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	<title>crianças | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Recado para pais e mães: diabetes exige independência!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 21:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[acampamentos de diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tão importante quanto auxiliar os filhos a cuidar bem da saúde é ensiná-los a tratar o diabetes por conta própria, explica Ronaldo Wieselberg.   Recentemente li um texto do Dr. Walter Minicucci, no qual ele contava a história de um de seus pacientes. Naquele texto, ele contava da resistência do então menino às aplicações de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tão importante quanto auxiliar os filhos a cuidar bem da saúde é ensiná-los a tratar o diabetes por conta própria, explica Ronaldo Wieselberg.</em></p>
<p><span id="more-9238"></span></p>
<p><strong><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9245" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças.jpg" alt="diabetes exige independencia das crianças" width="800" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças-349x240.jpg 349w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/diabetes-exige-independencia-das-crianças-768x528.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /> </strong></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>ecentemente li um texto do Dr. Walter Minicucci, no qual ele contava a história de um de seus pacientes. Naquele texto, ele contava da resistência do então menino às aplicações de insulina e aos testes de glicemia. Com a dedicação da mãe, o menino cresceu, agora tem uma <strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada de 7,1%</a></strong>, adequado provavelmente à sua faixa etária, mas continua <em>dependendo dos pais para as aplicações de insulina</em>. O Dr. Minicucci, então, conclui que é necessária a dedicação de uma figura familiar, assim como a mãe de seu paciente o fez.</p>
<p>Permito-me discordar do Dr. Minicucci.</p>
<p>Algo que percebo entre os profissionais de saúde que tratam pessoas com diabetes tipo 1 é a <strong>dificuldade de lidar com a família</strong>. Isso faz bastante sentido, já que essa “realidade” de pessoas com diabetes tipo 1 chegando à idade adulta de maneira saudável, sem complicações, sem depender de ninguém, é algo relativamente novo. A prova disso é que “ainda” – percebam as aspas – admiramos pessoas que chegam aos cinquenta, sessenta, setenta anos com diabetes&#8230; e sem nenhuma complicação!</p>
<p>Oras, se esse fosse o padrão, não precisaríamos admirar ninguém, concordam? <strong>A inspiração vem daquilo que é diferente, daquilo que almejamos</strong>. Quando todos chegamos ao mesmo objetivo, ele deixa de ser objeto de desejo. E é isso que esperamos que aconteça com o diabetes! Todos, curados ou muito bem tratados, com oitenta, noventa, cem anos de diabetes, e sem nenhuma complicação!</p>
<p>Para que todas as pessoas que convivem com o diabetes cheguem a idades avançadas bem de saúde, uma coisa é essencial: que elas próprias saibam se cuidar. E não tem jeito: a única maneira de aprender é começar desde cedo, empenhando-se no controle da saúde.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>QUEM É RESPONSÁVEL POR CUIDAR DO DIABETES?</strong></span><strong> </strong></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> que acontecia antigamente era a pessoa com diabetes, devido às limitações do tratamento da época, frequentemente desenvolver alguma complicação. Então, ela passava a depender de um cuidador – frequentemente, a mãe. Esse cuidador, então, perfazia todos os cuidados, tomava todas as decisões&#8230; em resumo, <strong>a vida da pessoa dependia desse cuidador</strong>.</p>
<p>Até agora, o que muitos dos profissionais de saúde fazem é exatamente isso. <strong>Inconscientemente</strong>, passam para os pais da criança recém-diagnosticada que ela deve fazer tudo pelo cuidado do filho&#8230; para sempre.</p>
<p>Laços de paternidade são, possivelmente, a coisa mais forte criada pela natureza para garantir que qualquer espécie sobreviva. Mães que viram carros para salvar filhos; pais que lutam com animais selvagens para resgatar uma criança&#8230; são vários os relatos. Nossos cérebros entendem que os filhos são a coisa mais valiosa da vida desde o começo. Até que eles atinjam a idade adulta e possam caminhar por si só.</p>
<p>E finalmente, chegamos ao diabetes. Uma doença crônica, que em breve <strong><a href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">afetará uma em cada onze pessoas no mundo</a></strong>. Não tem cura e, se não for tratada corretamente, pode levar à cegueira, amputações&#8230; um mundo de tragédias que ninguém deseja. Vamos, agora, somar todos os fatores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>O QUE ACONTECE COM OS FILHOS QUANDO TÊM DE SE VIRAR POR CONTA PRÓPRIA?</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >P</span>ais que naturalmente fariam tudo por seus filhos. Profissionais que inconscientemente transmitem a mensagem de que o cuidado da pessoa com diabetes depende do cuidador. Uma constelação de horrores caso o cuidado seja deixado de lado. Uma criança que não sabe como se cuidar. Resultado&#8230;? Você já pode imaginar.</p>
<p>Muitos pais trocam tudo pelo bem estar dos filhos. E não é no sentido figurado da palavra, muito menos só no Brasil. Almejando o “controle ótimo” dos filhos, muitos pais nos Estados Unidos deixam os empregos sob a ameaça de que lhes tirem os filhos por maus tratos. No Brasil, muitas mães trocam suas carreiras e empregos por alguma alternativa que <strong><a href="http://www.diabeticool.com/mae-abandona-emprego-para-cuidar-de-filha-pequena-com-diabetes/">permita que elas apliquem insulina</a></strong> e façam todos os testes de glicemia – e muitas vezes, não apenas na primeira infância dos rebentos.</p>
<figure id="attachment_9243" aria-describedby="caption-attachment-9243" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9243" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia.jpg" alt="ensinar a criança a medir a própria glicemia" width="650" height="434" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/ensinar-a-criança-a-medir-a-própria-glicemia-359x240.jpg 359w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-9243" class="wp-caption-text">Um dos focos dos acampamentos de diabetes (saiba mais abaixo) é ensinar as crianças a medir e corrigir a própria glicemia.</figcaption></figure>
<p>Quando os filhos vão crescendo e tendo mais independência, não há problemas. O problema é que alguns se acomodam, outros se incomodam com a situação. Alguns filhos deixam os cuidados com a saúde inteiramente nas mãos dos pais. Outros querem independência, porém encontram dificuldades na hora de corrigir a glicemia, pois não tinham experiência prévia de como fazer isso.</p>
<p>Histórias desse tipo são muito comuns. Vamos pensar em alguns casos&#8230;</p>
<ul>
<li>Imagine uma criança que nunca precisou se preocupar com <strong><a href="http://www.diabeticool.com/hipoglicemia-noturna-voce-avisa-seu-medico-quando-ela-acontece/">correção para hipoglicemia</a></strong>, já que a mãe sempre tinha biscoitos na bolsa. Nunca precisou se importar com aplicações de insulina, pois a mãe preparava todas as doses e as aplicava. Nunca se preocupou em carregar o monitor de glicemia, já que estava sempre com a mãe. Como essa criança, ao crescer, se conscientizaria de que agora <em>ela</em>, como jovem adulto, precisa carregar sempre consigo monitor de glicemia, correção para hipoglicemias e insulina? Deixar que ela aprenda com seus erros, apenas na hora em que a mãe não estiver mais ali, fazendo ainda mais traumático esse rompimento?</li>
</ul>
<ul>
<li>Um jovem adolescente, cuja mãe sempre fez tudo, agora quer sair com uma menina, com quem está se envolvendo romanticamente. Faz sentido ele levar a mãe junto para o encontro? Imagino a situação&#8230;</li>
</ul>
<ul>
<li>O mesmo jovem do exemplo anterior sente-se excluído do grupo de colegas da escola, uma vez que em todos os intervalos e refeições precisa sair de suas atividades para que a mãe aplique a insulina. Para um jovem em formação, a validação do grupo é algo absurdamente necessário. O controle do diabetes, desse jeito, passa a ser um estigma, e muitos acabam descuidando da saúde em busca de ‘aceitação’.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>FAMÍLIAS ESCLARECIDAS = FILHOS SAUDÁVEIS</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >P</span>articularmente, acredito que nós, como profissionais de saúde, deixamos muito a desejar no suporte à família. Uma família esclarecida entende que não estará ali para sempre – afinal, imortalidade me parece muito chato! – e que a criança, hora ou outra, alçará voo com suas próprias asas. Faculdade em outra cidade, dormir na casa da namorada, viajar para congressos&#8230; em algum momento, as vidas serão&#8230; delas!</p>
