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	<title>Austrália | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Maioria dos australianos mal sabe o que é diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2013 03:06:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Australiano de Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo sendo um país de primeiro mundo e com altas taxas de escolaridade, nova pesquisa indica que desconhecimento da população quanto ao diabetes é enorme. O diabetes é a doença que mais cresce na Austrália. A cada dia, um impressionante número de 280 novos casos são diagnosticados no país. Estima-se que mais de um milhão &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mesmo sendo um país de primeiro mundo e com altas taxas de escolaridade, nova pesquisa indica que desconhecimento da população quanto ao diabetes é enorme.</em></p>
<p><span id="more-4940"></span></p>
<p>O diabetes é a doença que mais cresce na <a title="Australianos empolgados com heparan sulfato" href="http://www.diabeticool.com/australianos-empolgados-com-heparan-sulfato/">Austrália</a>. <strong>A cada dia, um impressionante número de 280 novos casos são diagnosticados no país</strong>. Estima-se que mais de um milhão e meio de australianos esteja com algum dos tipos da doença, o que representa pelo menos 6,5% da população. Apesar de tão prevalente, muitos australianos ainda desconhecem o diabetes e quais são os principais sintomas da doença. A situação é perigosíssima, uma vez que saber o mínimo sobre o diabetes pode ajudar a prevenir milhares de novos casos todos os anos.</p>
<p>Uma nova pesquisa realizada por uma provedora de planos de saúde do país descobriu que <strong>97% dos australianos desconhece os principais <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-sintomas-de-diabetes/">sintomas do diabetes</a></strong>. Além disso, eles não sabem nem mesmo quantos tipos de diabetes existem.</p>
<p>Para completar o alarmante quadro, 20% dos entrevistados não sabia que a <a title="Óleo de peixe ajuda a prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/oleo-de-peixe-ajuda-a-prevenir-diabetes-tipo-2/">obesidade</a> é um grave fator de risco para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Cerca de 70% deles, ainda, não faziam idéia de que melhorar a dieta e praticar exercícios físicos podem ajudar a deter a doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FALA NICOLA</strong></p>
<p>A CEO do Conselho Australiano de Diabetes, Nicola Stokes, comentou que os sintomas do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> &#8211; como sede excessiva &#8211; são bem reconhecidos pela população de seu país. Todavia, afirmou Nicola, os efeitos do diabetes tipo 2 parecem não ser tão bem divulgados &#8211; poucas pessoa têm conhecimento de que a fadiga, por exemplo, pode estar relacionada ao diabetes.</p>
<p>Segundo Nicola, os resultados da pesquisa indicam um futuro perigoso para a saúde pública australiana. Em sua opinião, o governo deve começar a levar em alta consideração políticas públicas de prevenção ao diabetes e de refreamento da subida dos preços dos tratamentos, caso contrário &#8220;não haverá mais verba pública para qualquer outra coisa&#8221; dentro de alguns poucos anos.</p>
<p>&#8220;(O resultado da pesquisa) é um grito de socorro que eu acho que o governo deve escutar. (Os diabéticos) querem as ferramentas para administrar sua condição, mas o que eles realmente desejam é ajudar seus filhos, os quais podem ter predisposição para o diabetes&#8221;, disse Nicola.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prevenindo o diabetes com hormônio masculino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 12:17:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Wittert]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[testosterona]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Adelaide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Australianos se preparam para lançar projeto de pesquisa multimilionário para determinar se a testosterona pode prevenir o diabetes tipo 2. Em um estudo que está sendo divulgado pela mídia da Austrália como &#8220;inédito no mundo&#8221;, pesquisadores daquele país tentarão determinar se o diabetes tipo 2 pode ser efetivamente prevenido em homens obesos &#8211; os quais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Australianos se preparam para lançar projeto de pesquisa multimilionário para determinar se a testosterona pode prevenir o diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-2925"></span></p>
<p>Em um estudo que está sendo divulgado pela mídia da Austrália como &#8220;inédito no mundo&#8221;, pesquisadores daquele país tentarão determinar se o diabetes tipo 2 pode ser efetivamente <strong>prevenido</strong> em homens obesos &#8211; os quais correm enormes riscos de se tornarem diabéticos &#8211; através de um tratamento com <a title="Como evitar a “Doença da Cadeira”" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-doenca-da-cadeira/"><strong>testosterona</strong></a>. O trabalho, avaliado em dezenas de milhões de reais, envolve mais de mil e quinhentos homens e durará dois anos.</p>
