da obesidade na qualidade de vida. Estar obeso ou com sobrepeso foi associado a uma queda brusca no número de anos que a pessoa viverá sem sofrer as conseqüências de alguma doença relacionada ao excesso de peso. <strong>Pessoas muito obesas na faixa dos 20 aos 29 anos, por exemplo, perdem incríveis 19 anos de vida saudável (isto é, sem doenças).</strong></p>
<p>&#8220;O padrão é claro. Quanto mais um indivíduo pesa e quanto mais jovem for, maior será o efeito [do excesso de peso] em sua saúde, uma vez que ele tem muitos anos pela frente durante os quais os riscos à saúde associados à obesidade poderão impactar negativamente sua vida&#8221;, explicou o professor Steven Grover, da Universidade McGill, no Canadá, um dos autores do trabalho.</p>
<p>&#8220;[Nossos resultados] serão úteis para indivíduos obesos e profissionais da saúde melhor compreenderem a escala do problema e os benefícios substanciais de um estilo de vida mais saudável, que inclua mudanças na dieta e <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">atividades físicas regulares</a>&#8220;, completou o professor.</p>
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		<title>A curiosa relação entre peso, bactérias &#8220;boas&#8221; e nossos genes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 16:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[Christensenellaceae]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo. Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo.</em><span id="more-8051"></span></p>
 O sistema digestório é composto por bilhões de microorganismos, que nos ajudam a aproveitar melhor os nutrientes dos alimentos. Imagem:BBC
<p>Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. A influência da genética na balança é enorme. Muitas pessoas não conseguem de jeito nenhum perder peso, por mais que sigam as dietas mais tradicionais ou exóticas – grande parte da culpa nestes casos pode estar, sim, no nosso DNA.</p>
<div style="background-color: #ffb84d; border: 2px solid #FF9900; padding: 10px;">A descoberta que esta matéria apresenta é importantíssima, também, para quem se interessa por diabetes. Controlar o peso e a alimentação é parte fundamental do tratamento da doença. O sobrepeso e a obesidade são as fatores de risco número 1 para o diabetes tipo 2. <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">Saiba mais aqui</a>!</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da Ciência já saber, há tempos, sobre a influência dos genes em nosso peso, a maneira como isto ocorre ainda é nebulosa. Uma nova pesquisa, publicada no periódico <em>Cell</em>, revela uma nova faceta desta interação e ajuda a explicar a questão. Segundo o trabalho científico, a composição genética altera os <strong>tipos de bactérias</strong> que vivem no nosso sistema digestório. E isso tem tudo a ver com a maneira pela qual o corpo lida com os nutrientes da alimentação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bacterias en el Intestino" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/RokBhI0YpdY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MUNDO MICROSCÓPICO DE PESO</strong></p>
<p>A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade Cornell e do King’s College London, comparou a “fauna” intestinal de gêmeos idênticos (ou seja, pessoas com o DNA 100% igual) e gêmeos não-idênticos (que tem cerca de 50% do DNA igual). Por “fauna intestinal” entende-se a quantidade e os tipos de <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">bactérias</a> que vivem em nosso corpo, ajudando a processar os alimentos que comemos.</p>
<p>Os cientistas descobriram que gêmeos idênticos possuem a composição bacteriana muito mais parecida do que em gêmeos não-idênticos. Além disso, uma espécie de bactérias – as <em>Christensenellaceae</em> – foram muito mais comuns em pessoas magras do que nos gêmeos mais gordinhos.</p>
<p>Estes resultados demonstram uma forte influência dos <a title="Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/">genes</a> na maneira como o corpo lida com os alimentos, afirmam os cientistas. Além disso, abrem a possibilidade de tratar problemas como obesidade e sobrepeso através da administração de <em>Christensenellaceae</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, a maneira mais recomendada de evitar os problemas de saúde decorrentes do excesso de peso é a reeducação alimentar, equilibrando os nutrientes ingeridos no dia-a-dia. <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">Praticar atividades físicas</a> também é essencial à manutenção da boa saúde. Já pensou se no futuro, além destas atividades, ingerir bactérias possa, também, ajudar a manter o peso sob controle?</p>
 Carnaval colorido: representação artística da variedade de bactérias presentes em nosso organismo.