<blockquote><p>“Será que o controle ótimo do diabetes vale essa “bolha” na qual muitas crianças são colocadas, com a melhor das intenções?”</p></blockquote>
<p>As crianças têm um potencial de aprendizado imenso. Tanto que aprendem várias línguas rapidamente, podem se tornar prodígios quando estimuladas da maneira correta – que o diga o professor Laszlo Polgár, que transformou as três filhas em formidáveis jogadoras de xadrez para provar sua teoria! – e esta é uma característica normalmente menosprezada. Da mesma forma que muitos profissionais de saúde não comentam sobre as doenças que seus pacientes têm, com a ideia de que “não entenderiam”, muitos pais tomam para si, indefinidamente, as responsabilidades do diabetes.</p>
<p>Será que o controle ótimo do diabetes vale essa “bolha” na qual muitas crianças são colocadas, com a melhor das intenções? O que seria esse “controle ótimo”, afinal? Uma hemoglobina glicada dentro das metas recomendadas pelas sociedades científicas? A ausência de complicações? Será que uma criança com resultados “péssimos”, apesar de todos os esforços, não vai acabar mais desestimulada a se interessar pelo tratamento?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #01abe6;"><strong>ACAMPAMENTOS DE DIABETES: UMA IDÉIA POSITIVA PARA LIDAR COM OS DESAFIOS DO DIA A DIA</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >T</span>er um filho é um desafio à parte, e não existe uma resposta certa, absoluta, para essa situação. Nunca sabemos como vamos reagir às situações até que aconteçam, mas os <strong><a href="http://www.diabeticool.com/uma-nova-forca-lutando-pelo-diabetes-por-ronaldo-wieselberg/">acampamentos de diabetes</a></strong> nos oferecem valiosas informações sobre esse tema em especial&#8230; Muitas das crianças chegam lá desconhecendo o diabetes. E ali, existem pessoas capacitadas para cuidar delas: médicos, enfermeiros, e, sobretudo, monitores.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="NR1 26/01/16" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/hMB4OZc6YNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>Nos acampamentos, jovens que já passaram pelas mesmas dificuldades das crianças cuidam delas e transmitem informação e confiança de um jeito amigável e descontraído, na linguagem certa – são os monitores.</p></blockquote>
<p>Os monitores cumprem um papel curioso. Às vezes, agem como os “pais” das crianças, quando os mandam para o banho, quando os acordam, quando os mandam arrumar o quarto. Em outros momentos, são amigos, quando estão em alguma atividade, jogando futebol ou agitando uma festa. Mas sempre, <em>sempre</em>, são exemplos. São exemplos de compreensão, exemplos de confiança e, mesmo que não saibam tudo sobre diabetes – aliás, quem sabe?! – estimulam a curiosidade das crianças.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9241" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1.jpg" alt="acampamento de diabetes nas férias escolares 1" width="650" height="437" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-1-357x240.jpg 357w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>Se por um lado os médicos, enfermeiros, educadores físicos, nutricionistas e psicólogos estão ali para adaptar o tratamento, garantir cuidados corretos, prover um gasto energético e uma ingesta alimentar saudáveis e compreender a criança com diabetes como um todo, criando um universo no qual haja segurança, por outro o monitor está ali estimulando a <em>exploração</em> desse universo.</p>
<p>Na hora de fazer o teste de glicemia, o monitor estimula a criança a fazê-lo sozinha, corrigindo se necessário – <strong>mas não realizando o teste por ela</strong>. Diante dos resultados, ele não os classifica como “ótimos” ou “péssimos”, mas como números que devem orientar uma decisão. Se estiver em hiperglicemia, <strong>pensam juntos no que pode ter ocasionado aquele resultado, para que a criança entenda a relação de causa e consequência do evento</strong>. Com a ajuda da equipe de nutrição, pensam no que vão comer e calculam, junto à equipe médica, a quantidade de insulina para aplicar. Com a ajuda da equipe de enfermagem, aprendem como preparar a dose na seringa ou caneta e como aplicar a insulina da maneira correta, virtualmente indolor. E o tempo todo, o monitor está junto, transmitindo a confiança de que fará tudo <em>com</em> a criança, mas não fará <em>pela</em> criança.</p>
<figure id="attachment_9242" aria-describedby="caption-attachment-9242" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9242" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2.jpg" alt="acampamento de diabetes nas férias escolares 2" width="650" height="434" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/03/acampamento-de-diabetes-nas-férias-escolares-2-359x240.jpg 359w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-9242" class="wp-caption-text">A importância de comer bem é sempre destaque na hora das refeições.</figcaption></figure>
<p>Não é à toa que muitas crianças sentem muitas saudades dos monitores. Algumas delas são tão tocadas pelos exemplos que decidem, inclusive, se tornar também monitores.<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>PAIS E MÉDICOS UNIDOS PELA SAÚDE DAS CRIANÇAS</strong></span></h2>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >S</span>e, por um lado, os pais precisam de fato tomar a responsabilidade dos cuidados quando a criança é muito pequena, de outro devem <strong>fornecer o ambiente para que a criança se desenvolva</strong>. Esse ambiente não é criado artificialmente, em acampamentos. <strong>Ele nasce do relacionamento sadio com os profissionais de saúde, que orientam os pais para que estes saibam como agir diante do crescimento da criança</strong>. O profissional deve orientar a família, e não apenas conduzi-la.</p>
<blockquote><p>“(Os pais) devem fornecer o ambiente para que a criança se desenvolva”</p></blockquote>
<p>Meu saudoso professor de Anatomia, Dr. João Carillo, dizia que “o médico era o conselheiro da família”. Está na hora de repensarmos essa frase e entender o núcleo familiar inteiro, não apenas focando no valor da glicada e se há um “cuidador dedicado”. Como diria outro dos meus professores, desta vez, de Clínica Médica, Dr. Valdir Golin, “bons profissionais já fazem isso há tempos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
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		<title>Você saberia se seu filho fosse diabético?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/voce-saberia-se-seu-filho-fosse-diabetico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2015 20:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais e mães devem ficar atentos a sinais em seus filhos que podem indicar a presença do diabetes. Aprenda quais são eles e o que fazer neste texto. Várias teorias tentam explicar o recente aumento do diabetes entre os jovens, incluindo a deficiência de vitamina D, a falta de aleitamento materno e o excesso de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pais e mães devem ficar atentos a sinais em seus filhos que podem indicar a presença do diabetes. Aprenda quais são eles e o que fazer neste texto.</em><br />
<span id="more-8783"></span></p>
<p>Várias teorias tentam explicar o <a href="http://www.diabeticool.com/incriveis-fotos-mostram-como-e-para-um-jovem-viver-com-o-diabetes-tipo-1/">recente aumento do diabetes entre os jovens</a>, incluindo a deficiência de vitamina D, a falta de aleitamento materno e o excesso de medidas de higiene, que podem causar o colapso do sistema imunológico</p>
<p>Todo pai/mãe diz coisas como essas:</p>
<ul>
<li>&#8220;Eu não quero ouvir desculpas. Você não está cansado. Vá colocar o lixo para fora”;</li>
<li>&#8220;Você já foi ao banheiro, pode muito bem segurar até o fim do filme&#8221;;</li>
<li>&#8220;Você não precisa de outro copo de água. Volte para a cama!&#8221;.</li>
</ul>
<p>“Todas essas frases são ditas em um momento ou outro, em todas as casas, mas precisam de um contexto. Se você as está repetindo o todo o tempo, há uma chance de que seu filho não seja simplesmente preguiçoso, guloso ou mal educado. Em vez disso, ele pode estar exibindo os primeiros sintomas de diabetes”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).</p>
