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	<title>coração | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:05:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sedentarismo DOBRA risco de enfarto em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2015 17:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[enfarto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deixar de praticar atividades físicas é pior para a saúde do coração de um diabético do que estar acima do peso, revela estudo. Todos que estão com diabetes bem sabem: cada vez que lemos um texto sobre a doença ou conversamos com um profissional sobre nossa saúde, uma dica sempre está presente &#8211; praticar exercícios &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deixar de praticar atividades físicas é pior para a saúde do coração de um diabético do que estar acima do peso, revela estudo.</em><br />
<span id="more-8273"></span></p>
<figure id="attachment_8277" aria-describedby="caption-attachment-8277" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-8277" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/coracao-forte-diabetes.jpg" alt="coracao forte diabetes" width="600" height="383" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/coracao-forte-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/coracao-forte-diabetes-376x240.jpg 376w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8277" class="wp-caption-text">Para ter um coração forte e saudável, tem que malhar!</figcaption></figure>
<p>Todos que estão com diabetes bem sabem: cada vez que lemos um texto sobre a doença ou conversamos com um profissional sobre nossa saúde, uma dica sempre está presente &#8211; <strong><a title="A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração" href="http://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">praticar exercícios físicos</a></strong>. A dica é boa: um número enorme de artigos científicos mostra que as atividades físicas ajudam a controlar a glicemia e a evitar diversas complicações comuns do diabetes.</p>
[pullquote]O estudo norueguês é um dos maiores já realizados em toda a história da Ciência, envolvendo dezenas de milhares de voluntários.[/pullquote]
<p>Um novo trabalho traz um peso extra à relevância de se manter sempre ativo. Realizado ao longo de 12 anos e contando com mais de 55 mil voluntários, estudo realizado por pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia mostrou que <strong>diabéticos que não praticam exercícios físicos têm o dobro de chances de sofrer enfartos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM ESTUDO DETALHADO</strong></p>
<p>Para chegar a esta conclusão, o estudo coletou dados de saúde dos voluntários durante os anos de 1995 a 1997. Foram analisadas informações como <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Índice de Massa Corporal</a>, histórico médico, quantidade semanal de atividades físicas e saber se fumavam ou não.</p>
<p>Os voluntários voltaram a ser estudados assim que alguns deles tiveram o primeiro enfarto. Até 2008, foram relatados 1.887 casos de enfarto (cerca de 3,5% dos participantes do trabalho). A partir destas informações, os cientistas puderam correlacionar a probabilidade do problema cardíaco ocorrer de acordo com as variáveis de saúde coletadas previamente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">Exercícios físicos fortalecem até o cérebro</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO MANTER O CORAÇÃO FORTE E SAUDÁVEL</strong></p>
<p>Os resultados são claros: praticar exercícios físicos é fundamental para manter uma boa saúde. Diabéticos sedentários apresentaram o dobro de risco de enfartos do que não-diabéticos sedentários.</p>
[pullquote]Após analisar a saúde de tanta gente, o trabalho não deixa dúvidas: praticar execícios é fundamental, esteja você com diabetes ou não![/pullquote]
<p><strong>Diabéticos que se exercitavam constantemente mostraram ter um coração de ferro: os riscos de enfarto foram praticamente iguais aos da população não-diabética.</strong></p>
<p>A pesquisa apontou que <a title="Versão “antiobesidade” do Victoza é aprovada nos EUA" href="http://www.diabeticool.com/versao-antiobesidade-do-victoza-e-aprovada-nos-eua/">diabéticos obesos</a> também correm riscos maiores de sofrer enfarto &#8211; os riscos, porém, são menores do que em relação aos diabéticos sedentários.</p>
<p>&#8220;Os resultados do estudo sugerem que atividades físicas realizadas no tempo livre e a manutenção de um peso saudável são meios efetivos de se prevenir enfartos em pessoas com diabetes&#8221;, escreveram os autores do trabalho, publicado no periódico científico <em>Diabetologia</em>.</p>
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		<title>Um nutriente poderoso (e em falta!): a Vitamina E</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 20:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina E]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa revela os poderes extraordinários da vitamina E no corpo humano e alerta: a maioria das pessoas ingere menos desta vitamina do que o recomendado. Nosso corpo precisa de nutrientes para crescer e se manter saudável. Dentre eles está a vitamina E. Apesar desta vitamina estar presente em alimentos bastante comuns, como leguminosas, carnes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa revela os poderes extraordinários da vitamina E no corpo humano e alerta: a maioria das pessoas ingere menos desta vitamina do que o recomendado.</em><span id="more-7878"></span></p>
