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	<title>úlcera | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Novidade duplica capacidade do corpo de curar feridas nos pés</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2014 18:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tratamento do Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[ferida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos italianos testam, com sucesso, medicamento eficaz na cicatrização de feridas nos pés de quem está com diabetes. Quem está com diabetes já há bastante tempo provavelmente escutou este conselho do médico: &#8220;cuide com muita atenção de seus pés&#8220;. A dica é importantíssima &#8211; e com boas razões. Problemas nos pés de quem tem diabetes &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Médicos italianos testam, com sucesso, medicamento eficaz na cicatrização de feridas nos pés de quem está com diabetes.</em><span id="more-7127"></span></p>
<p>Quem está com diabetes já há bastante tempo provavelmente escutou este conselho do médico: &#8220;<strong>cuide com muita atenção de seus pés</strong>&#8220;. A dica é importantíssima &#8211; e com boas razões. Problemas nos pés de quem tem diabetes são extremamente comuns e, além disso, quando não tratados corretamente, causam danos muitas vezes irreversíveis, que podem incluir a amputação do membro. O problema é que o diabetes dificulta tanto a percepção de um machucado nos pés quanto o processo natural de cura da ferida. Agora, porém, um grupo de cientistas italianos afirma que uma maneira nova e eficaz para tratar os machucados nos pés diabéticos está a caminho.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/viu-alguma-alteracao-nos-seus-pes-corra-para-o-medico/">Viu algum problema nos seus pés? Corra para o médico!</a>&#8220;</strong></p>
<p>O grupo de pesquisas testou, ao longo de oito semanas, um medicamento chamado de <strong>polideoxiribonucleotídeo</strong> em 216 pacientes com diabetes e que tinham feridas nos pés. De acordo com os resultados do trabalho, <strong>a droga aumentou em duas vezes a capacidade do corpo de sarar o machucado</strong>, cicatrizando-o por completo.</p>
<p>&#8220;Machucados nos pés são complicações perigosas para pessoas com diabetes, e os tratamentos atuais (como a terapia com oxigênio em câmaras hiperbáricas) são caras e podem levar a efeitos colaterais&#8221;, afirmou o dr. Francesco Squadrito, da Universidade de Messinan, na Itália, e um dos autores do estudo.</p>
<p>&#8220;Nossa pesquisa mostrou pela primeira vez que uma abordagem farmacológica é capaz de melhorar o processo de cura de machucados em diabéticos&#8221;, completou o cientista.</p>
<p>&#8220;Esta abordagem pode revolucionar o tratamento de úlceras do <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a> &#8211; uma das principais causas de hospitalização no mundo desenvolvido&#8221;.</p>
<p>Novos testes serão feitos para comprovar a eficiência do tratamento. Caso deem certo, podem ajudar a diminuir os altos números de amputações dos membros inferiores que continuam a preocupar a comunidade diabética mundial.</p>
<p>O trabalho será publicado na próxima edição da revista científica <em>Endocrine Society&#8217;s Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em> (JCEM).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novidade-duplica-capacidade-do-corpo-de-curar-feridas-nos-pes/">Novidade duplica capacidade do corpo de curar feridas nos pés</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes e Úlcera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 02:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[antibiótico]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
		<category><![CDATA[doença arterial periférica aterosclerótica]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprenda o que são úlceras e como tratá-las e preveni-las da maneira correta. Úlcera é uma ferida aberta e pode ocorrer devido a diversos fatores, como alterações mecânicas na conformação da arquitetura óssea do pé, em casos de neuropatia periférica e na doença arterial periférica aterosclerótica, que ocorrem com maior frequência e intensidade em indivíduos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aprenda o que são úlceras e como tratá-las e preveni-las da maneira correta.</em></p>
<p><span id="more-4244"></span></p>
<p>Úlcera é uma ferida aberta e pode ocorrer devido a diversos fatores, como alterações mecânicas na conformação da arquitetura óssea do pé, em casos de neuropatia periférica e na doença arterial periférica aterosclerótica, que ocorrem com maior frequência e intensidade em indivíduos com diabetes.</p>
