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	<title>cérebro | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Chances de desenvolver diabetes podem ser definidas já no útero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 01:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui! Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui!</em><span id="more-7678"></span></p>
<p>Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a <strong>alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês</strong>. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas diabéticas ou obesas têm chances muito maiores de desenvolver diabetes no futuro.</p>
<p>Ninguém sabe ainda o motivo pelo qual estas crianças correm riscos maiores de ter diabetes. Será que filhos de mães obesas – e que portanto se alimentam de maneira inadequada – serão mal alimentados, ficarão acima do peso recomendável e, por isto, desenvolverão <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>? Será que a obesidade e/ou diabetes da mãe são genéticos – e serão passados “de herança” para as crianças? Todas estas são hipóteses que os cientistas atualmente investigam. A equipe alemã, porém, tem uma idéia diferente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA NOVA HIPÓTESE</strong></p>
<p>O novo trabalho científico, publicado no periódico especializado <em>Diabetologia</em>, afirma que doenças como o diabetes, a obesidade e a <a title="Dormir mal pode levar à hipertensão e ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dormir-mal-pode-levar-a-hipertensao-e-ao-diabetes/">hipertensão</a> podem ser causadas pela <strong>maneira errada com que o cérebro utiliza a insulina</strong>. Se existe uma <strong>resistência à insulina</strong> no órgão, as chances destas doenças ocorrerem é maior.</p>
<p>Assim, os cientistas resolveram medir a atividade cerebral de bebês ainda no útero (através de sons e um moderno encefalograma), de acordo com a dieta da mãe.</p>
<p>As gestantes que participaram do trabalho fizeram uma espécie de teste de tolerância à glicose, tomando uma solução cheia de açúcares. A <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>delas foi medida logo após tomarem a bebida e também uma e duas horas depois. Ao mesmo tempo, a atividade do cérebro de seus filhos foi medida.</p>
<p>A conclusão das medições foi clara: os bebês de mães que eram mais propensas ao diabetes (tinham maior resistência à insulina) tiveram tempo de resposta cerebral consideravelmente menor do que o padrão.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, esta é a primeira vez que uma correlação direta entre o funcionamento do cérebro dos bebês e a alimentação materna é feita.</p>
<p><strong>Eles explicam que aí pode estar uma possível nova explicação do porquê filhos de mães diabéticas têm maiores chances de desenvolver a doença</strong>: talvez o metabolismo da mãe “molde” de maneira errada a resposta do cérebro dos filhos à ação da insulina. Isto, por sua vez, aumentaria as chances de condições como o sobrepeso e o diabetes surgirem mais para a frente na vida.</p>
<p>“Esta descoberta é evidência de um efeito direto do metabolismo da mãe na atividade cerebral dos fetos e sugere que a resistência à insulina no sistema nervoso central pode ser programada durante o desenvolvimento fetal”, escreveram os autores.</p>
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		<title>Diabetes e o Cérebro: como mantê-lo vivo e ativo por mais tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2014 18:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
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		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurology]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta]]></category>
		<category><![CDATA[problemas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[Rosebud Roberts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descoberta científica de que diabéticos na meia idade são mais susceptíveis a certos problemas mentais é sinal de alerta para cuidarmos melhor do nosso cérebro. Nunca é demais lembrar a importância de manter os níveis de açúcar no sangue equilibrados. Esta é uma orientação que todo diabético conhece. Porém, muitas vezes, pelos motivos mais diversos, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descoberta científica de que diabéticos na meia idade são mais susceptíveis a certos problemas mentais é sinal de alerta para cuidarmos melhor do nosso cérebro.</em><span id="more-7549"></span></p>
<p>Nunca é demais lembrar a importância de manter os <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">níveis de açúcar no sangue </a>equilibrados. Esta é uma orientação que todo diabético conhece. Porém, muitas vezes, pelos motivos mais diversos, deixamos de segui-la à risca. Um novo estudo científico reforça o alerta, apontando que pessoas que são diagnosticadas com o diabetes e pressão alta &#8211; uma das conseqüências mais comuns da doença &#8211; na meia idade têm <strong>chances maiores de desenvolver demência</strong> e outros distúrbios mentais no futuro.</p>
<p>O trabalho foi publicado na última edição da revista científica <em>Neurology</em> e estudou a capacidade cerebral de mais de 1.400 pessoas, com média de idade de 80 anos. Os cientistas analisaram o histórico de saúde de cada uma delas para poder correlacionar possíveis problemas atuais no cérebro com o diagnóstico de doenças crônicas (incuráveis), como o diabetes, feito no passado.</p>
<p>Os resultados do estudo mostram que quem foi diagnosticado com o diabetes durante a meia idade (40 a 64 anos) apresentou na velhice um volume do cérebro 3% menor, em média, além de ser duas vezes mais susceptível a problemas de raciocínio e memória. As pessoas que foram diagnosticadas com pressão alta na meia idade tinham duas vezes mais chances de apresentar lesões no cérebro quando comparados aos voluntários saudáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONCLUSÕES PREOCUPANTES, ALERTA IMPORTANTE</strong></p>
<p>A partir destes dados, os autores concluem que o diabetes e a pressão alta são capazes de gerar danos no cérebro, danos estes que levam décadas para aparecer e que podem dificultar a memória, o raciocínio e o pensamento durante a terceira idade.</p>
 Certos hábitos, como comer bem, sempre ajudam nosso corpo a se manter saudável por mais tempo.