<figure id="attachment_7879" aria-describedby="caption-attachment-7879" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7879" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/vitamina-E-diabetes.jpg" alt="vitamina E diabetes" width="600" height="339" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/vitamina-E-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/vitamina-E-diabetes-415x234.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7879" class="wp-caption-text">O óleo de girassol é um exemplo de alimento rico em vitamina E, mas que nem sempre é utilizado durante as refeições.</figcaption></figure>
<p>Nosso corpo precisa de nutrientes para crescer e se manter saudável. Dentre eles está a <a title="Vitaminas podem melhorar sintomas do diabetes, revela estudo" href="http://www.diabeticool.com/vitaminas-podem-melhorar-sintomas-do-diabetes-revela-estudo/"><strong>vitamina E</strong></a>. Apesar desta vitamina estar presente em alimentos bastante comuns, como leguminosas, carnes e sementes, no geral ingerimos menos vitamina E do que o nosso corpo necessita para funcionar bem. Estima-se que 90% dos norte-americanos, por exemplo, não ingerem as quantidades ideais do nutriente. E isto pode levar a sérios problemas de saúde, como mostra uma nova pesquisa.</p>
<p>Uma análise sistemática da literatura científica sobre o poder da vitamina E na saúde humana foi conduzida pela pesquisadora Maret Traber, do Instituto Linus Pauling, nos EUA, e publicada na última edição do periódico <em>Advances in Nutrition</em>.</p>
<p>O estudo mostra que a falta de vitamina E pode acarretar diversas doenças, especialmente na infância, gravidez e velhice. Além disso, boas quantidades dela no corpo podem significar uma melhora substancial na qualidade de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS PODEROSOS EFEITOS DA VITAMINA E NO CORPO</strong></p>
<p>Segundo o artigo de Maret, pesquisas científicas já mostraram que a falta de vitamina E pode causar:</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>anemia</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>infecções mais freqüentes</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>problemas na gravidez, tanto para a mãe quanto para o bebê</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>crescimento menor</strong></span></li>
</ul>
<p>Em crianças, a falta de vitamina E já foi associada a riscos maiores de doenças neurológicas, deterioração dos músculos e até mesmo <a title="Diabetes, pressão alta e doenças cardíacas da geração boomers" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pressao-alta-e-doencas-cardiacas-da-geracao-boomers/">doenças cardíacas</a> (que costumam aparecer só em idades mais avançadas).</p>
<p>Ao contrário, uma pesquisa mostrou que, se houver concentrações altas da vitamina na dieta de crianças de 2 anos, as habilidades mentais delas são maiores que a média.</p>
<p>Estes benefícios ao cérebro extendem-se também para os mais velhos. Idosos que seguiram uma dieta rica em vitamina E ao longo da vida mostraram, de acordo com outro trabalho científico, um tamanho cerebral maior e funções mentais mais bem conservadas durante a terceira idade.</p>
<p>&#8220;A vitamina E é importante ao longo de toda a vida, mas as maiores evidência que temos focam no período dos primeiros 1.000 dias de vida, a partir da fecundação&#8221;, disse a pesquisadora Maret Trauber. &#8220;A vitamina E é essencial para o desenvolvimento neurológico e cerebral que ocorre apenas durante este período. Não é uma coisa que possa ser suprida depois&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>COMO INGERIR MAIS VITAMINA E NAS REFEIÇÕES?</strong></p>
<p>A seguir, uma lista de alimentos ricos em vitamina E. Quanto mais frescos e naturais eles forem preparados, maiores as concentrações da vitamina ingeridas.</p>
<ul>
<li><span style="color: #000000;"><strong>acelga</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>amêndoas</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>avelãs</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>espinafre</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>gérmen de trigo</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>nabo</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>óleos vegetais &#8211; especialmente óleo de girassol</strong></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><strong>sementes, no geral</strong></span></li>
</ul>
<p><em><strong><a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">QUER DICAS DE RECEITAS SAUDÁVEIS PARA DIABÉTICOS? CLIQUE AQUI!</a></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A VANTAGEM PARA DIABÉTICOS?</strong></p>
<p>A notícia de que estamos ingerindo menos vitamina E do que o recomendado é um alerta especialmente válido para quem está com diabetes. Uma porcentagem alta de quem está com a doença sofre de problemas cardiovasculares. Já há evidências de que suplementos alimentares contendo a vitamina E ajudam a proteger o coração e os vasos sangüíneos, diminuindo as incidências de derrames e ataques cardíacos.</p>
<p>Além disto, um estudo de 2011 mostrou que suplementos de vitamina E ajudaram a diminuir as taxas de <a title="Hemoglobina Glicada (glicosilada)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> em diabéticos.</p>
<p>Assim, sendo diabético ou não, a dica é incluir alimentos ricos em vitamina E durante várias refeições ao longo da semana. As vantagens para nossa saúde são enormes e compensam esta variação no cardápio!</p>