<p>Pessoas com diabetes têm maior chance de desenvolver úlcera nos pés por três motivos. Primeiro porque podem ter perdido a sensibilidade nos pés por causa da lesão nos nervos (neuropatia), fazendo com que pequenos cortes ou fissuras na pele não sejam percebidos e se agravem para problemas mais sérios. Segundo porque muitas pessoas com diabetes possuem problemas na circulação, o que dificulta a ação dos antibióticos, a oxigenação e a atuação das células brancas de defesa no local da lesão. Terceiro, porque os níveis elevados de glicemia também dificultam a cura.</p>
<p>É por isso que mesmo pequenas feridas, por menor que sejam, podem demorar muito tempo para cicatrizar em pessoas com diabetes. Na verdade, sem um suprimento de sangue adequado no local, as úlceras podem não curar.</p>
<p>As úlceras podem aparecer em qualquer região dos pés, ocorrendo mais frequentemente na sola (ver figura) e na parte inferior ou lateral do dedão do pé. A prevenção é essencial, preste atenção nos seus pés, os mantenha limpos, secos, protegidos de lesões (não andar sem calçado), e se auto examine com muito cuidado.</p>
<p>Se você ver qualquer sinal de corte ou ferida, por menor que seja, converse com o seu médico. Você também pode ir consultar um podólogo, profissional que é especialista no tratamento de problemas nos pés.</p>
<figure id="attachment_4245" aria-describedby="caption-attachment-4245" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-ulcera.jpg"><img class="size-full wp-image-4245" alt="Clique na imagem para ampliar." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-ulcera.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-ulcera.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-ulcera-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-ulcera-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4245" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliar.</figcaption></figure>
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		<title>Novo tratamento para feridas em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 12:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Aonghus O´Loughlin]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco mesenquimais]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[CTM]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[ferida]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[machucado]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Nacional da Irlanda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo com células-tronco é promissor para a criação de novo tratamento de feridas em pacientes com diabetes. Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool &#160; Pesquisadores da Universidade Nacional da Irlanda demonstraram, em estudo publicado este mês na revista norte-americana Diabetes, que o uso de células-tronco é promissor em tratamentos de cicatrização de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Estudo com células-tronco é promissor para a criação de novo tratamento de feridas em pacientes com diabetes.</i></p>
<p><span id="more-3996"></span></p>
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool</strong></p>
 Estudos com células-tronco são uma grande esperança para milhões de diabéticos em todo o mundo.
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores da Universidade Nacional da Irlanda demonstraram, em estudo publicado este mês na revista norte-americana <i>Diabetes</i>, que o uso de células-tronco é promissor em tratamentos de cicatrização de feridas. Os resultados da pesquisa são de grande interesse e importância para pacientes com diabetes, pois eles são especialmente susceptíveis a desenvolverem úlceras e feridas, principalmente na região dos pés.</p>
<figure id="attachment_3998" aria-describedby="caption-attachment-3998" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-3998" alt="Aonghus O´Loughlin diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/Aonghus-O´Loughlin-diabetes.jpg" width="180" height="245" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/Aonghus-O´Loughlin-diabetes.jpg 180w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/Aonghus-O´Loughlin-diabetes-176x240.jpg 176w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /><figcaption id="caption-attachment-3998" class="wp-caption-text">O cientista Aonghus O´Loughlin.</figcaption></figure>
<p>O estudo, liderado por Aonghus O´Loughlin, utilizou um tipo específico de <a title="Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco" href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">célula-tronco</a>, chamado de <strong>células-tronco mesenquimais</strong> (CTMs). As CTMs, quando aplicadas nas regiões dos ferimentos juntamente com um biomaterial à base de colágeno, ajudam na formação de novos vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue e acelerando o processo de cicatrização. Além disso, O´Loughlin afirma que “as CTMs possuem muitas propriedades que as tornam atrativas para o uso em terapias. Elas podem ser facilmente isoladas em adultos e são fáceis de cultivar em laboratório”. O próximo passo é levar o estudo à fase clínica, quando as CTMs serão testadas em humanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A CAUSA DE TANTOS MACHUCADOS EM DIABÉTICOS?<br />