<p>Estamos todos cientes de que há uma <a href="http://www.diabeticool.com/como-mudar-a-mentalidade-de-um-grupo/">epidemia de obesidade</a> e de diabetes em adultos. Mas as taxas de diabetes não estão subindo apenas em adultos; elas estão aumentando em crianças, também. Um estudo recente, publicado no JAMA, descobriu que a incidência de diabetes tipo 1 em crianças de até 9 anos de idade aumentou em 21% entre 2001 e 2009. Durante o mesmo período, a incidência de diabetes tipo 2 entre jovens de 10-19 anos aumentou em 30,5%. Atualmente, mais de 200.000 crianças americanas têm diabetes. E se as tendências continuarem, esses números continuarão subindo. Então, se você é um pai/mãe, o diabetes definitivamente precisa estar no seu radar. Aqui está uma olhada no que esta doença é e como detectá-la:</p>
<h3><strong>Entendimento do diabetes</strong></h3>
<p>Existem dois tipos de diabetes que crianças ou adultos podem desenvolver. Aqui está uma breve explicação sobre cada um deles:</p>
<p>· <strong>Diabetes tipo 1</strong> &#8211; também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado. Neste tipo de diabetes, a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam de injeções diárias de insulina para manter a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1, embora ocorra em qualquer idade, é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens;</p>
<p>· <strong>Diabetes tipo 2</strong> &#8211; também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes. Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade, embora, na atualidade, seja diagnosticado com maior frequência em jovens, em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e estresse da vida urbana. Neste tipo de diabetes, a insulina está presente, porém sua ação é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de hiperglicemia. Por ser pouco sintomático, o diabetes, na maioria das vezes, pode permanecer por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento.</p>
<p>“O diabetes tipo 1 age rapidamente, muitas vezes, tornando as crianças gravemente doentes dentro de semanas. O tipo 2 é furtivo e os seus sintomas se desenvolvem ao longo de meses ou anos. Sem tratamento adequado, ou outro tipo de atendimento médico, pode conduzir a danos nos nervos, doença do coração ou cegueira”, afirma o médico, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<h3><strong>Distinguir as bandeiras vermelhas</strong></h3>
<p>A boa notícia sobre diabetes é que ambos os tipos são tratáveis. “As crianças com diabetes tipo 1 podem viver vidas longas e saudáveis, com a ajuda da insulina, boa dieta e exercícios físicos. As crianças com diabetes tipo 2 podem, muitas vezes, controlar sua doença apenas com a dieta, ou até mesmo ficarem livre do diabetes quando mudam seu estilo de vida. Mas nós não podemos ajudar essas crianças até diagnosticá-las. E, infelizmente, a maioria dos pais não consegue reconhecer os sintomas do diabetes em crianças. Uma pesquisa britânica, por exemplo, constatou que apenas 14% dos pais conhecem os principais sinais de alerta do diabetes tipo 1”, informa Chencinski.</p>
<p>Como resultado, as crianças podem sofrer por semanas ou meses com o diabetes tipo 1, e durante anos com o tipo 2 não diagnosticados. E em todo esse tempo, a doença estará devastando o organismo. Então, como você pode proteger o seu filho? Conheça os sintomas do diabetes em crianças e mantenha os olhos abertos, porque no início eles podem ser sutis. Confira uma lista deles:</p>
<ul>
<li>Excesso de sede e fome;</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Constante necessidade de &#8220;fazer xixi&#8221;;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Boca seca;</li>
<li>Visão embaçada;</li>
<li>Problemas respiratórios;</li>
<li>Comichão na pele;</li>
<li>Dormência nas mãos ou nos pés;</li>
<li>Feridas que se curam muito lentamente.</li>
</ul>
<p>Crianças com diabetes tipo 2 também podem desenvolver uma doença de pele chamada acantose nigricans, caracterizada por hiperqueratose (excesso de queratina) e hiperpigmentação (lesões de cor cinza e engrossadas, que dão um aspecto verrugoso). Embora possa ocorrer em qualquer local da superfície corpórea, a área mais atingida é a região posterior do pescoço, seguida pelas axilas, face lateral do pescoço, superfícies flexoras dos membros, região periumbilical, inframamária, mucosa oral ou mesmo, em casos raros, planta dos pés e palma das mãos.</p>
<p>“Se há um histórico de diabetes na família, é preciso ser especialmente vigilante. Além disso, manter um olhar atento sobre o filho, se ele está acima do peso. Se você notar qualquer sintoma que o preocupe, não hesite em marcar uma consulta imediata com o pediatra. Pode ser assustadora a ideia de que seu filho tenha diabetes. Mas, como pai, é preciso encarar os fatos. E o fato é que, com diabetes, cada dia de diagnóstico tardio conta. Portanto, se o seu filho está constantemente cansado, com fome, com sede, irritado&#8230; Não se arrisque. Em vez disso, tome providências”, aconselha o pediatra.</p>
[button link=&#8221;http://www.defatoonline.com.br/noticias/ultimas/18-06-2015/se-o-seu-filho-fosse-diabetico-voce-saberia&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;default&#8221;]Fonte: DeFato Online [/button]The post <a href="https://www.diabeticool.com/voce-saberia-se-seu-filho-fosse-diabetico/">Você saberia se seu filho fosse diabético?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Lançamento: glicosímetro do Angry Birds revoluciona medições em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 18:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Angry Birds]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicosímetro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novidade transforma o ato de medir a glicemia em “jogo”, compartilha dados com os pais e promete revolucionar a maneira como as crianças encaram o diabetes. Foi lançado hoje, 10 de fevereiro, no mercado europeu o glicosímetro dos Angry Birds. Desenvolvido pela empresa finlandesa Modz, o novo medidor de glicemia é aposta para transformar os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novidade transforma o ato de medir a glicemia em “jogo”, compartilha dados com os pais e promete revolucionar a maneira como as crianças encaram o diabetes.</em><br />
<span id="more-8446"></span></p>
<figure id="attachment_8447" aria-describedby="caption-attachment-8447" style="width: 707px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-8447" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds.jpg" alt="glicosímetro angry birds" width="707" height="471" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds-768x512.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 707px) 100vw, 707px" /><figcaption id="caption-attachment-8447" class="wp-caption-text">Aposta para fazer as crianças cuidarem bem da saúde todos os dias.</figcaption></figure>
<p>Foi lançado hoje, 10 de fevereiro, no mercado europeu o <strong>glicosímetro dos Angry Birds</strong>. Desenvolvido pela empresa finlandesa <strong>Modz</strong>, o novo medidor de glicemia é aposta para transformar os cuidados com o diabetes em uma tarefa divertida e estimulante para as crianças. Além disso, o aparelho possui funcionalidades que prometem deixar mais tranqüilos pais e profissionais da saúde.</p>
[pullquote]&#8221;As crianças poderão ter orgulho deste aparelho&#8221;, disse o presidente da Modz[/pullquote]
<p>O glicosímetro apresenta os personagens do Angry Birds – popular joguinho para telefones e tablets, no qual passarinhos são “lançados” em direção ao maldosos porcos – tanto na capinha externa quanto na interface. Toda vez que a criança <a title="Sete dicas para você desconfiar se a criança possui diabetes" href="http://www.diabeticool.com/sete-dicas-para-voce-desconfiar-se-a-crianca-possui-diabetes/">mede a glicemia</a>, aparece um Angry Bird; a cor do personagem indica se a taxa de açúcar no sangue está boa, abaixo do normal ou acima do permitido. Desta forma, os pequenos conseguem interpretar mais facilmente os resultados das medições.</p>
<p>Caso a glicemia esteja boa, o usuário recebe pontos, com os quais pode “passar de fase” no glicosímetro. Só chega às fases mais avançadas quem conseguir manter a glicemia em boas taxas durante vários dias seguidos.</p>
<p>Outra maneira de ganhar pontos é medir a taxa de açúcar no sangue nos horários certos – um sinal sonoro lembra a criança de que é hora da medição, de acordo com horários pré-definidos para as refeições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>FUNCIONALIDADES ESTIMULAM A INDEPENDÊNCIA</strong></h4>
<p>Toda vez que o glicosímetro for utilizado pela criança, seus pais poderão acompanhar os valores de glicemia <strong>em tempo real</strong>, na tela dos celulares, através de mensagem de texto. Se quiserem, podem optar por receber os resultados por e-mail. Os valores também são guardados na nuvem, em um servidor seguro, e poderão ser acessados a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, inclusive pela equipe médica do usuário.</p>
