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	<title>glucagon | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Retrospectiva 2019: novas maneiras de combater a hipoglicemia com glucagon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 13:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[coma hipoglicêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta matéria faz parte do especial do Diabeticool sobre o ano de 2019 para quem convive com o diabetes. Quais foram as grandes notícias, descobertas, aprimoramentos e novidades para nós? Confira a seguir o que mudou no ano passado quando o assunto é hipoglicemia. &#160; Quem está com diabetes, em especial o tipo 1, ou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;">Esta matéria faz parte do especial do <strong>Diabeticool</strong> sobre o ano de 2019 para quem convive com o diabetes. Quais foram as grandes notícias, descobertas, aprimoramentos e novidades para nós? Confira a seguir o que mudou no ano passado quando o assunto é <em>hipoglicemia.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-10707" src="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-atencao-com-a-hipoglicemia.jpg?lossy=1&strip=1&webp=1" alt="Diabeticool - atencao com a hipoglicemia" width="235" height="221" /><span class="bdaia-shory-dropcap bdaia-shory-dropcap1" >Q</span>uem está com diabetes, em especial <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/"><strong>o tipo 1</strong></a>, ou acompanha uma pessoa nesta situação, bem sabe dos perigos da <a href="https://www.diabeticool.com/hipoglicemia-noturna-voce-avisa-seu-medico-quando-ela-acontece/"><strong>hipoglicemia</strong></a>. Tal condição ocorre quando os níveis de açúcar no sangue atingem valores menores que 70 mg/dl (<em>este valor varia de pessoa para pessoa</em>), e costuma aparecer durante períodos de jejum ou como decorrência do uso indevido da <a href="https://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/"><strong>insulina</strong></a>. É comum, também, a hipoglicemia surgir após exercícios físicos ou consumo de álcool. Ela pode (e deve!) ser evitada, por meio de um controle glicêmico rigoroso &#8211; isto é, a pessoa precisa seguir cuidadosamente as orientações médicas sobre o tipo de alimentação ideal e a quantidade de insulina a ser aplicada, respeitando sempre os horários.</p>
<p>Mas, quando a hipoglicemia acontece, o necessário é agir rápido. Ao perceber os primeiros sintomas da hipoglicemia (<em>confira abaixo quais são eles</em>), é comum as pessoas bem orientadas já ingerirem rapidamente um copo de suco de laranja, por exemplo, ou um sachê de açúcar. Cerca de 15 a 20g de açúcar são indicados nessas situações. Mesmo assim, podem ocorrer casos ainda mais graves, quando a pessoa com diabetes está com níveis de açúcar no sangue tão baixos que <strong>desmaia</strong>, perdendo completamente a consciência. Este é o chamado <strong>coma hipoglicêmico</strong>. Tais quadros são rapidamente revertidos em hospitais, por meio da injeção de glicose na veia. Quando não há hospitais por perto ou quando o tempo é crítico, uma alternativa é injetar <strong>glucagon</strong>, um hormônio que funciona como o &#8220;oposto&#8221; da insulina, aumentando os níveis de açúcar no sangue.</p>
<blockquote><p>No Brasil, temos só uma apresentação comercial do Glucagon, sob o nome comercial de Glucagen®, fabricado pelo laboratório Novo Nordisk.</p></blockquote>
<p>E é justamente com relação ao glucagon que 2019 trouxe ótimas notícias, como veremos a seguir!</p>
<div style="margin: 40px auto; padding: 7%; background: #f5f6f7;">
<div style="background: white; padding: 20px; box-shadow: 1px 5px 20px rgba(0, 0, 0, 0.28);">
<h3><span style="color: #00ace6;">QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA HIPOGLICEMIA?</span></h3>
<p>De acordo com a <span class="removed_link" title="https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes/hipoglicemia">Sociedade Brasileira de Diabetes</span>, os sintomas a seguir são característicos da hipoglicemia e servem de sinal de alerta:</p>
<p><strong>SINTOMAS FÍSICOS</strong></p>
<ul>
<li>Tremedeira</li>
<li>Suores e calafrios</li>
<li>Taquicardia (coração batendo mais rápido que o normal)</li>
<li>Fome e náusea</li>
<li>Sonolência</li>
<li>Visão embaçada</li>
<li>Sensação de formigamento ou dormência nos lábios e na língua</li>
<li>Dor de cabeça</li>
<li>Fraqueza e fadiga</li>
<li>Falta de coordenação motora</li>
<li>Convulsões</li>
</ul>
<p><strong>SINTOMAS MENTAIS</strong></p>
<ul>
<li>Nervosismo e ansiedade</li>
<li>Irritabilidade e impaciência</li>
<li>Confusão mental e até delírio</li>
<li>Tontura ou vertigem</li>
<li>Raiva ou tristeza</li>
<li>Pesadelos, choro durante o sono</li>
<li>Inconsciência</li>
</ul>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2>NOVIDADES DE 2019: NOVOS GLUCAGONS PARA COMBATER A HIPOGLICEMIA</h2>
<p>Primeiramente, é preciso saber como se usa glucagon hoje em dia.</p>
<figure id="attachment_10719" aria-describedby="caption-attachment-10719" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-10719 size-full" src="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-glucagen-embalagem-novo-nordisk.jpg?lossy=1&strip=1&webp=1" alt="Diabeticool - glucagen embalagem novo nordisk" width="700" height="352" srcset="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-glucagen-embalagem-novo-nordisk.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 700w, https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-glucagen-embalagem-novo-nordisk-415x209.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 415w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-10719" class="wp-caption-text">O Glucagen®, da Novo Nordisk, é a forma de glucagon encontrada no Brasil.</figcaption></figure>
<p>O Glucagen® é uma embalagem que deve ficar em geladeira e que contém uma ampola de glucagon em pó e uma seringa com água esterilizada. Na hora da aplicação, é necessário misturar o pó à água, agitar bastante a mistura, puxá-la com a seringa e depois aplicá-la, como se fosse insulina. Trata-se de um método eficaz de combater a hipoglicemia severa, mas não chega a ser extremamente prático ou simples, dada a necessidade de ser mantido sob refrigeração e a mistura que deve ser feita antes da aplicação (um passo que, talvez, o cuidador da pessoa com diabetes não tenha capacidade de fazer corretamente em uma situação de nervosismo).</p>