</strong></p>
<p>Os pacientes com diabetes possuem uma maior predisposição para desenvolver feridas devido, principalmente, a duas características da doença: alto <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">colesterol</a> e alta <a title="Diabetes e a Aventura Gelada" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-a-aventura-gelada/">glicemia</a>. O colesterol leva ao depósito de gordura nas artérias, o que pode prejudicar a irrigação sanguínea e, consequentemente, a cicatrização das feridas. Já a alta glicemia pode causar lesões nos nervos, condição chamada de neuropatia diabética.</p>
<p>Dados indicam que, aproximadamente, um em cada quatro pacientes com diabetes sofrem com úlceras na região dos pés ao longo de suas vidas. A condição, porém, é de fácil prevenção: ter cuidado com lesões nos pés e manter o diabetes sempre sob controle.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Pés diabéticos e o perigo de ficar em casa</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pes-diabeticos-e-o-perigo-de-ficar-em-casa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 12:32:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[calçado ortopédico]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[palmilha ortopédica]]></category>
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		<category><![CDATA[sapato ortopédico]]></category>
		<category><![CDATA[Sicco Bus]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Amsterdã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes diabéticos com problemas nos pés costumam deixar de lado os cuidados quando chegam em casa, o que eleva riscos para a saúde, aponta pesquisa. Qual a primeira coisa que você faz quando chega em casa? Para muitas pessoas, o primeiro ato de liberdade doméstica é &#8220;tirar os sapatos&#8221;. E é aí que mora o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pacientes diabéticos com problemas nos pés costumam deixar de lado os cuidados quando chegam em casa, o que eleva riscos para a saúde, aponta pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-3018"></span></p>
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<p>Qual a primeira coisa que você faz quando chega em casa? Para muitas pessoas, o primeiro ato de liberdade doméstica é &#8220;tirar os sapatos&#8221;. E é aí que mora o perigo para muitos diabéticos, de acordo com uma nova pesquisa holandesa.</p>
<p>Preocupados com os altos índices de problemas nos pés que os diabéticos costumam ter, pesquisadores da Universidade de Amsterdã decidiram estudar quanto tempo uma pessoa com diabetes passava por dia com sapatos ortopédicos. Os resultados do estudo indicam que a mania de retirar os sapatos em casa é mais comum do que se imaginava, e que pode representar um grave perigo à saúde de quem sofre de <strong><a href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">pé diabético</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo o pé diabético</strong></p>
<p>&#8220;Pé diabético&#8221; é um termo genérico que abrange uma gama de sintomas comuns em quem tem diabetes durante muitos anos, entre eles úlceras e infecções. Devido às limitações na cicatrização e aos problemas de circulação decorrentes do diabetes, qualquer ferida ou machucado nos pés, por menor que seja, pode evoluir para quadros gravíssimos. Problemas nos pés de diabéticos são tão comuns que a doença é a principal causa de amputações de membros inferiores no mundo.</p>
<p>É sempre importante lembrar que, apesar de muito sérios, os sintomas do pé diabético podem ser <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">prevenidos de maneiras bem simples</a>. O primeiro passo é cuidar da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/"><strong>glicemia</strong></a> com diligência. O segundo é seguir uma rotina de exames minuciosos nos pés, percebendo desde cedo qualquer alteração ou fator estranho, de preferência com orientação médica. O terceiro é manter uma higiene impecável e cuidar do conforto dos pés, se possível utilizando palmilhas ortopédicas. Foi neste terceiro ponto que os cientistas holandeses focaram seus estudos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma pesquisa espertinha</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-3020" alt="sapato close diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/sapato-close-diabetes.jpg" width="216" height="161" />Os calçados ortopédicos voltados para os diabéticos são forrados com palmilhas especiais, as quais diminuem a pressão nos pés. Com isto, facilitam o fluxo de sangue e aumentam a sensibilidade no local, fatores importantes na prevenção de machucados. Por isto, são muito indicados aos pacientes com diabetes, especialmente aos mais velhos, que naturalmente apresentam má circulação.</p>
