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	<title>stress | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Quem se estressa no trabalho tem riscos elevados de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2014 17:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Psychosomatic Medicine]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa alemã mostra que altos níveis de stress no trabalho afetam até mesmo o nosso pâncreas, aumentando em impressionantes 45% os riscos de surgimento do diabetes tipo 2. Terça-feira. A semana mal começou e você já está repleto de trabalhos a fazer, prazos curtíssimos a cumprir e seu chefe não lhe dá autonomia para resolver &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa alemã mostra que altos níveis de stress no trabalho afetam até mesmo o nosso pâncreas, aumentando em impressionantes 45% os riscos de surgimento do diabetes tipo 2.</em><br />
<span id="more-7846"></span></p>
 No trabalho, o melhor é se acalmar, senão o pâncreas pode xiar.
<p>Terça-feira. A semana mal começou e você já está repleto de trabalhos a fazer, prazos curtíssimos a cumprir e seu chefe não lhe dá autonomia para resolver os problemas por conta própria? Muito cuidado &#8211; você está correndo riscos altíssimos de desenvolver diabetes tipo 2!</p>
<p>Esta é a conclusão de um estudo científico realizado na Alemanha e publicado no periódico <em>Psychosomatic Medicine</em>.</p>
<p>Pesquisadores do Instituto de Epidemiologia de Munique acompanharam a saúde de cerca de 5.300 trabalhadores, homens e mulheres das mais diferentes idades, ao longo de mais de 10 anos. Em comum, nenhum deles estava com diabetes no início do estudo.</p>
<p>Com o tempo, aproximadamente 300 casos de diabetes tipo 2 foram relatados entre estas pessoas. A partir daí, o trabalho dos cientistas foi tentar correlacionar níveis de <a title="Stress provoca reações em vários órgãos" href="http://www.diabeticool.com/stress-provoca-reacoes-em-varios-orgaos/">stress no trabalho</a> com o surgimento da doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CHEFE CHATO AFETA ATÉ O PÂNCREAS</strong></p>
<p>“De acordo com nossos resultados, aproximadamente 1 em cada 5 trabalhadores se encontra em situação de alto stress no serviço”, disse o professor Karl-Heinz Ladwig, um dos autores do estudo.</p>
<p>“E com isto não nos referimos ao stress normal do trabalho, mas a uma situação em que os indivíduos afirmam que suas obrigações são pesadas demais, ao mesmo tempo em que possuem pouco espaço para tentar encontrar soluções por conta própria”, explicou.</p>
<p>Estas pessoas em nível alto de stress têm<strong> chances 45% maiores de desenvolver diabetes tipo 2</strong> do que seus parceiros menos estressados, segundo a pesquisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A IMPORTÂNCIA DE SE MANTER ‘ZEN’</strong></p>
<p>A revelação do grupo de pesquisas alemão corrobora um outro trabalho científico, do ano passado, que também relacionou o stress a chances maiores de diabetes tipo 2.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/a-importancia-de-manter-a-calma/">Em fevereiro de 2013</a>, o repórter Ricardo Schinaider de Aguiar relatou com exclusividade para o <strong>Diabeticool</strong>: “Através de um estudo que durou mais de 35 anos, pesquisadores suecos da Universidade de Gothenburg acreditam ter estabelecido uma relação direta entre o alto nível de stress e o diabetes tipo 2 (&#8230;). Dentre os homens estudados, 15,5% relataram altos níveis de stress. Nesse grupo, a incidência de diabetes tipo 2 foi 37% maior quando comparada àquela de homens que apresentavam pouco ou nenhum stress.”</p>
<p>Será que o stress em altos níveis gera modificações no corpo, que acabam por estimular o surgimento do diabetes tipo 2? Ou será que quem está estressado não cuida bem da saúde, come mal, pratica menos exercícios físicos e, por isso, tem mais chances de ter diabetes? Estas perguntas o estudo não respondeu. Mas fica o alerta para que todos que estejam estressados respirem bem fundo e tentem buscar o equilíbrio interno. Por mais difícil que seja, manter-se calmo vale muito a pena e pode ser uma prevenção e tanto para diversas doenças no futuro.</p>
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		<title>Stress provoca reações em vários órgãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2014 19:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[fator de risco]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[triglicerídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que o estresse é um fator de risco para o diabetes? Aprenda mais nesta matéria. O estresse provoca reações e respostas diferenciadas em vários órgãos do corpo. São reações com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais. Agora imagine se estressar todos os dias, seja no trânsito, em casa, no trabalho&#8230; No sistema cardiovascular, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você sabia que o estresse é um fator de risco para o diabetes? Aprenda mais nesta matéria.</em><span id="more-6965"></span></p>
