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	<title>Japão | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 11:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Substância poderia ser um &#8216;composto líder&#8217; em um possível tratamento oral. Pesquisadores ainda vão realizar testes clínicos. Cientistas do Japão anunciaram nesta quinta-feira (31) que estão mais próximos de encontrar um tratamento via oral para a diabetes. Pesquisadores da Universidade de Tóquio informaram que criaram um composto que ajuda o organismo a controlar a glicose &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Substância poderia ser um &#8216;composto líder&#8217; em um possível tratamento oral. Pesquisadores ainda vão realizar testes clínicos.</em></p>
<p><span id="more-5558"></span></p>
<p>Cientistas do Japão anunciaram nesta quinta-feira (31) que estão mais próximos de encontrar um tratamento via oral para a diabetes. Pesquisadores da Universidade de Tóquio informaram que criaram um composto que ajuda o organismo a controlar a <a title="Alimentação correta é tão eficiente quanto tomar remédio" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-tao-eficiente-quanto-tomar-remedio/">glicose na corrente sanguínea</a>.</p>
<p>A glicose é um combustível vital para o funcionamento de todos os órgãos do corpo, mas uma quantidade excessiva é nociva. Em algumas pessoas, esse excesso desenvolve a diabetes tipo 2, um mal que pode causar enfermidades, derrames cerebrais e <a title="Quanto custa ser diabético?" href="http://www.diabeticool.com/quanto-custa-ser-diabetico/">problemas renais</a>.</p>
<p>Os médicos afirmam que os casos de diabetes tipo 2 têm crescido consideravelmente nas últimas décadas, fato atribuído, principalmente, ao aumento de pessoas obesas.</p>
<p>O estudo, publicado na revista &#8220;Nature&#8221;, mostra que as pessoas obesas têm níveis mais baixos de <a title="A polêmica do óleo de peixe" href="http://www.diabeticool.com/a-polemica-do-oleo-de-peixe/">adiponectina</a>, um hormônio que regula a glicose e incrementa a eficácia da insulina. Os cientistas japoneses desenvolveram um componente chamado AdipoRon, que imita os efeitos desse hormônio e sobrevive sem modificações durante o processo digestivo.</p>
<p>De acordo com Toshimasa Yamauchi, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Tóquio, AdipoRon poderia ser um “composto líder” em um possível tratamento oral para a diabetes. “Nosso objetivo é realizar ensaios clínicos dentro de alguns anos”, disse ele à agência de notícias France Presse.</p>
<p>A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/10/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem Estar / G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo do Japão define meta para conter aumento de casos de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 10:37:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Preocupado com os dados sobre o número de pacientes com diabetes que foi previsto atingir 15 milhões em 2025, o Ministério da Saúde, Trabalho e Previdência Social do Japão tem como objetivo manter o número para 10 milhões até poder tomar contramedidas completas, tais como incentivar os cidadãos a realizarem exames periódicos. Com a população &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Preocupado com os dados sobre o número de pacientes com diabetes que foi previsto atingir 15 milhões em 2025, o Ministério da Saúde, Trabalho e Previdência Social do Japão tem como objetivo manter o número para 10 milhões até poder tomar contramedidas completas, tais como incentivar os cidadãos a realizarem exames periódicos.</em></p>
<p>Com a população japonesa envelhecendo a um ritmo acelerado, estima-se que sejam gastos cerca de 83 trilhões com tratamento médico e assistência nutricional até o ano fiscal de 2025. O ministério quer reduzir o valor para 78 trilhões de ienes, tomando medidas para melhorar o sistema de saúde no país.</p>