<p>A funcionalidade promete trazer paz aos pais de jovens diabéticos, que muitas vezes não permitem que seus filhos viajem a excursões, saiam de casa sozinhos ou participem de eventos sociais por medo de descuidarem da glicemia.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MODZ tuli taloon" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/omjU1BUJTvo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“O glicosímetro faz um link concreto entre medições frequentes e sentir-se bem. <strong>Ele estimula o auto-cuidado e ajuda os jovens diabéticos a serem independentes</strong>”, afirmou Vesa Kemppainen, presidente da Modz.</p>
<p>“[O aparelho] é uma maneira inteiramente nova de lidar com o diabetes. Os pais podem parar de encher a paciência dos filhos, e as crianças saberão quando terão de fazer alguma coisa, porque o glicosímetro irá alertá-las!”, disse Vesa em entrevista ao site Wired.</p>
<p>A idéia por trás do glicosímetro dos Angry Birds veio de uma análise crítica do mercado de medidores de glicemia. Segundo Vesa, a grande maioria dos aparelhos é cinzenta ou preta, de formato pouco atraente e design ultrapassado. Com isto, toda vez que alguém precisa realizar a medição, está sujeito ao desconforto de ter de utilizar um aparelho “feio” e que pode gerar <a title="O menininho que não podia ir à escola" href="http://www.diabeticool.com/o-menininho-que-nao-podia-ir-a-escola/">estigmas sociais</a> – especialmente entre os mais novos.</p>
<figure id="attachment_8448" aria-describedby="caption-attachment-8448" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8448" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/kit-modz-diabetes.jpg" alt="kit modz diabetes" width="700" height="507" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/kit-modz-diabetes.jpg 700w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/kit-modz-diabetes-331x240.jpg 331w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-8448" class="wp-caption-text">O kit completo já pode ser encontrado na Europa.</figcaption></figure>
<p>“<strong>As crianças poderão ter orgulho deste aparelho</strong>. Ao invés de ser um aparelho cinzento e sem graça, ele é atrativo e diminui as barreiras sociais, já que você pode explicar como ele funciona aos seus amigos. Ser socialmente aceito é algo positivo para alguém que está com diabetes”, afirmou o presidente da Modz.</p>
<p>O glicosímetro do Angry Birds está sendo vendido por cerca de <strong>R$1.100</strong> na Europa. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Uma caixinha com 50 tiras para medição custa R$125 no Velho Continente.</p>
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		<title>Dicas simples para identificar sinais de diabetes em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2014 02:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais e escolas podem ficar atentos a primeiros sintomas de diabetes tipo 1. Programa internacional orienta educadores sobre como lidar com doença. Sinais simples podem ajudar os pais e até as escolas a identificar possíveis casos de diabetes na infância. Se a doença demora a ser diagnosticada, há risco de a criança sofrer sintomas graves, podendo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pais e escolas podem ficar atentos a primeiros sintomas de diabetes tipo 1. Programa internacional orienta educadores sobre como lidar com doença.</em><span id="more-7822"></span></p>
<p>Sinais simples podem ajudar os pais e até as escolas a identificar possíveis casos de diabetes na infância. Se a doença demora a ser diagnosticada, há risco de a criança sofrer sintomas graves, podendo entrar em coma e até morrer em consequência do nível elevado de glicose no sangue por um período prolongado.</p>
<p>O endocrinologista Luis Eduardo Calliari, conselheiro da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), explica que o primeiro sinal da diabetes na infância &#8211; que é a diabetes tipo 1 &#8211; é a criança começar a beber muita água e fazer xixi com mais frequência.</p>
<p>Progressivamente, começa a haver <a title="Mudança de hábitos e perda de peso podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/mudanca-de-habitos-e-perda-de-peso-podem-prevenir-o-diabetes/">perda de peso</a>. “A criança tem mais apetite, come muito, mas não ganha peso. Vai ficando muito fraquinha, às vezes até com falta de ar”, explica o especialista.</p>
<p>“Geralmente, a criança chega ao pronto-socorro bem prostrada, com respiração muito rápida e a mãe leva a criança ao hospital pela falta de ar. Mas o problema não tem a ver com o pulmão, mas com um quadro de cetoacidose diabética.”</p>
<p>Em pacientes com diabetes, há uma deficiência na produção de insulina, hormônio que tem a função de decompor a glicose <em><strong>[Nota Diabeticool: não, a insulina não &#8220;decompõe&#8221; a glicose! Isto é um absurdo! Para saber de verdade e corretamente como a insulina funciona, <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">clique aqui</a>]</strong></em> e produzir energia a partir dela. Quando a doença não é controlada, o organismo passa a usar a gordura como combustível. A decomposição da gordura leva ao acúmulo de substâncias que deixam o sangue ácido: esse é o quadro de cetoacidose diabética, que pode ser muito perigoso caso a doença demore a ser identificada.</p>
<p>Para o médico, a escola pode ser um importante aliado em identificar os primeiros sinais da doença e também em monitorar os alunos diabéticos. “Hoje em dia, pais e mães trabalham e a criança passa cada vez mais tempo na escola. Se o aluno leva muita água pra a sala de aula e pede para sair várias vezes para ir ao banheiro, antes de achar que é malandragem, é importante pensar que pode ser diabetes”, diz.</p>
<p><strong>Dificuldades</strong></p>
<p>A dona de casa Elizabete Gonçalves da Costa, mãe de Enzo, de 10 anos, conta que a família, que vive em Itapevi, na região metropolitana de São Paulo, enfrentou várias dificuldades em relação às escolas que o garoto frequentou. Diagnosticado com diabetes do tipo 1 aos 3 anos, Enzo já começou a aprender sua rotina de cuidados desde pequeno.</p>
<p>A criança com diabetes deve fazer o controle da glicemia (que é a concentração da glicose no sangue) com o exame de ponta de dedo várias vezes ao longo do dia. Ela também pode ter de se aplicar insulina. A escola que Enzo começou a frequentar com 7 anos de idade, porém, não permitiu que ele levasse o aparelho para medir sua glicemia. A instituição também determinou que o garoto deveria comer seu lanche separado das outras crianças, por ele levar os alimentos de casa.</p>
<p>No início, Elizabete chegou a permanecer na escola para fazer os testes no filho ao longo do dia. Hoje, depois de muitas conversas entre a família e a coordenação, Enzo já pode levar seu aparelho para a aula e fazer os testes dentro da escola, sem a presença da mãe. A escola também reuniu as crianças de seu período no refeitório e explicou por que o garoto tinha de levar o próprio lanche, diferente do de outros alunos. Agora, o menino pode comer ao lado de seus colegas.</p>
<p>O diagnóstico de Enzo também foi trabalhoso. “Levei o Enzo a três pediatras diferentes, pois ele reclamava do cansaço, não conseguia segurar o xixi e bebia muita água. Ele também começou a emagrecer, mesmo comendo muito”, conta.</p>
<p>Nenhum deles diagnosticou a doença. A constatação da diabetes só ocorreu quando o garoto passou mal e a mãe o levou ao pronto-socorro. “O pediatra pediu exame de sangue e viu que a glicemia estava muito alta.” Segundo ela, só depois de três meses, quando Enzo passou a ser tratado por uma endocrinologista pediátrica, é que o tratamento foi bem definido e as dúvidas sobre a doença foram sanadas.</p>
<p><strong>Programa em escolas</strong></p>
<p>Um programa desenvolvido pela Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês), lançado no Brasil nesta terça-feira (5), vai levar a 15 escolas públicas e privadas brasileiras orientações sobre como identificar e como lidar com a diabetes no meio escolar. Chamado <a title="Projeto educativo global sobre diabetes infantil chega ao Brasil" href="http://www.diabeticool.com/projeto-educativo-global-sobre-diabetes-infantil-chega-ao-brasil/">KiDS</a> (“Kids &amp; Diabetes in Schools”, ou “Crianças e Diabetes nas Escolas”), o programa tem apoio do Ministério da Saúde e foi desenvolvido pela IDF em conjunto com a ADJ Diabetes Brasil e pela farmacêutica Sanofi.</p>