<p>Em 2019, a FDA, agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou duas novas versões do glucagon. Elas se chamam <strong>Baqsimi</strong> e <strong>GVOKE</strong>, e prometem facilitar a maneira como a hipoglicemia severa é combatida. Confira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>BAQSIMI (Eli Lilly. Pó nasal, 3mg.)</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignright wp-image-10715" src="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-BAQSIMI-po-nasal-glucagon.jpg?lossy=1&strip=1&webp=1" alt="Diabeticool - BAQSIMI po nasal glucagon" width="236" height="349" srcset="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-BAQSIMI-po-nasal-glucagon.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 266w, https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-BAQSIMI-po-nasal-glucagon-162x240.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 162w" sizes="(max-width: 236px) 100vw, 236px" />O Baqsimi promete ser revolucionário. Trata-se do primeiro tipo de <strong>glucagon não-injetável</strong> &#8211; ele é administrado <strong>pelo nariz</strong>, via um dispositivo especial. É isso mesmo: é um glucagon &#8220;de cheirar&#8221;, como se fosse um desentupidor nasal.</p>
<p>O Baqsimi foi aprovado em julho pela FDA, e mais ou menos um mês depois já pode ser encontrado nas farmácias dos Estados Unidos. Ele é indicado para pessoa com hipoglicemia severa e com pelo menos 04 anos de idade. Uma embalagem com 02 unidades custa cerca de US$ 560 (ou aproximadamente R$ 2.250,00).</p>
<p>O medicamento não necessita de refrigeração, podendo ser armazenado em locais de até 30ºC. A validade é de 18 meses a dois anos.  Outro ponto interessante é que o pó não precisa ser &#8220;aspirado&#8221;, apenas entrar em contato com a mucosa do nariz. Isso significa que o Baqsimi pode ser administrado até mesmo em pessoas desmaiadas, que não conseguiram &#8220;respirar&#8221; o pó nasal por conta própria.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-10717" src="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-BAQSIMI-po-nasal-glucagon-uso.jpg?lossy=1&strip=1&webp=1" alt="Diabeticool - BAQSIMI po nasal glucagon - uso" width="270" height="270" srcset="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-BAQSIMI-po-nasal-glucagon-uso.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 270w, https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-BAQSIMI-po-nasal-glucagon-uso-240x240.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 240w, https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-BAQSIMI-po-nasal-glucagon-uso-150x150.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 150w" sizes="(max-width: 270px) 100vw, 270px" />De acordo com a fabricante, a eficácia do Baqsimi é idêntica à do glucagon injetável. Todavia, por ser muito mais fácil de aplicar, promete ajudar mais rapidamente a pessoa com hipoglicemia severa, o que pode fazer toda a diferença. Em um pequeno estudo, 94% dos cuidadores conseguiram administrar corretamente o medicamento, perante apenas 13% de sucesso com o glucagon injetável. Além disso, o tempo de administração do Baqsimi foi de meros 16 segundos, enquanto que preparar e aplicar o glucagon injetável levou, em média, 1 minuto e 53 segundos.</p>
<p><span style="color: #016cac;"><strong>Segundo relatos de quem já experimentou o Baqsimi, o efeito é praticamente imediato. A pessoa sente-se melhor e mais lúcida em poucos minutos, e quem usa sensores contínuos de glicemia percebe uma melhora também quase imediata nos níveis de açúcar no sangue.</strong></span></p>
<p>Ou seja, para quem sempre se preocupa com as consequências da hipoglicemia, o Baqsimi chega para radicalizar o tratamento deste problema grave, trazendo rapidez, eficácia e facilidade de manuseio. O problema, como sempre, é o preço, extremamente salgado. E não há previsão de chegada no medicamento no Brasil por ora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>GVOKE (Xeris Pharmaceutical, injeção)</h3>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-10712" src="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-GVOKE-glucagon-injecao-simples.jpg?lossy=1&strip=1&webp=1" alt="Diabeticool - GVOKE glucagon injecao simples" width="700" height="467" srcset="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-GVOKE-glucagon-injecao-simples.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 700w, https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-GVOKE-glucagon-injecao-simples-360x240.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 360w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Outra novidade que chegou às prateleiras das farmácias dos Estados Unidos em outubro do ano passado foi o <strong>GVOKE</strong>. Trata-se de uma caneta para injeção de glucagon contendo uma mistura pré-preparada, e que pode ser guardada em temperatura ambiente. O uso é indicado para pessoas com hipoglicemia severa e que tenham pelo menos 02 anos de idade.</p>
<p>O uso é simples: em caso de hipoglicemia severa, basta retirar a capa protetora da caneta e aplicar a injeção, preferencialmente em braços ou pernas. Uma versão &#8220;automática&#8221; da caneta deverá ser lançada neste ano de 2020.</p>
<figure id="attachment_10711" aria-describedby="caption-attachment-10711" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-10711 size-full" src="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-GVOKE-glucagon-injecao.jpg?lossy=1&strip=1&webp=1" alt="Diabeticool - GVOKE glucagon injecao" width="700" height="338" srcset="https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-GVOKE-glucagon-injecao.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 700w, https://b863587.smushcdn.com/863587/wp-content/uploads/2020/01/Diabeticool-GVOKE-glucagon-injecao-415x200.jpg?lossy=1&amp;strip=1&amp;webp=1 415w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-10711" class="wp-caption-text">Uma versão autoaplicável (imagem acima) deverá ser lançada em 2020.</figcaption></figure>