<p>Para atingir a meta, medidas contra diabetes, conhecida no país por “doença nacional”, será um dos principais pilares.</p>
<p>O número de diabéticos no Japão foi de 8,9 milhões em 2007, de acordo com os últimos resultados de uma pesquisa do Ministério da Saúde realizada a cada cinco anos. No ano fiscal de 2025, quando todos os “baby boomers” terão 75 anos ou mais , o número está previsto para atingir 15 milhões. O ministério acredita que os custos médicos esperados podem ser cortados para 1,9 trilhões, mantendo o número de casos para 10 milhões.</p>
<p>Como medida concreta, o ministério pretende aumentar a taxa de pessoas que recebem exames médicos realizados pelos municípios e empresas. Com o apoio dos municípios, o número deverá subir dos atuais 45% para 70%.</p>
<p>Dados adquiridos nos exames irão ser utilizados de forma agressiva. Se uma pessoa for diagnosticada com pressão arterial elevada, os seguros de saúde de suas empresas ou de outras entidades irão realizar uma consulta pessoal, mesmo que o paciente não seja direcionado para exames de síndrome metabólica (SM, doença caracterizada pela associação de fatores de risco para as doenças cardiovasculares, vasculares periféricas e diabetes), exames que são destinados a pessoas entre 40 e 74. Ao fornecer orientação pessoal para mais pessoas, o ministério pretende reduzir o número de casos de diabetes.</p>
<p>O ministério declarou que irá fazer grandes esforços para melhorar os hábitos alimentares com o objetivo único de prevenir a doença.</p>
<p>Uma das metas do ministério é compilar normas para uma alimentação saudável, visando também em lanches vendidos em lojas de conveniência e até guloseimas vendidas em supermercados e lojas de departamento. Tais alimentos que atendam às normas receberá a aprovação do governo.</p>
<p>Além disso, o ministério vai lançar novos esforços para ajudar os pacientes que já desenvolveram doença renal causada por diabetes grave para evitar a necessidade de diálise artificial.</p>
<p>Ao utilizar dados de exame médico e reivindicações de seguro de saúde, o ministério pretende fornecer aconselhamento pessoal e diretrizes para melhorar os hábitos de vida da população.</p>
<p>As informações são do jornal The Yomiuri Shimbun.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.mundo-nipo.com/ultimas-noticias/21/09/2013/governo-do-japao-define-meta-para-conter-aumento-de-casos-de-diabetes" target="_blank" rel="nofollow noopener">Mundo-Nipo.com</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/governo-do-japao-define-meta-para-conter-aumento-de-casos-de-diabetes/">Governo do Japão define meta para conter aumento de casos de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Homens, carne vermelha e diabetes: uma relação perigosa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 11:37:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos japoneses conduzem ampla pesquisa e concluem que consumir carne vermelha aumenta os riscos de diabetes tipo 2 apenas entre homens. Entenda aqui. Muita gente concorda que poucas coisas na vida são mais prazerosas do que apreciar uma boa carne &#8211; ainda mais no Brasil, o país do churrasco! Uma nova pesquisa japonesa, todavia, coloca &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Médicos japoneses conduzem ampla pesquisa e concluem que consumir carne vermelha aumenta os riscos de diabetes tipo 2 apenas entre homens. Entenda aqui.</em></p>
<p><span id="more-4808"></span></p>
<p>Muita gente concorda que poucas coisas na vida são mais prazerosas do que apreciar uma boa <strong><a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">carne</a></strong> &#8211; ainda mais no Brasil, o país do churrasco! Uma nova pesquisa japonesa, todavia, coloca um freio na voracidade carnívora ao descobrir que <strong>o consumo de carne de porco e vaca pode aumentar bastante os riscos de diabetes tipo 2 em homens</strong>.</p>
