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	<title>Nature | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:05:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Um gene que aumenta em 10 vezes as chances de diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2014 21:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[Groenlândia]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[TBC1D4]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É isto que uma pesquisa científica recém publicada descobriu na maior parte da comunidade diabética de um país. Descubra o poder da genética na matéria! Tudo mundo que está lendo este texto faz parte da mesma espécie, porém é um ser único e diferente de todos os demais. Cada um de nós possui um conjunto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É isto que uma pesquisa científica recém publicada descobriu na maior parte da comunidade diabética de um país. Descubra o poder da genética na matéria!</em><span id="more-7663"></span></p>
 A população da Groenlândia tem uma das maiores taxas de diabetes do mundo, e a causa parece ter sido encontrada nos seus genes.
<p>Tudo mundo que está lendo este texto faz parte da mesma espécie, porém é um ser único e diferente de todos os demais. Cada um de nós possui um conjunto exclusivo de informações genéticas que vão, em grande parte, determinar como o nosso corpo funcionará ao longo da vida. Metade destas informações genéticas que nos formam vem da nossa mãe, a outra metade do nosso pai. Na maior parte dos casos, esta mistura de genes dá certo; mas, às vezes, ocorrem certas combinações que podem influenciar negativamente a saúde. É o que revela uma nova pesquisa científica que tem tudo a ver com o diabetes.</p>
<p>Cientistas dinamarqueses e groenlandeses, alarmados com os <a title="Óleo de peixe ajuda a prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/oleo-de-peixe-ajuda-a-prevenir-diabetes-tipo-2/">índices crescentes de diabetes tipo 2</a> na Groenlândia (<em>veja onde fica no mapa a seguir</em>), resolveram buscar <strong>nos genes</strong> uma possível resposta para o &#8220;aumento dramático&#8221; no número de casos da doença.</p>
<figure id="attachment_7665" aria-describedby="caption-attachment-7665" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-7665" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/mapa-groenlandia.jpg" alt="mapa groenlandia" width="600" height="217" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/mapa-groenlandia.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/mapa-groenlandia-415x150.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7665" class="wp-caption-text">A Groenlândia é esta enorme ilha que fica bem ao Norte, entre a América e a Europa. Nos mapas planos, ela aparece gigantesca ao lado leste dos EUA, mas a posição correta pode ser vista nesta representação 3D.</figcaption></figure>
<p>Para isto, eles analisaram as informações genéticas de mais de 2500 moradores da ilha &#8211; um número muito considerável, sendo que o território tem apenas 57 mil habitantes no total.</p>
<p><strong>Os pesquisadores descobriram que uma variante de apenas um gene respondia por mais de 15% dos casos de diabetes tipo 2 no local.</strong><br />
<strong>UM GENE PODEROSO POR TRÁS DO DIABETES TIPO 2</strong></p>
<p>A análise genética da população revelou que uma variante do gene TBC1D4 dificultava sobremaneira a absorção da glicose no sangue pelas células musculares. Com isto, a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> das pessoas que possuem esta variante mantém-se sempre alta, elevando os riscos de diabetes.</p>
<p>A pesquisa mostrou que se uma pessoa tiver recebido uma cópia desta variante da mãe e uma cópia do pai, as chances de desenvolver diabetes tipo 2 são 10 vezes maiores do que o normal.</p>
<p>Quando esta pessoa estiver com 40 anos de idade, <strong>as chances de ser diabética tipo 2 são de 40%</strong>. Quando tiver 60 anos, <strong>o risco chega a incríveis 60%</strong>.</p>
<p>Os resultados serão publicados na próxima edição da revista <em>Nature</em>, a mais famosa publicação científica do mundo.</p>
<p><strong>GENÉTICA NÃO É DESTINO</strong></p>
<p>Ter nascido com duas cópias da variante não significa que uma pessoa necessariamente desenvolverá diabetes tipo 2. Significa, apenas, que as chances são maiores. É importante que elas saibam que correm riscos elevados, assim poderão tomar cuidados extra durante a vida para evitar a doença &#8211; como por exemplo praticar mais atividades físicas e <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">se alimentar de maneira correta</a>.</p>
<p>Vale notar que a tal variante do gene TBC1D4, apesar de não ser exclusiva da população da Groenlândia, é muito pouco comum no resto do mundo. Dificilmente um brasileiro a terá em suas células. As causas genéticas do diabetes na nossa população ainda precisam ser averiguadas.</p>
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		<title>Nova estratégia terapêutica: impedir que a insulina &#8220;morra&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2014 18:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Saghatelian]]></category>
		<category><![CDATA[David Liu]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[enzima]]></category>
		<category><![CDATA[IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas de Harvard descobrem molécula que impede a degradação da insulina no corpo e abrem novo caminho para tratamentos do diabetes. Já faz um bom tempo – desde o comecinho do século passado, para ser mais específico – que os cientistas sabem que o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes é decorrente ou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas de Harvard descobrem molécula que impede a degradação da insulina no corpo e abrem novo caminho para tratamentos do diabetes.</em><span id="more-7579"></span></p>
 Descoberta possibilita à insulina (no esquema, representada no formato floral) sobreviver por mais tempo dentro do nosso corpo.