<p>O medicamento possui duas versões: uma dosagem de 0.5 mg/0.1 mL para crianças e de 1 mg/0.2 mL para adultos. A validade é de dois anos, e pode ser adquirido por cerca de US$ 300 (R$ 1.200,00) em embalagens com 01 injeção.</p>
<blockquote><p>Atenção: não se assuste muito com os preços dos medicamentos mencionados acima. Tratar o diabetes nos EUA é notoriamente caro, e os preços que colocamos são os de prateleira. Quem possui condições utiliza descontos fornecidos por planos de saúde, que reduzem expressivamente os valores dos tratamentos.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A hipoglicemia é um dos grandes inimigos de quem convive com o diabetes e utiliza insulina diariamente. Ter novos e eficazes parceiros nesta batalha é sempre uma boa notícia. Agora, é aguardar para que estes avanços tecnológicos se multipliquem e se traduzam em medicamentos que possam ser utilizados aqui no Brasil também, a um preço acessível a nossa população.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/retrospectiva-2019-novas-maneiras-de-combater-a-hipoglicemia-com-glucagon/">Retrospectiva 2019: novas maneiras de combater a hipoglicemia com glucagon</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pâncreas artificial feito com iPhone é testado com sucesso em diabéticos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-feito-com-iphone-e-testado-com-sucesso-em-diabeticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2014 18:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial portátil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A matéria a seguir, do jornal O Globo, não representa novidade para os leitores do Diabeticool. Ainda assim, vale a pena checar mais esta novidade! BOSTON &#8211; Um pâncreas artificial portátil, construído a partir de um iPhone modificado, regulou com sucesso os níveis de açúcar no sangue em pessoas que têm diabetes tipo 1, segundo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A matéria a seguir, do jornal O Globo, não representa novidade para os leitores do Diabeticool. Ainda assim, vale a pena checar mais esta novidade!</em><br />
<span id="more-7649"></span></p>
<p>BOSTON &#8211; Um <a title="Novo pâncreas artificial faz sucesso em feira e ganha prêmio" href="http://www.diabeticool.com/novo-pancreas-artificial-faz-sucesso-em-feira-e-ganha-premio/">pâncreas artificial</a> portátil, construído a partir de um iPhone modificado, regulou com sucesso os níveis de açúcar no sangue em pessoas que têm diabetes tipo 1, segundo uma pesquisa publicada no “The New England Journal of Medicine” no domingo.</p>
<p>O pâncreas artificial é a última versão de um dispositivo que vem sendo redesenhado por muitos anos. O sistema consiste em um iPhone 4S acoplado a um monitor de glicose, duas bombas, e reservatórios de insulina e glucagon. Um sensor embaixo da pele de um dos lados do abdômen mede a glicose no fluido entre as células, o que corresponde de perto aos níveis de glicose no sangue. O sensor libera uma leitura para o smartphone e o software do smartphone calcula a dose de insulina a cada cinco minutos. O medicamento é, então, bombeado através de tubos finos de dois pontos de infusão minúsculos incorporados sob a pele do outro lado do abdômen do paciente.</p>
<p>O telefone também tem um aplicativo no qual um paciente pode inserir informações imediatamente antes de comer, indicando se a refeição é o café da manhã, almoço ou jantar, e se o conteúdo de carboidratos será pequeno, grande ou típico. Em seguida, ele calcula e distribui as doses adequadas. O dispositivo ainda requer uma picada no dedo duas vezes por dia para obter uma leitura precisa de sangue, o que o paciente entra no telefone.</p>
<p>— Fiquei impressionado como o dispositivo funcionou bem — disse Ed Damiano, da Universidade de Boston University, que trabalhou no projeto.</p>
<p><strong>Testes durante cinco dias</strong></p>
<p>Os desenvolvedores testaram o dispositivo durante cinco dias em dois grupos de pacientes, 20 adultos e 32 adolescentes, comparando os resultados com as leituras obtidas com bombas de insulina convencional que os participantes estavam usando. Os adultos testados tinham, cada um, a constante atenção de uma enfermeira, e eles ficaram hospedados em um hotel para o estudo de cinco dias. Na maioria das vezes eles eram livres para viajar e exercer atividades normais. Os adolescentes, sendo 16 meninos e 16 meninas, viveram sob supervisão em um acampamento de verão para jovens com diabetes.</p>
<p>Christopher Herndon, de 13 anos, testou o aparelho em agosto durante um acampamento para crianças com diabetes. E odiou ter que deixar de usar o dispositivo.</p>
<p>— É como um sonho para os diabéticos, exime da responsabilidade; evita riscos ao organismo e faz com que você se sinta bem o tempo todo — explicou Herndon à rede de TV NBC.</p>
<p>Diabetes tipo 1, que geralmente começa na infância ou na idade adulta jovem, é uma condição crônica em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina, o hormônio que reduz os níveis de açúcar no sangue. A insulina funciona em conjunto com <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">glucagon</a>, um hormônio que aumenta o açúcar no sangue. Juntos, eles mantêm o açúcar no sangue em uma faixa saudável.</p>
<p>Cerca de um terço das pessoas com <a title="Nova caneta de insulina reutilizável para pessoas com diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/nova-caneta-de-insulina-reutilizavel-para-pessoas-com-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> dependem de bombas de insulina para regular o açúcar no sangue, o que elimina a necessidade para injecções e pode ser programado para imitar a libertação natural de insulina. O problema é que essas bombas não se ajustam automaticamente às necessidades de insulina variáveis ​​do paciente, e eles não liberam glucagon. Este novo dispositivo libera ambos os hormônios, e faz isso com pouca intervenção do paciente, a cada cinco minutos.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/pancreas-artificial-feito-com-iphone-testado-com-sucesso-em-diabeticos-12877812" target="_blank" rel="nofollow">O Globo</a></strong></p>