<p>“Setenta por cento das diferenças de peso entre as pessoas são causados pelos genes – isto já é conhecido pela Ciência há cerca de 10 anos”, afirmou Tim Spector, professor do King’s College e um dos autores do estudo.</p>
<p>“Possivelmente há algum importante fator que ainda não descobrimos no controle do peso. Determinar se os micróbios em nossos intestinos são ou não são influenciados pelos genes do hospedeiro é importante. É uma parte do nosso corpo que havíamos, até então, ignorado”, explica.</p>
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		<title>Como a rotina do sono influencia o peso e a glicemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 12:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[ritmo biológico]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa israelense descobre que “trocar o dia pela noite” pode afetar os microrganismos que vivem dentro de nós, o que aumenta riscos de obesidade e diabetes. Dormir bem e na hora certa influencia muito em nossa saúde. A qualidade do sono está relacionada com nossos níveis de atenção, memória e muito mais. Agora, um novo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa israelense descobre que “trocar o dia pela noite” pode afetar os microrganismos que vivem dentro de nós, o que aumenta riscos de obesidade e diabetes.</em><span id="more-8040"></span></p>
 Quebras no ritmo sono-vigília são muito comuns em quem faz longos vôos &#8211; não é à toa que estas pessoas costumam estar acima do peso, segundo a pesquisa.
<p>Dormir bem e na hora certa influencia muito em nossa saúde. A qualidade do sono está relacionada com nossos níveis de atenção, memória e muito mais. Agora, um novo estudo revelou que manter o <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">ritmo biológico</a> &#8211; ou seja, dormir em horários adequados &#8211; pode ser importante também para evitar <strong>obesidade</strong> e <strong>diabetes</strong>. Isso acontece porque &#8211; acredite se quiser! &#8211; as bactérias que vivem em nosso intestino e nos ajudam com a digestão também precisam desse ritmo biológico para trabalhar apropriadamente.</p>
<p>A pesquisa, realizada pelo Instituto Weizmann de Ciência, em Israel, começou pelo estudo das bactérias que vivem no intestino de ratos de laboratório. Os cientistas descobriram primeiro que, apesar de viverem na escuridão, elas variavam tanto em composição como em função de acordo com o ritmo biológico dos animais. Então o que acontece quando esse ritmo está desequilibrado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RITMO DIA-NOITE NOS MANTÉM “NOS EIXOS”</strong></p>
<p>Para responderem essa pergunta, alguns ratinhos tiveram seus ritmos quebrados &#8211; eles eram expostos à luz durante a noite, e ao escuro durante o dia, por exemplo. Consequentemente, eles pararam de se alimentar nos horários em que estavam habituados, e isso fez com que os ciclos das bactérias também fossem quebrados. O resultado foi que esses animais ganharam peso e tiveram seus níveis de glicemia aumentados. Apenas para verificar essa conclusão, as bactérias desses ratinhos foram transferidas para outros ratinhos, que não tinham nenhuma bactéria em seus intestinos. Esse segundo grupo de animais, que não tiveram seus ritmos biológicos alterados, também apresentou ganho de peso e maiores níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>Mas será que isso também acontece em seres humanos?</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: “<a href="http://www.diabeticool.com/trocar-o-dia-pela-noite-eleva-o-risco-de-diabetes/">Trocar o dia pela noite eleva o risco de diabetes</a>”</strong></p>
<p>O grupo de pesquisadores fez um experimento com pessoas que viajaram dos Estados Unidos para Israel. Esses países tem uma diferença de fuso horário de 8 horas, o que pode quebrar o ritmo biológico dos viajantes. Amostras de bactérias intestinais foram coletadas antes e após a viagem e foram transferidas para o intestino de ratos que não tinham nenhuma bactéria. Aqueles que receberam as bactérias depois da viagem ganharam peso e tiveram <a title="Sabia que o magnésio ajuda a controlar a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/sabia-que-o-magnesio-ajuda-a-controlar-a-glicemia/">alta glicemia</a>, enquanto os que receberam as bactérias antes da viagem continuaram saudáveis.</p>
 Bactérias intestinais: além de ajudarem na digestão, ainda afetam o peso e a glicemia. Microscopia: Martin Oeggerli
<p>“A habilidade das nossas bactérias intestinais de coordenar sua função com nosso ritmo biológico demonstra, mais uma vez, o vínculo que temos com as bactérias que vivem em nós”, disse Eran Segal, um dos pesquisadores envolvidos no estudo. “Perturbações nesse vínculo podem ter consequências para nossa saúde”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVOS TRATAMENTOS?</strong></p>
<p>Os resultados desse estudo mostraram que <strong>a quebra de nosso ritmo biológico pode aumentar o risco de obesidade e desequilibrar os níveis de glicemia</strong>, o que pode levar ao diabetes. A pesquisa serve de alerta para quem não segue o seu relógio biológico, mas também pode levar a novos métodos de tratamento para a obesidade e para o diabetes.</p>
<p>“O ritmo de nossas bactérias representa um novo alvo para tratamentos”, afirmou Eran Elinav, também envolvido na pesquisa. “Novos estudos podem explorar como regularizar a flora intestinal de pessoas cujo estilo de vida envolve alterações frequentes nas horas de sono, com a esperança de reduzir e prevenir os riscos de desenvolverem obesidade e as complicações a ela relacionadas”.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-a-rotina-do-sono-influencia-o-peso-e-a-glicemia/">Como a rotina do sono influencia o peso e a glicemia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes na Gravidez: o que fazer para se prevenir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 21:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa de Harvard indica o perfil ideal para futuras mamães que desejam evitar a experiência de desenvolver o diabetes gestacional.  A preparação para a chegada de um bebê é complexa. Futuras mamães e papais devem pensar em enxoval, roupinhas, berço, cadeirinhas, carrinhos&#8230;o importante é deixar tudo preparado para o grande momento: o dia em que o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa de Harvard indica o perfil ideal para futuras mamães que desejam evitar a experiência de desenvolver o diabetes gestacional. </em><span id="more-7948"></span></p>
 Dicas para uma gravidez mais saudável e livre do diabetes.