<p>Já faz um bom tempo – <a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-4-o-seculo-xx-veio-com-tudo/">desde o comecinho do século passado</a>, para ser mais específico – que os cientistas sabem que o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes é decorrente ou da falta de <strong>insulina</strong> no organismo ou então de um uso não eficiente do hormônio pelo corpo. Sendo assim, até hoje três abordagens distintas são utilizadas na hora de tratar o diabético: administra-se insulina através de injeções, toma-se medicamentos que estimulam a produção natural de insulina pelo corpo ou que aumentam a sensibilidade ao hormônio.</p>
<p>Todas estas estratégias têm o mesmo fim: <strong>manter um nível mínimo de insulina correndo em nossas veias</strong> para que a quantidade de açúcar no sangue seja controlada. Mas existe uma outra maneira de atingir este objetivo. Que tal impedir que a insulina que já existe no nosso corpo seja degradada? Isto é, o que aconteceria se os cientistas conseguissem fazer com que a insulina produzida pelo pâncreas (mesmo em pequenas quantidades) durasse por mais tempo?</p>
<p>Esta é a novidade que um novo e importantíssimo trabalho, publicado na famosa revista científica <em>Nature</em>, traz. Os pesquisadores <strong>David Liu</strong> e<strong> Alan Saghatelian</strong>, da Universidade de Harvard, nos EUA, contam como conseguiram identificar <strong>uma molécula que impede que a insulina seja degradada</strong> no organismo, fazendo com que o controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>fique ativo por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
 O pesquisador Alan Saghatelian foi um dos descobridores da molécula que faz a insulina natural do organismo durar por mais tempo.
<p><strong>IDE &#8211; A MOLÉCULA QUE “MATA” A INSULINA</strong></p>
<p>Para quem está achando esta história um pouco confusa, aqui vai uma explicação. A insulina é o hormônio que ajuda a tirar o açúcar do sangue e passá-lo às nossas células, para que se transforme em energia (leia mais sobre a insulina aqui). Como toda coisa viva, uma hora a insulina “morre”. Ela é degradada por uma enzima chamada <strong>IDE</strong>.</p>
<p>Os cientistas de Harvard conseguiram encontrar – depois de procurar em mais de 14 mil candidatos, vale a pena dizer – uma molécula que <strong>impede a ação da IDE</strong>. Com isto, a degradação da insulina diminui e ela fica ativa por mais tempo em nosso corpo.</p>
<p>Testes em camundongos mostraram que a molécula que inibe a IDE mantém-se ativa no corpo e ajuda, realmente, a controlar a glicemia – um passo importante para que, no futuro, <strong>a descoberta possa se transformar em um novo medicamento antidiabético</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVO TRATAMENTO À CAMINHO?</strong></p>
<p>Em entrevista à <em>Harvard Gazette</em>, Saghatelian contou: “O que nosso trabalho fez foi validar do conceito de que focar nesta proteína é o caminho a ser seguido”.</p>
<p>“Para passar desta molécula a um medicamento, existem outros fatores que precisam ser otimizados. Mas nós já cantamos a bola para que a indústria farmacêutica e outros laboratórios comecem a olhar a IDE como um alvo potencial para o tratamento do diabetes e superem os desafios que ainda existem. Nós mostramos que vale a pena olhar para isso com maior profundidade, e, com sorte, abrimos os olhos das pessoas para a IDE como sendo um alvo terapêutico válido”, completou o pesquisador.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/nova-estrategia-terapeutica-impedir-que-a-insulina-morra/">Nova estratégia terapêutica: impedir que a insulina “morra”</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>AdipoRon, a esperança de novo tratamento oral para diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/adiporon-a-esperanca-de-novo-tratamento-oral-para-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2013 21:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[adiponectina]]></category>
		<category><![CDATA[AdipoRon]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes tipo II]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Toshimasa Yamauchi]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Tóquio]]></category>
		<category><![CDATA[Yuji Matsuzawa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho! POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL &#160; O tratamento e controle do diabetes tipo II consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho!</em></p>
