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	<title>leptina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Pesquisa aponta as causas do diabetes gestacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 13:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa, doença é mais comum em grávidas com sobrepeso. Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investiga as causas de mulheres com sobrepeso desenvolverem diabetes gestacional e pré-eclâmpsia (pressão alta) durante a gravidez com mais frequência que as mais magras. O estudo visa ajudar os médicos a identificar mais precocemente os problemas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo pesquisa, doença é mais comum em grávidas com sobrepeso.</em><span id="more-6654"></span></p>
<p>Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investiga as causas de mulheres com sobrepeso desenvolverem <a title="Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-pode-trazer-riscos-para-a-mae-e-o-bebe/">diabetes gestacional</a> e pré-eclâmpsia (pressão alta) durante a gravidez com mais frequência que as mais magras. O estudo visa ajudar os médicos a identificar mais precocemente os problemas na gestação antes que eles apareçam, além de melhorar o tratamento.</p>
<p>Segundo Silvia Daher, coordenadora do Laboratório de Obstetrícia Fisiológica Experimental da Unifesp, as primeiras descobertas do estudo, que começou há pelos menos quatro anos, estão ligadas a duas substâncias produzidas principalmente por tecido adiposo, aquele que aumenta conforme a pessoa engorda.</p>
<p>Descobriu-se que a substância <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">adiponectina</a>, responsável pela diminuição da glicemia, estava presente em menor quantidade nas mulheres com sobrepeso. Isso significa que esse grupo tem mais chance de aumento da glicemia. “Pode-se ter mais inflamação porque ela faz falta”, explicou.</p>
<p>Outra substância investigada foi a <a title="Insulina é essencial para diabéticos?" href="http://www.diabeticool.com/insulina-e-essencial-para-diabeticos/">leptina</a>. A pesquisa científica constatou que ela estava presente em maior quantidade entre as mulheres com sobrepeso, segundo o estudo. “Apesar de ser inicialmente definida como hormônio da saciedade, quando aumenta demais (a leptina) não tem mais esse efeito. Mexe nos mecanismos imunológicos e piora toda a inflamação e resistência à insulina”, disse a pesquisadora.</p>
<p>De acordo com Silvia, a mulher com sobrepeso tem Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25 e, a partir de 30, é considera obesa. O sobrepeso, alertou, duplica a chance de desenvolvimento da pressão alta na gravidez. “A mulher tem mais chance de ser uma hipertensa (posteriormente à gravidez), as criança também têm os seus problemas. É causa de morte materna e de óbito fetal, um problema bastante grave”.</p>
<p>O sobrepeso, além disso, restringe o crescimento do bebê, fazendo com que ele nasça abaixo do peso. Silvia explicou que, nesses casos, há mais chance de parto prematuro.</p>
<p>As mulheres com sobrepeso têm também quatro vezes mais chance de desenvolver diabetes gestacional, ou seja, quando a doença se manifesta mesmo que a paciente nunca tenha sido diagnosticada com diabetes antes. De acordo com a pesquisadora, há chance de que a gestante passe a ter diabetes tipo 2 após o nascimento da criança.</p>
<p>Para a mãe, além de aumento do risco de cesareana, o diabetes gestacional pode estar associado à toxemia, uma condição da gravidez que provoca pressão alta e geralmente pode ser detectado pelo aparecimento de um inocente inchaço das pernas, mas que pode evoluir para a eclâmpsia, com elevado risco de mortalidade materno-fetal e parto prematuro.</p>
<p>Diante de tantos riscos potenciais, é essencial que as futuras mamães façam exames para checar a taxa de açúcar no sangue durante o pré-natal, segundo médicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crianças podem nascer em boas condições de saúde</strong></p>
<p>Apesar do diabetes gestacional ser considerado uma situação de gravidez de alto risco, os cuidados médicos e o envolvimento da gestante possibilitam que a gestação corra tranquilamente e que os bebês nasçam no momento adequado e em boas condições de saúde, segundo especialistas.</p>
<p>Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença.</p>
<p>“O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é diagnosticada, pela primeira vez, durante a gravidez. Pode atingir até 7% das grávidas, mas não impede uma gestação tranquila, quando é diagnosticado precocemente e recebe acompanhamento médico, durante a gestação e após o nascimento do bebê”, explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Centro Integrado de Terapia Nutricional (Citen).</p>