<p>Outras instituições e também pais interessados podem acessar o material didático do programa, em português, no site da IDF.</p>
<p>O endocrinologista Calliari afirma que há muito desconhecimento sobre a diabetes infantil no ambiente escolar. “Às vezes a professora não permite que o aluno faça o exame de ponta de dedo na sala de aula e também não permite que ele saia para fazer. É muito comum que a escola não tenha essa percepção”, diz.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/08/dicas-simples-permitem-identificar-sinais-de-diabetes-em-criancas.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem Estar</a></strong></p>
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		<title>Projeto educativo global sobre diabetes infantil chega ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 02:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[KiDS]]></category>
		<category><![CDATA[Kids and Diabetes in Schools]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ronaldo Wieselberg, Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), participou nesta terça-feira do lançamento do projeto KiDS e conta todas as novidades aqui! POR RONALDO WIESELBERG Você, que tem diabetes, independente do tipo&#8230; Você, mãe ou pai de uma criança com diabetes&#8230;Você, curioso sobre o assunto&#8230; Já pensou como deve ser difícil para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ronaldo Wieselberg, Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), participou nesta terça-feira do lançamento do projeto KiDS e conta todas as novidades aqui!</em><br />
<span id="more-7790"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>Você, que tem diabetes, independente do tipo&#8230; Você, mãe ou pai de uma criança com diabetes&#8230;Você, curioso sobre o assunto&#8230; Já pensou como deve ser difícil para uma criança ter diabetes? Você já escondeu o seu diabetes em algum momento, por medo de sofrer preconceito? Já teve dificuldade em matricular o seu filho com diabetes em uma escola devido à doença?</p>
<p>Bem, esse texto é especialmente para você.</p>
<p>Hoje, 05 de agosto de 2014, aconteceu, em São Paulo, o lançamento do projeto <strong>KiDS</strong>, sigla para <em>Ki</em>ds and <em>D</em>iabetes in <em>S</em>chools (“Crianças e Diabetes nas Escolas”, numa tradução livre), o novo projeto da IDF (Federação Internacional de Diabetes), em parceria com a ADJ Diabetes Brasil e com a indústria farmacêutica Sanofi, apoiados pelo Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). O programa, atualmente, está sendo experimentado no Brasil e na Índia, simultaneamente.</p>
<p>É claro que, como Young Leader da IDF, eu não só estava presente, como também auxilio na implantação do projeto! Vamos conhecer um pouco mais sobre ele?</p>
<figure id="attachment_7792" aria-describedby="caption-attachment-7792" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-7792 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/lancamento-idf-kids-brasil.jpg" alt="lancamento idf kids brasil" width="600" height="329" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/lancamento-idf-kids-brasil.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/lancamento-idf-kids-brasil-415x228.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7792" class="wp-caption-text">A equipe que permitiu o lançamento do projeto KiDS no Brasil, no lançamento em São Paulo.</figcaption></figure>
<p>Antes de falar do projeto, precisamos entender qual a situação das crianças com diabetes no Brasil&#8230;</p>
<p>Hoje, temos dados alarmantes sobre a situação das crianças por aqui. Cerca de 5% a 10% dos casos de diabetes no Brasil são de crianças com diabetes tipo 1. Isso perfaz cerca de 600 mil a 1,2 milhão de casos. São <strong>MUITAS</strong> crianças. Além disso, parte significativa das crianças no Brasil (10%) já apresenta sobrepeso e/ou obesidade – isso significa de que a cada dez crianças, uma já é obesa! –, o que aumenta o risco de ela se tornar um adulto obeso, com maiores chances de desenvolver diabetes tipo 2. Esses números são alarmantes!</p>
<p>E aqui, começam os problemas.</p>
<p>Em muitos casos, quando as crianças têm diabetes, é difícil encontrar escolas que as aceitem. Muitas escolas não aceitam a matrícula dessas crianças, sob a justificativa – errada – de que “não sabem lidar com uma criança com diabetes”, ou pior, de que “não se responsabilizam por ela”. Temos conhecimento de casos de muitas <a title="Mãe abandona emprego para cuidar de filha pequena com diabetes" href="http://www.diabeticool.com/mae-abandona-emprego-para-cuidar-de-filha-pequena-com-diabetes/">mães que largam seus empregos</a> para cuidar exclusivamente dos filhos com diabetes, por vezes precisando ir até a escola para fazer um dextro – o teste de glicemia, na ponta do dedo – ou aplicar insulina.</p>
 Algumas crianças são proibidas, até, de aplicar insulina &#8211; o que significa tirar delas a salvação.
<p>Quando as escolas as aceitam, ainda existe um outro problema: o preconceito, por puro desconhecimento da doença. Sabemos de casos em que as crianças com diabetes sofrem com piadinhas de mau gosto, tais como serem chamadas de “viciadas” por precisarem aplicar insulina, serem isoladas pelas outras crianças, com medo de que “o diabetes passe para elas”, ou outros tipos de <em>bullying</em>. Quando não existe o preconceito, ainda assim, as crianças passam por problemas, uma vez que, por vezes, não recebem permissão de fazer os testes de glicemia (!) ou aplicar insulina (!!!) na escola, não podem ir ao banheiro ou beber água em casos de hiperglicemia – o que, por vezes, é necessário, já que alguns dos sintomas da hiperglicemia são a sede e a vontade excessiva de urinar – ou até mesmo de comer fora do horário, mesmo em casos de <a title="Hipoglicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a> – que são potencialmente <em>fatais</em> nesses casos.</p>
<p>Pois é, eu mesmo já passei por algumas dessas situações. Como as crianças – e adultos! – podem ser cruéis, às vezes!</p>
<p>Bem, <em>é claro</em> que essas atitudes são erradas! De acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), <strong>toda criança</strong> tem o direito de frequentar uma escola, ser acolhida, protegida e aceita nesse ambiente. Não pode ser negado a uma criança esse direito, não importando a justificativa.</p>
<p><strong>E aqui, entra o projeto KiDS.</strong></p>
<figure id="attachment_7793" aria-describedby="caption-attachment-7793" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="wp-image-7793 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/logo-kids-idf-diabetes.jpg" alt="logo kids idf diabetes" width="350" height="311" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/logo-kids-idf-diabetes.jpg 350w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/logo-kids-idf-diabetes-270x240.jpg 270w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-7793" class="wp-caption-text">Logotipo do projeto KiDS.</figcaption></figure>
<p>O projeto será, a princípio, realizado em 15 escolas no Brasil, tendo como alvo crianças entre 6 e 14 anos. Por meio de palestras lúdicas, práticas e interativas, os alunos conhecerão um pouco sobre o funcionamento do corpo humano, terão acesso às noções básicas de diabetes e orientações sobre atividade física e alimentação saudável, além de participarem de uma atividade de perguntas e respostas.</p>
<p>Os profissionais das escolas, pais dos alunos com diabetes e cuidadores farão parte do programa para ajudar a influenciar na discussão sobre hábitos saudáveis como parte dos esforços para controlar o peso e a obesidade. Eles poderão participar de oficinas práticas que vão abordar os sintomas, o monitoramento e o tratamento do diabetes, assim como sugestões sobre alimentação nas escolas e em situações especiais, sobre os exercícios físicos mais adequados para esses alunos, e as complicações mais comuns durante o período escolar, como técnicas para desenvolver novas habilidades e autoconhecimento.</p>
<p>Além disso, pais, professores e alunos vão receber materiais específicos, desenvolvidos para o programa, inteiramente em português.Esse material já está disponível, também, no site da IDF (<span class="removed_link" title="www.idf.org">www.idf.org</span>) e no site da ADJ Diabetes Brasil (<span class="removed_link" title="www.adj.org.br">www.adj.org.br</span>).Você pode, inclusive, dar uma conferida no material <strong><span class="removed_link" title="http://www.idf.org/pacote-educativo-para-informar-sobre-diabetes-nas-escolas?destination=node/28261  ">clicando aqui</span></strong>.</p>
