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	<title>célula-tronco | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 17:09:43 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por que o transplante de células-tronco não é a cura para o diabetes tipo 1?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/por-que-o-transplante-de-celulas-tornco-nao-e-a-cura-para-o-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 00:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Couri]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma resposta do dr. Carlos Couri para a indagação de milhares de diabéticos. É com muita satisfação que o Brasil é pioneiro mundial no uso de células-tronco para diabetes tipo 1. Nossas pesquisas se inciaram em 2003 e seguem até hoje. Infelizmente não promovemos cura mas sim tentamos uma maneira inovadora e singular na sua &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma resposta do dr. Carlos Couri para a indagação de milhares de diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-4062"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>É com muita satisfação que o Brasil é pioneiro mundial no uso de células-tronco para diabetes tipo 1. Nossas pesquisas se inciaram em 2003 e seguem até hoje. Infelizmente não promovemos cura mas sim tentamos uma maneira inovadora e singular na sua abordagem.</p>
<p>Como mostramos bem, tratam-se apenas de pesquisas e muito teremos que estudar para chegar em qualquer conclusão.</p>
<p>Vale destacar que nossa equipe da Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto &#8211; USP é enorme e montada pelo Prof Júlio Voltarelli. Temos na equipe enfermeiros, auxiliares de enfermagem, terapeutas ocupacionais, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, médicos de outras especialidades, ou seja, somos um grande time.</p>
<p>Atualmente o grupo geral está sob coordenação da Dra Belinda Simões, juntamente com a Dra Maria Carolina Oliveira. Nossos estudos foram aprovados pelo FDA e disseminados nos Estados Unidos e Europa.</p>
<p>Para ser voluntários são necessários preencher inúmeros critérios de inclusão sendo que os <span style="text-decoration: underline;"><strong>iniciais</strong></span> são:</p>
<ul>
<li><strong>Idade entre 18 e 35 anos;</strong></li>
<li><strong>Diabetes tipo 1 há menos de 5 meses.</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE O TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO NÃO É A CURA PARA O DIABETES TIPO 1?</strong></p>
<p>Desde as primeiras notícias na mídia leiga sobre os estudos de nosso grupo da USP-Ribeirão Preto, muitas pessoas fazem um link entre transplante de células-tronco e cura do diabetes tipo 1. É óbvio que a cura é o principal objetivo de qualquer médico ou pesquisador.</p>
<p>Devemos nos lembrar porém que o diabetes tipo 1 é uma alteração crônica da glicemia e da secreção de insulina e seu tratamento baseia-se em alguns pilares que são:</p>
<p>1- <strong>Compreensão e aceitação da doença</strong>;</p>
<p>2- Alimentação saudável;</p>
<p>3- Exercícios físicos regulares;</p>
<p>4- Insulinoterapia;</p>
<p>5- Monitorização de glicose</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como se pode ver, o que conseguimos no transplante até hoje é suspender o uso de insulina em vários pacientes ao longo do tempo. Porém, em nossas pesquisas, recomendamos veementemente que nossos pacientes mantenham a atividade física regular, alimentação saudável e medição regular das glicemias capilares.</p>
<p>Temos pacientes que ficaram livres de insulina por longo período e retomaram o uso de insulina novamente. Certamente, em muitos casos, se o paciente tivesse seguido as recomendações adequadamente ele conseguiria ficar ainda mais tempo sem usar insulina.</p>
<p>Com muita frequencia recebo no consultório pacientes diabéticos ou seus familiares dizendo que procuram o transplante de células-tronco porque não aceitam o diabetes e querem viver sem ele. Nestes casos, faltam-lhes o alicerce básico para o correto tratamento do diabetes e sem isto não podemos fazer nada.</p>
<p>O transplante de células-tronco não é uma fuga, mas sim uma pesquisa muito séria que avalia uma das principais promessas da humanidade no tratamento de uma doença comum que é o diabetes tipo 1.</p>
<p>Quem nos procura tentando viver a vida chamada &#8220;normal&#8221; geralmente comete um grande engano. Estas pessoas muitas vezes acham normal comer doce e açúcar diariamente; acham normal comer aqueles biscoitinhos condimentados repletos de gordura e sal; acham normal comer fast-food com frequencia; acham normal ser sedentários e comer coxinha e esfiha no recreio da escola; acham normal almoçar e repetir o prato 2 ou 3 vezes e nem sequer comer uma verdura ou um legume.</p>
<p>O que nós queremos é que nossos pacientes tenham uma vida saudável e com qualidade de vida, níveis de glicemia adequados e muita disposição para viver aceitando o diabetes e <strong>não vendo-o como um inimigo, mas sim como um aliado. Tenho muitos pacientes que melhoraram muito de vida após o diabetes. Graças ao diabetes que eles hoje se preocupam mais com uma vida saudável</strong>.</p>
<p>Vamos refletir&#8230;</p>
<p>Clique no link abaixo e veja matéria no Globo repórter sobre Diabetes e hipertensão apresentado em 15 de março de 2013. Neste programa eles também mostram dados de nossa pesquisa.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2013/03/tratamento-com-celulas-tronco-cura-estudante-do-diabetes-tipo-1.html">http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2013/03/tratamento-com-celulas-tronco-cura-estudante-do-diabetes-tipo-1.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Mini-órgão&#8221; é a grande esperança para diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 20:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[BioHub]]></category>
		<category><![CDATA[Camillo Ricordi]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Research Institute]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[DRI]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Miami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pouco tempo, diabéticos poderão testar um pâncreas artificial, criado através da bioengenharia. &#8220;Nós achamos que este pode ser o próximo grande avanço. Nós acreditamos que este pode ser o último avanço [para curar o diabetes].&#8221; Cientistas do Diabetes Research Institute estão esperançosos, muito esperançosos. Eles acreditam que a cura para o diabetes está mais &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">“Mini-órgão” é a grande esperança para diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em pouco tempo, diabéticos poderão testar um pâncreas artificial, criado através da bioengenharia.</em> <span id="more-3844"></span></p>