<p>Até agora, os cientistas sabem que quando homens ganham muito peso na meia-idade, a produção de testosterona &#8211; o hormônio masculino &#8211; sofre uma queda drástica. Além disso, a obesidade aumenta os riscos do desenvolvimento do diabetes tipo 2. O que os pesquisadores pretendem determinar é se há alguma relação entre a menor produção de testosterona e o diabetes. Dependendo dos resultados, terapias de reposição hormonal poderão ser um novo tratamento contra ambas as condições.</p>
<p>&#8220;Acredita-se que taxas baixas de testosterona causam diabetes &#8211; e isso pode muito bem ser o caso. O que nós achamos que acontece é que, quando uma pessoa se torna <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">obesa</a>, é isto que causa o risco de diabetes, mas os níveis pequenos de testosterona criam um efeito potencializador&#8221;, afirmou Gary Wittert, professor da Escola de Medicina da Universidade de Adelaide e líder do projeto. &#8220;Agora, se o melhor tratamento [para o diabetes] é a perda de peso, o que faria aumentar a testosterona, ou a administração da testosterona é a questão que nós vamos responder.&#8221;</p>
<p>Para tanto, a equipe de pesquisadores selecionou mais de 1500 homens obesos ou acima do peso, de idades entre cinqüenta e setenta e quatro anos. Nenhum deles têm diabetes, porém todos apresentam taxas de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>maiores que o recomendado. Todos os voluntários passarão por programas de perda de peso e, a cada três meses, receberão uma dose de testosterona ou de um placebo. Eles terão sua saúde monitorada durante dois anos, a fim de determinar a incidência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos que a testosterona está envolvida com a motivação e o desejo, então pode ser que o hormônio ajude no aumento da motivação e do desejo de participar corretamente do programa de perda de peso. Pode ser que funcione por aumentar a massa corporal magra e diminuir as gorduras. Ou, então, pode ter efeitos mais específicos na maneira pela qual os músculos utilizam o açúcar&#8221;, explicou Garry.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Motivações por trás do experimento</strong></p>
<p>Em tempos de crises globais, os efeitos econômicos na saúde pública que os resultados desta pesquisa podem trazer são também considerados pela equipe de cientistas. ONGs australianas estimam que, dos cerca de 23 milhões de habitantes do país, pelo menos 1 milhão já foi diagnosticados com o diabetes. Estes 4% do povo geram custos de mais de um bilhão de dólares aos cofres estatais todos os anos.</p>
<p>A preocupação com o aumento no número de casos de diabetes e obesidade no país preocupa as autoridades. De acordo com um recente levantamento, os maus hábitos alimentares e o sedentarismo seriam os vilões por trás destas tendências. Por exemplo, desde a década de 1970 até os dias atuais, o consumo médio de refrigerantes por pessoa no país subiu de 47 para 113 litros anuais. Neste mesmo período, aumentou em 70% o número de carros usados para ir ao trabalho nas principais capitais australianas.</p>
<p>&#8220;Dados os custos da doença para o sistema de saúde, dado o fato de que perder peso e ter um estilo mais saudável têm múltiplos benefícios e dado o fato de que a testosterona existe há muito tempo e é relativamente barata, este [tratamento] tem tudo para ser aplicado de maneira mais ampla&#8221;, disse o professor Wittert. &#8220;Além do mais, ter sistema através dos quais seja possível analisar a saúde das pessoas de maneira fácil pode também ser uma maneira de controlar mais eficientemente o diabetes no futuro&#8221;, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alemães chegaram primeiro</strong></p>
<p>Apesar dos australianos estarem empolgados com os futuros resultados do projeto e divulgarem-no como sendo sem precedentes na história científica, o <strong>Diabeticool</strong> já publicou uma matéria que relata um trabalho bastante similar (apesar de menor em escopo). Em setembro do ano passado, a matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">O Ciclo Testosterona-Obesidade-Diabetes</a>&#8221; informava sobre os trabalhos do endocrinologista alemão Farid Saad, do laboratório Bayer HealthCare Pharmaceuticals. De acordo com a matéria, &#8220;em duas pesquisas correlatas, o cientista descobriu que a reposição hormonal “melhora o humor [e] reduz a fadiga, o que pode motivar o homem a aderir à dieta e exercícios para o combate à obesidade”; além disso, após acompanhar 115 homens em dieta e com pouca testosterona durante 5 anos, concluiu que, com reposição hormonal seguida de dieta e exercícios, eles conseguiram perder peso. A perda média foi de 16 quilos e a circunferência abdominal baixou de 107 para 98 centímetros.