<figure id="attachment_7794" aria-describedby="caption-attachment-7794" style="width: 589px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-7794 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/material-portugues-kids-idf-diabetes.jpg" alt="material portugues kids idf diabetes" width="589" height="436" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/material-portugues-kids-idf-diabetes.jpg 589w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/08/material-portugues-kids-idf-diabetes-324x240.jpg 324w" sizes="(max-width: 589px) 100vw, 589px" /><figcaption id="caption-attachment-7794" class="wp-caption-text">Material do projeto KiDS, em português. Conheça você também o Tomás!</figcaption></figure>
<p>O material para o Brasil foi desenvolvido de acordo com a nossa realidade. Um exemplo muito legal é a pirâmide alimentar, adaptada ao nosso cardápio – assim como ela será adaptada às pirâmides de outros países, também. Ele conta com orientações sobre como detectar e tratar hipoglicemias, conceito sobre o que é diabetes, e, claro, um dia na vida do Tomás, um menino de 10 anos, com diabetes tipo 1, que tem uma vida perfeitamente comum, como qualquer menino de sua idade.</p>
<p>A expectativa do programa é alcançar cerca de 15 mil crianças e 260 pessoas, considerando pais, professores e cuidadores, até o final de 2014. E não é só isso! Ainda em 2014, existe a proposta de lançamento de um aplicativo em português, com elementos interativos do pacote educacional.</p>
<p>Bem, se o maior obstáculo em relação à aceitação da crianças com diabetes nas escolas era a falta de conhecimento sobre o assunto, estamos trabalhando duro nisso!</p>
<p>Um abraço, e até a próxima!</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/projeto-educativo-global-sobre-diabetes-infantil-chega-ao-brasil/">Projeto educativo global sobre diabetes infantil chega ao Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes tipo 2 em crianças e a sobrecarga das células</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-em-criancas-e-a-sobrecarga-das-celulas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 21:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[excesso de peso]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma reportagem interessante que revela a realidade do diabetes tipo 1 infantil no Brasil. No Brasil, quando uma criança é diagnosticada com diabetes, geralmente é do tipo 1, ou seja, autoimune. Acontece quando o organismo produz anticorpos que, em vez de proteger o corpo, atacam as células do pâncreas responsáveis pela produção da insulina, hormônio &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000;"><em>Uma reportagem interessante que revela a realidade do diabetes tipo 1 infantil no Brasil.</em><span id="more-7699"></span></p>
<p style="color: #000000;">No Brasil, quando uma criança é diagnosticada com diabetes, geralmente é do tipo 1, ou seja, autoimune. Acontece quando o organismo produz anticorpos que, em vez de proteger o corpo, atacam <a title="Células-Beta" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">as células do pâncreas responsáveis pela produção da insulina</a>, hormônio que coloca a glicose (açúcar) dentro das células para que sirva como fonte de energia. Embora não exista cura, há formas de controle.</p>
<p style="color: #000000;">O problema é que paralelamente ao aumento da obesidade, as crianças começaram a ser diagnosticadas com uma espécie de diabetes que só aparecia em adultos: o tipo 2, em que o <a title="Seis em dez paulistanos que comem fora têm sobrepeso, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/seis-em-dez-paulistanos-que-comem-fora-tem-sobrepeso-diz-estudo/">excesso de peso</a> e de gordura no corpo cria uma resistência à insulina e prejudica sua ação no organismo. Há 20 anos, esse tipo de doença em crianças era raríssimo. Hoje, dados da American Diabetes Association mostram que a cada 100 casos de diabetes em crianças e adolescentes norte-americanos, 30 já são do tipo 2.</p>
<p style="color: #000000;">A professora Angela Maria Spinola, chefe do setor de endocrinologia pediátrica da Unifesp, explica que, no Brasil, ainda há poucos casos que evoluem para esse distúrbio, mas os quadros de resistência à insulina são frequentes. Ou seja: o hormônio não dá conta de cumprir sua função de promover o aproveitamento da glicose – e isso acontece, principalmente, devido ao exagero na ingestão de doces e carboidratos. Consequentemente, o pâncreas passa a trabalhar redobrado para produzir <a title="Por que meu pâncreas não produz insulina?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-meu-pancreas-nao-produz-insulina/">insulina </a>em maior quantidade. Como tempo, ele não dá conta da sobrecarga e as taxas de açúcar começam a subir, a caminho do diabetes.</p>
<p style="color: #000000;">Antes que isso aconteça, a saída é adotar, novamente, hábitos saudáveis, como atividade física regular e uma dieta inteligente. Isso significa, claro, diminuir as guloseimas açucaradas e gordurosas e procurar, sempre que possível, substituir os carboidratos simples, como o pão branco, pelos integrais, que são absorvidos mais lentamente pelo organismo, promovendo saciedade e mantendo as taxas de insulina mais estáveis.</p>
<div class="componente_materia">
<div class="intertitulo" style="color: #0c0c0c;"><strong>Exercício físico, sim!</strong></div>
</div>
<p style="color: #000000;">Há quem diga que o maior culpado do aumento da obesidade infantil é o sedentarismo. O Brasil é hoje o país com maior índice de inatividade física da América Latina. “A cada cinco crianças, quatro são sedentárias. O nosso corpo foi feito para funcionar bem com movimento e isso vem da evolução das espécies, na qual sobrevivia aquele que se movimentava e corria mais para não se tornar presa. Hoje em dia, estamos perdendo essa característica e quem sofre é o organismo”, lamenta o professor de educação física e nutrição Marcio Atalla, de São Paulo.</p>
<p style="color: #000000;">Os benefícios da atividade física são incontáveis: ela melhora a capacidade cardiorrespiratória, derruba a taxa de LDL ao mesmo tempo em que aumenta a de HDL, eleva a sensibilidade à insulina e, claro, queima calorias, afastando a ameaça da obesidade.</p>
<p style="color: #000000;">A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que crianças devem praticar atividade física pelo menos cinco vezes por semana, variando entre brincadeiras que exigem movimento, como pega-pega, até a prática de esportes, como natação. “O que a gente aconselha é que a criança tenha gosto pelo exercício. Por isso, pai e filho precisam chegar a um consenso sobre a melhor modalidade. Também não adianta só mandar a criança se exercitar, os pais precisam dar o exemplo, sempre”, explica Atalla. Comece levando seu filho para brincar no parque no próximo fim de semana. A saúde dele e a sua agradecem!</p>
<p style="color: #000000;"><strong>Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/Por-Uma-Infancia-Mais-Saudavel/noticia/2014/06/diabetes-tipo-2-e-sobrecarga-das-celulas.html" target="_blank" rel="nofollow">Revista Crescer</a></strong></p>
<p style="color: #000000;">The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-em-criancas-e-a-sobrecarga-das-celulas/">Diabetes tipo 2 em crianças e a sobrecarga das células</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que está acontecendo com as crianças?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2014 19:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dana Dabelea]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[incidência]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inúmeras pesquisas mostram que a taxa de incidência do diabetes em jovens e crianças cresceu muito nas últimas décadas. A questão é: por quê? Dê sua opinião! A Escola de Saúde Pública do Colorado, nos Estados Unidos, divulgou na semana passada os preocupantes resultados de um novo estudo sobre a incidência do diabetes nos jovens. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Inúmeras pesquisas mostram que a taxa de incidência do diabetes em jovens e crianças cresceu muito nas últimas décadas. A questão é: por quê? Dê sua opinião!</em><span id="more-7472"></span></p>
<figure id="attachment_7475" aria-describedby="caption-attachment-7475" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7475" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes.jpg" alt="criancas brincando nas ruas diabetes" width="600" height="368" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes-391x240.jpg 391w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7475" class="wp-caption-text">Um cena comum antigamente torna-se cada vez mais rara: crianças brincando nas ruas. Será este um dos motivos por trás do aumento nos casos de diabetes infantil?</figcaption></figure>