<p><span id="more-5638"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento e controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a> consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos para regular a glicemia. Na busca por novos remédios para o diabetes, cientistas japoneses desenvolveram e testaram uma nova substância, chamada <strong>AdipoRon</strong>. O estudo, realizado pela Universidade de Tóquio e publicado na revista <i>Nature</i>, mostrou que o AdipoRon é capaz de melhorar o controle glicêmico, principalmente em casos de obesidade, e pode ser administrado oralmente.</p>
<p>Um dos fatores que podem levar ao diabetes tipo II é a <a title="A cabeça do brasileiro quando o assunto é diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-cabeca-do-brasileiro-quando-o-assunto-e-diabetes/">obesidade</a>. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que pessoas obesas têm níveis menores de adiponectina, um hormônio regulador de glicose e que aumenta a eficácia da insulina. <strong>O AdipoRon imita os efeitos da adiponectina, mas possui uma grande vantagem</strong>: ao contrário do hormônio natural, ele consegue atravessar o estômago e o intestino e chegar à corrente sanguínea com sua função intacta. O composto, portanto, poderia ser utilizado para desenvolver mais uma forma de tratamento oral para o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PESQUISA<br />
</strong></p>
<p>Para testar a eficácia do AdipoRon, os pesquisadores alimentaram ratos com uma dieta rica em gorduras, tornando os animais obesos e diabéticos. Eles foram divididos em dois grupos: um que tomaria o remédio e outro que não. Depois de quatro meses, <strong>a taxa de sobrevivência dos ratos que não tomaram AdipoRon foi de 30%, enquanto a dos que tomaram a substância foi de 70%</strong>. Para comparação, ratos com uma dieta balanceada normalmente possuem uma taxa de sobrevivência de 95% para esse mesmo período.</p>
<p>“Nossos resultados mostraram que os ratos que tomaram AdipoRon sobreviveram por mais tempo, apesar de continuarem obesos e não terem perdido peso”, diz Toshimasa Yamauchi, membro da equipe que realizou o estudo. “Pretendemos iniciar testes clínicos em humanos nos próximos anos”.</p>
<figure id="attachment_5639" aria-describedby="caption-attachment-5639" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5639 " alt="Yuji Matsuzawa diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg" width="200" height="200" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg 200w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-5639" class="wp-caption-text">Yuji Matsuzawa, o cientista que descobriu a adiponectina, elogiou a descoberta.</figcaption></figure>
<p>Além disso, segundo os pesquisadores, muitos diabéticos do tipo II não conseguem seguir os conselhos médicos que recomendam <a title="História inspiradora: mulher perde 40kg em 18 meses e reverte o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/historia-inspiradora-mulher-perde-40kg-em-18-meses-e-reverte-o-diabetes/">exercícios físicos</a> regulares e uma dieta saudável. “As oportunidades para realizar atividades físicas foram drasticamente reduzidas em nossa sociedade atual”, disseram eles. “<strong>Seguir uma dieta não é fácil nem para pessoas saudáveis, obesas ou não, diabéticas ou não</strong>”. O novo remédio, ainda de acordo com eles, poderia ser uma boa solução para essas pessoas.</p>
<p>Yuji Matsuzawa, um dos pesquisadores responsáveis pelo descobrimento da adiponectina em seres humanos em 1995, comentou que os resultados da equipe de Yamauchi representaram um grande progresso no estudo do hormônio. Segundo ele, ainda há outras formas de se pensar em tratamentos para diabéticos envolvendo a substância. “Mais pesquisas precisam ser feitas com a adiponectina”, diz Matsuzawa. “Uma possibilidade é tentar aumentar a produção desse hormônio pelo próprio organismo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<item>
		<title>Como a insulina interage com o nosso corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2013 18:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[receptor celular]]></category>
		<category><![CDATA[receptor de insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Walter and Eliza Hall Institute]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia do &#8220;aniversário da insulina&#8221;, uma descoberta agita o mundo científico: finalmente foi compreendido como a insulina se liga às células do corpo. As implicações da pesquisa são gigantescas. O dia 11 de janeiro é especial para os diabéticos. Nesta data, em 1922, a insulina foi utilizada pela primeira vez no tratamento da doença &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No dia do &#8220;aniversário da insulina&#8221;, uma descoberta agita o mundo científico: finalmente foi compreendido como a insulina se liga às células do corpo. As implicações da pesquisa são gigantescas.</em></p>
<p><span id="more-2663"></span></p>
