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	<title>Universidade da Califórnia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Ótima descoberta sobre a &#8220;cola&#8221; celular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 23:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela papel inusitado e importantíssimo no diabetes para molécula que &#8220;cola&#8221; as células humanas. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia identificaram um novíssimo mecanismo biológico, nunca antes descrito, envolvido na regulação das células do pâncreas que produzem a insulina. A descoberta abra as portas para inéditos alvos terapêuticos no tratamento do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela papel inusitado e importantíssimo no diabetes para molécula que &#8220;cola&#8221; as células humanas.</em></p>
<p><span id="more-4438"></span></p>
<p>Pesquisadores da Escola de Medicina da <a title="Cientistas encontram ligação entre psoríase e diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-encontram-ligacao-entre-psoriase-e-diabetes-tipo-2/">Universidade da Califórnia</a> identificaram um novíssimo mecanismo biológico, nunca antes descrito, envolvido na regulação das células do pâncreas que produzem a insulina. A descoberta abra as portas para inéditos alvos terapêuticos no tratamento do diabetes tipo 2.</p>
<p>Publicado dia 11 deste mês no periódico científico <em>Cell</em>, o médico Jerrold Olefsky e seus colegas anunciaram que a <strong>fractalquina</strong> é capaz de estimular a secreção de <a title="Carros, motos e diabetes" href="http://www.diabeticool.com/carros-motos-e-diabetes/">insulina</a>, o hormônio que ajuda a controlar a quantidade de açúcar no sangue. A fractalquina é uma molécula que geralmente atua na adesão de uma célula com outra, tanto que é conhecida informalmente como &#8220;cola celular&#8221;.</p>
<p>Esta proximidade entre as células do nosso corpo é essencial para que haja um trabalho conjunto entre elas, como se uma  &#8220;conversasse&#8221; (quimicamente) com a outra. Por isso, a importância de uma molécula que funciona como &#8220;cola&#8221; é grande.</p>
 A fractalquina é uma proteína que ajuda a &#8220;grudar&#8221; as células humanas umas às outras.
<p>&#8220;Nossa descoberta do papel da fractalquina nas células beta é inédito e nunca foi mencionado anteriormente na literatura científica&#8221;, explicou Olefsky. Além de descobrir que a fractalquina ajuda na liberação de insulina, a equipe também pôde concluir que ela tem papel importante em <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/">células beta</a> &#8211; as que produzem insulina &#8211; saudáveis. Ao estudar camundongos, os cientistas notaram que administrar fractalquina extra aos animais estimulava a secreção de insulina e <strong>melhorava a tolerância à glicose</strong>, duas conseqüências importantíssimas para o diabetes.</p>
<p>Ou seja, é possível que um tratamento administrando uma substância similar à fractalquina possa melhorar a secreção de insulina em pacientes com diabetes tipo 2, além de tornar mais efetivo o funcionamento das células beta e o controle da glicemia.</p>
<p>&#8220;Se for desenvolvido com sucesso, [este novo tratamento] poderá ser um importante complemento ao arsenal que nós usamos para combater o diabetes tipo 2&#8221;, disse Olefsky. &#8220;<strong>É provável que não &#8220;cure&#8221; o diabetes, mas ele certamente faria um bom trabalho em fornecer um melhor controle glicêmico</strong>.&#8221;, complementou o pesquisador.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/otima-descoberta-sobre-a-cola-celular/">Ótima descoberta sobre a “cola” celular</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Comidas com alto índice glicêmico favorecem o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Clinical Nutrition]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa comprova que quem se alimenta com comidas com valores altos de índice glicêmico tem mais chances de desenvolver o diabetes. Entenda. Está na hora das pessoas aprenderem o que é o índice glicêmico. Esta é a opinião de cientistas da Universidade da Califórnia em um novo estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa comprova que quem se alimenta com comidas com valores altos de índice glicêmico tem mais chances de desenvolver o diabetes. Entenda.</em></p>
<p><span id="more-3565"></span></p>
<p><strong>Está na hora das pessoas aprenderem o que é o índice glicêmico</strong>.</p>
<p>Esta é a opinião de cientistas da <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/">Universidade da Califórnia</a> em um novo estudo, publicado no <em>American Journal of Clinical Nutrition</em>. Em parceria com colegas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, eles estudaram dados de saúde de 125 mil adultos nos EUA e descobriram que, a cada 100g de açúcar adicional por 2000 calorias diárias, <strong>as chances da pessoa desenvolver diabetes aumentam em 45%</strong>.</p>