<p>Rosebud Roberts, médico da Mayo Clinic, nos EUA, e autor do estudo, comentou: &#8220;Potencialmente, se nós pudermos prevenir ou controlar o diabetes e a pressão alta na meia idade, poderemos prevenir ou postergar o aparecimento de lesões cerebrais que ocorrem décadas depois e que levam à perda de memória, problemas no raciocínio e demência&#8221;.</p>
<p>Ou seja, apesar do diabetes e da pressão alta serem perigosos para nossa cabeça, <strong>é fundamental ter em mente que o controle destas doenças é uma ajuda enorme para manter a boa saúde do cérebro no futuro</strong>. Não apenas isto: controlar as doenças pode ser o passaporte para um <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">cérebro saudável</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICAS ETERNAS</strong></p>
<p>Algumas dicas para manter a saúde e o diabetes sob controle nunca falham: é muito importante <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">alimentar-se bem</a>, manter um peso adequado, não fumar, praticar atividades físicas regularmente, controlar sempre a pressão e, é claro, ficar de olho na glicemia. Seguindo estes conselhos, o nosso corpo como um todo &#8211; e o cérebro em especial &#8211; agradecerá bastante, mantendo-se ativo e funcional por um longo, longo tempo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-cerebro-como-mante-lo-vivo-e-ativo-por-mais-tempo/">Diabetes e o Cérebro: como mantê-lo vivo e ativo por mais tempo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Neuropatia diabética atinge também o cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 13:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[Dinesh Selvarajah]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Sheffield]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descoberta mostra que danos aos nervos causados pelo diabetes modificam também nosso cérebro. Estudo abre portas para diagnóstico mais cedo e novos tratamentos. &#8220;Imagine que você saiu de casa numa noite agradável usando um par de sapatos apertadíssimos, e no dia seguinte seus pés estão te matando. É assim que se sente quem tem que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descoberta mostra que danos aos nervos causados pelo diabetes modificam também nosso cérebro. Estudo abre portas para diagnóstico mais cedo e novos tratamentos.<span id="more-7405"></span></em></p>
<p>&#8220;Imagine que você saiu de casa numa noite agradável usando um par de sapatos apertadíssimos, e no dia seguinte seus pés estão te matando. É assim que se sente quem tem que conviver com os danos ao nervos causados pelo diabetes&#8221;.</p>
<p>O relato acima é de uma mãe de família, 45 anos e diabética tipo 2 há 5. Ela sofre de <a title="É diabética e sente dores? Conheça os benefícios da vitamina D" href="http://www.diabeticool.com/e-diabetica-e-sente-dores-conheca-os-beneficios-da-vitamina-d/"><strong>neuropatia diabética</strong></a>, uma das conseqüências mais comuns do diabetes, seja o tipo 1 ou o tipo 2 (estima-se que 1/3 de quem está com diabetes tenha neuropatia). A mãe conta que há dias em que ela mal consegue se mexer &#8211; levar os cachorrinhos para passear é impossível, e até mesmo assar um bolo requer a ajuda do marido na hora de mexer a massa.</p>
<p>Para sorte dela e de milhões de pessoas em todo mundo que sofrem com a neuropatia, uma descoberta traz esperanças de que, em breve, o diagnóstico da doença poderá ser feito bem mais cedo, ajudando a evitar seu desenvolvimento.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">O QUE É A NEUROPATIA DIABÉTICA</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Aprenda aqui</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO A NEUROPATIA ATINGE O CÉREBRO?</strong></p>
<p>A descoberta em questão foi feita por cientistas da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, e publicada na revista <em>Diabetes Care</em>. Os pesquisadores descobriram que <strong>pacientes com neuropatia diabética apresentavam volume menor de uma região do cérebro</strong> responsável por processar sensações e dores.</p>
<p>É a primeira vez que a neuropatia é relacionada a danos no cérebro. Até então, acreditava-se que os danos ao órgão causados pela doença seriam bem limitados e pouco influiriam na saúde da pessoa.</p>
<p>Através de técnicas modernas de ressonância magnética, os cientistas estudaram os cérebros de diabéticos tipo 1 e tipo 2 com neuropatia e, quando compararam com os cérebros de não-diabéticos, perceberam o tamanho menor da região das &#8220;células cinzentas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO A DESCOBERTA AJUDARÁ A TRATAR A NEUROPATIA</strong></p>
<figure id="attachment_7407" aria-describedby="caption-attachment-7407" style="width: 315px" class="wp-caption alignleft"><img class=" wp-image-7407  " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/dinesh-selvarajah-diabetes-cerebro.jpg" alt="dinesh selvarajah diabetes cerebro" width="315" height="202" /><figcaption id="caption-attachment-7407" class="wp-caption-text">O dr. Dinesh explica os resultados de seu estudo inovador.</figcaption></figure>
<p>O dr. Dinesh Selvarajah, um dos autores do trabalho, explica: &#8220;Nosso estudo revela pela primeira vez o quanto a neuropatia diabética está envolvida com o cérebro, causando encolhimento e redução da principal região do <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">cérebro</a> associada às sensações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esta é uma nova descoberta que ajudará, e muito, a entender, tratar e prevenir a doença, que até então nós achávamos que era bastante inócua em termos de efeitos no cérebro&#8221;, disse o pesquisador.</p>