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		<title>Atenção à saúde cardiovascular no diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/atencao-a-saude-cardiovascular-no-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 02:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[aterosclerose]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria ressalta a importância de prestar atenção também ao coração na hora de tratar o excesso de açúcar no sangue. O diabetes tipo 1 (DM1) é uma doença autoimune caracterizada pela destruição das células beta pancreáticas, que resulta em hiperglicemia crônica pela deficiência de insulina. O tratamento com múltiplas injeções de insulina ao dia se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Matéria ressalta a importância de prestar atenção também ao coração na hora de tratar o excesso de açúcar no sangue.</em><span id="more-7821"></span></p>
<p>O diabetes tipo 1 (DM1) é uma doença autoimune caracterizada pela destruição das células beta pancreáticas, que resulta em hiperglicemia crônica pela deficiência de insulina. O tratamento com múltiplas <a title="Spray de nariz pode ser o fim das injeções de insulina" href="http://www.diabeticool.com/spray-de-nariz-pode-ser-o-fim-das-injecoes-de-insulina/">injeções de insulina</a> ao dia se mostrou eficaz na melhora do controle glicêmico e na diminuição significativa do risco de complicações microvasculares associadas ao diabetes – retinopatia, nefropatia e neuropatia; por isso, tem sido amplamente utilizado desde o começo da década de 1990, quando foram divulgados os primeiros resultados do clássico estudo DCCT, Diabetes Control and Complications Trial.</p>
<p>No entanto, desde então, tem sido observado um aumento expressivo na prevalência de <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">obesidade</a>, resistência à insulina, hipertensão e <a title="Stress provoca reações em vários órgãos" href="http://www.diabeticool.com/stress-provoca-reacoes-em-varios-orgaos/">dislipidemia </a>em pessoas com DM1, fatores de risco cardiovascular que até então eram comuns apenas na população de indivíduos com diabetes tipo 2 (DM2). As causas desta mudança no perfil de risco cardiometabólico no DM1 têm a ver tanto com a intensificação da insulinoterapia como com as mudanças observadas na sociedade no contexto da transição nutricional e epidemiológica, especialmente o aumento da obesidade, que se estabeleceu como uma epidemia mundial.</p>
<p>Purnell et al. (2013) acompanharam longitudinalmente pacientes participantes do DCCT sob insulinoterapia intensiva e observaram que o ganho de peso excessivo, definido como um incremento de 4,39 kg/m2 no índice de massa corpórea (IMC) ao longo de 6,5 anos de estudo, foi associado com aumento na obesidade central, avaliada pela aferição da circunferência da cintura, bem como com resistência à insulina, dislipidemia, hipertensão e maior espessura da camada íntima-média da artéria carótida, um indicador de aterosclerose.</p>
<p>Diversos fatores explicam a relação entre a aplicação de múltiplas injeções de insulina ao dia e o ganho de peso, como a redução da glicosúria, ou seja, da perda de glicose na urina, aumentando seu aproveitamento energético. Ainda, por se tratar de um hormônio anabólico, a insulina promove o aumento tanto de massa livre de gordura como de massa gorda. Também existem efeitos indiretos, mediados pelo aumento da frequência de episódios de hipoglicemia que geralmente acompanham o tratamento intensivo. Estudos em adultos com DM1 indicam que a hipoglicemia desencadeia compulsão por alimentos, especialmente aqueles ricos em carboidratos, e o ganho de peso também pode ocorrer pela supercorreção da hipoglicemia ou pelo hábito de comer mais para prevenir um eventual episódio.</p>
<p>Além disso, é preciso levar em consideração que, dada a complexidade do manejo do DM1, a aderência ao tratamento nesses pacientes pode ser comprometida. Davidson et al. (2014) divulgaram resultados de um estudo multicêntrico conduzido em 20 cidades brasileiras no qual encontraram que 45% dos pacientes com DM1 não aderem ao tratamento nutricional. A baixa adesão foi associada com piores valores de IMC, hemoglobina glicada, triglicérides, LDL-colesterol e pressão arterial distólica. Segundo a literatura, as principais barreiras que interferem na aderência ao tratamento do DM1 incluem: conflitos pessoais e familiares, sentimentos negativos, dificuldade de fazer escolhas alimentares adequadas em diferentes ocasiões sociais, como festas e no final de semana, além do baixo entendimento de planos alimentares e tabelas de substituição de alimentos ou de contagem de carboidratos.</p>
<p>As evidências sugerem que a alimentação desequilibrada, com excesso de gorduras saturadas e pobre em fibras, junto com o sedentarismo, tem um papel relevante no desenvolvimento de doenças cardiovasculares em pacientes com DM1. Somado a isso, o tratamento intensivo do diabetes predispõem os pacientes à obesidade e suas comorbidades. Desta forma, o trabalho de profissionais de saúde em equipes formadas por médicos, nutricionistas, educadores físicos e psicólogos é de grande importância para prevenir o possível ganho de peso que acompanha a insulinoterapia intensiva, por meio da promoção de um estilo de vida saudável.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.atribunamt.com.br/2014/08/atencao-a-saude-cardiovascular-no-diabetes-tipo-1/">A Tribuna</span></strong></p>
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		<title>6 segundos de atividades físicas já melhoram a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2014 18:22:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Geriatrics Society]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta]]></category>