<p><a title="Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto" href="http://www.diabeticool.com/licoes-sobre-o-descobrimento-da-insulina-e-do-hospital-geral-de-toronto-canada/">O dia 11 de janeiro é especial para os diabéticos</a>. Nesta data, em 1922, a insulina foi utilizada pela primeira vez no tratamento da doença em humanos. Para comemorar este dia especial, o <strong>Diabeticool</strong> traz uma novidade científica empolgante, uma descoberta que promete rever a maneira como utilizamos a insulina no controle da glicemia.</p>
<figure id="attachment_2664" aria-describedby="caption-attachment-2664" style="width: 330px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/pesquisa-insulina-receptor-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2664" alt="A equipe responsável pela descoberta, composta pelo professor Mike Lawrence, Mai Margetts e pelos doutores Geoffrey Kong e John Menting." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/pesquisa-insulina-receptor-diabetes.jpg" width="330" height="220" /></a><figcaption id="caption-attachment-2664" class="wp-caption-text">A equipe responsável pela descoberta, composta pelo professor Mike Lawrence, Mai Margetts e pelos doutores Geoffrey Kong e John Menting.</figcaption></figure>
<p>Em artigo publicado ontem no respeitadíssimo jornal científico Nature, uma equipe de cientistas do <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">Walter and Eliza Hall Institute</a> anunciou que descobriu como ocorre a &#8220;comunicação&#8221; entre a insulina e as células do corpo. A saber, as nossas células somente conseguem captar o açúcar que corre no sangue através do intermédio da insulina. Apenas quando a insulina se liga a receptores específicos na superfície destas células é que o açúcar pode passar do sangue para elas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há mais de 20 anos, cientistas tentam entender como funciona esta ligação entre a insulina e os receptores nas células.O mistério, agora, foi desvendado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que isto significa na prática?</strong></p>
<p>Não saber exatamente como a insulina se liga a seus receptores sempre limitou a criação de novos tipos de insulina, com propriedades mais práticas e rápidas. O professor Mike Lawrence, um dos líderes do projeto, explica: &#8220;A insulina controla quando e como a glicose é utilizada no corpo humano. O receptor de insulina é uma proteína grande presente na superfície das células à qual o hormônio insulina se liga. A geração de novos tipos de insulina esteve limitado pela nossa incapacidade de ver como a insulina se encaixa em seu receptor no corpo.&#8221;</p>
<p>&#8220;<strong>Entender como a insulina reage com seu receptor é fundamental para o desenvolvimento de novas insulinas para o tratamento do diabetes</strong>&#8220;, completou o pesquisador. &#8220;Até então, nós não tínhamos sido capazes de observar como estas moléculas interagem com as células. Nós podemos agora explorar este conhecimento para criar novas medicações de insulina com propriedades melhoradas, o que é muito empolgante.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O &#8220;aperto de mão&#8221; microscópico</strong></p>
<p>A imagem logo abaixo exemplifica o que já se sabia sobre o funcionamento da insulina no corpo humano. O pequeno hormônio corre livremente pelo sangue e faz o seu efeito sobre a glicemia ao entrar em contato com os receptores presentes na superfície celular. Uma vez unidos, abrem-se poros na superfície das células que permitem a passagem de glicose para dentro delas, o que diminui a glicemia sangüínea.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/ligacao-insulina-receptor-diabetes.png"></span></p>
<p>Agora a novidade. Os cientistas descobriram, com detalhes, como ocorre a interação insulina-receptor, ou seja, quais partes das moléculas entram em contato com quais partes e as relações atômicas entre elas. Isto quer dizer que, no futuro próximo, novos tipos de insulina poderão ser fabricados tendo ênfase nestas regiões de interação, aumentando, assim, sua efetividade. &#8220;Nós descobrimos que o hormônio insulina se acopla a seu receptor de uma maneira muito inusitada&#8221;, disse o professor Lawrence. &#8220;Tanto a insulina quanto seu receptor passam por rearranjos conforme interagem: um pedaço da insulina se desdobra e pedaços-chave dentro do receptor se movem para entrar em contato com a insulina. Você pode chamar isso de &#8220;aperto de mão molecular&#8221;.&#8221;</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/ligacao-insulina-receptor-diabetes-2.png"></span> O dr. Lawrence explica sua descoberta: o modelo em amarelo e vermelho representa o receptor de insulina; em sua mão, uma molécula de insulina próxima ao local de interação.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O uso da insulina no futuro</strong></p>