<p>&#8220;Nós achamos que este pode ser o próximo grande avanço. Nós acreditamos que este pode ser o <em>último</em> avanço [para curar o diabetes].&#8221;</p>
<p>Cientistas do Diabetes Research Institute estão esperançosos, muito esperançosos. Eles acreditam que a cura para o diabetes está mais próxima do que muita gente imagina. Já no ano que vem serão iniciados os primeiros testes, em pacientes com diabetes tipo 1, de uma invenção que promete revolucionar a maneira como a doença é tratada. E que pode, em tese, resolver de vez os problemas de todos os diabéticos, seja os do tipo 1, seja de quem tem o tipo 2.</p>
<p>O <a title="Moscas diabéticas ajudam os humanos" href="http://www.diabeticool.com/moscas-diabeticas-ajudam-os-humanos/"><strong>Diabetes Research Institute</strong></a> (DRI) é um centro de pesquisa de ponta sobre o diabetes, vinculado à Universidade de Miami, nos EUA. Lá, foi desenvolvido o <strong>BioHub</strong>. O BioHub é uma espécie de pâncreas artificial em miniatura, ou um &#8220;mini-orgão&#8221;, com a capacidade de abrigar células produtoras de insulina. Se tudo der certo, este segundo pâncreas seria capaz de controlar a quantidade de açúcar no sangue de maneira tão eficaz quanto o órgão de uma pessoa não-diabética, curando, desta forma, a doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENTENDENDO O CONCEITO DO &#8220;MINI-ÓRGÃO&#8221;<br />
</strong></p>
<p>O corpo humano produz, no <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a>, um hormônio chamado de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/"><strong>insulina</strong></a>, a fim de controlar a quantidade de açúcar no sangue. No diabetes tipo 1, as células que produzem a insulina &#8211; elas se chamam &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>&#8221; &#8211; são destruídas pelo próprio sistema de defesa da pessoa. Com isto, cada vez há menos células beta, menos insulina é gerada e o açúcar vai se acumulando no sangue, causando o diabetes.</p>
<p>Muitos pesquisadores já tentaram transplantar células produtoras de insulina no pâncreas de diabéticos tipo 1, buscando &#8220;repôr&#8221; o órgão. Para que elas se mantivessem vivas, porém, é essencial que o sistema imune seja &#8220;desligado&#8221; por certo tempo, senão as atacaria também. Este método, infelizmente, nunca deu resultados muito positivos.</p>
<p>Por isto é que as esperanças são grande em relação ao BioHub. Nele, células beta saudáveis são inseridas em uma espécie de esponja feita de silicone (ver imagem abaixo). Esta esponja é compatível com o corpo humano e protege as células do ataque do sistema imune, garantindo seu pleno funcionamento. Mas as vantagens do &#8220;mini-órgão&#8221; não param por aí.</p>
 Exemplo do tamanho real do BioHub &#8211; a &#8220;esponja&#8221; que conterá as células beta tem o tamanho de uma moeda.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VANTAGENS</strong></p>
<p>&#8220;[O BioHub] vai imitar o funcionamento da insulina em um pâncreas normal&#8221;, afirmou o diretor científico do DRI, Camillo Ricordi. &#8220;Ele recuperará a produção de insulina para qualquer paciente, não importa por quanto tempo ele teve diabetes.&#8221;</p>
<p>Tanto entusiasmo decorre das várias vantagens que o BioHub trará ao tratamento do diabetes. Segundo os cientistas, o mini-órgão conterá células especias (além das células beta) que terão a função de proteger contra inflamações e ataques do sistema imune. Além disso, auxiliarão na criação de vasos sangüíneos para nutrir as células do BioHub.</p>
<p>Os pesquisadores poderão, também, adicionar à &#8220;esponja&#8221; medicamentos supressores do <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema imune</a>, garantindo que ele não atacará o BioHub &#8211; a grande vantagem é que este &#8216;desligamento&#8221; seria apenas no local, e não generalizado, como até hoje era testado.</p>
<p>As células beta incluídas no BioHub receberão, também, cada uma delas, uma película protetora, a qual as protegerá ainda mais contra possíveis ataques destrutivos do corpo. Eis uma garantia a mais de que a produção de insulina funcionará normalmente e não será prejudicada de maneira alguma.</p>
<p>E de onde viriam as células produtoras de insulina que estarão inseridas no BioHub? Os pesquisadores citam três fontes: <a title="Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco" href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">células-tronco</a> modificadas, células beta de porcos (que funcionam como as humanas) e células reprogramadas do próprio paciente.</p>
 No BioHub, as células produtoras de insulina (em vermelho) ficarão protegidas por uma matriz de silicone, garantindo seu pleno funcionamento.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE FALTA PARA DAR CERTO?<br />
</strong></p>
<p>Testes clínicos ainda são necessários a fim de se saber, com certeza, se o BioHub funcionará dentro do organismo humano da maneira como foi programado. A autorização das agências reguladoras já foi dada. Ainda está sendo estudado o local no organismo onde o BioHub será instalado. No momento, há duas opções em pauta: uma delas é colocá-lo no omento (que fica na região próxima ao estômago) ou então em uma veia modificada (ver vídeo abaixo, em inglês, para mais detalhes).</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/RJGNctH26hI" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DÁ PARA TER ESPERANÇAS?<br />
</strong></p>
<p>Quantas vezes ouvimos falar em uma &#8220;cura definitiva&#8221; para o diabetes, não é mesmo? A questão é saber quando uma promessa científica é realmente válida e quando tem, na verdade, poucas chances de dar certo.</p>
<p>Esta é uma situação sempre difícil de avaliar. O que é possível perceber com conviccção é que a tecnologia que os pesquisadores do DRI pretendem testar é muito bem fundamentada e possui grandes chances funcionar com sucesso. A esperança dos cientistas parece genuína &#8211; em muitas entrevistas, a palavra &#8220;cura&#8221; é dita com muita ênfase.</p>