<p>O <a title="Estresse permanente pode causar diabetes tipo 2 em homens" href="http://www.diabeticool.com/estresse-permanente-pode-causar-diabetes-tipo-2-em-homens/">estresse</a> provoca reações e respostas diferenciadas em vários órgãos do corpo. São reações com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais. Agora imagine se estressar todos os dias, seja no trânsito, em casa, no trabalho&#8230;</p>
<p>No sistema cardiovascular, o estresse, além de poder causar infartos, provoca o aumento da frequência cardíaca, das contrações do coração e da pressão arterial. Eleva também os níveis de gordura no sangue — <a title="O que são triglicerídeos?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-triglicerideos/">triglicerídeos</a> e colesterol.</p>
<p>Nas situações estressantes, uma boa dose de adrenalina é liberada pelo organismo, causando taquicardia e suor excessivo. Trata-se do hormônio responsável por acelerar o nosso ritmo corporal.</p>
<p>Ao atingir o sistema neurológico, o hormônio ACTH gera sensações como ansiedade e fracasso iminente. Já os derivados do hormônio cortisol têm ação sedativa e causam uma sensação constante de depressão. Já o excesso dele é capaz de causar distúrbios do sono, perda da libido e do apetite.</p>
<p>Já o sistema imunológico reage ao estresse com uma superatividade, o que pode resultar no desencadeamento de doenças autoimunes — lúpus, psoríase, diabetes tipo 1, esclerose múltipla, artrite reumatóide, entre outras — ou agravamento delas.</p>
<p>De acordo com a Associação Internacional do Controle do Estresse (Isma), estudos científicos comprovam que o nível de estresse e o estilo de vida determinam 60% das doenças. Mas as principais associadas ao mal são diabetes, depressão, enxaqueca e dislipidemias.</p>
<p>Muitos dos nossos órgãos mudam seu estado fisiológico ao perceber os primeiros sinais de estresse; coração, rins, estômago, sistema reprodutivo, além dos músculos.</p>
<p>O estômago e o intestino também apresentam reações em situações estressantes. É aquele velho “frio na barriga”. Afinal, quem nunca ouviu alguém falar “meu estômago deu um nó” diante de momentos tensos? Isso acontece porque o trato gastrointestinal possui um sistema nervoso próprio. Trata-se do Sistema Entérico, formado por células nervosas e neurônios ligados diretamente ao sistema nervoso central e ao cérebro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Terapias complementares</strong></p>
<p>O médico e professor universitário Jorge Boucinhas comenta fazerem parte da abordagem terapêutica contra o estresse a psicoterapia, medicamentos ansiolíticos e antidepressivos. Porém, de acordo com ele, a chamada Medicina Complementar tem ganhado cada vez mais espaço. A procura por algumas técnicas tem crescido bastante. Segundo ele, a acupuntura chinesa, a constitucional e a auriculoterapia oferecem resultados excelentes para equilibrar o indivíduo psiquicamente, sem apresentar efeitos colaterais, como a redução dos reflexos. “O que é algo bem importante quando se trata de dirigir em trânsito pesado, que exige muito reações rápidas.”</p>
<p>Boucinhas ressalta também os bons resultados obtidos no uso de homeopatia e florais. “Lastimavelmente na Fitoterapia o uso de plantas medicinais tranquilizantes pode ajudar a reduzir as tensões emocionais, mas pode reduzir os reflexos quase tanto quanto os remédios alopáticos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marcando território</strong></p>
<p>Jorge Boucinhas faz uma análise entre a tensão no trânsito e a noção de “espaço corporal”, traçando um paralelo entre as reações nos engarrafamento e o demarcamento territorial, característico de muitos animais.</p>
<p>“Os indivíduos que vivem em aglomerações urbanas têm que aprender a se acomodar, de forma relativa, a isto. Não obstante, no trânsito, em que já existe, inerente, um certo grau de risco gerador de estresse, as reações anti-sociais tornam-se mais difíceis de controlar e os impulsos agressivos vêm à tona mais facilmente”, comenta o médico, especializado em terapias complementares.</p>
<p>Em sua análise, algumas pessoas, por questões de educação mesmo, se alteram com mais facilidade que outras quando estão ao volante.</p>
<p>E o responsável por as reações mais agressivas é o hormônio cortisol. Jorge Boucinhas afirma ser fundamental para a manutenção da vida, na regulação geral do metabolismo, na tensão arterial e nas respostas imunológicas. “Mas, se produzido em excesso, leva ao aumento do nível de hostilidade interpessoal e ao desgaste acelerado das funções corporais.”</p>