&#8221; A conclusão do alemão foi a de que o hormônio masculino poderia ser utilizado como tratamento para a obesidade e, como conseqüência, para o diabetes. Esperemos para ver se as conclusões dos australianos serão as mesmas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como dar à luz a filhos saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 11:54:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Cheryl Pui-Yan Au]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Sidney]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jovem cientista australiana descobre o simples segredo para mães com diabetes gestacional darem à luz filhos com peso normal, saudáveis e livres do diabetes. A Universidade de Sidney, na Austrália, realiza uma competição chamada de &#8220;Three Minute Thesis&#8220;, ou &#8220;Tese de Três Minutos&#8221;. Nela, estudantes da pós-graduação têm o desafio de apresentar seu projeto de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Jovem cientista australiana descobre o simples segredo para mães com diabetes gestacional darem à luz filhos com peso normal, saudáveis e livres do diabetes.</em></p>
<p><span id="more-2331"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>A Universidade de Sidney, na <a title="Como curar o diabetes pela raiz" href="http://www.diabeticool.com/como-curar-o-diabetes-pela-raiz/">Austrália</a>, realiza uma competição chamada de &#8220;<em>Three Minute Thesis</em>&#8220;, ou &#8220;Tese de Três Minutos&#8221;. Nela, estudantes da pós-graduação têm o desafio de apresentar seu projeto de pesquisa para uma platéia não-especialista em apenas 180 segundos. Uma das finalistas deste ano, a estudante de medicina Cheryl Pui-Yan Au, <strong>surpreendeu ao apresentar os resultados de seu estudo sobre diabetes gestacional</strong>.</p>
<p><strong>Diabetes gestacional</strong> é a forma da doença que aparece durante a <a title="Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe" href="http://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/">gravidez </a>de mulheres não-diabéticas. Quando tratada com cuidado e atenção, a condição some após o nascimento do filho, e tanto ele quanto a mãe podem viver sem a doença. Porém, quando não cuidado, o diabetes gestacional resulta em bebês acima do peso, com alta probabilidade de desenvolver diabetes no futuro e, caso forem meninas, de darem à luz filhos também diabéticos.</p>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><strong>O que ocorre no corpo da mãe com diabetes gestacional?</strong></p>
<p>Durante a gravidez, o corpo da mãe fica menos &#8220;sensibilizado&#8221; à insulina, ou seja, diminui a capacidade da insulina transportar açúcar do sangue para as células . Este mecanismo existe para garantir que uma quantidade adequada de nutrientes passe da mãe para o <a title="A descoberta do diabetes através dos olhos" href="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/">filho</a>. Contudo, gestantes com diabetes gestacional produzem menos insulina do que o necessário; somado a isto o fato da menor efetividade do hormônio, estas futuras mães possuem uma enorme quantidade de açúcar na corrente sangüínea. Este excesso de glicose é transferido ao bebê, que ganha peso rapidamente.</p>
<p>Quanto maior e gordinho o bebê, maiores as chances de traumas durante o parto e de complicações de saúde no futuro. Bebês acima do peso são os mais propensos a desenvolverem diabetes, <a title="Calcule as chances de um bebê ser uma criança obesa" href="http://www.diabeticool.com/calcule-as-chances-de-um-bebe-ser-uma-crianca-obesa/">obesidade </a>e de terem filhos também diabéticos.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Sbqq1YlonL8" frameborder="0" width="640" height="360"></iframe></p>
<p><strong>O que foi a pesquisa de Pui-Yan Au (confira a apresentação da aluna durante o desafio no vídeo acima)<br />
</strong></p>
<p>O estudo da pós-graduanda acompanhou a gravidez de cerca de 70 mães com diabetes gestacional e as comparou com outras 500 não-diabéticas. O trabalho ocorreu no hospital Royal Prince Alfred. As mamães com o diabetes receberam um &#8220;tratamento especial&#8221;, bastante simples, por parte da aluna.</p>
<p>Após este tratamento e o parto, os bebês foram pesados e tiveram a quantidade de gordura corpórea estimada. Para a surpresa de todos, n<strong>ão foram encontradas diferenças significativas entre os bebês de mães com diabetes gestacional e das não-diabéticas.</strong></p>
<p><strong>Qual seria o segredo do sucesso do &#8220;tratamento especial&#8221;?</strong> Bom senso! Todas as mães com diabetes receberam instruções sobre como cuidar adequadamente de sua saúde durante a gravidez, realizaram dietas e atividades físicas todos os dias e acompanharam quatro vezes ao dia sua glicemia. Ao final da gravidez, todas estavam com a saúde perfeita. E isto se refletiu na saúde de seus filhos.</p>
<p>&#8220;Até onde eu saiba, este é o primeiro estudo a mostrar que mães com o diabetes gestacional cuidadosamente controlado podem dar à luz bebês com índices normais de gordura corporal&#8221;, afirmou a estudante.</p>