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		<title>Comer 2 vezes ao dia pode ser bom pra tratar diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2014 23:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Hana Kahleova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atitude pode ser melhor do que comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo. Ingerir café da manhã e almoço substanciosos pode auxiliar as pessoas que sofrem de diabetes tipo 2, que atualmente são encorajadas a comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo. &#8220;Nós comparamos a eficiência do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atitude pode ser melhor do que comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo.</em><span id="more-7554"></span></p>
<p>Ingerir <a title="Tomar um bom café da manhã é ótima prevenção ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tomar-um-bom-cafe-da-manha-e-otima-prevencao-ao-diabetes/">café da manhã</a> e almoço substanciosos pode auxiliar as pessoas que sofrem de diabetes tipo 2, que atualmente são encorajadas a comer até seis pequenas porções por dia, revelou um novo estudo.</p>
<p>&#8220;Nós comparamos a eficiência do modelo clássico de cinco, ou seis refeições por dia, com a de duas grandes refeições, café da manhã e almoço, tendo mais ou menos a mesma contagem diária de calorias&#8221;, declarou nesta terça-feira à AFP a pesquisadora Hana Kahleova, do Instituto IKEM de Praga, República Tcheca.</p>
<p>A pesquisa se concentrou em uma amostra de 54 homens e mulheres com idades entre 30 e 70 anos, que sofrem de <a title="O que os ursos podem nos ensinar sobre diabetes e obesidade" href="http://www.diabeticool.com/o-que-os-ursos-podem-nos-ensinar-sobre-diabetes-e-obesidade/">obesidade</a> e diabetes tipo 2, o qual não depende de insulina.</p>
<p>Durante três meses, aqueles que ingeriram refeições maiores duas vezes por dia perderam 1,4 quilo a mais do que os que seguiram o modelo clássico, afirmou Kahleova.</p>
<p>&#8220;Níveis de açúcar, insulina e <a title="Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">glucagon</a> [nr: hormônio que aumenta a concentração de glicose no sangue] em um estômago vazio também caíram mais rapidamente em pacientes que comem de manhã e ao meio-dia, e sua sensibilidade à insulina também melhorou&#8221;, prosseguiu.</p>
<p>Mas a pesquisadora alertou que &#8220;aqueles que tomam insulina não podem começar essa dieta sem consultar um médico&#8221;, afirmando que isto demandaria um ajuste significativo na dosagem de insulina.</p>
<p>Ela acrescentou, ainda, que é necessário fazer pesquisas mais extensivas para confirmar os resultados do estudo.</p>
<p>&#8220;Não podemos dar recomendações gerais com base nesse único estudo&#8221;, disse a pesquisadora à AFP.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/comer-2-vezes-ao-dia-pode-ser-bom-pra-tratar-diabetes-tipo-2" target="_blank" rel="nofollow">Exame</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/comer-2-vezes-ao-dia-pode-ser-bom-pra-tratar-diabetes-tipo-2/">Comer 2 vezes ao dia pode ser bom pra tratar diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2013 11:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia celular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas conseguiram fazer com que células do pâncreas voltem a produzir insulina. Uma equipe de médicos argentinos conseguiu pela primeira vez, por meio de engenharia celular, que células do pâncreas voltem a produzir insulina, o que é um avanço fundamental para um futuro tratamento contra o diabetes. A partir de células-tronco provenientes da gordura, os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas conseguiram fazer com que células do pâncreas voltem a produzir insulina.</em><span id="more-6256"></span></p>
<figure style="width: 322px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" " alt="" src="http://img.r7.com/images/2013/12/18/8uht95tr0z_6b8lj9jgh7_file.jpg?dimensions=460x305" width="322" height="214" /><figcaption class="wp-caption-text">O diabetes é gerado quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não pode utilizá-la de forma eficaz Thinkstock</figcaption></figure>
<p>Uma equipe de médicos argentinos conseguiu pela primeira vez, por meio de engenharia celular, que células do pâncreas voltem a produzir <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a>, o que é um avanço fundamental para um futuro tratamento contra o diabetes. A partir de células-tronco provenientes da gordura, os pesquisadores conseguiram criar <a title="Você receberia transplante de um animal para curar seu diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/voce-receberia-transplante-de-um-animal-para-curar-seu-diabetes/">ilhotas de Langerhans</a>, os acúmulos de células do pâncreas, e reconstituir sua função de produzir o hormônio insulina e seu complementar, o <a title="Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil" href="http://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">glucagon</a>.</p>
<p>O diabetes é gerado quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não pode utilizá-la de forma eficaz. A descoberta foi realizada pelo Centro de Pesquisa em Engenharia de Tecidos e Tratamentos Celulares da Universidade Maimónides, de Buenos Aires, dedicado à reconstrução de órgãos com o objetivo de substituir os que faltam ou suprir os que têm alguma insuficiência.</p>
<p>O diretor do centro, Gustavo Moviglia, explicou à Agência Efe que a importância da conquista se deve principalmente porque todos esses elementos &#8220;podem ser obtidos do mesmo paciente que vai se tratar, assim é possível evitar complicações ou rejeições derivadas dos transplantes&#8221; que atualmente se realizam. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), há mais de 347 milhões de pessoas com diabetes e previsões de 2005 já indicavam que as mortes pela doença se multiplicarão em 2030.</p>
<p>O avanço se baseia no conhecimento prévio que um tipo de glóbulo branco, os linfócitos, mantêm certas características próprias da camada que, quando o ser humano ainda é um embrião, permite o desenvolvimento dos diferentes órgãos. A isto se uniu o conhecimento que um processo inflamatório se encontra diretamente relacionado com a reparação e a regeneração de tecidos.</p>