<p style="text-align: left;">Como estas descobertas vão ajudar os diabéticos no futuro? Lawrence traça um panorama animador, que inclui um possível fim das temíveis injeções.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;A insulina é o principal tratamento para os diabéticos, tanto os do tipo 1 quanto diabéticos tipo 2, mas há muitas maneiras através das quais suas propriedades poderiam ser melhoradas. Esta descoberta pode potencialmente levar a novos tipos de insulina que podem ser aplicados de outras maneiras além da <a title="A evolução do monitoramento da glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-evolucao-do-monitoramento-da-glicemia/">injeção</a>, ou a uma insulina que tenha propriedades aperfeiçoadas ou atividade mais longa, assim não precisaria ser tomada com tanta freqüência. Ela também pode ter ramificações no tratamento do diabetes em países em desenvolvimento, através da criação de uma insulina que seja mais estável e menos passível de degradar quando não for estocada em local frio &#8211; um ângulo sendo estudado por nossos colaboradores. Nossas descobertas são uma nova plataforma para o desenvolvimento destes tipos de medicação.&#8221;, afirmou o cientista.</p>
<p style="text-align: left;">Um vídeo com o professor Mike Lawrence falando sobre a descoberta (em inglês) e explicando seus pormenores pode ser visto no link a seguir:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube-nocookie.com/embed/DY7avIl3GNg" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-a-insulina-interage-com-o-nosso-corpo/">Como a insulina interage com o nosso corpo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Os segredos revelados da metformina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jan 2013 17:38:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[adenilato ciclase]]></category>
		<category><![CDATA[AMPK]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[Glifage]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[Morris J. Birnbaum]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Pensilvânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mecanismo de ação de um dos mais conhecidos tratamentos para o diabetes é elucidado em nova pesquisa, o que abre as portas para remédios mais efetivos e sem efeitos colaterais. Diabéticos tipo 2 que tomam remédios para controlar a glicemia provavelmente utilizam a metformina como princípio ativo. A molécula é a base de medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O mecanismo de ação de um dos mais conhecidos tratamentos para o diabetes é elucidado em nova pesquisa, o que abre as portas para remédios mais efetivos e sem efeitos colaterais.</em></p>
<p><span id="more-2610"></span></p>
<p><a title="Cientistas encontram ligação entre psoríase e diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-encontram-ligacao-entre-psoriase-e-diabetes-tipo-2/">Diabéticos tipo 2</a> que tomam remédios para controlar a glicemia provavelmente utilizam a <strong>metformina</strong> como princípio ativo. A molécula é a base de medicamentos antidiabéticos populares, como Glifage, Glucophage, Dimefor e Glucoformin. Apesar das inúmeras vantagens da metformina, seus desagradáveis efeitos colaterais ainda preocupa boa parte de quem a utiliza. Por isto, uma recente pesquisa, publicada na aclamada revista científica Nature, traz boas esperanças aos diabéticos. Neste trabalho, cientistas do Instituto de Diabetes, Obesidade e Metabolismo da Universidade da Pensilvânia conseguiram compreender em detalhes os segredos do funcionamento da metformina. Com estas informações, os pesquisadores pretendem desenvolver novos medicamentos que imitem os efeitos positivos da molécula e não apresentem nenhum efeito colateral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As vantagens dos medicamentos com metformina</strong></p>
<figure id="attachment_2611" aria-describedby="caption-attachment-2611" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2611 " alt="O Glifage é um dos medicamentos antidiabéticos mais receitados no Brasil." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes.jpg" width="300" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes.jpg 300w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/glifage-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-2611" class="wp-caption-text">O Glifage, um dos antidiabéticos mais receitados no Brasil, tem a metformina como princípio ativo.</figcaption></figure>
<p>A popularidade dos medicamentos contendo metformina vem principalmente do fato de que, além de cuidar do diabetes, ela também ajuda a prevenir doenças cardíacas e vasculares. A molécula diminui os níveis do colesterol ruim (chamado de LDL) e de triglicérides no sangue, o que reduz os riscos de enfartos, derrames e demais condições.</p>