<p>Várias são as mudanças metabólicas e hormonais que ocorrem na gestação. Uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar &#8211; ou até mesmo bloquear &#8211; a ação da insulina materna.</p>
<p>Para a maioria das gestantes, isso não chega a ser um problema, pois o próprio corpo compensa o desequilíbrio, aumentando a fabricação de insulina. Entretanto, nem todas as mulheres reagem desta maneira. Por isso, é tão importante detectar o distúrbio o mais cedo possível.</p>
<p>“O tratamento do diabetes gestacional tem por objetivo diminuir a taxa de macrossomia &#8211; os grandes bebês filhos de mães diabéticas &#8211; e evitar a queda do açúcar do sangue do bebê ao nascer e diminuir a incidência da cesareana”, diz Ellen.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.d24am.com/noticias/saude/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/104647" target="_blank" rel="nofollow">D42am</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/">Pesquisa aponta as causas do diabetes gestacional</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Menos de 6 horas de sono, chances 30% maiores de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2013 13:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quantidade de sono também importa na hora de prevenir o diabetes tipo 2. Veja por que dormir pouco faz mal à saúde e descubra outros dados interessantes que uma recente pesquisa identificou. Nova pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Newcastle mostrou que: Dormir menos de 6 horas por noite aumenta em 30% as &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A quantidade de sono também importa na hora de prevenir o diabetes tipo 2. Veja por que dormir pouco faz mal à saúde e descubra outros dados interessantes que uma recente pesquisa identificou.</em><span id="more-6213"></span></p>
<p>Nova pesquisa realizada por cientistas da <a title="Homem vence diabetes em 11 dias com dieta radical" href="http://www.diabeticool.com/blog-homem-vence-diabetes-em-11-dias-com-dieta-radical/">Universidade de Newcastle</a> mostrou que:</p>
<ul>
<li>Dormir menos de 6 horas por noite aumenta em 30% as chances de diabetes tipo 2 e, também, de desenvolver resistência à insulina;</li>
<li>Nenhuma associação foi encontrada entre dormir muito (mais de 9h) e riscos de diabetes;</li>
<li>Dormir menos de 7 horas OU mais de 10 horas aumenta as chances de obesidade.</li>
</ul>
<p>O trabalho é um meta-estudo baseado em dados de mais de 200 mil adultos com mais de 45 anos. Apesar dos dados serem estatisticamente significantes, os pesquisadores não checaram quantos dos voluntários já tinham diabetes tipo 2 antes de darem detalhes sobre seu padrão de sono. Além disso, a pesquisa não buscou determinar quais participantes tinham algum problema de sono.</p>
<p>A explicação dos pesquisadores para o aumento no risco de diabetes tipo 2 é que pouco sono leva à maior produção do hormônio que estimula o apetite (<a title="Café da manhã “gordo” e farto melhora saúde de diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/cafe-da-manha-gordo-e-farto-melhora-saude-de-diabeticos/">grelina</a>), além de diminuir a produção do hormônio &#8220;contrário&#8221; (<a title="Insulina é essencial para diabéticos?" href="http://www.diabeticool.com/insulina-e-essencial-para-diabeticos/">leptina</a>), o qual diminui a vontade de comer. Com isto, a pessoa sente mais fome e corre maiores riscos de ter sobrepeso e obesidade, dois dos fatores de risco mais fortes para o diabetes tipo 2.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/menos-de-6-horas-de-sono-chances-30-maiores-de-diabetes/">Menos de 6 horas de sono, chances 30% maiores de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Insulina é essencial para diabéticos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 21:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro Médico Southwestern]]></category>
		<category><![CDATA[científica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa recém-publicada indica que a insulina talvez não seja tão importante assim para quem está com diabetes. Por enquanto a resposta à pergunta que dá título a esta matéria é um sonoro &#8220;sim&#8220;. Mas uma descoberta científica põe em cheque o papel central da insulina no tratamento de quem está com diabetes. Já faz &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa recém-publicada indica que a insulina talvez não seja tão importante assim para quem está com diabetes.</em></p>
<p><span id="more-5202"></span></p>