<p>A descoberta consistiu então em ver o que uma célula com atividade inflamatória durante a reparação de um órgão provoca, se é posta em contato com uma célula-tronco, que amadureça com as características desse mesmo órgão, segundo o diretor do centro.</p>
<p>— Colocamos linfócitos que favoreciam a inflamação no pâncreas, tudo proveniente de um mesmo indivíduo, diante de um grupo de células-tronco que começaram a se diferenciar em linha com esse órgão.</p>
<p>O passo seguinte foi saber se podiam obter também as células-tronco adultas do mesmo indivíduo e, as duas possibilidades para utilizar, eram aquelas provenientes da medula óssea e aquelas da gordura.</p>
<p>Por fim, os pesquisadores chegaram à conclusão que estas últimas respondiam melhor ao tratamento.</p>
<p>— Em cinco dias, as células já tinham se transformado e, ativamente, estavam produzindo insulina.</p>
<p>Segundo o pesquisador, esta rapidez é fundamental para permitir um tratamento em massa no futuro, já que atualmente, os modelos de geração de estruturas de órgãos têm um lapso de produção entre três e seis semanas.</p>
<p>— Tem que ser realizado em um ambiente muito especial, com custos muito altos. O tempo economizado também reduz os custos e nos dá a possibilidade que o tratamento possa ser massificado.</p>
<p>Até agora, as únicas alternativas são os tratamentos com células provenientes de cadáveres ou de porcos e o paciente tem que se manter dentro de um regime de remédios para não rejeitar o transplante. Mas a ilhota, que costuma se renovar por si mesma, não pode se regenerar quando está protegida com drogas e tem uma duração limitada, motivo pelo qual o tratamento, que nos Estados Unidos supera inclusive os R$ 600 mil, deve se repetir a cada dois anos, um problema que ficaria solucionado se for gerado com elementos próprios do indivíduo.</p>
<p>Entre outras melhoras, um avanço destas características ajudaria também a prevenir doenças associadas à diabetes como a coronariopatia, o acidente vascular cerebral, a retinopatia e a nefropatia diabéticas, entre outras. Embora o método ainda se encontre em um nível pré-clínico e as pesquisas continuem, Moviglia é otimista.</p>
<p>— Estamos vendo se com essas ilhotas podemos regular a vida de animaizinhos que foram incapacitados de produzir insulina. Esperamos confirmar que não será rejeitada.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/saude/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes-18122013" target="_blank" rel="nofollow">R7</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes/">Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Glucagon, o &#8220;irmão mau&#8221; da insulina, pode ajudar diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem! O pâncreas é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem!</em></p>
<p><span id="more-4803"></span></p>
 O pâncreas pode ser um órgão pequenino, porém produz alguns dos hormônios mais importantes do corpo humano, como a insulina e o glucagon.
<p>O <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas </a>é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar no sangue. Estas células que produzem a insulina se chamam <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>. Além delas, o pâncreas é lar também para as <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/">células alfa</a>, de ação diametralmente oposta às beta. As células alfa produzem o <strong>glucagon</strong>, hormônio que atua no fígado e faz a quantidade de açúcar no sangue subir, e que é importantíssimo para dar energia ao corpo quando estamos em jejum. Agora, cientistas descobriram que a ação do glucagon no cérebro é bem maior do que se pensava, o que pode abrir novos caminhos terapêuticos para o tratamento do diabetes. Vamos entender o que está acontecendo!</p>
<p>Cientistas do General Research Institute em Toronto, no Canadá, acreditam que o glucagon é um dos mais importantes fatores na hora de baixar a quantidade de açúcar no sangue. A conclusão está em artigo científico na mais recente edição da revista Nature Medicine. A idéia é a seguinte: enquanto a insulina diminui a glicemia ao transportar o açúcar do sangue para as células, a ação normal do glucagon no cérebro &#8216;avisa&#8217; o corpo quando há uma quantidade alta de açúcar no sangue, impedindo que o fígado libere ainda mais açúcar acumulado.</p>
<p>Em pessoas com diabetes, esta comunicação mediada pelo glucagon e com ação numa região cerebral chamada de hipotálamo possivelmente está comprometida, o que pode ajudar a fazer com que o organismo perca o balanceamento correto das taxas de açúcar no sangue.</p>
<p>Em outras palavras, o hormônio que aumenta a glicemia quando atua no fígado é o mesmo que controla a quantidade de açúcar no sangue quando atua no cérebro. Vê-se o quão complexo é o corpo humano e suas interações bioquímicas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA</strong></p>
<p>Os pesquisadores canadenses descobriram uma via de sinalização molecular, a da proteína quinase A, que pode reverter a ação &#8216;errada&#8217; do glucagon em diabéticos, fazendo-a voltar para o normal. Segundo eles, isto abre portas na busca por uma cura do diabetes.</p>
<p>&#8220;Remédios que buscam aumentar a ação do glucagon no cérebro e/ou bloquear a ação do glucagon no fígado podem regular os níveis de açúcar em diabéticos&#8221;, disse Tony Lam, cientistas especialista em obesidade e diabetes e líder do novo estudo.</p>
<p>&#8220;Eu acredito que, mais para a frente, tratar o diabetes com terapia baseada no glucagon vai ser tão efetivo quanto a insulinoterapia&#8221;, revelou.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/glucagon-o-irmao-mau-da-insulina-pode-ajudar-diabeticos/">Glucagon, o “irmão mau” da insulina, pode ajudar diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 12:17:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa descobre uma combinação de hormônios que reduz o apetite e que é promissora para ser usada como tratamento do diabetes. Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool &#160; Um novo estudo, que se baseou na combinação de dois hormônios já conhecidos, é promissor para o desenvolvimento de tratamentos não apenas de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa descobre uma combinação de hormônios que reduz o apetite e que é promissora para ser usada como tratamento do diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4145"></span></p>