<p>Ele observa que praticamente todos os motoristas consideram o automóvel uma extensão de seu próprio corpo, e se sentem ameaçados pela proximidade de outros carros, tal qual animais protegendo seu território. “<a title="Mulher é presa por levar, de carro, pai diabético ao médico" href="http://www.diabeticool.com/mulher-e-presa-por-levar-de-carro-pai-diabetico-ao-medico/">Dirigir</a> transforma-se em estado quase permanente de tensão.”</p>
<p>A prática de meditação e ioga, por trabalharem a respiração e o alongamento corporal, também costumam apresentar resultados positivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DEPOIMENTOS</strong></p>
<p>“Estressa muito. Sinto isso diariamente, principalmente aqui neste setor (Hermes da Fonseca, próximo ao Hotel Tirol), neste percusso; porque ele fica engarrafado desde lá da AABB até a Igreja Universal, todos os dias.”</p>
<p><em>Nerival F. De Araújo, advogado</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Cara, isso tá comparado a Recife ou pior. Aqui era mais tranquilo. Venho todo mês a Natal, trabalhar; mas tinha uma facilidade de mobilidade muito grande em Natal, principalmente por serem as avenidas muito grandes. Agora, de um tempo para cá, está muito complicado. E para uma cidade sede da Copa, eu quero ver como é que vai ficar isso. Gera estresse demais, ansiedade, você fica mais nervoso e você descarrega isso justamente no seu trabalho. Só para ter um exemplo, eu estava aqui no hotel, na segunda quadra, e estou há vinte e cinco minutos para chegar no Midway; um trajeto de duzentos metros.”</p>
<p><em>Manoel Antônio, representante comercial</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Por enquanto está tudo fluindo bem. Por enquanto a gente não recebeu nenhum estresse não. Mas tem dias bem piores. Gera bastante estresse para a nossa profissão, bastante.”</p>
<p><em>Nalmir, agente de trânsito da Semob</em></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/estresse-provoca-reacoes-em-varios-orgaos/275106" target="_blank" rel="nofollow">Tribuna do Norte</a></strong></p>
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		<title>Desemprego &#8220;envelhece&#8221; o DNA e aumenta riscos de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 13:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Oulu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que passar anos sem emprego acelera o envelhecimento e aumenta os riscos de desenvolvimento do diabetes tipo 2. Ficar sem trabalhar por mais de dois anos machuca não apenas o bolso, mas também o corpo humano! Cientistas descobriram que ficar sem emprego por tanto tempo acelera o envelhecimento e favorece o aparecimento do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que passar anos sem emprego acelera o envelhecimento e aumenta os riscos de desenvolvimento do diabetes tipo 2.</em><span id="more-5997"></span></p>
 O nosso DNA também envelhece&#8230;
<p>Ficar sem trabalhar por mais de dois anos machuca não apenas o bolso, mas também o corpo humano! Cientistas descobriram que ficar sem emprego por tanto tempo acelera o <a title="Cerejas e seu papel no combate a Diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cerejas-e-seu-papel-no-combate-a-diabetes/">envelhecimento</a> e favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.</p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Oulu, na Finlândia, e do Imperial College de Londres estudaram o DNA de 5620 pessoas, tanto homens quanto mulheres, todas com 31 anos de idade. Eles procuraram por sinais que indicam o quão &#8220;velhinho&#8221; estava o DNA dos voluntários.</p>
<div style="background-color: #e8f6ff; border: 2px solid; border-color: #3399FF; padding: 10px;">Vale lembrar: DNA é, em termos bem simples, o conjunto de informações contidas em cada uma de nossas células e que é a base do funcionamento correto do corpo humano. É o DNA que contém as instruções para nosso organismo funcionar. Esta é, obviamente, uma tarefa importantíssima; sendo assim, não é de se estranhar que existam mecanismos que impeçam que as informações contidas no DNA sejam &#8220;má interpretadas&#8221; pelas células. Com passar do tempo, porém, estes mecanismos vão perdendo a eficiência e diversos erros no funcionamento do corpo vão se acumulando, o que aumenta as chances de surgirem doenças e acelera o envelhecimento. Portanto, um DNA &#8220;velho&#8221; é aquele mais propenso a gerar erros e que possui mecanismos de reparo menos eficientes.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O DNA dos 5620 voluntários foi analisado quanto à &#8220;idade&#8221; aparente. Apesar dos voluntários terem nascido no mesmo ano (todos tinham 31 anos), alguns DNAs pareciam ser &#8220;mais novos&#8221; do que outros &#8211; isto é, alguns tinham os mecanismos de reparo mais intactos que os outros.</p>
 Ficar muito tempo sem emprego gera efeitos perigosos no corpo humano.
