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	<title>HDL | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Vinho tinto também é remédio? Pesquisa aponta benefícios para diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2015 17:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumento do ‘colesterol bom’ e melhor controle da glicemia foram observados em quem consumiu uma pequena taça de vinho tinto todas as noites. Tomar uma tacinha de vinho tinto após o jantar pode ser uma deliciosa idéia para quem convive com o diabetes tipo 2. Além de agradar ao paladar, o vinho ainda é capaz &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aumento do ‘colesterol bom’ e melhor controle da glicemia foram observados em quem consumiu uma pequena taça de vinho tinto todas as noites.</em><br />
<span id="more-8684"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >T</span>omar uma tacinha de <strong>vinho tinto</strong> após o jantar pode ser uma <em>deliciosa</em> idéia para quem convive com o diabetes tipo 2. Além de agradar ao paladar, o vinho ainda é capaz de melhorar a saúde cardiovascular, um dos aspectos mais impactados pelo diabetes.</p>
<p>A conclusão é de uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade Ben-Gurion, em Israel, e que será apresentada no Congresso Europeu de Obesidade esta semana em Praga, República Tcheca.</p>
<p>Os pesquisadores acompanharam a saúde de mais de 200 diabéticos tipo 2 ao longo de dois anos. Neste período, todos os voluntários seguiram a mesma dieta saudável (a saber, foi a “<a href="http://www.diabeticool.com/dieta-do-mediterraneo-mais-vantagens-para-diabeticos/"><strong>Dieta do Mediterrâneo</strong></a>”). A diferença é que parte deles foi orientada a tomar 150ml de água após o jantar; outro grupo bebeu 150ml de vinho branco e um terceiro grupo ingeriu a mesma quantidade de vinho tinto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O LADO BOM DO VINHO TINTO – DO COLESTEROL À GLICEMIA</strong></h4>
[pullquote]<strong><span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS!</span> <a href="http://www.diabeticool.com/e-verdade-que-vinho-tinto-e-chocolate-previnem-o-diabetes/">É verdade que vinho tinto e chocolate previnem o diabetes?</a></strong>[/pullquote]
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> estudo mostra que o grupo que bebeu vinho tinto apresentou melhora significativa nos níveis do “colesterol bom” no sangue. O colesterol bom – também conhecido como HDL – ajuda a desobstruir vasos sanguíneos e a prevenir derrames e doenças cardíacas, mais comuns em quem está com diabetes.</p>
<p>Além disso, o consumo de vinho tinto também foi associado a um melhor controle da glicemia.</p>
 Dentre os tipos de vinho testados, o tinto trouxe maiores benefícios à saúde.
<p>“Este primeiro grande estudo sobre a influência do álcool sugere que o consumo moderado de vinho, em especial o vinho tinto, por diabéticos tipo 2 com a glicemia bem controlada e que se alimentam corretamente, é aparentemente seguro e diminui riscos cardiometabólicos”, afirmou a professora Iris Shai, principal autora do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>E O LADO MAU DO VINHO TINTO?</strong></h4>
[pullquote]<strong><span style="color: #ff6600;">APRENDA JÁ!</span> <a href="http://www.diabeticool.com/receita-de-peras-aos-dois-vinhos-para-diabeticos/">Receita de Pêras aos Dois Vinhos para diabéticos</a></strong>[/pullquote]
<span class="bdaia-shory-dropcap" >V</span>ale alertar novamente: 150ml de vinho corresponde a uma pequena taça. Mais do que isto, já começam os problemas.</p>
<p>O excesso de álcool no organismo, além de acarretar <a title="Novembro Azul: Alerta para diabetes e alcoolismo" href="http://www.diabeticool.com/novembro-azul-alerta-para-diabetes-e-alcoolismo/">alterações perigosas na glicemia</a>, ainda aumenta os riscos de doenças (como alguns tipos de câncer e pressão alta) e de mortalidade.</p>
<p>Por isso, quem decidir aproveitar os benefícios do vinho tinto à saúde deve se lembrar de sempre comer bem, manter a glicemia sob controle e não passar de 1 taça por dia. Se todos estes critérios forem seguidos, a expressão “saúde!” nos brindes terá um sentido muito mais verdadeiro.</p>
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		<title>Mais uma vantagem do &#8220;colesterol bom&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2013 17:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de ajudar a proteger nosso corpo de doenças cardiovasculares, o &#8220;colesterol bom&#8221; também auxilia a controlar a glicemia, descobriram cientistas. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool O HDL (sigla, em inglês, que significa lipoproteína de alta densidade), também conhecido como o “colesterol bom”, tem outra importante e benéfica função em nosso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Além de ajudar a proteger nosso corpo de doenças cardiovasculares, o &#8220;colesterol bom&#8221; também auxilia a controlar a glicemia, descobriram cientistas.</em><span id="more-5586"></span></p>
 Uma dieta rica em fibras e sementes é uma deliciosa opção para aumentar os níveis do &#8220;colesterol bom&#8221;!