<p>O trabalho foi publicado na última edição do famosos periódico científico <a title="Qual é o melhor exercício físico para diabéticos tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-exercicio-fisico-para-diabeticos-tipo-1/"><em>Diabetes Care</em></a>.</p>
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		<title>Como evitar a &#8220;Doença da Cadeira&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 09:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passar muito tempo sentado todos os dias dispara as chances de desenvolver diversas condições, inclusive diabetes tipo 2. Um assento inteligente pode ajudar a evitar a chamada &#8220;doença da cadeira&#8221;. Passar o dia sentado é um convite a ficar doente. Além dos óbvios problemas na coluna, no pescoço e nos ombros, todos devidos à má &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Passar muito tempo sentado todos os dias dispara as chances de desenvolver diversas condições, inclusive diabetes tipo 2. Um assento inteligente pode ajudar a evitar a chamada &#8220;doença da cadeira&#8221;.</em></p>
<p><span id="more-2303"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p>Passar o dia sentado é um convite a ficar doente. Além dos óbvios problemas na coluna, no pescoço e nos ombros, todos devidos à má postura, várias pesquisas médicas já demonstraram que ficar sentado durante muitas horas todos os dias aumenta os riscos de <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">doenças renais</a> e <a title="Os 6 mil passos da mulher de meia-idade" href="http://www.diabeticool.com/os-6-mil-passos-da-mulher-de-meia-idade/">cardíacas</a>, <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">obesidade </a>e diabetes tipo 2. Estes efeitos nocivos aparecem inclusive em pessoas que praticam atividades físicas regularmente &#8211; e que, portanto, podem ser consideradas &#8220;ativas&#8221; -, porém não conseguem escapar de trabalhar sentadas. O que fazer se, por um lado, é necessário ficar sentado durante horas, mas, por outro, isso faz tão mal à saúde?</p>
<p style="text-align: left;">Pesquisadores da Universidade de Queensland, na <a title="Direto da terra do kiwi: Estratégias nacionais de guerra contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/direto-da-terra-do-kiwi-estrategias-nacionais-de-guerra-contra-o-diabetes/">Austrália</a>, desenvolveram um método inusitado para curar a &#8220;<strong>doença da cadeira</strong>&#8221; &#8211; a síndrome decorrente de ficar muitas horas sentado diariamente. <strong>Eles inventaram um assento que apita quando alguém fica sentado sobre ele durante muito tempo</strong>. Assim que o indivíduo se levanta, o alarme pára. Além disso, o aparelho é realmente inteligente: caso o alarme soe, a pessoa se levante e volte a sentar pouco tempo depois, o barulho recomeça.</p>
 Eis o assento que &#8220;apita&#8221; quando alguém fica sentado durante muito tempo sobre ele, estimulando, assim, a movimentação. Gemma Ryde, University of Queensland.
<p>Os primeiros testes realizados em escritórios mostraram que os funcionários costumam passar 2/3 de seu tempo sentados. Ou seja, de uma jornada de trabalho de 8 horas, passam-se cerca de 5 horas e meia sentado. Além de ser ruim para a saúde dos funcionários, os pesquisadores argumentam que os patrões ficarão interessados em adquirir a nova tecnologia em seus ambientes de trabalho, garantindo maior qualidade de vida para quem passa o dia sem se mexer o suficiente.</p>
<p>&#8220;Nossos estudos mostraram que o assento inteligente é uma ferramente de medição altamente acurada, a qual pode objetivamente medir o tempo que se permanece sentado à mesa e o número de vezes que um funcionário se levanta&#8221;, garantiu Gemma Ryde, uma aluna da universidade envolvida no projeto. Ela complementa, citando os benefícios para empregadores: &#8220;Intervenções focadas em reduzir o tempo que se passa sentado frente à mesa devem ser voltadas a cada empregado individual, em tempo real, conforme o período de permanência na cadeira ocorre.&#8221;</p>
<p><strong>Será mesmo necessário utilizar uma tecnologia como o &#8220;assento inteligente&#8221; para estimular as pessoas a levantar os glúteos da cadeira e se mexer um pouco?</strong> Já que é a nossa saúde que está em jogo, é necessário um alarme sonoro no assento para que nos decidamos a não passar tanto tempo sentado? Pelo visto, infelizmente, os pesquisadores australianos acreditam que sim.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-evitar-a-doenca-da-cadeira/">Como evitar a “Doença da Cadeira”</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Cordão umbilical pode ser o segredo para prevenir diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/cordao-umbilical-pode-ser-o-segredo-para-prevenir-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 20:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[célula T regulatória]]></category>
