<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>liraglutida | Diabeticool</title>
	<atom:link href="https://www.diabeticool.com/tag/liraglutida/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.diabeticool.com</link>
	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Victoza: tratamento do diabetes tipo 2, do sobrepeso&#8230;e de diabetes tipo 1?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/victoza-tratamento-do-diabetes-tipo-2-do-sobrepeso-e-de-diabetes-tipo-1/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/victoza-tratamento-do-diabetes-tipo-2-do-sobrepeso-e-de-diabetes-tipo-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 13:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[Victoza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8933</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novo Nordisk revela se o Victoza, medicamento já consagrado no controle da glicemia no diabetes tipo 2, vale a pena como coadjuvante dos cuidados com o diabetes tipo 1. A Novo Nordisk, uma das gigantes farmacêuticas mundiais e responsável pela produção de diversos medicamentos para tratar o diabetes, comunicou que está &#8220;decepcionada&#8221; com os resultados &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/victoza-tratamento-do-diabetes-tipo-2-do-sobrepeso-e-de-diabetes-tipo-1/">Victoza: tratamento do diabetes tipo 2, do sobrepeso…e de diabetes tipo 1?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo Nordisk revela se o Victoza, medicamento já consagrado no controle da glicemia no diabetes tipo 2, vale a pena como coadjuvante dos cuidados com o diabetes tipo 1.</em><br />
<span id="more-8933"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span> Novo Nordisk, uma das gigantes farmacêuticas mundiais e responsável pela produção de diversos medicamentos para tratar o diabetes, comunicou que está &#8220;<em>decepcionada</em>&#8221; com os resultados do <strong>Victoza</strong> (<strong>liraglutida</strong>) no combate ao diabetes tipo 1.</p>
<p>O Victoza é uma opção eficiente no tratamento do diabetes tipo 2 e chegou há poucos anos aqui no Brasil. O medicamento facilita o controle da glicemia e ajuda a perder peso (<em>veja mais vantagens no quadro ao final da matéria</em>).</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">LIRAGLUTIDA PARA EMAGRECER?</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">LIRAGLUTIDA PARA EMAGRECER?</span></h4><div class="toggle-content"><p>A liraglutida é, também, uma polêmica opção de emagrecedor. Saiba mais na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua">Versão “antiobesidade” do Victoza é aprovada nos EUA</a>&#8220;, do Diabeticool.</p></div></div>
<p>Por isso, havia a esperança de que a liraglutida pudesse ajudar a cuidar também do diabetes tipo 1. Testes prévios haviam mostrado que, em combinação com insulina, o princípio ativo seria capaz de diminuir as taxas de <strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a></strong> de maneira segura.</p>
<p>Para comprovar a idéia, a Novo Nordisk iniciou há um ano uma série de testes clínicos, envolvendo mais de 1.400 pessoas com o tipo 1. Os voluntários mantiveram o tratamento com insulina tradicional, mas administraram também doses variadas do Victoza. Os resultados chegaram agora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>CONTROLE PERIGOSO</strong></span></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >D</span>e acordo com a farmacêutica, a liraglutida não se mostrou eficiente no tratamento do diabetes &#8211; pelo contrário, <strong>tornou os cuidados ainda mais complicados</strong>. Isto porque doses mais altas de Victoza foram correlacionadas a mais episódios de <strong>hipoglicemias</strong>.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">SAIBA MAIS SOBRE A LIRAGLUTIDA</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">SAIBA MAIS SOBRE A LIRAGLUTIDA</span></h4><div class="toggle-content"><p>Princípios ativos como a liraglutida fazem parte de um grupo de medicamentos para diabetes chamado de &#8220;terapias baseadas em incretinas&#8221;.</p>
<p>Mais modernos, estes medicamentos trazem diversas vantagens a quem convive com o diabetes. Três das principais são a diminuição da fome (o que contribui para a perda de peso e, com isso, o melhor controle da glicemia), a redução nos valores de hemoglobina glicada e o fato de dificilmente provocarem hipoglicemias, já que o medicamento não age quando a quantidade de açúcar no sangue está baixa.</p>
<p>No caso dos experimento mencionados nesta notícia, lembre-se que a liraglutida foi utilizada junto à insulina. O efeito combinado das duas é a possível causa das hipos nos voluntários.</p></div></div>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg" alt="" width="600" height="337" /></p>
<p>Apesar do medicamento ter ajudado, de fato, a diminuir as taxas de hemoglobina glicada e a auxiliar na perda de peso, induzir hipoglicemias é grave o suficiente para que seu uso seja cancelado.</p>