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>O <strong>HDL</strong> (sigla, em inglês, que significa lipoproteína de alta densidade), também conhecido como o “<strong>colesterol bom</strong>”, tem outra importante e benéfica função em nosso organismo além da proteção contra <a title="Medicamentos contra colesterol ‘podem aumentar diabetes’" href="http://www.diabeticool.com/medicamentos-contra-colesterol-podem-aumentar-diabetes/">doenças cardiovasculares</a>. Uma equipe internacional de cientistas demonstrou que o HDL está relacionado também com o controle da glicemia, pois faz com que células musculares usem glicose de modo mais eficiente. <strong>A descoberta oferece potencial para que novos tipos de medicamentos para o diabetes tipo II sejam desenvolvidos</strong>.</p>
<p>“Nossos resultados relacionam, pela primeira vez, níveis baixos de HDL com uso debilitado de glicose e queima de calorias”, diz Susanna Hofmann, uma das coordenadoras do estudo, do instituto de pesquisa alemão Helmholtz Zentrum München. “Baseado nessa descoberta, substâncias já clinicamente testadas para a prevenção e regressão de aterosclerose poderão oferecer um novo meio de tratamento também para o diabetes”.</p>
<p>Na pesquisa, realizada em modelos animais, os cientistas observaram a relação entre os níveis de HDL e de ApoA-I (apolipoproteína A-I), principal proteína do HDL, e células do músculo esquelético. Os músculos esqueléticos são aqueles que estão geralmente juntos ao esqueleto e que conseguimos controlar, como os músculos dos braços e das pernas. Sem a proteína ApoA-I, as células desses músculos queimam menos calorias. Como a glicose é usada para queimar calorias, menos queima significa mais <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> no sangue. Ao terem seus níveis de HDL e ApoA-I aumentados, os animais deixaram de ter <a title="“Esponja inteligente” controla a glicemia automaticamente" href="http://www.diabeticool.com/esponja-inteligente-controla-a-glicemia-automaticamente/">hiperglicemia</a>. Além disso, a performance de seus músculos melhorou e eles tiveram menos ganho de gordura.</p>
 Praticar exercícios é também fundamental para aumentar os níveis de HDL e diminuir as taxas do &#8220;colesterol ruim&#8221;.