<p>Para averiguar o uso dos calçados ortopédicos, os pesquisadores distribuíram aos voluntários sensores de calor, usados dentro dos sapatos, além de tornozeleiras que mediam os passos dados. Os participantes tinham de manter um diário, no qual relatavam as horas do dia que estiveram em casa e quando saíram. A pesquisa acompanhou a rotina dos pacientes durante duas semanas.</p>
<p>Para que os resultados fossem realistas, os cientistas disseram que estavam medindo a temperatura nos pés, e não a freqüência no uso do calçado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os resultados e a opinião dos especialistas</strong></p>
<p>Em média, os pacientes deram 2600 passos fora de casa e 4000 passos dentro dela. A maior parte dos 107 voluntários era de homens aposentados, o que pode explicar o maior tempo dentro do lar.</p>
<p>Quando estavam na rua, os pacientes andaram 87% dos seus passos com os sapatos ortopédicos. Porém, dentro de casa, apenas 39% dos passos medidos foram feitos com os calçados. Levando-se em conta que os voluntários permaneciam mais dentro de casa do que fora, a pesquisa indica que <strong>em pelo menos um terço dos passos dados pelos diabéticos durante o dia eles não usavam o calçado especial</strong>.</p>
<p>&#8220;Os pacientes geralmente pensam que ele têm de usar os sapatos quando saem de casa, mesmo que o médico lhes diga para usar os sapatos especiais tanto quanto possível&#8221;, disse Sicco Bus, pesquisador do Centro Médico Acadêmico da Universidade de Amsterdã.</p>
<p>&#8220;<strong>Eu entendo muito bem o porquê dos pacientes tiraram os sapatos quando chegam em casa, porque eu faço exatamente a mesma coisa</strong>&#8220;, conta Bus. &#8220;Esses sapatos são bem pesados.&#8221;</p>
<p>Então, como estimular o uso dos sapatos e palmilhas ortopédicas dentro de casa, algo que seria muito benéfico à saúde dos diabéticos? Bus e sua equipe estudarão se tecnologias que ajudam o paciente a se lembrar que tem de vestir os sapatos ortopédicos &#8211; como por exemplo aparelhos inseridos nos calçados que emitem sinais sonoros &#8211; podem ser de alguma valia.</p>
<p>Além disso, eles dão uma dica: tenha em casa um par de sapatos ou de <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">sandálias</a> ortopédicas para usar apenas ali. Caso eles sejam mais confortáveis que os sapatos ortopédicos &#8220;de sair&#8221;, não há motivo para não utilizá-los.</p>
<p>E lembramos que palmilhas ortopédicas pré-fabricadas, bem mais baratas, são tão boas quanto as feitas sob medida, de acordo com uma recente pesquisa &#8211; leia na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a>&#8220;!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 10:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Foot and Ankle Research]]></category>
		<category><![CDATA[machucado]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
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		<category><![CDATA[pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa. Uma análise clínica publicada no Journal of Foot and Ankle Research comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-2756"></span></p>
<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-2758 " alt="Palmilhas feitas para diabéticos são um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png" width="600" height="305" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-415x211.png 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-474x240.png 474w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-164x82.png 164w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Utilizar palmilhas ortopédicas nos calçados é um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores.</figcaption></figure>
<p>Uma análise clínica publicada no<em> Journal of Foot and Ankle Research</em> comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. As palmilhas ajudam a proteger os pés dos problemas relacionados à má circulação do sangue, os quais podem levar a sérias lesões em quem tem diabetes. No início das pesquisas, os cientistas pensavam que as palmilhas feitas sob medida, mais caras e de desenho mais complexo, teriam um desempenho melhor do que as pré-fabricadas. Os resultados do estudo surpreenderam a todos e indicam novas maneiras para tratar os <a title="Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/">pés diabéticos</a> com eficácia.</p>
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<p><strong>Alerta: a neuropatia é um problema maior do que muitos supõe</strong></p>