<p>A preparação para a chegada de um bebê é complexa. Futuras mamães e papais devem pensar em enxoval, roupinhas, berço, cadeirinhas, carrinhos&#8230;o importante é deixar tudo preparado para o grande momento: o dia em que o filho vem ao mundo!</p>
<p>Mas muita gente se esquece de que as preparações relacionadas à gravidez devem começar muito antes. Na verdade, devem começar antes mesmo da mulher ficar grávida. E envolve um detalhe muitas vezes ignorado: o corpo da mulher deve estar, ele também, “preparado” para o novo bebê.</p>
<p>Uma nova pesquisa vem ilustrar a importância desta preparação materna. Segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, mulheres que adotam um estilo de vida saudável antes de engravidar tem os riscos de desenvolver <a title="Diabetes Gestacional" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-gestacional/">diabetes gestacional</a> 50% menores que o normal. E mulheres que estão obesas correm riscos muito, muito maiores.</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid #3399FF; padding: 10px;">
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Para Relembrar: O que é Diabetes Gestacional?</strong></span></p>
<p>Diabetes gestacional é um tipo de diabetes que aparece na mãe SOMENTE durante a gravidez. Isto é, a futura mamãe não era diabética e, durante a gravidez, torna-se. Isto acontece porque o desenvolvimento do filho gera mudanças hormonais e fisiológicas no corpo da mãe, as quais podem resultar em um aumento momentâneo nos valores de glicemia.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-7951" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez.jpg" alt="diabetes gravidez" width="333" height="294" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez.jpg 333w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez-272x240.jpg 272w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez-110x96.jpg 110w" sizes="(max-width: 333px) 100vw, 333px" />Em geral, o diabetes gestacional some após o parto. Em alguns casos, <a title="Mais da metade das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes no futuro, diz pesquisa" href="http://www.diabeticool.com/mais-da-metade-das-mulheres-com-diabetes-gestacional-desenvolvem-diabetes-no-futuro-diz-pesquisa/">pode se tornar diabetes tipo 2</a>. Se a mãe mantiver uma dieta equilibrada durante e após a gravidez, as chances do diabetes gestacional se desenvolver em diabetes tipo 2 diminuem consideravelmente.</p>
<p>Estima-se que 1 a cada 20 mulheres grávidas desenvolvem o diabetes gestacional. Com isto, há maiores riscos dos filhos nascerem acima do peso (acima dos 4kg), tornarem-se obesos com o tempo e desenvolverem diabetes tipo 2 no futuro.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa analisou dados de saúde coletados de cerca de 14.500 mulheres, entre 1989 e 2001, nos EUA. Mais de 20 mil partos foram registrados no período.</p>
<p>Ao comparar dados sobre a saúde e modo de vida das mulheres, os pesquisadores perceberam detalhes interessantes quanto às probabilidades de desenvolverem o diabetes durante a gestação. A seguir, os destaques da pesquisa:</p>
<ol>
<li>Mulheres que se alimentavam de <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">maneira saudável</a>, não fumavam e faziam pelo menos 2,5h de exercícios físicos por semana apresentaram <strong>chances 41% menores </strong>de ter diabetes gestacional;</li>
<li>As <strong>chances eram 52% menores</strong> em mulheres que, além de seguirem todos os itens listados acima, iniciaram a gravidez com peso adequado à sua altura;</li>
<li>Em mulheres obesas (índice de massa corporal maior que 33), as chances de desenvolver diabetes gestacional foram <strong>400% maiores</strong> (ou 5x maiores).</li>
</ol>
<p>Os dados deixam claro: assim como é importante preparar a casa e a mente para a chegada do bebê, adequar o corpo para um momento tão delicado e único como a gravidez é essencial. Futuras mamães ganham muito se engravidaram enquanto estiverem ativas fisicamente, alimentando-se bem e com a balança em dia. O corpo delas – e também dos bebês – agradece bastante.</p>
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		<item>
		<title>UNICAMP lança portal online sobre dietas e controle do peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 00:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[OCRC]]></category>
		<category><![CDATA[portal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes. Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes.</em><br />