<p>A taxa de doenças cardiovasculares em diabéticos do tipo II é maior em relação a não-diabéticos, portanto o aumento dos níveis de HDL pode trazer ainda mais benefícios para essas pessoas, principalmente para as mulheres. “<strong>Nossos resultados são muito relevantes para mulheres portadoras de diabetes tipo II</strong>”, diz Hofmann. “O risco delas desenvolverem doenças cardiovasculares é mais alto do que o risco de homens com diabetes tipo II, pois elas têm concentrações mais baixas de HDL e ApoA-I”.</p>
<p>Para aumentar os níveis de HDL, é recomendada a prática regular de <a title="10 Benefícios da Atividade Física" href="http://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/">exercícios físicos aeróbicos</a>, como caminhar, correr e andar de bicicleta.</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Como as uvas podem ajudar no diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 20:58:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manter estas deliciosas frutas na dieta pode ser um caminho efetivo para prevenir o diabetes tipo 2, indica novo estudo. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Comer uvas regularmente pode ajudar na prevenção e no controle da Síndrome Metabólica, uma doença intimamente relacionada com o diabetes tipo II. O resultado foi obtido &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Manter estas deliciosas frutas na dieta pode ser um caminho efetivo para prevenir o diabetes tipo 2, indica novo estudo.</em></p>
<p><span id="more-4565"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>Comer <a title="Iogurte com Cereais e Frutas para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/iogurte-com-cereais-e-frutas-para-diabeticos/">uvas</a> regularmente pode ajudar na prevenção e no controle da Síndrome Metabólica, uma doença intimamente relacionada com o diabetes tipo II. O resultado foi obtido em um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan e apresentado nessa segunda-feira em uma conferência de Biologia Experimental realizada em Boston. Componentes naturais presentes nas uvas, chamados <strong>polifenóis</strong>, são considerados os responsáveis pelos efeitos benéficos observados.</p>
<p>A <a title="Síndrome Metabólica" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/sindrome-metabolica/"><strong>Síndrome Metabólica</strong></a> é um conjunto de fatores que favorece o desenvolvimento do diabetes tipo II e de doenças cardiovasculares. Esses fatores incluem pressão arterial elevada, obesidade, altos níveis de glicemia e triglicérides e baixo colesterol HDL. Nesse estudo, uma dieta rica em gorduras foi fornecida a ratos. Enquanto alguns animais receberam uma variedade de uvas misturada na dieta, outros receberam apenas os alimentos gordurosos.</p>
<p>Os dois grupos foram acompanhados durante 90 dias. Os resultados revelaram que <strong>a dieta enriquecida com uvas reduziu marcadores inflamatórios</strong> no organismo, além de reduzir também níveis de gordura no fígado, rins e abdômen quando comparados com os animais que não receberam as uvas.</p>
<p>“Nosso estudo sugere que uma dieta enriquecida com uvas pode desempenhar um importante papel na proteção contra a Síndrome Metabólica e seus efeitos no organismo e em diversos órgãos”, disse Mitchell Seymour, pesquisador responsável pelo estudo. “Marcadores inflamatórios e de stress oxidativo têm um papel na progressão de doenças cardiovasculares e do diabetes tipo II. O consumo de uvas teve efeito em ambos esses componentes e em vários tecidos, o que é uma descoberta bastante promissora”.</p>
<p>A Síndrome Metabólica já é uma grande preocupação de saúde pública nos Estados Unidos, e preveni-la e controlá-la é, consequentemente, prevenir e controlar também o diabetes tipo II. Uma dieta saudável e a prática regular de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">exercícios físicos</a> ajudam nesta prevenção, assim como a ingestão de alimentos ricos em polifenóis. Além de uvas, esses compostos podem ser encontrados em outras frutas, como morango e cereja, em vegetais como a cebola e a batata, no café e até mesmo em chocolates com alto teor de cacau.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-as-uvas-podem-ajudar-no-diabetes/">Como as uvas podem ajudar no diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Comer abacate faz bem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 13:07:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Victor Fulgoni]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela os benefícios da fruta na prevenção do diabetes tipo 2 e para a saúde no geral. Alimentos naturais, como frutas e verduras, são sempre indicados a quem precisa manter uma dieta saudável e equilibrada. Que a maioria deles faz bem não é segredo; a influência destas comidas no desenvolvimento e cura de doenças, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela os benefícios da fruta na prevenção do diabetes tipo 2 e para a saúde no geral.</em></p>