		<category><![CDATA[cordão umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Craig]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[The Children's Hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas acreditam que o sangue do cordão umbilical pode conter elementos que recuperam células pancreáticas danificadas da própria pessoa, revertendo o diabetes tipo 1. Uma pesquisa inédita e muito interessante será conduzida em breve na Austrália. Cientistas do The Children&#8217;s Hospital, da cidade de Sidney, utilizarão células retiradas do cordão umbilical e as injetarão no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas acreditam que o sangue do cordão umbilical pode conter elementos que recuperam células pancreáticas danificadas da própria pessoa, revertendo o diabetes tipo 1.</em></p>
<p><span id="more-2239"></span></p>
<p>Uma pesquisa inédita e muito interessante será conduzida em breve na Austrália. Cientistas do The Children&#8217;s Hospital, da cidade de Sidney, utilizarão células retiradas do cordão umbilical e as injetarão no pâncreas dos próprios donos dos cordões. A esperança é que o processo ajude a reverter o <a title="Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>.</p>
<p>A idéia é a seguinte: o diabetes tipo 1 é aquele no qual as células que produzem insulina são destruídas pelo próprio sistema imune da pessoa, que as confunde com elementos nocivos (<strong><a title="O que causa diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-causa-diabetes/">leia mais aqui</a></strong>); os cientistas, então, retirarão algumas células de defesa altamente especializadas (chamadas de <em>células T regulatórias</em>) do sangue do cordão umbilical e as reinjetarão no pâncreas do paciente, modificando o ambiente e, com sorte, desestimulando o sistema imune a atacar as células benéficas. O resultado seria uma possível reversão do diabetes, ou que, pelo menos, o aparecimento da condição seja retardado. Vale destacar que este estudo não utilizará <a title="Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco" href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">células-tronco</a>, também encontradas no cordão, mas apenas células do sistema de defesa.</p>
<p>O sangue do cordão umbilical é rico em elementos únicos do <a title="Diabetes ou câncer: qual tratar primeiro?" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ou-cancer-qual-tratar-primeiro/">sistema imune</a>, os quais já foram utilizados, com sucesso, no tratamento de doenças como a leucemia. Afirmou Maria Craig, endocrinologista pediátrica do hospital: &#8220;Vários estudos em animais demonstraram que a injeção de células T regulatórias do cordão umbilical realmente previne o diabetes tipo 1. Portanto, há uma base científica bastante forte para fazermos este estudo.&#8221; A cientista ainda dá um panorama do rumo dos estudos com o material: &#8220;Pesquisas estão apenas começando a desvendar o potencial do sangue do cordão, com sua mistura potente de células valiosas, no tratamento de uma grande variedade de doenças.&#8221; &#8220;Esperamos que este seja o primeiro de muitos estudos com elementos presentes no cordão umbilical&#8221;, completou.</p>
<p>Participarão desta primeira fase do trabalho cerca de 20 crianças, com idades entre um e doze anos, que possuem o sangue de seus cordões estocados em bancos especializados e têm parentes próximos com diabetes tipo 1.</p>
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		<item>
		<title>Glicemia alta pode encolher o cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 21:17:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[amídala]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Australian National University]]></category>
		<category><![CDATA[Canberra]]></category>
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		<category><![CDATA[jejum]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicolas Cherbuin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou glicemia &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer. </em></p>
<p><span id="more-1910"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/encolhimento-cerebral-diabetes/"></span></p>
<p>Que não é lá muito inteligente manter os níveis de açúcar no sangue &#8211; ou <strong>glicemia</strong> &#8211; em valores elevados todos nós sabemos! Mas o tipo de correlação entre glicemia e inteligência que uma recente pesquisa australiana encontrou é <em>surpreendente</em>. Em artigo publicado na última edição de um dos mais prestigiados periódico científicos, o <em>Neurology</em>, cientistas da Australian National University em Canberra demonstraram que até mesmo valores de glicemia considerados um pouco acima do normal são um gravíssimo perigo para a saúde do nosso <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">cérebro</a>.</p>