<p>Os próximos passos das pesquisas são determinar exatamente quando o cérebro começa a ser influenciado pela neuropatia e buscar maneiras de impedir que isto ocorra. As esperanças são de que, em pouco tempo, dores como a da mãe de família do início do texto possam ser completamente evitadas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/neuropatia-diabetica-atinge-tambem-o-cerebro/">Neuropatia diabética atinge também o cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Victoza tem potencial para tratar até Alzheimer</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/victoza-tem-potencial-para-tratar-ate-alzheimer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 19:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda de Felice]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[liraglutida]]></category>
		<category><![CDATA[Mal de Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Sérgio Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa feita aqui no Brasil descobre que o popular remédio antidiabético pode ajudar a tratar também quem sofre do Mal de Alzheimer. Veja vídeo sobre a novidade! Um estudo feito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que um famoso medicamento para tratar o diabetes poderá servir como terapia para quem sofre do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa feita aqui no Brasil descobre que o popular remédio antidiabético pode ajudar a tratar também quem sofre do Mal de Alzheimer. Veja vídeo sobre a novidade!</em><span id="more-6063"></span></p>
<p>Um estudo feito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que um famoso medicamento para tratar o diabetes poderá servir como terapia para quem sofre do Mal de Alzheimer.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ LEIA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2</a> </strong><span style="color: #000000;"><em>&#8211; O Mal de Alzheimer pode não ser nada mais do que uma fase tardia do diabetes tipo 2</em></span><strong>&#8220;</strong></p>
<p>O Alzheimer é a forma mais comum de demência em todo o mundo. A doença causa problemas cognitivos como perda de memória, dificuldade de raciocínio e mudanças de comportamento &#8211; sintomas que só pioram com o passar do tempo, levando eventualmente ao falecimento. No geral, costuma aparecer em idosos. Ainda não há cura para a doença. Estima-se que, só no Brasil, cerca de um milhão de pessoas tenham Alzheimer.</p>
<p>Os cientistas Sérgio Ferreira e Fernanda de Felice, da UFRJ, perceberam que as células cerebrais de pessoas com Alzheimer eram <a title="Com exercício e alimentação é possível curar o pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/com-exercicio-e-alimentacao-e-possivel-curar-o-pre-diabetes/">resistentes à insulina</a> &#8211; uma característica comum às células de quem está com diabetes. Eles, então, tiveram a idéia de administrar nestes pacientes um medicamento antidiabético que melhora a eficiência da insulina. O medicamento escolhido foi a <strong>liraglutida</strong>, princípio ativo do <strong>Victoza</strong> (Novo Nordisk).</p>
<figure id="attachment_6064" aria-describedby="caption-attachment-6064" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6064" alt="liraglutida alzheimer diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg" width="600" height="337" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/liraglutida-alzheimer-diabetes-415x233.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6064" class="wp-caption-text">A liraglutida, princípio ativo do Victoza, melhorou o funcionamento do cérebro de camundongos com Alzheimer.</figcaption></figure>
<p>A liraglutida é utilizada para tratar o diabetes pois auxilia no controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>, atuando através de três mecanismos: ela retarda o esvaziamento gástrico, aumenta a secreção de insulina e inibe a secreção, após as refeições, de um hormônio (glucagon) que aumenta a quantidade de açúcar no sangue.</p>
<p>Em testes com camundongos, os resultados foram animadores. Animais com Alzheimer que ingeriram o Victoza mostraram melhora significativa em suas habilidades cognitivas (<em>ver vídeo abaixo</em>).</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a liraglutida pode devolver a capacidade de ação da insulina no cérebro, prejudicada pela presença de substâncias tóxicas que impedem as conexões entre células nervosas.</p>
<p>“Embora a insulina ainda esteja presente,  o neurônio é incapaz de ouvir aquele sinal.  É como se a campainha estivesse ali, mas não tocasse. O que nos vimos é que esses medicamentos permitem que os neurônios fiquem imunes a ação dessa toxina e continuem se comunicando apropriadamente entre eles”, disse o cientista Sérgio Ferreira, em entrevista ao G1.</p>
<p>A pesquisa foi destaque na edição de 4/12/2013 do Jornal Nacional, da Rede Globo. Clique na imagem a seguir para assistir ao vídeo da reportagem.</p>
<figure id="attachment_6065" aria-describedby="caption-attachment-6065" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/12/remedio-usado-para-diabetes-podera-evitar-mal-de-alzheimer.html"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6065" alt="vídeo liraglutida diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes.jpg" width="400" height="295" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/video-liraglutida-diabetes-325x240.jpg 325w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-6065" class="wp-caption-text">Clique na imagem para assistir a reportagem!</figcaption></figure>