<p>Dentre os voluntários que aparentaram possuir DNA &#8220;mais velho&#8221; do que o normal, os pesquisadores compararam diversos fatores como o estilo de vida e a saúde. <strong>Eles descobriram que quem passou mais de dois anos desempregado possuía um DNA bem mais &#8220;velho&#8221; que o esperado. Mais do que isto, estas pessoas também eram mais propensas a sofrer de diabetes tipo 2</strong>. Um detalhe interessante: tais correlações apareceram somente entre os voluntários homens &#8211; as mulheres parecem estar &#8220;protegidas&#8221; dos efeitos nocivos do desemprego.</p>
<p>Já se sabia que grandes traumas sofridos quando criança e constante <a title="10 Benefícios da Atividade Física" href="http://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/">stress</a> doméstico são fatores que também fazem o DNA &#8220;envelhecer&#8221; mais rápido. É a primeira vez que a falta de emprego é relacionada ao fenômeno, e talvez ajude a explicar um outro trabalho científico, publicado em 2010, que mostrou que o desemprego entre jovens adultos diminuía a expectativa de vida destas pessoas.</p>
<p>Os autores notam que a descoberta deveria gerar um sinal de alerta nos governos de todo o mundo, uma vez que a taxa de desemprego entre os jovens anda bastante alta. Se a pesquisa estiver correta, poderemos ver ainda mais adultos com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> e passando por um envelhecimento mais rápido no futuro próximo.</p>
<p>O trabalho foi publicado no periódico científico <em>PLOS ONE</em>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/desemprego-envelhece-o-dna-e-aumenta-riscos-de-diabetes/">Desemprego “envelhece” o DNA e aumenta riscos de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>10 Benefícios da Atividade Física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jun 2013 23:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe quais são as grandes vantagens de se praticar exercícios físicos? O Diabetes Sem Medo conta para você! 1. Melhora o manejo da glicose no sangue. A atividade física torna o seu corpo mais sensível à insulina que você produz e utiliza a glicose do sangue como energia. Estas duas ações reduzem os níveis de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sabe quais são as grandes vantagens de se praticar exercícios físicos? O Diabetes Sem Medo conta para você!</em></p>
<p><span id="more-4849"></span></p>
<p>1. Melhora o manejo da glicose no sangue. A atividade física torna o seu corpo mais sensível à insulina que você produz e utiliza a glicose do sangue como energia. Estas duas ações reduzem os níveis de glicose no sangue.</p>
<p>2. Diminui a <a title="Como as uvas podem ajudar no diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/como-as-uvas-podem-ajudar-no-diabetes/">pressão arterial</a>. O exercício ajuda seu coração bombear o sangue de forma mais forte e lenta.</p>
<p>3. Melhora os níves de gordura no sangue. A atividade física aumenta os níveis de colesterol bom (HDL) e diminu os níveis de colesterol ruim (LDL) e triglicerídeos. Essas mudanças são saudáveis para o seu coração.</p>
<p>4. Diminui a necessidade de insulina e comprimidos para o diabetes. O exercício pode reduzir peso e a quantidade de glicose no sangue. Esses dois fatores podem reduzir a necessidade de insulina e medicamentos para o diabetes que você precisa.</p>
<p>5. Ajudar a manter e perder peso. <a title="Diabetes e Exercícios Aeróbicos" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-exercicios-aerobicos/">Atividade física</a> queima calorias e se você consumir mais caloria do que você ingere, irá perder alguns quilos. Mantenha-se ativo que você prederá mais peso.</p>
<p>6. Diminui os risco de outros problema de saúde. Reduz o seu risco de ataque cardíaco, derrame cerebral, alguns tipos de câncer e enfraquecimento ósseo.</p>
<p>7. Aumenta sua disposição e melhora o sono. Você terá um sono melhor e mais energia com menos tempo.</p>
<p>8. Reduz o <a title="Dormir mal pode levar à hipertensão e ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dormir-mal-pode-levar-a-hipertensao-e-ao-diabetes/">estress</a>, a ansiedade e a depressão. Exercite-se para mandar o estress diário embora.</p>
<p>9. Constrói músculos e ossos mais fortes. Atividades como corrida e caminhada deixam os ossos mais fortes. Exercícios físicos com pesos (musculação) deixam seus músculos mais fortes.</p>
<p>10. Seja mais flexível. É mais fácil se mover quando você está ativo.</p>
<p>Lembre-se de se alongar antes e depois de qualquer tipo de atividade física.</p>