<p>Por enquanto a resposta à pergunta que dá título a esta matéria é um sonoro &#8220;<strong>sim</strong>&#8220;. Mas uma descoberta científica põe em cheque o papel central da insulina no tratamento de quem está com diabetes.</p>
<p>Já faz décadas que a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina </a>é a companheira diária de milhões de diabéticos no mundo todo, tenham eles o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">tipo 1</a> ou o tipo 2 da condição. A insulina é o hormônio que ajuda a retirar o excesso de açúcar no sangue de quem está com diabetes e é considerada o tratamento-padrão para boa parte dos pacientes. <strong>Mas este reinado terapêutico pode estar com os dias contados</strong>.</p>
<p>Uma pesquisa realizada por cientistas do Centro Médico Southwestern da Universidade do Texas, nos EUA, mostrou que um outro hormônio naturalmente presente no corpo humano, a <strong>leptina</strong>, pode muito bem fazer o papel da insulina no controle da glicemia. Melhor ainda, a leptina seria capaz de fazer isto evitando um dos efeitos colaterais mais perigosos do uso da insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAMUNDONGOS SOBREVIVERAM SEM NENHUMA INSULINA</strong></p>
<p>A idéia do estudo em questão foi descobrir se seres vivos como nós seriam capazes de sobreviver sem insulina no organismo, somente a leptina.</p>
<p>Para isto, os cientistas utilizaram camundongos (animais que possuem fisiologia bastante similar à nossa) geneticamente modificados para que não produzissem insulina alguma. Destes camundongos, um grupo passou a receber regularmente doses do hormônio leptina, e o outro não. Em pouco tempo, os animais do segundo grupo vieram a falecer, enquanto que os do primeiro grupo <strong>sobreviveram normalmente</strong>.</p>
<p>Ou seja, a leptina parece ser, sim, capaz de controlar a quantidade de açúcar no sangue, mesmo na total ausência de insulina.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS SOBRE A LEPTINA EM &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-mais-importante-o-que-voce-come-ou-quando-voce-come/">O QUE É MAIS IMPORTANTE: O QUE VOCÊ COME OU QUANDO VOCÊ COME?</a>&#8220;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE AINDA NÃO EXISTE UM TRATAMENTO DE LEPTINA PARA NÓS?</strong></p>
<p>A grande novidade desta pesquisa &#8211; e que abre oportunidades terapêuticas inéditas para os seres humanos &#8211; é que ela permitiu a descoberta, pela primeira vez, das vias moleculares ativadas quando há somente leptina (e não insulina) no corpo.</p>
<p>No caso, descobriu-se que o hormônio atua sobre neurônios específicos do hipotálamo, que é uma parte importantíssima do cérebro no controle do nosso organismo.</p>
<p>Até então, os cientistas já sabiam que a leptina tinha uma certa influência positiva no manejo da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>&#8211; e portanto do diabetes -, mas ninguém sabia o porquê disto. <strong>Agora, com as vias moleculares desvendadas, os pesquisadores podem trabalhar em novas frentes de pesquisa para tratamentos antidiabéticos</strong>.</p>
<p>Uma outra boa notícia é que, apesar de ajudar no controle da glicemia assim como a insulina, a leptina é <strong>incapaz</strong> de provocar problemas sérios de saúde como a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>Já pensou tomar um remédio para controlar a quantidade de açúcar no sangue sem se preocupar com efeitos indesejáveis como a hipoglicemia? Torçamos para que, em breve, esta seja uma realidade. O <strong>Diabeticool</strong> ficará de olho no desenvolvimento desta nova e promissora linha de pesquisas!</p>
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		<title>O que é mais importante: o que você come ou quando você come?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Feb 2013 12:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O horário em que grandes refeições são feitas é o segredo para se perder peso, garantem pesquisadores. Fazer dieta é um pesadelo inescapável para muita gente. Na busca por reduzir o peso e as dimensões corporais vale de tudo. Inclusive seguir algumas das incontáveis dietas milagrosas que surgem a cada ano (como a &#8220;dieta da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O horário em que grandes refeições são feitas é o segredo para se perder peso, garantem pesquisadores.</em></p>
<p><span id="more-3109"></span></p>