<p>A pesquisa acompanhou o que acontecia no cérebro de um grupo de 266 idosos, de idades entre 60 e 64 anos, durante um período de quatro anos. Todos eles mantiveram a glicemia de jejum abaixo de 110 mg/dL &#8211; vale lembrar: uma glicemia de jejum igual ou acima de 180 mg/dL significa que a pessoa tem diabetes; se o valor for de 110 mg/dL, considera-se que ela tem pré-diabetes.</p>
<p>O que os cientistas puderam perceber é que, ao longo destes quatro anos de estudos, <strong>os idosos que tinham os valores de glicemia mais altos &#8211; ou seja, bem próximos de 110 mg/dL &#8211; apresentaram maior perda de volume cerebral &#8211;</strong> <strong>uma diminuição de 6 a 10%</strong>! Estas perdas se concentraram no hipocampo e na amídala, duas regiões importantíssimas por estarem envolvidas com a memória e habilidades cognitivas, como o controle emocional. A perda de funções cerebrais está associada a doenças como demência e <a title="Conversas com Amigos – Tim Fisher" href="http://www.diabeticool.com/conversas-com-amigos-tim-fisher/">Alzheimer.</a></p>
<p>Em um comunicado à imprensa, o autor do estudo, Dr. Nicolas Cherbuin, disse que &#8220;numerosos estudos têm identificado uma ligação entre o diabetes tipo 2 e encolhimento cerebral e demência, mas nós não sabíamos se pessoas com taxas de açúcar no sangue no limite da normalidade apresentavam estes mesmos efeitos&#8221;. E completou: &#8220;Estas descobertas sugerem que até mesmo em pessoas que não têm diabetes as taxas de açúcar do sangue podem ter um impacto em sua saúde cerebral. Mais pesquisas são necessárias, mas as descobertas podem nos levar a reavaliar o conceito de &#8220;glicemia normal&#8221; e a definição de diabetes.&#8221;</p>
<p><strong>E, afinal de contas, qual seria a razão que leva altos valores de glicemia a encolher o cérebro? A resposta é que ninguém, ainda, faz idéia! Há duas teorias sendo estudadas no momento: a primeira diz que os níveis de açúcar sangüíneo ajudam a controlar o processo inflamatório no nosso corpo, e que a inflamação é uma das causas da diminuição cerebral &#8211; daí a ligação entre os fatores. A outra idéia afirma que muito açúcar no sangue o torna mais &#8220;grosso&#8221; ou &#8220;pegajoso&#8221;, o que facilita a formação de coágulos, os quais impedem a nutrição das células do cérebro, que acabam, assim, morrendo.</strong></p>
<p><strong>Seja o que for, aí esta mais um <span style="text-decoration: underline;">ótimo</span> motivo para manter a glicemia sob controle &#8211; inclusive para quem não é diabético!!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Glicemia alta pode encolher o cérebro</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A falha de defesa do sistema de defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Sep 2012 00:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[apoptose]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatóide]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[auto-imune]]></category>
		<category><![CDATA[Bim]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Gray]]></category>
		<category><![CDATA[doença auto-imune]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[Immunity]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Puma]]></category>
		<category><![CDATA[University of Ballarat]]></category>
		<category><![CDATA[Walter and Eliza Hall Institute]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas australianos avançam na compreensão do porquê o sistema imune ataca o próprio organismo, causando doenças como o diabetes tipo 1. O diabetes tipo 1 é um dos exemplos mais comuns de doença auto-imune. As doenças auto-imunes ocorrem quando o sistema imune, que nos protege de elemento danosos ao organismo, ataca órgãos e tecidos saudáveis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas australianos avançam na compreensão do porquê o sistema imune ataca o próprio organismo, causando doenças como o diabetes tipo 1.</em></p>
<p><span id="more-1449"></span></p>
<figure id="attachment_1453" aria-describedby="caption-attachment-1453" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1453" title="daniel gray diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes.jpg" alt="" width="400" height="266" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes-361x240.jpg 361w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1453" class="wp-caption-text">O dr. Daniel Gray, cabeça dos estudos que lançam luz sobre as doenças auto-imunes.</figcaption></figure>
<p>O diabetes tipo 1 é um dos exemplos mais comuns de <strong>doença auto-imune</strong>. As doenças auto-imunes ocorrem quando o sistema imune, que nos protege de elemento danosos ao organismo, ataca órgãos e tecidos <em>saudáveis</em> do <em>próprio</em> corpo. Existem mais de 80 doenças auto-imunes, entre elas a artrite reumatóide, a esclerose múltipla e, claro, o tipo 1 do diabetes. Neste último caso, o sistema imune vai destruindo, desde cedo na vida da pessoa, as chamadas <strong>células beta</strong> do pâncreas, que detêm a função de produzir insulina. Sem insulina, o corpo não consegue utilizar corretamente o açúcar da corrente sangüínea, e o diabetes se instala. Ninguém sabe direito o porquê do sistema imune de algumas pessoas atacar o próprio organismo. A boa notícia é que pesquisadores do <em>Walter and Eliza Hall Institute</em> e da <em>University of Ballarat</em>, ambos na Austrália, chegaram mais perto de descobrir uma resposta.</p>