<p>O consumo extra de açúcar está diretamente relacionado à ingestão contínua de alimentos com altos índices glicêmicos, segundo os pesquisadores. Para eles, este consumo é fruto do desconhecimento por parte da população de quais alimentos possuem o índice glicêmico baixo, e que portanto podem ser ingeridos em maiores quantidades sem grandes prejuízos à saúde.</p>
<p>O <strong>índice glicêmico</strong> é, em poucas palavras, uma medida da velocidade de absorção dos açúcares de um alimento. Conforme explica a página do <strong>Diabeticool</strong> sobre alimentação para diabéticos (veja link abaixo), &#8220;Existem vários tipos de carboidratos (ou açúcares) que fazem parte dos alimentos que comemos. Cada um destes tipos aumenta a nossa glicemia de maneira diferente. A escala do índice glicêmico ajuda a manter controle sobre isto. Ela varia de 0 a 100. Quanto mais alto o índice glicêmico de um carboidrato, mais rapidamente ele é absorvido pelo corpo e mais rapidamente aumenta a glicemia. De maneira análoga, quanto menor o valor, a digestão do carboidrato é mais lenta, o que gera um aumento leve e gradual nas quantidades de açúcar e insulina no sangue.&#8221;</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/dicas-de-alimentacao/">Aprenda mais sobre o índice glicêmico e veja uma tabela de alimentos clicando aqui.</a></strong></p>
<p>O dr. David Ludwig, especialista em <a title="Diabetes e Chocolate" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-chocolate/">obesidade</a> no Boston Children&#8217;s Hospital, comentou a pesquisa: &#8220;Ao aumentar a quantidade de açúcar no sangue e exigir que o pâncreas continue bombeando mais <a title="Tipos de Insulina" href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/">insulina</a> refeição após refeição, dia após dia, uma dieta de alto índice glicêmico pode colocar pessoas em situações de alto risco&#8221;.</p>
<p>A pesquisa indicou um aumento nas chances de diabetes a cada 100g adicionais de açúcar. Este valor pode parecer pequeno, mas, de acordo com nutricionistas, é muito fácil comer mais do que esta quantidade, especialmente se a pessoa não escolher com atenção seus alimentos.</p>
<p>Escolher bem o que se come é fundamental para manter a saúde. Um baixo índice glicêmico é uma boa medida para esta decisão. Porém, é importante manter-se atento, uma vez que alimentos que, à primeira vista, parecem possuir alto índice glicêmico na verdade fazem bem. É o caso da <a title="Dez supercomidas superpoderosas" href="http://www.diabeticool.com/dez-supercomidas-superpoderosas/">batata doce</a>; apesar do nome &#8220;açucarado&#8221;, quando ela é comida crua, não-cozida, seu índice glicêmico é pequeno.</p>
<p>Alimentos classicamente utilizados como exemplo de alto índice glicêmico são pães, batatas fritas e cereais matinais. Já as comidas com baixo índice glicêmico incluem peixes, frutas com alto valor de fibras, vegetais, queijos e arroz integral. Em pessoas que têm diabetes, já foi provado que alimentos com valores baixos do índice glicêmico ajudam a melhorar os níveis de glicose e lipídeos, além de aprimorar a <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">sensibilidade à insulina</a> e o controle do peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;15&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/comidas-com-alto-indice-glicemico-favorecem-o-diabetes/">Comidas com alto índice glicêmico favorecem o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Os relógios internos, a alimentação e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2013 12:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela parte do intrincado e complexo mecanismo interno que controla as sensações de fome e saciedade. Estudo abre portas para entendimento da origem de doenças como a obesidade e o diabetes. Assim como um relógio possui diversos componentes mecânicos que trabalham em harmonia para que as horas sejam corretamente exibidas, nosso organismo também possui &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela parte do intrincado e complexo mecanismo interno que controla as sensações de fome e saciedade. Estudo abre portas para entendimento da origem de doenças como a obesidade e o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-2545"></span></p>