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um novo estudo, que se baseou na combinação de dois hormônios já conhecidos, é promissor para o desenvolvimento de tratamentos não apenas de <a title="Comer muito açúcar causa diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/comer-muito-acucar-causa-diabetes/">obesidade</a>, mas também do diabetes. O método consiste na redução do apetite, efeito que os pesquisadores do <a title="Os seis genes do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/os-seis-genes-do-diabetes-tipo-2/">Imperial College</a>, de Londres, obtiveram através da combinação dos hormônios <strong>glucagon</strong> e glucagon-like peptide 1 (<strong>GLP-1</strong>).</p>
<p>Ambos os hormônios utilizados na pesquisa desempenham papéis fundamentais na regulação da <a title="Como tratar a hipoglicemia?" href="http://www.diabeticool.com/como-tratar-a-hipoglicemia/">glicemia</a>. O glucagon tem o efeito contrário ao da insulina, ou seja, aumenta os níveis de glicose no sangue. Já o GLP-1 estimula a liberação de insulina, reduzindo a glicemia, e atua também no cérebro, gerando uma sensação de saciedade que reduz o apetite. Nesse estudo, voluntários receberam a aplicação de uma combinação dos dois hormônios e, após 90 minutos, receberam uma refeição. Durante todo o processo, os níveis de glicose e hormônios no sangue, e até mesmo a quantidade de oxigênio consumida, foram medidos e comparados aos de voluntários que receberam a aplicação dos hormônios separadamente e de voluntários que receberam apenas uma solução salina, como controle.</p>
<p><strong>Os resultados da pesquisa revelaram que os voluntários que receberam a combinação dos hormônios ingeriram, em média, 13% menos calorias do que todos os outros grupos</strong>. Além disso, o estudo demonstrou que a aplicação dessa combinação é segura e não causou efeitos colaterais. O próximo passo para os pesquisadores será a realização de um estudo em maior escala e durante um período maior de tempo, para analisar se os efeitos podem ser mantidos a longo prazo.</p>
<p>“Nós verificamos que os voluntários tratados com a combinação de glucagon e GLP-1 consumiram uma quantidade significativamente menor de comida. Esses resultados corroboram os dados obtidos com experimentos em animais, sugerindo que a combinação desses <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">hormônios</a> pode ser promissora no desenvolvimento de novos tratamentos para obesidade e diabetes”, diz Stephen Bloom, pesquisador que coordenou o estudo. “A redução de 13% em ingestão de calorias é grande para qualquer padrão, mas nosso estudo é apenas um aperitivo. Um tratamento futuro, para ser efetivo, precisará reduzir o apetite a longo prazo. Nosso meta, então, é estabelecer se os resultados podem ser mantidos e se levam, de fato, a uma perda de peso”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Remédios para diabetes duplicam riscos de pancreatite</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-duplicam-riscos-de-pancreatite/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 11:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Byetta]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Brasileira de Gastroenterologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Victoza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra quais são os populares medicamentos para controle de diabetes associados a casos de inflamação grave do pâncreas. Dois medicamentos populares para o controle do diabetes, o Byetta e o Januvia, foram indicados como responsáveis por duplicar as chances de pancreatite. O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Johns Hopkins e envolveu dados de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra quais são os populares medicamentos para controle de diabetes associados a casos de inflamação grave do pâncreas.</em></p>
<p><span id="more-3701"></span></p>
<p>Dois medicamentos populares para o controle do diabetes, o <a title="Update nos remédios para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/"><strong>Byetta</strong> </a>e o <a title="Resultados encorajadores em remédios experimentais" href="http://www.diabeticool.com/resultados-encorajadores-em-remedios-experimentais/"><strong>Januvia</strong></a>, foram indicados como responsáveis por duplicar as chances de <strong>pancreatite</strong>. O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade Johns Hopkins e envolveu dados de mais de 1.000 pacientes nos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a pancreatite</strong></p>
<p>A pancreatite é uma dolorosa inflamação do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a> &#8211; órgão importantíssimo do nosso corpo por produzir hormônios como a <a href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/"><strong>insulina</strong></a> e o <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/"><strong>glucagon</strong></a>. No Brasil, a incidência é de cerca de 20 casos a cada 100.000 pessoas, de acordo com dados do DATASUS e IBGE. As principais causas e fatores de risco da doença são colelitíase (pedras na vesícula) e obesidade. No Brasil, a maior causa da doença é o alcoolismo.</p>
<p>Quem tem pancreatite costume sentir dores fortes na região superior do abdômen, principalmente após as refeições. A sensação desagradável pode se espalhar também para as costas e demais áreas. A causa de tanta dor é a auto-digestão do órgão.</p>
<p>De acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia,</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000;">Normalmente as enzimas digestivas não se tornam ativas até que elas atingem o intestino delgado, onde começam a digerir os alimentos. Mas se estas enzimas tornarem-se ativas dentro do pâncreas, elas iniciam a &#8220;digestão&#8221; do pâncreas por si próprio (auto-digestão).</span>&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que o Byetta e o Januvia têm a ver com isto?</strong></p>