<p>&#8220;Nós estamos decepcionados, já que acreditávamos no potencial de dar às pessoas com diabetes tipo 1 uma nova opção de tratamento. Nós continuaremos a investir em novidades para este grupo de pessoas&#8221;, disse Mads Thomsen, vice-presidente da Novo Nordisk.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ ENTENDA</span> <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">POR QUE AS HIPOGLICEMIAS SÃO PERIGOSAS</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/victoza-tratamento-do-diabetes-tipo-2-do-sobrepeso-e-de-diabetes-tipo-1/">Victoza: tratamento do diabetes tipo 2, do sobrepeso…e de diabetes tipo 1?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/victoza-tratamento-do-diabetes-tipo-2-do-sobrepeso-e-de-diabetes-tipo-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Versão &#8220;antiobesidade&#8221; do Victoza é aprovada nos EUA</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 17:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saxenda]]></category>
		<category><![CDATA[Victoza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=8234</guid>

					<description><![CDATA[<p>Aprovada a venda do Saxenda, uma versão mais &#8220;potente&#8221; do Victoza, indicada para combater o sobrepeso e a obesidade. O princípio ativo utilizado no Victoza, medicamento antidiabético que chegou há poucos anos aqui no Brasil, foi aprovado nos EUA como novo tratamento contra a obesidade. O princípio ativo é uma molécula chamada &#8220;liraglutida&#8221;. No caso &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/">Versão “antiobesidade” do Victoza é aprovada nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aprovada a venda do Saxenda, uma versão mais &#8220;potente&#8221; do Victoza, indicada para combater o sobrepeso e a obesidade.</em><span id="more-8234"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8237" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/obesidade-saxenda.jpg" alt="obesidade saxenda" width="600" height="347" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/obesidade-saxenda.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/obesidade-saxenda-415x240.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>O princípio ativo utilizado no <a title="Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/">Victoza</a>, medicamento antidiabético que chegou há poucos anos aqui no Brasil, foi aprovado nos EUA como novo tratamento contra a obesidade.</p>
<p>O princípio ativo é uma molécula chamada &#8220;liraglutida&#8221;. No caso do diabetes, ela ajuda o corpo a aumentar a produção e secreção de insulina. Para quem está acima do peso, a vantagem da liraglutida é aumentar o tempo que a comida fica no estômago. Com isto, a sensação de saciedade dura mais e a pessoa, naturalmente, come menos.</p>
<p>A liraglutida será vendida nos EUA sob o nome comercial de &#8220;Saxenda&#8221;. A diferença para o Victoza é a concentração do princípio ativo, cerca de duas vezes maior no caso do medicamento contra a obesidade.</p>
<p>A FDA, agência governamental norte-americana que regula a venda de medicamentos, afirmou em comunicado que o Saxenda é eficaz na redução de peso e que oferece riscos pequenos de efeitos colaterais. A indicação é que seja utilizado em pessoas com <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Índice de Massa Corporal</a> (IMC) maior ou igual a 30 ou então que estejam com sobrepeso (IMC maior que 27) e alguma outra doença associada ao excesso de peso, como o diabetes tipo 2.</p>
<figure style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg" alt="liraglutida diabetes" width="600" height="337" /><figcaption class="wp-caption-text">A liraglutida é a molécula por trás do sucesso do Victoza e do novo Saxenda.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANTO PESO ALGUÉM PERDE?</strong></p>
<p>Em um amplo estudo, envolvendo mais de 5000 pessoas, a empresa farmacêutica Novo Nordisk, fabricante do Victoza e do Saxenda, comprovou que a liraglutida ajuda, de fato, a queimar os quilinhos indesejados &#8211; apesar do número de quilos perdidos estar longe de ser &#8220;milagroso&#8221;.</p>
<p>Após aproximadamente um ano de uso, os participantes do estudo que tomaram o Saxenda perderam uma média de 8% do peso corporal.</p>
<p>Durante os testes, os efeitos colaterais mais comuns foram náuseas, diarreia e vômitos, os quais ocorreram em um número pequeno de participantes.</p>
<p>Episódios de hipoglicemias foram relatados em uma pequena parte dos voluntários (cerca de 15%), que tomaram o Saxenda em conjunto com medicamentos antidiabéticos da classe das <a title="Como funcionam os medicamentos para o diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">sulfoniluréias </a>(como glibenclamida, glimepirida, tolbutamida e clopropamida).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DESCONFIANÇA</strong></p>
<p>Em entrevistas à mídia norte-americana, muitos médicos e profissionais da saúde demonstraram relutância em prescrever a nova droga.</p>
<p>Além da eficiência em ajudar a perder peso ser relativamente baixa, ainda permanece uma forte desconfiança quanto à segurança dos medicamentos para combater a obesidade. Muitos remédios foram retirados do mercado no passado recente por gerarem efeitos colaterais perigosos.</p>