<p>No caso do diabetes, a metformina atua de duas maneiras. Ela reduz a liberação, na corrente sangüínea, da glicose acumulada pelo fígado &#8211; ação que é fundamental em diabéticos, que já tem açúcar demais no sangue. Além disso, a sensibilidade das células do organismo à insulina é aumentada, o que pode facilitar a captação da glicose.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As desvantagens e as novas descobertas</strong></p>
<p>Se há alguma coisa de muito errada com a metformina é a maneira como ela atua no <strong>sistema digestivo</strong>. Apesar de serem de gravidade muito baixa, os efeitos colaterais dos medicamentos que contém a molécula podem ser bastante desagradáveis. No geral, os pacientes reclamam de cólicas freqüentes, diarréia, náuseas, vômitos e até mesmo flatulência.</p>
 Os efeitos colaterais da metformina são uma dor de cabeça para muitos pacientes.
<p>O novo estudo em questão, liderado pelo doutor Morris J. Birnbaum, descobriu a maneira &#8220;correta&#8221; através da qual a metformina atua. Até 2010, acreditava-se que ela impedia a liberação da glicose pelo fígado através de vias de ativação de uma determinada proteína, chamada de <strong>AMPK</strong>. Uma pesquisa daquele ano mostrou que a metformina funcionava perfeitamente bem em camundongos que <strong>não tinham</strong> a tal enzima, provando que a hipótese estava errada. Agora, a equipe de Birnbaum propõe uma nova maneira de entender o funcionamento da metformina, envolvendo novas enzimas e proteínas &#8211; o que mostra que podemos saber, na prática, que um medicamento funciona no combate a certas doenças, mas <em>como</em> ele faz isso ainda é um mistério.</p>
<p>O segredo da metformina estaria, de acordo com o doutor Birnbaum, na modulação das atividades da enzima <strong>adenilato ciclase</strong>. Os pesquisadores afirmam que as descobertas abrem caminho para o desenvolvimento de medicamentos que regulam a atividade da adenilato ciclase da mesma maneira que a metformina, porém se restrinjam a esta função, diminuindo, desta forma, os efeitos colaterais. Segundo eles, este futuro novo medicamento poderá, inclusive, ser utilizado por diabéticos resistentes à metformina, os quais ainda não podem se beneficiar das inúmeras vantagens desta misteriosa molécula.</p>
<p><strong>Efeitos positivos quase inacreditáveis</strong></p>
<p>A metformina já apareceu diversas vezes aqui no <strong>Diabeticool</strong>, todas elas relacionadas a ótimas notícias. Veja na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/popular-medicamento-antidiabetico-tambem-combate-o-cancer-de-ovario/">Popular medicamento antidiabético também combate o câncer de ovário</a>&#8221; como a molécula diminui em até três vezes os riscos deste tipo de câncer. No texto &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/">Para nossa alegria: remédio para diabetes diminui também a depressão</a>&#8220;, descubra que a metformina também é um grande auxílio para diabéticos em depressão. E relembre a incrível pesquisa que correlaciona a metformina com a rara multiplicação de células cerebrais em &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/">A inteligência diabética</a>&#8220;.</p>
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		<title>Como achar um diabético com um microscópio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 18:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[BGI-Shenzhewn]]></category>
		<category><![CDATA[butirato]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[cofator]]></category>
		<category><![CDATA[Junjie Qin]]></category>
		<category><![CDATA[metabolismo]]></category>
		<category><![CDATA[microorganismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chineses descobrem que diabéticos e não-diabéticos possuem seres vivos bem diferentes morando dentro de seus corpos. Estamos nos referindo, mais especificamente, à rica fauna de bactérias que habitam o sistema digestivo humano. Estes microscópicos seres vivos são tão numerosos que acredita-se que existam cerca de 1000 espécies vivendo nas nossas entranhas. Para cada célula humana, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Chineses descobrem que diabéticos e não-diabéticos possuem seres vivos bem diferentes morando dentro de seus corpos.</em></p>