<figure id="attachment_4850" aria-describedby="caption-attachment-4850" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-10-beneficios-da-atividade-fisica.jpg"><img class="size-full wp-image-4850" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-10-beneficios-da-atividade-fisica.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-10-beneficios-da-atividade-fisica.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-10-beneficios-da-atividade-fisica-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-10-beneficios-da-atividade-fisica-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4850" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/">10 Benefícios da Atividade Física</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Adolescentes e o Diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/adolescentes-e-o-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 23:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como fazer com que adolescentes cuidem direitinho de sua saúde? O Diabetes Sem Medo conta algumas estratégias super efetivas! Ser um adolescente é muito difícil, mas ser um adolescente com diabetes pode ser brutal, e ser pai de um adolescente com diabetes pode transformá-lo em um caso perdido. Mesmo que a criança tenha lidado com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Como fazer com que adolescentes cuidem direitinho de sua saúde? O Diabetes Sem Medo conta algumas estratégias super efetivas!</em></p>
<p><span id="more-4858"></span></p>
<p>Ser um <a title="Diabetes tipo 2 já é considerada “doença de jovens”" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-ja-e-considerada-doenca-de-jovens/">adolescente</a> é muito difícil, mas ser um adolescente com diabetes pode ser brutal, e ser pai de um adolescente com diabetes pode transformá-lo em um caso perdido.</p>
<p>Mesmo que a criança tenha lidado com o diabetes a anos, ele enfrenta novos desafios e tentações quando chega na fase da adolescência. É fácil sair do seu caminho de controle e começar a se rebelar contra o diabetes e os problemas diários que ela acarreta.</p>
<p>Estudos demonstram que adolescentes com diabetes possuem menor pontuação em programas que avaliam a qualidade de vida e são mais propensos em desenvolver depressão do que adolescentes sem diabetes. Como você pode imaginar, a perspectiva de viver o resto de sua vida com uma doença que requer atenção constante pode ser esmagadora. No entanto, um estudo recente sugere que pessoas que participam de um programa psicológico chamado estratégias de enfrentamento podem aumentar suas pontuações nos programas de qualidade de vida e o seu controle do diabetes.</p>
<p>Esse programa envolve “desaprender” maus hábitos de enfrentamento (como comer em excesso ou negar o problema) que as pessoas usam para lidar com situações estressantes. O adolescente aprende novas habilidades para lidar de forma mais saudável e produtiva com as situações de estress. Essas habilidades são ensinadas por profissionais capacitados em 4 a 8 sessões de 90 minutos durante um mês.</p>
<p>Adolescentes que receberam o treinamento de habilidade de enfrentamento, mostraram melhora nas pontuações que medem sua confiança no manejo do diabetes, na qualidade de vida global e reduziram a tendência de desenvolver <a title="O estímulo que faltava para mudar de vida" href="http://www.diabeticool.com/o-estimulo-que-faltava-para-mudar-de-vida/">depressão</a>. Os adolescentes que receberam o treinamento também tiveram menores taxas de glicose no sangue quando comparados com os que não realizaram o treinamento. Converse com o psicólogo(a) da sua equipe de saúde para saber como o seu filho/filha pode fazer o treinamento de habilidade de enfrentamento.</p>
<figure id="attachment_4859" aria-describedby="caption-attachment-4859" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4859" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-adolescentes-e-o-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4859" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Adolescentes e diabetes: como fazê-los cuidar melhor da saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 22:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[conflito familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[TeenCope]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Yale]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas descobrem que há uma maneira bem eficiente de fazer com que adolescentes diabéticos cuidem direitinho da saúde. Uma das épocas mais difíceis da vida de qualquer pessoa é a transição da infância para a adolescência e, posteriormente, à vida adulta. Modificações físicas e psicológicas tornam o período traumático para muita gente &#8211; e bem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas descobrem que há uma maneira bem eficiente de fazer com que adolescentes diabéticos cuidem direitinho da saúde.</em></p>
<p><span id="more-4513"></span></p>