<p>Assim como um relógio possui diversos componentes mecânicos que trabalham em harmonia para que as horas sejam corretamente exibidas, nosso organismo também possui componentes que nos ajudam a contar o tempo. O nosso &#8220;relógio interno&#8221; é chamado de <a title="Turnos noturnos aumentam os riscos de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/turnos-noturnos-aumentam-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/"><strong>relógio biológico</strong></a>, e suas principais funções são comandadas por um grande conjunto de <strong>genes</strong>. Quando eles trabalham em harmonia, o corpo passa a saber quando é dia e quando é noite, quando é hora de começar a sentir fome ou sono etc. Da mesma maneira que um relógio mecânico pode, eventualmente, ficar desregulado, o mesmo ocorre com o relógio biológico. Cientistas dos EUA publicaram no último mês uma pesquisa que desvenda o funcionamento de parte deste mecanismo, aquele que controla o metabolismo de alimentos. Além de ajudar a entender como o relógio biológico funciona, a pesquisa lança luz sobre questões acerca da dieta humana e sua relação com doenças, como o diabetes.</p>
<p><strong>Os nossos vários relógio internos</strong></p>
<p>O corpo humano é controlado não apenas por um, mas por uma série de relógio internos. Por exemplo, há um mecanismo específico que correlaciona as horas do dia com os períodos de sono e vigília, e outro mecanismo para gerenciar a fome e o uso dos alimentos ingeridos. Cada um destes mecanismos funciona independentemente um do outro, utilizando genes e moléculas diferentes para funcionar.</p>
<p>Sabendo disto, um grupo de pesquisadores resolveu estudar com mais detalhes o &#8220;relógio da alimentação&#8221;. Eles partiram do fato de que pessoas que se alimentam bastante de madrugada, como quem viaja muito ou trabalha em turnos noturnos, tendem a ser mais <a title="Diabetes pelo Mundo: México" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-mexico/">obesas </a>que o normal. A hipótese era a de que a alimentação em horários fora do padrão do relógio biológico &#8211; o qual nos faz, naturalmente, sentir mais fome durante o período claro do dia &#8211; acabava por &#8220;desregular&#8221; nossos mecanismos internos, causando doenças. Para testá-la, os cientistas alimentaram camundongos apenas nos horários em que eles usualmente dormiam. Em pouco tempo, os bichinhos começaram, por conta própria, a acordar perto da nova hora das refeições e a ficarem agitados, esperando pela comida. Isto demonstrou que seu relógio interno havia sido modificado. Apenas um grupo de camundongos não apresentou mudanças no comportamento: estes animais apresentavam o gene que produz a proteína <strong>PKCγ</strong> desativado.</p>
 Camundongos que receberam comida apenas nos horários em que antes dormiam foram a base para este estudo.
<p>Através desta pesquisa, pôde-se mostrar que a proteína PKCγ é um importante componente do relógio biológico, controlando a maneira como o organismo responde à alimentação. De acordo com o doutor Louis Ptácek, professor de neurologia de <a title="Como o corpo transforma o que comemos em gordura" href="http://www.diabeticool.com/como-o-corpo-transforma-o-que-comemos-em-gordura/">Universidade da Califórnia</a>, em São Francisco, o trabalho tem implicações para o entendimento das origens moleculares do diabetes, da obesidade e de outras <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">síndromes metabólicas</a>, uma vez que um &#8220;relógio de comida&#8221; desincronizado pode fazer parte da patologia por trás destes problemas de saúde. Entender como isto funciona pode, segundo Ptácek, &#8220;facilitar o desenvolvimento de melhores tratamentos para desordens associadas à síndrome da alimentação noturna, ao trabalho em turnos noturnos e ao <em>jet lag</em>.&#8221;</p>
<p>O trabalho, um dos poucos já produzidos sobre as bases genéticas do relógio interno dos seres vivos, é de autoria de Luoying Zhang, Diya Abrahama, Shu-Ting Lin, Henrik Oster, Gregor Eichele, Ying-Hui Fu, e Louis J. Ptácek e foi publicado na última edição do periódico <em>Proceedings</em> of the National Academy of Sciences.</p>
<p>Para maiores informações sobre o funcionamento dos nossos relógios internos e suas relações com o diabetes, veja também a matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/turnos-noturnos-aumentam-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/"><strong>Turnos noturnos aumentam os riscos de diabetes tipo 2</strong></a>&#8220;.</p>
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		<title>Como o corpo transforma o que comemos em gordura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 17:09:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mecanismo que converte os açúcares que ingerimos em gorduras é cada vez melhor compreendido pela Ciência. Veja aqui como ele funciona e o que fazer para manter uma dieta saudável neste fim de ano! As festas de final de ano são uma farra nutricional. As pessoas geralmente se esquecem dos regimes, tiram o atraso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O mecanismo que converte os açúcares que ingerimos em gorduras é cada vez melhor compreendido pela Ciência. Veja aqui como ele funciona e o que fazer para manter uma dieta saudável neste fim de ano!</em></p>