<p><span id="more-3654"></span></p>
<p>Alimentos naturais, como frutas e verduras, são sempre indicados a quem precisa manter uma dieta saudável e equilibrada. Que a maioria deles faz bem não é segredo; a influência destas comidas no desenvolvimento e cura de doenças, porém, sempre pode nos surpreender. Foi o que aconteceu com o <a title="Vitamina K1 corta ao meio chances de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/vitamina-k1-corta-ao-meio-chances-de-diabetes-tipo-2/"><strong>abacate</strong> </a>na última semana, quando um longo estudo concluiu que a verde fruta pode ajudar a proteger contra o <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">diabetes tipo 2</a> e demais problemas de saúde.</p>
<p>A conclusão foi baseada em um grande projeto realizado nos EUA, chamado de <em>National Health and Nutrition Examination Survey</em> (algo como Pesquisa de Avaliação da Saúde e Nutrição Nacionais), que durou de 2001 a 2008. Nele, mais de 17.500 adultos norte-americanos anotaram absolutamente tudo o que comeram durante um período de 24 horas. Depois, os dados foram comparados visando a determinar a influência da alimentação na saúde dos voluntários.</p>
<p>Destes 17.500 entrevistados, 347 deles &#8211; metade homens e metade mulheres &#8211; comeram abacate durante o período estudado. Ao terem a sua saúde analisada, estas pessoas <strong>apresentaram melhor absorção de nutrientes essenciais e indicadores de saúde mais positivos que a média</strong>.</p>
<p>Em detalhes: os &#8220;comedores de abacate&#8221; tinham menor peso corporal, cinturas mais finas, índices significativamente maiores de <a title="As mulheres-fruta e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">HDL</a> (o &#8220;colesterol bom&#8221;) e 50% menos chances de desenvolver a <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">síndrome metabólica</a>, que é um conjunto de sintomas relacionados ao diabetes tipo 2, derrames e doenças cardíacas.</p>
<p>O doutor Victor Fulgoni, principal autor do estudo, revelou: &#8220;Estas descobertas sugerem uma associação interessante entre o consumo de abacates e melhor absorção de nutrientes, além de outros resultados positivos. (&#8230;) Elas fornecem dicas valiosas para uma melhor compreensão da relação entre a dieta e a saúde, e fornecem rumos para futuras empreitadas em pesquisas&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alerta &amp; Nutrição</strong></p>
<p>Vale a pena notar um detalhe importante: o estudo mencionado acima foi patrocinado pela <em>Hass Avocado Board</em>, um grupo dos EUA que promove o consumo de abacates. Isto não significa que a pesquisa é necessariamente falsa ou manipulada, mas é bom que mantenhamos uma postura cética quanto aos resultados.</p>
<p>Independente de quem financiou a pesquisa, fato é que o abacate é um alimento riquíssimo em <a title="Moranga com Maçãs para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/moranga-com-macas-para-diabeticos/">vitaminas C</a> e K e fibras alimentares. Além disso, contém baixos índices de colesterol e sódio. 150g de abacate contém 13g de carboidratos, sendo destes 1g de açúcar e os demais de fibras. Caso goste da fruta, não deixe de acrescentá-la à sua dieta, tornando-a, assim, bem mais saudável!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As mulheres-fruta e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 10:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[abdômen]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[formato do corpo]]></category>
		<category><![CDATA[glúteos]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[HDL]]></category>
		<category><![CDATA[Ishwarlal Jialal]]></category>
		<category><![CDATA[mulher-maçã]]></category>
		<category><![CDATA[mulher-pêra]]></category>
		<category><![CDATA[omentina]]></category>
		<category><![CDATA[quemerina]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism]]></category>