<p>Ainda não há previsão do lançamento do Saxenda no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/">Versão “antiobesidade” do Victoza é aprovada nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como funcionam os medicamentos para o diabetes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 20:22:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[análogos das incretinas]]></category>
		<category><![CDATA[biguanidas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[DPP-4]]></category>
		<category><![CDATA[exenatida]]></category>
		<category><![CDATA[incretinas]]></category>
		<category><![CDATA[inibidores da dipeptil-peptidase-4]]></category>
		<category><![CDATA[insulina degludec]]></category>
		<category><![CDATA[insulina NPH]]></category>
		<category><![CDATA[insulina regular]]></category>
		<category><![CDATA[insulinas]]></category>
		<category><![CDATA[insulinas ultralentas]]></category>
		<category><![CDATA[insulinas ultrarápidas]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[medicações orais]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[sulfonilureias]]></category>
		<category><![CDATA[tiazolidinedionas]]></category>
		<category><![CDATA[Trayenta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=7165</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quer saber tudo sobre os mecanismos de ação dos principais medicamentos antidiabéticos? Então acompanhe este guia completíssimo compilado por Ronaldo Wieselberg! POR RONALDO WIESELBERG Com a aprovação da alogliptina (Nesina) para o mercado brasileiro, pela Anvisa, uma velha questão volta a despertar o interesse de quem tem diabetes: como funcionam os remédios que usamos para &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">Como funcionam os medicamentos para o diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quer saber tudo sobre os mecanismos de ação dos principais medicamentos antidiabéticos? Então acompanhe este guia completíssimo compilado por Ronaldo Wieselberg!</em><span id="more-7165"></span></p>
<p align="left">
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>Com a <a title="Alogliptina, novidade no controle da glicemia, chega à Europa" href="http://www.diabeticool.com/alogliptina-novidade-no-controle-da-glicemia-chega-a-europa/">aprovação da alogliptina</a> (Nesina) para o mercado brasileiro, pela Anvisa, uma velha questão volta a despertar o interesse de quem tem diabetes: <strong>como funcionam os remédios que usamos para controlar o diabetes</strong>? Será que eles são seguros mesmo?</p>
<p>Este artigo, então, vai explicar a você, caro leitor ou cara leitora, um pouquinho sobre eles.</p>
<p>Atualmente, podemos dividir os medicamentos, de maneira geral, em dois grandes grupos: o <span style="color: #003366;"><strong>grupo das insulinas</strong></span> e o <span style="color: #800000;"><strong>grupo das medicações orais</strong></span>. Os medicamentos orais são usados, quase em sua totalidade, por pessoas com diabetes tipo 2 &#8211; em alguns casos raros e específicos, sendo usados por quem tem diabetes tipo 1, como veremos adiante -, enquanto as insulinas são usadas por pessoas tanto com diabetes tipo 1 quanto diabetes tipo 2, e são a terapia indicada para as mulheres que têm diabetes gestacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><strong>INSULINAS</strong></span></p>
<p style="text-align: center;" align="left">
<p>As insulinas são aquelas substâncias injetáveis que diminuem a glicemia. As insulinas que usamos hoje são feitas usando alta tecnologia e engenharia genética, para que seja a mais parecida possível com a insulina humana &#8211; e, em alguns casos, têm alterações estruturais da molécula para que tenham uma ação um pouco diferente.</p>
<p>Antigamente, quando a insulina foi descoberta, a insulina disponível era de boi ou de porco, o que causava reações alérgicas e resistência à ação da insulina. Você pode ver mais sobre a história da insulina clicando <strong><a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-2-de-uma-decepcao-amorosa/">aqui</a></strong> e <strong><a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">aqui</a></strong>!</p>
<p>Elas funcionam de uma maneira muito interessante. Sendo uma &#8220;cópia&#8221; quase perfeita da insulina endógena, o hormônio natural fabricado pelo pâncreas, ela vai atuar da mesma forma, basicamente sendo a &#8220;chave&#8221; para abrir a porta das células para que a glicose entre na célula.</p>
<p>A grosso modo, a insulina está na circulação sanguínea e se liga a um receptor nas células do corpo. Quando acontece essa ligação, uma molécula especial, que os cientistas chamaram de &#8220;transportador GLUT&#8221;, migra para a superfície da célula, e aí, a glicose entra por meio desse transportador.</p>
<p>O mais importante a se dizer sobre as insulinas é que <strong>elas não são as responsáveis pelas complicações</strong> e, se usadas da maneira certa, não têm efeitos colaterais.</p>
<p>Atualmente, temos cinco tipos de insulina disponíveis no mercado, e quatro deles no Brasil:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><em><strong>1. INSULINA NPH</strong></em></span></p>
 Este é um exemplo da insulina NPH disponibilizada pelo SUS.