<p>Fazer <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/dietas/">dieta </a>é um pesadelo inescapável para muita gente. Na busca por reduzir o peso e as dimensões corporais vale de tudo. Inclusive seguir algumas das incontáveis dietas milagrosas que surgem a cada ano (como a &#8220;dieta da alcachofra&#8221;, a &#8220;dieta do mamão&#8221; etc &#8230;). A maior parte dos programas de emagrecimento que prometem resultados rápidos e sem esforços costuma ser ótima em marketing, porém peca em um detalhe: dificilmente funcionam. Nestas horas, vale a pena voltar as atenções para o que a Ciência tem descoberto sobre o metabolismo humano e sobre as melhores e mais saudáveis maneiras de se perder peso.</p>
<p>Uma grande equipe de pesquisadores, espalhados por dois continentes, estudou a influência do <strong>horário das refeições</strong> na perda de peso. Isto é, a maior parte dos programas de dieta são centrados no balanceamento entre a quantidade de calorias ingeridas e aquelas queimadas pelo corpo. Mas ninguém havia estudado a fundo, até então, a influência da hora em que as refeições são feitas na perda de peso.</p>
<p>O trabalho foi publicado na edição do dia 29 de janeiro de 2013 do periódico científico <em>International Journal of Obesity</em> e conta com a participação de cientistas da Universidade Tufts, nos EUA, e da Universidade de Murcia, na Espanha, além da equipe médica do hopital <a title="Produtos de beleza podem causar diabetes. Será mesmo?" href="http://www.diabeticool.com/produtos-de-beleza-podem-causar-diabetes-sera-mesmo/">Brigham and Women</a>, em Boston.</p>
<p>A pesquisa acompanhou dois grupos de adultos acima do peso na Espanha, durante 20 semanas. No total, participaram do estudo 420 pessoas. Neste período, todas elas foram matriculadas em um mesmo programa de perda de peso.</p>
<p>Os 420 voluntários foram separados em um grupo que almoçava cedo (antes das 3 horas da tarde) e outro que almoçava tarde (após as 15h). Foram os próprios voluntários que escolheram os horários, nos quais normalmente comiam. Na Espanha, assim como no Brasil, o almoço costuma ser a maior refeição do dia, respondendo por pelo menos 40% das calorias diárias ingeridas.</p>
 As delícias da culinária espanhola são um convite à gula.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O melhor horário para uma farta refeição</strong></p>
<p>O resultado da pesquisa indica que quem comeu mais tarde &#8211; ou seja, almoçou após as 15h &#8211; <strong>emagreceu menos</strong> do que quem almoçou cedo. Além disso, a <strong><a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">sensibilidade à insulina</a></strong> mostrou-se menor em quem almoçou tarde, o que é um fator de risco grave para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a>.</p>
<p>&#8220;Este é o primeiro estudo prospectivo em larga escala a demonstrar que é possível predizer a eficiência de dietas através do horário das refeições&#8221;, disse Frank Scheer, diretor do Programa Médico de Cronobiologia e neurocientista do hospital Brigham and Women, professor de medicina na Escola Médica de Harvard e principal autor do trabalho. &#8220;Nossos resultados indicam que quem comeu tarde teve uma taxa de perda de peso menor e perdeu menos peso do que quem comeu cedo. Isto sugere que o horário das grandes refeições pode ser um fator importante em programas de perda de peso.&#8221;</p>
<p>Para terem certeza de que era apenas o horário do almoço que influenciava na perda de peso, os cientistas estudaram a relevância de outros fatores, como os horários das demais refeições do dia, os efeitos dos &#8220;hormônios da fome&#8221; (leptina e <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">grelina</a>) e duração do sono. Nenhuma correlação entre estes elementos e a dieta foi encontrada.</p>
<p>Marta Garaulet, PhD, professora de fisiologia na Universidade de Murcia e participante dos estudos, acredita que sua descoberta deve ser incorporada imediatamente nos programas de dietas. Ela explica: &#8220;Este estudo reforça a idéia de que o horário de ingestão de alimentos pode ter um papel significante na regulação do peso. Novas estratégias terapêuticas devem abranger não apenas a ingestão de calorias e a distribuição dos macronutrientes, como é classicamente feito, mas também o horário das refeições&#8221;.</p>
<figure id="attachment_3178" aria-describedby="caption-attachment-3178" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-3178 " alt="A cidade de Murcia, na Espanha, onde a pesquisa foi realizada, possui um Cristo semelhante ao do Rio." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes.jpg" width="1024" height="682" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes.jpg 1024w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cristo-redentor-murcia-espanha-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-3178" class="wp-caption-text">Curiosidade: a cidade de Murcia, na Espanha, onde a pesquisa foi realizada, possui um Cristo bastante semelhante ao do Rio.