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		<title>Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2013 11:08:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[Mal de Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[placas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mal de Alzheimer pode não ser nada mais do que uma fase tardia do diabetes tipo 2. A revelação surpreendente vem de uma série de estudos que inicialmente não chamaram muito a atenção por desafiar as teorias mais aceitas pelos cientistas sobre a doença. Contudo, conforme o número de indícios sobre a conexão entre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Glicemia alta pode encolher o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Mal de Alzheimer</a> pode não ser nada mais do que uma fase tardia do diabetes tipo 2.</p>
<p>A revelação surpreendente vem de uma série de estudos que inicialmente não chamaram muito a atenção por desafiar as teorias mais aceitas pelos cientistas sobre a doença.</p>
<p>Contudo, conforme o número de indícios sobre a conexão entre Alzheimer e diabetes tipo 2 se acumula, as suspeitas &#8220;vazaram&#8221; por entre os muros da comunidade acadêmica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Teorias falhas</strong></p>
<p>Não é uma surpresa total, porque as teorias vigentes sobre Alzheimer não conseguiram avanços em termos de tratamentos ou cura.</p>
<p>O que se sabe é que os remédios aprovados Alzheimer não funcionam a contento. Até mesmo <a title="Comer muito açúcar causa diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/comer-muito-acucar-causa-diabetes-2/">exercícios físicos</a> superam os medicamentos na prevenção do Alzheimer.</p>
<p>Há cerca de três anos, um pesquisador lançou um manifesto à comunidade científica, clamando por uma nova teoria sobre a Doença de Alzheimer.</p>
<p>As drogas atualmente prescritas visam reduzir os depósitos de placas das proteínas beta-amiloides que se acumulam no cérebro.</p>
<p>Estas placas são uma marca visual da doença, mas alguns estudos mostram que as placas de beta-amiloides podem ser uma defesa do cérebro contra a demência, e não sua causa. Além disso, já havia indícios de que o Alzheimer não seria uma doença só do cérebro.</p>
<p>A novidade agora é que os estudos têm indicado uma correlação muito forte entre o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, que também causa deterioração cognitiva, e Alzheimer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alzheimer e diabetes avançado</strong></p>
<p>Os cientistas afirmam que já há um &#8220;corpo de evidências&#8221; significativo de que a doença de Alzheimer seja realmente uma fase tardia do diabetes tipo 2.</p>
<p>A notícia pode encarada de duas formas: um caminho seguro para a prevenção da demência, o que é uma ótima notícia, e uma previsão de um número explosivo de novos casos nos próximos anos, o que é uma péssima notícia.</p>
<p>Isso porque estima-se que existam hoje 35 milhões de pessoas com Alzheimer. O problema é que estimativas semelhantes contam 270 milhões de pessoas com diabetes tipo 2.</p>
<p>Mas há uma diferença significativa entre os dois aspectos: apesar de décadas de pesquisas, não sabemos praticamente nada sobre o Alzheimer, mas sabemos exatamente como evitar o diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como evitar o Alzheimer</strong></p>
<p>O diabetes tipo 2 é uma doença em grande parte ligada ao estilo de vida, causada pela obesidade, má alimentação e falta de exercícios físicos.</p>
<p>Ou seja, ela pode ser prevenida, aliviada e mesmo curada com a adoção de um estilo de vida saudável.</p>
<p>Isso traz a esperança de que seja possível começar a prevenir de forma eficaz a doença de Alzheimer.</p>
<p>Se a ligação entre o diabetes tipo 2 e o Mal de Alzheimer realmente se confirmar, as razões serão ainda mais fortes para que as pessoas se cuidem, o que poderá ajudar a reverter a onda crescente de obesidade.</p>
<p>De fato, boas notícias podem vir de muitas formas &#8211; a possibilidade de que a doença de Alzheimer seja &#8220;apenas &#8221; o diabetes tipo 2 é uma delas.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=alzheimer-estagio-final-diabetes-tipo-2&amp;id=9364" target="_blank" rel="nofollow">Diário da Saúde</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alzheimer-pode-ser-estagio-final-do-diabetes-tipo-2/">Alzheimer pode ser estágio final do diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Glucagon, o &#8220;irmão mau&#8221; da insulina, pode ajudar diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[célula alfa]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[fígado]]></category>
		<category><![CDATA[General Research Institute]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glucagon]]></category>
		<category><![CDATA[hipotálamo]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[jejum]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Lam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem! O pâncreas é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem!</em></p>
<p><span id="more-4803"></span></p>
 O pâncreas pode ser um órgão pequenino, porém produz alguns dos hormônios mais importantes do corpo humano, como a insulina e o glucagon.