<p>A insulina NPH é a insulina sintética à qual foi adicionada uma outra proteína e zinco para aumentar a duração durante o armazenamento e também aumentar o efeito dela no corpo. A sigla &#8220;NPH&#8221; significa &#8220;<i>Neutral Protamide Hagedorn</i>&#8220;, indicando essas adições. A insulina NPH tem início de sua ação em cerca de uma hora a uma hora e meia depois da aplicação, o pico de ação (ou seja , quando a ação dela é mais efetiva) em cerca de quatro horas, e tem duração máxima de cerca de 12 a 14 horas.</p>
<p>A insulina NPH é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, e é uma das insulinas usadas como o tratamento inicial do diabetes insulinizado &#8211; seja tipo 1 ou tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><em><strong>2. INSULINA REGULAR</strong></em></span></p>
<p>A insulina Regular é a insulina sintética que é a &#8220;cópia&#8221; da insulina endógena, por assim dizer. Ela é que tem a ação mais parecida com a insulina fabricada pelo nosso corpo dentre todos os tipos de insulinas sintéticas. Tem início de sua ação em cerca de 30 minutos após a aplicação, pico de ação em cerca de duas horas, e duração máxima de três a quatro horas.</p>
<p>A insulina regular também é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, e, juntamente com a NPH, é o tratamento inicial para quem tem diabetes e precisa de insulina. É possível, inclusive, realizar a contagem de carboidratos com a insulina regular, combinada à NPH.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><span style="color: #003366;">3. INSULINAS ULTRALENTAS</span></em></strong></p>
<p>As insulinas ultralentas são análogos de insulina &#8211; ou seja, substâncias que cumprem a mesma função da insulina &#8211; com modificações estruturais nas moléculas para que tenham uma duração aumentada. Por esse motivo, as insulinas glargina (Lantus) e detemir (Levemir) têm duração de mais de 18 horas, chegando a até 24 horas de duração. O início da ação acontece de três a quatro horas depois da aplicação e, curiosamente, por conta dessas modificações moleculares, elas praticamente não têm pico de ação &#8211; a ação delas é praticamente constante.</p>
<p>De acordo com o metabolismo de cada pessoa, a duração pode ser menor, o que faz com que algumas pessoas precisem aplicar a insulina ultralenta duas vezes ao dia. Muitas pessoas fazem uso de insulina NPH duas vezes por dia pelo mesmo motivo: a insulina é degradada &#8211; &#8220;destruída&#8221;, por assim dizer &#8211; no fígado, e aí, precisamos aplicá-la novamente.<br />
As insulinas ultralentas são usadas juntamente com as insulinas regulares e ultrarrápidas para as terapias com contagem de carboidratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #003366;"><em><strong>4. INSULINAS ULTRARÁPIDAS</strong></em></span></p>
<p>Estas são as insulinas mais rápidas disponíveis no mercado. Também são análogos de insulina, porém, a molécula foi alterada de maneira a reduzir o tempo de ação, tornando a insulina mais efetiva a curto prazo. Por esse motivo, as insulinas lispro (Humalog), asparte (NovoRapid) e glulisina (Apidra) têm início de ação em 15 minutos após a aplicação, pico de ação em cerca de uma hora a uma hora e meia, e duração máxima de duas a três horas.</p>
<p>Pela ação extremamente rápida, elas são usadas para &#8220;queimar&#8221; os carboidratos ingeridos nas refeições, a glicose excessiva no sangue &#8211; principalmente em conjunto com as insulinas ultralentas e NPH para a terapia de contagem de carboidratos &#8211; e, inclusive, tratar a <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/"><b>cetoacidose diabética</b></a>, uma emergência clínica decorrente do diabetes descontrolado. Além disso, é o tipo de insulina usada nas bombas de insulina, aparelhos que administram microdoses de insulina continuamente.</p>
<figure id="attachment_7170" aria-describedby="caption-attachment-7170" style="width: 541px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7170" alt="grafico picos acao insulina diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/grafico-picos-acao-insulina-diabetes.jpg" width="541" height="264" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/grafico-picos-acao-insulina-diabetes.jpg 541w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/grafico-picos-acao-insulina-diabetes-415x203.jpg 415w" sizes="(max-width: 541px) 100vw, 541px" /><figcaption id="caption-attachment-7170" class="wp-caption-text">Gráfico ilustrando a ação dos tipos de insulina ao longo do tempo.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><span style="color: #003366;">5. INSULINA DEGLUDEC</span></em></strong></p>