<p>A pesquisa não analisou um possível motivo pelo qual as drogas para o tratamento do diabetes influenciam no desenvolvimento da pancreatite. Sabe-se, todavia, que ambas, tanto o Byetta quanto o Januvia, funcionam estimulando a liberação de insulina e diminuindo a liberação de glucagon pelo pâncreas, através do hormônio GLP-1.</p>
<p>Deve-se atentar ao fato de que, apesar do estudo focar somente na atuação do Byetta e do Januvia, existem diversos outros medicamentos que atuam de maneira similar, também utilizados para tratar o diabetes, como Galvus, Victoza e Onglyza.</p>
<p>Caso você tome algum destes remédios, de maneira alguma suspenda o tratamento antes de conversar com o seu médico.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-duplicam-riscos-de-pancreatite/">Remédios para diabetes duplicam riscos de pancreatite</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como criar novos soldados na luta contra o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 15:13:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[célula alfa]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[diabético]]></category>
		<category><![CDATA[DNA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glucagon]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Clinical Investigation]]></category>
		<category><![CDATA[Klaus Kãstner]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[reprogramação]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Pensilvânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revolucionária reprograma células do pâncreas, alterando suas funções mais básicas para aumentar a produção de insulina. A Ciência é uma atividade que exige concentração, muitos estudos, disciplina, rigor &#8230; e também uma boa dose de criatividade! Quando existem milhares de pesquisadores ao redor do mundo estudando um mesmo assunto &#8211; no caso, como curar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revolucionária reprograma células do pâncreas, alterando suas funções mais básicas para aumentar a produção de insulina.</em></p>
<p><span id="more-3672"></span></p>
<p>A Ciência é uma atividade que exige concentração, muitos estudos, disciplina, rigor &#8230; e também uma boa dose de criatividade! Quando existem milhares de pesquisadores ao redor do mundo estudando um mesmo assunto &#8211; no caso, como curar o diabetes -, sempre surgirão maneiras inusitadas e inteligentes de resolver o problema. Uma nova possibilidade de tratamento para o diabetes, tanto o tipo 1 quanto o tipo 2, vem chamando a atenção nos últimos dias devido à uma técnica inovadora e à tecnologia de ponta utilizada.</p>
<p>Caso dê certo, esta nova terapia poderá, no futuro, resolver de maneira original o grande problema de quem está com diabetes: a falta de <a title="Tipos de Insulina" href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/"><strong>insulina</strong></a> no sangue.</p>
<figure id="attachment_3674" aria-describedby="caption-attachment-3674" style="width: 782px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-3674    " alt="Imagem do revolucionário trabalho, mostrando ilhotas do pâncreas: os espaços em vermelho indicam células alfa e o branco significa que há expressão de elementos de células beta. Quando uma mesma ilhota possui tanto o vermelho quanto o branco, a reprogramação foi feita com sucesso!" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes.jpg" width="782" height="781" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes.jpg 782w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes-768x767.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/celulas-alfa-e-beta-pancreas-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /><figcaption id="caption-attachment-3674" class="wp-caption-text">Imagem do revolucionário trabalho, mostrando ilhotas do pâncreas: os espaços em vermelho indicam células alfa e o branco significa que há expressão de elementos de células beta. Quando uma mesma ilhota possui tanto o vermelho quanto o branco, a reprogramação foi feita com sucesso! (Explicamos abaixo com mais detalhes!) <br />Fonte: Nuria Bramswig, Perelman School of Medicine, University of Pennsylvania</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo o &#8220;alfa e beta&#8221; do pâncreas</strong></p>
<p>A insulina, hormônio que retira o açúcar da corrente sangüínea e o &#8220;entrega&#8221; às células do corpo, é produzida no <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a>. Mais especificamente, quem produz a insulina são células especiais do pâncreas, chamadas de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/"><strong>células beta</strong></a>. Além das células beta, existem diversas outras células com funções especializadas no pâncreas. Uma delas são as <strong>células alfa</strong>.</p>
<p>O trabalho das células alfa é aumentar a quantidade de açúcar no sangue, o que é bastante ruim para quem já tem estes níveis elevados, como os diabéticos. Elas fazem isso produzindo um hormônio chamado de <a title="Seu pâncreas não funciona direito? Use um de mentirinha!" href="http://www.diabeticool.com/seu-pancreas-nao-funciona-direito-use-um-de-mentirinha/"><strong>glucagon</strong></a>. O glucagon estimula a liberação, no sangue, de açúcar acumulado em reservas do corpo.</p>
<p>Diabéticos, no geral, possuem atividade menor das células beta e maior das células alfa. Isto significa que, no final das contas, tudo conspira para que a sua <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/"><strong>glicemia</strong></a> atinja taxas altíssimas! <strong>Já pensou se fosse possível aumentar a quantidade de células beta no pâncreas, para que mais insulina seja produzida, e ao mesmo tempo diminuir a quantidade de células alfa, fazendo com que menos açúcar fosse liberado no sangue?</strong></p>
<p>Foi isto que uma equipe de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, conseguiu fazer.</p>
 O pesquisador Klaus Kästner, líder do projeto de reprogramação celular para tratar o diabetes.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A técnica de recrutamento do professor Klaus</strong></p>