<p>O <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas </a>é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar no sangue. Estas células que produzem a insulina se chamam <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>. Além delas, o pâncreas é lar também para as <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/">células alfa</a>, de ação diametralmente oposta às beta. As células alfa produzem o <strong>glucagon</strong>, hormônio que atua no fígado e faz a quantidade de açúcar no sangue subir, e que é importantíssimo para dar energia ao corpo quando estamos em jejum. Agora, cientistas descobriram que a ação do glucagon no cérebro é bem maior do que se pensava, o que pode abrir novos caminhos terapêuticos para o tratamento do diabetes. Vamos entender o que está acontecendo!</p>
<p>Cientistas do General Research Institute em Toronto, no Canadá, acreditam que o glucagon é um dos mais importantes fatores na hora de baixar a quantidade de açúcar no sangue. A conclusão está em artigo científico na mais recente edição da revista Nature Medicine. A idéia é a seguinte: enquanto a insulina diminui a glicemia ao transportar o açúcar do sangue para as células, a ação normal do glucagon no cérebro &#8216;avisa&#8217; o corpo quando há uma quantidade alta de açúcar no sangue, impedindo que o fígado libere ainda mais açúcar acumulado.</p>
<p>Em pessoas com diabetes, esta comunicação mediada pelo glucagon e com ação numa região cerebral chamada de hipotálamo possivelmente está comprometida, o que pode ajudar a fazer com que o organismo perca o balanceamento correto das taxas de açúcar no sangue.</p>
<p>Em outras palavras, o hormônio que aumenta a glicemia quando atua no fígado é o mesmo que controla a quantidade de açúcar no sangue quando atua no cérebro. Vê-se o quão complexo é o corpo humano e suas interações bioquímicas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA</strong></p>
<p>Os pesquisadores canadenses descobriram uma via de sinalização molecular, a da proteína quinase A, que pode reverter a ação &#8216;errada&#8217; do glucagon em diabéticos, fazendo-a voltar para o normal. Segundo eles, isto abre portas na busca por uma cura do diabetes.</p>
<p>&#8220;Remédios que buscam aumentar a ação do glucagon no cérebro e/ou bloquear a ação do glucagon no fígado podem regular os níveis de açúcar em diabéticos&#8221;, disse Tony Lam, cientistas especialista em obesidade e diabetes e líder do novo estudo.</p>
<p>&#8220;Eu acredito que, mais para a frente, tratar o diabetes com terapia baseada no glucagon vai ser tão efetivo quanto a insulinoterapia&#8221;, revelou.</p>
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		<title>Dieta Mediterrânea faz bem também para a cabeça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 21:34:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[dieta mediterrânica]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurology]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Atenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo mostra que a popular dieta pode prevenir doenças cognitivas, inclusive em quem está com diabetes. Praticamente todas as pessoas que recebem o diagnóstico de diabetes são induzidas a modificar os hábitos alimentares. Isto é, diminuir a quantidade de açúcares e gorduras nas refeições, além de trocar sobremesas e frituras por legumes e saladas, tornam-se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo mostra que a popular dieta pode prevenir doenças cognitivas, inclusive em quem está com diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4619"></span></p>
<p>Praticamente todas as pessoas que recebem o diagnóstico de diabetes são induzidas a modificar os hábitos alimentares. Isto é, diminuir a quantidade de açúcares e gorduras nas refeições, além de trocar sobremesas e frituras por legumes e saladas, tornam-se passos importantes para a retomada da saúde. Muitas pessoas que estão com diabetes decidem adotar um padrão alimentar famoso em todo o mundo devido ao seu alto índice de sucesso em melhorar a saúde e a qualidade de vida: a <a title="Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe" href="http://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/"><strong>dieta mediterrânica</strong></a>. Além de ser muito saborosa e repleta de alimentos riquíssimos em nutrientes, a dieta mediterrânica ajuda a emagrecer de maneira natural e possui diversos benefícios extras comprovados pela Ciência. Mais um deles acaba de entrar para esta lista!</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Na semana passada, o <strong>Diabeticool</strong> noticiou que foi comprovado que a dieta mediterrânea ajuda a prevenir a hiperuricemia, uma condição perigosa muito relacionada ao diabetes e à síndrome metabólica. A novidade da vez foi publicada na edição de hoje, 30 de abril, do periódico científico <em>Neurology.</em></p>