<p>A insulina degludec (Tresiba) foi um lançamento da Novo Nordisk no último Congresso Mundial de Diabetes, no fim de 2013. Também é um análogo de insulina, cuja estrutura foi modificada para aumentar o tempo de duração e ainda teve zinco adicionado. Ela tem um funcionamento muito parecido com as insulinas ultralentas, porém, a grande diferença é o seu tempo de duração máxima, que pode chegar a quarenta horas, sem pico de ação.</p>
<p>A ideia é que isso flexibilizaria os horários para a aplicação de insulina durante a terapia de contagem de carboidratos, em combinação com as insulinas ultrarrápidas ou regulares. Ainda não está disponível no mercado brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>MEDICAÇÕES ORAIS</strong></span></p>
<p>As medicações orais são usadas em sua maioria por quem tem diabetes tipo 2 ou tipo MODY, que é um tipo raro de diabetes associado a causas genéticas. Em alguns casos de diabetes tipo 1 com resistência à insulina, também são associados alguns medicamentos orais, porém, os casos são bem raros, uma vez que o aumento da dose de insulina já resolveria o problema da resistência &#8211; assim, em vez de uma aplicação e um comprimido, a pessoa só tem a aplicação.<br />
Os medicamentos orais podem ser divididos nas seguintes classes: biguanidas, sulfonilureias, inibidores da dipeptil-peptidase-4 , análogos das incretinas e tiazolidinedionas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><em>1. BIGUANIDAS</em></span></strong></p>
<p>As biguanidas são os medicamentos orais mais utilizados para o controle do diabetes. O maior representante dessa classe é a metformina, <a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-4-o-seculo-xx-veio-com-tudo/">que foi descoberta no século XX</a> e hoje tem seu mecanismo de ação bem conhecido.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer.jpg" width="217" height="204" />A metformina auxilia no controle da glicemia ao diminuir a produção de glicose no fígado &#8211; um órgão que aumenta a glicemia sob a ação de diversos hormônios do corpo -, aumentar a sensibilidade das células à ação da insulina &#8211; e aqui é que ele pode ser usado em alguns casos específicos de diabetes tipo 1, que são a exceção dentre as exceções -, fazendo com que a insulina aja de maneira mais eficaz, e diminuindo a absorção de glicose no trato gastrointestinal &#8211; e esse é o motivo principal de ser tomado no horário das refeições.</p>
<p>Essa diminuição da absorção da glicose no trato digestório é o que pode causar um dos principais efeitos adversos da metformina, a diarreia. O excesso de glicose não absorvida nos intestinos faz com que aumente a quantidade de água nas fezes, que também não é absorvida, causando a diarreia &#8211; e, pela ação da flora intestinal nesse excesso de glicose, também surgem os gases, desconforto abdominal, e a imensa maioria dos efeitos adversos. Uma alimentação rica em fibras &#8211; ou seja, frutas e hortaliças &#8211; ajuda a diminuir os efeitos adversos.</p>
<p>Curiosamente, pelo mecanismo de ação da metformina, as chances de hipoglicemia são bem menores do que com qualquer outra medicação &#8211; tanto que ela é chamada de &#8220;euglicemiante&#8221;, e não de &#8220;hipoglicemiante&#8221; por algumas fontes de consulta.</p>
<p>A metformina é a primeira escolha de medicação para pacientes com diabetes tipo 2, e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>2. SULFONILUREIAS</strong></em></span></p>
<p>As sulfonilureias são medicamentos que, a grosso modo, estimulam a produção de insulina por parte das células beta do pâncreas. Como as pessoas que têm diabetes tipo 1 não conseguem produzir insulina, o efeito desses medicamentos é praticamente zero.</p>
<p>O mecanismo de ação é, primariamente, o estimulo à secreção de insulina e, secundariamente, a sensibilização dos receptores de insulina das células e diminuição da produção de glicose por parte do fígado.</p>