		<category><![CDATA[pressão sangüínea]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você tem pressão alta ou problemas cardíacos, vai adorar saber mais sobre esta incrível descoberta científica! Costuma-se dizer que qualquer forma de atividade física é melhor do que ficar parado &#8211; e isto é muito mais do que um simples mantra de professor de academia! A Ciência comprova, cada vez mais, que o mínimo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se você tem pressão alta ou problemas cardíacos, vai adorar saber mais sobre esta incrível descoberta científica!</em><span id="more-7773"></span></p>
<p>Costuma-se dizer que qualquer forma de atividade física é melhor do que ficar parado &#8211; e isto é muito mais do que um simples mantra de professor de academia! A Ciência comprova, cada vez mais, que o mínimo de exercícios já ajuda a melhor a saúde. No ano passado, o mundo ficou impressionado com estudos mostrando que apenas <a title="O estímulo que faltava para mudar de vida" href="http://www.diabeticool.com/o-estimulo-que-faltava-para-mudar-de-vida/">7 minutos de atividades físicas</a> por semana correspondiam a melhoras substanciais na saúde do coração e no controle da glicemia.</p>
<p>Agora, <strong>uma nova pesquisa promete ser o estímulo que faltava para que todos saiam do sedentarismo</strong>. Pesquisadores da Universidade Abertay, na Escócia, afirmam que apenas 6 segundos de exercícios já são suficientes para tornar o coração mais saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEIS SEGUNDOS DE MUITO SUOR</strong></p>
<p>O trabalho dos acadêmicos &#8211; publicado na última edição do <em>Journal of the American Geriatrics Society</em> &#8211; envolveu grupos de senhores e senhoras que participaram, duas vezes por semana, de sessões de <a title="Os riscos do sedentarismo" href="http://www.diabeticool.com/os-riscos-do-sedentarismo/">exercícios físicos de alta intensidade</a>. Funcionou assim: os voluntários tinham que pedalar o mais intensamente que podiam durante 6 segundos, dando o máximo de si, e depois descansar por pelo menos 1 minuto (ou até que os batimentos cardíacos voltassem a 120 batidas/minuto).</p>
<p>No começo, os voluntários aguentavam seis seqüências de pedaladas intensas; após seis semanas de estudo, chegaram a dez.</p>
<p>Depois deste um mês e meio de atividades físicas, o resultado foi surpreendente. <strong>Os voluntários diminuíram em 10% a pressão sangüínea e aumentaram a capacidade de enviar oxigênio aos músculos</strong>. Vale lembrar: a <a title="Pressão alta, diabetes e obesidade podem ser sinais de alerta para doença renal" href="http://www.diabeticool.com/pressao-alta-diabetes-e-obesidade-podem-ser-sinais-de-alerta-para-doenca-renal/">pressão alta</a> é um dos maiores fatores de risco para doenças do coração, é muito prevalente na população mais velha e aumenta consideravelmente os riscos de complicações do diabetes.</p>
<p>Os pesquisadores, animados com os resultados, afirmam que vão realizar novos testes para comprovar a eficácia dos treinamentos curtíssimos e de alta intensidade. Segundo eles, talvez no futuro este tipo de atividade seja recomendada às pessoas de mais idade como alternativa aos remédios contra a pressão alta, que sempre possuem efeitos colaterais.</p>
<p>Em entrevista à BBC, o dr. Adam Gordon, da Sociedade Geriátrica britânica, afirmou: &#8220;<strong>A grande mensagem aqui é que você nunca está velho demais, frágil demais ou doente demais para se beneficiar de exercícios físicos, desde que eles sejam escolhidos com cuidado</strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/6-segundos-de-atividades-fisicas-ja-melhoram-a-saude/">6 segundos de atividades físicas já melhoram a saúde</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Diabetes tipo 1: hipoglicemias afetam diretamente o coração</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-hipoglicemias-afetam-diretamente-o-coracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 17:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recente pesquisa mostra que as variações na glicemia provocam stress nos músculos do coração, o que pode levar a doenças sérias no futuro. Se você está com diabetes tipo 1 e precisa diminuir os valores de hemoglobina glicada – que nada mais é do que uma medida a longo prazo dos valores de glicemia – ou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Recente pesquisa mostra que as variações na glicemia provocam stress nos músculos do coração, o que pode levar a doenças sérias no futuro.</em><span id="more-7722"></span></p>
<p>Se você está com diabetes tipo 1 e precisa diminuir os valores de hemoglobina glicada – que nada mais é do que uma medida a longo prazo dos valores de glicemia – ou simplesmente controlar melhor as suas taxas de açúcar, aqui vai um aviso: na hora de diminuir a quantidade de açúcares na corrente sangüínea,<strong> tome muito cuidado para evitar hipoglicemias</strong>.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #000000;">Quer entender melhor o que é <span style="color: #ff6600;">he</span></span><span style="color: #ff6600;">moglobina glicada</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">Acesse estas dicas</a>!</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade de Michigan, nos EUA, descobriram que episódios de hipoglicemia em diabéticos tipo 1 aumentam os riscos de problemas no coração.</p>