<p><strong>+ Leia mais! &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/?p=4467">Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea</a>&#8220;</strong>: <em>Pesquisa espanhola revela novo papel da popular dieta para a saúde de quem está com diabetes.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DESCOBERTA GREGA</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade de Atenas, na Grécia, demonstraram que adotar a dieta mediterrânica significa diminuir consideravelmente os riscos de desenvolver <strong>problemas mentais</strong>.</p>
<p>A pesquisa acompanhou durante cerca de quatro anos mais de 17 mil indivíduos. Sete porcento deles desenvolveram distúrbios cognitivos incidentes. O pesquisadores estudaram diversos fatores que poderiam ter colaborado para este diagnóstico, como idade, fatores ambientais, <a title="Diabetes e Depressão" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-depressao-2/">depressão</a> e estado geral da saúde. O único fator que estatisticamente pôde ser correlacionado aos distúrbios no cérebro foi a dieta mediterrânea. Aqueles que aderiam mais fortemente à ela apresentaram, no geral, menores riscos de ter problemas mentais no futuro.</p>
<p>A boa notícia também tem efeito sobre o diabetes. Pessoas que estavam com a condição quando participaram do estudo também mostraram menores chances de desenvolver distúrbios cognitivos. Apesar dos benefícios da dieta mediterrânea neste quesito terem se mostrado um pouco menores do que para a população no geral, eles ainda assim existem.</p>
<p>&#8220;Uma aderência maior à dieta mediterrânea foi associada a menores probabilidades de desenvolvimento de distúrbios cognitivos incidentes, independentemente de possíveis fatores secundários&#8221;, escreveram os autores do artigo. &#8220;Esta associação foi moderada na presença de <em>diabetes mellitus</em>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RELEMBANDO&#8230;</strong></p>
<p>A dieta mediterrânea é baseada, em termos gerais, nos seguintes princípios:</p>
<ul>
<li>Alto consumo de frutas, vegetais, legumes, azeite de oliva, sementes e cereais;</li>
<li>Consumo moderado de vinho, produtos lácteos e aves;</li>
<li>Baixo consumo de carne vermelha, bebidas doces, cremes e massas.</li>
</ul>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dieta-mediterranea-faz-bem-tambem-para-a-cabeca/">Dieta Mediterrânea faz bem também para a cabeça</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Exercícios físicos fortalecem até o cérebro</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Art Kramer]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Sahakian]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Cambridge]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Illinois]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ciência garante: praticar atividades física ajuda a perder peso, combater doenças como o diabetes e até mesmo a fortalecer a mente. As facilidades da vida moderna e a rotina corrida do dia a dia conspiram para tornar as pessoas cada vez mais sedentárias. Os problemas que isto causa são de amplo conhecimento: sobrepeso e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A Ciência garante: praticar atividades física ajuda a perder peso, combater doenças como o diabetes e até mesmo a fortalecer a mente.</em></p>
<p><span id="more-3571"></span></p>
<p>As facilidades da vida moderna e a rotina corrida do dia a dia conspiram para tornar as pessoas cada vez mais <a title="Como era gostoso babar na poltrona, na frente da TV, comendo batata frita…" href="http://www.diabeticool.com/como-era-gostoso-babar-na-poltrona-na-frente-da-tv-comendo-batata-frita/">sedentárias</a>. Os problemas que isto causa são de amplo conhecimento: sobrepeso e obesidade, maiores riscos para <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">doenças cardíacas</a>, diabetes, problemas mentais&#8230;</p>
<p>&#8230;<em>problemas mentais</em>?</p>
<p>Sim &#8211; e devemos ficar muito atentos a este fato, garante Art Kramer, um respeitado pesquisador norte-americano que trabalha na Universidade de Illinois. Art conduz há vários anos pesquisas e experimentos que buscam revelar o papel das atividades físicas na cognição.</p>
<p>&#8220;Populações ao redor do mundo desenvolvido estão se tornando cada vez mais sedentárias como resultado das mudanças na natureza do trabalho e das atividades de lazer&#8221;, afirmou Kramer. &#8220;Como conseqüência destas mudanças na sociedade, doenças como <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">hipertensão</a>, diabetes, osteoporose e alguns tipos de câncer estão mais comuns.&#8221; O cientista dá a dica: &#8220;As atividades físicas servem para reduzir a susceptibilidade a estas doenças.&#8221;</p>
<p>Quanto à mente, Kramer complementa: &#8220;[Praticar] mais atividades físicas tem efeitos diretos e relativamente rápidos na cognição e na <a title="Glicemia alta pode encolher o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">saúde cerebral</a>. (&#8230;) Tais resultados têm sido relatados, ao longo de várias décadas, em estudos de atividades físicas em modelos animais.&#8221;</p>
 O pesquisador Art Kramer, especialista nos estudos sobre exercícios físicos e cognição.