<p>Porém&#8230;é bom tomar cuidado. O DRI ainda não conseguiu patrocínio para realizar os experimentos finais e testes clínicos do BioHub &#8211; o que é estranho, visto que a indústria farmacêutica deveria ver com grande interesse um produto tão revolucionário. Além do mais, como estão em busca de dinheiro, é compreensível que os cientistas usem palavreado &#8220;propagandístico&#8221; na hora de divulgar o seu produto. Nestes casos, quando eles falam em &#8220;cura&#8221;, pode ser que seja mais por motivos de marketing do que por méritos do BioHub.</p>
<p>Conclusão: o BioHub pode ser um avanço incomensurável no tratamento do diabetes, caso funcione como o planejado. Pode ser, inclusive, o &#8220;último&#8221; avanço, como garantem seus inventores. Vale a pena cruzar os dedos e ter muitas esperancas de que os testes do ano que vem realmente se realizem. E que dêem certo.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-3847" alt="camillo ricordi diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/camillo-ricordi-diabetes.jpg" width="960" height="475" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/camillo-ricordi-diabetes.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/camillo-ricordi-diabetes-415x205.jpg 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/camillo-ricordi-diabetes-164x82.jpg 164w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>&#8220;<strong>Eu estou confiante</strong>&#8220;, disse o dr. Ricordi, &#8220;de que esta abordagem pode avançar as terapias celulares e substituições biológicas o suficiente para que cheguemos ao nosso objetivo final, <strong>a cura para o diabetes</strong>&#8220;.</p>
<p>Torceremos junto com o dr. Ricordi!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">“Mini-órgão” é a grande esperança para diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2013 11:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Stitt]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Queen's University Belfast]]></category>
		<category><![CDATA[REDDSTAR]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[União Européia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo multinacional pretende utilizar células-tronco adultas a fim de reverter os danos causados pela retinopatia diabética, o que pode beneficiar milhões de pacientes. Uma mega equipe de cientistas &#8211; envolvendo profissionais da Irlanda do Norte, Irlanda, Alemanha, Holanda, Dinamarca, de Portugal e dos Estados Unidos &#8211; já está pronta para aplicar os mais de 15,5 &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo multinacional pretende utilizar células-tronco adultas a fim de reverter os danos causados pela retinopatia diabética, o que pode beneficiar milhões de pacientes.</em></p>
<p><span id="more-3503"></span></p>
<p>Uma mega equipe de cientistas &#8211; envolvendo profissionais da Irlanda do Norte, Irlanda, Alemanha, Holanda, Dinamarca, de Portugal e dos Estados Unidos &#8211; já está pronta para aplicar os mais de <strong>15,5 milhões de reais</strong> que recebeu de fundos da União Européia no desenvolvimento de uma nova técnica terapêutica. <strong>A meta dos pesquisadores é utilizar células-tronco na cura da retinopatia diabética</strong>, que é a complicação nos olhos mais comum entre diabéticos e pode levar à cegueira.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-3504" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/projeto-reddstar-diabetes.png" alt="projeto reddstar diabetes" width="738" height="239" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/projeto-reddstar-diabetes.png 738w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/projeto-reddstar-diabetes-415x134.png 415w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></p>
<p>O projeto recebeu o codinome de <strong>REDDSTAR</strong> (quase &#8220;<em>red star</em>&#8220;, ou &#8220;estrela vermelha&#8221; em inglês; o símbolo do projeto é uma estrela vermelha dentro do círculo azul do diabetes). Em inglês, é uma sigla que significa &#8220;Reparo de Danos Diabéticos através da Administração de Células do Estroma&#8221;. Os pesquisadores planejam coletar células-tronco adultas da medula óssea dos pacientes, cultivá-las em laboratório para que se multipliquem e, então, reimplantá-las no diabético, para que elas possam curar os danos provocados pela retinopatia.</p>
<p>O projeto ganhou site oficial (<a href="http://www.reddstar.eu">clique aqui</a>) e até mesmo uma página própria no Facebook (<a href="https://www.facebook.com/REDDSTAR.EU?fref=ts">clique aqui</a>), nas quais pode-se acompanhar a evolução do projeto e as façanhas dos pesquisadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para lembrar o que é a retinopatia</strong></p>
<p>As altas concentrações de açúcar no sangue, sintoma característico do diabetes, podem danificar os delicados vasos sangüíneos que chegam aos olhos. Os danos podem se dar por conta do bloqueio dos vasos ou extravasamento de sangue. Neste processo, a retina sofre danos, levando à progressiva perda de visão.</p>
<p>Um lembrete importante: apesar de comum, uma <a title="Moscas diabéticas ajudam os humanos" href="http://www.diabeticool.com/moscas-diabeticas-ajudam-os-humanos/"><strong>glicemia</strong></a> bem controlada diminui, em muito, as chances de um diabético desenvolver a retinopatia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O uso de células-tronco nas pesquisas sobre o diabetes</strong></p>
<p>Desde que foram descobertas, as células-tronco são uma das grandes promessas da Ciência para o desenvolvimento de novas terapias. Devido à capacidade de se transformarem em diversos tipos celulares específicos, elas poderiam ser utilizadas na regeneração de tecidos ou em <a title="Australianos empolgados com heparan sulfato" href="http://www.diabeticool.com/australianos-empolgados-com-heparan-sulfato/">doenças autoimunes</a>, por exemplo, como é o caso do diabetes tipo 1. Lembramos aos leitores o artigo “<strong><a href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco</a></strong>“, publicado no último mês, no qual descrevemos a pesquisa pioneira do brasileiro <strong>Carlos Couri</strong> no uso destas células para o tratamento do diabetes. Apesar da “matéria-prima” do tratamento ser a mesma, a estratégia utilizada pelo dr. Couri é bem diferente daquele descrita acima.</p>
 Células-tronco adultas, retiradas da medula óssea de um humano, envoltas por matriz extracelular (em vermelho).