<p>O estudo nipônico foi bastante amplo, envolvendo mais de 64 mil voluntários, cinco anos de acompanhamento de seus registros de saúde e times de cientistas do Centro Nacional do Câncer e Centro Nacional de Saúde Global e Medicina japoneses.</p>
<p>Todos os 64 mil voluntários não estavam com diabetes no começo do estudo. Após cinco anos, 1200 deles já haviam recebido o diagnóstico de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Os cientistas então correlacionaram o consumo de carne com a incidência da doença.</p>
<p>Os resultados revelam informações interessantes. Em primeiro lugar, o que mais chama a atenção é que o maior consumo de carne foi associado a maiores chances de diabetes tipo 2 apenas em homens. Os dados apontam que os homens que consumiam mais carne (cerca de 83g todos os dias) tinham chances 42% de desenvolver diabetes tipo 2 do que os homens que comiam menos carne (15g diárias).</p>
<p>Outro dado relevante é que comer derivados de carne, como presuntos e salsichas, parece não interferir nos riscos do diabetes.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/ferro-fere-as-celulas-beta-e-pode-levar-ao-diabetes/">Ferro fere as células beta e pode levar ao diabetes</a>&#8220;</strong> : <em>Nova pesquisa associa o ferro à destruição das células produtoras de insulina, o que aumenta as chances de se desenvolver diabetes.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A EXPLICAÇÃO MÉDICA &#8211; E DICAS PARA EVITAR PROBLEMAS!</strong></p>
<p>Os médicos que conduziram a pesquisa possuem uma hipótese que tenta explicar os resultados. Para eles, as carnes vermelhas contêm grandes quantidades de ferro &#8211; mineral que já foi algumas vezes associado ao diabetes e à resistência à insulina. Além disso, homens possuem naturalmente maiores reservas de ferro em seu corpo, por isso que comer carnes ricas em ferro parece ser mais nocivo a eles do que às mulheres.</p>
<p>Como combater esta tendência? Um dos autores da pesquisa, Kayo Kurotani, sugere que os homens que comem muita carne vermelha variem um pouco mais o cardápio, incluindo frango e peixes no cardápio algumas vezes durante a semana.</p>
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		<title>Fasiglifam, novo remédio japonês para tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 17:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utiliza estratégia terapêutica inédita e pode chegar em pouco tempo ao mercado. O laboratório japonês Takeda Pharmaceutical Co Ltd anunciou com grande alegria que seu novo remédio para o diabetes passou por estágios avançados de testes em pacientes humanos, mostrando resultados animadores. A droga, chamada de Fasiglifam, atua diminuindo a glicemia em diabéticos. Diferentemente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento utiliza estratégia terapêutica inédita e pode chegar em pouco tempo ao mercado.</em></p>
<p><span id="more-4800"></span></p>
 Sede da farmacêutica japonesa Takeda, inventora do novo medicamento antidiabético Fasiglifam.
<p>O laboratório japonês Takeda Pharmaceutical Co Ltd anunciou com grande alegria que seu<strong> novo remédio para o diabetes</strong> passou por estágios avançados de testes em pacientes humanos, mostrando resultados animadores.</p>
<p>A droga, chamada de <strong>Fasiglifam</strong>, atua diminuindo a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> em diabéticos. Diferentemente dos demais medicamentos do gênero, a Fasiglifam estimula a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> de acordo com a quantidade de açúcar na corrente sangüínea, enquanto os remédios hoje existentes não possuem tal dependência do açúcar sangüíneo.</p>