<p>Normalmente, eles são usados como a segunda escolha de medicação para pacientes com diabetes tipo 2. O grande problema é o uso indiscriminado, ou pior, a automedicação com as sulfonilureias &#8211; já que o paciente com diabetes tipo 2 já tem uma pré-disposição ao esgotamento das células beta, ou seja, com o passar do tempo, quem tem diabetes tipo 2 acaba deixando de produzir insulina, e vai precisar das aplicações de insulina &#8211; porque eles acabam acelerando o esgotamento da produção de insulina, de acordo com alguns estudos recentes.</p>
<p>Os medicamentos mais utilizados dentro dessa classe são a glibenclamida, glimepirida, tolbutamida e clopropamida, e podem, inclusive, ser combinados com a metformina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #800000;"><em>3. INIBIDORES DA DIPEPTIL-PEPTIDASE-4 (DPP-4)</em></span></strong></p>
<p>Os inibidores da dipeptil-peptidase-4 (DPP-4) são substâncias que lidam com um conceito muito comum no corpo humano. Em geral, os hormônios do corpo são autorregulados, ou seja, a mesma célula que os secreta percebe a concentração elevada deles no sangue e para de lançar a substância no sangue, ou são regulados por outros hormônios, ou seja, uma substância faz com que a célula que secreta uma outra substância pare de lançar essa outra substância na corrente sanguínea.</p>
<p>Parece confuso, mas é algo bem fácil.</p>
<p>No caso, para explicar o mecanismo de ação desse medicamento, precisamos explicar parte da função hormonal que ocorre durante a digestão.</p>
<p>Quando temos o alimento no intestino, alguns hormônios chamados <i>incretinas</i> são lançados na corrente sanguínea. Esses hormônios vão estimular a síntese e secreção de insulina por parte das células beta do pâncreas, além de inibir a secreção de glucagon por parte das células alfa do pâncreas &#8211; bem parecido com a função das sulfonilureias, percebeu?</p>
<p>As incretinas são reguladas por uma substância chamada <i>dipeptil-peptidase-4 (DPP-4)</i>, que faz com que não haja estímulo ou inibição da insulina ou do glucagon, respectivamente &#8211; explicando de maneira simples, aperta o botão &#8220;liga-desliga&#8221; das incretinas.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/remedio-trayenta-para-diabetes.jpg" width="222" height="296" />Bem, e aqui, entram os inibidores da DPP-4. Por inibirem a ação dessa substância, eles favorecem a ação das incretinas, que por sua vez, aumentam a secreção da insulina. Dessa forma, essa classe de medicamentos estimula a secreção de insulina de maneira indireta.</p>
<p>Por funcionarem baseados na secreção de insulina, fica claro que esses medicamentos pertencem a uma classe que não pode ser usada por pessoas com diabetes tipo 1. Os inibidores da DPP-4 disponíveis no mercado são a alogliptina (Nesina), a sitagliptina (Januvia), saxagliptina (Onglyza) e linagliptina (<strong>Trayenta</strong>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>4. ANÁLOGOS DAS INCRETINAS &#8211; OU &#8220;AGONISTAS DO GLUCAGON-LIKE PEPTÍDEO-1&#8221;</strong></em></span></p>
<p>Os nomes ficam cada vez mais estranhos, e precisamos ir cada vez mais fundo na fisiologia humana para entender esses medicamentos.</p>
<p>Como explicado anteriormente, as incretinas estimulam a síntese e secreção de insulina, além de diminuírem a secreção de glucagon. Uma das principais incretinas é chamada de <i>Glucagon-like peptídeo-1</i>, ou GLP-1. Essa incretina, além de cumprir a função de estimular a secreção da insulina, também atua diminuindo a velocidade do esvaziamento do estômago &#8211; causando uma maior sensação de saciedade, e por um tempo mais longo.</p>
<p>Assim sendo, essa classe de medicamentos atua ao &#8220;imitar&#8221; a ação do GLP-1. Alguns dos efeitos colaterais dos medicamentos são a náusea e vômitos, decorrentes do fato de o esvaziamento do estômago demorar mais.</p>
<p>Outro efeito que também pode acontecer é a perda de peso, uma vez que a pessoa sentirá menos fome pelo estômago ficar cheio por mais tempo. Isso faz com que pessoas que não precisem dos medicamentos para o controle do diabetes o utilizem para emagrecer. Essa é a chamada <i>prescrição off-label</i>, que é de inteira responsabilidade do médico que a fez.</p>
<p>Os agonistas da GLP-1 disponíveis no mercado brasileiro, atualmente, são a liraglutida (Victoza) e a exenatida (Byetta).</p>
 O Byetta é um exemplo de análogo de incretina encontrado no Brasil.