<p>Uma das épocas mais difíceis da vida de qualquer pessoa é a transição da infância para a <a title="Dormir pouco pode aumentar o risco de diabetes na adolescência" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes-na-adolescencia/">adolescência</a> e, posteriormente, à vida adulta. Modificações físicas e psicológicas tornam o período traumático para muita gente &#8211; e bem complicado para todo mundo! Imagine, então, como é a entrada na adolescência de crianças que convivem com o diabetes. Muitas vezes, a rebeldia inerente à idade extravasa para o controle da condição. <strong>No mundo inteiro, nota-se uma piora considerável nos indicadores de saúde de jovens diabéticos quando passam por esta fase</strong>. O que fazer para modificar tal tendência e garantir que a juventude diabética cuide bem da sua saúde?</p>
<p>Uma possível estratégia é contar com a ajuda da tecnologia. Nos EUA, por exemplo, existem alguns programas de computador acessados via Internet que, pelo menos na teoria, auxiliam os jovens a compreender e a controlar melhor o diabetes. Será que eles funcionam mesmo? Esta foi a pergunta que uma nova pesquisa científica buscou responder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ESTUDANDO OS EFEITOS DA TECNOLOGIA NOS JOVENS DOCINHOS</strong></p>
<p>Publicado online na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>, o estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Yale acompanhou diversos indicadores de saúde de 320 jovens diabéticos (todos tinham <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>), de idades entre 11 e 14 anos. Todos passaram por um treinamento em um de dois programas via internet focados em jovens diabéticos, o <strong><em>TeenCope</em> </strong>e o <em><strong>Managing</strong> <strong>Diabetes</strong></em>. Alguns deste jovens, porém, fizeram ambos os treinamentos virtuais. Estes treinamentos, que duraram pelo menos um ano, além de fornecerem informações gerais sobre a doença, também prestavam auxílio psicológico e educacional aos usuários.</p>
<figure id="attachment_4515" aria-describedby="caption-attachment-4515" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4515" alt="O programa para computador TeenScope, para jovens com diabetes, foi um dos testados no estudo." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/teencope-tela-diabetes.png" width="600" height="398" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/teencope-tela-diabetes.png 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/teencope-tela-diabetes-362x240.png 362w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-4515" class="wp-caption-text">O programa para computador TeenScope, para jovens com diabetes, foi um dos testados no estudo.</figcaption></figure>
<p>Os resultados mostraram que os jovens que fizeram tanto o treinamento <em>TeenCope</em> quanto aqueles que concluíram o <em>Managing Diabetes</em> mantiveram qualidade de vida estável e mostraram aumentos irrisórios nos níveis de <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> ao longo do período de treinamento. Os resultados espantosos surgiram quanto estes adolescentes foram comparados àqueles que utilizaram ambos os programas de computador.</p>
<p>Os adolescentes que fizeram os dois treinamentos online, ao final do estudo, tiveram menores índices de hemoglobina glicada, stress e conflitos familiares relacionados ao diabetes. Ao mesmo tempo, mostraram melhor qualidade de vida, aceitação social e habilidade em administrar a doença. Todos estes fatores provam que, de fato, os programas online parecem ser bastante eficientes em educar os jovens com diabetes e a estimulá-los a cuidar melhor de si próprios.</p>
<p>Os cientistas concluíram também que a internet é um meio eficiente para utilizar tais tipos de programas de educação. Será que um dia veremos programas online como os dois testados ficarem populares também no Brasil?</p>
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		<title>Dormir pouco muda muito o nosso corpo</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/dormir-pouco-muda-muito-o-nosso-corpo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2013 22:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
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		<category><![CDATA[genética]]></category>
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		<category><![CDATA[Proceedings of the National Academy of Sciences]]></category>
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		<category><![CDATA[sono]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Surrey]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo indica que poucas horas de sono por noite modifica processos importantes do organismo &#8211; podendo até mesmo ter influência no diabetes tipo 2. Já imaginou poder comparar a maneira como o corpo de uma mesma pessoa funciona sob duas situações diferentes: após ela passar uma semana dormindo gostosamente (até 10 horas por noite) e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo indica que poucas horas de sono por noite modifica processos importantes do organismo &#8211; podendo até mesmo ter influência no diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-3735"></span></p>
 Adolescentes são o grupo que, no geral, dorme menos horas por noite. Como isto afeta sua saúde?