<p>A Escola de Saúde Pública do Colorado, nos Estados Unidos, divulgou na semana passada os preocupantes resultados de um novo estudo sobre a incidência do diabetes nos jovens.</p>
<p>Já é bem conhecido o fato de que o número de pessoas que desenvolvem diabetes tem crescido muito nas últimas décadas, incluindo adolescentes e crianças pequenas. <a href="http://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">Vários estudos apontam</a> que apenas 20 anos atrás havia muito menos crianças diabéticas do que hoje em dia.</p>
<p>O novo trabalho focou no período entre 2001 e 2009, e analisou a incidência do diabetes tipo 1 e tipo 2 entre jovens nos EUA. Dados de saúde de mais de 3 milhões de pessoas foram comparados.</p>
<p>O estudo aponta que, apenas na última década,<strong> houve um aumento de 21% nos casos de diabetes tipo 1 e de 30% nos de diabetes tipo 2 entre os jovens</strong>. O aumento no número de casos de diabetes tipo 2 chamou a atenção, uma vez que este tipo da doença é considerada mais comum entre adultos e não entre crianças.</p>
<figure id="attachment_7473" aria-describedby="caption-attachment-7473" style="width: 320px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7473" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes.jpg" alt="dana dabelea diabetes" width="320" height="480" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes.jpg 320w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes-160x240.jpg 160w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /><figcaption id="caption-attachment-7473" class="wp-caption-text">A pesquisadora Dana Dabelea, autora do novo trabalho.</figcaption></figure>
<p>Uma das autoras da pesquisa, a cientista<strong> Dana Dabelea</strong>, luta para explicar os motivos por trás dos resultados. &#8220;Apesar de não compreendermos ainda as razões para esse aumento [<em>no número de casos</em>], uma vez que as <a title="Causa do diabetes é o contrário do que pensamos, diz Nobel" href="http://www.diabeticool.com/causa-do-diabetes-e-o-contrario-do-que-pensamos-diz-nobel/">causas do diabetes tipo 1</a> ainda são um mistério, elas provavelmente estão relacionadas a mudanças no nosso ambiente, seja nos EUA ou em outros lugares do mundo, que fazem com que mais jovens desenvolvam a doença, talvez cada vez mais cedo&#8221;, disse Dana.</p>
<p>Quando pressionada sobre o principal suspeito por trás do aumento do diabetes, ela revelou: &#8220;Provavelmente é a <a title="Novo Nordisk quer curar a epidemia de diabetes nas cidades" href="http://www.diabeticool.com/novo-nordisk-quer-curar-a-epidemia-de-diabetes-nas-cidades/"><strong>epidemia de obesidade</strong></a>, mas também os efeitos de longo prazo do diabetes e a obesidade durante a gravidez, as quais também cresceram ao longo do tempo&#8221;.</p>
<p>Atualmente, estima-se que haja 167 mil jovens diabéticos tipo 1 nos EUA e cerca de 20 mil com diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENQUETE DIABETICOOL</strong></p>
[poll=&#8221;38&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-esta-acontecendo-com-as-criancas/">O que está acontecendo com as crianças?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Tipo 1: 20% dos jovens têm complicações sérias antes do diagnóstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 20:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[cetoacidose]]></category>
		<category><![CDATA[cetoacidose diabética]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Warner]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando os sintomas iniciais do diabetes tipo 1 são ignorados, crianças podem desenvolver complicações sérias da doença antes mesmo de saberem que têm diabetes. Após certa idade, todo mundo passa a prestar mais atenção na própria saúde. Conforme envelhecemos, reconhecemos que o corpo humano, às vezes, não funciona direito mesmo. Qualquer dorzinha diferente já é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quando os sintomas iniciais do diabetes tipo 1 são ignorados, crianças podem desenvolver complicações sérias da doença antes mesmo de saberem que têm diabetes.</em><span id="more-6991"></span><br />
Após certa idade, todo mundo passa a prestar mais atenção na própria saúde. Conforme envelhecemos, reconhecemos que o corpo humano, às vezes, não funciona direito mesmo. Qualquer dorzinha diferente já é motivo para alarme. Este tipo de atitude, naturalmente, é rara em crianças, que ainda não se depararam com muitos problemas de saúde e que ignoram (ou não compreendem) alterações no corpo que podem indicar uma doença.</p>
<p>De acordo com um levantamento divulgado esta semana, <strong>20% de todas as crianças e jovens com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> ignoram os sintomas iniciais da doença por tanto tempo que acabam desenvolvendo complicações sérias</strong> antes mesmo de serem diagnosticados com o diabetes.</p>
<p>A descoberta veio de um relatório do Royal College de Pediatria e Saúde Infantil (RCPCH), da Inglaterra, que pesquisou o histórico de saúde de mais de 25 mil jovens ingleses com menos de 25 anos de idade.</p>
<p>Segundo o texto, a complicação mais comum de ser descoberta antes do diagnóstico do diabetes é a <strong>cetoacidose diabética</strong>.</p>
<p>A cetoacidose é um problema sério de saúde e ocorre quando o corpo fica por muito tempo sem insulina suficiente para levar o açúcar do sangue às células. Os sintomas da cetoacidose são vômitos freqüentes, desidratação, confusão mental, dificuldade para respirar e, quando em grau elevado, até mesmo o coma.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">APRENDA</span> sobre <span style="color: #ff6600;">CETOACIDOSE</span> com o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/">DIABETES SEM MEDO</a>!</strong></p>
<p>A cetoacidose não aparece de repente. Ela é uma conseqüência de muitos meses (às vezes anos) de descuido no controle da glicemia. Uma criança ser diagnosticada com cetoacidose antes mesmo de saber que está com diabetes indica que ela conviveu durante um bom tempo com os sintomas do diabetes, porém eles nunca foram levados ao conhecimento de um profissional da saúde qualificado.</p>
<p>&#8220;Cuidar do diabetes na infância é um problema complexo, que requer colaboração íntima e uma parceria entre a criança, a família e as equipes médicas. Dar entrada no hospital por causa de uma complicação aguda, como a cetoacidose diabética, em uma criança que já foi diagnosticada com diabetes, pode ser considerada uma falha grave desta parceria&#8221;, diz o médico Justin Warner, da RCPCH.</p>
<p>&#8220;O público e os profissionais da saúde que entram em contato com crianças devem estar mais atentos dos sintomas do diabetes, o que permitirá um diagnóstico mais cedo e um tratamento mais rápido&#8221;, completa.</p>
<p><strong>A dica é</strong>: pais e mães devem ficar sempre atentos à saúde dos filhos, em especial aos sintomas clássicos do diabetes tipo 1. O quanto antes o diabetes for diagnosticado, melhores as chances de um controle rápido da glicemia e menores os riscos de surgirem complicações sérias, como é o caso da cetoacidose.</p>
<p>Quando o assunto é a saúde dos baixinhos, todo cuidado é pouco.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-4-sintomas-do-diabetes-tipo-1/">Você conhece os 4 sintomas do diabetes tipo 1?</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tipo-1-20-dos-jovens-tem-complicacoes-serias-antes-do-diagnostico/">Tipo 1: 20% dos jovens têm complicações sérias antes do diagnóstico</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Descoberta ligação entre a gripe e o diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2014 21:43:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[anti-viral type I interferon]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[genes]]></category>
		<category><![CDATA[IFN]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[John Todd]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Cambridge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa fortalece a tese de que infecções do sistema respiratório que pegamos na infância podem ser a causa por trás do desenvolvimento do diabetes tipo 1. Uma novidade científica de grande impacto foi anunciada ontem (21/2) e pode ajudar a responder a uma das questões mais misteriosas quando o assunto é diabetes: afinal, o que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa fortalece a tese de que infecções do sistema respiratório que pegamos na infância podem ser a causa por trás do desenvolvimento do diabetes tipo 1.</em><span id="more-6958"></span></p>
 Será que uma infecção simples, como um resfriado, pode desencadear processos que levam ao diabetes tipo 1? Cada vez mais há evidências que suportam a teoria.