<p>Os resultados positivos dos últimos testes foram anunciados no último encontro da Sociedade Japonesa de Diabetes. 54.8% dos pacientes que tomaram 50mg do remédio e 30.2% daqueles que ingeriram 25g da Fasiglifam, ao longo de período de 12 semanas, mantiveram as taxas de <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> abaixo dos 6.9%, um número excelente para os padrões de saúde do diabetes. Além disso, não houve um número significativo de casos de hipoglicemia entre os voluntários do teste.</p>
<p>De acordo com Kohei Kaku, professor da Escola de Medicina de Kawasaki que apresentou os dados na conferência, a Fasiglifam é um tipo inédito de tratamento para o diabetes e que pode, muito em breve, se tornar um nova opção para melhor controlar a condição. Ficaremos de olho no desenvolvimento deste medicamento.</p>
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		<title>Remédio para asma pode reverter o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 13:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antigo fármaco utilizado no combate ao problema respiratório é candidato a novo tratamento para o diabetes tipo 2. Asma e diabetes. Duas doenças tão diferentes uma da outra, mas com uma coisa em comum: ambas podem vir a ser tratadas com o mesmo remédio. Esta foi a descoberta de pesquisadores do instituto de Ciências da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Antigo fármaco utilizado no combate ao problema respiratório é candidato a novo tratamento para o diabetes tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-3556"></span></p>
<p>Asma e diabetes. Duas doenças tão diferentes uma da outra, mas com uma coisa em comum: <strong>ambas podem vir a ser tratadas com o mesmo remédio</strong>. Esta foi a descoberta de pesquisadores do instituto de Ciências da Vida da <a title="Quando todos achavam que o problema era a insulina…" href="http://www.diabeticool.com/quando-todos-achavam-que-o-problema-era-a-insulina/">Universidade de Michigan</a>, publicada na última edição da revista científica <em>Nature Medicine</em>.</p>
<p>O time de cientistas, liderados por Alan Saltiel, conduziu experimentos em camundongos obesos. Os animais receberam doses do medicamento <strong>Amlexanox</strong>, criado em 1994 para curar asmas e ainda hoje amplamente utilizado no Japão para este fim &#8211; nos EUA, o fármaco é mais popular como tratamento para aftas. Após tomarem o remédio, os camundongos passaram a perder peso e apresentaram melhoras consideráveis em problemas metabólicos relacionados à obesidade, como o <a title="Como a insulina interage com o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/como-a-insulina-interage-com-o-nosso-corpo/">diabetes tipo 2</a> e doenças hepáticas.</p>
<p>O segredo do sucesso do medicamento, segundo os cientistas, é que ele impede a expressão de dois genes (chamados de IKKE e TBK1), relacionados à diminuição do metabolismo, à <a title="Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?" href="http://www.diabeticool.com/qual-destes-acucares-diminui-a-fome-e-ajuda-e-emagrecer/">obesidade</a> e a outros problemas de saúde.</p>
<figure id="attachment_3558" aria-describedby="caption-attachment-3558" style="width: 288px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-3558 " alt="Nos EUA, o Amlexanox é princípio ativo de populares medicamentos anti-aftas." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/aphthasol-diabetes.jpg" width="288" height="216" /><figcaption id="caption-attachment-3558" class="wp-caption-text">Nos EUA, o Amlexanox é princípio ativo de populares medicamentos anti-aftas.</figcaption></figure>
<p>Saltiel comentou o trabalho: &#8220;O [remédio] Amlexanox parece que atua em camundongos inibindo dois genes &#8211; IKKE e TBK1 -, os quais nós acreditamos que funcionam juntos como uma espécie de &#8220;freio&#8221; ao metabolismo. Ao soltar esse freio, o Amlexanox aparentemente libera o sistema metabólico para que queime mais &#8211; e possivelmente guarde menos &#8211; energia.&#8221;</p>