<p>Quase metade dos diabéticos sofre de uma condição médica chamada de <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; isto é, danos aos nervos, decorrentes das altas taxas de açúcar no sangue [aprenda mais sobre a neuropatia <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neste link do <strong>Diabeticool</strong></a>]. Apesar de poderem afetar todo o corpo, como mãos e pele, estes danos costumam aparecer com maior freqüência nos membros inferiores. E é justamente aí que mora o perigo. Pés e pernas são algumas das partes mais suceptíveis a machucados em uma pessoa &#8211; quantas vezes não batemos o dedinho na quina de um móvel ou acertamos o joelho, sem querer, na mesa?! Acrescente a isto o fato de que a neuropatia diminui a sensibilidade nas regiões afetadas. Desta forma, pessoas com neuropatias nos membros inferiores podem facilmente se machucar e não sentir nada. Além disso, como sabemos, quem está com diabetes geralmente tem problemas de cicatrização. Um pequeno machucado nos pés, não detectado, pode se transformar, em pouco tempo, em uma ferida incurável.</p>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2759" alt="Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/exame-nos-pes-diabetes.gif" width="440" height="295" /><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso.</figcaption></figure>
<p>Não são raros os casos de amputações decorrentes desta triste associação entre diabetes e neuropatia. De fato, o diabetes é a principal causa de <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">amputações </a>no mundo inteiro, respondendo por 50% destes procedimentos cirúrgicos. Estima-se que diabéticos têm quinze vezes mais chances de terem um membro amputado do que o restante da população. Além disso, problemas relacionados aos pés são o motivo número um pelo qual diabéticos costumam ser internados. Apesar das informações acima soarem desagradáveis, há um alento simples e eficiente: boa parte dos problemas decorrentes da neuropatia podem ser prevenidos através de uma rotina fácil de checagem dos pés, em busca de lesões como pequenas feridas e inchaços. Hospitais de alta qualidade no tratamento de diabéticos costumam fazer esta checagem como procedimento rotineiro [<a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">como mostra esta matéria do site</a>].</p>
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<p><strong>Qual tipo de palmilha é o melhor?</strong></p>
<p>O estudo em questão contou com a colaboração de mais de 100 diabéticos, divididos em dois grupos. Um deles utilizou palmilhas pré-fabricadas, enquanto o outro colocou em seus sapatos aquelas feitas sob medida. O trabalho durou seis meses. Ao longo deste tempo, a pressão exercida sobre os pés conforme os pacientes caminhavam foi medida várias vezes. Os cientistas buscavam apenas confirmar um hipótese que parecia óbvia: as palmilhas feitas sob medida seriam melhores para estes pacientes. Este tipo de palmilha usualmente é anunciado como sendo superior às pré-fabricadas por maximizarem a área de distribuição de pressão ao longo do pé, impedindo que pontos isolados sofram mais pressão que os demais e, com isso, corram maiores riscos de desenvolver lesões.</p>
<p>Todavia, os resultados destes seis meses de observações e medições de pressão foram bem conclusivos: tanto faz calçar sapatos com palminhas pré-fabricadas ou feitas sob medida. A eficiência de ambas na distribuição da pressão é igual. A única diferença encontrada é que as feitas sob medida costumam ser um pouco mais efetivas em diminuir a pressão total exercida na parte da frente dos pés. Fora isto, nenhuma distinção significativa foi encontrada.</p>
<p>Escreveram os autores no estudo: &#8220;As palmilhas feitas sob medida são mais caras que as palmilhas pré-fabricadas avaliadas neste trabalho e não são melhores na redução de picos de pressão. (&#8230;) Nós recomendamos que, caso seja clinicamente apropriado, as palmilhas pré-fabricadas, de melhor custo-benefício, devem ser consideradas para uso em pacientes com diabetes e neuropatia.&#8221;</p>
<p>No Brasil, a dica é válida e bem-vinda. Em relação ao custo-benefício, as palmilhas pré-fabricadas ganham a batalha em relação às demais. Seus preços variam de R$30 a R$90, dependendo do material com o qual são feitas. Já as feitas sob medida costumam ter preços por volta dos R$100.</p>
<p>Uma ressalva: é importante atentar que os dois tipos de palmilhas utilizadas no estudo diferem apenas na maneira como são produzidas, porém são todas <strong>palmilhas ortopédicas</strong>. Diversos estudos comprovaram, sem sombra de dúvida, que as palmilhas ortopédicas são muito melhores na redução de pressão e dos riscos de úlceras e amputações do que as palmilhas convencionais.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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