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fala o especialista</strong></p>
<p>O professor Alan Stitt, diretor do Centro da Visão e Ciência Vascular da <em>Queen&#8217;s University Belfast</em> e líder do projeto, conta mais sobre seu trabalho.</p>
<p>&#8220;(Nós iremos) investigar o potencial de uma população única de células-tronco de promover reparos em vasos sangüíneos da retina danificados pelo diabetes. <strong>O impacto poderá ser profundo para pacientes</strong>, pois a regeneração de uma retina danificada poderá prevenir a evolução da <a title="A descoberta do diabetes através dos olhos" href="http://www.diabeticool.com/a-descoberta-do-diabetes-atraves-dos-olhos/">retinopatia diabética</a> e reduzir o risco de perda da visão.&#8221;</p>
<p>&#8220;Os tratamentos atualmente disponíveis para a retinopatia diabética nem sempre são satisfatórios. Eles focam nos estágios finas da doença, possuem muitos efeitos colaterais e não são capazes de resolver as causas da condição. Uma abordagem terapêutica nova e alternativa é instigar células-tronco adultas a promover a regeneração dos vasos sangüíneos danificados da retina e, assim, prevenir e/ou reverter a retinopatia&#8221;, completou.</p>
<p>Alan ainda explicou em detalhes a técnica a ser utilizada: &#8220;Este novo projeto de pesquisa é uma de várias abordagens da medicina regenerativa que estão em andamento no Centro. A abordagem é bem simples: nós planejamos isolar uma população pequena e bem definida de células-tronco e então levá-las aos locais do corpo que foram danificados pelo diabetes. No caso de alguns dos pacientes com diabetes, eles podem ganhar enormes benefícios através do reparo dos vasos sangüíneos danificados em suas retinas. <strong>Este é o primeiro passo em direção a uma muito necessária e benquista terapia</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por envolver um time multinacional de cientistas, as pesquisas serão realizadas em cinco centros de saúde ao redor da Europa. Nesta primeira fase, os integrantes do <strong>REDDSTAR</strong> testarão a viabilidade de multiplicar as células tronco em laboratório. Os testes com humanos, etapa final do trabalho, ocorrerão na Dinamarca. Ficaremos de olho no desenvolvimento do projeto!</p>
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		<title>Células que produzem insulina são cultivadas em laboratório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 20:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas já são capazes de transformar células-tronco em produtoras de insulina. Com isso, será possível em breve injetá-las no pâncreas de diabéticos, atacando a doença pela raiz. O grande problema de boa parte dos diabéticos, em especial quem possui o tipo 1 da doença, é que seu pâncreas não produz uma quantidade adequada de insulina. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas já são capazes de transformar células-tronco em produtoras de insulina. Com isso, será possível em breve injetá-las no pâncreas de diabéticos, atacando a doença pela raiz.</em></p>
<p><span id="more-2405"></span></p>
<p>O grande problema de boa parte dos diabéticos, em especial quem possui o tipo 1 da doença, é que seu pâncreas não produz uma quantidade adequada de insulina. Com isto, o açúcar dos alimentos que ingerimos se acumula no sangue e não consegue ser transportado às células do corpo, caracterizando o diabetes. Esta menor produção de insulina pelo pâncreas deve-se à destruição das células beta, as responsáveis por gerar o hormônio. Que bom seria se pudéssemos substituir as <a title="Tamanho (do pâncreas!) é documento" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-do-pancreas-e-documento/">célula beta</a> faltantes por outras funcionais&#8230;</p>
<p>Este sonho é o objetivo há muitos anos de uma gama de cientistas e pesquisadores do diabetes em todo o mundo. A fim de &#8220;repopular&#8221; o pâncreas com células beta, o primeiro alvo que vêm à cabeça dos cientistas são as células-tronco. Estas células, indiferenciadas, retêm a capacidade de se transformar em vários tipos celulares específicos. Porém, para que esta transformação ocorra, são necessários certos &#8220;estímulos&#8221; químicos adequados. Até agora, ninguém havia conseguido identificar quais estímulos seriam estes que induziriam a mudança de células-tronco para células beta.</p>
<p>O rumo das pesquisas foi mudado este mês &#8211; e para a melhor. <strong>Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, afirmaram que conseguiram descobrir o segredo para modificar <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/">células-tronco</a> em produtoras de insulina</strong>. Mais do que isto, avisaram ainda que conseguiram &#8220;cultivar&#8221; com sucesso estas células em laboratório, o que pode, no futuro, se transformar em uma fonte abundante de células beta para serem injetadas em pâncreas de diabéticos.</p>
 Campus da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, onde a impactante pesquisa foi conduzida.