<p>De acordo com os autores do trabalho, o potencial do remédio para asma é ser usado a fim de aumentar o metabolismo, induzindo, assim, a perda de peso, a reversão do diabetes e a cura de problemas no fígado.</p>
<p>Como todo cientista cauteloso, Alan Saltiel afirma que ainda é cedo para dizer se o Amlexanox poderá ser utilizado por humanos &#8211; hoje sabe-se que funciona como tratamento para diabetes apenas em camundongos. Mas, sendo a fisiologia dos roedores semelhante à nossa, e sendo o Amlexanox um medicamento já aprovado para uso e comercialização, as próximas pesquisas devem caminhar rápido.</p>
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		<title>Médicos japoneses dizem não aos smartphones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 15:47:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Journal of Medical Internet Research]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aplicativos médicos para celular &#8211; incluindo os de acompanhamento do diabetes &#8211; são rechaçados pela maioria dos doutores no Japão. Entenda o porquê. O Japão é a terra da tecnologia &#8211; nenhum outro país ganha dele em porcentagem da população com acesso à banda larga no celular. A Terra do Sol Nascente é também um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aplicativos médicos para celular &#8211; incluindo os de acompanhamento do diabetes &#8211; são rechaçados pela maioria dos doutores no Japão. Entenda o porquê.</em></p>
<p><span id="more-2559"></span></p>
<p>O Japão é a terra da tecnologia &#8211; nenhum outro país ganha dele em porcentagem da população com acesso à banda larga no celular. A Terra do Sol Nascente é também um país de idosos, onde não é raro novos recordistas de longevidade serem encontrados. Uma população cada vez mais velha significa aumento gigantesco nos custos da saúde pública para o tratamento de doenças crônicas, como o diabetes. Por sinal, o país é o oitavo no ranking global do diabetes &#8211; estima-se que cerca de 19 milhões de pessoas, de um total de 126 milhões de habitantes, têm diabetes, em especial diabetes tipo 2. Como é que um país na vanguarda tecnológica, com um sistema de saúde de ponta e uma população cada vez mais experiente lida com métodos modernos de acompanhamento de doenças, como os aplicativos de monitoramento para celulares?</p>
<p>Não com bons olhos. Esta foi a conclusão de uma pesquisa publicada recentemente na revista científica <em>Journal of Medical Internet Research</em>. De acordo com os dados do trabalho, uma parcela ínfima dos médicos japoneses utiliza os aplicativos online de controle do diabetes. <strong>Os programas são vistos com alta desconfiança, especialmente pelos doutores mais velhos</strong>.</p>
 As taxas de penetração de celulares no Japão são algumas das mais altas em todo o mundo.
<p>Foram entrevistados quase 500 médicos japoneses neste estudo. Apenas 0.8% deles afirmaram já ter usado aplicativos de monitoramento do diabetes. Vinte e seis porcento dos doutores estavam bem informados acerca das funcionalidades dos aplicativos, mas mesmo assim decidiram não utilizá-los. 73% dos entrevistados não se sentiam bem informados o suficiente para adotar os programas.</p>
<p>É interessante notar a alta porcentagem de médicos que disseram não ter informações suficientes sobre os aplicativos. Segundo a pesquisa, este é justamente o maior empecilho à utilização dos programas: os benefícios que eles podem trazer foram o item mais citado quando perguntados sobre o principal motivador para utilizar o monitoramento remoto do diabetes. Problemas com segurança e privacidade dos dados médicos mal passam pela cabeça dos japoneses, tendo sido muito pouco mencionados.</p>
 Médicos japoneses preferem métodos mais tradicionais de acompanhamento da saúde do paciente diabético.