<p>A conclusão vem de um estudo com 44 diabéticos tipo 1, todos com valores de hemoglobina glicada muito acima do esperado (8%, quando o máximo indicado é de aproximadamente 7%). Os voluntários utilizaram durante cinco dias um monitor contínuo de glicemia. Ao mesmo tempo, um outro aparelho media as funções vitais do coração.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #000000;">Dúvidas sobre a </span><span style="color: #ff6600;">glicemia</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">Clique aqui</a><span style="color: #000000;"> e resolva-as</span>!</strong></p>
<p>Os cientistas perceberam que os voluntários que tiveram mais episódios de hipoglicemias também tinham o coração ‘menos saudável’, isto é, com variações menores no ritmo das batidas. Estas variações menores são relacionadas a altas taxas de mortalidade, de acordo com a a literatura científica médica.</p>
<p>O estudo sugere que as mudanças para baixo na quantidade de açúcar no sangue  – as hipoglicemias – geram stress nos músculos do coração, o que pode causar danos que se transformarão em doenças cardíacas no futuro.</p>
<p>A dica, portanto, é lutar para manter sempre a glicemia em valores adequados, todos os dias. A tarefa é bastante complicada e exige uma série de esforços, porém vale muito a pena. Toda a saúde – especialmente a do coração! – agradecerá mais para frente.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-hipoglicemias-afetam-diretamente-o-coracao/">Diabetes tipo 1: hipoglicemias afetam diretamente o coração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Doença arterial coronariana e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2014 19:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[angina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabetes Sem Medo explica o que é, como tratar e como prevenir uma das complicações mais comuns do diabetes. Acompanhe! A doença arterial coronariana (DAC) ocorre quando uma substância chamada placa se acumula nas artérias que fornecem sangue ao coração (chamadas de artérias coronárias). A placa é feita de depósitos de colesterol e pode &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Diabetes Sem Medo explica o que é, como tratar e como prevenir uma das complicações mais comuns do diabetes. Acompanhe!</em><span id="more-7342"></span></p>
<p>A doença arterial coronariana (DAC) ocorre quando uma substância chamada placa se acumula nas artérias que fornecem sangue ao coração (chamadas de artérias coronárias). A placa é feita de depósitos de <a title="Mais uma vantagem do “colesterol bom”" href="http://www.diabeticool.com/mais-uma-vantagem-do-colesterol-bom/">colesterol</a> e pode se acumular nas artérias. Quando isso acontece, o diâmetro do vaso diminui ao longo do tempo e este processo é chamado de aterosclerose.</p>
<p>O acúmulo de placa nas artérias pode causar angina, que é o sintoma mais comum de DAC. A angina é caracterizada como dor no peito e ocorre porque o coração não recebe sangue suficiente. Ao longo do tempo o DAC enfraquece o músculo cardíaco e pode levar a insuficiência cardíaca, uma condição séria que o coração não consegue bombear o sangue da maneira que deveria. Também pode levar a um batimento cardíaco irregular (arritmia).</p>
<p>Para algumas pessoas o primeiro sintoma de DAC é o ataque cardíaco. Isso acontece quando uma placa bloqueia totalmente uma artéria que transporta sangue ao coração ou quando um depósito de placa quebra e coagula em uma artéria do coração.</p>
<p>O seu risco de DAC pode ser determinado pelo médico de acordo com sua pressão arterial, níveis de colesterol e de <a title="Obesos e hipertensos devem vigiar glicose mesmo antes do pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/obesos-e-hipertensos-devem-vigiar-glicose-mesmo-antes-do-pre-diabetes/">glicose no sangue</a>, e histórico familiar de doenças no coração. Se você possui alto risco ou apresenta algum sintoma de DAC o seu médico irá confirmar o diagnóstico através dos seguintes exames: eletrocardiograma, ecocardiograma, teste de esforço físico, raio-X do tórax, cintilografia e cateterismo.</p>
<p>Existem alguns passos que você pode realizar se você possui DAC para reduzir o seu risco de ataque cardíaco ou <a title="Gorduras e o Risco de Doenças do Coração" href="http://www.diabeticool.com/gorduras-e-o-risco-de-doencas-do-coracao/">doenças do coração</a>. O seu médico pode recomendar mudanças no seu estilo de vida como fazer uma dieta saudável, atividade física e parar de fumar. Algumas medicações podem ser necessárias para tratar o risco de DAC, como colesterol elevado, hipertensão descontrolada, batimento cardíaco irregular e fluxo sanguíneo diminuído. Em alguns casos é necessário a realização de cirurgia cardíaca ou de angioplastia para restaurar o fluxo sanguíneo no coração.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7348" alt="doenca arterial coronariana diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/doenca-arterial-coronariana-diabetes.jpg" width="600" height="450" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/doenca-arterial-coronariana-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/doenca-arterial-coronariana-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/doenca-arterial-coronariana-e-diabetes/">Doença arterial coronariana e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 14:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[angina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo. Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as doenças cardiovasculares são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. A fim de evitá-las, é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo.</em><span id="more-5775"></span></p>
 O coração é um dos órgãos mais afetados pelas complicações do diabetes &#8211; que tal torná-lo mais saudável e forte?