<p>Já imaginou poder comparar a maneira como o corpo de uma mesma pessoa funciona sob duas situações diferentes: após ela passar uma semana dormindo gostosamente (até 10 horas por noite) e depois de uma semana com menos de seis horas de sono? Será que nosso corpo &#8220;sentiria&#8221;, por dentro, esta mudança nos padrões de sono?</p>
<p>Foi exatamente esta questão que uma equipe de cientistas da Universidade de Surrey, na Inglaterra, resolveu investigar, com a ajuda de 26 voluntário, de idades entre 23 e 31 anos. O estudo foi publicado na última edição da revista <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/"><em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em></a>.</p>
<p>A pesquisa revela que foram encontradas, sim, diferenças no funcionamento interno do organismo de acordo com o número de horas dormidas. E que estas variações são super abrangentes e importantes para a nossa saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A genética do sono</strong></p>
<p>Os cientistas ingleses descobriram que, após a semana na qual os voluntários dormiram pouco (ou seja, por seis horas ou menos), a atividade de 711 genes mostrava grandes diferenças &#8211; 444 deles tiveram ação suprimida e 267 indicaram maior atividade.</p>
<p>Como os <a title="Genes contra a diabetes" href="http://www.diabeticool.com/genes-contra-a-diabetes/">genes</a> são os responsáveis por dar as instruções para a produção de proteínas, e as proteínas são peças fundamentais do funcionamento das nossas células,<strong> a falta de sono alterou de maneira acentuada a bioquímica do organismo</strong>. Os genes analisados são envolvidos com o sistema imune, o metabolismo, a resposta inflamatória e ao stress, e também com o controle do relógio biológico; portanto, é provável que todas estas atividades tenham sido também alteradas de maneira considerável.</p>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O efeito do dormir pouco no corpo</strong></p>
<p>De acordo com os cientistas, modificações no funcionamento de genes envolvidos com processos tão importantes do corpo humano, como o metabolismo e a inflamação, poderiam dar início a &#8211; ou até mesmo piorar &#8211; patologias como a obesidade e o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a>.</p>
<p>Disse o professor Colin Smith, um dos autores do trabalho: &#8220;[Os resultados] são de apenas uma semana de restrição de sono, que foi de cinco horas e meia ou seis horas por noite. Muitas pessoas dormem este tanto durante semanas, meses e talvez até anos, então nós não temos idéia do quão pior as coisas podem ser.&#8221; O problema, de acordo com o cientista, é que os processos desencadeados pelas alterações nos genes podem danificar tecidos e células, levando à gradativa piora da saúde.</p>
<p>&#8220;É bastante claro que <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">dormir</a> é um fator crítico para a reconstrução do organismo e para a manutenção de um estado funcional. [Sem ele], todos os tipos de danos parecem surgir.&#8221;, completou Collins. &#8220;Se nós não formos capazes de repôr e substituir novas células, isto resultará em doenças degenerativas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Revelações</strong></p>
<p>Muitos especialistas em saúde entrevistados pela mídia internacional notaram a importância deste estudo, salientando o quão interessante é saber o grande número de genes cuja atividade é modificada pelo sono. Porém, eles notam que, caso uma pessoa esteja <em>acostumada</em> a dormir pouco todas as noites, é possível que os efeitos observados na ativação dos genes seja também modulado, evitando o aparecimento de doenças.</p>
<p>Seja como for, o trabalho da Universidade de Surrey corrobora parte das conclusões de outro estudo comentado pelo <strong>Diabeticool</strong> no ano passado, o qual também relaciona dormir pouco com o desenvolvimento de diabetes tipo 2 (leia em &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/um-bom-motivo-para-colocar-a-molecada-na-cama/"><strong>Um bom motivo para colocar a molecada na cama</strong></a>&#8220;, de 1.10.2012)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A importância de manter a calma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Masuma Novak]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[tensão]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Gothenburg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa de mais de 35 anos de duração mostra que stress pode levar ao diabetes tipo 2. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Através de um estudo que durou mais de 35 anos, pesquisadores suecos da Universidade de Gothenburg acreditam ter estabelecido uma relação direta entre o alto nível de stress e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Pesquisa de mais de 35 anos de duração mostra que stress pode levar ao diabetes tipo 2.</i> <span id="more-3579"></span></p>
<p style="text-align: center">
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>Através de um estudo que durou mais de 35 anos, pesquisadores suecos da Universidade de Gothenburg acreditam ter estabelecido uma relação direta entre o alto nível de <strong>stress</strong> e o <a title="O Diabetes e o Alzheimer" href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-e-o-alzheimer/">diabetes tipo 2</a>. Desde o final da década de 70, 7494 homens sem histórico de diabetes, doenças cardíacas e derrames, foram acompanhados e testados regularmente para a determinação de seus níveis de stress. Dentre eles, 899 desenvolveram diabetes. Após análise, os resultados da pesquisa indicam que o stress pode levar a um aumento expressivo na probabilidade do desenvolvimento de diabetes tipo 2.</p>