<p>Os cientistas perceberam que uma molécula chamada de <strong>actina</strong> induzia células-tronco a se transformarem em células do fígado. Porém, quando a ação da actina era bloqueada, as células-tronco davam origem a células pancreáticas &#8211; entre elas, as células beta. Desta forma, o mistério da conversão foi finalmente revelado.</p>
<p>Os próximos passos da pesquisa envolverão estudos com modelos animais sobre a eficácia da implantação destas novas células beta nos pâncreas danificados pelo diabetes. Caso os resultados sejam animadores, no futuro próximo esta descoberta poderá dar origem a novos e seguros tratamentos contra a condição.</p>
<p>&#8220;Este estudo nos fornece maiores detalhes quanto aos processos moleculares específicos que são a base da modificação das células-tronco em células pancreáticas progenitoras,&#8221; afirmou Maebh Kelly, da ONG britânica Juvenile Diabetes Research Foundation. &#8220;Trabalhos como este são importantes, uma vez que nós teremos que entender muito mais sobre como células-tronco se desenvolvem antes que possamos utilizá-las em estudos clínicos.&#8221;</p>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong>O USO DE CÉLULAS-TRONCO NAS PESQUISAS SOBRE O DIABETES</strong>: desde que foram descobertas, as células-tronco são uma das grandes promessas da Ciência para o desenvolvimento de novas terapias. Devido à capacidade de se transformarem em diversos tipos celulares específicos, elas poderiam ser utilizadas na regeneração de tecidos ou em <a title="Australianos empolgados com heparan sulfato" href="http://www.diabeticool.com/australianos-empolgados-com-heparan-sulfato/">doenças autoimunes</a>, por exemplo, como é o caso do diabetes tipo 1. Lembramos aos leitores o artigo &#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco</a></strong>&#8220;, publicado no último mês, no qual descrevemos a pesquisa pioneira do brasileiro <strong>Carlos Couri</strong> no uso destas células para o tratamento do diabetes. Apesar da &#8220;matéria-prima&#8221; do tratamento ser a mesma, a estratégia utilizada pelo dr. Couri é bem diferente daquele descrita acima.</div>
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		<title>Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 17:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Humberto Flauzino Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa experimental inédita no mundo, liderada pelo amigo do site Dr. Carlos Couri, tem ótimos índices de sucesso. Atualização 23.01.2013: Devido aos comentários entusiasmados gerados por esta matéria tanto no Diabeticool quanto nas redes sociais, entramos em contacto com dr. Couri, líder do projeto de pesquisas com células-tronco. Perguntamos como seria possível a participação nos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa experimental inédita no mundo, liderada pelo amigo do site Dr. Carlos Couri, tem ótimos índices de sucesso.</em></p>
<p><span id="more-1927"></span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">Atualização 23.01.2013:</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Devido aos comentários entusiasmados gerados por esta matéria tanto no <strong>Diabeticool</strong> quanto nas redes sociais, entramos em contacto com dr. Couri, líder do projeto de pesquisas com células-tronco. Perguntamos como seria possível a participação nos estudos. Eis a resposta:</span></p>
<p><span style="color: #003366;">&#8220;As pesquisas com células-tronco são promissoras porém preliminares, além de envolverem riscos. Por isso, possuem inúmeros critérios de inclusão e de exclusão. Os critérios iniciais de inclusão são idade ente 18 e 35 anos e diabetes tipo 1 há menos de 5 meses. Quem se interessar deve entrar em contato com Dr Carlos Eduardo Barra Couri no e-mail: ce.couri@yahoo.com.br &#8220;</span></p>
<p style="text-align: center;"><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/celulas-tronco-pesquisa-diabetes/"></span></p>
<p>O jornal O Estado de São Paulo noticiou que as pesquisas com <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">células-tronco</a> para o tratamento do diabetes tipo 1, feitas pela USP de Ribeirão Preto, têm apresentado resultados pra lá de animadores. Dos 25 pacientes submetidos ao novo procedimento, 21 não precisam mais de injeções de insulina &#8211; é seu próprio organismo que a produz!</p>
<p>O segredo está na técnica conduzida pelo endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri (grande amigo do site! Relembre aqui seus excelentes textos &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/licoes-sobre-o-descobrimento-da-insulina-e-do-hospital-geral-de-toronto-canada/">Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto</a>&#8221; e sobre <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">a importância de se ter a carteirinha de diabético sempre em mãos</a> (no final da página) ).</p>
<p>O diabetes tipo 1 é aquele no qual o próprio sistema imune do nosso corpo ataca e destrói as <a title="Células Beta" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/" target="_blank" rel="noopener">células que produzem insulina</a>. A estratégia do Dr. Couri é, primeiro, extrair células-tronco da medula do paciente. Estas células têm a capacidade de se transformar em diversos tipos de células especializadas. Depois, o diabético é submetido a uma sessão de quimioterapia, que praticamente &#8220;desliga&#8221; seu sistema imune. Daí, as células-tronco coletadas do próprio paciente são reintroduzidas no organismo, para que gerem um novo sistema imune &#8211; desta vez não defeituoso, ou seja, que não ataque as células produtoras de <a title="Insulina" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/" target="_blank" rel="noopener">insulina</a>.</p>
<figure id="attachment_1929" aria-describedby="caption-attachment-1929" style="width: 143px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/dr-couri-diabetes/" rel="attachment wp-att-1929"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1929 " title="dr couri diabetes" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/dr-couri-diabetes.jpg" width="143" height="248" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/dr-couri-diabetes.jpg 143w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/dr-couri-diabetes-138x240.jpg 138w" sizes="(max-width: 143px) 100vw, 143px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1929" class="wp-caption-text">Dr. Carlos Eduardo Barra Couri</figcaption></figure>