<p>A pesquisa é de alto impacto e interesse na área médica, uma vez que a grande maioria dos estudos similares foca na percepção dos pacientes sobre os aplicativos, e não na dos profissionais de saúde. A conclusão apresentada pelos pesquisadores é que, a fim de conquistar os doutores nipônicos, é fundamental que os aplicativos sejam da mais alta qualidade &#8211; e que os próprios médicos tenham a oportunidade de avaliar a funcionalidade e praticidade do sistema digital.</p>
<p>Apesar de menos de 1% dos médicos japoneses aproveitar a tecnologia para tratar o diabetes, seis hospitais no país já utilizam aplicativos para celular no monitoramento de pacientes que sofreram <a title="A descoberta do diabetes através dos olhos" href="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/">acidentes vasculares cerebrais</a> (também conhecidos como &#8220;derrames cerebrais&#8221;). Os resultados de exames realizados nos hospitais são enviados ao smartphone do médico, já pré-equipado com funções diagnósticas. A consulta se dá via mensagens particulares através do <strong><a href="http://www.twitter.com/diabeticool">Twitter</a></strong>.</p>
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		<title>O diabetes e a audição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2012 21:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Chika Horikawa]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[estria vascular]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism]]></category>
		<category><![CDATA[material didático]]></category>
		<category><![CDATA[nefropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[nervo]]></category>
		<category><![CDATA[ouvido]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Niigata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que quem tem diabetes deve tomar um cuidado especial com seus ouvidos? Entenda o motivo neste novo texto. Uma das páginas mais acessadas do Diabeticool é &#8220;Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?&#8220;, parte do nosso material didático (que pode ser encontrado na barra superior do site). Lá, pode-se ler uma lista &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sabia que quem tem diabetes deve tomar um cuidado especial com seus ouvidos? Entenda o motivo neste novo texto<em></em>.</em></p>
<p><span id="more-1942"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-e-a-audicao/audicao-diabetes/"></span>Uma das páginas mais acessadas do <strong>Diabeticool </strong>é &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?</a>&#8220;, parte do nosso <span style="color: #000000;"><strong>material didático</strong> </span>(que pode ser encontrado na barra superior do site). Lá, pode-se ler uma lista de graves conseqüências que acontecem quando o diabetes não é tratado corretamente e a glicemia mantém-se alta. A maioria delas, como a retinopatia e a nefropatia diabéticas, são causadas por danos em vasos sangüíneos ou nervos, devido às altas taxas de açúcar no sangue. Cientistas japoneses concluíram esta semana que a alta glicemia pode comprometer, de maneira semelhante, um outro órgão importantíssimo para nós: os ouvidos.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>Chika Horikawa, especialista em nutrição da Universidade Niigata, no <a title="O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/">Japão</a>, e principal autor do estudo, percebeu que diabéticos sofriam mais do que o normal de problemas de audição. Através de sua recente pesquisa, publicada no <em>Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism</em>, pôde comprovar que, realmente, diabéticos têm motivos para tomar um cuidado especial com seus ouvidos.</p>
<div>
<p>&#8220;A associação entre problemas auditivos e diabetes é controversa, mas acredita-se que, com o passar do tempo, altas taxas de açúcar no sangue danificam <a title="A saudabilíssima dieta nojenta" href="http://www.diabeticool.com/a-saudabilissima-dieta-nojenta/">vasos sangüíneos </a>na <em>estria vascular</em> e nervos, diminuindo a capacidade de ouvir&#8221;, afirmou Chika. &#8220;Neste nosso estudo, <strong>descobrimos que pessoas com diabetes têm duas vezes mais prevalência de problemas de audição do que aquelas não-diabéticas</strong>&#8220;, completou o japonês. Vale notar que a <em>estria vascular</em> é uma região ricamente vascularizada do ouvido interno; a atrofia desta região é uma das principais causas de perda de audição.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-e-a-audicao/chika-horikawa-diabetes/"></span> O pesquisador Chika Horikawa, autor da pesquisa associando diabetes e problemas auditivos.