<p>Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as <a title="Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-da-cintura-pode-indicar-risco-de-desenvolver-diabetes/"><strong>doenças cardiovasculares</strong></a> são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. <strong>A fim de evitá-las, é fundamental a prática rotineira de exercícios físicos &#8211; uma maneira simples, eficaz e de baixo custo de melhorar vários aspectos da saúde</strong>. Mas quanto tempo por semana deve ser investido na prática de exercícios? Uma pesquisa publicada na última semana parece dar uma boa dica quanto a esta dúvida.</p>
<p>O estudo científico foi conduzido na Suécia, país que possui um formidável registro nacional de todas as pessoas que estão com diabetes. Pesquisadores da Universidade de Uppsala acompanharam os dados clínicos de mais de 15 mil suecos com diabetes tipo 2. Eles foram dividios em dois grandes grupos: aqueles que praticavam um &#8220;nível alto&#8221; ou &#8220;baixo&#8221; de atividade física.</p>
<p>Foi determinado como &#8220;nível baixo&#8221; a prática de meia hora de exercícios uma ou duas vezes por semana. No &#8220;nível alto&#8221; foram incluídos os diabéticos que faziam pelo menos 30 minutos de exercícios três ou mais vezes toda semana.</p>
<p>Estas 15 mil pessoas foram acompanhadas ao longo de cinco anos. Ao final do estudo, a conclusão é estarrecedora.</p>
<p>Os diabéticos que praticaram menos <a title="Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">exercício físico</a> (ou nenhum) tiveram:</p>
<ul>
<li>chances 25% maiores de sofrer alguma doença cardiovascular grave, como ataques cardíacos e anginas (dores no peito);</li>
<li><strong>70% maiores chances de falecer devido a problemas cardiovasculares</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEMPRE É TEMPO DE COMEÇAR</strong></p>
<figure id="attachment_5777" aria-describedby="caption-attachment-5777" style="width: 360px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5777 " alt="pessoas caminhando diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/pessoas-caminhando-diabetes.jpg" width="360" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-5777" class="wp-caption-text">Uma simples caminhada pode ajudar bastante a sua saúde.</figcaption></figure>
<p>Entre os diabéticos participantes da pesquisa, alguns passaram a praticar mais exercícios físicos ao longo dos anos. Após os cinco anos do estudo, estas pessoas mostraram ter uma saúde muito melhor do que quem não se exercitava, porém não tão boa quanto a daquelas que já tinham o hábito de se exercitar. Isto prova que nunca é tarde para começar a suar na academia (ou em casa mesmo!) e que os benefícios da atividade física são cumulativos.</p>
<p>&#8220;A atividade física regular é uma parte importante do tratamento do diabetes e estas descobertas ressaltam a importância de implementar tais atividades no dia-a-dia do diabético&#8221;, disseram os autores do trabalho.</p>
<p>De acordo com o principal autor do estudo, dr. Björn Zethelius, &#8220;a mensagem deste trabalho é clara. Evite um estilo de vida sedentário. Faça atividades físicas. Juntamente com o controle da alimentação, estes são os pilares do <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">tratamento do diabetes tipo 2</a>. <strong>Se você está atualmente fazendo pouco exercício, faça mais</strong>&#8220;.</p>
<p>O trabalho foi publicado no <em>European Journal of Preventive Cardiology</em>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes e Aspirina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 14:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[AAS]]></category>
		<category><![CDATA[ácido acetil salicílico]]></category>
		<category><![CDATA[aspirina]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Americana de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardíaca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem está com diabetes pode ou não tomar este popular medicamento? O Diabetes Sem Medo responde! O diabetes aumenta o risco de morte devido a complicações no coração e doenças cardíacas. Em novembro de 1997, a Associação Americana de Diabetes concluiu que pequenas doses de Ácido Acetil Salicílico (AAS) deveriam ser prescritas, não somente para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem está com diabetes pode ou não tomar este popular medicamento? O Diabetes Sem Medo responde!</em></p>
<p><span id="more-4828"></span></p>
<p>O diabetes aumenta o risco de morte devido a complicações no coração e <a title="Diabetes e Infarto: entenda como a doença afeta o coração" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-infarto-entenda-como-a-doenca-afeta-o-coracao/">doenças cardíacas</a>. Em novembro de 1997, a Associação Americana de Diabetes concluiu que pequenas doses de Ácido Acetil Salicílico (AAS) deveriam ser prescritas, não somente para as pessoas com diabetes que tiveram ataque cardíaco mas também para as pessoas com diabetes que estão com alto risco de desenvolver doença no coração ou nas artérias. Isto inclui homens e mulheres.</p>
<p>A razão para que pessoas com diabetes podem ter maior risco é que suas plaquetas (parte de células circulando no sangue responsável pela coagulação do sangue para prevenir hemorragias) podem se agregar mais espontaneamente do que em pessoas sem diabetes. O AAS previne a agregação das plaquetas e, portanto, pode evitar o ataque cardíaco.</p>