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>5. TIAZOLIDINEDIONAS</strong></em></span></p>
<p>Essa classe de medicamentos de nomes ainda mais esquisitos – e vai ficar pior! – atua ao aumentar a sensibilidade das células à ação da insulina. A ação é bem parecida com a da metformina, porém, sem os efeitos colaterais de diarreia, gases, etc.</p>
<p>O ponto negativo é que, em algumas pessoas, pode causar inchaços nos membros, dores de cabeça e ganho de peso. Hoje, temos disponível no mercado a pioglitazona e a rosiglitazona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #800000;"><em><strong>6. OUTROS</strong></em></span></p>
<p>Existem outros medicamentos orais para o controle do diabetes, como os amilinomiméticos, substâncias que imitam a ação do polipeptídeo pancreático, que diminui o esvaziamento do estômago, diminui a ação do glucagon e regula o apetite; inibidores da enzima alfa-glucosidade, que impedem a digestão total dos carboidratos – e portanto, a quantidade de glicose disponível nos intestinos para absorção é menor; os derivados das meglitinidas, que também aumentam a secreção de insulina; e os inibidores do SGLT-2, um transportador de glicose nos rins, que faz com que a glicemia abaixa ao desprezar glicose pela urina.</p>
<p>Estes medicamentos, porém, são praticamente inexistentes no mercado brasileiro, seja por não terem sido aprovados pela Anvisa ou por não serem comuns no Brasil. Porém, eles existem, e têm a função de controle glicêmico.<br />
Muitos desses medicamentos surgiram de fontes naturais, e foram exaustivamente estudados até que soubéssemos como agiam e os efeitos colaterais que poderiam trazer. Por exemplo, a metformina foi descoberta na planta chamada lilás francês e o Byetta foi descoberto na saliva de um lagarto.</p>
<p>Assim, quando médico prescreve quaisquer dessas medicações, ele já leva em conta os efeitos colaterais e, principalmente, os efeitos benéficos para quem vai usar. Por esse motivo, usando os remédios conforme a prescrição médica e seguindo as orientações do educador físico e da nutricionista, <strong>o tratamento terá todas as chances de dar certo</strong>.</p>
<p><strong>Até a próxima!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">Como funcionam os medicamentos para o diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>8</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2013 11:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda de Felice]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[Mal de Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Ferreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=6031</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros descobriram que a insulina, usada para controlar o diabetes, pode ser boa para a formação de novas memórias do cérebro. Pesquisadores brasileiros descobriram que um remédio já usado no tratamento do diabetes poderá, no futuro, evitar o Mal de Alzheimer. O estudo foi publicado por uma revista científica americana. Os professores Sérgio Ferreira &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/">Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores brasileiros descobriram que a insulina, usada para controlar o diabetes, pode ser boa para a formação de novas memórias do cérebro.</em><span id="more-6031"></span></p>
<p>Pesquisadores brasileiros descobriram que um remédio já usado no tratamento do diabetes poderá, no futuro, evitar o <a title="Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Mal de Alzheimer</a>. O estudo foi publicado por uma revista científica americana.</p>
<p>Os professores Sérgio Ferreira e Fernanda de Felice identificaram uma estreita relação entre duas doenças que afetam milhões de pessoas: diabetes e Alzheimer. Nos dois casos, as células do corpo e do cérebro se tornam <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">resistentes à insulina</a>, um hormônio produzido no pâncreas.</p>
<p>A insulina é essencial para controlar a quantidade de glicose, de açúcar no sangue. E, segundo os pesquisadores, também para o bom funcionamento do cérebro, incluindo o hipocampo, que é a porta de entrada para a formação de novas memórias.</p>
<p>Hoje, alguns diabéticos usam um medicamento chamado liraglutida para estimular a produção de insulina e normalizar o funcionamento das células. Mas ainda não tinha sido testado para o tratamento do alzheimer.</p>
<p>Os pesquisadores se perguntaram se o medicamento que já vem sendo usado para combater o diabetes, que afeta o pâncreas, o fígado e os músculos, poderia também ser usado nas células do cérebro, os neurônios.</p>
<p>Os testes realizados nos laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro tiveram resultados extremamente positivos. Dezenas de camundongos com os sintomas de Alzheimer recuperaram a memória e a capacidade de aprender.</p>
<p>Mychael, um dos pesquisadores, conta que os camundongos doentes, com a memória afetada, sempre examinam os objetos colocados na caixa como se fosse a primeira vez. Já os que recebem a droga percebem a novidade.</p>
<p>“Ele tende a explorar mais esse objeto novo. Porque o animal é curioso, ele já lembra também e já conhece o objeto antigo. Ao todo, 80%, 90% dos casos nos observamos uma reversão da perda de memória nos animais que tinham sintoma da doença de Alzheimer”, explica Mychael Lourenço, neurocientista da UFRJ.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a liraglutida pode devolver a capacidade de ação da insulina no cérebro, prejudicada pela presença de substâncias tóxicas que impedem as conexões entre células nervosas.</p>