<p>Uma novidade científica de grande impacto foi anunciada ontem (21/2) e pode ajudar a responder a uma das questões mais misteriosas quando o assunto é diabetes: <strong>afinal, o que causa o diabetes tipo 1</strong>?</p>
<p>O <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> se desenvolve quando o sistema imune &#8211; que normalmente destrói apenas elementos nocivos ao nosso corpo, como vírus e bactérias &#8211; passa a atacar o próprio organismo. No caso, o nosso sistema de defesa passa a dizimar as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>, produtoras de insulina. Com isso, cada vez menos insulina é gerada, as taxas de açúcar no sangue aumentam e o diabetes aparece.</p>
<p>Até hoje, ninguém sabe com certeza o que promove este comportamento &#8220;auto-destrutivo&#8221; do sistema imune. Algumas teorias defendem que infecções adquiridas pouco após o nascimento são capazes induzir o sistema imune a se comportar da maneira errada.</p>
<p>Mas é muito difícil estudar se infecções no início da vida são, realmente, a causa do diabetes tipo 1. Por isso, os cientistas buscam outras maneiras de detectar a causa da doença. Uma delas é estudar o funcionamento dos genes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM GENE DE DUAS CARAS</strong></p>
<p>Quando pegamos uma infecção causada por vírus, como por exemplo uma gripe, genes relacionados ao sistema imune entram em ação. Eles passam a ser mais expressos no nosso corpo, isto é, eles &#8220;funcionam mais&#8221; quando estamos doentes.</p>
<p>Um destes genes, chamado de <strong>IFN</strong> (<em>anti-viral type I interferon</em>), é muito importante para a defesa do organismo contra os vírus. Ele ajuda a coordenar o <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema imune </a>para destruir os invasores e a impedir que eles se reproduzam dentro do corpo.</p>
<p>Porém, apesar de realizar estas ações benéficas, o gene IFN parece estar também relacionado ao diabetes tipo 1. Algumas pesquisas científicas anteriores perceberam que crianças com diabetes tipo 1 tinham expressão maior do IFN. Será que a ação do IFN, que normalmente ajuda o corpo a se livrar de vírus, pode também induzir o sistema de defesa do corpo a destruir as próprias células beta?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS DA NOVA PESQUISA</strong></p>
<p>Agora, cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, o da ONG pró-diabéticos JDRF encontraram evidências que fortalecem a correlação entre infecções virais e o diabetes tipo 1. O elo ente elas é, justamente, o IFN.</p>
<p>A pesquisa acompanhou 283 crianças, divididas em três grupos: as saudáveis, as com alta suscetibilidade ao diabetes tipo 1 e as com diabetes tipo 1. A saúde de cada uma delas foi acompanhada ao longo de vários anos.</p>
<p>Os cientistas perceberam um padrão curioso. Algumas das crianças com altas chances de ter diabetes tipo 1 desenvolveram, de fato, a doença. Nestes casos, houve um aumento temporário da ação do gene IFN pouco antes do corpo começar a atacar as próprias células beta. Analisando diários escritos pelas crianças, os pesquisadores descobriram que o aumento na atuação do IFN era correlacionada a infecções do sistema respiratório, como gripes e resfriados, que as crianças haviam pegado. Interessante notar que o gene IFN não se mostrou mais ativo no grupo das crianças saudáveis nem daquelas que já estavam com diabetes tipo 1.</p>
<p><strong>Ou seja, os cientistas descobriram sólidas evidências de que infecções virais levam a um aumento na ação do gene IFN, e que isto é fortemente relacionado ao início da destruição das células beta pelo sistema imune.</strong></p>
<p>&#8220;Esta é uma descoberta excitante, porque nós sabemos que colegas na Finlândia fizeram descobertas semelhantes, então os resultados são verdadeiros&#8221;, disse o professor John Todd, co-diretor do projeto de pesquisa.</p>
<p>Este novo estudo científico, além de fornecer pistas valiosas para entender melhor a &#8216;mecânica&#8217; por trás do diabetes tipo 1, também poderá ajudar pais e médicos a monitorar a saúde das crianças. O gene IFN é um possível candidato a <a title="Descoberto novo biomarcador para a nefropatia diabética" href="http://www.diabeticool.com/descoberto-novo-biomarcador-para-a-nefropatia-diabetica/">biomarcador</a> para o monitoramento do diabetes tipo 1 em crianças predispostas à doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referência científica: <em>Ferreira RC et al. &#8220;A type I interferon transcriptional signature precedes autoimmunity in children genetically at-risk of type 1 diabetes&#8221;. Diabetes 63, 03/2014</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/">Descoberta ligação entre a gripe e o diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Devo deixar meu filho adolescente ir ao médico sozinho?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2014 18:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Adolescent Health]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[The Royal Children's Hospital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais de crianças com diabetes tipo 1 sofrem quando chega a adolescência e surge o desejo por autonomia para cuidar da saúde. O que fazer numa hora dessas? Um dilema que preocupa boa parte dos pais de crianças com diabetes tipo 1 é saber quando é hora de deixá-las cuidar com mais autonomia da própria &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pais de crianças com diabetes tipo 1 sofrem quando chega a adolescência e surge o desejo por autonomia para cuidar da saúde. O que fazer numa hora dessas?</em><span id="more-6868"></span></p>
<p>Um dilema que preocupa boa parte dos pais de crianças com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> é saber quando é hora de deixá-las cuidar com mais autonomia da própria saúde. Como o diabetes tipo 1 é uma condição que costuma surgir cedo na vida, as crianças ficam acostumadas desde pequenas a receber atenção maior por parte dos pais, que se preocupam em manter a boa saúde dos filhos. Porém, conforme crescem e chegam à adolescência, é muito comum os jovens diabéticos tipo 1 se rebelarem contra a interferência dos pais em suas vidas. <strong>Como aliar a maior autonomia dos filhos com a preocupação dos pais de que eles saibam como controlar bem a própria <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a></strong>?</p>
<p>Sociedades médicas internacionais focadas na saúde de jovens diabéticos, como a <em>International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes</em>, sugerem uma saída para este dilema: <strong>reconhecer que os filhos cresceram ao permitir que vão sozinhos às consultas com profissionais da saúde</strong>. Países como o Reino Unido e a Austrália adotam tal premissa no sistema público de saúde.</p>
<p>Mas será que deixar os adolescentes conversarem sozinhos com o médico é uma boa idéia? O que os pais acham disso? Uma pesquisa publicada no <em>Journal of Adolescent Health</em> buscou as respostas.</p>
<p>Cientistas do <em>The Royal Children&#8217;s Hospital</em>, na Austrália, prepararam um questionário sobre o assunto e o distribuíram aos pais de jovens diabéticos que se consultam em uma clínica local.</p>
<p>De acordo com os dados obtidos, os pesquisadores constataram que apenas 13% dos pais disseram que seus filhos já haviam se consultado sozinhos. O número é baixo e pode mostrar que os filhos não se importam em ter os pais ao lado deles durante a consulta, ou que os pais forçam sua presença na sala do doutor.</p>
 No começo, cuidar até que é fácil. Mas quando os filhos crescem a história é outra&#8230;
<p><strong>MEDOS</strong></p>
<p>Quando perguntados sobre quais seriam as desvantagens de deixar os filhos se consultarem sozinhos, 62% dos pais disseram que temem não serem informados de detalhes importantes da saúde dos jovens. 41% acham que não saber de primeira mão o plano de tratamento do filho é a maior desvantagem, e 34% acreditam que os jovens não se lembrarão, sozinhos, das orientações médicas.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados sugerem que jovens com diabetes tipo 1 não estão se consultando privativamente com freqüência. Isto pode ser devido a: pais ou adolescentes negando consultas privativas; médicos com pouco tempo e/ou sem as habilidades necessárias; ou a uma cultura de incerteza quanto ao valor da consulta privada&#8221;, afirmam os autores do trabalho.</p>
<p>Pesquisas científicas já mostraram que o envolvimento dos pais no tratamento do diabetes é fortemente associado a melhores índices de <a title="Glicemia sob controle sempre, com uma mãozinha da tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-sob-controle-sempre-com-uma-maozinha-da-tecnologia/">controle glicêmico</a> nos filhos. Porém, outras pesquisas comprovam que um <strong>envolvimento exagerado</strong> dos pais na saúde de adolescentes gera crises familiares, e estas são o estopim para uma má administração do diabetes.</p>
<p>Duas coisas são claras: a participação dos pais no tratamento de saúde dos filhos é fundamental &#8211; e a pesquisa sugere que, de certa forma, é bem recebida pelos adolescentes. Todavia, é necessário que os pais saibam reconhecer que as crianças estão crescendo, e que, com isto, elas pedem por espaço (e, de fato, <strong>precisam</strong> dele), assim como por maiores responsabilidades. É uma tarefa complicada aliar o afeto paternal à distância que os adolescentes pedem; mas é o tipo de desafio que bons pais estão mais do que acostumados a superar.</p>
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