		<category><![CDATA[UC Davis Health System]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você é uma mulher-maçã ou uma mulher-pêra? Entenda como o formato do corpo pode influenciar a saúde e os riscos de ter diabetes, com informações baseadas nas mais recentes pesquisas científicas. Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as chamadas &#8220;mulheres-pêra&#8221; seriam mais saudáveis do que as &#8220;mulheres-maçã&#8221;. Um novo trabalho científico, realizado pelo UC Davis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você é uma mulher-maçã ou uma mulher-pêra? Entenda como o formato do corpo pode influenciar a saúde e os riscos de ter diabetes, com informações baseadas nas mais recentes pesquisas científicas.</em></p>
<p><span id="more-2734"></span></p>
<figure id="attachment_2736" aria-describedby="caption-attachment-2736" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2736" alt="Como seu corpo acumula gordura? No estilo &quot;maçã&quot; ou no estilo &quot;pêra&quot;?" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes.jpg" width="600" height="286" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulheres-pera-maca-diabetes-415x198.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2736" class="wp-caption-text">Como seu corpo acumula gordura? No estilo &#8220;maçã&#8221; ou no estilo &#8220;pêra&#8221;?</figcaption></figure>
<p>Até pouco tempo atrás, acreditava-se que as chamadas &#8220;mulheres-pêra&#8221; seriam mais saudáveis do que as &#8220;mulheres-maçã&#8221;. Um novo trabalho científico, realizado pelo UC Davis Health System e que será publicado em março no periódico <em>The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em><em>, </em>põe esta teoria abaixo e mostra que as &#8220;pêras&#8221; correm muito mais riscos de desenvolver a <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/"><strong>síndrome metabólica</strong></a> e doenças como o diabetes. Para entender o quê este salada de frutas e doenças significa, vamos analisar em partes esta grande descoberta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dando nomes ao pomar</strong></p>
<figure id="attachment_2737" aria-describedby="caption-attachment-2737" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2737 " alt="Celebridades com a silhueta de pêra." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes.jpg" width="450" height="317" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes.jpg 450w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-pera-diabetes-341x240.jpg 341w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-2737" class="wp-caption-text">Celebridades com a silhueta de pêra&#8230;</figcaption></figure>
<p>Em primeiro lugar, vamos definir nossas frutas. As &#8220;<strong>mulheres-pêra</strong>&#8221; são aquelas que acumulam gordura predominantemente na região dos glúteos, quadris e coxas. Já as &#8220;<strong>mulheres-maçã</strong>&#8221; carregam mais peso na região abdominal. Algumas pesquisas conduzidas no começo da década apontaram que as mulheres &#8220;barrigudas&#8221; (as &#8220;maçãs&#8221;) seriam mais propensas a desenvolver problemas cardíacos e o diabetes quando comparadas às mulheres-pêra. De maneira misteriosa, as pesquisas ainda indicavam que a gordura acumulada nos quadris &#8220;protegeria&#8221; as mulheres, de alguma forma, de problemas de saúde no futuro. O novo trabalho dos cientistas da UC Davis vem mostrar que as coisas não são bem assim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2738" aria-describedby="caption-attachment-2738" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2738" alt="... e outras famosas com o corpo de &quot;maçã&quot;." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes.jpg" width="500" height="317" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes.jpg 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/celebridades-corpo-maca-diabetes-379x240.jpg 379w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-2738" class="wp-caption-text">&#8230; e outras famosas com o corpo de &#8220;maçã&#8221;.</figcaption></figure>
<p>&#8220;A gordura no abdômen foi por muito tempo considerada a mais prejudicial à saúde, e acreditava-se que a gordura nos glúteos protegia do diabetes, de doenças cardíacas e da síndrome metabólica&#8221;, conta Ishwarlal Jialal, principal autor do estudo e professor de patologia e medicina laboratorial no UC Davis. &#8220;Mas a nossa pesquisa ajuda a dispersar o mito de que a gordura nos glúteos é &#8216;inocente&#8217;.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo a perigosa síndrome metabólica</strong></p>