<span id="more-7928"></span></p>
<figure id="attachment_7931" aria-describedby="caption-attachment-7931" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.sobrepeso.com.br" target="_blank"><img loading="lazy" class="wp-image-7931 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg" alt="logo sobrepeso site" width="600" height="250" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site-415x173.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7931" class="wp-caption-text">Clique na imagem para acessar o novo portal informativo.</figcaption></figure>
<p>Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, como pressão alta e o <a title="Diabetes tipo 2: melhores resultados com bomba de insulina do que com múltiplas injeções diárias" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-melhores-resultados-com-bomba-de-insulina-do-que-com-multiplas-injecoes-diarias/">diabetes tipo 2</a>. Na busca por soluções, muitas pessoas acabam confiando em dietas milagrosas (e falsas) divulgadas na internet – o que, na maioria das vezes, só gera ainda mais dores de cabeça e malefícios ao corpo.</p>
<p>Tentando mudar esta realidade, esta semana foi inaugurado o site “<strong>SobrePeso</strong>”, uma iniciativa do Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades (<a href="http://www.ocrc.com.br">OCRC</a>), da Universidade Estadual de Campinas. O site traz diariamente informações de qualidade e de fácil entendimento sobre temas de saúde relacionados ao bom controle do peso.</p>
<p>A iniciativa nasceu dos próprios cientistas do OCRC. Eles buscam, através do “SobrePeso”, repassar à população todo o conhecimento adquirido nos laboratórios da Universidade, mas de maneira clara e acessível.</p>
<p>“O site trará notícias diversas sobre todas as doenças relacionadas à obesidade, fórum de discussões, calendário de atividades. Será um site muito dinâmico e que esperamos que tenha número de visitantes bastante alto”, disse em entrevista ao jornal Correio Popular o coordenador de divulgação científica do OCRC, Ronaldo Pilli.</p>
<figure id="attachment_7929" aria-describedby="caption-attachment-7929" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7929" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg" alt="sobrepeso site unicamp" width="600" height="436" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp-330x240.jpg 330w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7929" class="wp-caption-text">O diabetes também é tema de destaque no portal.</figcaption></figure>
<p>“A população em geral poderá ter informações sobre como calcular o <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">IMC</a>, acesso a receitas, notícias relacionadas. Só não terá dietas mágicas porque não acreditamos nisso, mas sim em orientações para desenvolver bons hábitos alimentares”, disse Pilli.</p>
<p>O site está em fase inicial de atividades. Já é possível encontrar cerca de uma centena de textos sobre doenças relacionadas ao excesso de peso, como diabetes tipo 2, aterosclerose e hipertensão. Além disso, há dicas de exercícios físicos e de alimentação.</p>
<p>Uma outra seção de alto interesse é o “Livro de Receitas Saudáveis”, atualizado continuamente com alimentos que fazem bem à saúde.</p>
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<p><strong>PORTAL REFERÊNCIA NO PAÍS</strong></p>
<p>A meta dos pesquisadores responsáveis pelo “SobrePeso” é que, em pouco tempo, o site torne-se uma referência para a população brasileira em geral aprender mais sobre os assuntos abordados.</p>
<p>Pesquisadores do OCRC terão colunas fixas no portal nas quais discutirão temas relacionadas às suas especialidades acadêmicas. Além disso, uma área de material didático está sendo criada como suporte aos textos publicados.</p>
<p>Para quem gosta de conversas e discussões, o portal está estreando a seção de fóruns, abertos e qualquer pessoa que tenha uma conta no Facebook.</p>
<p>O &#8220;SobrePeso&#8221; pode ser visitado em <a href="http://www.sobrepeso.com.br">www.sobrepeso.com.br</a>. Para facilitar o acompanhamento das atualizações, o portal também está presente nas redes sociais, como o <a href="http://www.facebook.com/sobrepesobrasil">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/sobrepesobrasil">Twitter</a>, <a href="https://plus.google.com/111846202854593138546">Google+</a> e <a href="http://sobrepesobrasil.tumblr.com/">Tumblr</a>.</p>
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