<p><strong>O que fazer para se prevenir contra problemas de audição? A resposta é simples:</strong> manter sempre a glicemia sob controle. Ou seja, seguindo à risca o tratamento para o diabetes, evita-se uma série de conseqüências desagradáveis e perigosas, causadas pelos danos em vasos sangüíneos e nervos que o excesso de açúcar provoca. De acordo com Horikawa, &#8220;nossos resultados sugerem que pacientes diabéticos devem ser examinados para problemas de audição a partir de uma idade mais jovem do que o comum, a fim de prevenir vários problemas de saúde decorrentes de dificuldades na audição, como a depressão.&#8221;
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		<title>O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 01:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[John Gurdon]]></category>
		<category><![CDATA[Nobel]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Shinya Yamanaka]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco. Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com células-tronco.Vale lembrar que as células-tronco são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco.</em></p>
<p><span id="more-1665"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/shinya-yamanaka-diabetes/"></span></p>
<p>Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">células-tronco</a>.Vale lembrar que as células-tronco são componentes do nosso corpo com altíssima capacidade de duplicação e que podem se transformar, através dos estímulos corretos, em diferentes tipos celulares. Desde que foram descobertas, estas células são vistas como potenciais curas para diversas doenças, entre elas o diabetes.</p>
<p>Como é de praxe com o Nobel, as pesquisas dos dois cientistas são bastante antigas &#8211; e, como venceram o prêmio, significa que houve tempo suficiente para a comunidade científica julgá-las como adequadas e merecedoras da honraria. O trabalho de Gurdon, realizado na década de 1960, mostrou que o DNA de células já diferenciadas de sapos poderiam ser utilizadas para gerar novos girinos. Já Yamanaka, em 2006, foi capaz de &#8220;reverter&#8221; uma célula diferenciada de volta em uma célula-tronco, com capacidade para se transformar em outros tipos de célula madura.</p>
<p>Ninguém melhor do que estes cientistas, portanto, para dar um conselho sobre células-tronco a pacientes de todo o mundo.</p>
<p><strong>O conselho de Yamanaka</strong></p>
<p>Devido a sua alta capacidade de transformação em diversos tipos celulares, as células-tronco estão sendo pesquisadas há décadas com o intuito de regenerar tecidos lesionados por algumas doenças. Como exemplo, em teoria, cientistas poderiam programar células-tronco para se transformarem em <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/" target="_blank" rel="noopener">células pancreáticas saudáveis</a>, as quais seriam implantadas em diabéticos tipo 1 (que possuem defeitos justamente nestas células). Todavia, os pesquisadores ainda são bastante cautelosos quanto às terapias com estas células, devido à complexidade que é se trabalhar com elas. Isto não impede que diversos &#8220;centros de saúde&#8221; em todo o mundo propagandeiem que já oferecem tratamentos para as mais variadas doenças &#8211; como diabetes, esclerose múltipla, <a title="Como é que é?" href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-e/" target="_blank" rel="noopener">artrite</a>, problemas de vista, <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/" target="_blank" rel="noopener">Alzheimer</a>, Parkinson e lesões na coluna vertebral &#8211; utilizando as células-tronco, e mintam quanto aos supostos resultados milagrosos. Além de não serem comprovados pela ciência, tais tratamentos podem provocar sérios riscos à saúde dos pacientes &#8211; sem contar o vazio na conta de banco, uma vez que costumam ser bem caros. O vencedor do Nobel Shinya Yamanaka alerta:</p>
<p>&#8220;Este tipo de prática é um problema enorme, é uma ameaça. Muitas das chamadas terapias com células-tronco estão sendo conduzidas sem nenhum dado usando animais, com checagens pré-clínicas de segurança&#8221;.(&#8230;) Os pacientes devem entender que se não houver dados pré-clínicos sobre a eficiência e segurança do procedimento que ele ou ela esteja submetido&#8230; pode ser muito perigoso&#8221;.</p>
<p>O cientista complementa: &#8220;Espero que pacientes e pessoas leigas entendam que há dois tipos de terapias com células-tronco. Uma é a que estamos tentando estabelecer. É unicamente baseada em dados científicos. Nós temos conduzido trabalhos pré-clínicos, experimentos com animais, como ratos e macacos&#8221;.</p>
<p>Apesar das precauções, Yamanaka nota que existem, sim, pesquisas sérias em andamento que utilizam células-tronco na cura de doenças. &#8220;Há muitas pesquisas promissoras acontecendo&#8221;, garante, reiterando, porém, que é fundamental ficar atento para o que for corretamente referendado pela ciência, evitando assim cair em falsas e perigosas promessas.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.reuters.com/article/2012/10/09/us-nobel-medicine-yamanaka-idUSBRE8980E920121009"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/">O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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