<p><span id="more-2358"></span></p>
<p>As festas de final de ano são uma farra nutricional. As pessoas geralmente se esquecem dos regimes, tiram o atraso calórico de uma ano inteiro e exageram em doces, bebidas e refrigerantes. A glicemia de qualquer um atinge niveis épicos durante as festividades natalinas e de ano novo! Como o corpo se comporta perante tanto carboidrato na corrente sangüínea?</p>
<p>Após uma refeição, os carboidratos são quebrados em <strong><a title="Quantas xícara de café por dia te protegem do diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/quantas-xicara-de-cafe-por-dia-te-protegem-do-diabetes/">glicose</a></strong>, que é uma fonte imediata de energia para o organismo. O excesso de glicose fica acumulado no <a title="Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio" href="http://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/"><strong>fígado</strong></a> na forma de <strong>glicogênio</strong> &#8211; ou então, com a ajuda da <strong>insulina</strong>, é convertido em <strong>ácidos graxos</strong>, circulado para outras partes do corpo e guardado como gordura nos tecidos adiposos. Quando há abundância de ácidos graxos, a gordura também se desenvolve no fígado. E este é um enorme problema, conhecido como &#8220;fígado gorduroso&#8221; ou pelo simpático nome de &#8220;esteatose hepática&#8221;.</p>
<p>&#8220;Fígado gorduroso causado por alto consumo de carboidratos pode ser tão nocivo quanto a ingestão excessiva de álcool, além de contribuir para várias doenças, incluindo o diabetes tipo 2&#8221;, garante Hei Sook Sul, professor do Departamento de Ciência Nutricional e Toxicologia da Universidade da Califórnia, Berkeley. &#8220;A conversão do excesso de glicose em ácidos graxos ocorre no fígado, mas há várias etapas neste processo que ainda não foram compreendidas.&#8221;</p>
<div>Estima-se que 3/4 das pessoas obesas possuam o fígado &#8211; até ele! &#8211; gorduroso.</div>
<p><strong>Um prato cheio de novidades</strong></p>
<p>O professor Sul conduziu uma pesquisa, publicada na última edição da revista científica <em>Molecular Cell</em>, na qual identifica um único <strong><a title="Pode a gripe causar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gripe-causa-diabetes/">gene </a></strong>responsável pela conversão de carboidratos em aminoácidos, denominado <strong>BAF60c</strong>. Em camundongos nos quais este gene foi &#8220;desligado&#8221;, não houve a conversão, mesmo quando alimentados com dietas riquíssimas em açúcares. Corroborando os dados, camundongos que expressavam o triplo do BAF60c em seus fígados mostraram aumento significativo na quantidade de gordura acumulada. Com esta nova informação em mente, será possível desenvolver novas terapias para o tratamento do fígado gorduroso, reduzindo também, desta forma, a incidência de doenças correlacionadas, como o diabetes.</p>
<p>Carboidratos são essenciais à <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">boa dieta humana</a> &#8211; especialmente os carboidratos encontrados em legumes, frutas e vegetais -, porém costumamos consumir em demasia apenas os açúcares refinados, que aumentam mais rapidamente a glicemia. Os pesquisadores sugerem tomar cuidado com este nutriente. &#8220;Limitar o consumo de refrigerante, bolos e cookies é uma boa idéia para qualquer época&#8230; <em>inclusive</em> durante as festividades de final de ano&#8221;, sugeriu o professor Sul.</p>
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		<title>Cientistas encontram ligação entre psoríase e diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 00:11:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desta vez é &#8220;incontestável&#8221;: quem sofre de psoríase tem 2x mais chance de ter diabetes tipo 2. Entenda o motivo por trás disto neste post! A psoríase é uma doença de pele caracterizada pela presença de placas vermelhas e descamativas em qualquer região do corpo e que acomete ambos os sexos e todas as idades. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Desta vez é &#8220;incontestável&#8221;: quem sofre de psoríase tem 2x mais chance de ter diabetes tipo 2. Entenda o motivo por trás disto neste post!</em></p>
<p><span id="more-1735"></span></p>
<a href="http://www.diabeticool.com/cientistas-encontram-ligacao-entre-psoriase-e-diabetes-tipo-2/cameron-diaz-psoriase-diabetes/" rel="attachment wp-att-1736"></a> A atriz hollywoodiana <strong>Cameron Diaz</strong> é uma famosa que convive com a psoríase.