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova maneira de fazer dieta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 22:02:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa. Muçulmanos de todo o mundo costumam fazer jejum durante o Ramadã, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-1935"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/comendo-massa-diabetes/"></span>Muçulmanos de todo o mundo costumam <a title="O perigoso jejum do Ramadan" href="http://www.diabeticool.com/o-perigoso-jejum-do-ramadan/">fazer jejum durante o Ramadã</a>, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia e ingerir alimentos ricos em carboidratos à noite. Cientistas israelenses resolveram estudar o que acontecia com o corpo humano durante este jejum prolongado e descobriram algo intrigante: o comportamento do hormônio <strong>leptina</strong> se alterava profundamente. Sabendo que a leptina é considerada o hormônio da saciedade, os pesquisadores decidiram testar uma nova maneira de se fazer dieta. Os resultados podem mudar a maneira como pensamos sobre perder peso.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Sigal Sofer e Zecharia Madar, da Universidade Hebraica, em Jerusalém. Zecharia, professor emérito da Universidade e atual cientista-chefe do Ministério da Educação israelense,disse que &#8220;<strong>as descobertas lançam as bases para uma dieta mais apropriada àquelas pessoas que têm dificuldade em manter um regime durante muito tempo</strong>&#8220;. &#8220;O próximo passo é entender os mecanismos que levaram aos resultados obtidos&#8221;, afirmou.</p>
<p>E que resultados foram estes? A pesquisa acompanhou durante 6 meses mais de 60 policiais. Metade deles foi orientada a comer uma dieta-padrão para perder peso (na qual o consumo de carboidratos era constante ao longo do dia), enquanto a outra metade recebeu a dieta experimental (na qual só havia <a title="Pequeno Guia de Comidas Enganosas" href="http://www.diabeticool.com/pequeno-guia-de-comidas-enganosas/">carboidratos </a>na janta). Após os seis meses,<strong> o grupo na dieta experimental apresentou menores índices de fome, melhores medições de peso, circunferência abdominal e gordura corporal, melhores leituras bioquímicas (açúcar e lipídios no sangue) e, também, respostas melhores à <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">inflamação</a>.</strong></p>
<p>Se estes resultados já parecem ótimos, <strong>as melhores notícias vêm agora</strong>. Sofer e Madar estudaram com atenção as mudanças que ocorreram nas taxas de secreção de três hormônios ao longo dos seis meses. Resumimos os resultados abaixo:</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Leptina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da saciedade&#8221; &#8211; isto é, quando se encontra em altas taxas no sangue, a pessoa sente menos fome. Normalmente, suas taxas são baixas ao longo do dia (= fome!) e altas durante a noite (= saciedade). Os policiais na dieta experimental mostraram taxas progressivamente mais altas de leptina ao longo do dia, com picos no final da tarde (ou seja, sentiram-se com menos fome ao longo de todo o dia).</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Grelina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da fome&#8221; &#8211; isto é, quanto mais grelina, mais fome se sente. Normalmente, como dá para imaginar, suas taxas são altas durante o dia e baixas à noite. Os voluntários da pesquisa tiveram secreção de grelina baixa durante todo o dia, mostrando picos apenas à noite &#8211; justamente quando poderiam se alimentar com carboidratos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Adiponectina</strong></span>: é considerada a ligação entre diabetes, <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">obesidade </a>e a<a title="Fomos feitos para dormir bem" href="http://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/"> síndrome metabólica</a>. Em pessoas obesas, a secreção deste hormônio é baixa durante todo o dia. Nos participantes do estudo, a adiponectina for secretada em taxas elevadas ao longo do dia inteiro.</p>
<p>Ou seja, além ser ótima para a saúde no geral, a dieta rica em carboidratos à noite ainda modulou de maneira positiva a secreção de hormônios que, quando desregulados, podem levar à obesidade, diabetes e <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a>. Comer pães e massas na janta nunca pareceu tão saboroso!</p>
<p><em>Aproveite e veja a nossa receita especial de <a href="http://www.diabeticool.com/receita-leve-para-diabeticos-club-sandwich-de-peru/">Club Sandwich de Peru</a>, uma ótima pedida na hora do jantar!</em></p>
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