<h6>Como o corpo se protege de &#8220;células rebeldes&#8221;</h6>
<p>O corpo humano é bastante sábio. Células do sistema imune que atacam o próprio corpo podem surgir vez ou outra, naturalmente. Para nossa sorte, existem mecanismos que impedem que estas células façam muitos danos. As <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">doenças auto-imunes</a> só progridem se estes mecanismos não funcionam direito.</p>
<p>A maneira habitual do corpo lidar com estas &#8220;células rebeldes&#8221; é induzindo a morte delas &#8211; um processo chamado de <strong>apoptose</strong>. Caso esta estratégia não funcione, ainda há uma segunda maneira de prevenir que façam estragos. &#8220;Se quaisquer células auto-reativas conseguirem atingir a maturidade, o corpo normalmente possui uma segunda barreira de proteção, que é passar estas células perigosas para um estado inativo, prevenindo que elas causem doenças auto-imunes&#8221;, explica o dr. Daniel Gray, principal autor do recente estudo, publicado no periódico <em>Immunity</em>.</p>
<h6>As novidades do dr. Gray</h6>
<p>A pesquisa dos australianos se concentrou no principal mecanismo de defesa do corpo contra as &#8220;células rebeldes&#8221;, ou seja, a indução da apoptose. Dr. Gray e sua equipe demonstraram que o acúmulo destas células auto-reativas está intimamente relacionado à falta de duas proteínas, chamadas de <strong>Puma</strong> e <strong>Bim</strong>, ambas importantíssimas no processo de apoptose! Portanto, agora já se pode suspeitar, com propriedade, que a falta destas proteínas prejudica o mecanismo de apoptose e que isto, por sua vez, prejudica a eliminação de células auto-reativas. Quando estas se acumulam, surgem as doenças auto-imunes.</p>
<p>Com estas importantes informações em mãos, o próximo passo dos cientistas é trabalhar com pesquisadores que descobriram defeitos nos nossos genes que estão associados às doenças auto-imunes. Complementa o dr. Daniel: &#8220;Agora nós sabemos que a morte de células auto-reativas é uma importante proteção contra a autoimunidade. Prosseguiremos o trabalho buscando descobrir se defeitos no processo de morte celular cooperam com outros fatores para causar doenças auto-imunes humanas&#8221;. Boa sorte a ele e sua equipe!</p>
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		<title>Direto da terra do kiwi: Estratégias nacionais de guerra contra o diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/direto-da-terra-do-kiwi-estrategias-nacionais-de-guerra-contra-o-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 11:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Baker IDI Heart and Diabetes Institute]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso de Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Lyon]]></category>
		<category><![CDATA[Melbourne]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade mórbida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores australianos maquinam três planos belicosos para diminuir o número de diabéticos no país até 2025. O décimo nono Congresso de Obesidade está ocorrendo em Lyon, na França, e uma das grandes surpresas do evento foi a apresentação de uma equipe de pesquisadores do Baker IDI Heart and Diabetes Institute de Melbourne, Austrália. Como sabemos, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores australianos maquinam três planos belicosos para diminuir o número de diabéticos no país até 2025.</em></p>
<p><span id="more-617"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/australia.jpg"></span></p>
<p>O décimo nono Congresso de Obesidade está ocorrendo em Lyon, na França, e uma das grandes surpresas do evento foi a apresentação de uma equipe de pesquisadores do <em>Baker IDI Heart and Diabetes Institute</em> de Melbourne, Austrália. Como sabemos, a obesidade e o diabetes são intrinsecamente ligados: quem está acima do peso tem muito maior probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2. Os pesquisadores, tendo isto em mente, e visando à diminuição do número de diabéticos em seu país, desenvolveram três estratégias nesta guerra contra a duas doenças. Vamos a elas!</p>
<p><span style="color: #334c80;"><strong>Estratégia 1</strong></span>: Instituir um imposto sobre comidas não-saudáveis (&#8220;<em>junk</em><em> food</em>&#8220;). O que nos faz pensar quem determinaria o que é saudável e o que não é&#8230;</p>
<p><span style="color: #334c80;"><strong>Estratégia 2</strong></span>: Prevenir o diabetes em pessoas com alto risco de contraí-lo, através de programas educativos sobre como se alimentar melhor e se exercitar corretamente.</p>