<p>Uma estratégia clássica de grupos de pesquisa em diabetes espalhados pelo planeta é tentar aumentar o número de células beta no pâncreas dos pacientes. O resultado, com alguma sorte, seria o de bloquear o avanço da doença. Para isto, já foram testadas técnicas com <a title="Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco" href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">células-tronco</a> e reprogramação de células adultas. O problema, porém, é que é muito difícil gerar, em laboratório, um número grande de células beta eficientes.</p>
<p>Em vista disto, a equipe liderada por Klaus Kãstner &#8211; professor de genética e membro do Instituto de Diabetes, Obesidade e Metabolismo da Escola Perelman de Medicina da Universidade da Pensilvânia &#8211; resolveu adotar uma estratégia diferente.</p>
<p>As &#8220;instruções&#8221; para que uma célula beta seja uma célula beta, e uma célula alfa aja como uma célula alfa, estão contidas no DNA da pessoa. <strong>Exatamente o mesmo DNA</strong> &#8211; as mesmas informações &#8211; está presente nos dois tipos celulares. O que acontece é que apenas uma parte destas instruções é &#8220;lida&#8221; por cada uma das células. Por exemplo, para funcionarem, as células beta &#8220;lêem&#8221; as informações do DNA sobre &#8220;como ser uma célula beta&#8221;; se uma célula alfa quiser &#8220;ler&#8221; estas mesmas informações, encontrará dificuldades, uma vez que este trecho do DNA se encontrará bloqueado para elas.</p>
<p><strong>O que os cientistas fizeram foi remover este bloqueio ao DNA, permitindo que as instruções de células beta pudessem &#8220;funcionar&#8221; em células alfa</strong>. Após certos tratamentos químicos nas células alfa, uma considerável parte delas mudou suas atividades e se transformou, efetivamente, em células beta!</p>
<p>&#8220;Esta seria uma situação duplamente benéfica aos diabéticos &#8211; eles teriam mais células beta, produtoras de insulina, e menos células alfa, produtoras de glucagon&#8221;, disse o professor Kästner. Sobre a idéia de como fazer a pesquisa, ele afirmou que &#8220;De certa maneira, parece que as células alfa humanas estão em um estado (epigenético) &#8220;plástico&#8221;. Nós pensamos que poderíamos utilizar este fato para reprogramar as células alfa para o fenótipo de células beta, para que houvesse a produção da tão necessitada insulina&#8221;.</p>
<p>De fato, sua idéia deu certo. Os resultados são preliminares, mas enchem de esperanças a criativa equipe de cientistas, além de milhões de diabéticos mundo afora. O estudo foi publicado online na mais recente edição do periódico <em>Journal of Clinical Investigation</em>.</p>
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		<title>Quando todos achavam que o problema era a insulina&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 21:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[fígado]]></category>
		<category><![CDATA[glucagon]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Liangyou Rui]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores descobrem que o diabetes tipo 2 pode estar relacionado não apenas ao funcionamento anormal da insulina, como também ao de seu hormônio &#8220;contrário&#8221;, o glucagon. Existe um hormônio que todo diabético conhece de cor e outro que todos deveriam conhecer. Trata-se, claro, da insulina, no primeiro caso, e do glucagon, no segundo. A insulina &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Pesquisadores descobrem que o diabetes tipo 2 pode estar relacionado não apenas ao funcionamento anormal da insulina, como também ao de seu hormônio &#8220;contrário&#8221;, o glucagon.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-644"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Existe um hormônio que todo diabético conhece de cor e outro que todos deveriam conhecer. Trata-se, claro, da insulina, no primeiro caso, e do glucagon, no segundo. A insulina é a velha amiga que faz com que o nível de glicose no sangue diminua. O glucagon, por sua vez, tem o efeito contrário: estimula o fígado a liberar açúcar na corrente sangüínea. Sabendo disso, e lembrando que o diabetes é caracterizado por taxas muito altas de glicemia, qual dos dois hormônios você estudaria, caso fosse um cientista, na procura por uma cura do diabetes?</p>
<p>Ora, até hoje, a grande maioria escolheu a insulina. E isto parece bem óbvio: diabetes = açúcar demais no sangue; insulina = diminuição da glicemia. Portanto, cura do diabetes = estudo da insulina! Todavia, resultados recém-saídos dos laboratórios do Departamente de Fisiologia Molecular e Integrativa da <em>University of Michigan Medical School</em> levantaram a moral do glucagon e podem abrir novas frentes de pesquisa na luta contra o diabetes.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/doutora-glucagon.jpg"></span></p>
<p>A pesquisa estudou os efeitos da obesidade no desenvolvimento do diabetes. &#8220;Há uma teoria bem comum de que a inflamação no fígado e no tecido adiposo associada à obesidade causa resistência à insulina, e que isso leva ao maior problema do diabetes tipo 2: altas taxas de açúcar no sangue.&#8221;, explica Liangyou Rui, Ph.D, professor associado na Universidade de Michigan. A descoberta do grupo é que a inflamação destes tecidos, ocasionada pela obesidade, pode <em>intensificar</em> a habilidade do glucagon de liberar açúcar no sangue.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Em outras palavras, isto significa que, além da ação da insulina ser prejudicada, os efeitos nocivos da obesidade no organismo também podem levar a um aumento da glicemia, este induzido por uma ação intensificada do glucagon. Acredita-se que a descoberta lançará novas luzes na busca do entendimento total da fisiologia do diabetes, o que nos torna ainda mais aptos a buscar uma cura à doença.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quando-todos-achavam-que-o-problema-era-a-insulina/">Quando todos achavam que o problema era a insulina…</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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