<p style="text-align: left;">A psoríase é uma doença de pele caracterizada pela presença de placas vermelhas e descamativas em qualquer região do corpo e que acomete ambos os sexos e todas as idades. É uma <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">doença auto-imune</a>, ou seja, ocorre devido a um &#8220;erro&#8221; do nosso sistema de defesa. No caso, as células que deveriam defender nosso corpo contra microorganismos invasores passam a achar que as células <em>da pele</em> são nocivas, daí as atacam, o que faz surgirem as lesões. Falando assim, a psoríase possui fortes semelhanças com <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">uma outra doença auto-imune bastante conhecida</a>, não?</p>
<p style="text-align: left;">Alguns estudos anteriores já haviam indicado que havia uma ligação entre pessoas com psoríase e diabéticos. Todavia, nunca forneceram certezas. As coisas mudaram esta semana, com a publicação de um novo trabalho, no periódico científico Archives of Dermatology. A pesquisa, realizada por cientistas da <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/">Universidade da Califórnia</a> &#8211; um local com forte tradição em trabalhos sobre o diabetes -, analisou os dados de 27 estudos, que em conjunto somam mais de 300 mil pacientes.</p>
<p style="text-align: left;">A conclusão foi que pessoas com psoríase moderada têm 1,5x mais chances de se tornarem diabéticos tipo 2 do que pessoas sem psoríase. Quem tem a doença em níveis severos vê este número subir: as chances de se tornar diabético <strong>dobram</strong> em relação ao restante da população.</p>
<p style="text-align: left;">A professora de dermatologia April Armstrong, principal autora do trabalho, explica que <strong>quem tem psoríase produz uma substância que ajuda a destruir as células produtoras de insulina do <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a>, o que, como conseqüência, favorece as chances do desenvolvimento do diabetes</strong>. &#8220;Há evidências de que as células adiposas de pacientes com psoríase podem não funcionar corretamente. Estas células secretam substâncias inflamatórias, conhecidas como citocinas, que aumentam a resistência à insulina no fígado e nos músculos e iniciam a destruição das células pancreáticas que produzem insulina&#8221;.</p>
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		<title>Encontradas células-tronco do pâncreas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 23:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[Maebh Kelly]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[San Diega]]></category>
		<category><![CDATA[SSEA4]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina. Células-tronco são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina.</em></p>
<p><span id="more-1488"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/celulas-pancreaticas-microscopia-diabetes.jpg"></span> Células pancreáticas, vistas através de microscópio de luz.
<p><strong>Células-tronco</strong> são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, encontraram pela primeira vez exemplares de células-tronco no pâncreas. Quando &#8220;cultivadas&#8221; em laboratório, estas células se transformaram em produtoras de insulina, abrindo uma empolgante possibilidade de tratamento para o diabetes tipo 1.</p>
<p>O diabetes tipo 1 ocorre pela falha na produção de <a title="Insulina" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/"><strong>insulina</strong> </a>pelo <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a>. Mais especificamente, os componentes do pâncreas responsáveis pela produção de insulina &#8211; as chamadas <strong>células beta</strong> &#8211; não realizam corretamente esta função. Uma das estratégias de cura para a doença, portanto, seria substituir estas células beta defeituosas por outras saudáveis. Uma maneira de se fazer isso é justamente transformar células-tronco em células beta.</p>
<h6>A beleza da ciência pancreática</h6>
<p>As células-tronco foram encontradas no <strong>ducto pancreático</strong>, uma região do órgão que o une ao intestino. Elas apresentavam em sua superfície um marcador chamado de <strong>SSEA4</strong>, uma espécie de &#8220;sinal&#8221; característico de células-tronco. Em laboratório, os pesquisadores cultivaram-nas com sinais químicos específicos e elas se desenvolveram em células pancreáticas adultas, inclusive células produtoras de insulina.</p>