<p><span id="more-1979"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Estamos nos referindo, mais especificamente, à rica fauna de <em><a title="Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio" href="http://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/"><strong>bactérias</strong> </a></em>que habitam o sistema digestivo humano. Estes microscópicos seres vivos são tão numerosos que acredita-se que existam cerca de 1000 espécies vivendo nas nossas entranhas. Para cada célula humana, são 10 microorganismos compartilhando espaço no estômago, intestinos e demais órgãos internos. E isto é <em>bom</em>, uma vez que as bactérias nos ajudam a digerir alimentos e liberar nutrientes.  A não ser que estejamos doentes e debilitados, o tipo e a quantidade de bactérias mantêm-se constante entre todas as pessoas. Isto é, desde que ela não seja diabética.</p>
<p>Uma pesquisa publicada na última edição da aclamada revista científica <a title="Saúde que vem da natureza" href="http://www.diabeticool.com/saude-que-vem-da-natureza/"><em>Nature</em></a>, realizada no instituto BGI-Shenzhewn, na China, descobriu que a fauna bacteriana de diabéticos tipo 2 é tão diferente daquela de pessoas saudáveis que este fato pode ser usado para identificar quem tem ou não a doença.</p>
<p>Vamos às diferenças! Em pessoas com diabetes tipo 2, os cientistas encontraram menor produção de <span style="color: #ff9900;"><strong>butirato</strong> </span>pelas bactérias, menor metabolismo de <span style="color: #339966;"><strong>cofatores</strong> </span>e <span style="color: #ff0000;"><strong>motilidade</strong> </span>comprometida. Calma, vamos explicar cada ponto! O <span style="color: #ff9900;">butirato</span> é uma molécula ligada à facilidade na digestão de alimentos e produção de enzimas digestivas. Além disso, ela é importante na manutenção saudável dos tecidos do trato digestivo, em seu desenvolvimento e reparo. Já os <span style="color: #339966;">cofatores</span> são compostos químicos que atuam como &#8220;ajudantes&#8221; em vários processos celulares. <span style="color: #ff0000;">Motilidade</span> é um termo que se refere à facilidade das células em se mover, mudar de formato ou se dividir. Ou seja, os três elementos são muito importantes na manutenção de um sistema digestivo ativo e sadio, o que nos leva a imaginar que os voluntários diabéticos do estudo possivelmente apresentavam maiores índices de problemas gástricos e de nutrição.</p>
<p>Além disso, os chineses também notaram componentes &#8220;estranhos&#8221; nos tratos digestivos dos diabéticos. Foram identificadas proteínas e patógenos oportunistas que afetam vários processos do <a title="Turnos noturnos aumentam os riscos de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/turnos-noturnos-aumentam-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/">metabolismo</a> das células, como resistência à medicamentos e o stress oxidativo.</p>
<p>O Ph.D. Junjie Qin, líder do estudo, disse que seu trabalho vem mostrar que conclusões anteriores, as quais sustentavam que as diferenças de fauna bacteriana entre seres humanos eram devidas somente a efeitos do ambiente, devem ser revistas.</p>
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		<title>Células intestinais e insulina &#8211; Qual a relação?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/celulas-intestinais-e-insulina-qual-a-relacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 00:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[células intestinais]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[Columbia University]]></category>
		<category><![CDATA[Columbia University Medical Center]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dr. Accili Domenico]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Chutima Talchai]]></category>
		<category><![CDATA[Foxo1]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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		<category><![CDATA[Science Daily]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado por pesquisadores Columbia sugere que as células no intestino do paciente podem ser estimulados a produzir insulina, contornando a necessidade de um transplante de células tronco. Até agora acreditava-se que os transplantes de células-tronco seriam a melhor alternativa para resolver de uma vez por todas os problemas de todos os portadores de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Um estudo realizado por pesquisadores Columbia sugere que as células no intestino do paciente podem ser estimulados a produzir insulina, contornando a necessidade de um transplante de células tronco.</em></p>