<p><span style="color: #334c80;"><strong>Estratégia 3</strong></span>: Fornecer cirurgias gástricas a obesos mórbidos recém diagnosticados com diabetes, o que pode remitir a condição em até 73% dos casos.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Os cientistas montaram estas estratégias porque, de acordo com projeções, se as coisas continuarem como estão, em 2025 mais de 2 milhões de australianos &#8211; 11.4% da população &#8211;  terão diabetes. E isto custa caro, muito caro aos cofres públicos.</span> Um dos autores do estudo admite: &#8220;Dadas as custosas complicações associadas ao diabetes, reduzir o fardo do diabetes, nem que seja em 10%, vai resultar em influências profundas no sistema de saúde. Os custos de se cuidar do diabetes devem aumentar com o tempo, conforme a população envelhece e os diabéticos recebem melhor tratamento, vivendo mais.&#8221;</p>
<p>Como fazer para que o &#8220;fardo&#8221; dos diabéticos, que agora &#8220;vivem mais&#8221; por causa dos melhores tratamentos, pese menos no cofre australiano? Aí que entram as três estratégias de guerra. Os pesquisadores pensaram até em termos numéricos: caso implantada a Estratégia 1, 38 mil casos de diabetes devem ser evitados até 2025; a Estratégia 2 evitaria 220 mil casos, e seria a mais &#8220;efetiva&#8221;; e a 3, 65 mil casos. Em conjunto, as três estratégias preveniriam aproximadamente 253 mil novos casos de diabetes.</p>
<p>Ficamos a esperar se o governo australiano adotará a estratégia sugerida, apesar da linguagem usada pelos pesquisadores soar técnica demais e, além disso, as estratégias parecerem um pouco exóticas (imposto sobre junk food?!) em demasia.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2829" target="_blank" rel="noopener">sippakorn/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/direto-da-terra-do-kiwi-estrategias-nacionais-de-guerra-contra-o-diabetes/">Direto da terra do kiwi: Estratégias nacionais de guerra contra o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Australianos empolgados com heparan sulfato</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/australianos-empolgados-com-heparan-sulfato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[Charmaine Simeonovic]]></category>
		<category><![CDATA[heparan sulfato]]></category>
		<category><![CDATA[John Curtin School of Medical Research]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Clinical Investigation]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa aponta promissor novo tratamento ao diabetes tipo 1 Cientistas da John Curtin School of Medical Research de Camberra, capital australiana, descobriram que o heparan sulfato, um açúcar complexo presente nas paredes celulares de células animais, pode ser uma arma altamente eficaz no combate ao diabetes tipo 1. Tanto que, concomitante à publicação de artigo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa aponta promissor novo tratamento ao diabetes tipo 1</em></p>
<p><span id="more-78"></span></p>
<p>Cientistas da <em>John Curtin School of Medical Research</em> de Camberra, capital australiana, descobriram que o heparan sulfato, um açúcar complexo presente nas paredes celulares de células animais, pode ser uma arma altamente eficaz no combate ao diabetes tipo 1. Tanto que, concomitante à publicação de artigo relatando o resultado, já abriram uma empresa biotecnológica a fim de criar novas drogas baseadas na molécula.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/01/heparan-sulfato.png"></span>A pesquisa do grupo, publicada no <em>The Journal of Clinical Investigation</em>, demonstra que o heparan sulfato auxilia as células beta do pâncreas, produtoras da insulina, a sobreviver por mais tempo. Este açúcar ajuda as células a se defenderem de átomos, moléculas e íons altamente reativos, os quais podem levá-las à morte, além de protegê-las contra a ação oxidativa dos radicais-livres. Outra descoberta foi a de que células autoimunes podem atacar as células beta através da produção de heparanase, enzima que degrada justamente o heparan sulfato. A estratégia terapêutica sugerida pelo grupo de pesquisadores é administrar o açúcar aos diabéticos e pré-diabéticos, prevenindo os efeitos da perda de células beta.</p>
<p>O doutor Charmaine Simeonovic, autor do trabalho, explica: “Descobrimos que a reposição de heparan sulfato nas células beta evita que elas morram e previne danos causados por oxidação”. “Isto revelou um novo entendimento do desenvolvimento do diabetes tipo 1 e identificou uma nova abordagem terapêutica para prevenir a progressão da doença autoimune e de complicações associadas”, complementa.</p>
<p>Maiores detalhes podem ser lidos <span class="removed_link" title="http://www.smh.com.au/national/health/new-treatment-found-for-type-1-diabetes-20111220-1p41m.html">seguindo este link</span> (em inglês).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/australianos-empolgados-com-heparan-sulfato/">Australianos empolgados com heparan sulfato</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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