<p>Os resultados são excelentes. Mais de 80% dos diabéticos tipo 1 testados voltaram a produzir sua própria insulina. Segundo a matéria, &#8220;um dos beneficiados pelo estudo é o jovem Humberto Flauzino Guimarães, de 22 anos, livre das injeções de insulina há cinco anos. Ele diz que sua qualidade de vida mudou muito desde que passou a se tratar com células-tronco. Mas as recomendações médicas de fazer exercícios físicos regularmente e de ter uma alimentação saudável não foram abandonadas.&#8221;</p>
<p>Como diz o título da matéria do Estadão, a técnica ainda é experimental. De acordo com Couri, “hoje, temos resultados práticos que provam que estamos no caminho certo”. Mas, de acordo com o médico, ainda não é possível prever quando a tecnologia estará disponível a todos os diabéticos. “É uma terapia de longo prazo. Estamos falando de célula-tronco, algo ainda novo e que vem sendo discutido”, explica.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,tecnica-experimental-da-usp-livra-diabeticos-das-injecoes-de-insulina,957350,0.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener"><span style="color: #34465a;">Leia a matéria do Estadão seguindo este link!</span></a></strong></span></h4>
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		<title>O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 01:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
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		<category><![CDATA[esclerose múltipla]]></category>
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		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Shinya Yamanaka]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco. Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com células-tronco.Vale lembrar que as células-tronco são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco.</em></p>
<p><span id="more-1665"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/shinya-yamanaka-diabetes/"></span></p>
<p>Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">células-tronco</a>.Vale lembrar que as células-tronco são componentes do nosso corpo com altíssima capacidade de duplicação e que podem se transformar, através dos estímulos corretos, em diferentes tipos celulares. Desde que foram descobertas, estas células são vistas como potenciais curas para diversas doenças, entre elas o diabetes.</p>
<p>Como é de praxe com o Nobel, as pesquisas dos dois cientistas são bastante antigas &#8211; e, como venceram o prêmio, significa que houve tempo suficiente para a comunidade científica julgá-las como adequadas e merecedoras da honraria. O trabalho de Gurdon, realizado na década de 1960, mostrou que o DNA de células já diferenciadas de sapos poderiam ser utilizadas para gerar novos girinos. Já Yamanaka, em 2006, foi capaz de &#8220;reverter&#8221; uma célula diferenciada de volta em uma célula-tronco, com capacidade para se transformar em outros tipos de célula madura.</p>
<p>Ninguém melhor do que estes cientistas, portanto, para dar um conselho sobre células-tronco a pacientes de todo o mundo.</p>
<p><strong>O conselho de Yamanaka</strong></p>
<p>Devido a sua alta capacidade de transformação em diversos tipos celulares, as células-tronco estão sendo pesquisadas há décadas com o intuito de regenerar tecidos lesionados por algumas doenças. Como exemplo, em teoria, cientistas poderiam programar células-tronco para se transformarem em <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/" target="_blank" rel="noopener">células pancreáticas saudáveis</a>, as quais seriam implantadas em diabéticos tipo 1 (que possuem defeitos justamente nestas células). Todavia, os pesquisadores ainda são bastante cautelosos quanto às terapias com estas células, devido à complexidade que é se trabalhar com elas. Isto não impede que diversos &#8220;centros de saúde&#8221; em todo o mundo propagandeiem que já oferecem tratamentos para as mais variadas doenças &#8211; como diabetes, esclerose múltipla, <a title="Como é que é?" href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-e/" target="_blank" rel="noopener">artrite</a>, problemas de vista, <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/" target="_blank" rel="noopener">Alzheimer</a>, Parkinson e lesões na coluna vertebral &#8211; utilizando as células-tronco, e mintam quanto aos supostos resultados milagrosos. Além de não serem comprovados pela ciência, tais tratamentos podem provocar sérios riscos à saúde dos pacientes &#8211; sem contar o vazio na conta de banco, uma vez que costumam ser bem caros. O vencedor do Nobel Shinya Yamanaka alerta:</p>
<p>&#8220;Este tipo de prática é um problema enorme, é uma ameaça. Muitas das chamadas terapias com células-tronco estão sendo conduzidas sem nenhum dado usando animais, com checagens pré-clínicas de segurança&#8221;.(&#8230;) Os pacientes devem entender que se não houver dados pré-clínicos sobre a eficiência e segurança do procedimento que ele ou ela esteja submetido&#8230; pode ser muito perigoso&#8221;.</p>
<p>O cientista complementa: &#8220;Espero que pacientes e pessoas leigas entendam que há dois tipos de terapias com células-tronco. Uma é a que estamos tentando estabelecer. É unicamente baseada em dados científicos. Nós temos conduzido trabalhos pré-clínicos, experimentos com animais, como ratos e macacos&#8221;.</p>
<p>Apesar das precauções, Yamanaka nota que existem, sim, pesquisas sérias em andamento que utilizam células-tronco na cura de doenças. &#8220;Há muitas pesquisas promissoras acontecendo&#8221;, garante, reiterando, porém, que é fundamental ficar atento para o que for corretamente referendado pela ciência, evitando assim cair em falsas e perigosas promessas.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.reuters.com/article/2012/10/09/us-nobel-medicine-yamanaka-idUSBRE8980E920121009"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
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		<title>Encontradas células-tronco do pâncreas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 23:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[Maebh Kelly]]></category>
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		<category><![CDATA[SSEA4]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Califórnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina. Células-tronco são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina.</em></p>
<p><span id="more-1488"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/celulas-pancreaticas-microscopia-diabetes.jpg"></span> Células pancreáticas, vistas através de microscópio de luz.