<p><span id="more-453"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Até agora acreditava-se que os transplantes de células-tronco seriam a melhor alternativa para resolver de uma vez por todas os problemas de todos os portadores de diabetes tipo I, livrando-os das incansáveis e incômodas injeções de insulina. Neste dia 11 de março, uma novidade publicada na revista <em><a href="http://www.nature.com/ng/index.html" target="_Blank">Nature Genetics</a></em> por pesquisadores da <em><a href="http://www.columbia.edu/" target="_Blank">Columbia University</a></em> pode ter colocado um ponto final nessa teoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos portadores de diabetes tipo I, as células produtoras de insulina, localizadas no pâncreas, são danificadas ou destruidas, e não sofrem substituição &#8211; de forma que o controle de glicose tem que ser feito artificialmente, pelo paciente (através de injeções ou bombas de insulina). O objetivo das pesquisas em diabetes tipo I tem sido a reposição das células perdidas por novas células capazes de liberar insulina na corrente sanguínea quando necessário. Embora hoje já seja possível, através da manipulação de células-tronco embrionárias, dar origem a células produtoras de insulina, estas ainda não são adequadas para transplante pois não liberam a insulina da maneira correta em resposta aos níveis de glicose.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, conduzido pela Dra. Chutima Talchai e pelo Dr. Domenico Accili, professor de medicina da <em><a href="http://www.cumc.columbia.edu/" target="_Blank">Columbia University Medical Center</a></em>, foi realizado com ratos e mostra que certas células progenitoras no intestino têm a surpreendente capacidade de se tornarem células produtoras de insulina. As células progenitoras gastrintestinais são normalmente responsáveis pela produção de uma vasta gama de células, incluindo produtoras de serotonina e outros hormônios secretados para o trato gastrointestinal e para a corrente sanguínea.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Drs. Talchai e Accili descobriram que é possível desviar o desenvolvimento destas células para produtoras de insulina desligando um gene chamado <em>Foxo1</em>, que apresenta um papel essencial na diferenciação das células durante seu desenvolvimento. O mais impressionante é que, embora os resultados tenham sido melhores ao desligar o gene em fases iniciais do desenvolvimento do rato, também foram obtidos resultados positivos quando o gene foi desligado em ratos adultos!</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nossos resultados mostram que isso tornaria possível regenerar células produtoras de insulina no trato gastrointestinal dos nossos pacientes, pediátricos ou adultos&#8221;, afirma o Dr. Accili, em entrevista. &#8220;Ninguém poderia ter previsto esse resultado&#8221;, acrescenta. &#8220;Muitas coisas poderiam ter acontecido depois que silenciamos <em>Foxo1</em>. No pâncreas, quando silenciamos <em>Foxo1</em>, nada aconteceu. Então, por que isso acontece no intestino? Por que não conseguimos uma célula que produza algum outro hormônio? Nós não temos estas respostas ainda&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As células produtoras de insulina do intestino poderiam ser perigosas se não liberassem a insulina em resposta a determinados níveis de glicose no sangue, podendo até mesmo causar uma fatalidade em caso de hipoglicemia extrema, mas, segundo os pesquisadores, estas células possuem receptores capazes de determinar os níveis de glicose no sangue. Além disso, são capazes de lançar a insulina diretamente na corrente sanguínea e, segundo os resultados da pesquisa, ela funciona tão bem quanto a insulina normal, e foi produzida em quantidades suficientes para normalizar os níveis de glicose dos ratos, antes diabéticos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Todas essas descobertas nos fazem pensar que convencer o intestino de um paciente a produzir células produtoras de insulina seria uma melhor maneira de tratar o diabetes do que as terapias baseadas em células-tronco&#8221;, diz o Dr. Accili. &#8220;É importante perceber que um novo tratamento para diabetes tipo I deve ser tão seguro quanto, e mais eficaz do que, a insulina&#8221;, continua. &#8220;Nós não podemos testar tratamentos que sejam arriscados simplesmente para remover o fardo das injeções diárias. Insulina não é simples ou perfeita, mas funciona e é segura.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a terapia ainda está longe de ser testada em humanos, pois ainda é necessário testar se o silenciamento do gene <em>Foxo1</em> trará o mesmo resultado, e de que maneira esse procedimento pode ser realizado sem apresentar riscos para o paciente. Para maiores informações, leia o artigo na íntegra na <em><a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2012/03/120311150719.htm" target="_Blank">ScienceDaily</a></em>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/celulas-intestinais-e-insulina-qual-a-relacao/">Células intestinais e insulina – Qual a relação?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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