<p>E não são apenas em estudos com animais que melhoras cognitivas foram relatadas. Pesquisas feitas pela equipe de Kramer confirmaram que exercícios físicos regulares, como caminhar três vezes por semana, também aumentam a capacidade cerebral em humanos.</p>
<p>A professora de Neurociências da Universidade de Cambridge, Barbara Sahakian, comentando o aviso do dr. Kramer, nota que atualmente um em cada quatro adultos possui algum tipo de desordem mental, e isto faz com que doenças mentais sejam a causa número um de incapacidade nos EUA, Reino Unido e no Canadá. Por isso, de acordo com ela, problemas de saúde como a <a title="Para nossa alegria: remédio para diabetes diminui também a depressão" href="http://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/">depressão</a> devem receber maior atenção da comunidade médica &#8211; e exercícios físicos seriam uma ótima alternativa aos tratamentos via fármacos para estas condições.</p>
<p>&#8220;Assim como quem corre costuma checar sua pulsação, nós devemos encorajar as pessoas a regularmente ficar de olho no estado de sua saúde mental. (&#8230;) Muitas vezes as pessoas esperam tempo demais até procurar ajuda, tornando a condição mais difícil de tratar. Precisamos educar o público sobre o que procurar e conscientizá-los da importância da detecção e intervenção precoces.&#8221;</p>
<p>Tanto Art Kramer quanto Barbara Sahakian foram destaques da mais recente reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência, que ocorreu no último dia 16, em Boston. Em sua palestra, Kramer revelou os métodos mais modernos para aferição da cognição e apresentou seus mais recentes dados acerca da influência dos exercícios no nosso cérebro. Anunciaremos as descobertas assim que se tornarem públicas.</p>
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		<item>
		<title>Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 19:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Avandia]]></category>
		<category><![CDATA[camundongo]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[ERK]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Neuroscience]]></category>
		<category><![CDATA[Larry Denner]]></category>
		<category><![CDATA[neurônio]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[rosiglitazona]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utilizado para curar a resistência à insulina em diabéticos aumentou as habilidades cognitivas de pessoas com Alzheimer, de acordo com novo estudo. Quando pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, começaram a tratar camundongos que tinham Alzheimer com um medicamento para diabéticos, mal sabiam eles que a experiência daria tão certo. Surpreendendo os cientistas, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento utilizado para curar a resistência à insulina em diabéticos aumentou as habilidades cognitivas de pessoas com Alzheimer, de acordo com novo estudo.</em></p>
<p><span id="more-1998"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1999" title="cerebro musculacao diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes.jpg" alt="" width="413" height="350" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes.jpg 413w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 413px) 100vw, 413px" /></p>
<p>Quando pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, começaram a tratar camundongos que tinham <a title="Glicemia alta pode encolher o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Alzheimer </a>com um medicamento para diabéticos, mal sabiam eles que a experiência daria tão certo. Surpreendendo os cientistas, os animais mostraram uma enorme melhora em processos <a title="A inteligência diabética" href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/">cerebrais </a>e cognitivos &#8211; e ainda, como bônus, a resistência à insulina foi devidamente controlada! A descoberta abre portas para novos tratamentos para quem sofre de Alzheimer.</p>
<p><strong>A relação entre Alzheimer e diabetes</strong></p>
<p>Durante este ano de 2012, diversas pesquisas médicas foram publicadas que sugerem uma forte ligação entre Alzheimer e diabetes. O elo entre as duas condições estaria na <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>resistência à insulina</strong></a>, ou seja, na menor capacidade das células cerebrais de utilizar a insulina da corrente sangüínea como mediadora de sua &#8220;alimentação&#8221; (com glicose). Evidências apontam que a resistência à insulina pode ser um indicador precoce de Alzheimer. <em>Assim, é fundamental que diabéticos tratem corretamente e com carinho a sua condição, evitando maiores problemas no futuro</em>.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>A pesquisa texana administrou aos camundongos a droga <strong>rosiglitazona</strong>, uma substância bastante polêmica. Vendida durante vários anos como remédio de controle de diabetes (sob o nome comercial de <strong><em>Avandia</em></strong>), foi proibida aqui no Brasil em 2010, devido a riscos cardiovasculares em humanos. O medicamento combate a resistência à insulina ao tornar as células mais sensíveis à atividade da molécula. Portanto, o primeiro intuito do estudo americano foi controlar a resistência à insulina em camundongos com Alzheimer. Os ótimos resultados cognitivos apresentados foram um fortuito acaso.</p>