<p>No entanto, tomar AAS não é livre de riscos. O AAS pode causar sangramento no intestino e no estômago. Por isso pessoas com úlceras no estômago não devem tomar AAS. Atualmente este risco é muito reduzido se você tomar AAS com revestimento entérico com doses de 81-325 mg por dia. Estudos demonstram que as doses mais baixas de AAS com revestido entérico são tão eficazes quanto doses mais elevadas na prevenção da agregação plaquetária. Você deve discutir com o seu médico sobre o uso do AAS para ter certeza que é seguro para você.</p>
<figure id="attachment_4829" aria-describedby="caption-attachment-4829" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-diabetes-e-aspirina.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4829" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-diabetes-e-aspirina.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-diabetes-e-aspirina.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-diabetes-e-aspirina-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-diabetes-e-aspirina-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4829" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<item>
		<title>A incrível experiência cubana com o diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-incrivel-experiencia-cubana-com-o-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 17:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[British Medical Journal]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[União Soviética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas estudam os efeitos de crises econômicas no diabetes e na saúde geral da ilha, chegando a conclusões impressionantes. Um grupo de cientistas espanhóis, cubanos e norte-americanos publicou um novo estudo na revista British Medical Journal no qual conclui que, se a população de uma país perder apenas alguns poucos quilos, os ganhos na saúde &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas estudam os efeitos de crises econômicas no diabetes e na saúde geral da ilha, chegando a conclusões impressionantes.</em></p>
<p><span id="more-4364"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4365" alt="rua de cuba diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/rua-de-cuba-diabetes.jpg" width="819" height="371" /></p>
<p>Um grupo de cientistas espanhóis, cubanos e norte-americanos publicou um novo estudo na revista <em>British Medical Journal</em> no qual conclui que, se a população de uma país perder apenas alguns poucos quilos, os ganhos na saúde de toda a nação podem ser <strong>imensos</strong>. De acordo com o estudo, é possível reduzir o número de mortes decorrentes de complicações do diabetes<strong> pela metade</strong> e diminuir em um terço a morte por problemas cardiovasculares registrados em um país caso haja uma perda média de 5kg por pessoa, ao longo de um período de cinco anos.</p>
<p>As conclusões vieram de uma análise inédita e bastante curiosa, cuja história merece ser contada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A RELAÇÃO ENTRE A ECONOMIA DE CUBA E O DIABETES</strong></p>
<p>Após as revoluções políticas dos anos 1950, a ilha de <strong>Cuba</strong>, no Caribe, nunca apresentou uma economia pujante, sempre dependendo de auxílio externo a fim de fechar as contas em dia. Antigamente, a grande fornecedora de dinheiro e bens de consumo para Cuba era a sua parceira União Soviética. Porém, com o fim do estado soviético no início dos anos de 1990, esta ajuda internacional cessou. Cuba, então, passou por uma das maiores <a title="Diabéticos enfrentam a grande crise econômica" href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-enfrentam-a-grande-crise-economica/">crises econômicas</a> de sua história.</p>
<p>Esta crise econômica atingiu o pico entre os anos de 1991 e 1995. A ilha comandada pelos irmãos Castro passou por tantas penúrias sem a ajuda externa que <strong>a falta de comida e de combustível</strong> era regra. Por isso, boa parte da população perdeu muito peso durante estes anos.</p>
<p style="text-align: left;">O grupo multinacional de cientistas aproveitou os dados deste período histórico para conduzir um experimento natural. Eles analisaram os índices de mortalidade por diabetes, doenças cardíacas e câncer, além de estudarem as taxas de <a title="Benefícios da Vitamina D para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">diabetes tipo 2 </a>na população, durante os anos de 1980 a 2010.</p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>CRISE ECONÔMICA = FOME = MENOS DIABETES</strong></p>
<p>As conclusões do estudo mostram um padrão facilmente correlacionável com a economia de Cuba. Durante os piores anos da crise econômica &#8211; isto é, a primeira parte da década de 1990 -, <strong>a incidência de diabetes caiu</strong>, assim como o peso médio da população, que ficou 5.5kg mais magra.</p>
<p>Em 1996, cinco anos depois do início do período &#8220;magro&#8221; de Cuba, o número de mortes decorrentes do diabetes diminuiu drasticamente, da mesma maneira que aconteceu com a quantidade de mortes por <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> (as quais possuem uma relação bem compreendida com o diabetes).</p>