<p>Para se avaliar os níveis de <a title="Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!" href="http://www.diabeticool.com/como-melhorar-o-humor-a-glicemia-e-a-qualidade-de-vida-da-maneira-mais-simples-possivel/">stress</a>, foram utilizados questionários contendo perguntas sobre ansiedade, irritabilidade, tensão e dificuldades para dormir relacionadas a problemas em casa ou no trabalho. Dentre os homens estudados, 15,5% relataram altos níveis de stress. Nesse grupo, a incidência de diabetes tipo 2 foi 37% maior quando comparada àquela de homens que apresentavam pouco ou nenhum stress. Os resultados levaram em consideração fatores como idade, classe socioeconômica, sedentarismo e hipertensão.</p>
<p>Uma das maneiras como o stress pode agir é de forma indireta, pois está frequentemente associado a comportamentos não saudáveis. A má alimentação, por exemplo, pode levar à <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">obesidade</a>, fator de risco para o diabetes tipo 2. Porém, os autores do estudo acreditam que o stress pode agir também de forma direta. Altos níveis de stress podem levar a uma maior produção de cortisol, que por sua vez pode interferir na ação da insulina sobre a glicose.</p>
<p>A descoberta que o stress está relacionado diretamente com o diabetes tipo 2 possui importância também para se pensar em novos meios de prevenção do diabetes. “Hoje, o stress não é reconhecido como uma causa evitável do diabetes”, diz Masuma Novak, pesquisador que liderou o estudo. “O impacto significativo do stress no desenvolvimento do diabetes, demonstrado em nossa pesquisa, enfatiza a necessidade da criação de estratégias preventivas especificamente para esse fator. Tais estratégias poderiam incluir medidas como o reconhecimento do stress como causa potencial do diabetes em combinação com dietas adequadas, prática de exercícios físicos e controle do peso.”</p>
<p>Para saber mais, acesse o artigo científico original <span class="removed_link" title="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/dme.12037/full"><strong>clicando aqui</strong></span><strong>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3;border: 2px solid black;padding: 10px">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[A1c]]></category>
		<category><![CDATA[Bastyr Center for Natural Health]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Complementary and Alternativa Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Bradley]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O óbvio finalmente ulula nas páginas científicas: quando médicos investem um tantinho a mais de tempo em seus pacientes, o tratamento do diabetes melhora um tantão O que pode ser feito a fim de melhorar a qualidade de vida do diabético e minimizar os ônus de se viver com a condição? Uma alternativa que parece &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O óbvio finalmente ulula nas páginas científicas: quando médicos investem um tantinho a mais de tempo em seus pacientes, o tratamento do diabetes melhora um tantão</em></p>
<p><span id="more-577"></span><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/medica-feliz1.jpg"></span><br />
O que pode ser feito a fim de melhorar a qualidade de vida do diabético e minimizar os ônus de se viver com a condição? Uma alternativa que parece bem óbvia é caprichar no acompanhamento do diabetes e fornecer total apoio, seja na forma de maior contacto com pessoas na mesma situação, seja informando o paciente o melhor possível. Felizmente, <span style="color: #334c80;">o óbvio tornou-se Ciência: um estudo publicado no respeitado periódico <em>BMC Complementary and Alternativa Medicine</em> descobriu que diabéticos que recebiam um acompanhamento complementar nota 10 possuíam indicadores de saúde muito melhores que o padrão.</span></p>
<p>E o que seria um &#8220;acompanhamento nota 10&#8221;? Além das drogas normalmente receitadas e do aconselhamento básico, os médicos envolvidos no estudo passaram a simplesmente cuidar dos níveis de stress dos seus pacientes (diabéticos tipo 2) e a atentar para sua alimentação, fornecendo dicas de nutrição e suplementos alimentares.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Essas medidas, aparentemente bobinhas e óbvias &#8211; mas que raramente são praticadas, nós sabemos&#8230; -, resultaram no seguinte: após seis meses, os diabéticos no estudo mostraram estar muito mais motivados a cuidar de si próprios, melhoraram o humor e estavam mais consistentemente monitorando sua glicemia, apresentando níveis de hemoglobina A1c 1% menores do que antes da pesquisa.</span></p>
<p>&#8220;A novidade é encorajadora para aqueles lutando contra o diabetes. Pacientes envolvidos no estudo citaram os benefícios de se tentar abordagens diferenciadas a fim de encontrarmos a melhor maneira de minimizar os efeitos do diabetes tipo 2.&#8221;, disse o dr. Ryan Bradley, diretor da Clínica de Diabetes e Bem-estar Cardiovascular do <em>Bastyr Center for Natural Health</em> e incluído deste estudo &#8220;alternativo&#8221; e muito bem-vindo!</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1499" target="_blank" rel="noopener">Ambro / FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-melhorar-o-humor-a-glicemia-e-a-qualidade-de-vida-da-maneira-mais-simples-possivel/">Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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