<p>Por enquanto, o que os cientistas fizeram foi explorar o potencial natural das células-tronco do pâncreas de se tornarem células adultas e funcionais deste órgão. Ainda não se sabe como &#8220;incentivar&#8221; uma célula-tronco encontrada em outros locais do organismo a se desenvolver em uma célula adulta pancreática. A aposta é que pesquisas como esta ajudem na solução do problema. &#8220;A identificação de células-tronco no pâncreas abre novas possibilidades para pesquisadores que tentam curar o diabetes tipo 1&#8221;, afirma Maebh Kelly, da ONG inglesa JDRF, que anunciou a descoberta. &#8220;Este estudo nos ajuda a compreender como é que o pâncreas faz novas células&#8221;, complementa.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.jdrf.org.uk/news/latest-news/new-stem-cells-found-in-the-pancreas-" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi-se o tempo em que falar de pesquisas com células-tronco era motivo de polêmica, inquietação e sinônimo de uma ciência distante! É que, até pouco tempo, acreditava-se que apenas embriões possuíam estas &#8220;jovens&#8221; células. Felizmente, elas cada vez mais são encontradas em órgãos já adultos, o que torna cada vez mais desnecessário as polêmicas pesquisas com células de embriões. Melhor ainda é saber que já foram identificadas células-tronco produzidas pelo próprio pâncreas, e que, por isso, fornecem chances maiores de ajudar os diabéticos tipo 1 na reposição de suas células beta!</strong> <strong>Ficaremos de olho no desenvolvimento destas pesquisas!</strong></p>
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		<title>Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 14:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Anopheles]]></category>
		<category><![CDATA[baço]]></category>
		<category><![CDATA[Davis]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor de cabeça]]></category>
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		<category><![CDATA[Infection and Immunity]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[mosquito]]></category>
		<category><![CDATA[náusea]]></category>
		<category><![CDATA[Nazzy Pakpour]]></category>
		<category><![CDATA[parasita]]></category>
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		<category><![CDATA[Plasmodium falciparum]]></category>
		<category><![CDATA[protozoário]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade da Califórnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças. A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico Infection and Immunity &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças.</em> <span id="more-774"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/malaria-diabetes.jpeg"></span></p>
<p>A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico <em>Infection and Immunity</em> que, caso o número de diabético tipo 2 na África continue aumentando, a disseminação da malária pode crescer concomitantemente.</p>
<h3> Mas qual seria a relação entre as duas doenças, aparentemente tão diferentes?</h3>
<p>A malária é uma doença causada pelo parasita protozoário <em>Plasmodium falciparum</em>, o qual é transmitido aos humanos através da picada de mosquitos do gênero <em>Anopheles</em> &#8211; o mesmo dos pernilongos transmissores da filariose. Os principais sintomas da malária são febres periódicas, sudorese, dores de cabeça, dores nas costas, náuseas, vômito, tosse seca, fadiga, dores musculares e aumento do baço. Os mosquitos também não se dão muito bem com os <em>P. falciparum</em>, e seu sistema imune luta ativamente contra o invasor. Caso o sistema imune do mosquito consiga vencer os protozoários, portanto, não há problema em ser picado por ele. O que os cientistas descobriram é que a insulina humana &#8211; que entra no organismo do mosquito quando ele nos pica &#8211; diminui a eficiência do sistema imune dos <em>Anopheles</em>, tornado-os mais vulneráveis ao <em>Plasmodium</em>. Se isto já é ruim, imagine o que acontece quando estes mosquitos picam seres humanos com diabetes tipo 2: sabe-se que, pelo menos nos primeiros anos da doença, as taxas de insulina na corrente sangüínea destes portadores de diabetes é muito maior do que o normal. <span style="color: #334c80;">Assim, em resumo, se dá o ciclo vicioso: diabéticos tipo 2 têm mais insulina no sangue, e <em>Anophles</em> que picam estas pessoas terão menor capacidade de destruir os parasitas da malária que porventura possuam, favorecendo a disseminação da doença.</span></p>
<p>O local mais afetado pela malária no mundo é o continente africano. E lá as taxas de diabetes tipo 2 têm aumentado progressivamente. Estima-se que, já em 2030, 1 de cada 5 adultos africanos será portador do diabetes tipo 2.</p>
<p>Nazzy Pakpour, principal autora da pesquisa, classifica a situação como &#8220;horrível&#8221; e, ao mesmo tempo, &#8220;cientificamente intrigante&#8221;. &#8220;É uma loucura pensar que uma coisa no nosso sangue pode mudar a maneira de mosquitos responderem a parasitas&#8221;, afirma a cientista.</p>
<h3> Há esperanças?</h3>
<p>Como sempre, pode-se confiar na capacidade humana de resolver grandes problemas e de se ter grandes idéias. A pesquisa da dra. Nazzy descobriu que a insulina humana diminui a capacidade do sistema imune dos mosquitos ao inibir a expressão de alguns genes importantes para a defesa destes insetos e ativar vias de sinalização imunosupressoras. Caso estas vias possam ser &#8220;desligadas&#8221; artificialmente &#8211; e elas o podem! -, o efeito nefasto da insulina humana nos <em>Anopheles</em> tem tudo para ser mitigado.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/">Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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