<p>Em outras palavras, os pesquisadores conseguiram correlacionar a perda de peso da população no geral com melhoras em vários indicadores de saúde, incluindo o número de diabéticos no país. O que aconteceu, então, com estes índices quando a economia voltou a melhorar?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEM CRISE = COMILANÇA = MAIS DIABETES?</strong></p>
<p>Quando a economia voltou a melhorar, no final dos anos 90, todas as boas notícias na área da saúde acabaram. A tendência de queda no número de mortes por diabetes e doenças cardiovasculares parou. De fato, a taxa de mortalidade por diabetes voltou rapidamente ao patamar pré-crise econômica, e subiu mais 49% durante os anos de 2002 a 2010. Uma explicação apresentada é que, com maior disponibilidade de comida e de combustível, as pessoas passaram a ingerir mais calorias e a praticar menos atividades físicas, o que levou a mais casos de diabetes, doenças no coração e derrames.</p>
<p>A conclusão final tirada pelos cientistas é que o &#8220;experimento cubano&#8221;, como eles denominaram este estudo, mostra os potenciais benefícios de se reverter a tendência global de aumento no número de pessoas obesas e acima do peso. Se todos ficassem um pouquinho mais magros, os custos de saúde no mundo inteiro poderiam cair drasticamente, ao mesmo tempo em que a qualidade de vida da população aumentaria sobremaneira.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-incrivel-experiencia-cubana-com-o-diabetes/">A incrível experiência cubana com o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Duas doenças, um remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 19:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[angina]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[doença cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Kosiborod]]></category>
		<category><![CDATA[Ranexa]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em breve, diabéticos que sofrem de um problema cardíaco poderão tratar as duas condições com apenas um eficiente medicamento, indica estudo. Dados de saúde do mundo inteiro indicam que diabéticos, no geral, estão mais propensos a desenvolver doenças cardíacas ao longo da vida. Uma destas doenças é a angina, uma dor forte no peito, com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em breve, diabéticos que sofrem de um problema cardíaco poderão tratar as duas condições com apenas um eficiente medicamento, indica estudo.</em></p>
<p><span id="more-3893"></span></p>
<p>Dados de saúde do mundo inteiro indicam que diabéticos, no geral, estão mais propensos a desenvolver <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">doenças cardíacas</a> ao longo da vida. Uma destas doenças é a <strong>angina</strong>, uma dor forte no peito, com duração de alguns minutos e causada pela má oxigenação do músculo do coração. Já pensou poder tratar a angina com um medicamento que, ainda por cima, ajuda também a diminuir a <a title="Estudo conclui: dieta rica em cacau pode ajudar a controlar o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/estudo-conclui-dieta-rica-em-cacau-pode-ajudar-a-controlar-o-diabetes/">glicemia</a>? Foi esta a boa notícia dada por pesquisadores dos EUA nesta semana.</p>
<p>Cientistas testaram o remédio <strong>ranolazina</strong>, mais conhecido pelo nome comercial de <strong>Ranexa</strong>, em quase mil pessoas de 14 países. Todos estes voluntários estavam com diabetes tipo 2 e costumavam ter pelo menos uma crise de angina por semana. A grande maioria deles tinham <a title="O estímulo que faltava para mudar de vida" href="http://www.diabeticool.com/o-estimulo-que-faltava-para-mudar-de-vida/">pressão alta</a> e 3/4 dos participantes já haviam passado por um ataque cardíaco. Ou seja, todos já tinham sofrido bastante com o coração. Será que eles melhoraram após o tratamento com o Ranexa?</p>
<p>O estudo durou 8 semanas. Neste tempo, metade dos voluntários tomou o remédio Ranexa e metade recebeu um placebo. Os que tomaram o remédio tiveram menos episódios de angina e utilizaram menos de um outro medicamento para controlar a doença do que quem ingeriu o placebo.</p>
<p>E sabe para quais pacientes o remédio mostrou maiores efeitos positivos? Foi para os diabéticos que tinham as maiores taxas de açúcar no sangue. <strong>Os autores do trabalho vêem isto como um indício de que o Ranexa pode ser um tratamento válido também para o controle da glicemia</strong>.</p>
<p>Disse o dr. Kosiborod, principal autor do estudo: &#8220;A angina é associada à piora da qualidade de vida, maiores riscos de hospitalização e ao aumento nos custos de saúde, e parece ser mais prevalente em pacientes com diabetes.&#8221;</p>
<p>&#8220;Apesar de estudos anteriores já terem mostrado que a ranolazina é efetiva em reduzir a angina, esta é a primeira vez que ela é avaliada em pacientes com diabetes &#8211; um grupo de alto risco e de terapêutica desafiadora.&#8221;</p>
<p>O próximo passo agora é confirmar, através de novos testes, os efeitos de diminuição do açúcar no sangue que o medicamento Ranexa demonstrou neste estudo. Caso eles se confirmem, pacientes diabéticos e que também têm angina poderão em breve utilizar apenas um remédio para tratar as duas doenças!</p>
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