<figure id="attachment_2001" aria-describedby="caption-attachment-2001" style="width: 392px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2001" title="cerebro musculacao diabetes 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2.jpg" alt="" width="392" height="306" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2.jpg 392w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2-307x240.jpg 307w" sizes="(max-width: 392px) 100vw, 392px" /><figcaption id="caption-attachment-2001" class="wp-caption-text">Fortalecendo o cérebro com a rosiglitazona.</figcaption></figure>
<p>Os cientistas acreditam que a rosiglitazona teve uma influência benéfica na atividade de uma proteína chamada ERK. Em pessoas e camundongos com Alzheimer, a ERK se torna superativa, e esta atividade aumentada compromete a comunicação entre as células do cérebro. Isto resulta em danos à memória e ao aprendizado.</p>
<p>&#8220;O uso deste medicamento aparentemente restaura a sinalização neuronal necessária a um funcionamento cognitivo adequado&#8221;, disse o principal autor do estudo, professor Larry Denner. &#8220;Isto nos dá a oportunidade de testar várias drogas já aprovadas a fim de normalizar a resistência à insulina em pacientes com Alzheimer e, possivelmente, também melhorar a memória. Além disso, a descoberta pode ser uma ferramenta notável a ser usada em modelos animais para entender os mecanismos moleculares subjacentes aos problemas cognitivos do Alzheimer&#8221;, completou o pesquisador.</p>
<p>O trabalho foi publicado no periódico <em><strong>Journal of Neuroscience</strong></em> deste mês.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Glicemia alta pode encolher o cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 21:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[amídala]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicolas Cherbuin]]></category>
		<category><![CDATA[pré-diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou glicemia &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. </em></p>
<p><span id="more-1910"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/encolhimento-cerebral-diabetes/"></span></p>
<p>Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou <strong>glicemia</strong> &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana encontrou é <em>surpreendente</em>. Em artigo publicado na última edição de um dos mais prestigiados periódico científicos, o <em>Neurology</em>, cientistas da Australian National University em Canberra demonstraram que até mesmo valores de glicemia considerados um pouco acima do normal são um gravíssimo perigo para a saúde do nosso <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">cérebro</a>.</p>
<p>A pesquisa acompanhou o que acontecia no cérebro de um grupo de 266 idosos, de idades entre 60 e 64 anos, durante um período de quatro anos. Todos eles mantiveram a glicemia de jejum abaixo de 110 mg/dL &#8211; vale lembrar: uma glicemia de jejum igual ou acima de 180 mg/dL significa que a pessoa tem diabetes; se o valor for de 110 mg/dL, considera-se que ela tem pré-diabetes.</p>
<p>O que os cientistas puderam perceber é que, ao longo destes quatro anos de estudos, <strong>os idosos que tinham os valores de glicemia mais altos &#8211; ou seja, bem próximos de 110 mg/dL &#8211; apresentaram maior perda de volume cerebral &#8211;</strong> <strong>uma diminuição de 6 a 10%</strong>! Estas perdas se concentraram no hipocampo e na amídala, duas regiões importantíssimas por estarem envolvidas com a memória e habilidades cognitivas, como o controle emocional. A perda de funções cerebrais está associada a doenças como demência e <a title="Conversas com Amigos – Tim Fisher" href="http://www.diabeticool.com/conversas-com-amigos-tim-fisher/">Alzheimer.</a></p>
<p>Em um comunicado à imprensa, o autor do estudo, Dr. Nicolas Cherbuin, disse que &#8220;numerosos estudos têm identificado uma ligação entre o diabetes tipo 2 e encolhimento cerebral e demência, mas nós não sabíamos se pessoas com taxas de açúcar no sangue no limite da normalidade apresentavam estes mesmos efeitos&#8221;. E completou: &#8220;Estas descobertas sugerem que até mesmo em pessoas que não têm diabetes as taxas de açúcar do sangue podem ter um impacto em sua saúde cerebral. Mais pesquisas são necessárias, mas as descobertas podem nos levar a reavaliar o conceito de &#8220;glicemia normal&#8221; e a definição de diabetes.&#8221;</p>
<p><strong>E, afinal de contas, qual seria a razão que leva altos valores de glicemia a encolher o cérebro? A resposta é que ninguém, ainda, faz idéia! Há duas teorias sendo estudadas no momento: a primeira diz que os níveis de açúcar sangüíneo ajudam a controlar o processo inflamatório no nosso corpo, e que a inflamação é uma das causas da diminuição cerebral &#8211; daí a ligação entre os fatores. A outra idéia afirma que muito açúcar no sangue o torna mais &#8220;grosso&#8221; ou &#8220;pegajoso&#8221;, o que facilita a formação de coágulos, os quais impedem a nutrição das células do cérebro, que acabam, assim, morrendo.</strong></p>
<p><strong>Seja o que for, aí esta mais um <span style="text-decoration: underline;">ótimo</span> motivo para manter a glicemia sob controle &#8211; inclusive para quem não é diabético!!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Glicemia alta pode encolher o cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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