<p>Uma das principais descobertas da pesquisa do professor Jialal é a de que as &#8220;pêras&#8221; correm maiores riscos de desenvolver a síndrome metabólica. E o que seria isto?</p>
<p>A <a title="Os 6 mil passos da mulher de meia-idade" href="http://www.diabeticool.com/os-6-mil-passos-da-mulher-de-meia-idade/">síndrome metabólica</a> é o nome dado a um conjunto de fatores de risco que, quando aparecem juntos, aumentam em muitas vezes as chances do paciente ter doenças cardiovasculares e diabetes. Na verdade, não é exagero dizer que uma pessoa que possua estes fatores de risco terá, de fato, algum destes problemas de saúde. Estatísticas mostram que a síndrome metabólica <strong>dobra os riscos de doenças cardiovasculares</strong> <strong>e</strong> <strong>multiplica por cinco as chances do desenvolvimento do diabetes</strong>. Alguns destes fatores de risco são: ter cintura larga, baixos níveis de lipoproteínas de alta densidade (HDL, ou o &#8220;colesterol bom&#8221;) no sangue, pressão alta, altas taxas de triglicérides e glicemia de jejum elevada (o que caracteriza a <a title="Como convencer seu filho a praticar exercícios" href="http://www.diabeticool.com/como-convencer-seu-filho-a-praticar-exercicios/">resistência à insulina</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os segredos deletérios da gordura das &#8220;pêras&#8221;</strong></p>
<p>A gordura acumulada próxima às nádegas libera quantidades anormais de duas proteínas, chamadas de <strong>quemerina </strong>e <strong>omentina</strong>, de acordo com a nova pesquisa. Este tipo de gordura libera mais quemerina do que o normal, o que está relacionado com pressão alta, taxas elevadas de proteína C-reativa (um sinal de inflamação) e de triglicérides, resistência à insulina e níveis baixos do colesterol bom &#8211; todos estes fatores, como vimos, são extremamente prejudiciais à saúde. Já a omentina é liberada em menor quantidade, o que, por sua vez, está relacionado a altas taxas de triglicérides, glicemia nas alturas e baixo teor de HDL no sangue &#8211; características também nada positivas.</p>
<p>Em suma, os efeitos no corpo humano da gordura das &#8220;mulheres-pêra&#8221; é piorar &#8211; e muito! &#8211; os fatores de risco para a síndrome metabólica. Como conseqüência, estas mulheres correm riscos muito maiores de ter diabetes e doenças cardiovasculares.</p>
<p>Jialal explica: &#8220;Altos níveis de quemerina foram correlacionados com quatro das cinco características da síndrome metabólica e podem ser um biomarcador promissor para esta síndrome. Como [a quemerina] é também uma indicadora de inflamação e de resistência à insulina, ela pode acabar vir a sendo parte de um painel de biomarcadores para definir casos de obesidade de alto risco.&#8221; O cientista explica as implicações médicas de suas descobertas para o futuro: &#8220;Grandes estudos epidemiológicos futuros deverão focar na avaliação do papel da quemerina como biomarcador para o desenvolvimento do diabetes e de doenças cardiovasculares na síndrome metabólica.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tudo está perdido para as mulheres-pêra?</strong></p>
<figure id="attachment_2740" aria-describedby="caption-attachment-2740" style="width: 251px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-2740    " alt="Pouco importa qual seja o seu tipo de fruta - o importante é manter-se saudável sempre!" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/mulher-rodeada-de-frutas-diabetes.jpg" width="251" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-2740" class="wp-caption-text">Pouco importa qual é o seu tipo de fruta &#8211; o importante é manter-se sempre com a saúde em dia!</figcaption></figure>
<p>Apesar das novidades da pesquisa não trazerem boas notícias para quem acumula gordura na região inferior do corpo, elas são um importante alerta. Assim como em casos de pré-diabetes, nos quais um paciente consciencioso e que cuide bem da glicemia pode se curar sem problemas, as mulheres-pêra devem encarar as descobertas como um incentivo para cuidarem da saúde com todo o carinho e atenção. &#8220;A boa notícia do nosso trabalho é que, através da perda de peso, as pessoas podem reduzir os níveis de quemerina, além de diminuir os riscos de síndrome metabólica severa&#8221;, conta o professor Jialal. Portanto, é hora das frutas colocarem as mangas de fora e amadurecerem seu lado saudável!</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/as-mulheres-fruta-e-o-diabetes/">As mulheres-fruta e o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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