<p><strong>Células-tronco</strong> são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, encontraram pela primeira vez exemplares de células-tronco no pâncreas. Quando &#8220;cultivadas&#8221; em laboratório, estas células se transformaram em produtoras de insulina, abrindo uma empolgante possibilidade de tratamento para o diabetes tipo 1.</p>
<p>O diabetes tipo 1 ocorre pela falha na produção de <a title="Insulina" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/"><strong>insulina</strong> </a>pelo <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a>. Mais especificamente, os componentes do pâncreas responsáveis pela produção de insulina &#8211; as chamadas <strong>células beta</strong> &#8211; não realizam corretamente esta função. Uma das estratégias de cura para a doença, portanto, seria substituir estas células beta defeituosas por outras saudáveis. Uma maneira de se fazer isso é justamente transformar células-tronco em células beta.</p>
<h6>A beleza da ciência pancreática</h6>
<p>As células-tronco foram encontradas no <strong>ducto pancreático</strong>, uma região do órgão que o une ao intestino. Elas apresentavam em sua superfície um marcador chamado de <strong>SSEA4</strong>, uma espécie de &#8220;sinal&#8221; característico de células-tronco. Em laboratório, os pesquisadores cultivaram-nas com sinais químicos específicos e elas se desenvolveram em células pancreáticas adultas, inclusive células produtoras de insulina.</p>
<p>Por enquanto, o que os cientistas fizeram foi explorar o potencial natural das células-tronco do pâncreas de se tornarem células adultas e funcionais deste órgão. Ainda não se sabe como &#8220;incentivar&#8221; uma célula-tronco encontrada em outros locais do organismo a se desenvolver em uma célula adulta pancreática. A aposta é que pesquisas como esta ajudem na solução do problema. &#8220;A identificação de células-tronco no pâncreas abre novas possibilidades para pesquisadores que tentam curar o diabetes tipo 1&#8221;, afirma Maebh Kelly, da ONG inglesa JDRF, que anunciou a descoberta. &#8220;Este estudo nos ajuda a compreender como é que o pâncreas faz novas células&#8221;, complementa.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.jdrf.org.uk/news/latest-news/new-stem-cells-found-in-the-pancreas-" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi-se o tempo em que falar de pesquisas com células-tronco era motivo de polêmica, inquietação e sinônimo de uma ciência distante! É que, até pouco tempo, acreditava-se que apenas embriões possuíam estas &#8220;jovens&#8221; células. Felizmente, elas cada vez mais são encontradas em órgãos já adultos, o que torna cada vez mais desnecessário as polêmicas pesquisas com células de embriões. Melhor ainda é saber que já foram identificadas células-tronco produzidas pelo próprio pâncreas, e que, por isso, fornecem chances maiores de ajudar os diabéticos tipo 1 na reposição de suas células beta!</strong> <strong>Ficaremos de olho no desenvolvimento destas pesquisas!</strong></p>
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		<title>Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 17:33:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, em viagem de trabalho, tive a honra e o prazer de conhecer o Hospital Geral de Toronto &#8211; Canadá. Este Hospital é simplesmente o Local em que o cirurgião Banting e o estudante Best desenvolveram as pesquisas com animais que culminaram na descoberta (ou isolamento) da molécula de Insulina em 1922 e a sua primeira aplicação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; border: 4px solid black; padding: 10px;">
<p>Na semana passada, em viagem de trabalho, tive a honra e o prazer de conhecer o <strong>Hospital Geral de Toronto &#8211; Canadá</strong>. Este Hospital é simplesmente o Local em que o cirurgião <strong>Banting</strong> e o estudante <strong>Best </strong>desenvolveram as pesquisas com animais que culminaram na descoberta (ou isolamento) da molécula de Insulina em 1922 e a sua primeira aplicação em um ser humano.</p>
<figure id="attachment_1384" aria-describedby="caption-attachment-1384" style="width: 488px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-1384 " title="Banting e Marjorie diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes-735x1024.jpg" alt="" width="488" height="679" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes-735x1024.jpg 735w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes-172x240.jpg 172w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-e-Marjorie-diabetes.jpg 800w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1384" class="wp-caption-text">Dr Banting e o estudante Best com a cadela Marjorie, que recebeu a primeira injeção do extrato de pâncreas</figcaption></figure>
<p>Vale a pena lembrar que, até aquele momento, pacientes diabéticos tipo 1 tinham sobrevida de poucos meses e, quando muito, alguns anos.<br />
O cirurgião Banting morava em uma cidadezinha no Canadá chamada London e não era ligado ao meio acadêmico. Subitamente teve a idéia de submeter animais a um procedimento cirúrgico que seria capaz de destruir quase todo o <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas </a>mas deixaria sobrar apenas as partes responsáveis pela produção de insulina (as ilhotas).</p>
<figure id="attachment_1383" aria-describedby="caption-attachment-1383" style="width: 320px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-ideia-about-insulin.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1383 " title="Banting ideia about insulin" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Banting-ideia-about-insulin.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><figcaption id="caption-attachment-1383" class="wp-caption-text">Manuscrito original do Dr Banting sobre como conseguir isolar a molécula de insulina</figcaption></figure>
<p>Banting pediu ajuda ao professor de Fisiologia da Universidade de Toronto chamado McLeod, que achou a idéia estranha, mas cedeu seu laboratório precário e alguns cães para os experimentos. Recomendou também um aluno chamado Best para lhe ajudar nos experimentos.<br />
Felizmente em cerca de 1,5 ano o hormônio protéico chamado insulina foi isolado e aplicado em animais e pela primeira vez em uma cadelinha chamada Marjorie e depois de um período em um menininho chamado Leonard Thompson.</p>