<p>“Embora a insulina ainda esteja presente, o neurônio é incapaz de ouvir aquele sinal. É como se a campainha estivesse ali, mas não tocasse. O que nos vimos é que esses medicamentos permitem que os neurônios fiquem imunes a ação dessa toxina e continuem se comunicando apropriadamente entre eles”, explica Sergio Ferreira, coordenador da pesquisa &#8211; UFRJ.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/12/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer.html" target="_blank" rel="nofolllow">G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/">Remédio usado para diabetes poderá evitar Mal de Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 19:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda de Felice]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[Mal de Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Nordisk]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Victoza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=6063</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa feita aqui no Brasil descobre que o popular remédio antidiabético pode ajudar a tratar também quem sofre do Mal de Alzheimer. Veja vídeo sobre a novidade! Um estudo feito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que um famoso medicamento para tratar o diabetes poderá servir como terapia para quem sofre do &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/">Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa feita aqui no Brasil descobre que o popular remédio antidiabético pode ajudar a tratar também quem sofre do Mal de Alzheimer. Veja vídeo sobre a novidade!</em><span id="more-6063"></span></p>
<p>Um estudo feito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que um famoso medicamento para tratar o diabetes poderá servir como terapia para quem sofre do Mal de Alzheimer.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ LEIA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2</a> </strong><span style="color: #000000;"><em>&#8211; O Mal de Alzheimer pode não ser nada mais do que uma fase tardia do diabetes tipo 2</em></span><strong>&#8220;</strong></p>
<p>O Alzheimer é a forma mais comum de demência em todo o mundo. A doença causa problemas cognitivos como perda de memória, dificuldade de raciocínio e mudanças de comportamento &#8211; sintomas que só pioram com o passar do tempo, levando eventualmente ao falecimento. No geral, costuma aparecer em idosos. Ainda não há cura para a doença. Estima-se que, só no Brasil, cerca de um milhão de pessoas tenham Alzheimer.</p>
<p>Os cientistas Sérgio Ferreira e Fernanda de Felice, da UFRJ, perceberam que as células cerebrais de pessoas com Alzheimer eram <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">resistentes à insulina</a> &#8211; uma característica comum às células de quem está com diabetes. Eles, então, tiveram a idéia de administrar nestes pacientes um medicamento antidiabético que melhora a eficiência da insulina. O medicamento escolhido foi a <strong>liraglutida</strong>, princípio ativo do <strong>Victoza</strong> (Novo Nordisk).</p>
<figure id="attachment_6064" aria-describedby="caption-attachment-6064" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6064" alt="liraglutida alzheimer diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg" width="600" height="337" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes-415x233.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6064" class="wp-caption-text">A liraglutida, princípio ativo do Victoza, melhorou o funcionamento do cérebro de camundongos com Alzheimer.</figcaption></figure>
<p>A liraglutida é utilizada para tratar o diabetes pois auxilia no controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>, atuando através de três mecanismos: ela retarda o esvaziamento gástrico, aumenta a secreção de insulina e inibe a secreção, após as refeições, de um hormônio (glucagon) que aumenta a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>Em testes com camundongos, os resultados foram animadores. Animais com Alzheimer que ingeriram o Victoza mostraram melhora significativa em suas habilidades cognitivas (<em>ver vídeo abaixo</em>).</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a liraglutida pode devolver a capacidade de ação da insulina no cérebro, prejudicada pela presença de substâncias tóxicas que impedem as conexões entre células nervosas.</p>
<p>“Embora a insulina ainda esteja presente,  o neurônio é incapaz de ouvir aquele sinal.  É como se a campainha estivesse ali, mas não tocasse. O que nos vimos é que esses medicamentos permitem que os neurônios fiquem imunes a ação dessa toxina e continuem se comunicando apropriadamente entre eles”, disse o cientista Sérgio Ferreira, em entrevista ao G1.</p>
<p>A pesquisa foi destaque na edição de 4/12/2013 do Jornal Nacional, da Rede Globo. Clique na imagem a seguir para assistir ao vídeo da reportagem.</p>
<figure id="attachment_6065" aria-describedby="caption-attachment-6065" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/12/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer.html"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6065" alt="vídeo liraglutida diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes.jpg" width="400" height="295" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes-325x240.jpg 325w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-6065" class="wp-caption-text">Clique na imagem para assistir a reportagem!</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/">Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