<figure id="attachment_1387" aria-describedby="caption-attachment-1387" style="width: 275px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Leonard-Thompson-Insulina-diabetes-.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1387" title="Leonard Thompson Insulina diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Leonard-Thompson-Insulina-diabetes-.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a><figcaption id="caption-attachment-1387" class="wp-caption-text">Leonard Thompson, o primeiro a receber injeções de insulina. Foto antes e depois do uso do uso da insulina</figcaption></figure>
<p>Logo em 1923 receberam o Prêmio Nobel de Medicina.</p>
<figure id="attachment_1388" aria-describedby="caption-attachment-1388" style="width: 145px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Nobel-1923-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1388 " title="Nobel 1923 diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Nobel-1923-diabetes.jpg" alt="" width="145" height="154" /></a><figcaption id="caption-attachment-1388" class="wp-caption-text">Prêmio Nobel de Medicina concedido a Banting e Mc Leod em 1923 (Best não foi condecorado, pasmem!)</figcaption></figure>
<p>Na ocasião a imprensa noticiou a descoberta como a cura do diabetes. Mal sabiam que não era a cura , mas um grande passo para o controle e a prevenção das complicações desta doença.</p>
<p>Chamou minha atenção a memória do povo canadense. Nem percebi, mas quando um amigo me alertou fiquei estarrecido de ver que na nota de 100 dólares canadenses (a nota de maior valor no país)  havia a imagem de um<strong> frasco de insulina</strong>. Talvez o motivo de eu ter ficado estarrecido foi o fato de ver que naquele país eles têm memória e ver que eles sabem valorizar seus grandes nomes, mesmo que tenham se passado 90 anos.</p>
<figure id="attachment_1385" aria-describedby="caption-attachment-1385" style="width: 488px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-1385 " title="Dolar canadense diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes.jpg" alt="" width="488" height="490" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes.jpg 610w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dolar-canadense-diabetes-239x240.jpg 239w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1385" class="wp-caption-text">Nota de 100 dólares canadienses com o frasco de insulina</figcaption></figure>
<p>Fato interessante é que após o isolamento da molécula de insulina, o laboratório farmacêutico americano <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">Eli Lilly</a> se juntou ao grupo canadense e começou a produção e distribuição em larga escala da insulina de origem animal pelo mundo, tornando esta descoberta local em um medicamento que salvaria vidas em todo o globo terrestre.</p>
<p>Obviamente que muita coisa evoluiu ao longo destes 90 anos.</p>
<p>Hoje nossos pacientes diabéticos dispõem de insulinas desenvolvidas por engenharia genética, agulhas finíssimas, canetas de aplicação de insulina, discretas e pequenas,  bombas de infusão contínua de insulina, <a title="As picadas no dedo estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">aparelhos medidores de glicemia</a> pequenos e rápidos e contagem de carboidratos para facilitar a dieta.</p>
<figure id="attachment_1389" aria-describedby="caption-attachment-1389" style="width: 404px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1389" title="insulina primeira seringa" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa.jpg" alt="" width="404" height="273" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa.jpg 404w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/insulina-primeira-seringa-355x240.jpg 355w" sizes="(max-width: 404px) 100vw, 404px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1389" class="wp-caption-text">Seringa de aplicação de insulina do ano de 1926.</figcaption></figure>
<p>Felizmente, o Brasil tomou um papel de destaque nesta história dando o pontapé inicial no uso de células-tronco na tentativa de melhorar ainda mais a qualidade de vida dos portadores de diabetes tipo 1.</p>
<p>Que esta curta história sirva de estímulo para os diabéticos de hoje se cuidarem melhor. Que todos vejam que estamos vivendo num momento de grande explosão do conhecimento. Estamos na era das células-tronco e também na era de diversas outras pesquisas como a insulina inteligente (<em>Smart Insulin</em>), pâncreas artificial, medidores de glicemia com infra-vermelho, etc.</p>
<p>Encorajo a todos que se cuidem, que aceitem o diabetes e façam o tratamento adequadamente para poderem ter a chance de experimentar e utilizar as diversas novidades que estão por chegar até nós em poucos anos (<strong>poucos anos mesmo</strong>). Vamos nos cuidar bem hoje para podermos desfrutar do que vem por aí.</p>
<figure id="attachment_2661" aria-describedby="caption-attachment-2661" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2661" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922.jpg" alt="Laboratório de fisiologia na Universidade de Toronto onde Banting e Best trabalharam." width="650" height="527" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922.jpg 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922-296x240.jpg 296w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Laboratorio-Toronto-Canada-1922-168x137.jpg 168w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-2661" class="wp-caption-text">Laboratório de fisiologia na Universidade de Toronto onde Banting e Best trabalharam.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: red; border: 5px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #ffffff;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" border="2" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto &#8211; USP Pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco &#8211; USP &#8211; Ribeirão Preto. Pesquisas, prêmios e publicações internacionais sobre diabetes tipo 1 e terapia com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #ffffff;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #ffffff;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
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